B 
Fundador lvaldo Pereira Ano Vil ·, 	Bela Vista Mato Grosso do ul 
Dia II- Entrada dos unimís 
)in 1» - Pesem do unimals 
Ilia I(; • (Do111lnl-(n) 
As 1) horas Ato inuuurul d 7.n EX 
l'OIJEL, co111 n (ll'P!'.P11ça clt! 11uto1 ltladeH 
munteipl e etudunuf. 
A 11 horas - Entrea de titulo ratlfi- 
c111loH polo lncrn 
 1} horas - Almoço 
,ri lf> horns Desfile de anlrnultl 
As I9 horas - Grande Rodeio e '.:-how 
Artistleo 
AR 2} hor - Baile do Fazendeiro com 
o conjunto Grupo Eufhorl11 o dupla ,lui­ 
mo o .l11cyr no Clulw E. ela vlstese 
)la 17 (Segunda Feiru) 
8 hora~ !leal>el'!un1 do Purque 
) horus Iiclo do julgamento dos uni 
muls 
1:1 horas Contfnuução do ,Julgume,nto 
1 horas Grande Tourada nu recinto 
do parque. 
l!J hura1< Gruude 1·odelo e Show ,t·t[<;tlco 
Uiit 18 (1,rçu r,'oira) 
8 horas . Heubcrturu cio Purqun 
10 horus Encontro de Lltlerunça,; Hu- 
ral,, T<::-.,n: Palestru pelos técnicos d11 
Emulcr. 
l<1 horas Desfile de Equinos 
15 horas Grnntle Tourudu 
l!l horas Granrle Tourada '! ,Sl,v"' c/{rt111i·v 
Dia I) (Quarta Feira] 
8 hora;; 1-!.eal.>Prtura do Parque 
!) 1lnr11i; JJnrurlo Llvrn parn Con:é1·cio 
II horas Defile de Animais Pr 3miados 
e Entrega de pt·êmlos . 
Hl horas Grande Rodeio Prnflssloual P 
Amador Show Jrl[sllco com Los Bardos 
Carlbo ::l e Bu llet Foklórlco da Profes­ 
sora Jrny Estlgarrlhlu. 
Oia ~O (Quinta Feira) 
8 horafi Heab<>rlurn do Parque Pela 
manhã fei,;Hvldarlcf! horneaugennd•> o 
n nl vcrsárlo ele ílela Vista pela PrPfeílu­ 
r,1 Mualclpal. 
As I horas Penca com 1111lmai-1 de lo­ 
do o Estado de Mato Groso e Paraguai. 
,~ Hl horns Hodelo (Profirislonal H A­ 
nrndor) Show Artistlco (Curlbe H) 
As "?2 horas B}1i!> no CIub3 Esp rlve 
Bela vistenso abrilhantado pelo Los Bor­ 
dos, Cnrlba a e Sllow Artí:;tlco. 
Diu 21 (Sexta f'tlru) 
8 horas - Reabertura do Porque 
10 hras Entregi de Prémios ao 
campeão o causp2ã tipo figorifeo. 
As 18 horas • Eucarram~ato do Gran­ 
de Rodeio 
Aa 20,3íl horas • Show .-rtísllco com los 
B:udo3 - Carlbé! 3 e Ballet Folclórico. 
' 
e 7 
e 
PD 
. Segundo iforçõs de Edson 
'lloraes, Relações Públicas da EXPO BEL 
os peeuarIstas Anibal Heiseck e Cândido 
Pinheiro doaram dois pavl!hõrs para o 
Parque de Exposiçõei-. Os p11vi11Iõ2J de 
mangueiros cobertos, foram orçados em 
A Coml.si-ão Organizadora da EX­ 
POBEL contr.'.!.tou ern Assunção, espe­ 
cialmente pura abrillrn.ntar as festivida­ 
des, os coÔ.jualos CARIHE 3, Los Bardos 
e o Ballet Folclórico da Professora . .my 
Estigarribln. Tud,> está sendo feito com 
50.00J,OO (cincoenrn mil cruzeiros) cada 
e vieram pree,ncller uma grave lacuna 
no setor. e. impertante frisar que o gesto 
dos dois tr11diclouais pecuaristas da re­ 
gião, deverá motivar ainda mais a classe 
no sentido de UNIR ESFORÇOS. 
muilns sacriiicios, o que valoriza ainda 
mais o trabalho de todos os integrantes 
da Comissão. Oe artistas paraguaios con­ 
tmtados se apresentarão no parque e 
no baile u. ser realit.11.ào no Clube Bela­ 
vistense. 
AGRA.DE CIMENTO 
A Comissão Orgnlza«lura da 7' 
EXPOBEL gradece o llr. ('armellto 
Torres, da Cernat, 11 duuç,}o do G111po 
Gerador para o parque de Exposições. 
Maís uma vez ela Vsta recebe suh·tan­ 
clul ajuau do Governo do Estado. . 'o,;­ 
os sinceros gradeia1entes. 
A CO.llSS,O 
TRAHSPO T 
COLETIVOS 
Foram colocados dois cnibu a 
dii,po,i.;ão dos rnorndnn s de Nunca Te Vi 
t1 Agua Doce para tanserte uo parque de 
exposição ..  tarlía miuirna m-í de :3,GO. 
Oe Bellii Vista (Paraguai) ao parqu~ circu­ 
lará umn. Kombl de propriedade do Sr, 
Orlo!. 
Os peeuuristus belvistenses Edon 
Moraes, Antonio Urbieta, Ohmpio 'ardi- • ção pele ràdio, Moraes comunicou que 
nal e ~ebast1íío Znearias Filho. rstlvernm existe uma linha dr crédito no Hunco Jo 
receutemeutt- na cidurlt> rle Conceição, Brasil de Assunção para atender· os M 19 
ltepública du P11rag::ai, por ocusilo da cuaristas parguuios interessados na com- [ fJJj 1J 
Exposiç:io igropecuuria, manter:do ron- pr>1 de matrizes e reprodutore1111u EXPO- 1 
l:1tos ecm inzenddros e ai1toridades. Nu BEL. A visita, sob todos os pecos, foi ' 
D111 16 (domingo) no Clube Espcrtf­ 
vo Bela vlstense reallzar-i-E'-á o tradiclo· 
ou) Baile do Fazendeiro, onde eFtarão 
reunidos os fazrndelro,i da região, expo­ 
silore11 e aut0rtdades. O bail<'I i;arí>. nbri­ 
lllantado pelo Gru!JO Eufllorla. Reservas 
de mesas na portaria do clube. 
Eenubliea 
do Ba1l 
Assessorl!.1 lÍP Heluçõei­ 
Pubficns, 
llmo. Sr. Iva!do Pe· 
reira 
MD Red11tor Chofc dr, 
Tribuna du Froatelru. 
Bela Vista MT 
Prezado Senhor 
O aBsessor de Rela­ 
çõeH Pública<= e Impren­ 
sa dtl Presidência da RE· 
pública, reconhecido à 
cativante gentileza d!ci 
V.sfl agradece a remes­ 
sa do atualizado lnformu­ 
livo. 
Atencloaamentc 
RubPn Carlos Ludwig 
Assessor - Chefe de Re­ 
lações Públicas da Pre­ 
sldêacia da República. 
o 
saúda 
Parabens 
Clube 
Organizadores 
positores da 7 a ExpobeL 
- 
ABRAAO 
Belcivistense 
e Ex- 
~elavistense. 
ZACARIAS 
Presidente

Bl V+tu _ ......._,__._.. __ 'T'rhuna da Frontelra 
o que 
Não cxl~1.o 110 rnunrlo oclrknlal 
nenhum Intituleio não onfeslonal 
(Jllí' con,11',(U l{llill',lllr t:1o IH)lll eUS I­ 
t+las, 'endo un número tão raude de 
nd•·ptol'!, igunl : !,,çonarla. c,,1110 101lu 
oooied,lllfl rir- cnrúl•·r lnlelólloo, Pia Rlltl· 
elta adesões qe não uceltan reservut, 
IIlfR pl'll/(1()11, l11mll0n,. l'l'CIIHIIH que n/lo 
11drnl111m l'X(llfCll(.!(li'N. 
(Uns a dmirum pela obsessão eoi 
(]li'' ela preconlzi nu soberuuin da Iuzào 
sobre o Fanatimo, poelamiundo eomo 
fund unto do tofu a orpanlzção +o­ 
eil a yradu ttllopin: L!erdnde, Iunl­ 
da.Jl•, Frnl(•rnlt111cl1•. Outr,,11 11 HCU um !e 
pBrp ·luar a JW<hg-ngla 11,11 t1111lo a1111erO· 
nlea de um tmbolismo vno e polivu­ 
lente, que oxst muito longe da tmpltel­ 
«du.de despretensto do estilo rne!onal, 
l' rlt1 1111111tor umu l1t11ri,!la ,rnlv,!lmentl' 
Nlncrotl~ln, em <JUI' 11 tealrnl PX!lll<;flo 
(IIIR <lsc11l1111 hler{uqule11K hl' propôll u re­ 
produzir. p•ira aprlmorun,enlo ellpirllu:il 
do honwm, 11 própria onlrm do ünlver1-o. 
O 1is respeitáveis maçons do 
11,undo 11110 t;e ca11~11111 de rnpPllr que o 
,tacon•ll'ln uão é nem umu religião, nem 
um purlido po!íllco, nrm um l'!ndlcuto. 
/ rellghio procura um poder espiritual, 
o rrnrtldo bu~ca o p .. der temporul. 11 or­ 
gunlzaçiio slncllcul se llusela ua relvlndl• 
cuçáo. A ~t,1çouarl11 nào luta por poder 
nenhum, não reivindica nada. 
Como todas uti lostltulçõrf- fecll'1- 
d;1s, ela não pode sor julgndu correta, 
mente nem a pu1·llr dus análises dos que 
u estullam dt> fora, nem u partir do clt1s­ 
sico recurso dos depoimentos dos perju­ 
ros. 
Cabe aqui um esclarecimento. Mui 
ln gente pensa que a Maçonaria, atuul­ 
mente, não pnssa de um& soclE>dude ele 
uuxílto mútuo, de um fundo de benl'fi­ 
cênoia, ou Lle um trampolim para se su­ 
bir 1111 vida. 
O Gr/io-,festre do Grande Orl0nte 
de F1·11nçn, Fred Zelle, faz a e8i;e rel:'pel­ 
to uma observnçll.o que vale n pena re­ 
produzir: 
"Nos adversários apresentam a 
nossa Ordt m como um meio de fazer 
c:trt6!ra. 011 mPdíocres cuslom a acredi­ 
tar que um homem possa vencer, e gu­ 
r.inllr o ,;ea si.cesso, aprnas pc,r seu 
próprio vulor. : soma de obrlgaçõeb e 
sacrifícios t1 que se submt>te um maçom 
é multas vezes bem maior que dos be­ 
n~ficlos matt:,riais qu~ eventualmente ele 
poderia esperar da Ül'dem. 
"Quem entra na sorlPdade movi­ 
do apenas pela ambição tucor.tra u,uito 
cedo motivu; cte so_bra para del>1 ~e reti­ 
rar decepclonado. E preciso entretanto, 
reconhecer que somos profund11ménte 
salidãrios entrr irmãos, capazes de tudo 
o que for po1,sivel para ajudar aquele11 
, 
e 
• 
açonar1a 
um pode e»quever a influência iec1!· 
5 	0 n olucô? de 
Ili da!! IOJII'· mncon {',11< !),ln ' " • 
probleras que a humanidade '%,_" 
enfrunlar ao r,1lur do Sléel' dcS Lnml-rr,,. 
que, dontre os nosrno, »iio ~íllmas dos 
rigores do destino ou das injustiças dos 
homens, E natural que homens dinuos 
mneçacn a ujuda de homens dino. lSo­ 
bro tudo quundo essa judna fci objeto 
do um j111umonlo 1
1
spoclal.'' 
Nu realidade, ao atravear !a: 
h•rln uuhrc do Pulácln M,1çOnlco rio Grau· 
de Orlent- do Hrasll, os retrtos dos 
llra;;IIPlt-oA lluHlre::i que com;tltut•m o nr­ 
gulho ela Maçonurin de D. Pedro I, o 
''lrrun,, Guatlm ozln''. a Hui HarlJ01,a, 
pus ndo por José Bonifcio, pelo VI­ 
conde :hi filo Branco. Dendoro <la Fon­ 
B11cn. Flortano Pt>lxoto, Be11jamim Cons· 
tant, pura +ó eitur alguns - fazem lem­ 
brar oi; nomes de t.untoR grnr:jeR ht>1nPne 
()Ili' se lnlclurnm nes1m Úrdem, u ela 
corando mult veze o melhor de 
uAs vidas; Voltaire, Lafayette, Mozart, 
Llszt, Goethe, Geor~P. W,11,hington. lodos 
os íl.oo6evell, Churchill l' mullut! outra!! 
colunus mestras" du Maçonaria unlvPrsal. 
OH olll'•'iroM • llvr<>s figuram rw. ,pon­ 
tn da evolução Frencesa. No lüttdo, as 
;-,::uulõei; muçOnlcnF C(10slilaem lJfll[l !'!l­ 
péeie de assembléia deliberativa perna 
ente, em que homens qualificados de­ 
ba tl'm prolllemaH que ou(raH u_s,em biéluR 
importantes se recusam a analisar. E nor­ 
mal que a Mçonori chegue na frente. 
Basta dizer que uxs lojas tem como uB· 
/!Unto de pauta de suas reuniões a p!' 
puração da +sociedade para o século XXI. 
E as 11JscuQ1«iíeR se travam em circulos 
o::de Iiurum professores, médicos de re­ 
nome, grandeti udvogudos, hum?ns do te: 
tras de ci·nela, tistas, oeiólgos € 
simples represntantes de funções pública. 
A porta do Palácio do Vale do l.u­ 
vrudio 110 Rio ,te ,Janeiro, onde fur,clona 
o Grar;dc Oriente do Brasil. um "Irmão" 
conclui enfático: 
"; ,far,;rinnr!a no e ir;tresa por 
promoções ele cunho publlcltá!'IO. Mus f0 
você!!, profanos lgnornm a força e a be· 
!!'.ZH de nClssa Ord1~m. a culpa uão é de­ 
la. Nós niio a escondemos". 
PREVISTO O 
fim do "biônico·· 
Pelo gabluele do Grão-Mestre Ge­ 
ral desfilam advogados, mllltures, polltl­ 
co, homens de negócio ou modestos 
puis de familla que põem u servico du 
Ordem, umu generoRldade e um11 Integri­ 
dade morul que o~ profanos fnz,•m ques· 
tüo de enaltecer. 
Há, allái,, um ponto cuja lmporHln­ 
cln passa em gerl des11 percebida dos 
profanos. As l)brlgações maçônlcat! In­ 
cluem umu certa asriiduldade ús reuniões 
per!ódlcat! das lojas. Essns reuulõrs se 
processym, segundo os depoimentos, nu 
mn uunosfera de frunquna e seriedade 
quti ojuda o esclurecrr muit<>R uRpectos 
obscuros de determinados assuntos. Nin- 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO -- 
F U N D A D O E M 20 I 2 /72 
Diretora ;lnria Estela V Pcrcirn 
Reda1or Chcl~ hnldo P .. reiru 
Drpnrtnmen10 Comercial: Aharo .i:'creirn 
Redução Administra~ào e Oficinas: 
H . Duque de Caxias ;/n Bela Vis1n llS. 
• , Hgurn eh ,r,n•l,,r 
bióntco' poderá de«4,a 
1 í-·t!t'f oill<l,1 ,·Ulr> 1111
11 
purque não atende tine 
às teces+Idade do gover. 
or•. unlt'fl 011ti.t1fdtns. h­ 
través do blarttdtísmm 
previu n sení1dor 
Teotõnio V!!l'ia" (Al18- 
N..·AL), anunciando o 
êxito parcial da emend 
Franco tl'loutoro, qu.o pro. 
põe o restnhelecimento 
das eleições diretas pa. 
rn os governos estadual~ 
e para um terço do 
Senado. 
1 
O sena.dor ala~ouuo ll· 
firmou que ·'o blonlco foi 
rejeitado pela socil'dade 
dcFpertou o asco da opi­ 
nião pública e desapa. 
recrá com mudanç 
do quadro partidúrlo." 
ASSINATURAS 
,,~innmrn Anual Bela lisln CrS :/00,00 
Demais Municipios CrS 250,00 
Tribuna du Fronteira é uma publicação 
da Gráfica e Editora A P , 
CGC-MF: 03.:l01266100Ul•90 lnsc. Es1. 1305923-1-3 
Dire1ora Proprietária: Murin Es1el11 V. Pereirn 
Escritório Técnico de Agrimensura 
Rua Barão do Ladário (em frente ao Bradesco) 
Medições de Fazendas para ratificação - desmembra­ 
mentos . curvas de níveis - serviços de alta qualidade 
Engenheiro Credenciado Dr. Aldo Nunes Rocha 
1 opografo: José Bento de Godoy 
Pariicipa da alegria geral e du entusiasmo 
pela realização da 7ª EXPOBEL. Parabens Or· 
ganizadores e Expositores. 
JED 
Ambiente Seleto 
Antonio João 
de João Freire de Úliveira 
RefeiçihJ Cuse!ra O seu lar em Antonio João -- O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se 
em sua Ctisa. Padrão de qualidade 
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Mato Grosso do 
l 
Sul 1 
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BVEllN.O DOS REIS tíllm llDI 
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DA CAPl1'AL ) 
REGIÃO 
Mato Grosso do Sul

1 
l 
_ HA. -- 'frlbuoa:....,:l::..::.a~F;..::.ro::;.:.D_~•;.;::1r.::...•-~----------------~- 
petn VI«ta 
-------,-.c...c--------1 
l- 
1· 
't 
.l 
OBJETIVOS 
OEF NIDOS 
-- 
ee 
10 
. 
..a.f SSOI stad 
ERMO GAKEI 
O Governo do Estado de 
! Mato Grosso, tem procurado ' 
/ colaborar, em todos os senti- 
, 
dos, visando acelerar o pro­ 
gresso belavistense e canse- 
quentemente proporei o no r 
melhores condicões de vida a 
' 
seu povo. • O G o v e r n o 
Garcia Neto, um governo politico, cuja meta principal é o HO!vEM, desde o micro da 
a'dministração de Castro Pinto, dotou Bela Vista de melhorias substandais no setor educa­ 
cional, energético, estradas, saúde e procura despertar novos talentos artísticos através da 
Cosa do Artesão. Com a realização da 7.a Expobel, através da Sec.retaria da gri­ 
cu!tura, mais uma vez o governador Garcia Neto colabora com o municipio. Realmente 
M~JO ;íl,ij$$f0) Ê o Estado Solução e Bela Vista, antes promessa, hoje representa 
um polo impqrtante na Agricultu~a e Pecuária do Estado. 
A Princesa do Apa rnuito recebeu do Governo do Estado e retribui este apoio atra­ 
vés da açào dinâmica de seus filhos. 
BEM 
1 
i 
. 
HIRMONII

A Assembléio Legislativa do Estado de 
Mato Grosso, através de seu presidente De­ 
putado PAULO SALDANHA, cumprimenta. 
a classe pecuarista local, os organizadores do: 
7ª Expobel, expositores e o P"JVO em geral, por 
mais esta demonstracão de trabalho e de otimismo. 
' 
A realização da EXPOBEl é uma prova real das potencialidades do municipio 
de Bela Vista integrado d filosofia do Governo Estadual e Federal imbuído do espírito de 
intensificar o progresso e acelerar a economia da NAÇÃO 
Nossas congratulações aos componentes da Comissão Organizadora e ao po­ 
vo laborioso da fronteira. Neste ano, tão importante para todos nós é salutar sentir que 
em Bela Vista, os desafios foram aceites e estão sendo vencidos através do 
trabalho de sua gente. 
Parabéns Bela Vista 
DEPUTADO 
PIULO $LA@#H

f 
'{ata - MS • Tribuna_do"dd	' 
o 
I 
se 
Já se tem dito que o povo - o belovistense em especial - é parco 
de elogios, é relutante e opõe sempre um mos, principalmente 
a questão é apoior ou aplaudir aluem. Contudo, e a nosso 
ver, essa singular característica da boa gente da terra, longe de ser uma inconveniência, 
é uma vantagem, é uma virtude e um bonito traço de personalidade, que termino 
valorizando os raros conceitos elogiosos, quando os omite. hgora, exemplo, tem um 
significado maior e mais sério a euforia e o contentamento do povo belavistense com 
a realização da 7.a EXPúBEL. Seguramente. podemos dizer que o entusiasmo popular 
existe tão in1enso e sincero quanto honesta e dinâmica a ação dos organizadores da 
exposição. Atualmente, vivemos de desafios, de chamamentos, e a realização da 7.a Expobel 
foi um desafio aceito por Luiz Aldi e sua equipe. Os nossos sinceros parabéns. 
Mais uma etapa vencida. 
BELA V I S T A: 
NO VOS 
NO V A 
TEMPOS ... 
M E NT A L I D A D· E. 
Representante 
Exclusivo 
Adubos Manah 
CASA A TEIMAISI 
DE EYILDO G. LftRINGEIRI 
Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas o spray), Vermílugos, Vitaminas, Sais Minerais, Herbicidas, 
Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal Mineralizado, Vacinas Anti-Rábica, Pulverizador, Plantadeiras, 
Máquinas de Matar Formigas, Sementas Certificadas (ja.raguá, braquiária, colonião 
arroz, sorgo, milho) «A Casa dos Bons Negócios » 
R U A DUQUE DE CAXIAS, 1 O 8 O BELA VISTA - MS

1 lfi ;-., 
"A Ptrl é 11 fomlllu nmpll· 
feda" - diz1n o runde Iul Dar­ 
o0a- +m, a Pátria B0Is nó 
drpostrios da trnudlção e do 
hrroiRlllO cl<' 110/ifl!JM IIJIIPJH1/Jf!ll· 
dos, O Brasll despertou pura o 
H'I ,:rrandt• 1l<>hlfno. /utes de 
1!Jtl4, era n acornodnç:1o, o peíl 
Rlmisrno, OR erroH 111Jumuladoi;. 
Hoje ó o trab11!ho, u vontade co­ 
l1!llv11 de crPM'l'I', de nmpllur OI! 
horizonte, de ueelerur o deen­ 
volvtrnonto. O,i l1ome11s quo flzc­ 
rnm nu Iovoluçio, criarum condi­ 
çõo+ pr o brusllelro desenvol. 
ver uns potencinlidndes Hoje e 
acredltu mfs, No homem Nu 
torm. No futur>1. NPt<lt• cltm1l 
propicio pum us re111lzuçõe11, '"' 
grande fumlllt brnus)leiru, umu 
pequena celulu e desenvolve. 
aluunle, vc11eend1J do,ufloR, q•1elm1111<lo elapus. Falamos n u hio· 
tórleu Belnu 'Vi«tn, Na qu9rida Princesa do Apa. O povo de Por- 
to Murtlnho, na pes~oa de 1<011 prefeito municipal, envia culuro­ 
R'.1t1 s1rnd,1ÇÕPH ao8 organ!zudoros da 7.a EXPOBEL, fruto do ar­ 
rojo 11 do dmamnismo da gente belavistense. Parabéns □ela Vista. 
 
Ildefonso Soares da Silva • 
Prefeito 
PORTO 
. ,·  
Municipal de 
MORTINHO 
MIÍQUIND OE ARROZ PIIULISTD 
de Sergio Zanardo 
B
onoficiamonto do arroz - comp_ra. de vc
nd
1
'ªd de 
. . . 1· • ~ • . ten o mos o a a 
cereais - qualidade • eticiénc1a a 
reg1ao. 
Hua BarJo Jo LadC,rio .. Caixa Postal 25 
BELA VISTA - MA TO GROSSO, 
"Há oito anos servimos Bela Vista e a r·egião, 
sempre procurando dinamizar_e aprimorar os nossos 
serviços. Nós sempre acreditamos no futuro da Prin­ 
cesa do lpa. lqui, onde o respeito e a compreensao 
imperam, reina também a ha,moma e a coerência 
de propósitos. Todos querem o desenvolvimento. 
Tab!!!gm /a:3 isso. Nssta ogr!uni]ade, quando se 
promove a 7.a EXPOBEL, parabenizo os organizadores e 
autoridades participando do otimismo geral na arrancad~ 
do desenvdlvimento. Parabéns Luiz Aldi e equipe. 
Parabéns pov:J de Bela Vista 
O ünlco melo de realizar grar,des 
coisus neste mundo é penr,ur tamlwm 
em termos g,·auclicsos. Parafraseu ndo 
Dlsraeli, n vicia é curtu demais p'lra ser 
pequen:i: Os !>elavldteDties acrectllam na 
força do penss mento. O pensamento otl· 
a " 
'  '- . ; 
4>[s., 
á 1) 
VEREDIIDOR !IRNDLDO MDRQUES DIDl S!lVEl 
Câmara Municipal de Antonio João 
mista e criador ger:i co11dições de suees- 
no. A 7ª Exµobel é um ·reflexo de&sa 
naneira de pensar. Pensar com grandeza 
ri o primeiro caminho para r·ealizações 
grandiosas. 
Vereador 
(Arena 
r -. 
1 
. - . 
"Almaziultas d~ patrlotae: em flor··. como dizia Rui, ou "a prova 
de que Deus tão perjeu a esperança nos homens", na expres;são dr Ra­ 
bindranah Togore, o notável pensador e filósofo hinrlu a criança ainda é 
a riqueza maior da comunidade. Os bslavistenses, <le hoje, truhalham 
para os belavistenses de amanhã. O exemplo é a muior orlentnção que 
se pode oferecer a uma crl,rnça, Que belo exemplo,, dignilicante e cons­ 
trutivo, oferecer os organlzadorell da 7" Expobel. Os pessimit;tas cantam 
derrota,s. Os otimistas mostram que o am_anhã é u_m novo dia e o sol 
voltará a brilhar. O maior mérltt• da Expobel é mostrar à jovem geração 
de hoje, qu~ tudo ê passivei através 110 trabalho. 
Nivaldo de Borras 
Bela Vista) 
-----~-------- 
fato, 
êxito das 
em Bela 
exposições realiza­ 
Vista, ·deve-se ao 
dos belavistenses, de um modo 
geral, umrem•se nas horas em que a un1ao 
e fator primordial para o sucesso, /A grande 
.corrente formada pelos dinâmicos moradores 
da. Princesa do Apa, rende frutos a cada 
ano que passa. A realização da 7.a Ex· 
pobel é uma afirmação do arroio do povo 
de Bela Vista. Nasta or:asião, orgulhosamente j 
parabenizo os organizadores e expositores. 
Parabéns Bela Vista . 
LIBIHDO DE ISSIS GODDY 
(A RENA • AQUIDAUANA) 
' 
1

r 
et4 Vista • MS 'Tribt_U"a rFoUUdUc " 
V'o]vamos o pensamento aos n0As 
untepassdos, de+bravdores das matas 
virens da fronteira, os pioneiros In-. 
+ tréidos que aqui ficnram raízes. A 
longa caminhada ascent:loual qu e, 
mediante duros sacrifícios, proporcio- 
1111u o crescimento de Bela Vista, fruto 
do arrojo dH seuR filhos, nos trouxe 
hoje a confiança firme 0011 destlno!I 
du Princesa do Apa. Os descendentes 
dos pioneiros, aliudos uos filhos que vieram de outras plagas, estão 
trnnsformnudo o munlciplo. Vivemos novoa Tempos, N"ova Mentulídade .. , 
estamos hnr,ul~lonnudo_ o progresso ... Ne9ta ocasifio, aos organlzadore;, 
riu 7n. Expobel, os meus sinceros parubéns. 
,, 
CARLOS EDY SA DE MEDEIROS 
Fazenda /Vochorro e Costa Peron f 
Parabenizamos os org,anizadoro da 7o 
Expobel, amostra do talento e dinarisro d 
gente belavístense. M is urna voz fic. pa­ 
tenteado que a União faz. a Força e que 
reptos sao lançados para o desabrochar do 
potencialidades e o despertar de valoras .. 
Parabens à Comíssào Organizadora e· 
Expositores. 
Epaminondos Escobar (Bela Vista) 
Diuturnamente servimos o Povo Belnvistense ... Fnzcmo1< do 
DOf!SO ttubalho um meio de lntenslficur o Progre1Jso llelo:vlst(11· 
se.. Aqui estamos servindo.. Aqui estamos Ganhando... Aqui és. 
tamos aplicundo os lucros de osso trabalho ... Nossos slucetos 
parabeps uos organizadores da 7a Expobel... Marco de Progres­ 
so Belavistense. 
Açougue São João 
de Abraão Zacarias 
MITO GROSSO 
CHI SGIT QII 
Armandino Seabra 
É uma história antiga que vocês les e se tomar conta Ja coisa, dá-lhe:i 
todos conhecem. Atrevo-me a repeti-la um adeus de mão fechada. Aliás, a. situa­ 
se me per;nltem. Foi no ano de 1.348. O ção agora é a mais caótica possível. A 
rei da Inglaterra Eduardo III, dançava turma descontente, por ter el<lo apeada 
com condessa de Salisbury. Uma da- de ca~go6, ou por perder eleições de 8 a 
quelas festas em oue a corte reluzia e a 3, ou por não ter competên<:la para aglu­ 
ostentaçiio era marcante e luxuosa. A llnar, ou até por falar gabarito de ''li­ 
üobreza P!<tava presente. Descrever a dPrs", truma as mais incríveis P.oisas e 
festa, é difícil porque o que se passava afinal talvez consiga obter, uma "bader­ 
naqueles 81llões ultrapassa n fantasia. na" daquelas que levarão o País a quais­ 
Num dado momento, cala a jarreteira da quer parte menos à parte aconse!bável à 
Condessa de Salisbury e risadas fizeram-se boa ordem. E talvez. tanto façam, que o 
ouvir, porqm, lhe caira uma peça do "maestro" se aborreç11 com esse estado 
vestuário. Jarreteira. como todos sabem de coisas e como nos ensaios musicais, 
é 
O 
que comumente chamamos da liga. diga aquela expressão conhecida em mú­ 
Aquela cinta elàsticu que as senhoras sica: "da capo". E aí volta tudo de no­ 
usam para segurar a meia. .-o notar as vo à esttsca zero. Porque o que o Brasil 
Tlsudas, pouco elegantes, o rei exclamou precisa é de Ordem e Progresso e não 
Honn1 1101t qui mal y pense. «Vergonha desordPm e retroces110. Todos querem tu­ 
~ara quem mal pensar». E instituiu a Or- do. seja a que preço [or. Ninguém se 
em da Jarreteira, que uté hoje é. uma importa se alguma CIA ou KGB esteja 
das lilRls altas eondecora{,ões inglesas, fomentando esse ambiente por demais 
que os nobres usam na perna direita, pesado, contante; que ganhe nem que se­ 
{lUase á altura do joelho e a rainha no ja c nome nos jornais. Todos querem_ser 
taço esquerdo. O chefe dessa ordem é "os tais" e o Brasi! que se cozinhe. E já 
0
.rel_e só 26 membros dela fazem parte. viram, como o povo, o povo que traba­ 
Eis n1 o qu~ resultou de uma liga. E eco Iha, que paga imposto para sustentar os 
~ue dai em diante, as ligas foram aumen- figurões que enchem a paciência da gen­ 
ando, aumentando, até que se chegou te com longos discursos, não toma parte 
d0 ponto de se fazerem ligas de todas em nada? Eu sou de opinião que O 
espécies. Ligas metálicas, ligas tele- MAL POR SI SE DESTROI, e esses ho­ 
l Onicas. gente que liga, gente que nao meus que sem critério nem compostura 
~rd• liga_s esportif,tas, até as desavergo-1 tudo fazem para conseguir pingues man- 
a as hgas poiiticas, que são feitas pa- dato!!, são um mal e acabarão pGr se 
~/erem interrompidas com "arranjos" e destruir. Mas o pior é que também pode­ 
r° " uma serie e que ás vezes dão um rão destruir 06 que não são maus, os que 
0
t~ultado contrário ao que se desejava pagam para que elos se locupletem à 
e. er. Deste caso, há pouco tivemos um custa do erário. à custa do povo. Deus 
~emplo ridículo. ,Juntaram-se vários queira que alguém ponha cobro a ess" 
' ~r.ócerP_s, cinco ou seis e combinaram mau estado de coisas e ajude o Brasil a 
P nfe RI. destruir o candidato escolhido ser um Pais com liberdade regulada e 
,$" Governo central e tanto fizeram desregramento trancado. 
.., e deram azo a que- outro candidato 
encesse na convenoão. Foi um deus nos 
acuda. Agora "os tais", estão 
~ u 
1
- t (J sem g r a ç a, p o i s 
ganhador é pessoa que não precisa de- 
[-mansas,E] 
Época de construçõee, tempo de progresso; Bela 'ista re­ 
cebe novo alento oom a ajuda maciça do Governo Estadual. 
Aqui se respira uma atmosfera de otimismo. Os homens que 
comandam a polltica e a economia belavi~tense. trnbalbam d.lu­ 
turnamente para o engrandecimento do muolcipio, Parabens aos 
organizadores da 7 EXPOBEL. 
Confecções Eduardo 
DE WILSON FHILEMGI NAEHAN 
Confecções Civil e Militar - Especializado em uniformes 
e equipamentos. Toda linha para homem - Camisas • Gravatas 
- Calçados - Malas e meias. Artigos Escolares na linha de espor­ 
te, bolas Drible - salão • campo • handebol, rede de volel, 
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ja as condiçõt's. 
Rua Alcebiades B. da Cunha 319 • Bela Vista MS 
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, 
FAZENDA JATOBA E 
COQUEIRO 
de João Loureiro Pinheiro 
lhis uma rez, beh lista é palo de uma [si;ão lgp±a. Mst 'ti 
la, tcwn nrs mitos, nas mina;is, mas szme rm a fiaihde de ilsifi­ 
car o progresso e mostrar a nossa !orca na pecuária, na inâús!ria e no comércio. Pa­ 
ralis a lotos qe chamaram pana o éiit t [I?URL.

O belvjten«e de um modo sr) 6 desses que precisa 
ver pra depois crrr. E, credite.+e ou debite-± pão abemn0s mo 
corto ea característten +inulr. ndquhida pelo nosso p,vo, à 
IúIran promessa não cumpridas. Aorna, porém ante n mu­ 
dnnça de mentalidade, ante cómoda, hoje dinsm;a. ja e er- 
dita no poder de rvallzago do homem bielavstense. A EXPOEL 
é um prov disso. Parabenzo os oraniz+dores t promotores de 
7 Expolção: Luiz Aldi e Marlo Loureiro. 
GETULIO L
TlT'""' 
,A. .!. '  "--' 
Vereador (MDB - Bela Vista) 
·----=------ 
) nao povo ntepde per­ 
feitamente que, em troca do pro­ 
grcessoe de maiores comodidu­ 
do mterjais, ó neensrju o e 
forço e a união de todos. Bela 
Vista vive momento auspicioso 
no tocante às perspective futi 
raR, no campo dn peculrin. 
da n r l e u 1 t 11 r a, e da 
indúr.trlu. rloje e planeja e Jl!.> 
organiza uma exposição no 
moldes das mala famosa do País: 
Esta é a Bela Vista, onde o pre­ 
sents se cbnma TRABALHO' o o 
futuro DESENVOLVIMENTO. Pa­ 
rabéns uos organizadores da 
7 EXPOBEL. 
Vereador Afonso Dilon - Arena (Bela Vista) 
p 
Prefelluro Municipal de Bela Vistu 
Estndo de Mato Groo 
Aren de Segurança Nacional 
Bela Vista - Mato Grosso 
Fronteira Brasil • Paraguai 
Presidente da Repúbllcu • Gal. Ernei;, 
Gelsel 
Governador do Estudo • Dr. José Gur­ 
clu Neto 
Profelto de Bela Visto . Dr. Ruben Al­ 
berto Abbott do Caeiro Pinto 
DI 19 de julho de 1.978 (quarta Il'I· 
ra). 22 horas • Baile em ho@enngem :'t. 
cidade no Gremlo Pedl'o Huflno. 
Dia 20 de julho de 1.978 (quinta feira) 
6,30 horas • Alvorada festiva. 
7,30 horas . Mista Campal n,i Praça Cas. 
to Alves. 
9,00 horas - Recepço ao Exm. Sr. Go­ 
vernador do Estado Dr. Jo~é Garcia Ne­ 
to e suu comitiva, no Aeroporto Militar. 
0.80 horas - Revistn uo grupemento 
estudantil, na Avenida Teodoro Sutlvu, 
p11lus Exmº" Sri. Dr. Governador do Es­ 
tado, Coronel Comandante do 10'! R.C. e 
Dr. Prefeito Municipal. 
9 40 horai; • Inicio do desfile, na Ave­ 
nldá Teodoro Sativa: Militar • 10% Regi­ 
mento de Cavalaria, E><tud11ntll • Escolas 
E1taduai11 e Escolas Municipais. Curros 
,.) 
,. 
1 
BELs 
, 
"R E L I C A RIO 
Carvalho de Toledo 
"Salve, sagrada terra! ara infinita 'e pura! 
Relicário de herois, cuju ossada fulgura, 
Qual vfa-láele11 ideal a constelar-te a 
hlstóTla." 
Dom F. de Aquino Corrêa 
Almenára da Pátria, à margem do 
Apo erguida, 
- Sentinela vigll, herólcd e l'obranceiru - 
Vislumbro B. Vista • a terra hospitaleira, 
Orgulhosa e gentil, intrépida e aguerrida! 
E da gu<.rrll cruel, na luta fr~tic!da, 
. Sacrificando irmãos no,:; hndes da 
fronteira, 
Recordo com pesar, a pugna traiçoeira, 
A dois povo-s roubando a esplendorosa 
Vida! 
_ Ef-Io que vem ali! José Francisco Lopes! 
[f 
alrgórlcoR, motorh,tas, motociclista&, ca­ 
vnlarla civil. 
1<1 Festival de Fanfarras de Bela Vista 
l t,ltO hcrns • Visita à Onsa do Artesão. 
1 UlO horns - Visita o os prêdios das Es­ 
colas Municipais, coostruldoR na atuo.! 
Administração: 
1 Escola M:rniclpal do 2° Grau Joaquim 
Murtinho 
2 Escola Municipal de 12 Grau São 
Geraldo 
3 Escola Municipal ele 1º Grau Serra­ 
dlnbo 
4 Escola iluniclpal de 1 Grau Nunca 
Te-Vi 
5 Escola Municipal de 1º Grau São 
Po tricio e os prédios reformados. 
1 Escola Estarlual de 1 Grau Eslor 
Silvu.. 
2 Escola Municipal de 1° Grau Artes 
e Otícios Engenheiro Garcia Neto 
3 Escola Municipal Jardim de Infaocia 
e Pré Primário Castelinho Eocantado. 
12,30 horas - Almoço às autoridades 
presentes. 
14,UO horas • Lancameoto de paraque­ 
distas pelo Clube de Paraquedismo guia 
de Campo Grade na Praça do Quartel. 
Uí,00 horas - Despedida de sua Excla. 
Goveroador do Estado, no Aeroporto. 
Do árdego ginete aos trupitos galopes. 
Guia, de Carisão, a impávida coluna! 
E am pós de si, quem jo? Camisão 
lendário!... 
E Juvêncio!. .. E Tauoay! ... E Rufino!... 
E Cesário! ... 
- Heróis da Retirada excelsa da Laguna! 
Bela Vistu, 20 - VII - 1954. 
36° aniversário da emuncipação política, 
t-levação à categoria de ciàade. 
A pedi1l0 de Adalberto R. de 
Sant'Anna é publicada esta poesia como 
homenagem "ANIVERSARIANTE BELA 
VISTA" e tarobém como homenagem ao 
brilhante poeta DR. José C. de Toledo. 
Haverá uma fórmula únlcs 
para o sucesso lrr&vers[vel? Sim. 
O trabalho de todos "m benefi­ 
cio do bem comum. A união de 
e1forçoa conjugados na concreli-
1 
zação de um só objetivo. O de­ 
bate doa problemas na busca de 
soluções viáveis. Enfim, traba- 
lho, unrno, pensamento positivo, 
ideal e multa garra. Sii.o os 
ingr11dientes para o suceuo. 
Assim foi re:i.llzad11 a 6.a Exposição, aBsim está seudo organlza­ 
du a 7.a Expobel. Parabéns organizadores... parabéns povo de 
Bela 'Jsta. 
Prefeito Roosewelt Sá Medeiros 
É certo que o ADMINISTRADOR PÚBLICO,-para levar a 
bom têrmo os projetos que empreende, se por um lado deve dis­ 
por a enfrentar com humildade sobretudo a critica, nem sempré 
construtiva, ne<:essita, m>11s amda, trazer o espírito constantemen­ 
te receptivo e aberto às discordâncias e sugestões, não sendo 
outro, ahãi>, senao ilste, o sentido ds democracia e da 1· l i- 
• l N; 	uvre In 
CHativa. a verdade, quem somar a tndo isto boa dose de bom 
s:nso e eqmlíbrio, terá reunido as qualidades essenciais à mis­ 
sao de administrar o bem público. PARABÊN::i EXPOSITORES E 
ORGANIZADORES DA 7 ... EXPOBEL.: 	'" 
ü1c1des Flores - (Arena) Jardim MS

' ,. 
Í 
1/r li 
' ; 
.. 
i 
,L.., ~ •k...._"""'-'-'CJ 
'·O f.:en11dor !tllln iu 
Coelho parabeniza os vr 
~llntr.:-1duru .., axpo.1lfo 
rei! da 7' Expobcl. ,,u- 
1,{Urando êxi10 tot•tl. 
Aproveita a opnrtnnidu- 
voto rle confiança no po­ 
vo fronteiriço e nai- au­ 
toridades municipais. O 
Hrni.11 trilha o seu ca­ 
minho de grandeza e a 
cadu município Ioi dlstrl­ 
bulrlo uma parcela de 
responsabilidade. Eu1 Be­ 
la Vista, o povo cons­ 
ciente de sua mlsqfio, 
encara com otlmtsmo o 
futuro. 
Parabéns Povo Belavistense 
ITALIVIO COELHO 
SENADOR 
Germina.çã 
BRICHIIIRII 
Sementes de alrums espécie de 
braqulári continuam sendo motivo de 
dúvida, tanto J)drn bvtO.nícoo1 como r• •rn 
analista de ementes, e me»to para 
pecuaristas. 
As caraeterísticas de em, de vá. 
rias espécies lo razoavelmente conhe­ 
·idas e et» descritas em "Espécies do 
gêner·o Hrntlliúriu Gr·í~Pli nallv:.ni n exú­ 
tlcar; cu!tlvactus no l>tarlo du ~üo P11ulo"' 
do Hermóenes de Freitas Leitão Filho 
(2a edlçfw. Catí, 1077). ,Já ª" ClH>1dPl'J"· 
ticas das sementes dns vária l'i<p(:cieg 
nã.o r-;Uo multo llt:·m couheddo1<. 
No Laboratório de ,núlí fl do Sf.'" 
ment:?s do Posto do Scmett!Pg • Etl~on d 
MenezPs" <le Presidente Prudente, graças 
ll um trabalho Ininterrupto renliza<lo du­ 
rante lodo o auo fie W77. com RemenlPti 
de B. decumbens, 8. bumidlcola, o roais 
recente;;:eatP com B. ruzizlensis, foi pos­ 
sivd estabelecer alguns critérios pora 
ldentlllc 1ção d,H,tas sementes. assim co­ 
mo métnclos para •111àfü·e rl" germin:içl-'io. 
Inicialmente. foram analisados ;;e­ 
mentes de B. decurubens, cm decorrêu­ 
cla de rnu lntr,duçüo pioueira no região; 
pa1·1.1. 9SIAB, Vfll'lfíCOU·íl0 que ªº inclicl:lÇÕe!l 
de eBcal'ificacão química para quebrn de 
àormênda diio resulladof- positlvoB. Pos­ 
terlormrnte, npói; Implantação_ de' uma 
área co.n B. humldicola :,travé!:! de se­ 
mentes, foi despertado interesse p6r es­ 
ta edpéc:e no Oe,te <ln ~stado e foram 
reallzadati, então, :-ináliFes d2ssas semen­ 
tes. 
Por analogia, teutou-se apllcar os 
mesmos critérios de •rnális
0 r.n,:i testes de 
germlnaçslo. Fui coniillll'l.do que IJÜ o bá 
dormi>ntia neRta e.;péc!e, não bavenJo, 
portanto necessidade de escarificação 
químlc-a. 
Após um levantamento de todaa as 
aaálii:les deHta espécie, realizadas clurün- 
de 
t o no de [977es labor,too, po !•• 
rtfieat esstis ene}y«ó A pote?4 
média de !0t mostras anal+untas fl d 
140' variado de um mini«no de $/ 
1 Ul11 m.í,lmn (lt' ( , 
1 
,. Pt •1.- t,I tl. !11 
ram realidos tste de germinação com 
75 mo«Iras, usando e retuten'es ri 
fie«das quimicamente e e antes nlo • 
e: riHo d. fi l'vlllO ennlrnln 
Comparando-se as porcentaens de 
:::rrminaç.Go normnl de ementes ecari 
t1l'.:l'Ja>< co111 •> controle, YNifi<·ou-,fí qut. 
em t) amostras (25.3 do total) mi o 
IJOIIVI' (li!'(•rr•TJ(,'LI l'SlalíntlC'üITl•'llh• l1!nHl­ 
cn.t1vu: a média de purz desta atua. 
trs de Ai,N, e a erminç4o normal 
foi de jt" para emente eseatifieadns e 
55.6%, pira wemeates não carifie«das, 
12 amostra esearificadas (16, do totall 
:presentaram resultados superiores de 
germinação (cerca de 68,6%), em relação 
a! 11/io e, e, rillcu.dus(45,-l",0) /. µnrP/a 
média dl'"S:JR nmo,tra, foi de ,t;J,Gº/IJ,11 
amoslrus. ou sejam, 58,7, do total, eom 
pureza média de 42,6%, deram resultado 
de gijrmiuo.çllo su periore-i. n (:7 .!l% qunn­ 
do nüo esco.rlfienrlafl, cout.1·u 3Ul'
1
/1, 1!11 
ilemen!e3 escarlficadrui. 
Atualmente, a B. ruzlzlonsis vrm 
despontando como espécie de Interesse, 
O número de auáliRes feitas ató o p1 t'• 
sente é ainda pequeno, mas lem-~0 olJ· 
servado que a escarificaç.fo q:iímlea re­ 
sulta em melbor germinnçilo. 
Das três e;;pécies ciladas a B. hu­ 
mldlcola não consta dai; ''Regra!! JHna 
unálíi:e de sementes" of!ciullzada pelo 
Mlnblérlo da Agricullura, e mesmo pnr,1 
11.; outras, não llá indicações de métodos 
para qu~bra de dormência. 
PECU STI LTDI 
Mater!ais elétricos Tudo para o seu padrão Cemat - Produtos Veteriaários Implementos e Defensivos Agrícolas - Ferragens 
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Nossa vocação é CRESCER, para SERVIR. Acompanhamos o desenvolvimento de 
Beta Vista e as realizações de seu povo. Orgulhamo-nos de participarmos desta arran­ 
cada rumo ao progressoParabens povo de Bela Vista .. Nossas efusivas congratulações 
aos organizadores da Expobel

os t E O. RD &OS DO SENA UR 
Ponta Porü - Com o titulo ' Os Ca­ 
b~los Bruncos do SentHlilr", o conhe1:idn 
colunista 11PILogro1<sen1;e 1lcodnn publi­ 
cou um urtigo destacand,
1
, com jusuç,1, 
o gmnde e~pfritn ele ahnegncüo 0,1 vid11 
pública mut(lgroi;s,•11se elo HtHltldor R:,chlcl 
Suidnnha Derzl, umu das m~I~ expre:lsi­ 
vas figuras da politcu neste Estado. () 
menclonarlo artigo. pelo gu•n,r!to do 1-1·t: 
uutor, está merecendo grande desuque 
nu !aprensu mt grossense, Aleodan co­ 
meça dizendo: "T1 ir:tu unos e nem pure­ 
ce que tanto tempe passou... Trs déc 1- 
des de proHcna e 7, l,1fü exi
0tênci11 pú- 
blica :em parece qu..- tuntn tempo pn,,- 
sou A fdr.e llmp.1 ,1t.: qn,l!r,uer 111úcul11, 
brilhante de felicidade, jovtul e 1isonha, 
eem nud.1 de unmrgur<1, ct,~scrençu ... t·a .. 
belos negros como no instunte em que u 
noite ulcunça sua muiorlclu<le e esplendor 
e prese,1eia o abraço tPrno do seu ere­ 
nc, cdm as primeirus g1,ticulus de orva- 
Íh» da mndrugd Hdias dinn. Iteal 
vire'n an'lido te cendrada pt»­ 
hreza, Songo de bem «evir o sem»lhan­ 
te desojndu-e de si mesmo. Corai 
pulando amor ter serenata at fit1tos 
bon e justos. Alvorada de t cri«oldu 
le ternura, nt'i prece de escorret!i 
cunufiuuç», o Inlguatvel dia politico nu!­ 
mini+tra'to do então vereador FachlJ 
:a)'I 11 .:, :),'l'í'.I. 
1, r,1). "· pol' l<:'o lll''l<ffiO. o llll>rlln o 
lt•V<JU, pr•I 1 e.colha livro e sol,tuna te 
• s conterrâneos, uo tovver» do se+l 
iaiei»lo, à direção de sua ente, a Zl'· 
! ir cniu probictnd•J e rP(!d;'.o urr-u co11d­ 
tante em toda a tu vida os negócios 
~!"f(lls do Bflll j)OVO, ú. prote.ção <IP ~U•t 
terra e à unurdna dos seus céus que se 
t•nrtquc,ceram com realizaçõei; eHtelru·ps 
<le brllllll utB utilidade come;,._ 
E dul em diante, pervp ndo sempre 
.:0111 PHloicl:-:mo a estr11<1n <lo eRtrito curn­ 
prirr,,~nto do dovor, com pa11•os lirmeH e 
enu~eientes clP frut
0rniclade. veto. 1om­ 
pendo 11 dl~tfluclu cio porvir, pnciliea 11do 
pntxõ<'R de!lor11;onlr11d111,, ualndn vlrtudei, 
·dispersas, somando esforço dissld ante+, 
multipllcaudu l' doa1alo umlzfüH•. cuIn to­ 
ria II p11icrltu1le rln espont11ue1dade, edHI• 
cando bondade, tudo em pról <!Cl coletivo 
e sm chegou uo p ·lestul do coração 
da respeitabilidade ds opinião pública matogru· 
ens, como autêntico líder, ungido pela humilda­ 
de gralecila da vontade de cada um que e que­ 
dou ajoelhada de reconhecimento nos serviços 
presta:lo- n cada qual ·lesinteressadamente. lodier­ 
namente nlo ris pertence à M[to Grosso, ao 
Bra,il. f.: um t"x11ht·ra11tc r,a1ri111t,nio uuh·cri-al ele 
honesta e leal rapacilde e trabalho reto «e ilibado' 
Outorgou, sm peias ou limitações, u pri­ 
ma vera dos melhors unos rlc i-ua t·xi~tênriu. os 
mais queridos instunte de ua vivência, em bene-. 
fídn. t·m holoc.au~th ,fe tnt'llwrar ou lt·nir, .. ur,vi. 
z..u, pt·h, ntt'no:t. com o t·nlor ,te l'lUa comprc.·t"n• 
ào, o rf:.dflo inrcrno tfUC cn,·oh·c percnt·rrwntt· cl1· 
de.aso oil, os humildes e humilhados, os fra­ 
t'º"' e oprimidot-, O!- ofrndido,. cotirlianamc11tt" pe. 
lo,-. inc,·i1.r,n·i1- e luciférico~ itcn.i; de infclicidude,­ 
ci1udo!- pelo destino de rodu Ufll e aprovados, o 
111,·•11c com u inlcrfrrêndu de DEUS, pela própria 
vida de rudn u111. 
Companheiro intimoru10. Ami~o in1r111eru. 
to. Lutndor irwanto:h d e invicto pelo urejamrnt:, 
dn liberdade expungida de qualquer luirn ou aná- 
1t·n1a ulienf~c:.nu . 
Dewis <le mencion1.1r O!ol: cmbatei:1 do vida 
polirira .. - co,Jnn conclui o mencionado artigo di 
zcnd•>: ~•E 1-cus cubcloi1- hrnnn.t!!, cada fio dclrs é 
umn hi-.tóriu nohiliu1111c de :-ncrifído pc!-►..ual t" de 
renú11ciu" individuuitl c111 ía,·or do hc:.nt t·t--lur do 
bo111 e do útil e do conforto geral e de todos nós 
toe r,·,·crdccc.rum ,le confiançn e reE-pt:ito. 
BOM DIA._xeepcional HOMIEM PUBLI. 
CO. Senador HAClllD ::.ALDANIIA DEHZI. 
EDUCAÇAO Para a Saúde «D e s i d r a t a ç ã o» 
O que é - : água é inrlispensável à I xlmo ela rP ·!dênci1.1 A após a co11sulta, 
vida. Quando. pur qualquer motivo, o or- fazer exaaner'e o que for acor.selllado 
gaismo perde muior quuntidnde ele li- pelo médico: 
quido do qu~ o normal, in,tula-se u riP.- - Voltar à consulta no dia marcndo; 
sidratação - dcença grave que pc de - Caso haja piora dos Plntomns, re- 
causar a morte. 	tornar ao Posto imedia turne11te: 
Causa~ - ·vômit' s, rliuri-(·ia, éXposi- - Quando a doenca surgir em dias 
cão d~morada llO sol c,u calor lnten!-c, que o Ambulatório não funclc-ne (sábu­ 
febre alt1.1 e flilta de ingestão l'êt cional de dos. domingos e feriados~. pro-:urar om 
líquidos são us c..1us1-.1s mais comuns ::!e Posto de Urgêncil1. onde s1::rão prestados 
desldrat:1çi!o. 	os primeiros socorros: 
Como Pre, enir - Não expor a crian- -- Asim que for possível, dirigir-se 
Ç!l ao sol Llurante muito terLpo: ao Posto ele Assistência Médica para 
- Dar u Pia água 1"1ltrncla P fe1Tidn contluuar o tntamenlo. 
nos !nte1·vul;;s ela alimC'ntaçilo. 	E Não Esqueça - D!!lrréia e vômito;. 
-- Vestir crirnça cum roupas leves são. às vezes, caueados por falw. de cui- 
durnnte o veri:i.o. 	dados de higiene. Por isto utl•nçiio às 
- Quuudo surr,irem vômitos, diarréia seguintes in6truçõei,: 
ou febre pt·ocura1· o médico. que iudlcarà - Ferver os utea8ílios - bicos, 
as providêud<'s a se!'em tumaclas,. de deira, co!ber de pau, chupet11s e 
arr,rdo com 0 ca!'o. 	objetos usatlos pelo bebê, ou no 
Comu Agir - Até que a criunçu pos- ro de Huas rPleiçõei;: 
sa ser examiuda r ... 10 méà;co, tomar ss - Utilizar upenas alimentos frescos e 
seguínt~s providência•: 	bem consetvsdo1:1 na alimentnçãu da 
- Eru caso de vôiaito,s ou di•Irréia sus- criança. Alimentos estragados podem 
pender a Eilimentaçli.o e dar apenas ãgnt1 causat· doenças graves e levar à morte, 
de arroz ou cilá Pl'eto e ba1stante água .. mesmo com boa assi::1tência médica; 
- Em cas0 de febre alia dar antitér- - Cuiclttr para que a criança não leve 
mko (re!llédi<J para baixar a febre) e à boca alimentos e objetos sujos; 
bastante água. 	- Lavar bem llS mãos toe.la Vl-'Z que 
-· Não dar qualquer outro remédio for necessário pegar o bebê ou prepa- 
sem ouvir o .11édico. 	rar seus alimentos. 
- Em qualqu"'r caso levar a criança LE1BRE-SE - A desidratação é grave e 
ao Posto de As!listêo<'ia :.lédica m•tis pró- pode causar a morte. C>1be a você evitá-la. 
mama­ 
outros 
prepa- 
HORACIO 
, cldudP f'íli.! d n da, vive menents 
festivos com a realização d4 7a Expobel. 
Nesta oportunidade parbe 11 l 1 o (li,a 
t
m, ~ (111 ,1mo,1r,,, 
rJfl-(U.lllZ 1(1< rc·' l' pr, l l• 
I't•alJzuçfl" " Ct,!1tl1H,id :de ;.o r,111 to de 
deenvolvimento que atravessa Bela Veta 
DEPUTADO 
CERZóSIMO UIRENI.) 
A G R I s u l -- norírnensma 1,ldlo Grosso do Sul 
Me1ícões de fazendas para Relilirazies, lesmennls d las, l­ 
velamenlos, Gurm ~e Ilíveis ele. 
lá enlre~ue mais de 80 smicos ~ara Ralirim ies. 
qualquer ~arle do Brasil. 
Rua Antonio João, 1011 
f mula smicos em 
Agrimensores Credenciados junlo ao IIICR4: '!elio DiJrio e Amauri Sona 
Parabeniza os.Organizadores da 7a. EXPOBEL 
Bela Vista MS 
Através dilo páginas villrantes des­ 
te sPmanário, tenho ncompanhudo 
a luta do po·,o b··lavistense. A 
vida é feita de conquistas. cada 
vitória é '..!mu soma importante 
na adição final, e. :.:reio firme­ 
mente, o povu de Bela Vis'a 
sempre saberá SO.tAR quando 
necessário. Algo está mudando .. · 
novas per.;peclivHs se abrem ... 
melhoras Ji11s virão... Parabéu:;, 
povo bela vistense ... naru béns or­ 
genizadores da EXPÔBEL. 
DEPUTADO 
VALTER PEREIRA 
-- [i D) 
---=------ 
1 
1 
1

·, 7 . 
~---------"' 
() futuro o apresenta 
romIsor, r conjuntu­ 
ra o fuvorvels, 
ocilf-lilO pedr- Trahnl110 
e Crença. Tudo Ind lca 
que chc>g1J11 11 hora ele 
[! Vista. O Governo 
ueredita nu Princvsu do 
/pll. fün 1JUi11j autorldu­ 
de. E non povo. Bela 
Vl11tI1 nilo e!llá decepclo­ 
rruudo . .qul ue trauulhu. 
Pelo EHtndo. Pela :-./ação. 
Pnrnhrns povo beluvis­ 
tense. Congra lulu ções se­ 
nhores organizadores da 
7.n EXPOBEL 
I 
í 
/ 
[7 
NEM 
A turca indelével 
de umn povo é O IPl! fl'l· 
der de realização, é 
ua vontade de ciar e 
desenvolver i dei e 
concito é sua obs­ 
tiração salutar em Coms 
1, !.dr·; ó u " l! a 111 11 d o 
patriotmo que desperta 
seullmPntos profundoll e 
induz a feitos grandiosos. 
Parabéns povo de Bela 
Vista... 
Parabéns organizadores 
ela 7a E X P O BE L· 
• 
Há poucos dias, o "Estado" publi­ 
:rnu uma curta do sr. Elisru Frl'ífui, Vnll~ 
Germano, dE, São João da Boa Vista, na 
qual deouacia va o absurdo das promis• 
sórlas rurais, instituídas para beneficiar 
o comprador ·em detrimento do produtor. 
Traia-se de medida inadmis8ível, embora 
tomada há vários anos l' ainda em vigor. 
Vejamos ccmo funciona. O vende­ 
dor entrega sua mercadoria no compra­ 
dor e avaliza a promissória rural, que é 
descontada em banco. Conseqüentemente 
ele RFsume um11 rei;ponsabilidade que de- O Brasil vive da agricultura; é ela 
via caber única e exclusivamente ao com- que conquista divisas, enquanto a indús­ 
p~ador. O Iógicll seria" aval pessoal des tria e o comérP.io siio beneficiados com 
soclos da iii'ma comprado:-a, dr cetermi- subsídios de toda ordem. A crise da a­ 
nadas entidades ou de pessoas físicas, • g;:icultura está aí. O con5umo de insu­ 
mas nunca do vendedor que não pode mos caiu considerãvelmeote, llf.sim como 
assumir os débitos dos compradorei., es- diminuíram as áreas cultivada<::, poiR to­ 
peclolmente nos casos dE, falências e dos os lavradores estão em verdadeiro 
edoncordatas, quando eles tem de ser sal- pânico, ante a. falta de garantias pura o 
ados pelos vendedores. Assim, o pro riu- produto de seu trabalhe. O milho, cebola 
ter cetle a merc11doria e ainda assume cnl'é, leite etc, são importados para que 
eveutuai,; riscos d<• negóclu, do que re- não haja falta de alimentos, mas não se 
~ultam polpudos lucros para os compra- procura diminuir o efeito da seca ou de 
ores g~rantidos pelos a v u i s d o s outra:; anormalidades mediante a snbsti. 
agr!cultores. 	tuição degse!< produtos por outros de va- 
Como se vê, é de tnl modo paro- lor nutritivo semelhante. As importações 
dgxal a sistemática da transação que dão "status" mesmo que severflmente o­ 
?
1
ão i::e compreende sua manut2nc;ão, pois neradas pela hidrntação, como aconttce 
ª ~m .fo-, rit,cos a que está sujeito, o a- com o leite, que chega ao consumidor 
;/Ilto tem te responder por responsa- onerado por um transporte conplemen. 
lldades que não lhe dizem respeito. A tar de água, que jamais deveria ser ane­ 
tn:utos aventureiros não faltam recursos da ao leite em pó. O que se vê são 
enquanto os lavradores 5ão se,•eramente promessas de prioridade à agriculture, 
txados em tudo que produzem, de que mas tudo fica em palras. O caso das 
~~o exemplos os confiscos criados à úl- notas promissórias ilustra bem a triste 
br:na_ hora. Isso mostra como o agrieultor situação a que foi raduzide. nossa agri- 
ra~Ueiro fica exposto a perdas de toda cultura 	• 
llspecfe, mas comerciantes e industriais 
hão podem enfrentar cl.éficits. porque di · 
zern, lst!o cria problemas de ordem social. 
Em. razão dessa orientação, ocorrem fa­ 
tos injus,ifiráveis. Assim enquanto o la­ 
vrador receia oito cruzeiros por cova 
de cufé em São Paulo, houve os privile· 
glados que receberam da mesma fonte 
14 cruzeiros paru a mesma finalidade. 
Consta que is5o tumbém acoutece no 
Norte de Minas Gerais. onde muitos es­ 
tariam recebendo até 18 cruzeirGs por 
cova, quando o normal são 12. 
(O ESTADO) 
E para mim urna satisfação em 
participar da Exposição Agropecuária 
de Bela Vista. Conheço a fibra e n 
arrojo dos moradores desta fronteira 
histórica. Tenho procurado Servir o 
povo belavistense na Assernbléia Le­ 
gislativa. Hoje, mais urna vez, de mã­ 
os dadas com o povo parabenizo os 
organizadores da 7.a Expobel, traço 
marcante da economia local. 
Parabéns belavistense ... 
Parabéns Comissão Organ1zadora 
Deputaào Henrique Pires de Freitas

o 
O CRI.ME 
CHEFE 
DE 
011 
MATO GROSSO 
casa c1v1 
o 
SE DEFENDE 01S IC SIIÇOES 
li f 
, . 
,,,li,,...,.,,.-~ , ..•• 
1 
- rn 
e::, 
O .. Jnr111tl d11 'furd,.' .. r,.,·,·l,tu d,, ~,. Ar· 
bivedes I'ereira Lia, chefe da Casa Civil do 
:!Ot·rnH d,: lato ,ro.n, -ta carta na qual ele 
e defende das nu-aoe« de enolirnto no 
ao Levy tampanuhi «de ouza: 
Cui,ihó, 0tl d,· jull111 d,· 1()7H. 
;n •·Jnrnnl rl11 Turdt·'' 
!'-fu 11.111Jn . !',P 
enhn Diretor 
t•:.- .. , • Jornal edição de J lo t:1•rrr11f1• - JJll• 
bbea, mu ·ua piina I}, a prop'to do s-a-inii 
n 'i dre dezembro p pa>ado «,npo Grande 
«do lvoaulu le tampanhi he 5ora, ete! 
Jlt11l1·ria ('Ili qu,· t·iln .Ml"tl ,111lor lllt'II 1101111' ,:lri.1pl 
ees, procurando llo.mente me no]er em 
upeftas, de-tidas de qualquer fundunento de 
p.,r1idp,1.;:lo 110 i~11bbil 11f1•nl1H o t· lt"/111111 pn·mi-.• 
.. a• rom o uírido propf> .. i10 IÍt' dt·rw:trir 111in
11a 
rrplllll('I'º· 
O fo10 díl~tllt' o dln•Ífo dt• í11,·tu·1111do a 
li de prensa artigo 2) e I) e, mais que a 
l._1·1, nurmn 1nv11rr;1",.J11H•n1t~ oJi .... nailn nm• jornul~ 
vinculados o nome repeitvel de Julio de Me. 
quita, tliri1 . .dr-llH· u prt·i.c,·11lt' lhnudo do direito de 
ít'"'I'º"'ª· 
em e deter uns repera»sões qur tiverum, 
nest Capital e no Estalo, junto o« mus amigos 
e· no 1-t·i,, cl11 minha familia, cruel investida con­ 
trn 11 minha dignidde de homem /'úhli<'11 t• de• 
du•fr ti,· fo1111lin l'Olll 11111 pn,.>-udu e,~ •10 unoi- lo. 
do c·I,· ,h·1li,·ndo i1 t·1111t-11 púhlit:1 n que Jurnnlt· 
minha trabalhosa existêneiu venho servindo, en­ 
tio n quarta '(•t. <J•tc u.-11po, t1('ll1 tle~l11),1r/1-Jo um 
,·urg11 d,· tit·rrt·lar rn dt• Ei-1udo, t1 u 011dn de indi­ 
ndos protestos que 110 H•in du c-u1111111idndc t·m 
qut• 'in1 o l'OU conht·t·ido provot·ou n rnlunioiin 
rrportugt·m_. '/urr!o· 11.IIHO C)UlllllO J)U:lfÍ t'l, ('in~ir· 
me. dl'i,.lru1111 o, um n uru, o pontos em f)IIC u 
n..-pl>rler, na mais gratuita das agressões qu já +o 
fri, me nlingc·, ttÍt·rHlt• e cnluniu~ 
Uiz o repóter, citando 111t· pela primeira vez. 
ºExh,trrn infora:rn·Üc~ H•g:nra,: dt' que dir.!l 
nntc::i dn morte de Lev, houve um jnntnr t'fll Cuin• 
bá do qual participaram Levy, eu cunhado Wil. 
Fon t' Huy :,nnt Annn tios ~nntoF. Durnute c~i-:,~ 
jnntnr Lr.
1y fez sl!rÍa;. ncu:-..i.ç<1t:l'I no c.·0111porr11111t·n• 
to do Chef,, ,lu Cu,a Cl'il. ,rcliime<lc• Per,•irn 
Limn, em relação à aplicação tio ,•crha, d,, E,111.111. 
ProHc~uinfl.·' ,-oh o titulo cm ncrrrito "Ü Edifi• 
cio rouba1lo': cliz o n·p6rtl·r. ºD,·Í,ois '!º jnntur 
~nír11m o~ tn·~-Lcvy. o cunhndu e Huy Sanl .At111h 
PropoRitumcntc, Lt''}' (r1. l(llCl'lt;lu de ptt'-Sllr t•m 
frente a um prédio 1:111 con~tru~·:lo, fu1ura in,-tu 
luçilo de um jornul, ,, Dinrio ele l.1nto Gros<u, 
•1u~ J)~rlt·nccrá no Chefe da Cu,n Ci,·il, Archimi,­ 
c cs Pereira Limn. Lcvy comentou u fato t:om ,·i!-Í· 
nl i111li:,:naç~o íulan,lo cluramc111c ,obre Desvio de 
verba para a construção dese prédio. Antes de ,e, 
opnutn u como nma<lontc, Huy Sant'Annn foi con• 
vocnilo pelo• pc•licinis do DEIC puro depor. Ale• 
gou que não se lembrava desses fatos, narrados 
cm pormenores pelo cunhado de. l.evy. 
Sobre C~J-.c primeiro ponto t'ftl que !-OU 
fro111ulmcnte acusado e já nmplumclllc c,durecido 
por nós em rntrcvit-tu colcth·a concclli<l:i t1 
iu,prenrn da C:upitul, temos u dizer: ,e o jantar 
f.,i, corno diz J repurtn~t•111. "'diui- nntt:!'l da morte 
de Le,·y", ,le,·e ter sido, portanto, em diu;; de de• 
zembro de 77, de ,·rz que Lcvy foi morto din 2~ 
de,ae n,ês. Oru, em <lczcmbro de 77 o prédio do 
Diário de ilato GroP<so não cs1,na 1uais em cns­ 
trução. Seu nlrnrá de "llnbite-;e". expedido pelo 
Depnrtamento de Urbanismo da Pr.-feituru, foi ex· 
pt:dido em li ele junho de 19i5 ( documeuto junto): 
o jurunl ju circulava desde 12 Je No,·cmbro dr 
I976 (exemplar junto) e n6s ,6 fomos m,meado 
chefo da Cu,11 Civil a U4 de r~,·ereir-> de 197i. 
Portanto, admitindo-se, como parece iu,i­ 
nuar u reportugem, s,,r "" capuz de tamunhu ,·ilu­ 
niu - dee,·iar verbas públiCJl' pnru cor:struçào de 
um prédio de minha prop,icclude - nào ha,cr, no 
E•tndo, um Tribunal d,• Contas, nem uma Junta 
de Pro,.·rnmui;ão Fiunnet·irn, nem um orçamento 
:.i f~r obser,·udo uc1u a ohrJgatoriedade de 1uais 
duo• ussinaturns, além du minhu, nos cheques de 
todos os pagamentos cfetuadJs pel11 Cnsn Civil, 
Jlt'l:O 11.t111po1u·,, Ufll J)i:J.-O.:HJ,; lar de qu lhe­ 
rsrr, quatrurzs retarjo de lotado, outra 
tanta .. , rtf';; prr·~í,J,·111,A ou ,lir<""lor tlt· ú1•,
1,10,- au, 
tirquieu+ ou sociedade» de Eonumi I M1t-l,.l, , .. ,.,u­ 
duni ou federai-, tendo lidado, w idt inteira cor 
dinheiros pblito», m que jamais e l!w (o-•r 
apo111:ulo o 11wnur ,l,·tlitt"; 11rin fo-."t'lfl f'~lu11 , ir. 
eun-taneias que constituem motio de orgulho par l 
•11Jf'III só pes 11i 11111 pa1rirn01,in 'l'JI' f .. o , 111u·~ito 
«de homem de hem, consolidado ao longo de 1) 
uno+, perante t comunidade a ,pa· pt'rl"fl('t'. n.i,, 
fosse tudo isso que parece nada ignifiesr para o 
repórter, e ainda a--im +tari de+montada a ndu­ 
nio-a insinuação vuntida naquela r porta;gm pvela 
pru'U '/llt' upri:,.t•1110: o prhfio citu,1o fni ronrJuí• 
lo e n 1lt'l"e •'lwhitt:·'1t"'" vrrea le dois anos unte 
ill' 111inlia ,•iruJa para n ('u.;a Ci il 
Em seguida, m nua reportagem, procuran­ 
do prqn,rur o t,.:pfrito do leitor para a» conclu­ 
Fi'w'" u 'ut· pnAtt•,ulcu <·l1t"U(lf, de-! qur t"sturiu eu 
t•1n•olvi, o trn morre ,Juqut•lt· lUf'U iufonunado co­ 
lahorudnr, upn•.:rnla•llle o n·pbrrt·r c·o1110 um ímpla­ 
<·ii,·e·l pereguidor de Levy, citando, em abono da 
eaviloa as-ertiva, os guintes fatos; ]) lo haver 
t·u dt·itignudo Lc-vy paru u rt·uni:1o n·alizutla Plll 
Br:1-.tlin 1·011,·o<·ntfa pt-la J>1-c:-:-orin dt• Hela-.·Üt·ti1 l'ú­ 
hlicn,- da Presideneia da lepúblea. para di-nu-ao 
e elaboração de instiuçóe- 1wr111u:i,ui- p:irn o:- br­ 
~:)o,.; ele clivulgu·,lo cio:- E,;1nd11 ... lt-to (, Vf'rdud.-,iro. 
Nao podendo, na oca-.ião, nhrir nHin da pn•:-c•u~a 
de Lrey na Capital, com outros encargos, de iguul 
rt'tipon""al,iliduc ,-. junto 11<1 l!º''Crno, tlr.i:Í:,!IICÍ para 
u q u t· 1 a r t· u n i i1 o o s t h e h e f e 
<ln Cn,u Ci,·il lluy Sant'Annn, ,ln IJIIC dei cicia 
pr{'Ín u Le"r• Qual o mui? 2) Teriu t•u mu,ulacl,l 
em qualquer t•xplh·a~·üo" rrtirnr dn <'a._:a 1·111 <(llt' 
IIIPru,a Lc)' o td<'fonc ela Casa Civil li i11t-lnla• 
cio .. por uuiorizurilo do µ:oYernndor". E:-1ou j11n - 
lnndo o t•t=tu o clorunu·nto nnrxo, for11cciclo pdn 
Tel..Côni,·a de ~l1110 Grmrn. TELEM • T. prn'1111<10 
l)llt' o rt•frrido up11u·llw ~6 foi rctirndo du t'ill"U ,·m 
'jllt' rc,:idiu Lc')', pnru er instalado na rc:-:idêncin 
, o """º dirt'tor do SED!,,IAT, ,·111 l:!/t1:I//!<, pela 
Ordem ,lc Serviço 11.0 b0l/711 [uncxn) por1•11110 a­ 
cc:rea de· três meses depols de sua morte. 
Ünln• Ot'U!iOi;"iio conrrctn contida nn rt•por .. 
1a~1·11F teria niudu cu, o implaci1rcl J)('ri"t"~lidor, 
determinado, ·•cm ofício cn, indo diretomcnlc à, 
cmprt"SU" uén·a~' o cancelumcnto ele c:ut:"io de cré• 
dito pra aquisição de pa!ôFa:.:cni,;, nérent-, por t:onta 
da Casa Civil roncccHd,) n Lc,•y, cn~~u11rlo-ll1c Ct-Fe 
clirt·ito, "'ttem clur ncnhumn ~u1i~fuç1io". Junto n cs· 
tn c11'io n c~H· jornul f<tto,·ópin aulenlicudo da 
caria ile 12 de nbril de l.9ill, da ,,ií,rn rlt· LC')', d, 
H, ,a Murin 1'. Campanhã Souzn, devol'cndo il 
Cusa Ci'i) os corriie• de crédito 11.0, 18, coma 
07. 7.17/V ASP, e CHUZEIHO. -146.066, forn~ddos, 
por uu1ori7.D:ào rio Caen Ci'il. u Le, r C. de Souza. 
A 't•r<lndc: quando fui convidnd,> pcl:, :::o­ 
,·,·rnndor Gnn·i• Neto pnrn chefe da Casa Ci,·il e 
nceitei o honroso con,·itt, fi-lo, u1,b:c dl'clnrur.mc 
•· t'XR (JUC cu. na rcfcri,la e dfficil fun~ão 
pknn nuronomin. NcHn• cundiçõc~. endo o caro 
ri,· Diretor do EDIMAT da confiu11çn do cl,cf., 
du Casa Ci,il, poderia cu lt'r, ao cmpo,,ur 111c le­ 
'udu outro nome ao ~O't•rn:uior paru aquela fun• 
ç,io. Binela mais consi,h·ranelo que hol'ia oran'le 
pressão de toda u imprcn,n do Esrodo paro~a eles• 
tituiçào de Cnmpunhà entre outros motivo; por· 
qu,· nilo cru ele jornalista profissional. Entrelanto 
consen·i:=:i-o monti'C"O no cargo, uo contrário fio 
que insinua n reportagem. Homem porlador de 
pr-r~onulidudr t"Xtremnmcnte complcxn. não foi, 
rle foto, de início. ':ícil o con'hio com Lcvy, mn;. 
com paciência, <'011,u do meu feitio, que to<los co­ 
nhecem rlemostrunrlo-lhe. a cada din, minha ,en·· 
~·ào, meu espírito de justiça, minha incliuoçãc pe­ 
la conciliação, minha ,·ocaçilo pdns •oluções suu­ 
~6rias, acabei conqui.tando a sua amizade, 11 po11 - 
to de, no mê, <lc dezembro, quando complNamen. 
te esgotado, tive de me ufastzr durant~ 20 di
411
, 
cm férias forç11du pllíu me rccup,•rar, ter dele 
reccbiclo em üo Paulo três telefonemas indaran­ 
do <lo meu e,tado rlc saúde e dcscjando1 11,c b;c,·c 
rt!forno. Nenhum. talvez, dos meus amigos, tenha 
mais profuuclamente <JUe cu lamentado e,sa bru 
tal uurruria, ujs roupleto elarrimrnto, [ 
ra nu6s o-titui prut, de Honra. inguén ruas ho 
q11t• ,,:, . ,. t '"1 • ;1hr111 , •... rpnhs no completo 
,,,._, l.ucc i111f 1110 cJ,... .. H. t rJmt" 1111i11.nruu-n, ,:, 1,1 J,t-r 
lao, qur prufaursnu u noite he Natal e howa bru­ 
talento« antiatos de t»la a fanila mato. 
tu+pr, 
)aro punto ti ,. .. t.brr.•r,•r o e«tat, de las si» :_--r 
di,11.11.corn o «ru dres!ora·nto pura numa l»esta 
E.serial da Casa 'Iil, deu.se a pedido cor 
a nos·a conorHieia, e ma 110 u funt :io 'lt' _fi-t" 
integrava, plenamente ati»fito, como qur al+a 
lo, muito no t·o11tr!,rio d_o qu,· (· tnmhf•m 1w•n111,1• 
do na reportagem «dres-e jornal . ,. . . 
l-'
11r (i111. '"'· diri·tor. uuLra nf1r1.11~1t1,u 111frl1t, 
do n·p6rtt.·r •f'lt' u.io 111c.· ati11J,.!•·-: p,•.:,o:tl111t·nlf:' 11ni; 
»fende a toda a coletiidade matogro-nsr: t 
aquela cmu ·que_afirma ele que· "uwatar um ' 
uo Estado de Mato Gro--o alzo que n4 "U7 
o w,· -no in1p.1clo que nos Estado« to >al. ". ln 
eomun, saqueie Estado, o- pistoleiro-, os mandar 
tc», a perícia m atirar rm alo fo n M quilo 
troes per hora. A«-im, elimiuscüo de Les {ol 
programada com extrema naturalidade, -implicida 
eh• nré. Tt·uho ., ele~ t't, Jl"'ª 1111nlm I rad_1ç20, d.'' 
e;-11: nome do povo tatozro·ren· repelir til 
este insy[toro roneitno o p,e feno nqui tran-re 
vendo o final de indignado artigo lo ubatte •• 
pc·r1i110 )oral E,111ipt' q1u·, rl'1·lu11,:a11dc, U _,1Í•J1:-t1 1·11 • 
1•.,.rrou i"CII e e i, u riu 1 tlía·ndo. 1'u1~uP11 po­ 
de· pro,ar fJUt' 
1nln Croi..-o ,-:c•ju urna lrrra ,I,· 
pi-.colcin,.:· .lns ta111bfrn n,lo J,1ode nC;.!':tf 
11ut f"F-.l:.s 
é 1111111 tt:rr.a de homens de brio, capazes e r_t",1- 
1,?Ír ,i ação dos pistoleiro- da caneta que aljat 
)!rntui1n111<·11h" e ,.u,·ur<lt•n1t'111t· u_ HUJ un1,rn. . 
i-r. dir.,ror: u lmpn:ni-u, cnmto diz José abantino 
Hn1110F, que com tanta di~nitlnd~ e t:l,·,a·âo t'.<t'r· 
,·eu cSr't' difícil t' in,,rato ofício. favorece ou pr,.­ 
judicn. engrandece u dirimui pessoa- e institui 
çôes: Leva ela alegria ou lágrimas aos lwre·, tra 
q11ilidadc• 011 agitação ao povo, estimulo ou desa 
nimo noi:: que trnh11lharn t' u111 rnl _Jwdc·r, . U.i-'-Hll. 
cxtt.:ni-o e :,!ra,·~, - acr,•FCt."Ula - nao dcv~rin f1;n• 
cionar à mercê da negligencia ou do zelo, da c·u­ 
pidt·z ou dt•i-pr~ndim;.11~. do 6Jio ou da nrui1 .. a­ 
de de nenhum jornali,ta. 
Mu, ''r-6 a. imprt·nFn pndt• reparar os male­ 
causados pela Impren-a", como a--inalou, por ua 
,ez, um t oli i,:rundc:; pontH1ccJl do i-érulo pni-~atlo. 
E~,c.ro. como rt'paruçt10 pelo que t·u e rninha fo • 
mí.in tofr..-moi-. u puhlico~·rlo ,fci-tu, {' o m o 
rncélnao d t t u q u e t.' n o m e !- n1 o 
l,,cal c111 que foi c .. fumpada n pérfida rt"portJ~tru 
l)Ut! tào fundamente nos atingiu pelas clamorosas 
invt"rdadc"' e irrepurá'cis oft'n-u;, nc.·la C'<•ntid:.t!". 
Alcncio!"amt'rttt: 
Archimedce Pcn·iru Lima 
Eru unexo: J.'ot,,c6JHU'- ou1cnt iciula:1 de: 
,h-urfi de •·habite-se' du pi hlio <lo "Diário dt: 
Mato Grosso"; . 
!/ Oficio do Diretor Admini,tralirn da <:arn Ci,H 
" Ordrns de Sen·iço dn Cia. Tddõufcra; 
3 Corta da viúva Lev Campanhã; 
4 C,r111 <lo Sin<licato do, Jornnli;ta• l'rofi;
0ionai;, 
de Mnto Gro,,,,; 
5 Hcc,.rlcs de jornni~ locai,. 
A uoticiu acima foi publica 1111 cdicão de 10 7 do 
"JORNAL DA T,HDE" SA°O PAULO 
de Ahmad H11sseir, 
c:.=.:::J 
zs 
e 
, __ :::.; 
P==5 
íl.JL.íl 
L--- 
Haidar 
"10 anos trabalhando 
progresso de Ponta 
Ahrnad 
para o 
Porã e Região" 
Parabnizamss o s organizadores 
EXP9BEL e participamos da alegria do 
belauishmse. 
·.'1 1; 
'" 
foi 
:d 
r!o 
E com alegria que parabenizo os organi­ 
zadores da 7.a EX~OBEL, c0n_q1;-1ista do 
povo e realidade de um mun1c1pio em 
franco progresso. Bela Vista atravessa uma 
fase de intenso desenvolvirr,ento em todos 
os setores, e a classe pecuarista é de surr,a 
importancia para acelerar ainda mais este 
desenvolvimento. 
Dr: Sergio Roberto Perondi 
·--------------------~ - ------------------: 
o 
em geral. 
da 
parabeniza os organizadores 
expositcres, autoridades prese!ües 
A raalização da 
do 
maçã0 
imbuído 
vontad~ 
dos 
turnàmente 
nicípio. 
vereador 
mais 
para o 
Eiy de Araujo 
Ja 7.a 
Expobel 
povo 
nobres 
e 
engrandecimento 
Barbo:a 
Expobel 
o 
, 
e uma 
belovistense que 
ideais trabalha diu- 
do mu• 
povo 
aFir• 
tq