Comunicado 
Dr. Sergio Roberto Pe­ 
rendi comunica à sua 
distinta lreguealn que 
estará ausento no perio­ 
do do 20 do dezombro 
até 15 de janeiro de i9. 
[Reli RejoiRve.D Ejzja, -,,, 
rT 1 MJl. Em ' "h "T	i "iv ire @e ! 
r 
Carta ao Leitor 
 
1 
O autor do lnsuperAvel "O Des­ 
portnr dos Mágicos", JncqueR Berglor, 
slntE'tlzou d e r o r m n explendlda 
o novo homem, produto do terceiro ml­ 
lenlo... 'devn ser cósmico, receptivo s 
ldél2s novas, teltrloo e, acima de tudo, 
grnndloso ao ponto ele mesclar em si o 
eanto l' o divino. Este será o protótipo 
do "terrano" da era de Aquário. Na é­ 
poca atual, os esplrltos. abertoR como 
pará quedas, no raciocino m ern termos 
de nações ou de linguas, agem e pen­ 
sam em termos Terra. sua llngua é a 
mefodla das esferas. Ma11 no ''Circo do 
Desespero", como o disse Adlio Dan­ 
tas, na roda viva da vidn, ainda se 
morre de fome, aindu impera o ódio 
&Inda reina a tutn. de classes. ' 
Nossa eerço, a geração do após 
bomha, recebeu a missão de prt!pamr o 
oamlnho, da upornr as crestas e de for­ 
jar o principio da nova filosofia. 
Ao que tudo lndloa, um papel de 
destaque estA reservo do ao frasll. 110 
despertar do gigante adormecido O Ho­ 
mem. pois aqui se mesclnm todas as 
emoções e o brasileiro. graças a Deus, 
age e pensa com o coração. Somos um 
povo de indole boa, de formação huma­ 
nista e nlio n()s atemoriza o amanhã, 
pois a esperança sempre fot a molo 
mestra de nossa flloscfia ~o "bem viver" 
Mas, nem só de esperança vive o ho­ 
mem, Precisamo!< [íncnr ., • pés no chil o, 
olhar as estrelat- !lim, m1.s nunca eeque­ 
cer que para atingi-Ias é peciso Ação. 
Vivemos uma época de ~1 lse, mas a 
malor dela3, é crise de Horens, homens 
na acepção máxima da palnvn que enac­ 
rem a vida como mlsRão e uturm de 
maneira Permanente na com truçüo do 
mundo preconizado pelos profetas, o 
mundo de amor, de paz. Há multa:ã ri­ 
quezas nas mos de uns pou_cos, há 
multa pobreza, ou melhor, 1 m p e r a 
a miséria na maior parte do mun­ 
do. Essa diferença brutal ê provocada 
pela ambição desmedlua e pela vaidade 
tolo. que provoca o gosto pelo supérfluo. 
Não acredito nos cristãos piegas e muito 
lllcanos no politico que prega justiça so­ 
olal e possui mansões e carros 
nas gargen. Neste Natal, leitor amigo, 
faca um exame, u m a introspec- 
c o d o q u e f e z, o o m o 
fez, para sanar, não os problemas do 
mundo, mas o8 problemas de sua casa, 
de sua coruunidode. Da re1;posta de­ 
penderll. o veredito: Estou Vivendo ou 
estou passando pela vida. Procure enten­ 
der o que representa passar pela vidn e 
'+'ivei:-. N!io ncreditn no homem que pro­ 
cura deixar "rlquezns materiais" como 
herança a seus f!lh'le, a maior riqueza 
que um pai pode óeixar ao seu filho, é 
o exemplo é a formação, é a luz que i­ 
lutnlnará caminhos. Maior exen,plo nãt1 
hé. de um oal. o maior de Todos. o Pai 
lfa Humanidade, o Messias que encarnou 
em si toda 11 grandeza e sintetizou toda 
l 'Jirtude, o Cristo, o Meigo Rabi, que 
deixou aos seus filhos E permanece até 
boie a herança da eternidade. o caminho 
do Tro.n.o, onde habita a luz imortal e 
onde todos convergirão um dia parn o 
••u ma.for encontro, o encontro com a 
Pt6pria consclencia. 
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O Departamento Promoelonnl do o Tribuna 
da Fronteira, oomo o faz todos os anos, após a­ 
purada pesquiso pública, esoolhl'u as pnsonall­ 
dades que mais se destacaram, no corrente ano­ 
nos diverso ramos de n!tidades. So pessoas 
ou firmas que trobalhurnrJ visando o progresso, 
o bem estar e a harmo't du com unida do bela­ 
vlstense. São pessoas e empresas, que procuram 
aprimorar, desenvolver e expandir os seus em­ 
preendimentos. Enviamos a cada um, um singelo 
Diploma de Honra ao Mórlto, como agradecimen­ 
to ao esforço o dedicação peido oausns belavls• 
tenses. Estes foram os escolhidos: 
1 -Pecuária • Tiblrlçá Loureiro de Almeida 
2- Banco - Antonio Santana de Souza (Brudesco) 
3- Clube - Gremio Pedro Rufino 
4 - Militar - Cel. Orlando M(jntzlngen (Comandante 
do 102 RC) 
5. Advogado - Dr. Pedro José Palmlerl 
6 - Hospital • Nestor A. Almada (Admlnfstraçllo) 
7 - Agricultura - União Agrícola Ltdn. 
8 - Polillca - Ely de Araújo Barbosa 
9 - Politica - vereador Afonso Dillon N. Leite 
10- Posto de Serviços • Elias Barboea (Posto lpl, 
ranga) 
11 • Médico • Dr. Fiori Murano 
12- Clube de Serviços • Garibaldl da Rosa Neto 
(Rotary Clube/ 
As pessoas acima, através do setor oopeci­ 
fico serviram, aprimoraram, desenvolveram e 
harmonizaram a s r e l a ç ô e s humanas 
são merecedoras d e todo o respeito do 
povo bela vistense. A todos, os sinceros agrade­ 
cimentos da equipe Tribuna da Fronteira. Que a 
mensagem do Cristo encarnado soja prenúncio 
de uma nova era de paz e harmonl!l.. Que os ol­ 
nos dobrem como homenagem aos homeno quo 
"vieram para i;e,rvlr". FELIZ NATAL. 
OAB -- MT- 1615 
ADVOGADO 
Rua Aot<>nio João 842 
CIG 262-386-788/86 
Bela ,•1sta MS. 
CE> E EG g 
9 	s 
ra Ê Natal. E tempo de construir nae nossa~ m 
mentes o Ano Novo e o futuro de espírito 
aberto. Com boa vontade. Construamo-los 
agora segundo o melhor Projetô, debnlxa 
m dos mais altos infl1Lxos, com n ajuda de 
23 Deus. Eles serão grandes e sólidos. 
São os votos de 
E Lembre-se quando for a CAMPO GRANDB, não 
se esqueça IIOTEL COLOMI1O a melhor opçllo 
1 Reservas Cai:m Postal 60 - . Hua Dom Aquino, 1492 1 
Campo Grande 
HOTEL COLOMBO 
E 
Mato Grosso do Sul 
COMUNICADO 
MUDANÇA 
A partir de Juoelro. u Gráfica o Edi­ 
tora Apa. empresa que edita os joruals 
'·Trlhunn da Prontelrn, Correio Jurdloen­ 
so, Tribuna Murllnhense e Jornal do Bo­ 
nito", estará funcionando om prédio no­ 
vo, eito à rua Bnrlío do Melgaço oa­ 
qulnn eom a Duque de Caxlas (perto do 
Ginásio Castelo Branco) ae novn11 Insta­ 
lações permitirão maior dlnumlzução o 
aglllzaç!io dos serviços du empresa. No 
próximo ano, daremos oontlnnldado a 
nossa fllo<ioflo. rle trabalho - expt1-nstio 
e er,tnblllznç.fo -· visando, cada vez 
mais, servir melhor os nossos clientes 
e leitores. 
Penso nn Paz Penso no Amor... Na 
Hsrmonla Na TranqulUdade... ~o 
Dinheiro farto, é claro: tudo Isso 
é bom. Polil é tudo Isso que 
nós desejamos à voce... 
Mini Auto Peças e Oficina Carandazal 
Xisto Salvador Antunes e Familia 
gl Porto Murtlnho - Mato Grosso do Sul ; 
BíEm 	tffiEB 
Grêmio dos Sub Tenentes e Sargentos 
"Pedro Rufino" 
Natal 78 
Aproxima-+e a festividade do Natal e ei que nião 
me será possível falar com cada um para deaeja.r--lhu Boe, 
Festas e a seus familiares. Bem que foue, provavelmente 
não haveria tempo para expressar o pensamento que agora 
redijo ... mesmo porque ta.lvc, nilo tivc1e corae:em, pot or .. 
pilho, de faze-lo ou .. quem sabe por no conhece-los tão 
bem, o ponto de pas .. rmos um pelo outro e n!lo no, fala.r• 
mo,, nem 1iquer cuprimcnta.rmo-no, 
Sentado no meu gabinete eu faço uma oração 110 
meu Deu,, ao nosso Deus. 
Deu,. que no f c1!a do Natal. em meio . a alegria, 
trocos de pre1ente1, nso• •.. ou mc,mo cm meio à noatal­ 
gia, à tristeza de um isolamento físico ou intelectual, que 
todo nós tenhamos, por teu consentimento, pelo mcnoa 
um inttnorc de reflcxiio, um momento de diálo"o conligo. 
Hoje comemonmoa o oo,cimento de Jes"n•. 11 quem 
enviaste, por mais um nto de Amor para cono,co, alem de 
tnnto outros e inclusive o de nou:i própria cxiotênoia. 
Hoje comcmornmo1 a Tida de Jesus que designutc com a 
miuiio de nos indicar o único e vcrd:deiro caminho do 
homem. Atrnvés dele e por teu amor, permitiste que Jesus 
como homem, não só instruisse pelo exemplo contfono de 
vida e pela palavra mas tambem pelo maior exemplo que 
uma criatun, humana pode dar de Obediência e Amor 
com o exemplo do sofrimento e da morte 	' 
Meu Deu,, cu niio quero e níio poderia entender-te 
porque éa Deus, mos cu quero e po110, n1ando minha men­ 
te e minb.t vontnd~. reconhecer cm ti o Amor, reconhecer 
em mim r. necessidade de rctribnf-lo, dentro de minhas 
hnmauaa limitnçõe,. Reconhecer que, o que de bom me 
acontece é porque tu o concede,, que o que de mau me 
acontece é porque tu nssim o queres e, em ambos os casos 
tu o permites por Amor o mim, porque tu teoa um Plano 
Pessoal para comigo, onde de m,nha parte sobrcuai 
11 
existênci• de meu ubltrio pnn aceito.•lo 011 não, e onde 
de tua parte existe o fundamental po.rn mim meamo. ' 
Meu Deus, que cu reconheça, a cada instante de 
minha vida, o que hoje eu reconheço. Que eu sinta, no 
momentos alegres e tristes que me concedes, que acima de 
tudo existe o teu Amor pan comigo. Que eu tenha ■empre 
consciência de que os fatos ante os quais eu me defronto 
na Tido., aão por ti permitido,, e tu o pern:ites na medida 
do que eu possa suportar, sem me denfar do teu. plano 
para comigo. Que neste Natal, meu Deus, tu, mais ur rez, 
perm1t" aos homens um mome.nto de rrfleltiio cm ti mes. 
mo. 
Como diue, eu proalmente não teria tempo, opor­ 
tnnidade e coragem para lhes dizer isto pessoalmente No 
entanto, foi esta_a oração que fiz por vocas e por mim, 
por nossos familiares a amigos, por todos nós filhos de 
Deus.

Bel VI«tn.. MS - 'Trb»una da Fronteir 
OS PASTORES E 
Flávio Braga 
d S
entlmo-~o!I ftllz,u, colaberaudo. 
trabnlban o. 
g
aullncla. A todos aqu?les qu 
Vjsmos o lucre, sem 
ombrearam conosco nesta cruzada unual, nosso 
reconbeeldo agradtclment•. BolU Festa!! o 
Próspero Ano Novo! 
N11. noite em que None11 Senhora 
deu à luz o Messias, as mulheres de Be­ 
Iém não vleram felleit.la. Nem mesmo 
sous ramlllarcfl. A oltlude dormia. Só nl, 
uns pastores ve!avum junto de seus 
rebanhos. 
Desdo o fim de dezembro, nus pia• 
nÍclen quentes o férteis o sul da Judéta, 
n orva começa 11 crescer. Os rebanhos, 
por Isso, permanecem soltos o tempo to­ 
do. Comumonto, os pustoroa erguem suas 
tendas cm pleno onmpo, ui dormen, le­ 
vautundo-11e pnru vigiar de noite. 
Noa urrodores do Balem, havia uma 
torro ohumadu "Mlgdul Eder'', a torre 
dos rebanhos (Gen. 3,21), que servia de 
refúgio contra chuva e frio. Essa torre 
mullç, antiga, viu, dozolto séculos antes, 
.Jncob erguer !lU!l tenda o guardar se11t1 
rebanhos e uma velhu tradição assevera­ 
vu: ''Quando u plenitude dos tempos Fe 
cumprir, o Messins ser anunciado do 
nlto do Mlgdal Eder". 
. Os rebunhos que os pastores de 
Balem guardüvam nllo pertenelam ne­ 
nhum lmbltnnte du cidade: eram proprie­ 
dade do Templo de Jerusalém e cria­ 
vam-se para o saorlflcl•> da Lel mosuic. 
Constltulum, ~t!Blm, slmbolo do Cordeiro 
de Deus, vitima dos nossos pecados, que 
Sua Mlle Santisslma ocnbava de depor 
nas pulhas de um presépio. E, mais tar­ 
de, o Cordeiro divino seria cravado num 
madeiro. E d'!le o Profeta predissera que 
em presença dn Cruz. seria mu:lo eomo 
o cordeiro diante do ferro, que o despo­ 
ja da pele coberta de lil. 
As autorldndt>s da região não seriam 
incomodadas naquela noite. O rei Hero­ 
des, sensual e crua!, para quem o poder 
e o prazer constltulnm a flnnlidade da 
vldn: o presidente do Sinédrio do Tem­ 
plo em Jerusnlem, ambleloso e avarento 
cuja consciência estava a serviço de 
uma bolsa empre mais recheada de 
moedas; os fariseus e doutores da Lei, 
orgulhosos e vazios di, ciêncios, que 
mais tarde Reriam acusados quão apre- 
s 
prladamente de "túmulos calados: brancos 
por fora, chelos de podridão por dentro'. 
Desta forma, essas autoridades não co­ 
nhocoriam a luz que nascera na gruta 
fria de Belem. 
Mas, para evitar qualquer conota­ 
çlo de "luta de classe" no Natal, já 
quP pastores humlldes foram convidados, 
do Oriente vlernm os Reis Magos, que, 
ricos o 11úblos, ofereceram ao Menino 
Jesuo não simples ovelhas, mas dádivas 
precloflas: o.o Rei, o Ouro; ao Deus hu­ 
manado, o lncenirn e ao Homem Deus, 
a mlrrn. 
Tribuna da Fronteira 
- 8EMANÁRIO - 
(20/2172) 
F U D A Ç Á O Ivoldo Pereira 
Administração Redação e Imprewsio Tua 
Duque do Caxias s/n Bela Vista MS. Cx. P. 20; 
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Observação Os artigos publicados com 
assinaturas dos oatores não trnduzero ne. 
cessáriamente a opinifio e pensnmento do 
Jornnl. Sua publicação obedece aos propó­ 
sitos dos debntcs dos problemns municipais 
e de refletir •• diveun• tendêncins do 
pensamento universal. 
Mato 
A 25 de dezembro do nno 1 de 
nossn era, teríamos vontade de respon­ 
der ... Mas, por [alta de dados históricos, 
a cronologia do Natal não pôde ser de­ 
terminada com exatidão. 
E para compreendermos essa dl­ 
Uculdade, basta levar em consideração 
o contínuo estado de perseguição a que 
a Igreja esteve sujeita desde sua funda­ 
ção, primeiramente por parte da Sinugo­ 
ga e, em seguida pelos Imperadores Ro­ 
manos. A perseguição só findou após o 
Edito de ~mão, assino.do no ano de 303 
por Con11tantlno, o primeiro Imperador 
Romano que se tornou i;rlsti!.o. Por ou­ 
tro lado, a Terra Santa [oi • devastada 
por revoltas e saques, enquanto se su- 
c d iam regimes de !erro impostos por 
tlranetes que assolaram continuamente 
aquela região, desde os primeiros tem­ 
pos do Cristianismo, 
Tais fatores, tão adversos, contri­ 
l.Juímm para a perda de documentos 
históricos fidedignos que certamente e­ 
xistiram, e através cios quais teria sido 
possível determinar, com exatidão cien­ 
tifica, a data do nascimento do Salvador 
1111 gruta de Belém. 
Certeza possuímos apenas de al­ 
gumas autoridades civis: César Augusto, 
Imperador em Roma, e Herodes Anti­ 
pas Tetrarca da Galiléia. 
O ano do nascimento do Redentor 
deve ter sido em 749 da era de Roma. 
r,. ------------------------i~cte~ 
1 Como dentes de uma eogrenagem, entro!amo-nos 
maravilhosamente bem neste Ano. 
Vamos repetir a dose no 
Aoo Novo? Feliz Natal 
e multa prosperidade. 
Jo!io 
Quando Nasceu Nosso Senhor? 
Fausto Pinheiro 
de JOÃO FREIRE 
1 Antonio 
% 	3 
soo 
t~------------------------ 
E quanto ao dia? 
Nos tres primeiros séculos da vi­ 
da da Igreja, houve diversidade na co­ 
memoração do Natal. Em d.locoses es­ 
paras do Oriente Médic, o Natal che­ 
gou a ser c2lebrado a 20 de abril ou 
20 de maio. Em regiões das atuais Tur­ 
quia e Grécia. era comemorado a 6 de 
Janeiro. E na Europa Ocidental. a 25 de 
dezembro, exatamente como em Roma. 
Sômt>nte depois de obtida a llher­ 
dade de culto, em 303, foi possível a 
uniform!zação do cslendãrio litúrgico 
natalino. Em 350 estabeleceu-se por to­ 
da a parte s. data de 25 de dezembro, 
que vigora até hoje. 
Mato Grouo Sul 
Rrero deste exemplar 
CR$ 4,00 
Leia e AssiH 
Triuma ta Fronteira 
. 
)1 
IDJ ZENDEIRO 
PRODUTOS: 
lnsc. Estadual 13063157/4 - CGCMF 03334612000109 End.Tel.1:1 «FAZENDEIROS» 
Veterinários' 222313, 922yzg ggpgggya jifs@ $j±Nas snva 
E7 ': Cred MA Port 25/72GEPÃ 	CRMf.° ó5is 
"E?Ê?E!}S _ ygemes, $ iii@erg,_.sore jsú õií4ice, Anui@ucos. 4sttarast@," 
" 	> "3,ç,",3,çi,["do!, LAVO, Eaare) Herbicidas; Treta, Bsgran e Sacor Tordon 101 e seeatx) 
SEMENTES: (Arroz, SoJa, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO: <Col ·- J 
RAÇÃO CARGlL: (para Aves, Bovinos, Suinos e Eqüinos) Pulverizadcrs JACTO ~ ·o1onião Jaraguá_ Braquiária e Gordura) 
SECADORES D'ANDREA 	' 	apresentante dos ADUBOS IPIRANGA Balanças AÇORES 
"Orientaçào de Veterinários: Gratuita" " maior linha de produtos agn·col-r• 
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lelefones~ 4131 .. 2194; -1838 
Av. Marechal Floriano, 579 
Ponta Porá - MS

Trihuna •la Fronl, Ira 
20/11/78 
O Serviço Militar como 
tante na Formação Moral e 
Jovem Brasileiro 
fator impor­ 
Cívica do 
ra 
l 
Os valore da Forçn Armndus 
,ão proporcionais aoR valoros do seta; 
homens; o mals arrojados projeto, ou 
rmas mais nperfeiçoadas e eficientes 
pouco r virão e não estiverem ser­ 
viço do homens capcitados física, técni­ 
ca o moralmente. E, estes homens üo 
os reponsvels diretos pela segurança 
Interna o externa de uma nação. Ne­ 
nhum país poderá obrevver livro e so­ 
borano, no ostdo tual da clvlllzuçilo, 
&Pm dispor do que zolem poln sun segu. 
raoçn. 
Ar. Forças Armudus do Brasil, 
r.onelltuldao pela Marinha, pelo Ex<'rcllo 
e pelu Aoronnutlon, conformo o Arl. 90 
da nosRa Coustltulçlio Federal, slio ln!!tl· 
tulções n11.clonals, permanente::i e regula­ 
re, organizadas com bse nu hierarqu!a 
& na disciplina, sob nutorldnde ~upremn 
do Presidente da República e dentro dos 
llmltet1 da lei. 
É preciso ficar bem definido que 
a missão das nossas Forças Armadas não 
é de agressão ou opres!lão, mas sim fa­ 
tor de Integração e Iortnleclruento da 
Unldadt Nacional, corno precellnn o Art. 
01 da Constituição Federal: "As Forças 
.rmadas são essenclas a execução da 
polítlcu de segurança nacional, desti­ 
nam-se à defosa da Pátria e à guranll! 
dos poderes constituídos, da lei e da 
ordem''. 
Para desenvolver e cumprir essa 
dllloll missão elas requerem efetivos per­ 
manentes, os quais devem ser reforçados 
noa momentos de crises. Po1· isRo todos 
oa brasileiros estão obrigados u presta­ 
rem o Serviço Militar ou outros encargos 
necesrlos a segurança desse país conti• 
nente. 
• Jovens! importante e fundamental 
é encarar este compromisso não como 
um dever moa como um direito, não 
como um sacrifício mas como um prazer. 
O serviço Militar nüo é privilégio 
de uma mas sím de todas as classes so­ 
ciais, de todas as rucas, de todas n~ cren­ 
ças e de tortos os grnus de iostruç,uo. 
Essa unlver,mlidade, aliada às -;ua-, fina­ 
lidades lhe confere l rnportància e beleza 
slpgulares. 
Jovers! devemos essa conquistn 8o 
trabalho e luta nrtlente de Olavo Sras 
Martins dos Guimarães Bllac, que ded!cou 
J>arte da sua vida a uma cruzaria cívica 
, Demorável, de esclarecimento ao público, 
~obretudo a juventude, sobre u necessi­ 
dade do Serviço Militar. A necessl<lnde de 
Integrar todos os jovell!: brasileiros, dfi:. 
Perso nesta imensa terra e orleata-los 
Par a vida social, politca e administra­ 
Uva da nação brasileira. 
Por Jsso que nesta data, 16 de de­ 
zembro dia do aniversário de Olavo 
Btlae, ó prineipe dos poetas brasileiros. 
Comemoramo em todas as Organizações 
~!Ultares das Forçus Armadas "O dia do 
Reservista". 
' Feliz o povo que compreende e faz 
liso do direito do servir mllltarmeute a 
sua Pátrla, porque constitue a expressão 
fü1lca muiR forte de civismo. 
Clvlilmo o agente catnlizador do 
povo brasileiro, nu solidão das florestas 
ou na bolza litorânea. na arldez do ser­ 
tão ou na fertiliil +de da campanha, na 
tr11nquilldade da Colônia ou no borborl­ 
nho du metrópole, formando uma nu.ção 
d'} homeor1 que glorlrtquo 011 lugares o 
vultotí horólcos, põla lntegraçüo da Pátria, 
abençoada na paz. 
Quartel em Bela V!sta, MS, 16 de 
dezembro de 1978 
Aristides Oliveira de Melo 
Cap Vet 
"O Comércio Jovem de Mato Grosso 
do Sul" 8 <:tn Jevur o seu documento. 
O seu crédito é alerto pelo j Famoso Credi Big. Bem Juros e 
sem Fiador e você te n 1 uno para pagar, eu disse B:z-Lar Conces­ 
ionário Ultragaz entuea automática plantão aos domingos e fe­ 
riados troca de bvtijão pequeno .ss1stêncu, lecnlcu per□uuente 
.,,, 
' - 
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5eçd de peças especializados 
Rua 
G-L 
Vereador 
Jardim 
Romeu de 
Mato 
Classificado 
ASCIMFNTO 
Se vivesse entre nós, físicamente, tnla, 
agora 1.978. No entanto, todoi; os anoll, nasce 
em nossos corações. Para aqueles que são, real­ 
mente, Cristãos. E nas ruas, lojas comorclalP e 
na boca daqueles que ó se lembram Dele pora 
aµroveltar os feriados e us fllrtas mesns que em -~ 
decorrencla das comemorações do Seu nasci- j 
menta, são exrostus a reflorir de vinho Impor­ 
tado, frutas estrungelrus e o rltlnlr de copos, 
como o o mestre tivesse nascido num lar rico 
ou mesmo tivesse tido um berço, mesmo modes- 
to, para reclinar sun cabeça quando lá naquela rn 
longlnquu, Belém, nnsceu numa Imunda e11trebarla ils 
para que assim pudesse se cumprir as Escrlluras 
Sugrartas que diz: 
Porque qu!lquer que fizer a vontade de 
meu pai que rstá nos céus, este é meu Irmão, e 
irmã e mãe. (Mateus 12: 50). 
erá que nós fazemos a vontade de Deus? 
Será que nós aplicamos, realmente, a atander 
a mínitoas necessidades do nosso próximo"/ Res­ 
pondo. perrnítam, o que creio será a resposta 
de lodos. Nilo! Nós só noe. preoeupRmos com 
nosso bemn estar. Com o melhor pura nossa fa­ 
milia, Os outros, aue se danem, Fulano não tem 
o que comer. E eu com isto. ic:rano tá àoente? 
Coitado, quando tiver um tempinho vou là fazer 
uma visltinha. Beltrano. coitado, tá bebrndo, 
loucamante, não existe dia em que não o vemos 
ulcoolizodo. Bem aquela "pinguinha" que paguei 
para etM foi porque achei que ele ei:tava se tor­ 
nando Inconveniente e, assim, ele deixar-me-la ~ 
livre, infelizmente lstn nüo ocorreu e tive qu~ ~ 
pagar outrai: até ele cair de tanto beber. 
Será que é assim que o Senhor Deus Pai de J e­ 
u s Cristo nosso Salvador queria aqueles que 
são sua Imagem e Semrlbança? ~ 
Será que foi pra isto que :iestre Jesus, rn 
deixou o aconchego do Seu Pai no céu, para d 
vir :lorrer, miserával após ter nascido Rei. E 
morrer morte infamante: Morte ele Cruz?! 
Lave-se da sujeira e limpe o seu coração 
pois Deus se agrada dos Seus Filhos e Seu A­ 
mor é Tamanho que o Amor que nós temos pa- f 
ra os nossos filho1:1 torna-se, Infinitamente, pe­ 
queno comparado ao Amor que Ele tem por nós• 
Entre bem 79, lembre-se de seu vizinho, 
mais pobre, de seu empregado, doente, do seu 
Pais que precisa do seu trabalho, e do seu Deus 
que deu-lhe tudo e nada psdiu. Bom Natal. 
Deus que o Ama. 
Medeiros S/N 
Grosso do Sul 
Egr" 
X 
~ Em melo a euforia geral das 
± 
~*~, 
festas, deixamos de $ 
K 
lado a funclvnal ·'Cabec;a Fria" que usamos o 
uno Inteiro para, com multo calor no 
eoração, 11xpre.isar aos nossos amlgoa e 
colaboradores votos de uru NATAL 
Fellz e um ANO NOV
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J ele bem 
sucedidos empreendimentes 
de 
Serraria Castelo 
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SERGIO LUIZ ZANARDO 
Em nome das excelenies relações protli::sionals 
e de amizade que mantivemos no ano que 
finda, nossos cordiais cumprimentos 
pelo NATAL e um ANO NOVO 
de grandes reallzações. 
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Tal. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
431-1646 (Residência) 
Ponta f orã 
A nesa, engalanada, estava apo­ 
utosa, com cernes, trutas secas e d,,,$, 
pocu,· vinho, r6frlgerante. Dlr-se-la u o 
perfeito. 
Qunnrlo soou a mela-noite, houve 
um ''frenes!" de sutlsfacllo. Cumprlmen­ 
toR C'ufórlcos, longos abraços, e, com 
exceção dus crianças. todos ergueram 
taças e brindaram , Feliz Natal 
Depo!s de abertos os presentes, os 
convivas rodearam prazenteiramente a 
farta mesa. Não ba via conversas entre 
os adultos. Trocavam entre si apenas 
frases convencionais sobre s banalidades 
• dos úllimos dias. Talvez porque tive­ 
.,
0m falf1do tanto o ano Inteiro... Houve 
~~rta atencão para a Imagem colorida 
da "Mensngem de Nntar· pela TV, cujo 
aparelho continuou ligado o tempo Intei­ 
ro. 
As bebidas se esvaziavam das gar­ 
rafas tanto qu&nto o contt>údo dos vã­ 
rios pratos. V'alia a pena comer e beber 
à farta .. pois nilo era 11qt1t1!a a noltedeNa­ 
tal? 
Os olhares começ11ram a ffcar a­ 
vermelhados, os lábios moles mantiahem 
um sorriso que. de tilo costumeiro, man­ 
tlaba-se j~ sem esforço. 
Alguns brinquedos mecânicos mo­ 
viam.se pelo tapete, atrapalhando os 
passos um tanto vacilantes, de adultos 
desprevenldoe ... 
Alguém levantou-se e foi à janela 
aberta. A oolte de fato estava abafada. 
Mas as estrelas piscavam no negrume 
profundo do céu. A pessoa aspirou fun­ 
do e exalou um desabafo que mais do 
que do peito, vlnba do fundo da alma. 
Olhou os demais aparlamentos em torno. 
Notou que havia grande semelhança na 
comemoração. E sentiu-se penetrado por 
uma sensação de Indefinível mal estar. 
Talvez fosse na cabeça, na garganta ou 
mesmo no peito; algo lhe pesava dentro 
de si. Pensou em tomar um analgésico, 
mas sentiu q
11e não resolveria. Era co­ 
mo um espinho cravado dentro da cons­ 
ciência. Percebeu, num relacce, que ha­ 
via ~e transformado num ateu prático. 
E mesmo que coloeasse um presépio na 
sala, não adiantaria, pois o Salvador 
não havia nascido em sua alma. 
O acorde da célebre canção nata­ 
lina "Noite Feliz" entrou-lhe ouvidos 
Maio Grosso do Sul Escrilório: Avenida inasil, 196 Rota Pará II$ a dentro. Mas não era para ele. Aquele 
________________ era um ''Trista Natal". 
D Késio J ,oureirc, Pinheiro r. 
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adultos e crln€,, d alumim1o, com 
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tampadas coloridas, dessas que_,"P"", 
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e acendem num 	1 vlsto- 
cb11o, alguns embrulhos em pape 
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V«ando no tend/meto 
da 60 famílias ga4eh 
radicada no Projeto de 
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constituída de um ônlbu«, 
equipado com ■ala de cirur. 
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l!lborntórlo de 11nálf&c9 cHnl­ 
cas e um gabinete odonto. 
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se beneflclur com n prcunçllo 
de 868tstênclu médica e 
dentar. O contingente 1 
populacional de $00 
pessoa,. 
Agropecuária: 
Censo 1 
Experimental 
Campo <lrande, do 
oorresoondente - Ponta 
Porll êervlrà de cidade· 
texte no próximo ano 
para ae reallzaçõe9 do 
Censo Geral de 1980, no 
âmbito de agropecuária, 
quando serilo testados 
tres tipos de questlonã· 
rios pelo Instituto Bra­ 
sileiro de Geografln e 
Estatística. .o tol 
A lnformaç o 
prestada pelo agrônomo 
Fernandes Marques de 
Flguelredo, um do res­ 
ponsá veis pela execução 
das pesquisas relaciona· 
das com a agrlcultur& e 
pecuária do IBGE no 
Mato Grosso do Sul, a· 
crescentado que a esco· 
lha se deu pelo fato 
daquela região apresen· 
tar a8 caracteristlca 
geo-econômlcas necessã· 
rias a uma ava!Jaçlio do 
censo. 
Na oportunidade, ln· 
formou também que pe· 
la primeira vez será utl· 
l!zado pelo Instituto mo· 
peamento pelo s!stem4 
@erofotogramétrico P"% 
avaliação de produç 
0 
e desenvolvimento pe­ 
cuárlo é populacional 
brasflelro. 
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1-

mm--------··------ 
{ 
Nesta tlalo, quando todos se irma­ 
nam na r:nrrHJmnr.:içf.ío da frnllvlda­ 
dos natalinas, o profcllo munlci!ml 
do Caracol, ANDRÉ TADEU OCAM­ 
POS, parnben:zu o povo urnl1Jo 1!11 
fronteira 11u~uri1IJ1!0 u. todos ·votos 
de um Fcllr. Natal o um Ano No7o 
repleto de fellcld11dc11. 
André Tildeu Ocampos 
Profolto Muulclpal de Caracol 
9 
mm 	_ 
Mais uma vez, chie;zamos ao oú­ 
ris do Natal e a íronlelra do • .no 
ovo. Mais uma vez, olhamos para 
trás e olhamos para frente. A cou­ 
ju rnr11 é propicl11, pelo pensumento 
e JJ'::'lo ,,entimenlo. O futuro a Deus 
JH!!tc'1ce, o u nós. Tuuo de 1.Jom vul 
nascer gora. Com os nossos melho­ 
res votos de feliz Natal e próspero 
Ano Novo. 
Ildefonso Soares da Silva 
Prllfello Municipal de Potto Murtlnho MS. 
deseja aos seU3 amigos e clientes votos de Feliz Natal e 
próspero Ano Novo. Que os sonhos se tornem rêalldade, 
o a realid~de fruto do um trabalho !noessante. 
Comunica que brevemente Inaugurará sua CHUR­ 
RASCARIA. É malR um Investimento e fator 
de prograsso nu comuuid11de belavistense. ~ 
% 
9 
% 
% 
% 
--------------------*~***~**m 
õfOIISO OllOII l!Ull[S lrnE 
Cumprimenta cordialmente 
o~ si:u;, prezados amigos o 
clientes. desejando lhes um ÜS 
bom Nntul e um no Novo 
repleto de qrosperidade 
ra ra 
f- • l "º mom,·nlo ,m quo da '''°" 
1 
r .. , 	do tempo cal uma folha amarelecida 
1 	e outra vlrldente começa a n,.11Kcer, 
1 	qual esperança ou sonho que a vida 
lldn Vi,tn Mato Grosso Sul 
lncessantementE renova, desejamos 
1 
. aos noss,:,s amigos e colaboradores 
um Natal de paz e -negócios ainda 
melhores para o Ano Novo. 
•I 
' 
l Diretório da ARENA - P. Murtinho 
'0.... ~ i./ 
~ '------ ----------"-~~ 
Ao términ0 de 1978, e no limiar de 1979 a 
todos que nos deram apoio colabo­ 
ração e prestígio, destijamos 
bou·s Festas e Feliz 
Ano Novo. 
1 ...__ 
,, 
• Enganjados ua Juta cotidiana, nem 
sempre estivemos próximos da per­ 
feição e da .bondt1tle no ano que 
passou. Mas hoje é Natal, e uwa 
imensa felicidade interior se afirma 
em nós sobre Of' outros sentimentos. 
O sorriso que não demos, a palavra 
calamo::,. "o carinho que omitimos, 
tudo é pas;;a.do agora. É hora de 
abrir os nossos corações. Feliz Natal 
Feliz Ano Novo! 
f· 
 
.:,. /./ 
p9 4 
 , 	....!...,_._ , _ _ ~_-_· - - - - - --- - - - - · 
Vereador de Antonio Jolio 
% f Bela V,sta 
é< 93 
Getúlio 
 
} 
Lino 
Mato Grosso do Sul i 
: .. 
o83 te43±: 
' . 
•

['pé[1pq (]1 [f()f{'l'. +	u«e 
. -- ---··· ---· .. .,. ,_,.. ....,... .,, ···-t"'>-1 
{) - 
1 
25 de Dezembro... Natal - os mais sofisticados meios de 
Comunicação em todo mundo, dentre eles, a Telefonia, 
unom-so para levar aos mais distantes pontos do 
planeta; mensagens de: amor, e fraternidade entre 
os homens de boa fé. Associando-se às ho- 
menagens ao Menino Deus 
TEL.E.MAO 
TELECIGNUR!iCKS,AIS D)E iiiiG GGG30 S.. 
A TELEMAT estará mais do que nunca, neste Natal aproximando 
os corações, e que as Bençãos do criador caiam 
sobre todos os Lares de Bonito 
m 	_ 
m~ 	:m 
1 
_ _ - __ - - .. · .. ·--·-·--·__m 
Operando em campos 
diferentes, seguimos ca­ 
minhos paralelos uo 
ano que correu. Com 
vistas ao desenvolvi. 
manto de nossos res­ 
pectivos setores de ati­ 
vidade, demos o melhor 
de nós mesmos na con­ 
cretização de tão im­ 
portante objetivo. "fosta 
hora de congraçamen­ 
to, nada nos aproxima 
mais do que a consci­ 
ência do dever cumpri­ 
do. Boas Festas e Feliz 
Ano Novo. 
H uma Intensa troca de cartões. É 0 
desejo do significar algo a alguém. 
Não importa que a manelra poxsa 
purecor ll[{Clra. O que importa é 
quo a palavras carreguem 
força dos nossos xenti­ 
mentos o que Im- 
porta é que se dê 
e fale alguma 
coisa, pa!'U 
que o Nato! 
continue a 
ser Nntol 
ffl Dr. Ely de liraujo Barbosa 
E)#K83 « 
João leite Schimidt 
Deputado Federal 
No balanço do ano que ora se 
finda. um saldo ativo de reaU. 
zações. Na previsão do ano que 1 
se vai Iniciar, a dlapo11fção firme 
e os meios para realizações ai- 
da malorea, de permalo, um 
Natal tranquilo e feliz, 
1iio 011 votos de 
' 
( 
-'----1..'.... 
Deputado Ubaldo 
 .. 
Fecham-se as cortinas de mais 
uma temporada, na espera do Ano 
Moo. Há um desejo de felicidade 
No Adeus uo Ano velho, uma 
carga de saudades. E, como se 
não bastasse a alegria por nossos 
esforços premlndoe, a felicidade 
de havermos convivido com túo 
excelentes companheiros, Um NA­ 
TAL de Paz e um ANO NOVO 
de exltos. 
Dr. Rodei Espindola Trindade 
Deputado Estadual 
Barem 
No momento em que o 
pensamento se eleva, como 
um pássaro que desfere 
o vôo, à procura de para­ 
gens mais altas, queremos 
expressar a todos aqueles 
que se lrmanurani conoE<co 
na pensamento e na ação 
o nosso reconhecfmeuto e 
os nossos votos de boas 
Festas. 
FELIZ NATAL 
FELIZ ANO NOVO! 
r 
Dr. Marce]o Miranda 
Prefeito de Campo Grande 
±# 
.·J 
=r 
s t 
Dr. Sergio Roberto Perondi 
cumprimenta cordialmente os - 
. 	seus prezados ami- 
gos e clientes, desejando-lhes ·um bom natal 
e um ano novo repleto de felicidade 
Bela Vista 
l

O que Rotary tem sido e o que 
deveria ser ... 
Erwln Morenroth 
TE FLUMINENSE 
lá momentos na no vida que os pensamentos e mesmo om todos os 
n0 convidam um oxame de no+ onhO. 
tltudos. Algo d1ferente do que costuma- 
mo fzer, em cndn dIn. Asim como Éa verdade? -E justo para todos 
luém que, no longo do um vem, os Interessados?--Criar boa vontade 
pra por Instante, observ o percurso melhores urnlzudes?-Serú benéfico pura 
1mdundo, oonRulla o lllnorãrlo, julga o todos 
08 
lntorossados? 
esforco despendido. uvollo as rc1rnrvns, 
u longa a vista para o futuro. Coirntntar Assim Holal'y devel'lu ser na reu- 
roalldado 6 aempro útil. O principio lidado. 
do cada uno noR oferece uma oportu- 
nldndo pra examinnr nossa atunção 
no período quo termina e aperfeiçoar A 
11 mhrn!io no ano Que ao Inicia. 
O quo seria Rotury se a doutrina 
conhecida du todos fosso fielmente cum­ 
prld11.'? Seria um mundo melhor, porque 
o objetivo de nota,•y é ef'tlmular e Campo Grande MS, 10 
fomentnr o idenl de servir, como bnse q Dezembro de 1978 
de torlo empreendimento digno, promo­ 
vendo o apoiando: 1. O desenvolvimento 
<lo companhr>lr1',mo como elemento 
copoz de proporotonar oportunidades ele 
servir. 2. O reoonber.lmento elo mérito 
de tcda ocupação útil e n difusão ds 
normas da etfca profü;slonal. S. A melho­ 
ria da comunidade pela conduta exem­ 
plar de cada um nu sua vida pública e 
privada. 4 A aproxlmaç!lo dos profissio­ 
nais de todo o muodo, visando a conso­ 
lldaçll.o dos boas relaçõt>R. dn coopera­ 
ço e da paz entre ns nar;-ões. 
O que é que Rotary tem sido na 
realidade? Começa t1 'carta que me foi 
entregufl falando de uma lmpressllo 
geral de qun Rotary está morrendo ou, 
pelo menos deavigorando-f'e. Nilo coo• 
cordo com ' esta oplnlilo generalizada. 
Rotnry continua atuando em 150 países 
e regiões gengrá fico Q com cercn dl" 
800.000 rotarlnnoR rllfltrlbuídos í'ID cerca 
de 17.000 Rotnry Clubs com um cresci- 
. manto em anos recentes de uma médin 
'c1e mais de um novo clube a cada dia. 
 Concordo que, em alguns ciubes, 
0 
} nmbiente não 6 tão animado como 
muitos gostariam e a contribuição 
espiritual e n colaboração efetiva 
deixam a desejar. Falo em tese e não 
especlflcamente do nosflO clube. para 
evitar· quo lquer mal entendido. Existem 
J clube~ onde Rotnry se limita 
8 uma 
reunião semanal de horoeos de boa 
vontade. sufocados pelos seus afazere
s
, 
bem.intéctonados, mas sem _çOr0"""; 
no momento decisivo de, sacrificar 
ti 
'd de pari1 a causa 
pouco a sua a vi a . 1 a- 
de Rotary por nedo: muitas ?&;k, 
gínam que este tempo possa pr l 
ais Sucumbimos 
os eu interesses peso' ,1 ausência 
"º pecado do comodismo pe ª . 
0 
de palxllo pelos ideais de Rotnry, • cuJa 
.· te demos representar 
organização pro en esta reDresen· 
nossa vida. mas Iimi"?], r oi fim a 
tação ao escudo n /ape a. Ir com as 
nossa omts«são de CuPNF''4ater uma 
condices mínimas, ou "",,,, aia com as 
bo freqüência e e
s
a,,iras, com o 
nossas iytgcóe8,,,{"",,' irtic4o 
nosso olube, sem 1%;"?';noncis e nossa 
Dsoal da nossa ",', capacidade de 
expertAnci., enfim %,,m elaborado 
trabalho ajudando 
O 
pr do olubA. 
pelo Conselho Diretor deveria renlme!lte 
O que Rotar},,mente os rotaria­ 
ser? Rotary e autora"";áino da Prova 
nos bastavam ser ums ações em todos 
Quádrupla em todas a ' 
,	l 
EL 
Palavra 
Leitor 
do 
'l'rlh11na. da Fronteira 
Bel'l Vista MS 
Gostarin multo que 
esse arrojado órgão de 
lmprenPn, na qualidade 
de lepillmo port•l voz do 
povo du Fronteir, levas­ 
se no conhecimento das 
a•1torldades responsávelti, 
que o nosso povo, vem 
sendo muito mal serviço 
pela "Empresa de Trans­ 
porte Cruzeiro do Snl". 
Vemos na linha Be­ 
la Vista Campo Grande, 
veículos em más condi­ 
ções de higiene, confor­ 
to e até mesmo de segu­ 
rança. Pois, o Noturno, 
é atualmecte um entro 
velho, sem toillete e sem 
cabine Isolada para mo­ 
torlstu. As malas coloca­ 
das no porta malas, che­ 
gam molhadnR, dnnHl­ 
cundo roupas e outros 
objetos. 
ra rodoviária de 
Jardim, há um sanitário 
fechado a chave, e 
quando solicitado por 
passageiros é recusado. 
Estamos vendo pela 
TV e Rádio, 11ma Cam­ 
panha de nível Nacional 
pela moralização do 
Trll.uslto. vamos part1c1- 
par, fiscalizando, suge­ 
rindo, etc ... Sugiro a esse 
órgúo que, assista as 
chegadas e partidas dos 
onibus, especialmente o 
noturno, e faça . suas 
próprias observações, 
convidando amigos ou 
outras pessoas, para 
também, verificaram. 
A únian finalidade 
da presente, é ajudar 
quem não pode pedir ou 
reclamar pela sua hu­ 
milde condição i!Oclal e 
que são os usuários da 
referida empresa. 
Juracy Mello 
Rua 15 de Nov 586 
Bela Vista MS 
de Sérgio leripe Martins 
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fomilíar rdeiçõci- farta<, 
SEU HOTEL 
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E0GR 	#ii 	"j 
~ Segundo u mais bela tradição ontre os llomens o imp1fo
1lndo às td 
m UOSBllB palavras a sinceridade própria dos grandes 
momentos e dos elevados sentimentos. 
Vas. Sas. Desejamos Bons Festas 
e Feliz Ano Novo. 
de ODEVAR BARBOSA 
(Ao lodo do Clube Dclavi,tco,c) 
BELA VISTA 
~~------------------cr~ 
1 
Um sentimento especial vai chegando de mansinho 
aos nossos corações. Nele há a Paz doe altos ln­ 
fluxos a alegria fruternal dos bons momentos a con­ 
oiêocla de turlo de bom que o Ano noa re3ervou. Mna 
há, sobretrudo um profundú reconhecimento para 
c o m os q u e nos deram a mão forte na coll6e­ 
cuçilo dos nossos objetivos propostos. São para eles 
os nossos melhores Votos de um NATAL Feliz e 
venturoso ANO NOVO. 
1 
8 	9 
n. 	.g5 
~~,-] 	_ 
Senador 
na, 
ltalivio Coelho 
Dr. Orozimbo Silva Neto 
M:ÊDICO 
Clínica especiallz11da em doen9as reumáticas, doenças da oelu­ 
flsloterapia, recuperação e clínica médica 
Ex-P.-esldente da Escola de Medicina 
Ex-professar assistente da Assisêêncla M~dica de São Paulo 
Rua 7 de Setembro, 409 Fone: 431-2194 - Ponta Porã-MS 
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(Cortesia de Armar.cns Gerais União 
• ClBRAZEM N.o 910.023/0001 
Agrícol~ Ltda. - $ecagem e Armazenamento - Registro • 
Avenida Teodoro Sativa s/n - Bola Vista-MS) 
, 
e T 
O Entaclo de Mnto Gror.so que 6 o maior 
produtor do arroz de sequeiro do Brnsll, tem 
50%/ de un área conslderadn como pgricolamen­ 
te viável o quase suu totoldado é constituldn 
do cerrados. O desnfio está nn molhor!a elos 
nosA110 produtlvl<luclrn através de uma tecnologia 
mala compatível com as necessldndos de pro­ 
duzlr, que, nllúK nno é só brasllelra, mas 
unlvornnl- 
0 oagenholro agrônomo Joaquim Bartolo­ 
meu Rasinl, d EMBRAPA Empresa Brasllelrn 
rle Pesquisas Agropeouárlus produziu um exco­ 
lente lrnbolho sobre n Cultura de Arroz de 
Sequeiro nos Cerrndoa, no qual fnla 6obr11 oc 
vários aspectos quo envolvem este tipo de cuHu­ 
rn o que devem ser do conhoclmento de todos 
aqueles que so dedicam a esta ntlvldade agrícola, 
prlnclpnlmento nesta fase de plantio. 
"Entre as culturn mnlR Importantes o 
arroz ocupa. o 3Q lugar em nosso país em área 
colhida e valor da produção, nlém de ser o 
produto mais consumido, cercn de 45 Kg/hnb/ono. 
"A rílglúo de eerrados dos Estados de 
Golâs, Mato Grosso o Mlnns Gerais ocupa 70% 
dos 160 mtlhõe8 de ha de campos e cerrndos do 
Brasil (DEE-IBGE) e 70% d produção de arroz 
do Brasil é procedent.o de slstPmas de explora­ 
o de sequeiro, predominantemente n1:ssos 
reas, daí a sun lmportllnola para a orlzlculturo 
nacional. 
"Paradoxnlmont<.> à expressividade em 
termos de ó.rena cultivadas nos Cerrados, A. 
produtividade do arroz de sequeiro é baixo. o 
deve-se u fatores como: variações climó.tlcas; o 
cfráter "desbravador" com que é encarado, o 
quo ocasiona p<1uco casC à lavouro pelo lavra­ 
dor; e o constantes deslocamentos da lavoura 
de ano para outro, sempre o arroz cedendo 
lugar o. outra espécie, e psnn1do-o para terras 
ainda lnexplorndrls, normalmente de mais baixa 
tertlUdade, pois em geral. ns propriedades i;ão 
expleradns comeoando-se das melhores glebas. 
'Visando estimular o agricultor a consi­ 
derar o arroz como fonte de renda e n!í.o 116 
como "desbravador" e ajustar os sistemas de 
produção, o CPAC programou um plano de 
pesquisas nas , safras 75176 e 7f/77, o que é 
apresentado aqui. 
Abertura e preparo do solo para uma agricultu­ 
ra lntenelvn. 
ABERTURA E PREPARO DO SOLO PAPA UMA 
AGRICULTURA I 'TESIVA 
'Nos cerrados, penas os Lato8solos 
Roxo, Vermelho Escuro e Vermelho Amarelo de 
textura argilosa o média suporiam uma 
agricultura Intensiva. 
"Deve-se preocupar com o procedimento 
das aberturas de novas lavouras de maneira a 
melhorar os ·recursos naturais iá oxislentes. Anu­ 
almente, deve.se abrir novas áreas de tamanho 
-ompativel com as dimensões da proprlt-dade e 
2apacidade técnica, Hnunceira e admlni!•trativa 
lo empresário. Esss. aberturn. deve ser esealonn­ 
o ter seu começo oom maior antecedência 
'-ssiv el. o quo vni pcs11ibllitnr o reequillbrio do 
r.ossistema mlcroblológir.o do solo, reações com- 
i , ,}latas dos corretivos e efetiva decomposlção da 
/ , l?térla orgilnlca Incorporada. 
 "PRsquisas em andamento no CPAC oo!1sl- 
deram dois sistemas do manejo do solo: 
1) Pouco desenvolvide ó o i-istema tradicio­ 
nal no qual se realiza apenas uma gradagem 
"Roni", não sendo um sistema recomendável. 
2) Desenvolvido é o Indicado para OR Jatos­ 
solos e emprega alto n[vel tecnológico. O prepa­ 
~ do. solo adquaJo, a "recuperação'' de fertili­ 
dade e a sequência adequada da cultura compoem 
o sistema. As operações s!io as seguintes: 
a) Desmatamento No caso de cerradcs pe­ 
ados usa-se dois tratores acoplados ao corren­ 
tão. Nos campos o enlelramanto pode ser simul­ 
tneo ao desmate, com trator de lilmina. 
b) Limpeza o ideal 11erln. desprovir a àrea de 
}eiras e construir terraços prevenindo a erosão 
no primeiro ano. Nessa impossibilidade, fazer o 
enlolrarnento em nível. removendo ao mínimo a 
rim eira camada do solo. 
P e) Correoao do Solo Deve-se aplicar a me­ 
pde da dosagem recomendada antes da primei­ 
a aração, e a outra metade distribuir após a 
prlmolrn gradagt>m. 
d) Araço Deve ser profunda. VIsa Incopo- 
rar 011 malorlas de correçao do eolo a uroa 
maior pro[undldurle, o quo condiciona mnlhor • 
desenvolvimento radicular. 
"No obstante o caráter preliminar, pelo 
pouco tempo de oxperlmentuçüo recom!'nda,se 
para n regl!1o de Cerrados, consldi:irando-se fn• 
dices pluviométricos normais, as varleclodes pro­ 
coce11 IAC 2i'i o Patrllo Precoce e os de ciclo 
médio IAC 47 e IAC 6544. om solos LVA e LVE. 
e) Gradagena em número clu duns ou trêR. A 
primeiro par destorrur ns leivas detxadas pela 
araoúo facilito. a catação de raízes e Incorporar 
restos 'vegetais o n última do efeito nlvPlador, 
nlóm de ellmlnnr lnvasoros para o plantio. 
f) Catação •:!e Rnlzes Ê uma operação das 
mais oaerosl!ll devld11 à grande quantidade de 
raizes que os cerrndoR expõem. Devem ser fel­ 
tas tantas vezes quanto si, fizer necessário. vi­ 
sando fncllltnr o plantio e colheita mecanizada. 
O rastelo tracionado por trator facilita a opera­ 
çllo, mas devo-se tomar o cuidado para não ha­ 
ver romoç!Io de terra. 
"Resultados alcançados por pesquisas, no 
CPAC, na sarrn 76/77, mostraram que o empre­ 
go do sistema desenvolvido de manejo do solo 
em lavoura de arroz de Eequelro, varledadu IAC 
25, onde so empregou uma :,.ração prof1mda, 
duns ~radngens e cntaç!ío de rnfzes, houve uma 
produção bem superior em relação ao sistema 
pouco desenvolvido, onde e usa apenas uma 
grndngem "Romi". 
CALAGEM E ADORAÇÃO DE "RECUPERAÇÃO" 
PARA SOLOS E CERRADOS 
O elevado teor de aluminio trocável cons­ 
titui o grande problema dos solos de cerrado. 
Uma vez que a saturnçiio de nluminlô acima de 
20%/, reverte em decrécimo de rendimento na 
maioria dos culturas e que o nível desejável de 
Ca Mg no solo está em terno 2,0 mg' torna-se, 
entiio. nece!'stlria a adoaçiio de práticas que 
controlem e8sns condições adversas. A anllca­ 
cão correta de calcário eleva o pH, neutraliza 
o niummio tóxico. além de fornecer cálcio e 
magnésio como nutrientes. O uso de variedades 
IAC.2 e IAC.47 é recomendável nesses tipos de 
solos, haja visto possulrem certa tolerância ac 
aluminlo tóxico (relatório técmlco, CPAC. 1976). 
"A amostragem do solo para análise que 
visa recomendncão de calagem. deve ser feita 
retirando norcões do solo superficial e sub- su­ 
perficlt1l. Isto se pesa no fato d que se o per­ 
centual de saturação de alumínio for alta tam­ 
bém na camada mais profunda, o calcó.rio será 
mais eficiente se incorporado até essa profundi­ 
dade, mormente para as culturas sensíveis a 
esse elemento. 
Outro grande problema que os solos de 
cerrados apresentam é a sua elevada capacida­ 
de defixação de fósforo e, cuja recuperação a­ 
través _d~ adubac_ão fosf11tadó. é um Investimento, 
sem dúvidas, muito vantajoso, porque o agricul­ 
tor poderá utilizar permanente e rentavelmente 
esse. solo, que Já terà fósforo disponível até 
próximo do nível critico, 9 a 10 ppm. Depois 
desta _recuperacao" bàsta a adubação de ~a­ 
nutençao, em solos, no plantio. 
"Estudo do CPAC recomendam 240 Kg/ 
ha do P 205 para lntossolo vermelho escuo 
argiloso e 270 Kg/ha de P 205 no sulco d6 
pluntio anunlmente, o que é bastante ps.ra man­ 
ter a cultura é promover a recuperaoão paula­ 
tina do solo. O uso de fosfatos naturais (Termo­ 
fosfatos) à lanço, associados à fontes no sulco 
de plantto, é outra soluçúo a média pr'lzo. 
VARIBDADES 
"Resultados de dois anos de pes uisas 
pelo CPAC, _salientaram as variedades r 
IAC-25 e Pratão Precoce como ºº m<>lbo 
t t 
, - - res 
anto em comportamento como em produção. Em 
Minas Gerais, em que pesem as consequências 
sofridas por causa dos veraicos, as variedades 
precoces se sobressairam destacando-se os o 1 
iivares IAC-25, Prato Precoce e Baíátí', 
Mato Grosso, município de Maracajü, e<,"" 
mostraram o 14c25 e 'fac-55ií como s $?? 
res._Os mesmo ensaios conduzidos na regia', 
Goiânia, _Go!õ.s, refletiram destaques também ~ 
ra a variedades de ciclo curto: IrC-25 e os p3e 
CERRIDO 
J
ÃC-5100 li-C-5032, IAC-47, 
ciclo módlos: " • • 
T rC-5544-. 
ESPAÇAMENTO 
"Com basel! om cxparlro11ntos do CPAC e lAC, 
J)aro. u.P varledadcB do arroz de soq11elro reoomon­ 
uadns para os Cerrados, nconuelbu-se o espaça• 
monto do 50 cm entre filas, com dcaaldadl' do 
r-o eemontoi1 úteis por metro linear, uMndo-so 
do 35-40 J(g de semontcs por ha. 
ÉPOCA DE SEMEADURA 
"Sabendo-se que o período do nrroz é 
n3 Início da época chuvoso. e que enrrMponde 
ó. faixa de outubro a dezembro, o lado do fato 
das Irregularidades pluvlomMrlcae, reoomenda-,o 
0 plantio em pelo menos três épocas dApondeL• 
do, evldente, do tamanho da lavoura. Df vem 
outras vantagens como: assegura bom rendimen­ 
to da cultura, estabiliza a produção, o uso ra­ 
cional das má.quinas de plantio, cultivo, colheita 
e secagem. 
TRATAMENTO DE SEMENTES 
"Recomenda-so uma dosagem de 300 
de Rhodluram (TTD 70%) e 400g de AldrJo 
(40%) por 100 kg de sementes. Este tratamento 
tem mostrado eficiência no controlo as pragas 
do solo e doenças Iniciais. 
ADUBAÇÃO 
Para os solo-, jã torrlgldos, a acidez 
e o baixo nível de fósforo, a adubação d~ ma­ 
nutençiío deve obedecer a dosagem de 10 40 30 
Kg de N, P 205 e k 20, respectivamente, por ba, 
na qual devem ser associados de 3 11. 6 Kg do 
Zn. Nos 8'lOB de lntenRas chuvas, 
quando, provavelmente, poderá ocorrer deficiên­ 
clas de N, recomenda.se um adubsção nitrogena­ 
da, em cobertura. na proporção de 20 kg N/he, 
40 dias após a r;emeadura. 
PRAG.S E DOENÇAS 
"Durante os dois anos de experimentação, 
levantamento das pragas e doenças que podem 
trazer danos à lavouras e arroz de aequelro. 
mostraram a lagarta Elasmopalpus lignossellus 
(Zeller, 1919) provocando grandes danos, sem 
tratamento qufmlco, que revele eficiência, ocor­ 
rendo mais pronuncladamente nos veranlcos. 
Lagartas das partes aérea foram facil­ 
mente combatidas com clorados (Folidol 60 m, 
sendo que a Dlatrea saccharalls (Fabr. 1974) de­ 
termina o acamamento das plantas, sob ação 
dos ventos. 
"As doenças mais frequentes foram Bruzo­ 
ne e Cercosporlose, sendo a primeira mais da­ 
nosa, mas eu combate é eficiente, Kasumln, na 
dose de 80 - 100 ml/100 L de água. 
No que se refore a nem a tóldes eonstatou­ 
se, em análise nas raízes de diversos eultiTares, 
a presenca das espéoies Prs.ty!encbus Bra ebyu­ 
Tu8. Meloidogyne spp. Trlchodorus s p, 
Ditylenchus sp, Tyle n c h u 
8 sp e 
Aphelenchoides besseyi. Destas, a p e n a s a 
Primeira e ultima espécie. poderão trazer pro­ 
blemas _futuros à orizicultura brasileira. 
. Em área de primeira exploração solo 
~ v ~. notou-se a presenças de Bruzone e ' Phyl­ 
d Shca sp, a qual trC!uxe problemas às varleda­ 
,,2, Precoces 1AC-25. prato precoce e Batata1s, 
face à séria infestação da do3nea nas se- 
mentes. 	Y 
COLHEITAS SECAGEM E ARMAZENAMENTO 
1s 4.l""7-se a colheita com umidade etre 
lheita 
0
• secag~m é feita logo anós a co- 
t 
' preferencialmente em seeador intermiten­ 
e, começando 
O p 
tura de 40 a ,cesso com uma tempera- 
90º e send, OU+, nunca ultrapasando 80 a 
gis ia,, %" &g%,essas teieraturas attn- 
que de í2 a~}"!ade indicada ara o grão 
No caso de grã d 
temperatura final d os esUnados a sementes, 
passar 60!! e E t 
O 
secador não deve ultra.· 
limpos. Faz, ,"??r em armazéns previamente 
traimento ; ii,}o e/, Fostina e posterior 
do produto por ton 
1 
odn 
8 
21/o, utilizando-se 1 kg- 
e a a de sementes" 
Preço deste exemplar 
Cr$ 4,00

Bel 'Vista· MS - 'Tribuna d Frontelrn 
O P IHCIPE 
Todo o mundo católico e com ele 
todo os povo du terra se voltam hoje 
para mnnjedoura de Belém, parn udo­ 
rar cheio d~ fó o Menluo que oi repou- 
11u, ou ullm,rur um rato cuja l:'Xplloaçilo 
em vilo procurn-se uas leis que regem 
os eoontecmenlos humanos. 
Na época em que vlvemc9, de 
rulnus mutel'lulH e oalófllrofefi momls 0 
Natal surgo corno um ponto luminoso de 
esperança entre ns nções que correm 
tateando, em segurança, ema busca dó 
ums ordem que lhes assure um bem 
estar aindu núo eocontrudu. 
Mas, lnfollzme11te pura a maioria 
dos povoP, o Nntul nllo passa de um 
desses slmbolos que exaltm us ener­ 
glas momentaneamente, sem lhes Incutir 
vigor novo e duradouro! 
Querem u paz, a concórdia, u fe)I. 
cldadti, mtrn desejam que tudo leso lhes 
cala do céu, ou brote da terra sem a 
menor colabora~ão próprio. O Menino 
Deus há de necessurlnmentt3 dar·lhes 
todo o bem, nilo tanto pela relmplanta­ 
çllo de uma c:lvll!zação buseada nos 
prloclplos quP Ele velo truzer à terra 
como por um encantamento que uniria 
lnexpllcavelmente todos os cornções. 
Esse Menino que udornmos reve­ 
rentes, e que causa ndmlruçüo miste­ 
riosa nos que nllo o conhectim, senão 
de nome, é sim o "Príncipe da Paz" 
(Iealat1 9, 6) que touxe à terra, n~ ,mo­ 
vldude de Sua pessoa, todo o bem, to­ 
do o amor capuz de tornar felizes o 
mundo todo e mil mundos, caso existis­ 
sem. 
Mas esta paz e felicidade se coo- 
 
dlclonam a uma só coiso: os homens e 
1 
 as noções devem se submeter 11 Sua 
Lei, a Seu Evangelho. 
Els a paz {que o Senhor Menino 
veto trazer à terra.. Paz em cuja lmplnn• 
bção devem colaborar todo, nações e 
lndlviduos, com sua doc!lldade à lei di- 
vina. Só ~ates, os homens de reul boa 
vontade gozarlio da paz que o Natal 
trouxe aos hoIDens na terra. Fora disso, 
toda admiração pelo 1enino Deus nüo 
pana de uma Impiedade mais ou menos 
consciente, malR ou meno& inconsciente, 
e para os ímpios nüo há pnz. 
Plínio C,, de Oliveira 
l 
Oxalá as desgraças que os nos 
acumulam sobre povos e nações os 
convertam para o Dl.'uH único o· verda­ 
deiro e a unidade da Fé torne perene 
rN11i<lade as alegr!irn do Santo Natal. 
De 1cordo com lnformaçõeP. do Con­ 
sulado Geral dos Países Baixos, o fes­ 
teios que marcam o final do uno na 
Holanda têm lr,[clo com a festa de São 
Nicolau, u 6 de dezembro. 
Em Amstordã. ex!Rlem duat1 lgrejns de­ 
dicadas àqu(•le Snnto Bispo do sóculo 
IV. Cerca do ano 1300, os coros Infantis 
das lgrejaR cutóllcu& nu Holanda comll• 
moravam o ferladc, a 6 de deumbro, e 
um monge com vestes eplscopuis, osten­ 
tundo longa barba branco, manto ver• 
melbo e báculo dolll'ado, dli;trlbulu re­ 
compentlas e castigo aos meninos e me­ 
ninos. Assim nasceu u costume de Súo 
Nicolau • transmudado, com visível mau 
gosto, uum paganizado "Papai Noel" em 
alguns países a distribuir presentes às 
crianças boas, enquanto seu criado mo11- 
ro. segurando uma vara de marmelo 
ameaçava aquelas que haviam se com­ 
portado mol durante e ano. 
Atualmente, há um desfile pelas ruas 
de Jmsterdü, desde o porto até o cen­ 
tro da cidade. com o Bispo e seu sé­ 
quito de cavaleiros em trajes espanhóis 
de séculos passados, pois segundo a tra­ 
dição, o nu vio qu9 traz São Nicolau fez 
no Espanha sua última escala. Na noite 
te 5 para 6 de dezembro, há a tradlclo• 
nal troca rle presentes. 
Nesse período, as escolas entram 
em férias durante dual' semanas e os 
adultos têm um feriado extra, a 26 de 
dezembro. diu de Santo Estevão. 
Em 24 de dezembro, as donas de 
ca8u se ocupam na prepnraçiio da ceia 
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J 	Desojes 
Roberto Gnlruarãt!s 
que reúob patentes e amigos em volta 
de mesas. Nels, u lebre, a caça e o 
ganso estão sendo aos poucos substitui­ 
dos pelo peru. Um pudim ''rlambenu" é 
a obremesa costumeira. Flores, plnhel­ 
r0s e velas enfeitam os lares. 
Outro costume tradlcloool é e leitu­ 
ra em altn voz, junto à cintilante fuvo­ 
re, do reluto do nasclmertu do Menino­ 
Deus ou de velhos contos ne 
1
utal fru· 
to da imaginação popular. 
Num&. rPg!Oo do lPste da Holanda, 
oo fazendeiros sClpram 'longas e recur­ 
vadas trombetas, feitas de troncos 0c0. 
Aqueles som, soturno e penetr1rnte, ao 
entardecer do dia 24 de dezembro, é re­ 
f)':'lldo pel:is proprled<tdes rurais, em 
melo à puisogern invernal, na planície 
recoberta de deuPa neve. 
(assino Paraguay 
imblente Seleto • BP bidas N l!!lo­ 
nals e Importadas - O maior atrativo da 
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RANTE CA SINO PARAGUAY. 
Bella Vista 
Beah-Jz 8ant'Anna 
Conlugbun 
g
uetia correr y1ela ternpeHadt, 
todo numa busca louca, 
Queria gritar com a lua, 
Mesmo com e••a. voz rouen. 
Queria desafiar o vento, 
Cortando n Cace na velocidade, 
Queria mergulhar no mar, 
l'ara apagar essa saudade. 
Querfa correr prla pn,ia, 
Afogado os pensamentos; 
Queria atrave»ar as muralhas 
da ruão, 
E viajar pelo, encllntamtnto,. 
Queria dourar um pnlácio. 
Hara que o mundo ri»se do ouro 
Queria conhecer o fundo do 
mar, 
Encontrar um te,ouro' 
Queria viajar com a briaa, 
Suá que o vento val gostar! 
Queria voar pelo de,erto, IA 
fora, .. 
Ou ver o fogo queimar. 
Queria voar pelo e,paço, 
Por que talvez meu Pai a,ti­ 
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-Um 
I 
.,. 
...,

20/1278 
e Política 
A voz do povo é a voz de Deus, me ·mo 
que Deus nüo fale pela bca de todos e 
eu como sou povo e pobre goto de so­ 
frer to na lista pedir que o prefelto 
renuncie para que usuit voltemos a so­ 
frer nem que seja um só pouquinho. 
Nos dê esse presente de Natal, Doutor. 
Ivan Nascimento 
r ' 
l) 
de Sergio L Zanardo 
Beneficiamento de Arroz - compra e venda de 
cereais • qualidade • eficiência • atendemos toda a 
região. 
Temos milho. Preço bastante compensador 
Rua Barêo do Ladário Caixa Postal 25 
Casas do Artesão: Coordena­ 
ção Nos Dois Estados 
Educação 
No 6 do meu feltlo bajular mas 
ou obripado atender o reciumo do 
povo. Bem pedir pelo povo no 6 baju­ 
Ir é, Isto im, fazer luma cola pelu 
comunidade. Diz o dltnclo populnr·: Que 
a voz do povo é a voz do Deus, 
O Povo do Costa Bravu (munlcl­ 
plozlnho de Brcuto, estndzinho de 
Banguela-ú, na Africn) tá fulo com o 
prefeito. Sahom por quo? O homem no 
tomar POFJKe disse quo concertu.rín as 
rus, televlsflo, darin remédlo e e­ 
cola par o povo, usnrla ns Inquinas 
do munlclplo pnra fazor estrados uté ns 
fazendas, o, esppclolmcnto, 1m fazenrlns 
dos sous dvorrlo políticos, para, assim 
pacificar a oomunldnde o CJlovur o nomo 
de Costa Brn Vil. 
Sobem o que foz o prefeito? Cum­ 
priu toóae 11s promesousl E n ralvn do 
povo ó porque, uooRtumndos n !!0fror 
estilo, agora, ficando doento devido d 
nll.o teroma mais que so preocupar com 
buracos nas rune, Jaltn de luz, televlsfi.o 
tA Joia, ns escolas ;6 tom professor 
nota dez e assim todos estllo pa1Jsa11do 
direto nas faculdades sem fnzer vestibu­ 
lar, oe funcionário~ e professores estilo 
recebendo os eeue salários cm dia, u 
comércio não preclea bot11r titulo de 
ninguém no Cartório pró. cobrança. Tá 
um desespero. 
Coltndo do Prefeito de Costn Bra­ 
va jà t na hora de renunciar pois u 
povo já teve alegrias demnl!1 e, por Isto, 
o número de enfartes tem aumentado 
assustadoramente, e ele que foi eleito 
com mais de noventu e nove .virgula 
nova dos votos depoeilndoe nne urnas (e 
olha que não houve votos om brancos 
ou nulos e ninguém deixou de compnre­ 
cer as urnas) ate os velhlnhoH rlo abri­ 
go foram levar seu voto ao Prefeito e 
agora tndoR, atá os velhos, tiío bronqul• 
dos pois silo tão bem "tratados" que 
nio podem mais reclamar. Todos subem 
qu• 01 velhinhos precisam ter alguma 
colaa para ri,cJamar é por Isto que rllgo: 
A distribuiçlo de oito Casas 
do Arte8o em Mato Groo 
do Sul. sete; C.:asas no Estado 
de i'llato Grosso, e d ·:as Lojas 
de Artesllo, rcprcaentndus cm 
llrasllla e Silo Puulo. com 
vistos A melhor coordenaçun. 
foi II meto bO.slcn dcllnld11 
no Encontro dna Delegnolas 
dns Casas do Artesho de 
Moto Grosso, encerrado ao 
dia 20 de novembro último. 
O Encontro foi presidido 
pela Primeira Damo, e Pre­ 
sidente da Fund8 ç!lo de 
Promoçlo social PROSOL, 
de Wilson 
e 
de PAULO EUGENI P. JACQUES 
Abate Duas Veze ao ')la - 
Ó t l m o 
Casa 
'l' r u d I e l o n o I 
ANTONIO ,JOÃO 
A te n dlm e nt o 
ti e 
da 
r . 
eu r n e 
Fronteiro. 
MT do SUL 
fhilemo 
Grande sortimento de artigos esportivos, tais como: jgo 
de canis para futebol de campo, de salão e voley, chuteiras, 
jogos de melas. camisas uvulsas de times pura adultos e crian­ 
ças, quedes ratnna, equipe e topper, bola Drible pum campo, 'lS· 
lão e voley e também hundebo!. Aceita-se encomenda de cami­ 
sas e bordados e jogos de número. 
Rádios e toca discos, caixa de som e jogos de caixas 
acústicas para cai:ro. àfcl.terlal escolar. jogos de m a I a, 
muchilas 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para 
homens alem de celçdos. Tudo para crianças e as ultimas 
novidades da moda feminina. Aviaa:entos em geral. 
Procure-nos e faça uma visita sem compromisso. 
Rua Alcebiades 8. da (unha 319 - fmeld Vista M.S 
era. Dnrcy Miranda de Barros 
e contou com n parllclpaçllo 
de grnndo número de super­ 
visoras e coordenndorns das 
Cnsus de Artcalio, O objetivo 
da reunlão foi fntegrncno 
das representantes du Coso 
do Arteafio parn n comercfa­ 
lfzqçno tio a rtcsnonto nos Es­ 
tados de Mato Grosso e Mato 
Grosso do Sul RO próximo ODO• 
Rsllls ua cidades de 
Mato Grosso do Sul que terno 
Caso cte Artesllo; Dour11doe. 
Campo Grnnde, Corumbll, 
Bela Vista, Três Logone, Pura­ 
nniba, Aqulduuenn e Pontn 
Por/L A Coordennçil.o Gemi 
dessas Casas será de Anto­ 
nieta Nassnr. O Estudo de 
Mato Grosso terá Casa de 
Artcsiio em CulnbA, Rondonó­ 
polis, Barro do Garça9, 
Pvconé e Cllceres. que serilo 
coordenados pela Presidente 
da PROSOL. 
PROMOÇÃO HUMANA 
Um número de 30 moni- • 
toros, Integrantes do 
Vo)uotarlndo lnte::rndo de 
Mto Grosso, VIMAT, reuni­ 
das no perlodo de 30 de 
novembro a 2 de dezembro, 
no 6 andar do Pnláclo Alen­ 
cartro, desenvolveram tra­ 
vés de leituras e palestras, 
renexocs sobre percepç!lo do 
EU, o transmfseilo dt> lnlor 
maçlo sobre processo de 
Comunlcàçlio Socfnl. Estes 
consistiram nos objetivos 
básicos do Curso de Promo­ 
çúo Hu:nnna. (Arrnstfio), 
promovido pela PROSO!. e • 
realizado pela primeira vez 
nesta Capital· 
• As • monitoras uplloarfio 
os conbecimcntoe adquiridos 
durante o Curso, em trnbnlbo 
de assistência social, 
Cigarros 
ma,s 
1.o 
caros 
de 
em 
janeiro 
O cigarro terA um 
aumento médio de 35 
por con!o t1. partir do 12 
de junelro, anunciou o 
ministro Mário Henrique 
Simonsen, da Fazenda, 
após a reunião do IP 
Conselho Iutermlnlslerlnl 
de Preços. 
Sin,oasen explicou 
que o aumento devorln 
ter entro do em vigor em 
Relembro pussado, mns 
devido às fortes pressões 
lofluclonrlrlafl, foi adiado 
para o próximo mês. 
Para se chegar a 
esse aumento médio de 
3;')0/o, " governo reduziu 
em 1% a ullquota do IPI 
sobre o preço de venda 
e lixou a margem de lu­ 
cro varejista em 11%. 
OR.AÇÃO DO DINHEIRO 
SENHOR 
1
0 concerto das fôrças que te <lesejum 
honrar, eu também ou teu servo. 
Por me atribuires o dever de premiar o 
suor e sustentJr o bem, como recurso neutro de 
aquisição, ando, entre as crieturas, frequente­ 
mente, em regime de cativeiro. 
Muitas delas me escravizam para que­ 
eu !het1 compre llUbÕ9B e mentiras, prazeres e 
cooscl(lnclns. 
Noto com mais nitidez minha própria 
tarefa, cada vez que escuto alguém chorar no 
caminho; entrttanto, quase sempre, estou prêso ... 
Que fiz eu, Senhor, para viver encarce­ 
rado no sombrio recinto do cofre, eomo se eu 
fõrn um cadáver lmportnate no esquife t:-aocado 
da Inércia? 
Easlna nos que me guardam sem proveito, 
que sou o sangue do trabalho e do progresso, 
da caridade e da cultura, e ajuda-os para que 
me libertem. 
Quase todos eles procuram estar contigo' 
através da oração, nos templos que abraçam. 
Dize-lhes na prece que sou a esperança 
do lar sem lume. Fala-lhes que posHo ser o 
confôrto das mães e3quecidas, o arrimo dos 
compaahelros caídos em p:-ovaçlio, o leite devido 
aos pequeninos de estômago atormentado, o 
remédio ao enférmo e o leaçol generoso e 
limpo dos que se avizinham do túmulo ... 
Um dia, alguém te presentou moeda 
humilde, ewpenhada. ao impôsto público, para 
que algo dissesses, e recomendaste Iôsse dado 
a César o que é de César. 
Muitos, porém, aão perceberam que te 
reportavas ao tributo e não a mim, e julgando 
que a tua palavra me condenasse, lançaram-me 
ao desprezo... • 
Não ignoras, contudo, que nasci pars 
fazer o melhor, e esteja eu vestido de ·ouro ou de 
simples papel, sabes, Senhor, QUE EU fAMBÉM 
SOU DE DEUS. 
liJEIMEI 
Página recebida pelo médium Francisco 
Candido Xavier 
Sal 
.,, 
-- Acucar =• Arroz 
Ih p7pI,e? 
iilLL@E Je' 
E#CEEI II 
se RIU SINTO 
Secos e Molhados em 
E CIS 
MITO GROSSO DO. SUL 
Geral 
,,

ELI: 1 SOCI E 
Por Lecy 
Continuam hegndo os votas de 
Bo° Fe«tas, Agradecemos e retribuimos: 
.Mllron ln•uftln Prreírn• Cnmpo Grande 
Jlu1lúo Aug,1110 l•'. Leito e Jllfa, Bela Vi11a 
fümicio Mar 111 • Flia, Campo Grande 
Dr. Joio de O. Itodriues So Paulo 
Dr. Perlru Jo,l: Pnlmiére e FliA. Bela Vi,ra 
Dr, Srio Itoberto Perondl Flia. Bela Vista 
Carlos A F, d Miranda e Flia., Jardim 
Nogueira e Medeiros Ltda. Campo Grande 
Joüo Vironln II Zeuimur Ocampos Ahdor11h• 
man Nebraca U.S,A. 
O,wulrlo GnmM II flia, Uela Vi1111 
Jo,é An111nin ,la Silva Nero e flia H.J 
Gel (11!0 Jorue Mcln Silva (1ucl6)Curiliba 
Delegacia legional de Edue. e Cultura Bel 
Vitra 
Odilon 'N'. Leite e família Bola Vi,1a 
ct>,,tl!Q 
FOHMATURAS 
A h,lavi11e111e llf•rin Alice Loureiro 
Pinheiro, fillrn <lo cunl Zo6 " Bcneilila, ro• 
ceheu ,eu Jiplo1110 dn Fnculdade d, Serviço 
Socinl d.. F'nculdMles U11ido1 Cat6lico1 de 
Maio Grouo. A es,o jovem formonda 01 no•• 
"º' J>Drnhon, e que lenha rncc1101 n~ profís, 
são que abraçou, 
8% 
ITALlVIO 
Aparecido Gonzn~n Marquea, dia 15 pp. em 
Trea Coracóe, recebeu rnn divi .. de Sargen­ 
to prlo Curso dt Engenharia. Parahcn• pelo 
Succ110 nlcnnçado, cx1en1ivoa il espo•o Luiao 
e no Flovinho. 
D883 
ACONTECEU 
dia l9 pp. As Io: horas a colnçi!o de grau na 
1•,,c. Est. de lo. o 2o· gr. Co,telo Branco do, 
aluno, Concl11in1c, <lo Cureo de lo. i:rau do­ 
quclo E11nbelccimento. Nouo, porohen, a 
todos ow Formandos e nossos agradecimentos 
à Diretora Clnndc Medeiros polo convi1e en• 
viado, 
03 
ANIVERSÁRIOS 
A ~•rola llhr~•rtte Escobar, dia 111 pp, rec,bcn 
in6mcros amii:uinho, pnro jun101 cantarem 
Parohrns n voce. Mame Mary e vov6 Ber­ 
nardn njudavnm Mnr~nrelh na orle de bem 
receber. Foi 1en•ido um delicio,o bolo com 
rr.frigeronlts, olho de ,o~r• e brigadeiros. 
Uma nrvore de Natal, feita ó com balóe« 
ornn.mentnva o ambiente, assim como o som 
de discotheque alegrava a petizada. A mar­ 
gareth felicidade pelos ses quatro aninhos, 
;)90i:,!Q 
ELAS 
Com n flnnlldnde de homengo­ 
or senhora,; e nonhorltuii do noesn 
soclcdncle, quP coloboraru em dlver 
aoR sotorf'll vls11ndo servir o próxlmc, 
e lncontlvundo, nfio eó oulluralmcnto 
mos e acima de tudo partfolpnndo 
ntlvnmento du vida comunitária, 
e~oolhemos nt1 "MAIS DE BELA VIS­ 
TA". Nilo 6 uma lnlchdlvn social 
MODA ou apenas ELEGÁNCJJ, ó 
mais um rooonheclmento do trabalho 
Sra. Nice da Costa Miranda 
A di1tlntn Sro, Nice dn Cota Miran­ 
da cnm • clr~oncln o arlo do brm receber 
oue olin,, lho 6 p,culior, é um• tradição em 
Belo Violo pelo, inúmero, ,crviço, pre11odo1 
à Comunidotle. Foi II ugunda PreRJdenle <la 
Carn dn Amizade, Depois de ddxar o car,:o 
,empri, nontinuo ,cndo ócio d11 me•ma, 
colnbornndo f'm tudo quan,Jo 1oliei1nda, sem• 
pre em beneficio dos moi, ncc,.,irndo,, Ao 
A1ilo do1 velho• fornece menonlmente rodo 
Aç6cu conmmido· Fni a primeira Pre,idon• 
te da comio•Ao pró Con1truçAo da Cnpela cio 
DiYino Eipirito Sonio, doando inclusive todo 
o mndeiromento neccF1ário à me,ma. Traba­ 
lhou multo promovendo ch6s, de1lile1, qucr­ 
me, te, Tambem ji prestou valiosa 
cnhhornçno parn com o Pnr6qnia Sanlo 
Afon,o· A noun vizinho Bella Vi,1" Paro­ 
l!Uny rneheu tombtm ajuda deora abneeado 
Damo: Ilo•pital, Colégio, Igreja, Nice recebeu 
incl111ive, du mao, de urna Frcirn Pora~naio 
um quorlrn com a B,nçlio Popa) enviado" pelo 
Sonlo Podre o Papa. Do Campo Grande 
recebeu Diplomo de Honra an Mhi10 por 
aiuiln prestado il AunciaçAo de Amparo d 
lllo1emidodc e • lnfnncin. Qnanlo n moda, 
gota do etilo Clássico, usando sempre na 
confecção de seus trajes tecidos estrangeiros 
Pnr•ic_ipa do De«files de Moda, só quando 
beneficente, exibindo sempre suas próprias 
roupo1. 114 dias otr&,. desfilou em Jardim 
cm beneficio do . atol do Pre1idi6rio. ond~ 
íni muito elogiada pela ua elegnci. Co­ 
nheco Agentina, Uruguai, As»unção e rande 
parte do Brasil. Gosta de Jardinagem, música 
popular brasileira e qualquer tipo de leitura 
que Pc10 atualtwda. Pra tico f;iná,iico e noto 
çilo. Nn dccoroçíio, que é feita por cio me,ma 
do 1un bonita 1nan11üo, nota- se o bom t?:0sto 
e fine"e do cslilo que é cláuico. Todo 
Nu_nl ocontecc o Ceia. onde oilo conTidndo, 
namgos que não po«uem familia na Cidade, 
lesa época a ir. ice faz em wu residen­ 
c,n ,mrla, dccornções nnrnlina,. II01pcdo 
oempre personalldadcs do mundo 1ocial • 
político das mais longínquas plaga. Ao 
nossos leitoras ela deixa uma mensagsm. 
Qur • Paz <lo Senhor, reine cm todo, os 
lares neste Natal e no Ano quo oru ,e 
inicia" 
MARIA 
Concoiç~o Pistori, dio nove pp. comemorou 
suas quinze primaveroe Concoiçio 6 filha do 
casnl Aderito Pi1tori. Grande n6mrro de 
nmi~ninho1 dn 11niveuorionte fornm cumpri-­ 
mantA.la. Sua honitn residencia tornou- se 
pequena para tantos com•iolados. Ao solD de 
animada dl,colhcque foi 1ar'l'ido um lauto 
jonlnr, ncompanhadn de muita cerveja rcfri­ 
gerantes o wisky. Após o "Parabéns à roce" 
ofereceram no■pre1ente1 delicioao bolo En· 
tre os tantos destaquei: Hosemary, Betão, 
26 Alécio, Aunnclldo, Fátima, Maria Jo,é, 
Binho, Odilo, Orlnndinbo e Elian&, Conceição 
folic1dndc1 pelo 15 aninho,, Tocc merece· • 
D929 
COlI DELICIOSOS 
Saladinhos refrigerantes e som de discothe­ 
quc Leila Aco►ta rccclieu ,eu. nmii:uinho1 
pnrn feahjucm 1cns 13 aninho, Dançando e 
bnolalondo anotei: Rony. Roeelbe Poln, Vivi•• 
nc, Marie1c)n, Alcx, habelo, Lái1 e Léo. À 
Lcilo. o nono obnço polo nal. 
il6:)!)8(1 
FEZ ANOS 
Dia 10 pp a Srn. 1Ierm6geno Ocampos, cari­ 
nho1amen10 chamada de Dona Tc1enn. Acon· 
teceu um nlmoço in1imo na rc!ic!c:nci;i dn 
filha Zen6bin, Nnquele dia Dono Tetcno ai· 
moçou rodeada pelo, in~'!'ero• filho,, genros, 
noras e ne101 À ela fehctdade, por mais um 
ano de vida: 
- 
NASCIMENTO 
O lo, do casal Eduardo Ocáriz e Ana )faria 
culi cm feSIJL com a chegada de um lindo e 
robusto garotio. Eduardinho com 1110 chega­ 
da alegrou toda a C.mi!in, pnio a torcida cru 
por uw menino. Felicidade ... 
D83093 
CASAMENTO 
Emidio Mendonça c Mary Merce, dia 9 pn. 
disseram 'Sim' A Igreja lindamente orame­ 
tndo acolheu o jovem casal em seu dia "I 
11.uim corno a inúmeros convidados, Logo. 
após, aconteceu um delicioso coquetel na 
residencia do popular C bandé A festa tra.01. 
correu ao •'.'m de ~ndas mdodiH, onde 
tambem foi •Ícrec,do a os convidados 
delicio10 bolo ,com champagnc. À voccs 
tudo de bom neste inicio de vida-o,dni,, • 
Sra. Odila Mascarenhas Salamene 
Sra. Odiln iloscnrcnha1 S11Jomcne é 
canada com o Aqidausnse. caçador de 
perdiz e lambem ex fabricante do ineAqnecivcl 
guaraná Bom Gosto: Alberto Salamene. É 
moe de trcs hlhoo: Léa Maria, Luiz Alberto 
• e Ana Cbudia. Filha de Belo Vi,t,, 1empre 
ç"udgu em colégios religiosos. Esté_ano 'foi 
residente do M.FC· (fovimento Familiar 
_<::n1100) rca!1z.:mdo com as demaiao participnn­ 
T• dn Equipe, Cureos de Noivo, e Reuniões. 
rabalhoi tmbem como Catequista do Colé­ 
g,o E .. cr Silvo, e pode com muito alcc;ria 
preparar cm sua ca!n nm grnpo de dez crian­ 
as para • Primeira Comunhão, Quando 
Presidente da Casa da Amizade juntamente 
com as demais participantes da diretoria moiro 
realizou em pr61 dos necessitados. Odila 
"9gna plantas. pois acha que as mesmas duo 
vila ao ambiente. Qunnto a múrica, como 
fronteiriça na polca está no oanc;ue, Como j& 
lem u~n filha mocinha, Léa llf:trio, aprendeu 
a curtir um '.º~ de ili1corhcquc. Acha im­ 
PP""? ,Paricipac±o dos belvitens no 
•~• _n bos d, qomunidndc, pois, ,6 ª"im po­ 
der110 crc,cc~ Juntos e ver o dtacnvohiau:n­ 
~lb d:i quonda lerrn,: Ânlualmcn1e, Odila e 
b d ºf':i cn;.•~tam uma nou Jornada com a 
" .• :, " •p •. Lunch', Qtte e11á eendo 
g""o_Prm seita pela Faíii Bivinte,e 
t om to u, essa, atividade• que lhe tomam 
cmpo_ qnue o ano todo, Odila, quando O· 
~•• TAi par11 ■ua Fazenda curtir un1 diaa pdc 
canso, Snua mensagem para 1979: 
ec, "Que os preceitos_ divinos de Paz 
mprc:en1uo cnrre oa homens. estejam 
prcuntcs cm todo, os momcntoa do Ano 
{$,";""Pois. Fel± Nsl • pr6nero io 
SE DESTACAM 
dostnr. nbne_q'11dM. Pelo prisma da 
elegnncln, ofaa no de,-tacarnm ,mm• 
pre. no trnjnr e no folar, 0 fizeram 
denta oleg~nclll motivou de elogloH 
em outrnll olclnde11. Serio Jrnposslvel 
enumornr us obrao 1111slstonclal11 e 
comuoltárlau das eonborn, ollndns, 
e no 001Jo das Jovens. ó umn homo­ 
nngem no exemplo Que elas perso- 
111flcam nn sociedade. Em Bolt1 VIHta, 
a flnoaso ó uma oonlltanto, scmpro 
Sra. Suely Loureiro da Rosa 
Sra Snuely Loureiro da Roma caiada com 
Jo Gnrtbaldi da Roa Neto. Psi trea 
filbM: Flhio An,lré, GURlnvo e n,r.~1 Tihiri• 
ç&. Sucly 1empre foi pflrticip•nte aliva nu 
promoçüc• de ontidade• filantrópicas.Por 
dua» gestões foi Secretrla da cama da Ami­ 
nade. Atualmente 6 Previdente da Casa da 
Amlzade. iempre está promovendo jnnlarea 
tlo Rornry. Dini:o•. Pie, 111rlo em hrneficio 
do l'nlidode dn qual é presidrnle. Plancj•va 
em faur o natal do, criança, pobres moa 
cumo já !em várias campanhas com tesa 
ffnnlidndr, fará o natal dos vclhinhns cio 
uilo. Desde muito jorem Suely ,cmpre 
dedicou um cnrinho todo c1pccial ao• velhi­ 
nho• ne1cui1ado1 dando lnn parcela de 
colaboraçiio. Adora paesenr na Fazenda 
Gota de Artcoonato, Rorcnntiou, No c•port~ 
prefere o Toley e seu hohv preferido é a 
fo1ogrnfia. Sucly ó umn l(l'anÍle batalhadora 
em pr61 do, neccuitado, belBTiStcn;e,, 
Sra. Nilda Mariana M. de Bazzano 
ra. ild, Mariana Martinez de Baz• 
zan,:, é naturl de C'oncepcion-Paragnsy, a 
hon
110 Cnp11al do Primeiro Dcpartnmcnto. 
Tiá lt nao• cn,ada com Anlonio E,tcbon 
Ru,.nno. f: mlle de Ire, menina,. Dfanca 
Conccpci6n, ilrla oemi e Maria Do rio, Fez 
1cm cunrlos na Eseoln Maria Auxiliadora em 
Concepción. Formou-se Normalista. E epe. 
c,?lizado cm L11erntnra. Leciona cm Bella 
Vata Paraguay há dez anos, porém, com rni­ 
ta tristeza deixar o magistério para auxiliar 
o mrido em seu trabalho. ente-se satisfeita 
em participar de Grupo dedicado, a eolabo­ 
rar com os necessitado. Foi membro da Co­ 
rni,•ão de _Damos pr6 Ho•plul ds Belh V. 
la Par~guar, que é º?1ª Comiuilo dedicada 
exclusivamente a ajudar materialmente o 
Ilo,p,ta~ de Bcll11 Viua. Por tloi, ano, foi 
rcrc16na da Ca■a da An>lz.ode. que é um 
,::rupo formnrlo por espnu, de Rouriano, e 
tem"por finalidade auxiliar as pesos e In. 
lltm_çõe, de recur101 limilodo,. Go,to de 
m6m:a !enta e expre••iva, tnnto de nntore• 
paraguos, e estrangeiros, em especial os 
carncterhtlcoR de alguno pahe1 como Argen­ 
tina, Chile,. Bolivlo e Mbioo. Nu hora, va­ 
ga gosta de ler novelas de fnma lfter!rln 
como ••'?bem reTl1ta1 e livro, Informativos 
e ln11r1111vo1 t.Rnlo de époc.11 pn
18nda, como 
oootc~poranca. Só tem nmn ambiçlio: ''Ln e­ 
ducao16n lntel?ral de mi, hljas rde manera a 
que pucdan deocnvo!Ter.,e cn )a Tida aea 
ci
1 
uni fuero la comnnldad en que ,el dc,tino 
c1 tengti preparado". • 
Sra. Elcy Acioly Rosa 
Os cabelos já grisalhos, porem 
de uma beleztl e elegancla dl11cretae 
a Sra. Elcy Acioly Rosa'é gaúeha de 
Vacaria, residindo hã alguns anos 
em Bela Vista. E casada com Sebas­ 
tll!.o Milton Rosa. Tem uma filha: 
Maria Améli_a. Çu~to muito seus qua­ 
tro netinhos. Momca, Afoni,inho, Mll­ 
tinho e Renato. Adora ler e viajar 
Conhece varias Capitais e Cidades 
brosllelras. Gosta de croche trabalh 
~om pllssê. Quando solicitada CtJJa~ 
ora com satisfação con a casa d 
Amizade ou qualquer promoção b 
neflelente. Tam_bém nuxllia sem :~ 
o Asilo do~ Velhos. Sua mensa ~m 
aos Belavuitenses: No deserto g do 
~undo a úllica terra fértil é o oora­ 
ç 
O 
do homem. Um Natal llle:re • 
um 1979 de muito amor paz e Foll- 
cldade. ' 
li I! 
aliada á benemerencla. Nosso Jory , 
ngradece à todn11 o nlurnJn um Natl] 
do multa puz, o um Ano Novo r,. 
pleto do felleldades. Nextn msm 
cdlçllo elogemo11 oB Dt TAQUfüi do 
nno. t uma tormn do ronder urna 
sincera homenagem nos que trbn. 
Iham o sorvem vJsnndo uma cldnde 
mala humann, um oovn mnls culto 
uma ntmosforn de· progrosao o d 
bormonlo, 
6ç 91 
Srta. Gifca Lino 
A rta. GAle Lino 6 Delegada Reglonal d+ 
Educação e Cultura de J-leln VIRta. Um1 
moça Impiítlcn o bastante comunlcatlv 
GIlen Acha eu trabalho como Delegada da 
Bnsino intf'reftPnnte, pois ntrovh d,,Jc en• 
contra rralfzaçlio r>roffulonal e enrlquul, 
mento peroal. Efetivamente ó o cargo 
que ocupa como Delegada de Ensino jí é 
de grande import0ncin, poh com,. membro 
integrante da oociednde pode e fu. na me• 
dldn do poufvel com qU1: een tubalbo 
em reloç4o ao EnRino. princlpolmen1e ••J• 
effcicn1e e aufm duempenhando bem o p•· 
vel que auumlu perante a Sociedade ou ,e. 
ja o povo belavi•len11', Quanto a porticlpa• 
cio religiow cha-se jovem, ciente dos se 
deYerts religioso,, é encon1rh11 e como rodo 
criBtllo, procura levar tombem con•i~o • 
mensagem de Cristo, a mensagem de bem 
vÍYcr. Nn e1porte prefue o voleibol e 1 
naLi.çlo. Tambem aprecia todo qn• csl!ret 
relacionnda com a tureza. Acha lindo v 
por do ,oi, uma ro,a duabrochando, 11 
plnntu que dão colorido à nnlnren e ale­ 
p-am o 11oe10 rotldiaao. M6siea depende 
do momento e do estndo do eapfrito. Gora 
de ler bon1 livro,, pois aeredíta que qut111 
tem informaçllo tem poder. Do, autores ••· 
trangeiros aprecia Morri We»t e bnuiltiro 
f:rico Verl,simo, Acha no .. o poYo Ilo,ph•· 
leiro e tem multo calor humano, ali{,, o qae 
é t!pieo cm cidade, pcqnenu mas'16 valori· , 
ramos isso'no momento q·ae no! 1:ocontramc1 
di,tante• daqui. Em •eu trabalho pretende 
dar continuidade a ■u• Filo,ofio: crvir ,cm 
fnzcr di,tinção, procurnndo u•mpre er ace 
sivel o Dirctorc1, professore• e alnos, Aos 
jovens" gostaria que vocu joven, dialo~u­ 
sem mais conosco, os adultos. Expusessem 
eu» problema, a nós Pais e Educadores 
para que pnssomo, oriantA-101 no caminho • 
eguir, na decisão correta a tomar, Fala•u 
muito e comunica-se pouco, no mundo cm 
que vivemo,. Aproximem-e sem medo ••••· 
mos pronto■a scrvi·lo,, o ir de encontro 
1 
voce»," 
Uma mensagcl'lJ ao11 mcJmo•: '•Ser 
jovem 6 1entir-se 6til e participante. E s 
ber aproveitar toda a potencialidade de 
corpo e do cérebro, com o objetiro de ero 
Inir, de criar, de construir um arnanb4. E • 
vontJLde de acciur mc1mo errando. ?A javeo 
tnde ,stá no de,cio de aprender e renorat, 
na negação comodismo' na luta conlra 
0 
tédio e o_pas.ividade. Ser jovem, i 1obre1ado, 
,entir-se JOVcm, e não se deixar ,-cncer .... 
8-ta 
Srta. Bernadete Nabhan 
Wilson e Ramona Nabhan 11io os 
pais da bonita morena Bernadele, 
cursa a 8ª aérle. Sempre foi alun 
do Ex Colégio Santo Afon!o. Atual· 
mente estuda no Centro Educaelonal 
Ester Silva. :e; participante ativa do 
Grupo de Jovens. Com eles assiste 
a Psle1tra11 proferidas pelo• dtrfgen· 
tes piqueniques, teatros, Retiru. eto, 
Prt>tende estudar multo para ser 0- 
dontólogà. No esporte prefere o T•· 
nls. Gosta da natureza, adora vfaj&l' 
conhecer novos Iugare■. Diverte-••· 
andado n. cavalo. Paua uua 11°· 
mentos de lazor no querido Ap 
Nas horas vagas faz crochê, oufe 
móslcas, o estilo das mesmas deptll· 
do de seu estado de espírito. Ta 
bem gosta da leitura em geral. Ach! 
linda a moda atual pois permlt• à 
mulher, maior liberdada de Ellofl• 
mentos, porem seu traje predllett ! 
o Jeans. Eato, earoa Leitores (Si) 
um breve perfil de uma extap!Jr 
adolosceDte belaTi■teuae. 
Continua.,. 
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