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u D F o 1 
+ctr. 
lvaldo Pereira J 
Ano VII N.o 291 28a4-6-78 f@a E l 
... 
Mato Gros;;o do Sul 
-- 
A_nprrn-a e-rrita, embora tingindo me­ 
q patrela da popular4o que a telei4o vu o 
fio, erre mior_pr-+ao polit'a qu aqueles 
'4los, pelo fato de utusr dirrtamente obre os 
vr 
1 
' 	' • 1 ' 1 1 • • • 6 ( e forans a opunao [utcna ou t'rf,lO tllUlil pr . 
,j4. do centro do poder A Impren-a, em ela 
'i.ta, e retrine n Trilna da Fronteira que 
1
11>"'1.ni Jl:tJwl n•kv:1111~ na Íorruução Ja. ~lf!Huuu p11 .. 
}rea, Em nos cidade, no campo politico, nossa 
atuação e resume tem observar o trabalho do 
ereadore, em tua maioria da Arena e nas es- 
asas reuniões dos Diretórios [Arena f' MDBJ. 
k, aso dos edis bel«vi»tn»e», na cada dia que 
assa, a situação fica cómica, lo betos "'quem 
~ •1'
1
:111 nn C[uuorn''• Um diu, tleterrninndu Ycrcu• 
dor apoia o trabalho do Executivo Noutro, o mes· 
mo vereador critica a Administração. ão existe 
eoereia de propósitos, ) assunto do momento, 
1111 
Cúmurn, é a Comissão Especial de Inquérito 
movida contra o Executivo por "prováveis irregu- 
laridadr» administrativas" Aru»ar o prfito Ha. 
leu de Castro Pinte, com um pao·ado respeito] 
r de ilibada rrputar4no, xige pro»as ruís con 
ereta«. {Uom Carrupà» não e brinca, pois o feiti. 
,0 pude virar contra o feiticeiro. A margemn da 
nuances legislativas, tá empre um clima de de. 
do no pat!lho contra a imprna, omo e eti. 
e+mo xreendo uu poder nefasto e no um 
cata!iador de opinie,, ), "deuses da Cmara" 
nào admitem criticas. mas tostam «dr ritiar. [e 
uua vez por todas, nio aceitaremos impotçs de 
rgra- e muito menos ofensas ao nosso trabalho, 
Quando julgarmos que algum vereador não esti. 
ver exercendo o eu papel de legítimo represen­ 
tante do povo, crltiearemos este vereador com to­ 
<lo o poder que temos, de Impren-a Livre, Sobe- 
rana, lepon»sável. 
VE. 
j 
Et;creve Ely de A1·aujo Barbosa 
Como Inicio da <listencão lenta e 
grudunl us mensagens polltlc:1a do gove­ 
rno, deno1oinndu~ ''pacote de abril" trou­ 
xeram entre outrns novas, !l lndlcução 
pelo Presidente da Republica, do Send­ 
dur com mandato de úito anos, para elel­ 
çüo Indireta. 
O futo novo foi causa de celeuma 
em todo pnls, face a exlstencla de diver­ 
sus olas ontugôolcas nor:i partidos inclu. 
siVP. na Areno. • po.rtldo do Governo. 
Ora, consoante nosso modo de pro­ 
sar, a Indicação do Senador para elel­ 
_çüo Indireta, não é feita parn 11grnd11r a 
grl'gos ou troianos e sim para atender 
ó nova Org1rnizaçáo Politica do pais, co­ 
mo primeiro passo pna concretização, 
mediula da abnlura. 
Em Mat-> Grosso do Sul, logo após 
u Indicação do Senadur Italivlo, comaçuu 
urna revoada dos descontentrs, em hus­ 
c·a de as11inaturuH dos de· 
legados do Purtido, 1111111 memorial npoían,lo umu 
•upo,ta randiduturn do !ienador Oerzi à cuuven • 
çilo. 
Acontece, que, umn considcnncl parte d<•• 
delegados é constituidu de pcffucnos funcionários 
do Caverno do Estnclo e temerosos de perder o 
en1prl"go, u1-siuarnm dito menaoriul, cientcfl de c1ue 
o Senador Derzi é o vice-liclcr do Governo no 
Senado, 
Esperamos qualquer providencia cio Gover­ 
nador Hnrry Amonm para o caso, n quem cab,• 
dirigir o proresao político no Estaria. A continni­ 
dudu ela r,.nção conteHtutoria no indicado p e I o 
Planalto, se ver]leira. polezá causar rachadura> 
no dique do Sistema Hevolucionário, de conse­ 
quencias imprevisiveis, e contarú, :i1nediatan1.-:nte, 
con, o apoio <la sub"er'çào cxistcnle no país como 
brasas cmbnixo de cinzns. 
Una possivel derrota do Scnnclor ltalivio na 
convtnçfio de 4 de junho, ocasionada pelos contes· 
tndores abrirá. sem n menor dúvidi:, um precedente 
grave, muito grave mesmo. 
O Rotary Clube de Bela Vista, no 
presente ano, truçou como meta primor­ 
dial uma parliclpaçilo obje1tva na solução 
de diversos problemas que assolum a co­ 
munidade. O caso do Hospital - E'Stava 
se tornando roulrnente um caso - foi resol• 
vldo pelos memliros do Rot!i.ry. Fizeram 
uma reunião. nomearam uma diretoria 
(constitulda por rotariauos) e, estão 
procurando normalizar a situação. Em 
pouco tempo. resultados palpáveis já po­ 
dem ser vis!os. A próxima providência 
será a nomeação de um Administrador 
Com 11 ajuda da populttção bela•,istense 
o Hospital não S31'á mais um caso. Es. 
paramos que os representantes politicos 
na Assembléia e na Câmara Federal co­ 
laborem com a campanha que o Rotary 
está re&.llzandu, visando a instalação de 
uma farmácia e reformn dn r~én.i,". 
REUNIÃO . 
. No última sexta feira, o Ro[i.,ky se 
reunru no Restaurante do Gaúcho, com a 
G 
presPnça do MM Juiz de Direito da Co­ 
marca, Dr. Osvaldo Romanzine e do Di­ 
retor Clínico do Hospital. Dr. Cicero Gon­ 
çalves. Estiveram preseutes os segulntei­ 
tC6clos: Roberval, Santana, Ivaldo, Nestor 
Garibaldi, Pedro, Eduardo, Nodi, Relnal-­ 
do, Hortencio, Souza Neto, Aramie e Sid- 
ney. Na oportunidade foram dob1tidos 
batidos diverRO!l assuntos, entre os quais 
u problema da televisão. Sob aplausos 
geral, o presidente Eduardo Ocariz no­ 
meou uma comlssno para ir a Antonio 
João entrar em entendimentos com o 
prefeito daquele município, visandu esclll­ 
rece1r o "proble,ma da rPtransmissão". No 
próximo dia 7 de julho, tcmará posse o 
novo presidente do RotRry Club de Bela 
Vi.sta, .G11riba lrli da Rosa. O trabalho que 
o Rotary vem desenvolvendo supera as 
exper.ti,as de um clube de serviço. Ro­ 
tar:y ·está viv_endo e solucionando os pro­ 
blemas bela v!stenses. 
INIVERSÍRIO 
DE 
Din )2 dei corrente, transtorru » aniersá. 
r-io rln Emoncip:.,çílo 1],. munidpío •k i111nrci,, J.,. 
ão., Estiveram presente» no evento autoridades i. 
via e militares, entre as quais destacamos: 0 De. 
putado Federal 'baldo Barrem, Prefeitos de Htlu 
Vi+ta e Caracol, lepreentante do Comando do 
lfl.o FIC, SecreLúrio do Sindi,·ato Hural ele l'o11ta 
Pori, Si Byron Medeiros, Delegal de Ensino dc 
Ponta Poril, e Vercuclor Ely ri~ ,mujo IJJrhforu, r,-. 
presentado a Câmara Municipal de bela Vi-1u , 
Trihuna ,fa Frontt:im 1n1ubérn presn1!(- par., ,,,, 
bertura das fe-tiiladales aliou-+e a vários outro. 
orgão+ da Imprensa do E-tado inclusive um canal 
de TV de Corumba. Diseur-aram os Srs Joü Lo­ 
reutz de Carvalho, prf Hélio, u Pre,idrnl,• clH Cri• 
rnara de Antonio João, Sr Dell'J.!nclu de polkia ri,· 
Antonio João, Diretora da Escola Aral Moreira 
O vereador Ely de Arnujo Ilnrl,.,,u ,·m 110111e do 
Povo de Bela  i,ta <li,,.-: ''n:iu pndi .. 1 rl,·ixar de 
compartilhar <la alegria reinante durante o nc·,nrc­ 
cimento, qnundo cm todo:-. oh~cn·ava a e1iforia do.; 
dia, ,Je fe•111. nle~ria de 1110 povo trah,,11.ia,Jor qur 
segue o ex~mpl11 do Herói ,la nos,n l'átria 1en. 
ntonio J [','ro, jo nor«. 6 do birro 
dnqueln cidade. Exemplo mo,trado na cc,11:precn;,10 
do, dias difíceis Pº"J"t! passamos "º re,pcíto "'" 
olos do Governo Federal. 'Terminou levando o 
abraço fraternal do Poso de Uela Vista ao Povo 
de Antonio Joàu, 
Após o dc,file e,robr destocnd11 pelas Fan· 
farras das cirlade• de <:arncol e Antonio Jo:io. o 
Prefeito de Caracol agradeceu a presença das auto­ 
ridudes renl~:1mdo o Deputndo Federnl üb:1lclo H:1- 
rem que jamais deixou ele comparecer aquele ,fia 
Anundou S Ex.a a inauguração da eoeq!ia 
elétrica direto de Urubupungá, dentro de 9o <lia3 
e quanlo ao serviço di,tribuiçilo de :í:;ua potável e 
esgoto também ainda este ano. A se;:uir couvi,lou 
todos os rresente& pnrn n inau::uração da Escola 
Ney Capivari Barem e pr(:dio de uma Uuid.adc 
Hospitalar, ambos recentemente construido-. 
Ourante o alo de inauguração da E,cola. 
o Prefeito h i s t o r i o u o trabalho pura ,1 
conHrÚção daquela Escola graças ao trabalho do 
Deputado Barem para diHribuição de verba Fede­ 
mi de :60.000,00. Falou, ngrndeceudo o Deputndo 
Bnrern d homenagem a seu a"Ô e exaltou o lrnha­ 
lho do Prefeito t: da Câmara de Vereadores <le 
Antoni,:, João. Seguiu-se churru,co para cerca de 
quinhentas pessoas. 
Edicão 
' 
Especial 
Estamos elaborando a Edição espe­ 
ciul comemorativa ao aniversário de 
"Bela Vista e expo!<lçãc, agropecuária . 
Agu!l.rdem a visita de nosrn representan­ 
te e colaborem para divulgar Bela Vista". 
BARE 
CIDADAO 
BELA VtSTENSE 
F'ol aprovado, 
C,inwr.1 funlc1pnl. ll )Iro 
jeto d lei qut concede­ 
rá o titulo d Cid 111 ln 
H,•IHvi:.tn 'o ,lO Depu1 . 
do baldo Irem. A da 
ln 1nr.1 l'!llrq(,l rln titulo 
,;, (";) n11un(ÍtllLl p ... 1 l 'fJ Í• 
!H11111. E wna 11,111h•n111tl't11 
justa ao irput d que {an­ 
to fez por nossa terra 0 
JJl'0.<'t0 de l.llllOll.l do ve­ 
re::i1hr '.'lot'di Lo'!iu Laran. 
[eira recebeu sete votos 
favoráveis e um contra, 
este do vereador Carlos 
C'•nlurifio. 
JI 
• 
ELI 
Recebendo Adesões 
O vereador ily d 
/rai;jo Harb 1,11, da J. 
l<i<;Ni, condiduto n d':lfl'll· 
tado pela Constituinte es­ 
(Ú 1'6Cl'henoo OdC'8ÕC'S (!O 
diver ·ol:l municípioa cJo 
~ui de ~!alo Grosso. Diu 
a dlu. flcu coosolidut!a 
sua poslção como candi­ 
dut1, <lo ~adoe.,te. Em A· 
qia,ana, inúmreros n­ 
m!go.; e coneligionárloG 
eslilo desenvolvendo ln­ 
tenE=o trabalho, visando 
polu rizur as atenções 
do eleitorndo pura o no­ 
me do médico-vereador 
que i'eúni> amplas condl­ 
ções de se eleger. 
A volta de "0 Ca­ 
minho" 
Já está no prelo a 
ediçilo de junho do jor­ 
n111 O Cuminno. Após u­ 
ma curt>1 parallzação 
devido a problams téc­ 
nicos, a empresa Editora 
reestruturou a fisionomia 
do jornal e O Cami.nho 
volta mais Yorte, com 
melhnr apresentação 
gráfica-editorial. 
O r.uminho ri.rculará 
quinzenalmente, em ta­ 
manho Standart e a gran 
de novidade é que ago­ 
ra aceitará velculac·llo 
publlcitária. Será distri­ 
buido gratuitamente e 
. circulará nas principais 
cidades de Sul de Mato 
Grosso. As paróquias da 
região receberão Inúme­ 
ro& exemplares par11. 
diilribuição. 
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'fror:Hnlm, lH'OOUl'OII a Exma, Sr. Da. Lt·o­ 
poldtna Burbosn de Arnújo, endo reee­ 
bida tlf' hrncos 11llu1 !OH, tomando conh'!• 
cimento, de imedlato, que excursão dnu 
-<,qutpo lhllr·al f erla benvindnu e que se­ 
rinm tomtdus tol us providêneiax, tor­ 
nunlo-nu possível inclusive, reervr da­ 
til pnt'fí Hlll oprPsonlaçil•1 110 GrOrnlo Pe­ 
dro Rufino, por especial deferência de 
un Diretorl. 
Est1• Orômlo, fundado !'m 19fH, cxl• 
be mgiflenu ede e eu amplo lão de 
festas dlpõe de puleo adequudo às re­ 
presentações tentrals que não der:andem 
mull•,1 1-1oll11llt·11çliu P 11p11rr1IH11!l'ITI t(•cnlca. 
Tivemos ttsfação de em mio 
no bothr,rlnho dos pn')rnrallvoH p11ru 11 
oslról» do T1 !, cnlrnvtst1tr Da. Leopol­ 
dina (Da. Nlnu, para Cti inllmoH e, tum, 
hém, como ó mls conhoetdn) oeu+silo em 
quo l'lcnmoR ►11l>e11rl1, h liderança que es­ 
t;li dlgu,t, 11e11hor11, r.llllís, hr,lu.vlstense, f'Xor­ 
.:e e que tem como lt:>ma 11 nl~ruist!ca 
fraso, dupols pnr ela mesmt1 pronuncluda 
uo mlcrol'on<': "O que eu poso (nós po­ 
demos fnZHl' em benefklo de Bela Vista". 
E, no menclounar-se Bela V!sta, ln­ 
olu1-1;0, é óbvio, 1;1iu povo e, principal­ 
mente, aquela fruçllo do povo mais deus­ 
aislir!o dn fortunu. 
De fato. Dona ~hm, Presidente do 
JANTAR 
O Rolury Cluh dl Bela Vista, rounlU•!le 
dia 10 PP, 0011 salõeR do C!ube Paroqul• 
ai •para ruols um jantor festivo, Nn o. 
portunldude ,ornaram poR~e os novos ro­ 
tnrlunos: Nestor Almud11 1· AramlR Pe­ 
drosa e foi preslcda una homengem 
ao Uia d11s Miles atravé, de brilhante 
alocuç!lo do protocolo do club, Alberto 
Slll!smene. Prestlgir1ram o acontecimento 
os convidados: Dr. Osrnlrio Romanz!nl, 
MM Juiz da Coma,ca de Bela VMa· GEl­ 
nll Assis e sua esposa Enoll; Major' Clo- 
rupo "Gralh Azul", lidera um rupo de 
enhorns que se dedica à Ilattropla e 
raças éle, não ba mito, três paeln: 
!w, deflcleul<.'8 menlrda puderam aer d vl­ 
damente n«latidos em Uan,po Grande. 
,llunll" o útil ao al-(n:dável, a 
"Gl'llllia Azul" promove fc&tlvals 1Je mú- 
1,f,:u popular )Jl'IHilldru com o cmrcureo 
exclusivo de artistas da cidade, oeuslio 
em quo tem podido colher obej provs 
da lc(IJllMORlclncle cio p<>VO bl!lUVlnll'U8(' 
que ela usslste e concorre, propelan­ 
do clestarte, meios pum que ri NJtldude 
1rn~s11 cumprir 111111s dln-trlzes e tinallda• 
de precípuas. 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANAIHO -- 
t• lJ N 1) ADO E M 2 O / 2 /7 2 
Inse, E»t. 130933312 CGC-ME; 03.200,7.36/O00 174 
lleclnç,1o ,. A,lmini,traçt)o 
H. Du,pw ,lt, Cuxin; •/n. Ud,1 Vi,1a MT. 
Ofil'inu.: Huu D111111e de Cuxiu, •/n 
}eh Vista - Mnato Gro+«o 
llc<lnlor-Chcíe I vnldo l',•rrira 
Arl111ini,1rnç_,1o: Murin E,relu V l'crrirn 
Dcpurtu11u~1110 Cumcr,·ial: Alvuro Prrelru 
ASSINATlJHAS 
A«simatura Anual Dela Vista Cr 2O)O0 
Dc1111i, Município, CrS :?50,0tÍ 
Tribunu cln 1"ron1cirn é uma puhlicnçi)o 
riu OHJIVAl'E- 
Os artigos publicados com assinaturas dos nau· 
tores nlo traduzem a opiniilo do J,,rnal. Suu pu· 
blicn~:io ohe<lc,·" .10 prop6,i10 do debate do. Jir<•· 
hlt-11111F- municipais e de refletir ns diversas IP.li• 
<lê11cius tlo pcn1<amcnto universal. 
Fundn•lflr: h-aldo l'ercirn 
FESTIVO 
vls e esposo; Tenente Paulo e esposa e 
Dr. Clcero e esposa. Anotornot-1 também 
a presen~u de Beatriz Heltma e Eduardo 
filhos do companheiro Sidney. Presentes 
os roturluno8 Eduardo e Sra, Sidney e 
Sra, Alberto e Sra, lvalJo e Sra, Santa­ 
na e Sra, Medeiros e Sra, Pedro e Sr!, 
Robervnl e Sra, Gnrlbaldi e 8ra, Reinal­ 
do e Srn, e Alvaro e Sra. O Rot1ll'y Club 
de Bclu Vista está a frente àe diverso!' 
setores buscando soluções para os pro 
blemas que assolam a comunidade. 
_, 
MIE 
O que é o ol perante os nstros • 
perante os povos - o pauto central da 
~onte da CnmUin: a chave da sociednde. 
• • Cooperador:t da 'providencia e complemen­ 
to. do _ho"'tJem, a 'mãe ;erà, ~utr,e. educ.i. dá formn 
brilho e esmalte. à existencia; é a autora maravi­ 
lhosa e a destfll e,cuhorn dos sêres. 
s 
,#g& 
tg 
tv 
. . . (P'or Alberto Salnn:.ene) 
Disse o principe dos poetas castelhanos Onde dcfpontn um sorrir que rnju Iii:cirn• 
que se o homem é um mundo ubrcvia•lo, u mulher menlc cornparú,·cl 110 doce rnrrir de urnu boa mlie? 
é o céu rleell' mundo. 	Onde um olhar que se purt·ça ao seu olhar? onde 
Devemo• acr•:scentor • e u mãe é o sol um ,mpiro como esse rnspiro mutrrno que é co- 
deste céu, 	mo itm suspiro da nlmn que só pode as.cmelhnr- 
, , • <;orno_ sul, eln é luz, color fecundidúdc co- su n vóz dos Espiritos. 
mo sol, ilumina. aquece, alegra. 1110,·e, alentu, ex· OnJ,, nn1 canto j.-,ual a esse cantu ruclan• 
paodc ucurlcia >eduz, Íll•cina, nlrni: 	c6lico plnngeu:it. ::·:o, cujas notas caem sobre o 
berço como gota, ~e luz. como lúgrima• de fo .. o 
é 
II 
müe quando n mãe embala e arrulhn ,eu filho'! ,. 
vidn, a Q b 
ue ,·cr o runis eloquente, que eloquencia 
mnis sublime, que ,uhlimidade 1111ti• angélicn que 
n sua, quando fala de Deus; do homem, do mun­ 
do, do Céu e da terra, dn morle, e da imortalida. 
de, das clernus e,perunçus é de infinitos Amores? 
Que beija como os seus brijos? que abraço. 
como seus nhrnço.s? Que afogo como seus ofog0t:'! 
Que desvelo como seu, desvelos? Que ab­ 
negação como aR suns nDncuações? 
i Que ensino, que uli':nento, como eeus ali• 
mentos e ensinos? 
. Nilo houve inda, e nào haverá jamais, cria- 
tnra mais adorável do que ela é, 	o 
' . Que eoração ais terno, que • amor mais 
pulcro que ministérfo mais perÍéito do que o mi. 
nistério, o amor, o coração, de mãe? 
Mas no é iro. 
l'aru ap1•1 fciçoam"ul.o Jot••lectunl. 
:::rnçufl :) coluhornçãu da Oin·lt,r iu cio 
UrOnt!o, Du. Jlna e ~eu e!!p'lGO, o Ter:. 
Cel. 1/,al.Y B. de Araújv, orlPOliJlII os 1:s­ 
tudoti. prrirn.çáo e discu .. ~õE's tJos pl'inc!­ 
pto,; fil"sóflco6 do "Seicbn-u_?•íe" (proau_n­ 
c!n-se Ceitt-110-lr), em reunlOtB irnman::wi. 
O Teu. Cel. Zaly, aftcelonado tia 
música e contando com a co!,1boração 
da estação de rádío pu1•,iguaí11 ·•zr ;!3'', 
ocupa seus mlcrofonct' para a difusão du 
cultura 11rtísllca, ruuslcal, tendo o n11e1 
puss11do profnldo uma série de pulestrn.s 
em comemorução do ceuteuf:trlo de Von 
Beethoven. Presentemeute, o Ten. Cel. 
Zly está no ur, todas us quarta feiras, 
ls 20 h 30m, liderando o pl'ogramu "Mú­ 
sica atrav{>s do6 tempos". 
Pode-se, portaudo, lmagim11·, a belu 
e utuanto prc>sençn com que o nobre casal 
Z'lll • Nina brinda Hela Vista. Tão liherlos 
de um compreenflivel ego:~mo humano, tlá­ 
sc por inteiro, na amplitude dE< sua cap11cl­ 
d11clo, à comuuldode em que vive, poden­ 
do. por Isso mesmo, encc1mlnhar empre­ 
gos, no sentido ético do bem as forças 
esph'ituals o dormecldus que essa cida­ 
de possui e, que, talvez, delafl não se 
tenha, apercebido. 
(Continua no próximo número) 
[E ;i i =i R·i ;t·lí d•i •~ 
- CMApuçio, Latwrae, 
Ü,Jl!!lü ci,J 1ll.Hl![U€l'QGI' 
bee:ta que extraviou 
sua cédula de Identidade 
Hxp••cllila prln S.S.P. de 
Cuwti11 .li 
t'u!Jlit·,11.;ln qu' t-.c foz 
ara obtenção da 2.a 
Via. 
Libera tu rrrnundo 
Pnronl 
Fazenda Segredo 
Quia Lopes du La!!uoa 
Dccl11r11 pura os devidos 
fins que fnl extraviado 
um tolão ele no1as fiscais 
de produlGr (opPrações 
internas) com 10 folhas 
em bra11co numerados 
de :--1.o 415011 a 4150'.!lJ 
Publicação que se faz 
parn obtenção da 2.a 
via. 
Derge da Silva Leite 
Declara para os <.fevldos 
fins que extraviou os se­ 
guintes documentos. 
Título de Eleitor, Cartei­ 
ra de ldentid11de Cader• 
neta de 3%, Carteira de 
Habllitr.ção, Carteira de 
Monte Piu, documento 
de um Jzep 72. Publica­ 
ção que se faz paru ob­ 
ter a 2ª via. 
de Ubirjara Gomes de Campos· o popalar DIH." 
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t alis pllrzss t aia!na; t: ates tatu metes5z1ia t 1 
P. r, •• 
J 
Um vereador dn Arn, nu última Rs 
eílo do Lo,:riRlutlvo buluv!stcu"e, iudlc11u 
j meu que fosse envido ao jornul Tl'l­ 
j
1
unn rt,1 Fruulcfra, uma myçft<, de (h-, u­ 
arado e proteRto pel11 110111 l116
1•rlda no 
;;omero anterior a roBpclto do ·1cro1Hlor 
Cnrlon Ccuturlt1u. 
Jnl<'r0trnunte friRar que n Augu,;ta Cusu 
Leglslutiva Nune enviou à !'ribuna qual­ 
quer moção de upluusos ou do apoio, 
quundo defende OH ldoulu comuns. 
Errar r. Lrn1:rn110, 11111:: p••1•1,Jstir nc, 01·­ 
ro é bunlco. Uojl' dumoi:, a mfio a pal­ 
nwtôr!11. Quando o Henboi- prefeito mu­ 
ulclpiil criticava o trulwlho de alguni< 
vereadort'S, ucbú vamo,~. na época, que o 
pré-feito otitava senau ugreeslvo. O tem. 
po é um u uxllinr vulloso nu maturação 
rle idéius e de conceitos. O homem que 
r conhece estur trilhando o caminho er- 
fl 
• Nossa Ser.hora, Santo Antonlu, São 
Pedro, Súo Benedito, Sta Terezinhu P to­ 
dos os !lontos cns!'ados e que hão de vir: 
protegei os homúnculos e remanescentes 
dos prlmatus de suas idéias arcair.us e 
de suas emblções. Faie1·, s:intos e santas, 
que. eles reconhecem que o homem é o 
tiUpremo mandatário desta terra a que não 
deve posi-nlr OPINIÕES próprias de ani­ 
mais (irracionais.) Espero, ó santos e ean­ 
llls, que ele!l acordem onra u realidade. 
Aml'm... 	• 
AA 
ENERGIA ELÉTRICA 
Agora todos querem ser o pai da 
criança. Quando esta vu em gestação, pou­ 
cos quet-inm aceitar a paternidade. i1a:i 
a crlanca nasceu linda e robusta. Mudou 
o quadro. O pai sou eu. não, o pai· sou 
eu, ou é o fulano através do clclano. Como 
diz o bom Gaúcho (está no modo ser Gaúcho): 
Barbaridade tchê. quanta hipocrifliu. E 
pois é, mas acontece que a energia elé­ 
trica, em Bela Vista, melhorou conside­ 
ravelmen~e, e dentro em breve estaremos 
~cabendo a rede de Urubupungá e o 
maior artífice desta vitória é o senhor 
Nefelto municipal, Sim: O Dr. Castro 
E nto é, realmente, o grande mentor. 
, poh: é ... 
TELEFONE 
Estamos falando com o resto do 
Rrasll, Ligações interurbanas f.>ilat'I na 
hora. Apareceram tumbem os oportunis­ 
tas de última hora. Mus, ág11a na foguei­ 
rta. O re&ponsá ve I pela inatalação de in­ 
erarbano em Bela Vist11 é também o 
senhor prefeito municipal: Vamos dar a 
Cé,ar o que é de César. 
ralo e retorna às origens é dino de 
elogioi;. llojt•. conf'crl• 
!JUíllu'', ('Sl.á V/1 l.1I08 l'l'llldoi;, 0 E:N,llul' pr-1 
f;,iln murilcip;il W.o cr'iUc,lJo o comlw!i· 
do pl'la Augusta Cu~a Legi-,latívn, c.-1I: va 
CXt!'0UldUIOOlt1 e:orlo. 
r.or.no certo CF.'tava sempre qu • emitiu 
co11ceitos a respello de det:•rrniouJo,-. 
vel'(-<adorPI'. :'/em sempre u cumm comum 
ó o ulije-tivo rlc alguos edis. Ja maititi'.! 
das vezes estó. cm jogo a va idurl.; pt->t!• 
l:loul e a ambiçilo deRmedida. 
•>< ·>-< ··X ·X 
, lndlcuç:io do v,•1·1•adnr rnio foi. MP­ 
un lo suas palavras, ''pura defender a 
Casa'', fui matH U!flll t1•ulativn de Polu­ 
lClit:ll. Níio vamos f,1zer o !'<eU jogo. A lu 
dicaçi10 foi votflda um plenário t• I1pro 
varia pela maioria. Como di.,se o V(.'l"C'a 
dor Carlos: ''Nesta Casa nada pode ser 
l'ello através d11 arnlzafo". C:oncor·d:tmr,s 
plenamente, G por concoi'darmos plenu• 
ruente é quo a partir de agora Vamos 
Pedro Pdreia 
o□o 
POLITICA 
Se lJern que nilO' concordamos com 
nlgumas aliludes política;; elo senhor pre­ 
feito, reconhecemo!' que o mesmo está 
fazendo um1-1 exceleute udminislr:1ção e 
se pretender cc,nlinu.1r no cargo estatnos 
de acordo ... 
** 
É ISSO AÍ. .. 
Se o prereito Ruben de Cast1·0 
Pinto (já plenamente recuperado) resol­ 
ver continuar no cargo e. o Governadúr 
Hurry concordar, eRtamos de acordo: con­ 
tinue. Cnso contl'Urio, Pelo Amor de De­ 
us, dê a sua opinião a n·speito do r.uces • 
flor, mas saiba escolhe-lo. Existe muito 
lobo vestido de ovelha. Estão começan­ 
do a mostrar as garras. 
NA EDIÇÃO 
Especial de 20 de julno, vamos 
publicar uma entrevista com o senhor 
prefeito (se ele concordar, pois o pres. do 
Diretório, Fiori Mmano não concordou e 
anunciamos a entrevista prematuramen­ 
te) Ele contará muitas cuisas interes.c.n­ 
tes. AguardAm ... 
M 
( 
CARLINHOS 
Est0ve em nossa redação o candi­ 
dato a deputado Carlos Edy Sá de Me­ 
deiros. mais conhecido por Carlinbos. 
::,egundo suas p;llavras, "estão receben­ 
do apoio maciço de todo o Surtoaste··. 
a0npanhar s ôa 
h ·I' lfnu-·11> • u; eute o qu 
r111r!m , •.. rl<l 1!( !,: V: 'n 1 
tão Eroe nado A Urra 
Ira O :-i1,rtl1or P,d• iio llnoi''ÍJ :1. 
E de pülilit:r1 pedimos o Dr. Rute 
de Castro Pinto. a no ss de culpas. E 
lo (,e;( 1 a certo. Se:rpr· steve certo. Ns 
(• qur> llÍiO ~•ll,i mc« onergat pan­ 
b:·,1 ílnR l<!1•i I u ('! .. rirh1!t• dt 1,nloiõc1~, 
conreilos qur•  l ::tv:1m 1;n!(• 11;H''llv 0 
prO!!rl-s,o tlc !ír!-t Vi!--t.! e ti1· ;eu fúvt
1 
Antes tarde do que nunca. O luluro, '·· 
com tile a l1f-;lóti<' rio IJ:J/'_,,,<Ju, 11üo 11M 
colocara no banco dos r ·s. 
:;u _ .. ,.._. ~,<- .:• 
Em; tempo: Camn moç?» ou sena mura», ait«da cun 
líOUilhlOrl C{,ITI a llC'.-<Ul:.1 o:1jqjJ:_i. O V,'I< i1· 
dor Carlos C,•n!ur!tto j(t spi-vlu cm dt•rnu­ 
Hin. a ('Ol1llH1irkd1> (> po (' ]lt'lll:'lli' cm pen­ 
durJr as c!.nl!·ir,1s. o aCrcl<t 1
:1l't1íl'"lt-:, no 
Legisla!ivo belavisten e stão alguns e­ 
JernenloH qu: j::;;1m cxdu•ivameole os 
sus itere·ss peso:i e sfio mo'idos 
po:· rixas e opiníÕ:.!l• p;·c con1·0llid,,s. Ei;­ 
tes lementos Deveriam Renunciar, puis 
não c~tüo ,;ervindo o povo. !.::slãc, usrrn­ 
do o povo. 
% qi :'_l.l~ 'l"' 
u lW tu li <>0 e... _,a~ -...J .... 
IVALOO PEREIFlA 
lº 
1 
Poso esclarecer? ELarecerei: visando 
conscientizr o povo belavi-tens a rv-peito do 
rnomento politit·•• tplc ,·i, erno .. , l'l1('1•tall10.. tHJHJ 
campanlin. ou nu:lltur. um d1JnH11ut'n:o. da.. rt·F· 
ponsabilidades inerentes à cada un no consen-o 
para a c;colh:1 do futuro prefeito municipal. É 
•obejamcntc conhcrul;, que cu; B:la V ,-1~ o pr;• 
feito é nonn:ado, ::u:.i e.:.••,,lba e Íl:'ltu. por um colé­ 
"io eleitoral (Oirct6rio municip:d ~ C~rn3r-t de 
Verendore;) e po,kri,,r,ncmc ,ubrnctido a apro~ 
.yaçúo do ••overnad01 do E,1:ido '"r. dependera 
tnmbém d~ aval d,, prc•i<lenre da l epúlilic:i. Siio 
os ycreu<lorcs e membro;. cio ,!irct6rio ')ttc serüo 
os encarregados de oferecer ao governador a lis. 
ta dos pro~'Ún,i5 rnh-tituro., ,fr Cn-tro Pin!o. f; 
uma re;pon,abili,bde muiro :!r:inde. rlele~ada pe­ 
lo povo aos vereadores e membros do Dircrbrio. 
Em no-so caso, então, é preciso e-colher e e-cu · 
llwr bem, o, inrq:ranr.-; d a C ã m :1 r a. 
e do Dirct6riu. :'a C â ru .'.1 r a c~tjo al:,!uu:: 
c,xpucntes ,l:i política local: Ely _de Araujo Barbo­ 
•u Osvaldo Turini e A!on;o D,llon ;'une• Lt:lle 
Estes os elementos que polarzam as atenções no 
Le"i-1"1ivo. Um deles• Turiui oeric, a inluçuo JW• 
eifiea conta com o apoio do prdcilo e 
e s t á 1 i !! a d o a ;, o u t r a s á r e as] 
parn a chcfi:1 r}o E~ecuti'"_º· _c;orrcndo p>r foro. 
Pedro Palmieri. Luiz Aldi, Sidney Mascarenhas e 
Elia; Barbosa. e outroE, antro~. outros e cutro;;. 
Intere;santc frisar. que ú atual prcft-ilo correntou 
com um amigo: Pelo menos consegui angariar a 
simpatia pelo cargo. Antes ninguem queria ser 
prdeito ~te l.lela 'i;t:i"' É_ verdade. O rar~o. _ ho· 
je, é cobiçado. Antes do final do ano, chegará a 
energia de Urubupungá, o teleíon: interurbano é 
un.w realidade, no próxiuro ano o Snne:in.1t.::nto ~e­ 
r:í mela priorit.:írin do novo Governador. Serú f:1. 
cil admini;trar Bela Vi-tu? Poderá n±o er fci! 
mas sobrarão alternativas para uma hou adruinis• 
1raç.ii<•. C:i;tru Pinto comprou o, m6, ci~, piatnu a 
casa e vai entrega-la pronta para ontro morar. 
,.-.eC1ntere que o pirfcito, que pa .. c>U fo.:.e-. dirícei.; 
está prcrcnrll'n<lo ampliar a ca,a e '" po~;;ivd 
ocupa-b. Hccupcrou-,;e comple1:1mci:1e de sua 
doença e e::t:í apto enfrentar nrnis qunLrrJ .:1.nos, 
e sah·o eng
1,no~~ Nin:;uem Será Conln:t Sua Per­ 
tn:incnciu E esta assertiva é facil de se compro­ 
va.r: Quc.!rem upo'-tur com<
1 ning:1..1én1 vai se m:::iui• 
festar a respeito'! Até n pr6rirua. 
1 
00 p vo 
1 
J,,Í f l"I 
i d • ti r (, t,• 
 ,·  l. 1 I ' l  1 I 1·,1 j ' 
«'MA na prima+ li 
p a + «» r ta itntt 
+! ar «lha de and,lato 
p !  ..... t,, ! dos o E»ta. 
d _, •,·•, <·-t, ,.pt.iu,l > t ,r 
1 
c. t •1'1 ni,, .. h, .1. •ll• ,:.-u-1 
caso de B}eh is±a, 
f
• 11, i )- iltt1 n. 1it rrd1n ntf•. (ti)'I .. 
i .ders de arregimentar 
"f 4tt ll't,,tl• ,I,• tl•Jt(tf(-1 
1
1 1 ,, , ,. , , , r, ,,,!,.r 1 1 ,!e• 
l r a u io I ,ri -a 	( J., !,.,!, Jll ll· 
entr} o t o utalo no limo 
!t, nus.t de leu tos), 
J ' - l) 
1
p1/ dsu, , t rr.ad,,r f• lt, 11- 
rate o anlidato do povo e 
11 ar+nistas do muniripin de 
 t· 1 "'' tl•I ,r a respeito, sob 
I' •r t d - ,, ,,, "'..:,JÍP 111 u, di - 
tt r 	do Irado do , o er. 
no «qwr pretrehe enrer as 
r!eis de Novembro 
L, 
de Citação 
Do r·nu O!do Rodrigues 
de Miranda, com prazo de l.'í 
dias. 
Eu, o D,,u1or 0,'/1lrlo Htt• 
11Hlfl7'iul, Juiz ,IP Direito du 
f'11r-··1 .. ,.
1 d ,. B e I n Vi,-ta, 
t.•Jado d,: . lato Gro-so na 
furm:1 tia Lei. c!r. 
Fu,·o suba no ra O-val­ 
do Hocl;i,•uc• de lirunrln, hru• 
.,ileiro, :-~lteiro, fotbi;rrnfo _ t• 
rnn1eli,, /ilh<J ,te C5n<lido g,,. 
drigurs de Miranda e de Agus­ 
tinha alençoela. Que por e-te 
luízn e n Car16rio d,, 1.o Ofí­ 
~io. a .lu,1i,;.1 J-'úhlira, pnr seu 
Prowülor llH· rnuve os têrJnus 
,lc uma :n::ln pt!nal corno 
incurr-'> n:ic pena..; do urtico 
1W e 171 do C6digo Penal. 
por J,·lirn prutic:.ido contrn 
Edcmur Wo!ricl, e Tlieobalilo 
Amorol. . e 
No ,lia de Janeiro 1e l:17B, 
l'"TII e,t:.l ,-idade tudo no• termo~ 
d,, denúllcia <lc fls. U~- 
E eoruo o referido réu se 
cn{'ontr..1 t:m lu!!:1r incerto e 
11:lo ,abi,!o. t:Jandei expedir o 
pre-en1c Edital com, o prazo 
de 15 db,. pelo qua, fica Ci­ 
tado para comparecer perante 
e-te Juízo, oa i;nla da• oud1• 
,·ncia, elo Edifício rio f.'orum. 
~it,mclo ü Hun Coronel Diu.s 
n.o 9 líl no pr6xfo10 dia 06 de 
Junho cJi, 1978 à• 9.30 horu, 
afim de E' .. r interro!!::ido e res - 
ponda ao' demais- termos da 
alutli,b nçiio penal por!enr)o. 
entfio, ou no pr::izo de tre dias 
ofcri.:r:t:r tdrl!.1<_;õec. ('.=;c·ritas t: 
nrro•r . .u te-ternunhas, tudo iiOb 
pena de revelia de condução 
coercitia (artigo 2) do C6di­ 
go de Proce,so Penal). _E para 
qu,· e 1e1,'1Je :io conbec1mento 
do referido réu. maodei exp.:­ 
rlir o oresent.e Edüal qu~ ser:i 
pubEc;do pela Impren,a Ofi­ 
ci;il e :.[i.wdo nu porta do 
Forum leal. Dado e passado 
ne,ra ci1bde ·le Beb V i;. t a !lt 
Cartório dn J.o Oficio, ao, 23 
<lias do mt:5 de m:rio do ano 
de 19'78. Eu (Pedro Vetgilio da 
Silva) Esc. yuc o datilografei 
e ,ub-crevo. 
Dr. O,uldo Raru3ozinl 
Juiz de Direito 
AEL [ID @ ~ E$ 
2 
Q 
íl .@ 7g H, e; 
'-'=-- , .n t 
, 
f!:!( TIF1CRI Óculos
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Avelino d Reis: { 
A ÓTICA DA, CAPITAL 
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_ Rua 14 de julhg, 2t@4 - Ca po Grande, - Ma 0 Grosso do Sul

Mobral lana Progra- 
') 
ma de Saúde .. Via 'J'rojf:llo d• Lt>I n<l 02178. 
Autor: Camara Municipal de Bela 
Vl8II WI'. 
"Autoriza doação do Património Mu. 
nleipal em Enerla Eltrlea" 
A Citara Munlelpal de Bela VI{a, 
E•1lad1, do Mato (iroR!iO, votou e npro- 
A purtlr de t' de vou, e eu Prefeito Munleipul, sanciono a 
mnlo (2" felr}, s 194+ euinte Let: 
horas, n Hdto Ednuençio Art, 10- Fica O Poder Exec111lvo 
Hurnl, Plll eoujunlo com li.rnlulpul aulot·Jzndo 11 ,lour ~em ôr,ui. 11 
n Coc,rrlnuuç11;, Est11(lual I c,•nlralA Elútrlc::iij M11lo!-(ro~APa1<e!l 8/. 
do Mobrnl, está levn: cem a l, to1o 
O 1wervo quo cornpõo o Ser·· 
to no r o primeiro pro- vieo de Enerla EIétrlc deste Munlelplo, 
rnm do f 1.S-11/0GHA· oomprt•cnrlílndo: 
ll, fio E!lucnç11o Comu· 
nllórta pnr11 ~núd1·, .,)nll- Toda Rede de Transmissão 
luln:lo "IIOJ S/ÚDI•, , !e 
2
11 
,1 !l" re
1
rn. 	Art, 2 Fie também o Poder 
Aos +bndos, s 1)25 Executivo Munlctpnl aulot-/ztido u us8l­ 
hora, outro prog'l'lll1lll, 
<'l)(IOl'PÇfl<io 11 !orla com11- 
ntfl11drl, "Vocr l'orgu11!11 
e o Mobrul Respondo' 
6 levdo u efeito pel 
mesm emtoru, Como 
o pr11g-rnm
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 lol 1•lnhor,1 • 
do em série, sugerimos 
noA ouvlnlt•R ncompiinhn­ 
rom 11iHll•mntic11mcnte, 
Trut11-i;p d•• progrn 
mu nl<'gre, lutercnlndo 
com múslcut1 populnre~ o 
IU("IISUV,t'UR usslmllúvels 
por pesous do qvulquer 
uivei culturnl. 
Não percum mi e­ 
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dn pelo Mobrol. Mobral 
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betizaçúo. 
Rádio 
Minislério da noricullura 
lnslilulo !!acional de Colonizacão 
l Relorma Agrária • Incra 
AVIS O 
Recadaslramenlo/18 
O Instituto Nocional de 
Colonização e Reforma Agrá­ 
ria - lncru, BYi,n uos J>ropric­ 
túrios, JJOHuidore, a qualquer 
thulo de im6n,l rurul parcei­ 
ro e urrenda16rlos rurais, que 
o pruo final d~ apreEcntaçào 
de dcclnrnçdo puru Recadostrn• 
mento, se encerra no próximo 
dia 31 de maio de 1978. 
Lembra nn 1,port11nldade 
que o rccndnstrnmento rum! é 
obrigat6rio e o n~o cumpri­ 
mento do pr,~zo acim11 sujeitn 
o declar,rnte ao lunçnmento do 
lmpo;lto t!X•ofício. 
Não deixe p111n u úhimn 
hora. Procure logo um posto 
do 11''CRA, junto n Prefeitura 
do seu Município ou Orgilo 
de Cadas1ro na Capilal. 
"Recadust.rnmento 78: 
lletrato Rural do Brasil de 
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Causur. Civis e Crlmlnal1 
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Belu V!Rta Mato Gros;;o Sul 
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Consultório: 7 às llh& 
16 às 19 horas 
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de Saúde e Funrural: 
12 às 15 hs 
Dr. José Atanasio Neto 
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Causai! Civis. crlminl¼!s. Comerciais. fo. 
ventarioi:, e Pat•tilll'tí', Regularizações de 
Terrus Juuto ao lacra Etc. 
Av. Duque de Caxia~. ~.o 788, Jardim • !IH. 
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Liuia Lopes da Laguna Mt. 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAB / ,n 1615 
Causas C;ivis e Criminais 
Run Antonio Jnüo, 842 
Bela Vi;,ta Mato Gros!!o Sul 
, 
E NOTICI 
nar n necessrIa escrituras de doação { 
dos ben a que e refere o artigo pris? 
Art. 3" Em decorréneia ao dI- 
po»to no artigo primeiro. a Centra1 
Elétricas Matorossenes S1A Cmt, +e 
obra a aratlr o suprimento_ de la" 
ia Elétrica na Séde do Município, Ia 
tanto, providenciará a construção de +u 
bestaçio e aplicação de rede de distri­ 
lrnlçllo lJ(-llll C()IJ)(J f/llll'Uf, ohrrt!-1 que llC 
façam necessárias para o bom deemnpe 
h o dos orviços d e suprlento d e 	e n	r ­ 
la elétrica; 
irt. 4" -- A doaçlio de que Insta 
ete projeto é feita cou,wuutc a uu'lorl­ 
zaçã0 do Ex:I". Sr. Ministro de Minas e 
Energia, em portaria n274, de 21 dt:> Fe­ 
verelro de IP7t-. que autorlz1t a Cemut, 
assumir o Serviço de Energia Elétrica 
- 
PROFISS!ONAl. 
Dr. Pedro José Palrnicri 
e Dr. Ari Escolar 
Advocacia cm Geral 
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Dr. Laucí<lio Valdez ele Barro,; 
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Bela Vista Mt Sul 
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Jardim 	Mato Grosso Sul 
de Bela VI«ta: 
Art ? - Esta Lei entrará m vi­ 
gor n data de ua publicação, revoga- 
da. as dispo+lç0e em. contrário. 
Sla dis Sessões da fmra Muni!­ 
a! de Bela Vista 
'tela Vista Mt., ! d abril de 1978. 
José Simplicio da Costa arques 
P'restdet!e 
Noedi Lelte Laranjeira 
'ecretáriu 
EDITAL DE PRAÇA 
O Doutor Osvaldo Ramanzini, Juiz de 
Direito du Comurcu de Hela Vist11, Esta­ 
do de Mato Oros··o. na forma du lei, ele .. 
Faz snber a todos quuntos o pre­ 
sente Edllal virem ou dele conbeclmenlo 
tiverem. que no dta 14 de junhe de 1978 
ás 8,íl0 horaH, no átrio, do I•orutn desta 
cidAde, o Sr. João Hilario Perera, Por­ 
teiro dos Auditórlos, levará lJ praça os 
bt>ns penhorados 110s autos de Processo 
de Execução que Modesto Cardoso mo­ 
Vil contra Gernldluo Vieira de Almeida 
e, caso nl'.io haja Jlcitunt.E>s. de.Ade jú. fi­ 
ca designado o dia 04. de julho rle 1978, 
ás 8,00 horus para a eventual segunda 
praça, sendo o seguinte o bem penhora­ 
do: Uma casa re;,ldenclal, construida ele 
rnaterlal, ed[[icada no lote urbano n
2 
29 
A da rua Santo Afonso, medindo díln lo­ 
te 15x30 metros, com frente para a Rua 
Santo Afouso; lado direito, com o lote 
29, lado esquerdo, com a Rua da Re­ 
púl,lica; e fundos, com o lote nº 4 da 
Rua da República, devidamente transcri­ 
to no R.O.L sob o nº 20.07fi, 1ls. 50 do 
livro 3k cujo imóvel foi avaliado pe­ 
la quantia de CrS 15.G00,00 ( quinze mil 
cruzeiros), valor por quanto aerá levado 
á praça para ser arrematado por quea: 
maior lunce der, acima da avaliação, 
sendo a venda feita á vista ou mediante 
fiador ldôneo pelo prazo de três dias. 
Por intermédio do oresente editdl fica 
Intimado o executado Geraldlno Vieira 
de Almeida d!i praça designada, caso o 
o mesmo não seja zncontrado para ser 
lnlímado pe~soalmente. E, para que não 
e alegue Ignorância, foi determinada :i. 
expedição do presente edital que será 
publicad(.' na forma da lei e afixado HO 
lugar de costume, Dado e passado nesta 
cidade e Comarca de Helu Vista, Estado 
de Mato Grosso, aos vinte e sete dius do 
mês de abril do ano de mil novecentos 
e Sl•lenta e oito. Eu (Pedro Verglllo da 
Silva). Escrevente JuramE:ntado, o datilo­ 
grafei e asílino. 
Dr. Osvaldo Ramanzlni 
Juiz de Direito 
Egera==saG] 
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forma Arátiu - INCHA, Átravés da 
{'isso fjraente de _Lftca9. de­ 
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Jlil!íl• '' • 
CH•J'.J/u" 0U~/77 de 7 ele ,Junelt·o ele 1!)77, 
rna 
O 
Pú!Jllco, pura conhecJrn1rnto dod 
~rollrslonaís AutOnomoi, 110 ramo de 'To- 
0 
,rufia, que, ÚUl'll'J te o período de i0 
{eitá) dias, a par+r d+_dnta deu­ 
jlfeaçio deste, estará recebendo n Se­ 
de da Coordeuudorlu e na dos ProJetos 
)<'undf{lrlos du sua JurlMc!lção a docurneu­ 
taçio necesflórh, JJaru fmB de credencia• 
énto para execução de Serviços de De­ 
uinrcaçrio d~ lotes de terras de dom1010 
do Incra, do Uni/lo ou de partlcmlares 
tuter<'BSDd0B em proces;;oE< de regulari• 
mago Fundlárta junto o INCRA. 
• As~lm seu do, a pa rtlr do prazo AStlpu, 
Iudo pura o Credenciumento, não mais 
serão acc>lto~ trabalhos topográficos de 
profiRsionolR nflo credr.aclndos pelo IN­ 
CRA em processo cJe quulquer natureza. 
DO CREDENCIA:!ENTO 
o~ profü;slouals uutônomos intere!lsu­ 
dos em obter o sou codastrumt!nto junto 
ao IIICRr, dcverüo euvlor requerimento 
dirigido ~o Presidente da Comissão de 
Licitação, acompanhado da seguinte Do­ 
cumentação: 
a) Fotocópia autenticada da Carteira 
de Jdeulidode: 
b) Fo!ocópla autenticada d':l prova de 
quitação com ns obrigações eleitorais; 
e) Fotocópia nutentlcadu ctc prov,1 de 
qu!lnção com o serviço militar; 
dl Fotocópia do cartão de ldentiflca­ 
çiio de contribuintes CIC; 
e) Atestado de Resldên•Jla; 
- fl Atestado de Idoneidade flnancrirn. 
fornecido por estabPlecime'lt0 kmcftrio 
g) certidão negativa dos cartórios de 
protestos de litulos <>nde tenha dom1cllio; 
hJ Certidão ntivn dos cartórios de 
distribuição dos feitos crituinais dos locnf;; 
onde residiu nos último a (einco) uno. 
1) Fot<H.:ópíu uu1,1>11icncla elo CREAA <JOf!l 
visto na respectiva região onde o servt- 
c,:o ~erá n•rdlznclo; 	. 
j) Fotoc6:.,f11 d<: quítação da anuidsde 
do CREAA; 
') Certidão do CREAA, certificando qu 
não tem proeesse administrativo e que 
riúo está impedido de !lxercer a profii;Elfío 
m) Relação dos serviço,; j~ renllwdui, 
com apresentação de ate;;tuoo comprohü· 
tórior; de flua capacidade t(>cnica; 
n) Helnçfio dos equipamentos e mate­ 
rluis pertPnceutes 110 proflt;Sl•mal nutono­ 
mo, desti'Jt!dos à realizaçúc dos traba!hos 
topográficos, devldatn{'nfe compr~wucla 
s:J11 propriedade, medlnnt9 foto<.:opta au­ 
tenticada de Nota Fiwal ou recibo do 
z..rqult,ição, ou ainda compro.,rcda >t sua 
dii,pouibllidaue usi;egurada otrnvéi; de 
contt·uto dP uluguel: 
o) Uma fotografia 3x4. 
Os requerlmoutos e otitras Informa­ 
ções poderão ser obtidos no endereços 
abaixo: 
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Rua Comendador Henrique Nº 43 Cu1,1bá Yit 
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de Caxias, 98U Jardim MS. • 
Cuiabã MT. 1215/78 
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Pres Comissão PermaMnte àe Licilaçiio 
. ' (JUPl 13 .Je mio de t017, 4l ll· 
!(' da Senhora 'vestida dos luz •. 1. , i L 
Francisco E cinta pi rranecinm mudos 
ext »r!ado, perante tmnnba !, 1 7i !!ll 
brentural 
-'Não tenhais medo. Eu nio as faço 
ml'', dL.se assa Senhora em portues 
Em uida Lüein perguntou 
- "Dontlr (' Vo ,,-rmN:{,? 
-- 'ou do Céu" /e Virgem apontou 
pnra <'lrr.n com a mrwJ 
- ··E que ó que Vo ~<'mcc' tn<' qtair'!" 
_"Vim para vos pedir que venhais aqui 
seis meses seguidos, no dia 13, a st te-· 
mn hora. Depols vos direi quem ou o 
quo qu(·ro. DepoL ·,o!tur<:i ulu,ln uqul umn 
A(·timu vez". 
- •·E ru taUJl>(•rn vou pr..r, o Cóu?" 
- "Sin,, va!ts". 
- E n ,Juciuta?" 
- •·'J'<:mlJ(•m". 
- '·E o Fra!Jc·i-cu?" 
- "Também, ma<. tom que 1 2,&r rnuilO<> 
terços··. 
Lúcia Jembrou•BP, en!üo, de por, 
J guotar li respeito de du:11, mcnl11_;;.s quo 
tJaviam morrido recentemente. Ln,;,i u· 
migas de sua famili. 
- ", fariu dos Neves j{t estú no Cêu?" 
- "Sim, 1>stá'·. 
- "E a Amélia?'' 
-· '·Estar{ 110 Purgatório até o rim do 
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Vl"II qll•' 1
1.1r,,i-11111 JIO(h•r­ 
voar como p aros, "Ai 
que senhora tão liad", 
repetia Jeinta, de Vl'/, 
Clíl1 CJUflU(lo. 
Franeieo sómente 
vira Nossa Sonhar, em 
nn<ln o,1vír uu !llzl'r. 
Quando Leia lhe contou 
que ele também iria para o 
( ( ll .. , .. ntill·rü ~1l'1.1hH:nh' Íl' .. 
li, e reclamou em ala voz, () 
enhcta minl, rezarei todos 
os terços qure use pedis 
Bor fim, dirigiram-+ pe 
ra cana, radiantes de feliida. 
dadr, mas com o comproni­ 
wo de não cotarem nada o­ 
bre a celeste visão. Silencio 
que durou mito pouco, como 
kabrmo. 
CONDlíT. NO CASO DE 
MOIIDEUUHA l'OI{ u~ cii.o 
uiuu.J<,", 
Quem terá sld0 e,rna Amélia que 
fical'á no purgatório até o fim do mundo? A morte rn ri:, dentro ele 
/1 Virgem tornou a folar: "Quereís npro-.:iniu,l11u,r-111" cinco dins, 
ofPr!'C"l'•V()fl II DPU!- p;:.ra i::unr,rlHr torln• t "~1.., , •nanif,·•rnçiln dos in- 
1 
o!< soirlUJt::UtOd LJUi:l _ Ei~ l!Ulb-'•· "11vwr·Vu1< 1 rnu,lld. 
em ato de reparaçao pelos pecado!! com 
1 1 1 
.. r~,·i,la c,,rri 
Ú 1 
. ,avnr H'tn a ,, 
que Ele é oreudldo 0 de 6 plica pe [l •ír•11a t; 8abilo ou di:lt,rr•rnt.,· ~ 
1 
converi-ão dois pecadores? . . :1~-iuf.-1.ar CllO ... I r,_1<:ooC men· 
l inbto 011 mercúrio crnmo. 
- "Sim, queremos". 
- ''Irte2, pois tem muito que sofrer t.Oa& :.i. Nür, matar o cão. Con- 
graça de Deus será o vosso conforto". ««rvi lo prcw por dz dia, 
1.lancl1,-lhe Ó;!Ull e con111:l!l, com 
cui,indo, observando •en com· 
A medida que dizia us palavras 
"A graça de Deus". Nossa Senhura abriu 
as mãos e comunicou uma luz tão intea­ 
que não só envolveu os videntes com seu 
re!!plendor, mas penetrou em seus peitos 
e no mais íntimo da alma ''fozendo-nos 
ver a nós mesmos em Deus - segundo 
conta Lúcia • mais claramente do que 
vemos no melhor dos espelhos. Então 
por um impulso Interno, os três caíram 
de joelhos e repetiram intimamentf': "Ó 
Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu 
Deus, Meu Deus, eu Vos amo no Sanlís. 
:1lmo Sacramento''. 
NosPa Senhora esperou que termi­ 
nnssem para dizer: 
Rezem o terço todos os dias para 
alcançarem a paz para o muudo e o fim 
<la guerra·•. Em Beguic!a começou a ele­ 
var-se serenamenl e, subindo em direção 
ao nascente. até desaparecer na imensi· 
dade do firmamento. 
portarento. 
3. Procurar imediataen­ 
te o Pmto de Saúde, J,,_;o n· 
p6s :, n,ordedum. 
1. Se o cão morrer na - 
quele prazo de d_ez dias, ~~­ 
municar as nutorrdndes ~anila• 
rias ou avisar o Lahorat.ório 
do PLANASA, em Várzea 
Granrle. pelo t~ldoue 5255. 
C0'.110 EVlfAR A HAIVA 
1. ,, acin:indo o cão todos 
os ano, 
2. Evitando os cães 'li• 
dio•. Bem dono, que pernm• 
hu la m pelas ru.a3 
1 
3. Fazendo n ..-acirua ,nti• 
rfibiro, rnb a orlentnçiío méd~­ 
ca imedint,nnente apó~ Lt:r ,1- 
d~ ,nordido por um animal 
rai>·orn ou supeito de raiva. 
4. Procurando :u unida­ 
des •u.nitúrias enu caso de ar­ 
rnnlndar:i lambedn;r~ ou mor• 
dedura po'r ciualqueT aniwal 
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laboração da Secretaria de Agricultura, 
1:•undncão SESP fl Prefclturfli; MUJii<..ipfliG, 
nus cidades dll Corumbú, Ladúrlo, Tres 
[.al-(OUl'i, Burra do G,urçus. RondonópoliR, 
Culubâ e Vllrzea Grunde. 
COMO SE Tl1ANSMITE 
A raiva tranFmltr-rn de animal ralvo- 
80 para sdto, través da saliva. Pode 
ser slmpleB conluio (lambedura/ com i;a. 
11vu lnf·:ct11ute ou por ID'JC11l11ção (mor­ 
dedurn). Entre os cães é multo fácil u 
transmissão, devido us suas manifesta­ 
çõeR ugre~&lvas. É assim, também, que 
ela é truusmltlda ao homem, senéo o 
cão seu maior trunsm!Asur. 
Quuudo o rlrutl da raiva penetr~ por 
uma ferida ou arranhadura da pele, se 
dirige aos nervos e avança, lentamente 
até atingir o cérebro, onde se multlpll­ 
curú, atacan40 os centros sensoriais 
e motores, provncantlo transtornos visu­ 
ais, auditivos, do paladar, dificultando 
os movlmenloil, ocasloaando tremores, 
convul~ões e plralh1lus, imposstbllitondo 
a Ingestão de água e alimentos. 
Quando a paralisia chega uo8 mú!lcu­ 
los respiratório!', !'Obrevêru a morte por 
asflxla. Todo caso de raiva, apóR upre­ 
seotação dos sintomn s é fatal. Não exis­ 
te tratbment•> para a ralvu, uma vez 
cons!otada. 
Como Se Reconhece Um Cão Raivoso 
Deve-se suspeitar de relva, quando se 
produ:i:em modificações r~pentlnas no 
r.omportameuto do cão. Algumas vezes, 
o niml torna-se triste e mais carinho­ 
so do que oormalmente. Outras vezes, 
ele se aprest:nta desconfiado, fugindo do 
próprio dono e escondendo-s2 pelos can­ 
to~ Ese:iros. No princípio sente muita fo­ 
me e sede intensa. Logo depois, começa 
a sentir dificuldades para engolir alimen­ 
tos e águn, terminando sem beber e sem 
comer. 
Da boca escorre uma baba espessa e 
abundante, late coatinuamente e sem mo­ 
tivo apa1·ente i;eu latido é diferer.te Jo 
norl.llal: é um uivo rouco. <'Om se o ani­ 
mal tivesse um osso atr!i vessado na 
garganta. 
Se estiver preso, tenta escapar de qual­ 
quer ruaneira, mordendo ferros ou as 
paredE>s do local onde se encontra fe­ 
chado. Se estive::- solto, sai de casa.. ca­ 
minhando i:em descanso e sem rumo, a 
tacnndo e mordendo tudo o que encon­ 
ll'a: pessoas, outros animais e até cbjetos. 
_Com o tempo, o anima! passa a sentir 
dlh<'uldade em andar s:,b~evindo a pa- 
·t rallsi11 das • peraas 'traseir1:1s. Somente 
com muita dificuldade o cão ainda pode 
3
e arrastar. A paralisiA. evolui rapida 
lll e to tomando o c o r t> o todo 
rlo animal q u e m o r ,. e. A. mor-1 
e se cli dentro de oproximodomente cinN 
,!.ias, ap<i. n mnnife,to~ã<> dos ~intomas. 
11 
, A 
1 . 
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ti3 
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Brasília - É Incluída a ligaçãl) rodo­ 
viária da BR - 2G2 - trechri:Guaicurus Ca­ 
randazal - à 2'37 • Prl'> f>Jrt'nho 
INDICADOR 
Ao justificar sua propo.deão, + par­ 
l:1::i1e1tnr rn llo
1p·o,-:pn,-,, tli ·-.(• qu,·, no 
pon(u de vh!a <l yolltíe,1 nnriomd d•
1 
tr.lOiJ[JOl"l , eumre adazir que o esteta 
:n,1nto da rnnlh,1 ro l>'ló.rl>i na r-,·;?l:1o d,, 
frout,lira p.rcor;·lu I po!a 1·ot1ovin propo~­ 
tfl llltda !li' j l Hignlf1en do quu li tNI0lfl· 
çflo de óbices ano tráfego ja existente, e r­ 
cu de riOO cr1ml11h0(•: por dia, mal" 110 rpw 
suticlf ole, 11:1 8111 opi11i:1o. para justificar 
umu rodovlu r]'ls~e ll, conSO!11Jt<' o que, dts 
põe u porturb u" l!l. de l!Jl9, do D:--lEH, 
alterada pela dl' nº 2,J.(J'.J. 
Esse cre.~ci1ouoto do tráfego, coo­ 
tinuou o reprPR Dlunfo m
1do:n·os,;en&o 
representa uma consequõr,cin don nrof~m­ 
ma1; elo lt PNO (1!175-7!!) para ~p1·uv,tta• 
mento das terras do Centro-Oct,tc• do Pais 
Contudo, acentuou, cumpro ~alientnr que 
se trata de rl•gi:1o d(' elevado cre,;cimPn­ 
to dumogrúrico, ''aspecto quo é <, mniti 
importante da p:iliticr.1 rodoviária". P. i9 
so po1·qu0 nssa é a modalidudt de cercea• 
menlo que atende com nrnlor eflcfciri ao 
cre;;cmentr, rio mercado lntc,rno e à re­ 
dução da ec)nomla natul'iHlll, J,:,to é, pro­ 
pícia ao crescimento do índice de pua­ 
mento em moeda ao!'! fatores de produ 
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duas prer'a, tuai, com 
, 1'"11cir11f"nlo1 lllhSt'àdfl111 : 11. 
JI 11,· jnlh11 ,1,, l'Ji9 ,. 11 ,!11 
julho de 1900. A prorroga,4o 
e fará após o recolhimento 
da receita proveniente da ro. 
lhreta, pata os produtores ar. 
p atado« ou n4o pelo Pro«gro, 
As pretades de investi. 
menlo, que eram pagas om 
u prodncn d,, s1íro afrla'l.1, Íll• 
r-iitn pi orrogatla+ por ui ano, 
a contar do vpimento final 
da operar4o. 
Urn.1 outrf1 Hnli.1 fie rtf!• 
dito especial, foi abrrta pelo 
ll:inr,, ,1., llru•1I, no. pro.-Iu10 . 
res financiadas, com a finali­ 
,lo,le d,· ;ij11rlar 1111s g.,au, ue· 
raio de manutenção própria 
e de ·nuas famílias à base de 
2).i cru,-•irog JI"' llt'cWrc, fl. 
noru·iado 11n •llÍrn 'J7-'jfl· 
As npa,u;õe.; ,!., rnodo1i­ 
,t-,-,I~ ª"r:,o nt•·n<lidna até" dia 
,)li de ~crernhro ,J,> ,·orr,·ule 
ano <-o,n juro.; c.1Jc,u)ad<,, Jl;t"' 
resma-hases dos financiamen­ 
lO:- nn1críorcs. 
Os produtores poderão 
dirigir se 11 Carreira de C-ré­ 
dito Aricola de suas cidades' 
Esportes Para Todos 
USINA Rodovia .Jardim 
ffü, 
un 
e ar I o 
n 
Bodoquena 
Porto Murtinho Km 54 
Escritório de Vendas Administraçã<>: Avenida Duque de Caxias Centro 
-.JARDIM 	MATO GROSSO 
-----=:...;_;::..=_.:::;.....=;;;_ __ _.;;;;;;...= S(JL

SEM PERSI 
LIBERTAÇÃO 6 a nl« de an- 
lar Hvre. 'sair Ire, de mãos dada com 
n liberdade Hiudido que, realmente, é 
po1Hl!Vol, t,em µo HÍVul, no <li anelar do 
compromissos. F tio forte a vida ou 
iluío, quanto cortar as marras dnus con­ 
vençõe que nos a!relam. A lllrnr tuç/ln é 
uma busca. Um bsen wplasmente. 
LIEIDADE .- quais u per3pe­ 
etivas? A custu da llhord11d•• por onde Leofl 
nndado? Quo fazes dela'? Que pretendes? 
Llbordncle 6 opçl1o. Exl,ile na ln,t1111tu­ 
u wlde <ln opçiio. Dopob que to dccldlB· 
to por algo, Já 111iu nrnb II tens, pois res­ 
ta comprometido con, esse u!o pelo 
quul opl!lsl,'. Lltwrdade é umu Imagem. 
ní e pura imutem. Bendita IIuem. 
Sonho nero-unto. E alma du 0±petunça. 
Antosnla Ia realidade, A lt que por elo. 
HO trava, ó i<o:nl'!hur.t1, 11 dedlcucfio Jo 
quem culllvn a ro~ell'u purn colllc•r a flor 
qun nem r,1•mpru na prlni.1vora cli'f•abrochu. 
Ltberdurlll • qul o tou eonClllto'/ 
Teu prP1-1tl1!lo'! '1'1111 r,•pulução'? 
Vou dnr uo pó fugir, do rrlógln, 
Dh,parnr no ll'lllJlD, ufopur-me nus di­ 
tanclus. Foge o tempo, Foge o rásnro. 
Por quo também nós não fugimos? Desta 
tJ]n1111ur11, r<lnto, que. apenas, 11 vicia fogti. 
Som llberdudo, ollcrava morl'o o 
alma, lnconformutlu, lnclócll, Impura, ln­ 
tnngivel, ei cheiro e sem gosto, quundo, 
t:om (•lu d111tum, em <lerrndefro, os so• 
nhos, que gerados na tlaslo, se quedam 
virgens, puro~. illll•lros, oHlll coragem de 
rusznr u reulidude que os vestem, sem 
enfl'entur o risco «de ser» ou ·não ser». 
ESCRAVATURA - 1111 lula he­ 
róic11 tra vnda em fu vor d11 llbertuçfio dos 
usc1·11vos, o Diu Treze dt- Mulo é um fel· 
to fulgurante. Figura, expresslvometJte, nu 
mostragem do per!ll Je uussos, antepas­ 
sados. 
Fugindo pRra nüo ser escravo n 
tonlo Frederico Kno)! 
bu H!ll da HIberdade e ut caminhada 
em tréguas. E nm alento contante 1o 
curnl11ho do homem. Nu df,lf,11. P"l1trnot1 
!fio /lf!OlllUUlllri(l'l IJ(J (;01VÍVÍU com pP15· 
sous de cor, que, tur«mente, nos queda­ 
ms pata uvliar us cicatrizes ou ur, <ll­ 
f!rnloade& que oo J)l'l:'t;oncPILO~ Je r11çn, 
de reli~ião, de Ideologla provocam. 
DISCRIMINA'OES -- +o tantas e 
tantas ão as feridas que elas cus+um, 
ma11, multo multi a'! na.çõci1 qu • olarJ 
J)J'OVCJUUlll. 
RE.ÇÍ  -- ,Jfl hli uma oor:ccpçiio 
lnfluludo uo «cllmu uoclul de noss<1R úlaflr.: 
11 cor niio dH01'·ucl11 ot1 llomcn,. Dlfen·n­ 
çaw dai procedentes nüo e sustentam 
mul~. Nilo vlug11111. Nilo Be lrupõern. 
O homens e define pelo seu cara­ 
cl<'r, A l11tellgê11clu o posldOUll. 0 dlllhel­ 
ro o cllscrlmlou, A Ideologia o compro­ 
meto. A forno o submot". O rodicallemo 
o C(Jga. A capacl<luúe o qu?..li[ica. ,. cul­ 
turn é sua herança. rs colsall que o cer­ 
ca111 revelam o coucelto de valor que u 
envolve. 
Acomdndo às c.quita o:! b2: 
vida pPrde o h<.>mcrn o fienso do reação. 
Dclxnndo a vldu, c·Rcorrcr fiem no­ 
v,•s horlzonlPB. SPm n o v a II aspl­ 
l'IIÇÕes começu a viver o vespernl de 
uma :.ixietêncla Pm declír.lo. Sujellar-se 
ao comodismo cu ao ucomodam<'lltO é 
admitir: em começur a morrer véspera; 
ê descrer aue o melhor da vida cmeçu 
no alvorecer de urn nc,vo dia. 
em Persunus· u morte de Aldo 
'1'l1.Jro • é profundamente lament{l vel. E 
u extinção dn vida de um homem pela 
Y(olêncla dos desatinos. Pior que 11 vldu 
pt>rdlda é u lesão 4ue a humanidade 
HOfre em seus principios; em seus ideais, 
em seus valores; em seus direitos; em 
su !lt< Instituições; em suas afirmações. 
CA"TER-s 
D V DE 
Converter-se! 
Converter-se de verdodP ... 
Você já pensou nisso? ,Já se deu aq tm­ 
balho de se imuginur dando uma guina­ 
da de 180° ( cento e oitenta graus, e ... 
oli), mudando de vida por cm.opleto? 
Dar meia volta na vida Insossa ou 6U­ 
per super agitado qua você vive, nessa 
pressu de ir a lugar nenhum e nessa a­ 
zafama de no fim das contas não fbur 
nada de importante que delx~ a marc11 
de sua passagem pela terra? 
,Já se deu ao trabalho de imaginar isto 
acontecenco com você? 
Converter-se é fazer das tripas coraçüo, 
vfrar-se d9 avesso ou, melhor dizendo, 
desvirar-se do avesso que você fez de 
t!UD.. vida para o lado .mais bonito e ma-. 
Is limpo da mesma. 
Sua veste batismul era muito 
branquinha e búnlta até aos dezesseis 
nnc,s. Ou até aos dez'.llto pel•J men"~­ 
Yocê se lembra? Depois você se cansou 
de ser obediente e bonzinho: feminina e 
boazinha e ... res(llveu vestir r:;eu 
batismo do avesso. 
Ai veio aquele umor pr,1Jbido r.u, pPlo 
menos, mrntiroso e luconsequentt>. 
Aquela vida de mentiras, de roubo, de 
11gressdo, de fa.lsiliac1e, de ódio. de puu­ 
Cll oração e muitas dúvidas e irouies, 
de vazio ... vazio que dói e .arrebento. 
p.r dentro: este vazio em qu~ você 
gora se encontra! 
Converter-se... 
•:onverter-se porque? Por quem? Para 
que? Para quem? 
Começu· uma vida nove? Por que? 
Para que? Por quem? PilN quPm? 
Maria ~ladalPna, Z'.lqueu. Paulo de Tar­ 
so, Mateus, Agostinho, Inácio da Loyola, 
Frnnclseo do Assis foram gt>nte par" 
s 
1 
quem o sexo, o dinheiro. n f'lma, 11 po. 
sição social. ou as mulheres e o p:-azer 
representavum tudo o que entendiam de 
felicidade. 
Um dia tiveram a coragem de adniltir 
qm, nú.o estavam Elnganundo a ninguem. 
Nem a Deus nem a si mesmos. 
E entenderam aonde Jesus queria cheg11r. 
E disserc::.: sim a Ele. 
E deraw u ~uinoda de 180 graus. 
Converteram-Fe. 
Hoje, as prc;stilutas, os usuários, us vio­ 
lentos, os gananciosos, os vadioE, vagn­ 
bundos ds tena tem uma bou razão pa­ 
ra acreditar qu9 até para eles existe 
uma possibilidade. Basta quererem, pois al 
guns como eles quiseram, se santific11ram. 
E Hoje a pergunta é dirigida a voce. 
Voce acha que precisa ou não precisa 
mud11 r esta vidinha ~uja que 11nda levan­ 
do? Por quanto tempo ainda, vo.:e acha 
que pode aguentar dentro da cloaca? 
Por que não tenta sair dela e ir passear 
por entre as flores onde, mesmo que a 
genta se machuque em alguns espinhos, 
o ar e sempre mais respirável? ... 
Converter-se? Por que? para que? por 
quem? 
Não lhe agrad11 a ideia de se parecer 
um poueo com Jesus Cristo? E não é es­ 
te um magnifico motivo para se dar a 
mela volta e caminhar de novo em dire­ 
ção da vida? 
Couverte-se, Porque Esta Próximo o Rei­ 
no Dos Ceus. (MT. 4, 17) Palavras de Je­ 
sus de Nazaré. Filho de Deus. 
Pe. Rosevelti Sá Medeiros Yigarto da 
Paróquta 8. Pedra ~péstelo (Bo?lite MS) 
T FRONTE 
AVISO 
Mlul~lério do Exército 
li - Exército 
!l" . ºt•gl:io li
1
it11r 
4" DC 10 RU 
Hegimcnlo intonlo .loüo .., 
'l'umada de pt·eçoB nº 004-APHOV;,8 
Aquh,içün de püo for:.ncê; ou de !:!ui 
(Sendo a rat·ria prima usada na co11- 
fecção do pão: Furit1bu de trigo, água, 
sal, gordura e fermento). 
AVISO 
1. O 10º Regimento de Cavul1:1ri
1
t, 
sediado em Bela Vista, MS, tora pá­ 
blico que f:lrú realizar, situ a Praça Cmt 
Pedro Rurtno StN urna Tomada de pre­ 
ço~ para aquisição de aproxicnadameute 
16.200 (Dezesseis mil e duzentos) Kgs de 
Pão Francês ou de Sal, paru o c~nsurno 
da tropa duroute o terceiro trimestre de 
1.978. 
2 O Edital comolelo com moion,s 
inforrirnções, encontra-se à dlsposíçã_o 
dod iutereRsados. no Serviço de Aprovi­ 
sioaumento do 10º RC. 
Quart1-l em Bela Vista, MS, 24 de maio 
de 1.978. 
Wilmr..r Nunei. Vian11-)faj Cav 
Presidente da Comissão de Licitações do 
10° RC. 
1 EDITAL 
ANIVERSARIOS 
14 - Bonifácio (gerente da Casa das .1á­ 
qulnas em Bt,la Vista) 
17 - Tito Velasquez 
25 - Dr. Huben de Castro Pi1,to . Pre­ 
feito Municipal - Seus funcionários ~ al­ 
guns amigos lhe fizeram uma serenata 
surpresa e a alegre reunião e.;tendeu-se 
até majrugada com delicioz-os "comes-e­ 
bebes" a multa música. 
20 - Dojs aninhos de Aurisou. Seus pa­ 
is Ely e Auren fizer~m uma linda fePti­ 
nha. Aos inúmeros convidados foi servi­ 
do gostosos salgadinhos e muita bebida. 
Após o "parabéns à voce'' foi i:ervido 
delicioso bolo e variados sabores de do, 
ces cristalizados. Para a alegria da pe­ 
tizada forum distribuidos grande varie­ 
dades de lembrancinhas. Aca anfitriões 
parabéns pela graciosa testinha e ao Au­ 
rlson nossos votos de felicidades ... 
24 - Mário Augusto Leite.s - O popular 
Guto. Em sua residencin aconteceu uma 
agradável reunião que contou com 11 ore­ 
sença de_muitos amigos. Os piis de Gu 
to. Bastmo e Gersy tudo fizera;;:: para 
0 
SU da reunlii.o, puraMns. Ho Guto feli::i­ 
dades mil. 
93053- 
VIAGEM 
Gilca Lino, Delegada de Ensino, apro­ 
veitando suas férias, Já de mala;; pron­ 
tae para ir fté Argentina onde assistirA 
a Copa do Mundo em companhia. de seu 
love que é estudante de medicina ló. Ê 
isso ai, unir o útil ao agradável. Pe.llci­ 
da.àes ... 
PROTESTOS 
J, .;,  ,,!, o ,. •h11, (tf,. 1 
do Mnstro de Pot tos d 
l l (.,J. 1 .. ,. e,., ,r, • ,',. I' 1 
ia, do ltado de Mato Gr, 
+o, nua fora da li, tu.. 
lar saber que e nromtrar 
en u Cartório, a Jaa oro. 
Jl(•l lJ, ,. n.o 9 IU t,....-Ha r,,f..,1,•, 
para proteto por falta de pa 
gaunto e eit, os titulos 
abaixo»rel iona«dos apre-rn. 
talos pelo Bane da Brasil s'4 
h- ma Duplvata no T8' 
A40670, +nrida m .44, 
no valer dr Cr 'Isto2. Fi 
tida p!a firma Li,o5'A,En. 
velaria e lsporlarão, contra 
sr. 
2».Uma Duplicata nu.o, 78 
,ot;U). ,en, ido em ;l,,i,,1/íll, 
no valor de Cr$ 7.316.18, mi 
tida pela fria Eion 5/A.. + 
genlaria e Importação, contra 
o :ir. 
.l) . Uma Duplicata no 7 
Ao6To, vencida m 31.o}-78, 
no valor de Cr$6,2f5,6, emi- 
1 iria rwh firn:a Lino S-A., Eu. 
gc.u lt:Jr Ju e J rnpor-t 1JÇ.JO, contrn 
o r. 
.J). Uma duplicata n.o 7B 
Ao669. ,,-nr-id« c·m :11-o.l•itl 
,v, , ulor de Cr$ 7.:1;{6.19, cmi- 
1ida pt:la íirw• Lion S-A., En­ 
enlaria e Importa;«o, contra 
o Sr. 
E. por não ter sido possível 
eucouriar a devedor d o .11 
1i1uJo, rdocioua,lu•, p e I o 
prt:•eu1e E d i I u l que fer<i 
afixado no local de costume e 
publicado pd1, impreusu_ lucal 
intimo-o para pagar a upor 
tãnda dos rr1c·nc:om.1<.lotõ tltulow 
acre-cidos dos juros e despesas 
J,:•rnio, ou dar n razào, da recu-n 
e ao mesmo tempo na folia de 
pronunciamento a respdto, 
uotilico-o do compeJ.eule 
pn,tc-sto, no prazo legal. 
Bdn Vi,1u, 26 de llluio de 7B 
José Avelino dos leis 
Oficial do Iegistro de Pro 
lC:,L.O!õl. 
Ao 
DE 
A 	• 
ron1ca 
meu 
Caldas 
CALDAS! Veubo trazer.r.c 
o meu último Adeus de com­ 
panheiro; venho dizer-te a;:orn 
cm que se encontrn& pávido 
e inerte ne~se .ataúde negro e 
fúnebro, banhado pelas lágri­ 
mas dos teus. condecorado com 
flort:s de teus amigos certos. 
CALDAS! não te revoltes, 
porque até a,; flore3 neste 
mundo tem diferente sorte, u­ 
mas enfeitam a vi-la outros en• 
feitnm a morte. E por que tu 
amigo bJJvcria de ter diferente 
sorte'? Vá com tua alma em 
poz, porque nes<a terra foste s6 
bondude. só amor. tu que ÍOS• 
te um pai ~xemplar, fu;te um 
amigo leal, um componboiro 
certo nas hot"ls inc~rtas. Tu 
que c'loheceste a den-enturn 
tu que soubera suportar por 
62 auos idos e vividos as an • 
gúrias rleHa ,;da; tu Ío!tt" 
um grande herói. 
CALDAS! d.-ixaste nesta 
terrn de Adão, o teu fruto se­ 
meado, indo pnra o Reino de 
Deus, onde recebttrás a bcnçio 
e a salvação, que será para Of 
teus aq,ti na terra a grande 
c.,nrnlação. 
Adeus Amigo CALDAS. 
até o dia da redenção. 
Ernunclo ~fanins Barbosa