Fundador !voldo Pere_ir_a __ a_no_V_ll____,___N_._c_2_9_8] 206-8-78 I B la Moto Grosso do Sul 
1- 
Dr. Cassio 
Leite de 
d.ti 
de 
e 
·s 
de 
on­ 
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•u 
Barros 
Representando 
e 
O Governador 
Garcia Neto 
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V F SE 
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No dia 1!) pp, nos salões do Gre­ 
mio Pt>dro Rufillo, foi realizaro um gran­ 
dioso baile, nbrilhantndo por u.:n con­ 
Junto d•~ Sfi.o Plulo, dando inicio gs fes­ 
t•ldanes do GOº a!l!versnrio de I3elu Vi~­ 
tl. No dia 20, pelu maohü, [orem Ereali­ 
zados 08 deRfilcs estudantis e militares 
alem dn apreRentação dns !nnfnrres ctos 
1•i,inhos muoiclplos e : Banda Marcial 
Cri,to Redentor de Tres Lagc;us. No Fes­ 
ttlnn, (Festival de Funfnrras) a vencedo- 
, o ,·erendor Ely d< Araújo narbosa, con • 1 
"zuiu a sua primeira vitória. rumo à _Acm!lia 
L;,.ulotl11. no pn,snr na Convenção da AHENA 
~)izarln cm Cn1npo Crande. Para o H:rea.dor não 
1 
i rpresa, pois esperava a homologação de seu 
cuc:. lntturnnre do 
44
,::rupo 1ndt!pc11dcatc . co .. 
nddo por Pedro Pedrosiam, o vereador bela­ 
ense conta com apoio total dos diretórios de 
raol e Porto Murtinho, além de grupos de in­ 
• 'ucio d-, Jordim, Nionquc, Aquidou,ao, ,11101110 
hio, Ponta l.'orà e Guia Lopes da Laguna. Em 
~,,n cit..ldtle, bnbtn ,iizcr que foi o vcr:-ttdnr mu1e 
tado, com quase 1.500 votos, e ntuahneotc, po .. 
DR u CANDIDATO DO 
... 
o s o 
O Jornal!sta fl'l<'!Jid S lomião da 
r vista A1uulldade. em breve contate com 
11n1-11n r,.portag-Prn. i11formou qua o Su­ 
doeste ganhará novo alento com rt elt'l­ 
ção do Arl Rlgo á ,Memblélu Ugi i11li­ 
v11 O candidato de Si1lom1in, rol o rua dador 
d1. Cooper tiva de Marac11ju e 1rnr,-undo 
l!!le, "o meulor rll'ls mudanças opcradn11 
Daquela cidade, inclusive, a eleição de 
Gonrng,1 Pratn, o prefeílo (!,, "'E l't'rnpo 
do Loucura"' 
ra foi a Escoln Castelo Branco, de Bela 
Vista. A presença c!o vi,:,e governador 
Casio Leite de Burros e do dt!putado 
Ruben Figueiró engrandeceu 11inda mais 
a data magna do município. Um almoço 
foi oferecido pelo prefoito wunlci;::,nl 110s 
coDvidados e visitnn.tea, no Gremio Pe­ 
dro Rufino. 
Na próxima Edição Publicnrewol' as ro­ 
tos doe Desfiles e Solenidades. 
lariza as prcferênci:s.s do eJeitor:ido, mesmo não 
contando com a ,impntin do prcf,iro municipal e 
do prc,iclcate do D i r e t 6 r i o, o qur 
tcgundo nm político "'nào influcoci.s nada, poi1 
quem elege é o povo, o povo c,ti com o Dr. 
Ely"'. O ,·crudor. médi,·o clinicnndo cm Bel Vi- 
1a hú muitos amos, é também jornalista profiswio­ 
nal e mnjor R l do Exército. Na ConHaçiio da 
Arcn:i, foi muito criticado prlo prefeito Caitro 
Pinto, mnr- n, críticns nüo influcncinr:un o dcci,üo 
dos convencionais. E'y de Araújo Onrbosa, caudi• 
clnto a deputado <sla•luol. Ê a rulidoclc. 
AOS MEUS AMIGOS 
Escreve Ely de Araújo 
·q 
convenção da AREN. de 23 dr ,Julho 
p' pns?>ado. 
,Já lnlrlnmo;; nn~~a Pnrr.nnnlta no" 
limites dii Lei. 
Querrn;os <iPlxar rlaro ,1u,, com 
batemos estruturas, filosofias Ião pessos 
Não revidarem1os os ataque pes. 
so11is de que fornos P t<ereruoi< vltiw11s 
ap2sar de sermos inocente. 
Agradeço aos meus amigos a ao 
povo, a compreenão, o estímulo e O­ 
lidariadade que vimos recebendo diária­ 
meate. 
"Os cãea lodrll.m para a lua e ela 
continua brilhando ... " 
a 
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Outubro (9022D 2l 
€131± 1RAM) 
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Porto Murtinho apoiará 
Ely de Araujo à Assembléia 
O proaidonto do Dlrotório do. A:c. 
na, do Porto Murtin!Jo, Alcir Nogueira 
Co1:1lho informou no noGl!O jornal que o 
Dir@tório de Púrto :>.iurtinho apoiará ma­ 
ciçamonte o condidnto á. [deputo.do Ely 
do Araujo Barbou. Disaa o.indo. quo o 
wotnonto é oportuno para eleger um can­ 
didato da regláo. 
 r111pn·•n r1litorJ rio, 
jorr.ni .. J rihnrr,t da 1- ,.,rlft•ir:t 
torreio Jardinen-e e Triln 
M[urtinhrn, está ingre-ando 
cm uo,.1 fo .. r. 110 lut·:1nrr n 
modernização do parque grifi. 
,·u e dinamização dos jornais 
que edita. l nu dos elementos 
n·--rwu .. •Í••i .. p,,r r•tJ. murlança 
(, ,. puJJli,·iL'1rin haru l't"rt"Í· 
rna Diretor Comereil da em­ 
prc•--.1. h,·J.J',J~t<·n•t' t" rft" ac-ru. 
dr do ator d lr-rrJ. 'umJ p. 
poa, ond a obreis·nria do 
Jorn.11-, 111L,·r1orJ1w .. t.· um ct,, 
de herismo, aqui r·m Bda 
jsta, um grupo mantrm tres 
jornai s e e-tá em as de fun .. 
dar ai- dois, dependendo da 
chegada dos noos equipa­ 
mr-11to• ' , inicio d 1979, nu 
no fin:1J rlt"•ft'! <!!111. ruu,fança-, 
radicais no a·pecto gráfico se. 
rào impostas aos jornais do 
f.!tUfH. :'ú.. arrrrii1.1mo~ uo 
progre--o da região.' rise! L6. 
giro, ela- lo nrcer-irias para 
motivar a busca de novas al­ 
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teotc: ntrnvés du Edacuçüo: . e 
Entrotanto, há n cessidade que ll 
restitua «o mgistório seu statu8_p""%]"% 
i•·h• é uma r~muneraçilo condigna. 
ct"eall ~10 dos profossores tem sido nplu~­ 
dido, onton, e hoje, Mas protisslonl 
menie o magistério nllo t~m coasegu1do 
a vul~rlzação qua lbo 6 devida. 
Rel11tlv1.tru1rnt11 à ngrlcultun, enten­ 
de o candidato ,l. Bandeira. que os cor­ 
ronlos migratórias do agrlcultoree, prin­ 
cipalmente os gaúchos, deve rundameu· 
lar-se numa política toda especl11l, visto 
ol< vastos benefícios trozldos._guer nas á­ 
reaR de terras fórtels da região do Grnn- 
' de Dourados. como também._ nos cam­ 
pos e r.errados do Ponta Poru a ~a e~­ 
ten~a ralxu entre o rio Paraná <, a Ser­ 
rn de Mnracaju, divisória do Pantanal. 
O Economista J. Bandeira disse que o pa­ 
clriíu dt' vida dii.tinj!U~ u.n povo rico de um povo 
puhrc. vi,to que 11'10 é n somo dos . riquezas de 
uma n~·ão que desi~tHt uni povo rco, mas é o 
lndicc daquelas que po .. ucm uma quantidade tal 
de riqueza, que lhes assegura um alto. padrão de 
vi,lo ou seja, a rnti,fnç:10 dos neccu,dudes pn· 
márias e também secundárias. 	. 
Disse o candidato Economista J. Bandeira 
que, puro um Estado como o ;lato Gro•rn do Sul 
0 político econiimi,·n mai• acertado é a de aumcn 
tur ns 1 n "~ r sões; é n de ace 1 era r a. s 
Pedro 
Pedrossían) 
Oração do Divino 
Espirito Santo 
JOSÉ DA CRUZ BA 
1
DEIRA, que 
os desportistas consagrarãm simples. 
mente do J. 13A DEIRA, pleiteia uma vn­ 
ga na Assl'mbléla .Legislativa do mais 
novo Estado da Federação. J. R . .NDEIRA 
candidato á Deputado Estadual, atende, 
pois, ao cbamamonlo do dever, do zelo 
do dinamismo e da coragem. Como ex 
previdenciário, ex-bancário e, atualmente 
no Ministério da Fa:r:enda, acha-se cre­ 
dencie.do, pela oxperiência, de bem re­ 
presentar a coletlvidade sul-mntogros­ 
eL8e. 
Sua obrlgoç!io moral de (servir e 
de trabalhar pura o Estado modelo da 
Federaçiio. trnnsformam a sua ambição 
num SERVO do progresso e, da ovoluçllo 
de suu terra. 
Apoogisla de quo 11. evolução tec­ 
nológica não pode tramforrne.r o homem 
em !nstrumeoto do processo de desen­ 
volviento. Ao ctlulrário, deve servir 
de iustrnrnento para a sua promoção 
como pe11soa, entende, pois, J. BANDEI­ 
RA, que isso só é possível alra vés de 
umu. educação aberta. Deve, por conse­ 
guinte, a boa educação ser levada a. to· 
das as cumadad sociais. Deve-si! procu. 
rar roi;:iper o circulo vicioso que, em 
muito, casos, BÓ permite acesso ao en­ 
sino de bom nível aos ,1ue são sóclO·t!CO­ 
nomicamente privilegia.dos. 
Tribuna da Fronteira 
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Espírito Santo você que 
me esclarece tudo que iluni 
na todos os carinhos para qu 
eu atinja o meu ideal, voe€ 
que me dá o dom divino de 
perdoar e «quer o mal que 
uit" ÍJ/t'ni, <' <ur- 1,Hl1,~ º: 1n;• 
tantes de minha vida veta co 
migo u quero reste curto dii· 
logo, agradecer.lhe por tudo 
e 6nfirar uai uua e, 
que eu nunca quero te p4 
rar de o por maior que e­ 
ja a ilusão material nio rá 
o uínimo da vontade que i 
to de ur dia estar com oco 
e todos os ruus irmão na 
glória Perpétua. Obrigada riais 
rua vez tua pessoa deverá fazer 
esta oração dias guidos sem 
fazer o pedido, Dentro de A 
dias será alcançada a ;raça, p0 
mais difiíl que seja) publicar 
a«sim que receber a graça. 
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Diretora llaria Estela V Pereira 
Redator Chefe Ivaldo Pereira 
Dcpurtnmcnto Comercial: Alvnro J:'crcira 
Redação Administração e Oficinas: 
H. Duque de Caxias /n Bela Vista M>. 
AS INATUHAS 
A«sinatura Anual Ileln Yista CrS ioo.ou ' 
Demais Municípios CrS 	250,00 
Tribuna do Fronteira é uma pnblicnção 
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Diretora Proprietária: Muriu E11cla V. Pereira 
Os artigos publicados com assinaturas dos auto­ 
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enção obedece aos propósitos dos debates dos pro. 
hlemos municipai, e de refletir as diversas ten. 
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Fundador h-aldo Pereira 
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Trllion 1 
1.1 i'r•11d• fr J 
,., 
Coluna E~r,iritu 
Oração do 
D' iro 
Senhor 
No cn··rto 'us forças 
qu· te d·ejat honrar, 
, U h•;Jl) Ili i,(hl IL'II t'CI'· 
e e 
VII. 
Por Ili, t,.11l,11lres O i r,·t·u n·"i-1rudn 111i, E•1odo• ,idin,,q """ 1 
tlovfl,' de prt•n iu 11 -U0I' 11fl'l1111 ""''"•" .,. Í "'"""'· º""" foi grande a qu,·· 
e tentar o hem, e tn «da de prduçao ma- também peruiria, que l 
' • ,. . 1 _' ' l· 1 fr.-11 ti,. ,·on .. t·q11l·1u-h• ,11· u11w r,•d111;~iu tlr.1:11;·n 
l'CCU1 SI) lll U li O 1 ~ H .p.1 l 1 • 1111,1,rirlJclo·• 111011l'lúí1t1· 
1 
n 
1 
, ,1 1 • • • 1• p:1"'•-'.!!''111. • 	• 
S Ç,lO, ant n, llll'O OS aHll' ttd ,u.a o, ulotaram prontamente as de 
criaturus, frequentemente d« medida- par tr as·iténia aos lavrador, 
em reme de cativeiro. prevendo um rer-ralon vento das dividas e a 
Muitas deb:rn me escra· plt:ondo o- financiamento., o entanto, até agora 
vizam pura que eu lhes peuari·ta- n4o haviam ·d» aen'ido-, em" 
• - . . jft esti,t•~ .. , mn sofrendo, antes me+mo a ttitmd 
compro 11111,0l'B e menti· HCll, º'"" ~e.V~ dc-,•upiu,liwçr, ... n 'l'": (d,nr,•rta 
ras, prazures e consclên· 
1111111 
umpliuçno tio ubu1c tlt• 1n11tri~,·•· I·_,,,. pruc~•­ 
clae. 	j() Df>lltltÍII proporçõrs 111sccll't't1 ,lc nfctnr. a 
Nolo com mula nitidez l011~0 prazo, o prõprio crrscimcnto ,lo rcbrnho 
minha prÓJJl'h turefa ca- nuc·iunnl. 
' 1 J11oru finnlment~ o f!Ocrno uruhs tlc 
da Ve7, que t'!!CUtO U,· adotar a,édids em favr da pecuária. Alguma+ 
guém ch•Hllr no camlabv clclu• ,ão de ,·mergêucia, em fun~:lo d~ 51111açào, 
entretanto, quase sempre uulru• desiinndns II protlmir dci1os mn1s durn~n~•­ 
ostou prtlso... 	ro!. Nu sna últi11111 rrnniilo. o Comcllt•> Monel<1no 
Qu~ (lz eu, Senhor, pa- 
ra viver encurcerado 110 
sulllb~lo recinto do cofre 
nono si eu fôru um ca 
dável' lmportunle no es 
quite truncado da Inér­ 
cia? 
Ensina au!l qul' me 
guardam sem proveito 
que sou o sngue do 
trabal110 e do progresso 
da c11rldude " da cultura 
e ajuda-os pam que me 
libertem. 	Ruu 1.o rle .la:u S/N 
Quase lodos eles 
procuram e!!lar ronllgo, 
través du oruçllo, U(IS 
templos que abraçam. 
Dize-lhes na prece 
que sou a esp~r&oça do 
lar sem lume. Fala-lhes 
que posso ser o confor­ 
to das mãe~ ftcquecid11s 
o urrlmo dos compa· 
nbeirús caido;: em provu- 
i;üo, o lelte devido aos 
pequeninos de estômago 
at<Jr111entacto, o remédio 
ao enfermo e o lençol 
genercso e limpo dos 
que 1,e avizinham do tú­ 
mulo ... 
Um dia alguom te 
tlpresentou moeda lrn­ 
milde emper.bado ao i;n­ 
postu público para que 
algo dissessei;, e reco• 
mendaste fosse dano a 
César o que é de César Dr. 
Muitos porém, n ü o 
pero~berttm que te re­ 
po1 ta.vos 110 tribnto e 
não a mim, e julguoilo 
que a tua palavra me 
condenssstt, l::inçaram­ 
me ao d,~sprezo ... 
'üo lgnortts, contudo 
que oar-ci para fazer <· 
ruelhor, e> esteja eu ves- 
tido de ouro ou de slm- 
ples papel. enbe;; Senhor 
Que Eu Tumbem ou De 
Deu8. 
MEIMEI 
Página recPbida pelo mé­ 
dium r'runci:ico ~ând1do 
Xavier 
o 
ij 
acional decidiu aprovar recursos de ti52 milho­ 
es de cruzeiros em beneficio da peru±ria. D' 
1•· mni « uhst neiu] «dres-e» recurso- trt - l11llu, .. 
t'.. - (· ,·on .. t it (Jid 1 1 «,r um reescalonamento das 
tlh i,1,- dü• JW''ll'trÍ•la· do Hi,l (;r,111d.- rio -,111. ,lo 
t urnrif, ,. de anta 'atatina que, afretados prl 
prolongada e+tiage não taatu em condigo 
le honrar rnus compromissos. lratas portanto, 
de uma medida que garantira maior tranquilidade 
á região 
Outru 111t·t.lidn ,I<- ;!l'UIHlr nk.,nte ;~ n rt'"prt"­ 
••·n111,la prla ,erb·1 dr 'I.H,~ nailhiir- ri,• ,ru,rtrH·. 
1.h• .. linadu ó compra de matrizes bovina- do Par .. 1- 
á por pecuarista- de Mina« Gerais, Goiás e ato 
tG,«so. Com esse financiamento, que cobrir 70,, 
do pego das matrizes incluindo os cu-tos de 
transporte), sera possível evitar que o-« pecuari-tas 
arananses sacrifiquem suas atrure por f._alr., 
de pastagens. O prazo do empré-timo era de s 
anos, sendo dois deles d· carl'neia. com juro 
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,t,, , .. rnp11•11IJ/lO pud,, t.J ('ti!UJH'U ... ,tr O• rt1--l1 ,i 
relevados de eorrente- do trn-porte. lpena 
tlid, 1,·nlr 1 .. , ln Jd•Jt,1d.1 t. 1l t ,, • 
lnuH fllu q11
1
' ,, lli 
<k. 
ir da no quadro da ajuda, foi de·ilido 
reativar o ''rograma acional d Desenvolvimvnu4o 
dn , ,.,.
11
;
1
,i.t í'•'lll rrrur .. u, pr,·, 1-tu.i dr l.2 lnl_h n 
!e cruzeiros_ [e fato, faria «e nece+aro teattf 
uri programa que contribuiu para ampliar 
rebanho e melhorar sua qualida' 
Fiel á nua política de controle dos meios 
de pagamento, o governo havia atrasado vesa u 
tida· para evitar que o crescimento dos reio d 
pagamento atingis«e nível muito superior ás pre­ 

1 
-e-. A ·oluão encontrada foi a utiliza,+ .-, d" 
uma parte dos reeuros e,rr·lados, proenent> 
da contrapartida dos empretimo- em moeda - 
1r.,nµ,•1rn 
atralnte ao torar e-a decisão, " 
,Prr
1
n ,.,.r·n•
1 
.;., ....... •r-r, .. a• 3ntuct•n .. du l'ol1;.!• • 
lsunenlo c.lol"' r• n1r-•• .. rlt roo .. •prurilo uo n1u11tan .. 
te do- meios de pagamento, Cumpre notar, por 
que o volume dos recursos congelados mu'! 
superior ao que acaba de .er Hilralo por outr. 
lado u,1u --t" poderia deixar a peeuat.a abandonada 
ju-tamente quando a sua situação demandava o 
corro urgentt". , p1•1rn .. ,lt> remos lembrar que de 
poi .. dt' l:JO din .. d,· f.'OUl,!•:l,tmt>nfo, a• a11toraduclr• 
terão, provavelmente, «de mantrr to f' prazo J'drD 
no, o• emprf.;tiruo~. 
l11,·orrt·rir. , .. rn , .. rrn. porém, pretendrr qu 
a- medida- de emergência que acabam de ·T 
adotnrlaê rt'prc-:.e!1lorâo a •olu,;ão <Ít'Í1111tn_J do 
problema da pecuária, cujus verdadeiras dimen 
-e« não foram até agora devidamente considerada. 
1f 
Slí.o Paulo. 20 de Julho de 1978. 
Prezado lvaldo: 
Uiilizando-me da rPronhecirlR iu, 
fluência e peni:-tração da qu
0
rifa "Tribu­ 
na da Fronlelr>'·, envio o meu abrço a 
tcdos os Bela,istenseE pdo trunf'curso 
de mais um aniversário da "PrloCP.:,a do 
Apu". 
Que o progresso em todos os se­ 
tores da vida comunitária seja urnu 
constante. 
De modo especial. que a "Tribuo6 
rla Fronteira" prossiaa na sua.incessante 
e incansável caminh';;.,iu Pro busca da io­ 
f ormação prc>cisa e da análise desapai­ 
xonade dos fato . objetivos já tão pec_:,­ 
liares desse prestigioso bebdon··adárlO, 
contribuiodc para o dt-senvol vimeolt'I e 
e!E:vando e honrando o nome de Bela 
Vista para além da rl:'aião oode normal· 
mente circuh1. o· 
O meu rraterno abraço a todo u 
povo Bela vistense. ' 
Cr,rdinlmente, 
Dr. João de OlivE:ira Rcdrigues 
SERRARIA 80 
MADEIRAS BRUTAS E ,PARELHAi).-S 
Uma Industria que 
do Paraiso Nº 1 ex. P 
Vl'J.UlENTO 
acompaaha o 
1 - Bonito 
FORRO 
o 
Progresso 
l TOA. 
ASSOALHO 
PATENTE GUAR:--:IÇÕES 
de 80 ITO 
Maio Cirosso do Sul 
1 
-

pela Vista - MS, 
--· 
Trihuoll da Front Ira 
<<DIPLOM DE HONR 
i à pomrio do ians#rl lrlur h Reris Mnlihate, jralish S/o, Mth l? 3 )mal li fwtein, fii kit à tuq t Ml t km 
ijU !idade de Pioneiro na Divulílacào do [slado de Ualo ~rosso dn Sul na sede do Gremio Pedro Ru!ino, às se Ginles pessoas: 
1 Presldlint cio Pnr!ido Colorado (Pu­ 
ruay} IIm" Sr. ·Juan Francisco Ial 
2 Advogadc da cldnrJc llrnº Sr. 01'. J. 
van AfonRo da Co :; 1 ,h:rques 
3 Presidente do Clu'.iu Esponivo R1·la­ 
vl&tem;e lllll" ~r. Abrnilo Zncuries 
4 Exm'l Sr. Prefeito Municipal Dr. Hu 
hon Jlborto Abbott tio Castro Pinto 
5 Banco do Brzrnll S/r limo. 'r. ,losé 
Terron Spin (Gerente do !Junco do Bra­ 
sil S/A) 
6 llM. Juiz de Direito da Comarca 
Dr. Osvaldo füLmnnzlal 
7 Bcrnco IJrnslleiro de OeKcontos (l~ra­ 
desco) limo. Sr. Antc,11io anlunu de 'ou­ 
zn DO. Gerente do ílrudel'-CO 
8 Exmo. Sr. José Loureiro DD. Delega­ 
do de Pl.lllcia de Belu '✓Isto 
9 Exma. Sr DIva Caporossi Urbieta 
Zvala DD. Inspetora da Receita Ferlrrnl 
10 limo. Sr. Dr. Hélio Loureiro de 
Alrneirln OD. Deatl tu rlesta cidade 
11 Exma. Sru. Clotilde Gonçalvr13 de 
Cnslro Pinto DO. la. Dama do Município 
12 lima. Sra. Leda Murloa de Castro 
Pinto DO. Diretora da Casa do Artesão 
13 llmo. Sr. Ancelmo LopP!l DO. Ra­ 
dialista dn Rádio llul. Francisco S. Lo­ 
pes 
l4 llmo. r. Valérlu Penhu DO. Dire­ 
tor Rd1o Fru nclsco S Lopes 
15 Exmº. Sr. Oriundo Ientzingen DO. 
CoornurJn□tP rio 10° Regimento de Cava­ 
laria 
1G ll1ua. Srn. Nlury Pereira Lima 
Mentzingen DD. Inceotlvudora 'oclal. 
!7 ExI" Sr. Ce! Zaly Barros de Araújo 
DD. Grão :,fostre fültrela do Apa. 
COMIS, ÃO 011GANlZADORr DA 7. 
EXPOHEL 
Presidente: Luls . .ldl Campos Nunee 
Secretó.rlo Executivo: Robisu11 Nabhun 
Comissões de Relações Públicas e Pu- 
bllcldudAs Edsoa :'llorues, Antonio Urble• 
ta Zarnla e Dr. Pedro ,José Palmi~rl 
Comissão de Rodrio. Mario Loureiro 
dr Almeida. 
Comissão de Fonagem: Sebastião Za­ 
carias Pilho 
Comlssiio Je Agua 11 Esgoto: Celso 
Afonso Gomes d~ Melo 
Comi;isão de Recepção de Auimals: 
Terclo Celestino Gonçalves 
José Loureiro Delegado dP Policia 
Diretor do Parque de Exposição: Dr. 
Paulo Renato de Castro Pinto 
18 Ilmº r. Abd!illê1. H. Saio (Paplto) 
DD. Caacnologista 
Hl llmº Sr. Wilscn Antunes Araújo 
DO. Comerciante desta cidade 
20 Ilmo r. Ulioses Pioto de Almeida 
DO. C1,merciant.i desta cidade 
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Redentorii-lu. Pe. Afon ·o 
UD. Vigario dest, Paróquia 
"@4 IImo. Sr. 'I6vis Marcelino <Ir OJI. 
velru 0D Ex-Prefeito 1unlclpul 
2ü lima. ra. Leda Loureiro Palmieri 
DO. Pre&ldeule da Casa da Amizade 
27 lima r . Leopoldina Harbosa O(; 
.raujo DO. Promotora Fllantróp!"U 
28 lima. ru. Gílca Lino DD. Del·.>ga­ 
da de Ensino fü,gional :.:':-;tad!.lal 
36 IImo Sr. Clauc1io ,lnc•s Dias DO. 
Presidente do Grêo,io Pedro Rufino 
31 IIllárJO PriU10 Hurnir;,s DO. iJele. 
gado de Policia 8ella Vista Pi.:raguai. 
32 Luiz Gonzaga Araujo Ginete in­ 
ternacionul 
33 Major nt Gamaliel tumpf 
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t- Jornal Panorama P.m Bela Vista 
34 Dr. Iloberval Borge Presid. do 
Sindica to h ural de Bela Vista 
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3G Dr. ergi'l Iloberlo Perondi a<J·o· 
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Mato Grosso 
exportou 170 
Milhões de 
Dólares 
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1
.l MATO GROSSO DO UL 
Cuioh.'1 - (:-1 0111 '[) - AJ,,,. 
,ro«o registrou em 1977 um 
índice ta+tante representativo 
em termos de exportado, ou 
·cj, I70 milhe», 22 il e 
7U7 A6lares corre+podente 
2 Milhões, J} +ilhes 609 mrl 
e 70eruzeiro, relativo a pro­ 
dutos manufaturados e nati­ 
os., penas com produtos na> 
tios, como madeira, mnrio 
de ferro, mnangan, rão de 
oja esrne boina industri­ 
aliada, o Estado exportou S 
milhtir• JOt mil,. HI 1 <lúl ir • 
(336 milhes {Il mil e 59 
eruzreirss), 
Este« produtos ão expor­ 
tados para os puí«e ininhos 
do fJr,1-il como l'nra(!uai e Bo­ 
lívia, como também aos países 
f>uro/H·u~ e Ji,Hil oi§ !~ ... ru<fo~ 
nido». 
j',()V, Ul, 
'.'ieuuu,lo o Chf'fr dr Di,i­ 
sa d Comércio da Secreta 
ria da Indústria e Comércio 
Mauro Iodrigues de Carvalho 
estamos h rndo uma no, a 
era do comércio em no»so E. 
tado, e seremos sem dúvida, a 
curto prazo, um Estado tradi 
cional exportador, pois temo­ 
matéria prima, e basta indus 
trializaruos para o mercado 
exportador". 	. 
Nos-o mercado de frontei­ 
ra, através de produtos manu­ 
faturado-, observou, tem muito 
contribuiu para o sucesso de 
nut'-D (',xporrnçJo. 
9U 
Foram extravlados OR 
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'eba;;tião Zacarias do 
carro marca Ford Cor­ 
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lipo automóvel (,bassis 
LH4DSK275I4 Certific1:1do 
n!! 0028542 Taxa Rodo­ 
viária e SEguro. 
Publicação (!Ue se faz 
pam obtenção das 2ªs 
vias. 
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, 
, 
,- 'Tribuna da Fronteit , 	----------------- 
' 
•• 
P E	D	R	O p E 	D il E 	I R 	A 
M PAPO 
reservado l'.ol 1111rntido l'ntre o Dr. Flori 
Murano [ureilente du Aren) e o depu­ 
tado Puulo uldnha. Na oportunidade 0 
nroi-ldo11le do Dln·tÓl'!O <IC'Ll ao pr •nldt'JJlt• 
da Assembléia Legislativa as dica mvis EX PO BEL 
importantes sobre a politicu local, a ! Foi u m sucesso a 7 Expobel... tu- 
tuuc,:ão do partido e 'otras ·oitas mas' do correu bem... excelentes negócios fo. 
Entre outros ussunto, Murano falou sr- ram rcollz do e tudo indica que o SIn­ 
bro o o polo que o Diretório durá a can- dicato mais uma vez,_ fiuill·RC bei~ •. Vu­ 
clld<>.tur11 cio ·11tdanbtt {uma ala cio dlre- mo1, aguarrlar II pttbltcuçúo do balanço, 
tório) e• . segundo nosso "espilo" • ven: pois o povo está curioso para conhecei 
Ulurnm u prnbll'mática B u e e s ti ó ri u  os resultadl)s. 	• 
muulcipnl". 
foi depositada. Politicamente é assim. E 
daí ó cara... Vê se te mancn ••• 
CiARCIA HET 
1 PARA o 
DEIXA O CA <íO 
DER DA 
É, PROVÁVEL 
um remanejamento em ertos caros de 
conflauçu na cúpula do p,u·lHlo (ARIN.') 
m Bel V'istu, onde os ideais revolucie­ 
nrios têm se mntido meio prados, u 
ponto de permitirem. pelo ucnmorl11111P11- 
to e pela inérenu, o crescimento du inllu- 
0nciu negativista inspirada por elementos 
f.oedenlos de Junguo e dt• d1scórdius, Slém 
du costumuz de 'Creuça no desenvolvi. 
mento do muaiclpio. 
TA1BEM 
o ar!vcgado Sergio Pnondl conv<:rsou 
demorndumenll' com o deputado Slllda­ 
nha. 
1oda n. declarar ... por enquanto. 
** NEM HUM CHEFE 
da Arena municipal cujo posto detém 
potque merece confian:;a, pode admitir 
que seus correligiooórius 1'1Jcum prPguçüo 
antigovernista, emitindo criticas e apre­ 
ciaçõe,; desairosus. e tal chefe mostra-se 
lndilerente u respeito de uma sltua,:io 
dessa!.', está. troiuclo a coníiunçu que lhe 
/Cuiabá) O g-overnhdor Garcia Ne­ 
to deixa o cargo no próximo dia 14 
de agosto, para candidatar-se ao Sena?º 
pela Arena. Assume o Viee Cásslo Leite 
de Barros. 
Garcia Neto fez esta com:rnicação 
aos principais assessores da Administra­ 
ção fü-tadual. durante reunião realizada 
no Palácio Paiaguás. 
1a mesma data. o atual Chefe da 
Casa Civil. Arrbimedes Pereira Lima. de­ 
verá iazer o mesmo, também para len­ 
tar o Senado, nas eieições dP novembro. 
O governador de Mato Grosso • que 
pretendia c,rndidatar-se ao Senado ape­ 
nas cm 19S2 -, disse que reconsiderou 
sue posição "diante dos constantes ape­ 
los e argumentos de amigos e correligio- 
Mato Grosso é um dos Estado, 1 <:o n a Lei c; .. niplt.!m~ntar nº 16. de onze nflrio;; que me convencernrn di. necessi­ 
brasileiros que m.anos devem. O montun- de uu~ubro de Hl77. que criou o novo dade da presença, no Senado da Repú­ 
te e~timado a1ualmente é da ordem de 2 Estado. Além disto. •> representante de blicll, agora mais do que uunca. de urna 
bilhões de cruzeiros, resu1t,1do de vários :luto Gn•sso. professor Aec:im Tocantins pess.:ia com os couhecimentos que tenho 
goveruos. e com prazo tranquilo de pa- const-guiu do governo federal um acrés- ela realidad2 matogrossense e com a mi­ 
gamento. Além de lodos estes aspectos cimo n~ i.,,!,ortância re~ervada para es- oba. experiência. parlamenti,r. principal. 
positivos, a divisão de Mto Grosso fez te Estado, que raceberá doi bilhões de mente diante do novo quadro surgido 
com que a união assumisse tuda a dividi c1·uzeirus isom~ute em 1979. Ainda como com a divisão do Estado." 
do Estado. Esta resposta foi dada pelo go- [ator positivo, :lato Grosso receberá aju- Lembrou o governador de lInto 
verundor José Garcia Neto, uo ser inter- da do governo [ederal tlurante dez anos Grosso que ao deixar o Governo, o Es­ 
rogado a respeito, durante uma entre- Quanto à situação financeira atual, o tado não terá nenhum t'ornpromisso fi­ 
vista coletiva por ele coilvocuda par:-t governacior Garcia '.'lato reconhE'ceu que oanceiro a pagar, uma vez que o Gover­ 
anunciar a sua candidatura ao Senado a estiagem não permitiu que o Tesouro no Federal se comprometeu a assumir as 
Federal. Com a criação do Est do de do Estado arrecadasse o r,revisto, mas, dividas acatando solicitação por ele fei­ 
Mato Grosso do ui, o governe fedGral mrsmo assim. &xistem recu:-::;os sufici-
1 
ta diretamente ao Presidente Geisel, 
liberaria dois bilhões de cruzeiros para entes para os compromis:;os de :lato quando da e 1 a b o r a ç ã o du L e i 
os dois Estados, islu de conformid&de Grosso. 	Complementar. 
de 
ELY 
Vitorioso na Convenção da Aren, 
o vcreu dor Ely de Arujo Burbosu J 
com<>çou a FU11 campanha. O cundtdato 
do Suctocste à Conslllulnte t'st.ó polnrl­ 
zanclo ali atenções. ,- di,iputu entre E!~ 
e Carlinhos ser cirr?da, pois ambos 
reunl'm amplas eondições de ser'lr o 
povo do Sudoeste. 
N A CONVENÇÃO 
Um foto muito desagradável ocor­ 
reu na Convenção: Acusações seríssimas 
do prefeito de lkla. Vistu contra o can­ 
didato EI:v 13urbosu, da Arena. Ê tudo 
Arena ... é, pois é ... atitudes impem;adus 
gt•ram descrédito no partido do governo 
e tlfswe,·ecl'!D n clU<'::iP pnlitica de Rela 
Vista.. a hora é de Uniões e não de 
Guerra ... é tudo Arem, ... 
Apenas 
E CiO o 
ENQUANTO 
lsbo o ~IDB está truilquilo, com as 
diversas alas unidas e os candidatos clen­ 
tes dnas oportunidades que o momento 
histórico ofere.::e á classe poli!i.::a. 
R E 
Providenciar 
Lei nº 6.45~ - d 2-1 d 
Outubro de 1H77 
Dispõe sobr a 
denot'linnçüo de logm­ 
douro . obras, serviços, 
e monumentos público ·, e 
,!ó. 0utrc1s Providências. 
O Presidente da 
República. 
Feo caber que o 
onges-o Nciotal de­ 
creti e eu sa nclono !l 
seguinte Lei. 
Art. 1. - É proibi­ 
do em todo o território 
naelonal. atribuir nome 
de pessoa viva a bem 
público, de qualquer na­ 
tureza, pertencente . à 
União ou às pesi;oas JIJ­ 
ridlcus na , du1ioislrução 
tu direta. 
Art. 2º - É igual- 
mente vedada 11 iascrição 
dos nomes de autorida­ 
des ou admloistradores 
em placas indicadas de 
obras que em veiculo _de 
propr!edadc ou a serviço 
da Administração Públl-, 
cu direta ou indireta. 
Art. 3º _ As prol­ 
bições constantes desta 
Lei s!ío apltcáve1s ás 
entidades que a qual 
quer titulo, recebam su­ 
venção ou auxilio dos 
cofres oúbllco feriernts. 
Art. 4 _ A infra­ 
ção ao disposto nesta 
Lei acarretará aos res­ 
pons4veis a perda do 
0argo o:.i l'uncao publica 
que exerceram. e, 
00 
caso do artigo 3° a sus­ 
pensão da subvenção cu 
auxilio. 	. 
Art. 5° - Esta Lei 
entra em vigor na data 
de sua publicação, re­ 
vogadas às dispos1çoes 
em contrário. 
Brasília. 24 de ou­ 
tubro de 1977. 15€° da 
Iadf pendência e 9º da 
Repúbli!:a. 
Ernesto Geisel 
Armando Fuleão 
1 
,1o.1 
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* 
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MS 
r-- 
---

1!,lll Vh1!1t M8. Ttlhun da I<'rontelrll ______________ ....;;_ 
Paraguai não propôs mudanças em ltaipu 
' ) chanceler Azeredo da ileira firmou 
que n4o rereleu qualqurr solicitação do governo 
paraguaio no rntlo de que eju promovida alenu­ 
is alteração no Tratado d· Iaipu. conforme foi 
gerido pelo engenheiro Enro )ebernardi, dire­ 
tor-reral adjunto principal representante para­ 
guaio na diretoria da ltaip Binacional. Ao mes­ 
o tempo, ilveira reafirmo a dispo+ião do go. 
rrno brasileiro de cumprir todas s cláusula, • 
tuhelecids no acordo firmado com o lararuai 
Silveira, que rerbeu o diretor geral da 
[taipu inaclonal, general Costa aval·anti, disse 
qur para o Brasil e :s I'ara@uai "o importante é 
que_ltaipu está vendo construida. um obra de 
fo10 • 
Costa Cavaleanti, por ua vez, não quis co­ 
mentar a entrevista do dirigente paraguaio, dizendo 
pena· yu_sua turfa é "tocar a empreitada para 
adutnlO . Mas informou, por outro udo, que o a­ 
nexo C do 'Tratado de Iuaipu diz que sómente de­ 
pois de 5o anos que poderá ser revisto o cor­ 
rlo, 11,, que PC rcí ·re 110 nsJH'l'to fiounceiro, e isso 
Debernardi sugere 
l 
vS 
.is. 
l 
) 
A· 
ou 
ata 
re­ 
ões 
I­ 
da 
da 
Assunção - O eogonhelro Enzo De­ 
bernardl, diretor gorai adjunto e princi­ 
pal represento nte paraguaio na diretoria 
da ltnlpu Binacional, a f I r m o u, que 
1
nüo pediu ULllll. renegociação do Trata- 
±4.4 .:7:±2 
ftí elecldo pelo último parágrafo do artigo 
XV do acordo. 
Esso parágrafo estubalece que o 
~valor co.:n relação ao peso e título em 
uro do dólar dos Estados Unidos da 
méricu poderá ser substituído, no caso 
m quo a mencionada moeda deixar de 
r a sua paridade oficial em relação ao 
uro" Como o Tratado de ltaipu foi 
{sslnado antes du crisa do petróleo, épo­ 
a em que o dólar norte ameriuano era 
0versivel em ouro, Debernardi voltou 
lembrar que as buses Robr(I as quais 
1
I assinado o acordo mudaram substan- 
lmento . .-o explicar que, desde aquela 
. nca, o rlólar foi desmoneiizado em re- 
~, r ! io ao ouro, Debe!'nardi reufirmou sua 
~ ,ição de que o nssunto precisa ser 
estudnllc.. 
Depois de lembrar que a sua en­ 
r e vis ta a o Jornal da Tart1e 
u e reavivou a questão, o ã o 
presentou nulla de novo Dobernardi fez 
_uostão de re altar que falou apenas "a 
!~! " s «o soas o ser- 
. Na entrevista, segundo Debernardi 
. Jornalista fez mençüo a quantias rela­ 
tonadas com os pagnmentos que terão 
3
ue ser feitos 110 Paraguai derivsdos 
1
° que dispõem os itens 12, 2º, 3º e 4º 
rº artigo XV, do Tratado de Itaipu". E 
,cre~centou: " Entendo que não devem 
i
llbhcnr-se quantias 1ucertas e, por Isto, 
amet a atenção de que não existem, 
Ualmente, quantias oficiais sobre a di- 
l
matérla, já que o dólar deixou de ter 
~ erida sua paridade como o ouro, caso 
l
ste, previ .. to, especiflcumente, no pará­ 
rafo cinco do artigo 15 do Tratado." 
"Ful perguntado se isto implicava 
tna renegociação do Tratado de Itaipu, 
11
8
PODdl negativamente, porque a expres- 
·ã 
O 
não é correta, por trutar-se de situa- 
0 
já prevista no Tratado, e por isso 
O general informou também que o eng­ 
nheiro Enzo Debrardi deverá estar em o H'au. 
lo nos dias $ e 4 de goto, "para renu. 
iões de rotha". Essas reuni0e deverlo se repe­ 
tir em Brasília, nos dias 2} e 24 e, nea» opor­ 
tunidades, disse Cavalcanti ironicamente, os jor­ 
uuli•tn~ poderão obord5,Jo "para tratrar do sun. 
to do cntre,i;tn'', 
tosta Cavalcanti e encontrará, com 
o chefe da as Civil, general Golber d,, Couto 
e 'ilvn, porn saber do novidnde,". 
E::iPA TO 
Uma fonte governamental revelou ljtlt' n 
entrevista do engenheiro paraguaio, "caso sua+ de­ 
durnçõca sejam ,erdnduirus''. causou "verdadeiro 
espanto" e qu o assunto está na Presidenciu da 
llcpúhlicn. 
apenas reajustes 
possível de ser resolvido no /lmblto do 
mesmo, acrescentando, além dltaso que Pa­ 
raguai A BrnRfl, como Róclos e nmlgos, 
a seu devido tempo, tratariam de encon­ 
trar a 11olução ao assunto", explicou De­ 
bernardl. 
Lamentando que as suas palavras 
tenham sido 'mal interpretadas no Bra­ 
sil'', o diretor-geral adjunto da ltalpu Bi• 
nacional argumentou ainda que, dentro 
das atuais condições establ4lecidas ::,elo 
Tratado, o Paraguai receberia cerca de 
150 milhões de dólares nela venda ao 
Brasil da parte de energia que lhe cabe 
em Itaipu, quantia que poderá aumentar 
sobremaneira se algumas cláusulas do 
Rcordo forem ren2gociadas . 
Já o chanceler Alberto 
1
ogues, que 
esteve reunido com o 
engenheiro Enzo Debernardi, preferiu evi­ 
tar fazer comentários, explicando que 
tomou conhecimento do assunto por mttio 
dos jornais. Mas em setores da Chancelaria 
parn~uain e.,cluiu-se a possibilidade de deaunciur 
o Trotado de ltoipu, admitindo-se que, de modo 
geral, o acordo "atende aos interesses do l'nrag:uai, 
embora. certos detalhes, mais ou menos importan­ 
tes, possam ser corrigidos por meio ele ncg:ocinçõci". 
Eu setores técnicos, considerou - se "muito 
oportuna" o entrevista do engenheiro Enzo De· 
bcrnardi. Esses setores também afoswram a pos­ 
s1bHidadt: <le o Paraguai vir a utilizar totalmente 
a energia <JU<' lhe caberá, já que dificilmente o 
desenvolvimento do pn[s - por mois acelerado 
que ,ejo no próxima década - conseguirá coasu• 
mir toda a oferta de cntrgia . 
I M P R EN S A 
Com um editorial fntitulndo "lmp~rinlis­ 
mo em Velho E,tilo", o jornal "ABC Colorn co­ 
mentou a questão, argumentando que •·Trat.ndos 
dessa natureza (como o ,!e ltaipu) já não se con• 
cebem no mundo·•. E explicou: "A obra de llnipo, 
como o canal do Panam:í on ns jazidos pctrolífe­ 
nu dos J1n.fses Ítrnbcs, são fotos irreversíveis, mas 
os trata/os e as concessões que a eles se refere, 
nào o são. Não bá tratado injusto que possa per­ 
durar. No há situação de dominação por um ln­ 
do e_subordinação por outro que possa se manter 
indefinidamente. Nenhum erro do passado e 
muitos fornm cometidos pelos negociadores para­ 
guaios, inclusive o engenheiro Debcrnardi - po­ 
de afetar n justiça de uma cnu"' lci;ltima. :ierin 
bom que o Ilrnsil entcndcns;:e isso· O momento 
que o nosso país escolheu para a~ir é ainda ple­ 
nomcnte oportuno e favoriel". 
PAR 
ES 
E y 
a 
o 
1 
li 
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TRIBUNA 0ft FRONTEIRII 
hue o pono ia bem Unfermaao 
Ano VII Heli iia ,o 298 02'406/8/7y 
Üctavio 
BUOQUE FATOS E Fo n.t oura 
SOCIEDADE 
BAILES: 
Aconteceu dlll 19 pp. o baile do 
nlverário du cidade no Gremlo Psdro 
Rufino. fní11lH:1·au uutorldad0ti e vfsltuutea 
abrllh1rntur:tm t1 lestn com nuun proaen­ 
çn. Fol unrn uotta.an do bou mú1lcu o 
multu 1111lrnuçrio. Foi murountc u urte de 
bem receber do presidente do Clube 
Sgto. CJ,1u(Jlo e sua oapouu . cl e I r a, 
nossos prubóu. 
Tninbóm ao dlu 20 bouvo uru euu­ 
uolonnl ahow de conjuntou parngunlon e 
1u111 ballorhmo no Club Esportivo IJeln­ 
vl11tl'nBe. Foi uma prornoolio dn comlsa!lo 
orgo.nlzadoru da 7 Bxpobol. Casu lotada 
O ahow foi do ngruao gerul. 
FESTIFAN 
De parubés a Escola Estadual 
''Custeio llruoco", pois foi u veocedrna 
no oonoureo de fuulurr:u. ficou com o 
° lugar a Escola Municipal do Artes e 
Oticlos. 
Nossos parbous a todus as Eooo­ 
las que participaram do coucursc, o lm­ 
portanta nlo é vencer, mus sim coneor­ 
rer. 
000 
JANTAR 
Foi renlizudo no Re11taurunte Cus­ 
ino Paruguuy o jantar do Rotnry que 
contou com 11 presen,;iu do Govornador 
rto Distrito 45? Sr. Clovfs Pitaluga do 
Moura o ospo11n, muiloíl convldndoo mar­ 
curam reseuga. Foi destaque eloguu­ 
cl:,. da ru. Ledu L. Pnlmlcre e Srtu. Lei­ 
la Mimada. 
0000 
0000 
ANIVERSARIO : 
Coru uma reUI!lão btistante ugra­ 
dàvol, onde lol servido llolieiosos sulga­ 
dlohou, refrigerunteo e Vioky, foi comP­ 
morndo o nniverell.rlo de Osvnldo Augus­ 
to G6roes. lcúmero,; amigos ferum cum­ 
primeutó.-lo pela dnta oatalicia. 
Realizou-se diti 23 pp, no Clul.Je 
Paroquh1! a iPste. de 2 uninhos da sim­ 
pática Karla. Seus pais gto. Matos e 
Isbela estiio de prbens pela boita fes­ 
ta. Entro grande n de convidados des­ 
tucava-se as presenças cios graciotios 
couvidados tniri11s. Entre balões, músic,1, 
refrigernntos, salgndinbos, carhorro quen­ 
te 11 nlegriu da petizada eru contagian­ 
te. Após o tradicionnl "purnbens a voce" 
foi servido um delicioso bolo. O motivo 
ds lembruneinhas era Chnpéuziobo Ver­ 
melho. f'arn Karla muis uma vez no­ 
sos votos de telicidudos. 
Com um gnstoso churrusco foi co­ 
menorado o nnt de Noli Velosquez que 
na ocaailo eln e Niltoo colocaram ar­ 
golihas na direita. Parabens. 
0ooo 
C A S A M E N T O S: 
Disseram "Sim" perante Deus e os 
homens. na Igrej:.1 Matriz de Santo Abu­ 
so, no dia 22 pp. oi; jovous: Ponciun0 e 
Janlze. Elu, muita gracioaa um seu ves­ 
tlclo de noiva, era toda oorrisos. Após u 
cerimonia religiolla foi servido no Clube 
Paroquial um gostoso bolo com cham. 
p:i.gne. 
C11saram-1e du 29 pp em Silo Pau­ 
lo Mudulenu Muruno e Milton. A voces 
uma vida 11. Jois d" muito amor e com­ 
preeul!.o. 
Estadia 
• •• 
DIPLOMA 
Com um Coktail no Gremio Pe­ 
dro Rufino dia 22 pp. foi entregue a vá­ 
rias pessoas de Destaque uu Sociedade 
BelavistE:nse o Díplomu. de Houra ua 
qualidude de Pioneiro na. Divulgaçiin do 
Novo Estado d~ Mato Grosso de Sul. A 
pramoçào foi Ja Revi:!la ,- ualidode na 
pessoa do Jornalista Salomão que não 
mediu e!lfor(:os pura CJUe tudo 1111isse n 
contento, da Rádio ZP 23 edo Jornal 
T r I b u n a da Fr o u t e i r u. 
Silo péssimos as 
cunólções cm que e en- 
0011tru o nosso Estádio 
municipal Octóvlo B'oo­ 
toura, está em total abn­ 
dono: o muro caldo, ou 
portõeu om csll1do ln­ 
moatnvol, buracou for11m 
al>crlo« oo muro, o n ó­ 
nloa p.(nnto. quo 16. oxis• 
to um pé do purnl10 ou­ 
IA tnorrondo. 
Mau, tudo lsao uúo 
6 nuda o pior é que u11 
formigas ost!lo dovornu­ 
do grama daquolo es­ 
tdlo que era ótimo pn­ 
rn nquolu modulldadl'. 
Uma oolsu eu vos digo 
forruiguin!1Uu: :--;rro peu- 
11nm que vooo11 v!lo con­ 
llnunr duvorundo como 
estúo fazendo, porqu:! 
deve ter ulguem ro11pon­ 
sá vol por tudo ls11c. 
Eu admito que del­ 
xom e oEportc boluvis­ 
tcose Ir pum o brejo, 
eorno ~11tá Indo. mas não 
deixem as Iormlgns de­ 
vorarem o gramado. 
!-ião so!!hamoa com 
um Morenúo, multo mes­ 
mo Ct•m um Marncunli, 
mas pedimos a conser­ 
vuçiio do nosso Estli.dio, 
para quando volturmus n 
praticar aquela mcidali­ 
dncle o mesmo se encon­ 
tre em boas coudiçõcs. 
Fica aqui meu apelo 
uo reposável ou res 
ponsáveis pelu coneer­ 
vuçüo do Eotá.dio. 
até a próxima amigos 
Monclar Rosa Correia 
Carta à 
Redacão 
' 
Mini,tério do Exército II E­ 
reio 9.a {egito Miliar 
-l'A DC . !O.o R 
Of. "·" %3 5 
13ela ViEta, MI, 211 de ju• 
lho de 1978. Do C, 1 Orlando 
ld,n1ziugon e Sra. Ao Sr. Di. 
ator d" Jornal Tribuno da 
Fronteira. A»unto: Agradeci. 
mtnto (FAZ1 	• 
lrnpo.,ibilitadoo compa­ 
recermos il ,olenidadc de «een­ 
trega dos Diplomas de Honra 
com que íomo1 diotingiiido,, 
por encontra.rruo-nos em A­ 
~unhal no 2 a Temporndo U[. 
pca, uradeceamos gentileza 
da lembrança, augurando cxit 
e pro,peridade em seus dinii­ 
micos empreendimentos, 
Atvncio,a.mtntc 
Orlando Meatzingen 
Col Cwt !O.o HC 
Na_da Heda;ao:_9 Diploma 
de Honra. coucedido pe a rc­ 
vista Atualidade, juntamente 
com a Tribuna da f rontcirc • 
a Emi••on Mori•col lupc, foi 
uma bomcungem prcstudn à 
diversas personalidades bel. 
tenses. No próximo m a 
Trihuna dn Fronteira e a Rá­ 
dio Zl'-23 promo,erllo º• 
"Destaques N Comunidade 
Serio escolhidos os (as) dez 
pausas que mais e destaca­ 
ram, em todos os setores, na 
comunidade (Bela isa Bra.il 
[Bell, Vi-ia Hragua). 
1 
7 EXPOBJ:L ,. 
O to Inaugurl da T' Expobel foi 
btlhantad com a participeção da f.n-. 
f.rra do "Castelo Brauco", escola que 
venceu o [? Festifan 
** p n E S E N C A S 
O Sen dor R chid Suldaohu Derzl 
o Sccrolárlo d Agrkullur, . lnçno TucJ • 
no, os deputado,; HulJen 1''igueiró e Pau. 
lo Sold1rnh • o veren:lor O11val'.Jo Turrnl. 
oedi Laranjetri e Afonso Dilloo; o udvo­ 
gado Serglo Peronrli e o T acate Coro­ 
nel Orle ado J'ien tziogeo, prestigia ra::ll o 
ato Inaugural da Expobel. 
1f 
SAliDAÇ,O 
O prefeito municipal nuuen de 
Castro Pinto saudou ae autoridadell pre­ 
sentes e falou da Importância da Ex~o. 
bel ser realizada por um grupo de J0· 
vens pecuurlRtas. Olsa,, aiodn que Rela 
Vista trilll!l o seu caminho de! graodezn. 
O protcito municipal foi muito llpliwdldo, 
quando trnçou um breve rsumo de su 
ndrulnistniçüo. 
ll A Ç <i. O TA DANO 
** 
** 
PEDIDO ESPECIAL 
"Um pedldo especi.l 1 todos os 
muníclpe11: 011l0 ó um ano polfllco, todo 
devem oolnhornr com o Governo ... O pre 
iirleate Gelsel nunciotu as ruformas qu 
est o tro apreciação ... a/lo dloola lrau­ 
aiglr ... nossas utorldades no permitlro 
qualquer ato do rebeldia .. no· somoR 
governo... todos nós... vamos nos unir pa­ 
ra a grandeza da Pátria. 
·.j 
i 
O Secretário de Agrieultura de Ma­ 
te Grosso, Maço Tduno, em brilhante 
nlocuç!io, delineou novos rumoo pnra a 
ngriPulturo. e 11 peeuó.ria. belavisten~e11. 
Disse o 'ecretário: 
* 
PRECISAVA:V10S 
E11tur nqui, repres:ontando o se­ 
uhor governador Garciu Neto, para ver 
e seo tir a pujançn da í~ Expobel. Per­ 
oorreruos o Estado todo, temos mantido 
contatos com peeuuristas ir..dustriais e 
comerciantes e ugricultores. Tudos, nes­ 
te momento, são de sum!l. impcrtàncis. 
PTu o novo Estado que está nascendo. 
Nao há :iinguem que resista ao trabalho 
do Governo. 
REGISTRO 
, Registranos algumas frases de 
Impacto pronunciadas pelo inteligente Se. 
cr'etário. 
HOJE 
Melhor do (Jue ontt:m e 11m amu­ 
uli melhor do que hoje {Politiza Ecoo­ 
mie do Goverao). Dificuldades imenss, 
- longa e;;tiagem que aE>solou o Brasil 
O_ gov .. ruo está cieut» de suas obriga­ 
Voes e tem dado apoio a classe pecüa­ 
rista e a
0
ncola (coofiunç no futuro). 
O PI'I I O 
A respeito de alguns políticos pre­ 
seotati. ;Tnçao Tt1dnno disse o Reguiuto: 
HACHID: Veterano político, grande brl'.­ 
sl!eiro. Por felkldade está 1<en!lo recon­ 
d:izld.:; ao Senado. 
figu:<'iró: O rleputado reroprl' atuua• 
te ... chega a ser impertinente nas rei. 
v1odicaçõe8. . . está na seu papel. .. 
trab111l,u lncei;santemeote pelo p O· 
vo ... Paulo Snldnnha: Sempre a dispo· 
sição na Aucmblélt1 ... 
PACLINELLI 
Disse o Secretário que o ziistro 
Paulinelli, da Agricultura, não cumpriu 
com a pnlavrn quando prometeu que OlJ­ 
tecipariu o p:-êçD mínimo pura o arre;, .. 
* 
INFLA ÇÃ O 
"Os pecuaristas e os agricultores 
n!ío são culpado pela inflação. O Brasil 
coufia na clas~e para equilibrar a sua 
balao.,:a de pag 1mentot-". O secretário 
enrerrou o seu discurso afirmando aue 
lodo,; confium no imeni;o potencial de 
Mato Grosso pura ucelerar ainda mais 
o progresso da Naço. 
PR SECAS 
'a abertura da Expot>el estavam 
presentes os eahores Hortencio Roa 
Escobar. Roberv11! Borges, F1ori Murano 
Dr. Osvaldo Rornaozinl, Dr. João Carlos 
Brandes Garcia, Pedro Ped a, Carlos AI· 
berto de Miranda, G11.ribF1]di da Rosa, 
José Loureiro e toda a Comissão Orga­ 
nizadora. Foi um sucellso. 
NA PRÓXI.M.n. EDIÇÃO 
publit.:aremos maiores informações 
a respeito da Expobel. Estamos oguar­ 
daodo a remessa da lista das cl&ssifiea· 
ções dos animais premiados e o b.11lao• 
cete da Exposição, assim como, maiores 
detulhee da Comis»ão. 
CAFÉ LAGUNÃO 
O café que mais se toma em 
todo o SUDOESTE. 
Empacotado eJEtronicam11nte a vú 
cuo -- Processos Modernos 
OLIVEIRA. e I·LORES 
Rua Pedro Rufino, 21 
GUIA LOPES DA LAGINA- MT SL 
1 
1 
1 
---