Comunicado Dr. Sergio Roberto Pe­ rendi comunica à sua distinta lreguealn que estará ausento no perio­ do do 20 do dezombro até 15 de janeiro de i9. [Reli RejoiRve.D Ejzja, -,,, rT 1 MJl. Em ' "h "T i "iv ire @e ! r Carta ao Leitor 1 O autor do lnsuperAvel "O Des­ portnr dos Mágicos", JncqueR Berglor, slntE'tlzou d e r o r m n explendlda o novo homem, produto do terceiro ml­ lenlo... 'devn ser cósmico, receptivo s ldél2s novas, teltrloo e, acima de tudo, grnndloso ao ponto ele mesclar em si o eanto l' o divino. Este será o protótipo do "terrano" da era de Aquário. Na é­ poca atual, os esplrltos. abertoR como pará quedas, no raciocino m ern termos de nações ou de linguas, agem e pen­ sam em termos Terra. sua llngua é a mefodla das esferas. Ma11 no ''Circo do Desespero", como o disse Adlio Dan­ tas, na roda viva da vidn, ainda se morre de fome, aindu impera o ódio &Inda reina a tutn. de classes. ' Nossa eerço, a geração do após bomha, recebeu a missão de prt!pamr o oamlnho, da upornr as crestas e de for­ jar o principio da nova filosofia. Ao que tudo lndloa, um papel de destaque estA reservo do ao frasll. 110 despertar do gigante adormecido O Ho­ mem. pois aqui se mesclnm todas as emoções e o brasileiro. graças a Deus, age e pensa com o coração. Somos um povo de indole boa, de formação huma­ nista e nlio n()s atemoriza o amanhã, pois a esperança sempre fot a molo mestra de nossa flloscfia ~o "bem viver" Mas, nem só de esperança vive o ho­ mem, Precisamo!< [íncnr ., • pés no chil o, olhar as estrelat- !lim, m1.s nunca eeque­ cer que para atingi-Ias é peciso Ação. Vivemos uma época de ~1 lse, mas a malor dela3, é crise de Horens, homens na acepção máxima da palnvn que enac­ rem a vida como mlsRão e uturm de maneira Permanente na com truçüo do mundo preconizado pelos profetas, o mundo de amor, de paz. Há multa:ã ri­ quezas nas mos de uns pou_cos, há multa pobreza, ou melhor, 1 m p e r a a miséria na maior parte do mun­ do. Essa diferença brutal ê provocada pela ambição desmedlua e pela vaidade tolo. que provoca o gosto pelo supérfluo. Não acredito nos cristãos piegas e muito lllcanos no politico que prega justiça so­ olal e possui mansões e carros nas gargen. Neste Natal, leitor amigo, faca um exame, u m a introspec- c o d o q u e f e z, o o m o fez, para sanar, não os problemas do mundo, mas o8 problemas de sua casa, de sua coruunidode. Da re1;posta de­ penderll. o veredito: Estou Vivendo ou estou passando pela vida. Procure enten­ der o que representa passar pela vidn e '+'ivei:-. N!io ncreditn no homem que pro­ cura deixar "rlquezns materiais" como herança a seus f!lh'le, a maior riqueza que um pai pode óeixar ao seu filho, é o exemplo é a formação, é a luz que i­ lutnlnará caminhos. Maior exen,plo nãt1 hé. de um oal. o maior de Todos. o Pai lfa Humanidade, o Messias que encarnou em si toda 11 grandeza e sintetizou toda l 'Jirtude, o Cristo, o Meigo Rabi, que deixou aos seus filhos E permanece até boie a herança da eternidade. o caminho do Tro.n.o, onde habita a luz imortal e onde todos convergirão um dia parn o ••u ma.for encontro, o encontro com a Pt6pria consclencia. 0· do -O e a 8 bl· to 1- 1a O- e pre­ po seD 31ma u" 1). Jes l, do (l ci@ Ru- 1 0 ,0 o om a- erra dua° cen tl em 00 O Departamento Promoelonnl do o Tribuna da Fronteira, oomo o faz todos os anos, após a­ purada pesquiso pública, esoolhl'u as pnsonall­ dades que mais se destacaram, no corrente ano­ nos diverso ramos de n!tidades. So pessoas ou firmas que trobalhurnrJ visando o progresso, o bem estar e a harmo't du com unida do bela­ vlstense. São pessoas e empresas, que procuram aprimorar, desenvolver e expandir os seus em­ preendimentos. Enviamos a cada um, um singelo Diploma de Honra ao Mórlto, como agradecimen­ to ao esforço o dedicação peido oausns belavls• tenses. Estes foram os escolhidos: 1 -Pecuária • Tiblrlçá Loureiro de Almeida 2- Banco - Antonio Santana de Souza (Brudesco) 3- Clube - Gremio Pedro Rufino 4 - Militar - Cel. Orlando M(jntzlngen (Comandante do 102 RC) 5. Advogado - Dr. Pedro José Palmlerl 6 - Hospital • Nestor A. Almada (Admlnfstraçllo) 7 - Agricultura - União Agrícola Ltdn. 8 - Polillca - Ely de Araújo Barbosa 9 - Politica - vereador Afonso Dillon N. Leite 10- Posto de Serviços • Elias Barboea (Posto lpl, ranga) 11 • Médico • Dr. Fiori Murano 12- Clube de Serviços • Garibaldl da Rosa Neto (Rotary Clube/ As pessoas acima, através do setor oopeci­ fico serviram, aprimoraram, desenvolveram e harmonizaram a s r e l a ç ô e s humanas são merecedoras d e todo o respeito do povo bela vistense. A todos, os sinceros agrade­ cimentos da equipe Tribuna da Fronteira. Que a mensagem do Cristo encarnado soja prenúncio de uma nova era de paz e harmonl!l.. Que os ol­ nos dobrem como homenagem aos homeno quo "vieram para i;e,rvlr". FELIZ NATAL. OAB -- MT- 1615 ADVOGADO Rua Aot<>nio João 842 CIG 262-386-788/86 Bela ,•1sta MS. CE> E EG g 9 s ra Ê Natal. E tempo de construir nae nossa~ m mentes o Ano Novo e o futuro de espírito aberto. Com boa vontade. Construamo-los agora segundo o melhor Projetô, debnlxa m dos mais altos infl1Lxos, com n ajuda de 23 Deus. Eles serão grandes e sólidos. São os votos de E Lembre-se quando for a CAMPO GRANDB, não se esqueça IIOTEL COLOMI1O a melhor opçllo 1 Reservas Cai:m Postal 60 - . Hua Dom Aquino, 1492 1 Campo Grande HOTEL COLOMBO E Mato Grosso do Sul COMUNICADO MUDANÇA A partir de Juoelro. u Gráfica o Edi­ tora Apa. empresa que edita os joruals '·Trlhunn da Prontelrn, Correio Jurdloen­ so, Tribuna Murllnhense e Jornal do Bo­ nito", estará funcionando om prédio no­ vo, eito à rua Bnrlío do Melgaço oa­ qulnn eom a Duque de Caxlas (perto do Ginásio Castelo Branco) ae novn11 Insta­ lações permitirão maior dlnumlzução o aglllzaç!io dos serviços du empresa. No próximo ano, daremos oontlnnldado a nossa fllo da Lel mosuic. Constltulum, ~t!Blm, slmbolo do Cordeiro de Deus, vitima dos nossos pecados, que Sua Mlle Santisslma ocnbava de depor nas pulhas de um presépio. E, mais tar­ de, o Cordeiro divino seria cravado num madeiro. E d'!le o Profeta predissera que em presença dn Cruz. seria mu:lo eomo o cordeiro diante do ferro, que o despo­ ja da pele coberta de lil. As autorldndt>s da região não seriam incomodadas naquela noite. O rei Hero­ des, sensual e crua!, para quem o poder e o prazer constltulnm a flnnlidade da vldn: o presidente do Sinédrio do Tem­ plo em Jerusnlem, ambleloso e avarento cuja consciência estava a serviço de uma bolsa empre mais recheada de moedas; os fariseus e doutores da Lei, orgulhosos e vazios di, ciêncios, que mais tarde Reriam acusados quão apre- s prladamente de "túmulos calados: brancos por fora, chelos de podridão por dentro'. Desta forma, essas autoridades não co­ nhocoriam a luz que nascera na gruta fria de Belem. Mas, para evitar qualquer conota­ çlo de "luta de classe" no Natal, já quP pastores humlldes foram convidados, do Oriente vlernm os Reis Magos, que, ricos o 11úblos, ofereceram ao Menino Jesuo não simples ovelhas, mas dádivas precloflas: o.o Rei, o Ouro; ao Deus hu­ manado, o lncenirn e ao Homem Deus, a mlrrn. Tribuna da Fronteira - 8EMANÁRIO - (20/2172) F U D A Ç Á O Ivoldo Pereira Administração Redação e Imprewsio Tua Duque do Caxias s/n Bela Vista MS. Cx. P. 20; EXPI<.DlENTE Diretorn Maria Estela V Pereira Editor Ialdo Pereira Chefe Depnrtnmento Comcrcinl: Alvoro 1'ereirn Gerente Ilélio Gutde• Corrên Registro Títulos e Documento« 1066 CGC-ME 03.201266/0001.90 Insc. Est. 130592343 de Máquina de Arrtz Futurista SIZENANDO MARTINS Demais AS SI ATUflAS Bel Vista CrS 250,00 Municipios ·······-- CrS 300,00 Observação Os artigos publicados com assinaturas dos oatores não trnduzero ne. cessáriamente a opinifio e pensnmento do Jornnl. Sua publicação obedece aos propó­ sitos dos debntcs dos problemns municipais e de refletir •• diveun• tendêncins do pensamento universal. Mato A 25 de dezembro do nno 1 de nossn era, teríamos vontade de respon­ der ... Mas, por [alta de dados históricos, a cronologia do Natal não pôde ser de­ terminada com exatidão. E para compreendermos essa dl­ Uculdade, basta levar em consideração o contínuo estado de perseguição a que a Igreja esteve sujeita desde sua funda­ ção, primeiramente por parte da Sinugo­ ga e, em seguida pelos Imperadores Ro­ manos. A perseguição só findou após o Edito de ~mão, assino.do no ano de 303 por Con11tantlno, o primeiro Imperador Romano que se tornou i;rlsti!.o. Por ou­ tro lado, a Terra Santa [oi • devastada por revoltas e saques, enquanto se su- c d iam regimes de !erro impostos por tlranetes que assolaram continuamente aquela região, desde os primeiros tem­ pos do Cristianismo, Tais fatores, tão adversos, contri­ l.Juímm para a perda de documentos históricos fidedignos que certamente e­ xistiram, e através cios quais teria sido possível determinar, com exatidão cien­ tifica, a data do nascimento do Salvador 1111 gruta de Belém. Certeza possuímos apenas de al­ gumas autoridades civis: César Augusto, Imperador em Roma, e Herodes Anti­ pas Tetrarca da Galiléia. O ano do nascimento do Redentor deve ter sido em 749 da era de Roma. r,. ------------------------i~cte~ 1 Como dentes de uma eogrenagem, entro!amo-nos maravilhosamente bem neste Ano. Vamos repetir a dose no Aoo Novo? Feliz Natal e multa prosperidade. Jo!io Quando Nasceu Nosso Senhor? Fausto Pinheiro de JOÃO FREIRE 1 Antonio % 3 soo t~------------------------ E quanto ao dia? Nos tres primeiros séculos da vi­ da da Igreja, houve diversidade na co­ memoração do Natal. Em d.locoses es­ paras do Oriente Médic, o Natal che­ gou a ser c2lebrado a 20 de abril ou 20 de maio. Em regiões das atuais Tur­ quia e Grécia. era comemorado a 6 de Janeiro. E na Europa Ocidental. a 25 de dezembro, exatamente como em Roma. Sômt>nte depois de obtida a llher­ dade de culto, em 303, foi possível a uniform!zação do cslendãrio litúrgico natalino. Em 350 estabeleceu-se por to­ da a parte s. data de 25 de dezembro, que vigora até hoje. Mato Grouo Sul Rrero deste exemplar CR$ 4,00 Leia e AssiH Triuma ta Fronteira . )1 IDJ ZENDEIRO PRODUTOS: lnsc. Estadual 13063157/4 - CGCMF 03334612000109 End.Tel.1:1 «FAZENDEIROS» Veterinários' 222313, 922yzg ggpgggya jifs@ $j±Nas snva E7 ': Cred MA Port 25/72GEPà CRMf.° ó5is "E?Ê?E!}S _ ygemes, $ iii@erg,_.sore jsú õií4ice, Anui@ucos. 4sttarast@," " > "3,ç,",3,çi,["do!, LAVO, Eaare) Herbicidas; Treta, Bsgran e Sacor Tordon 101 e seeatx) SEMENTES: (Arroz, SoJa, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO: arte da sua vida a uma cruzaria cívica , Demorável, de esclarecimento ao público, ~obretudo a juventude, sobre u necessi­ dade do Serviço Militar. A necesslúdo dos vã­ rios pratos. V'alia a pena comer e beber à farta .. pois nilo era 11qt1t1!a a noltedeNa­ tal? Os olhares começ11ram a ffcar a­ vermelhados, os lábios moles mantiahem um sorriso que. de tilo costumeiro, man­ tlaba-se j~ sem esforço. Alguns brinquedos mecânicos mo­ viam.se pelo tapete, atrapalhando os passos um tanto vacilantes, de adultos desprevenldoe ... Alguém levantou-se e foi à janela aberta. A oolte de fato estava abafada. Mas as estrelas piscavam no negrume profundo do céu. A pessoa aspirou fun­ do e exalou um desabafo que mais do que do peito, vlnba do fundo da alma. Olhou os demais aparlamentos em torno. Notou que havia grande semelhança na comemoração. E sentiu-se penetrado por uma sensação de Indefinível mal estar. Talvez fosse na cabeça, na garganta ou mesmo no peito; algo lhe pesava dentro de si. Pensou em tomar um analgésico, mas sentiu q 11e não resolveria. Era co­ mo um espinho cravado dentro da cons­ ciência. Percebeu, num relacce, que ha­ via ~e transformado num ateu prático. E mesmo que coloeasse um presépio na sala, não adiantaria, pois o Salvador não havia nascido em sua alma. O acorde da célebre canção nata­ lina "Noite Feliz" entrou-lhe ouvidos Maio Grosso do Sul Escrilório: Avenida inasil, 196 Rota Pará II$ a dentro. Mas não era para ele. Aquele ________________ era um ''Trista Natal". D Késio J ,oureirc, Pinheiro r. ADVOG/tDO - Ruu 15 de Bela Vistn Rua 26 de Agosto, Novembro S/N Mato Grosso do Sul 384 - Sala 24 Fone 4-0650 Campo Grande MS Cícero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua llntonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul Milton Loureiro filho Ary C de Ol!vetrn, i62 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Modesto Luiz Rojas Soto Residência: Ponta Poril. Advogado Escritório: Av: Brasil, 2770 A v _ Brasil 2355 - Fone 383 Mato Grosso do Sul Dr. M. dos Santos Advogado L Paulo da S. Medeiros O apartamento regorgltava %% Em certo canto ,1 adultos e crln€,, d alumim1o, com Mia bnvla um P nhero tam tampadas coloridas, dessas que_,"P"", ritmo mecuo co. e acendem num 1 vlsto- cb11o, alguns embrulhos em pape INMIPS Firma ar@rio cn a COOPE-RGAIA V«ando no tend/meto da 60 famílias ga4eh radicada no Projeto de ColonizaçAo Terra Nov, e Chapada dos Guimare, m rodovia Culha Snntuil:n. vários convênios for fra. do entre o INAMPS o Coopcrntlva Agro Peculrla MI«ta Caprano COOPER­ CANA: kslat&nela ambulato. ria! odouto!óglcn, do11çllo de gabinete odontológicos e uma Untdde móvel de ade, constituída de um ônlbu«, equipado com ■ala de cirur. ia de emerénela, um l!lborntórlo de 11nálf&c9 cHnl­ cas e um gabinete odonto. lógico. As 8 agrovllas d Pro]». to Terra Nova, reoebcrlo em toda a área. a vialtn do 0n[bus, diariamente; a fim de se beneflclur com n prcunçllo de 868tstênclu médica e dentar. O contingente 1 populacional de $00 pessoa,. Agropecuária: Censo 1 Experimental Campo mais afamadas marcas. Ipyttmn LI?E R tem o melhor preca de Exportacão para o Cliente higenle. lnnmm Cliper. Rua Marechal floriano 604, fone 431-1131 Exportadora Cliper: Rua Marechal floriano m, fane 431-IJID PONTA PORA MATO GROSSO DO SUL 1- mm--------··------ { Nesta tlalo, quando todos se irma­ nam na r:nrrHJmnr.:içf.ío da frnllvlda­ dos natalinas, o profcllo munlci!ml do Caracol, ANDRÉ TADEU OCAM­ POS, parnben:zu o povo urnl1Jo 1!11 fronteira 11u~uri1IJ1!0 u. todos ·votos de um Fcllr. Natal o um Ano No7o repleto de fellcld11dc11. André Tildeu Ocampos Profolto Muulclpal de Caracol 9 mm _ Mais uma vez, chie;zamos ao oú­ ris do Natal e a íronlelra do • .no ovo. Mais uma vez, olhamos para trás e olhamos para frente. A cou­ ju rnr11 é propicl11, pelo pensumento e JJ'::'lo ,,entimenlo. O futuro a Deus JH!!tc'1ce, o u nós. Tuuo de 1.Jom vul nascer gora. Com os nossos melho­ res votos de feliz Natal e próspero Ano Novo. Ildefonso Soares da Silva Prllfello Municipal de Potto Murtlnho MS. deseja aos seU3 amigos e clientes votos de Feliz Natal e próspero Ano Novo. Que os sonhos se tornem rêalldade, o a realid~de fruto do um trabalho !noessante. Comunica que brevemente Inaugurará sua CHUR­ RASCARIA. É malR um Investimento e fator de prograsso nu comuuid11de belavistense. ~ % 9 % % % --------------------*~***~**m õfOIISO OllOII l!Ull[S lrnE Cumprimenta cordialmente o~ si:u;, prezados amigos o clientes. desejando lhes um ÜS bom Nntul e um no Novo repleto de qrosperidade ra ra f- • l "º mom,·nlo ,m quo da '''°" 1 r .. , do tempo cal uma folha amarelecida 1 e outra vlrldente começa a n,.11Kcer, 1 qual esperança ou sonho que a vida lldn Vi,tn Mato Grosso Sul lncessantementE renova, desejamos 1 . aos noss,:,s amigos e colaboradores um Natal de paz e -negócios ainda melhores para o Ano Novo. •I ' l Diretório da ARENA - P. Murtinho '0.... ~ i./ ~ '------ ----------"-~~ Ao términ0 de 1978, e no limiar de 1979 a todos que nos deram apoio colabo­ ração e prestígio, destijamos bou·s Festas e Feliz Ano Novo. 1 ...__ ,, • Enganjados ua Juta cotidiana, nem sempre estivemos próximos da per­ feição e da .bondt1tle no ano que passou. Mas hoje é Natal, e uwa imensa felicidade interior se afirma em nós sobre Of' outros sentimentos. O sorriso que não demos, a palavra calamo::,. "o carinho que omitimos, tudo é pas;;a.do agora. É hora de abrir os nossos corações. Feliz Natal Feliz Ano Novo! f· .:,. /./ p9 4 , ....!...,_._ , _ _ ~_-_· - - - - - --- - - - - · Vereador de Antonio Jolio % f Bela V,sta é< 93 Getúlio } Lino Mato Grosso do Sul i : .. o83 te43±: ' . • ['pé[1pq (]1 [f()f{'l'. + u«e . -- ---··· ---· .. .,. ,_,.. ....,... .,, ···-t"'>-1 {) - 1 25 de Dezembro... Natal - os mais sofisticados meios de Comunicação em todo mundo, dentre eles, a Telefonia, unom-so para levar aos mais distantes pontos do planeta; mensagens de: amor, e fraternidade entre os homens de boa fé. Associando-se às ho- menagens ao Menino Deus TEL.E.MAO TELECIGNUR!iCKS,AIS D)E iiiiG GGG30 S.. A TELEMAT estará mais do que nunca, neste Natal aproximando os corações, e que as Bençãos do criador caiam sobre todos os Lares de Bonito m _ m~ :m 1 _ _ - __ - - .. · .. ·--·-·--·__m Operando em campos diferentes, seguimos ca­ minhos paralelos uo ano que correu. Com vistas ao desenvolvi. manto de nossos res­ pectivos setores de ati­ vidade, demos o melhor de nós mesmos na con­ cretização de tão im­ portante objetivo. "fosta hora de congraçamen­ to, nada nos aproxima mais do que a consci­ ência do dever cumpri­ do. Boas Festas e Feliz Ano Novo. H uma Intensa troca de cartões. É 0 desejo do significar algo a alguém. Não importa que a manelra poxsa purecor ll[{Clra. O que importa é quo a palavras carreguem força dos nossos xenti­ mentos o que Im- porta é que se dê e fale alguma coisa, pa!'U que o Nato! continue a ser Nntol ffl Dr. Ely de liraujo Barbosa E)#K83 « João leite Schimidt Deputado Federal No balanço do ano que ora se finda. um saldo ativo de reaU. zações. Na previsão do ano que 1 se vai Iniciar, a dlapo11fção firme e os meios para realizações ai- da malorea, de permalo, um Natal tranquilo e feliz, 1iio 011 votos de ' ( -'----1..'.... Deputado Ubaldo .. Fecham-se as cortinas de mais uma temporada, na espera do Ano Moo. Há um desejo de felicidade No Adeus uo Ano velho, uma carga de saudades. E, como se não bastasse a alegria por nossos esforços premlndoe, a felicidade de havermos convivido com túo excelentes companheiros, Um NA­ TAL de Paz e um ANO NOVO de exltos. Dr. Rodei Espindola Trindade Deputado Estadual Barem No momento em que o pensamento se eleva, como um pássaro que desfere o vôo, à procura de para­ gens mais altas, queremos expressar a todos aqueles que se lrmanurani conoElr1',mo como elemento copoz de proporotonar oportunidades ele servir. 2. O reoonber.lmento elo mérito de tcda ocupação útil e n difusão ds normas da etfca profü;slonal. S. A melho­ ria da comunidade pela conduta exem­ plar de cada um nu sua vida pública e privada. 4 A aproxlmaç!lo dos profissio­ nais de todo o muodo, visando a conso­ lldaçll.o dos boas relaçõt>R. dn coopera­ ço e da paz entre ns nar;-ões. O que é que Rotary tem sido na realidade? Começa t1 'carta que me foi entregufl falando de uma lmpressllo geral de qun Rotary está morrendo ou, pelo menos deavigorando-f'e. Nilo coo• cordo com ' esta oplnlilo generalizada. Rotnry continua atuando em 150 países e regiões gengrá fico Q com cercn dl" 800.000 rotarlnnoR rllfltrlbuídos í'ID cerca de 17.000 Rotnry Clubs com um cresci- . manto em anos recentes de uma médin 'c1e mais de um novo clube a cada dia. Concordo que, em alguns ciubes, 0 } nmbiente não 6 tão animado como muitos gostariam e a contribuição espiritual e n colaboração efetiva deixam a desejar. Falo em tese e não especlflcamente do nosflO clube. para evitar· quo lquer mal entendido. Existem J clube~ onde Rotnry se limita 8 uma reunião semanal de horoeos de boa vontade. sufocados pelos seus afazere s , bem.intéctonados, mas sem _çOr0"""; no momento decisivo de, sacrificar ti 'd de pari1 a causa pouco a sua a vi a . 1 a- de Rotary por nedo: muitas ?&;k, gínam que este tempo possa pr l ais Sucumbimos os eu interesses peso' ,1 ausência "º pecado do comodismo pe ª . 0 de palxllo pelos ideais de Rotnry, • cuJa .· te demos representar organização pro en esta reDresen· nossa vida. mas Iimi"?], r oi fim a tação ao escudo n /ape a. Ir com as nossa omts«são de CuPNF''4ater uma condices mínimas, ou "",,,, aia com as bo freqüência e e s a,,iras, com o nossas iytgcóe8,,,{"",,' irtic4o nosso olube, sem 1%;"?';noncis e nossa Dsoal da nossa ",', capacidade de expertAnci., enfim %,,m elaborado trabalho ajudando O pr do olubA. pelo Conselho Diretor deveria renlme!lte O que Rotar},,mente os rotaria­ ser? Rotary e autora"";áino da Prova nos bastavam ser ums ações em todos Quádrupla em todas a ' , l EL Palavra Leitor do 'l'rlh11na. da Fronteira Bel'l Vista MS Gostarin multo que esse arrojado órgão de lmprenPn, na qualidade de lepillmo port•l voz do povo du Fronteir, levas­ se no conhecimento das a•1torldades responsávelti, que o nosso povo, vem sendo muito mal serviço pela "Empresa de Trans­ porte Cruzeiro do Snl". Vemos na linha Be­ la Vista Campo Grande, veículos em más condi­ ções de higiene, confor­ to e até mesmo de segu­ rança. Pois, o Noturno, é atualmecte um entro velho, sem toillete e sem cabine Isolada para mo­ torlstu. As malas coloca­ das no porta malas, che­ gam molhadnR, dnnHl­ cundo roupas e outros objetos. ra rodoviária de Jardim, há um sanitário fechado a chave, e quando solicitado por passageiros é recusado. Estamos vendo pela TV e Rádio, 11ma Cam­ panha de nível Nacional pela moralização do Trll.uslto. vamos part1c1- par, fiscalizando, suge­ rindo, etc ... Sugiro a esse órgúo que, assista as chegadas e partidas dos onibus, especialmente o noturno, e faça . suas próprias observações, convidando amigos ou outras pessoas, para também, verificaram. A únian finalidade da presente, é ajudar quem não pode pedir ou reclamar pela sua hu­ milde condição i!Oclal e que são os usuários da referida empresa. Juracy Mello Rua 15 de Nov 586 Bela Vista MS de Sérgio leripe Martins com ar condicionado. •piarto com fomilíar rdeiçõci- farta<, SEU HOTEL ftND Apartam eu to ventilador. ambiente LU Rua Teodoro Rondon 586 - Aquidauana MS ar E±±iEl E0GR #ii "j ~ Segundo u mais bela tradição ontre os llomens o imp1fo 1lndo às td m UOSBllB palavras a sinceridade própria dos grandes momentos e dos elevados sentimentos. Vas. Sas. Desejamos Bons Festas e Feliz Ano Novo. de ODEVAR BARBOSA (Ao lodo do Clube Dclavi,tco,c) BELA VISTA ~~------------------cr~ 1 Um sentimento especial vai chegando de mansinho aos nossos corações. Nele há a Paz doe altos ln­ fluxos a alegria fruternal dos bons momentos a con­ oiêocla de turlo de bom que o Ano noa re3ervou. Mna há, sobretrudo um profundú reconhecimento para c o m os q u e nos deram a mão forte na coll6e­ cuçilo dos nossos objetivos propostos. São para eles os nossos melhores Votos de um NATAL Feliz e venturoso ANO NOVO. 1 8 9 n. .g5 ~~,-] _ Senador na, ltalivio Coelho Dr. Orozimbo Silva Neto M:ÊDICO Clínica especiallz11da em doen9as reumáticas, doenças da oelu­ flsloterapia, recuperação e clínica médica Ex-P.-esldente da Escola de Medicina Ex-professar assistente da Assisêêncla M~dica de São Paulo Rua 7 de Setembro, 409 Fone: 431-2194 - Ponta Porã-MS • 1 I Ambiente Seleto de João Freire de Úliveira Refeiçãi:I Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e alnta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Antonio João Mato Grosso do Sul THbun «n Fronte!ra (Cortesia de Armar.cns Gerais União • ClBRAZEM N.o 910.023/0001 Agrícol~ Ltda. - $ecagem e Armazenamento - Registro • Avenida Teodoro Sativa s/n - Bola Vista-MS) , e T O Entaclo de Mnto Gror.so que 6 o maior produtor do arroz de sequeiro do Brnsll, tem 50%/ de un área conslderadn como pgricolamen­ te viável o quase suu totoldado é constituldn do cerrados. O desnfio está nn molhor!a elos nosA110 produtlvl à expressividade em termos de ó.rena cultivadas nos Cerrados, A. produtividade do arroz de sequeiro é baixo. o deve-se u fatores como: variações climó.tlcas; o cfráter "desbravador" com que é encarado, o quo ocasiona p<1uco casC à lavouro pelo lavra­ dor; e o constantes deslocamentos da lavoura de ano para outro, sempre o arroz cedendo lugar o. outra espécie, e psnn1do-o para terras ainda lnexplorndrls, normalmente de mais baixa tertlUdade, pois em geral. ns propriedades i;ão expleradns comeoando-se das melhores glebas. 'Visando estimular o agricultor a consi­ derar o arroz como fonte de renda e n!í.o 116 como "desbravador" e ajustar os sistemas de produção, o CPAC programou um plano de pesquisas nas , safras 75176 e 7f/77, o que é apresentado aqui. Abertura e preparo do solo para uma agricultu­ ra lntenelvn. ABERTURA E PREPARO DO SOLO PAPA UMA AGRICULTURA I 'TESIVA 'Nos cerrados, penas os Lato8solos Roxo, Vermelho Escuro e Vermelho Amarelo de textura argilosa o média suporiam uma agricultura Intensiva. "Deve-se preocupar com o procedimento das aberturas de novas lavouras de maneira a melhorar os ·recursos naturais iá oxislentes. Anu­ almente, deve.se abrir novas áreas de tamanho -ompativel com as dimensões da proprlt-dade e 2apacidade técnica, Hnunceira e admlni!•trativa lo empresário. Esss. aberturn. deve ser esealonn­ o ter seu começo oom maior antecedência '-ssiv el. o quo vni pcs11ibllitnr o reequillbrio do r.ossistema mlcroblológir.o do solo, reações com- i , ,}latas dos corretivos e efetiva decomposlção da / , l?térla orgilnlca Incorporada. "PRsquisas em andamento no CPAC oo!1sl- deram dois sistemas do manejo do solo: 1) Pouco desenvolvide ó o i-istema tradicio­ nal no qual se realiza apenas uma gradagem "Roni", não sendo um sistema recomendável. 2) Desenvolvido é o Indicado para OR Jatos­ solos e emprega alto n[vel tecnológico. O prepa­ ~ do. solo adquaJo, a "recuperação'' de fertili­ dade e a sequência adequada da cultura compoem o sistema. As operações s!io as seguintes: a) Desmatamento No caso de cerradcs pe­ ados usa-se dois tratores acoplados ao corren­ tão. Nos campos o enlelramanto pode ser simul­ tneo ao desmate, com trator de lilmina. b) Limpeza o ideal 11erln. desprovir a àrea de }eiras e construir terraços prevenindo a erosão no primeiro ano. Nessa impossibilidade, fazer o enlolrarnento em nível. removendo ao mínimo a rim eira camada do solo. P e) Correoao do Solo Deve-se aplicar a me­ pde da dosagem recomendada antes da primei­ a aração, e a outra metade distribuir após a prlmolrn gradagt>m. d) Araço Deve ser profunda. VIsa Incopo- rar 011 malorlas de correçao do eolo a uroa maior pro[undldurle, o quo condiciona mnlhor • desenvolvimento radicular. "No obstante o caráter preliminar, pelo pouco tempo de oxperlmentuçüo recom!'nda,se para n regl!1o de Cerrados, consldi:irando-se fn• dices pluviométricos normais, as varleclodes pro­ coce11 IAC 2i'i o Patrllo Precoce e os de ciclo médio IAC 47 e IAC 6544. om solos LVA e LVE. e) Gradagena em número clu duns ou trêR. A primeiro par destorrur ns leivas detxadas pela araoúo facilito. a catação de raízes e Incorporar restos 'vegetais o n última do efeito nlvPlador, nlóm de ellmlnnr lnvasoros para o plantio. f) Catação •:!e Rnlzes Ê uma operação das mais oaerosl!ll devld11 à grande quantidade de raizes que os cerrndoR expõem. Devem ser fel­ tas tantas vezes quanto si, fizer necessário. vi­ sando fncllltnr o plantio e colheita mecanizada. O rastelo tracionado por trator facilita a opera­ çllo, mas devo-se tomar o cuidado para não ha­ ver romoç!Io de terra. "Resultados alcançados por pesquisas, no CPAC, na sarrn 76/77, mostraram que o empre­ go do sistema desenvolvido de manejo do solo em lavoura de arroz de Eequelro, varledadu IAC 25, onde so empregou uma :,.ração prof1mda, duns ~radngens e cntaç!ío de rnfzes, houve uma produção bem superior em relação ao sistema pouco desenvolvido, onde e usa apenas uma grndngem "Romi". CALAGEM E ADORAÇÃO DE "RECUPERAÇÃO" PARA SOLOS E CERRADOS O elevado teor de aluminio trocável cons­ titui o grande problema dos solos de cerrado. Uma vez que a saturnçiio de nluminlô acima de 20%/, reverte em decrécimo de rendimento na maioria dos culturas e que o nível desejável de Ca Mg no solo está em terno 2,0 mg' torna-se, entiio. nece!'stlria a adoaçiio de práticas que controlem e8sns condições adversas. A anllca­ cão correta de calcário eleva o pH, neutraliza o niummio tóxico. além de fornecer cálcio e magnésio como nutrientes. O uso de variedades IAC.2 e IAC.47 é recomendável nesses tipos de solos, haja visto possulrem certa tolerância ac aluminlo tóxico (relatório técmlco, CPAC. 1976). "A amostragem do solo para análise que visa recomendncão de calagem. deve ser feita retirando norcões do solo superficial e sub- su­ perficlt1l. Isto se pesa no fato d que se o per­ centual de saturação de alumínio for alta tam­ bém na camada mais profunda, o calcó.rio será mais eficiente se incorporado até essa profundi­ dade, mormente para as culturas sensíveis a esse elemento. Outro grande problema que os solos de cerrados apresentam é a sua elevada capacida­ de defixação de fósforo e, cuja recuperação a­ través _d~ adubac_ão fosf11tadó. é um Investimento, sem dúvidas, muito vantajoso, porque o agricul­ tor poderá utilizar permanente e rentavelmente esse. solo, que Já terà fósforo disponível até próximo do nível critico, 9 a 10 ppm. Depois desta _recuperacao" bàsta a adubação de ~a­ nutençao, em solos, no plantio. "Estudo do CPAC recomendam 240 Kg/ ha do P 205 para lntossolo vermelho escuo argiloso e 270 Kg/ha de P 205 no sulco d6 pluntio anunlmente, o que é bastante ps.ra man­ ter a cultura é promover a recuperaoão paula­ tina do solo. O uso de fosfatos naturais (Termo­ fosfatos) à lanço, associados à fontes no sulco de plantto, é outra soluçúo a média pr'lzo. VARIBDADES "Resultados de dois anos de pes uisas pelo CPAC, _salientaram as variedades r IAC-25 e Pratão Precoce como ºº m<>lbo t t , - - res anto em comportamento como em produção. Em Minas Gerais, em que pesem as consequências sofridas por causa dos veraicos, as variedades precoces se sobressairam destacando-se os o 1 iivares IAC-25, Prato Precoce e Baíátí', Mato Grosso, município de Maracajü, e<,"" mostraram o 14c25 e 'fac-55ií como s $?? res._Os mesmo ensaios conduzidos na regia', Goiânia, _Go!õ.s, refletiram destaques também ~ ra a variedades de ciclo curto: IrC-25 e os p3e CERRIDO J ÃC-5100 li-C-5032, IAC-47, ciclo módlos: " • • T rC-5544-. ESPAÇAMENTO "Com basel! om cxparlro11ntos do CPAC e lAC, J)aro. u.P varledadcB do arroz de soq11elro reoomon­ uadns para os Cerrados, nconuelbu-se o espaça• monto do 50 cm entre filas, com dcaaldadl' do r-o eemontoi1 úteis por metro linear, uMndo-so do 35-40 J(g de semontcs por ha. ÉPOCA DE SEMEADURA "Sabendo-se que o período do nrroz é n3 Início da época chuvoso. e que enrrMponde ó. faixa de outubro a dezembro, o lado do fato das Irregularidades pluvlomMrlcae, reoomenda-,o 0 plantio em pelo menos três épocas dApondeL• do, evldente, do tamanho da lavoura. Df vem outras vantagens como: assegura bom rendimen­ to da cultura, estabiliza a produção, o uso ra­ cional das má.quinas de plantio, cultivo, colheita e secagem. TRATAMENTO DE SEMENTES "Recomenda-so uma dosagem de 300 de Rhodluram (TTD 70%) e 400g de AldrJo (40%) por 100 kg de sementes. Este tratamento tem mostrado eficiência no controlo as pragas do solo e doenças Iniciais. ADUBAÇÃO Para os solo-, jã torrlgldos, a acidez e o baixo nível de fósforo, a adubação d~ ma­ nutençiío deve obedecer a dosagem de 10 40 30 Kg de N, P 205 e k 20, respectivamente, por ba, na qual devem ser associados de 3 11. 6 Kg do Zn. Nos 8'lOB de lntenRas chuvas, quando, provavelmente, poderá ocorrer deficiên­ clas de N, recomenda.se um adubsção nitrogena­ da, em cobertura. na proporção de 20 kg N/he, 40 dias após a r;emeadura. PRAG.S E DOENÇAS "Durante os dois anos de experimentação, levantamento das pragas e doenças que podem trazer danos à lavouras e arroz de aequelro. mostraram a lagarta Elasmopalpus lignossellus (Zeller, 1919) provocando grandes danos, sem tratamento qufmlco, que revele eficiência, ocor­ rendo mais pronuncladamente nos veranlcos. Lagartas das partes aérea foram facil­ mente combatidas com clorados (Folidol 60 m, sendo que a Dlatrea saccharalls (Fabr. 1974) de­ termina o acamamento das plantas, sob ação dos ventos. "As doenças mais frequentes foram Bruzo­ ne e Cercosporlose, sendo a primeira mais da­ nosa, mas eu combate é eficiente, Kasumln, na dose de 80 - 100 ml/100 L de água. No que se refore a nem a tóldes eonstatou­ se, em análise nas raízes de diversos eultiTares, a presenca das espéoies Prs.ty!encbus Bra ebyu­ Tu8. Meloidogyne spp. Trlchodorus s p, Ditylenchus sp, Tyle n c h u 8 sp e Aphelenchoides besseyi. Destas, a p e n a s a Primeira e ultima espécie. poderão trazer pro­ blemas _futuros à orizicultura brasileira. . Em área de primeira exploração solo ~ v ~. notou-se a presenças de Bruzone e ' Phyl­ d Shca sp, a qual trC!uxe problemas às varleda­ ,,2, Precoces 1AC-25. prato precoce e Batata1s, face à séria infestação da do3nea nas se- mentes. Y COLHEITAS SECAGEM E ARMAZENAMENTO 1s 4.l""7-se a colheita com umidade etre lheita 0 • secag~m é feita logo anós a co- t ' preferencialmente em seeador intermiten­ e, começando O p tura de 40 a ,cesso com uma tempera- 90º e send, OU+, nunca ultrapasando 80 a gis ia,, %" &g%,essas teieraturas attn- que de í2 a~}"!ade indicada ara o grão No caso de grã d temperatura final d os esUnados a sementes, passar 60!! e E t O secador não deve ultra.· limpos. Faz, ,"??r em armazéns previamente traimento ; ii,}o e/, Fostina e posterior do produto por ton 1 odn 8 21/o, utilizando-se 1 kg- e a a de sementes" Preço deste exemplar Cr$ 4,00 Bel 'Vista· MS - 'Tribuna d Frontelrn O P IHCIPE Todo o mundo católico e com ele todo os povo du terra se voltam hoje para mnnjedoura de Belém, parn udo­ rar cheio d~ fó o Menluo que oi repou- 11u, ou ullm,rur um rato cuja l:'Xplloaçilo em vilo procurn-se uas leis que regem os eoontecmenlos humanos. Na época em que vlvemc9, de rulnus mutel'lulH e oalófllrofefi momls 0 Natal surgo corno um ponto luminoso de esperança entre ns nções que correm tateando, em segurança, ema busca dó ums ordem que lhes assure um bem estar aindu núo eocontrudu. Mas, lnfollzme11te pura a maioria dos povoP, o Nntul nllo passa de um desses slmbolos que exaltm us ener­ glas momentaneamente, sem lhes Incutir vigor novo e duradouro! Querem u paz, a concórdia, u fe)I. cldadti, mtrn desejam que tudo leso lhes cala do céu, ou brote da terra sem a menor colabora~ão próprio. O Menino Deus há de necessurlnmentt3 dar·lhes todo o bem, nilo tanto pela relmplanta­ çllo de uma c:lvll!zação buseada nos prloclplos quP Ele velo truzer à terra como por um encantamento que uniria lnexpllcavelmente todos os cornções. Esse Menino que udornmos reve­ rentes, e que causa ndmlruçüo miste­ riosa nos que nllo o conhectim, senão de nome, é sim o "Príncipe da Paz" (Iealat1 9, 6) que touxe à terra, n~ ,mo­ vldude de Sua pessoa, todo o bem, to­ do o amor capuz de tornar felizes o mundo todo e mil mundos, caso existis­ sem. Mas esta paz e felicidade se coo- dlclonam a uma só coiso: os homens e 1 as noções devem se submeter 11 Sua Lei, a Seu Evangelho. Els a paz {que o Senhor Menino veto trazer à terra.. Paz em cuja lmplnn• bção devem colaborar todo, nações e lndlviduos, com sua doc!lldade à lei di- vina. Só ~ates, os homens de reul boa vontade gozarlio da paz que o Natal trouxe aos hoIDens na terra. Fora disso, toda admiração pelo 1enino Deus nüo pana de uma Impiedade mais ou menos consciente, malR ou meno& inconsciente, e para os ímpios nüo há pnz. Plínio C,, de Oliveira l Oxalá as desgraças que os nos acumulam sobre povos e nações os convertam para o Dl.'uH único o· verda­ deiro e a unidade da Fé torne perene rN11iir; li Ponta Porã · Mato Grossa : Ua ebastião }rispim lo ega s /N r one 161 _ . l lfHST · Escntonos de Vendas: Antonio João, Caracol, Aral M e Amambai, - MS oreira, Amambai I d e Mundo Novo Quatemi, Eldora o, -Um I .,. ..., 20/1278 e Política A voz do povo é a voz de Deus, me ·mo que Deus nüo fale pela bca de todos e eu como sou povo e pobre goto de so­ frer to na lista pedir que o prefelto renuncie para que usuit voltemos a so­ frer nem que seja um só pouquinho. Nos dê esse presente de Natal, Doutor. Ivan Nascimento r ' l) de Sergio L Zanardo Beneficiamento de Arroz - compra e venda de cereais • qualidade • eficiência • atendemos toda a região. Temos milho. Preço bastante compensador Rua Barêo do Ladário Caixa Postal 25 Casas do Artesão: Coordena­ ção Nos Dois Estados Educação No 6 do meu feltlo bajular mas ou obripado atender o reciumo do povo. Bem pedir pelo povo no 6 baju­ Ir é, Isto im, fazer luma cola pelu comunidade. Diz o dltnclo populnr·: Que a voz do povo é a voz do Deus, O Povo do Costa Bravu (munlcl­ plozlnho de Brcuto, estndzinho de Banguela-ú, na Africn) tá fulo com o prefeito. Sahom por quo? O homem no tomar POFJKe disse quo concertu.rín as rus, televlsflo, darin remédlo e e­ cola par o povo, usnrla ns Inquinas do munlclplo pnra fazor estrados uté ns fazendas, o, esppclolmcnto, 1m fazenrlns dos sous dvorrlo políticos, para, assim pacificar a oomunldnde o CJlovur o nomo de Costa Brn Vil. Sobem o que foz o prefeito? Cum­ priu toóae 11s promesousl E n ralvn do povo ó porque, uooRtumndos n !!0fror estilo, agora, ficando doento devido d nll.o teroma mais que so preocupar com buracos nas rune, Jaltn de luz, televlsfi.o tA Joia, ns escolas ;6 tom professor nota dez e assim todos estllo pa1Jsa11do direto nas faculdades sem fnzer vestibu­ lar, oe funcionário~ e professores estilo recebendo os eeue salários cm dia, u comércio não preclea bot11r titulo de ninguém no Cartório pró. cobrança. Tá um desespero. Coltndo do Prefeito de Costn Bra­ va jà t na hora de renunciar pois u povo já teve alegrias demnl!1 e, por Isto, o número de enfartes tem aumentado assustadoramente, e ele que foi eleito com mais de noventu e nove .virgula nova dos votos depoeilndoe nne urnas (e olha que não houve votos om brancos ou nulos e ninguém deixou de compnre­ cer as urnas) ate os velhlnhoH rlo abri­ go foram levar seu voto ao Prefeito e agora tndoR, atá os velhos, tiío bronqul• dos pois silo tão bem "tratados" que nio podem mais reclamar. Todos subem qu• 01 velhinhos precisam ter alguma colaa para ri,cJamar é por Isto que rllgo: A distribuiçlo de oito Casas do Arte8o em Mato Groo do Sul. sete; C.:asas no Estado de i'llato Grosso, e d ·:as Lojas de Artesllo, rcprcaentndus cm llrasllla e Silo Puulo. com vistos A melhor coordenaçun. foi II meto bO.slcn dcllnld11 no Encontro dna Delegnolas dns Casas do Artesho de Moto Grosso, encerrado ao dia 20 de novembro último. O Encontro foi presidido pela Primeira Damo, e Pre­ sidente da Fund8 ç!lo de Promoçlo social PROSOL, de Wilson e de PAULO EUGENI P. JACQUES Abate Duas Veze ao ')la - Ó t l m o Casa 'l' r u d I e l o n o I ANTONIO ,JOÃO A te n dlm e nt o ti e da r . eu r n e Fronteiro. MT do SUL fhilemo Grande sortimento de artigos esportivos, tais como: jgo de canis para futebol de campo, de salão e voley, chuteiras, jogos de melas. camisas uvulsas de times pura adultos e crian­ ças, quedes ratnna, equipe e topper, bola Drible pum campo, 'lS· lão e voley e também hundebo!. Aceita-se encomenda de cami­ sas e bordados e jogos de número. Rádios e toca discos, caixa de som e jogos de caixas acústicas para cai:ro. àfcl.terlal escolar. jogos de m a I a, muchilas 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para homens alem de celçdos. Tudo para crianças e as ultimas novidades da moda feminina. Aviaa:entos em geral. Procure-nos e faça uma visita sem compromisso. Rua Alcebiades 8. da (unha 319 - fmeld Vista M.S era. Dnrcy Miranda de Barros e contou com n parllclpaçllo de grnndo número de super­ visoras e coordenndorns das Cnsus de Artcalio, O objetivo da reunlão foi fntegrncno das representantes du Coso do Arteafio parn n comercfa­ lfzqçno tio a rtcsnonto nos Es­ tados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul RO próximo ODO• Rsllls ua cidades de Mato Grosso do Sul que terno Caso cte Artesllo; Dour11doe. Campo Grnnde, Corumbll, Bela Vista, Três Logone, Pura­ nniba, Aqulduuenn e Pontn Por/L A Coordennçil.o Gemi dessas Casas será de Anto­ nieta Nassnr. O Estudo de Mato Grosso terá Casa de Artcsiio em CulnbA, Rondonó­ polis, Barro do Garça9, Pvconé e Cllceres. que serilo coordenados pela Presidente da PROSOL. PROMOÇÃO HUMANA Um número de 30 moni- • toros, Integrantes do Vo)uotarlndo lnte::rndo de Mto Grosso, VIMAT, reuni­ das no perlodo de 30 de novembro a 2 de dezembro, no 6 andar do Pnláclo Alen­ cartro, desenvolveram tra­ vés de leituras e palestras, renexocs sobre percepç!lo do EU, o transmfseilo dt> lnlor maçlo sobre processo de Comunlcàçlio Socfnl. Estes consistiram nos objetivos básicos do Curso de Promo­ çúo Hu:nnna. (Arrnstfio), promovido pela PROSO!. e • realizado pela primeira vez nesta Capital· • As • monitoras uplloarfio os conbecimcntoe adquiridos durante o Curso, em trnbnlbo de assistência social, Cigarros ma,s 1.o caros de em janeiro O cigarro terA um aumento médio de 35 por con!o t1. partir do 12 de junelro, anunciou o ministro Mário Henrique Simonsen, da Fazenda, após a reunião do IP Conselho Iutermlnlslerlnl de Preços. Sin,oasen explicou que o aumento devorln ter entro do em vigor em Relembro pussado, mns devido às fortes pressões lofluclonrlrlafl, foi adiado para o próximo mês. Para se chegar a esse aumento médio de 3;')0/o, " governo reduziu em 1% a ullquota do IPI sobre o preço de venda e lixou a margem de lu­ cro varejista em 11%. OR.AÇÃO DO DINHEIRO SENHOR 1 0 concerto das fôrças que te ,,tl!Q FOHMATURAS A h,lavi11e111e llf•rin Alice Loureiro Pinheiro, fillrn Drnhon, e que lenha rncc1101 n~ profís, são que abraçou, 8% ITALlVIO Aparecido Gonzn~n Marquea, dia 15 pp. em Trea Coracóe, recebeu rnn divi .. de Sargen­ to prlo Curso dt Engenharia. Parahcn• pelo Succ110 nlcnnçado, cx1en1ivoa il espo•o Luiao e no Flovinho. D883 ACONTECEU dia l9 pp. As Io: horas a colnçi!o de grau na 1•,,c. Est. de lo. o 2o· gr. Co,telo Branco do, aluno, Concl11in1c, lz.ode. que é um ,::rupo formnrlo por espnu, de Rouriano, e tem"por finalidade auxiliar as pesos e In. lltm_çõe, de recur101 limilodo,. Go,to de m6m:a !enta e expre••iva, tnnto de nntore• paraguos, e estrangeiros, em especial os carncterhtlcoR de alguno pahe1 como Argen­ tina, Chile,. Bolivlo e Mbioo. Nu hora, va­ ga gosta de ler novelas de fnma lfter!rln como ••'?bem reTl1ta1 e livro, Informativos e ln11r1111vo1 t.Rnlo de époc.11 pn 18nda, como oootc~poranca. Só tem nmn ambiçlio: ''Ln e­ ducao16n lntel?ral de mi, hljas rde manera a que pucdan deocnvo!Ter.,e cn )a Tida aea ci 1 uni fuero la comnnldad en que ,el dc,tino c1 tengti preparado". • Sra. Elcy Acioly Rosa Os cabelos já grisalhos, porem de uma beleztl e elegancla dl11cretae a Sra. Elcy Acioly Rosa'é gaúeha de Vacaria, residindo hã alguns anos em Bela Vista. E casada com Sebas­ tll!.o Milton Rosa. Tem uma filha: Maria Améli_a. Çu~to muito seus qua­ tro netinhos. Momca, Afoni,inho, Mll­ tinho e Renato. Adora ler e viajar Conhece varias Capitais e Cidades brosllelras. Gosta de croche trabalh ~om pllssê. Quando solicitada CtJJa~ ora com satisfação con a casa d Amizade ou qualquer promoção b neflelente. Tam_bém nuxllia sem :~ o Asilo do~ Velhos. Sua mensa ~m aos Belavuitenses: No deserto g do ~undo a úllica terra fértil é o oora­ ç O do homem. Um Natal llle:re • um 1979 de muito amor paz e Foll- cldade. ' li I! aliada á benemerencla. Nosso Jory , ngradece à todn11 o nlurnJn um Natl] do multa puz, o um Ano Novo r,. pleto do felleldades. Nextn msm cdlçllo elogemo11 oB Dt TAQUfüi do nno. t uma tormn do ronder urna sincera homenagem nos que trbn. Iham o sorvem vJsnndo uma cldnde mala humann, um oovn mnls culto uma ntmosforn de· progrosao o d bormonlo, 6ç 91 Srta. Gifca Lino A rta. GAle Lino 6 Delegada Reglonal d+ Educação e Cultura de J-leln VIRta. Um1 moça Impiítlcn o bastante comunlcatlv GIlen Acha eu trabalho como Delegada da Bnsino intf'reftPnnte, pois ntrovh d,,Jc en• contra rralfzaçlio r>roffulonal e enrlquul, mento peroal. Efetivamente ó o cargo que ocupa como Delegada de Ensino jí é de grande import0ncin, poh com,. membro integrante da oociednde pode e fu. na me• dldn do poufvel com qU1: een tubalbo em reloç4o ao EnRino. princlpolmen1e ••J• effcicn1e e aufm duempenhando bem o p•· vel que auumlu perante a Sociedade ou ,e. ja o povo belavi•len11', Quanto a porticlpa• cio religiow cha-se jovem, ciente dos se deYerts religioso,, é encon1rh11 e como rodo criBtllo, procura levar tombem con•i~o • mensagem de Cristo, a mensagem de bem vÍYcr. Nn e1porte prefue o voleibol e 1 naLi.çlo. Tambem aprecia todo qn• csl!ret relacionnda com a tureza. Acha lindo v por do ,oi, uma ro,a duabrochando, 11 plnntu que dão colorido à nnlnren e ale­ p-am o 11oe10 rotldiaao. M6siea depende do momento e do estndo do eapfrito. Gora de ler bon1 livro,, pois aeredíta que qut111 tem informaçllo tem poder. Do, autores ••· trangeiros aprecia Morri We»t e bnuiltiro f:rico Verl,simo, Acha no .. o poYo Ilo,ph•· leiro e tem multo calor humano, ali{,, o qae é t!pieo cm cidade, pcqnenu mas'16 valori· , ramos isso'no momento q·ae no! 1:ocontramc1 di,tante• daqui. Em •eu trabalho pretende dar continuidade a ■u• Filo,ofio: crvir ,cm fnzcr di,tinção, procurnndo u•mpre er ace sivel o Dirctorc1, professore• e alnos, Aos jovens" gostaria que vocu joven, dialo~u­ sem mais conosco, os adultos. Expusessem eu» problema, a nós Pais e Educadores para que pnssomo, oriantA-101 no caminho • eguir, na decisão correta a tomar, Fala•u muito e comunica-se pouco, no mundo cm que vivemo,. Aproximem-e sem medo ••••· mos pronto■a scrvi·lo,, o ir de encontro 1 voce»," Uma mensagcl'lJ ao11 mcJmo•: '•Ser jovem 6 1entir-se 6til e participante. E s ber aproveitar toda a potencialidade de corpo e do cérebro, com o objetiro de ero Inir, de criar, de construir um arnanb4. E • vontJLde de acciur mc1mo errando. ?A javeo tnde ,stá no de,cio de aprender e renorat, na negação comodismo' na luta conlra 0 tédio e o_pas.ividade. Ser jovem, i 1obre1ado, ,entir-se JOVcm, e não se deixar ,-cncer .... 8-ta Srta. Bernadete Nabhan Wilson e Ramona Nabhan 11io os pais da bonita morena Bernadele, cursa a 8ª aérle. Sempre foi alun do Ex Colégio Santo Afon!o. Atual· mente estuda no Centro Educaelonal Ester Silva. :e; participante ativa do Grupo de Jovens. Com eles assiste a Psle1tra11 proferidas pelo• dtrfgen· tes piqueniques, teatros, Retiru. eto, Prt>tende estudar multo para ser 0- dontólogà. No esporte prefere o T•· nls. Gosta da natureza, adora vfaj&l' conhecer novos Iugare■. Diverte-••· andado n. cavalo. Paua uua 11°· mentos de lazor no querido Ap Nas horas vagas faz crochê, oufe móslcas, o estilo das mesmas deptll· do de seu estado de espírito. Ta bem gosta da leitura em geral. Ach! linda a moda atual pois permlt• à mulher, maior liberdada de Ellofl• mentos, porem seu traje predllett ! o Jeans. Eato, earoa Leitores (Si) um breve perfil de uma extap!Jr adolosceDte belaTi■teuae. Continua.,. q ),1 ri ..