EIRA 
~ .. , 
1 
1 mh.alei nwar a h t 
I f 'f. 
Cjulio da Bendetti 
ex-diretor de "la tapa, d 
Turim) 
fvando Pereira 1 _ lao VII jl[ií 303 1 24-9a1-10-78 
, 
COMENTIRIO 
1- 
a 
r. 
e, 
) 
.· 
o 
1- 
de 
Os 
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O· 
e, 
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de 
os 
tra­ 
roo· 
e- 
pois 
re 
·m, 
os, 
de 
O Renhor prefeito munici­ 
pal, Rubon do Castro Pinto, nle­ 
ou, por diversas vezes, que o 
uos80 jorna 1 nllo lhe dá a m 1·e­ 
cld11 ooburlura, duvido no fu to 
do n Prefeitura níi<> poPsulr di­ 
nheiro para pugnr. Senhor pra­ 
lelto: O sonhar talvez desconh<!­ 
ç que Inúmeros oldudãos "afir­ 
mam·· o <:ontré.rlo. Nus "rodinhas" 
o comentário é aue a Prefeitura 
Sustenta o jornui. Ao duas opi­ 
niões são lamentáveis. Os da 
"rodinha" esperado A, pois só quem 
tem lPmpo pRra flcur ftlU rorll­ 
nhas é que pode emiti-los. De­ 
socupados, vagabundos, sujeito~ 
deaprepnrados, esses ~lm porlem 
vomitar s sujeiras que levam 
n'alma. Os do BPnhor, slmpler;. 
mente, lamentáveis. 
A prefeitura deve possuir um 
setor contábil competente pra 
saber que no loiclo do ano fez um 
contrato com a Tribuun. Por um 
preço justo, poderia uté dizer, 
nquém do qu~ cobrum os dernnis 
jornais. 
O senhor n!io m:rndn rna­ 
lérlne porque não quer. Nós re- 
conhecemos que o atual prefeito 
conseguiu trazer para Bela Vista 
a Cemat. u Telt,mat, e ugorn. n 
Caixa Econnmlca Federal. Já pu- 
íllP,ílO 
de 
M5 
bllcamo, lsao por diver11as vnea. 
Talvez o chefo do Executivo 
n!lo !ola a Tribuna. No tocante 
a Culxn Economlca, ~aviamos um 
repórtl"r para entrevistar S. Ex­ 
cla. Iurellzmeote de não o on­ 
cootrou. (Ê multo dlficll falar 
com S. Excia ... ) O aoseo semaná­ 
rio vive com verbas o:lundas da 
publlcillnde comercial, osslnaotes 
e ln!c!a tiva privada (reportngen11 
com pecuarislt1s, !11 vourelro11
1 
etc). 
Quando o débito supera a 
receita, o nosso Bi!lor gráfico 
cobrn o "deficit". E. aviso uos 
na veganteFt: oem serviços gráficos 
a Pl'efellura executa em Bela 
Vista. Pretere executa-los em 
Campo Grnnde ou Aquldaunna. 
Mas, mesmo assim, nunca deixa­ 
mos de elogiar - mer,~cld!tmente 
ou crllií.·nr . qu&ndo necePsárlo 
u atual Administração. E contl­ 
nua remns procedendo de~ta for­ 
ma. Faz parte do "nosso caráter 
e de nossa personalidade". So­ 
mos justos. O nosso compromls· 
so é com o leitor. Com o povo 
que noR apoia. E8se povo mara­ 
vilhoso que ounc11 deixou de nos 
apoiar. Procuramos corree;iooder. 
Hoje, editamos em Bela Vista, 
O vereador Nivaldo de 
Barros, sentindo o drama dos 
lavoureiros e pecuaristas bela· 
vistenses, enviou uma memorial à 
Rrasilia, 'endereçado ac Exrno. Sr 
Presidente da Rt3pública, Minis­ 
tro da Agricultura f' Diretores do 
Banco do Brasil. A atitude do 
Vereador, ao se interessar pelo 
cruciante problema, despertou 
lllolivações maiores na cidade, 
ao 
e muitos, já pensam em tomar 
atitudes idên~icae no tocante aos 
demais setores. Os lavoureiros e 
pecuaristas, aguardam as provi­ 
dências que serão tomadas por 
nossas autoridades financei­ 
ras. O vereador jA nceb1m reli· 
postu da Oiret<>rlu do Banco do 
Brasil (nublicnda na página 3 ... ) 
promeh;ndo essas providências. 
quatro jorn11ls; nona gráfica pos• 
11ul filial cm Jardim e 1,stamo• 
em viu do abrir outra em Bo• 
nlto. É Bela Vt■ta se deataoando 
no ramo editorial. Com 111orrrt­ 
elos. Coma multa Ita. Ma a nobro­ 
mooto. A noua polltlca 6 a ob­ 
j11tlvldade. O nouo comproml11!0 
é com o povo. 
A repelto das pblfcidn­ 
de11 polittcar., lna.,rlmea propa· 
ganda de todna os candldato11 
que nos procuram • da Arena o 
do MOA • poh amboa i;!!o parti· 
doe legal■. Mereoem todo o 0011- 
so respeito. Crltlearomoe ou elo­ 
glaremot1 quem quer que soja, 
pol1:1 Somos Livres. Saiba o so­ 
bre chefa do Executivo que não 
nos move interone algum, a 
não ser transmitir o fatos ver­ 
dadelros. Não temos nuda contra 
a 11ua po111oa. Somos contra 11 
sua política. Somos 11ontra. a ra­ 
dlc111ld11.de. Somo• a favor do 
diálogo. A propósito, S. Excis 
de.veria se entender eom a Câ­ 
mara Municipal, no tocante ao 
duodécimo, pole aquela Casa tie 
P.ocontra em débito com a Tribu­ 
na e- nlega que S. Exela não 
manda a verba oeceseárla a qufl 
lhe pertonee. 
Escola 
Jarbas 
Municipal 
Passarinho 
O Exm•. Sr. Governador de 
Mato Grosso, Dr. Cussio L+tte de 
Barros, atendendo à solicitação 
do Prefeito :1uaiclpal de Bela 
Vista, determinou a vinda do En­ 
genheiro Fl!cal do D.O.P., lota­ 
do em Campo Grande, Dr. Allton 
Eller. o qual em companhia do 
Prefeito estsve 110 dle 22 do cor­ 
rente fazendo "ln loco,'' o levan­ 
tamrnto petlelal da obra destrui­ 
da. 
De posso deste laudo téc­ 
nico o Sr. Governador do Esta­ 
do haverá de tomar as providên­ 
cias cabivel5. 
Dr. Ruben Alberto A. de Cas­ 
tro Pinto 
Prefeito MuJl.ieipal. 
11 • SUCESSÃO DE 
CASTRO PINTO 
IVALDO PERETH.A 
A propósito do artigo an- 
1crier, r,cebcmo, -lo prcíriro 
nomeado de Bela Vi+ta, Fuben 
de Cutro Pinto correponden­ 
cis onde S, Ereia sfirms que 
"cata cet6ria de qur o preírito 
de Bel• Vi,la junto com o 
■ru filho rugaram n firha do 
inscriçio no partido é uma 
vil mrntira.". Diz ainda que 
nó, ot•mo• "pretendendo ••· 
aumir páhliCJ1met.t, a pat,rni• 
dade d•otu meutir .. dif. 
razoe" O senhor Castro Pin­ 
to prossegue afirmando que 
"cowporeceu à Convencão da 
ARENA como ,imple, • e,pec• 
tador, No era convencional 
Nio prenunciou e nerri rmitiu 
qualquer opiniio em plenário. 
Não fea nenhum comentlirio. 
Continua dentro do p•rtido, 
com a ARENA nrdadeira, 
oriunda da bi,tórica e ,audo • 
a UDN, 6nico partido que 
pertenceu, dentro do, udio1 
princípios politieos que sem· 
pre nortearam sua ida". 0 
prefeito trcc comcnt..írio, a 
re1pcito de 111n ndministraçiio, 
cita a Lei de lmpr•tua e ped.­ 
que repeitemos o +eu pastado 
bi,tórico. 
Com r,■pcito ao inci­ 
dente de Campo Grande 
('' rasgaram a ficha de inascri 
tio no partido), ea notícia 
foi veiculada em" A TRIBU­ 
NA, jornal rdit.ado naquela 
cidade e lran1mitida a nós por 
peuotu dignu (areni,t.u) e, o 
preft:ito. que 1cmprc cita a 
Lei de Imprrnsa, deve ,ohcr 
que C' ,lgilo profi .. ionol é 
uma que,rilo de ético. Oev•­ 
n101.11 resguardar l:l oo.ua fonte 
de informaçio. Se o fato foi 
ianrldico, fica retificado com 
•• palnras puferida• pelo 
oenbor Castro Pint.o. E o no,­ 
'° confrade de" A TRIBUNA 
paua. por mentiroeo. &Aflim 
como, as peuoat que no, in­ 
formaram. N61, 1cmpre rcepci• 
t a m o s o "p a s s a d o 
biilórieo d o o , 11 ll " r 
Castro Pinto, hja vi+ta a opi­ 
niio emitida no artigo ante 
rior. Nio concord,mo, com o 
presente. I»peitamo a pero 
humwna. io concordamos 
cem o polfrico. Con,idrtamo~ 
a us administração regular (já 
o»firmanos por diversas ve­ 
r»). Quando ele dir que per­ 
tence 4 AHENA, uoriunclo da 
hi1lórica UNO", chegamo, n 
fcar abismados, Para nós, a 
Areno íoi, é, e ,cmpre ,,r6 
um partido oriundo ri• Ren1- 
luçõo Je Março d, 196 l, reali­ 
zada par extirpar da vida pÚ· 
hlia o, m•u• bruifeiro,. 01 
demagogos, os corrupto, que, 
antes de d4, rasaram nos 
partido, !UND . .PTB, P5D, etc, 
etc). 
O qu nio aceitamo (e 
o povo está conosco), e nunca 
aceitaremo, t o rontinuhmo 
na rhcfia do Executivo heln• 
vistens, a inda roai .. quando o 
prcfeil? é nomeado, ia•, pa• 
rece que, denlro em breve, a 
oz oberana do povo será 
ouvida nas urnas, e o prefei­ 
tos das áreas de segurança serão 
eleitos pdo vote, livre e de· 
mocrático (pala"Tra& de nouos 
maiores que, gradativamente 
conduzem o Bnuil paro a 
normalidade democrática), He,. 
peitamo,, repito, a pessoa bu­ 
ru•n• do e H. Caolro Pinto, 
mas.., rontinuamos com a 
mesma opinfão: Sua 1uct1Ffio 
deve merecer, a portir de •:o­ 
ra, estudos apurados da cloue 
p<>IHico local, viundo oferecer 
no fotun, P r e • i d e n t e 
da Rrp6blica e oo Governador 
florry Amorim, rnb,idio1 am­ 
plos para a cacolha do bumeru 
certo para exercer a chefia do 
Executivo· f: a noua intenção. 
f: a no .. n luta. f: o nouo de• 
Ter. De Iwprenu Livre, Sobe­ 
raon e Democrátic:1. 
CAIXA ECONOMICA FEDERAL EM BELA VISTA 
Há ,·ó.rio, ano+, que os mos cópias das correspondenci­ 
belavistenses vem pleiteando a a enviadas), Hoje a agéneia é 
instalação de uma agencia da uma rulidode. O prédio onde 
Caixa Ecoaomica Federal em fu.acionará está sendo refor• 
noua cidndc. Quem acompanha mado, e todo ia dica que 
e "º"º jornal, poderá consta- brevemente Bela Vi»ta recebe­ 
tar que rárias reivindicações rã mais uma instituição de 
foram encaminhada, à Bra1ilia crédito. O mérito cie,t.a insta· 
pelo Diretório dn A R EN A, lação se deve ao atual prefci­ 
pela Câmara du• Vereadora, lo. Ruben de Castro Piat.o, ele 
e p « 1 o ex-prefeito Clovi1 consegui c,oncut.izu o idr.al 
Marcolino de Ollnira (pouui- tuo reivindicado. 
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Edital de Citação com prazo de 30 dias 
O Doutor Osvaldo Hamanzinl, Julz de 
Dlr•lto <ln Comarca fifi B l Vl11tl, füh­ 
•• d• M11to Grano, 01.1 forma d 1 1 lo. 
Fz Saber que por to Juízo 
Cn.rtórlo do Iº Oficio tramita 011 nulo 
4e Dlvórolo 011· lo - no consonul, re­ 
querido por Celestino Freitas, contra Sil­ 
v6rl11 Vllnlha hcltus, do t "" ~egul11te. 
Exm" Sr. Dr. ,fui;,,, de Direito dn Corn,1r­ 
oo. d1t Bclrl Visto - Mato Oro~so Sul. Ce­ 
lotluo Fl'ellne, hroell ·Iro, crnnndo, nI{rl­ 
cullor, reNlclent o domlcllludo nesltt cl­ 
dnde e comarca de Bela Vista (MS), vem 
por sou procurnrlor, lufru ,flrrnndo (coUl 
eserltórlo sito run 3 de outubro 
1!)2 He~tu cidade O AH/M'J'/ 1.180), expor 
o requerer a V. Exu. pedlclo do Divor­ 
cio Dlrolo Não Consensual com base no 
$ 1 do Arllgo 5º du Lei 0.515, do 2G do 
dczomhro do 1!177, contra nuu mulher 
SilvérI Vilnlb Freitas, brasileira, casn­ 
du, do prolls6fio Ignorada 1·e&ldento e 
rlomlcllludn em lugur Incerto e não 110- 
bldo, pelos fatos e fundamentos, assim 
discriminado. 1 Casou-se nesta cldnde 
em du ta de 12 de julho do a no de 1949 
eow Stlvérla Vllalba Froltns, ntuulmcnlo 
em lugur incerto e não sabido, conformo 
certidão ora Inclusa; 2) Após um uno de 
couvivlo murltul, em mendoA de agosto 
de 1950, sua mnulher, dospare, digo desa­ 
p11receu desta cldnde. sem nunca ter da­ 
do noticia do seu paradeiro, assim per­ 
manecendo até eslu data, e que, o moti­ 
vo para que a mesma o obunàonnsõe, 
talvez pela su11 doeuca à ópoca e por 
de&amor ao requerente; 3). ::'elo expos­ 
to, o Suplicante, nos termos do urtigo 
40 1°e 3 c/co $ 1° do art. 5% todos da 
Lei 6.515 de 26 de dezembro do 1977 
vem requerer o divorcio com base na 
separação de !alo M mais de cinco 1100s, 
Tribuna da Fronteira 
- Sli:MANARIO - 
ded que, pels circuntneias exposta 
bsolutment Impossível a rveonrtitul- 
Q• o rln vida em comum com sua legiti­ 
ma mulher, haja visto, o nbaodono do 
lar da mesma peremptóriamentu, há 
qu1111 lriuttl 11110 . lgunlmt·nte, como pro- 
v da existência da separaço de fato 
seu iulcio e dUt'JÇilO, bfl quus trinta. <l· 1 
no qu 11lndn pordura, o rcqu r ote. o­ 
ferece seu rol d« testemunhas; no final 
dNiln. devidamente d111crimlnudo . Res 1 
8/llta '1umbóm, qu do C'urto coovlvio 
murllal não houreram filhos que Ine­ 
xistem bens a partilhar. Assim, requer a 
citoçílo do sua mullH•r, ntrnvé11 de edital 
om rnco estnr om lugar i~nornrlo, segun- 
do prll~crovo n lei procossunl, para que 
cont ale a oçüo no pIazo legal do 
quinze dlns querondo, . sob pena de 
revellu, o 110 fi1rnl seja J11lgado procc. 
dr.nte o p dido em todos o seus termos 
cuncedondo-Ae o <.livórclo ploltendo, con- 
rl 1rn11rlo-se seu :m1rido nns custas o ho· 
~:oró.rlos advocHtidos. D. A. Il. esta P os 
documontos inciusoM, u rlundo-Ro à pre- 
1-,ente pum oh,lt,)s fihcnis o valor miai- 
mo legul. Pedo deforlmeuto. Belu Vista 
07 <.10 urrôslo de 1978 (a) Dr. Sergio no­ 
berto P'erondi. OAB,.IT 1.180 - CPF 
119430980-00. E por despacho deote Juí- 
zo foi determinado a expadlção do p!e­ 
cente Edital, com prazo de trinta dis 
por inlcrrnéd io d o qual fica Citada a ro 
Sllverlu Vilalba Frellui para contestar n 
pr~sonte ação, querendo, soh pen~ de 
revellu. O presente Edital st-rá pubhcado 
na Imprensa e afixado no Forum local 
no lugar do co11tume. Dado e paR~adv 
nesta clclado e Comarca de Bela V!rita 
Estado do Mato Grosso, aos quatro dias 
do mês de setembro do ano de mil no­ 
vecentos e netenta e oito. Eu (Pedro ver­ 
gilio da ilva), Esc~evente Juramentado 
o datilografei e usr100. 
Dr. Osvaldo Ramanzlnl 
Juiz de Direito 
(20/2'i2) 
F U N D A Ç A O lrnhh, Pereira 1 
Administração Hedaio e lmprc .. io 1h10 
Duque de Caias ,ln Bcb Vistn ~I . Cx. P. 23 
EXPEDIENTE 
Dirctorn 
Maria Estclu V Pcrcirn 
Editor 
h-aldo Pertira 
Chefe Departamento Comercial: 
Alvnro Pcr<il'3 l 
Gerente 
Hélio Guedes Corrica 
Registro Titulo» e Documento- 1C22CGC.ME;] 
03.:?01266/00Ul-90 !use. Est. 1305923,1,3 'li 
ASSINATURAS 
BcJ. Viotn CrS 250,0U 
Dcm,is Municipios -- ·-··· CrS 300,00 
Observaçõ,· Os arti;:o, publicados com 
assinaturas dos autores não traduzem nece««á 
ri:1.mcntc n. opinirto e pentamcnlo do Jornal. 
Sua puhlicnção ohcdccc ao• propósito, dos 
dcbotu dos psoblcmns municipai, e ele rc• 
fldir a1 divcrs:u ttndêuci,u do pcnsnruea. 
to universal. 
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til P.Rlntln rir !vlnfn nrnA'<" pnr HfH'Ovn. 
@lo (Unânime do Plenrlo, nn Reunlo 
do dIn 288/088/7 vom rwspeltosmvento 
dinte de V. Eela. .0xnor, p deles 
neoessrins urgente regular!zaco 
orPdlflnr ncPlru rlo Agrlc11llor ücrnlfl ll"l­ 
lo, Impedido que est d prossuir 
no ehamnmento 'nelonl; 
Em 1975/76, nsn elo, prim­ 
rlr1 no rloAA11volvlmr>ntn dn Agrleulturn, 
em rnzilo dP. fl<-r lmin<'nlcmento PPC'llúrlA. 
leu um snlto Investindo num plantlo do 
nproxlmnrlnmente 7 mil Ilec. A prorluç/in 
foi rle n 5(0/, A cus mnior fornm s 
flts de chuvas no tempn necessário o 
até mesmo maquinário, altamente sfi­ 
olenle para 11s colhollns. 
- f11; proocupnçÕP!!, ntó nf. não to­ 
rnm tino grnndos. em razio dns expllen­ 
CÕ'lR do próprio Age11te Ftnnncrlrn nrlAn­ 
tou-nos que 800/,, dos 500/, frustrndos 
seriam à responsabilidade do Proagro. 
Ató oi muito bem. Ti: 1:1. rrglilo a esperar 
pela !louidacflo ... ? 
- Rm Hl7(l/77. n RPglJ:o rntusiaR­ 
mA.da com ns propagnnrlnR, cloR Acrt>nteR 
FlnancP!ros, cnm os crMHoi- RPill llmltrs 
J)Hra ee Investir nn /grlculturn o nten­ 
d1rnnn 11 um r.1111.madn elo Governo que 
divulgou um SLOGAN onnrluno " Plnntt1 
que o Governo Gnr»ntP " o fiz>'moR rm 
nproximnclamrntP 12 mil HPc. Nnvaml'n­ 
te tivemos um frustração de snfrn qu 
atinge a r.ifra de 70º'
0
• causada pelAs in­ 
tempéries. excPsPo de chuva no plantio 
A seca na. grana do arroz, milho, sorgo 
wjn, trigo. 
llqulrlrz. 
-- Por ocn«ln da V/«It qu nos fez 
o Reeretirlo d Agricultura, Dr. Maço 
'Tndno, no Informara que o Governo 
P •dr>t?I, r rentemrntP hnvtn Jiberndo 
verbns para custeio elo Fnml!IR do AgrJ­ 
cultor e umn prerropa@o de divida por 
mn.ts 2 HllOB, 6 m QUCl Isto Villfl~e Jmpe. 
rlir n cnnthrn11oiío iio Reu trulrnlllo. Que 
em ndn irin projudice-lo no novos finn­ 
oln1110ntos. Lnmf'.lntavelmonte vamo11 no 
Banco o recebemos a noticia de lndefPri­ 
muato de propostas por diversas razões. 
- Os contrAtos com nBslstênclo 
Prongro. dasde 1975 RÓ fornm 1rnluclonn­ 
rloA, após l1'r !rio om Br,ullln, ~:ma Co­ 
missão, representando n Classe, envindn 
J)f'lo Sindicato R 11 r a J. Isto já em 
principio de 197 Adveio vento a dfida ao Aeri­ 
cultor. de juros +obre juro», desde 1975, do total 
rln dh ido. , liquirlaçào ,e r11contr11,·n rn~ovetnd11 
em S Halo no ln Central. que t esta 
dnt, nem o Agente Financeiro de Heh Vista. nem 
o Bnnrn Cr.ntral rm ílrn•ilin. nrm u Muru(1rio e 
nem, nbsurdnunte, o órgão Prongro Hrw»ili sa­ 
l,inm rln falta d previdências e da liquidcio. E 
ngora, quem vai pagar o juro,'? O Ante Fina 
ceiro de Bel Vista, recebeu instruçór par co­ 
brr e impd nove contratacôe« Onde tá o res­ 
pon«+el? O Sr. PRO AGRO liquidou ómrnte 
dívida de 75 77. O que vemos É um wistido 
De'c,lor, l'-rndo ontrnrlo com juroe. 11nhrc juros 
por ntrazn d pagamento, oriundo da irresponm 
bilidade de QUE? 
• F.m c:-onfirmnç,1eca ns inforn1nçl1,:,s presta• 
ria, prln Oficinl rl, r.shinrtr rlo Secretário Dr. 
Muçno Tnrlauo, rcnlmcntc o Governo concedeu 
a prorrogação do vcncimrntn ria divida da og:ri .. 
ruhur, por 2 nnns, contrat:uloa <"' Yrndvei, a ~l 
]ui. 78. rntrrtnnfo, como 01 rcprc,,ntarneo do A· 
i:ente Financeiro em Bela Viítn, ntio cumprirun 
n norma geral, talvez por esperarem a decisão 
rio proni:n•, qnonto • fnunciamento de 75 a 78, 
não rrmontarnm a. df,·ida, ori~infiria de uma C'>· 
lhritn. qur.. na Ppora <lera para rohrir o~ !oº/n pa­ 
gávis pelo agricultor. mais prestções de máquina 
e implemento• flUC 16;:icbmrnte fariam uma dh·i• 
rln total ,·onclvel cm 31/07/78. l•:•ta cmflo ,cria 
prorrogadn por 2 ano,. 
.. Temo, hoie, níio prorro!!ávci!I, 1m1noate 
rle oçf10 ju,liciol . dívida atrasadas e juros u­ 
pnos, impedindo o financiamenco da a■fra de 
78/79. 
A 
H 
E 
N 
A 
... 
PROAGRO 
- Dos Raldoi- 80º
1
0 
da safra fruRtra­ 
das em 76/77. que seriam pagoR pelo 
Sepgurdo, Proro, além de não ser 
feita, também niudn n!lo havia liquida­ 
do OR prndentcs, refl"rentes n sufra rle 
7fii76. TcmoR então ncumuJaroR, no 
Proagro. já dois nnos. sem ltqui!"!AC!lo, 
e com juros endo crescido sobre juros. 
- O Agfl□te Financilrlor não ~odorla 
solucionar o caso, pois estavam à res­ 
ponsa bilida de do Pro agro em Brlsilia 
Assim diziam. 
- Em 1!)77/78 . Quando o Agente 
Financiad'lr, começava II criar obstAculos 
Plrn o terceiro [lnanclnmrnf.o, por In­ 
fluencia de aJO'uns agrlcultorP.R influen­ 
tes, receberam~ oril'ntaçõe;; para conti­ 
uar a efetuar os cnntr11tos, 
Os fizeram, abrangendo um ren 
de nproximarlamrnte rte 25 mil Hec. A 
frustração foi maior. atingindo a caRa rlos 
74.% ele percla na Regiií.o. Estão até ho­ 
je, sem as deviclaft soiuCÕPR rl0 Prongr? 
e seu vencimento foi a 31 ,lul. 78 - - Obri­ 
gtóri mente. Sabemos que S0% quem 
ai pagar é o Proagro, entretnto hoje 
0 Agente Financeiro n1'io cl~u ntençno 
aos influentes. ficando os Agricultores da 
Reg!fo sem trabalho e em desespero 
Crédilinonceiro Bnnctírl0 e Comercial. 
- EM 1978/79 - !:-ERÁ QU~ V A­ 
MOS CONSEGUIR FINANCIAMEN10? • • • 
- Nilo obstante nos casos cri
nd08
• 
há inúmeros Agricultores atualmente 
Preiudicnclcs credifiuauc:eiramf'ute. cri~~­ 
do assim, um impasse do desnivel social. 
Só queremos saber elos responsáveis_. 
- D.iv(lrsos casos foram . soluciona· 
doa orn pelo Agente Fina nce1ro, ora pe­ 
lo Mutuário. entretanto a sua mato ria es· 
1• , - -
0 sabemos 
a pendente a liquidaçao, na . • . 
colho liquidar uma vez que Já l'I! pro 
' -- 7ê -7 78 
'ou ns trustra,:ões de ro J: •stério da 
- Sabemos através do - ,01 Banco 
igrlculturn que nas inst:rucoeR do m 
Csisi. eisi dier»tacões,%,};" 
Se tratando do crédito pare grre ' 
lllo pode havê•'o de anos atrazados 
qu, todos os contratos pendentes devem 
li 
'd çiio n'> nno 
••r remontados para a qut 
11 
de 75 
' aguite. Estranham estes débito,,, de 
' 78. A nova safra é o unico me 
- <'nnformc relotamo, a infelicidade na 
frustração dn safra durante 3 ano, et a««istidas 
polo Proni:ro. niio lir;uida~•• ,m tempo hábil li­ 
rnltnndo o cr6ditn do Acricnltor, hoj~ no• Yemos 
1cm condiç-õe,- rlc prorroeoção, pura e iimplc,men. 
te por falto de capacid1dr rle p•~•mento. em ra• 
zo do curto prozo concedido para o montante dm 
dh·irlo. 
.. Pura ohtcrruo1 a benemérita prorr0:?AÇ.:io 
nos vem na obrigo de liquidarmos as dívidas 
em a.trnf;0, por falt~ de não Cl!tarcn:1 rctnontndus 
no contrato 77/78, (6nico que foz ju, a prorro. 
a;io). 
. A Benemérita, ó será concedid.:i se hnu­ 
ver CAP Prorrog:nção. 
_ A benemérito, MÓ será concedida 
se houver "Capacidade de Pagamt1nto". 
Qual será o Agricultor que lom?... Qual 
sará o pecuarista qui, a tem? ... Se para 
perder levou-se 3 anos. Por quo é que 
nara pngar, haveremos de levar apon1111 
2 80')8? 
CONCLUSÃO E APEL.ÇÃO 
Sabedores de que somos de inú 
mero11 pequenos proprietários que na ta­ 
te_nçáo de aumentar seu patrimônio atre­ 
vés de maior rentabil.idade, vendo seu 
crédito pecuário restringido e até sus­ 
penso. não teve outra alternativa senão 
investir-se no planti<J da Lavoura, que na 
época, era o único meio de crédito ex­ 
pansivo e sem hm1te. O fizeram com a 
maior das boas intençõea e hoje relegado 
ao plano da indiferença com limilaçõM 
totais de crédito no Agente Financeiro, 
uE:lo simples fato de serem devedores 
o Governo. Nenhum dos Agricultores 
em débito, fugiram às suas respon11abili­ 
dadus e só ni!.o pagaram pela falta de 
colheita do produto e por aceitar a um 
chamamento de relevâocill Nacional. Es­ 
tã preste a ser aalonadit iudiclonalmente. 
- Seu erro foi Plantar? ... Sua Inge­ 
nuidade, foi Plantar? ... Nlio. Atenllla in­ 
teresse, Nacionais. 
-- fü:tamos apelando aos aenhores I' 
rogando a nosso grande Senhor, em no- 
mne dest, classe, a utengo neevi ária e 
urgente a solucionar o problema que na- bf 
da mais é do que questão de pr 110. LDOMIRO 
N.º 1119 
-- Estas dividas todas formadas eIRAALO - l!XP tUfNCIA 
rnzilo do plantio dP lavoura'!, ?stfio irul- J-!C AH:SMo 
nentes de ação judicial. Vemos est 
Classe, sem o mínimo d garantia, ot6 
rnP.smo i:em o dirolto ri oonllnurir pro­ 
prletó.rlos. Ou vende ua terras e liqui­ 
da sua divlda ou sorá aclon>tclo pnru 
através de leilão serem liquidadas. 
-- Que suja apurado o verdndelro 
respocsóv< l pela llquldez dos b0'J u <la 
parte frustrada das lavourai- da Rrgifi.o, 
por parte do Proagro, refertl□te 001, anos 
de 7':J/7G 76/77 77/78. no tempo hàhll con­ 
tratual, por que ocaHiooo:1 juro:'! Jad,•vl­ 
dos e hoje cobrados. 
A PRD IDO 
PARA DEPUTADO 
ESTADUAL 
V:1 ,emir Rese -e 
Qu seja reconsiderado o debita. 
dos ao responsável, após o prnzo (''>□tra­ 
tual, das safras frustradas de 75/76/7778, 1 
uma vez que 1,le (os juros), deveriam 
terem encerrado à liquidação doH 80'
11
0 
da resronsubilldade cio Proagro, 20°,
0 por 
purte de :!utuárlv. Mesmo que este não 
houvesse liquidado, deveria, por instrução do Banco 
sPrem remontados ao controlo atual ou 
não lhe havíam concedido ou!ro flnanci­ 
ameato. Nenhum V.utué.rlo foi aH~islido 
pelo Proagro, sem que lllf• fosse descon. 
lado, de aad11. flnanciami>nto, a porcAn­ 
tagem estnbeleoida por Lei. 
Que ~ejam suspenso~ a obrigato- M D B 
riedade de pagamento cios juro11 contra- 
tunle da safra rle 78 e acrescirle, por 
aditivo, prorrngado num todo. por 10 a11os N.o 1226 
Que a prorrogação 11eja global e com o 
prazo de 10 anos, com juros máximo de 
07%, assim como já o flzerarnm com 
planos pecuários (Pronape • ProdQpe Ale) 
sem correção monetária 	Leia e Assine 
Que e ajuda de custo de CrS 
225,00 por H:ec., até hojll concedida a 
uns pouco~, quo obtiverarn aval (5). seja O .Jornal 
inelulda na re~ponFahilldadll Hipotecária 
da própria terra que orlglou o floancla- 
mento, e que seja concedida a todos, Tribuna da 
sem restrição. 
Vneador Nivaldo de Barros Fronteira 
Sala rlM St>Asões <ia Câmara Municlpal 
Bela Vista-MI., 28 de a.gosto de 1978. 
PEDI 
JUNTOS LUT RE OS O 
M 
D 
B 
Dep. Valter de 
Castro N° 103 
Dep. Federal 
o 
oss GE TE 
M 
D 
B 
Dep. Henrique P 
de Freitas N. 1-028 
Dep. Estadual

A Pf,f)f])O 
tel a ttr h ta4 
Tetsu Ar shiro 
an leu ( sh t m a l 
tem- Mo 1ti 
J Pl.!:DIDO 
Para Deputado 
Estadual 
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Dr . ..Joelaon M. Peixoto 
-Advogado 
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Fone, 43-1062 
Residência: Rua Coronel Camisão, 54 
Fone, 431-1116 
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Rua 26 do Agosto, 384 - S:ila 24 F'nne 
4-0650 - Campo Grande MTS. 
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Bela Vista Mt Sul 
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Modesto Luiz Rojas Soto 
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Escritório: Av: Brasil, 2770 
1 Residência: Av. Brasil 2355 - Fone 383 
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Maio Is» t o $2l ( s tri li ri r : M e i a 	B na s l , 1946 - P o n la 	P o r ã 	l,IS 
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Para Deputado 
federal Vote em 
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A PEDIDO 
Para D e put a d o 
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Bela Vlta• MS. - 'Tribuna da Fronteira 
--_.;..~~--e----,.--=-.,_--=~--- 
stamos 
. III - FILOSOFIA 
11W 
ao Sós ... 
POLITICA 
1 
1 
Documentos 
PERDIDOS 
o 
o 
'' Mantivemo-nos firrn •s: no povo 
buscáramos u força e a razio. Inexoá 
velmente como uma onda que ninguém 
trava, vencemos. O povo tomou u dire­ 
ço dna barca. Mas a ligo lá está, foi 
aprondiclu: Nilo buslu que seja pura e 
justa a nossa causa. E necessário que a 
pureza e a jutiça existam dentro de nó " 
(Agostinho Neto, in Poemas de Angola) 
Acho, uclmn do tudo que o político devo 
ser um puro. As pulavrns do Jgoslluho 
Nolo, oomo intróito n oto artigo, espe­ 
lhnm bom o nosso conceito do polltlcu. 
Por que escrever a repeito da 
polillcn'? Por que tomur umu posição 
definida num momonto onrle a maioria 
das pessoas proferem o alienamento dos 
problemas que assolam a humanidade' 
P orq u e ena j a r-s o na 1 u t a 
pela redenção do homem. Por quo 
contrariar o s poderor-os e a p o­ 
lar a imensa massa silenciosa Diz Edu­ 
ardo Gulcono que " us poR!;oas escrevem 
11 purtir do uma neccssidado de comuni. 
cação o de cornun hão com os outros 
ara denunciar aquilo que machuca e 
compartilhur o que troz alogrio. As pes­ 
soas escrevam contra soa própria soll­ 
dão e a solidiio dos demais porque su­ 
poo que a ltterntura transmite r.onheci­ 
montos. age sobre a linguagem e a con­ 
dutn de quom a roeebe, e nos njucta a 
nos conhecermos molhor, para nos sal­ 
varmos juntos. Mas os outros e os demais 
são termos demasiados vagos; nos tem­ 
pos de criso- tempos de definição a 
ambiguidade parece a semelhar-se de. 
msiudamente à montira. Em realidade, 
a gonte escreve para as pessous com 
cuja sorte ou mn sorte se sente identifi­ 
cado: os quo comem mui, os que dor­ 
mem pouso, os rebeldes o humilhados 
desta torra; que o geral , nem sabem 
ler. Dentre a minoria alfabetizda quan­ 
to, dispõe de dinheiro para comprnr li­ 
vros? Será que tal contradição so rol 
ve quaudo a gente diz qul'I e!lcrcve para 
essa cômoda abstração chamada massa' 
Em tempos tfio tumultuados, o oficio de 
e:crever torn:1..se um perigo. Em circuns­ 
tàneins assim, ou a ganto recupera o 
orgulho e a alegria. da paln vra ou per­ 
de o respeito por ela para sempre". En­ 
tendemos que todo o regime político 
tem como meta principal o homem. Des­ 
pertar todas as potencio.lido.des iaerentE's 
4o ser humano e proporcionar um pa­ 
drao de vida regular para todos. Nüo 
acreditamos que a humanidude possa 
Progredir existindo diferenQas " aherrn­ 
doras" entre as classes. Já dizia .-ristó­ 
teles, no quarto livro de Politica ... Um 
governo que queira. prosperar dtn•o cui­ 
dar de ampliar a sua classe média, re­ 
PUdiando o extremo daqueles que tudo 
Possuem, e portanto criam ao sou redor 
Uma barreira do desdém pelos demais, 
11 
outro extremo. d a q u e I e s q u e, 
nada tendo fech,1m.so numa barreira de 
Inveja" Não se trata de nivelar as clas­ 
se,. O nosso conceito abrange mais o 
Próprio homem. E a ossêncio. Jo cho.mn- 
elo "rtlho do Deu". Considero os males 
do muodo, emau11çõe1 do homem Inferior. 
Gostaria de ver todo o µovo, empenhado 
nn ulftgre atividade de construir a 11 
IU<' mo. Sou oonlrn, os radicalismos de 
dirita e do esquerda. Todos provaram 
er contrários a.o despertar do· giganta. 
É pre[erivcl (11011 dono■do poder) umu 
massa acéfala. dirigida, alienada, do que 
umu massa Inteligente, empenhada na 
construção do um mundo ?nBlhor. Nih> se 
truta aqui, implementa, de política, ms, 
muito mls, é um problema do próprio 
homem. Lembro Quolst... 11ou1trulr o ho­ 
mem e o mundo ... eim, para GJntlrulr o 
mundo precisamos construir o homom. E 
as atuais estruturas nllo bu1cnm con,trulr 
o homom. É ueceuárt-, uma mudnoQa. 
Do conceitos. Do formllçlío. Já afirmei, 
por divorens vozes, o reafirmo:- nilo acre­ 
dito no comunismo ou no cnpitn llsmo, 
corno soluções definitivas. Cada povo de­ 
ve procurnr o regime qu~ preencha às 
suns nE>ceRsidades. Um modelo próprio. 
Fora disto, fala sompro mnia alto oe ln­ 
tereses de olasses. Sempro martela em 
meu cérebro a frua precisamo■forta- 
lecer n clqsse média talvez, num futuro 
bem próximo, o mundo seja uma grande, 
uma único claesP. média. Utopia? Não 
aei. A marcha da história é inttxoró.vel. 
E a história marcha a serviço do povo. 
Voltaremos ao assunto, pois aqui apenas 
esboçamos algumas questões báshiaa da 
Polillca. (como a entendemo). 
POLÍTICA A NÍVEL REGIONAL 
Aproxima-se o dia 15 do novem­ 
bro "O Ola D" - e com ele u eleiçõu 
ao Sonsdo Federal, Câmara Federal o 
Assembléia Legislativa. São vários 011 can­ 
didatos da regillo, em plena campanha, do 
MOR o da .-RENA, qno 01tlio mMecondo 
n preferência do eleitorado do Sudoeste. 
E de suma lmport/lncla de9tacar trê11 fa­ 
tos que interfirirão, necessáriamente, nas 
próxima!'! eleições. Pela ordem: 2) O rom­ 
pimento do prefeito de Jardim com a 
maioria dos vereadoroa; 3) O deegute 
do prefeito de Bela Viela, dovido, prinel­ 
palmeute, às divergências '!atr11 às diver­ 
sus ala da Arena municipal; 1) A divi­ 
são nn. Arena estadual (grupo Levy Dlos, 
Pragelli e Pedro Pedrosaiao). Pedimos ao 
leitor que 2.companhe o nono r.acior.lnio 
-eslamoe analisando a politicn a nível 
regional. No tocante a Jardim, o atual 
prefeito Fernando de Freitas, do 3DB, 
rompeu com a maioria dos vereadores e 
até o presente momento niio conti:. com 
a simpatia da chamada "ala pelibista", 
bojo integrados no MDB o comandados 
pelo volho caciquo Carlos Medeiros, que, 
lógicamente, apoiará o ■eu filho Cario• 
Edy Sá do Medelro1. Este oandid•to, por 
sinal, eonseguiu penetrar em dlversat 
áreas. até mesmo da. Arena, nos mu:aicí­ 
pios de Bela Vilta, Porta Murtinh• e 
Bonito. Na cidade do Formose, ande o 
prefeito (Padre Roosvelt) é da Arena, e 
irmão de Carllnhós, a. sltuaQão flYtá "mui­ 
o confusu". Segundo um politico local, 
'a Administração Padre Boowvelt. está 
merecendo elogios até do Planalto, e 
panará. à hlstórJu de Bon!Lo. Somo, obri­ 
gados a apolar o seu lrm o, até memo 
por umu questão de roconhoclDento". 
Interpelado a respoJto 
du f i d o li d a d e p a r t I d A r I a, 
o cidadão afirmou: "Isso já era. O povo 
está enuudo do ARENA & MDH. El,te a­ 
no vai votnr oo enndld11to o nl!o no par­ 
tido'•. Sintomática estn situação, pois já 
10 antevê lnúmerll8 opiniões semelhantes 
O povo Irá votar no homam e não no 
partido. a "Cidade Caçula", º! prinel­ 
pala candidatos à Assembléia ão os se­ 
guintes: Carlos Edy Sá de 1edelro., con­ 
ta com o apoio da Ilia tradiclooal do 
MOB (oriundos do ex PTB.} umn parte do 
ala Jovem, quatro ou cinco vereadores 
do MOB o a força pollti.-:a rio veteraal) 
Curlos Medeiro,; Almir de Moura, ad vo­ 
gado àquldauanense, do grupo ortodoxo 
(Frgelli) e com penetração na al reno­ 
vadora da ARENA jnrdinense; Henrique 
Piros de Freitas, candlda to u re11!1>lção 
(irmão do prefeito municipal) o mais vo­ 
tado no último pleito, (em Jardim) con­ 
corrern dlretam,nlo com CnrloP Edy (se­ 
rão os mah, votado11); Paulo SaIJanha, 
atual prealdent .. da Auembléia Legisla­ 
tlv&, está recebendo apolo de um grupo 
forte (Escobar e Cla); Ely de Araújo 
Barbosa, conta com o apolo de Eraa.ndo 
M,utln, Barbosa e toda a sua equipe. 
Em Jardim, n.rrlaoamos um prognóstico: 
1) Oarln1 Edy Medeiroa; 2) Henrique Pi­ 
res de Freitaa ou Paulo Saldanhn; 3) Sal­ 
danha (ou Henrique): 4) Ely de A. Bar­ 
bosa e 5) Almir de Mom·a. O canrlldato 
de Maracajú, Arl Rigo, terá também boa 
votac,ão. Poderemo11 errar (a oolftlca é 
impreviaível) ma■, atualmente: pela or­ 
dom, ossa é a preferênc!a dos eleitores 
jardinonsea. No caso de Hela Vista. a 
situação ostá clara quase defloida. Vitó­ 
ria de Ely do Araújo Barbosa, seguido 
por Cario■Edy e Paulo Saldanha. A. bri- 
ga é pela diferença de votos. Acredita­ 
mos que o candidato arenisl:I. consegui- 
rã uma margem de 500 a 700 votos sobre 
o segundo colocat!o (Carlos Edy). Com re­ 
ferência ao atual prefeito, numa peaqui- 
81 que detuamos junto a classe A o B 
o resultado foi o eegainte. Todos concor­ 
dam quo a sua administração foi regu­ 
lar. Esperam a sua substituição no oró­ 
xlmo ano. Aoham que, na maioria das 
vêze1, ele pecou por "inflexibilidade". 
Até e momento, esse é o quadro político 
nas principais cidades do Sudoeste. Na 
próxima adic,ão. continuaremos com o 
artige Pelitioa Regional, analiund o a 
eampanba para deputada federal, o sena- 
do e traçaremos um perfil a respeito da 
atual adalniatração (políticamente falan­ 
do) Castro Piato. 
[zen=ansa11Ej 
' _,. 
Foram roubfos t- 
d 01 ocum l'l B do 
automóvI C-10- 77, co1a 
wguro total d proprlu­ 
d.d d Arai Moreira 
Mendes Gonçlves. Pu­ 
bllcnçllo qu s faz pura 
obt nç.o das 2.. via. 
Fazenda Margarida 
B I Vista -- !S 
f'omru roubado. os 
dueumeutos de Adiio do 
Sou.m; Carleira do Iden­ 
tidade, Curteir de MolCJ­ 
riatu, Tllulo d Ele!Lor, 
Carteira MIntstério do 
Trabnl!Jo ~ Cerlificlldo 
de Rc11c:>rvlsta. Publica­ 
cão que so faz para 
obtenção das 2.as vias 
Bela Vistn - S. 
Foi extra vi ado os 
documentos do nutomó­ 
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Pick Up • cor verdo Ano 
Fabricação • 74 Chassis 
° C14DBR0940BP NO 
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de Almeida l,follo. Publi­ 
cação que se faz para 
obtençúo da 2ª via. 
Cão Fila 
.. , 
.. 
Continuam desaparecidos 
uma cadela baia- brancas da 
raça Fila• Bra,ileiro, de I ano 
e 4 meses e um cachorro baio 
amarelo, de H rnese,, do Dr. 
José Atana1lo l'icto, desopare• 
cidos da Fazenda Az de Ouro• 
oo Km. 53 da Rodo,·ia Jardim 
llela Vista. 0obra-ee a J?ratifi­ 
caçiio: Dá-•e Cr$ 2.&0u,Otl a 
quemn entregar ou der notícia 
exata dos ditos càs, no e»cri­ 
tório de advocacia à Av. Du. 
'j
ue da C:uias n·o 788 ~m 
ardim, ou na Fazenda Ar de 
Ouro, ao km. 53. 
A cadela atende pelo no­ 
mr de llíoda, e o cachorro 
pelo nome de Sarnuca. 
OOCUME TO 
PERDIDO 
Sebastião Amado 
extraviou sua carteira 
de Identidade. 
Publicaqa:e qu• se 
faz para obtenção da 
9+ ia 
Bonito 
MS 
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RODUJOS: AG-RlCOLAS: Inseticida~; lFolidol, LAVC, Eodrex) Herbicida■; ITreflan, Baaagran II Soncor Tordon 
101 
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Inoculante 
SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO: (Colonizo, Jargui. Braquiária o Gordura) 
RAÇÃO CARGIL: (para Aves, Bovinos, Suiaos, e Eqüinos) Pulverizadcres JACTO Representante dos ADUBOS IPIRANGA Balanças AÇOREg 
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PASSARINHO CONDENA "DISTOR~Ao•• 
l', opí11iRo ,lo 'lfnorlN Jurhu Pnaurinlio 
que vem atuando como líder eventual da Arena 
nas aunias do líder efetivo, Eurico lezende, n 
oposiçlo "pintou um quadro" do brasil que o 
d,·lxa 110 fim do ,liu, ''<'Oflt'PL11lo dt q1111 r,1ta111og 
no mais infamr dos países existentes nn fere da 
lerra, totalente corrupta", Esns consideracórs 
Jo ,;e,'in.<lor paranse oram freitas ao levantnr-s on . 
tra acua0e« formuladas por senadores do MH 
JQ HOYtfllU, 
Assinnlonu o vice.líder overnista que din • 
riamente, a imprensa transmite para a lação, in 
elusve través d 'Vor do Brasil, pronuncia 
mrntos de oposicionista+ nos quais a rena reee. 
l,e O Onuii de ser "o u+tentáculo de uma reolu 
do apodrecida, com um governo_pto e, mais 
rlo ,
1
11<' iuo, 0111i1rn 11A l·orrupç,ln • 
y 
"17: o qur ouvimos ada da - 11ot<u:, 
1 
o 	JH tr1 a m c u 1 a r 	- 
11
p n r n cptr, r1epou, n Arrnu  ,l • 
bmcu voto, IIRS urnms. Como?" 
esse eu dsbafo, Passarinho referiu-r 
queixas do senador Direu Cardoso MDB.E5), 
ele. que há 111n «cerro do l111prcnFn crntrn o par• 
tido oposicionista. E complementou observando 
que c o m Arena n+o ocorre o m e s m o , 	m a 	' 
palavras de crlli,·11 rio ~1D11 ,i11 p11l,l,~·n,lu, 11•1<• • 
matirnmtnlc- rofll dr"tnqu<' r é n partido govr 
uittA quem rC'ct•he º" ônu!l tlr ,;rr o su5ll"ntúculo 
de umn re, nh1·Kn frnrnH1uln".  
Eurnnlrn o representante arnista que as 
nunifcstu-;üe~ cmcdchistn, nt·orrnm "no 1uonu·nto 
em qur a a;io e prepara para o procco_dc 
nherturn drmocrí,llrn. que vai ncbar co11J a leis 
de cxccçiio, rom • inclt~iliili,lu,ln l!<"rpl'tun 1111• 
cn,1,;ndo,i e, postrriormrnlc, <lc:u·rA 11np1onlnr 11 
plenitude dcmorrótic11·• 
Pnm cxcmplifir•r o tipo Jc •ti1u,lc _il, ''" 
posição, Pnunrinho cnndtnou um proru1ncu,men­ 
to do acnutlor Leit« Chave+, do MD par1acne 
rm que pediu a transcrição_no_anais _lo enado 
e.ln reportngcm rlt rcYistn 11me do~ l..iad~, _li· , ., 
nidoo, qno nfirnra exi11ircru "º UrnF>I 16 mrlho:• ; i< • • ,' 
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TRIBUNA DA F RONTEIRI ·11 e 
O 
ordena t 
O 
r i 
O de! M i n i s t é r i º 
O,u ,, I''''·' #{l,I li-•11 .'J,1/,rntllÍO li Assuntos Economicos 
vu w» ao Mo 2»1o Of CAE - N.: 00255 
Ê, P O l S 
Pedro Pedreira 
SEGUNDO 
Informações de pesson ligads à direção 
d Cnlxa Eeonomlea Federal. dentro em 
breve, Hclu Vista Ilerá 11graéllula uom 
um aéncla. Enviamos um repórter para 
•ntr11vt11tar o acinhor prefeito municipal, 
bus@ando maiores Informnçõe, mas, In­ 
f&ltznunte, ni1o o encontramos. 
rnf◄:mo 
A futurll ngõncln da Caixa Eoonomt- 
011 l?l'derul, será no prédio onde funclo­ 
no.va o Coicltô Paulo Suldnuba. Por en­ 
qutrnto, nlnda nüo apnrrceu "o pai da 
crlnuc,iu". Vnmos aguardar ... 
O VEREADOR NIVALDO DE 
13/RROS 
Em sun rlc'ivludlcoção às autoridades 
máximas ,1n lfopnbllcu, uo locnnte a 
normallzuçlo dn Prongro e créJlto para 
os luvoureiros, subiu na cotnção. Foi umu 
grando jogada rio Inteligente Nlvuldo. 
PUBLICAMOS 
A curta enviada pelo verenrlor ao 
Exrno Sr. Presidente da República o au­ 
toridades ligadas o setor. Aqui fica re­ 
gistrado O8 nOO SÍnCOTO Draben. A6- 
sim se trnbnlh.. A«sim se faz Política... 
GOSTARÍAMOS 
De saber quem 6 o rei;ponsável pel!l 
TV Morena em nossa região. Esse negó­ 
cio de televisão esln se tornando umn 
piada ... uma grande piada ... mas nloguem 
eatl achando raça.. • 
MUD,'NCA 
Radicais Rerllo impostas no próximo 
ano nos postos de chefia em Bela Vtsta. 
Multa cabeça vai rolar ... É rato por de­ 
mais conhecido que o nosso Governador, 
Harry Amorim Costa. é um técnico ... os 
que dependem da Poltlicn pura manter o 
cargo ... vüo rebolar ... ah se vão ... 
E O FOTÓGRAFO 
Da Tribuna. que cobriu o nnlvM~á­ 
rio do senhor Tibi deve 'lstar querendo 
aumento. Arlvlnhem por que? basta ana­ 
lisar as rotos ... 
FOMOS 
Intormlldos que o gerente elo Brades­ 
co. Sr. Santana, deixará Bel Vista. no 
próxima ano. SCI isso acontecer será mul­ 
to triste, pois o Santana colaborou eco­ 
labora para dinamizar o coméreio e a 
indústria belvistense. Bela Vlsia ingres­ 
sou em nova fase com n instalação do 
Bradesco. (Não tô queren
1lo empréstimo 
niio, é puramente dar valnr n quem me­ 
rece) Esse elogio é ext~usivo ao sub 
gerente e tortos º" funcionários subalter­ 
nos ... tudo gente boa ... 
E A POLITICA? 
Vai bem, sim senhor. Os prováveis 
candidatos à Che(la do Executivo não se 
m11niíesh1ram ... tudo é silêncio ... agora, o 
Povão gost<>u à beça ... 
PARA MEDITAR 
"Voce veste-ee em branco, calça em 
branco, brilha em branco. mas acontece 
que a sua existência na 'ij'erra paE>sou 
igualmente em hranco". 
Bru!lfa, 12 de Setembro de 1078 
Exmo. r. JoF SIO'.lµllclo dt Co t 
M. D. PreHldento da C/lmara Munlulo&l 
de Bela VI»sta/MI 
Prezado Senhor 
Por recomcndaç!ir, {li) Sr. Mtnlalro 
o em aten,;llo à "Exposicão de Moll.vo!l" 
de. que trata eu oficio de 29 8 78, tenho 
a informar que após contato mnntldo 
com a Diretoria do Bnuco do Brusil S/ A 
foi mont11do osquema eepeclal de atendi­ 
mento nos ogropeeuarteta11 de■a região. 
:satm é que, conforme lofor111ações 
que uos foram prestadas pelo Gerente de 
Operações do rerertdo Banco, eerão e­ 
xa mlnndos todc,s os ca11c,s, com dispo,!• 
çll'.o de se conceder prazos super!ore1 
uos previstos nu Carla Circalar nº 373 
do 1:Janco Ceutral, e realmeut" compali­ 
vele com 11 cnpactdade de pagamontoe 1 
lnt11reseados. 
Nu que se rerero 110 Prongro tam­ 
bém, tomamos providência!! para quo 011 
Indenizações rojnm processadas o mais 
rápido poasivel, ante a gravidade do si­ 
tuação em que S1'1 encontram 011 ruralto­ 
tas dessa comuna. 
Se, umn vez ;>uslas em prática as 
medidas de que damos noticia não sur­ 
tirem os desejudos efeitos, encareço nos 
sejam da:lns pormenorizadas Informações 
para que possamos octonnr novos dlspo­ 
eltivos de ajuda. 
Ao lntelrn dispor de V. Sa., apro­ 
senta 
Cordiais Saudações 
Alcyone de Souza Bernnrdee 
A11seseor de Crédito Rural 
da Saúde 
ne pro. 
muito bem 
hororm pú- 
DEPUTADO 
l 
~•·pulado c1todual em ,Ju .. ,~~islruur .. : 1971-1 
197.~. eleito rom 7 .-IOS v,,to• [7o lugar). 1975-19il 
clc,to cum 18.022 vo101 (l.o l11gorl 
2 Ocupo as seguintes posiçõcs a Assembléia 
Legislativa 2. 1 l'rcsidt"ncia da Comissão de Cons­ 
titui~àu e Justiço; 2. 2 Prcsidêncic da Comis,üo 
de Hedação Final; 2. 3 Representou a Assembléis 
em vários congressos de assembléias interpala­ 
n__u·ntu_rl'F- rs.taclun1s; 2. 4 Fez parte da Comiuài, 
bpecrnl <lc E>tudo, do Di,·i,ilo Territorial de 
Maio Grosso. 
3 Sempre bn1olhou pela• cau,n,; 3. 1 Criação d~ 
Estudo do Mato Grosso do Sul: 3.2 Assistência 
aos municípios, 3.3 Apoio à educação (mais esco­ 
las) +aúde (mis unidades sanitárias), implantação 
de ro<lovrn~; itstema <le água e 11aneamcnto nas 
pequenas cidades; energia elétrica urbana e rural; 
3. 4 Amparo ao funcionalismo estadual, sobretudo 
ª"' p_rof~>Pore,; 3.5 'iolidoried,de à, reiYindicoções 
,los '.'".'hcato, _do• Comerciários /Con::po Grande) 
13nnca~1os (reajuste, ,oloriois no Boneo do Bra■il) 
Motoristas (Campo Grande), a criação de entida. 
ddes sindicais (garções e empregados de hotéis 
e _rcHnurnnt~s cm Cnmpo Grande) e sindicatos ru. 
ras patronais e de trabalhadores rurais. 
4 E Cidadão Honorário ele 16 municípios Sul 
mntogrossenscs_. por relevantes 6Crviços prcuados 
às ·«na comunidade« 
5 Pela ma otiYidode parlamentar é considerodo 
como um elos deputados mai, atunntca d l t 
Aucmbléia Lcgirlath·a sendo conhecido ªco:i:ª 
~oepu1ado.Oprrário" 
0 
6 É candidato a deputado federal pela legenda 
Arena - n. 202 
l. Pela Justiça Soclol no• campo, e nu cidad . 
2. Por un apoio mais decidido à Acricnlturo ;•~ 
Pc:cuann; 
3. Pela .m~lhor distribuição du renda nacional 
aos brasileiro; 
4. Por um mnior apoio finnnc-ciro d Governo 
RUBEN FIGUEIRÓ 
Superintend'neia de Cumpunhas 
de 811údt Yúbllc , Diretori Re­ 
tonal d Superintenáénsl. MT 
Di»trito, de Campo Grande d =CAM 
OF SUCAM ET/N" 1.082/78 
C. Grande, Em 19 de Set. de 78 
Do: Slinhor Chef do OI trito de 
C. Grande dn CAM 
Ao: Senhor Pref ilo do 1'unlcí- 
pio de Bela VI»t 
Assunto: Com11ulcncil.!l (faz) 
S nhor Prerelto 
Atrnvél' do presente, lenmoK 
110 conbecimPnto de V.s~. o, re­ 
aultndoa obtidos durante tl n• 11- 
za(:iio dos trabl!Jbcs d'.l V ctoa. 
VACINACAO CONTRA A FHBRE A.1AHKLA 
MUilCf PIO DE HELA VJSTA -------------- ..;:;.;;;.;..; __ ....,.. ,.... _ 
.o do 
OHDEM LOCAL!OADES 
çl.o Anti Amaríll 
gr ultta '.tu 1 ·!pi<>, 
di.rli;yido pelo Jflatr 
l>lico. 
Nesta oportunidade, quvre 
mos agrndecer toda col.boraçi4o 
e apolo pr 'ludo por '✓.S
11
• pur 
oeaeílo da e. ecuçll.o do11 no •oi 
trnb lho. no mesmo tempo ar, 
qu nprnv •ttamo11 do oportunld 
d par» apresenti.r s nossas, 
Cordiais Saudações 
Dr. Edyr Pedro«o Dubla 
Chore ~o Dtslrtto rte Campo 
Oranrl d 1 8 CAM. 
IJATA 
TOTAL 
V AClN. 
OI 
02 
03 
OI 
05 
06 
07 
08 
09 
'º li 
12 
l3 
1-1 
15 
Cidade 
Vila 'o ,a • Ett. Arte, e O li alo 
Buirro Ant. Jooo-E,c. Jarba• Pounrinho 
Bairro 'har6n - E-c. II Grau Joaquito 
Murtnho. 
E,c. CoHa Htuua 
E,c. Nur.ca-Te-Vi 
Ee. erradinho 
E,c. da Concha 
o Agua Do· Esc. S. Garaldo 
Ee. Bento Gonçalves 
Esc. Cnb,-ceira Alia 
E,r. Da111a Cuê 
E,c. Pedregal 
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2.5108/78 
2610817B 
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'n/03178 
27/08/78 
28/00/78 
28/08/78 
29/08178 
29/08/78 
30108/iB 
30/08/78 
.11/08178 
31/08/78 
31/08/i8 
6,216 
1.381. 
77[ 
386 
21 
582 
325 
ZZ'l 
5<li 
·UH 
125 
221 
337 
76 
43 
ARENA 
TOTAL......... 	11691 ____ _,_ 	,._;....; __ 
Pro::ran,ado: 15.568 
Alcançado: 11.691 
% 75,JJ 
FEDERAL 
N.o 202 
Câmara é· 
Noticia 
Culabá, 20 de Agosto 
de 1978. 
Senhor Secretário: 
Apraz-me acu11ar o 
:ecehlll!ento do Orícív 
n
2 
110/78. CM. datado rle 
16 do corrente, com a 
qual V.S'I, comunlcou-roe 
haver sido aprovado o 
requerimento do Verea• 
dor Nivaldo de Barros 
formulando-me congrnlu· 
lações pela posse no 
h.::.nroso cargo de Gover· 
nadar do Estado de 
Mato GrMso. 
Sensibilizado apre 
sento aos nobres edís, e 
de um modo e,pecJal no 
Vereador Nivaldo de 
Barros, os melhores a· 
gradeeimentos pelo aten· 
cioso gesto, renovando· 
lhes protestos de estirul 
e_ distinguida considera· 
çoes. 
Cáuio Leite de Barros 
Governador do Estudo 
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