EITOR RESPOSA VL IVALÍÓ PEfEÍHÃ 	JO z-f-7 ELA VISTA ______ ...;_ ;......_...:._ _ 
Tribuna da 
Fronteire1 
Comunicado 
Uomuniat,4 nos nea+o4 
leitores que soltaremo 
irular ómente mos di '0 de 
dezembro em ediço cotemo 
ratia ao Natal, com maior 
número d página, O« eomr­ 
ciantes e industriais e deseja­ 
retu publicar sua» mensagene, 
deem procurar o departamcn 
to comrrt·i,I d<> joruil. 
A t>JHEÇM> 
li ro u IWSSO U{J SUL 
O lnuituto Nncinnal d~ Coloni­ 
aço e [eforma Agrária INCRA, 
.iravli• do Projeto Fundiário Jnrdim tem 
grata satisfação de convidar V, S.n. e 
ilustrísim _familia_para as+ltir a entre­ 
ga de "Titulo de Itificaço" a Pro­ 
prietírios Jurais no Municipio de Beh 
Vut.u - MS, em Sol0111dnrlt o eer reuli• 
udn no din o2. 12. 7H à• 10:00 hora,, ten• 
do como local o Clube E,por1ho Be­ 
lavisten,e". 
Relnçno ominnl <lo• Proprietúri,,s 
Titulnclos: 
Ôtacllio e Otnir Corrcn Esplndoln 
Fazenda .Chivoí • Cuê 
Deoliodn Mcdriro1 • Fnzendn São 
Ftrmino 
Padro Asais Rochn • Fnzeodu Ramoa 
Ernesto E1cobnr Fnzcnda Mnd1orrn 
Adolfo SnlornAo Fazenda Don Sorte 
Sebnstiiio Carvalho de Toledo Fa· 
tenda Silo Luiz 
Mineração Bodoquena Ltdn. Fazendo 
Slo Domingo, (parte) 
Tertuliano Jo6 Vieira Farenda Pi. 
rapoca 
Pacacio A reco Fuztndn Santo Antonio 
llario _Batilani Fazenda Vnquilba 
Antonio Aranda Fazenda Delo llori• 
zonte 
• Olímpio Amnrnl Corrlinnl Fazendn 
Sontu Vitórin 
i.lcilio Loureno Scbaurich Fuzcuda 
Costn Peron (pnrtc) 
oel Aristimunha Pinheiro Fazenda 
>anta Aparecida _ 
Epaminondas Escobar Fazenda Costa 
Peron (porto) 
Ilu1,:o Kirchncr Fnzendu Costa Pe­ 
ron (p,irte) 
Lázaro Britea Hojns Cbácorn B?m 
Surcsso 
Elr Félix flojaa Fazendo Prim11Tcro 
Antonio Morin Nunr.j Hondüo 1-'u• 
zellíla Cornc61 
Joo Carlos Brandes Garcia Rancho 
Snn llnrcos 
Astrogildo Garcia Fazenda M a t o 
GroiiO 
Cri,t6vfio llran C ostn Fazenda Tn­ 
qunru,10 
Na oportunidnde $Crilo trntadua 
também, vários assuntos de interesse 
doa proprie1:írios Huruis de toda a re­ 
gião, bem como osountQI li.,ndos no 
Sindicnfümu Hurnl no Município de 
Dtla Vi1tu, 
Cario, A lhe rio Ferreira de Miranda 
Executor Projeto Fundiário Jardim 
Dividido o Estado e iniciada n 
promluora Tida indeeendento do 
glorioso Estado de Mato Gro,so do Sul 
a l,o do: janeiro de 1979, é de crer.-se 
[" erião substitidos todos os prefeitos 
a área de segurança, isto , aqurles 
prefeito de Corumbá, Porto Murtinho, 
Bela Vista, Caracol, Antônio Joiio e 
Ponta Porii. 
Daí a razno pur que aupomos que 
o» eminentes prefeitos, nomeados gra­ 
çu à indicnç:i.o do r. José Garcia Ne­ 
to, estejam à e»tn altura, com elegância 
e puticnlar abilidade, redigindo ; mi• 
nuta de 1eu1 formai• pedido• de derois- 
1lo. Nada de mais, E de praxe. E o cor­ 
reto. Assim o determina a ética. 
Caberá, cntio, ao honrado goer­ 
nador Amorim propor os nomes dos no­ 
u» alcaides que no que se espera, deve­ 
rlo seguir mo.ia uma diretriz 11da:ini!i• 
lraçiio de que político pnrti•lário, e, 
destarte, mercccriio maior <'flnfioaçn ao 
presidldircm, como magistrados, o futu• 
ra eleição doa prefeito• dr. suo comunu 1 
deade que, não parece provável perma­ 
na a presente situação, conforme n 
reiterada promesas e declarações de a- 
bcrtura democrática feitns pelos candi­ 
datos majoritúrio• no, comícios eleito­ 
roie. 
Trata se, portanto, de ums medida 
fundamentalmente_ democrática, pela 
qual devemos envidar nossos melhores 
esforços no sentido de levá ln até os 
coroções dos cidudõcs clcltor<'s. 
O, mandatos eletivo• trazem, cm 
si mesmo, o precioso sinete da legali 
dade. ao hn n:1da mdhor e nem ve 
comp:irccc com n~nhum sucedâneo ou 
casuismo de algitcirn, ou sn[do do crâ• 
nio de qualquer juri,ra rlc plantão, 
Sendo nuim, o, ilustres prefeitos 
nomeados da àrea de segurança deverão 
como canto de c1mt:, JU que não é 
nenhum favor, opresentnr uma bela 
pre1taçiio ~e contas do que fizcrn.n ou 
do que deixarara de fazer. não propria­ 
mente, cm nome do povo, que os 
elei:eu, mn, do governador que os 
julgou d., cnpacidad~ cconfiançn 
Salvo o Melhor Juiz' 
Por Di Picro 
; (} 
' ( 
A ala independente da Arena, li­ 
derada plo ex governador Pedro Pedros­ 
ian, eleito Senador a !5 de nove@bro, 
integrada por2 deputados federais, (Barem 
e Schirnidt) e por sete deputados estadua­ 
is, eleitos no último pleito, está se 
movimentando no sentido de indicar o 
uo::ne do vereador Ely de Araujo Barbo- 
SI 
STA 
sa para prefeito municipal de Bela Vista. 
Segundo um dos lntegraoteit do grupo 
lnder,cndente •·o vereador belavistense 
reúne todos os fltrlbutos nccPssárlos para 
rxercer com b·llho o cargo de prefeito 
Capacidade e tino administrativo, alem 
de contar com apolo do puvo beJavls­ 
lense, Barbosa é o nomo corto", 
ELEIÇÕES 
Ely de Araujo Barbosa recebeu 
quase 5.000 votos ns últimas elelçocs e 
"raça, ao eu trabalho, Pedroswian e Darem, roce- 
beram votação maciça em Bela Vista. O 
vereador bela vlRtente provou ser o lfder 
do :nunicfplo, pois 1>Ull carnpanha foi 
feita de acordo com as asplrBÇÕt!S P'JPU• 
lares. O que Barbosa pregou, é o que o 
povo de Bela Vista almeja: mis harme­ 
nia e maior desenvolvimento. Caso cõnU­ 
nue e, critério de nomeação para os 
municípios considerados aréa de seguran­ 
ca nacional, um nome já está se desta· 
caudo, não só pelo apolo pop_ular, mas.po­ 
lo que repnsenta no atual contexto da 
polltlca estadual: Ely A. Barliosa.O Impor­ 
tante é que o,i pollticos, senadores, 
deput<1dos estotduals e federais, já Inicia­ 
ram os contatos visnndo a esrolha do 
sucessor de Castro Pinto, o atual prefei­ 
to nomeado de Bela Vista. 
A partlrdos primeiros di­ 
as de dezembro, a Secretaria de 
Desenvolvimenh> de .Recursos 
Humanos, que provisoriumenle 
vul Iuncion!lr nas dependências 
do CBUP, passará a convidar 
os delegados estaduai .. de ensi• 
no para umiis importantes reu­ 
nlões durante as quais serll. ex- 
plicada toda a metologia de tra­ 
balho que se pretonde implantar 
segundo informaçõs divulgadas 
por membros da Comissão de 
Coordenação daquela pasta. 
É que durante dezembro se­ 
rá org,nlzadn uma. "mini-secre­ 
taria que ativará todos os seto­ 
res básicos, para a fase final 
de ajustes que visa ger11.ntir um 
funcionamento pleno a partir de 
Janeiro, com a lmplanta9ão de­ 
finitiva do novo Estado. 
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2-12. 
Bel VJt - MS - 'Tribuna da Fronteira 
EDUCIÇiiO E POLITICI 
Juntou parn dividir e dividiu para 
omar. 
Parece ehnradu do revista. om qua­ 
drinho o Inicio de mlnlm colunu de hoje 
J1Mttt •rp, e, no ontunto, o uesunto é só, 
rio o bom como oxl'mplo pam futuro. 
Com n fuaüo dos Estudo11 du Guu­ 
nubnra o Rio de ,Janeiro fuzendo upt1.rc­ 
ccr o novo Governo Frrlerol, em Lei 
juntou o;;tnH duns unldudori com o prin­ 
cipal lntúlto de somar e assim todos du 
rogl!lo lucrur com 11 fusilo. 
Houve, lnfollzmonto, o !alta do uma 
lnh·uestrutum pum gurantir a consecu­ 
ção dos objetivos, louváveis, por sinal, 
do governo no fozor u fu,;l!o, Gu,rno.burn 
Rio tlfl ,lanl•lro, e, estu buse serla tirudu, 
uo que parece, dos próprios rosldontea 
Hill ambos os Estudos e que, rnuis que 
nlnguóm, absorvcrln os lucros dn gruude 
empresa agora resultante de fuslo. Por 
ter sido uma medida ela quul o povo to­ 
mou oonheoimento ma11 nllo participou, 
cumo cru dosej1J de muitos e, na minha 
modesta opinião direitos de todo, já 
que e tratava do que ern "bem comum 
a todos'', Poderiamas aplicar aqui a fra­ 
se de conhecido locutor esportivo cario- 
011: Nilo adianta chorar ... e ucrescenln• 
mos: o negócio é trnbnlhar e trabnlhor 
bem pelo progresso do Granda Estdo 
do Rio ue Janeiro. Pelo visto, então, n 
fusilo ao inves de somar, juctnr, unir, 
etu. velo. a principio, dividir cariocas e 
fluminenses pois onda um puxava a bra­ 
sa pura sua sardinha o na falta de uma 
excelente OE-trnlura de base alguns se 
deram bem outros tao pagando caro pe­ 
lo. confus~o. digo, pela fusllo que não 
pediram mas que têm que aguentar 
------------· 
Tribuna da 
- REMANÁRIO -­ 
(20/2172) 
F U D A Ç ÍÍ. O h-aldo Pereira 
Administração Redaco e Imprewão Rua 
Duque de Caxias /n Bel Vista M: Cx. P 20: 
EXPEDI E TE 
Diretora 
Marin E,teln V l'treira 
Editor 
1 uldo P,·reira 
'I Chcfo Depnrtamento Comcrcinl: 
Alaro Pereir 
Gerente 
Ilélio Guede, Corrêa 
•1Registro Titulo•• Do~umrnto, 1066 CGC-~lF. 
03.?01266/00Ul-90 Insc. Et. 130592343 
ASSINATURAS 
Bela Visto CrS :lS0.00 
Municipios CrS 300,00 
Observação O artigos publicados com 
assinaturas dos autores não traduzem ne. 
ccuirian1cntc u. opinião e pensamento do 
Jornal. Sua publicação obedece aos propó­ 
itos dos debates dos problemas municipais 
e de reHctir as diversas tcndêncin• do 
pensamento universal. 
Ivan do NaecJrneoto 
firme. 
,Já .n rl!vls11o de Mato Grosso todos 
esperavam. 
NosRoll manos do Norte nllo que• 
riam o llnhnm Já suas ra1.õcs, quom 11nbo 
té louvávels ou egoísticas ou, ulndn 
googrnficn nols acredttnvom que Mato 
Grosso, sem parte do Sul, não seria 
mnls Mato Grosso. 
'.°lfoR o povo do Sul, todo, olmeja­ 
vo.m e11tn dlvlsão já que ,rnalm o produ­ 
zldo por nós em nosso favor erla rever­ 
tido. Será que isto val ocorrer de fato? 
Cloro que sim! Pois aqui, ao contrário 
do RJ, existe, já Implantada, uma bon 
lnfraeRtruturn, não oficial, mas com ple­ 
nos poderes tendo a frente o próprio 
governndo1· Amorim Costv., que, rllgn-se 
de paasagem, snbe o que quer e como 
quer a Administração de MS, 
Mato Grosso do Sul ser, podem 
crer o sustentáculo deste RraRil nao su­ 
as principais necessidades quo alio, Rom 
duvida alguma, a Induc;trln Agroprcuá· 
ria. Noi1 diversos cantoli do Rolo Pátrio 
há escassez de lavoura e pasto. MS com 
uma boa reciclagem de recursos da nos­ 
á, não só, um como outro e, ainda, so­ 
bro. pnrn. a lndustrln de TranRformaçilo 
áreas e mais áreas a trabalhar, bem 
como. e Isto é Importante. matéria-prima 
de pr!melr:i pum uma série de grandes 
industrias, que Imediatamente, para cá 
bilo de vir tão Jogo as condlcõofil i:ejam 
postns sobre mesa e ó isto quo o "ti­ 
me'' PPcolhldo a dedo por Amorim Co­ 
ta val fllzer de Imediato. 
Mato Grosso do Sul é quase sete 
vezes maior do que o Estado do Rio de 
Janero. MS mede 306.078 km2 e R.J. 
tem 44.277 km2. maR em compensação 
nossa população n!io chega a dois mi­ 
lhões e eles tem quase oito vezes íRto. 
Parem e pensem. Pensou? Muito bem a­ 
gora responda. Temos on não condições 
de sobra de dnr canja a todo Brasil, ln­ 
clusive trazendo pura nossa Região, TIi) 
mlolmo, trinta vaze! a aluai população 
e para isto só é preciso oferta de tra­ 
balhe> e recursos, mediamente r13tomá­ 
veis num prazo não multo longo. O Ho­ 
mem brafililelro <i Inventivo, trabalhador 
honeeto só deeju uma unica cois: O. 
portuniclade e Isto os homens da Eqnl­ 
oe de Harry de Amorim Costa já vis­ 
lumbrara m e será o trunfo que irá so­ 
mar upóa a dlv!Rão n!lo só os n!llurals 
da terra mas, e isto é importante, todos 
que aqui eRtllo. E é por Isto que digo a 
Diviso de MS serviu para somar e a 
fusão de RJ separou-os mais ainda. 
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Assl11. De11pacho D.f 
A. por dependl'Jnclu con: 
requerido. Cert!Jlque-, 
Sr. Oriclnl de J usli 
sõbre o paradeiro 1 • 
requerida na comarc,! 
Ocorrendo n hlpólo· 
alegada pelo Autor, clt 
so vln editais como r 
querido I. Bela Vleh 
27-10-78 (as) Dr. Oovalói ! 
Ramanz(nl Juiz de Dlr< 1: 
to. E, paro. que chogui 
no conhootmento d o, 
Interessados, e no pos 
sum alegar lgnorilncla
1 
mandei expedir o pre: 
sente Edital que ser 
afixado nos lugar d 
costume e publicado na 
forma da Lei. Dado i 
passndo nesta cldade d 
9ela Visto, Estado d«' 
Mato Grosso, aos de 
dias do mes de novom-, 
bro do aoo do mil nove-• 
centos e setenta e olt 
E u, Florinda Benlteí 
Escrlv1l Pubstª do 2.c
1 
Oficio, fiz datllografar
1
1 
1mbscrevo. 
Dr. Osvaldo Rtimaozlnl 1 
Juiz de Dlrt.>lto 
ARMAZEM 
llma Organização füUIAD H. 
gás, Triturador de milho, Ferramentas 
la tlier. Rua lar.kl [l«fiam 6L, 
0 
Dr. Oi-valdo Ramuuzlnl, Juiz de 
DIrelto da comarca de Boln Vista. Estado 
de Mu to Oro1rno, nn forma da lei, eto ••• 
Faz Saber aos que o presente 
Edita! virem ou dele conhecimento 
tiverem que, pelo prazo de vinte (2O) 
dias, Cita Domingas Silva de A1rnls. bra­ 
sllolra, desquitada, do lar, residente em 
lugar Incerto e nfio 11&bldo, para compa• 
recer em Julzo e manifestar se nos têrmos 
de petição e despacho do teôr seguinte: 
Exmo Sr. Dr .. rulz de Direito da comarca 
de Beh1 V!Rta - Estado de Mato Grosso. 
Salvador Rodrigues de Assis, bruelleiro, 
desquitado, militar da Reserva do Exér­ 
cito Nacional. reeiáenle neRta cidade de 
Bela Viela, :1T., nor seu advogado infr'l­ 
assinado (doc n?1), inscrito na OABIMT 
Pob nº 4-47, com escritório nesta cidade 
à run 15 de novembro, 1Gü onde recebe 
intimações, vem multo respeitosamente 
n presença ele V. Exa, nos termos do 
nrt ~5, combinado com a art. 35, ambo11 
da Lei nº 6.515 ele '26/12/77, propor 
contra Domingas Silva de Assis, brasileira 
desqultadn, do lar, residente em lugar 
incerto e não sabido, o presente pedido 
de Conversão de Separação (antigo des­ 
quite) em Dlv órclo, solicitando "venta·• 
para expor e afinal requerer o seguinte: 
I • O requarente foi casado com a Sra 
Domingas Silva ds Assie, e por fôrçll da 
respeitável sentença oonstante de fls. 13 
dos autos em apenso, foi decretada a 
separação do casal. II - Como também 
pode ser verificado naqueles autos, a 
separação ( desquite), fol julgada há mais 
de três anos, encontrando-se Inclusive 
essa decisão averbada oo assento de 
casamento de requerente, conforme cer­ 
tidão quo se o costa a presente. Iíl • O 
requerente cumpriu rellg'osamentti todas 
ns obrigaçõeR assumidas por ocasião do 
Desquite Amigé vai, não havendo um só 
ponto que tenhtl. passado sem sua com­ 
pleta satisfação. Assimn. é a presente 
para. !!lstribuldu por dependência ao 
Cartório do 2º Oficio da comarca e Au­ 
tuada em apenso aos autú!l de Desquite 
Amigável (Processo nº24/50), requer se 
digne V.Exa determinar a citação por 
"ditai da requerida (art. 23l, lnc. I.C.C. e 
rt 232, lnc. I e eguintes do Código de 
Processo Civil) por se encontrar a mesma 
em lugar Incerto e n!i.o sahldo, para que 
se manifeste sobre o pedido e, na hipótese 
de concordância, solicita desde logo 
conhecimento do pedido e homologaçao 
do divórcio. Fica ainda requerido a 
expedição do mnndado 110 Oficial do 
Registro Civil para que averbe a presente sen­ 
tença de conver ão. a hipótese de 
contestação, requer-se da mesma forma 
a oonver:,,!i.o, condenada a requerida, no 
pagamento das custas, da verba honorá­ 
rla, que V.Exa houver por bem arbitrar. 
Dá-se à causa o valor mínimo legal 
Nestes têrcnos, P. Deferimento. Bela Visá 
26 de outu_bro de 1978 (as) Dr. Pedro 
José Palmieri - Salvador Rodrigues de 
EXPORTADORA 
PRESIDENTE O 
8 OEFIE 
Extensão do Pacote 
de Medidas 
O Pre,idente do Banco 
do Brasil, Cnrlos Rlchibicter, . 
definlu a extensão do "Pacote , 
de Medidas" contra a inflação. 
Ele admitiu quo já houve 
rcclamoçõc1, e por iuo, ai 
restrições podem ser ameniz.1· , 
rias. 
6 tivemos bicate- 
te, maiores soluções no crédito 
gernl. que é o crédito industrial } 
o créc!ito comercial. Eu dc10 ) 
friear, porém, que +lo medidas " 
transitórias, conjunturais, que { 
vigorarão até o final do aoc. l 
Como disse o ministro Simon 
·en, ·igifica _apertar o cinto.· 
ão significa o suicidio 
ou assassinato da, empresas. 
1 
" o cheque de ouro, nlo 
foi atingido nenhuma dessa 
medidno. :daa as dupliauu se 
incluem entre as Jinbu dt t 
1 
crédito geral e, fornm nfcu,dn• 
1
• 
E neccs,.irio f.nzer, realmente. 
010 apertO de cinto nesse setof 
N61 temo, todo, algumas 
recl~mações, ma, apen:11, ba•· l 
taria algumas sugestões, que 
estão sendo analisadas pe! 
Supervisão do Banco, quando , 
teremos uma reunião da dire 
toria, e 1e for ncceuário, fAre· ~ 
mos ajnstcs para amenizar 
medida,. 
CL4PER 
de 
H A ID A R 
HAlDAR pare. servir Ponta Porü e Região. Socos Mn1 d 
. 	.,. s e Mo) acios, Latarias, P 1 d 
Agricolas e Alumlnlos. Produtos de Exportacilo da . f , 'anelas te pressão, Lampião a 
r mais a(amadas marcas. 
(prbaln LI?[R ln mlut tt» de (portará pra o Cliente [iente 
[n 431-1Il 	" 
fxporladora Cliper. Rua Marechal floriano 505, fone m-13!0 
H AMA D H. 
DO SUL

l 
LIBERDADE 
DE I H D I C A D· O R 
IMPRENSA 
p 
8 
d 
"C 
orno reproRentnnte do povo brn- 
111lelro, estou nrofuntla mente cnnv" •ld 
de que o prof6to cnvado pi É,,, 
Executivo sohre a imprensa coloca total 
o brutalmente em causa, dentro do Con­ 
(?reaao, n sobrovlvêncln. ou ltquldacão 
do governo clemoorátlro no Brasil". 
Assim tlnv, à CAmar Federal, 
um denista, Afonso ArInos de Melo 
Frnn«o. em 1P57, ocnsllio em que seu 
partido padecia na run dn amargurn ou 
ela. na oposlcüo... Presldonte: Juscellno 
Kublelhlchek. 
Hoje, comensal do torceira mesa 
ntlsteltn com o eu "Estndo Novo", a 
UDN oprova qualqnor prnpmdtura qunl- 
" l ,. 1 L ' quer pnco e , qua quer el de Seguran- 
ça Naclonnl... 
E nluns de seus mais eonpícuos 
r.orlfeus, ncomodaclo~ em poltronas pra, 
feiturais, demonstram. à snclednde, que 
RA eRqueceram. campletamente. dos prln­ 
olnloR nor oue tanto lutaram lnoluslv& 
um deles, "SIopnn" principal d'> lncllto 
brigadeiro Eduardo Gomes. 
"O nreço da liberdade (l a eterna 
vigilância''. 
CauM pasmo oue uma autoridade, 
eom o lncilsfarcnvP.I intuito amPaçar de 
congir de silenciar um órgo de im­ 
prensa, e valha dn ISN, qunndo dispõe 
da Lei de lmnren•Hl e do Código Civil 
para fazer valer seus d!reltos. 
Assim agindo, a outorldnde se 
desgasta no coneetto público. dando a 
entenrler. c!IHnmente, que se o dlreli.o 
manso e pacífico. no IIPU entender. não 
resolve. 0 remédio é rerorrer 0s menn. 
dros excusos ·aa aoelaofio ... 
A imprensn, no entender de certos 
plitieoe com formacão autocráticas e 
dttatorlol. só é aeeitavel quando bate 
plms ou tece lons aos servidores 
públicos da nlto padrão, que percebem 
de slrio, representncío, ajuda de c 
to " mitras perfumltl/s, cerca de CRS 
30 000,00 meneais, enquanto que seus 
modestos nuxilires mal ganham o equl­ 
valento. em cruzfllroe paro comprar 
'Um quilo riA piin que o diabo nma1111ou ••• 
A4 bsiti invidia (Longe de nós ª 
Inveja). estamos npenas pondo s barba 
e molho, pol! em Metamorfoses, Ov1d10 
já enrinavn. ,, ( 1 
Fas est b hoste doceri (E om 
prender, até com o "Inimigo" Nota da 
Redeção: As asps são nos8a8.. 
Por DI PIERO 
PROFISS·IOHAL 
Dr. Joelson M. Peixoto 
-Advogado- 
Causas Civis e Criminal, 
Rua 1.o de Maio S/N Jardim - Ms 
Dr, Ivan faso da Costa 
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Run Volurllórios dn Pátrio, 376 • Fone 210 
Bela Vista Mato Grosso Sul 
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2-12-78 
Tribuna d• Fronteira 
--------------- 
Bela Vata MS. 
A IDEOLOGIA 
r 
O século passndo [ol mrcdo por 
grandes modificações na roclodnde hu­ 
mana, deeorrentos do rãplrlo Avanço 
elentíflco o tecnolófeo veriflcndo na 
po0, que nblarm, srlamente, a8 s­ 
truturs polítlcn, eoonôrnlc1111 e soolal~ 
do países mni deenvo]vidas, 
OH gov('rr.01; nlío oRtnvnm orepn. 
rados pnrn enfrontnr as distorções e 
crl11e11 que surgiram RncesRlvamente 11m 
todo o campos do ntuncio do Et:,lado, 
com reflexos negativo mls profundo 8o- 
bre 011 mnl11 fraco, Isto é, cl6se8 Do- 
bre1 '" meno!l rnvore,,ldns. • 
RerPR fnto11 propiciaram o surgi­ 
mento da doutrina rom11nh1t11, e!1tbornd11 
pnr Marx e EngelR (Mnnlfeeto Comunista, 
ts.tR), cuja etrnênoln orn n pregoçrio dn 
luta entro ns classe dominantes e 
dominadas da ~ooledndo, vlst1ndo Inverter 
01 valores em vigor, ~orno forma de 
proporolonllr à Humanhlnde um do&on­ 
volvlmentn perfeito, justo e livro dos 
peroaloos da ópoM. 
Marx e Rngel11 propunham que o 
E11tado burguêe. oon&tltuldo pelos proprle­ 
t,rlo!I Q pntrõe11. rleverlR ser RUbstlluldo 
polo Estado proletário, formndo de ope­ 
rArlos o trabalhnd<HeA em geral. Jgunl­ 
mente, o sistema capltalRtn prPdomlnnn­ 
te, om que os molos de proc!nçrio (onpltnl, 
mntérla-prlmas) e os lucros 11uf11rldos 
eram propriedade privado, também seria 
oonvertldo para um 11letom11 11oclnllstn, o 
qual reservaria ao Estado o domlnlo dos 
melos do J)roduoão e 11 ronda nacional, 
pretendendo abolir os conflitos sócio-eco­ 
nmicos. Numn etapa postorior, seria 
fmplnntado o reglmn comunista com a 
ollmlnnQlio d111 próprlnR clne1011 sociais. 
E11sa11 rmb11titulçõe11 11ertam procos- 
sadae mediante o emprego dn v!oênola, 
que denominaram "lula de oneee", uma 
vez que nlio seria poP&[vel roallzA-la 
p11.0Ulcam11nta. 
Apesar do método de açãn conde­ 
nhel e dla objotlvos nltldament11 utó­ 
nleos, a Idéia, pelo aeu teórloo conteúdo 
humanista, encontrou partldArloe entre 
01 segmentos das soclP.dndu e dentre 
aqueles de1pri,vldos de prlnclplos morais 
oebloosoe do Poller. Estes. mais lntelliren­ 
tea, paasnr11.m a utilizar-se doe prhoelros 
e doe lludldoe (Inocentes út11la) para obter 
os seus propósitos. 
Lenin adotou eaea pregncfio, quan: 
do. anrovelti,.ndo-se da Revoluolí.o Russa 
(1917), apodnou-se do Poder o Implantou 
o regime comunhlla no 11eu pais, desen- 
i oad11ando para o mundo inteiro a guerra 
permlnente do m,uxrmo-lenlsmo em 
busca da hegemonia mundial 
Mais tarde. Stalin, o sucessor de 
Lenin Ja cônducão do comunl5mo, estn­ 
bel11cieu a União Soviética como hase 
do MoYlmento Revolucloné.rlo Mundial, 
"devend<' 11er defendida e fortalecida 
lnçl'lndlolonalmonte pelos adeptos de todo 
o mundo" O Ideal teórico-buman!Pta de 
Marx transformara-se numa arma num, 
Instrumento a ser manipulado em torlas 
as partes do mundo, de acordo com <'6 
interesses de Moscou. Essa é a verdadeira 
face da tdeolog1a comunista ou marxista­ 
lenlnlstl. 
Em 1953, ~•no Tse Tung, nicando­ 
se à condiQio de grande estrategista cio 
Movimento Comunista Internacional (MCIJ, 
elaborou um plano de tomadzi do poder, 
1 partir da Ailla, passandu pela Afrlca, 
Europa e depois América elo Sul e do 
Norte. nl1o delxanrfo qualquer d(lvlda 
Sl)bre 110 pretensões comunletoR de 
alcnnçnr n domluaçllo mundial. 
SovlêtleoR e hlnees cancorda m 
em que a revolução comunista deve ser 
feita em dolR estnglos. 
Na primeira 0tnp11, denominada 
"revoluçllo rtcmc>crátlco-burguesa", n or­ 
g11nlwç!lo marxh,ta-lenlnlsta (P11rtirlo Co­ 
muulstu) ttrnta. furmar urna frente Única 
Popular, que porte ter os mals dlvertlOS 
nomes, dcpendeurlo da situação politloa 
do pa!R, visado. Nurn país ainda colônia, 
pode cbamnr-11c "Fr1:1nte do Liberdade 
Nacional" l!e atrnvesfla dlflculds.rlefl 
poHtlca, o noroe Indica é "Frente Ampla" 
e, assim por diante, maR nenhum dos 
nomes modtrlca o real objetivo: 11 toma- 
do do Poder. Os comunistas, que 
nessa face jarnols se 
confessnm como lo), buscam desesperotlamcnjc 
oliodos e coalizões com instituições políticas, re­ 
li~iorn,, militares, estudunth, operúri•• e outro, 
segmento• repreAentntivos ,Ju populnç4o. 
a gunda etapa, chamada "Hevolção 
Sociolittn", os com,rni,tn• iniciorn o• trohnlho1 
paro dominar A Frcn<11 Único Populnr, vitorion 
nn prlmttirn etnpo. O» antigo ali»dos 4o afasta­ 
tio• e desmornli1.arlo,; o• r emois pnrtirloe pol!ticoa 
comidcrocloP ile~ais: os Hclereq demorrntu,, utili­ 
zndos parn dnr um ••perto 1ério e louvável ao 
movimento que levou à vitória, efto snmorinmcnle 
alijodo•, pre,os ou assosainodos eob a acusaç~o de 
"inimigos do povo". 
Hara nos referirmos a um ,6 exemplo, o 
'1ª" ocontec~u em Cuba corrc•pondo cxnlamcntc 
à ,Jc;criçao. 
A conqui,tn do poder mnnrlinl exiuc um 
planejomcnto global e de longo alcance. Po;,. nlin. 
gir os seus objetivos, os comunistas estabeleceram 
linhos de oção, conhecido, como Ooutrinns Eetro­ 
tégico,, •• quah •fio ojuetoclo, pnro aproveitar 111 
circunstàncin, tlpicns de catlo pois, a fim de in­ 
filtrar-se nos eu setores mais representativos e 
impor a sua filosofia nefasta. 
Valem-se principalmente dos fronquios de­ 
mocr6~icas, dn liberd•de e da i,:unldode de direi­ 
tos extentes no poises regido, pelo dcmocrocio, 
por •• me,mn vulner!ivcl, procurando ludibrinr n 
população com pregações falso, nas quais evocam 
1eguidnmcn1e 01 conceito, dem,-cráticoa t>nra r.n• 
cobrir mm realidnde moHi:nn. 
A técnico utilizodo pode ~nrior na forma, 
mas tá fundamentada cm duns nçõc1 prinripnis: 
psicol6gicn1 e Violento,. 
ao ações Psicológica d+tacam se a Pro­ 
pogondm (idcol6i:ica e poHrico) e a Agitação (gre­ 
vcs, passeatas, protestos, eh;.). 
As Ações Violentas empregam o Terroris­ 
mo, • Guerrilha, Sabotagem e Intimidações (•e· 
que+tros, chantagens, persgniçõe+, conflitos, dis­ 
turb10,, etc.), cnroctenzoodo um ângulo dn GucrrA 
Re,·olucion6ria. 
. A realidade do regime comunista pode 1er 
rernm1dn no, ,cgumtu ponto,: 
- upreosão do1 direito, humanos 
-nusêncin du liberdade• fondameotai1 
- confisco d'.o, bem e propriedade, (eetati- 
7.llçào) 
-cxploraçiio do trabalbndor (produçlio con­ 
trolada) 
- rebai:<•mcoto du dn81ct ,ociais ( pro­ 
letarização) 
- a,ccu,:lo educarional cond!cioondn à 
lcoldndc ao Estndo 
• • cerceamento dn prátiu r~ligioso (mnlc­ 
rialiamo ntru) 
. - deeagrcgaçiio da fnmilia (pnrtidari-imo nli- 
c,ador PC) 
.- oprc1sào e reprc!lào ideol6uicn (policia 
prllttca) 
0 
_ confinamento dos dissidentes (hospitais 
prisão psiquiátricos) 
. m governo de minorias privilegiadas o 
único propneráno de imóveis, único vendedor de 
bc'!• de con•~mo_ o único empregador, dispondo, 
»im, de meios insuperáveis para esmagar qual­ 
quer reação ao regime. 
. O Drn,il oiio e,tá im11ne il• incuraõe• co­ 
munistas., Em 7 de novembro de I935, a Inten­ 
ton_a Comunutn fez mnun, ,ltimo, em golpe• des­ 
feridos covardemente à traição. Em l%64, uma no­ 
va tentativa foi frustrado pelo movimcnlu de rea- 
lo da f.amllia brn,íltira. conrnmadu eCl 3f ds 
março. Mais recenremrnte, de_ 1968 a 1972. nraut 
os angustiosos dis de terroristuo e suberào 
serviço do comunisno internacional. , , 
NAo é admissível permitlr mais oportun+ 
dades, A Naço Brasileira deve permanecer ! 
lante e consciente do perigo que representa 
ideologia comunista, Sabemos como eles agm 
conhecemo 01 FtlU propó11tos •• reila • uo~ n.du 
,ulr urnn atitude firme e re~pon,ihel, da qual e. 
pender o amanhã de nos«os filho», a grandeza a 
a liberdade de noa,a l'utna. 
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Esplrito Santo você que 
me eecLtreu tudo .que ilumi­ 
na todos os caminhos para que 
eu atinjo o meu idenl, :rocê q1:1,.e 
me dá o dom divino de per­ 
doar e esquecer o mal que me 
fnzrm; e que todo1 .01 iru­ 
lllnte1 de minha vida etá co 
migo eu quero neste curto di­ 
logo. agr,adccer-Jbe por tudo e 
cs>nfirmar mai, uma vez, gue 
en nunca quero me separar 
de você por maior que Aeja • 
ilusão material não eri o af. 
oimo da vontad,e que sinto 
de wn dia estar .com ,-ocê ~ 
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vIdn par nempro, I, Inso [oi motivo para quo 
fn111Pm Al~ o r-ltnr. rllnnto do Deu11, e oc,m um 
Sim, lornnram-110 um11 RÓ peMoa. 
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NUM ESTILO 
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rtche que mnrrnvnm o cnbelos a la Gnl 
Costa. Logo ,;t>guln Snndrn que vestln· e 011tllo 
cnmporrnun, nrL cabccn usnvR tlnra com mnrgnrl, 
da, polns mio trnzla no pajem, o garoto An­ 
derson, o pó« Sandra vinham eus pnls. Valde­ 
mar r Oenovevn. Ae dnmae fizeram olns e Sllvlo 
com RUI pajem, o gnrota lngrld velo ao enooo­ 
tro do Snndrn, e nmbos dlrlglglrnm-se nté o nltar 
ao «om de Ave [nrln, SI]vlo estava de conjunto 
branco, échnrp, oolete e cnmlsflo. A eatda d11 
Igrejn n& rlnmn11 jognram multo orroz nos recém 
nsndos. Fornm dmn Crlstine, Thimrn, CInu­ 
dia. Isabeln, Itna, Beatriz, Helena, Maga, Beatriz, 
DeJrlnn, Léa, Dora o Ledllo. 
os co, "Ferre 
e bebes ocontecou no Clube Relavli;tAoso. Deli­ 
cioso Jantar com multa bebldna. Tambom ofero­ 
ceram bolo com chnmpngne. Foi excelente o 
ntendlmonto doo anfltr!ões. 
Fofo1oK 
A ALEGRIA 
era total. .. tanto dos noivos quanto dos all pre. 
sentes. Abrilhantaram com suas prooencas os ca • 
Anis: Pomplllo Pedra e Srn., Abrlio • Olga, Cap. 
Lauro - Toreelnhn, Dlnéla o sous pimpolhos (Gu­ 
to o Alexandre, e Ivaldo e .Estela. 
IoIoIok 
IDE 
POR LA 
a bonita m<>rena Marlfiogela e seu noivo Valdo. 
Tombem vi Jnnete o o noivo Celso. Vamos ca­ 
sar logo qulrldinbao, Lecy gosta tanto de 
casame-ntos. 
Por LECY 
elas: Enllda M. Cnrvlho, Sandra Reglna _Purkot, 
Arlete Fernandes, Janete Vledes, Valquíria Ro­ 
drlguos Clclde Maciel :Zulmu Sanbrla, Maroth 
,JacqueÜno VeHrnquez, '~faria Sebnstluna Plnholro 
o Bernadale Nublrnn. Saiu olcltu a debutante 78 
a Srla. Rornudete Nnblrnn. Após a trndlclonnl 
vala com o padrinhos, deu-se Inicio ao baile 
quo estava 11nlmndiBslmo. 
Ir·eK 
BEM, 
como só eu posso fazer as fofoca!!, vamos a 
elos: de new Jove Clrlene Nublrnn. O egcolhldo 
é o Hélio, funclont'lrJo do BH. VI tumbém sua 
muna Bornadete nn paqu<1ra com um nlssel. 
lo·IR 
DANÇARAM 
multo Miguel l" Hei! Maria. Ela esnobando um 
conjunto llndérrlmo. 
+Ile 
A CJDJNHA 
da Utllar, foi destaque, pois usava um esvoa­ 
çante vestido vermelho sangue. 
II}k 
CURTIRAM 
um som pra valer: Baiano e Dlaéla 
Fel·IR 
VI NUMA 
mesa um quarteto eufórico: Arclley-Eunlce, A­ 
br!lao e sua elegantérrlmn esposa Olga 
Foro1l 
IoIoK 
AH .. DE PARABENS 
o nosgo fotógrafo La Frnnchl. Voco estava um 
amoroco tirando fotos, continuo assim. 
IoIIK 
QUR É ISSO QUERIDINHA? 
voco qu11ndo nllo tinha namorado era tlio slmpfl­ 
ttca e comunlcntlvl. depois, feohou-se em conchas. 
Será que o Afrodlnho é muito ciumento? Oh, Ro­ 
sana voce alio é mais &quela ... uma penn. 
IooIo 
SANDRA E SILVIO 
nossos parabéns. a festa osfavn linda. Desejamos 
que eaht testa continue até o fim de suas vidas, 
pois a história but:ianll é nma constante busca 
de amor, eomo11rl& de maravilhosos êxitos o al­ 
guns fracas11011. t verdade que no c11raQllo do 
homem a aspiracão mais profunda é o desejo de 
amar o ser amado pols em seu pleno sentido a 
razio do "ser' é o amor. Eh foi feito por mor, 
para o amor e só pode creseer no amor. 
Io 
BAILE DAS DEBUTANTES 
Foi l!ábado pp. no sofisticado salão do Gremlo 
P. Rufino o Baile das Debutante11. A decoração 
do Clube feita com bom gosto, onde a atração 
prineipal ora um arranjo de floru naturais de 
E111mbolan, colocada no palco com uma aber­ 
tura ao melo, e, de !á aairam na dez dobu. Eram 
TMBEM 
circularam: Ivo e Horeni, 
For'k 
0 TOQUE 
negutlvo da festa, foi no hora dn desfile elas 
debus; Imaginem foi neoesf'ário padlr para que 
os presentes nplaudhsern as mesmas. Desse jei­ 
to minha gente, as menlnloh11s até perderam o 
rebolado. Meus amores, estou cansada de bater 
muito na mesma tecla: aplausos ... aplausos... 
Fofo}oK 
ANIVERSARIO 
DIa 26 pp. os belavlstenses encootravam-sl'I em 
festu, pol~ comemoravam os nats do Sr. Sebas 
ti!lo Zacarias e su11 esposa que é chamt1da carln­ 
bos&mente de l::hlra. Aconteceu em sua fazenda 
um suculento ''churras" com multo wieky, loiras 
suadas e refrigerantes. Notava-ee alegria e reli­ 
cidade do casal aniversariante, pois encontravam­ 
ee rodeados de grande número de amigo~. Safari 
bow, abrilhantou a resta. Com multa agitação 
a iuventude disse presente. 
For1ok 
NOTEI 
a descontração deesa garota. Ele., ela mesma, 
Solange . Urbieta, charmosa e simpática como 
sempre. E Solange, elogio sempre e sua simplici­ 
dade e simpatia, por que conheço tantas "don­ 
docas" que em reuniões etc ... são simpáticas, 
depois quando passam por voco na rua "nem te 
conheço", é de sdmirar tremenda f'alta de educa­ 
ção, não acha? 
1oro1K 
MUITOS CASAIS 
na parada. Marquei:. Bastião s Gersy, Mario e An­ 
dreza, Urbleta e Diva, Catureba e Elcy, Saul o F.l­ 
z, Edson a Cecilla, Sant'anna e Adelaide l'ibl .. 
Olimpla, Beto e Ma.ria Helennu. ' ~ 
OH ... COMO 
fofocar Kó eu posso, este lance no passou dos­ 
percobl<lo: adorPI ver, Marco Auróllo e Marlena 
dunçando npalxonodo11. 
+Too!K 
IH. UI. 	ldl h 
o barato mesmo, é que vi algupa mar! 1los 
que est1ivum so!telrlnhos da Silva, o, ouforlcos 
com som de dlscotheque. Mas ... deixa prá Já ... 
niío vou entregar" voces. 'Tal vez numa 
próxima, né? 
E ASSIM 
com multo som, exelento atendimento por parte 
dos o.nfllrlões transcorreu o festa ató altao do la 
nocbo. Aos anlversarlnnt'lo dc110jar.1oe mil 
labaredao. 
+1oIYk 
O GAROTÃO 
Peguinho, esnobando uma gata a tira-colo. É 
leso ai, o tempo con·e ... 
+For}k 
POR LA 
esparramando charmlnhos: Karlm, na priminha• 
Adriana e Delllna, os feras: Hflnrlque Flávio e 
Maroelo, o casalzlnho da semana: Cnrlocn e Maga 
+Iodo1k 
O GAROTINHO 
Marco Auréllo, no dia 24 'ez anlnhos. A come· 
moraç!í.o aconteceu com delicioso Jantar, bebidas 
e gostoso bolo. 
IoFFoK 
MM.íÃE AMANDA 
o.sslm como os o.vós e tios do pequerrucho foram 
excelentes anfrltriões. Muitos destaques do nossa 
eoclety flzernw-se presentes. Som n!lo faltou ... é 
dnro, Safari Show deu o recado. Multas polcne, 
e como podia faltar dlscotheque. Foi animação 
total. Ao Mdrco estrelinhRe de fellcldadea ... 
IoIK 
JUSCELI O 
o notlso garoto do Departamento de Circulação, 
dia 29 pp completou 15 ano. A voce 011 para bens 
rle toda a equiqe da Gráfica e Editora Apn. 
I·II·K 
ESTUDANTES 
Belavietenses fazendo SU lá fora. Encerraram o 
ano com excelentes notas: Guto, Wagner e Joaé 
Albery. José Albery recebeu Medalha de Honra 
ao Mérito, pois foi o 32 melhor liluno do D. Bosco 
em Campo Grande. Parabens meus amorl!s, con· 
tinuem assim, pola voces são o futuro do Hrasll, 
e acima de tudo: orgulho de seus pais. 
570Fel 
A ASSOCIAÇÃO 
Artistíca o Cultural Sul ~atogrosesnA"', promoveu 
em Campo Grande 1Jma Exposlçllo do Artea. Foi 
de grande destaque as telas apresentadas pela 
belavi-stense Sânla, ora residindo em Campo 
Grande. Á pintora congênita Sânla Flores, due• 
jamos sucessos, voce merece querida. 
TIHBU 11 OI FRONTEIRA ] 
Que e Devo seia bem 0nlarmade 
Bda Vi•ta MS • Ano VII - 2,06-1-78 - N._3l! 
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