' ~ 8 u D a findador lvaldo Pereira ] : Ano VII 1 N.O 293 1 - - o 1 1 o Este É o lugar dequado para exminsr +e Í 1h•nuu-,n(c l1 polhicu heluvistt'flH: ulru'('8"-U honN ''n momentos, Continuo supondo que o ""},nto exige mudança de alternativas pmta al UI • / • • rall~'JIÍ um pnilC lJI.JUUJCJllU JlUSJ(J'O no ontxto - ollricu -oturluul. "jtez no linju nlt,·rnurivn m•i• v!di,In ,lo . AHim como PIILM E 1 "Nio O advogado Pedro P11lmleri, ex presidente Jo Diretório da ARENA, ex presidente de Câmara Municipal e inte­ grante do Diretório (ARENA), afirmou a nossa reportagrm que não é candidato 1 l suc~ssão do prefeito Castro Pintv. Se• gundo o advo "ado. "minhas inúmeras - - t, 1 •cu~açoes impedem que t>U asf;uma com- promissos políllcos": Palmie1 i fechou a questão em torno de sua candidatura. Já e comento que o conht>cido advogado nllo mais se envolverá com questões Politlcas. Lamentamo8 profu!:!.damente o F 1 2a9-7-78 1 Bela Vist:i _ ___..,,_M_a_to_G_ro_s_s_o_, _d_o __ Sul u REGIONIL G·rmano Belain e adi, vereadores naquela <'ida­ de. Talvez, em Bclu Vi,10. P"ron,Ii •ejn o pre • cursor ela Nova PoHticn, feiro de oçào e dinamis- 1110, lilo e,pernela pelos belavtstenses. Um advo­ gudo d,,ixa n pollticu [ Pcdrn Pnlmieri), outro, dia o dia, cresce no conceito populnr (Ptroodll. Exü­ re 1111111 ola (por sinal fortíssima) que pr<•tende lnnçur o nome ,te Sergio l'crondi na polhiea lo­ co!. N61 que o conhecemos de longa doto, cslam<'s rorccndo pelo seu ingresso na "velha orte". Con­ diçôcl' ele tem, basta querer. f: 11 tilo propolndn reno'O<,:ilo. desligamento de Pedro Palmieri da poli· tica belavistense mas, eternos nós, novos elementos rnrgirão no. polilica local. Está surgindo uma nova classe política em Bela Vista, numa prova cabal de que a renovação dos quadros trará novo alento e novas motivoçõei;, com otl tradicionais polílicos incentivando esta renovação. O ussunto Palmieri, no tocante a politica bela vistense, é assunto Pncerrado. Ele agora se dedicará mals a profissão e aas seus afazeres pnrticularAs. Um Breve Comentário 7.a EXPOBEL De lü a 2I de julho próiro, realizar. se-á Ta Expo-ião Agropecuária dr Bela Mi.+a, organizada pelo inlicato Mural, com a colabora­ lo da Prefeitura Municipal, erretaria da Agi­ cultura e Gorro Federal Já e tornou tradição, ri no«a cidnude, realização da amostra que rune precuaristas de todo o Fado. lesta feít», receberá novo impulso om a preença ma,iça de pecuarista» do larazuay. raças, principalmente, o trabalho desenvolvido por Edson Mores na izi nh lepública. Geralmente, mprcrndirentos le+­ lt: vulr,, ,-xi,:tm trJb,,11,,, n·dut,rndo da "'" •e pr · uari-ta e das forças vlas do n,uuicfpio. É llf"C••- ... sírio qur todos cerrem fileiras n torno desta ren izoç,io pui•. é hru por demais conhecido que ela troduz o t·eplrilo de inicia1i,n tlu ~l'Oh~ h ·l.1• visten-e. A hora é de união: E de conjugar e«for­ ços e comungar o me«mo« ideais de grandeza, Todos devem colaborar. De uma forma on de ou• tra. Nós sempre acreditamos em Hela Vista, prova a{ t -«S r »e-n ppin nn vnn » +n listico e indutra gratca, centralizando a nossa atuuçiio u11ui JIJ l:'rincc•a do Apn. Nem ,empre merecemos a recíproca, Muita "gente" não acre­ ditava 'na sobrevivência do jornal" Mas isto é outra história. loje editamos trc, jornais. De Dela Vista para o Estado. O ia,portante, no mo­ mcnlu, é u realizaç:1o ela Expobel. Devemos viver dia u dia u Expoeiç,io. Niio ,6 ''" que tão en­ volvidos dirt!tamentt! corn o orf.!:ani1 .. .nc.--fio da me­ ma, mos lodo• nós. A F. x p o 1, e I é u,nu atração turlsrica. Pron,ove Dela Vista. Acrediramos no progreno da Princesa do Apa <' 11credita11101 m11ilo mnis que n realização, todos os anos, da Expobd, colaborará ele forma posirirn para acele­ rar este progresso. Belavistense: Voce é fator in­ dispensável para o ProgreêEO de nos,;n cidade, Comunicado à Praça A partir de 1, de ,Julho, o jornnl 1'rlbuna da Fronteira paxsará 1H!1· prc,priedunR ndrnl­ nistrutivas encerar sua« utividades 'Toda as obri­ uçõew débitos e crêdI­ tos) da Orjivnpfl J.ma@a, rilo plHa a Or!'.lfle11 e Edito:-o Aptl. Üíl C<>Dtruto(I publiclLô.rio!J ll.Jllutldos u partir de 1° de julbo, de­ verão ser efetuados com a r!t "1 -'u firma. Pabl!c11- çi'io que se faz para efel­ to de e<:clureelmento. Pe!u Orjlvape lvnldo Pereira Pela Graflca e Editora Apa ~larla Estela Velusque;,; Pereira Repercutindo a Candidatura de CARLINHOS No dia 24 pp, junto com o deputt,do • Valter de Caf!lro, o candidato belavistense á Assem­ bléia Constituinte, Carlos Edy Sã de Medeiros, es­ teve no vizinho munlcl­ plo de Jardim onde ficou decidido, em reunião do Diretório e vereadores, que Jardim apoiará o nome do pbidas NaciCl­ nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira Dive:.-sões -· Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ RANTE CA8SlNO PARAGUAY. Paraguai "O Comercio Jovem de Mato GroHo do Sul" Basta levar o seu documento. O seu crédito é aberto pelo já Famoso Credi Big. Sem Juros e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Big-La•r Concea-­ sionário Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe· riados troca de bt1tijão pequeno Assistenoi1a. téc.aiea permanente Seção de peças especializadas Medeiros S N Grosso do Sul Rua Vereador Jardim Romeu de Mato Educaçêo eglamento] És..ng° a? . f 1. Noi,110 w11,1do chei.urn a um pon~<> !'-r•,lhl tlr P"'i11,.,10 '' 1 O - ,- ,- . . ,-S'-1 yü.11{1} [!.1·t" ... pOf'i{ti~• d1~, 1 . e s ' a n~ crít1eo; a~ crlauc:a!l uno t-1-('U-!ftlU ln!H~ ''"º b&·l•'<•l<-1 "'{" .. 11111. : · • • • • , • ' 1wu,1 pbí><; o Um do murid{, nilo po,!e P.i.- • pri,.,ei1., f.,; d,1, lJ"' ue; •J1-1 I y it dit 1te. ' erdote egípcio, nó mo z0g. . 1 ' . . ·_. ... • • ' rn;_ii;'J-~J~t-~fut, 61'(á ,_ipo.irt-chla uo . , ..• rlr Cri~t,,:" ,~::,111ú1t f,j l « 1a- encontra! nas minas da , fundo do seu coração. O jovens t o m, - : Jl,a Hauilô:1iu e ter,_, lflAI' d,, Ci,lnd~, e E,cnl .. 1irir1idpnn1-~s:. . 1 a) Cr$ L.00),0 um mll cruzeiros) que será en- Jejoos e prezulçoos, pune cllogurUo ,! mil anos, a tercura perten. Jardim· Escola de 1.o Grau Crl. Juvéncio trrevue ao Diretor ,Jn Escola ou pe+oa por ele re +eT COI9 u jnvcnlude de unte €o!u- a S6rates. que v.seu. ·n. G. Lopr•. E.,.,,,. de J.o e l.o Graus Slomé deneiada. V er; nora juventude dr ltGJE' nu.o 1 ,., i;o e :l,J9 :i.C; <' o ril!ie,~ de Melo tocha será capaz de manter nossa cultura. rereta o estado de ·pírito d P. Martinho- Escola de lo Grau Claudio de 1) Um troféu 1 io l HIesido, no ano de T • Olivdra 3. No11sa juvAntude oma o · uxo. na ,.1 ... c 6 , 1 ,,. • 1 - Cnrarol - Escola de l.o Gran Dr. Hulrnn de tem boas ma!lc>lrnl!, deFreis J·o..-em, ele bo_· lu<•.,r com,un i,:,1edr·1:t<1,t.e •1rl h, vel: o que afirma tar o Ht. je vierem a ser os dirigentes de amunid q beira do abismo. e ti porque esta juventude é insuportável, ius- ,e mem,o. jlt reri,, euí,fo. tável - upenas terrível. No Brasil, nação e·e. j eia]mente [ovem, ras ober. '} vu~õ1,., l(~n, mruo~ r-n7.ão .i,. I ex+t, e não fosse a luen tu'; como justificar as gran ] des projeções do nos·o de e l'ohimcnto'! lflo quero h,., distinção entre os jovens que estudatn em nossas escolas e Uuiver,idude• e ri, que já F.t 1 enconlrnal no mercado de trabalho, participando da po. pulaçãu economteamente a'i Todo d59a ·a_yarcel ao nosso IAKE- OI·F. do Tnmhore1, l'nndcíroB, Cnrnt·loN, Tuhinho11; 1 Triângulos, Aogos, P'ratos, Marimba, 2. UOS l'AHTICll'ANTES :i1)auenl<: pud.-rá purticipur: n) nl11uo1 111111ncul11do, nu E,coln corll'idailn. h) l/8 de ex-alunos e'onu pessoas da comunidutle. 8 - Da Pernênein em frcnl1l no Pnlnnque Contundo evoluções, 1vque+ c outras nprc- wentaçües, fanfarra +ó podera permanecer em lrenlt' uo pnlnnque il11rn11tc 6 minuto,. ·1 - DO JULGA ·,1ENTU O jul"11tnt~nlo fit·nrí1 n cnrgo de umn co .. miu~o julgnJ.1ra 1pto busenr•sc-á no orguinle JlO• • rn o clu.,ificaçüo duo funlnrru,: o) Disciplinn b) Cndêuriu e) Uniforme dl Quulidatles dos loques e) Apresenlnçilo da !Joudeirn Nocional f) lde111ífirnçilo . g) Tempo (l'erdr.rá ponto quem permanecer em frenta no pnlnnque por mnis de 6 (sei,) minuto, 5 - DO IN{CIO Após a fanfarra chegar ao local pré·deter­ mínndo paro espera do ll e 8 f i 1 (', •omenle poderá locomover-se e/ou iniciar os loque• quando receber o A'i110 d~ pessoa integrante da comislo • orgnnizodora, fl - DA CLASSIFICAÇAO ' A clooificnçilo •erá do l.o ao 3.o lugar, 7 - DOS PREMIOS l.o lugar a) CrS 2.000.110 (doi1 mil auzeiros, que será en• lregue ao diretor da E1colo ou pessoa por ele credenciaclo, , b) Uma taça. , 2.o lugar 11) CrS 1.500,00 (hum mil e quinhrnlos cruzeiros', que &erá entre-gue ao Diretor ou pessoa por ele credenciada. b) Uma taça 3.o lugar l • DOS INSTHUMENTOS Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO -- FUNDADO E i1 • Diretora Maria Etela V Pereira Redator-Chefe haldo Pt>reira Departamento Comercial: Alvoro Pereira Redação Adminim·a~ilo e Oficinas: R. Duque de Caxias /n . Bela Visto :MS. 20 I 2 /72 ASSINATURAS Auinotura Annal Bela Vista CrS Dem:,.is Municipios CrS 200,UO 250,00 Os 11rtigos publicndos com nuinuturas dos nu­ to,res niló traduzem a opinião do Jornal. Sua pu­ blicação obedece 10 propósito do debute do; pro· lil~m11s municipais e de refletir as diversas cen• dências do pc-nsnmento, Fundador: lvaldo Pereirn Tribana do Fronteira é uma publicaçiio da Gráfica e Editora AP . . CGC,Mt': 03.~0l266l00Ul•90 Imc. Est. 1305923-1-3 Diretora • Proprietária: Maria Eetelo - V. Pereira Bela Vit, 7 ele Junlto cfo l.9i!l D1 . .Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas CIvis e Crlmlnah Rua Lo de Maio S/N Jardim - Mts Run Dr. Ivan ntonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Voluntário• tio Pàtrin. 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul e Dr. Pedro José Palmieri Dr. Ary Escobar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucídic, Valdez de Barroi­ Clrurglão Dentista CRO - 557 Mt. Cllnlca d0 Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hor:i marc,sda Con,uh.6rio Av. Duque de Coxíu, 508 (Ao vidr, do Banco Financial) D~~lli)ijirí] FIOIIU MUIUHUJ -MÉDICO­ Consultório: 7 às_ 11 hfl 16 às .19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 às 15 hs D. Dr. José Atanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. I!? ventar!01; e Partilhas, Regularizações de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias. 1/.o 788, Jardim • Mt. Fazenda 2 de Ouro üula Lopes da Laguna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB / ~lT 1615 Causas nivle e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vl;,ta Mato Grosso Sul Dr.· Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua Rela Vista 16 de Novembro S/N Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - S'.l.la 24 4-0650 Campo Grande Fone MTS, Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul = Milton Loureiro Filho === AD) 06AD0 Ru&. Ary C. de Oliveira, 262 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Não se pode estigmatizar os moços se alguns deles se enquadrnrn __ nus crhit·a!' men­ cionadas. Em todas as gera çõe+. nas mais diferentes par. t.es d., inundo, La cnançn.g rt-­ beldes, jovens maliciosos e preguiçosos, aqueles que de+ respeitam os mais velho, Nem por isso se pode genera­ lizar a condenação. A te por-­ que o rebelde ele hoje, na fa- se incendiaria, pode •er rx. i.,.. cde111e profiseional de lltnl• nhã, quando ,e tornar bombei• r-o. Quero fazer ne,tu crõ~i· ca a apologia do Il!ºÇº bro11· leiro, do jo,·cm mteresudo, que se dá ao e,;tudo e ao Ira• bolho com o elon de quew •e entrega a uma nobre causa, O nosso futuro está em suas mão•. DOCUMENTO FERIO Ario Pinheiro de Almeí· da declara que extraviou 01 seguintes documentos: . Carteira de Habilit.a.ção, C1e, INPS. Incra - CGC do cocqér• . cio, Identidade. PublicÔillPUl(l o HllÍ· no é !lUAcctível à vlJ•oi-e. PATOGENI/ .pó.; penetruç:1o uo orr,anlsmo o víru~ dlE!H•mlnn-se por via linUit11:n o 110- mítica a todo3 os 6rios apre3n!ando afinln todas as providências com vistas à fiscalização as áreas frnuteiriça• coru outros E,tados. o firu de impedir o entrado ou rnidn de suinos, Um eficiente esquema de vigilancia foi i­ plant.a,lo pela Secreturia da Agricultura do Estado a fim de rmpedir que a peste mina africana vc· nham ulingir n ,uinocuhura m,uogroseense, em• bora esta não seja ern grande eicala como e1n outro• E,tado, bra•ileiroll, principaln,enle o% do sul do pah O ngronomo Neraldo Marques, delegado da Secreturi11 do Sul 1 1• M"" . Tribunri: ds Fror.ll~1r!I -f hel_'!!"z:'!E!'_ri:' Ministério da Agricultura • lstitula #acional de {Coloria; o e Reforma Agrária-lcra Coord0nadoria Regional de Mato Grosso - CR(13) Projeto Fundiário Jardim CR (13) T (07)/DF EDIIML COM PRAZO DE GO DIAS O lu11tllulo Nnclonnl de Colontza- 91 e Rr:forma AgrArla-lNCRi, otravés do Coordenador Ielonl no Estado do Mto Grouo, com fundnmento no artigo 80 do Uacreto nº 7G.60it, do 28 de no vem· hro do 1.07fi, comhlnudo com o dl~posto nos rtlo 2 do Decreto-Lei n 1.414, do I8 de goto do 1O75 o 5 do Lel n 4.047, de u de ubrll do U)(lG, convoca Adalberto Lulz Nlero. Adu lberto V leira, Adolfo Bnrbosn, Alulalo Arn11110 Loureiro, Antonlo Morrno, A ntonlo S11 velra Xvler, Anlbal C1.1brnl, .slurlo tlu Llmu, Alana­ zlo Loureiro, de Amelda, BrAs Barbou, Cecllla Delvalle Lopo, CIudlo Inocencio Barbos, Curumila Loureiro do Almeida, Durvul Coelho Barbo, Etettmlus Teme8 Matraiane, Emlllo Moreno, Estevo RI­ boiro, Grlbaldi Ros, Genéslo de Melo, Gentl Cnberro, Genll do Assis, Hélio L. de Almeida, João Vaz Guimres, Jo+ó Ata­ na11l0 Lemos Neto, José Batista dn Cu­ nha, José do l◄'onsec:1 Stnut o Filhos, Jo­ slnu de Souza, Kéi;lo Lournlro Pinheiro Lule Barbostl, Muri:os A vnlo, Murcos Gon- i çnlves Ba rboso, Milltão Ribeiro, MIiton de .Melo, Nestor Antunes do Amaral, O­ otuvlo L1,urelro do Almeida, Olan Gurcla Pego Loureiro de Almolda, Rnchtd S. Der­ zl, Ramlio Balbuenn, Rarnllo Cabral, Ramilo Torres, Reasilva do Souzn Marques, Sllvlo Zocorlo, imüo Franco, izenando Mar­ tlne, Telmo Antonlo Albeeh Rossatto, Thlrson Lourelrc, de AIII!elda, Tlbyrlçá Loureiro de Almeida, Tupy de Almeida Melo, Vampre F. de Souza, Vera Loureiro Ttnoeo, Vlcent"' lnooenolo Barbo1m, Wal­ demar 'Thotonho da Silva, o demate de­ tentores de títulos sujeitos à r11llflca91lo abrangidos pelo llemorlal Descritivo 1 seguir transorlto, n apresentarem seus litulo11 e demais documentos n,laclonu­ dos no artigo 32 e sous paràgrafos, do Deoreto nº 76.69~. de 28 de novembro de 1976, pelo prazo de 60 (sessenta) dias cor­ rldos, contudos a partir das 7,30 horas do dia 26 de junho de 1.978 e até às 17,30 horas do dia 25 de agosto de 1978. A apresentaç!lo dos citados docu­ mentos deverá ser feita na sede do Pro­ jeto Fundiário Jardim, à A vonida Duque de Caxias, n2 989 em Jardim MT. A não apresentação dos citados documentos lmport11.rá em restrições le­ gals relativamente aos imóveis cujos de­ tentores no se bbllitarem ao processo ratificatório no prazo acima estipulado. nha de proprlcdnde do Sr. Irlnou do A­ mural Cardinal da( Regue pel 1 )1 llrn ltes Sul da cltaclu J<'azenclu e na dlsW.nciu aproximada de 8.760m, situa-se o ponto MP-4 n margem esquerda da BR-00 (8olu VJsln. ,Jnrdlm), duí por esta rodo· vln (rnmo Jardim) e llil dlstáncla de a.500m, situa-si- o ponto MP-5. Deate ponto deflete-se a direita, Rfgulndo pelo ei;plglio divisor das guas dos rios Miranda e .-po, numa dlstllaclu de 45.000m, uproxl- 1uudumente, ató encontrar o ponto MP,6, situado na iutersecção da rodovia Ponta Porll . Jardim com u linha de limite ln· ter . munlclpul Ponta Porli • Eslu Vista. Dai s<.>gue-se com o rumo de 510 30 SW e disto.nela de 2.300m. até o ponto MP· 7, df coa o rumo de 700 SE e distancia do 1.100m. uté rncontrur o ponto .1P-8; dai com o rumo do 6:!2 00 SE e dlslllnclo de 1.900m, até encontrar o ponto MP-9; dai com o rumo de 302 00 SE e distan­ cla de 700m, nté encontrar o MP • 10 nu margem direita do Rio Apa e por este 11.bulxo, até 11uu oonfluêncla com o cór­ rego Sombreiro numa dlstil.ncln aproxl, mnda de 80.000m, no ponto M-O, onde deu Inicio a aeacrlç!lo desh1 porlmetro. A área contido nos limites acima descritos é de uproxinadmonte 76,590 hu (Setenta. e seis mil, qulnheutos e no­ vento heoturts), tomando-se como rfe. rênclu mapa do Município de Bela Vista MT na escnln de 1:100.000 elaborado com lias e nas Cartas Geográficas publicadas pelo Serviço Geográfico do Exército em 1.973. CONFRONTAÇÕES Ao Norte: Munlclplo de Jo.rdlm e Fazen­ dn Cupão do Lenha; Ao Sul: Rio Apa; Ao Leste: Munlciplo de Ponta PorA; Ao Oeste: Correge Sombrdro e purte do Rio Pirlpucu. Culabé (llT), 02 de Junho de 1.978. Cel. Clovls Rorlrlgues Barbosa Coordenador Regional do Incra - MT Viação Motta ganha concorrência CIMPO GRINDE Brasília MEMORIAL DESCRITIVO Partiu-se do ponto MP, situado na confluência do rio Apa e córregv Som­ breiro, por este acima até sua mais alta cabeceira, numa distância aproximada de 30.000m, situa-se o ponto MP 1; dai, com o rumo de 332 00 NE e umn dit:lân­ cla de 1.100m, aproximadamente situa• se o ponto MP.2, na margem esquerJa do rio Piripucu, atruvessando este rio, segue por sua margem direita, rio acima, nu­ ma distância aproximada de 6.000m, até encontrur o ponto MP-S. siluttdo juuto t1 cercs de limite da Fazenda Cupão d Lo- A Viação Motta Ltd,. salu vitorio+a na coneor­ reucl..t pública tl'nllw.dn pAlo departamento Na­ clonal do Estradas de Rodagens DNER, para atuar nu Unha Cumpo Graude-BrasiUtt, passan­ do pelar cldades de Pre­ Hldente Prudente, Rio Preto e Golunla. Esta concorrencla realizada no Hio de J­ neiro, deu mostra de que a Vle.çúo Mottil Lida., pertenca no quadra dos mais lmnortante11 emprfl­ sus dt! Ónibus do pais, com linhas nos Estndos de üo Paulo, Mato Gros­ so do Sul e Norte, Purn­ n, Minas Gerais, Goiás o no Distrito Federal. SPgundo· o sr. José Fer­ relrs Filho, gnente da Viação Moita Ltdu., se· tor de Dourados, a em­ prern po,csl velmente P.1:1- tará ativando dentro de aproximadamente 60 dius nesta r.ua nova mlasllo, que passa a integrar também u capitel brasi­ leira. OLHA AI UI • Ble t» IIIS em Mela Iist, lo [sprlir Belavislense. Dia 1.o de Julho 16 Conjunlo: SAfãRI SHOW inicio às 23,00 hs, mesa Gr$ 158,00 Convite Cr$ 50,00 rromocão: 3.o nno r écnico te tobililate - Mel lista IIS Sérgio Henrique Martins Apartamento com ar condicionado, quarto com ventilador, amhiente familiar • refeições fartas HOTEL FLUMIERISE SEU HOTEL EM AQUIAUIRA Rua Teodoro Rondon 586 Aquidauana MS CRIADORES de Porcos O r i e n ta ç ã o: PESTE Receberão SUIHA Hrae!Ha. Anda - Trabalho de In. formnção nos crludore11 de porcos· Bobre medidas que devoro ser adotuda.11 para que possa ser evitada n peste uínn em teus rebanhos, está sendo executado pe lo Projeto Rondon, quando moblllzou. cm cflrater de l'mergêi1Cla, universitários dos Estados de ão Paulo, RIo de Jonelro, Mluas Gerais, Paruná, Santa Catarluu, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Dahla e Espírito Santo, que através de us Diretorias Executivas e em oon.Junto corn ua Secrdarlas de Agrlt:ulturn dee11es EH­ tadoa vão promover as tarefue. Por ser a primeira vez em que o Hondon participa de um trubo lho em regime de emergencla, essa ativluade será Integra.da no programa ~e operação e11pecluis. Conforme, l!lformaçoee daquela fundação, us Socretnrias de Agricultura dos Estados ainda afio determinaram r· quantos universltárioi;: deve1úo ser mo­ bllizados na realizttçâo de&se trabalh1 1 • Isto porque, as entidades não dl11põer!l de l um número suficiente de técnicos para a realização desse trab&.lho e por Isso pe- t dlram ajuda ao Projeto. , O trabalho a ser desl'nvolvldo pe- 1 . los estudantes se re-,ume basicJtruente na amostra aoe crlarores sob n impor­ tilncla de Isolar as áreas ainda nlio nfe• 1adu pela doença, bem como, da necessidade 1 de abater os anima.i• atingido• pern que não co~­ taminem os restantes. Farão também esclareci. mcntos sobre as condições de ajuda por pa.rte du governo pela perda de sua criação. As explicações servirão também para que 01 criadores •aiham o que fazer quando qualquer coisa anormal seja ob­ servado no rrbanbo, quando deverá se diri:?ir ao posto mais próximo da SecrelAria d,. Agricu!tura estadual. E Bra,llia, Anda - "A peste suína, se nio fur erradicada de nosso Paf, impedirá todas u ex· 1 portações brasileiras, porque ninguém corprarí nossos produtos, com medo de que, junto com ele,. vá o vírus da doença", disse o Secrrtário Na· cional da Defeea Agropecuária, José Albert.o Lira, ao contestar argumento de setores do Ministério da Agricultura qae dizem ser a doença incurí.nl e, portanto, o Pala deve conviver com ela. Além de inviabilizar as exportações brasilei­ ras Lira fruou ser ·•uma loucura convirer com a peste suína africana, porque a doença, ~e não ti, ver seus focos exterminados aqui, terminará atin­ gindo os países vizinho e finalmente todo o Cominente Americano". EXPORTAÇÕES - PREJU{ZO JEI E H T de João Freire de Oliveira L Ambiente Seleto - Refeição Cgseira O seu lar em Antonlo João - O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e ninta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Antonio João M -:- __ ........_ .......,__________________________ ato Grosso do Sul ±ee t- 1 ' 1 VISITEM LEI 1 BELA VISTA' POR » 0CASIAO D1 VII EXPOBEL VERBA PIRI JDRDIM N ·b • • Autoriza .E 6 & 6/7 8 D 12·04· 78 ·Doação d·e .patrimonio, Municipal m Energia Elétric 1a A Câmara Municipal de Bela Vi+ta, Eatado de fato Grosso, votou e provou, te enu, Prefeito Munieipl. +unciono na seguinte Lei: Ar-t. J•. Ficn o Poder Exeí:ulivo Mun.iripol uu .. torizado a doar em ónus Centrins Elétrica Mat0grossenses B,A Cemat todo o cervo qur compõe o serviço de energia elétrica deste Muni. cipi, compreendendo: Ioda rede tJ,. 1ransmtuiio; HI 201 Motor murc·a Mucede.1 Brnz n.o 320913/51.12002505 (desmontado) 13 205 Motor mnrca M ., r C "d .. e B ~ 11 F, ti.O 326913/51 H004t6 { em mau funeiouameuto) 13 213 Motor marca llwnbaj Mau, .o 32283 220 K V A (em máu funcionament.o); 17 28•1 motor Elétrko marca Thrir•e n.o 5148726 de 0,25 K VA; • º ' • 13 :l02 • Gerador Mnrca FIOUS, n.o 45721 tipo 1318/PBBS-4 H, 18W BP .I; • 13 2"1 • Gerador Mnrca STJLL, n.o 541205 tipo D A 6 00 F8 / 6 G A 2 3 R K/i 4. 2 2 O KVA.900 Hl'M; • 13 !!18 • Gersrlor Marcn HOOS. n.o 95373 tipo GAET, IIO K V A, 1800 HPM (sem induzido): • 13 222. Gerador Marco HOOS, n.o 95381 L­ pn GAET, 110 KVA, IBOO(em máu fnrwionarnento) - 13 203 •• Ouadro de Controle n.o l3tll, ilnrcu HOOS, 95;)10 K V A (estado de funcionomen­ mau). • 13 207 • Quoclro de Controle, lllarca ROOS no 1360, 95/110 K V A ( estado de funcionarncnlo máu) • • 13 211. Quadro de controle, Mnrca ... Brown Boveri, no B-596:7 (rm,do de íµncionnrmmto mau): 13215 Quadro de Controle, Marca A EG (es­ tado de funcionamento mau); 13219 Qund:o de Controle, Marca HOOS n.o 2626, 9:'i/JIO 1<:VA (e&tado de funcionamento moa); 13 227 Qudro de .Controle, !1:larcu LONDON, n.o. 5211718; I3 248 Transformador à ôleo, n.o. 57199 300 KVA; ilnrco ELIN. 13 249 Trnmíormodor à 61eo, Marcn ZILMER. n.o. lt97, 251) KVA; l.'3 250 Trnn~formador a 61ec>, Marca ZIL;'iJER, n.o. 1298, 250 KVA; 132 51 Tran,formador à 61eo, lllarr.a AEG n.o. 52082271, 160 KVA; 1 204 Tanque pi 6leo, com cap. p/ 314L. 13 '208 Tanque pi 61eo Die•el, com cap. para 3),1 litrop; 13 212 Tanque pi 6leo Diesel, com cap. para 190 litro,; 13 '.ll6 Tanque p/ 61eo Diesel, com cap. para 250 litros; 13 220 Tanque p/ 6leo Diesel, com Cl!Jl, para 3l4 litros; I3 224 Tanque pi 61r.o Die,el, com cap. para 3M litro,; 13 218 Tanque p/ 61eo Diesel. com cp. para 314 litro•; Tanque pi 6leo Diesel, com cap. para 300 litros; Tanque para Diesel, com capacidade para Através do deputado 300 litros: Uatuo arem o Hosoi- ,k,%$}. Gado Marca J1aquigeral, N.o 4890, lal de. Jardim f8C8bt,rá. 13 260 Gerador Marca Maquigeral, N.o 4842, oitenta mil Cruzeiros de 250 K V A; verba destinada à sua 13 262 Gerador Marca Maquigcral, N.o 4859, manutenção. rambem O 230 KVA; H,e,ilpital _de Bela Vista Gerador Marca Codima ZTOLTZ, N.o 1097775 r b 380 KVA; ece Prá CrS 80.000,00 e Gerador Marca Codima Ztoltz, N.o 880873 o de Porto Murlinho 13 259 Motor Marca Scfuúa, N.o 10015H. tipo Crs 120.000.00 .As verbas DSJ.H-'tl-01; foram liberadas atrav~a 13. 261 Motor llarca Scânia, N.1, l00157, tipo da document - d I DSl-14-:M.OI; Diput • . . açao O 13 263 Motor Marca Scânia, N·o 100177, tipo lhlo ]Unto liO Mi- DS-14 M-01 (si bomba d'agua) nlatérlo de Saúde. Motor Marca Cu.mmins N.o '2173í2-03; ]4 256 Quadro de Coutrolr, Marca Maqaieral, l 27 Quadro de Controle. mrc maquigreral, I 254 Quadro de Controle, marca maqu!geral; (rem mau funcionamento); Trtlllefurmadnr n, 53.136,220 V, 300 KVA Transformador N.o 33l35,220 V, 300 KVA l1 20 Lamba d'agua mrea Trium, No 333/ '/, I700 RP, I4 247 Bomba lua, marca Wise, No 51650 tipo Tmc-12, 14 252 Boba d'agua, mata Londos N.o 2 Mrmual: - 14233 Compressor d« ar, Marca CAIK EH, N.o 01 - 09 215 Bomba para 6lo, Marca LONDOS, N.o 5 (em nun funcionam·euto) - ol 058 Armário Uvo11 pti1s, cr:uv!da-os pnra uma reurrlúo iierlll na dia 8 tio Julho próx.lmo v1F1clo11ro u quol obedecerá os horários abaixo discriml­ ni1dor; flrim de melhor atendimento aos interessados. s 08:.00 horas da mahã - Aos se­ nhores pais de alunos do turno matutino; As 14:00 horao da turde- Com oG !!,enho­ res pais de !unos do turno vespertino 4R 2000 horas dn noite - Com o senhores pais de alunos do período NOTURNO l;onaldPrarHlo que é diminuto o nú-. mero de pula que vem comparrcon1!0 fla reuniões anteriores, empenhumon do to­ dos um esforço maior comparecendo em mnssu. (11s) Leopoltllna Barbosa de Aruujo Presidente APM. Oração Espírito Espírito Santo você que me esclare­ ce tudo, que llum.lna todos o:s meus c.&­ mlnhos para que eu atinja o meu ideal. Voce que me dá o dom divino de perdoar e esquecer o mal que mo fazem e que to­ dos os instantes da minha vida e,;tã co­ migo, eu quero neste curto diãlogo, a­ gradecer-lhe por tudo e '!Onfümar m1t1s uma vez que nunca quero me separar de voe, por mzior que seja a ilusão mate­ rial, não será o mínimo da vo,rrtade que sinto de um dis e'!ilar eom voce e todos os meus irmãos na glória perpétua. O­ brigudo mais uma vez (A pessoa deverá fazer esta oração 3 dias seguidos sem dizer o pedido, dentro de 3 dias, ser alcançada a graça, or mais difícil que seja). Publicar aeelm q-u, r~•ceber a graça. Publicado p::;r ter recebiclo uma Graça. E'.M. M. ao Divino Santo PECUIRISTD LTDI ~fater!ais e]étricoa . 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VISTI 1 li 21 DE JULHO DE 1978 RURAL DE BELA PROMOÇÃO: SINDICATO PATROCINIO SECRETIIRII DE IIGRICULTURI ESTADO Colaboração: DE MATO 1 ! t 1 sti sr2 / Amaral, Grande Coneelhelrc, de Minas· terruptamente buscando sua t própria evolução, procurando Gerais expressou se utravés da seguiu C eguir suas inclinações e o mensagem sobre o eeul!.do de Ser Rosa• ditame• natmnu de rna pro- cruz: pria natureza. para melhor @e / ''O Estudante Rosacrnz, por .;er capacitnr para a vida. Comer• humano, é imperfeito; comete erros a ua mente continuamente j falhas. Por isso, há de manifestar Incas- ~bert.a, para facilitar o desen- volvimento de sua compreen• ,· 8antemente, o desejo de melho,rar-se. A são e de oua adaptnçiio ao me- reallzação prática do desejo dé melhoria, io ambiente. Procura agir com o conduz no 11preodizndo, e este se rea- bom discernimento e senso llza, através da experiência. comum, para ajustar se à so- TeIIl ·eis de confrontar-se com mui- ciednde de que fuz parte, uti• lizando sua capacidade, ti.o construtiva e .ab1amente- como lhe seja pusível. Manifesta constantemente. n expresslo v1• va de ua filosofia em toda.! ar ocasiõee, através da tole­ rância, dos at.ributoi de fra· ternidade e da devoção. O Rosacruz luta pa.ra ai· cançar a Maturidade. essa eter­ Dn bu,ca du perfdçiío, e para isso, pratica com grande en­ tmiasmo a vida espiritual, sen descurar, entretanto, o lado /. material da vida, uas nece { sidades físicas e materiais. 'j Entende, que para creser e liruadurerer, é neceuário a_pren· der. Sabe que •011 rvoluçã.o· e- :,cige que de próprio carguc seu "fardo cármico", e que et· 1 te fardo constitui a base de sua evolução pessoal, pois, "é- y na Cruz que floresce a Roa! SER R05ACRUZ, é, em rcsn· M mo, bucar o Autodom!uio Ministério CiROSSO da VISTA Agricultura Prefeitura Municipal ------.!---------------~ de Bela Vista . ,' Instituto Ministério da Agricultura Nacional de Colonização e Reforma Agrórla Coordenadorla Regional de Maio Grosso Comluão Permanente de Licitação INCRA A V 1 s o O Instituto Nacional de Colonlzaçã_o e Reforma Agrária - INCRA, Através da Comissão Permanente tle Licitação. desi­ gnada pela Ordem de Serviço I~CRA CR-18/N 002/77 de 07 de Janeiro de 1977, torna G Público, paru conht>clmento dos Profit;sionals Autônomos no ramo de To. pogrufia, que durante o período de 60 (sessenta) dias, a pa.rtir da data de pu­ blicação dêste, estará re-cebendo na Se­ de da. Coordenadoria e na dos Projetos Fundlãrlos da sua Jurisdição a documen­ tação necessária para fins de credencia­ meijto para extcução de Serviços de De­ marc,.wll.o de lotes de terra de domin1o do INCRA, da União ou de particulares lnteres!!ado1 em prgcePsos de regulariza­ ção F:1ndiárla junto ao INCRA. Assim sendo, a partir do prazo t,S­ Upulado para o Credenclamento, não mais aerllo aceltos trab_albos topográfic.:>s de p.roflssionai~ não credencladoi; pelo !NORA em processo tle qualquer naturez11. DO CREDENCIAMENTO Os prof(sslonals antônomos Interes­ sados em obter o seu cadastramento jun­ to ao IN'.)RA, devtirllo enviar rrquerimen­ to dirigido o Presidente da Comlss!o de uicUa:çilo, a0orupa11bado ga seguinte DooumentaçD.o: a) Fotacópla autenticada da Carteira d 1e fdienlldade-; b) Fotocópia autenticada de prova de qirltação com as obrigações eleitorais; c) Fotocópia autenticada de prova de quitação com o serviço militar; d) Fotocópia do cartão de lndentifica­ ço de contrlbu.iates • CIC; e) A test11do dEl Residência-; I) Atestado de idoneidade financeira f·orn.edd.o pol.' est.1beleclmento bancádo g) Certidão negativa dos cartórios de protestos de tit:ulos end,e tenha domieilío; · h) Certidão negativa dos cartórios dlstrlbuiçã& dos feitos criminais dos lo- cais onde rHldia nos últimos 5 (ciuco anos; 1) Fotocópia autenticada do CREAA com visto na respectlva regi!lo onde o snrvlço será realizaóo; j) Fotocópia de quitação da anuldtt· de do CREAA; 1) C{lrtidão do CREA,, certHioando que não tem proce~so administrativo e que não está impedido de exercer a profissllo; m) Relação dos serviços iá realiza dos, tas lutas e tribulações, recebendo-as en­ com aprll@entaç!lo de atestado compra- 1 tre:anto, como oportunidades para pro­ bat61ios do sun capacidade têcnlca; mover sua evolução, e para adquirir o n)Relaç!io dos equipamentos e mute- poder de superar as dificuldades e do­ rias pertencentes ao profissional autôno- minar os problemas que surgem em sua m'o, destinados á realização dos trr..ba- vida. lhos topográficos, devidamente compro- Reconhece que a vida bumaná é vada sua p.oprledade, meditrnte fotocó- uma escola experimental, e, que está pia autenticada de Nota Fiscal ou recibo aqui neste "Intervalo conBciente " para de aquisição, ou ainda comprovada sua adquirir experiência e o domínio do Ser. dlt1ponlbllidade assegurada atráves C:e A Jornada é longa; poi,3 Jonrro é O ca- contr&lo de aluguei; minho a percorrer, e gránde ' paciência o) Urna fotografia 3x4. a ser utilizada. Sente que é utmvéi; das Os requerimentos e outras infor- próprias experiências, que recebe as maçoes poderao ser obtidos nos endere- grandes lições da idu, e, atravé,s destas, ço8 baixo: evolm e faz desabrochar Ileu caráter e Coor(fenadorla Regional de Mato ua personalidade. Grosso- Rua Comendador Henrique, Ser Rosacruz, é eslar permanente- n- 43 - CuialJá M/T. mente disposto a buscar o cre~cimento Projeto Fundiário Diamantino - Rua interior, e procurar controlú-lo, para que Almirante Butista das Neves, 333 • Die- se torne um atributo da personalidade mantino/MT. __, alma. Sabe, que esse crescimento, é um Projeto Fundiário Cáceres - Rua dos processo gradativo porque rarame t Operãrlos S/N 'Cáoeres MT. as experiências se' sucedem it "," Projeto, Fundiário V. Do Arguaia mente. Procura pacientemente, ,"""la­ Av: Mato Grosso S/N B. do Garças/MT. harmonia com as leis naturais' e ~ e':11 Projeto Fundiário Corumbá - Rua An- e com toda a Humanidade EsÍá spin uais tonto Jõao, 512 cerumb4._ Ms. tante luta, para ma@ter urn «4]"?s- . Projeto Fundiário Dourados_- Rua uma vida emocional adequada, i "i" Joaquim Text>íraAlves, 2408 Dourados MT superar as emoções negativa?' ,}9"ando Projeto Fundiário Jardim - Av: Du- mo, a ambiçfio mórbidaº a ·rai' _ ais co- que de 'Caxias, 989 - Jardim/MS. üliigde, a f@sinceridade' ~,""e l9s- cutab4 17/05/1078 te ele saiist«cão em foae"";;8n I manto das lronteiras do EU aiarga- Valdir Alves da Silva almeja t!ar maior ex rºss- • e, portanto, Pras. ComiHsão Permanente de Licitao!io. 1 prio Ser. ' P V ao ao seu pró- ,, t'- - Bela Vista 'fs. Tribuna da Fronttra # • 1 • - ---- Conheça a Nova linha de 1 E IMPLEMENTOS G I ? s /, AMA Apolinário Máquinas FILIIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 Agrícola LTDA Um novo conceito em A s s i s t ê n c i a T é. c n i c o Matriz: Rua Marechal FIoriano, Esq. e/ 1 de Outubro, Fone 139-421 - Ponta Porã - Mato Grosso DELI YISll • MS. Escritórios de Vendas: ltonio João, Caracol, Ara! Moreira, mambai, iguatemi, Eldorado e Mundo Novo. RUY S NT'ANNI PAGA 50 MIL FIRA TIO MIITIR -- CD MP N ff, I (Cumpo Orando - Correlo do Estado) Clncoontn mi! oruzelrcR foi o pre• ço pago pelo ox-smb chefe da CrJHu Clvll do governo du Mato Urosc;o, Huy S1111t' Anna dos Santcs, no morglrrnl Oro~tos Forrnz dons Santo, que também é seu Uo, JMr1L mult1 r, 110 cllu 24 do d ezernbro do uno p:rnsndo, o dvoado e ontíão u­ esor epocfal la Casa Civil, Levy Cu m­ punhi do oz. Essns Informações fo­ rem pretndus, sob juramento, pelo pró­ prlo Orestes e m Campo Grndo. Efll!a 1.1cus11çllo contra o '-lX homem forte do ovorno Gurcld Neto já havia sido follu uulcrlormentn JH lo u1,sast1lno, em c.lupolmonto r1·ehl11tlo no DEIG de Silo Puulo, pdrunte o dekg,1do da Divisão de Jiomlcidios, Julr Ce~.'Jl•lo du Silva e do promotor Carlos ,Jofio Ectu1mlo Sengls, 1le11lgnado pela Procuradoria Gorul da .Juetiçn de ~ão Puulo. Ot!11únclaR de r.or­ rupçllo, que serl1m retlus por Campanhl 11 que utinglrlorn dlrelameole Sant'Aana levRrum o m1rndunte H uma situação de desespero total que gerou o homicídio cometido às 20,30 horus da vésyer do Natal, quando tod11 11 fomlllu da vitima e prepuruva para 11 celu de Natal. Ruy Sanl' Annn doe SuatoR, que no me passado d2encopatibilizou-so da sub-cherla dn CaRa Civil (multo embora contlnuue,;e ocup1rndo seu gablnetG em Campo Grande),. eslava nu ,, u a ci­ dade nutul, Porto Murtloho, de onde re, grassou à tarde. Ao saber que Orestes Ferraz dos Santos fora preso e o eutnvu ar.usando como mamlunte do crime, ele dbS&p•1receu e allo buvla sido encontrt1- do pel~s policiais do DEIC até às 23 ho- Laura Vicuna 1 CIMP DEMDI FUI (Cnmpo Grande• Correio do Estado) Naquela noite de 2-t de dezembro, 11 fn· m!lia de Lcvy Campanhã estnvn ,.ufórirn. Afinal, peln primeira Yez em muit .. 1 ono• conseguia.se reunir todo■os familiares paro n ceio nntalinn. Donn Ro,n estnvn na cozinho, ultimando os pre· l)Brativos, quando Levy, que nbrira bil pouco o presente de um dos filhos, umn bicic!etn, rcsohcu sair na calçndn pnra observnr o me"nino, pois rc­ velnrn temer qne algo de ruim pudesse ncontcccr com o menino, em reloçiio ao tr-.insito. Na cali;.ada, ele constatou que tudo esta,·a bem e deddiu entrar na ,ua Cara,·an e moduln o eu aparelho de rndiamndor, imtnlado nn vei­ culo. Do outro lado, Orestes e Hélio o c•preitu. vam pan, ini<-folmcntc ,cquestrá.lo e depois nssas- 1iná,lo fora da cidade, levando, ninrlu, o V<'lculo. Teriam, assim, maiores probabilidades de fuga e nno 1eriam obrigados a, chnmar n ntenção de to• do com os disparos que fariam. Mas como o plano niio deu certo, porque Lcvy eslrnuhou a chamada que recebeu de Heli­ nho, Orestes decidiu !uzilú•lo ali mesmo: ele re­ cebeu o impacto. cnmbaleúU e caiu na calçada gemendo. Antes da queda Levy foi atirado no,·a­ mente, mas n bala Dilo o atingiu. E 01 dois ri­ minoso• fugiram. um pnre cad~ lado, em desnba­ lada curreiru, Desde que fora afastado da direção cio Serviço de Divu.lguçAo de ~luto Gro•sn • SEDl­ MAT • Le,·y Campanhã se preparava coletando provas de corrupção na Casa Civil e em outros órgãos. Uma "cai:.n amarela." e uma "pu•tlnba marrom- e1e ltJlllrdavu, a sete chaves, numa casa que alugara no Jardim Petróoolis, em Cuiabá e à qulil só ele tinha ace.so, AÍ! estu·am, segundo dona Iosa, as provas que seu ma:ido possuía pa­ ra divulgar o que ele mesmo classificou de "uma grande bomb11 apó;; o feotejo das festas ele final de ano, Natal e Ano l'!iovo. Após o crime, Rosa C a m pau h à foi até Cninbá paro buscar l'flll. luformações oxtrn-ofl<'lal,, contudo, davam conta de que Huy San'Annn te­ lefonaru puru o overador Garcia Neto, em Culabú, 1iedlr1do 1.1 uu intervcm;fio pum que ele níio fuss1: preso, d':lndo-ll1c: n chancA de aprescntur-ile nus próxlmar, boru1:1, O envolvimento de Ruy S1111t'Anoa dos S1rntos t'epurcutlu como uma verda­ dAira bnmba ~m Campo Grande, futura Cupltal do Mato Urosso do Sul, mesmo porque o ox-!b-chefe da Cosa Civil en­ contrava-se em plenu campa11h1:1 política, dlspulundo uma vuga na Assemblél Coa11lllulnte. Seus 11mlgos, do Edlllclo das Ri>purtlçõe11 P ú b 11 c a s, u 1 11 d u fllCU8!VUlU·6(J a ncrl'dllnr no HCU en­ volvimento no crime. O mesmo uconteclu com UlleéloR Campanhã dP- Souztl, Irmão de· Levy Campanhl, que mostrava-se tê rl..'voltudo com umu noticia que fora da­ da à tarde pela Rádio Culturn, daarlo detalhes sobre 11 ('lucldaçilo do ci·Jme, que permaneceu envolto em mlst(•rlo nté o último d!a 22, quando Oresta Ferraz dos Santo8, o criminoso, foi locullzudo, preso, em Cravinhos, Est. de São Paulo. O envolvimento de Ruy Saat' Annu dos Santos A as Jnf1>rmnçõeH de qut> a morte da Cumpanhii ocorrera porquu e­ IA estava coletando prova! contrn asees­ sores do governo, lnclus[ve Sant'Anaa, por corrupç!lo, abro uma nova crise no governo de Garc!a Neto e afeta pro[un­ damentt1 1 as pnitensões de Arena em Mnto Grosso do Sul, com vistas às pró­ ximas eleições. MI CM AI%E. 48ARE A PROVIDENCIAS todo, o• perlcnres do marido e então o sub-chefe dn Coso Ci'll, Uuy Sont'Anna requiFi­ tou-lhe a posto. a caixa e lti5 fitas. Sabe-se que entre as provas ele corrupção coletados por Le­ ')' Campanhã, estu,n umn fatura paga pela TUIU­ i'IIAT no Hotel Suntu Uoso Palace, de "Jc,iio Balão" Abaixe, uma nnotnçào simples, do próprio punho, de Levy: •·h,o é vergonhoso". Todo o mn1eriol foi de'olvido pouerior­ mente, sem qu11lquer documentaç.'lo compromete­ dora, algumas fitas desgravadas, a maioria com gra­ Ynções tle músicas clássicas e orquestradas. A f. tas desgravadas, pelo que se sabe, conteriam grn• vuções de conversas das mais variadas, entre determinados elementos do governo, envolvidos em atos de corrupção e desvio de Yerbos· f: difícil saber quem mais está envolvido em toda n trama. ilas prete111lc-1e aindo, che"ar ao esclarecimento de pontos obscuros, paro d;fi. nir participações coo.cientes ou incotacientes cm tudo. A•sim. os policiais oinda não chegnrum a uma conclusão plattsl'el, por exemplo, por que a bala que motou Campanhã não foi encontrada, ou porque não foi feita a necessária autópsia do ena­ dávc.-r, quando é J.lrimário qu<' isso deve ser feito em casos de hormcfdio, pois muita coisa pode e,. clarecer-se a partir do!. O que continham ap íitus e a documentaçü.-? Quem !erâ re•ponsahilizado pelo desvio bnvido? Para :l policia, Levy Camp_anhã foi nssrs•i- • ·nnd.i porque sabia demais e a "bomba" que pro­ metera para o inicio do uno poderia levar muita gentt a una situação delicada. as eles confiam no governador Garcia Neto e tem certeza de que ele, já •abenrlo de tud,, isrn, ,letcrmin:irá provi­ dencias para apurar muita coisa ainda não e.cln­ reeida, principalmente desvio de recurso• e a impl1CJ1çiio de alguns elementos importantes do gover.no em folcotruus muito pesadas Laura, eu preciso de você, ajuda-me! H'ça por mim no be­ nhor. Lu confio 1nu1'0 ul!. +ua [terce-ão. N ceasíto de ... l1t-u Deu;,, Puf. fllbo e Espírito Santo, dai confurto Também aos que c.bo­ ruro; Iuruudi eaperu nçu noii corações descrentes. Dai-nos, Senhor. a fe, a confianç, a eperan- ÇJ, de Luuru! . E fazei qut• rOJll, ,JUtHI· to antes, declarada su11 h1;1111lficaçüo parn Vossa Gl6rla e paru o b;•m da ,Juvem,ule! Mlnlstórlo do Exército 11 Exército 9 Região Militar 4 D - 10% RC "Regimento Antonio Joün" EDITDL De ordem do Senhor Coronel Orlaodc, '.lentzln­ gea Comandaute do 10º lü>gimento de Cu V!ilarle, torno públlco, para C()• nhecimento dos !ateres­ sados, que ienilo r6cebi­ das no 16? RC, pr pos­ tu;i para foraecln,ento de unlm'lls hubllitndos á re­ presentar o Exército em competlçõe@ bíplcaB de imito ele obstáculos. As propostas deverão ser l'ltregues tmpreterl • velmente ao dia 10 de Ju'ho de 1.978, precisa­ mente áe 14:00 horas. no 102 RC. A cópia do presentf' Edital poderá ser obtida no endereço acima men­ cionado, Pm holárlo nor­ mal de expediente. Bela 'lista, MS, em 26 de Junho de 1978. Miguel Angdo 1'el­ xeira Pedroeo . Cap Cav PresldP.ate da Comis­ são de LIitação. COLUNA SfiCHO-MO-IE Paluna do dia 9 Ac- n.o 86 "Após uma Desgraça vem 0mm' • O prnsnmento, além de concretizar o seu conteúdo no mundo dos formu, ntrni e concretiza srguidamente vários outros pro:;rnmn8, (aconteci .. mentos) da _mesma frequência, dendo à lei dn ''n.trução dos semelhantes". Os antigos. que conheciam iotuith·am:nte esta lei, disseram: "Após uma desgraça vem outra". Quando acontece uma de,graça e u pesrna fiCJ1 com o pens-nmento triste. vem acon­ tecer •eguidomente outros fo. tos tristes que se sintonizam com ese pensamrnto. Por is. so justamente quando acont. cem infelicidades é que deve­ mos nos livrar mais depressa dos Pensamentos Negativos. Reuniões ni 2·a fe.iras 19 hs. Huu ~onto Afonrn 1R. Alvares Cabral O Clube Recreativo Estrela do Apa, de a Pesca, Tiro e Acmpamrto, B ,ll!Ç,i vº1at'1 , ., é UUll e.n!ld!ld() 1 de {' Pq " • + civil fundada mn Janeiro de 1974, com d. n rua Sebastião Crspim do Igo, ;~ ar ando 200 soeio. sempre e. tá fazendo reuniões. a fira de uma 1 ( f 'LZ"r chl.'l!ar ao conhedmcntn pa et< ra, , ., , • , d e de +eu: nsocfados u» mtol08 (1J () governo vem empreendendo com u f­ lidde de preservar nesa faunn, ter­ restres e nquátleu, js bartante escassa em virtude de 11111118 Dnrnllalros caç_uúo· res e pescadors, mesmo no,; que v1vorn 1 , cldnde íJOlll os mesmoi, faz .111 nos a , , [ , t · l t " à caravana de ora rn- eonve a fauna. Azo zendo O Pxterminlo H uossu LI ª , :: • ra todos os habitantes de Bela Vista eR!ão sabendo que a caço csltl pro1l••da por dipoi'ivo governamental e awrim mesmo ainda tem elementos desobedlen- tes que inda etüo matando os unimais. Ainda no dia 11 deste mes, entrou aqui 011 cidade uma caravana, daq:il me,mo, trazendo uma anta morta, na carrocerla de um Mercados, côr vermelho, Isto co­ mo para fazer pouco das autoridndes tlocnrregadas da nscallz1wao à caça. Se- ria de bom grado n Secretaria de ,grl­ t!Ultura do E;itt1do criar m•stn cidade um po.,to de fülcallznção p.lli: se isto acon­ tecer, dito posto terá grande colabornçllo por parte dos .f 12:endelros, pois os mes­ mos sempre eFtilo a reciumar contra aR caçada~. invasão Je propriedadt', tudt, ' cúm tamanho desrei5pt!it'J uo que é alheio, itinda mais uma leva de oaçudores clun­ destluos noturnos que entram nos carupo;, da!! fazendas matando toda espécle de animais silvestre;, tirando a pele e a pe na, levundo para o paragual, fuz&ndo con­ trabando dando um lucro maluco parot os negociantes da República do Para­ guai. B de tamauhs necessidade ter aqui um órgão que possa dr combate ao a­ buso e desrespeito às nous leis. Aqui tu nto pescador como caçador. não pro• curam dar apoio à entidade fiscalizado- ra preferindo uch;ncalhlir e mencspre, zar às mesma.-, é grande o abuso de rê­ des, tarrafões e arrastão tudo o que ser­ ve pura depredar, é o que tais elemen­ tos procurem w,ar, ~ ne1:essário que o Governo do fatado, pela Secretaria da Agricultura organize um posto aqui, afim de que possa e fornecer as carte.iras de pflscadore!' amadores e também o~ '· Regtstros de embarcações pesqueiras. Até aqui fica a verd:..de, pedindo providências. Josioo Pinheiro na agropecuária . O_ Banco do Brasil aplirou, nos Cl'm p.ri- meiros dius deste nno, 6.QIJ0.000.000.110 de cruzei· roxs na agropecuária, particularmente nas sna quatro principais rubricas; cust.eio investiment.O Proterra e PolocentTo. A aplicaçãc representa olXI 10 <;!emento dr. cinco por cento +obre o s.aldo de Cr:; 09.000.0J0.000.00 apurados em 31 de deze.mbro pn,sa.do. té O final do ano este ,aldo de,·er:í elevar• e Cr 130.000.i00.000.0, segundo as esatfsia» Banco. Considerando tais dados, com os re tornos dos empréstimo, contrntad~~ ante,riormell· te, o Banco do Brasil nplicará en, termo, líquido; " ,";ghr! ± doiro, rio sai. sr Cr · . l.000,0U p t l BANCO DO BRAS'IL j intensifico investimentos