IBUNA F ONTEIRA mo viL 17Lo RIA o v o a 1a,a7. L v7, «lo ato5o o T. _....:,._..;.;.;;;.;;.;;..;..;;_.;;_~-------------------- 1 E OI IC -- 1 ,!1 . . . • ' > i F lo ato inaururl da as, nu da aia Ee,nmi a Federal o pefeito Haln de tte Pinto inforsot ao puro prr. nte no aantimeto, que no próiruo ano o elho tron­ o de tHfos eri upid de E' para oo apure«hei que sra implantudo o PIH>. hi.e inh que o Governador [rr Amnorira prometeu o a-· falto para B Mi-ta no próximo Ano. Foram duas notiius que deram novo alente ao peso belsi-teu·e. AGENCIA DD C ERIL EM BELD Dr. José Gnuey de Azevedo • Gerente Garal d11 Caixa Econômica e Prefeito Municipal Dr. Ruben de Castro Pinto Com a presença do Gerente Geral da CRixa Eoonomlea Federal, Dr. José Guey de Azevec!o, do prefeito municipal Ruben cte Castro Ploto além de autorida­ dei; muulclpais, brii,;iielras e paraguaias, dia 8 próximo p11ss11do foi iaaugurada a agêacla da Caixa em Bela "it;ta. Eafúcaudo o pael saneador que as· Instituições de crédito exercem na comuaidnde, o Padre Jaime, da Paróquia de Bela Vista, abt!nçoou o estitbelec!men­ to dizendo que a "lnst&lação da. agência iria. beaeflciar o povo e que muitos pro­ blema.e seriam soluclonadoi;, principal• mente os ligados à oabitaçllo". POUPANÇA E CA A PRÓPRIA O Gerente Geral, Dr. Azevedo dle110 estar ali>gre e pnrtlclpando da ale­ gria dos bela vistense, pois a agência da Caixa era um presente ao povo da hospitaleira Belo VIJta. Frisou o papel principal da Caixa que "é o financia• meato da caso. própria e a poupança". Enfocou a necssldnde do belavlHtense poupar, pois "o dinheiro aplicado em caderneta de poupança. alem de render juroA e correção monetária, é revertld-1 em obrae no muntclplo. Conto com a oolabnraçüo dR todos, pois a Caixa velo participar e acelerar o progresso de Be. la Vista. Para abertura da cadernet4 de poupança, o mlnlmo que se depo<a é :!00,00 finalizou. GEISEL É O RESPONSÁVEL re .+ + ' ~· • 1 Energia Elétrica PROBLEMA CONTINUA... Esperávamos da CEMAT maior dinamiza­ ão do etor energético municipal, pois a mesma possui condições de sanar as dificultlndca oriun­ das do "velho esquema,. Se no início a CEMAT ntendt:cu nos usuário~ com certa rc:gulnrida.-:ie hoje, 11. populoçllo volta a sentir o drnma Jn falt; de energia dé•ricn. Já nüo $e ••hc n hora ou o dia em que: a. "bendita luz vai se apagar ou o.• cende", Providênclas urgentes devem ser toma­ das pela direção da c»presa, pois os seus funcioná. rios de Bela Vira, demonstram sempre boa von­ tade, alegando alguns, que os atuais problemas só poderão 1er resoÍ,·idoa _por interwédio du direçiln. Ainda 11. re,pcito da CEMAT, o vere,dor Ninldo de Barros, da Arena, solicitou que a empresa in• formasse quais s providências que foram toma• da• a r,:,peito ,la taxo de iluminação pública. Dizendo que a agência da Caixa Econômlr.11 fo! um presente do preslden• te GEISEL ao povo de Bela Vista, o se­ nhor prefeito municipal Rubun de Cas­ tro Pinto, enfocou, também, ae m e t 0 8 prlorltArlas da Caixa: financiamento pa­ ra a r.asa própria e poupança. Dleee ainda que om sutl admlnlstraçíio foi lnaugu-:-ada a agência do Bradesco, no ano passado, e agora era a vez da Cai­ xa, sentia-e alegre e multo feliz. "O po~ro de Bela Vista, principalmento os menos fa vorecldos, itgora te rio a opor­ tunidade de construiram a sua caa, com b e I os jard I e e, e o m todo c o n r o r t o, e n r I m. um a casa tod11 sua e Isto com flnandamento ll lo:i­ go orazo. A medida ir preencher uma grave lacuna em nossa cidade. Dentro do pouco tempo jó. não existirão terreno■ vagos. mudará o aepeoto físico de Bela Vista. Enfatizou o tempo record em que os engenheiros fli:,Iio ~aez Martins e Domhigos Sabota. a través da Construto­ r" Sol'enco LTDA. entregaram a agência de Bela Vista. O prazo era para 60 dias as obras foram entregues em 45 dias. DIs- 11e que "o financia manto. para a c&!la• própria é até 100.000,00 e que a poupn­ ça. feita na caixa reverte ' em beneficio do próprio povo". • Começando pela esquerda Sr. Rubens.Gerente núcleo, Sr, Claudlo-Gereute d& agência local, Sr. A ustedínlo - Gerente núcleo, Sr. José G. de Azevedo-Gerente Ger!il, Engenheiro Hélio Baez, Sr. Amorim-Gerente da Caixa em Campo Grande, engenheiro Domln­ gea Sabóla. PRESENÇAS Regh,tramos a presença do Chefe do segurança da Caixa E­ conomlca, Sr Sidney Ca::ovaes; do gerente de núcléo de Campo Graede, sr. Rubena Garcia Bueno do gerente da agência de Cam· po Grande, sr João Alberto A­ morim dos S!!.otoe (primo do governRdor Harry Amorim); ge­ rente da agência de Dourados, sr Luiz Car!og; dos engenheiros da Caixa, Hel!o B. Martins e Do­ mingo■Sabóla, do Juiz de D. da Gomarca, Qsvaldo Ramanzlnl, da ln:&petora da Receita Fed,mil Di­ va Caporrossl Urbleta, do dele- ....... - .. - .. ,. -· . ,. . -- Na Terra Riqueza r a Na Arena Homens os Em Fl6UEIREDO a Ação g #-is$ Fachada do prédio da· Caixa Economlca ern Bela Vista. gado de policia José Loureiro, dos advogados Pedro Palmiere, Serglo Perondi e Ivan Marques, dos vereadores Afonso Dillon e José da Costa. Marques, Padre Jaime, gerente do Bradesco, ge­ rente do B.B. utoridades para­ guatas, representante do Emater, da DREC, comerclaote11, lndus­ t:-lals, profeesores e estudantes. A luaugur&çáo da agencia da cai­ xa Economln Federal ~m Bela Vista foi uma verdadeira !esta, pois o povo necessit1t va de uma lnstltuiçúo que se dedicasse prin­ cipalmente o financiamento da CB!!!I. pt'óprla, um gr11,ve problema em Bela Vista. A 15 de Novembro Vote nos CANDIDATOS DA à R E N 1 Trihuna da Fronteit o COMO CRIII J l CornrcnlR e uchnr nturl quando seu lar for d3s­ folio; G Dl·llrn d1nholo poru eous oxceo- 6011 de moço: fumnr, beber o outrno oçõrB lnoonvrnlrntrs. Nunco o deixo gu­ nhar por coutu própria o pelo seu traba lho o !lo qnu necesRlta·nilo há ruzl.ío pnru delxur quA Eeu filho pasoe peluB dillould11dl's porque j/ passou; 7 Stisfaçe todos os oeua oupriohos UE o desejos; automóvel, comida, reup4, conforto, cada vez maior. Brinquedos que lhe desperte o instinto bltcoso e guerreiro de matar ou de sor "zngster"; 'Toma sempr o purtido emn seu favor, lotl vez que lrn.ja alguma recl rnnçün con!m 1icu proecdlm lllO, Ju tlf1- q•rn flompre i;ou mau procedlrrwoto contra eus visinl0s, profc,11, ore , poh· clni.t. Ulg,t F.('ri1prc para elr ouvir qun eu filho nío é compreendido o todo:; 10.m prevenção contra ele; !) Quando sr-u fllh,, tom urn bom corr.içllu o quo ninguém o compreonda, onlú oro situação rlo rccebur II mais dolorosa consequência desse descuido cm favor do 1iuu. educação, que deve Iniciar no lll'U Jur. Quem ncgligeocia 011 educaçl!o dE' seu !'Ilho cCJro recebt-rá rnulto8 doRgostos e dores mornis. E não hú de culpar seu dP.Btlno porque nofremos, na escola da vida, vom de urna euu;:;u à quul oforeco­ mo elementos dedo nsus omissões. Em multas clrcunsU1uclns vocO mesmo, quem snube, preferiu ter um marginal Pm vez de um fllho útil à família o à Pàlrla ... N.N. TRAZ g lill LM57% de Sergio L Zanardo Beneficiamento de arroz - compra e venda de cereais - qualidade - eficiência - atendemos toda a região. Temos milho· Preço bastante compensador Rua Barê.o do Ladár!o Caixa Postal 25 --- -------- ) Melhor ponto Comercial da cidade Estamos Falando do Cielandia BAI. Lum:honcto, fl r- Rcstauruntt: Com Ininulaçõc1l Completas, pura Iuuclo□amento Gioolu.ndia Bar ao ludo C!no Súo Cristóvão ..,. Tribuna da -- SEMANÁRIO -- (20/2172> I• U N D A Ç A O Ivaldo Pereira Administração Redação e Impressão Iua Duque de Caxiu ,/11 Dela Vi•ta MS, Cx. P. 20: EXPEDlENTE Diretora. llnria E.tela V Pereira Editor Inldo Prreira Chde Dtpnrtnmento Comercial: Ahnro Ptrtira Gerente llélio Gu1:de, Corri'a Registro Títulos e Documento+ 1066 CGC-MF O:t?Ol266/00Ul-90 lnsc. Est. 130592313 ASSINATUHAS - Dela Vista Cr5 250,00 e; l]Demais Municipios. c,s 300,00 Ob,ervaç:lo Os arrii:os publicndu, com nssinnturas dos autores não traduzem ne- ~ ces~ãriamente u opinião e penumenro do Jornal. iu publicação obedece aos prop6- PJto& dos debate• ,los problema& municipais e de refletir as diversas tendências do pensamento universal. lilio te mis "Eu quero ter um milh!io dl- urnli!0/1 ..• " ussim diz uma bela can. ção. t Nós queremos er um mllhto do amigos. Quem não os quer? E gostoso. o confortante até, so podar o:1contrar amigos em todn parte e a torto lnslnnto. Os aml. ros o feitos por nós mesmos: nascem dentro do nós. Ur.:1 companhelrl11mo sndlo. UJltl apllcuçllo justu o corrotn dll Prova Qundruplu o um teste­ mun ho do vldu so.dla, i;úo at1 pedras basilares do nllceroo do nossas a­ rn!zudes. Dentro do Ior, no a­ conchego o ::ia Intimida­ de, o reopelto mútuo e n compreensão são fato­ res prlmordlalo pnra uma nmlzade puro. e oa­ dla, Iniciada na célula da comunidade. O bom-estar rolnnnto no espírito forá com que haja opurtunldades para dlõ.logog e encontros, nll• cerçando outras amiza­ des. Em Rotnry, em ser­ viços à comunidade, pro• Ilssionnls, companhelrl11· mo e outros oetores, e­ xiste um campo vaetlesl­ mo para "um milhão de amigo&". silo quaee um milhão de rotarllanos qull fazem sentir a pre­ sença de mais um mi­ lhão de amigos. (Bol. do R. C. de Bllac. SP 01st. 451) Ambiente Seleto Antonio .João E,TE de João Freire de úliveira Refelçiij Caseira O seu lar em Antonio J oiiu O Hotel da Fronteira. 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A coincidêncin dos mnndatos dos prefeitos e vereadores com os prlamentres que to vendo eleitos este nno foi objeto de estndo pelo governo e trntdo, inclusive, na Con,titninrc do Rrnrho Fundo· No entonto, pondernr,lir~ no HlllÍ· do de que na prorrogação través do pcote iri permitir um npatin dos líderes munlcipai ns leiões deste ano, fez com que o governo não colocnsse em prática tal medida. " A Jlrorrot!Jlçilll do• 11111ndn111s munícipni• todavia deverá er providência do governo do ge. neral João Iaptista de Figueiredo, inda que os estudos qne concluir pl su necewidade tenham sido efetivndos no governo Geiel, A medidn. ,·ntrelnnto. nno •6 vi•11 n er.onomin ,lc um pleito como lnmhém divulgação do trabalho polfie que, em l 982 dar-se desde a renovacão do Se. nnclo uré n Cumnrn• ~l11nicipni• ,. prefeitura,. Segundo foi sinlado perspectiva de reoriinniznçilo pnrtirlúrin oferecídn pelna reformas políticas nprovudos pelo govrrno .. umn prorrof!a• «IPEMAT e INPS» Posto çfto de mnndntos municipni• •criam wficiente& d S • d pnrn r umn ''apntin" dno hnRrs municipais diante du eleição deste ano. o problem• ficou pa• J ra o pr6Eximo f!OVcrno.. . Dr. osé [ltanasio ,nqunnto CASO rnformonte n1hontnvn que o governo do general Figueiredo dotará o ·i»te. Advogado ma gradativo do rrunbelrcimrnto de reivindico- Causas Civis criminais Comerciais l!!­ õr« política. mostrava que junto a prorrogação venturios e Partilhas, Regularizaçóes de do, mandatos municipis poderá er restabelecido r . J ' E o ,iHemo de rleiçiio direta para os prefeito• do, erras unto ao Incra 'te. CopitoieA. . 1982 . 1 . d 1 . . Av. Duquo do Caxias, .o 788, Jardim· Mt. nm em eram reaz (a» eeçoe [ d 2 d () para todo» os níveis, inclusire par n renovaçiio azea a e uro ,le dois terços do sendo, uma vez que de,ejo tnmbêm do governo reduzir o mondoto do senndor Gula Lopes da Laguna biônirn pura quntro nnos r. restnbeleccr o sistemo de ecolhas diretns para todo Senndo. Com relação aos gorernos taduai. essa fonte ncreditn que o ucesore dos atuais over­ nadores deverão ser eleitos diretamente pelo po vo. embor11 nilo acudito que eun mrdida venha no bojo da prorrogoção do, mandnl<•s municipoi1. de PACIFICO SILVA SALTA Apartamentos Ar condicionado Quartos pura casais a Solteiros - Refeições a. quaiquer Hora - Hotel Clause ttA-. BONIT 1J - MATO GROSSO DO SUL Dr. oelson M. Peixoto -Advogado- Cansar, Civis e Criminal, Dr. Ivan ilfo ,sn da Costa arq J s ADVOCACIA EM GERAL Hu11 Voluntários da Pótrin. 376 • fone :tlO Bela Vista Mato Grosso Sul FAOIII MURO -MÉDICO­ Consultório 7 às I hs 16 às 19 horas IDl D Neto Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO O A B f:IT 1615 Causas í;ivia e Criminais Rua Antonio João, 842 Beln Vl!lta Mato Grosso Stil Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Esoritórlo: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-lo62 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 Fone, 431-1116 l€ougue Vencedor de PAULO EUGENIO P. JACQUE Aba.to Duas V ozos ao Dia - Higiene Ponta Porá Ó ti m o Atondlmcnto Casa J.e Carne 'l'radicional da Fronteira P R O F I S S I OH A L no ÀNTONIO JOÃO lIat.o Grosso do Sul Av. Brasil, 1595.- Caixa Postal 355 Tel. Cod. 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Expliqul qun não l'l'fl do Pot V{ m hospoda-los, A mlhor me contou que els tinhn vindo vltar um parente o CJ111' o m<>rimn hnvil vlnf'l volln. mrrn pJu tn(' explicou quA prr.c1Qn va desca11- fl'1t'. po!R o seu estado assim o ex(gl. Pof,; bem. n pergunto aos presentes Fo ox!f,te al,ruf>m QU" nnde hospecln.]C'A du­ rnnte estn nota. É só por hoje. Vi os rlocumcn10R rloA dois. 1>iio PPflFOaR hones­ tx e trnbalhdr. Onom poderá hos­ nrcfa-!011?" Tra peson, n pen R trP& pP1'ROO. um grupl) Pm Reu ambiente de trnbnlho. Nrlmnr rle RnrroR trnbnlhnvu na TV Globo e 1'V 1'unl. nroduzbdo o pro~rnmn mi!lfnflrlo rlP. Sllvlo Srrntos e oncle tlnhll um nlto snlário. Ps«Ou n se O "Apóstolo do Século XX" ffllou n rll'dlcu.r rle lnl maneira à p n 1 a v r a rle re<:nrllo do nbnrtn. rln r.rin!lclentlzac1ío ele Deus e a ser c .. rrnnte rom a mensrgPm M eln um n construcin de um • mundo que. as pesRoaR cm RUll volt11, comPcarnm mrlhor. Pnfocou a DPCPRRlrlni!e rle enga- a estranhar norquP ele pnsou a nlío rn- jnmPnto na tnrefa crl~tií. de proporclo­ zer conePRFÕes O u se nnr n nrortuzlr nnr mnii- hnrmonin, mis amor, mnfR 1 tudo nqullo que ern contrn !l. sur. cnnsct- trnbnlho. mnis justicn; disse que Jesus ênclo. e r ! t I o a. St>ndo assim. s11m r.11 é n CA'.HNH'O. Enfntiznu o dever de rebaixar no poder <"conômlco e n dnra- procurnr n fé. elA numPntnr 11 fé. de se vnçúo oun bavtn oll. fnl sendo marginn- ao.-lmornr P Pvoluir. FAlou A. rP!-neito llzado ntó o [nstrem completamente dos sntos me vivem a virtn dP boje. Em nrnhum momPnto Plmar d"' Rnrrns Tr,fpgrnrloi-. Fnl)'ninclos NPimor de Rnrros desesperou, com fé em DPus nnr1in por" nrtma ele turJo, rlttmon!'tr<,u Qll"' o mun- 011 livros. colocnndo nrlPR turlo aquilo rlo hoje necessitn de crls1iíos fortíé'E', ele que aunlo dlzn nn TV. e nt1sim. flrm homem< lenl11. trnhnlhn­ nnis e Importadas - O maior atrativo do. rrontoira Diversões Som. 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O parlamentar defendeu sua iniciativa, afirmando que, "em not1!0 tempn, torna e nece,eárin utilizatüo de todo, 01 meio, hg:ii, poulvcit paro ie comb2tar o cou1u010 ex· ceuivo de brbido, al~o6licaE. de cigarro, e outro, dcriudoF do fumo"", n ,eu ver, seria mcm10 idral a diminaçdo IO· tal da propaganda deue• pro• dntor qu~ cau.am mal à ,nú· de. "pois ""º pnhlicidudc é o estimulo mai.ir a ,uo propo· µação". f: que a propa"anda - u­ •inolou - de bcbid;, alcoóli­ c:u e de ciJ,!arr->1 vem indu ... zindo • mocidade indrfrFO a usar eres produto, auoclan· do-Fe a êxito• financeirot-, triunfos esportivos e conquis­ tns .a moro1.1111 e ,e utili.uindo •_ré de fi.,,ura de atlew• a ar· ti+tas de cinema e televisão, ,·erd_odciroa !dolo• para mui, tOJ JOTCtlP:. Concluindo, 1.firmou Da• so Coimbra qn,r "n5o pod•· mos permitir qar o rádio, :s tele:Tuão t outro, Tcfculo• de propaanda sejam utilizado° com o fim de pr.imoTcrrlll n dc1;;nç:, de ind!Tldnos e dt fo.r("!, com 1ério1 rcílcxo1.1 eo· brc 3 familia e 11 •ociedade no seu todo/' ~ ------------- 4a#OPA4, COMERA Mor4pau g notuoã fffi L. BSE LI ill1c A Sementes Selecionadas e B Adubos Fertilizantes Arroz - Soja - Trigo - Sorgo Milho - Bruchlaria - Colonli.io lpiranga Sucnrias - Óleos Lubrificantes Jaguuré Sal - Arame - Tudc para sua L a.voura e Pecuária. L DE OURO r te) 'Vi MS. 'Tribuna da Fronteira ;;....--..,..,.-------· ~-~ ----------------------·--- -------- 1 INA UO(JRAÇÃO D)Ia 10, pp foi inaugurndna a aéncina d 'Caixa Economicna Federal em nossn ci­ dade, com presença de setoren repre­ FontntlvnR da comunlclucfo. Tf!IRUN. cm­ vlou o ~ u n,p6rtct· e colheu JuformuçÕPfl Interessantes ( nos bastidores da Inau­ r.urução ... ) Segundo um dns dlretorm; da Cnxn, h v{u·loH 11001:1 Belu Vi11tu vinha ~• pl111l,•11nclo u lnt•tulu_ção de uma ugên­ c•la e ou ntuul nornmlstrnçio o eonl10 se conor2tfzou. ** CASTRO PINTO O grnuJe rnérllo da lnstaluç/ío da ngên• cl11 da Culxrt Ecouomlcu Fedoro). é do ntunl orefelto nomeado Ruben de Castro • Pinto.· Médlcn o generol RI. A respeito l do atual prefeito, é hom que se diga e , so esclareça, de uma vez por todas que o luto de n TnTBUN A publicar nrllgns curnentundo a sun suces~üo, nlío quPr dizer quo o jornul pretenda derruba-lo nu Indispor o povo contrn rle. 1'rlbunn dn Fronteira comenta e p•1bllcn fatos (]Ue aconlC'cem na cldnje. Se o Governador H•1rry Amorim Costn e o senhor Presi­ dente d11 Repúbl!c,a Ernesto Gelsel i-esol­ verem que Castro Pinto deve contlnul!r, concordaremos com o fato. Agorn. nunca deixaremos de criticar a suu administra• ç!c, quando for necesflário, e elogia-la quando realiza obra!'- de vultos. Sempre procedemos desta formo· Ridículo e su- ' mnmente lnfllntll r ou covurdia) é a ati­ tude de dt>terminados polltlcos locais que pregam li sua substituição, criticam n sua pollllcu, ncham que ele nüo está fazendo nada, e " quando encnrum o Chefe do Executivo" frente a frente, é nquala bajulacüo. Assim a Tribuna pas- a por vilão. É bom que o senhor pre­ lelto ~nina que muitos " aILlgos •· nos bastidores. criticam o se governo. 'Por­ que estes políticos que pedem no jornal que mc,vlmente a política local" n/io es­ crevem seus artigos (todos cm pazes disto) xpondo s suas idéias? Por covardia? Por oportunismo? . o entrevJRln uo Jnrnol Pxpondo n nuas I­ déinas, num debate com o representante de Tribuna, expondo Claramente as Sus razões, que esclareceriam de uma vez por todnas fatos que permanecem "nbl­ clott''. O iornl está cima de questíuneulas e de inteneõvs particulares. Os grupos polltlco!l de nela Vt;1ta, que ~ nlmejam o poder, 1:1nborn, e muito bem, que o nosso rwnrnnúrlo 6 Independente, O que nãn nretcnd<'wos ó cllvt,lfr a gra□rl<' famllia belav!Bt<'nse. É nllme□tnr o ódio e a dl· vIsão. Não ó por mnll.vo rle o Fenhor prrfelto municipal rBt?.r nclonunrlo a Tri­ huna o pretendendo enquadrar o editor responsável na Lei de Segurança Naclo­ nnl que vnmos nos omitir de noticiai· os conquistas e as bonR obras sso problema (dlvrrgênclas) isão du ordPm polftlCr, O fnto já ganhou repArcust-ão nacional mnR ... Re o liPnhor prefeito re­ solver concedPr umn entrevl@to ao jor­ nal, expr>ndc> AR Suns ldélns e os Seus Motivos, Tribuna enviará um repórter pa­ ra entrevista-lo. Oºº"~º principal mollvo é Esclurec('r a opinião público. É levar a informnçíio Puro e lmpu rclal.O restan­ te, o tempo, ape□aR o tempo, se encarre­ gará de provar (]Uem está oerto ou está errado. ** DEBATE A unlca maneira de os interessll dos eli­ minarem os boatos é fornecer notícias amplas e objetivas, que espelhem real­ mente a realidade. Em matéria ,e,verna­ mental, •> único antídoto eileaz ~ontru o boato é n liberdade de imprensa. Só a livre mc.nifestação é capaz de eliminar ou restringir a fantasia, a mentira, a difamação, a maledicência e os mui en­ tendidos, que são a matéria prima do boa.to. Nli.o é com "enquadramento, pro­ nessos, elo, etc que a opiniiín públioa se esclarece. !esses cusos todos se desgas­ m, mts ainda o próprio município qu1:1 .. lca cc,nhe<'itlo como a moruda do arbítric;". St;>ria in!el'E'$­ sanle, e muilú esclurec~dor, se o atual Prefeito do Beln Vlstu concedesse uma ** CAIXA ECONOICA "Uma daR grandes ,finalidades du Caixa e que, em no usa cirlade, solucl nnará de­ finitivamente o prnb!E:ma da moradia. é o financiamento da casa própria. O gran­ de bene!iciaoo por esta instalação é o trabalhador. As clnssef:'I menos favoreci­ dns." (Castro Pinto) Bela Vista agorn está ingressando na senda do progresso. Vivíamos da obscu­ ridade, e, enfim 11 luz estfl clltlgando. (J be­ la vistense sente que chegou a ·vez da Princesa do Apa. Agora é a arrancada desenvolvimentistu" (Pedro Palcnlere). AA ''Humilhante não é mudar de idéias I.J.u .nilhante é não ter idéias pura mudar" Nei!Ilar de Bllrros. Despertando / O":C'ÇÕOS Con,, a dlvIsão do E«tndo de fnto Grosso e a nome@o de Hnrry Amorim Costa para governar o novo Estado de Mntn ílrn6i::f) do Sul. a pollttcn rrn 110. :o região sofrru u•oa trnn~rormaçi'ío rarfíenl. No caro das cidades situadas na faixa rle fronteira, mais especificamente cm Bela Vl!!ta nosso caso onrle o pref P.lto é nomeado por ser área considerade de Se;rnrancn Nacional, a mudança ocorreu inclusive n mentalidade. Quando d rPunlfío. ,-,-.aJlz11clu na Câmara Jhtnlclpnl, nnra f'SCO]hAr ~ SUCPSROr R prEfeltos nomeados em arén de i.egurança, não se presen­ tam an Gov 0rn>tdor i, dizem: Quero ser o prefeito. Enfim. clPs niio se auto no­ meiam. Dependem do consenso munici­ pal, nnls nl□guem consegue, polfllca P. administrativamente, se mnter isolado, Os seus nomes são escolhidos pela clas­ se política rlos municípios e 1rnbrnetldos a aprPciaçi'io do Governo do Estado. ApóR isto feito. são encamlnhadns ao sPnbnr Presldente da República, S'.'l'J. etc, etc. Atualmente, conversando com Pedro Pnlmierl. Fiori ~1urano. Rly de Arnujo Rorbn~a. Nlvnldo rlP Barros, Afowo Dllon NunPs Leite, NoPdi Lar11njeira, Roberval Borges. Adalberto S11n'Anna e muitos outros, assim como, comerciantes lavoureiroi:. estudantes, bancários, enfim, o oovo esclarecido e politizado de Bela Vistf, o as,mnto é o mesmo: SucP~são de Oastro Pinto e eleiçõ"s de Carli­ nhos ou Ely. Nn époc11 da et-colba do ntual pref P.ito. ,José ,Joaquim Ferri~ira Souto, o Jota Jota, promovia por Intermédio deste Jornal. urna camoanha de alto nível a respe!to da politie municipal enfocando o caráter de urgêncin em no­ mear um novo prefeito. O clima se repete. Recentemente.em contacto com Pedro Palwiere P Ga!'lbalde da Ros (Presi­ dente do Rotary Clube de Beln Vi3ta) foi ventilada a posRlbllidndc dt> se Psco­ lhe:.- um elemento, conhecido de todofl nós, com amplas possibilidade" de dtá, logo, administrador capaz, homem com grandes interee-se11 no município e que 1:1 o mais importnr,te, cioso de participar na escalnd desenvolvimentista, que te­ mos certeza, a e a r r e t n r á a e r 1 a ç ã o de M a to G r o s s o do Sul. Manteremos o s e u nome, p o r enquanto. e m s e g r e d o, a t é • q u e a classe politica se manif!'ste favorávelmente à sua indica.­ cão. Nt)VOS ventos sopram na árida(poll­ ticamente). Bela Vista, estes ventos trs,.zem esperança. (l P.) Visando despi rtar v caças e iutegrar a jovem os problemas 4a s·olat! a oidsde, wssim com , d«r-lhe e8t­ diçôes de colaborar para o cre cimento do Blu V!«ta e viver o d1a a dta dn Jrn:-irr,;f,,l, conlw<:ütH1o as suas lutas, os s! dmrnuJ, n!• '1Hl!i CClllQUI"'­ 'ªª· re,o!VC'ntO' 1Hlrnllll' a!uns studantes pura trabulllnrl'lll oo Retor dn reportagem. Nnssa pri­ mdra a(JUÍHi(,!110, I, a. Cardinal, nesta edição apreF.Ontu o Heu priu,Piro 1r1.1balho. cnlt·t>vJ,;ta cnm Noimar de Barros e Clande ,rcdeiro:i. P:·(•Cl­ ilfJmos de rnnls Ulll/.l Jo­ vem e um jovem, de pre­ lerencla qu11 go;,wm Cle escrev1;1r e tenham peu· dor para o jornalismo. Procurem fJ Dona Etitelu ou o ,;enhor Iv.iltlo O trabalho snú UiJt•nas ºª" horas de folga e rectibe­ ráo uma pPquenu {ma!l e;;tfmulante) compensa­ ção flnaoceirn além • que conhece nossa Tem para o cliente exigente uma linha completa de fi • solução p:ua aten:ier todas as necessidades de SU!l emp~:!!~~lllmentos, procure (! Financial 3O ?Ia:c)1 9 1±MA é :0 1Mo y0a gay s± 13a1> Financial. Agencias em todo T erritóriô Nacional ---------- Ter;a ele tem a cheg ;--_ Caus: Rua Can ua R -