IBUNA 
F ONTEIRA 
mo viL 17Lo 	RIA o v o a 	1a,a7. L v7, «lo ato5o o T. 
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lo ato inaururl da as, nu 
da aia Ee,nmi a Federal 
o pefeito Haln de tte 
Pinto inforsot ao puro prr. 
nte no aantimeto, que 
no próiruo ano o elho tron­ 
o de tHfos eri upid 
de E' para oo apure«hei 
que sra implantudo o PIH>. 
hi.e inh que o Governador 
[rr Amnorira prometeu o a-· 
falto para B Mi-ta no próximo 
Ano. Foram duas notiius que 
deram novo alente ao peso 
belsi-teu·e. 
AGENCIA DD C 
ERIL EM BELD 
Dr. José Gnuey de Azevedo • Gerente Garal 
d11 Caixa Econômica e Prefeito Municipal 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Com a presença do Gerente Geral 
da CRixa Eoonomlea Federal, Dr. José 
Guey de Azevec!o, do prefeito municipal 
Ruben cte Castro Ploto além de autorida­ 
dei; muulclpais, brii,;iielras e paraguaias, 
dia 8 próximo p11ss11do foi iaaugurada a 
agêacla da Caixa em Bela "it;ta. 
Eafúcaudo o pael saneador que 
as· Instituições de crédito exercem na 
comuaidnde, o Padre Jaime, da Paróquia 
de Bela Vista, abt!nçoou o estitbelec!men­ 
to dizendo que a "lnst&lação da. agência 
iria. beaeflciar o povo e que muitos pro­ 
blema.e seriam soluclonadoi;, principal• 
mente os ligados à oabitaçllo". 
POUPANÇA E CA A PRÓPRIA 
O Gerente Geral, Dr. Azevedo 
dle110 estar ali>gre e pnrtlclpando da ale­ 
gria dos bela vistense, pois a agência 
da Caixa era um presente ao povo da 
hospitaleira Belo VIJta. Frisou o papel 
principal da Caixa que "é o financia• 
meato da caso. própria e a poupança". 
Enfocou a necssldnde do belavlHtense 
poupar, pois "o dinheiro aplicado em 
caderneta de poupança. alem de render 
juroA e correção monetária, é revertld-1 
em obrae no muntclplo. Conto com a 
oolabnraçüo dR todos, pois a Caixa velo 
participar e acelerar o progresso de Be. 
la Vista. Para abertura da cadernet4 de 
poupança, o mlnlmo que se depo&lta é 
:!00,00 finalizou. 
GEISEL É O RESPONSÁVEL 
re 
.+ + 
' 
~· • 1 
Energia Elétrica 
PROBLEMA CONTINUA... 
Esperávamos da CEMAT maior dinamiza­ 
ão do etor energético municipal, pois a mesma 
possui condições de sanar as dificultlndca oriun­ 
das do "velho esquema,. Se no início a CEMAT 
ntendt:cu nos usuário~ com certa rc:gulnrida.-:ie 
hoje, 11. populoçllo volta a sentir o drnma Jn falt; 
de energia dé•ricn. Já nüo $e ••hc n hora ou o 
dia em que: a. "bendita luz vai se apagar ou o.• 
cende", Providênclas urgentes devem ser toma­ 
das pela direção da c»presa, pois os seus funcioná. 
rios de Bela Vira, demonstram sempre boa von­ 
tade, alegando alguns, que os atuais problemas só 
poderão 1er resoÍ,·idoa _por interwédio du direçiln. 
Ainda 11. re,pcito da CEMAT, o vere,dor Ninldo 
de Barros, da Arena, solicitou que a empresa in• 
formasse quais s providências que foram toma• 
da• a r,:,peito ,la taxo de iluminação pública. 
Dizendo que a agência da Caixa 
Econômlr.11 fo! um presente do preslden• 
te GEISEL ao povo de Bela Vista, o se­ 
nhor prefeito municipal Rubun de Cas­ 
tro Pinto, enfocou, também, ae m e t 0 8 
prlorltArlas da Caixa: financiamento pa­ 
ra a r.asa própria e poupança. Dleee 
ainda que om sutl admlnlstraçíio foi 
lnaugu-:-ada a agência do Bradesco, no 
ano passado, e agora era a vez da Cai­ 
xa, sentia-e alegre e multo feliz. "O 
po~ro de Bela Vista, principalmento os 
menos fa vorecldos, itgora te rio a opor­ 
tunidade de construiram a sua caa, com 
b e I os jard I e e, e o m todo 
c o n r o r t o, e n r I m. um a casa 
tod11 sua e Isto com flnandamento ll lo:i­ 
go orazo. A medida ir preencher uma 
grave lacuna em nossa cidade. Dentro do 
pouco tempo jó. não existirão terreno■
vagos. mudará o aepeoto físico de Bela 
Vista. Enfatizou o tempo record em que 
os engenheiros fli:,Iio ~aez Martins e 
Domhigos Sabota. a través da Construto­ 
r" Sol'enco LTDA. entregaram a agência 
de Bela Vista. O prazo era para 60 dias 
as obras foram entregues em 45 dias. DIs- 
11e que "o financia manto. para a c&!la• 
própria é até 100.000,00 e que a poupn­ 
ça. feita na caixa reverte ' em beneficio 
do próprio povo". • 
Começando pela esquerda Sr. Rubens.Gerente núcleo, Sr, 
Claudlo-Gereute d& agência local, Sr. A ustedínlo - Gerente núcleo, 
Sr. José G. de Azevedo-Gerente Ger!il, Engenheiro Hélio Baez, Sr. 
Amorim-Gerente da Caixa em Campo Grande, engenheiro Domln­ 
gea Sabóla. 
PRESENÇAS 
Regh,tramos a presença do 
Chefe do segurança da Caixa E­ 
conomlca, Sr Sidney Ca::ovaes; 
do gerente de núcléo de Campo 
Graede, sr. Rubena Garcia Bueno 
do gerente da agência de Cam· 
po Grande, sr João Alberto A­ 
morim dos S!!.otoe (primo do 
governRdor Harry Amorim); ge­ 
rente da agência de Dourados, 
sr Luiz Car!og; dos engenheiros 
da Caixa, Hel!o B. Martins e Do­ 
mingo■Sabóla, do Juiz de D. da 
Gomarca, Qsvaldo Ramanzlnl, da 
ln:&petora da Receita Fed,mil Di­ 
va Caporrossl Urbleta, do dele- 
....... - .. - .. 
,. 
-· 
. 
,. . 
-- 
Na Terra Riqueza 
r 
a 
Na Arena Homens os 
Em Fl6UEIREDO a Ação 
g 
#-is$ 
Fachada do prédio da· Caixa 
Economlca ern Bela Vista. 
gado de policia José Loureiro, 
dos advogados Pedro Palmiere, 
Serglo Perondi e Ivan Marques, 
dos vereadores Afonso Dillon e 
José da Costa. Marques, Padre 
Jaime, gerente do Bradesco, ge­ 
rente do B.B. utoridades para­ 
guatas, representante do Emater, 
da DREC, comerclaote11, lndus­ 
t:-lals, profeesores e estudantes. A 
luaugur&çáo da agencia da cai­ 
xa Economln Federal ~m Bela 
Vista foi uma verdadeira !esta, 
pois o povo necessit1t va de uma 
lnstltuiçúo que se dedicasse prin­ 
cipalmente o financiamento da 
CB!!!I. pt'óprla, um gr11,ve problema 
em Bela Vista. 
A 15 de Novembro Vote nos 
CANDIDATOS DA à R E N 1

Trihuna da Fronteit 
o 
COMO CRIII J 
l Cornrc<i na lnf(locln u dar tudo 
o que seu filho quler e exigir. Quando 
eroscer ol acreditará que o niunrlo tun 
obrigação de lhe dr tudo o de que ele 
noelto; 
2 Quando ele pronuuclnr tJOHl('l; 
folos o de iria, ache raça. Iso o fará 
julgar-ao muito interesnnte, 
2 Nuca dO a ele orientação rcll­ 
~loR:i. EspPl'ó qu<! oobro C'UflU qucrntão, 
ele possa decldtr-se pr si mesmo, 
4 Apanho tudo que ele deixar jo­ 
gado pelos cantos da u cusa: livro, 
sapatoH, 1·oup11A. Foco ludo para ele n flrn 
do quo Jn~uo F.obro 011 ouh'ou suu própria 
ro11ponsnbllldudo: 
6 Dlrrnuta com frequlncla em 
prer-onçn dele. Assim nunou. flcnrú cho• 
cudo com os duRenlenrllmentos dor; J>nlR 
e uchnr nturl quando seu lar for d3s­ 
folio; 
G Dl·llrn d1nholo poru eous oxceo- 
6011 de moço: fumnr, beber o outrno 
oçõrB lnoonvrnlrntrs. Nunco o deixo gu­ 
nhar por coutu própria o pelo seu traba 
lho o !lo qnu necesRlta·nilo há ruzl.ío 
pnru delxur quA Eeu filho pasoe peluB 
dillould11dl's porque j/ passou; 
7 Stisfaçe todos os oeua oupriohos 
UE 
o desejos; automóvel, comida, reup4, 
conforto, cada vez maior. Brinquedos 
que lhe desperte o instinto bltcoso e 
guerreiro de matar ou de sor "zngster"; 
'Toma sempr o purtido emn seu 
favor, lotl vez que lrn.ja alguma recl 
rnnçün con!m 1icu proecdlm lllO, Ju tlf1- 
q•rn flompre i;ou mau procedlrrwoto 
contra eus visinl0s, profc,11, ore , poh· 
clni.t. Ulg,t F.('ri1prc para elr ouvir qun 
eu filho nío é compreendido o todo:; 10.m 
prevenção contra ele; 
!) Quando sr-u fllh,, tom urn bom 
corr.içllu o quo ninguém o compreonda, 
onlú oro situação rlo rccebur II mais 
dolorosa consequência desse descuido 
cm favor do 1iuu. educação, que deve 
Iniciar no lll'U Jur. 
Quem ncgligeocia 011 educaçl!o dE' 
seu !'Ilho cCJro recebt-rá rnulto8 doRgostos 
e dores mornis. E não hú de culpar seu 
dP.Btlno porque nofremos, na escola da 
vida, vom de urna euu;:;u à quul oforeco­ 
mo elementos dedo nsus omissões. 
Em multas clrcunsU1uclns vocO 
mesmo, quem snube, preferiu ter um 
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família o à Pàlrla ... 
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I• U N D A Ç A O Ivaldo Pereira 
Administração Redação e Impressão Iua 
Duque de Caxiu ,/11 Dela Vi•ta MS, Cx. P. 20: 
EXPEDlENTE 
Diretora. 
llnria E.tela V Pereira 
Editor 
Inldo Prreira 
Chde Dtpnrtnmento Comercial: 
Ahnro Ptrtira 
Gerente 
llélio Gu1:de, Corri'a 
Registro Títulos e Documento+ 1066 CGC-MF 
O:t?Ol266/00Ul-90 lnsc. Est. 130592313 
ASSINATUHAS 
- Dela Vista Cr5 250,00 e; 
l]Demais Municipios. c,s 300,00 
Ob,ervaç:lo Os arrii:os publicndu, com 
nssinnturas dos autores não traduzem ne- 
~ ces~ãriamente u opinião e penumenro do 
Jornal. iu publicação obedece aos prop6- 
PJto& dos debate• ,los problema& municipais 
e de refletir as diversas tendências do 
pensamento universal. 
lilio te mis 
"Eu quero ter um 
milh!io dl- urnli!0/1 ..• " 
ussim diz uma bela can. 
ção. 	t 
Nós queremos er 
um mllhto do amigos. 
Quem não os quer? E 
gostoso. o confortante 
até, so podar o:1contrar 
amigos em todn parte e 
a torto lnslnnto. Os aml. 
ros o feitos por nós 
mesmos: nascem dentro 
do nós. 
Ur.:1 companhelrl11mo 
sndlo. UJltl apllcuçllo 
justu o corrotn dll Prova 
Qundruplu o um teste­ 
mun ho do vldu so.dla, 
i;úo at1 pedras basilares 
do nllceroo do nossas a­ 
rn!zudes. 
Dentro do Ior, no a­ 
conchego o ::ia Intimida­ 
de, o reopelto mútuo e 
n compreensão são fato­ 
res prlmordlalo pnra 
uma nmlzade puro. e oa­ 
dla, Iniciada na célula 
da comunidade. 
O bom-estar rolnnnto 
no espírito forá com que 
haja opurtunldades para 
dlõ.logog e encontros, nll• 
cerçando outras amiza­ 
des. 
Em Rotnry, em ser­ 
viços à comunidade, pro• 
Ilssionnls, companhelrl11· 
mo e outros oetores, e­ 
xiste um campo vaetlesl­ 
mo para "um milhão de 
amigo&". silo quaee um 
milhão de rotarllanos 
qull fazem sentir a pre­ 
sença de mais um mi­ 
lhão de amigos. 
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Bela Vista M s 
1

- M. • rf'ril,unn da F_rontelr11 
-----,.,.,----._,_ _ 
[1-11 í' 
Eleiçao Dire1a Para Prefeitos 
das Capitais, 'studos INDICADOR 
Os mndto do« prefeitos municipais e 
verrdoren deverão r prorrogados por dol nos. 
rondo nim a coincidência de mandatos em 
[932, Fonte nltnmente erdeninda do governo, por 
ua vez, reveza que tl medida ser concretizada 
no próximo no, podendo então erem retabele. R 1, q ,, 
1 1 1 
uu .o e e .,111 o S/N Tardlm ~1ts 
ridas ns lei;ore diretns par ns e»colhas dos pre.	- 	o " • 
feito ds Cnpitis. 
A coincidêncin dos mnndatos dos prefeitos 
e vereadores com os prlamentres que to 
vendo eleitos este nno foi objeto de estndo pelo 
governo e trntdo, inclusive, na Con,titninrc do 
Rrnrho Fundo· No entonto, pondernr,lir~ no HlllÍ· 
do de que na prorrogação través do pcote iri 
permitir um npatin dos líderes munlcipai ns 
leiões deste ano, fez com que o governo não 
colocnsse em prática tal medida. " 
A Jlrorrot!Jlçilll do• 11111ndn111s munícipni• 
todavia deverá er providência do governo do ge. 
neral João Iaptista de Figueiredo, inda que os 
estudos qne concluir pl su necewidade tenham 
sido efetivndos no governo Geiel, A medidn. 
,·ntrelnnto. nno •6 vi•11 n er.onomin ,lc um pleito 
como lnmhém divulgação do trabalho polfie 
que, em l 982 dar-se desde a renovacão do Se. 
nnclo uré n Cumnrn• ~l11nicipni• ,. prefeitura,. 
Segundo foi sinlado perspectiva de 
reoriinniznçilo pnrtirlúrin oferecídn pelna reformas 
políticas nprovudos pelo govrrno .. umn prorrof!a• «IPEMAT e INPS» Posto 
çfto de mnndntos municipni• •criam wficiente& d S • d 
pnrn <JUC OI llrlr.rc• dos Wunicipio, ,e interc•• 1 e au e Funrural 
,usem no trnb11lho pol!tico em favor do, cnndi,!Atne 12 às 15 hs 
dos partidos sobretudo os do governo, Com isso 
pnrn evit>r umn ''apntin" dno hnRrs municipais 
diante du eleição deste ano. o problem• ficou pa• J 
ra o pr6Eximo f!OVcrno.. . Dr. osé [ltanasio 
,nqunnto CASO rnformonte n1hontnvn que 
o governo do general Figueiredo dotará o ·i»te. Advogado 
ma gradativo do rrunbelrcimrnto de reivindico- Causas Civis criminais Comerciais l!!­ 
õr« política. mostrava que junto a prorrogação venturios e Partilhas, Regularizaçóes de 
do, mandatos municipis poderá er restabelecido r . J ' E 
o ,iHemo de rleiçiio direta para os prefeito• do, erras unto ao Incra 'te. 
CopitoieA. . 
1982 
. 
1
. d 
1 
. . Av. Duquo do Caxias, .o 788, Jardim· Mt. 
nm em eram reaz (a» eeçoe [ d 2 d () 
para todo» os níveis, inclusire par n renovaçiio azea a e uro 
,le dois terços do sendo, uma vez que de,ejo 
tnmbêm do governo reduzir o mondoto do senndor Gula Lopes da Laguna 
biônirn pura quntro nnos r. restnbeleccr o sistemo 
de ecolhas diretns para todo Senndo. 
Com relação aos gorernos taduai. essa 
fonte ncreditn que o ucesore dos atuais over­ 
nadores deverão ser eleitos diretamente pelo po 
vo. embor11 nilo acudito que eun mrdida venha 
no bojo da prorrogoção do, mandnl<•s municipoi1. 
de PACIFICO SILVA SALTA 
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Crelo que única 
maneira de valorizar a 
nobre prolisso do Edu­ 
cndor é reu.tun<lró.-Jo 
melhor. 
A ição doa rrovernos 
nf'sso sontldo Lt.-m sido 
extromomcute pálida e 
nunca atingiu ao desejo 
não só deles mas sobre. 
tudo ao dO!l profCP30l'CS. 
Em ruziio dltrno, pí!n­ 
o possivel acrescentar 
a jà famosa lei federal 
número 5.6!12- que enfa­ 
tiza "u remuneruçúo do 
professor seró coudignu'' 
o seguinte r!lspoi;iUvo: 
O professor perce­ 
berá, por au!a ministra­ 
da, pelo menos 1/12 do 
salário minimno regional. 
Em Mato Grosso, o 
1/12 do salório mínimo 
corresponderá a CRS 
130,00, aproxlmodarnente 
por aula mlaletrada. 
Comporados aos CRS 
7,50 - CrS 15,00 - 21,00 
CrS 24,00 e CrS 27,00 que. 
grn:iualmente, recebem 
hoje, será um passo al­ 
tamente valorlzador du 
missão nobilíssimu do 
professor. 
Prezado Professor. 
Sei que poderá 
haver especulação mal­ 
dosa à esta idérn. que 
ora lanço. No obstante à 
especulação e por causa 
dela, levarei 11 idéia a­ 
vante, pois acredito que 
valorlzando a profissão 
do professo: através de 
um melhor salário ao seu 
trabalho, um grande ln­ 
vestimente se fará em 
favor da Nação brasileira 
Este é meu objeti­ 
vo, acima de pretensões 
mernmente eleitoreiras 
momentântlus. Prrma­ 
nente é minha gratidão 
aos mestres de mneu 
Estado, e através deles 
aos de meu País, aos 
quais continuarei, na 
minha vida pública, ser­ 
vindo-os lealmente. 
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dorno quo prncurn 1 o v ,, r n merrnnl!Prn 
de Crl«to n todo o8 Corcõs, Ne[mnr 
de Barrou, hrllhanlo eomunl<:flrlor noli1d­ 
:i:ou n,; nten('ÕOfl dnn 1wrRonle11, ultrrnnn• 
dn 1rnlnvrnn. àn vozo,, 111trePAlvns. ls vezor. 
tnmvoo. m,rn n<'morn contundonl •n, com 
múoloo11 que oalrnam fundo. 
o APÓSTOLO 
''º lJl>!!l flJil!; Cll('Ollfrrl umll SE'tlhOrn 
rrvHdn, em compnhi de Fen esporo, 
auo mo pediu para hopo]-]0s 0s­ 
ta no[to, Fia] ndmlrado. Elas etavnm 
bem vestidos, demonstrnvnm ter pes­ 
stns d ln«se médin. Expliqul qun não 
l'l'fl do Pot V{<tn, qe n noite 1rla clur 
nmu nnll"f'h-li " pnrlir-f:i pn:-a o.! I! li(> m 
hospoda-los, A mlhor me contou que 
els tinhn vindo vltar um parente o 
CJ111' o m<>rimn hnvil vlnf'l<ln· EleR Unham 
rlinhe!ro nm·a a pA11~11g-"m cl<> volln. mrrn 
pJu tn(' explicou quA prr.c1Qn va desca11- 
fl'1t'. po!R o seu estado assim o ex(gl. 
Pof,; bem. n pergunto aos presentes Fo 
ox!f,te al,ruf>m QU" nnde hospecln.]C'A du­ 
rnnte estn nota. É só por hoje. Vi os 
rlocumcn10R rloA dois. 1>iio PPflFOaR hones­ 
tx e trnbalhdr. Onom poderá hos­ 
nrcfa-!011?" Tra peson, n pen R trP& 
pP1'ROO.<i. em mni;; <IP :ion. levnntnram nA 
mfios. Neimnr disco quo o cnsnl ern imn­ 
glnlírlo. Não exlst!n. Elo estavn fnlnndo 
do Joó e Mri., S por ncnso, José e 
Maria v!er:G(lffi à Bel VItA, e procuras­ 
srm um luar narn Mnrin descansar e 
dnr :l lz tri4 3 pesROn8, 3 0nas onde 
repousar. Foi um stll!nclo sepulcral. 
"EIR Qtto eRlou n pnrtn A bn tn: 110 
nl!!u6m o 11 v Ir n mlnhri v6z o nhrlr n 
nnl'!n. 
0ntrnrel Pm Rnn canil o com ele 
r.RAHF.I". Nolrnnr de Hm·roB tom 3G nnos. 
É, ensnlo pni de 3 filho, Foi nteu e 
mntcrlaltstn ntó 8 nnos ntrás aunndo se 
11011 o Inicio dr Rua oonveri,f'io atravt'-i, 
de um retiro em que despertou a vonta­ 
do de conhecer Dens. Apego-xe n ora­ 
clí.o, à leitura rlo Evnngl'lho e n rormn­ 
e!l.o Ih> um grupl) Pm Reu ambiente de 
trnbnlho. Nrlmnr rle RnrroR trnbnlhnvu 
na TV Globo e 1'V 1'unl. nroduzbdo o 
pro~rnmn mi!lfnflrlo rlP. Sllvlo Srrntos e 
oncle tlnhll um nlto snlário. Ps«Ou n se O "Apóstolo do Século XX" ffllou n 
rll'dlcu.r rle lnl maneira à p n 1 a v r a rle re<:nrllo do nbnrtn. rln r.rin!lclentlzac1ío ele 
Deus e a ser c .. rrnnte rom a mensrgPm M eln um n construcin de um • mundo 
que. as pesRoaR cm RUll volt11, comPcarnm mrlhor. Pnfocou a DPCPRRlrlni!e rle enga- 
a estranhar norquP ele pnsou a nlío rn- jnmPnto na tnrefa crl~tií. de proporclo­ 
zer conePRFÕes O u se nnr n nrortuzlr nnr mnii- hnrmonin, mis amor, mnfR 1 
tudo nqullo que ern contrn !l. sur. cnnsct- trnbnlho. mnis justicn; disse que Jesus 
ênclo. e r ! t I o a. St>ndo assim. s11m r.11 é n CA'.HNH'O. Enfntiznu o dever de 
rebaixar no poder <"conômlco e n dnra- procurnr n fé. elA numPntnr 11 fé. de se 
vnçúo oun bavtn oll. fnl sendo marginn- ao.-lmornr P Pvoluir. FAlou A. rP!-neito 
llzado ntó o [nstrem completamente dos sntos me vivem a virtn dP boje. 
Em nrnhum momPnto Plmar d"' Rnrrns Tr,fpgrnrloi-. Fnl)'ninclos NPimor de Rnrros 
desesperou, com fé em DPus nnr1in por" nrtma ele turJo, rlttmon!'tr<,u Qll"' o mun- 
011 livros. colocnndo nrlPR turlo aquilo rlo hoje necessitn de crls1iíos fortíé'E', ele 
que aunlo dlzn nn TV. e nt1sim. flrm homem< lenl11. trnhnlhn<loref:. rPsnonsá­ 
que o colegns percebsem, pnra n vris; do ponte ave sniha hrmonizar 
granrie r e n 11 ela d e. o l'()VO nceitnu n "lln vlrln ele orncãn rom o trbalha di­ 
mPnsagem e ho11:ve o RUC'Pi:110: elez 11vroH I rio: ~ue s11fb!1 Mniugnr o vPrbo A~·!AR. 
nuhllcndo11. quatro rlPll'fl já em espanhol nn vida prlíhrn. a u P !'nihn ron1ugar 
e- e11palhndos por tona Amérira. auntro e"" n intlmirlndr e o m D e u 11 
dlscoi-. senelo que um rlrl"s " irio Tenho r A "nnvlvência com F:<"U" pni!', com~ 
'T'empn". chel)'ou n Pnrnrln Mu11lcnl llrr. RPU_q lilhM com BPUfl irmiiM. com seu!lj, 
3 lar mumn declnmnco mnrnvilhosn nmigos e mesmo com aus inimigos. O2 
fnlanl'.10 sobre n lmnortfmcia de se ouvir Critinnismo é a religião dos homens 
os filhoR e vlv11r a fn mil111.. Cerco d(' forf Pf;, (:, umn relic:ião ri e luta. pnrs 
fieis mllhÕPR de livros editndos... sim transformar o mu!!rlo, para transforrnnr
1 
houve 1 r.nnfirmncão da hnoortanria dn o h:im!.'m. 	e 
palavra de Deus e da trnnc;icl'io do vi- 	; 
vêncla. O novo tem seele de Dans. e os 
livro,;; servirão rc,mo tígun ... ng11I!. viva 
paro o alimento. NPimA.r n!io ~e nrvo-:-a 
em clono da verdade, aoenn11 em alguém 
que tenta vl-:rer n mensagem ds Jesus 
Cristo. 
NOVOS TEMPOS 
A PALRSTRA 
Neimar contou uma parábola que 
m_ ar I! ou profundament'! os prPsente6. 
Disse ele: "Cheguei aqui ontem, e anctan- 
assino Paraguay 
J. mbientll Seleto - BP bidas NaciC>­ 
nnis e Importadas - O maior atrativo do. 
rrontoira Diversões Som. Visite Belln­ 
Viota (Paraguai) e conheça o RESTAU­ 
RA TE CASSINO P.RAGUAY. 
Bella Vista Paraguai 
-------- 
O f CÇ 
EDUDRDO 
de rtlo
,.,
0
., ~portivos, rn!:1 como: j~go 
Gmnóo !'Ortim&nlo " 	1 
a, d slo e voley chuteiras 
dCJ c·-1. i,n [Hr.' r il<:>bol u;; c'1mpo, ti ., . ucÍu"ito'< t: crlan: 
, d 	t. canis avulsas le imss par4 " 
jogos o me1as. e 	L . ~ b lu DriDI paru campo, sna- 
p;si#; ",,"]";;3-"s. osris« is si 
"'º e vo cy o .,1 .u ~ • 
llUS o borducloB e jogos d número. 
füidlos e toca dl11con, caixa de som.º Jogos de caixas 
acfü;llcas p ra carro. Material escolur. Jogas de m 11 I u, 
muchllas 007. NovldadM Camisas, calças, gravatas e toros para 
homens alemn de calçado3. Tudo para crianças e as ultimas 
uovidndos du mod femlaiua. A vlnrr.oato orn gorai. 
Prn-:uro-no, o fuça urna v!flita sem compromisso. 
Rua Alcebiades 3. da (unha 319 • Bela Vista S 
A NA 
REVISTA DE 
Propriedade de Odevar 
Fica bem ai, pert 
arbosa, 
do 
não deixa de e!avistense, 
IS174-LA 
Vqta a primavera, 
volta Plantas e Flores: 
A coicçào que ajuda você a pôr 
cm pr.ítica todo o s.:u amor pela 
natureza. 
ç,;, ·; - ./,. 
E2OS 1 
Ci'C'r. 
..e K toes 
Grátis! .-.a 
Maravilhosos " 1 
brindt:S para você, 	• 
até o 5
9 fa.,ciculo. • i 
' 1 
! 
• 	j 
i 
ASldl 
u raaL 
Colecione. 	~ 
Scma11:1lmcntc nas ban~• 	~ . ~- ' 
P??artas e·Flores 
Em <:atb fa.-,.;iculo,um jardim. 
--- 	_j 
Publicidade do 
Fumo 
O anúncio de bebidns al­ 
co61iroo ou de produto• deri­ 
,•adoH do fumo no será inseri­ 
do em qualquer publicação de 
leitura permitida a menoreR 
de 18 nnos ou rm publicidadr 
no rádio e telrvhuo, •e for 
aprovado projeto de lei do 
deputado D n • o Coimbra 
(ARE A-RJ). oro em tromi• 
taçã<> na CT1marn. ,.. 
O parlamentar defendeu 
sua iniciativa, afirmando que, 
"em not1!0 tempn, torna e 
nece,eárin utilizatüo de todo, 
01 meio, hg:ii, poulvcit paro 
ie comb2tar o cou1u010 ex· 
ceuivo de brbido, al~o6licaE. 
de cigarro, e outro, dcriudoF 
do fumo"", n ,eu ver, seria 
mcm10 idral a diminaçdo IO· 
tal da propaganda deue• pro• 
dntor qu~ cau.am mal à ,nú· 
de. "pois ""º pnhlicidudc é o 
estimulo mai.ir a ,uo propo· 
µação". 
f: que a propa"anda - u­ 
•inolou - de bcbid;, alcoóli­ 
c:u e de ciJ,!arr->1 vem indu ... 
zindo • mocidade indrfrFO a 
usar eres produto, auoclan· 
do-Fe a êxito• financeirot-, 
triunfos esportivos e conquis­ 
tns .a moro1.1111 e ,e utili.uindo 
•_ré de fi.,,ura de atlew• a ar· 
ti+tas de cinema e televisão, 
,·erd_odciroa !dolo• para mui, 
tOJ JOTCtlP:. 
Concluindo, 1.firmou Da• 
so Coimbra qn,r "n5o pod•· 
mos permitir qar o rádio, :s 
tele:Tuão t outro, Tcfculo• de 
propaanda sejam utilizado° 
com o fim de pr.imoTcrrlll n 
dc1;;nç:, de ind!Tldnos e dt 
fo.r("!, com 1ério1 rcílcxo1.1 eo· 
brc 3 familia e 11 •ociedade 
no seu todo/' 
~ ------------- 
4a#OPA4, COMERA Mor4pau g notuoã 
fffi L. BSE LI ill1c 	A 
Sementes Selecionadas e 	B 
Adubos Fertilizantes 
Arroz - Soja - Trigo - Sorgo 
Milho - Bruchlaria - Colonli.io 	lpiranga 
Sucnrias - Óleos Lubrificantes 	Jaguuré 
Sal - Arame - Tudc para sua L 
a.voura e Pecuária. 
L DE OURO 
r

te) 'Vi MS. 'Tribuna da Fronteira 
;;....--..,..,.-------· ~-~ ----------------------·--- 
-------- 
1 
INA UO(JRAÇÃO 
D)Ia 10, pp foi inaugurndna a aéncina d 
'Caixa Economicna Federal em nossn ci­ 
dade, com presença de setoren repre­ 
FontntlvnR da comunlclucfo. Tf!IRUN. cm­ 
vlou o ~ u n,p6rtct· e colheu JuformuçÕPfl 
Interessantes ( nos bastidores da Inau­ 
r.urução ... ) Segundo um dns dlretorm; da 
Cnxn, h v{u·loH 11001:1 Belu Vi11tu vinha 
~• pl111l,•11nclo u lnt•tulu_ção de uma ugên­ 
c•la e ou ntuul nornmlstrnçio o eonl10 se 
conor2tfzou. 
** 
CASTRO PINTO 
O grnuJe rnérllo da lnstaluç/ío da ngên• 
cl11 da Culxrt Ecouomlcu Fedoro). é do 
ntunl orefelto nomeado Ruben de Castro 
• Pinto.· Médlcn o generol RI. A respeito 
l do atual prefeito, é hom que se diga e 
, so esclareça, de uma vez por todas que 
o luto de n TnTBUN A publicar nrllgns 
curnentundo a sun suces~üo, nlío quPr 
dizer quo o jornul pretenda derruba-lo 
nu Indispor o povo contrn rle. 1'rlbunn 
dn Fronteira comenta e p•1bllcn fatos (]Ue 
aconlC'cem na cldnje. Se o Governador 
H•1rry Amorim Costn e o senhor Presi­ 
dente d11 Repúbl!c,a Ernesto Gelsel i-esol­ 
verem que Castro Pinto deve contlnul!r, 
concordaremos com o fato. Agorn. nunca 
deixaremos de criticar a suu administra• 
ç!c, quando for necesflário, e elogia-la 
quando realiza obra!'- de vultos. Sempre 
procedemos desta formo· Ridículo e su- 
' mnmente lnfllntll r ou covurdia) é a ati­ 
tude de dt>terminados polltlcos locais 
que pregam li sua substituição, criticam 
n sua pollllcu, ncham que ele nüo está 
fazendo nada, e " quando encnrum o 
Chefe do Executivo" frente a frente, é 
nquala bajulacüo. Assim a Tribuna pas- 
a por vilão. É bom que o senhor pre­ 
lelto ~nina que muitos " aILlgos •· nos 
bastidores. criticam o se governo. 'Por­ 
que estes políticos que pedem no jornal 
que mc,vlmente a política local" n/io es­ 
crevem seus artigos (todos cm pazes disto) 
xpondo s suas idéias? Por covardia? 
Por oportunismo? . 
o 
entrevJRln uo Jnrnol Pxpondo n nuas I­ 
déinas, num debate com o representante 
de Tribuna, expondo Claramente as Sus 
razões, que esclareceriam de uma vez 
por todnas fatos que permanecem "nbl­ 
clott''. O iornl está cima de questíuneulas 
e de inteneõvs particulares. Os grupos 
polltlco!l de nela Vt;1ta, que ~ nlmejam o 
poder, 1:1nborn, e muito bem, que o nosso 
rwnrnnúrlo 6 Independente, O que nãn 
nretcnd<'wos ó cllvt,lfr a gra□rl<' famllia 
belav!Bt<'nse. É nllme□tnr o ódio e a dl· 
vIsão. Não ó por mnll.vo rle o Fenhor 
prrfelto municipal rBt?.r nclonunrlo a Tri­ 
huna o pretendendo enquadrar o editor 
responsável na Lei de Segurança Naclo­ 
nnl que vnmos nos omitir de noticiai· os 
conquistas e as bonR obras <IP suo nrlml­ 
nlstraçüo, n!H,lm como PUILB falhas. N<>sso 
problema (dlvrrgênclas) isão du ordPm 
polftlCr, O fnto já ganhou repArcust-ão 
nacional mnR ... Re o liPnhor prefeito re­ 
solver concedPr umn entrevl@to ao jor­ 
nal, expr>ndc> AR Suns ldélns e os Seus 
Motivos, Tribuna enviará um repórter pa­ 
ra entrevista-lo. Oºº"~º principal mollvo 
é Esclurec('r a opinião público. É levar 
a informnçíio Puro e lmpu rclal.O restan­ 
te, o tempo, ape□aR o tempo, se encarre­ 
gará de provar (]Uem está oerto ou está 
errado. 
** DEBATE 
A unlca maneira de os interessll dos eli­ 
minarem os boatos é fornecer notícias 
amplas e objetivas, que espelhem real­ 
mente a realidade. Em matéria ,e,verna­ 
mental, •> único antídoto eileaz ~ontru o 
boato é n liberdade de imprensa. Só a 
livre mc.nifestação é capaz de eliminar 
ou restringir a fantasia, a mentira, a 
difamação, a maledicência e os mui en­ 
tendidos, que são a matéria prima do 
boa.to. Nli.o é com "enquadramento, pro­ 
nessos, elo, etc que a opiniiín públioa se 
esclarece. !esses cusos todos se desgas­ 
m, mts ainda o próprio município qu1:1 
.. lca cc,nhe<'itlo como 
a moruda do arbítric;". St;>ria in!el'E'$­ 
sanle, e muilú esclurec~dor, se o atual 
Prefeito do Beln Vlstu concedesse uma 
** 
CAIXA ECONOICA 
"Uma daR grandes ,finalidades du Caixa 
e que, em no usa cirlade, solucl nnará de­ 
finitivamente o prnb!E:ma da moradia. é 
o financiamento da casa própria. O gran­ 
de bene!iciaoo por esta instalação é o 
trabalhador. As clnssef:'I menos favoreci­ 
dns." (Castro Pinto) 
Bela Vista agorn está ingressando na 
senda do progresso. Vivíamos da obscu­ 
ridade, e, enfim 11 luz estfl clltlgando. (J be­ 
la vistense sente que chegou a ·vez da 
Princesa do Apa. Agora é a arrancada 
desenvolvimentistu" (Pedro Palcnlere). 
AA 
''Humilhante não é mudar de idéias 
I.J.u .nilhante é não ter idéias pura mudar" 
Nei!Ilar de Bllrros. 
Despertando 
/ O":C'ÇÕOS 
Con,, a dlvIsão do E«tndo de fnto 
Grosso e a nome@o de Hnrry Amorim 
Costa para governar o novo Estado de 
Mntn ílrn6i::f) do Sul. a pollttcn rrn 110. :o 
região sofrru u•oa trnn~rormaçi'ío rarfíenl. 
No caro das cidades situadas na faixa 
rle fronteira, mais especificamente cm 
Bela Vl!!ta nosso caso onrle o pref P.lto é 
nomeado por ser área considerade de 
Se;rnrancn Nacional, a mudança ocorreu 
inclusive n mentalidade. Quando d 
rPunlfío. ,-,-.aJlz11clu na Câmara Jhtnlclpnl, 
nnra f'SCO]hAr ~ SUCPSROr <lo Pntfio pre­ 
frHc, C,Jl)vls Marcelino de Ollvrlra (jâ Ja­ 
lrrlrlo) e com na presença do presidente 
d a ARENA estadual, Enlo Vieira, 
nós p 1 r t I o l p á v a m o R ati­ 
vamente d 0s debates políticos. N a 
épocn circulou. inclm,lv~. um ab:ifxo 
nsqrnado p
0dlnr!o D nomeoção do atual 
prefello de Reln Vista, e todos apoiavam 
a su nomenção. É tato por demais 
conhecido qur 1>R prEfeltos nomeados 
em arén de i.egurança, não se presen­ 
tam an Gov
0rn>tdor i, dizem: Quero ser 
o prefeito. Enfim. clPs niio se auto no­ 
meiam. Dependem do consenso munici­ 
pal, nnls nl□guem consegue, polfllca P. 
administrativamente, se mnter isolado, 
Os seus nomes são escolhidos pela clas­ 
se política rlos municípios e 1rnbrnetldos 
a aprPciaçi'io do Governo do Estado. 
ApóR isto feito. são encamlnhadns ao 
sPnbnr Presldente da República, S'.'l'J. etc, 
etc. Atualmente, conversando com Pedro 
Pnlmierl. Fiori ~1urano. Rly de Arnujo 
Rorbn~a. Nlvnldo rlP Barros, Afowo 
Dllon NunPs Leite, NoPdi Lar11njeira, 
Roberval Borges. Adalberto S11n'Anna e 
muitos outros, assim como, comerciantes 
lavoureiroi:. estudantes, bancários, enfim, 
o oovo esclarecido e politizado de Bela 
Vistf, o as,mnto é o mesmo: SucP~são 
de Oastro Pinto e eleiçõ"s de Carli­ 
nhos ou Ely. Nn époc11 da et-colba do ntual 
pref P.ito. ,José ,Joaquim Ferri~ira Souto, 
o Jota Jota, promovia por Intermédio 
deste Jornal. urna camoanha de alto 
nível a respe!to da politie municipal 
enfocando o caráter de urgêncin em no­ 
mear um novo prefeito. O clima se repete. 
Recentemente.em contacto com Pedro 
Palwiere P Ga!'lbalde da Ros (Presi­ 
dente do Rotary Clube de Beln Vi3ta) 
foi ventilada a posRlbllidndc dt> se Psco­ 
lhe:.- um elemento, conhecido de todofl 
nós, com amplas possibilidade" de dtá, 
logo, administrador capaz, homem com 
grandes interee-se11 no município e que 1:1 
o mais importnr,te, cioso de participar 
na escalnd desenvolvimentista, que te­ 
mos certeza, a e a r r e t n r á a 
e r 1 a ç ã o de M a to G r o s s o 
do Sul. Manteremos o s e u nome, 
p o r enquanto. e m s e g r e d o, 
a t é • q u e a classe politica se 
manif!'ste favorávelmente à sua indica.­ 
cão. Nt)VOS ventos sopram na árida(poll­ 
ticamente). Bela Vista, estes ventos 
trs,.zem esperança. (l P.) 
Visando despi rtar 
v caças e iutegrar a 
jovem os problemas 4a 
s·olat! a oidsde, 
wssim com , d«r-lhe e8t­ 
diçôes de colaborar para 
o cre cimento do Blu 
V!«ta e viver o d1a a dta 
dn Jrn:-irr,;f,,l, conlw<:ütH1o 
as suas lutas, os s! 
dmrnuJ, n!• '1Hl!i CClllQUI"'­ 
'ªª· re,o!VC'ntO' 1Hlrnllll' 
a!uns studantes pura 
trabulllnrl'lll oo Retor dn 
reportagem. Nnssa pri­ 
mdra a(JUÍHi(,!110, I, a. 
Cardinal, nesta edição 
apreF.Ontu o Heu priu,Piro 
1r1.1balho. cnlt·t>vJ,;ta cnm 
Noimar de Barros e 
Clande ,rcdeiro:i. P:·(•Cl­ 
ilfJmos de rnnls Ulll/.l Jo­ 
vem e um jovem, de pre­ 
lerencla qu11 go;,wm Cle 
escrev1;1r e tenham peu· 
dor para o jornalismo. 
Procurem fJ Dona Etitelu 
ou o ,;enhor Iv.iltlo O 
trabalho snú UiJt•nas ºª" 
horas de folga e rectibe­ 
ráo uma pPquenu {ma!l 
e;;tfmulante) compensa­ 
ção flnaoceirn além <la 
gratifico nte expt!riênciu. 
rirnior 
das 
ad: pede 
tonservaçao 
estradas 
lnternrnnicip@is 
O vereador Nivaldo de 
Berros, um dos incansáveis 
batnlhudorcs pela Jinamizo·iio 
do serviço de conservação e 
recuperação da estradas in­ 
termunicipais, volta a sclici­ 
tar ao d,ef~ dd CEJt.::I, em 
Jardim, JHoviclêncin• no to. 
cante da conservação da e­ 
trada que liga la Vista à 
Jardim, alegando que os úhf­ 
mas chuva- tornar-Jtn difícil 
o lrâo<ito. Solicitou ao Che­ 
fe du He,iclênciq ,t,, OER­ 
~lrT. em Pollla P.,rã. alr:i'és 
de oficio, j.i t'nrumin,ilo, que 
se patrolas:e com urgêncin as 
estradas que ligam Bela Vista 
11 Cnracol, Bdu Vi-ta u Caiei• 
rns e B " 1 n V i « t a n 
P o n t 11 P o r ã, (e • ·, a. 
implemente e m prccár-int­ 
condições) Justificando o eu 
pedido. o vereador enfocou a 
necessidade de manter estas 
estradas seapre em boas con­ 
dices, pois representam o 
principal meio de comunicação 
entre Bela Vi,lll e as demai;; 
cidndca do Paí,. 
de H A M A D 
PO TA PO • RA - MATO 
..	ie 
H. 
LIPER 
HAIDAR 
uma Organização HA:oi1AD R. HAIDAR para servir Ponta Por e Região. Secos e :!olhados, Latarias, Panelas de pressão, Lampião a 
gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e Aluminios. Produtos de Exportação das mais afam!l.das marcas. 
[xporla~ora C l l r E R tem o melhor oreco de fxporlacão para o Cliente fxigeole. 
Armazem Cliper. Rua ,,larechal floriano 604, fone 431-1131 	fxpar!adora Cliw: Rua 1, arechal floriano 505, fone rn-!3!0 
GROSSO DO SUL

e 
11 L i 
Bela VI«ta 
PREFEITO AMEAÇ 
O Gonerul rn6clloo Rubcm AI· 
lH1rto de Cuillro Pinto, prelelto mu.­ 
n[e!pal do Bela VIxtn, nomeado para 
oxorcer o mandato em re de segtu­ 
rançn uiiclonul, entrou com nçíio un 
Justiça contra o jornallsta Ivaldo 
Poreira, editor renponável pelo jor­ 
nl:; Tribuna da Fronteira, Correio 
Jardinono, 'T'ribuna Murtinhnse o 
Jornnl do Bonito, ucuMndo-o c!e tor 
Infringido n Lei do Sogurança Nuclo· 
nal. 
O choro do oxocutlvo bolavls­ 
tonse, nlogou quo o }ornnl!Gtn em 
tola, vPm movondo utr11 véu do jornal 
Ioonl Trllmnu da F1·onlelr11, urnn cnm• 
pnhu desrespeitosn contra su p0os­ 
eoa do homem público. Ilnocou-so 
Castro Pinto ns refor&nela do "pre­ 
feito nomeado", Jollus costumolrn­ 
mento polo editor, qunndo ao dirige 
u sun possoa. No entoador do gonc­ 
rnl, ontn ó urna olluuçiio doonlrona 
que nómente servo paru indispor a 
populn9üo contrn 11 autoridndo mu­ 
nlclpnl. 
Encorrnndo 1111 justlflcatlvau o 
Prefeito do Bala Viola, nousn o jor­ 
nalista do rebolar-se contra n Lo 
5449 que roguln a eucosslí o munici­ 
pal na Arou do Segur11nç11 Nnelonnl, 
por ser n ln vor do ololçiío11 diretas 
oomo noll demulo munlc(ploo. 
l 
os fatos 
Umn sério de artigos lnlltuln­ 
doe "A suceesiio do Castro Pinto", 
vom endo publlondoa pela Tribuna 
da Fronteira, e eogundo aeu Erlltor 
responsável Ivaldo Porelro, tom 
por objetivo fornecerem subeldlos 
110 govornurlor Harry Amorim, quo 
brovumento nssumlrà o mnndnto om 
Mnto Grosso do Sul. 
Pnrn tanto foram feltn11 umn 
série de ontr11vlstar, com ominontes 
politicos lotais, captando ouo.s Im­ 
pressões a oeron do processo sues­ 
aórlo em Bela Visto. Assunto quo 
om polarizando as tençõos do to­ 
da 11 populnçfio do folxn de frontei­ 
ra. Até o presente. vereadores, dopu­ 
tados ostndualo, federais o senndoroo 
dos dois partidos, tem 1u,, mo,trndo 
1ST ft COM LEI 
1 So o qualificativo é considerod'J co­ 
mo pejorativo pelo Prer Ho do Bela 
Vista, acostumado ao tratamento de 
excelência quando de tua longa per· 
manéncla na Caserna, seu revide Ioi 
muito muls violento quund.J por es­ 
te fato acusou um dedicado profirslo­ 
al de imprensa, de 'subversivo" e 
por melo do ação judlcl1:1l procura 
enquudrá-lo na Lei de Segurança 
Naeiooal. 
H a r r y A m o r I m: Subsírllos paru 
Seu Governo 
favoráveis a volta das eleições dire­ 
tno noi< munlclplos consldcrndos 
como locallzndon em rea do segu­ 
rança naclonnl. 
A campuuhn; visa tão ~omente. 
através da Imprensa, prestar uma 
colaboração n abertura política 
proposta pelo Insigne presidente 
Ge!st1l e que será efellvadn na ges­ 
tlio do general Joúo lfatista de F'i­ 
guolrodo. 
Entende o jornalista que 
somente assim será Implantada 
a deruocraola sem restrições, pois 
a ontado do povo elegerá seu pr2- 
feito consolidando ainda mals 1 
segurança nacional. 
A Verdade 
Cube a Imprensa noticiar a 
verdade para que o públic0 110 man­ 
tenha bt1m informado. Não é novida­ 
de, que por força de Lei, não só o 
general Ruben Alberto de Castro 
Pinto, adquiriu a condição de prefei­ 
to tounicipal por crioto de nomeação, 
mas todos os outros chefes de exe­ 
cutivo qu" exercem mandatoo em à­ 
roas ccm!deradns de segurança na­ 
cional. Portanto é a vordade. 
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Ela: Sociedade 
Por Léa e ,Joflo Cario, 
C!ntla. Após u bonitfi ml?sa om aç/lo do 
ruças, todos os convidndos [orar, até o 
sulão de festas do Clube paroqutal. quu 
cnconlravn-B6 todo ornamentado (Traba• 
lho do dccoraçM de Antonio o Nair) 
para r tice b o-1 o s. 
---- 
Ao som do linda,; melodlu11 foi 
snrvldo um gostoso e farto jantar. Após 
n valfla, o o "parabóns a voco" foi ser­ 
vido doclnhos e o bolo, htmbem dlslrlbul­ 
mm lemhranolnha11. A decoruç!l.o da mesa 
de doues estava llndérrlma. O atendimen­ 
to era perfeito. A ulegrla de Clntla foi 
notada por todoR, assim como ·a simpatia 
dos anlllrlões. A voce Clntla, nosso abra• 
ço e felicidades pelDs suufl 15 prlmaverus., 
Na resldencla do casal J<illo Melo 
o Verônlca, re&.llzou-se dia 15 PP uma 
honlla festinha comemoranclo o Nat de 
Fernanda. A festinha fol oferecida pelos 
avós Otó.vlo e Odete. Fernanda é filha 
do c11sal Dr. Irajá Loureiro e Sra., atual­ 
mente rosldlndo em Corum bó.. A pequer­ 
rucha n0lilí0S parubens. 
ANIVEHSAlllO 
DI 3I pp n Fazendn Santn Leo­ 
poldina foi pako do mula uma Honlta 
lesta. 
D00111 folta foi p/ oomemorur 011 
76 nuoo do Sr. Pomplllo Pedrn, com 11 
preeonçu de rende n do convidado, fol 
celebrada u mlsa em ação de graças 
pelo no,rno vigário, Pe. Afonso. 
Logo upós, um conjunto começou 
a alegrar o nmblonts com músicas da 
velha e jovem gu11rda. A euforia era lo· 
tal. Entro wleky, ccrvojal! e refrigerantes, 
foi sMvldo um !nulo e delloloao juntar. 
Após o trudlolon11l "poruMmt.1 u. 
voce'' o unlve1·snrlonte oferect'.U a prlmel­ 
r futl do delicioso bolo ao Sr. 
Profollo municipal Ro.hen de Cutro Piu. 
to eu olmpátloa o comunlctlllvn primeira 
dama do muníolplo St·n. Clotllde. 
A juveP.lude que so fez presente, como sem 
pro, lnebrlnda polos embalas de dlscothe­ 
que, curllrnm 11dol'.lnrlos. Notei e anotei: 
Cristiano Carneiro, Nego Zacnrlas, Mariu 
J osé, Marcelo Naglis, EIiza Murina, KIkO, 
Adrlan11. Frnncl9co Pedra, ,Jacquellne de 
Barros, 'I'hlr, Uldes, Elódla, Beta, Deinu, 
Guotavo e Dora Alice. F"I destnque n 
jovem CIuudia Naglla pela sua slmp11tla, 
gruça e 11eu jeitinho multo especial de 
dançar, que conquistou a todos. 
Ela eslava em companlila de sua mumlle 
Sru. Znqulns. Tnmbém foi destaquP: Ro­ 
naldo (proto) o Kurlm Bnes. Preto com 
sua linda voz não deixou de mostrar 
eu talento.. 
Vimos muitos casais anlmudiesl­ 
mos; entre P.les Dr. Hélio, Carmem, Va­ 
lerlo Penha e Sra. Marlo e A ndrP:t.ll e 
sua mana que mostrou como 6 que se 
samba. Gostamos deln, bastante comuni­ 
cativa 
Ao Sr. Pomolllo Pedra desejamoa 
multa saúde e que possa comemorar 
ainda muitos anos de Yida junto desta 
sua grande fnmlllu, que é o povo bela­ 
vistense, felicidades. Aos anfitriões para­ 
bin!Zllmor, pelo delicia e fartura dos 
comes e bebes, e 11. arte de bem receber. 
Reeebeu os amiguinhos em sua 
resldancla parti juntos contarem 08 pa­ 
rabeus à Voce, cs Irmãos Marta Eunica 
Mnrt!ns e Mauro Irlel Martins. Logo após 
foi 1,er1.1ldo um gostoso bolo. Parabens 
Completou dia 14 pp. dezesdels 
primaveras a menina moço Kátlu. Lou­ 
reiro, que comemorou ao eom de badn­ 
ludn Dlscotheque. Kátlo é filha do casal 
Dr. Hélvlo Loureiro e Srn., que orn 
residem em Campo Grnnde, onde acon· 
teceu o evento. J1ttrquel os presenças: 
Vanessa Loureiro, Rosa, as manas Otá­ 
vla e Georgla Loureiro, Débora, José 
Albery Marçollu, Car 11 Eduardo Pedra, 
Zulelco, Paulo César, Jollo Carlos Velas­ 
quez, éd!a Marçolla, Léo Miranda, Zair 
Loureiro, Sidney Mascsrenhas Júnior, 
Vera Rita Loureiro, Sérgio Mascarenllu. 
E foi assim, entre deliciosos lgadinho8 
refrlgera::tes, Kátla la recebendo os 
abraços dos amigo ... 
Tambem fizeram anos: Marlene Ba­ 
tl11nt. José A P. Batllant. Udefooso Lourei­ 
ro (Xará), Roberto Oeriz de Souza Rosa, 
F!ora Mn Velasques. A tc;dos voces um 
sincero parabes... 
---- 
Clube Esportivo Belavlstense 
Um divertimento alegre e sadio nos 
mnlores de 10 nos, acontece todos os 
domingos, a partir das 17 horos no Bela-. 
vistense. Só pinta músicas de Dlscothe­ 
que. Uma curtição total. arari Show 
11.olm11 o embalo. 
15 A OS 
Um dl11 Cinlla chegou diferente do 
seu jeile de sempre chegur com um lin­ 
do Vtilltldo branco e um sorriso no olhar 
que nll.o conseguia disfarçar. E a turma 
toda li estava pura que a felicidade 
em todos pudesse eol.rar. E 11 lua nes 11. 
noite linda desceu m11ls brilhunte do que 
costumava brllhor. Então quinze pares 
felizes foram paro o centro para com 
elo rodar. E o Matos com sorriso orgu­ 
lhoso e o corat;iáo vibrando formou com 
Cintla um belo par. Depois as luzeEl . se 
apag11ram e a expectativa foi onliio ge­ 
ral. E cheios de ternura e graçti os sim­ 
páticos pai e filha começaram a valsar 
e ali todos os seus amigos, puderam 
com ela tanto Iellcidade purtllhar; E to­ 
ram tantos desejo1. bons. Tunto votos 
sinceros de felicidades que toda 11. cnmu­ 
nidade oompreendou ... Que s vida é multo 
melhor, quando se vive com multa amlzo.­ 
de e amor. Foi assim que aconteceu _di:,, 
28 pp. a lesta dos 15 anos de Arabela 
um coquetel onde to te1, no"g !7,, 
tora ara o ano do 1979. 0 cu4l ' o 
Pinheiro e Nuzlr foram Cf: vencedo1es. 
iciamos Justa rua_ eleigo, e mo%"%E, 
toza que v luz do Divino Esplrito ano 
iluminou todos que votaram, pois esse 
csal é purtlclponte ativo em todo. os 
acontecimentos de nossa Paróquia. Suce8- 
sos em suo gesllio são 08 D08808 deSEIJOS. 
Botlzodo 
Foi dia 5 PP o batizado da garota A uroly 
Foram padrinhos o casal Aqulduuanense 
Vereador Brasil Neto e Sra. Jn<imeros 
11
mf~l)S de Dr. Ely compareceram no 
almoço comemorativo. Presentes lambem 
os médicos Dr. João Carlos Ocô.rlz e Dr. 
Fernando de PreHas. 
Segundo Dr. Ely, o maior presente 
que ganhou nó dia 6 pp; quando apaga­ 
va 53 vellnhns, foi o pedido que o go­ 
vernador Harry Amorim fez ao povo de 
Caracol e Bela VI8ta: Votem em Ely é 
Isso ai...ele, é claro, vibrou ... 
VAQUINHA 
Entre os amigos tle jogar "peladas" do 
Fe1·nandlnho, estilo fc,zendo uma vuquJ­ 
nha pare. que o mesmo compre chuteiras 
pois, o coitadinho está fazendo econo· 
mia, e quem sofre com Isso são seus 
dtillcadps pézinhos 
Dln 30 de outub10, fez anos a ra. Ze­ 
aóbia Gomes. Para comemorar a <lata, 
ulguns aoigos fizeram-lhe um delicioso 
almoço-surpresa, onde no deixou de 
faltar um ~uculento cnrnelro asso do. Foi 
um domln~o de bastante alegria. Parabéns 
Despedida 
Maria das Grt1ça1< Assis, Ioi homeoageu. 
da com uma slagela despedida de toda 
a equipa de Treballo d Delegacia de 
Ensino, pois u mesma hreve i,ie casará e 
irá tru balhar no Magistério em Porto 
MLtlnho. Gracinha muito cmocic.nada 
com aquela demonstraçfio de carinho e 
amizade. proferiu 1ilgumas palavras de 
agradecimentos. 
O Movimento 
Familiar Cristão de. Bela Vista, realizou 
Mais uma vez o vereador ivaldo de Barro, 
da ARENA, apela ao ministro da Agricultura 
Allyoon. Pa11hncll1, rnhc11ando que a •llunç:io do 
lavoureiro em Bela Vista seja resolvida. Alega 
0 
vereador "que o momento exige novas alternati­ 
vas, agilização e interesse para solucionar um 
problena que está se torando gravíssimo." Diz 
ainda que "em face aos interesses mútuo ao de 
envolvimento_deste País, aguardamos por parte 
des&e M1nuu,no pronuncin1ncnlo a rcspcito.''Es­ 
peramos que o senhor Minillro ac'dignc, pelo 
menos' a responder ao nobre vereador, pols a si 
tunçno do lnvourc1ro cm Dela Vista está mesmo 
na "fase crítica." 
Eleições Diretas ! 
popó·ito de not 
veiculada pela Folha de 8; 
Paulo" ·obre uma manif, ' 
ão contra a "frente biunia' " 
o deputado Alides Hra I 
culto ( AHENA-51') co:d/ 
nou a inclusão do eu nu. 
naquele noticiário, e«clareá, 
do ,a um homem d~ t!h, ~ 
çóc4 rlirctn•. 
les«altou o parlamentge 
, ir•••• empenhando na h' 
contra a enatória b i ô n ic 
través de vários pronunj 
mentos feitos na Cnsa, atit 
de esta que no choca com 
Cato rle ter deixado de we 
na ernendn rio senador Fe 
co Montoro, por con,ideri 1, 
uma íniciatha com fins elt,. 
toreiro,. 
Aíirrnou o orador qu 
se acha com a maioria i 
Porlnrnento, baleudo-!c p,I, 
eleições diretas, mas dent 
do quadro proposto pela prl 
prio Hevoluçdo, "porque e.,c 
tra a força não há resistência 
o.o mnniíest.nr um• ·f 
inquebrnnlável no futuro Prt 
vidente, que considero ap 
de estabelecer a demora 
o reprcscntnnle paulista d 
clnrou que deixará a poUtír· 
ca,o nn" hojn elciçõe• dirt1. 
em 1982, como está preri 
dentro de tudo aquilo que, 
tem propnlndo e levando te 
consideração a própria pi 
vra do General Figueirt 
"O que não é mals pol 
é viver neste bipartidnri;c 
neste regime em que o por 
tem de votar n ÍO•or un te.: 
tra um regime de plebiscite 
ncentuou Alcidca Fraoei1e2tl 
completando: "ma,, nei?1• 
tudo, temo de • eg ar 
regras do jogo." 
OCUMAERIOS 
PERDI 
Aotonla Ibe, perdeu f 
carteira de h!! b!lltaç!D 
eolicitu a quem enc 
Ira-la entreaar a Are 
da Camlslio~ S/ ou 
r,?dàção de, jornal 
Rua ten. Bernardes 21 
em Jardim. Publica 
que se faz para obtl 
ção da 2ª Via. 
Maximiano Mariano i 
Santos declara que í 
c!eu oe docunentof, 
una Rural ano 64 P·· 
CJ -- 0986 1-xpedlda 
Ponta Porli e no' 
Lúcio Nunes. Publl~ 
que e faz para ° 
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