1 IR. DEPITT D FE ERIL Rubem Figueiró REN .. 202 1 o tar nn­ -la el~,i-1 que do pelas lenuo pró ! cun­ :ncin. ''16 «] cap octa dr ,.;1llita~ 4 do e pala peirrflo --i .n fl 'P°t o "º y • $ eis-utt cima d4 u, r MORI Exatamente às 13:35 hs. chega­ va a Bela Vista, proveniente de caracol o governador Harry Arorrlm e sua e,. rolllva, fr! rrceblda com uma saraivada de po lmas, por cerca de 1000 pessoc. s que o urdvam no nrropcrto Local. lnúmf'ras autorlctodP<> clvl'! e militares [izora m-se presentes. Apó os cumpri­ mnentos comitiva seguiu até a fücoln Junieipal de Artes e Of!clos, onde ao BELD Deputado Ubnlclo B11ram chegada do Sr. Gov&roador . / ,. ,) ,,,[' ll0m da ranfarra foi recebida pelu sua . ' Diretora professora Rosita Rosa Gomes. 8 professores, alunos e muitos pu is de "e alunos, A aluna Cristmn, Li tio. dirigiu-lhe 1•"' algumas palavrafl Ac.:0mpnnhou o Sr. Go­ vernador e suo romltlv..i riPsde o ponli­ lbüo até o Gremio uma curuvana de 40 011valelros chefiado p,11· Gunzugn, no Gremlo o Sr. Governador teve audiência com as classes poitieas, produtors, médicos, professor, etc da cidade. presente a Deputndo Rubem prest'oça. 1 .! • 1 i ' """' "+ ... : { -~ Figueró marcou 7l#ao Per EM?ASO BIS ~ [L (ill 5 PSROMNL. e,,-/ I «l / {j .V Dr. Ely A. 13:irbosn também presente A popularidarie e simpatia do Sr. Governador cativou a. todos os presentes . Sr, Governador: em nome de toda a equtpe da Gráfica e Edltera Apa (Jornais Trll>una da Fronteira, Correio Jardineni.:o, Jornal de Bonito e Trihuna .Murliohense) der,ejamos que EUB vinda à PrincesB, do Apa eja coroadn de êxitos. IIDB Congresso Reunirá Escolas de Medicina <:nn,po Grnnrle - De 22 11 2.4 rle no, emhro pr6ximo. a ridarl.- ,le Londrina ,rdiarú o XVI Congresss Brasileiro de Educação Mérlica, o c,in,·lave t<,rá o patroclnio rln i,socia­ ç:io Bra,ilcirn d<' Educação Mé­ dica e ,lo Centro de Cincia da Sn(ule cio Unhcr•iclacle Es• rndual de Londrina, ohordtrn• do com lema, principais "O Médiro de Fumilia" e ", for· maç:io f:1ica rio Médiro". Os interes•ndos em par­ licipar poderão ,e imcrevrr no local do Congresso ou anlr.ci­ padJmenle. alr•,és de solicita• ção a ABEl - Associação Basileira de Educação Mdi. ra - ílua Leopoldo Uulh6e•, H80 3 o andar, l[anquinho•, 210-11 füo de Janeiro. A taxa de intcriçào paro estudante de medicina e mé­ ,lirn• re,iclrnle• é d.- 200 cru• 7..ciro.c: e para proÍf'Horct, mé• dicos e outros profissionais a taxa estipulada é de 10) cru­ zeiros. A comi-ão Organizadora estará recebendo, t o dia :10 de ou1Ubro, os lrabalbos rnbre temas lisres para serem mul­ tiplicados e dittribuidos no decurso do congresso e poste­ rior publicação ,ia revie1a de Educação Médica. n a .------------- ----·- - .. -- . -·--· •• -·- ---·- -·--··---··-··-~-·-·----···--·--·--- D,. Carl•>:> Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causs -- Civis Criminais Inventário,. T::abalbistas Rua Rui Barbt•l:la, 2774 C/1 Fone 4-6683 ~e.rnpo Grande Mato Grosso tUli Sebastião Crisplm do Rego SHI _Bel vsta Mato Grosso Terra a Riqueza ~~a Arerio os Homens !Em flfiUEIREDO a Ação A 15 de Novembro Vote nos CANDIDATOS DA RENA "Ó Somercio Jovem de Mato Grosso­ do Sul'' Bnsta levar o seu documento­ O seu crédito é 1.<.berto pelo já. Famoso Gredi Blg. 8em Juros e sem F'iador e você tem 1 ano p<1r11. pagar, eu disse B:z-Lar Conces­ sloná.rlo Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe­ riado:; troca de b~tijiio pequeno Ass1stêncli. tecnica perr:ianente SeçãrJ de peças especializadas Rua Vereador Romeu de Jardim Mato Medeiros S/N Grosso do ti-11-7. 1 S T O O Governndor de Mato Urosso do S u 1, Jiurry A:!"lorlm Co!lla, estará cm nossa cidade, e uma folba clamoro­ u por parte dos encarregados de dl vul­ arem a sua visita (em nossa Cidade) devo ser reglstruda: Nlnguem comunicou Nuda uo jornal, mas nadu Mesmo, u que dá n entender que Aluem no pretrn­ dla Dar multa publicidade Ao Fulo. Nl1o pn'clsa expllo11r, eu só queria entender ... *~ FALANDO no. visita do senhor Govcro&dor: uma cola precisa [tear Bem Esclarecida. O Dr. Hurry Amorim é una pessoa descompromlssncln com ~rupos, pe8soa8 úU Idéias ultrnpos11ucla11. O seu negóclo ó Construir um Estado M1Jdelo. Não vai ser um Governo politloo... ele usa a pollllon puru Construir. Dà para c.>nteader? ALEM do mais e o que é mais lmporto.nto: Ele ouvir todos os representantes de classe e líderes Polltlcos du. cc,munidad~... o pessoal Irã u•> Gremlo Pedro Ru­ Ylno, àtt 14 horus, e relvlnrllcur àquilo que Bela Visto. precisa, al~m de debater Idéias re(erentes "à questão pollllca no munloiplo," ** Jornnllsta Jesus IJernundez da rovJsta Atualldo.deB Forenses e lnterlorunaH. O próprio jornull&ta foi o Informante, aconti>ce que sua luformnç.'Io ufln corres­ pondeu u v~rdo.cte. Segundo fnnlNí ligo.­ das uo Executivo, a Importáncla paga à revlBla (pP.la ed!çflo referente a Bela VIst) não chegou 20% da quantia acima. A BEM DA VERDADE Noticiamos, que a Prefeitura Municipal de Bela V!sta havia pugo 200.00U,00 ao Tribuna da SEMANÁRIO (20/2/72) F D A Ç , O lvnldo Pereiro Administração Hedaçio e Impressão Rua Duque de Caxias /n Bela Vista MCx. P. 20: EXPEDIENTE Diretora Maria Etela V Pereira Editor 1 ui do Pereira Chcle Departamento Comercial: Ahnro l'ereirn Gerente Hêlio Gucdc, Corrêa Rci:i.iro Títulos e Documento, 1066 CGC-M F 03.201266/0001.90 Insc. Est. 1305923-13 A l ATURAS Bela Visto ··-··-·-- CrS 250,00 Dcm,is Municipios -··-·- .. ·-···-·- CrS 300,00 Observação O artigos publicados com asFinoturti! ilos nutorcs nilo tr:uluzem ne­ cessáriamente a opinião e pensamento do Jornnl. Sua publicução obedece nos prop6- itos dos debotcs rios problemo• municipois e de refletir as divcrsu tcndêncios do pensamento universal. , E EI.Y O foto é que o candidato Are n i • ta a Assembléia Constituinte, Ely de Araujo Barbos, e»tá com grandes chances de se lger. Para Iela Vista, is eri de grande importância. Um Depu­ tado da regido ser útil, principalmente, devido o conhecimento das no»as maiores necessidade, ulém da força politica que isto representará. For­ a e fé minha gente. ** CE THALIZAÇ;O A Gráfica Editora Apo íechnrá mo filial de Jardim, e r.entrulizarti todo# ftP ma• atividades em Bela Vista. A medida fará com que nossa ci­ dade tenha uma gráfica editora das mais rvoder­ nua do Sudoeste. ão quatro máquinas impresso­ ra» a serviço de Bela Vista e região, ** OUTRA MUDAÇA • Hodical imposta à empresa, foi a nomen­ çAo de Alvoro Pereira para Gerenciar tudos ne atividades comerciais da mesma. O jovem publi­ citário é agora o homem encarregado de adminis, trnr o Departamento Financeiro niio 16 do grnfi. ca, como dos jornais. O jornuliato I voldo Pereira ,e ,Ieallgou completamente du porte comercio!. A llirc~ào rio cmpresd ficou o cargo do Srn ,lariu Eu ela V clnsqucz Pereira, qne, como primeira me• didu, mnodou ferhur u filtnl de Jnrdim. Tudo centrnlizatlo em Dela Vistn. E: iaso ui. , . "Dentro a final. º Tudo vem de Deus por gráus e tudo volta, por gráus a f:lfl -De Deus. é progressiva a descida dos sêree, em 3 graus: contida no UM -intelecto-filho e verbo do Um -Alma universal -Mundo Corpóreo está posuido pela Alma que não possui como coisa sua. A matéria é o mal absoluto, mas é ua ma~ér1a que se inicia o retorno. Na explaçao do pecado, a &)ma é purificada Para não tornar extensas estas notas, continuaremos com o astmnto neoplatonismo na próxima edição da Tr­ buna da Fronteira com Proclo, ,TfimbUco e Po_rfmo, terminando-o. Muito grato pe­ lo. leitura destas notas, àqueles que o [I- zeram. • Prof. Stumpr. CARCAÇA Tenta, tenta novamente., Quem o faz? Pira. Quem vê o inal vermelho! !l!;:;n. .. esta vida ninguén quer parar parn pe1uar • Vi, t', .• Muita gente morre em +a ber o que é is+o Morte. Todos (v Pra procurar OHIIJ tore ll. EFcut:i ..• Quem tem a bumba, Que mota 1eu8 pr6prioA fi. lho~. no 1uicldio, na lou­ cura de ganhar? Cala ... Todos, falam !em prn,or para& folar, Vai, Segue cm frente .. m e preocupar dos que pedem u,n rnào. umo milo. Pau a. Pueaom por cimo de ti, não é? Fica. Me•mo assim niío ouvirás o grito dnquelc irmilo qne te cboma. Vai Faz iso mas fica parado, de mentr, na máouinas pensa por ti. Não fula ... e colo de medo da noite que tem dentro de ,i próprio. Se cala de frio <111 morte, !t cola com medo do forte. 'ada mais do que máquin•• sem lubrificação, números.•· l' agrícólas do Brasil. Plante mais. 1 . • · :.....,·; i13'o Converse com o revendedor Massey Ferguson * 1 ~ · ·,. ; 11fr, ~~ll-~ ~-l- . de sua região. 1 • . d d Massey-Ferguson do Brasil S.A. 1 - , ~fl Estude come eoeqwpamcnlomrusa equa o $ ±' } ~:~~~- t.,,.: f • • • -• •· - •:"-:--'' :J,.•- •.,.- ,t :• ~-: ........ , .•. ,_,_,, __ ,__ H'" __ • ~~ !:~ A-MA. Apolinário Máquinas e Mundo Novo Agrícolas LTDA de _ Um novo conceito em • Assistência Técnica Matriz: Rua Marechal Floriano, .Esquina com 1.o de outubro, Fone 13 9- 421 Po!Dfa Porã Maio Grosso FILIAIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 - BfUI VISJi e Amambai, _ MS E ·t· • s de Vendas: Antonio João, Coroco,I Aral IVoreiro, Amamboi lguatemi Eldorado scn ono , , n I L_ ....; 6-t 1-7::l ela VJt .- MS Tribuna da [ron!e' Os sacerdotes d Diocese do Co­ rumnbá, reuntdo juntmerte com o eu Hspo Diocesano, no dla 3 do corronto mes, na Cus do Ietiro do Mangueiral, na cidude dlcl Lud(u-lo, 1•r90Jvrram dirigir 1Ima pal11vrn elo orl, ntuçfio uo Povo de Deus d sto. lrnensa cliocpi;e de Corurnl.Já, neste nno de eleições pura que o "povo pos.;a entendei· um pouco mais de poli· tlcu, pelo menos, tanto quanto entende do rutobol". "Pra a Igreja, o Fé deve orientar todn f vida do homem e todas ns suas atividades. também as que ne referem à ordrm pnlltka. A Ordem Política está sujeita à Ordem Moral. A Igreja, llumlnud11 prla Fé, procura definir rom rrnmpre mulor clarez11 t1R exigências que lia ordem morul decorrem para orderu política. NóR. Pi1slores (;,acerdotea e bispo) lemos con&clênola de nuo estor­ mos exorbitando de nossa misso, quando l)!'Oolamarnos e11toa exlgllnolus e exorta­ mos os cristãos a assumirem sua função ospecíflcll na coostruçõ.o da soc1edaje de ucordo oom eot das elriçõPs. Politicagem é trahalhnr só onde há muitos eleitores. Politicagem é n!io se lu1portar com a pessoa huma­ na. Politicagem é ff.zer coisinha:; que aparecem e enfeitar o lugat e não cui­ dar da coisas mais importantes e útel11 à sa ú d e. e d u c 11 ç !l o e b e ru e s ta r d o povo, como por exemplo àgua, esgoto, escoln, calçamento de ruas trtl!!Eportes, estradus, etc." (Do Manual elo Eleitor - Arquidio­ cese de Vitória - ES) Estamos quase nas vésperas das elelções de 1 de novembro, quando ire­ mno voar para deper os nosos candl­ datos a Senadores e Deputados Federal o E~tudualr.. Votar lwm é muito impor­ tant cheio de consequências para o no,;i-;o povo. Pol&: Pelo voto: se escolhe quem foz as lei:; 8e escolhe quem administra se escolhe quem participa do Governo do Estado e do Pois. Estes e+colhidos ge forem bem es­ colhidos, podem oranlzar o Estudo do M foto Grosso (91eira, filhos e milhares de amigos que choram problc,mo>1, e pior elo QUf' tuelo a. prrder 1 • ,ua morie Quando n• chrfia rio Excrutl n be­ n sua ltberdodl'. Um povo que vota bem lavistene, Clóvis Mlarelino empre recebeu u já está no caminho certo para fiar IMPRENSA com_um_««orriwo_no: lábios, remo mls livre melhorar e vida. quando e-ta IMPRENSA critica a sna Admini- MAS ... CO~IO VOTAR'? lr!lçan Homem bom, de (ndolc 1iurlfirn. ,emprc 1. Quando uma pessoa votu, ela está perdoou àqueles que ín1erpre1arnm. mal a suas dando n outro o direito de governar. Por itude. lotarlano, colaborador inca«ável dos isso mesmo é multo importante, p2n8ar movimentos cintos de Bela Vista, Cl6vis rce­ bH~lante, antes de r.olocar o número e o beu a última homenagem de centenas de pe+oa (J:n e do candldnt O na cédula Niío bns- De'."" o mn!'~lo ri~ matl-~rn, 1ngre..:1 no munclo n s(útil dn espiritualidade. Ele pode dizer: DEVER tu pensar uma vez. Vnmos dur a nutro CUMPRIDO. E nós. MOHREU U~I JUSTO. o poder decisivo rm relaçiio à socieda- de. Se esse poder ror bem usado, tud:> irã bem. Mas, se ele for mal aplicado? Três perigos levam facilmente a não votar bem: ) O MEDO: o medo de pereler o em­ prego, de snr perseguido. Não tenho medo: O voto é secreto e a lei protege você. b) O INTERESSE PESSOAL: dar seu ,oto a alguém que lbe prometeu empre­ go, favores. Não venda o seu voto. Vo­ to ó para o bE>m rte todos. c) A AMIZADE: Uma pessoa pode ser um m11.u político e lbe escrever nu:na carta: "conto com você, nmigo", "Ó para você votar nele. MAS... EI QUEM VOTAR? 2. Vole num candidato que demostrou ter qual!dades parn exercer um cargo político. que é serviço ao bem comum: QualidadPs de um bom cacdldato: 111 ter uma certa cultura: b 1 Ter senso prático c) S1ir um 11ervldor da comunidade d) Ser hooost-o no trabalho e) Ser preocupado com o bem co- Corumb, viam a um engajamento cada vn, m;1Jor, na luta por um evangeliza- çfío Jibrrusdora. Hrzemos Nossa Senhora Apare- cldn Paúroelra do Bru il, para que con liouÓ a proteger u ,;eu, e Os0, p0O bra &ilel:-o. Pelo Presbitério Diocesano Dor Onofre Andido Hosa bispo diocesanc mt1tn Educação e PolíUca O Presldente da Re. públiea sabe com quem pode contar. S. E:xn., scolh , i;em- pre, homens integro, In­ tligentes e competentes, É o caso do primelro o. vern3dor de Mato Gros. "º do Sul, Tlilrry Amo­ rim Costa. Com exceln-­ tr folhll do Hrrvfços à Nação, foi inrllcado pal'a n primeira magistratura do mais novo Estudo por ser um homem por ser frexlvel, em, no entan­ to, ser subservllm. ,wlt. oomArcl,rnte, re«ldente e domlr.lllncln em Cnmpn Ornn­ de-MT., por r,eu bnRlnnte procurnclor. ln- Ira - llll~lnndo ( rlno .. T.), qne oulnrgnu !l José Mnrque, brnallelro, cnndo. comer­ ol~nte, rPslrlP.nto a ,lomlclllnrlo em r.nm- po Ornnde-MT., n nrncurnclin lnvrnd11 no livro n~ 37. fü. 129 do Tnbrlflin do 2º 0llolo, em 31 de ,lnnho de 1074, eom porleres gernlR e ilimltndos pnrn ndmi­ nlslrnr ~eus bens móveis A lmóvelll, dlnhPlro. movlmPnl>1r contns b11ncârln11. constituir advoQ'nrlris, outorgn!lo podP.rAB da ohu'umln ndjuditi pura com n foro em geral, podendo indnu trnnsiir. dis­ cordar, assinar comoromlRsoq. rer.P.bPr A dar quitação, rler;letlr "' euhstRbPleoer com reRervns os podAre11 ontnrgndoe, como se vê do Incluso Instrumento. Acnn­ teee que não mnle co!lvóm n pPllolnnfl.­ rla mant2r em vigor " ref6rlrla procurl­ çio pelo que s vinte e clnc? dlns do mes rio outubro rlo ano de mil novecentos o srtenta e oito. Eu. Florinda B nites Es crlv!l 11ubslf! do 2° O!lclo, dalllogrníel, e nsslno. Dr. Üllvnldo Rumanzlnl Juiz de Direito Como viver com uma doença fatal L Fnle rnhre ft doença. Se for citncer, chnme·n 1 de c:incer, Você nno poderÁ (orMr o vidn novo­ mcntt> normal teotnndo ceconrler o qut1 eetá errado 2. Aceite a morte como parte da vldn; ela o é. 3. Coneldero cada dia como outro dia de vld&, como um dom de Deus pnr oer aproveitado o mnis intensamente poseivel. Convenç1t .se de q1rn a vida nunca será perfeita; não o nu antes, e não o será agora. 5. Reze, se desejar. Não é um Rlaal de fraquezn; é a suo. força. 6. Aprenda n viver cnm ,uo doença, em ver de pensar que está morrendo por causa dela. Todos estamo, morrendo de oli:umo f,>rma. 7. Deixe seus amlgog e pnron!es à von­ tade. e n3o qul•er pieclncle, nilo a peço. 8. Tome tod~• as provi ruia à con ciência. Outru diferanço esté em seu extra­ ordinário poder de síoteiae qu~ o acom­ panhu em prosu e ver o. (do livro: O Peregrino DE Maldito) DIFi ll ARTE ROTARIINO ER Congresso Mundial de· Médicos 1 Católicos l Venha vê lo ao vivo dia 8 de No­ vembro às 20 horus, uo Grêmio Pedro Ru[loo Tema: Minha Conversão Diante do mundo. Fuvor nio trazer crianças - Entrada s6 paro. maiores de 14 anos. Entrada tranca. #iqM 9E ARAR9Z PELIST de Sergio L Zanardo Beneficiamento de arroz - compra e venda de cereais - qualidade - eficiência • atendemos toda a região. Temos rnilho· Preço bastante compensadcr Rua Barão do Ladárlo Caixa Posta.! 25 - Não Percam • /TE SNU mm uite, Apartamentos (casal e olteiro), O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - H P Hotel Hecente número do bo!ti "FIES" publicado pel Se, Sé, noticia no trino, emule @líio, do X_IV Cozes " Mundial de Médicos Cat!e Realiz.ado tlll Bombaim, Ll India, o certame tee a pte ,ença de delegados do muni inteiro qu11 aprearutaram reai, dr SO t"Otnunii:açõea e inforr.:,, ,obrC' o terna do congrt•r<. Importaneia da vida nu !Ocredade em cvoluçh. Da declaração final dei r± dicos católico" rc-onllamoi: . Promover a importunrg da vida humana, desde a a. ctpção 111.Íl a morte natural: Opor-se firmemente i $ e1tcrdização, ubrtludo 1 compuh6ria; - Conhecer cada nz m11 a fundo todos 01 11pt1t· acerca do• mf1udo1 natura!, de controle de mtalid! (Agencia Boa Impren ABI, 1 Sensacional Blcgr da Casa da Amizude. Dia 7/11/78 Hora: 19.00 Local: Clube Pare- guiai Preço da Cartel CrS 30,00 Prêmio,: . l} Bicicleta Mooark/i: 2) Rádio Phllco 3) Calça Coo, 4) Meia dúzia de xi» ras Vereco 5) Litro da Wl1kY PDLIICE ala de Recepção Elquidauana Palace '' O cartão de visitas de Aquidauana" MATO GROSSO DO SUL . 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Certamente, qm, os pronunclamento11 eltos pelo general Figueiredo, que peln sua trndlçlo como oficial de ca vahirla à : ~ quu é, tendo, por conseguinte g r anda allnldade com o setor, silo levados t:Jffi cousldernollo e 8p e c Ia I. notada monte numa época em que, de forma mais ab­ oluta, voltam-se os atenções no pe­ nas do País e de todo o mundo, para s potencialidades brasileiras para a produ­ ção do11 alirnentoi; que se torno m cada vez muls escassos no mundo hodierno, numa comprovação de que n t e o r ! a Malthusian é de fato urna triste reali­ dade válida. Quando o País se defronta oom déf!clts ca da vez maiores em sua Balança de Paga­ mentos e quando os gêneros de primeira necessidade alcançam preQus ~u já fo- " gem ao alcance de muitas bolsas, é indis cutível a necessidade de agilizar se o selo, e propiciar novos horizontes pum a agro­ pecuária nacional. Os fatos passam a encontrar maior peso ao saber-se que, apesar de toda a 1 dlvulgncllo em contrário, há uma t.lurên- 1 • • 1:iR e n o r m o de gado para a bote em Mato Grosso, fato este ocorrendo em 3 virtude de problemas havido no setor que li,varam os pecuo.rlstas a entregarem uas matrizes pura o abate a fim de • fazerem frente aos compromissos finun­ ceiros que haviam contraido, do que re­ ulta uma não renovaçllo dos rebanhos e a consequente falta de gado para aba- ,. te estando sendo abatidos até mesmo Hovllhos que caso a crise não estivesse Implantada, pode.r:um permilneoer mais uma temporada nos pastoi;, 11dquirindo maior peso e tendo um valor cumeroial , mais adequado. A abertura de novas fronteiras agrícolas lambem exige uma ação mais efetiva do governo, a fim de que o agri­ cultor possa ter efetivamente a justa re­ compensa de seu trabalho. • Os fatores existentes e Rs decla­ tuções taxativas feitas pelo general Fi­ ueredo, com sua homologação, trazem uovae esperanças para u agropecuária acional qe observa com expectativa e ansiedlds o cumprimento real do que fora dito durante a campanha eleitoral: l>tloridade absoluta para o setor agro­ Pecuário. Prazm os céus seja isto rea- _,, lidade! IIHDICA_DOR PROFISS I OH A L Dr . ..Joelson M. Peixoto -Advogadn- Causas CIvls e Criminals Rua Lo da Maio S/N -- Jardln - MIs Dr. Ivan Af nnsu da Costa 1arpes ADVOCACIA EM GERAL Huo Voluntário, da Pátria, 376 Fone 2I0 Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIO!II MURO -MÉDlCO­ Consultório 7 às 11 hs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 hs Dr. José fttanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. In­ ventario@ e Partilhas, Regul11rizaç6es de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Fazeada 2 de Ouro .JUia Lopes da La:guna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/ T 1615 Causas ivie e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vista lIato Grosso 'ul Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 Pone, 431-1.116 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Ricardo Brandão ADVOGADO Av. Brasil, 1595:. Caixa Postal 355 Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Fonia Forã Maio Grosso do Sul Dr. Pe coudl• çõ·s de trabalho. A cota de gasolina é í11RuficlP1Jte pai a alendn ui. casos na zoua urb,rna, quanto m!ll!! p11ra atender a imnen-a rvgi+o rural, 'eh r Governa­ d»r, a cadeia de Bela Vistu é uma ver o«ha, é um espinho eucrav do na ulmu dos homens de boa vontade O delegado qu1111rJo c·fl•tua prl·ÕPR, é obrlgu.Jo u enviar os pr,,,:;o, pira .Jnrd!m, l' Bel 1 '✓lsla, uir1- dn, sente o dramu de não po➔•-uir 1H:gu­ r11nça. pois o efettso policial chega u ser uma pl•1da. tre~ soldados, um sargento e dolt! Investigadores pern atender a quase 20 000 pesoas. Absurdo elos absurdos. RP-PEílC'U'iSAO Caso chegasse à Bela Vista umna Comissão da ONU,pura checar "In loco", o situação curcl'tllriu, 111 s6u cfcladc rnc­ rt>ceria munchetes internacionuis. As cefos i;ão cu~ículos, que nté l)i; r.nchor­ ros rejeitariem. Ratos, arnr.hr.s, rurrce­ goA. C:esflinm tranqulln:nente tluruute u noite. O povo de Bt-'ih Vi~to, que paga impr.sto8, ~UP colc.b,lra para o desenvol­ vimento do Paí!l não pl.'dc,EXIGE provi­ dencias dus nu to ri c1 artes líg 1rlns ao setor. Caso no,so npélo não surta ef PI­ to, rogamos uo Deus dos abandonados. clot: desgraçados, daqueles que por pro­ blernetl originados por nós mesmoR, per­ manecrm à n::argern da socierlade. O rllnbeiro urrecndado pelo FUNRESEG deveria servir para Pqulpar a nossa po­ licia, para Isso fui crin.do. E para onde vai o diollelro urrecodudo Pm Bela Vis­ ta? Pura onde vai? ;. O efetivo policial de Bela Vista 1~ ST. LÇÕLS As instulaçõ ·s do prédio onde fun­ ciona a c,,d i • (cacl, ia?J .:àu p, ecárins, rucht1duru,- na, p-11·e eo,·cntram; qu~n::lo chove cs uncionários são obrigados a mudar os móveis (inóveb'!J d,• uni lugar paru ou­ tro buscando protegr as coisas públicu11. O hanhelro que foi e o n s t r u 1 d 0 a t r II v é t, dc uma cumpanlla p&lo P o senhor g,)Vernador do Estll­ do, o t1l'nhor Sl'cretárlc de Sf'gurnnca Püblie, ou algum deputado da região, P qut> p et .. ode novu mt>n:e captar vo­ tos em Hela 'lst·1, 6e digne a olllnr com carmho o nosso problenlil, /:> uecesssrio de imedi ,to, as seguintes !)rovidênri11~: 1) Ref0rmu lotu I do orédio .!) , umentur o número de funcionários burocráticos 3) Aur.1e11tar o e[eth·o d& Polícia ;lili- tur 4) Providenciar armarn:.>ntoi-: e munições ) Ref rmr as viaturas li) Aumentar a cot!l de gasclina : . ,-,,..,., .,__ ..,.. ,_ l ·: ~-~~----''------------ 7) Verba para adquirir cama,. col­ ch?es, lençóis. etc, pois atualmente, no existe nada. ' MEt AGEilI N5CES544F cc I Pt>rc_lval de ouza, º grande re- ,, !Ç J) P~rter pc.hclal, em seu livro, A Prii;üo íl n {ô_) /?.. (e t_íl li le (( àlZ O seguinte: 1 U if E iV U C ) os velhor-: e cruéi!' conreitos se- gundo os quais a; prisões servem para castigar e tortuur os que se aras taram do camiuho da lei, ainda parecem gozar de prePt~gt? entre nós. As novas concepções do Direito Penal desea volvidas ew ou­ tros pa1se_s du mundo, encaram as pri~ões quando _aao contestam sua existência e sua validade como um meio de recupe­ rar mornlmEOte o preso, hab11itaodo-o para a vida em sociedade, canalizando a sua agressividade e transformando em força de trahalho útil i.aua energia "As s11n aó, eutendcmos a prisão. Par~ re: cuµerar. Atendendo O novo e do os m 1 1 ,. recuperan- arg nn,tzauos, mas para isto é d p~eclso dQ•H: o policia tenl.!a ~ondições Igaas e trabalho o .- . Cill Bela Vista. • que nao existe O Teto da Cadeia íl ,, t>d 1 E 1 - l o <4 V - o -J al a--,:::, ~ ~ a.. l ·c <( a l ll::Y - O UJ o o 4 ~ Preço deste Exemplar Cr$ 4,00 A PEDIDO Paro Deputado Federal Escreva· . 208 ou SCHIMIDT Ca CI da, Joc P, d b! de mlt Pi com Pedro e com / I ---------~Povo ____ _....l 1