I 
F 
,., 
A 
EIIIO RESPONSÁVEL TVT.o pi [ir 15 n 
- 
 
Hojl', às 19 boms, na P r & ç o 1 
Custro Alves, ,;erú renlizarto o grande 
comício da Caravana da Vitória, coma­ 
dacln JJ-lo l'X-Governndor e atual líder 
conteste dos mutogrossenses Pedro 
Pedrosian, O Pedro do Povo. O candi 
dato nrenista, que reúue grundt>s po,si­ 
bllldades de ser o mais votudo no pleito 
de novemb1 o, vem a Bela Vista tranR­ 
mith a su.._ memmgem aemocr[ tica e 
patriótiu. 
CARAVANA 
Junto com o candidato arcnlsla 
ao Senado, estarão o Deputt1do Federal 
Ubuldo Barem, c1:ndld:1to ü reeleição; o 
prefeito de Campo Grande, Mnrcelo ,li­ 
e diversos candidatos à Assembléia 
Constituinte. O comício será prestigiado 
p,1r inúmeros vereadores e políticos de 
reah:e ::u comunidade belavistense. Fa­ 
lará tumbém dO povo de Bela Vlstu, hly 
de Araujo Barbosu, o candidttlo d o 
Sudoeste. 
j 
' 
-. 	.... _, __ . ( 
UBALDO BARt:..M 
Cbegarú hoje u □o!:'sa cidade, o 
Senador ltulivio Coelb". da 
za de carllter e coerência de propó,;itos, 
é um dos grandes batalbadores pelas 
causas matogrossetses. V«ce podera 
ouvi-lo, boje, às 19 hs., na. Praça C11st1 o 
Alves, onde realizar-se á o comício pró 
canõidaturu Pedro Pedrossian • Uba ld-::> 
Bai·em e Ely de Areujo Barbosa. 
" A tradição do direito 
brasileiro l!Onsagra as liberdades 
cívicas, liberdade de expressão 
e l!ODfH'4uentemente, a liberdacll' 
de imprensa. Assim, a nossa tra 
dlçã.o jurídlcg é a llberJade rle 
imprensa. Repito: A liberdade é 
u regra, 11 cr>nsuro é E>xces~ão. 
So eleito mauterei n11 ~aranllaR 
constitucionais, inclui;tve, a da 
llberd11ile de imprensa ( General 
João Batista Figueiredo, 15/G/78). 
A série de rtigos publicados 
em u THIBU A DA FRONTEil{r 
denominados A uceso de 
Castro Pir.to, não vise atingir a 
uutoriclude 110 prnfl'1lo nonwndo 
ele Rela Vista, r. muito rnenc,s, 
ofeder à suo pessoa. Mais umu 
vez r,•petlmo,, oilo somos contra 
11 sua :.:ut
1,ridade. ,;omos contra 
a sua política, e nisto não val 
ofensa ou desacato. A seiva da 
imprensa l1011est11 é a v, rdadP, 
~ a vrrdacl • nfio admite mei
0s 
lermos. o seu contrário é a men­ 
tira. Nosso ação visa oferecer 
subsirlios ao futuro Govern ,dor 
de Mato (,rosso do Sul. Harrv 
Amorim Costa, pois a classe pÔ­ 
lltica de Belu V1s:a, em 1-ua 
grande maioria, já cnmenta o 
problemu sucessório. Prov,1 ca 
boi desta n:.serliva foi a publi. 
cac;ão de vàrios nomes • todos 
de prssoas hunrado~- que niio 
desmentiram e nem confirmaram 
os seus interesses no cargo to­ 
dos em comp>1sso de espera. 
Nos,;o jornal que completará. oi­ 
to unos em Fevereiro próximo, 1 
nunca e;;ti-,ve contra os rPais in­ 
teresses rio município. Po1· oca­ 
Fião dfl administração CloYis 
ilarcelino de Oliveira, lambem 
publicamos cliversos urtigos a nn­ 
lisaodo os seus provóvei. Fuces· 
:;ores. ~·a época os nomes de 
Elias Barbosa, Sidney Mascaren­ 
llas e Ruben de Castro Pinto 
(médico) mereceram comentários 
rle nossos art1Cul1stus político~. 
principalrr.e>nte <le Jota ,Joia (,Jo­ 
sé Joaquim Ferreira Soul0 }, que 
culminaram com a escolha do 
aluai prefeitl'. ];:stá havendo um 
parlicipante d!l C1traV11iH• da grande mal entendido, não so- 
mos a favor da " derrubadu" do 
Vitória. llalivl0 Coelho que vem 5l' des-1 senhor prefeitc municipMI. somoia 
a favor do debate livre no cum­ 
tacundo an :31c1nado Federal pela nobre- po politico para escolher o seu 
Precisamos d e tr 
nioç 1. pr.r, trnlnllwr 110 
)vprtamenta de cor­ 
posição do Jora. es­ 
mo na fase de aprendi- 
7agem, pagaremos bom 
salário. Procurar Dona 
Estela 
Senador ltalivio G oelho 
s u e R s o r. e o G o v e r. 
nad or Hr r y A m o r I m 
Costa e a cl,lH1'>' nolitJc.1 de flrl:1 
Vii;ta, conrordurem cnrr. o coo­ 
linuidnrle do atual prefeito. acei. 
taremos tal atllucl , pois repre­ 
sentará o consenso O debate do 
problema de t.>leiçõr>i; livres na 
f,lixu de fronteira, vem m<'recPn­ 
du ntPnçiío dP diveriao11 !'enado. 
res (inclusive d+ ARENA) e não 
vai nisto qualquer ação subver­ 
siva. Só enxerga subversão onde 
existe busca de diálogo e eo 
democrática. a::: mentes doentias 
e sedentas de vingança. O ódio 
não Je,·a a nada, a n:io Fer uo 
embrutecimPntr, ria nlnw l' a 
derroc:tcla da libPrdadn. O RP­ 
nhor pri:!ft:!ilo nr,mP:1clo dt> 13t>la 
Vista, e quando falamos nomea­ 
do. não é rlPsrnerecr>ndo n sua 
posição ou o seu cargo, é sim­ 
plesmente o espelho da verdade. 
Coma dizer que o senhor prefei­ 
to foi eleito pelo povo quando 
não n fol? Isto ,:eria :lr>ntira Se­ 
ri» deturpar os fatos. Todo jor­ 
n,d está rnjf'lto a erros de in­ 
tcprPt ,ção e qur.ndo iah ocon­ 
tece franquia unas páginas par 
o OPCE'R!'áric P!'cl,trt>clmPnlo. Sem 
pressões, Sem ofensns. Sem re­ 
taliacõ +s. Tomamos conhecimen­ 
to de várias medidas do senhor 
pr<>feito n0mPado de llP!J. Vist11. 
GPnnal m nubPn ,!h<>rlo de 
Cai-Iro Pint<•. 'isanrlo nrocessar 
o no=s0 jornul e enquadrar o 
seu Editor na Lei de Segu:-ança 
Nnciooal. 
Não vamos coií1entar tais 
utit:tde~. o mr,rnentv não é propí­ 
cio, mas uma coisa fica bem deii­ 
nicla: ·a.dr. tememos. pois esta­ 
;nos cr,m n verdade. Comunicare­ 
mos o fato :i. Associação Brasileira 
dl' Impren,a (,?,I), ao Sindic·uI0 
dos Jorn,:li,;ta~ Profissionnis do 
E~t•1do de :l'ilo Gros.o e entrr>­ 
garem ,s o caso uos nos. os ad­ 
vogados Dr. Pedro ,José Pal:nieri 
e Dr. :--ergio Roberto Perondi. O 
nosso dever, a no:;s;,: mi•. ilo. 
continuurá, pois a Imprensa é o 
quarto poder das Democruciãi:: 
e o seu pap<>I r.uma sociPdade 
civilizda merece o respPito e a 
admir,1çüo d'3 t dos os homens 
livre . 
vá ouvir Pedro 
A. Barbosa e 
Vitória 
edrossian, Ely 
a caravana da

Tribuna da Fronteira 
------- ------- --- --- 
-------- 
DAOOti !!JOOílAFICOS 1 
de Neimar de Barros 
E_stado 
Seu 
de 
Natural ti,·: Cnrumh(t, latv 
Gros+o 
Idade; 35 anos 
E•tndo Civil: rnrndo, p<,!· 
rnin,lo lri's filho,, 
Cunvcni,lo h{t •ri• (6) nno• 
Ex.produtor de programas de 
·Rdio e 'Televi»no", 
'ua c'nrereio e opção pelo 
C.rt-io ft:r.num .:om qu,• P)P n• 
bandone todas «uns tivila 
de» profissionais, ledinlo.se, 
em tempo integral, à evangeli­ 
zução, 
Tendo pn,·orritln i:rnndt: 
extc11•11•1 tln tnrit/orio hrn,ilt'i­ 
ro, nproximrulnmeuro, ~ciMc«•n .. 
tas (6/)) cidades, pronutciando 
palestras para jovens e adultos 
pode·x afirmnr que já falou, 
no Vl'O, pnra mais ,lt: Hm 
millu1o le pesons, 
Escreveu, até, hoje os se. 
!(uinle! livros. 
Sorrindo, Deus Negro. Pro­ 
fo,·i•tB de um 1·x-nIru, O ,lin de 
ftllt morre, O livro proihidn, 
,p6,1n1os comnrlo,, J&sim 
vohun,os do inferno e Perc• 
rino maldito. E produtor, 
indn, de diversas peças teatrais 
e fitas "cassete", 
Suns obro, FC prnjetorom 
lnmbém no ttxlcri<>r do Brn· 
Pil onde vftrios lnnçomc11101 
+e verificaram, 
Mais lurdc, up6• mo 
desão total ao Cristo. prti­ 
•·1pou dn con•tlluiçào da 
JI.E.A.C. (furulnçào de mi••io, 
rios para evangelização e 
11111111oç,io de comunidade), 
roro ,cde em Cnmpos do Jor. 
dao-Sno Pnulo, <ln 'I u o 1 
é membro nlunntc 
te que recebeu, de início, a 
as»essori de Dom Lucas Ma. 
reiro Nc,·c• Bispo Auxiliar 
,lc São !'nulo e Assitent 
Nacionnl do M.F.C., noqucln 
(•pocn, en11111lme111c, Vicc-prc- ,...~...,,......,,.--,,---,,,.....,.,...,.---------~I 
idente do Pontiffio onslho, oi«o 	ui 
pnro o~. l,•if::OF, em Homu. t~ "l 
Sintetizou rua vida 
muro @nica troe: [ia Tb1 d, F, t- 
•·Eu Temo Fuzcr dn ~linha f rI una a ron eira 
Vida 21 horas de coerência [} 
cristA." 
Mato Grosso do Sul . , . 
iro an1versar10 
A 11 deste mês, trnnscorren o 
primeiro nnlvPr~úrlo tln runrlnçAo do 
tr.11111 novo E9lndo dn Fedrraçi1o • Mato 
Grorno do Sul. 
A Imprensa de Mnato Grosso regis­ 
trou efeméride de mnni:!ra sem o rr­ 
lPvo e COTJJPnlMlo que a lrnportnncla da 
mPlltc•n ncnlentado por mntogron:enPes 
rle~rll' mullofl Anotl, estava n merecer. 
Plnalm,rnte, urn fato quo puflsou o hlst(l­ 
rla rumo a vitória de um povo na sua 
luta porn (J dei:;envolvlmento. 
Norte e Sul. gonbnram com n 01- 
vls!lc,. 
Parn aqueles que não puderam 
nslstlr pessnn]mente, o to nblxo no­ 
ticia rio que conteceu em rusilla: 
A orortunlrlarle chegárn. O histó­ 
rloo rlla 11 de Outuhro de 1977 lrouxern 
consigo uma euforia extensiva a todos 
"ª matogrossenses pelo evento riu DlviPüo 
cuja Lei Complernflnlnr Bfitilnarln nr>ssr rHa, 
como esperada. causou Imensn satisfa­ 
ção no povo db nossn terra. multo bem 
representado por mais do mil cidadãos 
que foram n Brn11ilia e superlotaram o 
slão de recepção do Pancio do Plana. 
to pnrn assf Ptlrem o Exmo. Sr. Pre:1lden­ 
te :la República apor PUll assinatura à 
Lei dP tnmnnhn magnitude. e. dentre 
eles. pa.rlnmentnres <:ln nossa representa­ 
ção no Congre!l!!O e Assembléia, Prefei­ 
tos, Vereadores, muitos pollticos, 1:1enhv- 
Estará em Bel+ Visa 
no din 8 de novembro • o 
cuohccido 'eimnr ele f:nrros. 
Dará uma palestra com o 
tema· "~linho con,·crFio dian­ 
te do mundo,. ará às 2() hs• 
no Gremio Pedro Hufino. 
Todos estão coll·ldndos. 
l entrada 6 frnncn e só sc.-n 
permitida a presença de 
motores de l ancs. 
Dcnais 
smtANÁRIO 
(20/2/72) 
l• U N D , Ç , O I vnldo Pereira 
Admini.irnçio Rc,bcão e lmprc~sào Hun 
Du11ue de Caxin, ,,,. Bela Vista MS. Cx. P. 20: 
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~lnria E,tcla V Pereira 
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hnldo l:',·rcira 
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Hélio Gu«les Corrê, 
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Bela Vista...... ·-··· CrS 250,IJO 
Municipios CrS 300,00 
Observação Os llrti:,:os publicod,,, com 
n.ss11rnluras dos nutor·e~ não trnduzcm nc .. 
ccsr,;árinmentc n opini:1o e pensamento do 
J?rnnl. Sua public11çilo obedece oos prop6- 
sitos dos debates dos problemas municipnis 
e de reflcttr os ,.ltvcrsa!i tendência:, <lo 
pensamento universal. 
..E; 
ra e turnbém paisanos entuolasmadoR 
que souberam todoR, a!)landlrem com 
+alvas de palmas a pessoa inconfundível 
do Sr. Presidente da Republica, 110 en· 
trar no salão. 
A solenl1l~de foi imponente, com 
a presença dos Srs. ex-Governadores 
Dr. Aroaldo Estavam rle Figueiredo, Pe­ 
dro PedrosslHo, ,Jot!é ~L Fontanillus 
Frngelll e o atual, Dr. José Garcia Neto. 
Para quem "desejava" saber como 
Ara folio o ceremonlal em ocasfõeb 
como essa, veriam que ali estnvum ocu­ 
pnndo seuR l;;gareR udrede destinados, 
as muls nllas autoridades do Palf;: Ml­ 
nlstroR, Parlftmentnres do Congresso 
Nacional, Deputados ef'ladualR e muitos 
ma togro!'senses Ilustres especialmente 
convidados. Dentre esBPf'. etituva o r. 
Dr. Pulo Coelho Machado, ex.secretório 
rle Agricultura, que ofertara uo Sr. Pre­ 
sldente, um curião de ouro, nele assina­ 
lado o fato hltórico da crlaçllo dn Esta­ 
do de Mato Groi;so do ui; o Sr. Dr. 
a r e e l o M ir a n d a, Prefeito 
Municipal de Campo Granrle, que ofere• 
ceu a caneta pnr» n asPlnatura da lei 
pelo Sr. Presidente. Et1sa canetn, rol c!e­ 
volvida logo após a asr:lnotura de tão 
transoendeola documento, para consti­ 
tuir a primeira peça do futuro Museu 
Hltórlco de lftl to Grosso do ui. 
Logo após a assinatura, prolonga­ 
da salva de palmas ecoou no rnlão, 
como sincero ngrudeclmeoto dos mato. 
groaseusc-s. tanto do Sul ~om~ do Norte, 
ao sr. PrEsidente rla RPpublll:u, pci11 no­ 
tava-se 119 s fisio11omius dos presen­ 
tes aquela alegria que sempre sube 
traduzir o contPntamento geral numa 
ocaslilo corno esrn e também pela vitó­ 
ria conqufslada upós longos anos de 
in~lsteate campanha que resultou pcEltl­ 
va. 
Houve npPnas dois dlsPursos: o do 
Sr. Ministro do Interior, Rangel Rels 
que traçou em linhas gerais o programa 
do C,overno i-obre a redlví,ilo territorial 
do Pais, a ·criação de novas uuldadt>s 
federativas e a ocupação dos vuzlo 
territoriais dos Pís. O Sr. Pr-:sldente. 
em Improviso, aduziu algumas pa)avrn11 
à fala do Sr .. ~llnlstro, sobre dl'ersos 
set•>res, para a cubar dizendo: Que só 
poderá, com a ajudu dos governadores, 
dos legisladores A do povo, conseguir os 
melo • de const :·ulr e consolldnr a gran­ 
deza da Pátria. 
Realmente, e Sr. Preeldente Geisel tem 
uma personali<lade forte e seu pensamento 
etá volta d o únicamente uo modo de 
deRenvolver, ede grande Pais, por luo 
merPce o apoio Incondicional de todo 
brasileiro que tenha boa forma.,:ão moral 
e acendrado amor no Brattll. 
Jta Jota 
PIO 
PARA DEPUTADO 
Agapito 
1227 
Rua Barão 
8ELA 
ESTADUAL 
de Paula 
~ rnJ rm 
Boeira 
1227 
TRABALHO INTEGR IDADE EXPERIÊNCIA 
1 
Beneficiamento de arroz - compra e venda de 
cereais • qualidade - eficiência - atendemos toda a 
região. 
do Ladário Caixa Postal 25 
VISTA - MA TO GROSSO 
{ 
' 
1 
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de Sergio L. Zanardo 
Negócio 
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------- 
1

ela "Isa ! Num 	ta Pro»teta 
/ PE!:>IDO 
PARO DEP. ESTADUDL 
CQRLOS 
MEDEIROS 
"Liberrtade - Justiça - Paz" 
N·o 
1213 
M 
D 
Atividades Exerci­ 
das 
[-Sueltio do listo de Se e li­ 
til te aiele [1953-1%8.1) t1mor te l.s­ 
lita de Maio Grosso - Ocleoado Reoional de 
{nsino - ~dvooado l,lililante no {slado. 
h 	o w 
_J 
A PEDIDO 
·I 
I 
•I. 
PARA DEPUTADO FEDERAL 
Advogado, aquidauancnsc, casado com dona Ncidc Espíndola Dias, tem 3 filhos. 
De 1963 a 1966 idealizou e construiu o Ginásio de Esportes da UCE. 
De 1967 a 1970 idealizou e foi o responsável pela construção do Estádio "Pedro Pedrossian" 
(Morcnão). 
De 1971 a 1972, Deputado Estadual (o mais votado cm Campo Grande), Presidente da Comis­ 
são de Constituição e Justiça, representando a Assembléia Legislativa cm vários eventos. 
.  De 1973 a 1976, prefeito de Campo Grande: 
Nmllz.ou ampl.Ji rdonna admlnlstntha na PTtrdlura. 
, 
Criou o l'ROJf:TO SAl.'E (era de 20 mil triunas atendidas n 
kede Muni ipal de Enino nos tores ndico odontológico, alimen­ 
taçj,o, vatu.ário, calçados, material didático, recrio t esportes), 
ConseruJu o Mini-Anti Rodovlário, ('()fTI 32 qullõmrlros t ~ fab.u 
de trifzo. 
Quas, triplicou a pnlmtnl■çiio asrálllca da cldad<. 
Constru.Ju ■primrlra nulh..■de rktrltoçâo rural de Campo 
Grande c- abriu 300 quilômd.ros ~ rodo,las dc- produção. 
(Construiu mais colégios do que a soma dos que jai existiam na idade. 
Triplkou rrde de ipua e quadruplicou a de roos. 
Colocou 7.500 lum1n.ári.a..' de apor de mercurio, 
Pt.an1ou J 2 mil ánores cm aprna-5 1 ano. 
li 
JUNTOS lUTIJtE 
IV 
l/0 
B 
Dep. Valter de 
Castro 11° 103 
Dep. Federal 
PED!i1 
PO 1. O- G TE 
M 
D 
B 
Dep. Henrique P. 
de Freitas N. 1-028 
Dep. Estadual 
A PEDIDO 
ESCOLHERA! POR VOCE: 
) Presidente. Governador 
t! o SPna<lor íliônieo. 
AGOH.. É SUA ','Eí', VOTE NO 
MB 
P D P Estadual ara e ... 
REPTO 0O 
• 1205 
A PEDIDO 
#EPJTIM 
. , ... 
• ) 
1 
· : 
.. - ·1 
. ' 
l 
. · 1 
., 
:J 
Deuiado estadual em duas legislaturas: 1971.-1 
1975, eleito ,·om 7 .·108 votos [7o lugur). 1975-1979 
leito com 1022 votos (Lo lugar) 
2 Ocupou_a seguintes posições na Assembléin 
legislativa 2. I Presidência da Comis&ilo de Cons­ 
tiluição e Justiço; 2. 2 Presidência da Comi@Fào 
de Hedaçilo Final; 2. 3 Hcpreumtou na Asembli 
em vários congressos de assembléias interpala­ 
mentares estaduais; 2. -1 Fez parte d11 Comiuno 
E:epeciol de E.iudo• da Divuào Territorial de 
Mato Grosso, 
3 cmprc bntnlhou pelas causas; 3. 1 Criação do 
Estado do Mato Grosso do Sul; 3.2 Assistência 
nos municípios; 3, 3 Apoio à cduraçilo (rnuiF eeco• 
la) saúde (mais unidades •nnitárins); implantação 
de rodovias, sistemn de águn e snneomcnto nos 
pequenas cidJdcs; energia elétrica urbana e rural; 
3 4 Amparo no funcionalismo estndunl, wbrctudo 
os professores; 3.5 Solidariedade às reivindicações 
elos sindicato• do, Comerciários (Cnrr.po Grande) 
13anc:lrios (reajustes snlarinis no Dauco do Drn,il) 
Motorista, (Cnmpo Grnnde), a criação de entida­ 
dndcs sindicais (rnrções e empregados de hotéis 
e restaurantes e,;; Campo Grande) e sindicato■ru • 
rais patronais e de trabalhadores rurais. 
4 E Cidadão Honorário de I6 municípios Sul 
mntogrosscnscs, por relevantes 1icrviçoN prcilAdos 
à, sun, comunirln:les 
6 Pela sua atividade pnrlamcntur é considerado 
r.omo um dos deputados m,,;, atuantes dn ntual 
A,sembléio Lc .. irlativa ecndu conhecido como o 
uDcputndo-Opi!'rário" 
6 f: candidato a deputudo federal p'el11 legenda 
Arena • n. 2(12 
1. Pel11 Justiçll Social no• campos e nns cidades; 
. 2. Por uru apoio mais decidido à A::ricnhurn e a 
l
1
ccu6rio; 
3. Peln melhor distribuição da renda nacional 
aos brasileiro+; 
4. Por um maior apoio finunreiro d Governo 
Federal nos ilunicipios; 
5. l'rr eleições diretas cm todos os uiveis; 
6. l'cln extinção tios • atuais Partidos Políticos. 
7. Pela regularização efetiva do problemn fun­ 
cli6rio nn foixu dn fronleirn. 
Ruben Figueiró 
AR EN A N,o 202 
"a? 
% 
:;L_ ·--- 1/ 
-------------.,- 
Dcougue Vencedor === EGO 
de PAULO EUGENIO P. JACQUES 
Abate Duns Vezes ao Dia 
Ó t ! m o 
Higiene 
Atendimento 
Casa de Carne 
1' r a d ir. 1 o o a I d a F r o n t eira 
ANTONIO JOÃO MT do SUL 
.::..:..;~~.::__.:....;.::.:;:...::_ _ 	4,00 
A PEDIDO 
Para Assembleia 
ELfJij O LEGITiMO Heprnsgntanle do 
Ely de lraujo Barbosa 
I ,, 
e onstituinte 
Sudoeste 
Com Pedross,an 
Médico Humanitário Lutando pelo povo 
, 1 
/,

Rela VIta 
---- 	---------- - 
SE A IMPRENSA SE 
CALA 
, 
FALTARA QUEM 
VENHA DEF EH DER 
SOLUTl 
419 
HAO 
l
sodn cuda vez que vo­ 
Cd realiza alguma coiso. 
Iaso dá um senso de 
re1illzaçi10 que é mara- 
vilhoso. um negócio fan­ 
tãsllco. Ser govPrno tJl'íO 
Som n liberdnd dn impronsn est 6 um sistem de privilé­ 
llvr~ o r11rnnho pnrn " nrhltrlo. Pnrque ~lo pnrn vocr.. f::er gn­ 
ln quem drnyncin n prlP!i•1 t!Pgal. vernn é uma formo qun • 
Quem pyrtostn eon'r n torturn, Quem e de ecrnvido. ppln 
rPclnmr1 r.nntrn II lnvnt:íin rlo domicílio menos de servido, Isto ó, 
ou d o »grilo dn rrespondnin É n Pl'í n ter hnm. nfl o ln d trel­ 
el que cnbe n mi{lo de <ntineln do to nem n honrn poasonl; 
ldndio, nr n defen de todos os ens 6 no !Pr n rllrPito rln 
,11rellnH. Por lfltrn, H nrlmPlrn 1T1Pdl•
1
n rll' nmor orónrto: Á nlín tPr 
torloR nR r<>{!lm
0FI 11utorltl'lrlo1- totolltárloP tempo· dP ru(rlnr dos 
nu nlír,. é !lemprP o MlnbeleclmPnln elo filhOF. '(:: P~!I" tipo ele 
r.ensurn prl'lvla dos jornnis. Prn fn1.er rolrn. Quer rllzn. P umn 
l]eneinr rlnmneôs Pnrn [zer lnr (done!lo. Voeo entra trm- 
11ofrlmentos. P~rn sb11(11r grllM que ve- po,órlomPnlP no poder 
nbom rios càrrereR tnelementPR. e "ª rlPellrn no povo 
T11ntn mnl!l aunnrlo n ceni::J!'r. orP- (povn é urnn palnvr» 
via tem rlnl!l efeitos tmedlnfnQ: ndlxln f !lo perigosa d e s P r 
> llbrrrlnrle rlo clrl11elllo, no mesmo tm ysndna e Re presta n 
no que prime protestos contra o nchn- tnntn rnlstlflcncfin ... ), no 
t11mento dos nlárioRs, qe compnnhn de (q se chama de comu­ 
perto Ofl re{!lmeR nutnrltflrln!l. Niln Fel nlelndr.. ERRP puder dá 
bem se cusna ou efeitos dels, pois QIIP mnn 11enc;:::çl'ln de renll­ 
lnmbl'.-m nii.n f, nni:Aív~I o nrhntnmPnfo 7."Cáo marn-rílboi:a. E u 
dos sul'rios sem medidns coercitivns. tenho nojo da pessoa 
Que i:Prá umn srrnlPrlnrlP i:o>m fn,prPMn que diz QUl' ef'tá fazendo 
ou cnm a tmorPn"n q•.1e 116 r,Msfl rllzPr um F11críflcin: ou é um 
o que a nutoridnde venhn nermltlr? mentlrof:o ou é um 
Pnr lR!lO, já rllzl11 ,TPtrPr~on oue lrnpnslor ou nl'io sobe o 
onde n imprnsn 6 livre A torlo homPm que estA fozendo lã. 
~ capoz de ler. tnrlo eslf i:nlvo. Purn C11:-lo11 Lacerda 
Pie. n segurnnc11 elPnPnrlln n~11 Is eln llber- Depoimento 
rlnde qUA dns modidns de defesn: porque 
pra a llbPrclnrle que Jovnvn os govPrnOA 
a prnrmrnr untP!I n ner1111nçi10 no aue n 
nnsf:lvdRde rln obPcliencln 011 11 trlst<>zn 
rln suhmlf:fll'í11 E o'rn nrr11u•trllr há 0110 
enconlror Oi: melhn1•Pf> nrg-umpntoc e há. 
F:ohretudn. Q1Hl tPr rnzlio. , vitórin rlO!' 
no[lsmni:: P FIPmnre ilnsórln on. nelo m"­ 
noi-. efên,Pra. Af: cnmonnh11s clP ouhllr.l­ 
rl:dt>1 nneln velem Pffi fnre de nmn 
renalidade que s (desmint». Governnr 
com logans só terin i::Pnf!rlo num n>1ÍR n<> 
cegos ou de surdos, e de coros ao nio 
ccnh?cessem os segredos d Rrillo, 
Por i,rn srmprc nrhci que n mrlhnr ,lrfi 
niç:o cln ,lrmocrncin f- n '10<" n """~idert'I como o 
rrcime rln prnmu•in. ,ln lh"Tr rlrhrtr dn• <-nmpn .. 
nhns em CJUt" •e <l i f u n d m ilia« on r 
llrnil'lnm reformos. O que ncnbn ,bnrln n "it6rin 
à razão, enquanto os regimes ntoritáriox sião n­ 
que-lct' cm qe o erros reivindiem o pnpr-1 dn 
Verdade. quando e escondem com n forçn. Aonr.­ 
ln coi•I dn ((,buln: tenho direito porne m chn• 
mo l<"ilo. Ao pniifln nur o erro. que 11n trnnt1ínrmn 
em do(!mn nof. <litn,lurnl'. em foco dni;i rlcmocrnci11s 
que cuhh·nm o dcbotr livrr. r.i/i. rnjritn iqucln 
re(!rll nue n enbeclorin ,Ir. Lincoln já no hvia le. 
:;:nclo. ""ode-i;;r: ihulir torlo o Pº'"º por algum tem­ 
po e l)nrtc rlo Pº"º por todo o tempo, mni:: n5.n 
podr.i• il11dir toilo o nnvn por to,lo o tempo". 
O pnnornil'1n da democrAcin é Pcmprr: n!!l .. 
todo, cnmo nm occnno de on,lo" inqt1it'ln11. (""" 
ba,tp olhfi-ln nnrn ,rn,;, que h:í vi,ln nur. l,:í mo­ 
vimento, qut hú luta. Um nah e.em imprcnll11. ou 
com a impren•I nmnrdaçnda é um e•rctáculn 
mclanc6lico, com aquela pnz do• remitlirios. qu•: 
nte de ser pz é morte, refletida no silencio 
,lo!i túmulo11. 
Enganam ·se os que veem n agitação um 
ob,túculo no pro~rc,rn, qunn,lo verificamo• qu1· 
os pnhe!i que mais. crefi.cernm e ,ie fnrtnlec~rnm 
fornm o• nue !iwrnm cln lib~riln,le, npoincln nn 
imprensa livre, u grande forca de sua cxnnnsão, 
(•xpnnp;io. porqut• 11onhr.rnm contnr com n acão de 
governos o npoio de m lHl''º conscir.nti. 
zado dos grnndes destinos nacionais, 
São pises em qne d +dilo « cn«iler 
também orno, poi a «nl vqne o «e voto é 
decisivo prn n ++li·lo «los governante4, E,a ons­ 
cieneia dess nutridle lo povo que transmuda 
em rc•pont1i11hilirhulr. p:,r:l T'f":Unir !,!t)·rrnontt•e e 
ornados num nclo comum Às grande» vitórias 
,1e Att"nn!i cnntrn inimigos mis numerosos e n­ 
is fortes, foram sempre ntribuida« á participação 
,le fil~U po,·o "ª" hnt.alh:u
1 n q·ne cnmparedn. nin 
nara a cxccuc:üo ele umn ordem mas pra cnmprir 
um ,Jever que emanara ,le ,-i11a pr6prin dt"liberu­ 
çlo, firmada nos debates de praça pública. 
o 
,l 
O PODER "O L H E, 
ACREDlll 
O poder nüo é l!P.r· 
go de sacrificios. :o 
cr,ntrfJrlo, o po:ler untPR 
de tudn, é uma f0nte 
mura vllbosil de alegria. 
Porque cadn decepção 
que você tem no poder 
ou fora dele é comprn· 
G!SE 
PEDE 
U n í ão 
~ 
SE VOCE NIO , 
a 
O JornaJIRtn Ruy l P11oufl11. no nre· 
rácio rlo livro "Drpolmento". de Carlos 
LAce~rln. dlz que há dois tlpo!I de líde­ 
res: o falso líder, que é penas aquele 
QllP. cnptnnrlo na almo11fer11 política Ofl 
t/lnrlrnctai. prpr'lr.mlnAntel', s!mpleflmente 
ns ondon 11 cnloca·SP na crlstn dna on­ 
rln, não prn conduzir mns pnrn ser con. 
rluzlrln no R!'U 0bjetlvo: " llfi o vArcfa­ 
cfpfro lirler. qur e, rm !l[ntPFe, 1,ouPIP 
ouP, pP]n excAr,clnnnllrlAdP rle i.un lnrl­ 
riez. r!P RU!l RenPlbllieludr. elA i::un tntell­ 
ência, divisn untes dos outros o verda­ 
rlelro rumo :lo lnterPt:se dn colot1-,Jdndo 
r procuro conduzi-la para IA. Ell30 vPr­ 
rlarlelro lld,.r. jnmnts ,:e colora n11 crl•fa 
claR onrlns. mos quaAP !IPmprA é obrfgn­ 
rlo 11 enfrPntnr n onda. Em nn<1rn clrlllclP, 
l!to curente rlP lírlereF-. a clnFl'P pnllflcn 
encontra-se dlsfnncladn elo povo, r,rlncl­ 
pnlmentP por rulpa P ntitudes dos "pseu­ 
dos". NPcessárln vp f1>z. ri,. lmPrllato. • a 
com urgêncln, rirnrnovH um debrite llvr<' 
ondP. as Idéias :levam fluir nr, i,entlrln 
rlt' alcançar pn°1clonnmentos vl4vrls no 
momPnto político qe vivemos, Mão só 
na CO.mnrn M•inlcipAl rlPVl'I hnver ntívld&­ 
des polltlcns, IJ1<1F:, P r,rlr.loalmenfA, no?. 
DlretórioFI, onrle dPvPriio se forjar a 
clnsse politicn de 9manhã As jovens li­ 
derauças devem merecer por parte dos 
~(ID 
f 
l) Epicuri,mo. 
BOlETl)l DA ABI 
'nFceu Fpiruro não se Pnbe no crrto cr­ 
em ~llill•'8 ou no .ctica. Desde l•I ano$ dedicou Fc 
 
li filo•ofiu, ensinado por nu•ifnncs adepto ele 
1 
Dtmúcrito. Alimentava-se de pão e água, Foi de 
(• ni1n um hcptoico" qnr-m primeiro n(irmou ''que 
um homelD [H,dia I-er Íl'liz em meio do tormento ... 
O presidente Geisel. Seus adeptos tinham de npr•nder_ uma ,.,. 
, , 	pécie de credo que encerrava suas doutrins, so. 
)JPrt1! nos .:nnd1rl11to:; hrc as quais ele nilo orlm!tio dúvida-. Nad foi 
d Arena que f;(' mau ncrc<c1·ntncl') nem moc1ifica,lo. DuzcntOP. nno• rlc- 
teoba coescs par pois Lucrécio transformou sun fil1,,ofin em poesia. 
gnrnotir ll Yitórin rlfl Foram perdidas todns suns trezentos obru,. 
P
llrtirlo p 6 .• • O prnzer nflrmn • é o co111eço e O fim <ln 
. _ 11!18 r XIIDll.S 'idn nlwnçoocln 
ele1ç?PS. Nos tres pro· O único discípulo eminente de Epicuro é 
0 
nunclllrllf•ntos <JUe Yez em portn Lucrécio (99-55 ,CJ- 
nntn Cntnrlna. no .!ia f: muito admirndo pelos nl<'micistns, por ter 
Hl po. n pr1-slden1e Gei- ocre<centndo "º" átomos, de Demócrito, a qualida­ 
sel frisou a necesslrtade de. '
1
? }leso como fator pnnut!vo do mo,•imento 
- 	ator1o, 
rle unl!io, ao mFsmo tem- Em Astronomia foi um retr6::rodo, repelindo 
po que pedia votos pa- n e•f~nculadc dn T~rrn, de Pitágoras e de De-· 
ra O'< candirlatos ur~nls- m6cnto. 
tas. Os area!stas belavis- b De sua biologia conhecem-se sua- idéias, não 
tenses rlevenam ouvir os 
O 
·~r;:c :r••e J!C
rd
ido SUD obro - "Ili.tório Na- 
pronuncimontos d o turt. ,º uman,dndc". . 
~ 	n qut".it:!l •lo conhcctmento nht-ndonou Epi- 
presidente da Eepública curo o en-ualismo_meio realista e meio idealista 
e meditarem a respeito, de mócrito. ampliando o realismo das qualid. 
r,nls nqul muguPm •·nt1>n- <lcs rmnc_,s a todas as sensações. 
de ninj?uem em termo" Mnrnheto renh.ta elo prazer, de Ari•tip 
0 
de político hja vista """""};ççg yricimat±nu« inclui. "" 
• 	• 
1 
• J.;0 o pr • • materialista, com deuses ,] 
·tuna@ão do partido do m- com·tinidas por 4tomos p·iq65. ,",, "" 
G 
• d. • 1· 1 • " '"C'>• • em 
J'erno em Bela Vista. <"rito, l""" <•S em quatro ~rupo•. - 
O presidente do Dlretó- Enfim, doutrina, muito sem,•lhanteo n cstn 
rio fnll uma linaua. o ~º. cntunto foram '""'·ivatlas pdos fil6,ofo, fr . 
onh fax«' 'h' ce-e» e levadas a Inglaterra por Benth 'an 
s. nhor pre!eito nomeodo ucleptos e 111ravé~ tleles: • rnm e seus 
outra e os vereadore" O C,·istinnismo em f'ncnra,lu 
/d11 Arenn) vivem bus- mens ele rnuncirl tfio hostil como 
1ii:"· "'
st:
•. ho­ 
cando alternativns váli- rou •• reli::iü"s de sua época. pi curo enca­ 
das p!lra exercerem com fi . "º te'.npo ~n.,ex-p•n•ão de sua, idéias filo•6- 
rll
" ld 1 . f - ,c.i., " i:ucrrn Cl"l, .,.,m~letava D t•hr d d •. 
n n e 8f:SUl1S UOÇOee- çfio com '" 
1
,r~ten•··- p d. ª e e<tnu- 
1 
. 	' .. o t t: cr )(".:.ti,: •  • r 
sso devido, principal- Governo. F,,í durnntc .,,sa de,.rnda .:
0 
• m, un ao 
mente, à indiferençnu quo grego. que apareceram os li ;",,_ do povo 
suas reivindicações me. lógico; ou metafisico», poi- na }],2""j" onto­ 
recem por parte ãos g@o flg-66a ·p9 /gniio. • «rod.,""g; 
no
~SO" 1 	epnca , avnm n ' o•ofia um· f 1 • • • • • 
" - ma ores. t!e Citiuru 
O fez par 	.: " e çuo J>r:i11ca - Zcnào 
ra rca.µ,r e-outra a dr~cncrut,:ão, 
"velhos p0lí!lcoR" o rer,;pelto tl a nPces­ 
Qárla motivacilo pn"a despert_ar qunllda­ 
rlefl 
0 
vor.11çõP11. ~ó:i acreclltamo_s 1•rn 
nosM trabalno, cooslderamoR o 1oroal, 
em Bela Vlstfl. um 1•11mpo val!tfsslroo on­ 
de ns frl{>Jns o ns conceltofl dPvem me­ 
recr eRpnçO llímltnrlo. O jornRfümo 
mnelnnn já não e dedlcn npenas a fn. 
fnrmar. mas o ohjPtlvo principal e rJp. 
termlnnnte. f!, n deb11te. de onrle surgirá 
n síntese que Jvnrá n opinião. Quem 
nfio Rceita o rir bate. em alto nivel, sem 
of Pn~116 pesirnals, sem ódios ou precon­ 
cP!loi<, Fão pearnas quP. nllo merecem o 
nomr rle cldadilo~. i;1.lo meros e11pi>ctado­ 
rP" rl·1 marP d11 vida. O momento é ele 
obertur111<, de mrnteF e dP. Rl11trmas. não 
60 orlmlte a lntranRlgênc!a, o radlcnllsrno 
e R prPpofência. Esta:nos atingindo a 
normali:larle r!ernorrátlcn gradualmente, 
cnm 1<:P('Urnoca e eonillbrlo. sem t>Rpfrlto 
revanrhls11 e sem ódio. 
• , cnrla político, no sltunclío ou na 
npnPlcflo, r11! rlPIPgarla umn mll'são 11 
cumprir. um cargo a deRemprnhnr. dire­ 
ta on indiretamente, esta misso e este 
carg-o fornm arlqulrl<lofl grocns ao povo. 
FinnliznmoR com o pensamento de Carlos 
LRCPreln, QUP 1,nrviu de título a este nr­ 
tign: Se Vnre 
1
íío Acrnrlita No Que E:stã 
FnzenJo, é ~felhor Nã1 Fazer Nada'', 
ms Epicuro, para :acomodor•'-t: a ordem <ln:' coÍ'-:ic. 
Epikoúro• de SamoF. vi,.,u dt: 3 li n '270 • 
nnquelc, temp'ls de decradaçjo, 1Jcm6-tene• on 
c-:dlio, bebia como outro, cicuta, para escapar :10!' 
►icário~ de Antipatt"r e Aristóteles, morria e 
Chaleis, onde -e refugiara dois uno:; nntt:il. para 
r.:cnpur a enença de morte, que lht· :1r iroram oi 
Anteniens"s; Epicuro, por ua voz, retirou se para 
Sarno'- peri:t"guido por Antipatf"r. 
Lecionou em Celofo,,. Mytifcnn e lampsac'l • 
desde 306, em Atenas num Jardim que fez c~n•· 
trurr e onde ensinava à !lon1brn das àrvores e il 
beira do rio, "Aqui reside o prazer e o bem su 
premo . lrn•H' r,o frontão <lo Edificio 
Morr<:u libertando Fl!U~ t!"crn, ?R e legando. 
romo era_ cotume. seu jardim aos discípulos. 
. A filosofia de Epicuro. rcpro•luziu O Cllrattr 
rneln,dual ,. prático <la de S6crntc,. 
•. Muito terfarnos nin<la que fol,r ,!e iUJI 
f1los-ofia, ma~ não cabe o nbuso du no!.lsa pJtrte, da 
boa ,·ontade da Tribuna, assim por hoje encerra· 
mos estas pequenas notas, para voltarmos no pro 
:umo num,·ro deste Jornal com 
O 
_ 't:oplatoo1>n1o, 
Ptof. ST .1 PF 
!P'ARA IDlEPUT ADO 
ESTADUAL 
REELEJA 
Horado Cerzósimo 
JIREN4 
---·--J 
§.o· 1132 
= 
-

22-10-78 
T ü 
a nova 
a 
.a 
il 
!o, 
A agricultura só é forte quando é mecanizada. para a sua lavoura e a melhor fonna de se obter 
Mecanize sua lavoura com Massey Ferguson. o financiamento. 	..: i 
Do desmatamento à colheita, a maior e Aproveite o cn:dito que toda a rede bancária • a! 
mais completa linha de máquinas e ímplcmentos está lhe ofcrcc~ndo. 	,' 
agrícôlas do Brasil. 	Plante mais. • 	·, ·- 
Converse com o revendedor Massey Ferguson * .. , 
de sua região. 	Ma~se·y· -_Fe._ rgu. sondo Brasil S.A. , i ·' 
Estuôc com ele o equipamento mais adequado _ .. 	H- 
-- x : 3 ii.-sr-+ ._' ,1 
de 
0D 
21,73.7E35Age 
'' 
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3%; 
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MS 
Escritorios de Vendas: Antonio João, Caracol, Aral Moreira, Amambai lguatemi, Eldorado, 
e Mundo Novo 
'1, 
' '

22-10-74 
Rela Vl~ta - l18. TrIbuna du Frontelra 
___ ..;,.. _;.~-'---- 
A l'F<:DIDO 
PDRft DEPUT!DO ESTftDUftl 
A 
R 
A 
GEL @s +21 
Uma Forca Pelo Povo 
A PEDIDO 
" e »- o," .,,·.·.o 
: 	t ' 
e ·o . 
M 
ID) 
1m 
Cyrio f a leão ,. N.o 107 M111B 
~dvogado; Prolessor litulai da f acuidade de Direi­ 
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Residéncia: Av. Brasil 235G - Fone 383 
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r. M. t.s Santos 
dvo,ado 
[scrilório: Aveni~a Brnsil, 1946 - Ponla Porã MS 
Oração ao Divina 
Espírito Santa 
Espírito Santo você que 
me escJ,,re.:e tudo que ilumi. 
na todos os caminho+ pata que 
eu atinja o lllt"ll ideal, você qg 
1111
, d.í o dom ,liviuo de ll,r. 
doar e esquecer o mal que me. 
fazem, e que todos os ins, 
tnntt'S de minha vida está e. 
migo tu quero neste curto dij. 
logo, agradecer-lhe por tudo« 
confirmar ais uma vez, que 
eu nunca quero me rpart 
de você por maior que seja a 
ilusão material nlo verá o rní· 
nirno da vonl.lldc que &Ínlo 
de um din esl.llr com vori e 
todos os meus irmuo1 nu glória 
Perpétna. Obrigada mais um 
vez (a pessoa deverá fazer e+t, 
oração 3 dias seguidos sem 
(uzer o pedido, Uentro de ~ 
dins será alcançaria a graça, 
por mais difícil que seja) pu 
blicar assim que receber a 
graça. 
Por Graças recebldaR 
Nice da Costa MIranda 
A PEDIDO 
PARA DEPUTADO 
ESTADUAL 
V temir lesee 
A 
~- 
i:ee g 
~~ 	_.;,c:- 
M D B 
N.o 1226 
Documento 
perdidl 
Foi extraviado 
0 
Registro de Nascimento 
e Carteira de Terceira 
de Milton Blspv da Sil· 
va, expedid<, em Afago· 
as 
Publicação que se fnZ 
para obtenção d11s 2.11,8 
Vias. 
Agrimensura Mato Grosso do Sul 
l,ledicões de terras em geral - para rafüicacãa - desmem~ramenlas ~e 
área, loleamenlos, nivelamenlos, curvas de níveis, ele. 	, 
_ Grande expertôncln no ramo de topografia e ratificações 
servos executados de acordo com as exigências do INCRA o 
unlco <.'scr,lono que conta com 2 (rlols) agrlmen,rnres formados 
paru gautir precisão nos serviços executados. E lembre-se se­ 
hores proprietários, na Agrlsul voce núo contrata. intermediários 
NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO 
NELIO e AlilAURI 
Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista - MS. 
IGRI.SUL (AGRnmNsUR  MATO GRosso no suLJ 
lei;es te fazentes pra Ralilicacão, Desmernbramenlos de Are as, Nivelamenlos 
Curvas de lfüeis ele. 
lá enlregue mais ~~ Bll servicas para Ralilicacües, emula smicos em qualquer, 
ate t inasil. Mines releialus jn ao II.RI IeIia IM«o 1, g 
11. iono e 11maun ona. 
Rua Antonio João, 1011 
-

EDITAL 
DE 
PAR A CONHECIMENTO 
TERCEIROS 
A PLOIDO 
P a r a Deputado 
Estadual 
Washington Prado 
de Souza 
(MDB) 
COM PLI 10 [ 
A PEDIDO 
Para 9e ulado 
Estadual 
Orbmdo Mungelli 
o 
O Doutor O!!vald1) Ramnnzlnl, Juiz 
de Direito da Comurca de Bela Vista, 
Estado de inato Grosso, na forma da 
lei, etc: 
Fnz saber, a todoi1 quAntos o pre­ 
Ri,nle Edllu.l virem ou rtele conbeclmento 
t[verem que por este Juízo e Cartórlo 
do 1º Oficie, tramita os autos de R.evo­ 
gçlo de Mandato do teor epgulnte: 
Rxmº Sr. Dr. Julz de Direito da Comar­ 
ca de Belu Vista, Muto Grosso. Ore11les 
Godoy e sua mulher Terezlnba Lopes 
Ajaln Godoy, brasileiro!!, càsados, elo 
pecuurlsto, ela rle lides do lar, reslden­ 
teR e domlolllndos n cldnde o munlciplo 
de Caracol, comarca de Brla Vlsta-Ml, 
por seu procurador e arlvogodo, Infra· 
llrmudo, lnstrumr>nto de procuração em 
nn6X<', vem perante , •. Ex•i., rPspeltosa­ 
mente, ell'bnsado no artigo 11ll6, I do 
Código CIvl, propor a presente Revoga­ 
çlo de Mandato, contra Erllo Natallclo 
Fretes, brasfü•lro. solteiro, maior, ndvo­ 
gndo. com endereço comercial. sito à 
ruo 14 de Julbo, nº 570, 1• And.,' conj. 
104, Gol. S!lo José, nu cidade de Campo 
Grande.Mato Grosso, pelas rnzões de 
!1lto e direito, assim discriminados: 1- Aos 
vinte e quatro dias do mf:ls d~ maio rle 
1978, às fls. 168 do Livro n 9, do Cr­ 
tórlo de Paz e Registro Civil da cidade 
de Caracol, comarca de Bela Vista • Mt 
os Suplicantes outorgaram uma procura­ 
çllo ao Suplicado, conferindo no mesmo 
os mais amplos e gerais poderes para 
vender, matricular, ceder, transferir, com­ 
promlssar. hipotecar. doar, ou por qual­ 
quer outra forma nllenar a quem Interes­ 
sar, uma ãrea de terras pasta.IR e lavro.­ 
dias da antiga Fazenda "Descalvado'', 
denominada atu~lroent! "Capão Ronlto" 
slluada no munlciplo de Corncol - Mt, 
ccm área de 9 hectares (novecentos e 
oitenta e seis hectares), devidamente 
matriculada no registro imobiliário da 
comrrr.a de Bela Vista Mt., sob o n" 
618, n.. 170 rio linu n.o 2 • Hcgi,tro Geral, confor• 
me e depreende documentos inclusos, Z • Como niio 
mais consulta em absolato, aos lnteres­ 
At's d'.ls uplicnnte11 o ex!stl'lncla ctesse 
instrumento, e havencto lei rxpressa que 
dlsrlpllna o s/unto, obrigando que a co­ 
muolcaçiio ou a notifh:acllo à outra parle 
6e exige, respectivamente, no que tange 
à n,vog-açio ou à renúncia do u-•rndnto. 
Isto posto. embasado na!l disposições le­ 
gal!! pertinentes à mntárla, vem respeito­ 
samente. requerer a V. Exa., o seguinte 
a) Mandar notifirur. por Carta Precat6J-ia 
à cidade e comarca de Camp:> üraurle 
Mt o Suplicado Erllo 11tallclo Frete. já 
qualificado, do Inteiro t!:'or r,P ta revo­ 
gação, pera os fins de que fique ciente 
desta, abstendo-se de usar o tnstrumento 
da presente; b) Kotiflcar. tnm"oém, pc,r 
mando do, o Sr. TnbeJ!!io do 'Jartório de 
Pz e Registro Civil era cldadA de Cara­ 
col, Mt, para que este anote à margem da 
lavratura, a revngação em tela " não 
mais forneça translado dessa procuração, 
expedindo a compt>tente certidão; e) No­ 
tl[lcur por mandado, o Titular do R:egiFi­ 
tro Imobiliário da comarca de Bela Vis­ 
ta-Mt, para que não proceda ao regis­ 
tro alienação do Imóvel r"ferido ::i.c item 
primeiro, caso seja feita uso da procu­ 
ração ora revogada; d) à derradeiro, a 
expedição dP, editais para conhecimento 
de terceiros a serem publicados na Im 
_ prensa local, diário de maior circulação 
de C'arnpo Grande e lmprentrn Oficial, paro 
o~ seus dt:.vldos e expressos fine. Aesim, 
cumprldllR tlldus as formalidades legais 
8[um os present ?s autos devolvidos aos 
~uplicaotes, lndepe1Jdent11mente de trans­ 
lado. Para efeitos flscttls, dá-se a Dre­ 
sente o valor mlnlmo legal, e D.A.R. es• 
t'1 com os documentos Inclusos. Pede 
Deferimento. Bela Vista, Mt., 09 de ou­ 
tl!bro de 1978; (aia) Serglo foberto Pl-l­ 
rondl - OAB-Mt 1.180. Despar.bo: D.R.A .. 
preparada, notifique-se o Suplicado via 
precatórln como se requer. Expec;inm-se 
edlt11ls nu forma e p:ira os fine e.qut re,• 
queridos. A seguir, els. B. VIst, 9/10/78 
(n) Dr. Osvaldo Rumnnzlnl. E, para que 
não se alegue Ignorância, foi expedido 
o presente Edital que será afixado 
o o F o r u m I o e o l, n o I u g a r 
de costume e publicado de acordo 
com a lei. Dado e passado nesta cidado 1 
a Comnrcu de Bela Vista, Ei1111do de Mnto 
Grosso, nos nove dias do mês de outu­ 
bro do a.no de mil novecentos e setenta 
e oito. Eu (Pedro Vergillo ela Silva). Es­ 
crevante Juramentado, o d::itilogrufel e 
assino. 
Dr. Osvaldo Ramanzlni 
Juiz de Direito 
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longa e cansativa seleção resolvemo« dar nome a 
nossa coluna semanal nesta 'Tribunn dn Fronteira. 
orgulho e honra de belavistenses nato- ou natu 
ralizado,, cl10111ur-,e u: Erlucaçào t' PoHuca. 
Por folnr em Edueaçio o Mobral tá firme 
e forte na prnçn e ,e você conhece nl;:uérn que 
o:lo sabe ler nem c•crev.-r 1{1 na hora de mandá­ 
lo ao :ilobrnl e nindn dentro du área de Educação 
devo informá-los que o SENAC. (Serviço acional 
de Aprendi,.ado Comercinl), cslÁ acciiando in•· 
cric;õcs p:...rn diversos cursos profissionais e de 
curta duração; vá ver e se inscrever na Delegacia 
de Ensino ,le Belo Vista M 
IVAN DO NA Cl:.!ENTO 
MS 
A PEDIDO 
elo ten-estar da top.lã» 
Por ocasião do trigésimo aniversário da 
Cidade de Donilo a Fnnfa;ra do Col/:gio í.ns1clo 
Drnncu, convidudo, compareceu :qneln Lindo Ci. 
dndc pnrn o íoti,. evento. 
ossos jovens após longa noite de viagem, 
scrn rlormir e m&l ollmcn1odos jâ que foram obri• 
gados a desfilar sómente com o cnfé <ln mnnhil, 
que, diga-se de passagem, foi bem simples e a 
umn espera de tnois de três horns pnr'l darem en• 
tada na pista dos desfiles forom -muilo aplaudi• 
dos pelo povão simp/,tico e acolhedor daquele 
Bcnito Municlpio. 
:omeotr o, fatores acimn seria bastante 
porn desculpar algumas falhas havido, por pnrle de 
nosso» artistas; mas exst sempre um mns, os 1 
pcrfcccioni11ae achoram nossa Fanfarra medíocre 
em afinação, A estes, donos do pcrfcilu, devo 
dizer que o Fnníorro do Coléi?io Cns1c.lo Brnnco .------------- -·--------------:. 
Campeã da Primeiro FESTIFAN d('st4 Cidnde 
110,ceu do esforço do j•,~cm Adão <'orios funcio­ 
nário da Delegacia de Ensino desta Cidade 
(!)f:EC .Oéi) e de mais uu; puuco, <tllC acrcditorom 
nn juventude belavistvense, tio deprezada criti­ 
cudn por tudo e por todos e uuncn dogindo pelo 
seu caráter trabalhador e educado. 
As fonforrns d(' Hcln Vi,1a: Cnstelo Dron• 
co, .rlcs e Ofícios, Joaquim Murtinho e Jarbas 
Pos,nriuho; súu orgulho, de no,rn bcln Belo Visla 
e. como é noturol, merecem de todo e toda parte 
aplauso por serem nmndorcs fazendo música co­ 
mo profissionais elevando cada vez mais o nomo 
Granrle e llonrodo de os•n Cidoclc, E como diz 
o ditodo: Os ~ãcs ladram e a Fanforro ICampcil) 
passa. solene orgulhosa por rcprcsenlar em ter­ 
ras outras nossa cidade nem sempre tão bem de­ 
fendida por seus onlurni•. 
Aproveito para dizer aos amigos que op6s 
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l i':,U l l·.!'.-0: 
Nasceu na wwtvtnidade do Hospital lo ierente 
de l'alo, da lo lo corventr, n bonita e robu-ta 
,1111·ly, filh., ,1,. <.,, d llr. 1•.ly • Aun·a, ; íar11llia 
nossos parabéns, 
/ : 1 ' EIS ÁI lOS: 
Diu II JIJi o conhecido comerciante livres V'into 
de Alei«la, fez ano, lar comemorar foi or. 
anizado um gostoso almoço, muito churra te 
l,..i,..1,. 11 ,ont:11lr, 1•.<t,• ' 1111111 ,lelícrn '-11f•n 
low, eom aquele om quentíssimo tlegruva 
Ít'l'!lll. ,rande nmero de envidado+ l' .. l i lt•rnm 
pr'rente, usimn como flhos, euros e netos P@. 
r:ih(•u• 11r/1 vnrê e 111do ti,• hu111. 
Ertildes. Vela.que ilva, Kika, nier 
1-nrinu dia li l•P· , f,·,t111h11 uro11t1·,·1·11 nn cnl,•;!10 
on,1~ (: prol<••orn (I'. l'nr1) A Oiretoriu, '" pro• 
fesares e aluno» cantaram os purabnw, Foi ser­ 
vido delito-os +aladinhos, Kika naquele dia 
sentiu-s muito feliz pela demonstração de cari­ 
nhe daquela gente havana. 
TRIBUN 
r 
D . f TEIA 
Foi ,lin 19 pp. o nut do garo:i11 lo~l!rio, 
!ilho do t·1,.,,I A,111111dll ,. Yulnndn. A ,lutu foi fe •• 
tt"jttdt com muita alegria por eu pui e os nv6 ... : 
Leonardo e hone Muito amiguinhos de logério 
foram cantar o» paraben- com ele. Felicidades 
por Iauey 
mãos erg feito on flor ri,· n,in•úri, <" flor de la· 
rnjeira. A rabelerirs ini quem arrumou os 
cabelo. e fez a maquilarem da nois Muito ra· 
ciosa a dam +d· honra lenice, flha do a.l eco 
e Leira, que trajava e igual a noia. o altar 
1: ·perando .. ua bonita woisa, w juem laben+, que 
vestia legante 'Terno rano 
A cerimonia tranrecorreu ao som de uaes me 
lodias. Foram pedrinhos de Mariza: Ha«ti+o Leite, 
Gersy, Joio Pinheiro azir, 'Trn, Chagas. Eliare 
e Dr, Ioberval. Teilu. Dele: Sgto Eunicio Mareal, 
Araey. 3to. urlamarqui, Leonora, Mil-on. Ia­ 
mona, Altair, Ladiu, Seba»tiüc Zacria- Filho, e •.• 
Câmara 
de 
'-:! • 
/Vunicipol 
Ponta 
_, 
ora 
n 
lvulclo Pcrdru Jr .. o Juninhn, completou 
,·incu unidw, ,li• 1 pp. Não hou,•c fc,tiuha, nrna 
,cu~ umiguinho~ Guto, ,l,•xundr., e o priminho 
illarquinho, foram ,·umprimcm(,,ln. Comu dizem: 
l,o,tu 1,10 pouro p1rn rlcixnr umn criança feliz, Ju• 
ninho naquele dia também ficou todo contente 
com srus tre "convidados", A 'ocê lindüo, tc.du 
fdici,!Jdc. 
Jozinne Lopes e Frnnci,co Hélio, come· 
mornru111 jun10• ,, nat no Clube Pnroquinl. Foi 
destaque o grande n.o de jovens presentes, ia 
quele ambiente •lc n,uiro ,om e tl,·,co11traçào fui 
ervida uma deliciosa torta salgada, refrigerante 
e holo. , rcunino r,1c,•c unimnilís-ima. Pnrrbéns. 
Gu.to,·o llinr.chi Zncnria., rccrheu dia 19 
pp em sua residreneia grunde n.o de convidados 
para junto comemorarem mais um aniversário. 
,os muito convidados foram servidos salgad!­ 
nhos, doce«, bolo e muito refrigerante. tomo 
nào podia tleixar de ser toml>rm foi servido cenrja 
e bom Scntch Foi um fe,tàu, n pctizod• odorou, 
Fc,tejou seu l.o nninho, úin 20 pp. o ::•· 
rolilo Júlio César Vt'ln•quez, •cu, paiM T11u e leda 
fizeram uma bonita e alegre festinha. Udiciosot1 
1-nlgndinhof-
1 n·fri~rruntcs,  hky e por fim um 
gostoss bola foi sen·itlu nos prc,cntc,. Ao Juli. 
nho nossos pnrnbéns. 
A CITY 
,,i,itnndo fnmiliurc, u cusnl ~lorcelo e Hitncn. 
DIA 8 DE NOVEMBRO 
n 1ilo c,pcrnda palestra que <eril proferido por 
Neimnr de llarro,, Por favor nlo levem crlnnçns 
n f"nlrafln é franco e só será permitida para maio­ 
res de II anos No pcrrnm. vale u pena <1u,·ir 
cimar ,lt, llurro, falar. Vá e confirme. 
Os convlduc!os forum rPcepcluno­ 
dos nos i.o!ÕPR rln Gremlo Pedro Rufino 
qUt: eslavn Io1udisslmo. pois em 8eu re­ 
cinto eneontruvuse mais de seiscentas 
pessoas. No centro do r;alüo fornm feitos 
Ires arrnnjo6 com meflflf< só de doce.;. 
Os annnjos e&tavnm llnrlis~lmoii. afl toa• 
lhas d,H:I 3 mPFaR em m om cetim branco 
com bnbacloR. ,o-. pr~Aente~ foram API'· 
vldos dellclosoR doc,-s: qulndlm, cocadl­ 
nba, cnsadlnhos, brlgudc>lros, bombon~, 
ato. para logo d ·pois serviram gostoso 
belo, tudo isso servidos em liudas bandejas 
deco1·odot! acompanhado do multa <·hum­ 
p•r gn e e r{'frlgernnle : agora as fofocas: 
As delicias servidas rornm feitaR por 
Anu, Gersy e tantas amigas que ajuda­ 
ram De Campo Grande pura dar sua va­ 
liosa colaboru<;ão veio a tln de Muriza 
Srn. Erotildes e a prima Sra. LourdRR. Ah! 
ni'io poi;so deixar d11 comentar sobre a 
1~leguncla da Sra. Ana. Ela usava um 
longo em seda fruncE>sa estampada com 
forro preto em gersey. Chlquerrimo. De 
l,ampo Grande vieram pura o acontecl­ 
rnr,nto ten, Jullo e Terezinha, de Aqui 
daunna ·Relonn e úlauce, Clélln, de Silo 
Paulo uão fiquei 6ubendo oi; nom~s. 
mas que vieram prestigiar vieram e ado­ 
raram! Esbunjondo eleganclu a Sra. Ein­ 
º" (mad1-lnba) a bonita Dora Al!cti Nunes 
e Ellza Maria Moderninhas e charmosas: 
flrntriz Helena, Leu Cardinal, l,ella Mi· 
randa, Flora e Jaquellne, E!lzabetbe Na• 
bhun e I~abela Mornes. 
Por ocoslãn do patiAagem do dia do Mé• 
dico, comemorado a 18 do corrente, a 
Cfimara Municipal de Po11ta Porà prestou 
6lgnlficntlvu homPongrm àquel1•s qu.! 
receberam a m»lll nobrr rJ,ii: mlssõas: 
minorar C'b ncflsús sofrimentos. 
t'.a ocasião. ror lodlc11çúo do ve­ 
reador Dr. Asturlo ~lurques, a Câmara 
Municipal homenugeou o Dr. Tlrson Lou· 
reiro de Almeida, dil'etor do Hospital das 
Clínicas da UnlverH!dade d~ São PliUll', 
e médico do)! mais conceituado!" no Bra· 
si!. Bela visteose, filho rio &enhor Pego 
Lour, Iro d<> .-lmeldu, o Dr. Tyrsoa Lou­ 
reiro de Almeida, graças aos t1eus esfor• 
ços e grandl' cnpacld!i<lP, exerce um 
cargo de realce como diretor do m11ior 
Hospital da .merica Latina. 
CASAIENTOS. 
!e dia i pp. às dezesseis horas. no Igreja 
'-'ut.:iz de Snnto Afoo~o. di>l~t:rnm im, os Jovens: 
ontle e Puulo, Ana Maria e Rnfnd. Após n ce• 
rimonio. rcli~osa. r~nlizou·E<! um suculento Cbur­ 
rn•co na Fazenda Modlo, em Caracol. m con • 
junto pnrng,u.1.in nlcgrnva o ambiente. Nouu1 pn· 
r-nbens ao< onfitriõe• ::r. Osvaldo Lino e rn (pais 
tlc Sonete e Rafueh polo bonita festa. Aos nubentrs 
<lc,;cjatnos fclicidndcs. 
Médico tlumaoltário 
Foi uma ju ta homenagem ao mé­ 
dlco bel>t vistense que sempr& recebeu 
com carinho todos OR ma togrossenses 
que o procuram. Ele litende os doentes 
com problemas que não podrm ser re­ 
t<olvidos em Mato Gro~so, S'-'mpre com 
boa vontade e ímeaRo ca1·?nho. Nos Pfl 
~lnc,•ras congratulações à Câmara ~1onl­ 
clpal de; vizinho ~unicipio, que poSE-ul li 
. ea,;lbllldade de irani,mitir o reconheci• 
rnento aqueles que o merecem. 
a PEDIDO 
lição do Mobrol 
Bela VistJ em 
"" 
Aconteceu ilt 19,3() b,: do din 14 pp. o 
enlace matrimonial de Huben• e ~lnriw. A !~reja 
Matriz de Santo Afonto cncontrnvu-t1e toda or­ 
unment.nJa e mais de quinhentas pessoas J>urn rc 
cebcr a "Noiva do Ano' que na pass1rc!n da 
lgreja adentrou de mãos dadas com eu pai ir. 
Clovi•. l,,la csta,n lindo. O ,·c,tido de Guipurc 
brunco, c::onfccciountl<' por FUa 1nnmilt• Sra. Ano: 
O arranjo da cabeça e o buque que levava na 
?rc fessoru efdiva por con,:ur­ 
so TIO E~tudo e nu Prefeitura. 
A ,!vogada Trabalhista 
Ex- Presidente da Associação 
Campogr,rnd,•nse de Professures 
cm duas elriçõ~~ stgui<las. 
Vereadora L-lll Campo Gr11ode 
per dois maadetos consecutivos; 
Professora titular da UE!T. 
3 
i 
+t 
Al ,,,.,,. 
PARA DEPUT.DA 
E TADUAL 
Voz corajosa de ur povo 
Sua filosofia: Democracia e 
Justiça 
.., eu obj,~tivo: Valorizar v 
Hessoa Humana 
Seu L,·n111 En,ino e Trabfilho 
Mato Grosso do Sul 
Com a r,artioipaç,1o 
efelivu d e s11. Excl11. ·r. 
Pri>Mlo Municipal l'r. 
Ruben Abott de Castro 
Pinto, F<ecretnrl11 d<' edu• 
caçt'ío e dPlegncln rt'l{i• 
one.J de ensino do muni• 
clpfo. o mobr11l está re­ 
alizando ntualrnente um 
trabRlho educacional d!­ 
gno de confhtnça de t1. 
da população. 
O mobrnl tem 
meta polltlca n cumprir 
até 1.980, f,;tn com prendeu 
o executivo que tnnlo 
trm trab11lhado em nrol 
da educaçfio em Bela 
Vl11tll. 
Dln1tmlzar a ação elo 
mobral para que II mo?• 
mn e desenvolva de 
forma eflcleote. {>, o de· 
sejo de todo11 que e 
prtiocupem com a educa· 
ção. e Isto o no!i•O tligno 
prereJto dPmonstrou qunn 
tio pflrtlcipou junto com 
elernenfos rfa coordena• 
cão Pfltadnal do mobrnl 
Sul/.1S, do supervisor dn 
área sr, Dlomedel' Ro• 
drigues e com a partlr:f 
p9ção do Dr. Iven A, Co,· 
ta Marquei, prosldente 
do movimento em nossa 
id·de. 
Dado o alto vaJ.,r do 
movimento vnle ressl 
t:ir a integração da secre­ 
taria de t'lducncão e cul· 
tura do muolclplo aes· 
te trabalho, já que p·e· 
tende Pnvolver os df~e­ 
tores ele escolus coroo 
principais responsávds 
pti!a supervlslio e acorn· 
p11nhamento do!I pro!!rJ• 
mas do mobral em ru~· 
clonumento dae escol:1
5 
municlpRií-,; 
Este trabalho integru:!
0 
oom a sPcretarla de ejU· 
cação muulclpel não nos 
upeendeu isto por que 
conhecemos o esplrlto de 
luta ua senhora CJotiJde 
de Casto Pinto, pois. 
0 
impulso que a educaçt1o 
vem tomando em Bel 
Vista deve se ao seu i;to 
de amor, coragem, e CP 
dtcação. 
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