fum}ádor lvaldo Pere1_ra __ ".,_I __ A_n_o_V_ll_,.__N.o 294 9a16-7-78 -- -------.!.---- 1 i- m tt ~ Frsbl. l)urunl1• :1 Copa do Mundo, reull­ lUdu na Arge11tln11, oucle u Hcleçiio do Úrui:11 cous,,gulu ur,1 l1onro,;o 3'' !ugur, jJt'l'IIHlUOC()l!!lO lnvletu, uco11tllee1'am fatoi; ril[!llüll rl1• n•~l1;trn: a rlerrota 1111 ~eleyüo poruanu l'rcuio a da A1·g(rnt:na por hxO; 0 cn1p1110 da seleçüo do Tuulslu !'rente d da ,lorru,r1hll, o comi>utado ''ataque" a ccncenlrnçllo branllrlrn por lel'l'orlstnt:1 ~ 1ou1011ert1R (segundo comentários ele ctuudlo Coutinho) , o fUl'OI' da torcida Argt>ntlnu, mas uem todos o~ses (u toll 1:on~eguPm supJuntur o "pol.Jlr.ma do. iurngem clu telf>V!Riio morenn rm Bela Vista" O beluvistense estuvu desespera- ffi) 1 ~l ~ [fil r J 00 ~ 0 l'arufrn,enntln Iluti,111 Cmtódin, a grande o litlào é n ,lu homem conlumplandn, ,ôzinho n pai• ;u~r.m de tudo acabado "Ili ma ,·ohn. Não é u so­ Ji,lüo duqudc A tolo," Umn briga entre ,erendorcs e prefeito é uma fot,, comum, nos ruunicipi,,, onde a oposição (MDB representa a Dia 7 pp, nos sülõP,i rlo í'lube Pa­ roquial, foi realizado o j:rntar fe&ti·,o do Rot!!ry Cl:Jb de tlela Vista, na oportuni­ dade tomou posse o novo Conselho Dire­ tor do triidicio"nal clube de Rnviço. Pre­ sentes a reunião 05 convidados: MM Juiz du Comarca. Dr. Osvaldo Ram1rnzini; o se­ nhor prefeito municipnl, Dr. Ruben Alber­ to Abott de Castro Pinto· o Sub Coman· daute do 10º RC, "Ten-Cel 'zall de Araujo 8 senhoru; o comand!lnte do Destacamen­ tEpo d.t' Bella Vistu-Pari:g:iai; pecuarista . aminondus Escobar e Sra; pecuorii;ta Tibi Loureiro e Sra l.Jancârio Genil de Assis e Sra; empr<'silrio Millon RoJa e Sra, genitor a irmãos do novo presidente Garibi:ldi c!a Rosa Neto; Dr. Hdroldo B&r· }e Sra. Teacate La Franchi, Dr. Fiori • urano e Sra .. e out!'os. o e do 111fo 11 la aAslsllr u Copa uo vivo. /1- zuem deveria tomar providências. Ai eu­ tão r.omeçou a ''via erucis". O pobiemu televlsüo "irou novela. Com maior Ibope do que o O A~lro. Muitos se envolveram aviõe1; foram alugado~, candidatos a de• pulado promelnum. comissõti:: se l'uru.a· ram, pedidos foram feitos, mitos culpa­ doE; apareceram, muo a imag<·rn, d•· vez em quando, dava o i,lnal ele ,u11 graçl. E o boiuvt~t,•n;;o ass1s!lu a Copu a prns­ taçfio. TJm jíu a imagem I i;tava b(1a, em c11tro mal dava para ver a bola. Segun­ do o prefe.to Cai,o iiuo, a luação seria r.esolvida após 11m contuto aom o n1niorÍíl, N;io o (· qunndo 0:-1 vcrcndoreP crn sua l,!rnndc 1naiori11 reprer:;cntnrn •> partido do Gon·r• no, Rm Uela Vi•ta o prefeito é nornca,lo. Existem sete vereadores da AHENA e doi• dr ?11D8. O prcfrito foi c,r.olloi,lo pelo Diretório r. com apuio inc::trito do:,1 atuaiij n::rcaJorcA e alem do mais, é General dn Hc,crva ,lo Exércíto. Poi• bem •·;!e, Vcrcadorc:1, ntunlmcnte, co111 raras t!XCc~:Üc!-1, corn· b 11cm o prefeito Cn,tro f'ioto. Uma Co111issiio dt: ln1]1•éri10 c,1:í cm pleno andamento. Os vat'ndn • re~ ulc~am Corrupção :ulrnini;.trutiva. A Cànrnra não possni verba parn dlvulgnr nu i111prcru•a, 010.0, oficiai& e quando necessita de iruprcsSJ:' é urn Deus nos ucudn. Alcga111 Ol' veread?rcs que o Prefeito Nega quulqutr verba •olici1acla, uté mes- TO,0U POSSE O NOVO CONSELHO SETOR DO ROTAR! .Jl 1 SAUDAÇÃO 1 O presirtentt:= füluardo Ocariz, s .. u- dou ::s convida dos, traçiindo um breve perfil do presidecte eleito para o perío- 1078-1979, Garibaldi da Rosa Neto e disse que "no mundo de hoje 9 atuação de Rn­ ta'ry colaboro. para a união dos povos e a integração das filosoflas." Disse aindn que ' dentro de suas limitações, inerentes a todo ser humauo procurou dar o máximo de si". Agrade­ ceu a colaboração doa companheiros ., citou o trabalho da CAS. O, A:IZADE e suas abnegadas integrantes. O presi­ dente empossado, Garib::ddi da Rosa, muito emocionado enfccou "a n~cesr,idu­ de da uniàu de propósitos para servir ' ainda mais a comunicJ.1de belavi;:tense que atravessa um período onde o trabalho Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Caus11s - Civis Criminais InventárioL Il Trabalhistas ua Rui Barbosa, 2?74 C/1 ~ampo Grandd 7 7 ua Sebastião Crispim do -.; 1 Bela Vista - G'lvi:-rnadut· Ot1rcla N, to. Tudo ,e, , .... li• mia l.'rn mudar 1:1 ap 1rnl'll11,!"'11" t'IJl•H! l!· transitorizados. Pata isso et ÍJlll lJf'('•• • úri: quase 390.00.0, Pais bem: o se. nhor prefeito foi a Cuiabà e consuiu junto uo Governo '.lo i':i:lado o :tuxill<' tot:11 para es~us tr,in1=forrnnçõ,•,., O l'r:­ g-enheiru da TV ~1<11·t:nn ju !'lo cn,·0nlr,1 em Bela Vista e o problena da imagem da TV ,1or·en11 c~l:i resol..-illo. dPilroltívn­ mente. ~oi;sos 1Jgruuccimenlos 0•1 Dr Garcin Neto e uo prefeito Castro Pinto, tal ieiz ua uuveia a l i 4o <:IU , Bela VH,ta" . mo as cJc direito . .A ... di't::q!L:nt·Í.l .. cxi,.fern t· o'ºº prc-cii:a :-:er i11form:.dn .. l- criticas, de lado n ado, untes veladas, começaram a 4parecer para o granule públicu. Umn do- vereadore-, li pouco- dias, -ali. cnlou (particularmente à Trilua) que r-te ano Político. o prefeito de~ t'ria 11r1,,·t1rJr ,,.- t·rt·arlon•.: que divergem de sua política para Unir o P:irri,io e riparar :.H ure:--tn,;. Foi tHn..i :1titude diga do vereador que já sc•ntiu u neve--idade de-ta Arena de,:;g-ai.lada F-C unir em atitude- lógicas de partida­ rios de uma mesma filosofia. O- ol,-rr,·.1durc-­ mais bem informados garantem que o offoire coutiouarú poi:- ning-ut-•UJ qut!r ct'dt'r UUl ruilíruetro quf" !-Cju. Ai então, a continuar e-e e-talo de coisas, é bom meditar a re-peito das pdmcira:;; frases de-te artigo. de todos os seus filhos é fato!' ímportau­ te," Eru dado momento, enfátieurneole. di,:se que ''Rotary é o cadinho de espe­ rança oum munrlo conlu!'l.Jado, onde as filosofias se cbocaü1 e us umhiçõrs desawdidus levam a atitullt>s radicaifl." Citou o lema do novo Gov~rnadc>r do Rotary: .. a~ mãoR e;;tendidas esperam outras mãos ... " traduzindo uma filosofia onde o altruísmo é a Ili.Ola mestra. O Rotary Club de Bela Vista reúoe um grupo heterogeneo, on!e o desejo de ser­ vir supera as diversas cnrrentPs e ten­ dências. ~a ocasião o novo prêsidente empossou os integrantes do novo Con­ selho Diretor, dizendo que "contit va com todos para trabalhar e dar continuidade ao trabalho oe Rotary. (Mais detalhes em Rotary é NotiBiaJ 1,. ,._ .. / 1 ,) 11 l (l r 1 IJ I} r t " ~ ,,1 ttp»to rtvolrre«entoe f»o t a T.r,, l tanhs, o jornal t , rhmeode B'rira fale. fe da tas tril do Governo do l-ado de Mao ,ro+o, 1•'t1 Jt('11 .: l!l{l,fí•, fl.(1.C.l 111'),1 t ftY: i t i n}t 11'ú, _d 1 ['' rln11: 1nl,·, r.'!.• fHt·r- 11•111 una fita«dlea, drementida s to»iriso«e divulgadas pelo 1.( .)q .,,. j, 1l l• ti I P"•'""'"' lritu, verto ponto, que o d·tique dado a estas l?lllitf'! !e·e ao fato de!e «r andudato o n+do lede. ra{ lo mvorr to da ntre.­ ta v.letra, o hfe da tUa»a til otaa aomopsn'lo le ária exprrs+e»s pulitias e u,fnqii-lrnti,u, Jn l.-111do, i>t•rn e c>mo d,· i.11 .. : f dh.,, a d v,gola Ana C«e!e·te, que É 1-.u 1 :1--1·--l,r ,, e) -rn ;!•'11ro.1 n. tenhriro Sio de Ar@jo a tro e eu flh, .. P<1!,.'..'-"lllieirn Ar«chimule« Pr«ia !isa J 11niur. Ci:lri' d "oral da Tarde" ojurna­ li-ta Arehimeds Pereira Lima ,,firmou qw·· ,·ui utilíL.:tr a_I.e1 d· Ire-a para form!ia :i ... ua defesa m JUlZO. Nt ~1t.: ponto, fez que-tão de resal­ tar a -ua vundião de jvrna­ Ji,tA, tendo corno rt:'!!'l'"l,ro u número dois de Mato iro+-o ,·iurlo l 1) ~ o de p o , s cl h jornali-ta Jaye Ferreira de ' .;-cm:1:elo•. já f a I_ e e I d o. Pro-;.;e!...ruind<,, <:oru.JJlt<''1U no-, pre,enle ... qut" 0 ~o .. ,eru:i.dor José Garria ~ell> ~,ta ernpe· nloodo no esdaretiment? do cnrn, t.:ndc,. a propó-ito inte. resse de e-gotur todos o fatos po--íei-. Quanto ao reflexo de--a- notícgs nas prova eleições, o chefe da Ca-a Civil hi--e que a- possibilidade-_da ,HE::'ir auruPnbidas Nacio­ nais e Importadas - O maior atrativo da front!!ira • Diversões Som. Visite Bella­ Vitlta (Parag_uai)" e conheça o RESTAU· RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista PARAGUAY Paraguai "O :omercio Jovem de Mato Grosso do Sul" Basta levar o seu documento. 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E nquPlu JH'glÍclo, dnr n 11oti<:í11 h1!ü1•pn tirnrlo. , inl'urmução pura 0 1:lrnplr-u l:lfio r11c111·gcA dos jornais l!ihrio~. ~c11111 núrlot-: F:io jornais de opl· Hiõrt-:. t:ieg-uom 111ul11 a escola do jorna• ll~mo fruncêi; municipal, e o mer.mo dls!'e qtw o senhor Governa• dor úo Estado pt·Pstiglará o aniversãriu de Bela Vista. N1 ocafllilh ficou d,'linea­ do que publicaremos urna grunde rrpnr­ tagem n resprllo dt< sua ndministrnç.1o. Esta reporla~em sairá t:>m duas edi,;ões Uma parle na 'diçiio do Jiu 20 e a ou­ trn nu edição posterior. AINDA O PREFEITO Quando publicomos "uqueln nota" n respelto do prefeito Cíifltro Pinto, elo­ giando u sua admialslrnção e escla1 e­ cendo determinados fatos. um político "influente" na cidnde 1:omentou que es­ távamos "pensupdo nu edição especial'". Traduzindo em miúdos. Estávamos Publi­ cando 11 nota oensando em Faturar a Preft!itura. É, pois é ... O mundo é habi­ t n d o p o r p e s s o a s hone11ta1.< e d e s o n e s t u s. Por idealistas e aproveitadores. Por homens que vivem a vida como missão e por homens que passam pelu vida. Estamos no primeiro quadro. Há jornais que mio ~e v;;ndem. Não será p6lo fato d'l Prefeitura Munici­ pal publicar ou deixar de publicar maté­ rias pagas na TlUBUNA que iremos cri­ ticar il,just3mente o prt>fE:'ltO munioipãl ou promov11-lo mentirosum1rnte. .inda há l 1t:Dnr, f'L!)!I l:l it, peson que "não conhecem a linhas do Jnrnnl". l•:-1amo" rar111:1 1l<1G dt• r,•p•' 1 11 c1'llflt<-1nrH1 ua lula, uo warifilo, na t • ní1111.;ia, no t1:1balho íuin'.C!'l'UfJlo. t:o!J1,i­ muri da l'rf'r1-llel/1 '1u11!C'lpal Hl))ll qu-111• tlc1 lt·r·ittúrfa para pullll<·lr tr(•~ fif•c,l11 1 11 11 re.ipC'íW dn arlm111lis!111ç,10 r: 1•1ro /'111'••. l'1)11HU1110, 0111 fll'l11 Vi.,11:1. Ou1nrfo " ,. nhor prefeito resolveu fazer a repor tgem, infortaoues que ottia de ei­ vulgar nossa elhude, mas que Infelizen lt· 11 v,•!'llfl p,1ra divulga(;flo 111·:1 IJllU(' ,. S1•guln!lo o no•a;n princípio 110 traiJ,tlllar JJOI' Ilda Vi«ta 6 por +er u oen1ião um luta espeefl, resolvemos cobrar d Pre­ feitura apeai o confeee de elichés. As reporte·nus sairão $3)10112)}}1 para n n11111i 0 clp11lirJade. C,o,n:•rr;i11l111c•utc fc1 liJ'll mnu lll'f!Úl!IO, m111; ,,rro viVCTTIOl:i (!()Ili o rllnhP!ro no crrel)l'O, homoi; movfoo,; por fdo:tlu. Cr,11ttnunm'lR com a mºflílla oplnlfio: Poilticament1•, dlscorclamo~ dl' luns atos do i;enlwr prefrito; 11clm111!~­ trat1n,mcnl<', C0!11ns novos estilo fka ndo prema­ turamente velhos de tanto ódio corro­ do por dentro. Se i11ll'I''Puho pela con­ córdin nns hostes urenii;tu~ (leia.se: D1 rPtórlo - Prefrllura • Cft11111rn) mio é por temer que qualquer pri>íelto, deputado vereador, corte us ralas parcelas út> pu­ bllcl1 "20 do corrente, os politicos deveriam n proveitar a ocu s1ilo para mo,;trar ao governado1· qul' IJ­ qul tudo se resolve cor,1 :liúlogo. Pelo Bem da ARENA, pelas eleições que se aproxima.m. Pela vitória. tão solicitada pelo General Figueiredo, futuro presiclen. t1:1 da Repúbl!crt. ---- CANDIDATOS Com o triste fnto ac0ntecirlo com o DR. Rl.i"'Y SANT'ANfü DOS SANTOS, ex Sub Chefe da Casa Civil,. parece que em Porto Murtinho subirá a cotação do be.JavMeust. Ely de Araujo füubosa, 8t' realmente ficar objt livada a sua candi­ datura. Q cun 1'iiuto perteuce ao esque­ ma BAREM-PEDROSSIAN que naquela c;­ dade é um grupo multo forte. Para con­ correr com Ely, em Porto Murtinbo, os ··ortodoxos" coutam com Lli3INDO DE ASSIS GODOY, de Aquidnuar.u. DIRETÓRIO O diretório da .RENA está muito disperso, cada um puxando por seu lacto" comrntârin de um integrante do Diretó- r·ln < 1 t .' 1 , .. ,tti. l 1 ,nL 11 j ,,f f .• iaita4o put (J{/ i 111/J ) ar o nome de Eu! » i,a d<; J x1 r:un tJ. 0000 C011:5:5, E~J•E('J,l. DJ•: LQl 1flHTO Alguns vereadores lançaram _um.a sr+10 perigo-a contra o prefeito ·tro i into: I!GL­ L,ltll),l)E'i ]NISTIATI A. A to»i-üo Especial de Inquérito eti em andamento. Espverato- que o verealore- tentam ·ub­ taniado com proa- irretorquivis a acu;ao "e­ lo n,m ,:ond<·tlo que o prefeito C:t-tro l'u11_n :-L'­ ria incapaz de utos corrupto-, las cov·teriam­ um erro tales mais grave que a cu-acio do- e­ rearlorl'=- t-l· adot.'l-•t.·1110.:: o t:Õfllthlo camird10 ,Jo silêncio, fingindo que não e-tá acontecndo nada () povo está na escuta de uma re-posta, que nio c],.,,. trnz<:r :ipcnn-- r, c.:-clan·1..•,m;•nto ma .. r. do;e certa de severidade para eliminar are-ta que m11- cubm a; cntru,b, e saída que k,uu, à AHI•::'.. Tribuna da Fronteira - SE:1ANARIO -- 1· UND A D O E ;l 10 I 2 i12 Dir,·wm ~lnria Estcb V P.-rcirn Hed11tor-Cbdc haldo Pneiru Departamento Cona·rc:ial: Ahnro .Pereira R,·rlado ,dministrad10 e Oficina-: H. Duciuc de Cuxio, ,Ín Bcb 'i,ta :!S. ASSINATUHAS Assinatura Anual Ueb 'i,1:1 CrS Dcm,is ~lunicipith CrS Ora&ão do sitito Santo E-pirito Santo você que me esclarece tudo que iluri na coJo .. ,, ... 1·,nninho:- para qu t•u n1 iuj:1 o ,n,•u ide:1L , OC't· qw· wr d: o ,k,m di,·i110 d,· perde.ar e esquecer o mal qu r:iP Í.1Zl'111. e que tordo- os n­ t.11:tt• • de minha vida e-tá cu trigo u quero este curto dii lo:.:n. il;!t,Hh-c~r--lhe por tudr e confirmar amais uma vez 'UP c:t nnnca ,Jut·ro mt: -c.:pU· r:1r de você por maior que +e • ja a ilu-:o material não eris o rniuiu:o rla , 0111:tde qut: s1n· to de um! dia e-tar cor: ,·ori e tolos 'l:- rnt•u-. irm(ir,.. nu ~lóri::t l't·rpétu.1. Ohri:!ac.la m:.ti:­ um:.1 ,•, .. z (n pr!-'0:l. clc,·erú f:..izcr t·:-t:1 uru~·:io :i diu" :::eg-uiclo::: "'l"nt fazer o pedido. D,:ntro d~ :l dia- erá alcançada a graça, por niai, difidl qui: seja) publacu a--im que receber a graça J1.E.V.P. Leia e assine ;IOJ,0{) 250.00 o Jornal Tribuna Tribuna da Frontcir;i i, una:i publiação d:1 Gráfica,.. Etliror:i AP: CGC-IF: 0:t?Jl266i00Ul-90 In-,·. E-L J.~059~:S 1·31 Diretora Proprietária: Maria E-tela V. Pereira ---------- de AH/1AD H. . PONTA PO RA - da Fronteira HAIDAR L•mu O:·ganiz·1çilo AH~lAD R. HAID'R pum servir Ponta Puni e Região. Secos e Molhados, Lati±s, Panelas de pressão, Lampião a Gás. Tritul':l•lor ,fo milho, Ferramentas Agricolas L' Aluminios. Produtos de Exportaçàu dat:' mais u[c1mudas marcas. [xporladora C l l r E R tem o melnor preca de Exportatão para o Clien!e ExiQErrle. Aramem C li ~ u : Rua M a rec h a l flrium, 8 N ! fure 431-113l fI,#t.':n Iir:. % u f.:amh .1 f lo r in n o 5 0 ) , foni 431 _ 1310 M ATO GROS C uUll rM i' f (' n oBRIG DO . EU DEUS )brigado senhor pelo m"u .1n;:rrl'1••!0 l:l'll ;.A ' qu,rndO 1_1.., luol% Clli· (loíl nuG !llll'JOtuu. Pelll nJlnJw 111!--nleM,dlu (jlHllHlO IHi l,HllWJ em desespero. Pelo meu andar eom- 1J!JH81tdo ' quundo hn tantos zi- guezng-u,,u1Hlo peiaA ru11B Pela minha vonludC' de traholho. quando l1(1 tantos que 111endlgn m. É suprema a ventura de poder voltar ao lar, quando bó. tanl1rn tare~ dcsfclto.i. Dormir ugussalhado num Jeito quaudo muitr,8 ja­ zem 11r, ('fm,•--:n l'r-lo da calçad:r. Como e bom Senhor, sorrir. amar e ser util a outrem, quando tuntoi' cho­ ram, moltrutam e süo luútel~ para si e mira a Eocledade. • Como é bom Senhor, obretude estar sem be­ ber, ter liio pouco para oferecer e tanto pura ngrndec1:r. Como é Maravilhoso Meu Deus, Ser A. A. Questão de Lógica Eu ilevin cumuha~ um vc­ lerinário • dizia um sujeito - pvis lrnbnlho corno burro me ilimen10 como um pássaro e ,ou rrnrndo como um cilo. Coieati de Loucos - Você é capaz de rnbir nré 0 leto por esse facho ,!e lanrernn? - Claro que sou! Mas no a­ Pague a luz, seuüo cu cai<,. O prr• ldcn!é cio 1-llnrlil: t do Jor 1 llta Protis iunis do tato Groi o, do qual Hui é filiado, condenou violrntamen­ tr> o '·Hin ,·,clo11 d i•nno·· qu•J '(IJ, 1•:. ,,, l feito em torno do envolvimento do ex.] • 1.1t1lH:bl'fu r1J Ca a Civil, em nota olid, cli tribuld à Imprensn no di 2» ú!timo.] Eis o que diz u nota. ") Siudleto dos Jornalistas Pofi­ +ionuls de Muto Grosso, unte os ente­ <·inH•nto' que ('Jll olVt'!lJ (J flOflll' uo ,Jo.­ alista Rui Sun!'Ana dos unto6. Do e· pis(ódio "Levy Campanul!", ent ·e 1o dever de adotar posicionamento coerente corn o espirito de clas e e co,n ú. é!lcu p l'O fifJ!!f o II ai. Evidentemente, não compete uo Sin· dlcuto t,ntra1· no mfríto du ,1uestJo. ls:,.o çompele à Justiça e sômonte a elo. Hui Saut'A11n:1 dos Sant.ofl ó um dos nwm­ !Jros da clt1;se ~ jú foi, lnclu:ile, adm!· nllja eKplendoros~, plena do alegria e de succssu. Que ebse lançamento se consti­ tua alnJa em maior motivação para a !:!Ul:l. fulgeotc trujE:tória CJO caminho do estudo, da luz, do saber, para orgulho de se UR farr.Jliarej e de /leus rnestrei;; pa­ ra exe:nplo da nossa juventude; para gratil'icação dos governante6 que lncen­ ti vando a mot'idadc de boje coustroem a grandeza do futuro do nosso Brasil. Dos avós Adalberto e Adelaide. Bela Vista, 03/06/78. NOITE DE AUTÓGRAFOS Lançamento do livro de poesias 8 o t õ e s de R o a a s de autoria ria jovem Beatriz Santana Coningham Cuiabá - Dia 10 - 07 - 78. Fundação Cultural do Estado de Mato Grosso. == llçougue Yenceder == de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duas Vezes ao Dia - Higiene Ótimo Atendlment& Casa de Carne Tradicional da Fronteira ANTONIO JOÃO MT do SUL l :-------------------------------·-----------------·----------------- « 38 2OS Com Manah adubando dá EIA.DO G. LAIRANGEIRA Vacinas, Antibióticos, Mata Biohoiras (em latas e spray), Vermíiugos, Vi 1lamln11s, ais ;Uaerai1, Herbicida!!, Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal ,'dine::-alizado, Vacinat:1 Anti-R~bica, Pulverizader, Plantadeiras, Máquinas de Matar Formigas, Sementes Certificadas (j11.ragué., braqulári&, colenião arroz, sorgo, milho) «A Casa dos Bons Negócios» DE (Ai!AS, 1 O 8 O ----------------- -- BELA VISTA * 1 - MS 977 GDRCI ETO: SEM IDEAL . CuiuhA_ - O lnnçomculo do ,cio com n cfí• ri do_previdente _Geisel um ju-ta homenagem pelas últimas medidas tomadas por seu Governo com vestas o aprimoramento do regime demoerá-. tco e u extinção to- atos de exceção, que se de 1noras+em mais algum tempo, formariam sem dá. vida alguma uma mancha negra em nossa hitória Esta a afirmação fei pelo Governador Garcia e. to no ditório do Paleio Paiguís, por ocasilo do lançamento de selo em homenagem o presi. dente do_ Rt!públicn, ft-1tn rm âmbito nacional. Estiveram presentes ao ato, o futuro Gover­ nador Frederico Soares Campos._o ic gover. dor José Vill4nova 'Torres, os Chefes da Casa Ci. Y1I Arcl11111edes l'crrirn Limn e do Ca,u .lilitur, coronel Francisco Antunes, além de deputados e 1ecret,mos de E,rado. . Acrescentou Garcia Neto, que o pre,idente Oeuel "te'c scnsibilidud., de, no momento opor­ tuno, d.-~retnr "xt111çilo rios utos de excessiio. 1iuru que respire todo o povo uma utrnosfcru mais dc­ moerótica, e que os direitos de todos os cidadãos brasileiros sejam respeitados. E que, desta forma, hirruém seja sentenciado sem_ser julgado". Isto irá a propiciar, disse, que o Brn,il desenvolva-se pnrnlelamenle com us nuç,ies democráticas. Obsenou o Governador, que com esta atitu- A Federação Nacional dos Jorna- de, o l_!der da Nalo sofre nlguns ri•co•. porém nn listas Prolissloonis, toma11do conhecimen­ listória dos povos sempre existem risco+. 5em dúvida. observou, o presidente Geisel entrará to dos futos que envolvem o nome e a H1st6r1u 001110 i:ovcrnnutc que além de implan. pessoa do jornalista RUY SANTANNA tar obras _,uuteriuis, proporrionou u Nn,ào, dire- incluindo a poslçúo llSHUmida por esse t~izes ha,111;"• paru seu Jesernolvimcnto democr(,. , Sindicato, traz o seu apoio e sua solida- hco, matcr,nl e cultural. rihlade à CNajoea nota oficial emllld11 • pelo companheiro no dia 28 de junho FRENTES DE~IOCRÁTICAS próximo passa d o. Referindo-se aos moviml'ntos de Frentes Democráticas que têm surgido no país, o Governador de Mato Grosso a­ centuoa que "vozes queram falar m8io alto e por isso criam Freutes 6 açõeJ para solicitar o que j foi detrrminndo criticant:lo o Governo pela demora na implantação de reformas. Rciter!lrnoa pois, a nossa admiração à coragem do presidente, que, enfrentandP óbices que encontra até mesmo dentro do próprio sistema, irá implantar dentro em breve us reformas. Esta atitude vem sem dúv1- da, disse, assegurar ao Chefe da Repú­ blica um lugar de destaque na História como grande brasileiro que, com coragem deu nova orientação ó. politica nucionnl. . ._ EXCEÇDO GEISEL • DEMOCRITICO DE8E:'JVOLVl:1ENTO DA ECT Por ou Iro ludo, Garcia Neto desta tacou u lportincia que vem asum,indo cai vez mal, u Emnyrea de Corrios e 'T'el·grafos, que de repartição inlelal­ menu!e deficitária, tornou-se empresa me· drnn, cooperando sensivelmente no de­ sonvolvlmento da nnçún" . O Governo tle Mulo GroEso, home­ naoi na oportunidade, a empresa de CorrnloR l' f'eltgrafos pl'iu lrmbrançfl foliz em homenagear o presld<·at':! Gel!lel e ! coloca à dlsp no livro intimo da lma pode Reir lido o luiclo da OAlrada que os pés tocurüo para a grande viagem, nos domínios do esplrlto. Diz uma velblsslma sentença que quando o discípulo está pronto o Moolre apareco, Sim, aparece n•J interior do verdadeiro discípulo que se encontrou o. si crnsmo. E este ·oncontro define a Iniciação. . Scrlu mais proveitoso, a quantos • buscam nas várls doutrlilliS e ·aos livros o roteiro da luz Interior, que o fizessem prlmelr111nente dentro do templo de sua próprio. vida, o Início do CumlnlJ.o ... Difi­ cilmente os palavras de alguém 1·ctrntnrüo exatomehle seu desejo. Faz-se mister que filtremos, através do nossa sensibi­ lidade. a doutrina que se npresentu an­ te nos51os olbos. Núo ndlanta, portanto, desasso!lsego e ânrila diante do CandnlJ.o. A portu de luz só pode ser vislumbrada· pelos coraçõ6s serenos, pela!! almas ll­ bertas da aflição. Primeiramente, faça­ mos. da morad!! secreta o Santuário da Paz. A solução não está no lado exter­ no das doutrinas. V: o mistério do sacrá­ rio d11- verdade só poderá ser descober­ to pela quietude do eusuurento sem ànsíus_e sem torturas. Dizem os antigos que a Verdade é revelsdu áqueles que 1 ' J.. Iii1A({ÃO podem mlrs.ir sua face nas águas serenas do lago interior. Por ixso Jesus munda que busquemos o Reino de Deuu ... A fim de que t::-nharuoll tudo rnuis por ml,;eri­ córclla e Acré!lcimo. E como • o Mostre dh: qun Aomoil o templo do Deus vivo, certamente, em nós em!os devemos, primeiramente, buscar a fonte eterna da verdade. Mu1:1 o Seuhor de Sabedorlu, que mora na luz de no~no Esplrlto, só nos pode revelar o grande mistério da VIda través do sllênclo Interior. ,Jamuls esquecendo, porém, us duas máximas do 'Templo de Delfos: "Conhece-te a ti me­ mo" o " Nada om excesso". Muito so frerá ainda aquela alma que. antes de husear a Verdade no mundo Interior, procura na aflição do mundo a soluçili> do prnblemu espiritual. Nlio J:.ilguemos porém necessário o isolumento ou a- bandono da h u m u n l d a d a. Não. O Interior de quem encontrou a PAZ é si­ lencioso e calme, mesmo em plena mul­ tldiio desgovernada. Pois o coração pa­ cifieudo entende, com Amor, os que ala­ du. estão procurando PAZ no árduo cami­ nho da guerra do instinto. Ama e com­ prende. Compreende e perdoa - já que o perdão é fruto das almns libertas e dos espíritos que se Jlumlnaram na cha­ ma viva do temnlo interior, onde a 1iabe­ doria dita &s o~rmos do procedimento perfeito em face do m u n <1 o a de si Uma mensagem de luz e inspiração profun­ da foi-nos dada pelo Frater Allon Kardec Gui­ mariles Forte~, l,;rande Colldelho do Distrito Fe­ deral e Goiá~. que damos a seguir: Ser Rosacruz é antes de rudo acredirar na vida. Nos seres humnno;. No sua imemo cnz,acidudt- de superação, de transmutnçilo, ê criar o condição de descortinar caminhos novos dentro ele si mesmo. f: deci,ão pessoal de trabalhar no sentido ·de devolver uo homem a condiçiio de poder vislum­ brar as poteucinlidnde~ imensas que existem em cada nm. • E ampliar pcrmancntemr.nte seu estado de cons• ciência. f: levar a todos a certeza do Mestre que há em nosso interior. • f: de,;velar 01 véus que toldam a visão do ho­ mem. E trabalhar para soluções dos problemas que afligem a lrnmnnid·•Ja existentes comblnaram-?e e, otravéa de um agente cat111izador nioda aão com­ preendido, surgiu u vida Ac~llo Pese ponto, purllu-s11 para a Indagação de~se ft-nômeno semrlhanle não terà ocorrido em outros regtõ ... s do unlve-r,w. A desoobPrl<1 de diversos me­ teoritos caídos na Terra, contcudo ele­ mentos de natureza orgàn!ea tem suge­ rldo aos blólügos • e pos~lbilldRde de qne afinal. a vida nlo sej uma excltistvlda­ de terrrstre. Em 1963, gruças 110 uvanço da li~­ tronomla, o hydroxll, um componeute de Folheando cuidadosamente os evan· gelhos, observamos de quando em quan­ do, entrevistae interest1antes do Cristo com os homens. Interessantes, porque pArcebemos em carta uma delas, o valor lncomensu­ rá vel dos ensinos do !1estre, a genuini­ dade das expressões e o Bntagonii,;mo irremovível na vida de cada um dos fi. lhos da terra. E os evangelbcs são real­ mente claros, qe o Cristo nunca p·1ctuou com os desvarios hunamos, antes, seus ensinos profundos, inconfundivelmente e­ ternos entram logo oo introito t.lo seu santo ministério, em choque com e vida negativa dos homeos, salientando b.am em BUii primeira prédica, que eles pre­ cisavam de se arrepender, ftito fl. mudar de pensamentns, de propósitos, dr vida, se quiseseem merecer a .bem-i-.venturan- ca eterna. • Duas coisas interessantes verifica­ mos nos ensinos de ,Jesus: a tolerância e a l.ntolerância. Várias vezes o Divino Mestre tolerou os homens e vàrias vezes não oe: tolerou. A mulher apanhada em flagrant~ at! de adultério, a mulher samg­ ritana, u gritaria lancinante dos que queriam fazei· calar o cego Bartimeu, o ·azorrague usado no templo de Jerusalém a calorosu palestra com os escribRs e farlseui-, são quadros que afirmam o nos­ s·o couceito. Uma coisa, porém, o Senhor Jesus nunca tolerou, jamais pode toler11r: foi a mentira rcligíosa dos homens. Os Iariseus (que eram cs principais da época) Yivium a camuflar a religião com testemunhos Inteiramente m6ntirosos, foram 06 mais atingidos pelas mensagem; do Mestre. E por que? Porque o fariseu era um ator, não erla, não obedecia, não segui~, por­ que não qu!'ri'i Crer, Seguir, Obedecer. Para Jesus, p:>rtanto, o hipócrita é o ho­ mem mais desprezivel em matéria reli­ giesa. Só merecia u'11 mensagem de con- muitos elementos químicos vinculado a organismos vivos, foi encontrado em nuvens cósmicas da Vi Láctea. Em 14 de julho de 1!ffl. n Fu11duç w Na<"lonnl de Ciência dos Estados Unidos anunciou a descoberta detse memno elemento mas fora da nora galaxia levantando a ques­ tio; "E, possi! vida se «riinr em corpos eoso e em poeira de nuvens lnt0l'c!elarf>6'?" Cerca ele um uno e meio antes o àstrônomo f)a.vírJ Buhll. do ObsHV/tório Nacional de Radioastronomia. de Green Bank, anunciam oue recentes ele. cober­ trrn feitas lndicavâm exi<:tfr no espaço io­ terestelar uma quantidade ll)Uilo superior à que se presumia de formaldeido, mole­ eulas que desempenha atividade essn­ clal no pruCPllGO da vida. Finulmcute em abril de l9i5 o ci•,ntlslü. Gilbert Winrie­ wissea, do Instituto Max Preuck de Ra­ dloostronomlu, em Roa□, observou a existência desse m0 .. mo áeldo a 30 m!l anos luz da Tena, numa quantidade fo­ ra do comum. Diante dessa e outras descobertas IAS A M O PROVAR QUE SIM denação: "AI de vós, escribas e fariseus hipócritas". E para os fariseus da épca de Jesut!, que nlio obstante serem mal­ dosos eram inteligentes, a mensagem era clara demaia para !lão ser compr!-endida. Jesus, na verdade, nunca pôde to­ lerar a máscara religiosa dos religiosos dt>ste mundo. A mulher Sarna!"itaoa ele disse que religião é vlrla, é iJCder de per­ sonalidade e Deus ~ó aceit11 uma re­ ligião assim: "Em Espírito e Em Verdade". E lllmenü1 velmente máscara religfosn dos homens não exl9llu sôment2 nos tampo:; de Jesus. Continuou a existir, acompa­ nhou a geração humana nurua ordem as­ &ustadora de progresso! E hoje, podemos dizer que há muita hipocrisia e pouca religiüo; ou antes, muitas religió?s e pou­ cos religiosos. Poucos i:ão aqueles que vivem, realmente, o verdadeiro e genuí­ no Cristianismo, pregado e vivido par Cristo. Parece-Lot-, à luz da realidade, que exlEtem hoje, também, fariseus hipócri­ tas, como nos tempos de Jesus. O sêeulo XX é igualrrente, porta­ dor da hipot.:risia religiosa. Sim, há. em nossos dias, muitas másc-aras religiosas ou áscura du hipocrisiu. Mas, não se iludam os modernos .fariseus, porque a n:,1,nsagem de Jesus, em termos clarns e fortes, é pra ele, isto é, para os qua vivem a religião simplee:mente na aparência. "Al de vós escribas e fariseus bipó­ critas! por que sois semelhantE's: ao se­ pulcros caiados, que por fora se mostram belos, interiormente eslã0 cheios de ossoR de mortos, e de todu imundicie. Assim também vós exteriormente nareceis jus­ to!! acs hornecs mas por dentro ohelos de hipoerilllas e iniquidade'·. (Jesus cf. Mateus 23:27-28). semelhantes, Cyr! Ponna Peruma, de C·n. tro de Pesquisas de Mountain Vlew, de. lrou que a locultzação de aminoeiv#os e de outra moléculas orante comple xas indicava que als j» estavam na er. ru por ocalão de su. [orço E final­ mente, realizando pesquisa relativas ao eidos nuelétcos e outros xtstentes tu pontos remoto do vrpao e calculando qwn{og nn<1(1 luz <'i' •fl!l m0léculas lrv,1- riam paru chegar ao nosso lstmu pl­ net±rio, umna equipe unzloeannadense de. clarou em Londres, h diss, que. Ia verdade, vida se instalou nu 'Terra v!Lda do cBJHH,!O, mullo nnto I dn que supúnhamos e se desenvolveu no planeta quando u situação amhlf!f1l11l i., c1mál1c,1 o permitiu. Bem se essn teorin revolucionárli for core!a, a hipótesa de que somos to­ dos homens animais o vegetais descen. dentes de seres extraterrenos defx? d» ser ubsurde. Ao contrario, torna-s! multe pluu,;ível... (J ornai de Planeta) Notrcias da Capela U0 RIO ESEIITO SANTO Do livro de Tombo Histórico) da paró, quia de Bela Vista, página 6 foi retirada cópia abaixo transcrita (ip-is literis), paro conhecimento da populaç5o de Bela Vi,t.a. Act.a da benç:ío da 1-;reja Matriz do Di­ vino E. S. Aos dezeseis dias do mes de Junho de mil noveceotlls e vinte ,. •ei,, sob o Pontificado do ~- S. P. Pio XI. senclo 8i,po ,Dioce,ano n Ex­ me e Uvmo l>. José Matrício da Rocha, Pre+i- dente do EHaclo o Exmo Sr Dr. Mario Corrêa ds Costa, e o Cel. .Jilitão Loureiro de Almeida in·· tendente geral do .fuai~ipio, pela• 8 bs " Rvmo Sr. l'.-. José Giardt:lli rlu Congre~açiio Sale.iana, em virtude das faculdades extraordinárias de visitador Diocesano. benzeu lithurgicamente na forms ilo Ritual Horn.no a Egreja Matriz de Be!la Vista dedicada ao 5eahor Di,,ino E,pfrito Santo, CIJOt• trulda em urna parle do lote de t,-rr,;no n. l 3 da Praça Municipal, medindo J0 ms de frente por 30 de fonrlo•. confrontaudo ao norte com terreno de .at<>niu Ferreira de Almeida. leste com terre­ no do doador, ao sul com a pmça rnunicipol e a oe;:te com lxrrc:no de João Francisco Capoossi, doado pelo Sr Fermino Rodri;_,-nes de Mi1nnda e a esposa Da, Angelica Ferreira de Miranda em l'ilifio do t• offíeio como coru,t.a do registro n,o 271 em 31 de Joneiro de 1923. sendo dita Egreja de dezeaove metros de compri­ do e fele melros e meio de largo, e livre de I3xó: tendo !ob n porta principal a pedra fuadnmen!.111 lançada em l913 por iniciativa do aaudnw Cel. Antonio Gomes F erreir.: da Silva. F~ram pnranymphos a doadora Ex-ma Sra D. Angelica Ferreira .de Miranda e os Exmos ODr:s Luiz Gomes de Mello e Alcide;i AlH• da S,h·a e feahura,. respectivaruente D·D. Juiz de D.reiLo e Comandante do 10 R C.I. - Após á be.n· çam proferiu breve allocução o Rvmo ' Vi~i""'d·or 11ssi,1ida religiosamente por autoridades e1ns e militares e grande massa de povo, e em seguida celebrou o ::, ::,. ::,ncnfíc10 da misFa. E para constar foi la.roda ._ nre~ente acla. (n) Pe. Josê GiardelH S<1lesiaC:o Visit:idor Dioce· sano. (a) Angélica Ferreira de Miranujo e Indecente, será imposivel orientarmos corretamen­ te u criança no que diz rsr,cito à ques­ toes obre sexo. Devemos entender o se­ xo como algo puro, belo, sadio e "fun­ d11mentolmente fspiritual'·. E, ao tratar­ mcs de assuntos referentes ao sexo, de­ vemos ter como objetivo a busc11 da ver­ dadeir& castidade~ verd'ldeira felicidade. Mamãe como é que o bei>ê nasce Devemos explicar à criança que ·mara­ vilhosa é o Vidn de l o dos . os ser_es viventes, e quão iruenso Amor da Grande Vida ( isto é Deus) que zela pela vida de cada um. • Em cada pergunta que u criança faz respeito do sexo, existe sempre um ponto. princ!p1>!. Por exemplo, quando a criança p~rgun· ta de onde nasce o bebe?, ela esta que­ rendo apenas saber de onde. Uma vez esclarecida essa dúvida, geralmente a criança fica sastifeila, e ness hora não prosseguirá fazendo outas perguntas. Por isscí o importante é darmos uma l'esposta q'ue esclareça o ponto principal da questão. Do ponto de vista de um adulto._a per: gunta Como é que nasce o bebe?, En· volve que&tõe~ C!>mplexas como o- proces- • no (!e fecun~.ação, gravidez e parto, mns é bem provável que a CUl'iosidade e ,o , interresse da criança, ao fazer aquela pergunta, sejam lã? grande a ponto de • querer i,aber tudo isso. O importante é dar um a res_çusta adequada para cada c1rcunstâncm, de acordo com a idade. sexo, comportamento e grau de interesse da criança. • Reuniões às 2.11 feiras as 19 hs. Rua Santo Afc,nso I Alvares Cabral Bela Vista • MS. "O fanatismo, em relação à aper­ tição, é o mesmo que o arrebatamento é pura a febre ou raiva pura r.61ern. ,. quele que experimenta êxtases, visões, que confunde os sonhos n0m li'> r''ulidn­ des e as suas imaginações com profecias é um entusiasta; aquele que alimenta a sua loucura com 0 crime, é um ranàtlco" (VOLT MIRE) Sor verdadeiramente livre ó poder. Quando posso fuzer o que quero, eis mlnbu liberdade; mar; quero necessária­ mente aquilo que quero, pois de outro modo eu quereria sem r11zão, sem causa o que é lmpos!'ÍVPI. ~1inbu liberdade con­ siste er andar quando quero andar, les­ do que não sofra de gola (VOLTAIRE) ** A religião implica a decisão do homem de nilo aceitar simplesmente 11 vlrlit que l!Ie é dada. Na vida, ele busca o poder. S e n ã o • o encontra o u s e o encontra em m e d í d a lnsuficlt:nte, procura introduzir na sua vida, o poder em que credita. Prccura elevar a sua vida' acrescenta-la, dar-lhe um sentido mais profundo e mais amplo. Essa ê a linha horizcntal da religião, a de ampliação da vida até o seu limite extremo. O homem religioso deseja ter uma vida mais rica, .mais profunda e f: necessário abrir os olhos gucta da,, csp!ritualirnç-üo do ho­ mem. Os religiosos que pretendem atin­ gii- a l'l'lrtlll em alguma casu. Quando notam um eaçador, fogem, mas às vezes o enfren­ tam em luta corpo a corpo_. Depois de ano3 de investigações, os eumbstes conclulrum . que esses homens so descendentes de pré-históricos que foram se refugiando nas áreas mais Ina­ cessíveis do Norte da SibJrla, à n..edida • que se instalavam, na região, tribos mais civlllzadas vindas do sul. Assim Isolados, eles mantiveram hàbitce, culturais, a l 1- mentares e religiosos· primitivos e não evolulram como os demais E túmulo oie uni ferroviário morto em 1907 por um vagão que se soltou da composição. Não se eabe nada sobre ele que possa justificar essa mls• tira.· Mas o fato é que a pedra hrillin, e há mais de ses1enta ano,· O fenómeno só ficou conhecido ogora J.>Orque um grupo de adolesr_entes o relatou a um jornal local. . . . Afüis, o jornnlisto que foi no cemttéru:, _ob- servar a cruz de perto, concluiu que não existe mistério algum. Para ele, 11 superfícu: de granito bem polida da cruz é a responsável por aquele brilho intenso nn hora .do por-do· sol. Mas n dúvida éontinun, poi~ há quem. argumente que outras têm a superície polida e não reflete 4 luz da mesma mnnei.rn, naquela ou em outra hora qualquer; , • • (ln Diário Populllr. São. Paulo, 3 • 3 • 78) JORNAL DE PLINETI IFINDL, ERI ou· NÃO ERI O TUMULO DE FELIPE? Ano ps«nado, uma equipe de arqueóloga chefiados pelo professor Manolis Andromiko én. controu em Verzina, na ,ria. o que e up0» ser o túmulo do imperador Felipe, construído há 2.300 nos. Mão havia qualquer inscrição no local que pudesse identificar, em deixar qualquer dá. vid11. nquele túmulo como sendo o do famoso itu­ perador macedónio Mas Anlroniko5 p"a ou­ tras prors como definitivas: n qualidade do afres­ co, representando uma caçada ao leão, pintado nn fnchndn .do túmulo, que tem forma arqueadu; ct diodcma ele oro dos reis da Macedónia encon­ trado no interinr do t:ulo; os restos de um ce­ tro; a arruadur-a. con brocados em ouro; e final­ mente o esquife em ouro. Além disso, vs especialistas concluíram que o túmulo foi cor.Ftru!do em fins do século 4.u A.e.. por causa de vários objetos encontra • rios no local. .-nlre os quai• uma candeia de 310 anos n.C., e vasos fabricados na Atica no uno de 320 a.C. Andronikos argumenta então que o úni­ co rei nn Muccrlôniu tp1<1 ruorr~u na Grkcin [na antiga Aigai] nesse período foi Felipe- assassi­ nado durante a festa de casamento de uma das Existem dois tipos de pessoas nes­ te mundo:· os indlvlcluallstas !e os comu­ nitárlos. O Individualista é um enconcha­ do em si mesmo. Não percebe a presen-· ça dos outros á sua volta. Quando os procura, espera vantagens e compensa. ções. Se tem amigos, srve-se deles em proveito próprio. As pessoas que o cer­ cam sáo objetos, coisas. Ou então rivais e competidores que devem ser eliminados. Mais. O in:lividualista não suporta a felicidade alheia. Encara-a como roubo à sua própria felicidade. A Psicologia torn razllo: inveja é admiraçll o azedada O lnd!vidualista, se pudesse, opta­ ria por viver sozinho· na face da terrn, doou absoluto do mundo. O imperador Nero, da Rom~ antiga, afirmou certa ocasião: "É uma lástima que a huani­ dade inteira não tenha uma única cabe: ça· ... para eu decepá-la de um só golpe." Nero foi a personificação clássica do egoísmo consumado, do lndividuallstu pervertido. Na medida em que o honem sai de si mesmo e busca o uulr<,, é comuni­ tário. O esposo e u esposa que tiverem essa antena comunitária saberão cons­ tanemente escutar, perdoar permanecer atentc,i; recíprucamente, adinirar-se•diank do ()Utro. Os filhos, que posrnirem essa capa~lciade comunitária; fi1rão Je seu lar não um inferninho. mas um reranto apra­ zível. benlazejo. Numa casa religiosa comunitária i;.,us membros podem bisar São Pedro no Tambor: ''Senhor, é bom estarmos aqui. " • O individualista é fechttdo em si mei-mo, em seu pequeno-ei:treito-mundo. O comunitário trava cônstant~msnte no­ vas relações. Porque seu coração é aber­ to. Com seu olhar, com seu gesto, com sua palavra, com seu so.rriso, cem sua bondade e simpatia, o comunitário filhas. no no 338 e. Apesar da convicção do arqueólogo, maitcs outro» pesquisadores discordam de sua pinião, H'hotis let-as, taamb professor, diz que o tá mlo é pequrno e humilde demi_para "o maior soldado e dirigente de eu tempo'. Quanto aos objta», argumeuta que o «diadema pode ter sido usado por outros arembros da família renal; que o crtro tá muito destruído para permitir que e tire_alguma onclu-lo a respeito: e que o afreeo da fachada deveria retratar uma batalha, +e fo-e rt'almrntt' o túmulo de Felipe. Dimitrios Kant+onlis, professor de bit6. ria, levanta ainda uma outra quertào que coloca em dúvida a, uíirrnuçõe• de A11dro1oikos: ufio Ir/, nada que prove que ergzina foi construída no mesmo lugar onde existi ligai. Os arqueólogos ertrangeiros que vivem na Grécia também e+tão divididos sobre a desober. ta. Mas as pequisas prosseguem e, quem abe, daqui a algum tapo se tenha alguma solução para o miuérlo .... de dialoga, serve e par!lcipa, porque ó hu­ milde. O egofüt é p r e t e II e i 08 0, • auto-suficiente. O individualista desconfüL Suo. a­ titude bàslca é a rivalidade. O comunité rio acredit11 no valor, na grandeza e rio lado bo das pessoas. Usa óculos claros. O indivlduafü;ta é o covE"lrn de suo. • própia alegria de viver, porque, como lembra o poeta: "Na gramática egoísta, os prono­ mes pessoais se resumem nesta lista: eo, me, mim ... e nada mais!" Entre º" que criticam e destroem, empregados et.a seu egoí~mo iudivídua­ llsta, sejamos alguém que serve, que ·participa, lembremos do exemplo supre­ mo do Mrstre: ".Ele veío não para ser 11ervido,. mas para servir.'· O individualista od.eia, levantando muros. O comunitário ama, construindo pontes. Pontes aproxima. Muros epa­ ram. Quem odeia parou em si mesmo. Amar significas. recomeçar sempre. Quem odeia queima amargamente suas melh0- res eergias. Quer ama e assemelha à vela: se autnconscme ilnmlnando o mun­ do, na alegria da servir. (Boi. do R. C. de C. Grc.ncle, RJ .... - Dist. 457J O APARflHO GOMf~A 4 :e Ar TA R IIEISI6EIS. O[ IHIISHEIROS MORJOS. As pesquisas sobre as vozes p:tranormsis têm evc.,luido muito nos último• ano,. .àqui no Brasil, Hilda Hils e George Magyri consegui­ ,ram gravar ,·ozes que, inclusin·, falam em portu­ gues, coisa rara nas experiências anteriores nas quais as mensagens eram transmitidas numa com­ plicada mistura de línguas. A primeira noticia ofi. ciai de gravação de vozes paranormais é de 1959. rca­ liada por Friedericl Jurge+sou. Qcareuia e eia­ co a.nos antes, no entanto um radiotelegrafista inglês já con.seguira captar mensagens de sere, invieiveis num aparelho rudimentar. 'l7-'1 JSE DA 1 • STRUCÕES PARI ELEIÇ- O DE NOVEMBRO f1r1rnlllu - O Trlhunal Supei·lor ~Mitral baixou tres reouçóes dIspondo 4pttuç0e +obre to preparatórios, vot11- o e puraçio dus eleições dlro::rn ele f1 do 11uve111hro próximo. Até o fi11ul d11 f~ 1111 rnu, o 1'::•m divulgará o calendúrlo eleitoral. . ,Jw;tlça Eh~llorul deverá entregar 0 ~ 1(tulos elolloruls rllHUlt1111tcs de pedl­ dos de inserlçio ou transferência até ao dlllA uut1rn rl11:i elelcõeH. O pedido de so­ guudn via rio titulo 1toverá sei· feito até t!uz dlns un!C'11 do pleito e entregue uté véxper De cordo com us instruções, as eções eleitorais não terão menos de 50 nem muls de ,IOO oleltore~ nas capitais. ' ou 11,uls de :ioo nos demuls municípios. /B secçõeA d!c'~tlnndas t) votr1çfio de ce­ "ºª quu 11!lo ulonnçurem e11le núrn1.,ro mí­ ~imo podenio 1rnr comp!Ptudas com úU· tros eleiloroR. Nos etital>eleclmen:os ele 1utern11çãc, colollvu dd huns1rnlunus se). mPnle ser/lo nllstndos uqu1.1lel que resi­ diam n<• munlciplo aute11 de se lnteruurem. A mesas receptorns serão cons­ tltu(dns do presideute, primeiro e ,segun­ do me11árlos, dois secretários .i um su­ plente, nomeados pelo juiz eleitoral (l() dias untPs do pleito. Não poderão ser 1oesárlos os candidatos, seus parente!', membros do diretório p11rttdári~ c:om run. ç.1o executiva, autoridades municipais ou Jo serviço eleitoral. As nomeações pode­ r/lo ser Impugnadas pelos partidos no prazo dP dois dias. Até 72 horas antes do pleito, o juiz eleltor11I mundará ao presidente da me­ sa o material para a votuçüo ,:"•U a rd­ lação dos eleltoreR da secção. AR mn~a!4 rr-cCptortHl runcloa:irfio 2) - lhvondo omp·1t!l no votLlÇ,1u uos loei designados pelo juiz U) dias entre os candidatos d» mesmo parti!o, nuk" tllJ plr11tc, 1 do preferl!ucla em pró- sor-ú el1.1lto o aint•i idoFn; úl!m púl)Jh:oB. Só poderão ser utilizados }-- Ocorrendo empate nas 8Oras prédios particulares caóO não hIUO As im;trnções do TSE fixam o bo-1 reglstrado com o enadnor eleito. rário de votação -·· das 8 à6 17 horus; Polo s,steruu. proporcional, para 1l dispõem 11obre a fiscullzação perante as camarn elos Deputados e Assembléia!l Le· n:;esuc1 receptorus e sobre o ato de votar. glslolfva11 serão eleitos os candidatos A apurução dos votos deverá ser mais votados de c11da partido, lauto .. realizada pelo Junta Eleitoral no prazo quantos Indicarem os quociente,.; parlídá· de dez dias. A resolução dispõe ainda rios e os cálculos da àí,-lribuiçà<, dus sobre a contagem dos votos, eecrlturn- sobrai;. Para cad1 partido, o quoclf'nte ção dos mapas e bolet:ns e a dlplom11- partidário é determioado dívídln:io-se pe­ çúo dos eleitos. lo qllociente eleitoral o número de votos Pel:) sMema majoritário, serão dados sub a mesma legenda, de::;prezada eleitos para senador o candidato nomi- a fração (quocieute eld1toral é o resulla­ nulm&nll1 mais votado e para sup)Pntes do da divisão rio número d~ votos vàll­ os cundídatus reg-ístrados com o seuu- ctos, iaclusíve os em brancos, pelo nú­ clor. Huveudo sublegenda, serão somados mero de lugares a preencher). oi- votes dos candidato!; do mesmo par- , Serão considerados suplentes úu tido, observando-se as seguintes normas: representação parcídária Otl não eleitos 1) - ~e o partlr!o vencedor tiver dos respectivos partidos, e, em caso de adotado sublegenda serà eleito o mais empate na votação, na ordem del!resc:en- votado entre os candidatos; te de idade. Ili Seminário Regional' da Comissões d·o Mobral' Fneerrando o ciclo de >ri+rio. do ano de 197s, fi ralado na cidade de Durados, no período de 23 2 pp.o I! em«nsris Ire @na de emissões Munii pais do Mobral Cnrll11Ln.lu cc.r:-, a parti-. paio de representantes de l3 uuicípios, o Serinário fui coberto de pleno rxito, atin­ ginlo plenatnte os objetivos ou sejam: capacitado, Intera­ ao, troca de prnue1a8, v1uncj::nnt"nlo ,. rlumrnh,Jt,·fio do epirito cívico dos compo­ nente« +ndo teta cmtn dr. tndoa, 11 arn,lir·,.,~-ã<, do analfabetismo em 19!l() e u{ir• mação da filo-ofi do Mobral de valorização do hotem, a­ trll(·z d~ l:tlucrç~, 1-'ennonrn• te. A Cornit~tto Orçaui:ru,fora pre,idida pelo S,·nbor LuiL l-'udrnlli. foi p~ríeirn, receben­ do o aplauso de todos mere · ccndo tle.tnquc e•pecial o apoio e o prestigiamento do l'refeí10 José Elias Moreira. que acomp3nhou 1.odo o En­ contro· Os participnntes, no afi de aprimorar os trabalhos do .lohrnl nprt'Fenlarum um Dn. c-umculo final, sugerindo me­ de bitolas. - Bloqueio da diferencial (opóonaD. AMA Apolinário Um novo nova linha de perguson AGMICOL conceito • em Máquinas. Agrícola L TDA Assistência Técnico Matriz: Rua Marechal Floriano, Es. e/ 1. de Outubro, Fone 139-421 FILIAIS: Rua Sebastião Crispim de Rego S/N Fone 161 Ponta Porã .. Mato Grosso • MS. Escritórios .de Vendas: Itonio João, Caracol, ra! Moreira, mambai, Iguatemi, Eldoral; . ' :a , • o e lundo Novo. • 1 . ' GOSTO [1!1/t-JLIJ - O Trlbu11•tl Superior Eld­ tor;;l Pin!Jo1 !,U um c;n!1rn.JfH i<, dü JJ"111q_~ ~ d'lVP.l'Ítl Hül' l'l,.{111'0 ,.JIJll'11l•• f'Ulllprl• pelos partidos polittcos neste no e Jrllorul. cJ,· ruodu 11 nllo o('u1r, 1· pn,IJl,·­ ma quanto aos ttstros de I@, es. ,olhas de delegados aos coleglos eleito. [ pls tanto dos overudores e bi0- 1 niuui:: como do Presidents dna Repúblc e inielo da prop:sanda eleitoral. A papuunda e l z: i to r ,.: l. C:O!Il •lsternu~ d<• uito l'alu'ltl's <• Comíclos po­ .dl'rá Si:!' lnidnda n partir do lfi rle agos­ to enqunnto n utllí:wçilo doH lrnrúrios gratuitos reservados nas emissoras de rá- 1,1 0 fl telev!M:io :l ,Justiç,i EIP.itorn, sorú fdta a parti[ do dia 1--1. de i::etc,ml>ro. Com 1 u Lei Falciio, todavia, Q p !1-iorJo do uma hora diál'lu pua cada PUl'lirlo sorá fra- 1 , douud'J e111 espuçoR de nineo mfuntoi­ ,,0de apurncr.n'io o nome, número e re­ i trufo dos caadfduto8. DELEfiAD03 Paru o mes de Julho, quonúo 0s h•1,:-ltl· !JtlVOA, de todo o Pai.,: edão mn reces­ ~o. ~erão rec1lizadt11: as ruuuiões r!as Cá- 111ur11s Jiunlclp11iH para l:W escolhas dos rl~legad(ls a0 Colé~fo Eleitonil estadual, r~spnnsu vel pela eleição de governado- j E j rr•;; <' •'l'111,1J• rof'I !);rinlr•rH. !im cndt1 °C!!Hl· do, o Colégio EAituoal verá composto dos deputa'lo estaduais e delegados da Câmara Municipais, nas omneute pode rflo er dd, J?.iclr1s no r:ol'·gh º" mcmlnoq ele ui 1 &ó partido rnnjori!õrio n,1t re!'IJH·· c1ivn,; Cümaruo. A>< im 1.-,(:ttlo o•JC!P ! itoral torá muiorift do MDB é o Riu d· Janeiro. Já com relaçrio uot; d<1l!lgado➔do Co­ légio Ell'lton1l quo escolher! n preõiden­ to da República. em 15 de outubrc pró­ xlmo, o prazo para quo as Assembléias Lgislativas n!.quem1 os oms s ea cem:m'.l no próximo dia 10 de selombro. A rliferPnça entrP a Are o A. e o M DB é de 128 volvB, enquanto a oposição, além dos 20 senadores e 1 denat 1dos feda­ rais, tera dt>legados dos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Hio de ,Janei· ro, ArnazouaP. e lc,·e. A Arena, majori. túrJa, lerá delegados dos 17 outros Es­ ta fos, além dt•s 203 deputados federais Apartamento com ar condicionad<>, quarto com ventilador, ambiente familiar refeições fartas 5SEI FLUIJIEELISE SEU MOTEL EM AQUIEUII Rua Teodoro Rondon 586 • Aquidauana MS r 1 l , O,L io:-,, Üt' U('flr 11,, ('Oin r:. nnnu , (;OQIT(',.ç ,o rt '!:<)' l '! Íll,1 ,h' e eolher canditatos às Assembleia Legislativas e Ô C:t,nun d,J'j l)npu(111Ju.i lJ 01 GO!!IIJ O St>ua rio. lHIT vrn, tlll .Jta. I::LE!TO:ll'S Sobre os eleitores, a(é o dia i de 4gos­ to poderão ali-1t r Bt•. soli('lt:JI' trMi•frrên­ c!,JS ,lo título.:i ou mutlunç L clu !lumt,:lll'1. 1 Eoqu nto bso, os 11leitorl.',, n·!•!denlc II oui Bra ·Ilia que dejatem votar, dcrnn1o 1 solicitar n transferência de Ruas repeti. Vlii:, follltll:l U<.: VUU(J,10 Utü O llld, J. 1 ' Ut' outubro µróxlrno. Esses eleitores, sorrente poderão vo. tar nos c•:ludido.tos ;l vnga direta do ~c­ natlo e a Cámra Federal. H, to!avia uma pretensão du própria Arena pura que, 0m agosto, 1;t'ja aprovado projeto d?. lei e:-:tabclC'ccntlo a po-,sibilidural votarem no cunóióato ü issembléia LPgii,lr.tiva do srn respceti vo Er:;lado. Pãra o segundo semestre cleste aoo, vale rliZL'r, o caleudúrio ekitoral preve eleições no dia J!l de setembro- zover­ nadort:'S e strnadores l>iüniee,,; e !;) rle outubro. p,:esidente e viee presidente d'a República: e 15 de novembro. depulad1,s estaduais e federais, além de 1/} de se­ nadores dir!::los. A apuração diverá ser iniciada, de manelrn geral, no dia 15 de novembro às 8 boraa. No entanto, nos Estados em que o sistema de apuração será feito através de compuludor os resolt'.ldos po­ derão ser conhecidce no mesmo dia. O encerramento da aplll'açào em teclo o Pa­ ís, segundo o boletim do Tribuoar Supe­ rior Eleitoral. está previsto parn o dia 25 de novembro, enquant,1 a diplomação dos eleitos, será, a critério de aada Tri­ unal Regional Eleitoral. no mes de dezembro. DITIL d, Corruição N. 01/78 t» {ator 0 als }, .lt1f. d,· Ulrt 1lu d, l',, r,a rl ' Jl, l 1 illa, ! todo de Me, C11H'"''• 1h) ll•H (Í.- .. , t "''" lnti, ur-, I<·.,:,,,, r rm 11h,d, n i, , o r n l' u tt t t d , 1.Hl tirll~•n (:-,q f' i.(' .11in1rJ1 do t.6digo de Oraninado e bii«o Juh+irias do E»tudo. lar »abrr que designou os dia« !1« 2 de julho de 197s, entre Ás UI» e II» """' .-«1rn lJ.01) ,. 17.011 h.,ri, no I orum desta cidade e, 1 llll tifeltís«imos, pois o c;Jaudlo reún1~ ns quullclnh•i; inat,,H p111·11 C1X1•rcor com brilho HU11s !u1u,:ÕPA. ,.l(~rn do Cluudlo, u novu diretoria é compost por elementos de paburlto, edurvudo, o e0nclos do suas responsabilldude. INTEGRAÇÃO Digno do l'!ogios u lntegrnçlio entre c:lvli; 1• 111llllarP~, e também, o clirr111 dn a111lzade que reina e11trn bra>lllelros e Jl'll'llguuloR. 1ro1 motivo dll orgulho u. ZP rt>111lzur o H'U 1r11dlcl1111nl bulle no GPll. l'uruben~ uo Gremlo ll uo diretor da rá­ dio, rud!uli~tu Vnlérlo Penhti. 9± .3«± RECEPÇÃO Tudo fu11clun1Ju n contento. Urr,u equipe de senhoritus de nossu sociedade recepclonuvam os i;ócloi; e convidados, eucum!nhaudo-os às 8uus meus e augu­ rando uma bela noitada. 99<0«& PRESENÇA Anotamos a simpàtlc11 presença do Tenente Coronel Zali e de sua senhora, D. Leopoldina O cusul purllclpa ativamente doe acontecimentos bela visteses e é fa­ tor Primordial na lntegraçilo de civis e mlllt11res. O ce; Zall é sub-comandante do 10º RC e utualrn'entu exerce o cargo de Grão Mestre da Loja Jlaçõnlca Fstre­ la do Apu e sua senhorn é u presidente do Movim1.,nto Seicho-no•ie. -9--3«3 V ALERIO PENH.- O diretor da ZP 23, re>1.lizou um trabalho de vulto. Além du contrntnçãodo Grupo Safuri Show (multo bom), dtsll'I• bulu brindes e pela primeira vez realizou um concurso de danças. R±9<992G CONCURSO O concurso de dançai, modernas, ~um cinco ca1Sais participantes, monopo• l!zou por instante!' o imPn~o púhlico pre­ sente. Foram juizes o Cel Zali, o jorna• lista Ivaldo Pereira e a miss ZP23. Após "muita torcida" fot eleito o casal Marile­ ne Perrupato e seu par. No concurso de polcas ganhou umu. linda paragm1la (ai a torcida vibrou ... ) InterPss1.1nte frisar, a repercussão do concurso. Todoti acolh.;­ ram 11 iniciativa ... a não &er "uns gritos diferentes, próprios de embriagados" ... no muls foi uma alegria. Lógicamente, nestes casos, é lrnposslvel agradar a todos. <±<-3& SALÃO LOTADO r.omo havíamos afirmado ao dire, tor da ZP, o baile foi um sucesso. Maio­ res detalhes no Enfoque. Até a próxima. E N F O Q U E T E S O C I E O I O E. CASAMENTOS ··Via- e amel-a, que a minha l­ ma arcluoto em longo sonhos a sonho­ rn. usulm; o Ideal sul)llme tJtH' eu crlol na mente, que em vão buscava e, que 1:1ucontrrl por fim." leallzou se dl 1" p.p. o enlace do joveni; ,J;,rundir e lone. Ela da trudicío nal hmllln btslavlflti,08<': os llelln. l:le eumporandene da familia Feti. A lgre­ ju Mntrlz de Santo Afonso foi Ol'UUIDl,fl· tadu com multo bom go;;to pam n•ceher o jovem casul. A oorlruonla foi rPullzndu uo flOID 1t1tu1du. delicado roi;a. Or.rnde nº de convidados Presid. suely L. l{osa lotou u Igr>'ja. Tanto a cerimonia ri>ll· '✓lce-Presid. I(útíu Gouçalvrs glo511 como recepçio aos convidados secretárias: Zenobia, Estelu foi filmada pela Curpel filmes a pioneira Tesoureira: Ledn Pu!;uierl .. . em e. Grande em filmagenr Sonoras. Na re- .A ex-diretoria !'omposta peJ,13 ~1us. slcl<'HClu dos pois de lo::e, foi servido aos Ana Maria L. Ocnrlz, L~inir9. M. Bentle~, convidndos um suculento churrasco re fentriz Mascarenhas, Suely Rosa e Ni­ guclo com bom Scotche. Logo ap~>I! fo! da Buzzono, rgradecem a todos que de oferr,cldo bolo com cbampagne. foumer_os I m frmn n ontr lho»rarm para 0 pa:-entri:: rir., nrl·o~ '.? ::i S eiety b:+! vi mesma turbem pudesse aJuuar os 14ls [ tense fez-se presente. Além da bel.~z~ necessitados. E nós Ja nova Diretoria slngeln de toda noiva em Reu dia D também contamos com u sempre boa f o I d r " t. u q u e u e I e ga n c 1 vontaae do povo. da Sra. Ferrnlna mi1e da noiva. Aos nu­ lwntes voto.; de felicidades. Ao casal A­ Etriílo Sr. Athanazto e Fermina 0 n0808 puml>ens pllu bonita festa. 0000 "Via-a nllo vi-a! Foi uum só segun­ do, tal corno a brisa ao pe1 paesar na flor, mas nesse instante rt>sumi um rnu•J· do ia, a~ damas e priclpulmentf:' a noiva. Logo após, Oll convidados ersm re­ cebidos no salão do Grernio, pura um delicioso e farto almoço acompunhndo de muita bel>ida e. rllfrigerantes: O alrno· ço trauscorreu ao t!om de harpa e vio­ lo, Entre os tantos e tantos convidados foi destaque as presenças: Cel. Mantzln­ gen e Sra. , Mnaneco Miranda e Sra. IJr. Carllnlws -Medeiroii e Sra. Ten. Bar­ ra e Srr.. Sgtº G~rsy e Sru. Dr. Kesio o Maria, Sr. r'ilhote Rondou e sua bonita neta Crlstiane. Ao casal desejamoR uma vida-a-dois repleta de muito urnor e compreensão. eooo o s tqsos votos mú.Fícii. Fd!cida!lrs J•O ·, !iO !)OVO C/ll'Ul. •••• HOT,HY l ·1 f'Cf.(•DÇ.IS Com grnnd(; número < e ; • • ... • t . T stivo do Rotar renllzc:0-1:H' o JI o T . )!'C· dl . 7 p p. A rlt'"1111c:la dllH c11.1n.ii' 1 u • ' te Des +entes con0 xemnpe foi marcam , .,]. taquei c;;:ras. 1'<'ilu Borg-e_;;. K a tia t,or.v,.1 ve,;, Elci Rosa e 0dila Salamene xxx Z P 23 Aconteceu dia 8 p.p no gremio Pe dro Rufino u Baile do aniversario da Raclio ZP 23 ele Bella VMa Parogual. Foi um sucesso, pois o l>aile est_ava UDi· madíssimo. Para alJrllhantar mais aquela bonltn. resta o Diretor da ZP 23, st>nhor Val,,rio Peoh11 fez sorteio de premios doados por casas comerciais do Paraguai e Brusil. Tombem houve o c,oncurso do Hock saindo vitoriosa iIarilene p.,.rrupat<; e seu par, se bem que Catureba e San­ dra ganharam muitos aplausos da torelda. Logo depois começou o concurso da polca. No final ficaram 2 easa1s 1 bras1le1ro (D a r o :"1 1 franda e Nalrzinha) e 1 Paraguai. Foi dada a sugestão pc.Io ·•eu:­ pate'' mas núo foi aceito, ganhou o ca­ sal Paraguaio. Achamos certo i)Orque a festa era deles, e dançaram mesmo típicamente 11 JJOlca paraguaia. E claro, a torcida não gostou da eliruioação de Dario e Nair e deram Ren "grito'' mas afinal a fei-ta era de)As me­ reciam. 7 anos com voce. . . C aniver­ sário é nosso u festa é sua. Esse [oi o ·slogi.m do aniversario da ZP 23. Ao Sr. Vulério Penha e sua (•quipe nossos parabéns pelos 7 anos de serviços prestados a Be.111 Vista Brasil e Pl'lraguai A Contemln'"1. cao dos Erros "Eu via-a. e minha alc:rn antes de vê-la s0ohara-a lind1 como agora vi; nos puros olhos A na face bt:>la dos meus sc,nhos a mulher am.1da conheci." ESCOLAS Foi às 18 horas do dia 8 p.p. a :miã0 É gra:_ide ,'l movlrT'entação em torno matrimonial de Dol11res e Nair. Ela usava dos ensaios de fanfarras. Dia 20 está aí um bonito vestido de noiva com muitos Haverií concurso de fanfarras. O Fei-tif&n babados. Ao som da marcha nupcial que eetó. se1Jdo aguardudo com muita Naii' entrou na Igreja peloE braços de expactativa. A cor:.issão Julgadora deve. seu pai Sr. Ezequiel Leite. Ao rnt.io dia I rá ser neutra, neohum componente poderá bouve um churrasco e a noite muitos p Jrtencer às cidades concorrentes, vamos salga,liuhos, refrigerantes, bolo e muita aguardar, torcendo por nossa ci quem I_:UJ sabe das coisos a 0 passa de uma arcliiJs·t díBsimulaçilo de lakntl•. o médico vPreador é urna da+ e!igências da ei­ dude e um dos polrnct 1, mais vlbrantei.', o que lhe proporciona no momento o "silêncio dos moujes Ubetanufl". A Arena wu­ nícipul continua erraudo e contarniDatHlo u Aena dos vízlubo'.l muuicípio,. Ao invés de cerrar~m f!eiras em torno de utu1 candidato rl-lgional, dh­ tribuet apoios e adesões, Com is;,o, creec1:1 o prt•~­ tigio e a possibi!ldacle d'l rlos Ey Sá de Mede­ ro,;, e1:ll1:: um polilico ba­ bilidoso que esta sabendo explorar os erros ureni, tus. Múnopolizando t1:; atençõe, quando visita as cidades do ;Sudoesk, iledeiros está fincando profundas raizes na seara e:nedebista e até mesm•) arenista. Sinlomó.tir,a :1 opi::iião de uw el1:1itor /11renista) do Jardim: Vou votar 110 Dr. Carlos pois atualmente devemos vo­ tar no Homem e não n•> partido, pois estes serão extintos NOlrnllA fSPORllVn IIA OUfiilR1 M ClUBE ESPORIIVO BHAVISJ[!lS[ Dia 15/1/18 - 19 hs Yol·i • feminino AABB X Sessenla [s~or- le Clube Vêleibol masculino- Sessen!a [s~or!e Clube X f soor!e Clube lar~im futebol Juvenil - AABB X [spNle Ie Jri. futebol de salão - Sessent~ [s­ porte Clube x fsporte Clube lãrdirn Mater!ais elétricos Tudo para o seu p1drão Cema.t - Podutos Veterinários Trnplerneutos e Defensivc s A