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IR. DEPITT D 
FE ERIL 
Rubem Figueiró 
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cima d4 
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MORI 
Exatamente às 13:35 hs. chega­ 
va a Bela Vista, proveniente de caracol 
o governador Harry Arorrlm e sua e,. 
rolllva, fr! rrceblda com uma saraivada 
de po lmas, por cerca de 1000 pessoc. s 
que o urdvam no nrropcrto Local. 
lnúmf'ras autorlctodP<> clvl'! e militares 
[izora m-se presentes. Apó os cumpri­ 
mnentos comitiva seguiu até a fücoln 
Junieipal de Artes e Of!clos, onde ao 
BELD 
Deputado Ubnlclo B11ram 
chegada do Sr. Gov&roador . 
/ 
,. ,) 
,,,[' ll0m da ranfarra foi recebida pelu sua 
. ' Diretora professora Rosita Rosa Gomes. 
8 professores, alunos e muitos pu is de 
"e alunos, A aluna Cristmn, Li tio. dirigiu-lhe 
1•"' algumas palavrafl Ac.:0mpnnhou o Sr. Go­ 
vernador e suo romltlv..i riPsde o ponli­ 
lbüo até o Gremio uma curuvana de 
40 011valelros chefiado p,11· Gunzugn, no 
Gremlo o Sr. Governador teve audiência 
com as classes poitieas, produtors, 
médicos, professor, etc da cidade. 
presente a 
Deputndo Rubem 
prest'oça. 
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... : { -~ 
Figueró marcou 
7l#ao Per 
EM?ASO BIS 
~ [L (ill 5 PSROMNL. 
e,,-/ 
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.V 
Dr. Ely A. 13:irbosn também presente 
A popularidarie e simpatia do Sr. 
Governador cativou a. todos os presentes . 
Sr, Governador: em nome de toda 
a equtpe da Gráfica e Edltera Apa 
(Jornais Trll>una da Fronteira, Correio 
Jardineni.:o, Jornal de Bonito e Trihuna 
.Murliohense) der,ejamos que EUB vinda 
à PrincesB, do Apa eja coroadn de êxitos. 
IIDB 
Congresso 
Reunirá 
Escolas de 
Medicina 
<:nn,po Grnnrle - De 22 
11 2.4 rle no, emhro pr6ximo. a 
ridarl.- ,le Londrina ,rdiarú o 
XVI Congresss Brasileiro de 
Educação Mérlica, o c,in,·lave 
t<,rá o patroclnio rln i,socia­ 
ç:io Bra,ilcirn d<' Educação Mé­ 
dica e ,lo Centro de Cincia 
da Sn(ule cio Unhcr•iclacle Es• 
rndual de Londrina, ohordtrn• 
do com lema, principais "O 
Médiro de Fumilia" e ", for· 
maç:io f:1ica rio Médiro". 
Os interes•ndos em par­ 
licipar poderão ,e imcrevrr no 
local do Congresso ou anlr.ci­ 
padJmenle. alr•,és de solicita• 
ção a ABEl - Associação 
Basileira de Educação Mdi. 
ra - ílua Leopoldo Uulh6e•, 
H80 3 o andar, l[anquinho•, 
210-11 füo de Janeiro. 
A taxa de intcriçào paro 
estudante de medicina e mé­ 
,lirn• re,iclrnle• é d.- 200 cru• 
7..ciro.c: e para proÍf'Horct, mé• 
dicos e outros profissionais a 
taxa estipulada é de 10) cru­ 
zeiros. 
A comi-ão Organizadora 
estará recebendo, t o dia :10 
de ou1Ubro, os lrabalbos rnbre 
temas lisres para serem mul­ 
tiplicados e dittribuidos no 
decurso do congresso e poste­ 
rior publicação ,ia revie1a de 
Educação Médica. 
n 
a 
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Grosso do

ti-11-7. 
1 S T O 
O Governndor de Mato Urosso do 
S u 1, Jiurry A:!"lorlm Co!lla, estará 
cm nossa cidade, e uma folba clamoro­ 
u por parte dos encarregados de dl vul­ 
arem a sua visita (em nossa Cidade) 
devo ser reglstruda: Nlnguem comunicou 
Nuda uo jornal, mas nadu Mesmo, u que 
dá n entender que Aluem no pretrn­ 
dla Dar multa publicidade Ao Fulo. Nl1o 
pn'clsa expllo11r, eu só queria entender ... 
*~ 
FALANDO 
no. visita do senhor Govcro&dor: 
uma cola precisa [tear Bem Esclarecida. 
O Dr. Hurry Amorim é una pessoa 
descompromlssncln com ~rupos, pe8soa8 
úU Idéias ultrnpos11ucla11. O seu negóclo 
ó Construir um Estado M1Jdelo. Não vai 
ser um Governo politloo... ele usa a 
pollllon puru Construir. Dà para c.>nteader? 
ALEM 
do mais e o que é mais lmporto.nto: Ele 
ouvir todos os representantes de classe 
e líderes Polltlcos du. cc,munidad~... o 
pessoal Irã u•> Gremlo Pedro Ru­ 
Ylno, àtt 14 horus, e relvlnrllcur àquilo 
que Bela Visto. precisa, al~m de debater 
Idéias re(erentes "à questão pollllca no 
munloiplo," 
** 
Jornnllsta Jesus IJernundez da rovJsta 
Atualldo.deB Forenses e lnterlorunaH. O 
próprio jornull&ta foi o Informante, 
aconti>ce que sua luformnç.'Io ufln corres­ 
pondeu u v~rdo.cte. Segundo fnnlNí ligo.­ 
das uo Executivo, a Importáncla paga 
à revlBla (pP.la ed!çflo referente a Bela 
VIst) não chegou 20% da quantia acima. 
A BEM DA VERDADE 
Noticiamos, que a Prefeitura Municipal 
de Bela V!sta havia pugo 200.00U,00 ao 
Tribuna da 
SEMANÁRIO 
(20/2/72) 
F D A Ç , O lvnldo Pereiro 
Administração Hedaçio e Impressão Rua 
Duque de Caxias /n Bela Vista MCx. P. 20: 
EXPEDIENTE 
Diretora 
Maria Etela V Pereira 
Editor 
1 ui do Pereira 
Chcle Departamento Comercial: 
Ahnro l'ereirn 
Gerente 
Hêlio Gucdc, Corrêa 
Rci:i.iro Títulos e Documento, 1066 CGC-M F 
03.201266/0001.90 Insc. Est. 1305923-13 
A l ATURAS 
Bela Visto ··-··-·-- CrS 250,00 
Dcm,is Municipios -··-·- .. ·-···-·- CrS 300,00 
Observação O artigos publicados com 
asFinoturti! ilos nutorcs nilo tr:uluzem ne­ 
cessáriamente a opinião e pensamento do 
Jornnl. Sua publicução obedece nos prop6- 
itos dos debotcs rios problemo• municipois 
e de refletir as divcrsu tcndêncios do 
pensamento universal. 
, 
E 
EI.Y 
O foto é que o candidato Are n i • ta a 
Assembléia Constituinte, Ely de Araujo Barbos, 
e»tá com grandes chances de se lger. Para Iela 
Vista, is eri de grande importância. Um Depu­ 
tado da regido ser útil, principalmente, devido 
o conhecimento das no»as maiores necessidade, 
ulém da força politica que isto representará. For­ 
a e fé minha gente. 
** 
CE THALIZAÇ;O 
A Gráfica Editora Apo íechnrá mo filial 
de Jardim, e r.entrulizarti todo# ftP ma• atividades 
em Bela Vista. A medida fará com que nossa ci­ 
dade tenha uma gráfica editora das mais rvoder­ 
nua do Sudoeste. ão quatro máquinas impresso­ 
ra» a serviço de Bela Vista e região, 
** OUTRA MUDAÇA • 
Hodical imposta à empresa, foi a nomen­ 
çAo de Alvoro Pereira para Gerenciar tudos ne 
atividades comerciais da mesma. O jovem publi­ 
citário é agora o homem encarregado de adminis, 
trnr o Departamento Financeiro niio 16 do grnfi. 
ca, como dos jornais. O jornuliato I voldo Pereira 
,e ,Ieallgou completamente du porte comercio!. A 
llirc~ào rio cmpresd ficou o cargo do Srn ,lariu 
Eu ela V clnsqucz Pereira, qne, como primeira me• 
didu, mnodou ferhur u filtnl de Jnrdim. Tudo 
centrnlizatlo em Dela Vistn. E: iaso ui. , . 
"Dentro <ln angú,tin do homem moderno 
que procura ajustar-se espiritualmente num arca• 
bouço de ccnquistas técnicas, o jornolisUl opurece 
cem o elo de todas as classes, o cadinho de todas 
os emoçõce
1 liiOfrendo, ~oznndo, ,·ivendo o mina 
sensh-elmente o dromu, u glória, o infortúnio de 
seus dios. O jornalista tem <(UC ser o homem de 
suo êpoc,". 
** A REGRA DE OURO D, PROFI Ao 
Assim, "o princípio regedor do comporta­ 
mento do jornalista provém de dentro do sun 
con!ciêncin, do chomnmento mesmo que ele tem 
i,ura o bem, da noção inala do que é mau e dcs­ 
nccess/irio. Por i so. n regra •lc ouro da profissão 
é que nado pode sobre lc'Dr••e, do julgamento, à 
c,,mciêacin do próprio jornalista". 
(Palavras de Roberto :'tlorinho. 
Diretor - Hcd~tor Chefe de O Globo. 
oo pronunciar a aula inaugural do cuno 
ele Jornalismo da Univcrsidutlc de Miou 
Cernis, cm 1959) 
l!çougue Vencedan 
de PAULO EUGENIO P. JACQUES 
Abate Duas Vezes ao Dia- Higiene 
Ó 1 1 m o -A t e n d I m e n t o 
Casa tle Carne 
1' r a d i c i o n a I d a F r o n t e 1 r a 
ANTONIO JOÃO MT do SUL 
Terceiro Periorlo da Filosofia_ Gr~ga 
1 Publicnçao 
('uma Parte) ·To
1
sM10 
O NEOP1,A • :,, 
O Neoplatonismo tem suas origens 
·"" ~ft6·'cu. quando 
na Antiga Academia p!atone"· 4 1dia 
Espeuslpo e Xen6crates, fundem _ 
1 
plaWnlca do BE com pitagórica do 
UM. subordinando a 1" a 2,. 
, •• Entre Plutão e Plotlno, o malor 
vulto do neoplatonismo, há uma série de 
filósofos que e relacionam com divers4s 
correntes do pensamento. 
-a do Alexoodrlolsmo roOL('DO, 
com Plotlno 
-na síria com ,Jambllco - a qual pertencem 
Juliano, o postata o Hiptia de Alexandria 
. ; ,temlen!ie. com Proclo o dlscl· 
pulos Pluturco, Damasclo Slmplicto e 
-aos latinos, relaclonndnB com o 
estoicismo, com Calcidio, acróbto 
Boeclo. 
O Neoplatonismo m11nti,vfl luta 
ncesa contra o Crlst!arilsmo. mas, através 
dns obras de Agostinho e de Escofo 
Enogema até que, a corrente crlstoJ(ltl­ 
ca, canseguia Impor-«e. Na ldnde média, 
Influencia na ~ cademla Pl'l tônica de flo­ 
rença na filosofia natural, com Glordano 
Bruno e no Inatismo dnu Escola Cambridge. 
A E~coln de Alexandria, também 
cbamada de eclética e escola eoplato­ 
nica, tem em Amónio saca o eu ver­ 
dadeiro fundador, tendo sido Plotlno do 
qual falaremo,: mais adlunte eeu dlscl­ 
pulo, tando sido ,Jâmbllco quem e. trans­ 
portou para Alexandria. o neoplatonismo, 
como também fizeram levando-a para 
Atenae, Slrlano e Procles. 
A doutrina da Escola Filosófica 
de Alexandria, o neoplatonismo, deve 
multo a Escola .Judaica dRquela cidade, 
cujo ropresentante mais Ilustre é Fílon, o 
Judeu. 
Para encerrar estas pequenas con­ 
siderações a respeito passaremos a dizer 
algo eobre Plotlno e alguns de ses dlscl­ 
pulos. 
Foi Platino, Dltiural de Llcópolls 
no Egito. Em Roma fllndou es~ola onde 
pontificou até o Um de vida. teve dlscl­ 
puloe alem Porfírlo, o qual recomollou 
sua. filosofia em ses ''Enêndas", dividi­ 
das em nove tratado& cada uma 
Entre outros discíoulos de Plotlno 
destacam-se ,.,_méllo de 'Etrórla, o médi· 
co Eustóqulo, e o poeta Zótlco, bem 
eomo tumbem forum seus seguidores al­ 
guns senadores e pessoas Influentes da 
casa imperial romana. 
Sua doutrina como a de Platão e 
de Prelo, empreende uma arande espe- 
culação religiot>a final. º 
Tudo vem de Deus por gráus e 
tudo volta, por gráus a f:lfl 
-De Deus. é progressiva a descida 
dos sêree, em 3 graus: 
contida no UM 
-intelecto-filho e verbo do Um 
-Alma universal 
-Mundo Corpóreo está posuido 
pela Alma que não possui como coisa 
sua. A matéria é o mal absoluto, mas é 
ua ma~ér1a que se inicia o retorno. Na 
explaçao do pecado, a &)ma é purificada 
Para não tornar extensas estas 
notas, continuaremos com o astmnto 
neoplatonismo na próxima edição da Tr­ 
buna da Fronteira com Proclo, ,TfimbUco 
e Po_rfmo, terminando-o. Muito grato pe­ 
lo. leitura destas notas, àqueles que o [I- 
zeram. 	• Prof. Stumpr. 
CARCAÇA 
Tenta, tenta novamente., 
Quem o faz? 
Pira. 
Quem vê o inal vermelho! 
!l!;:;n. .. 
esta vida ninguén quer 
parar parn pe1uar • 
Vi, t', .• 
Muita gente morre em +a 
ber o que é is+o 
Morte. 
Todos (v Pra procurar 
OHIIJ tore ll. 
EFcut:i ..• 
Quem tem a bumba, 
Que mota 1eu8 pr6prioA fi. 
lho~. no 1uicldio, na lou­ 
cura de ganhar? 
Cala ... 
Todos, falam !em prn,or 
para& folar, 
Vai, 
Segue cm frente .. m e 
preocupar dos que pedem 
u,n rnào. 
umo milo. 
Pau a. 
Pueaom por cimo de ti, não é? 
Fica. 
Me•mo assim niío ouvirás o 
grito dnquelc irmilo qne te 
cboma. 
Vai 
Faz iso mas fica parado, de 
mentr, na máouinas pensa 
por ti. 
Não fula ... 
e colo de medo da noite que 
tem dentro de ,i próprio. 
Se cala de frio <111 morte, !t 
cola com medo do forte. 
'ada mais do que máquin•• 
sem lubrificação, números.•· 
<lentro de um computador. 
Beatriz 'ant'Anna Coniog!.tom. 
--- 	11$2 - 
±=s 
-.:z = :: 
' 
57-7--3 
#ia@i@ 
mobral 
Agrimensura Mato Grosso do Sul 
lile~icões de Terras em geral - para ralilicacão - desmembramenlos de 
área, loleamentos, nivelamentos, curvas de nlveis, ele. 
. Grande experiência no ratlio de topografitt e. ratificações 
serviços executados de acordo com as exigências do INCRA o 
unco escritório que conta com 2 (dois) agrimensores formadoe 
para g,1.:antir preuisil.o nos serviços executados. E lembre-se se­ 
nhores proprietários, na Agrlsul voce nl',o contrata intermediários 
NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO 
NÊLIO e AMAURI 
Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista - MS. 
AGRISUL . (AGRl~:IENSURA MATO GROSSO DO SUL) 
Medições de fazendas para Ralilicacão, Desmembramentos de Áreas, Hivelamenlos 
Curvas de lliYeis ele. 
lá enlregue mais de BO servicos para Ratilicacões, emula smiços em 
parte do Brasil. Agrimensores Credenciados iunlo ao IIICRA: Nélio Diário 
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qualquer. 
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Bela Vista MS

n,!1 Vl1Ía MS 'I' 
--- 	_-[Ubuna_da_Frontal 	!t7s ---....;.;.:..::... 	_ 
!105 
,. 
Conheça 
Tratores 
IM 
a ova 
e .as. 
Nao existe progresso sem uma agricultura forte. 
•. • - A agric!Jlturasó é forte quando é mecanizada. para a sua lavoura e a melhor fonna de se obter ,; 
~:'/• •
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=~--.; • Mecaruzesualayoumcom Masscy Ferguson. o financiamento. 	f 
1 • ,i?ij ]1~1~' _Dodesmat~mcnto àcplh7ita, a_m,úorc . Aproveite o crédito que toda a rede bancária .. • 
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E ·t· • s de Vendas: Antonio João, Coroco,I Aral IVoreiro, Amamboi lguatemi Eldorado scn ono 	, , 
n 
I 
L_ 	....;

6-t 1-7::l 
ela VJt .- MS 
Tribuna da [ron!e' 
Os sacerdotes d Diocese do Co­ 
rumnbá, reuntdo juntmerte com o eu 
Hspo Diocesano, no dla 3 do corronto 
mes, na Cus do Ietiro do Mangueiral, 
na cidude dlcl Lud(u-lo, 1•r90Jvrram dirigir 
1Ima pal11vrn elo orl, ntuçfio uo Povo de 
Deus d sto. lrnensa cliocpi;e de Corurnl.Já, 
neste nno de eleições pura que o "povo 
pos.;a entendei· um pouco mais de poli· 
tlcu, pelo menos, tanto quanto entende 
do rutobol". 
"Pra a Igreja, o Fé deve orientar 
todn f vida do homem e todas 
ns suas atividades. também as que 
ne referem à ordrm pnlltka. A Ordem 
Política está sujeita à Ordem Moral. A 
Igreja, llumlnud11 prla Fé, procura definir 
rom rrnmpre mulor clarez11 t1R exigências 
que lia ordem morul decorrem para 
orderu política. NóR. Pi1slores (;,acerdotea 
e bispo) lemos con&clênola de nuo estor­ 
mos exorbitando de nossa misso, quando 
l)!'Oolamarnos e11toa exlgllnolus e exorta­ 
mos os cristãos a assumirem sua função 
ospecíflcll na coostruçõ.o da soc1edaje de 
ucordo oom eot<is prlnclplos" (Documen- 
to da CNBB "Exigências crlstus de urna 
Ordem Política" nºs 4 e 5). 
POL1TIOA QUE AGRADA AO rovo, 
AGRADA A DEUS 
Mas o que é Polltlca? 
Podemos ver lres tipos àe pollllca: 
1. Polltlca Certn 
''Política cortn é o gosto que cadn 
candidato e cada eleitor tem de trabolbnr 
em benefício d0 município todo''. "Polill· 
ca certa" é n nrte de organizar bem o 
mun!ciplo. pnrn que todos se sintam com 
direito e vez. ''Politloa certa" é n vonta­ 
de e dlsposicil.o de servir aos outros com 
a única finalidade de ver todo mundo 
tellz! 
2. Polltlca Partidária 
"Política Partidária" é ficar gam!!.­ 
do com o partido político assim como a 
tur;nu fica gumada com o Coríntinns, 
com o Vasco o o FInmengo. Ou senão 
ficar atrelado a uro político ou a um 
candidato como muitos se ntrelom a um 
Rtvellno ou Zlco, ou outro jogador. 
3. Polílicu Polillcagem 
"Politicagem (: trabnlhar só para 
si mesmo, pra fazer nome' para ficar 
ca:la vez mais rico, para ter emprego 
rendoso, para parente,; e amigo& te,rem 
emprego, para viver vida mais folgada, 
pura ter ma Is cartaz juntos aos grandes. 
para proteger o grupo e a "p11.nelinha." 
Polltlcogem é fazer alguma coisa só de 
onde pode sair algum bP.nelil!io. Politica­ 
gem é i,6 ap1!recer e trnb 1lhar no tem­ 
p•> das elriçõPs. Politicagem é trahalhnr 
só onde há muitos eleitores. Politicagem 
é n!io se lu1portar com a pessoa huma­ 
na. Politicagem é ff.zer coisinha:; que 
aparecem e enfeitar o lugat e não cui­ 
dar da coisas mais importantes e útel11 
à sa ú d e. e d u c 11 ç !l o e b e ru 
e s ta r d o povo, como por exemplo 
àgua, esgoto, escoln, calçamento de ruas 
trtl!!Eportes, estradus, etc." 
(Do Manual elo Eleitor - Arquidio­ 
cese de Vitória - ES) 
Estamos quase nas vésperas das 
elelções de 1 de novembro, quando ire­ 
mno voar para deper os nosos candl­ 
datos a Senadores e Deputados Federal 
o E~tudualr.. Votar lwm é muito impor­ 
tant cheio de consequências para o 
no,;i-;o povo. Pol&: 
Pelo voto: 
se escolhe quem foz as lei:; 
8e escolhe quem administra 
se escolhe quem participa do 
Governo do Estado e do Pois. 
Estes e+colhidos ge forem bem es­ 
colhidos, podem oranlzar o Estudo do M 
foto Grosso <lo Sul. em vista do bem 
da população. Se for<'m mul eMcolbtdoa, 
podem por de•oncstldade, por covardln 	. 
por lncapacldudn l)U porque Psl!lo à ser- Faleceu «em_ suo Paul9, no dia 
3
l,% ?{ 
viço de umn minorio abastadn, levar o] nhor Cl6vis _Marcelino de Oliveira. e pre'1 ; 
- 	Brel Vista. Deixa viúva n senhora An Tocha de 
povo n não resolver ou piorar seu> (91eira, filhos e milhares de amigos que choram 
problc,mo>1, e pior elo QUf' tuelo a. prrder 1 • ,ua morie Quando n• chrfia rio Excrutl n be­ 
n sua ltberdodl'. Um povo que vota bem lavistene, Clóvis Mlarelino empre recebeu u 
já está no caminho certo para fiar IMPRENSA com_um_««orriwo_no: lábios, remo 
mls livre melhorar e vida. quando e-ta IMPRENSA critica a sna Admini- 
MAS ... CO~IO VOTAR'? lr!lçan Homem bom, de (ndolc 1iurlfirn. ,emprc 
1. Quando uma pessoa votu, ela está perdoou àqueles que ín1erpre1arnm. mal a suas 
dando n outro o direito de governar. Por itude. lotarlano, colaborador inca«ável dos 
isso mesmo é multo importante, p2n8ar movimentos cintos de Bela Vista, Cl6vis rce­ 
bH~lante, antes de r.olocar o número e o beu a última homenagem de centenas de pe+oa 
(J:n
e do candldnt 
O 
na cédula Niío bns- De'."" o mn!'~lo ri~ matl-~rn, 1ngre..:1 no munclo 
n 	s(útil dn espiritualidade. Ele pode dizer: DEVER 
tu pensar uma vez. Vnmos dur a nutro CUMPRIDO. E nós. MOHREU U~I JUSTO. 
o poder decisivo rm relaçiio à socieda- 
de. Se esse poder ror bem usado, tud:> 
irã bem. Mas, se ele for mal aplicado? 
Três perigos levam facilmente a não 
votar bem: 
) O MEDO: o medo de pereler o em­ 
prego, de snr perseguido. Não tenho 
medo: O voto é secreto e a lei protege 
você. 
b) O INTERESSE PESSOAL: dar seu 
,oto a alguém que lbe prometeu empre­ 
go, favores. Não venda o seu voto. Vo­ 
to ó para o bE>m rte todos. 
c) A AMIZADE: Uma pessoa pode ser 
um m11.u político e lbe escrever nu:na 
carta: "conto com você, nmigo", "Ó para 
você votar nele. 
MAS... EI QUEM VOTAR? 
2. Vole num candidato que demostrou 
ter qual!dades parn exercer um cargo 
político. que é serviço ao bem comum: 
QualidadPs de um bom cacdldato: 
111 ter uma certa cultura: 
b 1 Ter senso prático 
c) S1ir um 11ervldor da comunidade 
d) Ser hooost-o no trabalho 
e) Ser preocupado com o bem co- 
Corumb, viam a um engajamento cada 
vn, m;1Jor, na luta por um evangeliza- 
çfío Jibrrusdora. 
Hrzemos Nossa Senhora Apare- 
cldn Paúroelra do Bru il, para que con 
liouÓ a proteger u ,;eu, e Os0, p0O 
bra &ilel:-o. 
Pelo Presbitério Diocesano 
Dor Onofre Andido Hosa 
bispo diocesanc 
mt1tn 
Educação e 
PolíUca 
O Presldente da Re. 
públiea sabe com quem 
pode contar. 
S. E:xn., scolh , i;em- 
pre, homens integro, In­ 
tligentes e competentes, 
É o caso do primelro o. 
vern3dor de Mato Gros. 
"º do Sul, Tlilrry Amo­ 
rim Costa. Com exceln-­ 
tr folhll do Hrrvfços à 
Nação, foi inrllcado pal'a 
n primeira magistratura 
do mais novo Estudo por 
ser um homem por ser 
frexlvel, em, no entan­ 
to, ser subservl<mte. Ser 
l 
t1fmpó tlco som 1rr 11ervll. 
Ser polftlco, 1H1m preci- 
sar <le votos pa rn entrar 
1 naa suns nltos e honro­ 
J a s r u n e õ e l'I, ro a8 
brigando para quo todeA 
votem no Partido cio 
Governo, para que assim 
ele possn ter base pra 
sunr:; grandes e boas I­ 
délas J plane)das e 
que nos do eperançn 
rle que MS no ,rnrá llu­ 
são mas sim um breve 
e gr,rnde realidade. 
Amorim Costa dando 
verdadeira aula de Poli• 
tlca em políticos e mul­ 
ta gente boa que tá en­ 
trado, na mPema, bA mui­ 
tos anos. Politlca, segun- 
do dPflnlçã o Rcademlca 
é: Arte ou Ciência de A· 
dmlnletrar. organizar, o­ 
rlentnr, guinar, etc 
Horry, fará tudo le­ 
to, podem crer. e já fez 
r, principal que é ter 11 
simapntin do povn e esta 
é a melhor política ms 
mo não fazendo parte 
clara elo contesto dos dl 
clonárloe. 
O Governador Herry 
Amorim Costa, tá • iodo 
àd rua" petllr votos, "• 
----··-·-···---··-··-··-------····-- também, dizer an povo 
o que pretende, como 
pretende e pr qua 
pretende trabalhar. E o 
povo iá gabfl que o alvo 
do Governador é, justa 
mente, este povo tão so· 
frldo e explorado que. 
quando ouve falar em po 
lítica, associa lorzo a po­ 
liticagem que é bem d­ 
ferer.te dn polillca acJme. 
definida e da política que 
faz o HOMEM QUE VEIO 
DO SUL substituir, na 
narte Sul de ML, Garcia 
Neto: que. lnfe!lzl'JleDte pa 
ra nossa regllio. bem pou 
co fez, exceto politiõB, 
cnm letra minúscula já 
que o povo foi lembrado, 
sómRote, como parte e 
não como o todo que é. 
e, portanto, o printfp:il 
objetive. 
Ivan do Nascimento 
s 
NOTA OE FALE<:nlF.!TO 
O Jornal Tribuno rio Frnntr-ira cumpre o 
doloroso dever de informtr n falrcirr.enlo do ex 
Prcfritn ,le Bela Vi•tn, F<"nhor Clovi• .larcelinn 
de 011'ein. ororri,lo. rii• :n pp. em 5ão Paulo. , 
família enlutada os nossos p+ame. 
NOT OF FALECDIENTO 
O Rotory Club de Bel Vista romunica o 
fnlecimtnln do ~ompanhriro Cl.,,i, Jlarcclino ele 
Oliveira. ororrido em Sfo Pnulo. 
-·--· ···--·-·· 
0TA DF FALECIMENTO 
Familia. E,pMn e Filho•. ele Clovis Mr­ 
cdino d..- Oli, rira, comunicam o ,eu falecimento 
ocorrido, ,!io 31 pp, em São Paulo. 
NOTA nE FALECIMENTO 
O Dr. Fiori :!urano, Prr•idrntr do Dire­ 
tório "lunicipal 1la ARENA. romunica o faleci­ 
menlo do ex prefeito ,J,. Bela Vi,tn, senhor Clo­ 
vis Marcelino de Oliveira, ocorrido dia 31. em 
ilo Paulo. 
NOTA l"IE FALECI-..ENTO 
A Câmara iluniripal de Bela Vista cum­ 
PT o doloroso der de informar o falecimento 
«do_ex Prefeito Municipal Clovis Marcelino de 
Oliveira, ocorrido dta 31 pp, em ao Paulo. 
f) Saber sentir o problema do novo - ·•-··-- _ _ ···-···-·-· ··-·- 
g! Ter capacidade admlnistrÍllivo NOTA DE FALECIIENTO 
E hnm esclarecer que a Igreja n!io . O Hospital So Vicente de Paula, comu- 
t dld t • 'd "'':'1. '! falec1m<en10_ do senhor C:lovis Mucelino de 
em cnn :l o. e DUO COUVI a n ninguém Oh,e,ro, ,,.u Pre,idr-ntc, ocorrido em São Paulo. 
a votar em rl<'ltermlnado candidato. -- .. -·--- .. ·-··- --- .. ·-···--·----- 
" Todos os brafc'lleiros. de ambos NOT_A DE FALECDIENTO ---- 
os sexo3, com 18 anos de idade, têm o O Movimento Familiar Cristão e O Movi- 
dever de votar. Esse dever é grave. mento Cursilhista comunicam o falecimento do 
A pior coisa que se oossn Inzer irmao Clov,s Mnrcelino de Oliveira, ocorrido e 
com o voto é vendê-lo; a trôca de f1tvo- ilo Poulo. 	m 
reo, promessas, dinheiro " ( D. Bonifácio 
Arcebispo de Cuiabá). 
E,itas orientacões dos Pastores da 
Igroja Particular quo está na Diocese de 
ma 
lliJ lliJ 
1Fl?Jill!IDWJ1f®$: 
1 nsc. Estadual 13063157 /4 - CGCMF 03334612000109 End.Tels «FAZENDEIROS, 
Veterinários' 322$$11$, 32yDz$_ gel 	jj;@gjj 4 
. rei ã jorí ã/iGPi 	"VI+V } 2)Z3D%5 )1V3) 
VETERINÁRIOS: Vncmos, Sal Mineral, Sôro Anti Ofídico Antihºót" . CR~1/n.º 0516 
AGRlCOLAS: JnsetlcidM; (Folidol, LAVC, Endrex) HerbÍcidas· (T 
1
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Inoculante 	' re ao, Basagrun e Sencúr Tordon 101 
e SecafLx) 
_ SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO· 'Coloni- J . 
RAÇAO CRAGIL: (para Aves, Bovinos, Suiuos, o Eqüinos) Pulnrizadcrcs JACTO R~pesentoªº adrugua. Braquiárla e Gordura) 
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pITlto do Bel VItn. E«tndo do Mnto 
$ Grosso, na forma dn lel, ate .. 
+ Fz Snber n todo« qunnt0« o pre. 
ent EDITAI, virem ou dal conheci­ 
mento t[verem quo por ate Jlzo e 
Cnrtórlo do 2° Olfolo tramllit 011 Auto11 
de RP.vor!nçflo rio MAnrlntn do ter se­ 
gulnto: Fxmo Sr. Dr. ,Tuf1, dr Direito da 
omrena de Beln VI«tn-MT, Dlz Epomlrn 
da Crnz, brruill<>lm. ,wlt. oomArcl,rnte, 
re«ldente e domlr.lllncln em Cnmpn Ornn­ 
de-MT., por r,eu bnRlnnte procurnclor. ln- 
Ira - llll~lnndo ( rlno .. T.), qne oulnrgnu !l 
José Mnrque, brnallelro, cnndo. comer­ 
ol~nte, rPslrlP.nto a ,lomlclllnrlo em r.nm- 
po Ornnde-MT., n nrncurnclin lnvrnd11 
no livro n~ 37. fü. 129 do Tnbrlflin do 2º 
0llolo, em 31 de ,lnnho de 1074, eom 
porleres gernlR e ilimltndos pnrn ndmi­ 
nlslrnr ~eus bens móveis A lmóvelll, 
dlnhPlro. movlmPnl>1r contns b11ncârln11. 
constituir advoQ'nrlris, outorgn!lo podP.rAB 
da ohu'umln ndjuditi pura com n foro 
em geral, podendo indnu trnnsiir. dis­ 
cordar, assinar comoromlRsoq. rer.P.bPr A 
dar quitação, rler;letlr "' euhstRbPleoer 
com reRervns os podAre11 ontnrgndoe, 
como se vê do Incluso Instrumento. Acnn­ 
teee que não mnle co!lvóm n pPllolnnfl.­ 
rla mant2r em vigor " ref6rlrla procurl­ 
çio pelo que <leeejo. revngn-la. Permite 
o nrt .1. 316, nº 1. do Córllgo Civil no 
manrlante e, revogaclio do mnnrlnlo em 
qualquer tempo. Exige n nrt. 1. :118 do 
mesmo Código que se notifique dn revo­ 
l!llCiio ao mo nrlntàrio e 11 ns tPrChiroi::. 
Jo!lo Lc.iz Alv11s (C'orl. Clv. Anotndo). 
esclarece lnterpretudo tais dísposltivos 
dP lei: "Em relação no mnndatirin, R. 
revogação produz ef Pito PIR q11e lhe é 
not!f!cad0 ... Como, porém. se deve dar 
conhecimento da revogcão nos terceiros 
No mandato pura tratar cm pesons 
4 
lodeterrolnadns, o costume é o a.viso, 
pela Imprensa, de que o mandato fol 
revogo.do. Este a viso, porém, niío tem 
valor jul'Ídico algum. Será mais segura 
cuutelo. a intimação. por edital, publica­ 
do pel'l imprensa. em virtude de ordem 
judicial. ,..._ vista do exposto: Requer a 
V. Exu., com fundamento no nrt. 73 
do Código de processo Civil, se digne: a) 
~irndar notificar o !-Uplicado de que 
hcam. para os efeitos revogados os po­ 
deres dll. menciona d:-. procuração que 
lhe foi outorgada; b) mandar averbar 
no lino do respectivo tabelião R. revogn- 
çl!.o, intímanilo-se a e~te a não mais 
fornecer certidões da referida orocun• 
ção ou, se o fizer, que das eertidões que 
extrair fique constado a a verbaçiío da 
tevogação, c} madur que se expeçam 
editais pura ciência de terceiros. Assim, 
D. e A. esta com os inclusos documen­ 
tos, feita e certl!lc11da a no,ir!ce.çiío, 
publicados oR editais, seja o pr~cess11.do 
entregue a peticlonária sem Iicar trans­ 
lado em cartório. P. Deferimento. Bela 
Vista, 27 Junho 197 (a) Dr. Ivan Afonso 
da Costa Maroues. DE PACHO fls. 11. J 
Exptçam-se editais cowo requerido as 
fls 8. l B. Vista, 13. 10. 78 (a) Dr. Osval- 
do Ramanzinl. E, part1 que não se ale- 
TE GEi OS 
,... 
uo inorncla, [ol expedido no presente 
Erlltnl que erá afixado no Fornum locnl 
no lunar de costume e pbllcada do 
acordo com a lei. Dado as·ado nesta 
cldn<le Bnla Vil!ta, Estnrlo do Mato Gro11-. 
so, nc>s vinte e clnc? dlns do mes rio 
outubro rlo ano de mil novecentos o 
srtenta e oito. Eu. Florinda B nites Es 
crlv!l 11ubslf! do 2° O!lclo, dalllogrníel, 
e nsslno. 
Dr. Üllvnldo Rumanzlnl 
Juiz de Direito 
Como viver com uma doença fatal 
L Fnle rnhre ft doença. Se for citncer, chnme·n 
1 
de c:incer, Você nno poderÁ (orMr o vidn novo­ 
mcntt> normal teotnndo ceconrler o qut1 eetá errado 
2. Aceite a morte como parte da vldn; 
ela o é. 
3. Coneldero cada dia como outro dia 
de vld&, como um dom de Deus pnr 
oer aproveitado o mnis intensamente 
poseivel. 
Convenç1t .se de q1rn a vida nunca será 
perfeita; não o nu antes, e não o será 
agora. 
5. Reze, se desejar. Não é um Rlaal de 
fraquezn; é a suo. força. 
6. Aprenda n viver cnm ,uo doença, em ver de 
pensar que está morrendo por causa dela. Todos 
estamo, morrendo de oli:umo f,>rma. 
7. Deixe seus amlgog e pnron!es à von­ 
tade. e n3o qul•er pieclncle, nilo a peço. 
8. Tome tod~• as provi<lêncin• pnrn íuncrnl, l~~­ 
tarnento, rtc .. e crrtifique • se de que sua familia 
os comprrendeu hem. 
9. E,tnhcleço novo, objetivo,; reconhrça 1110s li­ 
mitações, ls vezes, as coisas simples da vida se 
tornom as mais agradeis 
lCl. Discuta seu problema cem n fnmHiu inclu,ive 
os filhos ,e for posshel. A final de contn, o pro, 
blema nà9 é ,6 seu. 
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Clínica Especializada de Fraturas. Doenças Ocas 
e Hecuperac:ão . . 
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' lilo e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de cami­ 
sas e bordados e jogos de número. 
Rádios e toca discos, caixa de som e iogos de caixas 
acústieas para carro. M.'lterial esc0lnr. jogos de m a I a, 
muchilas 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para 
homem; alem de celçados. Tudo para crianças e as ultimas 
novidades Ja modc1 feminina. Aviamentos em geral. 
Pt·o.::ure-no, e faça uma vi~ito. sem compromisso. 
0ração a0 
Espirito 
Rua Alcebiades B. da (unha 319 .. Bela Vista MS 1 
F.•pfrito Santo , ocê que 
me esclarece tudo que ilumi­ 
na todos os caminhos para que 
eu atinja o meu ideal, você que 
me <l:, o dom rlivino de per­ 
doar e c,qneccr o mui que me• 
{azrrn, e <(UC tudo, O! Ín.15 ... 
tantes de minha vida está co 
migo u quero neste curto dií­ 
logo, agradecer-lhe por tudo e 
confirmar mais uma vez, que 
eu nunca quero me separar 
de ,·oct! por nrniPr <JUC ~eja. t1 
:iu,tào rnnterinl não Ferá o ,nr. 
nimo da ,·ontade que sinlo 
de um dia e,tar com ,o<'ê e 
todo& o« meus irmãos na glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez(a pessoa deverá fazer eta 
or:u;ào 3 di:u seguido, sew 
fozer o pedido. Uentro de 3 
dias será alcançada a graça, 
por maia diflcil que cja) pu 
blicar a-sim que receber a 
graça. 
ML. E. V. P. 
Preço deste 
Exemplar 
CrS 4,00 
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60, KM 2 - BELA WISTI - MI. 
üY. DUQUE DE CIXIIIS, 857 10 LDDO O CO$Jtfl '

___ ____,------~ -- 
MS.--- 'Tribuna da Fron!UE - 
HEIMftR OE 
BftRROS 
EO:iO:'í COSTA CODIBHA 
Seu nome figura entra 011 conver• 
tidos ao crlsl1nnlsroo do lléculo xx. É l- 	o az e coocórdla, onde oío 
tudo rleatro e fora do País, entre Cnar- Ser rotariano 100% não é tcn, ideal%%,"«soais, poiiicos o racluls, 
l<'B l~éguy, Edllh Steln. Paul Cluudel, 1 nece.i:sltu que o cidadão tenba grande ~aja 2i ~ d~ferença~ s<'cials, ondo o ~ro, 
Gabrlél Marcel, Thoms Merton., G. K. dose de boa vontade, urbanidade, des- ueF" q um seja o problema do todo8, 
Cheeterton e tnntot1 outros homens que prendimeoto compreeo~ao, re1<ponnabill• blema ld ul de servir seja a meta prln- 
assumlram ,1 i-ua fé Integralmente. Para dada e prctúndo senso de trai@ridade. 099$ %,, " da cidadão. fato 6 dlflcil, por- 
n presentá-lo bnstna dizer; 5 nnor, três fl- Ser roturlauo, de fato, nao é sô- clpa 
6 
e cu 
8 
humauoA ainda i.omos 
lhos e "duas tuberculoses". mente comparecer às reuniões do clulie, que u R, ªf:t~i; e pomo/ cm primeiro 
Aos 27 nnos foi convidado para pagar em dia suus obrJguçoeH e U
61tr 
O multo ego óprlos problerna11, uão 
um ratlro espiritual da Jgreju, onde pa&• distintivo de Rotary, é fodo Isso e muito planr nos1os d~r 
08 
problemut1 albelor; 
sou tréi1 dlus Jutrrn<!o, contra DeuR. mais; deve, ainda, estar imbuído do es• nos mporu~fumot1 a máxima " dar de si 
Quando fultavam cinco boru11 para en- pírito rolfirto, compreeod1:r D fundo a ai
nd
a ",,, em sl" considerando a doce 
cerrar º relll'o um sacerdotfl lançou-lhe ee:sênclu da fllosofla de Rotury, exercer I s~r pe~ . tes pensamo.B primeiro CID 
um desafio: "Vá para n capela dizer tu- o companheirismo no ó no clube como qu meraó ~n moe daquilo qus noa 11ob11j11. 
do dlaute do saorárlo".Ele foi. Depois também cm público, demonstrar com- nós 
8 8 
u t to ara começar o pro­ 
de algum tempo, Iniciava-se o recebl preensão dos problemas da comunidade o te"jiites vos vontade 
mente; e o hatlsmo pelo Esplrito Santo. m atos, procurar ajudar seu semelhan- blernn "p,," a iesreacato. Pro- 
Calu em pronto por várias horas. to em momentos dlf1cels. 
8 
de um P nossa natureza ogoista 
Buscou Deus agredindo, maB teve O rotariano tom que ler muito so- cure!nOS doml~~~idal'ledade começando 
oorngem de buscl..·lo. Foi ao seu encontro bre Rotary e procurar istmilar aquilo e exer"}F l be e acabando fora 
e recebeu a graça da conversão. que Paul Horrls lde11lizúu e quis _trans• dentro e ln1Jst"o c u certeza de doml· 
Trabalhou cam televieão como pro• mitlr à humanidade: religar na~oe1 e dele 
8 
ass m emos ª r tar!ano 
tutor de programas, ais entregou ao ovos através dos clubes rói4rios, 7ans- mar a dl{","% },,R?'j'{ ít 440) 
apostolado, no seu ambiente. Foi dlspen· formando o mundo em um mundo de (Boi. do • • e 
0 
• 
eado de estações da TV, por não se 
omitir na menagom cristü e n!i.o 110 ven· 
der a interossos comeretis. 
Após a conversão (janeiro de 1971}, 
passou a estudar, profundamente, tudo 
o que se referia Igreja de Pedrn e de 
carne. Encontrou o espirlto da revelação 
e dai para a fronte, nfio parou mais. Saiu 
evangellze.ndo e animando comunidades, 
pelo 9rasll lodo e até no exterior. De­ 
dlcuu-se, som escolher hora ou local, de 
Roraima ao Rio G r 11 n d e do Sul 
t 11 1 a n d o no Distrito F o d e r a l 
e nas margens de longloquoa rios. 
Sempre com sua palavra ora calma, 
ora agressiva, tentando acordar os Ir­ 
mãos. 
Por essas atividades lol chamado de 
"O Microfone de Deus", segulnrlo as pe· 
gadas de Silo Paulo em pleno 11écul;; xx. 
Crlllcudo por alguns, reconhecido 
por outros, segue sem e envolver com 
elogios fàcPis ou ofensas vazias. É cria- 
dor da Fundnçlío M.E·A.C.-~!issionàrlos 
para a Evungellzaçllo e Animação de 
Comunidades-que grega leigos casados 
que dtdlcam U!õ 2,1 ll<'rn do dia à pre• 
gaçilo cristã. 
A diferença entre teimar de Barres ' 
e os pensadoreF :le sua (',poca é que a 
maioria prefere falar primeiro ao com­ 
çllo, enquunto et> ruia à con ciência. 
Outru diferanço esté em seu extra­ 
ordinário poder de síoteiae qu~ o acom­ 
panhu em prosu e ver o. 
(do livro: O Peregrino 
DE 
Maldito) 
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da vida humana, desde a a. 
ctpção 111.Íl a morte natural: 
Opor-se firmemente i $ 
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MS -- Trihuno da Frontelríl 
oao 
NOVIIS 
ESPERINÇIS 
PIRA li 
Agropecuária 
legivelmente a lelção do futuro 
presidente, gonerul João Bapflstu de Fi­ 
guelredo, trouxe novus esperança pura 
·,t o @etor ogropecuó1fo, umu vez que os 
rellt!rados pl'Onunclumentos Jeitos pelo 
então candidato, agora já homologado 
pelo Colégio Ele I tora l que lhe deu o 
npolo de 355 voto8, com relação às prl· 
orldudes que pretende colocar em prl­ 
melro plano durante sua administração 
colocou o setor da ugropecuàrla em de8- 
laqutJ especial. 
Certamente, qm, os pronunclamento11 
eltos pelo general Figueiredo, que peln 
sua trndlçlo como oficial de ca vahirla 
à : ~ quu é, tendo, por conseguinte g r anda 
allnldade com o setor, silo levados t:Jffi 
cousldernollo e 8p e c Ia I. notada monte 
numa época em que, de forma mais ab­ 
oluta, voltam-se os atenções no pe­ 
nas do País e de todo o mundo, para s 
potencialidades brasileiras para a produ­ 
ção do11 alirnentoi; que se torno m cada 
vez muls escassos no mundo hodierno, 
numa comprovação de que n t e o r ! a 
Malthusian é de fato urna triste reali­ 
dade válida. 
Quando o País se defronta oom déf!clts ca 
da vez maiores em sua Balança de Paga­ 
mentos e quando os gêneros de primeira 
necessidade alcançam preQus ~u já fo- 
" gem ao alcance de muitas bolsas, é indis 
cutível a necessidade de agilizar se o selo, 
e propiciar novos horizontes pum a agro­ 
pecuária nacional. 
Os fatos passam a encontrar maior 
peso ao saber-se que, apesar de toda a 
1 dlvulgncllo em contrário, há uma t.lurên- 
1
• • 
1:iR e n o r m o de gado para a bote em 
Mato Grosso, fato este ocorrendo em 
3 virtude de problemas havido no setor 
que li,varam os pecuo.rlstas a entregarem 
uas matrizes pura o abate a fim de 
• fazerem frente aos compromissos finun­ 
ceiros que haviam contraido, do que re­ 
ulta uma não renovaçllo dos rebanhos 
e a consequente falta de gado para aba- 
,. te estando sendo abatidos até mesmo 
Hovllhos que caso a crise não estivesse 
Implantada, pode.r:um permilneoer mais 
uma temporada nos pastoi;, 11dquirindo 
maior peso e tendo um valor cumeroial 
, mais adequado. 
A abertura de novas fronteiras 
agrícolas lambem exige uma ação mais 
efetiva do governo, a fim de que o agri­ 
cultor possa ter efetivamente a justa re­ 
compensa de seu trabalho. 
• Os fatores existentes e Rs decla­ 
tuções taxativas feitas pelo general Fi­ 
ueredo, com sua homologação, trazem 
uovae esperanças para u agropecuária 
acional qe observa com expectativa e 
ansiedlds o cumprimento real do que 
fora dito durante a campanha eleitoral: 
l>tloridade absoluta para o setor agro­ 
Pecuário. Prazm os céus seja isto rea- 
_,, lidade! 
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Mato Grosso para o 
Ciener I Oilermando 
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Em recouhecitento pe­ 
los elevados serviços 
prestadas ao Estado do 
Mato Grosso, o Gov rno 
estadual interpretando 
sentimento de toda a re­ 
glão Centro - Oeste e 
Amazônica c.:onfedu no 
General de Exército Di­ 
lermando Gomes Montei­ 
ro, Comaodooto do II 
Exército, sediado em 
Siío Paulo, condecornç/lo 
da Ordem do Mérito Ma­ 
to Grosso, no grau de 
Grã Cruz. 
A alta honrarla ma­ 
togrossenae foi conforldn 
no S a I ü o Nobre 
do Palàclo Pulaguás, 
com pronunciamento do 
Desembargador Domin­ 
gos Suvio Brandão Lima 
Chanceler da ordem Ma­ 
to Grosso saudando o 
General Dilermando 
Monteiro. A condecora­ 
ção se compõe de faixa 
com medaihf!, placa, 
passadeira para unifor­ 
me e roseta para vestl­ 
mer.ta paisana. 
Nossa Senhora 
da Esperança 
A Catodrnl de Sal- 
vador, na Bahia, conta 
com mais uma Imagem 
de nossa senhora, em 
um de seus artísticos al­ 
tares lateraie. Trata-se 
de Nossa Senhora da Es­ 
perança, cópia fiel em 
gesso da imagem que 
veio na nau-capitúnea 
Residência: A v. Brasil 2355 - Fone 383 da esquadra de Pedro 
alvares Cabra! ao desco­ 
Mato Grosso do Sul brlr o Brasil, em abril 
de 1500. 
·merta do Coosul de Portu 
gal aos católicos da Ba­ 
hia, a imagem possui 
traços acentuadamente 
medievais. O Menino Je­ 
sus nos braços da San­ 
tisslma Virgem alimenta 
com um cacho de uvas 
uma singela pombo. que 
está pousada sobre o 
braço de Nossa Senhora 
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Modesto Luiz Rojas Soto 
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D 	VISTI 
Delegado José Loureiro 
A rrcupcrnçiio do homem, grande 
meta duo prl,iíes no mundo Inteiro, tem 
sido menelonud11 no Brnsll em copiosos 
discursos de político, jurista e nté dP 
qeerl!ló.rlns db Justlçn. Dn teoria à prõ- 
1lcn a dlsti.nclu pode R<'r Jm11asn. é o 
euso rle !3t•l,: Vi-ta. Mais d urna vez te­ 
mm; dito, que <:6oonder umR feriria nllc 
contribui para u su cicatrização. É mts­ 
sao do jornal mostrar os mazelas para 
que el11s sejnm s1tnadus por quem de d!­ 
relto. A situação da C'ndria Pública de 
Bc,Ju Vista niio está t,implesmente <.'11!11- 
mitos, esta Vergonhosa. A tenta contrn 
os sugrucos direitos do ser humano, pu­ 
receadQ mu1s uw gallohrlro do que urna 
cnd~iu. i:úblicc1. A tmpren611 responsà.vel 
cumpre o devei· de informar ns autorl· 
dndt•f; BP falllus gritantes d1:, dPtermln11- 
dos órgão públicos mantidos com o di­ 
nheiro do povo e que devem servir ao 
povo. Nenhumn providência real foi to­ 
mada pela 8ecrelnria de , eguran~a Pú­ 
blica a reopelto da t1ltun~ão c11lnmltosa 
do nossa. cadr.la, o joranl, a Cllmnra. 
0 
Rotary, por diverns vezes, solicitaram 
provldPnclns no senhor Secretário d!I Se­ 
gurança, aüo só n respeito dn Cadela 
mas doe llomeas que respondem pelo se: 
guranca em no11sa cidade, e nté agora a 
resposta foi o sIlêne1o. 
Vista parcial da Cadeia 
~ '··..::-. ' . . , .. 
. ". . :-·,.._ ';. .. 
- • ..e. 
Rotary CIub, devido as intempérie, 
ja não serve para nada. Falta ·gua. Iuz. 
telef,,nP, <-nfim. !'alta ludc. Sérn 111·1Iern.:l 
ele expl'riiPnt", uleoílcndo umJ vaatu rP· 
,ríiiu o dcit:rY11r11 de Poilclfl .Jo'ié Lnurrl- 
....,, 1 	r-:, 	" 	.. 
ro, está fazendo mil:gos. Scpnor Gov?r- 
n<1tJc,:· do B,tntlo, a catlt'ill pública de 
I3elu Vtstu est desabando, os +eus fun 
clunárloi. aào p0t;-uem ;,s mínima'> coudl• 
çõ·s de trabalho. A cota de gasolina é 
í11RuficlP1Jte pai a alendn ui. casos na 
zoua urb,rna, quanto m!ll!! p11ra atender 
a imnen-a rvgi+o rural, 'eh r Governa­ 
d»r, a cadeia de Bela Vistu é uma ver 
o«ha, é um espinho eucrav do na ulmu 
dos homens de boa vontade O delegado 
qu1111rJo c·fl•tua prl·ÕPR, é obrlgu.Jo u enviar 
os pr,,,:;o, pira .Jnrd!m, l' Bel 1 '✓lsla, uir1- 
dn, sente o dramu de não po➔•-uir 1H:gu­ 
r11nça. pois o efettso policial chega u ser 
uma pl•1da. tre~ soldados, um sargento e 
dolt! Investigadores pern atender a quase 
20 000 pesoas. Absurdo elos absurdos. 
RP-PEílC'U'iSAO 
Caso chegasse à Bela Vista umna 
Comissão da ONU,pura checar "In loco", 
o situação curcl'tllriu, 111 s6u cfcladc rnc­ 
rt>ceria munchetes internacionuis. As 
cefos i;ão cu~ículos, que nté l)i; r.nchor­ 
ros rejeitariem. Ratos, arnr.hr.s, rurrce­ 
goA. C:esflinm tranqulln:nente tluruute u 
noite. O povo de Bt-'ih Vi~to, que paga 
impr.sto8, ~UP colc.b,lra para o desenvol­ 
vimento do Paí!l não pl.'dc,EXIGE provi­ 
dencias dus nu to ri c1 artes líg 1rlns ao 
setor. Caso no,so npélo não surta ef PI­ 
to, rogamos uo Deus dos abandonados. 
clot: desgraçados, daqueles que por pro­ 
blernetl originados por nós mesmoR, per­ 
manecrm à n::argern da socierlade. O 
rllnbeiro urrecndado pelo FUNRESEG 
deveria servir para Pqulpar a nossa po­ 
licia, para Isso fui crin.do. E para onde 
vai o diollelro urrecodudo Pm Bela Vis­ 
ta? Pura onde vai? 
;. 
O efetivo policial de Bela Vista 
1~ ST. LÇÕLS 
As instulaçõ ·s do prédio onde fun­ 
ciona a c,,d i • (cacl, ia?J .:àu p, ecárins, 
rucht1duru,- na, p-11·e<le~. buruc,,s uo teto 
vigas polll'E'!l e fl/Uf'llÇUIIUO d via dos 
que lá fo> eo,·cntram; qu~n::lo chove cs 
uncionários são obrigados a mudar os 
móveis (inóveb'!J d,• uni lugar paru ou­ 
tro buscando protegr as coisas públicu11. 
O hanhelro que foi e o n s t r u 1 d 0 
a t r II v é t, dc uma cumpanlla p&lo 
P o senhor g,)Vernador do Estll­ 
do, o t1l'nhor Sl'cretárlc de Sf'gurnnca 
Püblie, ou algum deputado da região, 
P qut> p et .. ode novu mt>n:e captar vo­ 
tos em Hela 'lst·1, 6e digne a olllnr com 
carmho o nosso problenlil, /:> uecesssrio 
de imedi ,to, as seguintes !)rovidênri11~: 
1) Ref0rmu lotu I do orédio 
.!) , umentur o número de funcionários 
burocráticos 
3) Aur.1e11tar o e[eth·o d& Polícia ;lili- 
tur 
4) Providenciar armarn:.>ntoi-: e munições 
) Ref rmr as viaturas 
li) Aumentar a cot!l de gasclina 
: . ,-,,..,., 
.,__ ..,.. ,_ 
l ·: 
~-~~----''------------ 
7) Verba para adquirir cama,. col­ 
ch?es, lençóis. etc, pois atualmente, no 
existe nada. 	' 
MEt AGEilI 
N5CES544F cc I Pt>rc_lval de ouza, º grande re- 
,, 	!Ç J) P~rter pc.hclal, em seu livro, A Prii;üo 
íl n {ô_) /?.. (e t_íl li le (( àlZ O seguinte: 
1 
U if E iV U C ) os velhor-: e cruéi!' conreitos se- 
gundo os quais a; prisões servem para 
castigar e tortuur os que se aras taram do 
camiuho da lei, ainda parecem gozar de 
prePt~gt? entre nós. As novas concepções 
do Direito Penal desea volvidas ew ou­ 
tros pa1se_s du mundo, encaram as pri~ões 
quando _aao contestam sua existência e 
sua validade como um meio de recupe­ 
rar mornlmEOte o preso, hab11itaodo-o 
para a vida em sociedade, canalizando 
a sua agressividade e transformando em 
força de trahalho útil i.aua energia "As 
s11n aó, eutendcmos a prisão. Par~ re: 
cuµerar. Atendendo 
O novo e 
do os m 
1 1 
,. recuperan- 
arg nn,tzauos, mas para isto é 
d
p~eclso dQ•H: o policia tenl.!a ~ondições 
Igaas e trabalho o .- . 
Cill Bela Vista. • que nao existe 
O Teto da Cadeia 
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