B Fundador lvaldo Pereira Ano Vil ·, Bela Vista Mato Grosso do ul Dia II- Entrada dos unimís )in 1» - Pesem do unimals Ilia I(; • (Do111lnl-(n) As 1) horas Ato inuuurul d 7.n EX l'OIJEL, co111 n (ll'P!'.P11ça clt! 11uto1 ltladeH munteipl e etudunuf. A 11 horas - Entrea de titulo ratlfi- c111loH polo lncrn 1} horas - Almoço ,ri lf> horns Desfile de anlrnultl As I9 horas - Grande Rodeio e '.:-how Artistleo AR 2} hor - Baile do Fazendeiro com o conjunto Grupo Eufhorl11 o dupla ,lui­ mo o .l11cyr no Clulw E. ela vlstese )la 17 (Segunda Feiru) 8 hora~ !leal>el'!un1 do Purque ) horus Iiclo do julgamento dos uni muls 1:1 horas Contfnuução do ,Julgume,nto 1 horas Grande Tourada nu recinto do parque. l!J hura1< Gruude 1·odelo e Show ,t·t[<;tlco Uiit 18 (1,rçu r,'oira) 8 horas . Heubcrturu cio Purqun 10 horus Encontro de Lltlerunça,; Hu- ral,, T<::-.,n: Palestru pelos técnicos d11 Emulcr. l<1 horas Desfile de Equinos 15 horas Grnntle Tourudu l!l horas Granrle Tourada '! ,Sl,v"' c/{rt111i·v Dia I) (Quarta Feira] 8 hora;; 1-!.eal.>Prtura do Parque !) 1lnr11i; JJnrurlo Llvrn parn Con:é1·cio II horas Defile de Animais Pr 3miados e Entrega de pt·êmlos . Hl horas Grande Rodeio Prnflssloual P Amador Show Jrl[sllco com Los Bardos Carlbo ::l e Bu llet Foklórlco da Profes­ sora Jrny Estlgarrlhlu. Oia ~O (Quinta Feira) 8 horafi Heab<>rlurn do Parque Pela manhã fei,;Hvldarlcf! horneaugennd•> o n nl vcrsárlo ele ílela Vista pela PrPfeílu­ r,1 Mualclpal. As I horas Penca com 1111lmai-1 de lo­ do o Estado de Mato Groso e Paraguai. ,~ Hl horns Hodelo (Profirislonal H A­ nrndor) Show Artistlco (Curlbe H) As "?2 horas B}1i!> no CIub3 Esp rlve Bela vistenso abrilhantado pelo Los Bor­ dos, Cnrlba a e Sllow Artí:;tlco. Diu 21 (Sexta f'tlru) 8 horas - Reabertura do Porque 10 hras Entregi de Prémios ao campeão o causp2ã tipo figorifeo. As 18 horas • Eucarram~ato do Gran­ de Rodeio Aa 20,3íl horas • Show .-rtísllco com los B:udo3 - Carlbé! 3 e Ballet Folclórico. ' e 7 e PD . Segundo iforçõs de Edson 'lloraes, Relações Públicas da EXPO BEL os peeuarIstas Anibal Heiseck e Cândido Pinheiro doaram dois pavl!hõrs para o Parque de Exposiçõei-. Os p11vi11Iõ2J de mangueiros cobertos, foram orçados em A Coml.si-ão Organizadora da EX­ POBEL contr.'.!.tou ern Assunção, espe­ cialmente pura abrillrn.ntar as festivida­ des, os coÔ.jualos CARIHE 3, Los Bardos e o Ballet Folclórico da Professora . .my Estigarribln. Tud,> está sendo feito com 50.00J,OO (cincoenrn mil cruzeiros) cada e vieram pree,ncller uma grave lacuna no setor. e. impertante frisar que o gesto dos dois tr11diclouais pecuaristas da re­ gião, deverá motivar ainda mais a classe no sentido de UNIR ESFORÇOS. muilns sacriiicios, o que valoriza ainda mais o trabalho de todos os integrantes da Comissão. Oe artistas paraguaios con­ tmtados se apresentarão no parque e no baile u. ser realit.11.ào no Clube Bela­ vistense. AGRA.DE CIMENTO A Comissão Orgnlza«lura da 7' EXPOBEL gradece o llr. ('armellto Torres, da Cernat, 11 duuç,}o do G111po Gerador para o parque de Exposições. Maís uma vez ela Vsta recebe suh·tan­ clul ajuau do Governo do Estado. . 'o,;­ os sinceros gradeia1entes. A CO.llSS,O TRAHSPO T COLETIVOS Foram colocados dois cnibu a dii,po,i.;ão dos rnorndnn s de Nunca Te Vi t1 Agua Doce para tanserte uo parque de exposição .. tarlía miuirna m-í de :3,GO. Oe Bellii Vista (Paraguai) ao parqu~ circu­ lará umn. Kombl de propriedade do Sr, Orlo!. Os peeuuristus belvistenses Edon Moraes, Antonio Urbieta, Ohmpio 'ardi- • ção pele ràdio, Moraes comunicou que nal e ~ebast1íío Znearias Filho. rstlvernm existe uma linha dr crédito no Hunco Jo receutemeutt- na cidurlt> rle Conceição, Brasil de Assunção para atender· os M 19 ltepública du P11rag::ai, por ocusilo da cuaristas parguuios interessados na com- [ fJJj 1J Exposiç:io igropecuuria, manter:do ron- pr>1 de matrizes e reprodutore1111u EXPO- 1 l:1tos ecm inzenddros e ai1toridades. Nu BEL. A visita, sob todos os pecos, foi ' D111 16 (domingo) no Clube Espcrtf­ vo Bela vlstense reallzar-i-E'-á o tradiclo· ou) Baile do Fazendeiro, onde eFtarão reunidos os fazrndelro,i da região, expo­ silore11 e aut0rtdades. O bail<'I i;arí>. nbri­ lllantado pelo Gru!JO Eufllorla. Reservas de mesas na portaria do clube. Eenubliea do Ba1l Assessorl!.1 lÍP Heluçõei­ Pubficns, llmo. Sr. Iva!do Pe· reira MD Red11tor Chofc dr, Tribuna du Froatelru. Bela Vista MT Prezado Senhor O aBsessor de Rela­ çõeH Pública<= e Impren­ sa dtl Presidência da RE· pública, reconhecido à cativante gentileza d!ci V.sfl agradece a remes­ sa do atualizado lnformu­ livo. Atencloaamentc RubPn Carlos Ludwig Assessor - Chefe de Re­ lações Públicas da Pre­ sldêacia da República. o saúda Parabens Clube Organizadores positores da 7 a ExpobeL - ABRAAO Belcivistense e Ex- ~elavistense. ZACARIAS Presidente Bl V+tu _ ......._,__._.. __ 'T'rhuna da Frontelra o que Não cxl~1.o 110 rnunrlo oclrknlal nenhum Intituleio não onfeslonal (Jllí' con,11',(U l{llill',lllr t:1o IH)lll eUS I­ t+las, 'endo un número tão raude de nd•·ptol'!, igunl : !,,çonarla. c,,1110 101lu oooied,lllfl rir- cnrúl•·r lnlelólloo, Pia Rlltl· elta adesões qe não uceltan reservut, IIlfR pl'll/(1()11, l11mll0n,. l'l'CIIHIIH que n/lo 11drnl111m l'X(llfCll(.!(li'N. (Uns a dmirum pela obsessão eoi (]li'' ela preconlzi nu soberuuin da Iuzào sobre o Fanatimo, poelamiundo eomo fund unto do tofu a orpanlzção +o­ eil a yradu ttllopin: L!erdnde, Iunl­ da.Jl•, Frnl(•rnlt111cl1•. Outr,,11 11 HCU um !e pBrp ·luar a JW fora, nem u partir do clt1s­ sico recurso dos depoimentos dos perju­ ros. Cabe aqui um esclarecimento. Mui ln gente pensa que a Maçonaria, atuul­ mente, não pnssa de um& soclE>dude ele uuxílto mútuo, de um fundo de benl'fi­ cênoia, ou Lle um trampolim para se su­ bir 1111 vida. O Gr/io-,festre do Grande Orl0nte de F1·11nçn, Fred Zelle, faz a e8i;e rel:'pel­ to uma observnçll.o que vale n pena re­ produzir: "Nos adversários apresentam a nossa Ordt m como um meio de fazer c:trt6!ra. 011 mPdíocres cuslom a acredi­ tar que um homem possa vencer, e gu­ r.inllr o ,;ea si.cesso, aprnas pc,r seu próprio vulor. : soma de obrlgaçõeb e sacrifícios t1 que se submt>te um maçom é multas vezes bem maior que dos be­ n~ficlos matt:,riais qu~ eventualmente ele poderia esperar da Ül'dem. "Quem entra na sorlPdade movi­ do apenas pela ambição tucor.tra u,uito cedo motivu; cte so_bra para del>1 ~e reti­ rar decepclonado. E preciso entretanto, reconhecer que somos profund11ménte salidãrios entrr irmãos, capazes de tudo o que for po1,sivel para ajudar aquele11 , e • açonar1a um pode e»quever a influência iec1!· 5 0 n olucô? de Ili da!! IOJII'· mncon {',11< !),ln ' " • probleras que a humanidade '%,_" enfrunlar ao r,1lur do Sléel' dcS Lnml-rr,,. que, dontre os nosrno, »iio ~íllmas dos rigores do destino ou das injustiças dos homens, E natural que homens dinuos mneçacn a ujuda de homens dino. lSo­ bro tudo quundo essa judna fci objeto do um j111umonlo 1 1 spoclal.'' Nu realidade, ao atravear !a: h•rln uuhrc do Pulácln M,1çOnlco rio Grau· de Orlent- do Hrasll, os retrtos dos llra;;IIPlt-oA lluHlre::i que com;tltut•m o nr­ gulho ela Maçonurin de D. Pedro I, o ''lrrun,, Guatlm ozln''. a Hui HarlJ01,a, pus ndo por José Bonifcio, pelo VI­ conde :hi filo Branco. Dendoro lxoto, Be11jamim Cons· tant, pura +ó eitur alguns - fazem lem­ brar oi; nomes de t.untoR grnr:jeR ht>1nPne ()Ili' se lnlclurnm nes1m Úrdem, u ela corando mult veze o melhor de uAs vidas; Voltaire, Lafayette, Mozart, Llszt, Goethe, Geor~P. W,11,hington. lodos os íl.oo6evell, Churchill l' mullut! outra!! colunus mestras" du Maçonaria unlvPrsal. OH olll'•'iroM • llvr<>s figuram rw. ,pon­ tn da evolução Frencesa. No lüttdo, as ;-,::uulõei; muçOnlcnF C(10slilaem lJfll[l !'!l­ péeie de assembléia deliberativa perna ente, em que homens qualificados de­ ba tl'm prolllemaH que ou(raH u_s,em biéluR importantes se recusam a analisar. E nor­ mal que a Mçonori chegue na frente. Basta dizer que uxs lojas tem como uB· /!Unto de pauta de suas reuniões a p!' puração da +sociedade para o século XXI. E as 11JscuQ1«iíeR se travam em circulos o::de Iiurum professores, médicos de re­ nome, grandeti udvogudos, hum?ns do te: tras de ci·nela, tistas, oeiólgos € simples represntantes de funções pública. A porta do Palácio do Vale do l.u­ vrudio 110 Rio ,te ,Janeiro, onde fur,clona o Grar;dc Oriente do Brasil. um "Irmão" conclui enfático: "; ,far,;rinnr!a no e ir;tresa por promoções ele cunho publlcltá!'IO. Mus f0 você!!, profanos lgnornm a força e a be· !!'.ZH de nClssa Ord1~m. a culpa uão é de­ la. Nós niio a escondemos". PREVISTO O fim do "biônico·· Pelo gabluele do Grão-Mestre Ge­ ral desfilam advogados, mllltures, polltl­ co, homens de negócio ou modestos puis de familla que põem u servico du Ordem, umu generoRldade e um11 Integri­ dade morul que o~ profanos fnz,•m ques· tüo de enaltecer. Há, allái,, um ponto cuja lmporHln­ cln passa em gerl des11 percebida dos profanos. As l)brlgações maçônlcat! In­ cluem umu certa asriiduldade ús reuniões per!ódlcat! das lojas. Essns reuulõrs se processym, segundo os depoimentos, nu mn uunosfera de frunquna e seriedade quti ojuda o esclurecrr muit<>R uRpectos obscuros de determinados assuntos. Nin- Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO -- F U N D A D O E M 20 I 2 /72 Diretora ;lnria Estela V Pcrcirn Reda1or Chcl~ hnldo P .. reiru Drpnrtnmen10 Comercial: Aharo .i:'creirn Redução Administra~ào e Oficinas: H . Duque de Caxias ;/n Bela Vis1n llS. • , Hgurn eh ,r,n•l,,r bióntco' poderá de«4,a 1 í-·t!t'f oill 1111 11 purque não atende tine às teces+Idade do gover. or•. unlt'fl 011ti.t1fdtns. h­ través do blarttdtísmm previu n sení1dor Teotõnio V!!l'ia" (Al18- N..·AL), anunciando o êxito parcial da emend Franco tl'loutoro, qu.o pro. põe o restnhelecimento das eleições diretas pa. rn os governos estadual~ e para um terço do Senado. 1 O sena.dor ala~ouuo ll· firmou que ·'o blonlco foi rejeitado pela socil'dade dcFpertou o asco da opi­ nião pública e desapa. recrá com mudanç do quadro partidúrlo." ASSINATURAS ,,~innmrn Anual Bela lisln CrS :/00,00 Demais Municipios CrS 250,00 Tribuna du Fronteira é uma publicação da Gráfica e Editora A P , CGC-MF: 03.:l01266100Ul•90 lnsc. Es1. 1305923-1-3 Dire1ora Proprietária: Murin Es1el11 V. Pereirn Escritório Técnico de Agrimensura Rua Barão do Ladário (em frente ao Bradesco) Medições de Fazendas para ratificação - desmembra­ mentos . curvas de níveis - serviços de alta qualidade Engenheiro Credenciado Dr. Aldo Nunes Rocha 1 opografo: José Bento de Godoy Pariicipa da alegria geral e du entusiasmo pela realização da 7ª EXPOBEL. Parabens Or· ganizadores e Expositores. JED Ambiente Seleto Antonio João de João Freire de Úliveira RefeiçihJ Cuse!ra O seu lar em Antonio João -- O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se em sua Ctisa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do l Sul 1 - BVEllN.O DOS REIS tíllm llDI , OTICII CIENTIFICll Avelino dos Óculos, Jóias, Relógios, Presentes e Reis: ( Rua 14 de julho, 2104 Campo Grande, A ÓTICA E Troféus Esportivos DA CAPl1'AL ) REGIÃO Mato Grosso do Sul 1 l _ HA. -- 'frlbuoa:....,:l::..::.a~F;..::.ro::;.:.D_~•;.;::1r.::...•-~----------------~- petn VI«ta -------,-.c...c--------1 l- 1· 't .l OBJETIVOS OEF NIDOS -- ee 10 . ..a.f SSOI stad ERMO GAKEI O Governo do Estado de ! Mato Grosso, tem procurado ' / colaborar, em todos os senti- , dos, visando acelerar o pro­ gresso belavistense e canse- quentemente proporei o no r melhores condicões de vida a ' seu povo. • O G o v e r n o Garcia Neto, um governo politico, cuja meta principal é o HO!vEM, desde o micro da a'dministração de Castro Pinto, dotou Bela Vista de melhorias substandais no setor educa­ cional, energético, estradas, saúde e procura despertar novos talentos artísticos através da Cosa do Artesão. Com a realização da 7.a Expobel, através da Sec.retaria da gri­ cu!tura, mais uma vez o governador Garcia Neto colabora com o municipio. Realmente M~JO ;íl,ij$$f0) Ê o Estado Solução e Bela Vista, antes promessa, hoje representa um polo impqrtante na Agricultu~a e Pecuária do Estado. A Princesa do Apa rnuito recebeu do Governo do Estado e retribui este apoio atra­ vés da açào dinâmica de seus filhos. BEM 1 i . HIRMONII A Assembléio Legislativa do Estado de Mato Grosso, através de seu presidente De­ putado PAULO SALDANHA, cumprimenta. a classe pecuarista local, os organizadores do: 7ª Expobel, expositores e o P"JVO em geral, por mais esta demonstracão de trabalho e de otimismo. ' A realização da EXPOBEl é uma prova real das potencialidades do municipio de Bela Vista integrado d filosofia do Governo Estadual e Federal imbuído do espírito de intensificar o progresso e acelerar a economia da NAÇÃO Nossas congratulações aos componentes da Comissão Organizadora e ao po­ vo laborioso da fronteira. Neste ano, tão importante para todos nós é salutar sentir que em Bela Vista, os desafios foram aceites e estão sendo vencidos através do trabalho de sua gente. Parabéns Bela Vista DEPUTADO PIULO $LA@#H f '{ata - MS • Tribuna_do"dd ' o I se Já se tem dito que o povo - o belovistense em especial - é parco de elogios, é relutante e opõe sempre um mos, principalmente a questão é apoior ou aplaudir aluem. Contudo, e a nosso ver, essa singular característica da boa gente da terra, longe de ser uma inconveniência, é uma vantagem, é uma virtude e um bonito traço de personalidade, que termino valorizando os raros conceitos elogiosos, quando os omite. hgora, exemplo, tem um significado maior e mais sério a euforia e o contentamento do povo belavistense com a realização da 7.a EXPúBEL. Seguramente. podemos dizer que o entusiasmo popular existe tão in1enso e sincero quanto honesta e dinâmica a ação dos organizadores da exposição. Atualmente, vivemos de desafios, de chamamentos, e a realização da 7.a Expobel foi um desafio aceito por Luiz Aldi e sua equipe. Os nossos sinceros parabéns. Mais uma etapa vencida. BELA V I S T A: NO VOS NO V A TEMPOS ... M E NT A L I D A D· E. Representante Exclusivo Adubos Manah CASA A TEIMAISI DE EYILDO G. LftRINGEIRI Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas o spray), Vermílugos, Vitaminas, Sais Minerais, Herbicidas, Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal Mineralizado, Vacinas Anti-Rábica, Pulverizador, Plantadeiras, Máquinas de Matar Formigas, Sementas Certificadas (ja.raguá, braquiária, colonião arroz, sorgo, milho) «A Casa dos Bons Negócios » R U A DUQUE DE CAXIAS, 1 O 8 O BELA VISTA - MS 1 lfi ;-., "A Ptrl é 11 fomlllu nmpll· feda" - diz1n o runde Iul Dar­ o0a- +m, a Pátria B0Is nó drpostrios da trnudlção e do hrroiRlllO cl<' 110/ifl!JM IIJIIPJH1/Jf!ll· dos, O Brasll despertou pura o H'I ,:rrandt• 1l<>hlfno. /utes de 1!Jtl4, era n acornodnç:1o, o peíl Rlmisrno, OR erroH 111Jumuladoi;. Hoje ó o trab11!ho, u vontade co­ l1!llv11 de crPM'l'I', de nmpllur OI! horizonte, de ueelerur o deen­ volvtrnonto. O,i l1ome11s quo flzc­ rnm nu Iovoluçio, criarum condi­ çõo+ pr o brusllelro desenvol. ver uns potencinlidndes Hoje e acredltu mfs, No homem Nu torm. No futur>1. NPtelavldteDties acrectllam na força do penss mento. O pensamento otl· a " ' '- . ; 4>[s., á 1) VEREDIIDOR !IRNDLDO MDRQUES DIDl S!lVEl Câmara Municipal de Antonio João mista e criador ger:i co11dições de suees- no. A 7ª Exµobel é um ·reflexo de&sa naneira de pensar. Pensar com grandeza ri o primeiro caminho para r·ealizações grandiosas. Vereador (Arena r -. 1 . - . "Almaziultas d~ patrlotae: em flor··. como dizia Rui, ou "a prova de que Deus tão perjeu a esperança nos homens", na expres;são dr Ra­ bindranah Togore, o notável pensador e filósofo hinrlu a criança ainda é a riqueza maior da comunidade. Os bslavistenses, organiza uma exposição no moldes das mala famosa do País: Esta é a Bela Vista, onde o pre­ sents se cbnma TRABALHO' o o futuro DESENVOLVIMENTO. Pa­ rabéns uos organizadores da 7 EXPOBEL. Vereador Afonso Dilon - Arena (Bela Vista) p Prefelluro Municipal de Bela Vistu Estndo de Mato Groo Aren de Segurança Nacional Bela Vista - Mato Grosso Fronteira Brasil • Paraguai Presidente da Repúbllcu • Gal. Ernei;, Gelsel Governador do Estudo • Dr. José Gur­ clu Neto Profelto de Bela Visto . Dr. Ruben Al­ berto Abbott do Caeiro Pinto DI 19 de julho de 1.978 (quarta Il'I· ra). 22 horas • Baile em ho@enngem :'t. cidade no Gremlo Pedl'o Huflno. Dia 20 de julho de 1.978 (quinta feira) 6,30 horas • Alvorada festiva. 7,30 horas . Mista Campal n,i Praça Cas. to Alves. 9,00 horas - Recepço ao Exm. Sr. Go­ vernador do Estado Dr. Jo~é Garcia Ne­ to e suu comitiva, no Aeroporto Militar. 0.80 horas - Revistn uo grupemento estudantil, na Avenida Teodoro Sutlvu, p11lus Exmº" Sri. Dr. Governador do Es­ tado, Coronel Comandante do 10'! R.C. e Dr. Prefeito Municipal. 9 40 horai; • Inicio do desfile, na Ave­ nldá Teodoro Sativa: Militar • 10% Regi­ mento de Cavalaria, E>11s amda, trazer o espírito constantemen­ te receptivo e aberto às discordâncias e sugestões, não sendo outro, ahãi>, senao ilste, o sentido ds democracia e da 1· l i- • l N; uvre In CHativa. a verdade, quem somar a tndo isto boa dose de bom s:nso e eqmlíbrio, terá reunido as qualidades essenciais à mis­ sao de administrar o bem público. PARABÊN::i EXPOSITORES E ORGANIZADORES DA 7 ... EXPOBEL.: '" ü1c1des Flores - (Arena) Jardim MS ' ,. Í 1/r li ' ; .. i ,L.., ~ •k...._"""'-'-'CJ '·O f.:en11dor !tllln iu Coelho parabeniza os vr ~llntr.:-1duru .., axpo.1lfo rei! da 7' Expobcl. ,,u- 1,{Urando êxi10 tot•tl. Aproveita a opnrtnnidu- voto rle confiança no po­ vo fronteiriço e nai- au­ toridades municipais. O Hrni.11 trilha o seu ca­ minho de grandeza e a cadu município Ioi dlstrl­ bulrlo uma parcela de responsabilidade. Eu1 Be­ la Vista, o povo cons­ ciente de sua mlsqfio, encara com otlmtsmo o futuro. Parabéns Povo Belavistense ITALIVIO COELHO SENADOR Germina.çã BRICHIIIRII Sementes de alrums espécie de braqulári continuam sendo motivo de dúvida, tanto J)drn bvtO.nícoo1 como r• •rn analista de ementes, e me»to para pecuaristas. As caraeterísticas de em, de vá. rias espécies lo razoavelmente conhe­ ·idas e et» descritas em "Espécies do gêner·o Hrntlliúriu Gr·í~Pli nallv:.ni n exú­ tlcar; cu!tlvactus no l>tarlo du ~üo P11ulo"' do Hermóenes de Freitas Leitão Filho (2a edlçfw. Catí, 1077). ,Já ª" ClH>1dPl'J"· ticas das sementes dns vária l'intia neRta e.;péc!e, não bavenJo, portanto necessidade de escarificação químlc-a. Após um levantamento de todaa as aaálii:les deHta espécie, realizadas clurün- de t o no de [977es labor,too, po !•• rtfieat esstis ene}y«ó A pote?4 média de !0t mostras anal+untas fl d 140' variado de um mini«no de $/ 1 Ul11 m.í,lmn (lt' ( , 1 ,. Pt •1.- t,I tl. !11 ram realidos tste de germinação com 75 mo«Iras, usando e retuten'es ri fie«das quimicamente e e antes nlo • e: riHo d. fi l'vlllO ennlrnln Comparando-se as porcentaens de :::rrminaç.Go normnl de ementes ecari t1l'.:l'Ja>< co111 •> controle, YNifi<·ou-,fí qut. em t) amostras (25.3 do total) mi o IJOIIVI' (li!'(•rr•TJ(,'LI l'SlalíntlC'üITl•'llh• l1!nHl­ cn.t1vu: a média de purz desta atua. trs de Ai,N, e a erminç4o normal foi de jt" para emente eseatifieadns e 55.6%, pira wemeates não carifie«das, 12 amostra esearificadas (16, do totall :presentaram resultados superiores de germinação (cerca de 68,6%), em relação a! 11/io e, e, rillcu.dus(45,-l",0) /. µnrP/a média dl'"S:JR nmo,tra, foi de ,t;J,Gº/IJ,11 amoslrus. ou sejam, 58,7, do total, eom pureza média de 42,6%, deram resultado de gijrmiuo.çllo su periore-i. n (:7 .!l% qunn­ do nüo esco.rlfienrlafl, cout.1·u 3Ul' 1 /1, 1!11 ilemen!e3 escarlficadrui. Atualmente, a B. ruzlzlonsis vrm despontando como espécie de Interesse, O número de auáliRes feitas ató o p1 t'• sente é ainda pequeno, mas lem-~0 olJ· servado que a escarificaç.fo q:iímlea re­ sulta em melbor germinnçilo. Das três e;;pécies ciladas a B. hu­ mldlcola não consta dai; ''Regra!! JHna unálíi:e de sementes" of!ciullzada pelo Mlnblérlo da Agricullura, e mesmo pnr,1 11.; outras, não llá indicações de métodos para qu~bra de dormência. PECU STI LTDI Mater!ais elétricos Tudo para o seu padrão Cemat - Produtos Veteriaários Implementos e Defensivos Agrícolas - Ferragens ~1aterials para Construç!lo em geral - Forros de Pinho - Cimento;;, azulejos decorados, Tintas em geral -- Vermifugo1::,. vacinas, Seme::ites Braquiária e Jaraguá, Bombas Flutuantes para poço, zinco, Castradore;;, L<'uças, Sanitários, eternit, Tijolos, canos galvanizados e Plástico, conexão em geral. IYENIDD DUQUE DE CIUUBS, 608 Informação de Venda Brevemente HlRDIM MJITO GROSSO DO SUL Faça um bom negócio adquira seu lote em prestações na Imobiliária Vila llngélica - Rua 1.o de Maio 519 grande lançamento Vila Carolina Nossa vocação é CRESCER, para SERVIR. Acompanhamos o desenvolvimento de Beta Vista e as realizações de seu povo. Orgulhamo-nos de participarmos desta arran­ cada rumo ao progressoParabens povo de Bela Vista .. Nossas efusivas congratulações aos organizadores da Expobel os t E O. RD &OS DO SENA UR Ponta Porü - Com o titulo ' Os Ca­ b~los Bruncos do SentHlilr", o conhe1:idn colunista 11PILogro1rlln o lt•V: ~•E 1-cus cubcloi1- hrnnn.t!!, cada fio dclrs é umn hi-.tóriu nohiliu1111c de :-ncrifído pc!-►..ual t" de renú11ciu" individuuitl c111 ía,·or do hc:.nt t·t--lur do bo111 e do útil e do conforto geral e de todos nós toe r,·,·crdccc.rum ,le confiançn e reE-pt:ito. BOM DIA._xeepcional HOMIEM PUBLI. CO. Senador HAClllD ::.ALDANIIA DEHZI. EDUCAÇAO Para a Saúde «D e s i d r a t a ç ã o» O que é - : água é inrlispensável à I xlmo ela rP ·!dênci1.1 A após a co11sulta, vida. Quando. pur qualquer motivo, o or- fazer exaaner'e o que for acor.selllado gaismo perde muior quuntidnde ele li- pelo médico: quido do qu~ o normal, in,tula-se u riP.- - Voltar à consulta no dia marcndo; sidratação - dcença grave que pc de - Caso haja piora dos Plntomns, re- causar a morte. tornar ao Posto imedia turne11te: Causa~ - ·vômit' s, rliuri-(·ia, éXposi- - Quando a doenca surgir em dias cão d~morada llO sol c,u calor lnten!-c, que o Ambulatório não funclc-ne (sábu­ febre alt1.1 e flilta de ingestão l'êt cional de dos. domingos e feriados~. pro-:urar om líquidos são us c..1us1-.1s mais comuns ::!e Posto de Urgêncil1. onde s1::rão prestados desldrat:1çi!o. os primeiros socorros: Como Pre, enir - Não expor a crian- -- Asim que for possível, dirigir-se Ç!l ao sol Llurante muito terLpo: ao Posto ele Assistência Médica para - Dar u Pia água 1"1ltrncla P fe1Tidn contluuar o tntamenlo. nos !nte1·vul;;s ela alimC'ntaçilo. E Não Esqueça - D!!lrréia e vômito;. -- Vestir crirnça cum roupas leves são. às vezes, caueados por falw. de cui- durnnte o veri:i.o. dados de higiene. Por isto utl•nçiio às - Quuudo surr,irem vômitos, diarréia seguintes in6truçõei,: ou febre pt·ocura1· o médico. que iudlcarà - Ferver os utea8ílios - bicos, as providêud<'s a se!'em tumaclas,. de deira, co!ber de pau, chupet11s e arr,rdo com 0 ca!'o. objetos usatlos pelo bebê, ou no Comu Agir - Até que a criunçu pos- ro de Huas rPleiçõei;: sa ser examiuda r ... 10 méà;co, tomar ss - Utilizar upenas alimentos frescos e seguínt~s providência•: bem consetvsdo1:1 na alimentnçãu da - Eru caso de vôiaito,s ou di•Irréia sus- criança. Alimentos estragados podem pender a Eilimentaçli.o e dar apenas ãgnt1 causat· doenças graves e levar à morte, de arroz ou cilá Pl'eto e ba1stante água .. mesmo com boa assi::1tência médica; - Em cas0 de febre alia dar antitér- - Cuiclttr para que a criança não leve mko (re!llédi1be a você evitá-la. mama­ outros prepa- HORACIO , cldudP f'íli.! d n da, vive menents festivos com a realização d4 7a Expobel. Nesta oportunidade parbe 11 l 1 o (li,a t m, ~ (111 ,1mo,1r,,, rJfl-(U.lllZ 1(1< rc·' l' pr, l l• I't•alJzuçfl" " Ct,!1tl1H,id :de ;.o r,111 to de deenvolvimento que atravessa Bela Veta DEPUTADO CERZóSIMO UIRENI.) A G R I s u l -- norírnensma 1,ldlo Grosso do Sul Me1ícões de fazendas para Relilirazies, lesmennls d las, l­ velamenlos, Gurm ~e Ilíveis ele. lá enlre~ue mais de 80 smicos ~ara Ralirim ies. qualquer ~arle do Brasil. Rua Antonio João, 1011 f mula smicos em Agrimensores Credenciados junlo ao IIICR4: '!elio DiJrio e Amauri Sona Parabeniza os.Organizadores da 7a. EXPOBEL Bela Vista MS Através dilo páginas villrantes des­ te sPmanário, tenho ncompanhudo a luta do po·,o b··lavistense. A vida é feita de conquistas. cada vitória é '..!mu soma importante na adição final, e. :.:reio firme­ mente, o povu de Bela Vis'a sempre saberá SO.tAR quando necessário. Algo está mudando .. · novas per.;peclivHs se abrem ... melhoras Ji11s virão... Parabéu:;, povo bela vistense ... naru béns or­ genizadores da EXPÔBEL. DEPUTADO VALTER PEREIRA -- [i D) ---=------ 1 1 1 ·, 7 . ~---------"' () futuro o apresenta romIsor, r conjuntu­ ra o fuvorvels, ocilf-lilO pedr- Trahnl110 e Crença. Tudo Ind lca que chc>g1J11 11 hora ele [! Vista. O Governo ueredita nu Princvsu do /pll. fün 1JUi11j autorldu­ de. E non povo. Bela Vl11tI1 nilo e!llá decepclo­ rruudo . .qul ue trauulhu. Pelo EHtndo. Pela :-./ação. Pnrnhrns povo beluvis­ tense. Congra lulu ções se­ nhores organizadores da 7.n EXPOBEL I í / [7 NEM A turca indelével de umn povo é O IPl! fl'l· der de realização, é ua vontade de ciar e desenvolver i dei e concito é sua obs­ tiração salutar em Coms 1, !.dr·; ó u " l! a 111 11 d o patriotmo que desperta seullmPntos profundoll e induz a feitos grandiosos. Parabéns povo de Bela Vista... Parabéns organizadores ela 7a E X P O BE L· • Há poucos dias, o "Estado" publi­ :rnu uma curta do sr. Elisru Frl'ífui, Vnll~ Germano, dE, São João da Boa Vista, na qual deouacia va o absurdo das promis• sórlas rurais, instituídas para beneficiar o comprador ·em detrimento do produtor. Traia-se de medida inadmis8ível, embora tomada há vários anos l' ainda em vigor. Vejamos ccmo funciona. O vende­ dor entrega sua mercadoria no compra­ dor e avaliza a promissória rural, que é descontada em banco. Conseqüentemente ele RFsume um11 rei;ponsabilidade que de- O Brasil vive da agricultura; é ela via caber única e exclusivamente ao com- que conquista divisas, enquanto a indús­ p~ador. O Iógicll seria" aval pessoal des tria e o comérP.io siio beneficiados com soclos da iii'ma comprado:-a, dr cetermi- subsídios de toda ordem. A crise da a­ nadas entidades ou de pessoas físicas, • g;:icultura está aí. O con5umo de insu­ mas nunca do vendedor que não pode mos caiu considerãvelmeote, llf.sim como assumir os débitos dos compradorei., es- diminuíram as áreas cultivada<::, poiR to­ peclolmente nos casos dE, falências e dos os lavradores estão em verdadeiro edoncordatas, quando eles tem de ser sal- pânico, ante a. falta de garantias pura o ados pelos vendedores. Assim, o pro riu- produto de seu trabalhe. O milho, cebola ter cetle a merc11doria e ainda assume cnl'é, leite etc, são importados para que eveutuai,; riscos d<• negóclu, do que re- não haja falta de alimentos, mas não se ~ultam polpudos lucros para os compra- procura diminuir o efeito da seca ou de ores g~rantidos pelos a v u i s d o s outra:; anormalidades mediante a snbsti. agr!cultores. tuição degse!< produtos por outros de va- Como se vê, é de tnl modo paro- lor nutritivo semelhante. As importações dgxal a sistemática da transação que dão "status" mesmo que severflmente o­ ? 1 ão i::e compreende sua manut2nc;ão, pois neradas pela hidrntação, como aconttce ª ~m .fo-, rit,cos a que está sujeito, o a- com o leite, que chega ao consumidor ;/Ilto tem te responder por responsa- onerado por um transporte conplemen. lldades que não lhe dizem respeito. A tar de água, que jamais deveria ser ane­ tn:utos aventureiros não faltam recursos da ao leite em pó. O que se vê são enquanto os lavradores 5ão se,•eramente promessas de prioridade à agriculture, txados em tudo que produzem, de que mas tudo fica em palras. O caso das ~~o exemplos os confiscos criados à úl- notas promissórias ilustra bem a triste br:na_ hora. Isso mostra como o agrieultor situação a que foi raduzide. nossa agri- ra~Ueiro fica exposto a perdas de toda cultura • llspecfe, mas comerciantes e industriais hão podem enfrentar cl.éficits. porque di · zern, lst!o cria problemas de ordem social. Em. razão dessa orientação, ocorrem fa­ tos injus,ifiráveis. Assim enquanto o la­ vrador receia oito cruzeiros por cova de cufé em São Paulo, houve os privile· glados que receberam da mesma fonte 14 cruzeiros paru a mesma finalidade. Consta que is5o tumbém acoutece no Norte de Minas Gerais. onde muitos es­ tariam recebendo até 18 cruzeirGs por cova, quando o normal são 12. (O ESTADO) E para mim urna satisfação em participar da Exposição Agropecuária de Bela Vista. Conheço a fibra e n arrojo dos moradores desta fronteira histórica. Tenho procurado Servir o povo belavistense na Assernbléia Le­ gislativa. Hoje, mais urna vez, de mã­ os dadas com o povo parabenizo os organizadores da 7.a Expobel, traço marcante da economia local. Parabéns belavistense ... Parabéns Comissão Organ1zadora Deputaào Henrique Pires de Freitas o O CRI.ME CHEFE DE 011 MATO GROSSO casa c1v1 o SE DEFENDE 01S IC SIIÇOES li f , . ,,,li,,...,.,,.-~ , ..•• 1 - rn e::, O .. Jnr111tl d11 'furd,.' .. r,.,·,·l,tu d,, ~,. Ar· bivedes I'ereira Lia, chefe da Casa Civil do :!Ot·rnH d,: lato ,ro.n, -ta carta na qual ele e defende das nu-aoe« de enolirnto no ao Levy tampanuhi «de ouza: Cui,ihó, 0tl d,· jull111 d,· 1()7H. ;n •·Jnrnnl rl11 Turdt·'' !'-fu 11.111Jn . !',P enhn Diretor t•:.- .. , • Jornal edição de J lo t:1•rrr11f1• - JJll• bbea, mu ·ua piina I}, a prop'to do s-a-inii n 'i dre dezembro p pa>ado «,npo Grande «do lvoaulu le tampanhi he 5ora, ete! Jlt11l1·ria ('Ili qu,· t·iln .Ml"tl ,111lor lllt'II 1101111' ,:lri.1pl ees, procurando llo.mente me no]er em upeftas, de-tidas de qualquer fundunento de p.,r1idp,1.;:lo 110 i~11bbil 11f1•nl1H o t· lt"/111111 pn·mi-.• .. a• rom o uírido propf> .. i10 IÍt' dt·rw:trir 111in 11a rrplllll('I'º· O fo10 díl~tllt' o dln•Ífo dt• í11,·tu·1111do a li de prensa artigo 2) e I) e, mais que a l._1·1, nurmn 1nv11rr;1",.J11H•n1t~ oJi .... nailn nm• jornul~ vinculados o nome repeitvel de Julio de Me. quita, tliri1 . .dr-llH· u prt·i.c,·11lt' lhnudo do direito de ít'"'I'º"'ª· em e deter uns repera»sões qur tiverum, nest Capital e no Estalo, junto o« mus amigos e· no 1-t·i,, cl11 minha familia, cruel investida con­ trn 11 minha dignidde de homem /'úhli<'11 t• de• du•fr ti,· fo1111lin l'Olll 11111 pn,.>-udu e,~ •10 unoi- lo. do c·I,· ,h·1li,·ndo i1 t·1111t-11 púhlit:1 n que Jurnnlt· minha trabalhosa existêneiu venho servindo, en­ tio n quarta '(•t. rler, na mais gratuita das agressões qu já +o fri, me nlingc·, ttÍt·rHlt• e cnluniu~ Uiz o repóter, citando 111t· pela primeira vez. ºExh,trrn infora:rn·Üc~ H•g:nra,: dt' que dir.!l nntc::i dn morte de Lev, houve um jnntnr t'fll Cuin• bá do qual participaram Levy, eu cunhado Wil. Fon t' Huy :,nnt Annn tios ~nntoF. Durnute c~i-:,~ jnntnr Lr. 1y fez sl!rÍa;. ncu:-..i.ç<1t:l'I no c.·0111porr11111t·n• to do Chef,, ,lu Cu,a Cl'il. ,rcliime de 197i. Portanto, admitindo-se, como parece iu,i­ nuar u reportugem, s,,r "" capuz de tamunhu ,·ilu­ niu - dee,·iar verbas públiCJl' pnru cor:struçào de um prédio de minha prop,icclude - nào ha,cr, no E•tndo, um Tribunal d,• Contas, nem uma Junta de Pro,.·rnmui;ão Fiunnet·irn, nem um orçamento :.i f~r obser,·udo uc1u a ohrJgatoriedade de 1uais duo• ussinaturns, além du minhu, nos cheques de todos os pagamentos cfetuadJs pel11 Cnsn Civil, Jlt'l:O 11.t111po1u·,, Ufll J)i:J.-O.:HJ,; lar de qu lhe­ rsrr, quatrurzs retarjo de lotado, outra tanta .. , rtf';; prr·~í,J,·111,A ou ,lir<""lor tlt· ú1•, 1,10,- au, tirquieu+ ou sociedade» de Eonumi I M1t-l,.l, , .. ,.,u­ duni ou federai-, tendo lidado, w idt inteira cor dinheiros pblito», m que jamais e l!w (o-•r apo111:ulo o 11wnur ,l,·tlitt"; 11rin fo-."t'lfl f'~lu11 , ir. eun-taneias que constituem motio de orgulho par l •11Jf'III só pes 11i 11111 pa1rirn01,in 'l'JI' f .. o , 111u·~ito «de homem de hem, consolidado ao longo de 1) uno+, perante t comunidade a ,pa· pt'rl"fl('t'. n.i,, fosse tudo isso que parece nada ignifiesr para o repórter, e ainda a--im +tari de+montada a ndu­ nio-a insinuação vuntida naquela r porta;gm pvela pru'U '/llt' upri:,.t•1110: o prhfio citu,1o fni ronrJuí• lo e n 1lt'l"e •'lwhitt:·'1t"'" vrrea le dois anos unte ill' 111inlia ,•iruJa para n ('u.;a Ci il Em seguida, m nua reportagem, procuran­ do prqn,rur o t,.:pfrito do leitor para a» conclu­ Fi'w'" u 'ut· pnAtt•,ulcu <·l1t"U(lf, de-! qur t"sturiu eu t•1n•olvi, o trn morre ,Juqut•lt· lUf'U iufonunado co­ lahorudnr, upn•.:rnla•llle o n·pbrrt·r c·o1110 um ímpla­ <·ii,·e·l pereguidor de Levy, citando, em abono da eaviloa as-ertiva, os guintes fatos; ]) lo haver t·u dt·itignudo Lc-vy paru u rt·uni:1o n·alizutla Plll Br:1-.tlin 1·011,·o<·ntfa pt-la J>1-c:-:-orin dt• Hela-.·Üt·ti1 l'ú­ hlicn,- da Presideneia da lepúblea. para di-nu-ao e elaboração de instiuçóe- 1wr111u:i,ui- p:irn o:- br­ ~:)o,.; ele clivulgu·,lo cio:- E,;1nd11 ... lt-to (, Vf'rdud.-,iro. Nao podendo, na oca-.ião, nhrir nHin da pn•:-c•u~a de Lrey na Capital, com outros encargos, de iguul rt'tipon""al,iliduc ,-. junto 11<1 l!º''Crno, tlr.i:Í:,!IICÍ para u q u t· 1 a r t· u n i i1 o o s t h e h e f e pcl:, :::o­ ,·,·rnndor Gnn·i• Neto pnrn chefe da Casa Ci,·il e nceitei o honroso con,·itt, fi-lo, u1,b:c dl'clnrur.mc •· t'XR (JUC cu. na rcfcri,la e dfficil fun~ão pknn nuronomin. NcHn• cundiçõc~. endo o caro ri,· Diretor do EDIMAT da confiu11çn do cl,cf., du Casa Ci,il, poderia cu lt'r, ao cmpo,,ur 111c le­ 'udu outro nome ao ~O't•rn:uior paru aquela fun• ç,io. Binela mais consi,h·ranelo que hol'ia oran'le pressão de toda u imprcn,n do Esrodo paro~a eles• tituiçào de Cnmpunhà entre outros motivo; por· qu,· nilo cru ele jornalista profissional. Entrelanto consen·i:=:i-o monti'C"O no cargo, uo contrário fio que insinua n reportagem. Homem porlador de pr-r~onulidudr t"Xtremnmcnte complcxn. não foi, rle foto, de início. ':ícil o con'hio com Lcvy, mn;. com paciência, <'011,u do meu feitio, que toal. ". ln eomun, saqueie Estado, o- pistoleiro-, os mandar tc», a perícia m atirar rm alo fo n M quilo troes per hora. A«-im, elimiuscüo de Les {ol programada com extrema naturalidade, -implicida eh• nré. Tt·uho ., ele~ t't, Jl"'ª 1111nlm I rad_1ç20, d.'' e;-11: nome do povo tatozro·ren· repelir til este insy[toro roneitno o p,e feno nqui tran-re vendo o final de indignado artigo lo ubatte •• pc·r1i110 )oral E,111ipt' q1u·, rl'1·lu11,:a11dc, U _,1Í•J1:-t1 1·11 • 1•.,.rrou i"CII e e i, u riu 1 tlía·ndo. 1'u1~uP11 po­ de· pro,ar fJUt' 1nln Croi..-o ,-:c•ju urna lrrra ,I,· pi-.colcin,.:· .lns ta111bfrn n,lo J,1ode nC;.!':tf 11ut f"F-.l:.s é 1111111 tt:rr.a de homens de brio, capazes e r_t",1- 1,?Ír ,i ação dos pistoleiro- da caneta que aljat )!rntui1n111<·11h" e ,.u,·ur