EITOR RESPOSA VL IVALÍÓ PEfEÍHÃ JO z-f-7 ELA VISTA ______ ...;_ ;......_...:._ _ Tribuna da Fronteire1 Comunicado Uomuniat,4 nos nea+o4 leitores que soltaremo irular ómente mos di '0 de dezembro em ediço cotemo ratia ao Natal, com maior número d página, O« eomr­ ciantes e industriais e deseja­ retu publicar sua» mensagene, deem procurar o departamcn to comrrt·i,I d<> joruil. A t>JHEÇM> li ro u IWSSO U{J SUL O lnuituto Nncinnal d~ Coloni­ aço e [eforma Agrária INCRA, .iravli• do Projeto Fundiário Jnrdim tem grata satisfação de convidar V, S.n. e ilustrísim _familia_para as+ltir a entre­ ga de "Titulo de Itificaço" a Pro­ prietírios Jurais no Municipio de Beh Vut.u - MS, em Sol0111dnrlt o eer reuli• udn no din o2. 12. 7H à• 10:00 hora,, ten• do como local o Clube E,por1ho Be­ lavisten,e". Relnçno ominnl anta Aparecida _ Epaminondas Escobar Fazenda Costa Peron (porto) Ilu1,:o Kirchncr Fnzendu Costa Pe­ ron (p,irte) Lázaro Britea Hojns Cbácorn B?m Surcsso Elr Félix flojaa Fazendo Prim11Tcro Antonio Morin Nunr.j Hondüo 1-'u• zellíla Cornc61 Joo Carlos Brandes Garcia Rancho Snn llnrcos Astrogildo Garcia Fazenda M a t o GroiiO Cri,t6vfio llran C ostn Fazenda Tn­ qunru,10 Na oportunidnde $Crilo trntadua também, vários assuntos de interesse doa proprie1:írios Huruis de toda a re­ gião, bem como osountQI li.,ndos no Sindicnfümu Hurnl no Município de Dtla Vi1tu, Cario, A lhe rio Ferreira de Miranda Executor Projeto Fundiário Jardim Dividido o Estado e iniciada n promluora Tida indeeendento do glorioso Estado de Mato Gro,so do Sul a l,o do: janeiro de 1979, é de crer.-se [" erião substitidos todos os prefeitos a área de segurança, isto , aqurles prefeito de Corumbá, Porto Murtinho, Bela Vista, Caracol, Antônio Joiio e Ponta Porii. Daí a razno pur que aupomos que o» eminentes prefeitos, nomeados gra­ çu à indicnç:i.o do r. José Garcia Ne­ to, estejam à e»tn altura, com elegância e puticnlar abilidade, redigindo ; mi• nuta de 1eu1 formai• pedido• de derois- 1lo. Nada de mais, E de praxe. E o cor­ reto. Assim o determina a ética. Caberá, cntio, ao honrado goer­ nador Amorim propor os nomes dos no­ u» alcaides que no que se espera, deve­ rlo seguir mo.ia uma diretriz 11da:ini!i• lraçiio de que político pnrti•lário, e, destarte, mercccriio maior <'flnfioaçn ao presidldircm, como magistrados, o futu• ra eleição doa prefeito• dr. suo comunu 1 deade que, não parece provável perma­ na a presente situação, conforme n reiterada promesas e declarações de a- bcrtura democrática feitns pelos candi­ datos majoritúrio• no, comícios eleito­ roie. Trata se, portanto, de ums medida fundamentalmente_ democrática, pela qual devemos envidar nossos melhores esforços no sentido de levá ln até os coroções dos cidudõcs clcltor<'s. O, mandatos eletivo• trazem, cm si mesmo, o precioso sinete da legali dade. ao hn n:1da mdhor e nem ve comp:irccc com n~nhum sucedâneo ou casuismo de algitcirn, ou sn[do do crâ• nio de qualquer juri,ra rlc plantão, Sendo nuim, o, ilustres prefeitos nomeados da àrea de segurança deverão como canto de c1mt:, JU que não é nenhum favor, opresentnr uma bela pre1taçiio ~e contas do que fizcrn.n ou do que deixarara de fazer. não propria­ mente, cm nome do povo, que os elei:eu, mn, do governador que os julgou d., cnpacidad~ cconfiançn Salvo o Melhor Juiz' Por Di Picro ; (} ' ( A ala independente da Arena, li­ derada plo ex governador Pedro Pedros­ ian, eleito Senador a !5 de nove@bro, integrada por2 deputados federais, (Barem e Schirnidt) e por sete deputados estadua­ is, eleitos no último pleito, está se movimentando no sentido de indicar o uo::ne do vereador Ely de Araujo Barbo- SI STA sa para prefeito municipal de Bela Vista. Segundo um dos lntegraoteit do grupo lnder,cndente •·o vereador belavistense reúne todos os fltrlbutos nccPssárlos para rxercer com b·llho o cargo de prefeito Capacidade e tino administrativo, alem de contar com apolo do puvo beJavls­ lense, Barbosa é o nomo corto", ELEIÇÕES Ely de Araujo Barbosa recebeu quase 5.000 votos ns últimas elelçocs e "raça, ao eu trabalho, Pedroswian e Darem, roce- beram votação maciça em Bela Vista. O vereador bela vlRtente provou ser o lfder do :nunicfplo, pois 1>Ull carnpanha foi feita de acordo com as asplrBÇÕt!S P'JPU• lares. O que Barbosa pregou, é o que o povo de Bela Vista almeja: mis harme­ nia e maior desenvolvimento. Caso cõnU­ nue e, critério de nomeação para os municípios considerados aréa de seguran­ ca nacional, um nome já está se desta· caudo, não só pelo apolo pop_ular, mas.po­ lo que repnsenta no atual contexto da polltlca estadual: Ely A. Barliosa.O Impor­ tante é que o,i pollticos, senadores, deput<1dos estotduals e federais, já Inicia­ ram os contatos visnndo a esrolha do sucessor de Castro Pinto, o atual prefei­ to nomeado de Bela Vista. A partlrdos primeiros di­ as de dezembro, a Secretaria de Desenvolvimenh> de .Recursos Humanos, que provisoriumenle vul Iuncion!lr nas dependências do CBUP, passará a convidar os delegados estaduai .. de ensi• no para umiis importantes reu­ nlões durante as quais serll. ex- plicada toda a metologia de tra­ balho que se pretonde implantar segundo informaçõs divulgadas por membros da Comissão de Coordenação daquela pasta. É que durante dezembro se­ rá org,nlzadn uma. "mini-secre­ taria que ativará todos os seto­ res básicos, para a fase final de ajustes que visa ger11.ntir um funcionamento pleno a partir de Janeiro, com a lmplanta9ão de­ finitiva do novo Estado. SZEGI BERTO PEROl ADVOGADO &3JOIO- Rua 3 de Outubro (&i@ ll&i@:Q) ®A €1213399M Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAB- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causas -- Civis Criminais Inventários. · Trabalhistas Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N Rua Rui Barbosa, 2774 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande • Mato Grosso Jardim Mato Grosso do Sul Rua Sú~sliii.o Crispim do Rego, 319 Fone • 'lFol18 u Mato Grosso "O 'Jomércio Jovem de Muto Grosso­ do Sul" Basta levar o seu documento. O seu crédito é aberto pelo já Famoso Credl Big. Sem Juros e sem Fiador e voe~ tem 1 ano para pagar, eu disse B!g-Lar Conces- 1lonárlo Ultragaz entrega automática plantão aos domfn17os e· fe­ riados troca do botijão pequeno Assistêuo!,. técnicu pe~mauente Seçã~ de peças especializadas Cassino Paraguay Ambiente Seleto • Bebidas Nacio­ nais e Importadas - O maior atratlTo da fronteira Dlvorsõas Som. Visite Bella­ Vlsta (Paraguai) e· conheça o RESTAU­ RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista Paraguai 2-12. Bel VJt - MS - 'Tribuna da Fronteira EDUCIÇiiO E POLITICI Juntou parn dividir e dividiu para omar. Parece ehnradu do revista. om qua­ drinho o Inicio de mlnlm colunu de hoje J1Mttt •rp, e, no ontunto, o uesunto é só, rio o bom como oxl'mplo pam futuro. Com n fuaüo dos Estudo11 du Guu­ nubnra o Rio de ,Janeiro fuzendo upt1.rc­ ccr o novo Governo Frrlerol, em Lei juntou o;;tnH duns unldudori com o prin­ cipal lntúlto de somar e assim todos du rogl!lo lucrur com 11 fusilo. Houve, lnfollzmonto, o !alta do uma lnh·uestrutum pum gurantir a consecu­ ção dos objetivos, louváveis, por sinal, do governo no fozor u fu,;l!o, Gu,rno.burn Rio tlfl ,lanl•lro, e, estu buse serla tirudu, uo que parece, dos próprios rosldontea Hill ambos os Estudos e que, rnuis que nlnguóm, absorvcrln os lucros dn gruude empresa agora resultante de fuslo. Por ter sido uma medida ela quul o povo to­ mou oonheoimento ma11 nllo participou, cumo cru dosej1J de muitos e, na minha modesta opinião direitos de todo, já que e tratava do que ern "bem comum a todos'', Poderiamas aplicar aqui a fra­ se de conhecido locutor esportivo cario- 011: Nilo adianta chorar ... e ucrescenln• mos: o negócio é trnbnlhar e trabnlhor bem pelo progresso do Granda Estdo do Rio ue Janeiro. Pelo visto, então, n fusilo ao inves de somar, juctnr, unir, etu. velo. a principio, dividir cariocas e fluminenses pois onda um puxava a bra­ sa pura sua sardinha o na falta de uma excelente OE-trnlura de base alguns se deram bem outros tao pagando caro pe­ lo. confus~o. digo, pela fusllo que não pediram mas que têm que aguentar ------------· Tribuna da - REMANÁRIO -­ (20/2172) F U D A Ç ÍÍ. O h-aldo Pereira Administração Redaco e Imprewão Rua Duque de Caxias /n Bel Vista M: Cx. P 20: EXPEDI E TE Diretora Marin E,teln V l'treira Editor 1 uldo P,·reira 'I Chcfo Depnrtamento Comcrcinl: Alaro Pereir Gerente Ilélio Guede, Corrêa •1Registro Titulo•• Do~umrnto, 1066 CGC-~lF. 03.?01266/00Ul-90 Insc. Et. 130592343 ASSINATURAS Bela Visto CrS :lS0.00 Municipios CrS 300,00 Observação O artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem ne. ccuirian1cntc u. opinião e pensamento do Jornal. Sua publicação obedece aos propó­ itos dos debates dos problemas municipais e de reHctir as diversas tcndêncin• do pensamento universal. Ivan do NaecJrneoto firme. ,Já .n rl!vls11o de Mato Grosso todos esperavam. NosRoll manos do Norte nllo que• riam o llnhnm Já suas ra1.õcs, quom 11nbo té louvávels ou egoísticas ou, ulndn googrnficn nols acredttnvom que Mato Grosso, sem parte do Sul, não seria mnls Mato Grosso. '.°lfoR o povo do Sul, todo, olmeja­ vo.m e11tn dlvlsão já que ,rnalm o produ­ zldo por nós em nosso favor erla rever­ tido. Será que isto val ocorrer de fato? Cloro que sim! Pois aqui, ao contrário do RJ, existe, já Implantada, uma bon lnfraeRtruturn, não oficial, mas com ple­ nos poderes tendo a frente o próprio governndo1· Amorim Costv., que, rllgn-se de paasagem, snbe o que quer e como quer a Administração de MS, Mato Grosso do Sul ser, podem crer o sustentáculo deste RraRil nao su­ as principais necessidades quo alio, Rom duvida alguma, a Induc;trln Agroprcuá· ria. Noi1 diversos cantoli do Rolo Pátrio há escassez de lavoura e pasto. MS com uma boa reciclagem de recursos da nos­ á, não só, um como outro e, ainda, so­ bro. pnrn. a lndustrln de TranRformaçilo áreas e mais áreas a trabalhar, bem como. e Isto é Importante. matéria-prima de pr!melr:i pum uma série de grandes industrias, que Imediatamente, para cá bilo de vir tão Jogo as condlcõofil i:ejam postns sobre mesa e ó isto quo o "ti­ me'' PPcolhldo a dedo por Amorim Co­ ta val fllzer de Imediato. Mato Grosso do Sul é quase sete vezes maior do que o Estado do Rio de Janero. MS mede 306.078 km2 e R.J. tem 44.277 km2. maR em compensação nossa população n!io chega a dois mi­ lhões e eles tem quase oito vezes íRto. Parem e pensem. Pensou? Muito bem a­ gora responda. Temos on não condições de sobra de dnr canja a todo Brasil, ln­ clusive trazendo pura nossa Região, TIi) mlolmo, trinta vaze! a aluai população e para isto só é preciso oferta de tra­ balhe> e recursos, mediamente r13tomá­ veis num prazo não multo longo. O Ho­ mem brafililelro lto ARMAZEM llma Organização füUIAD H. gás, Triturador de milho, Ferramentas la tlier. Rua lar.kl [l«fiam 6L, 0 Dr. Oi-valdo Ramuuzlnl, Juiz de DIrelto da comarca de Boln Vista. Estado de Mu to Oro1rno, nn forma da lei, eto ••• Faz Saber aos que o presente Edita! virem ou dele conhecimento tiverem que, pelo prazo de vinte (2O) dias, Cita Domingas Silva de A1rnls. bra­ sllolra, desquitada, do lar, residente em lugar Incerto e nfio 11&bldo, para compa• recer em Julzo e manifestar se nos têrmos de petição e despacho do teôr seguinte: Exmo Sr. Dr .. rulz de Direito da comarca de Beh1 V!Rta - Estado de Mato Grosso. Salvador Rodrigues de Assis, bruelleiro, desquitado, militar da Reserva do Exér­ cito Nacional. reeiáenle neRta cidade de Bela Viela, :1T., nor seu advogado infr'l­ assinado (doc n?1), inscrito na OABIMT Pob nº 4-47, com escritório nesta cidade à run 15 de novembro, 1Gü onde recebe intimações, vem multo respeitosamente n presença ele V. Exa, nos termos do nrt ~5, combinado com a art. 35, ambo11 da Lei nº 6.515 ele '26/12/77, propor contra Domingas Silva de Assis, brasileira desqultadn, do lar, residente em lugar incerto e não sabido, o presente pedido de Conversão de Separação (antigo des­ quite) em Dlv órclo, solicitando "venta·• para expor e afinal requerer o seguinte: I • O requarente foi casado com a Sra Domingas Silva ds Assie, e por fôrçll da respeitável sentença oonstante de fls. 13 dos autos em apenso, foi decretada a separação do casal. II - Como também pode ser verificado naqueles autos, a separação ( desquite), fol julgada há mais de três anos, encontrando-se Inclusive essa decisão averbada oo assento de casamento de requerente, conforme cer­ tidão quo se o costa a presente. Iíl • O requerente cumpriu rellg'osamentti todas ns obrigaçõeR assumidas por ocasião do Desquite Amigé vai, não havendo um só ponto que tenhtl. passado sem sua com­ pleta satisfação. Assimn. é a presente para. !!lstribuldu por dependência ao Cartório do 2º Oficio da comarca e Au­ tuada em apenso aos autú!l de Desquite Amigável (Processo nº24/50), requer se digne V.Exa determinar a citação por "ditai da requerida (art. 23l, lnc. I.C.C. e rt 232, lnc. I e eguintes do Código de Processo Civil) por se encontrar a mesma em lugar Incerto e n!i.o sahldo, para que se manifeste sobre o pedido e, na hipótese de concordância, solicita desde logo conhecimento do pedido e homologaçao do divórcio. Fica ainda requerido a expedição do mnndado 110 Oficial do Registro Civil para que averbe a presente sen­ tença de conver ão. a hipótese de contestação, requer-se da mesma forma a oonver:,,!i.o, condenada a requerida, no pagamento das custas, da verba honorá­ rla, que V.Exa houver por bem arbitrar. Dá-se à causa o valor mínimo legal Nestes têrcnos, P. Deferimento. Bela Visá 26 de outu_bro de 1978 (as) Dr. Pedro José Palmieri - Salvador Rodrigues de EXPORTADORA PRESIDENTE O 8 OEFIE Extensão do Pacote de Medidas O Pre,idente do Banco do Brasil, Cnrlos Rlchibicter, . definlu a extensão do "Pacote , de Medidas" contra a inflação. Ele admitiu quo já houve rcclamoçõc1, e por iuo, ai restrições podem ser ameniz.1· , rias. 6 tivemos bicate- te, maiores soluções no crédito gernl. que é o crédito industrial } o créc!ito comercial. Eu dc10 ) friear, porém, que +lo medidas " transitórias, conjunturais, que { vigorarão até o final do aoc. l Como disse o ministro Simon ·en, ·igifica _apertar o cinto.· ão significa o suicidio ou assassinato da, empresas. 1 " o cheque de ouro, nlo foi atingido nenhuma dessa medidno. :daa as dupliauu se incluem entre as Jinbu dt t 1 crédito geral e, fornm nfcu,dn• 1 • E neccs,.irio f.nzer, realmente. 010 apertO de cinto nesse setof N61 temo, todo, algumas recl~mações, ma, apen:11, ba•· l taria algumas sugestões, que estão sendo analisadas pe! Supervisão do Banco, quando , teremos uma reunião da dire toria, e 1e for ncceuário, fAre· ~ mos ajnstcs para amenizar medida,. CL4PER de H A ID A R HAlDAR pare. servir Ponta Porü e Região. Socos Mn1 d . .,. s e Mo) acios, Latarias, P 1 d Agricolas e Alumlnlos. Produtos de Exportacilo da . f , 'anelas te pressão, Lampião a r mais a(amadas marcas. (prbaln LI?[R ln mlut tt» de (portará pra o Cliente [iente [n 431-1Il " fxporladora Cliper. Rua Marechal floriano 505, fone m-13!0 H AMA D H. DO SUL l LIBERDADE DE I H D I C A D· O R IMPRENSA p 8 d "C orno reproRentnnte do povo brn- 111lelro, estou nrofuntla mente cnnv" •ld de que o prof6to cnvado pi É,,, Executivo sohre a imprensa coloca total o brutalmente em causa, dentro do Con­ (?reaao, n sobrovlvêncln. ou ltquldacão do governo clemoorátlro no Brasil". Assim tlnv, à CAmar Federal, um denista, Afonso ArInos de Melo Frnn«o. em 1P57, ocnsllio em que seu partido padecia na run dn amargurn ou ela. na oposlcüo... Presldonte: Juscellno Kublelhlchek. Hoje, comensal do torceira mesa ntlsteltn com o eu "Estndo Novo", a UDN oprova qualqnor prnpmdtura qunl- " l ,. 1 L ' quer pnco e , qua quer el de Seguran- ça Naclonnl... E nluns de seus mais eonpícuos r.orlfeus, ncomodaclo~ em poltronas pra, feiturais, demonstram. à snclednde, que RA eRqueceram. campletamente. dos prln­ olnloR nor oue tanto lutaram lnoluslv& um deles, "SIopnn" principal d'> lncllto brigadeiro Eduardo Gomes. "O nreço da liberdade (l a eterna vigilância''. CauM pasmo oue uma autoridade, eom o lncilsfarcnvP.I intuito amPaçar de congir de silenciar um órgo de im­ prensa, e valha dn ISN, qunndo dispõe da Lei de lmnren•Hl e do Código Civil para fazer valer seus d!reltos. Assim agindo, a outorldnde se desgasta no coneetto público. dando a entenrler. c!IHnmente, que se o dlreli.o manso e pacífico. no IIPU entender. não resolve. 0 remédio é rerorrer 0s menn. dros excusos ·aa aoelaofio ... A imprensn, no entender de certos plitieoe com formacão autocráticas e dttatorlol. só é aeeitavel quando bate plms ou tece lons aos servidores públicos da nlto padrão, que percebem de slrio, representncío, ajuda de c to " mitras perfumltl/s, cerca de CRS 30 000,00 meneais, enquanto que seus modestos nuxilires mal ganham o equl­ valento. em cruzfllroe paro comprar 'Um quilo riA piin que o diabo nma1111ou ••• A4 bsiti invidia (Longe de nós ª Inveja). estamos npenas pondo s barba e molho, pol! em Metamorfoses, Ov1d10 já enrinavn. ,, ( 1 Fas est b hoste doceri (E om prender, até com o "Inimigo" Nota da Redeção: As asps são nos8a8.. Por DI PIERO PROFISS·IOHAL Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminal, Rua 1.o de Maio S/N Jardim - Ms Dr, Ivan faso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Run Volurllórios dn Pátrio, 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIII MAU I0MIO -MÉDICO­ Consultório 7 às 11 hi; 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 hs D , iet .. tur no >,. n Canaã · Hotel e Churrascaria de PACIFICO SILVA BALTA Apartamentos Ar condicionado Quarto8 Refe!çoes a, para cnsais e Solteiros - ~ ... quaiquer Hora Hotel Classe " L, BONITO - MATO GROf:S0 DO Dr. José Otanasio Neto Advogado Causus Civis, criminais, Comerciais. In­ ventários e Partilhas, Regulurlzaçóes de Terr11s Junto no Inora Etc. Av. Duque de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Fazeada 2 de Ouro crátlco-burguesa", n or­ g11nlwç!lo marxh,ta-lenlnlsta (P11rtirlo Co­ muulstu) ttrnta. furmar urna frente Única Popular, que porte ter os mals dlvertlOS nomes, dcpendeurlo da situação politloa do pa!R, visado. Nurn país ainda colônia, pode cbamnr-11c "Fr1:1nte do Liberdade Nacional" l!e atrnvesfla dlflculds.rlefl poHtlca, o noroe Indica é "Frente Ampla" e, assim por diante, maR nenhum dos nomes modtrlca o real objetivo: 11 toma- do do Poder. Os comunistas, que nessa face jarnols se confessnm como lo), buscam desesperotlamcnjc oliodos e coalizões com instituições políticas, re­ li~iorn,, militares, estudunth, operúri•• e outro, segmento• repreAentntivos ,Ju populnç4o. a gunda etapa, chamada "Hevolção Sociolittn", os com,rni,tn• iniciorn o• trohnlho1 paro dominar A Frcn<11 Único Populnr, vitorion nn prlmttirn etnpo. O» antigo ali»dos 4o afasta­ tio• e desmornli1.arlo,; o• r emois pnrtirloe pol!ticoa comidcrocloP ile~ais: os Hclereq demorrntu,, utili­ zndos parn dnr um ••perto 1ério e louvável ao movimento que levou à vitória, efto snmorinmcnle alijodo•, pre,os ou assosainodos eob a acusaç~o de "inimigos do povo". Hara nos referirmos a um ,6 exemplo, o '1ª" ocontec~u em Cuba corrc•pondo cxnlamcntc à ,Jc;criçao. A conqui,tn do poder mnnrlinl exiuc um planejomcnto global e de longo alcance. Po;,. nlin. gir os seus objetivos, os comunistas estabeleceram linhos de oção, conhecido, como Ooutrinns Eetro­ tégico,, •• quah •fio ojuetoclo, pnro aproveitar 111 circunstàncin, tlpicns de catlo pois, a fim de in­ filtrar-se nos eu setores mais representativos e impor a sua filosofia nefasta. Valem-se principalmente dos fronquios de­ mocr6~icas, dn liberd•de e da i,:unldode de direi­ tos extentes no poises regido, pelo dcmocrocio, por •• me,mn vulner!ivcl, procurando ludibrinr n população com pregações falso, nas quais evocam 1eguidnmcn1e 01 conceito, dem,-cráticoa t>nra r.n• cobrir mm realidnde moHi:nn. A técnico utilizodo pode ~nrior na forma, mas tá fundamentada cm duns nçõc1 prinripnis: psicol6gicn1 e Violento,. ao ações Psicológica d+tacam se a Pro­ pogondm (idcol6i:ica e poHrico) e a Agitação (gre­ vcs, passeatas, protestos, eh;.). As Ações Violentas empregam o Terroris­ mo, • Guerrilha, Sabotagem e Intimidações (•e· que+tros, chantagens, persgniçõe+, conflitos, dis­ turb10,, etc.), cnroctenzoodo um ângulo dn GucrrA Re,·olucion6ria. . A realidade do regime comunista pode 1er rernm1dn no, ,cgumtu ponto,: - upreosão do1 direito, humanos -nusêncin du liberdade• fondameotai1 - confisco d'.o, bem e propriedade, (eetati- 7.llçào) -cxploraçiio do trabalbndor (produçlio con­ trolada) - rebai:<•mcoto du dn81ct ,ociais ( pro­ letarização) - a,ccu,:lo educarional cond!cioondn à lcoldndc ao Estndo • • cerceamento dn prátiu r~ligioso (mnlc­ rialiamo ntru) . - deeagrcgaçiio da fnmilia (pnrtidari-imo nli- c,ador PC) .- oprc1sào e reprc!lào ideol6uicn (policia prllttca) 0 _ confinamento dos dissidentes (hospitais prisão psiquiátricos) . m governo de minorias privilegiadas o único propneráno de imóveis, único vendedor de bc'!• de con•~mo_ o único empregador, dispondo, »im, de meios insuperáveis para esmagar qual­ quer reação ao regime. . O Drn,il oiio e,tá im11ne il• incuraõe• co­ munistas., Em 7 de novembro de I935, a Inten­ ton_a Comunutn fez mnun, ,ltimo, em golpe• des­ feridos covardemente à traição. Em l%64, uma no­ va tentativa foi frustrado pelo movimcnlu de rea- lo da f.amllia brn,íltira. conrnmadu eCl 3f ds março. Mais recenremrnte, de_ 1968 a 1972. nraut os angustiosos dis de terroristuo e suberào serviço do comunisno internacional. , , NAo é admissível permitlr mais oportun+ dades, A Naço Brasileira deve permanecer ! lante e consciente do perigo que representa ideologia comunista, Sabemos como eles agm conhecemo 01 FtlU propó11tos •• reila • uo~ n.du ,ulr urnn atitude firme e re~pon,ihel, da qual e. pender o amanhã de nos«os filho», a grandeza a a liberdade de noa,a l'utna. BDNCft Propriedade DE REVISTA DE de Odevar Barbosa Fica bem aí perto do Belavistense Não deixe de VISITA-LA ólta a primavera, voltãPlantas e Flores: A coieção que ajuda voci:. a pôr em prática todo o seu amor pela natureza. Grátis! Maravilhosos brind.:s pura você, até o 5v fascículo. .Esporte Para Todts Colecione. ~ &.manalmcntc, nas bancas. ~ ·-Plantrs e 'Fllore5 Em cada fa.sciculo,umjaráun. ' • 1 1 , Oração ao Espirito Divino Santa Esplrito Santo você que me eecLtreu tudo .que ilumi­ na todos os caminhos para que eu atinjo o meu idenl, :rocê q1:1,.e me dá o dom divino de per­ doar e esquecer o mal que me fnzrm; e que todo1 .01 iru­ lllnte1 de minha vida etá co migo eu quero neste curto di­ logo. agr,adccer-Jbe por tudo e cs>nfirmar mai, uma vez, gue en nunca quero me separar de você por maior que Aeja • ilusão material não eri o af. oimo da vontad,e que sinto de wn dia estar .com ,-ocê ~ todo, o• meu• irmão, na ,tóri}l Perpétua. Obrigada mai, am_a vez (n pr.uoa deverá fazer uta oração 3 dias seguidos e fazer o pedido. Denuro de dias será alcançada 4 A%, por mas _difjcil_ que seja) pu bhc.nr unm que receber a p-aça. M. E. V, P, l L Rua Teodoro Rondon 586 _ INENSE A...... 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À vida 6 t «da d« ver vivi, quando e foi_,J~".Í'o(• >1rJ11 rir. ·l!,I' 1 Adolfho Iloch Umn. nolto, doln [ovn «nlram Juntos, TI­ veram o mesmo nonho. Conhccernm-so e nma­ rnm-11~ ... l11Ao foi mulln lmnortunte pois. entro 011 homon [ln·o demnf em nmor. Um dia, eses [oon, SIlv[o o Bnndrn, reolveróm unir 11111111 vIdn par nempro, I, Inso [oi motivo para quo fn111Pm Al~ o r-ltnr. rllnnto do Deu11, e oc,m um Sim, lornnram-110 um11 RÓ peMoa. ]o]o{oK NUM ESTILO ,ur~ronto don e11R11mentoo lradlolonaln, Sundrn onl"rou nn Igreju, tendo a eua frente doze damas votldns do Frnc[cnnns, Ar túnicas eram em cetim brn.nco, 11nndt'llln11 trnnça!lns noP pernue o rtche que mnrrnvnm o cnbelos a la Gnl Costa. Logo ,;t>guln Snndrn que vestln· e 011tllo cnmporrnun, nrL cabccn usnvR tlnra com mnrgnrl, da, polns mio trnzla no pajem, o garoto An­ derson, o pó« Sandra vinham eus pnls. Valde­ mar r Oenovevn. Ae dnmae fizeram olns e Sllvlo com RUI pajem, o gnrota lngrld velo ao enooo­ tro do Snndrn, e nmbos dlrlglglrnm-se nté o nltar ao «om de Ave [nrln, SI]vlo estava de conjunto branco, échnrp, oolete e cnmlsflo. A eatda d11 Igrejn n& rlnmn11 jognram multo orroz nos recém nsndos. Fornm dmn Crlstine, Thimrn, CInu­ dia. Isabeln, Itna, Beatriz, Helena, Maga, Beatriz, DeJrlnn, Léa, Dora o Ledllo. os co, "Ferre e bebes ocontecou no Clube Relavli;tAoso. Deli­ cioso Jantar com multa bebldna. Tambom ofero­ ceram bolo com chnmpngne. Foi excelente o ntendlmonto doo anfltr!ões. Fofo1oK A ALEGRIA era total. .. tanto dos noivos quanto dos all pre. sentes. Abrilhantaram com suas prooencas os ca • Anis: Pomplllo Pedra e Srn., Abrlio • Olga, Cap. Lauro - Toreelnhn, Dlnéla o sous pimpolhos (Gu­ to o Alexandre, e Ivaldo e .Estela. IoIoIok IDE POR LA a bonita m<>rena Marlfiogela e seu noivo Valdo. Tombem vi Jnnete o o noivo Celso. Vamos ca­ sar logo qulrldinbao, Lecy gosta tanto de casame-ntos. Por LECY elas: Enllda M. Cnrvlho, Sandra Reglna _Purkot, Arlete Fernandes, Janete Vledes, Valquíria Ro­ drlguos Clclde Maciel :Zulmu Sanbrla, Maroth ,JacqueÜno VeHrnquez, '~faria Sebnstluna Plnholro o Bernadale Nublrnn. Saiu olcltu a debutante 78 a Srla. Rornudete Nnblrnn. Após a trndlclonnl vala com o padrinhos, deu-se Inicio ao baile quo estava 11nlmndiBslmo. Ir·eK BEM, como só eu posso fazer as fofoca!!, vamos a elos: de new Jove Clrlene Nublrnn. O egcolhldo é o Hélio, funclont'lrJo do BH. VI tumbém sua muna Bornadete nn paqu<1ra com um nlssel. lo·IR DANÇARAM multo Miguel l" Hei! Maria. Ela esnobando um conjunto llndérrlmo. +Ile A CJDJNHA da Utllar, foi destaque, pois usava um esvoa­ çante vestido vermelho sangue. II}k CURTIRAM um som pra valer: Baiano e Dlaéla Fel·IR VI NUMA mesa um quarteto eufórico: Arclley-Eunlce, A­ br!lao e sua elegantérrlmn esposa Olga Foro1l IoIoK AH .. DE PARABENS o nosgo fotógrafo La Frnnchl. Voco estava um amoroco tirando fotos, continuo assim. IoIIK QUR É ISSO QUERIDINHA? voco qu11ndo nllo tinha namorado era tlio slmpfl­ ttca e comunlcntlvl. depois, feohou-se em conchas. Será que o Afrodlnho é muito ciumento? Oh, Ro­ sana voce alio é mais &quela ... uma penn. IooIo SANDRA E SILVIO nossos parabéns. a festa osfavn linda. Desejamos que eaht testa continue até o fim de suas vidas, pois a história but:ianll é nma constante busca de amor, eomo11rl& de maravilhosos êxitos o al­ guns fracas11011. t verdade que no c11raQllo do homem a aspiracão mais profunda é o desejo de amar o ser amado pols em seu pleno sentido a razio do "ser' é o amor. Eh foi feito por mor, para o amor e só pode creseer no amor. Io BAILE DAS DEBUTANTES Foi l!ábado pp. no sofisticado salão do Gremlo P. Rufino o Baile das Debutante11. A decoração do Clube feita com bom gosto, onde a atração prineipal ora um arranjo de floru naturais de E111mbolan, colocada no palco com uma aber­ tura ao melo, e, de !á aairam na dez dobu. Eram TMBEM circularam: Ivo e Horeni, For'k 0 TOQUE negutlvo da festa, foi no hora dn desfile elas debus; Imaginem foi neoesf'ário padlr para que os presentes nplaudhsern as mesmas. Desse jei­ to minha gente, as menlnloh11s até perderam o rebolado. Meus amores, estou cansada de bater muito na mesma tecla: aplausos ... aplausos... Fofo}oK ANIVERSARIO DIa 26 pp. os belavlstenses encootravam-sl'I em festu, pol~ comemoravam os nats do Sr. Sebas ti!lo Zacarias e su11 esposa que é chamt1da carln­ bos&mente de l::hlra. Aconteceu em sua fazenda um suculento ''churras" com multo wieky, loiras suadas e refrigerantes. Notava-ee alegria e reli­ cidade do casal aniversariante, pois encontravam­ ee rodeados de grande número de amigo~. Safari bow, abrilhantou a resta. Com multa agitação a iuventude disse presente. For1ok NOTEI a descontração deesa garota. Ele., ela mesma, Solange . Urbieta, charmosa e simpática como sempre. E Solange, elogio sempre e sua simplici­ dade e simpatia, por que conheço tantas "don­ docas" que em reuniões etc ... são simpáticas, depois quando passam por voco na rua "nem te conheço", é de sdmirar tremenda f'alta de educa­ ção, não acha? 1oro1K MUITOS CASAIS na parada. Marquei:. Bastião s Gersy, Mario e An­ dreza, Urbleta e Diva, Catureba e Elcy, Saul o F.l­ z, Edson a Cecilla, Sant'anna e Adelaide l'ibl .. Olimpla, Beto e Ma.ria Helennu. ' ~ OH ... COMO fofocar Kó eu posso, este lance no passou dos­ percobl