É HORA 
H poucos dlus, estivemos em 
Campo Grando, a Jovem capital, e lá vi­ 
sitamnos o nosso migo deputado Sergio 
Cruz, lidar do MDB na AHsemhlérn. Nu 
oportunidade oonhl'Cl'tnos o dPputudo 
Oetullo Oldeilo, tu mbem do MDB, cuja 
nrén do Influencia atinge os municípios 
cio Vale do Ivlnhema. 
É slutnr o chega n ser estimu­ 
l1111te sentir o ideal dos jovens d<'putndos 
t>leltos no último pleito, poli; n tarPfa 
que os aguardtl é árdua e exlglrã umu. 
partleipco respónsável e efetiva nus 
problemas que acnnetarão a rormaçllo 
do MS, problemas, Inclusive, polltlcos. 
Sentimos no Jovem deputado GI• 
delio. aquela vontude que ruz dos ho. 
meus lldereEI e os Incitam à ação dlnâ• 
mica. De parabéns o Vo.!e do lvlnhemo. 
pelu escolha de t/lo nobre po.rlameotnr 
e de pnrnbens o povo mutogrossense 
pela reeleição de Serglu Cruz, lei doti 
espíritos mais lúcidoR da novo geração 
de poUtlcos. No momento Serglo, Cruz 
polariza ns atenções por sua pregaç!io 
contra o Senador biônico, numa cruzada 
crntrn esse "tipo de escolha'', verdadei­ 
ra aberraç!lo. Somos e ileremos sempre 
favorãve!s u eleição direta, pois o povo 
é que deve escolher os seus governantes. 
Queira Deus que o eminente presidente 
Figueiredo consigu concretizar o ideul 
de toclo o povo bra,;:llelro democrnciu 
total, plenn, uma democracia sem adje- 
tlvos e m elos termos. No caso de Bela 
Vlelu, al'éa considerada de Segurança 
Nacloaal, cujo prefeito ó nomeado, epe­ 
ramos que a cla~se politlca ( Diretório 
da ARENA ) se conscienttzo que o mo­ 
ml'nto e'Clge Idéias novas e ruente aber­ 
ta ao diálogo. O novo Governo está se 
Impondo pelu coêrencla de idélas e pelo 
alto poder de diálogo d!l seus membros, 
o que é necessário numa slstemátlea 
onde o trabalbo de equipe é o que ren­ 
de frutos. Ninguém administrn sózinho. 
Ninguem é dono da verdade. Politíe«. 
mente, u nossa cldade tornou-se motivo 
de " piadns " em grupos políticos, t1qul, 
onde u ARENA é mujorllárla, a divisão 
no pnrtlrto chega n ser absurda. Nilo 
existe união de propósitos, porque nem 
sempre os propósitos levam ao objetivo 
comum. Não ndmltiremos, jamais, o abu­ 
so do poder, a prepotência e o arbltrlo. 
ossa luta e n c o n t i n u i d 11 d e 
de nossos objetivos, assim como, o de­ 
ver que temos perante a comunidnde 
fronteiriça, nllo permitirão qu~ crnzemos 
os bruços numa hora vital para a socie­ 
dade belavistense. Se os politícos pre­ 
ferem permanecer a margem de uma 
situação que está se tornando insusten­ 
tável, nos procuraremos estes politicos 
e os mei;:moH prestarão contas de seus 
ato AO POVO. Nas ultimas eleições 
ficaram patent<?adas novas lideranças que 
estas lideranças sejam ouvidas, pois te- 
Há Desafios Difíceis 
u 
1 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAB/ MT 1615 
Causas Glvlil e Criminais 
Rua Antonio João, 842 
Bela Vlõtn Mato Grosso ui 
8 
 
l 
--- 
Umn empresu jornnlístlcu é algo 
mais que máquinas e equipamentos, sua 
mercadoria princlpul são as ldéiot:1. A 
própria noiicla é uma idéia viva. lo 
caso dt: uma emprrsu que E1dlta jornais 
emanar1os no interior é um desafio dl­ 
licll e que exige além de umu esquema­ 
tlzaç!lo, multa luta e cerla rtose de re­ 
núncia. Há desafios difíceis, e uns dos 
desalias do mundo modero, é a cres. 
cente tensão que impera enti e os homens. 
o caso da questão politieu belavistense, 
imos, diáriamente, homens tensos, em 
busca de posicionamentos numa socieda­ 
de conuttlva onde Impera o temor. 
Fazse mister reconhecer que a so­ 
ciedade belavistenf'e tilravessa um ciclo 
de evolução, onde as divergências se fa­ 
zem sentir de maneira latente. E iso é 
Próprio nus sociedades em transformoção. 
Em DOBRO caso, uma empresa 
em luse de organização, atravessamos 
momentos criticos, devido principalmente, 
li falta de elemento l.rnmano e da recep­ 
llvlda de "polltica. de nossas ações. O 
Papel do Joral, em Bela Vista, está 
f:nc!o n111is formador do que informativo, 
to devido a falta de mot.ivaçüo du clus­ 
se politica. Acéfala, alunada e subjugada 
Por contlngênclai; geridas pela sua pró­ 
Ptlu apatlu, nutna demosntração cabal de 
suas idéias são germinadas dentro 
e um circulo restrito de poder. Quem é 
quem em Iela Vista? As lidernnças "an­ 
lgas" estão no dilema de atuar ou de!­ 
?" própria _atuaco a critério da mar­ 
} inexorável da histórig. Ainda surgi- 
o os lideres que Bela Vista preciss? 
Flvez. Consideramos o momento propi­ 
e 
O 
para o desabrochar ele novos olit1. 
Cos, desvinculados e descompromissados 
Com o passado de erros dos curreiristas 
~~J11 o t.tbjetivo único de servir à corou­ 
~ !ide. A fase é de translçãCl. A épncn 
n f
0 
lutas e de desafios. Desafios difí• 
.e 
8
, mus que todos devem encc.rar scb 
Pena de o futuro julgar "nossa geraçil o' 
como a geraçlio dos "homens com a mão' 
DE DECISAO 
no bolso". Veja-se, como exemplo, o pa­ 
pel <la oposição: omarrada, amordaçado, 
e:}curru Ioda. J.o existe aquilo que seria 
o elixir do debate e o joroal passo a ser 
o único veículo livre o suficiente para 
motivar uma classe dPspersonalizada. No 
decorrer de sua existência, o homem en­ 
frenta e tenta dominar as duas dimen­ 
sões básic::i1: Tempo e Espaço. Em Bela 
Vista t'S politieos Astão fora do tempo e 
do epuço, como o relógio da proça Ál­ 
varo Mascarenhas, que existe, mas mar­ 
cando hora rle um tempo que passc,u. 
Funcione. como enfeite, como símbolo de 
uma época que ainda permanece. Pro. 
blemas metafisicos a parte, é preciso, e 
já, que os homens que vivem a política 
se compenetrem de que, lembrando Mé­ 
dici, "homem do [Ileu tempo, tenho pres- 
88.". Ecquanto os outros municípios, ou­ 
tros homens, procuram compunbar o 
ritmo dos acontecimentos, lutando. vi­ 
vendo a vida como ela deve ser vivida, 
como missão, nós permun2cemos de bra­ 
ços crnzaclos. É por estl ruz!lo que a 
Tribuna da Fronteira se propõe, a partir 
de boje. mais do que nuoc11, exercer, até 
mesmo agressivamente, o seu papel na 
soclednde local. Diga-se de passagem, 
conquistado com muita luta e muitos 
seriiicios, é não seria agora, após oito 
anos de batlhns que entregaríamos os 
pontos. Os desbravadores de Bela Vista 
"ª revoltam no túmulos. nossos nntepas­ 
ados sentem a apatia e a falta de fibr,1 
do muitos de seus filhos, sentindo que 
(alta aquilo que Beto definiu bem em seu 
livro Oração na Ação: "Para que a vida 
divina seja alimento de nossa vida, e a 
nossa v!da seja alimento de outras vldns, 
é preciso que morra em nós, a cada dia, 
o Burgues, o Mentiroso, o Covarde, 0 
Derrotista, o Orgulhoso". Belavistense, 
politico em especial, não esqueça, o seu 
papel ns. sociedade é de t-uma importân­ 
cia para o desenvolvimento dest11 socie­ 
dade. At.Jelte-o ou dê o lug .. r pariJ outro 
que queira Servir. (IP) . 
MOÇIS 
Estamos pree[ando de mo 
para tratalharem no Departamento 
de Glrculção. Serviço penas pa 
ra « horas as. Cmlwsões pa­ 
za no to. E necessário que seja 
desin!b!da e goste de conversar. 
Apena pura Bel Vista. Ven­ 
ha conversar conosco. Oportunl­ 
dade para ganhar de 2.00,00 
3.000,00 mensais. Tratar com 
D. E·tala. 
Mio Grosso do Sul 
presentam a oplnHio do povo bela vis• 
tense. Isto ficou provado nas urnas. E 
para nós a oplnlúo daa urna!! vale mais 
que as opiniões de gablnete
11
• Qull 
o senhor Governador Harry Amorim 
ouça as vozes que clamam no município 
e faça delas a mnensngem que o povo 
belnvlslense quer ouvir. Tomamos con­ 
hecimento que elguns elementos estão 
plelteRndo o cnr{!O de Chefe do Executl· 
vo belavisten, elementos íntegros e 
desejosos de participar da " arruncada 
desenvolvimentista ". Que o senhor Deus 
dos humlldeti não permita que o passado 
volte. Somos favoráveis a escolha de 
um polltlco ( pode até ser um técnico) 
mas ... da nova geração, sem os vlclos 
do passado e com a mente aberta à no­ 
va slstemát.lcu que Irá. so Impor. ltoga­ 
mos ao Deus todo poderoso que ilumine 
os nosi,os governantes e que. escolham 
um Prefeito para Bela VIta e não um 
mero "homem que sentará no gabinete 
do PrerPito", Isto se S. Excla, o gover­ 
nador Hnrry Amorim, resolver substituir 
o atual prefeito médico Ruben Alberto 
de Castro Ploto. ( IP) 
10' RC COM NOVO 
COMANDANTE 
Com a transferencla do Cel. Or­ 
!ando Mentzingem para Brasllla, assumiu 
o comando do 10º Regimento de Cava­ 
laria, o Ten.-Cel. Go brlel Conrado Dias. 
oriundo do Rio de Janeiro. O Cel. Ment. 
zingen delxa em eela Vista grandes a­ 
migos c1 admiradores pelo comando e­ 
xemplar que exerceu na fronteira, sendo 
agraciado. inclusive, com o diploma de 
Honra ao Mérito, outorgado por este jor­ 
nal, pelos zelevantes serviços prestados 
à cnrnunidade. Estamos a disposição do 
senhor comaadante do 10° RC, Ten -Cel. 
Conrado, colocando o nossofi jornal a 
serviço d~s Interesses mn!ores da comu­ 
nidade e da Pátria. 
MDB esi'á sem forca 
> 
O deput1do Cecilio de Jesns Gaetu 
do MDB, disse que seu partido está sem 
forç para lutar contra o Senador biôni­ 
co, salientando que " o MDB, para ver­ 
gonha nossa. está pro;;tltuldo. Não com­ 
parecerei à elelçüo porque sou liderado 
pelo deputado Se•gio Cruz, em termos 
de partido porque ele é llder e vou pres­ 
tigiá.lo entretanto, é preciso que ele, 
que iniciou esse movimento, retif!que a 
sua posição ''Gaeta acha que um partido 
que elegeu um senador e um governa­ 
dor biônicos não tem forças para lutar 
contra a indicação de um blônleo a.re­ 
nlsta . ..firmando qufl tanto a ARENA 
como o iJDB são" um saco de gatos", 
Gaetu defendeu a extinção dos dois par­ 
tidos. 
Recursos para as 
Escolas 
Os prefeitos de a­ 
proxlmudamente 40 mtt• 
nícipios mat0grossenses 
receberam dia 18 próxi• 
mo pasado em sulenidn­ 
de realizado. na Assem­ 
bléia LPgislatlva, os cl.Je• 
ques que gerarão rccur­ 
l'OS a serem utilizados 
nas reformas dus eco­ 
las públicas. O G<,verno 
do Estado Investiu cerca 
de 28 mllhõi>e de cruzei­ 
ros já do recursos pró­ 
prios nas reforma11 dos 
estabelecimentos da re­ 
de estadual nos vár 11 
municlpios, inclusive Be­ 
la Vista. 
Presentes à soleni• 
ela de, o g o ver n a d o r 
Harry A morim, Senado­ 
res, deputadoH estaduais 
e federais, assim como 
os prefeitos dos munlcl­ 
plos. 
ATRIBUIÇÃO ÀS 
PREFEITUIUS 
Segundo o governa­ 
dor Harry Amorim, seria 
imposslvel ao Estado 
licitar essas obras neces­ 
sárias e executá-las em 
tempo e por Isso pas­ 
sou-se essa obrlgaçl!.e 
aos municípios, que 
possuem equipes para 
dPsenvolverem os traba­ 
lhos. As municipalidade@ 
terão um prazo de 45 
dias par promover tale 
reformas. 
Coluna 
Agrícola 
A partir da próxima 
semana iniciaremos a 
publicação da Coluna 
Agrícnla, patrocinada 
pelo Armazene Gerais 
União Agrícola LTOA, 
firma b e l a vis t e n s e, 
pioneira, que neste ano 
intensificará suas 
atividades no setor. 
Considerada uma das 
ma!B dinâmicas na região 
a Uülão 6mprega dezenas 
de funcionários e cola­ 
bora ntivamente para o 
desenvolvimento de Bela 
Vista. 
Preço deste exemplar 
CrS 5,00

Eea Mi!z "l?- Tbu	_da_Fronte!! 
Em três anos, Capital 
Social da Sanemat 
CRESCEU DEZ VEZES 
, pós qclnzo dluo de férla6, volto· 
mos u circular, em Bela Vlnta e na re­ 
gill.o; o pov11o sentiu 11 folta d TF ne­ 
mo sendo dlstribuido o Correio Jardinen­ 
e, nosso [eltores reclamaram e bustI· 
te ... fica a delx.a no departamento de 
clrculuç!ío: Tribuna ela Fronteira é corno 
a carne e o pllo, n!:lo pode Jult.u r na 
mesas dos bolavltenses. 
C',(C"(l 
ESQUEMA 
Um esquema violento foi montado 
pelu Dlreçllo da empresa visando nprl· 
morar e melhorar principalmente a dis­ 
tribuição doa jornais do grupo. A grande 
n'Jvldade aos leitores da Porto Murllnbo 
e Bonito, cujos jornais sllo quinzenais, é 
que u partir de agora recelwrão quatro 
edições mensais, sendo que os assinan­ 
tes do Jornal d& 9onllo receberllo alem 
das duas edlçõc~ normais, ma11 duas do 
Correio. E os da Trlbunn Murtlnbuni::e re­ 
cebero da TrlbUllll da Fronteiro, {qto to­ 
dos os mesea. A lnlclutlvu mereceu c.­ 
ploueos de todos. 
Em pena três no» de tfvida«dr de 
1,1>75 a l97ll. o Cnplrnl Snrlnl 1l11 CornpBnliin ,lo 
5anamento do Eitado de Mnato Gron SANE. 
MAT atentou dez vezes, pasando de 3) pura 
800 milhões de cruzeiro», 
O mais recente umento do Gnpltal {Social 
da Empresn foi proposto pela tunl Diretorin. 
Assembléia Gerl dos ncionl»tas, realizada no dia 
22 de dezembro ob presidencin _de engenheiro 
Carmelito 'Torres, Secrtirlo_de Viço o Obras 
Pblie«_e !'rs, do Conselho de Administra;o. 
Em 1975, n Sanemnt operava _penas l? 
+istema de abastecimento em todo o Estado 0 o 
~cu Cupltnl Socrnl rrn ele 30 milhões de cru­ 
zotroe· . ll~jo com Reli Cnpitul elevnclo parll 
300 milhões, a Snemt faz-se prente em 
10do o Eetn,lo ele Mnto Orouo, com obras de im· 
l
,li,n!oçno d~ novot -~i11,111•K o nmplinçlo r me• 
horta ,lc outomnP ia cm !uncion11mento, 
Esn É sem dúvld um bel notícia só 
que neve lucro enorme, deveria stnr incluídn 
como beneficlárla, ineonte+to, « cidade de Jardim 
que sem dúvida alguma, foi a que mal colnbo. 
rou par o engrandecimento da fantnmng6rica 
e 1_nexutcn1c ::ianomnt. A explioaçflo deste comcn• 
Hirto é nmito fácil e trnnquílo, A cspeotrnl Sonc­ 
mut, em Jardim, vergonhosamente, únlea cola 
que fez fo, urrecndnr, poi1 n popnlbçi,o jnrdincn­ 
se, sempre corretamente papou ua tnxa de água 
para ter o precioso II'Z em suas torneiras, loto 
que infellzmente nunca ocorreu, e continua pertia­ 
tmdo em não 11contecer. Em Jardim, n fami"ero· 
dn Sanemt «ó fer ganhar dinhelro, em dar.«e o 
luxo de pelo menos nplicar porte dole no própria 
cidade, Assim é claro, lógico o super evidente, 
que seu capital tenha crcscl,lo dez vez. 
Dr. ·1van Alonso da Costa 
Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Voluntário• da Pátria, 376 • Fone 210 
Bela Vista Moto Grosso Sul 
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Rua 15 de 
Bela Tista 
Rua 26 de Agosto, 
4-0650 - Campo Grande MS 
prio prefeito, Ildefonso Soares da Silva, 
informou à noa reportagem que J 
cumpriu com o eu dever. Dentro rios Ji­ 
rltgóes Imponta pelas contigêncla8,_O 
reféto do Murtinho deu o seu recado. 
O mesmo nfío Ae poclP dizer do mérltco 
Ruben de Cnastro Pinto, pois o p0v0 € 
perva mais de sua administração, de!­ 
o, principalmente, ao eu passado. as... 
seguudo a voz geral. o prefeito de Bela 
'Lia não realizou mais porque não re 
cebeu o apolo que espern.vu. 
• -,,<! 
SUCESSÃO 
O ast:unto do momento no área de 
lnfluêncl11 do TF e do Tribuna Murllnhen­ 
se, é o problema sucessório munlcipol. 
Em Belo Vista o povo aguarda a substl· 
tulçúo do atual prefeito, RubPn de Cas­ 
tro Pinto, e em Porto Murtlnho, o pró· 
Novembro S/N 
Mato Grosso do Sul 
384 - ala 24 Fone 
VARIOS 
nomes csWo seudu co1-,'1tados para suce- 
der o prefeito nomeudo de Bela Vita 
entre eles figura o do Ely de Araujo 
Barboi:a, ,foi;~ Slmpllcio cln Costa Mor­ 
queA, Evllásio :Hrnnda, Pedro Palmieri, e 
outros, outros ... Existe lambem o possi­ 
blllrla.de de o utual pi'efelto permanecer 
no cargP. ;'!ós, parliculnrmenlo, nllo par­ 
tlclpuremos dcst11 polernlca polltlc0, polt: 
a 01 lentoçíio íllgorosa da rlireçüo do 
jornal para este uno, é a dE> não nos 1- 
mlsrulrmos nos assuntos polit!cos do mu­ 
nlciplo (lc...) ficaremos com a tarefa de 
trant1mltlrmos pura e slmµlesmente os 
fatos... dú para entender? 
!>'<?'>:sl 
E OS FATOS 
verdadeiros, llmpldos como n água da 
fonte, que os políticos belavistenses 
principalmente do Diretório da Arena 
estilo se movimentando visando a suces­ 
súo do atual prefe!to. Se esta ln[ormaçíio 
não procede, que nos desmintam ... lflnça­ 
mos o repto, nos dei-mintnm ... Fica entílo 
bem expllcad!nha, a poslç!lo do Jornal. .. 
+3 
O GOVERNADOR 
Harry Amorim Costa, durante entrevista 
coletiva. afirmou que a imprensa deve 
ter a liberdade para bem informar e 
prometeu r.studar uma solução oura ell· 
minnr o ponto de atrito criado pela Se­ 
cretarin de Sogurnnça com a imprenso. 
campogrnndenee. E o SP.cretárlo dA Se­ 
gurança Pública, Euro Brando, disse que 
os de_legados (de Cnmpo Grande?) estão 
prolbtdos de dar entrevista porque estão 
despreparados para tanto. 
Dr. De o dato de Oliveira Bueno 
Advogado 
Escritório: Rua 7 de Setembro 230 
Fone, 43-loG2 ' 
Residência: 
Ponta Porã 
Rua Coronel Camisão 54 
Pane, 431-JJ 16 ' 
Mato Grosso do Sul 
Cllnlta de Criança, e adultos _ Ralo 
Atende-se cum hora marcada ?< 
A. Duque de Cuiu 508 (A L d c;odn,ult6no 
' o a.o o Banco 
r».se.i» J471D1MA MAIO GRzgz ll [sã 
Ricardo Brandão 
- ADVOGADO 
Av · Brasil, 1595.- Caixa Postal 355 
431 1
T
6
e
4
1
6
, (CRod. (067), 431-1470 (Escr.), 
• esldêncla) 
lhal &as do Sul 
E·TA 
Equipe 
;;,;(,;:.<! 
COLUNA 
TF 
que circula sob a responsabilidade da 
direção, será publ!cada simultaneamsnte 
nos Jornal!' de Belo. Vista, P. :.furtlnho 
Jardim 6 Bonito, com noticias dos munl­ 
cip!os dti ~egiiio, cobrindo, principalmen­ 
te, as atividades politicas. 
!>'<,,€() 
NA PRÓXIMA 
seman~ voltaremos com os fatos e as 
deduçoPs da chamada classe política que 
em nos~n região, anda melo desligada 
da reahdadi> nucionul... depois explico. 
>--G 
PARA MEDITAR 
nu.o é processando jornalistas oerseguin­ 
do, sabotando, culun!ando, que· 0 povo 
reconhecerá as boas administrações É 
trabalhando, produzindo, dialog11.ndo ·cri­ 
ando oportunidades, gerando empréaos 
formando e educando, para o futur~ é 
o que esta grande Nação espera de seus 
ndmlm,;tradores, para ntlngirmo;;: a meta 
da tgr~nde potencia mundial, de riquezas 
ma .eriais ms, sobretudo, bens espirituais. 
Residência 
Rodoviário 
em Coxim 
O Governador C­ 
sslo Leite de Barros as­ 
Finou Decreto, no últi­ 
mo díu 29 de dezembro 
p:rnco untes dn lllvlsllo, 
crlnndo em Coxim u 17~ 
Resldéncla Rodovlúrlu 
do DERMAT, com jurls­ 
dlçíio eobre os muolc[. 
pios de Pedro Gomes e 
Rio Verde e eubordlna­ 
nado no 2° Distrito Ro­ 
ruvlárlo Estadual, com 
sede em Campo Grande. 
A medida, diz o 
Governador, em mena­ 
gem datada cio mesmo 
dia e endereçada ,,o 
Prefeito Franklin Rodri­ 
gues Masruha, vem aten­ 
der uma justa relvlndl· 
cação daquela próspera 
regio Matogrossense. 
Cássio recebe 
quinto Título de 
Cidadania 
Com n llpro,·ação unâni­ 
me dos Senhores Verendore• 
Cimara Municipal rle Coxim 
concedeu o titulo de Cirladáo 
llonor/irlo daquela cidade ao 
Gowrnndor Cé.s>io Leite de 
Barro•. Dc,de que aseumiu 
o GoYcrno, cm ugo,to de 1978 
foi n~r-aciado, com idêntica 
honraria, sempre com n apro· 
vçlo unânime dos vereadores 
pelos Cãmaru lluaiclpaf• dus 
cidades de Maracajú, Butngua,­ 
sl't, ílochedo e Hio Verde, 
l cerveja e o 
câncer 
Lyon, Frunça • Parn ali· 
v-io de muitn gente, o profe•• 
or Walter Davis, que c-hefi• 
Hmll equipe de pe,qutsadoree 
do Centro Internacional de 
Cnncerologin de Lyon há no• 
vc anos, cootcston n afirro8· 
ço de ,eu colega alemilo od· 
dental, professor Preissmmn 
da Organizaçào )lundial de 
Saúdc-, de que um dos ele· 
mentos químicos pr-csenre n• 
cerveja - a nitrosamina­ 
causadora do câncer humano 
emhorn conllrrnado que ele 
o +ja · e muito - nos ratos 
A alirmaç.iio de Prei•· 
smnn já começa.-a a CllO,ar 
p5nico cm alguns círculo!, 
pois a nitrosamina está pre 
,entr. em todas ns bebid31 nl- / 
r.oólica• - onde apareci, e,pon· 
taneamentt" .. e em vário! oa· 
tros :iliraentoa conser-·ados : 
nrtiílcialmente. 
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___________ Tr lbuna d Fron elt·a __ ._..;; __ .. _ 
21 1:70 
Pcrdc>r u oportunMade, de ter urna 
'J)iglna··· Inteira, no11 Jornalr; ria Gráfica 
Editora Apn, de lvaldo P(>relra, Editora 
doa ,Tot•nalA 'I'RIBUNA DA FRONTEIRA, 
CORREIO JAROJNENSF.. TRIBUNA MUrt­ 
TINHENSE E JOHNAL DE BONITO é, 
como diz o onrlocu, bobc•lra. Como nllo 
llOU bobo e nem po1rno deixar de juntut· 
o últll uo agr·udflvcl já que terei um ex­ 
oelente ~alárlo para os meus puroot1 re­ 
curse,g joronllslhios e a exiguidade ex­ 
perlmenlul do que sou possuidor. Expl'· 
rlêncllL adquirida, no dia -a • dia desta 
casa do Informação; pnrllculu minlmu 
d" quarto poder da Dernocruoln quo é u 
Imprdnsn Llvre e Sobtlrana. 
Digo perder a oportunidade porque 
p11Rso•1 pr.11 minha cubeçu deixar dtl 
oeorever por aoúmuo de Bervlços noe. 
atividades que brevemente irei desem­ 
penhr neste MS. Dei, disto couheclmen­ 
to n alguns dos meus amigos quo com 
seu apolo e solidariedade fizeram dus 
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llvos de comentário!?, (críticas positivas 
e negattvas),e, assim oonstrulrum ns 
bases para o sim do oonvlte que ora 
ORACIO A O DIVINO 
ESPIRITO SANTO 
utea1·0 digo que aceito, e ·crcvt•r, c;;crn· 
ver o escrever sempre pelo bem estar 
do Mou 1unlcíplo, EBtudci e I'aía. E- o 
que vou escrever, nem i,;empre Irá 
ugrudar uqueleR que f~JZern du bajula• 
ç/lo seu bablüo de encoeltJ por sorem 
lncompetent6s. Poderei, por sei· humano, 
delxar de qualificar bem aos que traba· 
lhom pela Comunidade. Jfl dizia o poetl'l: 
é mais fAcll ver os defeitos que as qunll· 
dades. Boas coisas não precisam ser 
demontradns. ão há necessidade du 
propaganda do que é bom. No eutunlo o 
que não presta deve ser exlil'pudo e 
lonçado longe para não contaminar o 
qu~ de bom existir, pur perto, E Isto é 
a funçilo dt1 Imprensa ser humanu no 
erro, mas não admiti - lo nu rolncldêoo10 
mesmo QUA seja para agradar 00 amigo 
que amamos ou uo chefe de qutim 
dependemos. 
Por Isto ó que, aceito honmdo 
por so ber-rue pequeno em relução ou­ 
tros grandes homens desta cidade que 
deverinm pelo seu nowe e lntellgencla 
estar a frente de uma dos páginas de 
uni dos nossos jornuls a falar de E por- 
tes, Administração, Socledade ou de um 
dos muitos assuntos do universo grande 
que é comunlcação. 
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tensões de novidades, honrarias ou be­ 
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e Polillc11, $omundo o Que Dividiu, etc. 
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rüo t:et· rem<'lldas 110s cuidados da HerJa­ 
ç/lo da Tribuna da Fronteira e todas, 
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tr esclarece tudo que ilumi. 
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me dá o dom divino de per­ 
doar e esquecer o mal qnue me 
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tantes de minha vida está co­ 
migo, u quero neste curto diá­ 
logo, agradecer-lhe por tudo e 
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eu nunca quero me separar 
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todos os ruuw irmãos na lória 
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dias erá alcançada a ruça, 
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Duque de Caxias s/n Bela Vista u, •• • 	' 
Direi ora 
Mria Etela V Ferira 
Editor 
Ialdo Pereira 
Gcrenle 
Gil,on :iilva Snn!o& 
registro Títulos e Documento+ 1066 CGC-MF 
0J,/01266/0001.90 Ine, E. 130592313 
Demais 
EX PEDI E NT E 
ASSINATUHAS 
z., y· 9$#%% 
Mu111c1p10~ - Cr • , 
Observação Os artigos publicados com 
«+inaturas dos autores não traduzem ne­ 
ee«síriamente a opinião e pensamento do 
Jornnl. Suo publicnção obedece aos propó­ 
sitos dos debates dos problemas municipais 
e de refletir s diversas tendências do 
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curse.a jornnllstloos o a exiguidade ex­ 
perimental do que sou pos1midor. Expe­ 
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do quarto poder du Democracia que é a 
Imprensa LIvre e Soberana. 
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to a alguns dos meus amigos que com 
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alegre digo que uoolto, ei.crover, e&<:To­ 
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que vou escrever, nem sempre irá 
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deixar de qualificar bem aos que traba­ 
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dependemos. 
Por 1sto ó que, acoito honrado 
por sober-rue pequeno em relaQií.o u ou­ 
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confirmar mais uma vez, qu 
eu nunca quero me pirar 
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nimo da vontade que sinlo 
de um dia restar com você e 
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oracão } dias seguidos em 
fazér o pedido. Dentro de 
dias ~rrá alcnnçu,lo u r,rac;u.. 
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Jào e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de cami­ 
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e 
l l

21-1-79 
"Discotheque,, massacrou a música 
brasileira em 1978 
O uno de 1978 foi um ano terrível 
para mslca popular brasileira. Nunca 
e sslstlu, em toda a hlstórl» de 1o8sa 
cultura musical, a uma Invasão de um 
rlllmo estmngeiro com tnntn violência 
como foi n da malfudacla dlscothêque. 
Quando se lzer um balanço dcs resulta­ 
dos desta Ivuso, val-so constatar o 
terrlvel mal que ela faz a nossa cultura 
popular, pois nllo eômPnte aliena a nos­ 
sa juventude como também deeempreg,i. 
n08o músicos e desvaloriza n08os 
oantoreA, na mrdlcla em que seus dlr300R 
cedem lugar n esta Insuportável música 
estrungelra. E lmpreicslonante como o. 
dlscotbeque Invadiu o pais, atingindo a 
todas s camadas sociais, particulnrmen­ 
te at1 menos favorecldaR e desejosas de 
sconslo, ainda que pelo. porta da pura 
Imitaço. Ainda recentemente, partieipel 
em 'Londrina de uma festa de noivado 
de jovens pobres e fiquei estarrecido em 
observar que, no tosco aparelho de som 
da casa humilde só e tocou dlscotheque 
e cheguei a sentir piedade de jovens 
operários, explora cios já por uma estru­ 
tura social Injusta e desumana, a maca­ 
quear-se ao som de uma musica canta­ 
da em lingua Inglesa à qunl eles no 
tem o menor acesso e por ls110 não en­ 
tendem o &eu significado. E tem mal!!: 
fiquei sabendo também que simples 
menç!io à música brasllfllra ali seria mal 
vista, pois eles temiam ser acoimados de 
"cafonas" se ousassem tocar música brn­ 
slleira. Foi uma constatação terrível esta 
e pude sentir até que ponto os poderosos 
lntrumentos da comunidnde manipulados 
pelas multinacionais do disco fazem mal 
à nossa pátrl!i: pesson que nilo têm con­ 
dleões sequn de comprar alimentos, gas­ 
tal!l CrS 170 para comprar um disco de 
musica estrangenlra, por puro espirlto 
de Imitação, levados que são pela ln­ 
lluência do radio e da televisão que ao 
promover 11 cllscothequr, prestam um 
desserviço a nação. 
Não faz multo tempo e o maestro 
Marlos Nobre denunciou ao pnís as ele­ 
''adas cifras que são remetidas para o 
exterior sobre a forma de pagamentos 
de direitos autorais de remessa de lu­ 
crog, e de royalties, chamando a atenção 
para o absurdo do fato: enquanto os 
nossos músicos vivem desempregados, a 
nossa cultura musical é vllipenrtlada e 
0 nosso povo alienado por uma músicu 
em linrua que ele nüc conhece, o Brasil 
remete para o exterior omas astrono­ 
mlcas. 
Sómente num país como o nosso, 
com a sua soberania alienada ao capital 
f
9lrangeiro, tais fatos podem ocorrer 
mpunemente. Sitn, porque nenhuma 
Providência foi tomada até agora para 
defender a nossa música apesar da 
denúncia de pessoas como Marlos Nobre, 
com a sua autoridade de diretor do 
Instituto Nacional d!'I Música, e de 
tantos outros. 
Agora mais um ma! vem-se acres­ 
centar a tantos que a dlscotlléque tem 
Provocado o país; as casas onde tais 
"""las são tocadas estão sob a suspei- 
~ 
0 de provocar danos capazes de levar 
surdez ou a cegueira e, no entanto, 
esta@ casus estllo proliferando enorme­ 
mente. 
E o pior de tudo é que a nossa 
IDúsica popular é Infinitamente mala 
bonita, devendo eu ressaltar aqui que 
oe m(18lcos estrangeiros quando vêm ao 
Brasll manifestam todo interesse em 
conhecer melhor os nossvs mnúsleo e 
acabam e!iiarrecldos ao constatar que 
no país que produz n mais bela música 
do mundo no so tocm os gêneros da 
terra. 
O exemplo está no último Fescl­ 
val Internarlonal de Juzz realizado em 
Silo Paulo onde todos 08 nú8lcos 
estr:ingelros se renderam perante o ta­ 
lento de um Hermeto Paschonl, que da 
todos os múslcos participantes da mos­ 
tra foi o que melhor so apresentou. 
O que o rádio e a televls!lo fazem 
com nossa música popular é mais do 
que um crime: estes Importantes lnll­ 
trumentos da comunicação social estão 
n serviço da música eslrnngelrn e n/lo 
se ouve oelrs a noPsa música. N1lo adian­ 
ta mudar de canal ou percorrer todo o 
dlel porque só vamos ouvir mústca es­ 
trangeira. 
Este é o panoro ma relnnnte neste 
final de ano e ao que tudo Indica não 
será diferente no ano que começa 
para t r 1 1:1 t e z a doe verdarelros 
patriotas. 
Professor deve ganhar GrS 4.500 
por mês no MS. 
Campo úrande ( CETF) O gover­ 
nador Harry Amorim Costa pretende va­ 
lorizar oo máximo a importante função 
do professor, que é de educar os jovens 
do Mato Grosso do Sul, preparando-os 
para assumir importantes papéis no do­ 
senvolvlmento estadu11l e até nacional. 
Ainda não foram definidas exatamente 
(multo menos oficialmente) as hases sa• 
larlais do professorado, mas fonte cre­ 
denciada do governo revelou que deve­ 
rá se situar na faixa de 4.500 cruzeiros 
mensais. oara cs recém contratados. 
A fonte governamental explicou 
que se uma servente do Edificlo das 
Repartições Públicas recebe 3.500 oru­ 
zeiros mensais e um datilógrafo recebe 
4.500, de acordo com os nivels .salariais 
do DASP, é mais do que seguro que o 
governo saberá a valia r a Importante 
missão do professor, 'na pior das hipó­ 
teses equiporanuo-01, a esseR funclonarios 
que não têm a miolma qualificação e, 
muito menos, e importância que tem um 
professor" . 
Nos próximos dias, o secretario 
Odilon Martins Romeo, da Secretaria de 
Desenvolvimento de Recursos Humanoe:­ 
deverà anunciar os niveis oficiais dos 
vencimentos do professorado, supondo-se 
que sejam pelo menos nas mesmas ba­ 
ses de um datilógrafo comuo::., "um me­ 
ro copiador de textos" e, "na por das 
hipóteses, apenas um pouco abaixo". Es­ 
sa !ufoJ.1mação deverá ter grande reper­ 
cussão entre o professorado. que até ho­ 
je vem vivendo de salários baixíssimos 
em torno de 1.500 cruzeiros mensais o 
que os obriga a tmbalhar três perfodos 
para somar um salário aproximado de 
4.500 cruzeiros, justamente o que deverá 
ser pago, der.Iro de pouco tempo, aos 
sacrificados e dedicados profeseores de 
todo o Mato Grosso do Sul. 
AGRISUL Agrimensura ~/ato Grosso do Sul 
letitizs t Ias mn tprl- pn rtliari lesmentranlos te 
a, Ilzanetas, tine'znats, ws e ris, te. 
Grande experiência no ramo de topografia e ratificações 
serviços executados de acordo com as exigências do INCRA O 
único escritórlo que conta com 2 (dols) agrimensores forndos 
pura garantlr precisão nos ervl;os executados, E lembre-se se­ 
nhores proprietários, na Agriul voce não contrata intermediários 
NA AORISl1L É GARANTIA E PRECISÃO 
NÉLIO, AMAURI e OSVALDO 
Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista MS. 
(Campo Grande CE TF) Foi drás­ 
tica, lmrdlatfl e inepta a reação da poli­ 
cia ao farto e geral noticiário da Im­ 
prensa desta Capital relacionado com o 
espancamento de um r.ldadlio, que, deti­ 
do por suspeita de horulr.idle>, confessou 
o rime debaixo de porrete. 
Queria a polícia, certamente que os 
órgãos de comuolcação, mesmo sbendo 
do espancamento, calassem, escondessem 
o fato fltn sinal de solldarledade ou co­ 
nivência com os espancadores. Não se 
calando a imprensa, velo logo a re&ção 
em forma de rtstriçõea á liberdade de. 
imprensa. De agora en diante, segundo 
lnformações prestadas a um dos nossos 
repórteres, "é proibida a entrada de re­ 
pór.ter ~m qualquer órgilo da Secretaria 
de Segurança", não tendo os represen­ 
tantes da imprensn trânsito livre nas de­ 
pendências das delegacias. Em cada dele­ 
gacia o escrivão ou plantão redigirá, em 
duas vias, o que entender ser notícia e 
entregará uma via ao repórter, que pas­ 
sará recibo do "papagaio" policial. 
E tem mais; um dos repórteres do 
Correio do Estado ouviu do eccrivão da 
Delegacia do Amambaí a informação de 
que "poderá ser preso" o repórter que 
niio respeitar as decisões da policia. 
Queremos pagar pra ver. 
E gostaríamos também de saber 
se tais absurdos parllram do senhor 
t3t>cretáric de Segurança, ou so de Ini­ 
ciativa dos espancadores atingidos 
pelo noticiário. 
Se alguns policiais "estão de mal cone­ 
xão" tão melhor, porque nss!m não tere­ 
mos que ter contemplação com ninguém. 
Como se vê, o Mato Grosso do 
Sul está começando mal, julgando que 
a nossa imprensa está atrelada ao "carro 
da alegria", que está começando a que­ 
rer alçar vôos mais largos, pensando que 
isto aqui é terra de ninguém. 
Esperamos que o Governador 
Amorim Costa saiba dizer aos seus au­ 
xiliares que devem respeitar para serem 
respeitados. 
A Imprensa local tem tradição de 
luta A boa folha de serviços prestados 
não dependendo dos cofre" públicos e 
de mordomia para sobreviver. 
Não é qualquer "Fernando" que 
colocará mordaça em nossos jornais!... 
Seres humanos 
no lixo 
Funcionários da 
Supcrlutendêncfa de lim­ 
peza urbana de Belo 
Horlzontd lêm encontra­ 
do um feto cada dez 
dias, na trla gero do lixo 
segundo noticia publica­ 
da pelo "Estado de 
Minas", em edição re: 
conte 
Os fetos geralmen­ 
te silo descobertos em 
sacos de papel ou em­ 
brulhados em panos. 
Dlflcllmeote o sexo é 
reconhecido pois os ca­ 
d6veres são triturado 
no carro coletor, antes 
de chegarem a usina 
para triagem. Os fetos 
s0:o simplesmente en­ 
terrados em cova rasa 
no terrenos da usina da 
prefeitura. A triagem do 
lixo é feita por correias. 
E as funcionárias que 
ali trabalham assustam­ 
se o encontrar os ca­ 
dáveres dA nascituros e 
até de recem- nascidos. 
HA pouco foi encontrada 
uma criança de um mês. 
São fatos que ocorrem 
numa grande Clipltal 
br-atdlelra. Mas ... 
sucederão apenas em 
Belo Horizonte ? 
ORACAO A O DIVlNO 
ESPIRITO SANTO 
Espirita Sanro você que 
me e,clnrece tudo que ilumi­ 
na todos os carinhos para que 
eu atinja o meu ideal, você qne 
me dá o dom divino de per­ 
doar e esquecer o mal que me 
fazem; e que todos os ins­ 
tantes de minha vida está co­ 
migo, eu quero neste curto dií­ 
logo, agradecer-lhe por tudo e 
confirmar maia uma vez, que 
eu nunca quero me separar 
de você por maior que 1ej11 a 
ilusão material não será o mi. 
nimo da vontade que sinto 
de um dia estar com você e 
todoa os meus irmãos na gl6ria 
Perpétua. Obrigada mais ma 
vez (a pessoa deverá fazer esta 
oração 3 dias seguidos sem 
fazer o pedido. Dentro de 3 
dias será alcançada a graça, 
por maia difícil que seja) pu­ 
blicar assim que receber a 
graça. 
L 
i. 
f 
1 / . 
A. L. 
Inovação. 
• • 
STUDI 
Lazer. • • Luzes. D a Som 
(Discotheque) 
 _ 	O Piá do Momento na Região 
l ~ -----------------------------------------M_A_T_o_o_R_o_ss_o __ n_o_s_u_L __ .

Boutique 
Charme Apresenta: 
Ela1 
Por Nancy 
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nlun dias de descanso, aqui estamos paTd 
contar n voce lune contrfmentos qu 
+o de+taques em nossa Society. 
"N Boutique Charme, voce 011oon- 
tra.' artigos fino para enhorr, enhorlta 
e ,·11ullrnlro," 
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de ano (oi o badaladfsimo Baile do levlllon 
1111 Grcmio Pcrtro Jlufino, Nnquclu 1wi1c ,le 
festa vi tantos cn»is e enhoritus legun: 
te. Usando zraciosos modelou, registre: Zair 
01hi11, Uorn Alh:e, Vnu Hirn r Cri,;lione 
london: Os els; D+d e Maria José, Eucli­ 
dos e Gullherrninu, Sidney o h.u,lnlcnn, Snu­ 
lo e Leila. Prestigiando ninda destaquei: Bas. 
tio w Gerey, Mrgolla e Zli. Adll Ferreira e 
Srn. E,ltou " Cc!!llin, Cri~16vno e Cnrloln, Si. 
dney e eutrlz, Moeyr Dnioae e Yed11, Al­ 
hrrcu e Otlil11, Amnurv e Ev (ela multo clu­ 
i:111111'). t:el. Orlnado • ~fnrr, o, noivoR Orlzoly 
" Tunicu, Josó Cnrlos o Zulelo11, lco e Ilen• 
triz l'inheiro' 
il!l<)!:,l:l 
A juvenludo 
nlmou e contagiou· Por lú: f:(dio, Sidney 
Júmor, Cristina, Léo Henoto o N6dia Sérgio 
e sua priminha eatriz Helena, Vager 
ncompunhndo de umn gurn Cnrncolen,e, 
c,,<;i)i!:! 
A Decoroçfio 
cio Clube esteve linda, A mcill noite cm 
cndn meea fui colocacla uma garrafa de 
champngne. Todos cuforicoe ,)iveuinm-se sa. 
cllomenle, upenus o que empanou o brilho 
do •~',nteoimento foi o conjunto musical 
que deixou muito II de,ejnr. Mas ...disseram­ 
me que colllrotarnm uw conjunto, e no diu, 
CATO 
noite desas curtindo umn tremenda foseo. 
O motivo? "paixonite aguda". Ela: a menina 
dos lindos olhos azui,: Crietinne, Ainda bem 
'ue ele se mondou pr(, C.id11dc Marnvilhosu 
( lio) pr/1 ver se esquece. hso passo logo, 
viu bem.,. 
c,,:;c,;;o 
"Das melhores fábricas do Rio e SIio 
Paulo; camisas, bolsas e cnlçndos Sabem on­ 
de tem? Na Chorm<i Bomlquo." 
ANIVF.R!lÁHIOS 
30/12 dois ninhos do gorducho Victor Hugo 
Velásquez Pereira 
:x;x, 
10/0 l J,,, uninlto <lo llncl.1o Ro!!ério Ocumpoi 
Gome 
.«: 
l6/01 Tito e Preto !' mnlro! amlgos fizeram 
urna linda serenata à Sr. Lidia Velásquez. 
Música e churrasquinho foi até altas da ma· 
drug da' 
()"<'')>() 
30-12: dez anos do garoto Wgner Maca­ 
renhu•. 
«<1: 
14-1: foi com~mor11do o 11111 da linda mocinha 
Ana Karlna Salomão Marques e de u ma­ 
no ego. Entre cachorro quente, refrigersn­ 
te e deliciu•o bolo, a pnizuclfl curtiu um 
,om de tli,cutlu·que, Ana Knrina, Thafo, 
VunUFn, Sandriuhu. e Carla. E como cmhn. 
lornrn. 
8<3-6 
17 -1: com a presença de fomiliare• e ami­ 
gue, Dinéia Slumpf comemorou molb um nat. 
+«3 
VISITAS 
recebemos visita do e~timndo Cap. Aldo 
l!nmos e ele mn simpático tc~po,11, Vieram 
rever umigns e motor rnu<lode•, poi; a1uul• 
mente residem no Rio. Através cleleR recebe. 
mos noticio• do llajor l!Mquelru e Dra. Áu• 
rea, que empre lembram com cari­ 
nho e saudades aqui da rerrn, Tribuna da 
Fronteira sempre que chega até nl, leva um 
pedacinho de Belo Vl,rn nté voccs, jó. con­ 
sol, né? Um nbrnço da Equipe prá você. 
no 
1 
"borr,ba'', foi umn pcniuba. 
pareceu que1a 
né? 
«.rG 
BOUTIQUE 
Charme tem para voce os finíssimos artigo' 
,ln: Cnri, Dehlu o Gledaon, 
l)flC;;l><3 
CLUBII. BP.LA VlSTENSfi: 
01 VultoA foi o 11niurndl,1fmo conjunto que 
tocou o b~i)P no C E.B. 'uquele din honv_c 
l,nile no pnrn::uni, mesmo u<Pirn "o m•18 
querido,. esteve lotado, Animados, dançando 
'luas_ o torta• nolt!i: C lnurlio-Adelfa, Fcrrrnn • 
e inho, Zen6bia, Luln-Perlrinu, llosevelr-lro­ 
ni (Irani aniversariava naquele dia, em sua 
homcn:l"tm toraram umn ~f'leção de nd1•icnJ 
Go&IO ,fc ver o cu,nl Dr, I<~•io-Marin, ,.,,no 
em 1od1u, ,cmprc noomp11nhu111lo n filha 
Veru Rito, E isso mesmo, os pnis qunndo 
podem devem ucnmpnnhnr os filhon. Ruf6ri­ 
cos, ao som de discothéque vi: Nego Zaea­ 
rino e Vanin, Vr,lério Penhn e Srn., Ben<, e 
Tnnhfio, Cnt<t e Zoir. flennlo e I..-dn, Gu•lovo 
e Cri,tione, Gllo e Vera Hita, Dnrio Torrts 
e ua namornd; "unn pnrngunya" Ao Presi­ 
dente Abrão Zuonrins e mo equipe o• nos­ 
os parabens pela bonilll aoirndu. 
52993 
Recebemos a visita de dois jovens belovis• 
tenes, um aluante na polltko local. vereador Nl­ 
,,nldc. ~e Dnrro1, on1ro, com o ,angnc polltico • 
nu vcrne, mn1 talvez. o~nardnndo um11 oportuni­ 
dode. Olno Mont .. lro Mnscarenhn•. advogado, fi­ 
lho do audoxso Alvaro Mascarenhas, Como não 
~odrnn de _su, o assunto principnl foi a pnlltlca. 
m Bela Vista uns dos poucos lugares onde se 
falo em pollhcn,, é lia rcdnçilo do jornal, Aqui im­ 
pera a democracia. Fala.se bem do prefeito, fala­ 
se mnl, cnhc_am o DirMorio dJ Arena, eloi:iom 
0 
rio MDB e ~,ce-versn. ~ um nmblente dlnümico, 
Fala-se também em crise, em contas a pagar, em 
conqU1tas e derrotas e falo-se sobrrtudo ~no: 
FUTURO DE BBLA VISTA 
O presidente da Assembléia Cnns­ 
tituinle, no uso das atribuições que lhe 
são legalmente conferidos. e em cumpri­ 
mento a dispositivos da Resolução n o 
10425, de 31 de maio de 1978. do Colen­ 
clo Tribuno I Superior Eleitoral. e artigo 
5 o da Resolução n.o 191. de 28 de julho 
de 1978 do Egrégio Tribunal Regional 
Eleitoral do Estado de Mato Grosso. 
Considerando que a 28 de janeiro 
do corrente ano deverá ser procedida a 
elPiçüo do Senador e seus suplentes, que 
tixerceriio o mandato no período com­ 
preendido entre 1.o d~ fevere!ro de 1979 
ti a mesma data do ano 1987; 
Con!litierando que foram regifltra­ 
dos, pela Mesa Diretora da Assembléia 
Legislativa do Estado de Mato Grosso, 
como candidatos a Senador e sem: f:U­ 
plentes para o Estado de ~fato Grosso 
do Sul. respectivaci.ente, o senher Rachi­ 
de Saldanha Derzl, Jtalívio Coelho e 
Waldlr dos Santos Pereira, pela Aliança 
Renovadora Nacional. 
Considerando q~e o Senador será 
eleito por um Colégio Eleitoral, integrado 
pelos membros da Assembléia Conati­ 
tulnte e por Delegados das Câmara; Mu­ 
nicipais. em número e dlsposlcões regi­ 
dos pelos Art. 2.o e 3.o, I, da Resolução 
n.o 1042n, do 'I'SE; 	. 
Considerando que as Câmaras Mu­ 
nicipis encaminharam os nomes e a 
qua!H!csçao <los respectivos delt>gados 
e seus suplentes, conforme o estabeleci­ 
do na Resolução n.o 191, de 28 de junho 
de 1978, do 'l'rlbunal Regional Eleitoral. 
F',Z SA RER QUE: 
1.o) - Flcn por este edital convo­ 
cado ° Colégio Eleitoral, parn i,; tsPssão 
destinada à eleição do Senllcior ( 111·t. 19 
da !tesolução n.o 10425. de 31 de mato 
de ,978 do TSE, que exercerá 0 manda­ 
to a tnlclar-se a l.o de fevereiro de 1979 
cuja seesão realizar-se às dez (lO) h • ' 
g$ ia zs @e, ieiro ãe i9is, 6 t 
a As~embléla Constituinte. 
.o) - O prazo para aprP.sentação 
• NOS 
visitaram também o jovem dminitrador d 
Empresas: A!eeu Tores e sua noivas, um4 
vitrpática nissei, que veio conhecer seus fg 
turos fomili,r<"l', 
Botinha paro criaoçn, 1,ijouttrin. 
de fina qualidade, +ó a Doutique Charme 
tem para voce. Fia bem aí, na lua Antopio 
Joio 256, ao lado da Exatoria 
Di<,-><i 
OESPEDIOA 
O Cmt. do !O.o HC, Gel. Orlunclo e 
e•p•i~n Mary. foram nlvos d!! inúmera, mn, 
nifestões de carinhosas despedidas por 
parte de elvls e milit.Ht'', A elei< deF.rjnmn, 
feliddadr• ... 
''-<:>.,:) 
PASSAGEM 
rle comando ncontecen clia 12 pp, a pa1sj­ 
em de Comnnrlo cio 10,o HC. Paro o ncoa, 
1 t!cimt·nlo ulém de uutoridu,le9 e pe~•oa, de 
,kstnque de Bela Vi;ta Urus,ll e Ilella Vi,ra 
l:'nra~uni. compareccrnm in(1mero.• militarei 
de outras cidades acompanhados de •Ua! t•• 
prisns. Ao novo Com'lndanto Trn. Cd. An• 
tonlo Oalirid Conrado Diu e familia, de~•· 
jamos uma feliz estadia entre os belavi. 
tenses. 
33 
CASA'i!ENTO 
Foi no dia 30 pp. O eolace murrlmoniol do, 
jo'ens: Castro e Eliza. A voce, desejamo, 
tudo de bom nrste Jnicío de vida o doi,. 
'>.,{,;,,,(, 
A BOUTJQUE 
charme espera voce que gosta de vestir - +e 
hem com arrigoP de alta 11uahdade, H. Antonio 
Jollo t56 Bel<1 vi,ra .IS. 
. . A têndê_ncia do bela,;stense, cm geral, é 
criticar a sua cidade, achar que Bela Vista não 
va,. Sair da situação em que eRtá. Mas, caro léitor 
n 11tuaçào de noesa cldn-lc ,e não C•lá ót' 
l 	1ma, pe. 
o menos se encontra em nsccnsio, Provo: e.IA• 
mos com tres agências bancárias e dentro de 
pou_co•. dias •~rá lnaugnrada mnis uma; po.rnimo, 
várias u~d<,stnn• no mnniolpio; nosrn comércio 
conegniu certa estabelizço; está em vins de 
,cr ,mplanlA<lo uma f:íhricn dt1 cimen10 e com 
::%%.3.7.,ze ii@«. ." 
lhores do Est d º· ·" pccuana é umn dn, me- 
1
. n ° e lavoura ntravc,sa fase rela- 
b
nlo pfrot ~rc"o, enlfo porque • queixa? Porque o 
lavtstenRe está costr d, ·· 
e de lodo~ e .- 1 é o. utn º. 9 rcolnmar de tudo 
oi«· e ~,", m:a ' mmto mnl. pois O!l visi. 
iã, 4ki, ,}}}.hrgam. yezes, ·i6_deve+tiimu­ 
diisa",",P";gel d terra. No tontos 
tio bon o I n, ro nto con,,dernmos ,ua r;e•- 
ti a."~,,""" a,·er _educacional • a·«i­ 
N ' ra. as vicinais. No CO!?cordnmos e 
," gncordaremos é com sua política. Polltica 
,"" "	" 	d r 	p a s · a g e m , ·telhante « e qu c r u m 	f e i - 
11 °• ª!'''!!OS pnrtido (UNO, PSD, PTB. etc) 
1
~ ª" P?
1
{i•c• • port<>, precienmo• crior ou gilizar 
e existe] no»Ra Aociacão Comercial, asslm 
como s· d' ' • • 
q, os ndicatos de clns«e, e provocar at.rnvé• 
.:. cursos (olha idéia, Rotnry) o palestra• mnio- 
oportunidades ao nosso empresário e comer­ 
.,,~nlcs. Um<1 Coopcrnth·a serin também Yiá,·cl e 
Rerima de ludo, valorizar msis n prata da cana. 
YtiÍt•tn°• que tlOHOS pollticos [da Arena c do 
. ) Procurem criar n• nlas joven• de •eu• pa.r­ 
t1do1. Multo já ec ícz. mn• nindo hll muito por 
fazer, aqui rlo existe teatro para falar verdade 
ª vida cnltural balavistense no que não ex:lua. 
implesmente permanece releadn ao esqueclmen- 
10. Vamo, dar s mãos, crlar uma corrente pra 
frente, vamos fazer de nossa cidade um exemplar 
de trabalho, de c11ltur11, de união'/ Vamos ei.carar 
com fé ese desfio! 
PS: Esta carta, é endereçada, prindpnl• 
mente, nos nossos jovens leltore. (IPy 
nssembléia Constituinte de Estado de Mato ®nsso do Sul 
Colégio Eleitoral 
Edital de Convocação 
de credenciais dos delegados da Câmara 
Mualclpals encerrnr·S!l·á no dia '.!8 de 
janeiro de 1979, às nove (09) horas; 
Gabinete d:i Presidência, em Ca;npo 
Grande, 15 de janeiro de 1.97D 
Deputado Londrel' Machado 
Presidente 
Mais d- 
Curso para Forrnac;:ão de Sgt. 
A p'l.rtir de 12 mar 79 estarão 
o bertas as Inscriçõ.,s pura os Cursos 
de Iormaçao de Sargentos para o 
ano de- 1980. OS inter2ssedos deverão 
observar o seguinte: 
a. Recrutamento: 
1) Praças das demais Forcas Siu­ 
gulares e Forças A uxllia res· 
2) Civis, desde que possuam Cer­ 
tl_ficado de Reservista de 1 e 2!! catego­ 
ria e os possuidores de Certificado de 
Dispensa de Incorporação por "exr.esso 
de conttngente". 
b. Requi~itos exigidos: 
lJ Ser solteiro ou viúvo e s!lm 
dependentes; 
2) Completar, no ano da matrícula 
(1981)) no máximo 24 anos, 
3) Ter sido licenciado, no mínimo 
comportamento "Bom": 
4) Pagamento da Taxa dt> Inacrl­ 
çào de CrS 130,00 (cento e trinta crazei­ 
ros) 
(para maiores esclarecimentos diri­ 
ja se a ;f' SEC/lOºRC) 
Mais uma firma a serviço de B. Vista 
Recentemente foi inaugnrad a ::Setea­ 
grl, (Serv1,ços técnicos de Agrimeusuras, 
empresa ligada uo setor de agimensuru 
que ntenrlet .. tumbém O município ª"' 
Porto Murtinho. Através dos métodos 
m!1" moaeraos, a Setengri está apta a 
atender qualquer pedido na re"lão lnclu 
SIV~ serv!ços pura Prefeituras o' r • 
secepte &é o s6ir iivião 'a $!!! 
e a firma está funcionando à 
Antomo JC'ã.o nº 900. Ao l.);ivaldo de ifuºr~ 
ros, as nossns cHngratulnções. 
nheiro p_ara 
o cerrado 
Enquanto o presiden· 
te Ernesto Gelt,el apro· 
vava a exposição de 
motivos dos Ministros 
do Planejamento, do ln· 
terior e da Agr!cultura 
parn a destinação de 
verba de CrS 1.765 rol­ 
lhõEs ao Programa de 
Desenvolvimento do 
Cerrado - Polocentro - 
o coordenador do p;:o• 
grama na Secremria do 
Plar.ejamento, Geraldo 
Alencar, iz:formava que 
está elaberando uma 
propo,:ta prevendo a li· 
plicação de CrS 4 bi· 
lhões no financiamento 
de projetos agropecuá• 
J:ios na áreas abrangida 
pelo Polooentro. 
A exposição de mo· 
tlvos aprovada pelo pre· 
sidente afirma que o po· 
locentro "vem !ipresen· 
tandos resultados acima 
da respectat!va inclal'º 
tendo já propiciado_ ~ 
ocupação de 2,11 miJhoe. 
de hectares de terra • 
Ao distr-ibuir o do­ 
cumento à imprensa, 
o ::,orta-,·oz do Pal!!.cl
0 
do Planalto, coron~l Ru• 
bem Ludwig, lembrou 
0 
o interesse com que 
0 
pret'ldente üelsel acolll· 
panha o trabalho de a· 
proveitamento dos cerra 
àos tendo já., por duas 
veze.;;, vi.sitando o eeB· 
t.ro de pesqa!sas qU:3 
11 
Embrape mantém elll 
Brasilla.