T R 1 B u D 1 F o E 1 1 
pundador: lva1do Pereira [no 
1 T6a25-6-T8 G Vise 
VII N.O 292 	ãa@o Grosso do Sui 
(emat Doa Grupo 
Gerador para a 
- 
EXPOSIÇDO 
O pecuurlHln EdsoD 
fores, da Coml são Or. 
anlzadora da 7 Expo­ 
bel Informou ú repor­ 
agem da TF que o dr. 
Carmelfto Torre, diretor 
da Cemut, doou um gru­ 
po gerador pura o par­ 
que de exposições. e. 
rundo More o presi­ 
dente du Comlst<llo, Lutz 
.ldl, oateve em Culu bfl. e 
manteve os rn·lmPlros 
contatos com o diretor 
da Cemat. Os engenhel­ 
ros jú llB encontram em 
Bela Vista, vl!mndo a ins­ 
lolaçllo do grupo gera­ 
dor, e com Iso Comis­ 
Hlio da iU Expobel con­ 
ogulu um grande vitó­ 
ria, pois o problema da 
energia elétrica r.o Pur­ 
qull, foi solucionado de­ 
[Initlvamete. 
Sucam inicia 
Vacinação em 
Nioaque e Jardim 
A superintendêucio. 
de Campanhas de Saúde 
Pública Sucam, uiravé 
do Dlf,lrlto do órgão om 
Campo Grandes, iniciou 
vacinação contra a febre 
nmarnln nos nunicipio8 
de Nloaque t- Jurdlm em 
crianças com seis mese3 
acima e adultos. A di­ 
vulgação foi feita pelo 
chefe do distrito, dr. E­ 
dyr Pedroso O,rnblan, em 
Campo Grande acrescen­ 
lundo que as equipes de 
vacinadores rlr sloc,uru m­ 
se 110 início desta sema­ 
na para a sede dos res­ 
pectlvoti mualcíplos. 
Segundo Daubian, a 
vacinação em Nioaque 
t!rã inicio na sede do 
munlclplo e depois II s 
uqutpes de vacinadores 
estarão deslocando-se 
para as escolas rurais e 
fazendas, prosseguindo 
nesse trabalho até o dia 
5 deste mês. Em Jardim 
vacinação tambem te­ 
rã Início na sede do mu­ 
nlclplo, prosseguindo-se 
ilepois para a zona ru­ 
Tal, encerrando-se no dia 
d, na Fazenda Santa 
Cura. A vacloaçilo será 
1
"eaUz11 da das 8 ás 11 e 
das 13 áJ 17 horas. 
VEREDDOR 
' 
RUBEN 
O vereador Nivaldo de Berros da A. 
rena, na última sessão do legislativo, o­ 
licitou à presidência que enviasse of1elo 
ao deputado Ruben Figueiró, lítler rio 
Governo nn Assembléla, enfocando o e­ 
ráter precário de noRsa!! estradas, tieguu­ 
do o vereador, há mnals de um ano vem 
balulhuado pela construção de um passo 
no Rio Apa, ao ludo da Ponte, na escra- 
CASTRO PINTO É CftNOIDATO 
Sgupdo informacões de politlcoa 
ligados ao Diretório Heglonal da Arena 
o jovem advogado P,1ulo R<.rnato de Cas­ 
tro Piato, é car,dfdato 11 candidato a de­ 
putado estadual. Ex Assessor Juridloc, 
da Prefeitura de Campa Grunde e ex 
DE Mf 
EM 
(Campo Grande-Correio do Estado) 
Um surto epidêmlco de meningite 
menlagocórica está grassando na cidade 
bru11ileira de Bela Visto, no Mato Groeso 
do Sul, com reflexos sendo anotados 
na cidade paraguaia de Bella Vista, se­ 
guado iaforniações divulgadas e m 
Campo Grnnde pelo advogado Carlos 
Medeiros, que esteve n a cidade 
brasí!E:>ira, o~ fronteira com o Paraguai, 
em companhta do deputado federal e 
médico Walter de Castro, ax-presJdente 
da Comissão de Saúde da Câmara e que 
ficou de munter um cootato com o 
minislro Almeida Machado, da Saúde, pe­ 
dindo providências urgentes para o de­ 
eencadeamento de uma campanha de va­ 
cin&çã o na localidade. 
Os médicos do hospital São Vicente 
de Paula informaram que duat! crianças 
morreram enquanto que nove estão in­ 
ternadas no nosocômio, e tratamento; 
duas delas o de Bella Vista, no Para· 
,guai. Os médicos estilo falaudo em surto 
epidêmico e indicaram que já enviaram 
"S.O.S" á Secretaria de Saúde do Estado 
FIZ REIVI 01 AÇÕES 
FIGUEIRÓ 
du que llga Bela VJ~to a Pou~u PorU, prt- •,• .rnnlim. Nn. 11wsrn11 ~,;: !lo, junto r.om 
0 
ra passagem de ado e até gora nln- veredor Afonso Dillon, Nivuldo de Barros 
guém tomou providénclas. Além das es- enfocou u precariedade dos serviços o. 
tradas que ligam Bela Vista a Cal·iras, ! fere·idos pela Vtaço Cruzeiro do Sl 
Bela Vista Ponta Pori e ela Vista a ' no tocanutw as agências rodovlár4'' 
Caracol, sob u responsablltdade to 	'l' rodo' rs, exe 
DERMAT, o vereador pediu também pro- cesso de passageiros, horários não Cum­ 
vidências à CER.3 para malor conserva- pridos, preço de tarifas intermediárias e 
ção da estrada que liga Bela Vista u limpeza nos sanitátlos das a'netas. 
Diretor do TURl'.1AT, segundo A mesma 
fonta Ca.etro P/ato é o can,lldato natural 
de Rela VMa. Nat:i últimas eleições 
o jovem político recebeu uma votação 
maciça em nossa cidade e poderá rnpe­ 
tlr o feito, se de fato for candidato. 
1 N G I T 
Bfll YISYA 
mas que até agora nenhuma providência 
positiva foi adotada. 
O advogado Carlos Medeiros, natural 
de fiel11. Vista, lembrou e m Cam­ 
po Grande-, que há nacessiditde do desel!­ 
cadeamento de uma campanha de vaci­ 
nação, urgentemente, em Bela Vista, que 
tem cerca de I4 mil habitantes. E expli­ 
cou que quando da Campanha nacional, 
em 1976. os habitantes da cidade de Bel­ 
la Vista, Do Paraguai, tambem foram vu­ 
ciados pelus equipes brasileiras. o que 
deverá ocorrer também agora. 
Os médicos do hospital de Bela Vis­ 
ta indicaram, ainda que não divulgaram 
a noticia do surto epidêmico para evi­ 
tar um apavorame.::lto geral das popula­ 
ções das duas cidades. Após u m 
contato com o ministro Almeida Macha­ 
cio o deputado Walter de Castro :!everà 
ter informações sobre o que o ministério 
pretende fazer em favor dos brasileiros 
e até dos paraguaios, estes últimos mul­ 
to pobres e sera recursos. 
Oito casos de meningite 
em Bela Vista 
Segundo Informações do Dr. Cícero 
Goncalves, diretor clínleo do Hospital 
São Vicente de Paulo e do Dr, Carlos AI­ 
herto Ocar'iz, da Saúdo Pública <lo Bt,l!.1 
Vlst•1 (f':(raguul). foru rn constatudor; oito 
casos de meningite mueningocócleu nos 
dois ultimo es, em nossa cfdado, IA 
poucos dias, :ma criança internada no 
Hospital, não resistiu u terrível doençu e 
veio a falecer. Oulra foi parn Campo 
Graode em estado grave. 
O chefe• de, Posto de Saúde, Dr. 
Flori Mura, , solicitou e vinda de um 
sanitarista, la Secretaria da Saúde, ten­ 
do o mesmo nfírrnodo que não se trnta 
de um Furto, mas de casos eepóradlcos. 
A população encontra-se apreensl­ 
va e teme que surj!.lm non•s cas.ia. Pro­ 
vl,'.êaclae urgc·ntes devem ser tomadas 
por nossas autoridades. 
ROIARY HA [XPOSHAO 
Na última sexta. feira, reunlllo se­ 
manal do Rotary Club, Ioram tratados 
diversos assuntos de internsse da comu­ 
nidade. Pr2!!eote a reunião, o pecuarlsta 
Edson Morees, pertencente a Comissão 
Organi:i:adcra da 7ª EXPOBEL, que fez 
uma breve explanação a respeito dos 
trabalhos efetut1dos até agora, e, oilclal­ 
mente, convidou o Rotary Club para co­ 
laborar com a mesma. Na próxima reu­ 
nião ficar~ delineado qua!s serão as a­ 
tribuições do clube de serviço na Expobel. 
JORNALISTA - IVALDO PEREIRA 
Comunico prezado amigo teor telegra­ 
ma envido Secretário Saúde Estado so­ 
licito prezado Secretário providênclas 
urgente sentido averiguar veracida;;l.e sur­ 
to meningite municípios Bela Vista g 
Bonito vg já constatados nove casos cli­ 
nicos vg tres óitos pI comunico outros­ 
sim que iguais prc,videnclas formalizan­ 
do junto Ministério de Saúdii filli! vr.ef. 
nação massa pt 
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VALTER DE CASTRO 
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Do Venerável Mestre da Loja 
Ao IImno. Snr. Ivnaldo Pereira. MD 
Dlrntor o Jlodr1!01· C!ie[u da 'l'dbuua da 
Frnutelro. 
iAs1wto. Dlvulg!'.çfio de uolicht 
O nollcl(11lo da lmprPUtlll Jornu[1,­ 
tlen nuclonnl vem publlcundo há algum 
tempo nolfclus sobre prohlema!:l de orrlcm 
lntemu 1111 ~J;içonurin. d1•,1l11caudo certas 
lnv.gularldadcr; qu1· <lnpiiem co11tr·t1 o 
conceito e o 1kcoro da Onll•nl MuçOnloa. 
'T'als notícias, enfocndo u Maçonrí 0o­ 
mo um lodo, fuzern co,u que o leitor me­ 
nos llVIRUl!O )JOSS•I gen!'raltzur um pro­ 
blemu cujos protugonltus representam 
peus uma ()l'CJUl'llll parecia e nüc o 
todo da ~J,1çouurln. Com a única flnu1- 
dude de preslur a nmiRU colaboraçüo no 
sentido de IH'l' c&clured<l1L n oploliio pú­ 
blica rlrsta fronteira RO•Jl·e o Hssunto em 
tela, dldglruo-noH à V S. u quem solicita• 
mos, o bem da VHrdude, divulgação noR 
jornalll de Belu Vista, Jaraim e Porto 
Murliuho da segulnll· uotu: 
''MAÇONARIA: A HE:VI DA VERDAUE" 
Ultimamente, lmpodantet. é,rgãns 
da imprens~ jnrnulisttcu nocional vem 
divulgando com mulla frequência notíclos 
sobre dls11ensõPs, de1rn1andob e outras lr­ 
regularldndes na Maçonaria B~aslklrn, 
citando mesmo ultos dirigentes e figu­ 
re.a de destaque, cujas atitudes nteutum 
contra o conceito e o decoro da 01·dem. 
Maçõnlca. 
Para a maioria doP leitores, que 
certamente penija em Maçonaria como 
um todo hnrmOnlco e uoei,o, o sensacio­ 
nlismo da tais notícias que citam a Ma· 
çonarla de um modo gim1I pod.- levar a 
uma. utllude de drscrédlto em rt-luçüo n 
uma Instituição que prege rigidos pdró­ 
es' de conduta e moralidade, p ... drões ,Jue 
11üo a base das suas flnulidadeR em prol 
da humnnidnde. Com u finalidade d~ di­ 
rlmlr dúvidas, ·a Loja Estrela do Apu uº 
9, de· Bc:la Vista, vem a público pura dl· 
vulgar os tieguintes esclarec1m1mtos: 
a) no Brasil existem duas c,rgani­ 
znções mu<;ôuicas bem dlslintui::, indenen­ 
dentes e >1utônomus, e sem nenhuma· JI. 
goçüo entre si: Grandes Lojas e Graude 
Oriente do Brt1Ril (GOB); 
b) multo embora tenham ambas 
suas raízes ossentndas em princípios rl­ 
losóficos comuns. tem, entretanto, dlft,. 
ranças 011 aplicação desses princípios e 
n3 conduta de seus membros; 
e) c!e longa data, em razüo das 
suas constantes crises e dissensões, vem 
o GOB sendo objeto de rr:anchetes dts­ 
favoráveis no. Imprensa nocional; 
d) o grande e único ret1ponsável 
par esse lamentável estado de coisu11 é 
e. GOB, ns pessoas de alguns dos seus 
dirigentes, particularmente no Rio de 
Janeiro; 
ç - o C LU 
e) Berenfslmn 
1.!l'l.1Udú Lota do E Lado 
úo Mulo UrO!RO úo Sul 
i;orn II ó d e ti!Jl e:, mpo 
Grande, é uma tradicional 
Instituição maçónico, 
leal, reular e inepen­ 
dente, nenhum laçáo 
de direito mantém com 
o OOB, t• 11ão tem uo 
11huuw purtlclpuçün n(·lll 
qurih,quur rospon,ablll• 
cJodei. UIHl lame11tflvcl'J 
ocorrências dlHlUH!a iDll· 
tllulçllo que ferem fron­ 
tal e profundameute as 
mlleuurc!' lradiÇÕl'II da 
Ordem MnçOnll.!a; 
f) a Loj11 Estrela 
1l0 Apa nº 9, em con­ 
sonfitJcla com us demais 
Lojas JurlRdíclonadcrn á 
Serenlsslma Grande Loja 
do Estado do Mato Gros­ 
llO do Sul, ao prestar 
t a I s cRcl11rcclmeutc,s, 
deplora tnh; ocorrência& 
e, fiel ás orlenloçõe:i e 
diretrizes que vem rece­ 
bendo rl11 !'eus cllrlgenteP 
1·eaflrma seu propósito 
de continuar somando 
esforçc,s para colaborar 
na lurera de melhQrar e 
engrundecer esta l'rontel· 
ra, e de continuar hon­ 
rando o nome e a tradi· 
çii n da Moçonatla univer­ 
sal. (Que o Grande Arqui­ 
teto do Universo usim 
o permita; (a) Zall Barros 
de Araújo - Yenrrável 
ifostrc. 
Nu plena certeza 
de podc·rmos contar com 
a compreensão e apoio 
de V. S. para que as 
nossa8 plavrase de es­ 
clarl'cimeuto cheguem ao 
gru ade público desta lron­ 
teiru, antéclpamos agrn• 
declmentos e rGgumo8 
o Grande Arquiteto do 
Univer.so para que ilu­ 
mine e guarde a pessoa 
de V.S. junto dos eutes 
muis queridos. 
Fraternalmente 
Z:ily Barros de Araújo 
VeneráVf:l sfostre 
rreco ~esle Exemplar 
Cr$ 4,PO 
GRUPO GERADOR 
Uma das primeira:; couqulst.ns, da 
atual Comissão, foi a de conseguir junto 
à Cemat, malR próprlumonlc com o Dr. 
Carmelito 'Torres, doaçãe da um Gru­ 
po Gerudor, puru ficar permanente no 
Parquti de Expc;lllçõer;. Foi uma grande 
conquista. sem dúvida alguma. Os pri­ 
melros cntatos foram mnntldos pelo pre 
;,ldenlu da Com ido/lo, Lulz Aldl, que o.ao 
vem medh,do e ,forços para concretiz1r 
dlver.➔os ohjetivos traçad(.lrl pl'!a Co•nis­ 
são. 
** 
PECUABISTAS PARAGUAIOS 
Edson Moraes, afirmou qu11 este 
ano, sr.rã graudr a presença de pecu­ 
ristas paraguaios. Mantevt> contalos em 
Conceição e Assunção, além de veicular 
mnttrlu publici:Arlu no "ABC COLOR" um 
dos grandes jornais do Parnguai. Alian­ 
do o dispensa de intermediários (impor­ 
tadores e exportadores) para o compra 
e veada de gado, por ocasião da Expo­ 
elç1lo, e a r11námicu do g_rup:; em dar 
prlorl<lad<J aos ~egóciot1, rica patente que 
a 7ª Expobel será um sucesso. 
TRIHUNA DA FllONTEIRA 
mais um>1 vez estará presl'nte-, ..-:o­ 
brindo o evento e divulgando uma dai. 
nussus maiClrei, 11 !rações: A Expusição. 
Circularemos cun duas edições especi,1ís. 
Uma no dia 20 de Julho e outra no en­ 
cerrnmento da Exposlçào. 
~? 
1 
O ASSUNTO É CAMA RA 
O vereador Nivaldu de Barros, da 
Arena. re1l()lveu arregaçar as mangas e 
el'tá surpreendendo nté mesmo os seus 
próprios coleg.i.13. Nas duas última8 ses­ 
~ã11s apresentCiu reivmdJ.cações de vulto 
e particip:.iu ativamente dos debates. Pa­ 
rece que o vereador (autor da mo,;ão de 
prote!lto a Tribuna) estava aguardando 
oportunidade pura demonstrar que co­ 
nhece o seu pape! o de vereador. (como 
diz o Pedreira é pois é ... ) 
** A CÂMARA 
Solicitou informações ao MM Juiz 
da Comarca, a respeito da Comhisão Es- 
i, , 
** 
' Suite, Aparlamrn lM (C1sal e Solteiro). Sala de Recepção 
O Hotel mais luxuoso do Sudoeste 
Motel flauidauana Paloce 
'' O Cartào de visitas de Aquidauana " 
EDIT 
BANCO FINANCIAL 
O r 
•·t<loi· ~ival,lu de Bnrros, e11fo. 
v 'e 	n4 VI: 
d o crescimento de Beln tsn, e 
' irsE que atravsa a Ptr 
, j,, co novo impulso n4 agrfevMn- 
, '' coniereto, oiíitou +a > 
fo.sse enviado uo.s dlr tófl'8 do flaur1 Fl­ 
nuncial e autoridades estaduís e fedo:b 
r ,
1 
pleltc-ur,do o !nstalaç'1o do um., r. 
0n1%!}, qo Banco Finaucil em nossa c!- 
g ... now • 	ct· 1 
ide. segundo o ve@dor 4p%""" ;" 
rá coroada de êxito, pois o d!retore • 
quele Banco reconhecerão o poterll 
que r
8presenla Rela Vista no ceu~rlo  
economlco estadual. 
1 
[ 
CENTURIÃO .- . 
O verador Carlos Centurião, I'dr 
do prefdto na Cilmc1ra, pediu :.n,ormr.r;_or." 
ao Ex·!cullvo r. re pc-llu rlo caráter pre. 
cório da escoln de Agua Doce, pdido 
reforras do prédio. O p!'f,[elto rnunlclp11 
Informou que estó em seu plano de trr.­ 
balho a cooRlrução de urna nov:1 _er ·ola 
e quél uma simples reformos nüo iró se·. 
Ju::ionar o ouso. 
l 
GRANDE PílESENÇA Í 
Dl(7oo de elogios 11 "conscicntizaçiio l 
dos verei±dores'. Nas duas últimas ses­ 
sões a presença dos edis foi maolçfl. AI· 
go está mudando ... paru o bem. 
CENTUR!ÃO 
Solicitou que f:!s~e enviado ao Se­ 
nudor Rachtd Saldanha Derzl, moçúo de 
Hplauso,: pel ua bri:haute vitória rl 
Convenção da ARENA, qu11 ln?l,::ou-r. ~~- , 
nador biônico. Disse C~utum1o qu., a 
escolha do ewine1!le senador foi um re­ 
conhtcimrnto pelos seus 35 anos de tr"· 
balho na p(llítica nacio11al." 
'IA.ÇÃO CRUZEIRO DO 6UL 
Os vereadores Afonso Dilon, Na. 
do de Barros e Carlos Centurião, solici­ 
taram a mesa que cr.viasse c!íci~ a'.l 
DER AT e a Viação Cruzeiro do Sul a 
respeito do péssimo atendimento da Em­ 
uresn. Citaram, entre outros, os proble­ 
mas da super lotação, do preço das ta­ 
rífns interrne,lílrias e das agências. Mais 
notícias da Câmara Municipal na o,.'1una 
de Pedro P!!dreira ... É, Pois é ... 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO - 
F'UNDll.DO E:l 20/2/7'!. 
Diretora )laria Estela V Pereira 
Reduror-Cht:fe hnldo Pereira 
Dcpartamenro Comercial: Alvaro Pereira 
Redacio Administração e Oficias: 
R. Duqm, de Caxias s/n. Beb. Vista :llS. 
. ASSI'.'IATOHAS 
A-imatura Anual Bela VSta Cr$ 202,0 
Demais Municipios CrS ?50.0D 
Os artigos publicados com assinaturas dos au- 
•o~es ~'io traduzem o. opini:io do Jornal. Sua pu 
blie+cio obedece 1o propósit lo debate dos pre 
blemrs municipais e de refletir as diversas en 
deveias do pensamento nie;sul 
Fundador: Ivallo Pereira 
Tribunu da 1"ronteirn é uma publicação j 
da Grei e Editora APA l 
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Diretora - Proprietária: lar- E, • • Pereir+ 
• ~- !1 na. • stc 11 • ~ •
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1 
1 ~ l , 
r 
1 
j~ 
j 
1 
Camara 
PEDI 
, 
e 
Pronunclnmeufo do Deputado VI- ó beneficente, e man!em ainda uma ! 1- 
domlro Gcnçalves ARENA Mt, referente ermidade. Mfa n ar r e eu d u ç ii 0 ! 
aos trablhos desta Camara Municipal. in s u r í o I e 11 1 r p u r mante.10, 
Sr, Preldenute 	tendo em vista a i(çio fIaneetr do 
Srs. D)ep1tudos, 	seus usuários, Os belavitense de mio- 
Reconbecenclu que o Deputado Fe. res condições procuram - porque podem 
deral jumuls deve se afastar de as 'are-lo - tratamento fora da cidade, e 
base, porque é nelas que nrnlde fl prin• ceulrori nn!ore:,. A m,1iurh. no ('ll{'iuto 
clpal motivo tle um repreentante em o graudu povo, fica sem atendimento. , 
Brns1lia junto aos altos ecalões da Re- Seria pedir demais que o governo 
pública, empre procurando corresponder volte uas atenções para este problema 
com os prlnclpuls lítlert>s doa municípios e destine verbas suficientes pare manter 
rnatogrc,ssenses. 	e melhorar o Hospital? Julgamos que tio. 
Hei11111 correspondência podernes No setor educacional, Sr. I'residen- 
11usc1,ltur, assim, o próprio povo, suas te, o prohlemu r.fío é menor. Eni fül!a 
ansledadeli, suus necessidade primordiais Viata, que tem cm média 5 mil ostudun­ 
e, depols, tentar Interpretar suai! prlncl- tes, quinh(•ntos CRtilo matriculado~ ,1rn 
pais reivindicações pura encaminha-las curso de segundo grau. Mas cursos que 
ar, primeiro escalão do Govt>rno, 11 fim só habilitam em Contahilirlade. Secret.1- 
de solucionar os problemas eufrent.adoll rlado Educacional e Magisterio, sem ofo­ 
pelu nossa gente que tão longe Jlcu dos recer preparn que po~1,!bilílõ aú V<:stibu­ 
centros c!eclsórlos do Pais 	lur de Faculdades ligada ás Ciências. 
Há algum tempo recPbemo!>' ares- A~slm, o estudauto que deseja dar 0011- 
poslu de uma lndagnção que fizemos ao t.lnuldade a seus conhecimentos, tem dua,;; 
Ilustre verendor arenlsta Carlos Centu- opções que são: suir da cidade lo que 
rlfío, do próspero .'.Iunlclplo de Bela Vis• óbviamente, desfalca o Município) QU ali 
tn. no meu Esh1do, ele respondia a per- perin.:.tnecdr ma tr·lcula ndo-se em Cu1 soe 
gunta '·Se você lostrn Deputado Federal, alheios à sua tenclêucia vocacional 1::, 
o que pediria para o seu Munlclplo" per- consequentemente, tornn'ldo-se inals lar­ 
guntn que lhe endereçamo11. E fll!arlam de um técnico frustrado porque Pxercerá 
os meus nobres pi.res, corno 2u, estar- profissão completamente l1iferente daque­ 
recldos ao tomnrem conhecimento da sl- ln pura ele Indicada. Estudantes que dese­ 
tuução a qno está entregue Bela Vista. ! jam estudar lledlclna, Odontologia, Far- 
All, Sr. Presidente, "xlste apenas macia, Engenharia, Veterinária, no teI 
um Prédio ou melho1·, uma re1Jidt1ncla condições de enfrentar um Vestibular, já 
adaptada que fllz as vezes de Posto de que ba:ie lhes falta. A cidade jú eom- 
~lédlco, mas que não oferece condições pot·ta um Curso Científico. 1 
para o bom andamento rlo atendimento Serltl pedii' demais ao Govnoo a 
ao público. Essa residência é destinada· instalação em Bela Vistu de um Colégio 
A P_µericulturR, mas que atende •lambém Completo? 
a tcdo!l os contribuintes do FUNRURAL. Julgamos que não. 
E o serv!ço de Puericultura conta só- Sr. Prel'ideute, abordPmos, agora, o 
mente coru dois médicos. Enquanto Isto prcblema da casa própria em Bela Vist,1, 
na cidade Yizluha de Bela Vi:ita Para- A cidade, com sua imensa área, mesmo 
guay, muito menos desenvolvida, já c- na zona urbana, conta ainda cow vários 
xlste o Posto com recurtiOB necessários terrenos bal<iios, por não ter grande ma­ 
a que se destina. 	ioria da populaçãíl condições do cons- 
Seria, portanto, pedir demais que truir suas residênc>ias, enquanto as àreas 
o Governo Braslleiro instale também um de expansão de Hela Vista pPI·manecem 
Poieto em BP.la Vista, que é a área de inaproveitadas. CentenaR de familias sem 
Segurança Ncionul? Julgamos que não. acomodações vivem de caridade em ca- 
Alnda no setor de saúde: a cidade sas de amigos ou pagando vultosas so­ 
conta com um Hospital, o São Vicente ma,; de aluguel em consequência da 
de Paulo, que pertence 11 Comunidade, grande falta de moradias. 
, . VI ITEM 
, ""' ·101%4 VISTI 
apvens que lhes de condiçós de pos 
suir suns casa pró;ria, através de Fian- 
' j, unto do BNH. Sria pede dt'!JHll 
que sa ofereça aos [lavistenses o me . 
mo qu' ja ss oferece a tolas as cidades 
do i te:i? Para a sua casa própria? 
Julgamos que mão. 
bialente Sr, Presidnte, citemos 
umn c o ainda mais grave E o que diz 
repelto à Saúd Pub!te 
Fala-se muito, atunltente, no l!rn­ 
s,, n necessidade de dotarmos me­ 
dieia preventiva para evitar u plieaçào 
(lr1 med!einu curutiv11. l'ol,; hrm, om Jto- 
la Vista o J)(JVO 6 dllltoudo 11 vnclnor•l!lo 
contra as moléstias primárias, Faz-se 
Cll:UfJ'lflllO ,te varina COllll'J o Tifo, COI(· 
tra a Malária. Mus de que udiantum Cem­ 
pahs desse tipo, se a principal fonte 
dessus doenças, das endcrníus, é, follr1 ci'l 
Esgoto em toda a cldurlo'! 
Por várinu vozes s autoridades 
Feriernia t' E-lacluais iá tt·u!aram do as­ 
sunto. r1z('1aw planos, levantaram pro°Jfe• 
IDili-. ('(]LIIIClOnoram. mas tudo nã0 passou 
da bon ioterQ'io. porque r!e foto ah ~o 
fez. A ai!ade continun abandonada ne­ 
se tlC'!or. sem que se tome qualquer pro­ 
vidências peru err u d I e a r o m a 1 
d< finl' ivn.r:r.eule. 
5eu pedir demais a instalação de 
Rtde ue Esgolo em Bt•la Vista? 
Tt:rnl>ém jul~amos; que n ti o, Sr. 
Presidente. 
E por julg.u·moH a~siru, é que de­ 
nunciamoB estes fat05' para conbechnen- 
lo de toda a Nação, prlnclpalrnente dos 
títulares dus Pastas a que os probl(>rnas 
estão aretos. 
Temos quase certeza de que o 
:Sr. Pr.:siden te da Rep1íl>llce não Ct,nhecia 
a real situação cofrentad1:1 por Bela Vis­ 
ta, mas agora a sle uci; dirigimos 
pedindo que determine, com urgêccia, 
aos seus Miuistos, uos seus uxtliares 
diretos. prnvidências para atendimento 
destas justas reivindicuões dos Bela vis­ 
tenses. 
Era o que tínhamos a dizer 
Dep. Valdomilo Gonçalves - ARENA - MT. 
POR 
OCASIÃO 
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1 1 
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'Trlbuo& drt Fr•ntelra 
BI CENTENÍRIO . DA 
MORTE OE VOLTIIRE 
(Frnnçois·Marie Arou·t) 10 de Maio de l77) 
"Fai Voltaire quem introduziu em França a 
aecinire de Nrwtone psicologia de _Loekre, dr­ 
r modo dando começo n Era «da Luz 
r, a 
11111 
nto de Justiça, porem, resla Will 
Durante ' irritará nos evpiritos esolstieos n nelu­ 
le Voltaire entre os prensador supremo, t 
legarão eles que o pensamento voltairiano era de 
• • • 1 1 • IJ10 ,i111 111flUPllf'l1l 
emprétimo, nào oryg+ ' 
foi imornl e clr,-truulorn • . , . 
Talavia ninguem na vida é original na ni.o 
r nt forma . 
Vurinmo?I O desenho de neordo com us no+a 
renines momentanens, weno ejumos; 
Spinoa, o mis profundo pensador moderno 
tomont os lementos »«encistas do eu penamtn 
to de Bruno, Muimonids e Descarte; 
Hams, defendeu em l'llR tese de doutorado, 
n molesta proposição de _que _rm Aristoteles tudo 
1•rn fnlrn, e xrt'lo o que ele p,lhnrn <lc f lutilol 
Plati» pilhou, como também o fez Sl,nkcs­ 
reare, o que pôde e ondr_pode transformando as 
coisas furtadas em maravilhas de beleza, 
Vulrnire, como Uacon, 
11
ncen,1in n t§UII velo 
no fogo que se lhe deparava": ms o Inegável é 
que fez tão intensamente brilhar este fogo que 
rom ele ilumi11uu o mundo· 
O que era opaco_ele fazia rdinte. 
Coi,ns qul' ! ,e vinham obscuras ele as fazia 
rlnrns como a luz do Sol e o quo lhe vinha rm 
desprezivais vestes escolásticas, ele as revestia de 
111aravilhn1.1a íorma e o mundo us nt1s11n1l1no. 
Jamais nenhum homem ensinou tanto e com 
tilo superior maestrin. 
Será que <levemo• repelir o risonho filósofo 
,le Furuey pelo foto de seu pcmu111eu10 eer ch­ 
verso do nosso? Cremo• que nilo. 
Apc•nr <la rccrudc,cêncin das nntigas fés que 
pnsrnciumo• hoje, n in{luencin t!c Voltaire per­ 
•i•tc. Todn Europa curvou•so ao cetro de suo pe· 
no; os grandes H<leres ruentni• do último século 
honrumm- no como i maior fonte de luz du é­ 
peca. 
"Irene" onde recebeu aplausos durante 
+una p,4 "" 	coroa de 
vinte minutos Cobriram·no com uma cor . 
1 
louros. Era a glória que inda mantinha io 
aquele moribunlo. CAMALIEL, STUMPF. 
·OFICINll GAÚCHA 
doe biruja Go« de Campos· o popalr ·II " 
sola fttrlea Mwtla e Gettl 
CLIpu;to, Lant»ratei, PItr 	f 
Ate n de a q u a I que r h o r a do d la o u a n o e. 
Rua lllonso Pena Esq. llodoro Saliva 
INDICADOR 
Nietzsche <le,licou,lhe um dos eus livro, 
e bebeu à larga no copo vohuirinno: 
AnntoFe Frunce formou o seu c•pírito, u 
sua agudeza e o eu estilo, nos uoventa e nove 
volume que o grande s6bio deixou no mundo culto: 
t finalmente Brandes, velho sobrevivente 
de muitas butnlhus na guerra pela libertação hu­ 
mana, deu alguns dos seus últimos anos de vidu 
a uma biogrufia p~rdouvelmcntc i<l6ln1rn <l'> Gran­ 
de Emancipador de Fnmy. 
Asrim no din cm que no esquecermos de 
bonnir Voltaire não seremos mais dignos da Li- • 
herdade que foi o bantleirn dn rnu ,·ida. 
Fronçoi,-Marie Arouet, nnsce em Puris u 
21 <le no,•embr~ de 169-1 oli mesmo falecendo nos 
30 de llnio de 17i8, F.eo<lo ses restos mortais 
transladados a ll de Julho <le li91 rarn o Puntcon, 
onde repousam nomes ilustres da França, 
Em outras edições deste $emnn:íri<• Dela• 
,·lstense que é u Tribuno <ln Fronteira continun• 
remos a trazer ao público um pouco mais do ho• 
mem do muurlo que foi Voltnire e cuja mais ve­ 
mente força de exproosào em nome das liberdades 
erum estas no origiunl frnucês "t erusez l lnfãmc 
Esmagai o infame, exprcssllo de upêlo público nos 
i'ntelect.inis ilumini•tns para que se unissem n êlc" 
Esmngucmos os fanàtio, e pnlifcs. rnus hip6cri­ 
lllB dcclnmnç,'eo, seus mireríveis sofismas, a htstó­ 
ria mentirosa, o amolllon<lo de absurdos. Nào J?Cr• 
mitamos que os posrnidor.-s de inteligência seium 
dominado■pelo~ que .niio a tem e geração futura 
no, deverá a rnzílo e a lib.-rdn<lc." 
Em 28 de Fevereiro <le I778 ditou uma 
declaração nestes termos: "Morro amando Deus, 
nmaado meu" umigos, não odiando n1cus inimigoe 
e detestando a superstição. Depois ao invés de 
mo.rrer, fez uma triunfal visita n Academia Fran­ 
C'C"1. Compneceu a Comédie onde representn,•am 
Dx . ..Joelson M. Peixoto 
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9 
' 
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$ 
%8%i4 
.sé 
SINDICATO R · Rll 
P ATROCINIO: SEC ETA IA DE GRIIUL TURA 
D O E S T A DO DI MATO GROSSO 
Colaboração: 
Prefeitura 
DE BE· 
Ministério 
Municipal 
da 
de 
YlSTI 
Agricultura 
Bela Vista 
EMTAL. DE PRç 
O Doutor Osvaldo Rnmnnziui, Juiz 
da Direito da Comarca de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso, na formu da 
lei, ele ... 
Faz Saber a todos quantos o pre­ 
ser.te Edital virem ou dele-conhecimento 
tiverem, que no dia 22 de junho de J 978, 
às 9,00 horas, no átrio do Forum, o Por- 
teiro dos Auditórios levará à praça os 
bens penhorados nos autos de Processo 
de Execução que Cia. Itau de Investi­ 
mento, Crédito e Fiuanciaoiento move 
contra Dario Colin, em trâmite por este 
Juiz.o e Cartório do 1º Oficio e caso 
não haja licitantes, desde já fi~a ' deJig­ 
nado o dia 11 de julho de 1978, às 9,00 
horas, para a eventual segunda praça, 
U
s~ndo os seguiatbs 0s bene pcnhora.do;i: 
m lote do terreno urbano determinado 
Pelo número 35, situlldo ao novo lotea­ 
menlo de que trata a lei 444, nesta ci 
dada, com a área de 600 m2, dentro dos 
6t'
gulntes l!mltes: Ao Sul, com o lote nº 
33; ao Norte, com o lote n? 38; ao N9s- 
J cente, oom a rua W-3; ao Poente coro 
R Glote nº 34, devidamente transcrito no 
I. sob o ne 20.148, às fls. 64, do livro 
n 3 • K. Nos autos nllo consta ônus que 
pese sobre o referido imóvel, o qual foi 
avaliado por CrS 7.000,00 (sete mil cru­ 
zeiros), valor por quanto será levado à 
,_ Praça para ser arrematado por quem 
d
!llaior lance der acima da avaliação, sen­ 
o a venda feita à vista ou mediante 
fiador ldôneio pelo prazo de Ires dias. E, 
Para que não se alegue ignorância, foi 
grmitada a exédiç@o dó vresente 
tal, que será publicado e afixado na 
~orma da lei. Dado e pa~sado nesta cida• 
• e com.arca de Bela Vista, Estado de 
Mato G'osso, aus vinte e seis dias do 
me maio do ano de mil novecentos e 
setenta e oito Eu (Pedro Vergilio da 
llva), Esererente Juramentado, o dati- 
ºil'a!ei e assino. • 
J D;:-. Osvaldo Ramanzlnl 
Juiz de Direito 
Foram extraviadoie 
os seguintes documentos 
do Dr. Edson Mondadorl: 
Carteira de Habilitação 
carteira de Identidade, 
CIC, carteira de 'Trab­ 
lho, Certificado Militar, 
Titulo de Eleitor, cartei· 
ra de Engenheiro Agrôno­ 
mo, Certificado de Regis­ 
tro de veicult>, elo carro 
Brasilla V chassis BA 
511101 • a.no 1977, cor ver­ 
rle Indalá motor BN 
287748. cheque Banco 
Itaú - Jardim - 777663 a 
777680, cheque Hanco 
Itaú - G Lopes - 534412 a 
534420 cheque Banco do 
Brasil G Lopes- série g 
490 - 267103 a 2ô7110. 
Publicação que se 
faz p/ obtenção da~ 2.a 
vias. 
O Sr. Antonio Carlos 
da Cruz extraviou os do­ 
cumentos: Carteira lden• 
tidade Titulo de Eleitor 
CIC. Carteira Habilitação 
Cer'llficado Registro de 
Veiculo Taxa Rodoviária 
Certificado Militar 
Publicação que se 
faz para obtenção da 2.a 
via. 
Bela Vista - Muto Grosso do Sul 
Senhor Pre:ddente, 
Exposi9iio Agropecuária de Bela 
Vista - A pedido da firma "Alvorada 
Comércio Agropecuãrio de Importn,ção 
!l Exportação Ltda" e conlor.11e enten • 
NB 
YISTI 
Segundo informações do senhor 
Edson ~foraes, relaçõec, públicas da Co­ 
missão encarregada de organizar a VII 
Expobel (Expc,sição Agropecuária de Be­ 
la 'lista}, os exportadores e importado­ 
res presentes na Expobel não n<>cessit11- 
rão de firmas intermediárias para fechu­ 
rem negócios. 
Tal medida proporcionará maior e 
melhor iatercambio comer&ial entre pe. 
cuarh,tas brasileiroi:; e pataguaios. ilo­ 
raas afirmou que "estão endo enviados 
diversos convitP.s a fazendeiros da visi­ 
nha Repúblicu do Paraguay" e que "a 
atitude do Ban1;0 <lo Bnisií (CACEX) mo­ 
tivará grandes negócios na Expobel'': 
Disse ainda que o "grande mérito se de­ 
ve aos senhor José Carneiro Junior que 
pleitP0U junto no Banco do Brasil. 
AbaLxo publicamos a certa recebida 
pelo Sindicato Rural de Bela Vista a 
respeito do assunto: 	- 
Banco do Brasil S.A REE.: SeGex-78/150 ATE (AO PESSOAR 
Ponta P~rã (MS), 12 de maio de 1978. , > 
óis num poJe fartá na festança 
Ao Sindicato Rural de Bela Vista do Arraiá da E.lcola Municipal Serradlnho. 
Vai ser no dia 23 de junho, as 7 
horas da noite, Baile, fogueira, aID.en­ 
doim, J.>ipoca, doc!ahos, queni.i!.o, cachor­ 
ro quente ... 
Tudo para se divertir a valer por 
a pena.a CrS 5,00 (adultos). Ajude a fücola 
Municipal Serradinho nesta promoção. 
Todos estão convidados. 
dimentoii telefônicos mantidos com a n0s­ 
sa Direção Geral no Rio de Jaaalro (RJ), 
informamos-lhe que estamos aguardando 
a orientação de nossa Sede para que es­ 
ta Carteira de Comércio Exterior preste 
toda a asr,istência aecesi;áría aos partici­ 
pantes da Exposição em pauta, a ser 
realizada nessa cidade, de 16 a 26 de 
julho próximo. 
Saudações, 
Banco do Brasil S/A. Ponta Porã (MT.} 
Aparecido Antunes Cotrim 
Gerente 
Francisco Sa.monek 
Ajud. Serv. Cambio

Tuna dA Fruteira_ 
RI-CENTENÁRIO 01 MORTE OE VOLTIIRE. 
(François-Marie Arouet) 
Nusnldo JlPOJ clúvlda em Chfitenay, 
perto de Pari, em 2I de Novembro do 
1iJt, perdeu n me multo cedo, em 1701. 
Üíl ,('Oll<'I CíllltllllllÍUffi lllllll fnruillu 
de mupgistrndos; o puf, François Arouet 
ra conselheiro do Rel, untlo notário 
rio Choll'let. 
Aos dezesels uno tornou sofre­ 
quentdor dn oeledude do "LIberIns 
1!11 Templo" rnur:ldotl flll t,,rno do grun­ 
<lo prior de Vendo1o. Pru urrunca-lo u 
e8e melo vetos», eu puf envla-o uep 
om R~~ulcia t Ilolirndn; oolocum- no 1'1nnl­ 
montr num ntic11lórlo cio not'irlo da Pra­ 
çu de Maubert, nns nudu consegue dur­ 
lbe julzo. Em l71U, lendo es0rlto eplgra­ 
mu contr o Ieente, é exilado para 
Tulle; npós uma re?inoir!Pncla, Iim 1717, é 
preirn na Oustllhu. 
Durante ee retiro forçado come­ 
ça "u Henridu", eu grnde poema épl· 
co, e termina 11 tru~édiu de "Édipo". A 
repru;entnçllo desta, em 1718, repercute 
grundomente e proporciona-lhe uma pon­ 
t1ilo. É u PIISU nlturn que toma o nome 
do Voltaire. 
Os dados blogrAllcos i;obre o gran­ 
de frunces são enormemente valiosos pu­ 
ru que, aqueles que o niio compreeudem 
nlnda e sufloientemente, possnm nval!ar 
o homem nos seus diversos r.umlnhos, 
camlnhoi, de uma vida. que foi preciosa 
como já afirmamos, para as Rotas mura­ 
v1Ihosas e expleudentes traçadas e per­ 
corridas em busca da Liberdade Hurnunu. 
Ainda que seja nosso objeUvo c0n­ 
Uuunr dando tnformaçõea detalhadns so­ 
bre o que fez Voltnlre de suo vida em 
pról do pensamento humano através da 
sua vida, continuaremos agora porém a­ 
prrsentando o pensamento do erudito (ran­ 
ce, através de suas melhores cltaçõe~. 
l • Chorur. - Infeliz nquelc,, que 11:lo ,obe nmnr e 
jamnis conhecerá u doçura de rlwrar. 
«Epitres, XIX, vers 17,48) 
2 • Chorar. • Infelizes aqueles cujo coração igno­ 
ra como se ama. e que jamais conheceram o dnl­ 
çor de chorar. 
(Aux Manes de .M. de Gcnoville, vers. 47/48,) 
8 - Ciiincios - A falsa c.-lênciu crin Ulcm, u verda­ 
deira inclina o Homem dbnte d:, <liYin•ladc. 
(Dial.:,gne•, 2-1-10). 
4-Chlme O sombrio ciúme, pãlldo e lívido 
segue com passo tropego, a desconfiança 
que o gula. 
(La Henriude, 9-2f>) 
5-Classe Ê imposslvel, neste infeliz globo 
que os homens em socledaae não se 
dividem em dutts classes, uma de op'es­ 
sores e outra de oprimidos. Nem todos os 
oprimidos +ão felizes, Nem todos os oprimidos 
Hiio lnJellz<'s. A maior parte nasce neste 
eHtndo, o o contiuuo trabalho OR lmperle 
de sentir demsido u tristeza de sua 
conrJlçllo; IU:Hl, qunnrlt> l~so acontl'ce, en· 
tllo suqrem guertllH do partido popular 
cu11trn ~ purildo do Sendo em Roma. 
(Em o "P,·nsarneuto vivo de Voltuira, l!J7.) 
6 Conelso É conveniente empre esforçar­ 
o mals para er Inter?ssunte do que e­ 
xulo; porque o eflpoctudor p11rd11 turlo, 
tnl'IJOS A<rnsaborlu. 
(Édipo, carta, 4.) 
7-Coudenaçiio É preforivel te11tu1· salvar 
um culpado 1:1 Impor condeuaçllo a um 
inocente. 
(Zadlg, oup, 13.) 
8-Conhocer.'l'emo conhecer-mo e não pos- 
80 lj!nornr-me. 
(O Édipo, uto V, cena 2.) 
H-Conlglr-0s vloiofl do espírito podem ser 
corrigidos; quundo o r.oruçiio é mnu, na­ 
da pode mudú,lo 
(Charlot, ato I cena 3). 
10-ov.rdlu-Um dos maiores àesgraçus 
das pessoas honradus é serem oovurdeb. 
(Citação de Vultnlre, feltu por Emerson 
em "Condut of Life"). 
11-Crepúsculo-Ao crepúsculo dos meus 
dias, juntul, se vos for posslvel, a aurora. 
(Epltres, epitre de me du Chateie!) 
12.Cristo-No sou cristüo, mas é para 
nmar-te melhor. 
(Epltre, à Uranie). 
13-Culpado-Quanto mais importante é o 
culpado, mulor é o rnp![clo. 
(Sémlramis. ato V, oenn 8) 
14-Culpa - ê preferivel tP.ntar salvar um 
nulpado do que condenar um Inocente. 
(Zadlg, cap 4%, 6) 
tú-Dei:conrtança-Quem desconfia, eonvlda 
a traí-lo 
(O euvres - Melnge Literaire}. 
16-DtsslmulaQilo-Devemos distinguir entre 
fnlnr para enganar e calar para manter 
reeTV8. 
(Essai sur les Moeurs, 163.) 
17-Dlzer-Faht-se sempre mal, quando nilo 
se tem nada para dizer. 
(Comeutalres sur Cornellle) 
IS-Errar (Erro)-Dizemos uma tolice e a 
forç~ de 1·epetí-la terminamos por acre­ 
d!ta r nela. 
tLettre sur les FrançaiP.) 
19-Esperlnça-Quando turlo já se perdeu 
quando se n!l.o tem mais esperança, a vi­ 
da é um opróbio e a morte um dever. 
(Mérope, nto li, cena 7.) 
20- Espirita-Quem não possui o espírito de 
cm 30 de Uaío de 1118 
sua Idade, de sunu idade tem todas s 
desventura. XCV ) 
(Epill'(-6, • _ . , 
'>1-E,xperlüucia•Mnl sc começa a rnstr olr 
- 	t ntes que e 
um poueo, chega a morte, 1» " 
teuha uru pouco de expenênclu. 
{Miromnepas, I.) 
Em nosso próximo e modsto artl­ 
go +obre o grande Voltaire, continuare­ 
nos ccm ui- citações de sua lntehgênc111 
fecunda e rara lembrando contudo desde 
jà 
O 
que dispo Dlsraéll em 'Curioslties 
of Literature" 
A prudêncla dos sábios e a expe- 
riência das idades talves possam sei 
pl'l'1:Hlrvadas para a posteridade, graças 
às Citações. 
Gumaliel Stcmpf. 
Pror. 
Leia 
Jornal 
e Assine 
Tribuna 
Fronteira 
Retirada 
censuro 'e o 
H T l f LUMIHEHSE 
de 
o 
da 
tres jornais 
Sem nenhuma c:.mu-_ 
nicaçúo oficial • np· _:w" 
um telefonema • fl I oll· 
cla Feieral wuspend '1 a 
censura prévia nos jol'­ 
nais "Movimento", "Ir!­ 
buna da Imprensa' e 
"0 São Paulo''. O C, ro­ 
nel Rubem Ludwig, av­ 
sessor do presidente Ge· 
sei, comentou em Bi_:lEl­ 
lia que es»a de lo 
"c·iroou o processo grn.­ 
dual ele levuntameolo d,1 
censura" em órgãos ri 'l 
imprensa. Enquanto o 
"Movimento" se disp b1 
a publicar tor.!os os f :ius 
textos até agora pribl­ 
dos, a "Tribuna" u: un­ 
clava, no Río, que I rn­ 
tentle processa.- o go·.-et'­ 
no pelo controle cxe .. ido 
até então. A uspen.são 
da censura, entretn :1to, 
não vale - ao menos pur 
enquanto - para as r'.:­ 
vistas masculinas. 
Sérgio Menrique Martins 
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Coordor,adoria .Reg,lcnal de Mato Grosso - CR(13) 
Projeto Fundiário .Jardim CR {13) T (07)/DF 
EDITAL COM PRAZO DE 60 DIAS 
O hrntltulo Nnclúnul do Colonlzn­ 
Qllo e IlefOl'nrn Awl'lrl11-INCHA. otravós 
do Coord,mnrlur Rrgfo111d 1111 Estndo do 
Mnto Groso, com fundnumento no artigo 
3 do Deornlo nº 70.füliJ, de 28 de novem­ 
bro rio 1.!l75, comblnurlo com o dl><poRIO 
noil urllgoR 2º do Decrl'lo-Lel 11º J.414, de 
I8 de oto de 1075 e d Lel n° 
'1.917, de 11n de ntnll de 1.!lGU, oonvocu 
Arlnherlo Lulz Nlero. Ad11lhe1·to Vll'lrn, 
Adolfo Bntbon, Aluislo Afonso Lourelro, 
Antonlo Mort•no, ,o11l011lo Sllvelrn Xuvlor, 
Antbnl Cabral, Asturio de LAma, Alnnu­ 
zlo Loureiro, de AImeldu, Bràs Burbou, 
Crcllln Dnlvulle Lopt•~, Cl1111rl10 Inoceaclo 
Barbosa, Curumlu Loureiro de AImeldu, 
Durvl Coelho Barbo», Eletin.ius Temes 
Mrrnlrnlnno~, Emlllo :ilforeno, Estevllo RI· 
bolro, Gribuldi Rosa, Genéslo de Melo, 
Gonll Caberre, Gcnll de JRsl~. Hélio L. do 
Almeldu, Joio Vz Guimures, José Ata­ 
no slo Lemos Neto, Jose Butist dn Cu­ 
nhu, José da Fonseca Stnt e Filhos, Jo­ 
sinu do Souza, Késto Loureiro Pinheiro 
Lula Hurbosa, Murcos A vulo, Mu1·cos Gon­ 
çulves Brbosu, Miltlo Hibeiro, Milton 
de Melo, Nestor Antunes do Amaral, O­ 
cluvlo Lc,urelro de Almeldo, Olua Gurcln 
Pego Loureiro de Almelcln, Rucbtd S. Der­ 
zl, Hnmllo BulbuPnll, Humllo Cabral, Ramfio 
Torres, Reusllvu de Souzu Marques, Silvlo 
Zocor.,10, Simão Fruuco, Glzenuado Mnr• 
tlae, Telmo Aatoalo Albech Rossatto, 
Thlrsoa Lourelrc, de Almeida, Tlbyrlçti 
Loureiro de Alrneldu, 'I'upy de Amelrla 
Melo. Vampre F. de Souza, Vera Loureiro 
Tlnooo, Vicente Inocenclo Barbos, Wul­ 
demur Thotonho da ~llva, e demais de­ 
tentores de titulos sujeitos o ratificação 
abrangidos pelo Memorial Dascrllvo n 
se~:ulr transcrito, a apresrnturem seus 
titulo!! e demais documentos relaciona­ 
dos no urtigo 3º e seus paràgrufos, do 
Decreto nº 76.694, de 28 de novembro de 
1976, pelo prazo de 60 (seRsenta) dias cor­ 
rldo!:l. eontudos a ptll'tlr das 7,30 horas 
tlo dia 26 de junho de 1.978 e até às 
17,:-IO horas do dia 25 de agosto de 1978. 
A apresentação dos citndos doou­ 
mento!i deverá ser feita na sede do Pro­ 
jeto Fundiário Jardim, à Avt>nlda Dlll}Ue 
de Caxias, nº 989 em Jardim MT. 
A nilo ap,·esentuçãà rlos cltadoR 
documentos importará em restrições le­ 
gais relativamente aos imóveis cujos de­ 
tt-nt6res não se bablllturem no proces..,o 
ratlflcatórlo no prazo acima estipulado. 
MEMORIAL DESCRITIVO 
Partiu-se do ponto MP, situado na 
confluência do rlo Apa e córreg.:. Som-· 
breiro, por este acima até sua mais alia 
cabeceira, nu;na distância aproximada 
de 30.000m. situa-se o ponto MP 1; doí, 
com o rumo de 33% 00 NE e um distàn­ 
cla de 1.100m, uproxlmadu:nente situa- se 
o ponto :'11P-2, na margem esquerJa do 
ri.o Plripucu, atr11 vessundo este rio, segue 
por sua margem direita, rio acima. nu­ 
ma distância aproximada de G.OOOm, até 
encontrar o ponto MP-3, situado junto a 
cerca de limite da Fazenda Cllpão da Le- 
nha de propriedade do Sr. Irinvu do A· 
mnnral Cardinal, daí segue pele limites 
Sul rla citada Fazenda e na dlstanela 
aproximada de .70m, «itua-se o ponto 
lH'-4 na murem esquerda da BR.0) 
(Del V'ta - Jardim), daí por etn redo 
viu (rumo ,lurdlm) e nu d!st.flocli1 do 
3.500m, !tua-se o ponto MP-5. D)este ponto 
defloto-He u rllrriltu, seguindo pelo esplgno 
dIvior du pus dou rio± Mlrnndn e 
Apa, numa distância de 45.000m, uproxt: 
mdmonte, nté encontrar o ponto MPi, 
111tuado na lnt?rsecç/lo da rodovia Ponta 
Por/1 . ,Jardim com o lla!Ja de llm!te ln· 
ter. munlclpul Ponta Porã - Eelu VIsa. 
Dnl segue-se com o rumo de 51º 30 f-W 
e dlstfiucla de 2.300m. até o ponto MP 7. 
dui com o rumo de 7%00 SE e distância 
de 1.100m, ulé rncontrar o ponto .1P-8; 
dui com o rumo de (l:!Q 00 SE e dh1tdncln 
do 1.900m, o.tó Hncontrur o ponto MP-S; 
dai com o rumo de~ 3OQ 00 SE e dlslfi11- 
ch1 do 700m. até encoutrur o MP • 10 na 
margem dlrella do Rio Apa e por este 
nbutxo, até suu coa!Inôacla com o cór­ 
rego Sombreiro numa disto.nela uproxl. 
matla. de 80.000m, no ponto M-0, onde 
deu lalclo n oeacrlçilo deste perímetro. 
A área contida nos limites oclmn 
descritos é de uproxlmnrlnmente 76,690 
bu (Setenta e seis mil, quinhentos e no­ 
venta hectares), tomando-se como refe-. 
rêncla mapa do Município de Belo Vista 
M1' nu escala de t:100.000 elaborado com 
base nas Curtas GeográUcns publlcad~ s 
pe!o Serviço Geogrtirlco do Exército em 
1.973. 
CONFRONTAÇÕES 
Ao Norte: Munlclpio de Jardim e Fazen­ 
da Cupão de Lenha: 
Ao Sul: Rio Apa; 
Ao Leste: llunlclplo de Ponta Porll; 
Ao Oeste: Córre.go Sombreiro e parte do 
Rio Pirlpucu. 
Culnbá (MT), 02 de Junho de 1.978. 
Cel. Clovis Rortrlgues Barbosa 
Coordenador Regional do Incra - MT 
TRIBUJU1 li ,fRONTEIR 
Qe e s al ,., 
A, VII Beh is Ms 
. 
143 678 292 
ENFOQUE 
f D10S E SOCIEODDE 
Aulvernórlo,: 
8 . Sru. A111lUrrllnu ,'11tune11 de 
Araújo, nessa data completo 74 ncs de 
exi-tencia, +sa simpatica Senhora i' 
mle do popular "Gaúcho", a ela de)a­ 
mos muitos auos de vida. 
10 . 3 aoluhos <111 bonlla lviwa S. 
da Costa Marques. Os pais Dr. Ivan e 
Graça receberam o9 f•.mignlubos de lvana 
com •nuito cachorro quent<', r~rri[!Jtall· 
te+s, delleiosos doces cristalizados e um 
J!Ostoso bolo. Para alegria da criançada 
foram distrlbuldos baloes, e mu1tus Iem· 
bru11çlnh11s. Entre os lnúm..ros convida­ 
dos destaquei: ~lac!Judo llagall. Dr. Pe· 
ron<ll - Cristina, Fernandln~o • Zenóbla, 
Ledn Pulmieri, os vós corujns Sr. José 
o Dna. Fnblu, os tloR e priminhos de 
Ivuna, Maísu, Luizinho e Rosa Amélia. 
A lvanu nossos votos de muitas fehcl- 
dades. 
A Prefeitura Munic!­ 
pul de Jardim,criou um 
projeto de alç das ir- 
• dJoadus par.i Jneeotiv, r v 
morador a jardinar ua 
calçada. obedecendo l­ 
gun! padrões da untei 
rrnlltludc. como lutt?HrO 
iinima, distância ettr 
as Arvorei o outros Te­ 
qurs1tos. Iso pão stg­ 
niJictt que n rnornuor nllc 
po ·-a u•nr Hrn lnwgluu­ 
ço e dispor us plantas 
da monPlrn que a­ 
char melhor. 
Sc•gu111lo nll!llOS tóc­ 
nlcos, com;o em breve em 
Jardim irá prelomiar o 
coucrf•lo e o asr.11to, o­ 
correrá a fornação de u­ 
rua camudfl lrnperm;, t,t. 
fü,adora junto uo ol 
que provoca o reba'xu­ 
m,rnlo do lençol de tp1a. 
A crlaçilo dali calQ" dos 
ajardinadas em toda a 
cl.lacle podoró. ser um 
melo para resolver to 1 
situação, jl que elas 
conBtíluli'üo um ponto de 
penetraçilo da água. 
6-KG39< 
Nascimentos 
O Lar do casal Santana e Neuza 
está em festa com a chegada de uma 
Iluda menina no Inicio do mes. Parnbens. 
Adir - M Helena tombem felizes 
com 1.1 vinda de mais um gurotão. 
0&-<G 
Casamento 
. .contec111r dia 2 de Junho pp. na 
Igrejt1 l111dre de Deu& em São Paulo o 
enlace de Antonio Pedro e Hllda llaria. 
Ele é Filho do casal Dr. Hoberval • Teilú 
e eln do casal Dr. Fio ri Mura no • Hllda. 
Ac nove caFu! desej11mos muito.!! alegrias. 
+-+-08-+ 
Baile 
O Gremio Pedro Rufino estará rea­ 
lizando dia 24 mais um SensacloDRI Bai­ 
le Caipira. Huverá quadrilhas, e muitas 
atrações. não percam. 
e 
Os médicos sistematizaram alguma!' 
normas que devem ser obedecidas pelos 
pais: 
1 - Dar gu fervida ou com cloro 
pura n cri?..nç11; 
2 . Dar alimentos de boa qualidade: 
l'3lte. carne, frulas e verduras froscail, 
ele, e em quantidade adequada, se por-­ 
sivel de acordo com recomendução médica. 
3.Lavur cuidadosamente as mãos 
com &gua e subão toda vez que for li­ 
dnr com a crinnça; 
4 - Nos dias quentes, colocar pouca 
roupa na criança; 
5 • Lavar e ferver cuidado11t1menta bi­ 
cos, mmadeiras, etc. 
6 - Manter a casa bem arejada, e 
limpa; 
7 - Levar regularmente a criança no 
Centro de Saúde, ou 11.0 médico particular. 
s~ apesar da adouçãn destP.i cuida­ 
dos a criança e.presentar sinais de des!­ 
drataçilo, tais como dinrréiafi, vômitos, 
febre, sede tnteosa, boca seca, fontanrla 
deprimida, etc., suspender imeditttamentr:, 
toda a alimentação, fornecendo à vonta­ 
de água fervida e chás fracos. 
Urbanização 
para Jardim 
1.º 
e 
' 
"' 
s 
FESTIVAL 
DE FBNfARRAS 
DE 
BELA VISTA 
Promoção 
Delegacia 
Regional de 
Educacão e 
) 
Cultura 
« 30 ftNOS ·» 
Com Manoh 
adubando dá 
* 
* 
* RUA DUQUE DE AMIA5, 1080-- BEL A V IS TA 
Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas e spray), Vermifugos, Vitaminas, Sais Minerais, Herbicidas, 
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Máquinas de Matar Formigas, Sementes Certlftr.adas (iaraguá, braquiária, colonilio 
arroz, sorgo, milho) - «A Casa dos Bons Negócios» * 
~ 
- MS 
------- 
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1