fum}ádor lvaldo Pere1_ra __ ".,_I __ A_n_o_V_ll_,.__N.o 294 9a16-7-78 
-- 	-------.!.---- 
1 i- m tt ~ 
Frsbl. 
l)urunl1• :1 Copa do Mundo, reull­ 
lUdu na Arge11tln11, oucle u Hcleçiio do 
Úrui:11 cous,,gulu ur,1 l1onro,;o 3'' !ugur, 
jJt'l'IIHlUOC()l!!lO lnvletu, uco11tllee1'am fatoi; 
ril[!llüll rl1• n•~l1;trn: a rlerrota 1111 ~eleyüo 
poruanu l'rcuio a da A1·g(rnt:na por hxO; 
0 
cn1p1110 da seleçüo do Tuulslu !'rente 
d da ,lorru,r1hll, o comi>utado ''ataque" a 
ccncenlrnçllo branllrlrn por lel'l'orlstnt:1 
~
1ou1011ert1R (segundo comentários ele 
ctuudlo Coutinho) , o fUl'OI' da torcida 
Argt>ntlnu, mas uem todos o~ses (u toll 
1:on~eguPm supJuntur o "pol.Jlr.ma do. 
iurngem clu telf>V!Riio morenn rm Bela 
Vista" O beluvistense estuvu desespera- 
ffi) 1 ~l ~ [fil r J 00 ~ 
0 
l'arufrn,enntln Iluti,111 Cmtódin, a grande o 
litlào é n ,lu homem conlumplandn, ,ôzinho n pai• 
;u~r.m de tudo acabado "Ili ma ,·ohn. Não é u so­ 
Ji,lüo duqudc <JUC corninha, perdi,ln, na indiferen. 
O dn muhidào de rostos estranhos Nem a solidio 
de quem revê, entre os vultos que po, oam u:- lio 
ras murru,;, u doce presença de um bem que t-c 
foi patu st•mprc. Solid:lo mc,u,o é do homem in• 
teligente obrigado a conviver t·on1 u prcpotcncin 
,lo:- mtdfocrc~, lcncln d(• suportur caindo o ton­ 
fro1110 da c;tupidcz, 1om111,do parte no debate das 
_nuli<la,les e nlé mesmo (clu Arena) forçado n 
11plnu<lir " lriunfo dt>A tolo," Umn briga entre 
,erendorcs e prefeito é uma fot,, comum, nos 
ruunicipi,,, onde a oposição (MDB representa a 
Dia 7 pp, nos sülõP,i rlo í'lube Pa­ 
roquial, foi realizado o j:rntar fe&ti·,o do 
Rot!!ry Cl:Jb de tlela Vista, na oportuni­ 
dade tomou posse o novo Conselho Dire­ 
tor do triidicio"nal clube de Rnviço. Pre­ 
sentes a reunião 05 convidados: MM Juiz 
du Comarca. Dr. Osvaldo Ram1rnzini; o se­ 
nhor prefeito municipnl, Dr. Ruben Alber­ 
to Abott de Castro Pinto· o Sub Coman· 
daute do 10º RC, "Ten-Cel 'zall de Araujo 
8 
senhoru; o comand!lnte do Destacamen­ 
tEpo d.t' Bella Vistu-Pari:g:iai; pecuarista 
. aminondus Escobar e Sra; pecuorii;ta 
Tibi Loureiro e Sra l.Jancârio Genil de 
Assis e Sra; empr<'silrio Millon RoJa e 
Sra, genitor a irmãos do novo presidente 
Garibi:ldi c!a Rosa Neto; Dr. Hdroldo B&r· 
}e Sra. Teacate La Franchi, Dr. Fiori 
• urano e Sra .. e out!'os. 
o e 
do 111fo 11 la aAslsllr u Copa uo vivo. /1- 
zuem deveria tomar providências. Ai eu­ 
tão r.omeçou a ''via erucis". O pobiemu 
televlsüo "irou novela. Com maior Ibope 
do que o O A~lro. Muitos se envolveram 
aviõe1; foram alugado~, candidatos a de• 
pulado promelnum. comissõti:: se l'uru.a· 
ram, pedidos foram feitos, mitos culpa­ 
doE; apareceram, muo a imag<·rn, d•· vez 
em quando, dava o i,lnal ele ,u11 graçl. 
E o boiuvt~t,•n;;o ass1s!lu a Copu a prns­ 
taçfio. TJm jíu a imagem I i;tava b(1a, em 
c11tro mal dava para ver a bola. Segun­ 
do o prefe.to Cai,o iiuo, a luação 
seria r.esolvida após 11m contuto aom o 
n1niorÍíl, N;io o (· qunndo 0:-1 vcrcndoreP crn sua 
l,!rnndc 1naiori11 reprer:;cntnrn •> partido do Gon·r• 
no, Rm Uela Vi•ta o prefeito é nornca,lo. Existem 
sete vereadores da AHENA e doi• dr ?11D8. O 
prcfrito foi c,r.olloi,lo pelo Diretório r. com apuio 
inc::trito do:,1 atuaiij n::rcaJorcA e alem do mais, 
é General dn Hc,crva ,lo Exércíto. Poi• bem •·;!e, 
Vcrcadorc:1, ntunlmcnte, co111 raras t!XCc~:Üc!-1, corn· 
b 11cm o prefeito Cn,tro f'ioto. Uma Co111issiio dt: 
ln1]1•éri10 c,1:í cm pleno andamento. Os vat'ndn • 
re~ ulc~am Corrupção :ulrnini;.trutiva. A Cànrnra não 
possni verba parn dlvulgnr nu i111prcru•a, 010.0, 
oficiai& e quando necessita de iruprcsSJ:' é urn 
Deus nos ucudn. Alcga111 Ol' veread?rcs que o 
Prefeito Nega quulqutr verba •olici1acla, uté mes- 
TO,0U POSSE O NOVO CONSELHO SETOR DO ROTAR! .Jl 
1 
SAUDAÇÃO 	1 
O presirtentt:= füluardo Ocariz, s .. u- 
dou ::s convida dos, traçiindo um breve 
perfil do presidecte eleito para o perío- 
1078-1979, Garibaldi da Rosa Neto e disse 
que "no mundo de hoje 9 atuação de Rn­ 
ta'ry colaboro. para a união dos povos e 
a integração das filosoflas." 
Disse aindn que ' dentro de suas 
limitações, inerentes a todo ser humauo 
procurou dar o máximo de si". Agrade­ 
ceu a colaboração doa companheiros ., 
citou o trabalho da CAS. O, A:IZADE 
e suas abnegadas integrantes. O presi­ 
dente empossado, Garib::ddi da Rosa, 
muito emocionado enfccou "a n~cesr,idu­ 
de da uniàu de propósitos para servir ' 
ainda mais a comunicJ.1de belavi;:tense 
que atravessa um período onde o trabalho 
Dr. Carlos Edy Sá Medeiros 
OAíl- Mt. 616 
Dr. C yrio Falcão 
Advogados 
Caus11s - Civis Criminais InventárioL 
Il Trabalhistas 
ua Rui Barbosa, 2?74 C/1 
~ampo Grandd 
7

7
ua Sebastião Crispim do 
-.; 1 Bela Vista - 
G'lvi:-rnadut· Ot1rcla N, to. Tudo ,e, , .... li• 
mia l.'rn mudar 1:1 ap 1rnl'll11,!"'11" t'IJl•H! l!· 
transitorizados. Pata isso et ÍJlll lJf'('•• • 
úri: quase 390.00.0, Pais bem: o se. 
nhor prefeito foi a Cuiabà e consuiu 
junto uo Governo '.lo i':i:lado o :tuxill<' 
tot:11 para es~us tr,in1=forrnnçõ,•,., O l'r:­ 
g-enheiru da TV ~1<11·t:nn ju !'lo cn,·0nlr,1 
em Bela Vista e o problena da imagem 
da TV ,1or·en11 c~l:i resol..-illo. dPilroltívn­ 
mente. ~oi;sos 1Jgruuccimenlos 0•1 Dr 
Garcin Neto e uo prefeito Castro Pinto, 
tal ieiz ua uuveia a l i 4o <:IU , 
Bela VH,ta" . 
mo as cJc direito . .A ... di't::q!L:nt·Í.l .. cxi,.fern t· o'ºº 
prc-cii:a :-:er i11form:.dn .. l- criticas, de lado n ado, 
untes veladas, começaram a 4parecer para o granule 
públicu. Umn do- vereadore-, li pouco- dias, -ali. 
cnlou (particularmente à Trilua) que r-te ano 
Político. o prefeito de~ t'ria 11r1,,·t1rJr ,,.-  t·rt·arlon•.: 
que divergem de sua política para Unir o P:irri,io 
e riparar :.H ure:--tn,;. Foi tHn..i :1titude diga do 
vereador que já sc•ntiu u neve--idade de-ta Arena 
de,:;g-ai.lada F-C unir em atitude- lógicas de partida­ 
rios de uma mesma filosofia. O- ol,-rr,·.1durc-­ 
mais bem informados garantem que o offoire 
coutiouarú poi:- ning-ut-•UJ qut!r ct'dt'r UUl ruilíruetro 
quf" !-Cju. Ai então, a continuar e-e e-talo de 
coisas, é bom meditar a re-peito das pdmcira:;; 
frases de-te artigo. 
de todos os seus filhos é fato!' ímportau­ 
te," Eru dado momento, enfátieurneole. 
di,:se que ''Rotary é o cadinho de espe­ 
rança oum munrlo conlu!'l.Jado, onde 
as filosofias se cbocaü1 e us umhiçõrs 
desawdidus levam a atitullt>s radicaifl." 
Citou o lema do novo Gov~rnadc>r 
do Rotary: .. a~ mãoR e;;tendidas esperam 
outras mãos ... " traduzindo uma filosofia 
onde o altruísmo é a Ili.Ola mestra. O 
Rotary Club de Bela Vista reúoe um 
grupo heterogeneo, on!e o desejo de ser­ 
vir supera as diversas cnrrentPs e ten­ 
dências. ~a ocasião o novo prêsidente 
empossou os integrantes do novo Con­ 
selho Diretor, dizendo que "contit va com 
todos para trabalhar e dar continuidade 
ao trabalho oe Rotary. 
(Mais detalhes em Rotary é NotiBiaJ 
1,. ,._ 	.. / 
1 ,) 11 l (l 	r 1 IJ 
I} r t " ~ ,,1 
ttp»to rtvolrre«entoe f»o t a 
T.r,, l tanhs, o jornal t , 
rhmeode B'rira fale. 
fe da tas tril do Governo 
do l-ado de Mao ,ro+o, 
1•'t1 Jt('11 .: l!l{l,fí•, fl.(1.C.l 
111'),1 t ftY:  i t i  n}t 11'ú, _d 
1 ['' rln11: 1nl,·, r.'!.• fHt·r- 11•111 
una fita«dlea, drementida 
s to»iriso«e divulgadas pelo 
1.( .)q .,,. j, 1l l• ti I P"•'""'"' 
lritu, verto ponto, 
que o d·tique dado a estas 
l?lllitf'! !e·e ao fato de!e 
«r andudato o n+do lede. 
ra{ lo mvorr to da ntre.­ 
ta v.letra, o hfe da tUa»a 
til otaa aomopsn'lo le 
ária exprrs+e»s pulitias e 
u,fnqii-lrnti,u, Jn l.-111do, 
i>t•rn e c>mo d,· i.11 .. : f dh.,, a d 
v,gola Ana C«e!e·te, que É 
1-.u 1 :1--1·--l,r ,, e) -rn ;!•'11ro.1 n. 
tenhriro Sio de Ar@jo 
a tro e eu flh, .. P<1!,.'..'-"lllieirn 
Ar«chimule« Pr«ia !isa 
J 11niur. 
Ci:lri' <H pn· ... <-n'"" t·-t.1- 
,111ll L1111lwrn, ,, dr. C.nrlr,-1 J,1. 
r1{· ;,·t-linn  Í(·irn. clit·íe dt• 
gabinete do governador 'o 
l-talo a diretoria do edito4t 
chefe de gabinete, a-e .. •nrf"➔
e diretor- dos irios órg os 
da Ca Ciil. O compareci-. 
111,--nto ria imprrn·! tr11nbem 
foi rottal i1H·lui11do •St~ <'Olrt 
<,.. prr-t't1t,~.., j(Hfl,di-.t:1,; do 
:iul do E-=t:1do. 
INTERESSE 
Depoi- de rclstver, de jor­ 
nal e punho,_- mn-mnuaor> 
d "oral da Tarde" ojurna­ 
li-ta Arehimeds Pereira Lima 
,,firmou qw·· ,·ui utilíL.:tr a_I.e1 
d· Ire-a para form!ia 
:i ... ua defesa m JUlZO. Nt ~1t.: 
ponto, fez que-tão de resal­ 
tar a -ua vundião de jvrna­ 
Ji,tA, tendo corno rt:'!!'l'"l,ro u 
número dois de Mato iro+-o 
,·iurlo l 1) ~ o de p o , s cl h 
jornali-ta Jaye Ferreira de 
' .;-cm:1:elo•. já f a I_ e e I d o. 
Pro-;.;e!...ruind<,, <:oru.JJlt<''1U no-, 
pre,enle ... qut" 0 ~o .. ,eru:i.dor 
José Garria ~ell> ~,ta ernpe· 
nloodo no esdaretiment? do 
cnrn, t.:ndc,. a propó-ito inte. 
resse de e-gotur todos o fatos 
po--íei-. Quanto ao reflexo 
de--a- notícgs nas prova 
eleições, o chefe da Ca-a Civil 
hi--e que a- possibilidade-_da 
,HE::'ir auruPn<nr:io. P'"~ hn1• 
ri comprovada a verdade do­ 
fato-, todos eles baseados em 
circ·LirHt[1nd:1::. que não desabo· 
nam o partido : it n..idoni,,.r,:'· 
•·O que=,· oh•ena • fruon 
(! urn !'en-:.H·iunuli.=mo á- coF­ 
t.- da honr:i alhein. uma cam • 
panha d, tentativa de ?e,_m,n_: 
ralização que não nos atmngra. 
O dr. :rchimede~ Perti­ 
ra Lima entre!!nU uoe jcrnali .. ~ 
ta, fotocópias 'de document.""" 
oficiaid qac desmentem as_ a­ 
eu-ações feitas pelo vespertuno 
paalista, inclu-ie_as reclacio, 
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1 t•~ta (' opiiif .n do ,1I llct1flf1!11 P niio do 
jn1·n11]) l'hf><•l'l!JTlnF< liJP< ri:• •·:i1,:ru11111 lllôíl- 
1.;lg'í'lll i!P Jlpl;1 'lt1la·•. 
FAL,NIH> I,:,I ,IO!tJJ, 
Po111•0.~ 1,11llt'lll fJllf' a "•· eolu ,J,, 
no+so Te@ ator.Chefe loi o jornal ineo 
ti· ~·lar<;o, l'<lii::do en; Goiia p lo jwrua­ 
l.ut11 llt1llill11 <'11,.1ó11io. ]·:Ir h(líl1j)I'" J'ula 
(jll•' 1i.1r.11111{11l<1 (!;,v<· A•'t' 1·omn l' Cim:o 
(I(' ~!111 ço, 1111114 fjlll' d •vfdn a lllll'l ,.;érlt• 
f!r• pr11hlP11111s, 11 "1·i-lllo P P~q11t•mu 'Ui­ 
PI 1'1<11rl11I ufw p•>d•• Hl'I' 11pll<•ailo 1111 Trf­ 
l1•1nn. l'aroc(• q111· 11gora v,.J dnr. 
C,1 l1·igo, cm jo1'1111HK1110 n/o suhom, 
rnn,1 1H•nwnli1fo rlt•~·e Hll' 11111ts Opínntlvo 
do qu,• nollt:lotrn. E nquPlu JH'glÍclo, dnr 
n 11oti<:í11 h1!ü1•pn tirnrlo. , inl'urmução 
pura 0 1:lrnplr-u l:lfio r11c111·gcA dos jornais 
l!ihrio~. ~c11111 núrlot-: F:io jornais de opl· 
Hiõrt-:. t:ieg-uom 111ul11 a escola do jorna• 
ll~mo fruncêi; <lo qur o americano (só 
lnl'ormn, n!io líllurpretu). !lacuna nl~so 
tudo é que a T:'ibuna da Fronlrirn busca 
i;emprn ur,rimor,1r sun liuha e aprrsoulu­ 
çiio grúflcu. O grande consolo é que o 
nosso jorn'àl é considerado um àus me­ 
lhores no lnterl1Jr do Estado. O leitor no­ 
turá uma grunc•e diferença a purtir de 
julho. E o nup11f aqui. possui grande pur­ 
celu de "culpa" nesta murlança. 
p 
••• 
PREFEITO 
Hú pouc11s dine conversamos com 
o Dr. Cnslro Pinto, prerett<> municipal, e 
o mer.mo dls!'e qtw o senhor Governa• 
dor úo Estado pt·Pstiglará o aniversãriu 
de Bela Vista. N1 ocafllilh ficou d,'linea­ 
do que publicaremos urna grunde rrpnr­ 
tagem n resprllo dt< sua ndministrnç.1o. 
Esta reporla~em sairá t:>m duas edi,;ões 
Uma parle na 'diçiio do Jiu 20 e a ou­ 
trn nu edição posterior. 
AINDA O PREFEITO 
Quando publicomos "uqueln nota" 
n respelto do prefeito Cíifltro Pinto, elo­ 
giando u sua admialslrnção e escla1 e­ 
cendo determinados fatos. um político 
"influente" na cidnde 1:omentou que es­ 
távamos "pensupdo nu edição especial'". 
Traduzindo em miúdos. Estávamos Publi­ 
cando 11 nota oensando em Faturar a 
Preft!itura. É, pois é ... O mundo é habi­ 
t n d o p o r p e s s o a s hone11ta1.< 
e d e s o n e s t u s. Por idealistas 
e aproveitadores. Por homens que vivem 
a vida como missão e por homens que 
passam pelu vida. Estamos no primeiro 
quadro. Há jornais que mio ~e v;;ndem. 
Não será p6lo fato d'l Prefeitura Munici­ 
pal publicar ou deixar de publicar maté­ 
rias pagas na TlUBUNA que iremos cri­ 
ticar il,just3mente o prt>fE:'ltO munioipãl ou 
promov11-lo mentirosum1rnte. .inda há 
l
1t:Dnr, f'L!)!I l:l it, 
peson que "não conhecem a linhas do 
Jnrnnl". l•:-1amo" rar111:1
1l<1G dt• r,•p•'
1
11 
c1'llflt<-1nrH1 ua lula, uo warifilo, na t • 
ní1111.;ia, no t1:1balho íuin'.C!'l'UfJlo. t:o!J1,i­ 
muri da l'rf'r1-llel/1 '1u11!C'lpal Hl))ll qu-111• 
tlc1 lt·r·ittúrfa para pullll<·lr tr(•~ fif•c,l11
1
11 
11 
re.ipC'íW dn arlm111lis!111ç,10 r: 1•1ro /'111'••. 
l'1)11HU1110, 0111 fll'l11 Vi.,11:1. Ou1nrfo " ,. 
nhor prefeito resolveu fazer a repor 
tgem, infortaoues que ottia de ei­ 
vulgar nossa elhude, mas que Infelizen 
lt· 11 v,•!'llfl p,1ra divulga(;flo 111·:1 IJllU(' ,. 
S1•guln!lo o no•a;n princípio 110 traiJ,tlllar 
JJOI' Ilda Vi«ta 6 por +er u oen1ião um 
luta espeefl, resolvemos cobrar d Pre­ 
feitura apeai o confeee de elichés. 
As reporte·nus sairão $3)10112)}}1 
para n n11111i
0
clp11lirJade. C,o,n:•rr;i11l111c•utc fc1 
liJ'll mnu lll'f!Úl!IO, m111; ,,rro viVCTTIOl:i (!()Ili 
o rllnhP!ro no crrel)l'O, homoi; movfoo,; 
por fdo:tlu. Cr,11ttnunm'lR com a mºflílla 
oplnlfio: Poilticament1•, dlscorclamo~ dl' 
luns atos do i;enlwr prefrito; 11clm111!~­ 
trat1n,mcnl<', C0!11<!rl(
1
J'Ulíl0íl a lillfl nr!IYl)~ 
nlstração multo bona. Nossa intenção e 
rilvulr,ar 811h1 Vi,ta. f~ 1110B!rur (]Ul' i-lfJUI 
tnmg trabalho+' rr ,rilye oor ·"" 
cornh. Nf10 fit•I, se IPll1.mentc ou ln[~li1.­ 
mente, mn nssim foi, assim BN'ú, pois 11 
noRfil m!Rslio está ac!ma de tudo e, qu;-111- 
do d1ipoadcrmos de "v,rnder 11 not=t;a u­ 
plnl/lo" plll'ü mctnlt:r o jornal, rai:gnremo,; 
uou carteiru de jornaliRt:1 e encerra- 
1'('1110~ as ntlvidat!Ps. 
POLITICA 
lfornc>ns novos estilo fka ndo prema­ 
turamente velhos de tanto ódio corro­ 
do por dentro. Se i11ll'I''Puho pela con­ 
córdin nns hostes urenii;tu~ (leia.se: D1 
rPtórlo - Prefrllura • Cft11111rn) mio é por 
temer que qualquer pri>íelto, deputado 
vereador, corte us ralas parcelas út> pu­ 
bllcl<lade oficial. e ortar, cortou. Se a­ 
ctonurem a perseguição (tiíu prometidu) l 
jogo o povo na frentP. $ofre, se s0frer 1 
neovaHlfldo. Não 1:omos feitos só de carne, 
m:rn de lutas, A !RENA. em Bela Vist 
e,-:tá <.ividldn. E com a viõila do gover­ 
na dor Gurcla Neto. di>1 "20 do corrente, 
os politicos deveriam n proveitar a ocu 
s1ilo para mo,;trar ao governado1· qul' IJ­ 
qul tudo se resolve cor,1 :liúlogo. Pelo 
Bem da ARENA, pelas eleições que se 
aproxima.m. Pela vitória. tão solicitada 
pelo General Figueiredo, futuro presiclen. 
t1:1 da Repúbl!crt. 
---- 
CANDIDATOS 
Com o triste fnto ac0ntecirlo com 
o DR. Rl.i"'Y SANT'ANfü DOS SANTOS, 
ex Sub Chefe da Casa Civil,. parece que 
em Porto Murtinho subirá a cotação do 
be.JavMeust. Ely de Araujo füubosa, 8t' 
realmente ficar objt livada a sua candi­ 
datura. Q cun
1'iiuto perteuce ao esque­ 
ma BAREM-PEDROSSIAN que naquela c;­ 
dade é um grupo multo forte. Para con­ 
correr com Ely, em Porto Murtinbo, os 
··ortodoxos" coutam com Lli3INDO DE 
ASSIS GODOY, de Aquidnuar.u. 
DIRETÓRIO 
O diretório da .RENA está muito 
disperso, cada um puxando por seu lacto" 
comrntârin de um integrante do Diretó- 
r·ln <
1 
t .' 
1 , .. ,tti. l 
1 ,nL 11 
j ,,f f .• 
iaita4o put 
(J{/ i 111/J ) 
ar o nome de Eu! » 
i,a d<; J x1 r:un tJ. 
0000 
C011:5:5,  E~J•E('J,l. DJ•: LQl
1flHTO 
Alguns vereadores lançaram _um.a sr+10 
perigo-a contra o prefeito ·tro i into: I!GL­ 
L,ltll),l)E'i ]NISTIATI A. A to»i-üo 
Especial de Inquérito eti em andamento. 
Espverato- que o verealore- tentam ·ub­ 
taniado com proa- irretorquivis a acu;ao "e­ 
lo n,m ,:ond<·tlo que o prefeito C:t-tro l'u11_n :-L'­ 
ria incapaz de utos corrupto-, las cov·teriam­ 
um erro tales mais grave que a cu-acio do- e­ 
rearlorl'=- t-l· adot.'l-•t.·1110.:: o t:Õfllthlo camird10 ,Jo 
silêncio, fingindo que não e-tá acontecndo nada 
() povo está na escuta de uma re-posta, que nio 
c],.,,. trnz<:r :ipcnn-- r, c.:-clan·1..•,m;•nto ma .. r. do;e 
certa de severidade para eliminar are-ta que m11- 
cubm a; cntru,b, e saída que k,uu, à AHI•::'.. 
Tribuna da Fronteira 
- SE:1ANARIO -- 
1· UND A D O E ;l 10 I 2 i12 
Dir,·wm ~lnria Estcb V P.-rcirn 
Hed11tor-Cbdc haldo Pneiru 
Departamento Cona·rc:ial: Ahnro .Pereira 
R,·rlado ,dministrad10 e Oficina-: 
H. Duciuc de Cuxio, ,Ín Bcb 'i,ta :!S. 
ASSINATUHAS 
Assinatura Anual Ueb 'i,1:1 CrS 
Dcm,is ~lunicipith CrS 
Ora&ão do 
sitito Santo 
E-pirito Santo você que 
me esclarece tudo que iluri 
na coJo .. ,, ... 1·,nninho:- para qu 
t•u n1 iuj:1 o ,n,•u ide:1L , OC't· 
qw· wr d: o ,k,m di,·i110 d,· 
perde.ar e esquecer o mal qu 
r:iP Í.1Zl'111. e que tordo- os n­ 
t.11:tt• • de minha vida e-tá cu 
trigo u quero este curto dii 
lo:.:n. il;!t,Hh-c~r--lhe por tudr 
e confirmar amais uma vez 
'UP c:t nnnca ,Jut·ro mt: -c.:pU· 
r:1r de você por maior que +e • 
ja a ilu-:o material não eris 
o rniuiu:o rla , 0111:tde qut: s1n· 
to de um! dia e-tar cor: ,·ori 
e tolos 'l:- rnt•u-. irm(ir,.. nu 
~lóri::t l't·rpétu.1. Ohri:!ac.la m:.ti:­ 
um:.1 ,•, .. z (n pr!-'0:l. clc,·erú f:..izcr 
t·:-t:1 uru~·:io :i diu" :::eg-uiclo::: "'l"nt 
fazer o pedido. D,:ntro d~ :l 
dia- erá alcançada a graça, por 
niai, difidl qui: seja) publacu 
a--im que receber a graça 
J1.E.V.P. 
Leia e assine 
;IOJ,0{) 
250.00 o Jornal Tribuna 
Tribuna da Frontcir;i i, una:i publiação 
d:1 Gráfica,.. Etliror:i AP: 
CGC-IF: 0:t?Jl266i00Ul-90 In-,·. E-L J.~059~:S 1·31 
Diretora Proprietária: Maria E-tela V. Pereira 
---------- 
de AH/1AD H. 
. PONTA PO RA - 
da Fronteira 
HAIDAR 
L•mu O:·ganiz·1çilo AH~lAD R. HAID'R pum servir Ponta Puni e Região. Secos e Molhados, Lati±s, Panelas de pressão, Lampião a 
Gás. Tritul':l•lor ,fo milho, Ferramentas Agricolas L' Aluminios. Produtos de Exportaçàu dat:' mais u[c1mudas marcas. 
[xporladora C l l r E R tem o melnor preca de Exportatão para o Clien!e ExiQErrle. 
Aramem C li ~ u : Rua M a rec	h a l flrium, 8 N ! fure 431-113l 	fI,#t.':n Iir:. % u f.:amh .1 f lo r in n o 
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0 ) , foni 
431
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1310 
M ATO GROS C 
uUll 
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n

oBRIG DO . EU 
DEUS 
)brigado senhor pelo 
m"u .1n;:rrl'1••!0 l:l'll ;.A ' 
qu,rndO 1_1.., luol% Clli· 
(loíl nuG !llll'JOtuu. 
Pelll nJlnJw 111!--nleM,dlu 
(jlHllHlO IHi l,HllWJ em 
desespero. 
Pelo meu andar eom- 
1J!JH81tdo 
' quundo hn tantos zi- 
guezng-u,,u1Hlo peiaA ru11B 
Pela minha vonludC' de 
traholho. 
quando l1(1 tantos 
que 111endlgn m. 
É suprema a ventura 
de poder voltar ao lar, 
quando bó. tanl1rn 
tare~ dcsfclto.i. 
Dormir ugussalhado 
num Jeito 
quaudo muitr,8 ja­ 
zem 11r, ('fm,•--:n l'r-lo da 
calçad:r. 
Como e bom Senhor, 
sorrir. amar e ser util a 
outrem, 
quando tuntoi' cho­ 
ram, moltrutam e süo 
luútel~ para si e mira a 
Eocledade. • 
Como é bom Senhor, 
obretude estar sem be­ 
ber, ter liio pouco para 
oferecer e tanto pura 
ngrndec1:r. 
Como é Maravilhoso 
Meu Deus, Ser A. A. 
Questão de Lógica 
Eu ilevin cumuha~ um vc­ 
lerinário • dizia um sujeito - 
pvis lrnbnlho corno burro me 
ilimen10 como um pássaro e 
,ou rrnrndo como um cilo. 
Coieati de Loucos 
- Você é capaz de rnbir nré 
0 
leto por esse facho ,!e 
lanrernn? 
- Claro que sou! Mas no a­ 
Pague a luz, seuüo cu cai<,. 
O prr• ldcn!é cio 1-llnrlil: t do Jor 1 
llta Protis iunis do tato Groi o, do 
qual Hui é filiado, condenou violrntamen­ 
tr> o '·Hin ,·,clo11 d i•nno·· qu•J '(IJ, 1•:. ,,, l 
feito em torno do envolvimento do ex.] 
• 1.1t1lH:bl'fu r1J Ca a Civil, em nota olid, 
cli tribuld à Imprensn no di 2» ú!timo.] 
Eis o que diz u nota. 
") Siudleto dos Jornalistas Pofi­ 
+ionuls de Muto Grosso, unte os ente­ 
<·inH•nto' que ('Jll olVt'!lJ (J flOflll' uo ,Jo.­ 
alista Rui Sun!'Ana dos unto6. Do e· 
pis(ódio "Levy Campanul!", ent ·e 1o 
dever de adotar posicionamento coerente 
corn o espirito de clas e e co,n ú. é!lcu 
p l'O fifJ!!f o II ai. 
Evidentemente, não compete uo Sin· 
dlcuto t,ntra1· no mfríto du ,1uestJo. ls:,.o 
çompele à Justiça e sômonte a elo. Hui 
Saut'A11n:1 dos Sant.ofl ó um dos nwm­ 
!Jros da clt1;se ~ jú foi, lnclu:ile, adm!· 
nll<traclor do Sindicato. Em qualquer e- 
íl 
lnocenre, até prova 
Dr. JOelson IVI. r€:ÍXó(O 
-Advogado- 
Causu& Civis e Criminais 
Rua 1.o elo Ma!o S/N - Jardim • Mts 
a. ivaa Afonso ta asta 
Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Hun Voluntários clu Pàrrin. 376 • Fone 210 
Bela Vista Mato Grosso Sul 
O. FIEI M.URRIO 
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Consultório: 7 às llhEi 
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de Saúde e Funrural: 
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Dr. José Atanasio Neto 
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Fazeada 2 de Ouro 
Guia Lopes da Laguna Mt. 
em contrário 
, • ntJ idade m compunhiro merece a 
solfd ried!e da e! e. 
Lto é fundam talmente ético. 
'Las utave!mente órgãos de ipto 
a do 's io e do País esquecer r 
lt.e, qu 1 ge o catgora exer- 
h, ando ao ticr os ú!timo aconteci-. 
mentol relacionado con o "Caso Cm­ 
p nth", Alguns eheuram mesao a acu- 
• r o comnpenheiro Rui ant'Ann: do 
!-i'l0to .. T I pr'lci:dimonto n:'ío coutrnti, 
'..lfJOIH•r<l H éllc.i pr•Jfh?'lon..il, tiHlí! tH!ll· 
beJJ1 u;; uorwai:. de Direito, µ:JrqUl' tu,.lo 
, • tá aindr1 em í,1 ,e df' Dttunçüo e· undo 
foi julg
11,1u pela Juistlçd. E,t(.l Sl11r!icn10. 
lntPi-prPttwdo o curnpott,w.cntn elo gl'dtl· 
de maioria susta, condena o ensaio 
nalismo dHprlmente e recomenda modt'.· 
ração, re_peito à ólicu JJrof!sJo;!onnl o uv­ 
lillal'ierlnde do classe. Cuiab4, 28 de ju­ 
nlw de 1978. Elpícllo Bueno Frug.i • pre­ 
sidente do Sintlicafo". 
OFISSIOHAL 
Dr, Pedro José Paiieri 
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Bela Vi;,ta Mato Grosso Sul Jardim 	Mato Grosso Sul 
- ---------------------------------- 
= Loureiro Filho - 
A boa sdueaglo que lhe deram 
teus p±is, teu ó. ew pro[e»ot 
que por vezes eee terá chado tiqua­ 
du, e rou • qu t lnrruou u .,<•t1 t,!itnto 
de bom comportamento, de obediência, te 
disciplma, de repeito, de cumprimento 
elo dever; u bor1 Inn, :rçflo que ltn• ft•l 
proporcionada, que torou estudos, 
di!pente, aplicada; a welta convivênel. 
que sempre a rodeou de bons ex»plo, 
foram os [tare e cireuustàneix que 
re-.Ullol':Cll llll Íllrtll'l.CÚO cll ut peron · 
lidnde simples, deite«da, amorosa, r­ 
pstica, mns decididn e valorosa, entust- 
sta, capnz e brllll•wlc. 
O seu esforço conselente, dodi­ 
c:ido o peristente, lido su privile. 
giuúu i11tellgêucia o nmno!rn!l 1.:XNoplorc11. 
tem-na con•-ervndo def1d Ofl p1iuwiroJ 
passos escolares em plano destcado, 
dando-llro ,rnrnpn: uri r,1inHJiru1i olu11 iíicu­ 
ções em (ode a provas ú cuncur11Jr< 
[o que L tu [dwrt4o. . 
E,B,·t- ,UCl'l•'iVO~ ÔX.llf,H, que lllO 
merecidmente furam conquistados, voce 
agora, inda nenina-moça, os vê coroa­ 
dos com r; p·1blico.r,:ão ao seu belo hvl"O 
BotõPll de !for.a. 
Satisfeitos e orullosos envia­ 
mos-lh~ esta mensugom de congratulo, 
çõe@ desejando que a 1:;ua Noite de Au­ 
tógrafos sc>ja eKplendoros~, plena do 
alegria e de succssu. 
Que ebse lançamento se consti­ 
tua alnJa em maior motivação para a 
!:!Ul:l. fulgeotc trujE:tória CJO caminho do 
estudo, da luz, do saber, para orgulho 
de se UR farr.Jliarej e de /leus rnestrei;; pa­ 
ra exe:nplo da nossa juventude; para 
gratil'icação dos governante6 que lncen­ 
ti vando a mot'idadc de boje coustroem a 
grandeza do futuro do nosso Brasil. 
Dos avós Adalberto e Adelaide. 
Bela Vista, 03/06/78. 
NOITE DE AUTÓGRAFOS 
Lançamento do livro de poesias 
8 o t õ e s de R o a a s 
de autoria ria jovem Beatriz Santana 
Coningham 
Cuiabá - Dia 10 - 07 - 78. 
Fundação Cultural do Estado de Mato 
Grosso. 
== llçougue Yenceder == 
de PAULO EUGENIO P. JACQUES 
Abate Duas Vezes ao Dia - Higiene 
Ótimo Atendlment& 
Casa de Carne 
Tradicional da Fronteira 
ANTONIO JOÃO MT do SUL 
l 
:-------------------------------·-----------------·----------------- 
« 38 2OS 
Com Manah 
adubando dá 	EIA.DO G. LAIRANGEIRA 
Vacinas, Antibióticos, Mata Biohoiras (em latas e spray), Vermíiugos, Vi
1lamln11s, ais ;Uaerai1, Herbicida!!, 
Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal ,'dine::-alizado, Vacinat:1 Anti-R~bica, Pulverizader, Plantadeiras, 
Máquinas de Matar Formigas, Sementes Certificadas (j11.ragué., braqulári&, colenião 
arroz, sorgo, milho) «A Casa dos Bons Negócios» 
DE (Ai!AS, 1 O 8 O 
----------------- 
-- BELA VISTA 
* 
1 
- MS

977 
GDRCI ETO: SEM 
IDEAL 
. CuiuhA_ - O lnnçomculo do ,cio com n cfí• 
ri do_previdente _Geisel um ju-ta homenagem 
pelas últimas medidas tomadas por seu Governo 
com vestas o aprimoramento do regime demoerá-. 
tco e u extinção to- atos de exceção, que se de 
1noras+em mais algum tempo, formariam sem dá. 
vida alguma uma mancha negra em nossa hitória 
Esta a afirmação fei pelo Governador Garcia e. 
to no ditório do Paleio Paiguís, por ocasilo 
do lançamento de selo em homenagem o presi. 
dente do_ Rt!públicn, ft-1tn rm âmbito nacional. 
Estiveram presentes ao ato, o futuro Gover­ 
nador Frederico Soares Campos._o ic gover. 
dor José Vill4nova 'Torres, os Chefes da Casa Ci. 
Y1I Arcl11111edes l'crrirn Limn e do Ca,u .lilitur, 
coronel Francisco Antunes, além de deputados e 
1ecret,mos de E,rado. 
. Acrescentou Garcia Neto, que o pre,idente 
Oeuel "te'c scnsibilidud., de, no momento opor­ 
tuno, d.-~retnr "xt111çilo rios utos de excessiio. 1iuru 
que respire todo o povo uma utrnosfcru mais dc­ 
moerótica, e que os direitos de todos os cidadãos 
brasileiros sejam respeitados. E que, desta forma, 
hirruém seja sentenciado sem_ser julgado". Isto 
irá a propiciar, disse, que o Brn,il desenvolva-se 
pnrnlelamenle com us nuç,ies democráticas. 
Obsenou o Governador, que com esta atitu- A Federação Nacional dos Jorna- 
de, o l_!der da Nalo sofre nlguns ri•co•. porém nn listas Prolissloonis, toma11do conhecimen­ 
listória dos povos sempre existem risco+. 5em 
dúvida. observou, o presidente Geisel entrará to dos futos que envolvem o nome e a 
H1st6r1u 001110 i:ovcrnnutc que além de implan. pessoa do jornalista RUY SANTANNA 
tar obras _,uuteriuis, proporrionou u Nn,ào, dire- incluindo a poslçúo llSHUmida por esse 
t~izes ha,111;"• paru seu Jesernolvimcnto democr(,. , Sindicato, traz o seu apoio e sua solida- 
hco, matcr,nl e cultural. 	rihlade à CNajoea nota oficial emllld11 
• 	pelo companheiro no dia 28 de junho 
FRENTES DE~IOCRÁTICAS próximo passa
d
o. 
Referindo-se aos moviml'ntos de 
Frentes Democráticas que têm surgido no 
país, o Governador de Mato Grosso a­ 
centuoa que "vozes queram falar m8io 
alto e por isso criam Freutes 6 açõeJ 
para solicitar o que j foi detrrminndo 
criticant:lo o Governo pela demora na 
implantação de reformas. Rciter!lrnoa 
pois, a nossa admiração à coragem do 
presidente, que, enfrentandP óbices que 
encontra até mesmo dentro do próprio 
sistema, irá implantar dentro em breve 
us reformas. Esta atitude vem sem dúv1- 
da, disse, assegurar ao Chefe da Repú­ 
blica um lugar de destaque na História 
como grande brasileiro que, com coragem 
deu nova orientação ó. politica nucionnl. 
. ._ 
EXCEÇDO GEISEL 
• 
DEMOCRITICO 
DE8E:'JVOLVl:1ENTO DA ECT 
Por ou Iro ludo, Garcia Neto desta 
tacou u lportincia que vem asum,indo 
cai vez mal, u Emnyrea de Corrios 
e 'T'el·grafos, que de repartição inlelal­ 
menu!e deficitária, tornou-se empresa me· 
drnn, cooperando sensivelmente no de­ 
sonvolvlmento da nnçún" . 
O Governo tle Mulo GroEso, home­ 
naoi na oportunidade, a empresa de 
CorrnloR l' f'eltgrafos pl'iu lrmbrançfl 
foliz em homenagear o presld<·at':! Gel!lel 
e ! coloca à dlsp<ll:lição rlao3 emprei;as 
federais que vieram a Mato Gro6!iO coo­ 
~rilluir p~ru o derieuv<•lvirnento <10 Estado. 
NOVAS MEDIDAS 
Nu oportunidade, <i diretor regio- 
1111! ECT, Joaquim José du Silva Madona­ 
darlnsise que, dentro das novas medidus 
implant11dns pela empresu, destacu e a 
construçllo de um ceutro de trl11gl'm de 
Correios, no bairro Cristo Re!. 
Adluntuu quo, no final de 77 foraru 
reglstrados uu prazo médio de 4 horas 
46 minuto!' puru oR telegramas, desde 
sua transrnlsFilo uté seu recebimento. ín­ 
dice altamento safüf•llÓl'io. Quanto aos 
funeioná1·Jos, observou que, até o auo 
passado, havinm 57 mil servidores <'&• 
tando previsto para este ano um numen­ 
tn para 67 mil. Revelou ainda. que noll 
últimos tres nnos, foram treinados 33 
mil servidores, nus n,ais diversus fun­ 
ÇÕ"R na ECT, o que vem as!'egurando a 
ugilizuçilo e o desenvolvimento do 
trabalho" . 
Ern seguida. à palestra do titular 
do ECT, foram impre:<sos numa pequena 
rr:áquina elctrônic1:1, ulguns selos com a 
figura do presidente Geisel. O primeiro 
selo foi autenticado pelo Governador 
Garcia Neto. 
No final da cerlmônia foi servido 
um coquetel oos prePentes. 
mm 
Custa u crer que alguns elemtmtos 
integrantes de nossa categoria profissio­ 
nal tenham colocado seus talPntos e sua 
capaci<laoe protlssional a serviço de tãu 
parl'ial sensacionalismo, causando graves 
danos à rt-putação de um companheiro 
apenas, até a prova em contrário, acusa­ 
do por um marginal confes110, preso 
quando tentava furtar ge.soliad no inte­ 
rior de São Paulo. 
Observando que, i,e, ao invés de 
um profissional, o acusado fosse um do­ 
no ou diretor de jornal o comportamento 
coletivo d.a Imprensa seria bem d1versP 
preval2rendo urna êlica sempre seguida 
de preservação de bens morais ofendidos 
peço transmitir ao companheiro atingido 
a nossa solidariedade, com a certeza de 
que tudo será devidamentt- e!-clarecido e 
apurado. 
ARNALDO RAMOS 
Vice-Presidente da Federação dos 
Jornalistas profissionais. 
Canaã Hotel e Churrascaria 
de PACIFICO SILVA BALTA 
A partament1Js Ar condici:rnado Quartos- 
para casois e Solteiros - Refeiçõe1, a 
quaiquer Hora - Ffotel Cl:tSSP ,cA» 
BONIT
1J 
MATO GR08S0 DO SUL 
" O Ti C 
o 
CIENTIFICA 
Avelino dos 
Óculos, Jóias 
J 
Reis: 
[L Tf [à íl 
Relógios, Presentes e 
( 
Rua 14 de inibo, 2104 	Campo Grande, 
A ÓTICA 
E 
DA CAPITAL 
REGIÃO 
• 
Troféus Esportivos 
) 
Mato Grosso do Sul

o 
E@@fr WWW mi i ISv l T Ice 
I 
·",, 1 '':}'• 1ó: ~ti f, T"j 1-h'•, •tUi'I- t't, 
ereta na puee e rr«a tn tom 
·urre ta d ma de um d l A 
ida dada de Deus te, como 
da«diva, hi de continuar dar+e 
grnrroamrte, ortinuando a obra 
da ris@o, que perene, heteroe 
de perrnemente ta,bem converter 
no+sa vida ea Cri io 
·Juwelo Kubitcht. 
ri ED 4L 
1, 
ui 
.,, 
Nuncn há do onoonlrar seu verda• 
<lelro caminho 11quelo quo a ioda nllv 'se 
encontrou u l mesmo. Sendo onda crlri• 
tur u 8oma de uns próprias experiên­ 
cfu,i sàrnenlt> no livro intimo da lma 
pode Reir lido o luiclo da OAlrada que os 
pés tocurüo para a grande viagem, nos 
domínios do esplrlto. Diz uma velblsslma 
sentença que quando o discípulo está 
pronto o Moolre apareco, Sim, aparece n•J 
interior do verdadeiro discípulo que se 
encontrou o. si crnsmo. E este ·oncontro 
define a Iniciação. 
. Scrlu mais proveitoso, a quantos 
• buscam nas várls doutrlilliS e ·aos livros 
o roteiro da luz Interior, que o fizessem 
prlmelr111nente dentro do templo de sua 
próprio. vida, o Início do CumlnlJ.o ... Difi­ 
cilmente os palavras de alguém 1·ctrntnrüo 
exatomehle seu desejo. Faz-se mister 
que filtremos, através do nossa sensibi­ 
lidade. a doutrina que se npresentu an­ 
te nos51os olbos. Núo ndlanta, portanto, 
desasso!lsego e ânrila diante do CandnlJ.o. 
A portu de luz só pode ser vislumbrada· 
pelos coraçõ6s serenos, pela!! almas ll­ 
bertas da aflição. Primeiramente, faça­ 
mos. da morad!! secreta o Santuário da 
Paz. A solução não está no lado exter­ 
no das doutrinas. V: o mistério do sacrá­ 
rio d11- verdade só poderá ser descober­ 
to pela quietude do eusuurento sem 
ànsíus_e sem torturas. Dizem os antigos 
que a Verdade é revelsdu áqueles que 
1 ' 
J.. 
Iii1A({ÃO 
podem mlrs.ir sua face nas águas serenas 
do lago interior. Por ixso Jesus munda 
que busquemos o Reino de Deuu ... A fim 
de que t::-nharuoll tudo rnuis por ml,;eri­ 
córclla e Acré!lcimo. E como • o Mostre 
dh: qun Aomoil o templo do Deus vivo, 
certamente, em nós em!os devemos, 
primeiramente, buscar a fonte eterna da 
verdade. Mu1:1 o Seuhor de Sabedorlu, 
que mora na luz de no~no Esplrlto, só 
nos pode revelar o grande mistério da 
VIda través do sllênclo Interior. ,Jamuls 
esquecendo, porém, us duas máximas do 
'Templo de Delfos: "Conhece-te a ti me­ 
mo" o " Nada om excesso". Muito so 
frerá ainda aquela alma que. antes de 
husear a Verdade no mundo Interior, 
procura na aflição do mundo a soluçili> 
do prnblemu espiritual. Nlio J:.ilguemos 
porém necessário o isolumento ou a- 
bandono da h u m u n l d a d a. Não. O 
Interior de quem encontrou a PAZ é si­ 
lencioso e calme, mesmo em plena mul­ 
tldiio desgovernada. Pois o coração pa­ 
cifieudo entende, com Amor, os que ala­ 
du. estão procurando PAZ no árduo cami­ 
nho da guerra do instinto. Ama e com­ 
prende. Compreende e perdoa - já que 
o perdão é fruto das almns libertas e 
dos espíritos que se Jlumlnaram na cha­ 
ma viva do temnlo interior, onde a 1iabe­ 
doria dita &s o~rmos do procedimento 
perfeito em face do m u n <1 o a de si 
Uma mensagem de luz e inspiração profun­ 
da foi-nos dada pelo Frater Allon Kardec Gui­ 
mariles Forte~, l,;rande Colldelho do Distrito Fe­ 
deral e Goiá~. que damos a seguir: 
Ser Rosacruz é antes de rudo acredirar na vida. 
Nos seres humnno;. 
No sua imemo cnz,acidudt- de superação, de 
transmutnçilo, ê criar o condição de descortinar 
caminhos novos dentro ele si mesmo. 
f: deci,ão pessoal de trabalhar no sentido ·de 
devolver uo homem a condiçiio de poder vislum­ 
brar as poteucinlidnde~ imensas que existem em 
cada nm. • 
E ampliar pcrmancntemr.nte seu estado de cons• 
ciência. f: levar a todos a certeza do Mestre que 
há em nosso interior. 	• 
f: de,;velar 01 véus que toldam a visão do ho­ 
mem. E trabalhar para soluções dos problemas que 
afligem a lrnmnnid·•<lc. 
f: lutar contra a mediorridade e o conformi~mo 
e continuar sem esmorecer. sejam quais foremn o 
6bices. f: puticlpação, ~ não omissão. • • 
:f: dnr 11 tod11 n criação divina o melhor de si 
mesmo, é viver cm plenitude todos os momentos 
de sua vida, seja no recolhimeuto de ,eu Sanctum 
eja na lnt,, diária pela sobrevivencia. 
f: amar com todo o potencial. de seu coração, é 
mesmo. 
De nada, portanto, valerilo ll.@I d1u• 
trina mais sábias, Re não nos tornrmos 
docefs e desprendidos. Pois só sim te­ 
!'emos como reff.etlr sobre u5 col11u:; da 
vida. unlisando-as n reflexo intima 
do lago sereníssimo da ulmu que +o en­ 
controu a. si mesm:l untei;. d,_e cruzar, a­ 
turdidamente, todos os r. a m I n hos da 
terra... 
As pnlavrns que deixo expressas 
aqui dirão bastante, ao c ora (,: il o do 
lalcittdo. 
Mfas que é o Iniciado? 
Re11ponderíumos que é todo aque­ 
le que descobriu a realidade de sou ser 
oculto e· sabe que e mundo verd:1delro 
·não está nas contigênclas dos fatos. Ma■
nem por Isso o iniciado deix1uA de dar 
.o devlcio valor a. tudo que acontece em 
sua vida diária. Sabe que Deus escreve 
mensagem nas horas de alegrlu e na■
horas de tristeza. E todos os momentos 
são demonstra~ões declaradas de que a 
•iuiclação ver,iadeira to:ios recebem mais 
no templo da vida, no ·:iacrãrlo Interior 
do que nos templos ele pedra. 
Se tu segues um caminho espiritual 
buscas a inlcia<;!io Divina e jà éa um 
iniciado, não lmportJndo os degrau• que 
jà atingiste ... Embora saibas que multo 
ainda resta subir... (Lulz Goulart) 
z 
vivência total, consciente e permanente, de tudo 
aquilo que ntra,és da Rosa e da Cruz se torna 
realidade para n6s, é buscar em todog 01 momen• 
tos, a harmonia com as forças c6smicaa interi,o­ 
re, e rixteriorês. 
É viver cm harmonia consigo mermo, é ocre. 
ditnr nos lompéjo, de luz que cortam noss men­ 
te, é viver mil vidas em uma só existencia. 
f: ter o lnFtituição Rosacruz em seu coração e 
menre, cm todo o Eeu ,er. 
É não ter medo da incompreensão é ser singu­ 
lar, é simplesment.e viver com inteusidode paixão 
e esplendor. Sereni·lade e confiança o sempre 
Eterno Momento Presente, é rirer em Luz e Amor: 
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EXISTE VIDA E 
TERRA? A IENIA 
T . S P 
ESTÁ TEHTAHD,O 
Existem várla8 teorlni; que procu­ 
ram explicar o aurglmonto <lu Terra po­ 
rém ns mals aceitas defendem a tese de 
que o nosso planeta é u1 demais do sis­ 
tomn solar orlgloararn-s.e, numa eru re­ 
mota, hó. 5 bllhões de aaos aproxlmadu­ 
mnente, formando.e de partículas pro­ 
cedentes do Sol. Embora essn., toorin:.­ 
dlvlrJum em diversos ponto~, todas isão 
unânlml's quanto a um aspecto: tão logo 
a Terra ofHeceu condiçõc11 propíci
118
, 
elementos qulmlcos pré ·nrganlcos ni>Ja 
existentes comblnaram-?e e, otravéa de 
um agente cat111izador nioda aão com­ 
preendido, surgiu u vida 
Ac~llo Pese ponto, purllu-s11 para 
a Indagação de~se ft-nômeno semrlhanle 
não terà ocorrido em outros regtõ ... s do 
unlve-r,w. A desoobPrl<1 de diversos me­ 
teoritos caídos na Terra, contcudo ele­ 
mentos de natureza orgàn!ea tem suge­ 
rldo aos blólügos • e pos~lbilldRde de qne 
afinal. a vida nlo sej uma excltistvlda­ 
de terrrstre. 
Em 1963, gruças 110 uvanço da li~­ 
tronomla, o hydroxll, um componeute de 
Folheando cuidadosamente os evan· 
gelhos, observamos de quando em quan­ 
do, entrevistae interest1antes do Cristo 
com os homens. 
Interessantes, porque pArcebemos 
em carta uma delas, o valor lncomensu­ 
rá vel dos ensinos do !1estre, a genuini­ 
dade das expressões e o Bntagonii,;mo 
irremovível na vida de cada um dos fi. 
lhos da terra. E os evangelbcs são real­ 
mente claros, qe o Cristo nunca p·1ctuou 
com os desvarios hunamos, antes, seus 
ensinos profundos, inconfundivelmente e­ 
ternos entram logo oo introito t.lo seu 
santo ministério, em choque com e vida 
negativa dos homeos, salientando b.am 
em BUii primeira prédica, que eles pre­ 
cisavam de se arrepender, ftito fl. mudar 
de pensamentns, de propósitos, dr vida, 
se quiseseem merecer a .bem-i-.venturan- 
ca eterna. • 
Duas coisas interessantes verifica­ 
mos nos ensinos de ,Jesus: a tolerância e 
a l.ntolerância. Várias vezes o Divino 
Mestre tolerou os homens e vàrias vezes 
não oe: tolerou. A mulher apanhada em 
flagrant~ at! de adultério, a mulher samg­ 
ritana, u gritaria lancinante dos que 
queriam fazei· calar o cego Bartimeu, o 
·azorrague usado no templo de Jerusalém 
a calorosu palestra com os escribRs e 
farlseui-, são quadros que afirmam o nos­ 
s·o couceito. 
Uma coisa, porém, o Senhor Jesus 
nunca tolerou, jamais pode toler11r: foi a 
mentira rcligíosa dos homens. Os Iariseus 
(que eram cs principais da época) Yivium 
a camuflar a religião com testemunhos 
Inteiramente m6ntirosos, foram 06 mais 
atingidos pelas mensagem; do Mestre. E 
por que? Porque o fariseu era um ator, 
não erla, não obedecia, não segui~, por­ 
que não qu!'ri'i Crer, Seguir, Obedecer. 
Para Jesus, p:>rtanto, o hipócrita é o ho­ 
mem mais desprezivel em matéria reli­ 
giesa. Só merecia u'11 mensagem de con- 
muitos elementos químicos vinculado a 
organismos vivos, foi encontrado em 
nuvens cósmicas da Vi Láctea. Em 14 
de julho de 1!ffl. n Fu11duç w Na<"lonnl 
de Ciência dos Estados Unidos anunciou 
a descoberta detse memno elemento mas 
fora da nora galaxia levantando a ques­ 
tio; "E, possi! vida se «riinr em 
corpos eoso e em poeira de nuvens 
lnt0l'c!elarf>6'?" 
Cerca ele um uno e meio antes o 
àstrônomo f)a.vírJ Buhll. do ObsHV/tório 
Nacional de Radioastronomia. de Green 
Bank, anunciam oue recentes ele. cober­ 
trrn feitas lndicavâm exi<:tfr no espaço io­ 
terestelar uma quantidade ll)Uilo superior 
à que se presumia de formaldeido, mole­ 
eulas que desempenha atividade essn­ 
clal no pruCPllGO da vida. Finulmcute em 
abril de l9i5 o ci•,ntlslü. Gilbert Winrie­ 
wissea, do Instituto Max Preuck de Ra­ 
dloostronomlu, em Roa□, observou a 
existência desse m0 .. mo áeldo a 30 m!l 
anos luz da Tena, numa quantidade fo­ 
ra do comum. 
Diante dessa e outras descobertas 
IAS A M O 
PROVAR QUE SIM 
denação: "AI de vós, escribas e fariseus 
hipócritas". E para os fariseus da épca 
de Jesut!, que nlio obstante serem mal­ 
dosos eram inteligentes, a mensagem era 
clara demaia para !lão ser compr!-endida. 
Jesus, na verdade, nunca pôde to­ 
lerar a máscara religiosa dos religiosos 
dt>ste mundo. A mulher Sarna!"itaoa ele 
disse que religião é vlrla, é iJCder de per­ 
sonalidade e Deus ~ó aceit11 uma re­ 
ligião assim: "Em Espírito e Em Verdade". 
E lllmenü1 velmente máscara religfosn dos 
homens não exl9llu sôment2 nos tampo:; 
de Jesus. Continuou a existir, acompa­ 
nhou a geração humana nurua ordem as­ 
&ustadora de progresso! E hoje, podemos 
dizer que há muita hipocrisia e pouca 
religiüo; ou antes, muitas religió?s e pou­ 
cos religiosos. Poucos i:ão aqueles que 
vivem, realmente, o verdadeiro e genuí­ 
no Cristianismo, pregado e vivido par 
Cristo. 
Parece-Lot-, à luz da realidade, que 
exlEtem hoje, também, fariseus hipócri­ 
tas, como nos tempos de Jesus. 
O sêeulo XX é igualrrente, porta­ 
dor da hipot.:risia religiosa. Sim, há. em 
nossos dias, muitas másc-aras religiosas 
ou áscura du hipocrisiu. 
Mas, não se iludam os modernos 
.fariseus, porque a n:,1,nsagem de Jesus, 
em termos clarns e fortes, é pra ele, 
isto é, para os qua vivem a religião 
simplee:mente na aparência. 
"Al de vós escribas e fariseus bipó­ 
critas! por que sois semelhantE's: ao se­ 
pulcros caiados, que por fora se mostram 
belos, interiormente eslã0 cheios de ossoR 
de mortos, e de todu imundicie. Assim 
também vós exteriormente nareceis jus­ 
to!! acs hornecs mas por dentro ohelos 
de hipoerilllas e iniquidade'·. (Jesus cf. 
Mateus 23:27-28). 
semelhantes, Cyr! Ponna Peruma, de C·n. 
tro de Pesquisas de Mountain Vlew, de. 
lrou que a locultzação de aminoeiv#os 
e de outra moléculas orante comple 
xas indicava que als j» estavam na er. 
ru por ocalão de su. [orço E final­ 
mente, realizando pesquisa relativas ao 
eidos nuelétcos e outros xtstentes tu 
pontos remoto do vrpao e calculando 
qwn{og nn<1(1 luz <'i' •fl!l m0léculas lrv,1- 
riam paru chegar ao nosso lstmu pl­ 
net±rio, umna equipe unzloeannadense de. 
clarou em Londres, h diss, que. Ia 
verdade, vida se instalou nu 'Terra 
v!Lda do cBJHH,!O, mullo nnto 
I dn que 
supúnhamos e se desenvolveu no planeta 
quando u situação amhlf!f1l11l i., c1mál1c,1 
o permitiu. 
Bem se essn teorin revolucionárli 
for core!a, a hipótesa de que somos to­ 
dos homens animais o vegetais descen. 
dentes de seres extraterrenos defx? d» 
ser ubsurde. Ao contrario, torna-s! 
multe pluu,;ível... 
(J ornai de Planeta) 
Notrcias da Capela 
U0 RIO ESEIITO SANTO 
Do livro de Tombo Histórico) da paró, 
quia de Bela Vista, página 6 foi retirada cópia 
abaixo transcrita (ip-is literis), paro conhecimento 
da populaç5o de Bela Vi,t.a. 
Act.a da benç:ío da 1-;reja Matriz do Di­ 
vino E. S. 
Aos dezeseis dias do mes de Junho de 
mil noveceotlls e vinte ,. •ei,, sob o Pontificado 
do ~- S. P. Pio XI. senclo 8i,po ,Dioce,ano n Ex­ 
me e Uvmo l>. José Matrício da Rocha, Pre+i- 
dente do EHaclo o Exmo Sr Dr. Mario Corrêa ds 
Costa, e o Cel. .Jilitão Loureiro de Almeida in·· 
tendente geral do .fuai~ipio, pela• 8 bs " Rvmo 
Sr. l'.-. José Giardt:lli rlu Congre~açiio Sale.iana, em 
virtude das faculdades extraordinárias de visitador 
Diocesano. benzeu lithurgicamente na forms ilo 
Ritual Horn.no a Egreja Matriz de Be!la Vista 
dedicada ao 5eahor Di,,ino E,pfrito Santo, CIJOt• 
trulda em urna parle do lote de t,-rr,;no n. l 3 da 
Praça Municipal, medindo J0 ms de frente por 30 
de fonrlo•. confrontaudo ao norte com terreno de 
.at<>niu Ferreira de Almeida. leste com terre­ 
no do doador, ao sul com a pmça rnunicipol e a 
oe;:te com lxrrc:no de João Francisco Capoossi, 
doado pelo Sr Fermino Rodri;_,-nes de Mi1nnda e 
a esposa Da, Angelica Ferreira de Miranda em 
<lois de Maio de 1922 e,criptura pCtbllcu., l11n11da 
nas notas do tal>l'ilifio do t• offíeio como coru,t.a 
do registro n,o 271 em 31 de Joneiro de 1923. 
sendo dita Egreja de dezeaove metros de compri­ 
do e fele melros e meio de largo, e livre de I3xó: 
tendo !ob n porta principal a pedra fuadnmen!.111 
lançada em l913 por iniciativa do aaudnw Cel. 
Antonio Gomes F erreir.: da Silva. 
F~ram pnranymphos a doadora Ex-ma 
Sra D. Angelica Ferreira .de Miranda e os Exmos 
ODr:s Luiz Gomes de Mello e Alcide;i AlH• da 
S,h·a e feahura,. respectivaruente D·D. Juiz de 
D.reiLo e Comandante do 10 R C.I. - Após á be.n· 
çam proferiu breve allocução o Rvmo ' Vi~i""'d·or 
11ssi,1ida religiosamente por autoridades e1ns e 
militares e grande massa de povo, e em seguida 
celebrou o ::, ::,. ::,ncnfíc10 da misFa. 
E para constar foi la.roda ._ nre~ente acla. 
(n) Pe. Josê GiardelH S<1lesiaC:o Visit:idor Dioce· 
sano. 
(a) Angélica Ferreira de Miran<!a. 
(a) Luiz Gomes de Mello. 
(a) Primitiva Prado Gomes de fello 
- No próximo número do <:amin.ho: O porque 
da construçao de ova apeia e ua destrutçao da 
velha. 
(a) Odorico Maia Burlamaqui

mel_VI«ta_--_MS. 0Cmfho 	3.7.78 
------------_;.=;,;..;;=-----------------·-------------------- ------- 
CD UNI 
SEICHO-NO-IE 
Sobre a Educação Sexual 
Masahara Taniguchi 
"É mamãe! O que é que quel cn­ 
chorro está fazendo? 
De acordo com o8 Interesses de­ 
monstrados pela crlanç:1, devemos ir coo­ 
duzludo Rua alma para nível cada vez 
;nals elevudo. despertando-o para coleas 
belas e bous. 
Quando as crlanQas, ve11do acn­ 
sa lamento de cachorros, gatos, ele. per­ 
guntar-nos ''o que é que eles estão fa. 
;r.flodo?'" devemos RXplicnr a verdude, 
mais ou menos com as eguintes palavras: 
Eles fnzem nRslm, para que o "pa­ 
nal-cachorro" possa colocar na "mamãe­ 
éaohorra·· as sementes 'de cachorrinhos. 
Sem papai e ma mãe, os filhotinhoa não 
podem nascer, entende? Dentro do pa­ 
pal cachorro tem um lugar onde estão 
guardadas as ementes de fllhotlnbos, fl • 
dentro da mamãe.ci1chorra tem um lugar 
onde essas R0mentes podem crei-cer e 
tornar-se llndo!5 cachorrinhos. 
Não devemos tentar desconversàr, 
repreender a erinuça por ln feito aque­ 
la pergunta, ou responder-lties coro men­ 
tiras. 
Se uós próprios tivermos idéias er­ 
rôneas quanto no sexo e o considerarmos 
com algo pecaminoso, i>ujo e Indecente, 
será imposivel orientarmos corretamen­ 
te u criança no que diz rsr,cito à ques­ 
toes obre sexo. Devemos entender o se­ 
xo como algo puro, belo, sadio e "fun­ 
d11mentolmente fspiritual'·. E, ao tratar­ 
mcs de assuntos referentes ao sexo, de­ 
vemos ter como objetivo a busc11 da ver­ 
dadeir& castidade~ verd'ldeira felicidade. 
Mamãe como é que o bei>ê nasce 
Devemos explicar à criança que ·mara­ 
vilhosa é o Vidn de l o dos . os ser_es 
viventes, e quão iruenso Amor da Grande 
Vida ( isto é Deus) que zela pela 
vida de cada um. 
• Em cada pergunta que u criança faz 
respeito do sexo, existe sempre um 
ponto. princ!p1>!. 
Por exemplo, quando a criança p~rgun· 
ta de onde nasce o bebe?, ela esta que­ 
rendo apenas saber de onde. 
Uma vez esclarecida essa dúvida, 
geralmente a criança fica sastifeila, e 
ness hora não prosseguirá fazendo 
outas perguntas. 
Por isscí o importante é darmos uma 
l'esposta q'ue esclareça o ponto principal 
da questão. 
Do ponto de vista de um adulto._a per: 
gunta Como é que nasce o bebe?, En· 
volve que&tõe~ C!>mplexas como o- proces- 
• no (!e fecun~.ação, gravidez e parto, mns é 
bem provável que a CUl'iosidade e ,o 
, interresse da criança, ao fazer aquela 
pergunta, sejam lã? grande a ponto de 
• querer i,aber tudo isso. 
O importante é dar um a res_çusta 
adequada para cada c1rcunstâncm, de 
acordo com a idade. sexo, comportamento 
e grau de interesse da criança. • 
Reuniões às 2.11 feiras as 19 hs. 
Rua Santo Afc,nso I Alvares Cabral 
Bela Vista • MS. 
"O fanatismo, em relação à aper­ 
tição, é o mesmo que o arrebatamento 
é pura a febre ou raiva pura r.61ern. ,. 
quele que experimenta êxtases, visões, 
que confunde os sonhos n0m li'> r''ulidn­ 
des e as suas imaginações com profecias 
é um entusiasta; aquele que alimenta a 
sua loucura com 0 crime, é um ranàtlco" 
(VOLT MIRE) 
Sor verdadeiramente livre ó poder. 
Quando posso fuzer o que quero, eis 
mlnbu liberdade; mar; quero necessária­ 
mente aquilo que quero, pois de outro 
modo eu quereria sem r11zão, sem causa 
o que é lmpos!'ÍVPI. ~1inbu liberdade con­ 
siste er andar quando quero andar, les­ 
do que não sofra de gola (VOLTAIRE) 
** A religião implica a decisão do 
homem de nilo aceitar simplesmente 11 
vlrlit que l!Ie é dada. Na vida, ele busca 
o poder. S e n ã o • o encontra 
o u s e o encontra em m e d í d a 
lnsuficlt:nte, procura introduzir na sua 
vida, o poder em que credita. Prccura 
elevar a sua vida' acrescenta-la, dar-lhe 
um sentido mais profundo e mais amplo. 
Essa ê a linha horizcntal da religião, a 
de ampliação da vida até o seu limite 
extremo. O homem religioso deseja ter 
uma vida mais rica, .mais profunda e 
f: necessário abrir os olhos <los "uscet.ns" que 
trilham a senda do espírito para o seguinte: 
a) Isolar-se do mundo é diHcil, mas viver com 
pureza numa sociedade onde toda erpécie de on­ 
das se mescln é sinal de grandeza. 
b) Ignorar o corpo e cuidar só do upírito não é 
evolução. Mas utilizá-lo, deixando·o pronto para 
servir no caminho - isto é subtimc. 
c A limcntnr-se s6 de frutas e vegetais para se: 
puro é inteligente. Mas cuidar daquilo que. !a1 
dn bocn não somente do que entra é sabedoria. 
d) Aceitar conselhos sábios é ouvir n voz da ra­ 
zão. Mas vive-los é ser razão. 
e) Falar de coisas construtivas é ser grande. Sa. 
bcr calar é unir-se no infinito. 
Unir isso tudo ao Sermão dn Montanha, 
no Bhngavad Gitn, ao Tao-Te-King no Zen ao 
O-Caminho 
Editor: lvaldo Perein 
Colaboradores: Diversos 
Redação, Administração e Oficinas: R,m Duque 
de Caxias S/N Bela Vista Mato Grosso do Sul 
O CA:IIINHO é propriedade da Gráfici,. Edito· 
ra Apa. 
Direlor:t Proprietária: Maria Estela V. Pereir:t 
Os artigos publicados com assinaturas dos au­ 
tores nilo traduzem a opinião do Jornal. Sua pu• 
blicaçào obedecr. 10 propósito do debate dos pro- 
blemas municipais e de reJletir as diversas 
dências do pemamento, 
1 
Fundador: baldo Pereira 
- _ 
ten- 
mais ampla. Anseia pelo poder. E nesse 
ponto que encontramos a unidade esen­ 
cina! da reli'ão e cultura. 'Toda cultura, 
em última nli-e, 6 religiosa. E toda 
religião, n «sa linha horizontal, ó uma 
cultura (G. VAN DERLEEUW) 
0 ponto crucial do problemn reli­ 
gloEO cllam;i•!W hipocrl:ln. Eu hipocrisia 
resulta das atitudes epofvtan, da falta de 
compreensão do verdadelro sentido da 
Religião, que 6 o carnluho e não ponto 
de cbc>gucta da,, csp!ritualirnç-üo do ho­ 
mem. Os religiosos que pretendem atin­ 
gii- a l'l'lrtll<lade do dia para e noite, que 
se revestem de pureza exterior, encobri­ 
do a podridão interior, são os hipócritas 
condenados veementemente no Evange­ 
lho (J. HERCULANO PIRES) 
O homem BP emancipa e toma 
consoiêneia da s natureza cósmica. 
Díante dele está o futuro sem l.imite, a 
imortalidade dinâmica e demonstrável 
que se opõe ao conceito limitado da I­ 
mort.uliJ~dc E:slàtlca e blootética. Sua. 
herança não é o pecado nem a morte, 
mas e vida em nova dimensão {J. HER­ 
CULANO PIRES) 
os 
Kung Fu é ter setas no caminho para segui-las 
ou nega-las mas sem jamais pretender possuí-las. 
" O ponto é que nl:;un• ascetu •e limilJlm 
a eguir a estrada que circunda o morro enquan­ 
LO poderiam aventurar-+e pelas encostas ainda que 
íngremes e por vezes perigosas. Assim, viajariam 
num caminho mais rápido que uma evolu.ção nor­ 
mal e lenta. 
Precisamos de criotiios - não de igreju; d_e 
união com Deus [ioga] e não apenas de seus atri­ 
butos físicos, psíquicos ou mentais, de políticos 
do povo [como Mahatm Ghandi) e não de poli­ 
tica. E embora pareça que as frases acima se 
nnulnru basta olhar com o coração, e as trevas 
[que não existem] se dissipam. 
Ariovaldo .f erraz de Arruda Veiga, av. dos 
Operários, ,::53 Piricicaba SP. 
a 
Leia e Assine o 
Jornal Tuna do 
Fronte-ir a 
1

o 
Bela Vista -- 
CIM·INHO 
MS. 30/7/78 .o 31 
Homens peludos que não falam 
e comem Carne crua 
mantém VIVO a pré• 
História na Sibéria 
A Sibéria ainda é habitada por homens 
pré-históricos. Esta hipótese, pesquisada 
h multos anos, acaba de ser confirma­ 
da oficialmente pela Academia de Ciên­ 
olas de Moscou, seguudo anunciou a 
agência soviética Tass. 
Natlvos ha bilantes do S J b é r I a 
Oriental várias vezes foram tl)mador; 
pelo pflnlco diante de estranho homens 
peludos, que nvlsl!lvttm 'em algum rnnto 
selvagem de sua terra. A cademla de 
Clênchte de Yukutla (Slbérla) lnteressnu- 
6e pelo assunto depois que os relatos 
do11 nativos atingiram uma frequência 
maior do que a que se poderia supor 
em caso de mera superstição. 0& p~s­ 
qulandores ouvlrlm e·ntão o m 11 l o r 
número posst·,el dP testemunhas du 
exlstênclo daqueles homens conhecidos 
por chuchunaa. 
Ae testemunhas descreveram os 
chuchuaaa como homens selvagem;, de 
mais de 2 metros de altura, m u I t o 
• magros e moradoreg de lugarrs ocultos 
nas· montanhas. Dlsseram que eles se 
alimentam de carne crua e de frutas da 
mata e cobrem o corpo ·com pele d e 
cervo. Nilo falam e s vezes 8e aproxi­ 
mam doe povoados para roubar comld>l 
em alguma casu. Quando notam um 
eaçador, fogem, mas às vezes o enfren­ 
tam em luta corpo a corpo_. 
Depois de ano3 de investigações, os 
eumbstes conclulrum . que esses homens 
so descendentes de pré-históricos que 
foram se refugiando nas áreas mais Ina­ 
cessíveis do Norte da SibJrla, à n..edida 
• que se instalavam, na região, tribos mais 
civlllzadas vindas do sul. Assim Isolados, 
eles mantiveram hàbitce, culturais, a l 1- 
mentares e religiosos· primitivos e não 
evolulram como os demais E<eres huma­ 
nos, nem físicamente. 
.Um estranho Brilho 
na cruz do Túmulo 
Dezenas de pessoas se uglomeram diariamen­ 
te num cemitério em Lismóre, uma cidade de No­ 
va Gales do Sul, para obsen-nr uma pedra tnmu­ 
lar em form11 de cruz. c·o,n •~tenta anos, que bri­ 
lha de maneira sinistra à medida que o Sol se põe. 
"Ela se acende como se fosse iluminada ar­ 
tificialmente, sobressaindo-se entre dezenas de 
• outras pedras tumulares como um cartaz de gás 
neon. E natural que as pessoas se impressionem",· 
dissc Alan Lsyton, um vi,itante. 
• A pedra, de dois metros de altura, pertence 
n,> túmulo oie uni ferroviário morto em 1907 por 
um vagão que se soltou da composição. Não se 
eabe nada sobre ele que possa justificar essa mls• 
tira.· Mas o fato é que a pedra hrillin, e há mais 
de ses1enta ano,· O fenómeno só ficou conhecido 
ogora J.>Orque um grupo de adolesr_entes o relatou 
a um jornal local. . 	. . 
Afüis, o jornnlisto que foi no cemttéru:, _ob- 
servar a cruz de perto, concluiu que não existe 
mistério algum. Para ele, 11 superfícu: de granito 
bem polida da cruz é a responsável por aquele 
brilho intenso nn hora .do por-do· sol. Mas n 
dúvida éontinun, poi~ há quem. argumente que 
outras têm a superície polida e não reflete 4 
luz da mesma mnnei.rn, naquela ou em outra hora 
qualquer; , • 	• 
(ln Diário Populllr. São. Paulo, 3 • 3 • 78) 
JORNAL DE PLINETI 
IFINDL, ERI ou· NÃO 
ERI O TUMULO DE FELIPE? 
Ano ps«nado, uma equipe de arqueóloga 
chefiados pelo professor Manolis Andromiko én. 
controu em Verzina, na ,ria. o que e up0» 
ser o túmulo do imperador Felipe, construído há 
2.300 nos. Mão havia qualquer inscrição no local 
que pudesse identificar, em deixar qualquer dá. 
vid11. nquele túmulo como sendo o do famoso itu­ 
perador macedónio Mas Anlroniko5 p"a ou­ 
tras prors como definitivas: n qualidade do afres­ 
co, representando uma caçada ao leão, pintado 
nn fnchndn .do túmulo, que tem forma arqueadu; 
ct diodcma ele oro dos reis da Macedónia encon­ 
trado no interinr do t:ulo; os restos de um ce­ 
tro; a arruadur-a. con brocados em ouro; e final­ 
mente o esquife em ouro. 
Além disso, vs especialistas concluíram 
que o túmulo foi cor.Ftru!do em fins do século 
4.u A.e.. por causa de vários objetos encontra • 
rios no local. .-nlre os quai• uma candeia de 310 
anos n.C., e vasos fabricados na Atica no uno de 
320 a.C. Andronikos argumenta então que o úni­ 
co rei nn Muccrlôniu tp1<1 ruorr~u na Grkcin [na 
antiga Aigai] nesse período foi Felipe- assassi­ 
nado durante a festa de casamento de uma das 
Existem dois tipos de pessoas nes­ 
te mundo:· os indlvlcluallstas !e os comu­ 
nitárlos. O Individualista é um enconcha­ 
do em si mesmo. Não percebe a presen-· 
ça dos outros á sua volta. Quando os 
procura, espera vantagens e compensa. 
ções. Se tem amigos, srve-se deles em 
proveito próprio. As pessoas que o cer­ 
cam sáo objetos, coisas. Ou então rivais 
e competidores que devem ser eliminados. 
Mais. O in:lividualista não suporta 
a felicidade alheia. Encara-a como roubo 
à sua própria felicidade. A Psicologia 
torn razllo: inveja é admiraçll o azedada 
O lnd!vidualista, se pudesse, opta­ 
ria por viver sozinho· na face da terrn, 
doou absoluto do mundo. O imperador 
Nero, da Rom~ antiga, afirmou certa 
ocasião: "É uma lástima que a huani­ 
dade inteira não tenha uma única cabe: 
ça· ... para eu decepá-la de um só golpe." 
Nero foi a personificação clássica do 
egoísmo consumado, do lndividuallstu 
pervertido. 
Na medida em que o honem sai 
de si mesmo e busca o uulr<,, é comuni­ 
tário. O esposo e u esposa que tiverem 
essa antena comunitária saberão cons­ 
tanemente escutar, perdoar permanecer 
atentc,i; recíprucamente, adinirar-se•diank 
do ()Utro. Os filhos, que posrnirem essa 
capa~lciade comunitária; fi1rão Je seu lar 
não um inferninho. mas um reranto apra­ 
zível. benlazejo. Numa casa religiosa 
comunitária i;.,us membros podem bisar 
São Pedro no Tambor: ''Senhor, é bom 
estarmos aqui. " • 
O individualista é fechttdo em si 
mei-mo, em seu pequeno-ei:treito-mundo. 
O comunitário trava cônstant~msnte no­ 
vas relações. Porque seu coração é aber­ 
to. Com seu olhar, com seu gesto, com 
sua palavra, com seu so.rriso, cem 
sua bondade e simpatia, o comunitário 
filhas. no no 338 e. 
Apesar da convicção do arqueólogo, maitcs 
outro» pesquisadores discordam de sua pinião, 
H'hotis let-as, taamb professor, diz que o tá 
mlo é pequrno e humilde demi_para "o maior 
soldado e dirigente de eu tempo'. Quanto aos 
objta», argumeuta que o «diadema pode ter sido 
usado por outros arembros da família renal; que 
o crtro tá muito destruído para permitir que e 
tire_alguma onclu-lo a respeito: e que o afreeo 
da fachada deveria retratar uma batalha, +e fo-e 
rt'almrntt' o túmulo de Felipe. 
Dimitrios Kant+onlis, professor de bit6. 
ria, levanta ainda uma outra quertào que coloca 
em dúvida a, uíirrnuçõe• de A11dro1oikos: ufio Ir/, 
nada que prove que ergzina foi construída no 
mesmo lugar onde existi ligai. 
Os arqueólogos ertrangeiros que vivem na 
Grécia também e+tão divididos sobre a desober. 
ta. Mas as pequisas prosseguem e, quem abe, 
daqui a algum tapo se tenha alguma solução 
para o miuérlo .... 
de 
dialoga, serve e par!lcipa, porque ó hu­ 
milde. O egofüt é p r e t e II e i 08 0, • 
auto-suficiente. 
O individualista desconfüL Suo. a­ 
titude bàslca é a rivalidade. O comunité 
rio acredit11 no valor, na grandeza e rio 
lado bo das pessoas. Usa óculos claros. 
O indivlduafü;ta é o covE"lrn de suo. 
• própia alegria de viver, porque, como 
lembra o poeta: 
"Na gramática egoísta, os prono­ 
mes pessoais se resumem nesta lista: eo, 
me, mim ... e nada mais!" 
Entre º" que criticam e destroem, 
empregados et.a seu egoí~mo iudivídua­ 
llsta, sejamos alguém que serve, que 
·participa, lembremos do exemplo supre­ 
mo do Mrstre: ".Ele veío não para ser 
11ervido,. mas para servir.'· 
O individualista od.eia, levantando 
muros. O comunitário ama, construindo 
pontes. Pontes aproxima. Muros epa­ 
ram. Quem odeia parou em si mesmo. 
Amar significas. recomeçar sempre. Quem 
odeia queima amargamente suas melh0- 
res eergias. Quer ama e assemelha à 
vela: se autnconscme ilnmlnando o mun­ 
do, na alegria da servir. 
(Boi. do R. C. de C. Grc.ncle, RJ .... - Dist. 457J 
O APARflHO GOMf~A 4 :e Ar TA R IIEISI6EIS. 
O[ IHIISHEIROS MORJOS. 
As pesquisas sobre as vozes p:tranormsis 
têm evc.,luido muito nos último• ano,. .àqui no 
Brasil, Hilda Hils e George Magyri consegui­ 
,ram gravar ,·ozes que, inclusin·, falam em portu­ 
gues, coisa rara nas experiências anteriores nas 
quais as mensagens eram transmitidas numa com­ 
plicada mistura de línguas. A primeira noticia ofi. 
ciai de gravação de vozes paranormais é de 1959. rca­ 
liada por Friedericl Jurge+sou. Qcareuia e eia­ 
co a.nos antes, no entanto um radiotelegrafista 
inglês já con.seguira captar mensagens de sere, 
invieiveis num aparelho rudimentar.

'l7-'1 
JSE DA 1 • STRUCÕES PARI ELEIÇ- O 
DE NOVEMBRO 
f1r1rnlllu - O Trlhunal Supei·lor 
~Mitral baixou tres reouçóes dIspondo 
4pttuç0e +obre to preparatórios, vot11- 
o e puraçio dus eleições dlro::rn ele 
f1 do 11uve111hro próximo. Até o fi11ul d11 
f~
1111
rnu, o 1'::•m divulgará o calendúrlo 
eleitoral. 
. ,Jw;tlça Eh~llorul deverá entregar 
0
~ 1(tulos elolloruls rllHUlt1111tcs de pedl­ 
dos de inserlçio ou transferência até ao 
dlllA uut1rn rl11:i elelcõeH. O pedido de so­ 
guudn via rio titulo 1toverá sei· feito até 
t!uz dlns un!C'11 do pleito e entregue uté 
véxper 
De cordo com us instruções, as 
eções eleitorais não terão menos de 50 
nem muls de ,IOO oleltore~ nas capitais. 
' ou 11,uls de :ioo nos demuls municípios. 
/B secçõeA d!c'~tlnndas t) votr1çfio de ce­ 
"ºª quu 11!lo ulonnçurem e11le núrn1.,ro mí­ 
~imo podenio 1rnr comp!Ptudas com úU· 
tros eleiloroR. Nos etital>eleclmen:os ele 
1utern11çãc, colollvu dd huns1rnlunus se). 
mPnle ser/lo nllstndos uqu1.1lel que resi­ 
diam n<• munlciplo aute11 de se lnteruurem. 
A mesas receptorns serão cons­ 
tltu(dns do presideute, primeiro e ,segun­ 
do me11árlos, dois secretários .i um su­ 
plente, nomeados pelo juiz eleitoral (l() 
dias untPs do pleito. Não poderão ser 
1oesárlos os candidatos, seus parente!', 
membros do diretório p11rttdári~ c:om run. 
ç.1o executiva, autoridades municipais ou 
Jo serviço eleitoral. As nomeações pode­ 
r/lo ser Impugnadas pelos partidos no 
prazo dP dois dias. 
Até 72 horas antes do pleito, o juiz 
eleltor11I mundará ao presidente da me­ 
sa o material para a votuçüo ,:"•U a rd­ 
lação dos eleltoreR da secção. 
AR mn~a!4 rr-cCptortHl runcloa:irfio 2) - lhvondo omp·1t!l no votLlÇ,1u 
uos loei designados pelo juiz U) dias entre os candidatos d» mesmo parti!o, 
nuk" tllJ plr11tc,
1 do preferl!ucla em pró- sor-ú el1.1lto o aint•i idoFn; 
úl!m púl)Jh:oB. Só poderão ser utilizados }-- Ocorrendo empate nas 8Oras 
prédios particulares caóO não h<ija nú- dos voto,-; das !,Ublegfndns df1 p,u lido 
merc suficiente de prédios públicos. É diferentes, serà eleito o candid1110 qur 
proil.Jldo tamb(!m o funclo:rnmeolo em obllver o maior nútnl"ru tle sufdi-!i<,<;, 
sítios, fuz01HJas ou qut1lquer propriedudo Peri-istíndo o emputtl ~er-.:i c1Jnl'id,·1ac1o 
rural privada. 	Pleito o malt.1 Idoso. 
A rr•solução do TSE assegura a 
11) - Se o partlfo vencedor tiver 
prioridade postal aos partidos durante adotado três sublegerida.s. os cuurildütos 
os GO dluE aut(:lriore11 ao pleito, além de rn1o eleitos 1iP!',1o c,..n.siderado~ tiuplent1•s 
1·eluclonar ,1s 1:1ançõe8 para quem 1-mba- do iieuador eloito, de aeordo com a or 
raçar o exercício do voto. 	dom d"cresctmle de votação Ilaveado 
O pre1<ldeate da mesa receptora empate será p!"imeíro suplente o mais 
pode Pxpedir snlvo conduto com a co- Idoso· 
mlnuçfio dt, prisão por de&obediênclu até 5)- Sr. o vartído nucedor· llvor 
cinco dias, om favor do eleitor que so- duas sublegendas, o prin,elrn suplente 
frer vlolêncl11 moral ou fí~l<'a. na 111m 11· 11<•ri'i o candilwto a senador não elito e 
herdado cte voLur. 	o seguntio suplente o qut! bouver t>IUO 
As im;trnções do TSE fixam o bo-1 reglstrado com o enadnor eleito. 
rário de votação -·· das 8 à6 17 horus; Polo s,steruu. proporcional, para 1l 
dispõem 11obre a fiscullzação perante as camarn elos Deputados e Assembléia!l Le· 
n:;esuc1 receptorus e sobre o ato de votar. glslolfva11 serão eleitos os candidatos 
A apurução dos votos deverá ser mais votados de c11da partido, lauto .. 
realizada pelo Junta Eleitoral no prazo quantos Indicarem os quociente,.; parlídá· 
de dez dias. A resolução dispõe ainda rios e os cálculos da àí,-lribuiçà<, dus 
sobre a contagem dos votos, eecrlturn- sobrai;. Para cad1 partido, o quoclf'nte 
ção dos mapas e bolet:ns e a dlplom11- partidário é determioado dívídln:io-se pe­ 
çúo dos eleitos. 	lo qllociente eleitoral o número de votos 
Pel:) sMema majoritário, serão dados sub a mesma legenda, de::;prezada 
eleitos para senador o candidato nomi- a fração (quocieute eld1toral é o resulla­ 
nulm&nll1 mais votado e para sup)Pntes do da divisão rio número d~ votos vàll­ 
os cundídatus reg-ístrados com o seuu- ctos, iaclusíve os em brancos, pelo nú­ 
clor. Huveudo sublegenda, serão somados mero de lugares a preencher). 
oi- votes dos candidato!; do mesmo par- , Serão considerados suplentes úu 
tido, observando-se as seguintes normas: representação parcídária Otl não eleitos 
1) - ~e o partlr!o vencedor tiver dos respectivos partidos, e, em caso de 
adotado sublegenda serà eleito o mais empate na votação, na ordem del!resc:en- 
votado entre os candidatos; 	te de idade. 
Ili Seminário 
Regional' 
da Comissões 
d·o Mobral' 
Fneerrando o ciclo de 
>ri+rio. do ano de 197s, 
fi ralado na cidade de 
Durados, no período de 23 
2 pp.o I! em«nsris Ire 
@na de emissões Munii 
pais do Mobral 
Cnrll11Ln.lu cc.r:-, a parti-. 
paio de representantes de l3 
uuicípios, o Serinário fui 
coberto de pleno rxito, atin­ 
ginlo plenatnte os objetivos 
ou sejam: capacitado, Intera­ 
ao, troca de prnue1a8, 
v1uncj::nnt"nlo ,. rlumrnh,Jt,·fio 
do epirito cívico dos compo­ 
nente« +ndo teta cmtn 
dr. tndoa, 11 arn,lir·,.,~-ã<, do 
analfabetismo em 19!l() e u{ir• 
mação da filo-ofi do Mobral 
de valorização do hotem, a­ 
trll(·z d~ l:tlucrç~, 1-'ennonrn• 
te. 
A Cornit~tto Orçaui:ru,fora 
pre,idida pelo S,·nbor LuiL 
l-'udrnlli. foi p~ríeirn, receben­ 
do o aplauso de todos mere · 
ccndo tle.tnquc e•pecial o 
apoio e o prestigiamento do 
l'refeí10 José Elias Moreira. 
que acomp3nhou 1.odo o En­ 
contro· 
Os participnntes, no afi 
de aprimorar os trabalhos do 
.lohrnl nprt'Fenlarum um Dn. 
c-umculo final, sugerindo me­ 
<lidas no Fentido de maior va­ 
]nrizaç:io da Comun e a me• 
lhor-ia na gratificnt;iao tlow nl· 
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hora diál'lu pua cada PUl'lirlo sorá fra- 
1
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,,0de apurncr.n'io o nome, número e re­ 
i trufo dos caadfduto8. 
DELEfiAD03 
Paru o mes de Julho, quonúo 0s h•1,:-ltl· 
!JtlVOA, de todo o Pai.,: edão mn reces­ 
~o. ~erão rec1lizadt11: as ruuuiões r!as Cá- 
111ur11s Jiunlclp11iH para l:W escolhas dos 
rl~legad(ls a0 Colé~fo Eleitonil estadual, 
r~spnnsu vel pela eleição de governado- 
j 
E 
j rr•;; <' •'l'111,1J• rof'I !);rinlr•rH. !im cndt1 °C!!Hl· 
do, o Colégio EAituoal verá composto 
dos deputa'lo estaduais e delegados da 
Câmara Municipais, nas omneute pode 
rflo er dd, J?.iclr1s no r:ol'·gh º" mcmlnoq 
ele ui 1 &ó partido rnnjori!õrio n,1t re!'IJH·· 
c1ivn,; Cümaruo. A>< im 1.-,(:ttlo o•JC!P 
! <lf)Of<ÍÇÚO 6 mujotllória llil!-1 llb~O:nhlcia~ 
como Rio Orunde do Sul. São Paulo, A­ 
m6zonas e Acre ta! superioridade 
niw 1Jerú ob,;ervadn., pe,Hto qut: a muioria 
du~ Cüwar:rn il1uuicipals tem o partitb 
do governo majorit.ário. O ónico Estudo 
('ffi que o Colégio E]t>itoral torá muiorift 
do MDB é o Riu d· Janeiro. 
Já com relaçrio uot; d<1l!lgado➔do Co­ 
légio Ell'lton1l quo escolher! n preõiden­ 
to da República. em 15 de outubrc pró­ 
xlmo, o prazo para quo as Assembléias 
Lgislativas n!.quem1 os oms s ea 
cem:m'.l no próximo dia 10 de selombro. 
A rliferPnça entrP a Are o A. e o M DB é de 
128 volvB, enquanto a oposição, além 
dos 20 senadores e 1 denat 1dos feda­ 
rais, tera dt>legados dos Estados do Rio 
Grande do Sul, São Paulo, Hio de ,Janei· 
ro, ArnazouaP. e lc,·e. A Arena, majori. 
túrJa, lerá delegados dos 17 outros Es­ 
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11,, ('Oin r:. nnnu , <lo T SE 
:.1lé o dia 1» de agosto. deverão ser re' 
i tr lo, 111 .111 ·l ç I Fil'ltnrnl o,; 0. ,n,li­ 
d llo governador, , k·• IH', <'l'íl!lll<,r e, 
ena.lar binico. No dia À! de agosto 
1 OC( fl.l !-(• <l fll il:1'11 !l H,l 1l Y•' llil'1Ç' O rJ<:> 
(;OQIT(',.ç ,o rt '!:<)' l '! Íll,1 ,h' e eolher 
canditatos às Assembleia Legislativas e 
Ô C:t,nun d,J'j l)npu(111Ju.i lJ 01 GO!!IIJ O 
St>ua rio. lHIT vrn, tlll .Jta. 
I::LE!TO:ll'S 
Sobre os eleitores, a(é o dia i de 4gos­ 
to poderão ali-1t r Bt•. soli('lt:JI' trMi•frrên­ 
c!,JS ,lo título.:i ou mutlunç L clu !lumt,:lll'1. 
1 
Eoqu nto bso, os 11leitorl.',, n·!•!denlc II oui 
Bra ·Ilia que dejatem votar, dcrnn1o 
1 solicitar n transferência de Ruas repeti. 
Vlii:, follltll:l U<.: VUU(J,10 Utü O llld, J.
1
' Ut' 
outubro µróxlrno. 
Esses eleitores, sorrente poderão vo. 
tar nos c•:ludido.tos ;l vnga direta do ~c­ 
natlo e a Cámra Federal. H, to!avia 
uma pretensão du própria Arena pura 
que, 0m agosto, 1;t'ja aprovado projeto 
d?. lei e:-:tabclC'ccntlo a po-,sibilidu<le dos 
1·csirl<Jnte-; ria Capital Fed<->ral votarem no 
cunóióato ü issembléia LPgii,lr.tiva do 
srn respceti vo Er:;lado. 
Pãra o segundo semestre cleste aoo, 
vale rliZL'r, o caleudúrio ekitoral preve 
eleições no dia J!l de setembro- zover­ 
nadort:'S e strnadores l>iüniee,,; e !;) rle 
outubro. p,:esidente e viee presidente d'a 
República: e 15 de novembro. depulad1,s 
estaduais e federais, além de 1/} de se­ 
nadores dir!::los. 
A apuração diverá ser iniciada, de 
manelrn geral, no dia 15 de novembro 
às 8 boraa. No entanto, nos Estados em 
que o sistema de apuração será feito 
através de compuludor os resolt'.ldos po­ 
derão ser conhecidce no mesmo dia. O 
encerramento da aplll'açào em teclo o Pa­ 
ís, segundo o boletim do Tribuoar Supe­ 
rior Eleitoral. está previsto parn o dia 
25 de novembro, enquant,1 a diplomação 
dos eleitos, será, a critério de aada Tri­ 
unal Regional Eleitoral. no mes de 
dezembro. 
DITIL 
d, 
Corruição 
N. 01/78 
t» {ator 0 als }, 
.lt1f. d,· Ulrt 1lu d, l',, r,a rl 
' Jl, l 1  illa, ! todo de Me, 
C11H'"''• 1h) ll•H (Í.- .. , t "''" 
lnti, ur-, I<·.,:,,,, r rm 11h,d, n i, 
, o r n l' u tt t t d , 
1.Hl tirll~•n (:-,q f' i.(' .11in1rJ1 
do t.6digo de Oraninado e 
bii«o Juh+irias do E»tudo. 
lar »abrr que designou 
os dia« !1« 2 de julho de 
197s, entre Ás UI» e II» 
"""' .-«1rn lJ.01) ,. 17.011 h.,ri, 
no I orum desta cidade e, <l,, 
2 de julho de I97, no me+. 
isso lo,rio, n« cidade de Ca­ 
roc-nl - :l 1., ]l!U! ,·,Hrti lltJ p,...,,. 
IU l'ltUI( em fn,fo,i 'tH ,., .. ff.'11· 
1 u,. f' 111H "'' rvh;n~ ,l(l pnlfu:-i 
jadiciiria, cujos titulares deve· 
rio «orapatecer com oa livros 
• papéis ujritos à eorreiça, 
A« rslausôes contra irrzu 
lar idades m quaiquer art­ 
rios, delegacia de políreis, te­ 
Latias a fatos e atos ,Jc ulr-o, 
da_judiciária prisoe, ervi,os 
J1Hl1nflrJ1)1ot, ou :.,Ct·rru do pro. 
,·e,liu1Fn1<1 011 nti,•id,d,-, der; 
funcionárias subordinado» à 
Comarca de Dela Vista, serio 
rn·thi<lo• por celc Julzo 
., fi,u de ~er~,n cle,·ididu nu 
t:nl'am1nbt1dol" :1 ,:olnçl1o, con ... 
fornH· o ceo, dnrante o horfi .. 
rio fix.,dn 11i,•te Edital. 
Fi1:am aai,iir: c()11 idadus 
itln,:;ndu~. ,u1oridúdc,, Pro­ 
motores de Justiça, a qualquer 
pce•on do 1,0,·o que 1evhau1 
qualquer redamaç5o a fazer, 
par3 qu.: compurt:çr,111 1111 locnl 
dias e horas, nprauufoi;, 
E para que ninguém nle. 
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o pré-ente Edital <JUC tverá 
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t·RIBU.Nâ DA FRONTEIRA 
Pedro Pedreira lnf ormal 
COLl
1N!STA SOCI/L 
O redator.chefe da 'T'rbun enca­ 
te1?011-1nc de cobrh· o baile comemorativo 
ao aniversário d Z 2} (Emissora Ma­ 
rlscal Lopo) renalizado rabudo pp 110H 
auló~s do Orrmio Perlro H111i110. J-lalri un,n 
vc•z deixo HH rnlrlll'lR f1111çõe~ políticas o 
eolnboro em outro retr. AIm e faz 
Jornnlfsmo. 
GHEMIO 
Uma urpreu. o novo JJl'tl!'lldente 
do Oremio é o lilHf{e11to Cl,1udJO ....... To­ 
mnmo8 conhecimento do [to durvnte o 
IJ1dln. Fica rn 0>1 llll tifeltís«imos, pois o 
c;Jaudlo reún1~ ns quullclnh•i; inat,,H p111·11 
C1X1•rcor com brilho HU11s !u1u,:ÕPA. ,.l(~rn 
do Cluudlo, u novu diretoria é compost 
por elementos de paburlto, edurvudo, o 
e0nclos do suas responsabilldude. 
INTEGRAÇÃO 
Digno do l'!ogios u lntegrnçlio entre 
c:lvli; 1• 111llllarP~, e também, o clirr111 dn 
a111lzade que reina e11trn bra>lllelros e 
Jl'll'llguuloR. 1ro1 motivo dll orgulho u. ZP 
rt>111lzur o H'U 1r11dlcl1111nl bulle no GPll. 
l'uruben~ uo Gremlo ll uo diretor da rá­ 
dio, rud!uli~tu Vnlérlo Penhti. 
9± .3«± 
RECEPÇÃO 
Tudo fu11clun1Ju n contento. Urr,u 
equipe de senhoritus de nossu sociedade 
recepclonuvam os i;ócloi; e convidados, 
eucum!nhaudo-os às 8uus meus e augu­ 
rando uma bela noitada. 
99<0«& 
PRESENÇA 
Anotamos a simpàtlc11 presença do 
Tenente Coronel Zali e de sua senhora, 
D. Leopoldina O cusul purllclpa ativamente 
doe acontecimentos bela visteses e é fa­ 
tor Primordial na lntegraçilo de civis e 
mlllt11res. O ce; Zall é sub-comandante 
do 10º RC e utualrn'entu exerce o cargo 
de Grão Mestre da Loja Jlaçõnlca Fstre­ 
la do Apu e sua senhorn é u presidente 
do Movim1.,nto Seicho-no•ie. 
-9--3«3 
V ALERIO PENH.- 
O diretor da ZP 23, re>1.lizou um 
trabalho de vulto. Além du contrntnçãodo 
Grupo Safuri Show (multo bom), dtsll'I• 
bulu brindes e pela primeira vez realizou 
um concurso de danças. 
R±9<992G 
CONCURSO 
O concurso de dançai, modernas, 
~um cinco ca1Sais participantes, monopo• 
l!zou por instante!' o imPn~o púhlico pre­ 
sente. Foram juizes o Cel Zali, o jorna• 
lista Ivaldo Pereira e a miss ZP23. Após 
"muita torcida" fot eleito o casal Marile­ 
ne Perrupato e seu par. No concurso de 
polcas ganhou umu. linda paragm1la (ai a 
torcida vibrou ... ) InterPss1.1nte frisar, a 
repercussão do concurso. Todoti acolh.;­ 
ram 11 iniciativa ... a não &er "uns gritos 
diferentes, próprios de embriagados" ... 
no muls foi uma alegria. Lógicamente, 
nestes casos, é lrnposslvel agradar a todos. 
<±<-3& 
SALÃO LOTADO 
r.omo havíamos afirmado ao dire, 
tor da ZP, o baile foi um sucesso. Maio­ 
res detalhes no Enfoque. Até a próxima. 
E N F O Q U E T 
E S O C I E O I O E. 
CASAMENTOS 
··Via- e amel-a, que a minha l­ 
ma arcluoto em longo sonhos a sonho­ 
rn. usulm; o Ideal sul)llme tJtH' eu crlol 
na mente, que em vão buscava e, que 
1:1ucontrrl por fim." 
leallzou se dl 1" p.p. o enlace do 
joveni; ,J;,rundir e lone. Ela da trudicío 
nal hmllln btslavlflti,08<': os llelln. l:le 
eumporandene da familia Feti. A lgre­ 
ju Mntrlz de Santo Afonso foi Ol'UUIDl,fl· 
tadu com multo bom go;;to pam n•ceher 
o jovem casul. A oorlruonla foi rPullzndu 
uo flOID <le 6rgo. Ione estava encanta: CASA DA AMIZADE 
dora em seu lindo traje de noiva, onde A asa da amizade elegeu nova di- 
0 arranjo da cubeçu <'lll em brnnco e retoria fil'anllo u 'Fim c,J11>1t1tu1du. 
delicado roi;a. Or.rnde nº de convidados Presid. suely L. l{osa 
lotou u Igr>'ja. Tanto a cerimonia ri>ll· '✓lce-Presid. I(útíu Gouçalvrs 
glo511 como recepçio aos convidados secretárias: Zenobia, Estelu 
foi filmada pela Curpel filmes a pioneira Tesoureira: Ledn Pu!;uierl .. . 
em e. Grande em filmagenr Sonoras. Na re- .A ex-diretoria !'omposta peJ,13 ~1us. 
slcl<'HClu dos pois de lo::e, foi servido aos Ana Maria L. Ocnrlz, L~inir9. M. Bentle~, 
convidndos um suculento churrasco re fentriz Mascarenhas, Suely Rosa e Ni­ 
guclo com bom Scotche. Logo ap~>I! fo! da Buzzono, rgradecem a todos que de 
oferr,cldo bolo com cbampagne. foumer_os I m frmn n ontr lho»rarm para 0 
pa:-entri:: rir., nrl·o~ '.? ::i S eiety b:+! vi mesma turbem pudesse aJuuar os 14ls [ 
tense fez-se presente. Além da bel.~z~ necessitados. E nós Ja nova Diretoria 
slngeln de toda noiva em Reu dia D também contamos com u sempre boa 
f o I d r " t. u q u e u e I e ga n c 
1 
vontaae do povo. 
da Sra. Ferrnlna mi1e da noiva. Aos nu­ 
lwntes voto.; de felicidades. Ao casal A­ 
Etriílo Sr. Athanazto e Fermina 0 n0808 
puml>ens pllu bonita festa. 
0000 
"Via-a nllo vi-a! Foi uum só segun­ 
do, tal corno a brisa ao pe1 paesar na 
flor, mas nesse instante rt>sumi um rnu•J· 
do <le s,rnhos de ouro e de !'ncantaclo 
amor." 
/o som rle bonita música tocada 
em óroüo crtsaram-se dia 8 p.p. Cature, 
bu e Elci. A cerimonia religiosa esteve 
linda. ulém da beleza da ornnrnentação 
da Igr<>ia, a~ damas e priclpulmentf:' a 
noiva. Logo após, Oll convidados ersm re­ 
cebidos no salão do Grernio, pura um 
delicioso e farto almoço acompunhndo 
de muita bel>ida e. rllfrigerantes: O alrno· 
ço trauscorreu ao t!om de harpa e vio­ 
lo, Entre os tantos e tantos convidados 
foi destaque as presenças: Cel. Mantzln­ 
gen e Sra. , Mnaneco Miranda e Sra. 
IJr. Carllnlws -Medeiroii e Sra. Ten. Bar­ 
ra e Srr.. Sgtº G~rsy e Sru. Dr. Kesio o 
Maria, Sr. r'ilhote Rondou e sua bonita 
neta Crlstiane. Ao casal desejamoR uma 
vida-a-dois repleta de muito urnor e 
compreensão. 
eooo 
o s tqsos votos 
mú.Fícii. Fd!cida!lrs J•O ·, 
!iO !)OVO C/ll'Ul. 
•••• 
HOT,HY 	l ·1 f'Cf.(•DÇ.IS 
Com grnnd(; número < e ; • • ... 
• t . T stivo do Rotar 
renllzc:0-1:H' o JI o T 	. )!'C· 
dl
. 7 p p. A rlt'"1111c:la dllH c11.1n.ii' 1 
u • ' te Des 
+entes con0 xemnpe foi marcam , .,]. 
taquei c;;:ras. 1'<'ilu Borg-e_;;. K a tia t,or.v,.1 
ve,;, Elci Rosa e 0dila Salamene 
xxx 
Z P 23 
Aconteceu dia 8 p.p no gremio Pe 
dro Rufino u Baile do aniversario da 
Raclio ZP 23 ele Bella VMa Parogual. 
Foi um sucesso, pois o l>aile est_ava UDi· 
madíssimo. Para alJrllhantar mais aquela 
bonltn. resta o Diretor da ZP 23, st>nhor 
Val,,rio Peoh11 fez sorteio de premios 
doados por casas comerciais do Paraguai 
e Brusil. Tombem houve o c,oncurso do 
Hock saindo vitoriosa iIarilene p.,.rrupat<; 
e seu par, se bem que Catureba e San­ 
dra ganharam muitos aplausos da torelda. 
Logo depois começou o concurso da 
polca. No final ficaram 2 easa1s 1 bras1le1ro 
(D a r  o :"1
1
franda e Nalrzinha) e 1 
Paraguai. Foi dada a sugestão pc.Io ·•eu:­ 
pate'' mas núo foi aceito, ganhou o ca­ 
sal Paraguaio. Achamos certo i)Orque 
a festa era deles, e dançaram mesmo 
típicamente 11 JJOlca paraguaia. 
E claro, a torcida não gostou da 
eliruioação de Dario e Nair e deram Ren 
"grito'' mas afinal a fei-ta era de)As me­ 
reciam. 7 anos com voce. . . C aniver­ 
sário é nosso u festa é sua. Esse [oi o 
·slogi.m do aniversario da ZP 23. 
Ao Sr. Vulério Penha e sua (•quipe 
nossos parabéns pelos 7 anos de serviços 
prestados a Be.111 Vista Brasil e Pl'lraguai 
A Contemln'"1. 
cao dos Erros 
"Eu via-a. e minha alc:rn antes de vê-la 
s0ohara-a lind1 como agora vi; nos puros 
olhos A na face bt:>la dos meus sc,nhos 
a mulher am.1da conheci." 	ESCOLAS 
Foi às 18 horas do dia 8 p.p. a :miã0 É gra:_ide ,'l movlrT'entação em torno 
matrimonial de Dol11res e Nair. Ela usava dos ensaios de fanfarras. Dia 20 está aí 
um bonito vestido de noiva com muitos Haverií concurso de fanfarras. O Fei-tif&n 
babados. Ao som da marcha nupcial que eetó. se1Jdo aguardudo com muita 
Naii' entrou na Igreja peloE braços de expactativa. A cor:.issão Julgadora deve. 
seu pai Sr. Ezequiel Leite. Ao rnt.io dia I rá ser neutra, neohum componente poderá 
bouve um churrasco e a noite muitos p Jrtencer às cidades concorrentes, vamos 
salga,liuhos, refrigerantes, bolo e muita aguardar, torcendo por nossa ci<lade. 
... -,~·------------ ----------------- 
[elos msIn mH s 
l)l}']P' qlJI' I.Wl l utlt ctrn 
s supremacia eleitor 
p. El de Ara9j@ Bar 
b,sa nas ú!timas leiçórs 
consideramos UE rro 
primário o Dir ·tório d 
Arena estar d!vidido 
entre o médteo candidatn 
t possiveis candidtosde. 
fofa. O presidente d» 
OirPtó1 lo. Fio ri .',!ur,:.t10, 
afirmou +r Paulo Slhn. 
nh4 o eu candidato e 
1 1 
~ ,. '. 
que não polir1a Tu 
uem de Bela Vis!na 
0t.tdi,r que h be ('X.piorar 
atê 11 rrlóricn c(ln1c: da 
expre,-.,:í.o ('r,rporal 11 , 
tribuna, Ely Hatbova pe1- 
mane<:e em 1,il(!nclo. D11. 
apenus que não é eadi­ 
dato a candidato._É ea. 
didato. DiR-e à 'Tribuna 
m!nba r!c:lçüo (, trre,er• 
sivrl. ::,oiG conto cc,m o 
apoio dn massa. Aquele 
seu jeito li<> quem I_:UJ 
sabe das coisos a 0 
passa de uma arcliiJs·t 
díBsimulaçilo de lakntl•. 
o médico vPreador é urna 
da+ e!igências da ei­ 
dude e um dos polrnct 1, 
mais vlbrantei.', o que lhe 
proporciona no momento 
o "silêncio dos moujes 
Ubetanufl". A Arena wu­ 
nícipul continua erraudo 
e contarniDatHlo u Aena 
dos vízlubo'.l muuicípio,. 
Ao invés de cerrar~m 
f!eiras em torno de utu1 
candidato rl-lgional, dh­ 
tribuet apoios e adesões, 
Com is;,o, creec1:1 o prt•~­ 
tigio e a possibi!ldacle d'l 
rlos Ey Sá de Mede­ 
ro,;, e1:ll1:: um polilico ba­ 
bilidoso que esta sabendo 
explorar os erros ureni, 
tus. Múnopolizando t1:; 
atençõe, quando visita 
as cidades do ;Sudoesk, 
iledeiros está fincando 
profundas raizes na seara 
e:nedebista e até mesm•) 
arenista. Sinlomó.tir,a :1 
opi::iião de uw el1:1itor 
/11renista) do Jardim: Vou 
votar 110 Dr. Carlos pois 
atualmente devemos vo­ 
tar no Homem e não n•> 
partido, pois estes serão 
extintos 
NOlrnllA fSPORllVn IIA OUfiilR1 M 
ClUBE ESPORIIVO BHAVISJ[!lS[ 
Dia 15/1/18 - 19 hs Yol·i • 
feminino AABB X Sessenla [s~or- 
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Vêleibol masculino- Sessen!a [s~or!e 
Clube X f soor!e Clube lar~im 
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futebol de salão - Sessent~ [s­ 
porte Clube x fsporte Clube lãrdirn 
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