POR M 
Página 7 
E 
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(Páylna 2 - é pois é) 
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-_; .. ,, 
' . 
M possui cinquenta e claco munl­ 
cfplos todos grandes e belos. Mas des­ 
tes existem dois pelos quais mais tenho 
simpatia. Trata-se de J ar d i !D ( que 
nome lindo ) e Ma r a c a j ú. o primei• 
ro o povo é tão bom P- trabalhador que 
com poucos anos de vida eRtu Cidade 
já tem coisas que multai, grandes e an­ 
tigas metrópoles deste Estado, não têm. 
E. o que é mfll3 importante, sabe reco­ 
nhecer o valor do alienígena que de lon­ 
ge vem trnzer um pouco do seu tsforco 
parn a melhoria de Rua gente. E o se­ 
gundo, tem o Prefeito mais inteligente 
e trabalhadc.r de todo l'rlato Grosso do 
ui. Prata Braga ou melhor Doutor Prata 
Brga Mui Digno e Honrndo Prefeito dsi. 
Cidade de Marncajú Doutor? Por que'/ 
Há de perguntar aqueles que sabem da 
simplicidade de formação acadêmica do 
Senhor Prata. Doutor, sim. Porque um 
título pode ser frio como o mármore, 
de uma sepultura, st> :ili.o dermos ao 
0 
mais cotado para. substituir o atual mesmo, o calor da vida de quem etu- 
Prefelto 	dando obteve um g&.1-'lrdão deste. apro• 
- vella-se para dar melhor condições de 
vida aos seus semelhantes. 
O advogado. médico, engenheiro, 
professor, farmaceutico ou o•Jtro profis• 
slonol de nível superior é um srvo da 
comunidade já que esta deu-lhe condi· 
ções de, pelo estudo, alcançar cuminãn­ 
cias que habilitaram-no a liderar orlen• 
ter e comandar coisas para a melhoria 
daquela de quem é devedor: o povo. 
Sim meus amigos todos os homens ao 
receher, um Diploma deveriam, em pri­ 
meiro lugar, agradecer a DEUS e em 
segundo prometer dar tudo de si para 
honrar o Titulo que fez júz mas que 
todos através impostos ou outros tipos 
de contribuições ajudaram a pagar. 
Ora, meus leitores, se, sem na 
disto, um homem consegue levar coofo1• 
to e melhoria pora o seu povo. Ora caros 
amigos sem ter diplomas, titulos ou pa­ 
péis Maracajú é previlegiadu pois tem o 
homem sábio que conseguiu já para sua 
gente tanto conforto com o que eles não 
contavam para os próximos dez .anos 
ou mais. Mudou, disse-me noutro .dia 
um gaúcho lá daqut>la região. Mudou 
tudo e- dizia ele, mudou para melhor. 
Normalmonte os Homens que dP.verlam 
executar as mudanças mudam mesmo 
mas sempre parn pior a nós temos um 
montllo de exemplos por aí. 
Não conheço, pessoalmente, Sua 
Exela. e prefeito de Maracajú e talvez 
nunea vá ter esta oportunidade mas se 
tivesse hoje de escolher o Executivo do 
Ano a o voto final fosse meu, vocês jó 
sabem quem seria o homem. 
f , 
e F 
r 
1 
Ely de Araujo Barbo a 
Sindicato Rural de Bela Vista 
Convocação 
1 
l 
O Presidente do Sindicato Rural de 
Bela Visto, convoca a Comissão da 7a 
Expobel de Bela Vista, para urna reunião 
no dia 31 de Janeiro, às 0 hs. na sede 
do mesmo, pura tratarem de assunto re• 
lattvo a Prestação de Coutas da última 
expuslção. 
Dr. Roberval Borges 
Presidente 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAB/ MT 1615 
Causas ivVle e Criminais 
Rua Antonio João, 842 
Bela Vl;,ta Mato 6rosao Sul 
a.r 
Educação e 
DE P 
Políi'ica 
Clube Esportivo Selavlstente 
ConvocJ.çüo: 
Convocamos os senhores ns­ 
so&lados paru Assembléla 
Geral, a ser realizada dia 
5 do fevereiro, na Sede do 
Clube, com o. finulidn<le do 
apesntagão de chpus p­ 
ru a t•lerçno dli novn dlro­ 
toriu. 
Abraão Armou Zacarias 
Presidente 
Poderia lhes dar uma série de e 
xemplos mas ttcrel sómente com um. 
O Governador Amorim Costa, resolveu 
d a r u m atliantameato de ver­ 
bas para o conserto de escolas uflm de 
que as mesmas estejam em condições 
de funcionar ulod& a primeiro de marQ.:l 
Mal disse, elhor fez. Algumas prefeitu­ 
ras organizadas, como Maracujá, já ti­ 
nhom feitos o8 seus orçamentos para Ili· 
to e, de cara, viu que a bo vontade 
de Sua Excia o Governador nlio la dar 
para nado lá em !!eu município. E o que 
fez o prefeito Braga; Correu até os As­ 
sessorE-9 de Amorim Costa? Não. expôs 
a situação de sua gente e suo escol& e 
falou, isto não dá nem para a saída e 
se fôr só para isto lá em Campo Gran­ 
de não vou. E não ia mesmo até que 
recebeu aviso de que com multo sacrifi­ 
clo (e é verdade) o Governador iria au 
mentar a cota de sua cidade. Cota esta 
que p.ara alcançar o previsto no orça­ 
m ao to de Prata Braga só faltou cinquen­ 
te mil cruzeiros. Era de mll e quatro­ 
centos, recebeu til trezentos e cinquenta. 
E é por loto que digo Diploma é 
bom é útil te-lo (eu tenho alguns) mas 
vale multo mais ser henesto, trabalh!!.­ 
dor e honrado pois 11ão coisas que não 
são adquiridas nas escôlas e, por Isto 
fazem parte do homem que vive para 
St,rVir e nunca para ser servido. 
Parabéns Maracajú onde o homem 
que manda liga pouco para etiquetas e 
muito para o seu Povo que jamais Irá 
esquecê-lo pois o que é bom não neces­ 
sita de " Curriculum Vltue " ... florido. 
Ivan do Nascimento 
A Pedido 
Rachid em Porto Murtinho 
O Senador Rachld Saldanha Derzi 
esteve em Porto Murtiho no dia 17 do 
Corrente e num espaço de três horas, 
reulu os vereadores da ARENA e expos 
aos mesmos, a sua meta ele oral para 
~enador 9iôoico que serà submetida ao 
Colégio Regional, dia 27 do corrente, pe­ 
dindo, naquela oportunidade a colabora. 
ção da· Edilidade em apolo ao seu nome. 
Antes de se despedir, convidou os 
vereadores para estarem naquele dia na 
Capital de Estado, sendo o transporte e 
hospedagem por sua conta. 
Fazemos votos que a vitória biônica 
do Senador se ooncrettze, onde ficará, se 
eleito, representando Mato Grosso do Sul 
no Senado Federal por mala quatro anos. 
A.F.N. 
Brasileiros Assaltam 
€Cetro te Saide de 
Pedro J. Gaballero 
Pedro Juan Caballe­ 
ro, (Paraguai • AFP) Qua­ 
tro delinquentes brasilei­ 
ros assaltaram a tiros 
o Centro de Saúde da 
cidade de Pedro Juan 
Caballero, situada oa 
fronteira do Paraguai e 
Brasil - provocando feri· 
mentos e tres pessoas. 
Os assaltantes pre­ 
tendlam resgatar outro 
bandido, também brasi­ 
leiro, procurado pela po­ 
licia do seu Pais e que 
depois de matar um 
paraguaio, foi internado 
no hoFpitaJ daquela ci­ 
dada. 
Pedro Juao Caballe­ 
ro é uma cidade gêmea 
da de Pont!l Porá, em 
Mato Grosso do Sul, da 
qual está eeparada por 
apenus uma larga aveni­ 
da. 
Liberdade 
Cnmpo aberto pra correr, 
Eu não quero soCrcr, 
Quero ser lire como as an­ 
dorinhas do céu, 
Desenhando num papel, 
Os desenhos de viver a liber- 
dade. 
Cnda miouto, cada presença. 
Acorrentando a minha mio. 
S6 meu pensamento é livre. 
Pra ir longe da solidão. 
Longe do raciemo, tóxico&, 
drogas, idas pra vender. 
Liberdade pra fugir eu quero, 
Pra conseguir sobrevirer. 
Guerra», correntes segurando 
o negro. 
A escravidão_passou só no pa­ 
pel. 
Guerras, corrente, ,cguro.ndo 
a humanidade, 
Medo da, bombas qac explo­ 
de pra matar. 
Quero fugir pra otifrcntnr, 
Hois enquanto alguém se de- 
»espera, 
Fabricam armas em outro lu- 
F b
. 	gar. 
aricando o computador, 
Esquecem;-se de pensar mais 
ao amor. 
Beatriz Sant'Anna 
Coninghamn

Dela Vta MS 
11 
BINCI DE REVISTAS DE 
Proprital de 0levar Barlosa 
Fica bem aí, pert.o do Belavistense 
Não deixe de 
SITA-LA 
kampa Desenhos 
Dc.cnhos Arq111lcti>nico1 
C6pi« Helliogrficas 
DoacnlioR Pohidtárioa 
'l'opogr:Hico, - Duenbo• 
e Plano• cm Ocrnl 
Sergio Romão Knmpn 
Av. Draoll . Ed. Cinelnudi• • S111& 201 • l• Andor 
Ponta Por 
!llnto Groseo do Sul 
Tribuna da 
- SEMANÁRIO - 
(20/2/72) 
F U N D A Ç A O lvnldo Pereira 
Administração Redação e Imprewio Tua 
Duque de Caxiftl 1/n Dela Vutn 111S. Cx. P. 20. 
EXPhDlE 
Diretora 
!llaria E1teln V l'ereira 
Editor 
I nldo Prreira 
Gerente 
Gil,on Silva Santo, 
Regi■tro Tllulo1 e Documento■1066 CGC-MF 
o:-1.?0l266i00Ul•90 lote. Eat. 1306923-13 
AS SI 
Dcmai■
Fronteira 
TE 
ATURAS 
Bel Vista-- CrS 300,00 
Muuicipios CrS 400,00 
E O NEGÓCIO .., ovo 
do !Rto é. nuo pegou mesmo, 0 %. _ 
o quer as deduções diretas (só leiç0%} 
na 	s, jsl; ações levem o 
reteis e,""%,,""i s credo. 
pensamento e este 	s fol asslm que 
qua treco complicado, mn e, Gran• 
um leitor nos encreveu de ampo seu 
ie. is@i puro o 4fl"",, si­ 
nome, ser atendido. Diz,ele q mo ue 
riio irrevereiie «os fe°E%k 
faz us delicias da lmpronsa a . • TF 
P junto com s sisudas matérias da , 
• 1 dos melhorei; r 
0 
torn11 este jorna um d vlcld 
i«tão (@ 4 piada 340) 1p}, ', i 
basta comparar. Intimo a reça E 
jíU:A editar novamente o E POIS 
• ízer de volta o brllbnnto Podru Pedreira 
E O BOM 'FILHO Á cAsA TOA 
Voltei ... para rever os amigos ,que u , 
dia ... 6, pols é... atá parece ~uslca d11 
seresta, mns tô ui e no bro, PP de 
volta e o É Pois É na 1ogndu. 
• Um 'abração a patolfl o.miga que 
deu o.quéla força e encucou u direção 
do jornal. forum buscar o PP ló. das 
prahis e ele começa tudo de novo. 
SUCESSÃO , 
0onversel com o Adalberto Sant Anno, 
veterano dn polltlca belavlstense e o 
mesmo n08 informou a respelto de um 
trnbalho que está realizando juntamente 
com o Rotary e a lfaçonaria, Trans­ 
formar Belo. Visto. em polo regional. É 
isso ai. a turma bota a boca, mas o 
Sant' Anna é um verdadeiro jovem, sem­ 
pre entusiasta e defenso:.- do. terra. Os 
"intelectuais" e os "políticos:•,só servem 
mesmo para criticar, em rodinhas fecha­ 
das, degustundo o bom escoces. e o 
gov'ernador nomeado para ~rato GrC1sso 
do Sul, Hn.rry Amorim, resolver substitu­ 
ir o atual prefeito de Belo. Vlstn, em 
minha humilde opinliio ele deverá 
nomear um TÉCNLCO. Um-cara que goste 
da AGRICULTURA e da PECUÁRIA 
(que não seja gigolô de boi) e que tenha 
a oabPça fria para encarar o desafio de 
torDllr Bela Vista uma cidade pro­ 
gressista. Fica aí a deixa ... 
Ob■crvaçAo O, artigos publicados com 
as,inntura• do1 outorc• nõo tra.duzcro ne­ 
ce■Páriamcnto n opiuiilo e pensamento do 
Jornal. Sua publicação obedece aos propó­ 
sito• do• dcbnte1 <los 1iroblemn• mun1c1pau  
0 de rcílotir as diverso• tendência■do 
pcnnmento univer,nl. 	. 
MAS .. 
se o Dr. Castro continuar . . . PELO 
Alü0R DE DEUS, contrate um ASSESSOR 
para c.ssuntos urbunos, outro para 
ASSU lTQS P0LITIC0S, e outro para 
RELAÇÕES PÚBLICAS, senil.o a vaca 
------------------------------------------------------------ - 
EZZE BT&t 
Ambiente Seleto 
Antonio João 
f/ 
pedro pedreira 
t nte é S0 fAR es­ 
vai pro brejo. 0 1m%"anvóisimento 
1 d. acelar d 
torgos via k; quele ne6elo 1o 
do Dela Vista. U' te. Apesar de 
f: ti ur a correm '. l 
Médiei: 10r1!+ " ·ditamos que 0 so 
tudo, nós inda cre 
,;olt:uú a b•i11H1r. 
" I'l É QUE E FAZ 
A5' prata. de Ma- 
r · G <' tz; r d 	• 
q11u;1tl('I o prP lllt<> 
1 
·' ,-. , . " foi rece- 
'ú <l •'(· tempo de loucura 
ro.coJ , r> , . as; reformos das 
er u su parcela par8,,, trc-mendo gri- 
cerceies gi"e,%iã, «Go«rir 
to. QuerHl CrS 
100 000 00 
Prata gritou, 
iria dar nper,a!' • • ' ' •1o e chorou. 
io 4a.por s %,'h. e isso si. 
Resultado: levou · ,J. • • 
qccm nilo chf))'n, uilo mama. 
E A BRIGA a, CAmara 
agora é pela preidenc!a,"; ae ' 
ireses que'0 «,""?ia ão 
vembrn mudou o quo ro 
1 
mun'cíp1o. Os dois vereadores do tu 
prefeito. 'T'urlnl e CenturJíl.o, nlio se( er 
coutrnro em po6içõe:i confortâvels n o 
rei ser.,c, 6 ave"+.,,2%32" 
o ex,rnílCHdnto à drputado y 
raujo Bnrbosa·· é o mal6 ootado para 
absttulr Castro Pinto. Marques 14 /% 
o que devrrln ser feito, 0dillon _ 
11 
franco ntlrador; G~tulio e Iàelfon&o sao 
do MDB, fica então o mais provável e 
telvez o mais Indicado: Nivaldo de Barros. 
E O NIVALDO 
é. reolmente, o político que possui aque­ 
la quulldude que drsperta entusiasmo e 
as vezes rancor. mas... carrega dentro 
de si u vocação político.. 
PER0NDI 
o advogado Perondi, eAfriou um pouco 
no t'lconte no o.sRunto po!ítlcn. O que é 
que aconteceu com o gnúr.ho? Sl.'rá que 
as conjunturas não são propiclni-? Ou a 
busca do tutu não permltE! tempo para 
a política? Vamos deixar de acnmular e 
pensar um pouco mais na comunidade ... 
e oão adionta reclrirunr ... é o povão que 
pede a presença de Sergio Perondi na 
política. 
ESTE ANO 
nosso. coluna vai analisar e se possível 
elogiar ou criticar, a formação do Dire­ 
tório da Arena e do MDB. Chega de a­ 
comodados. '/amos dinamizar o. politlca 
municipal, nprovPito.ndo novos vulores e 
reconhecendo o trabalho dos vatera­ 
nos (alguns) 
Desenvolvi­ 
da vacina 
contra a 
Cárie 
Cumpina11. Cienll tw· 
da Faculdudfl de Odon­ 
tologlu da Universidade 
Estadual de Campino, 
em Piracicaba, consegul­ 
rom tsolur o prl'ldpnl 
agente cnrlugênico e de­ 
tormlnur uma vacina ca. 
pnz cle• pr1-1venlr o radu­ 
zlr inéldenclu de crie 
dontnrla no País em pelo 
menos 60 por cento. 
o diretor do Depar­ 
mento d(.) Biologia e Pa. 
tologla Buco-Dental dn 
FOP Lourenço Bozzo, 
disse: a cárie dental é u­ 
ma rla mais prevalPcPn• 
tes doenças dos sere 
bumenos, nfi.o havendo 
no mundo, praticamente 
nenhuma órea geográll· 
ca, cujos habitantes no 
exibam algumu evidencia 
de cárie. Afetando at­ 
bos os sexos. ll doenca 
atinge no Brasil, utu11l­ 
mente, mats de 95 por 
cento de sua população. 
A va clna já està 
pronta e os testes básl­ 
cos com animais, em la· 
boratórtos, jó. foram ren, 
llzudos pelos Integrantes 
da equipe do professor 
Bozzo. A equipe iã 
000
• 
clulu que a vacina deve 
ser iugerlda e atuará, 
sempre, por lnterwédlo 
da saliva. 
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Ex-professar assistente da Assistência Médica de São Paulo 
} R. ide Setembro, 409 Fone: 431-2194 -~Ponta Porã-MS 
Estado de Mato Grosso do Sul 
Prefeitura Municipal de Porto Murtinho 
Edital de Concorrência Pública n ° 001/79 
0 Prefe!to Municipal de Poro Murtinho 
Estado de Mato Grosso do Sul. torno púhllco, pa• 
ra conhecimento dos interessados, que fará rea. 
lizar às I0 horas do dla 8 de fevereiro de 1979 
na arde dn Prefchura ."llunioipal de Porto Murti­ 
uho ~.S, concorrGndu l'úbllca, de coníormidnde 
com o Decrelo lei Fedcrnl a.o í3!40Jí3 e Drcre, 
to Lei n.o 700/67, para execução do asfaltamento 
melo fio (guias sargeta»), coletores de águns Plu­ 
vais e suas obras complementares em vias logra. 
douros públicos da cldado de Porto Murtinbo MS 
ob a forma ,le l'lnno Comunitário, conforme Lei 
;1uniclpal n,o 536 de 21 du Uezombro do 1.978 
no sii!ema de execuçno por administrução índire• 
ta em forma de conceufio e emprri!acla direta­ 
mente, 
l • Objetivo da Concorrencia 
1-1 A concorrência de que trata o presen­ 
te Edital destina-+e a receber propostas de pre­ 
ços unitário» dos serviços para execução de pai­ 
mentação asfáltlca, meio fio (Guia» e argeta»), 
galeriu1 de águns Pluviais e suas obras comple· 
mentares em vias e logradouros públles de Por. 
to Murlioho MS, co11forme espeoificnçõe1 cone. 
lllnlc do projeto anexo e normas delermioodus 
por oste Edirnl. 
11 • Disposições Gerais 
2-1 O proponente deverá entregar ao Pre­ 
widente da comissão de Licitações, designado an­ 
tecipadamente para este fim na sede da Prefeitn­ 
ra luniclpal de Porto lllurtinho ilS, nté ãs 10 
horas do dia 7 de Fevereiro de 1,979, dois nve­ 
lopes separados fechados, locrudos e rubricados, 
contendo em 1110 parle externa e fronteira o8 se­ 
guintes dizeres: 
A Prefeitura ilunicipal <le Porto Murti­ 
nho l1S. 
Concorrência Pública • Editnl n.o 001/79 
l<'irma ------------ 
Endereço --·--·-········-····-···-·-··-·-·-···-·-·- 
Declnrando as seguintes caracterlsticaa cor• 
respondentes a cada envelope: 
Envelope I Documentos 
Enveloptl li Propo,!a 
2-2 O Envelopo I Documentos, será aber­ 
to em primeiro lugar no ato da concorrência e 
deverá conter a relação documento citados neste 
Editnl e camprobnt6rios da idoneidade téc­ 
nico, financeira e personalidade jurídica do pro• 
ponente, os quais serão analisados no ato da con­ 
corrência. 
2-3 O Envelope II 6rnentc será aberto a. 
p6e anuli,n1o o envelope I desde que o me,mo 
tenha sido npro1•ado. Deverá conter a proposta 
em três vlas, sem rasuras ou entrelinhas, istadas 
todas as vlas pelo proponente. 
111 . Oocumentaçilo 
.1 Todos os documentos exigidos neste 
Edital, poderl!.o serem apro&en!ados ecn forma de 
fotocópia autenticada, desde que não boja rcatrl• 
ções pelos 6rgiios expedidores dos mesmos. 
3. '2 Todas declaraçõc,, deverão ,,ontcr as 
auinaturo (s) do responsável pelo proponente, 
com firma reconhecida. 
3. 3 Todas as certidões exigidas, deverão 
estarem dentro do prazo definido pela legielnçilo 
em vigor. 
3. 4 Personalidade Jurídica 
3. -1. 1 Fotocópia da Cédula de Identidade, 
dos sócios diretores da empresa. 
3. 4. 2 Certidão de ,egistro da firma na 
Junta Comercial do Estado de Origem da firmo, 
ou fotocópia do conlrato social regi,trado no 
junta, com respectivas alterações e eus registros. 
8.-l.3 Inscrição do Registro Civil das pes­ 
os Jurídicas, do ato constitutivo e estaruto em 
vigor da, sociedndc• civis, bem como do ato de 
invc,tidura de ,cus represenuntea legoie em 
11xercicio. 
S,4.S Arquivamento no Junto Comercial 
ou repartfçllo ~orresponJente do ato constitutivo e 
esllltuto cm vigor, dos sociedades comercial, bem 
como do ato de investidura de seu, diretore•. 
3.45 Arquivamento na junta Comerclnl 
ou reportlçfio Correspondcn!e cm caso de socie­ 
dade anônlmn dn publicação das alas das assem­ 
bléias gerai, que tenham aprovado ou alterado 
os c,tatutos cm vigor e eleno, odmioistrndore, 
no exercício do maodato. 
3.4.6 Prova de quiuçiio com o oerviço 
Militar, do diretores da firmo, ou atestado de 
permanência no País, quando se tratar de eetran. 
geiros, dispensados o rcconhrcimcnto de firma 
em cartório. 
3.47 Prova de quitação com Lei 8leitoral 
a t r II v é • de apresentação de certidão 
emitida pelo Cartbrio Eleitoral, dos diretore, 
rrspone:ívei■pela empresa. 
3. 5 CAPACIDADE TÉCNICA 
3.5.l Ccrtidúo atualizada de regist.ro da 
firma e do• rcspon,hcls Técnico, no CREA e 
prou de quitação de ambos, no Crea. 
3.5.2 Certidão ou atestado fornecidos 
por entUade púolicn ou sociedade de Economia 
mixta, comprabat6rio da &.:ecuç:1o dlretnmente 
pela firma ou execução pelo seu responsável 
Técnico de obrai similares ou objeto desta con• 
corrêncfa. 
3.6 IDONEIDADE FINANCEIRA 
3.6.l Inscrlçllo no Cadastro G~.rul dos 
Contribuintes (MF) 
3.6.2 Certiduo negativa de Imposto de 
Renda da Erupra. 
3.6.3 Certidão negativa de Impostos Eta- 
d uai,. 
364 Cerldlo negativa da Importo Mu­ 
aitipoi,. 
3.6,3 Certificado de Heglarldades de mi 
tuução do proponente junto ao Inamps 
3.6 Hrova de quitsçlo de importo Sindi­ 
cul deido pelos Empregadores e Empregado. 
36.7 Pro de ituão regular perante o 
FGTS. 
3.6. Prova de situação regular junto ao 
Programa do Integração Social (PI5). 
3.69 Certídao negativa de falência o 
concordatas da empresa o seus diretores, expe­ 
pida pulo cttrtório da sede da Emprcn, 
3-6.10 Ate,rndo de idnneldade (lnnnceira 
da Empresa, expedido no lugar de sua sede por 
dois E.iubdecimento, Bnnclirioa qne, por ei ou 
pelos acionitns detendores de seu controle e nd­ 
mini•trndore•, nllo piirticipem do capital ou da 
direção dn emprern, emitidos no máximo triora 
dias onte, dn concorrênoin. 
:J.6.11 Certidão da lei do, :?/.1, artigo 360 
da C:LT. 
3.0.12 Certidão negativa de protestos da 
empresa e seus diretores, expedida n Comar­ 
ca onde a proponente tem sedo, no máximo 30 
dias antes da concorrência. 
3.7 Documentos Diverso• 
3.7.1 Decl•rnçtlo de pleno conhPcímenlo de 
todas as leis, regulamentos e usos locai vigentes 
no Munic!pio de Porlo ~lu.rtinho MS. 
3.7.2 Declaração de pleoo coRhecímento 
do tudo que se relacione com as condiçõe, 1erala 
da obra, inHalações especialmente o que diz res­ 
peito a existencia de jazidas, materiais naturais e 
artificiai condição de transporte, precaridade de 
vias ele aceaso, condições climáticu e even1nai1 
diflculdndes de mlio d<" obro. 
3.7.3 Declaração de aceitação de füealiza­ 
ção da obra. pela Prrfellnra Municipal de Porto 
Murtinho !ilS. 
3.7.-l Drclnraçllo que no preço unitário ou 
total, estão incluida1 •• leis oclais, emolumento 
e outros encargos a cargo do proponente. 
3.7 5 Declaração de que caso vença a cion­ 
correncia que trata este Edital de fnlciar vs tra­ 
bailios com 30 dins após ouinatnra do contrato. 
ANEXO I 
Serviços a e:<ccutnr 
I COLETOHBS DE ÁGUAS PLUVIAIS UNID. 
1.1 Demolição de calçadas M2 
1.2 E,caveçilo de vala, em terra compacta 
até 1,50 m. <le profundidade .ML 
Esca.-ução de valas em terra compacto de 1.50 a 
3 m. de profundidade. ML. 
1.4 Apiloamcnto do fundo nne vala, ML 
1.5 As,enta1uento e rcjuntaruento de tubo, com 
orgamassa de cimentos e reia, traço l3 incluaie 
o trousporte Jo■referidos tubos até local da obra. 
1.6.1 Tubo com 30 lf.L 
1.5.? Tubo com 40 M.L 
1.5.3 Tubo com (,O M.L 
1.6 Fornecimento de tubos paro a mxecu­ 
ção de rede de galeriu i'lovlai,, posto Porto 
ilurtinho. 
Tubos com 
Tubo, com 
Tubos com 
U Alvenaria 
lobo UN. 
I8 Alvenaria completa dos PV, especificado 
no projeto. UN. 
1.9 Tnrupn doa PV. em concreto armado ou 
ferro fundido conformne medidas do projeto, 
1.10 Fornecicnento doe ralo, para bocas de 
lobo cocforme projelo, UN. 
l.ll Reaterro das vala, fortemente apiloadas 
1.11.1 Até 1,50mn. profundidade. ML 
1.11.2 de lS0m. n 3m de profundidade. L 
1.12 Recomposição das calçadadas MA 
1.13 Gaia• o ,ar:;:etu, fnndidas no local eon• 
forme projeto, traço 13.4 ML 
Il4 Reaterro em camadas de 0,20m, apiloadas 
até 1.50m de profundidade. !i!L 
Ll5 Reaterro em camadas de 020m. apiloa• 
adas de l,50ru até 3m de profundidade. ML 
1.16 Recomposição de calçadas. M2 
li • ravimen!atão Asfál!ica Unid. 
2.1 Abertura da Cai:u 
2.1,l Escavação e carga compreen-lendo corte e 
aterro até 0,A0m. de espessura, inclusive transpor. 
te dos mnteriah nlé ;:, Km de distância. MZ 
2.2 Re:;ularização do Sub Leito 
2.2.l Regularização e compactação do sob leito 
para estabilização necessária e suficiente do solo 
de fundação. 	M2 
2.:! Bn,e Ennbilizada 
2.3.l Transpor!e d materiais, compreendendo 
escavaçio, carga e transporte. 
2.3.2 Execução da base estabelizada utilizando 
materiais definidos no projeto. 
'l.4 Imprimadnra Ligante e lmpcrmcabillzaote 
2-1.1 lmprfmnçlio da base com asfalto CM30 no 
mfoimo do 1,5 Vm2. compreodendo, foruecimc.n­ 
to, transporte e execução. 
2.4.2 Imprimadura ligante com material betumi­ 
noso BI-2e no míniío de 0.5L, m'?., comprun­ 
dcndo tran,porto, fornecimento e cx■caçiio. 
2.5 Cupll de Rolamento 
2.51 Execução da capn de rolamento, tratamento 
uperficial de penetração inverida 'tripla, com 
material especrficados no projeto anexo. com a- 
30 UN. 
-10 U.N. 
60 UN. 
completa do, Loc88 de 
/ 
(Continua)

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O 
~1omem tnnto r.1oral como eRpi- 
1 
• ' m o seroc­ 
ritualmente. foi criado a ima?' esmo 
Jl)anca de Deus. tendo por isso m • ' 
mal«so muito elovado cumprir. Nenhuf 
outro ser vivente h tão dotado de pr 
vllégíeR e rMpoo •ahllldoclcs como o ho· 
roem tio (> enfim. u mil crln lurn (1Ut3 
tem ~llanto de si um alvo dado por Deus 
uma mi r-Ao que RÓ n elr.> é ntrlbulda. 
Porém. pnrn. Cl bom do,:umpenbo. parn o 
cumprimento fiel de tôdn,.; as as re­ 
ponsnbllldritles, necei;sõrlo se foz a con· 
servacúo de todos or- poderes pelos qun• 
Is ]J{l de c111oprlr e~ta mlssllo. A consH­ 
VAção própria. é abqoJutamente lndls­ 
nensavol paro que poAsa ele levur fl 
bom termo o noturnl programa cln vida 
Todo o homem, deve ser bom ad 
ministrador de si mr>smo, fiel mordomo 
dos poderes, rlos ntrlhutos que lho foram 
gractosnmente conrlnd')S pelv Criador. 
De trêf: grandPi. lnlmti;os precisa ele de­ 
Tender-se O8 qunls ão: A Doenca, a Po­ 
br!lzn e u Morte. É sagrado. o dever do 
homem lutar pela coni;;ervaçlio da sua 
próprln viela. saúde e bem estnr tanto 
material quanto ARplrllual. Por uma ra­ 
zão natural. o homem cha-se exposto a 
urna Férle do fatores anti-vida, aos quais 
deve resistir a todo custo. 
A lei da prei;ervnçfio própria é 
fundamentnl em toda a nntureza. Todo 
ser procura lnsllntlvumPnle a defesa e 
preservnçüo próprio, fnto este f~ctlmente 
observado entra os seres em geral des­ 
de os de formal' mnf& deRenvolvldai:, cu­ 
jos !'epresentnnte máximo é o homem. 
Todos os sêres, tanto os rio reino ani­ 
mal como oa do reino vegetal, são dota­ 
dos de meioR de def Psa própria, 11endo 
o homem o mais Instrumentado. O corpo 
requt>r todo o cuidado pof-i;!vel, devido 
ao grande papel que dPsernpenba no 
cumprimento da missão do homem. O 
esplrito requer maior cuidado ainda. A 
falta de desenvolvimPnto do espírito im­ 
pede quase torlaR !IR ntlvldadl's do ho­ 
mem. porque êle só faz progresso. quan­ 
do progride o espírito. O corço de 
todo o progresso, é o progresso do co­ 
rnçao. diz eroln<'nte pemmdor cristão. 
PAra a prei;orvaQiio do corpo en­ 
tram vários elementos indispensáveis, co­ 
mo sejnm os alimentos em forma de co­ 
midas, bebidas o ar que respiramos, bem 
como o repouso, a limpeza, exercicios 
hslcos. etc. etc. Para consPrvaçúo "' pre­ 
servaço do espirito, precisamos cu]ti. 
vara fé, mansidão, legris paz, lona­ 
nimidade. benignidade. âif!idade, a}. 
nlo p_róprlo. bumlldnde etc .. dentro dos 
principios de vida ensinados por Je 
Cristo e seus discipulos, ·sus 
(Con.t. no próximo número) 
(Colaboraç!lo da 1 Igreja Batista 
de Bela Vista) 
exemplai' 
Direção Regulagem de M4 
i:: o o ores 
olda, Vulcanização. ' 
E'mo., Sr. Comenddo, 
Pil.'Te Luielli O.,raun. 
Araçatub - 5P 
Ser,hor Comrn,hdor, 
Através do Sr. dos M. 
nnel M. Lobo, tomamos co. 
nhecimento do espirito em­ 
prcendednr rll' V. E'l:cb., o 
eu entusiasmo pelo progres. 
o do Brasil. Soubemos tum­ 
hérn Q u e '. füu1. eu. 
tre· oufr;1• nti,·iduclr•: expforn 
industria de 'Tanino nesa 
cidnde. 
r.om a crluçõo do no,o 
Estado de Mato Grus•o do 
Sul, e,te mnnidplo rs16 (líl 
boa perspectivas de de«en. 
olvimento e para tal institul­ 
mo3 o síslernn de ''Mutir,lo", 
conforme decreto n11exo, Po,. 
ivelmnte Portobras cont­ 
truirii um terminal do expor­ 
tação neta cidade, pois ons. 
ta no plano do i.;overno Ferle. 
mi. 
Porto Murtinho posse 
umo dn8 mniore1 resena, de 
madeira tnnnnte qne Tinha 
,t'ndl) indn•trinlinrl~ pela 
Florc,ral Bm,!lt'irn .,. que 
encerrou mas ntividnrle.5 e 
coocnu Rua• ín•tolaç,ies à 
'endn. Tal reserva e,tá ,eodo 
qur.imadn nas dcrrubndas pi· 
rn nproveltamf'nto do ola. 
Portanto. 6 com ,urlsfoçno 
que convirlamos il V. P.xn. r•· 
rll e,tudnr n pos•ibilid,de 
de pnrtl<'ipaçào no grande 
"Mutir5n" de de.envolvimenro 
do no,rn mnniclplo, vi,ilJin· 
do-nos e estudando o po,,ibi­ 
llclade de lmplnnta~õo de umn 
emprl'~a ne,re município. 
Desde jí colocamo-nos a di­ 
po•lçáo de V. Exn. para aqul 
lo que julj?ar ncus,úrlo. 
'a oportunidade, apre· 
,ent11mo1 à V. Exa. prote,to• 
de elevada estimn e distinta 
con,idernção, mui 
Cordíalrucnlr. 
lldefon,o Sonre, dn Silva 
Prefeito ilunidpnl 
ORAÇÃO AO DIVINO 
ESPIRITO SANTO 
Espirito Sanro você que 
me eoclurece tudo que ilorni• 
no todos ow caminhos pnrn qur 
cu ntinja o meu idenl, voe~ qut 
m.- dá o dom divino de per­ 
doar e c,queccr o mel que. me 
fnum; e que todos o, 1n•· 
Lantes de minha ..;do eFIJÍ co­ 
migo, eu quero ne;;te curto dii• 
logo, agradecer-lhe por tudo t 
c:on.firmnr mni.- uma vez, que 
eu nunca quero me separa 
?e ~ocê por maior que aeJ• • 
:lu,ao material não serii o ,ai­ 
nimo do voutnde que sinto 
de um dia estar com você 
todos os meus irmão• no ~16rt• 
Perpétua. Obrigado maia um> 
vez (a pessoa deverá fazer e+t 
oração 3 dias !e,:uidos ,ca1 
fazer o pedido. Dentro de S 
dias ser:í nlcnnçndn a graça 
por mais difieil que aejo) pu· 
hhcnr assim que receber 
8 
grnça. 
Funilaria e Pint 
uras 
(;; 
u 
Rua 13 de Maio, 1080 
Porto 
- 
Murtinho tvS. 
De 
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leo, 
l f• 
o, 
hg

27/179 
0 MMISTÍ 
Escreve David Nasser 
l 
O ministério di1 • 111.Jerlura está 
pronto. Prevaleceu a declsflo 6nlcu de 
Flguelrc:do, upó1l longos debates com 
seus Ressores, Velhos astros, novas 
estrelas, tudo a Indicar a vontade do 
que se obtenha em pouco tempo uma 
equipe harmtníosn, Certos observadores 
talvez descubrum que em alguns casos 
esta ou aquela pasta s uduptou a rala 
ou aquela figura. Escolhidos os nomes, 
• preouohldas 1111 va ~ao, o pranto é livre. 
Golbery do Couto e SIiva seró. a 
mo dlrelta do poder. Até seus adversá­ 
rios reconhecem necessidade de um 
loglsllco à retaguarda de um goveruo 
qull onfrentará a turbulência da redemo­ 
orutlz11çllo. Progmátlco, frio, lmpessoo l 
o dlsnreto, elo li o próprlc, cimento do 
Plunulto. Da suu manlpulaQão nasceu 
11 estrnnha vitória de uma Arena venci. 
da nas urnas. 
Delfim Neto é a esperança do ho­ 
mem do campo. Tel6rlcoe, o agricultor e 
o pecuurlsta so, de natural, superslioloeos 
Acreditam nos homens de sorte. 
Delfim é um deleH. Prático, objetivo, 
tem a criatividade, o untuslasmo e, O­ 
bretudo, o boa estrela. Muitos compa­ 
nhelros da terra se animam com a pers­ 
pecllva desse mlnlt;tro da produção, a­ 
pós a paRsagem do noero romântico e 
didático Paulinelli. Espera-se de Delflm, 
em um Ministério da Agricultura rees­ 
truturado, com o cnfé, o açúcar, o ca­ 
cau, e um banco rural em seus limites, 
passe o Brasil a ser novümente um pro­ 
dutor de alimentos para os seus filhos e 
de divisas. Nessa área, estávamos pre­ 
cisando de um mnet1tro. NãC bá ploneja­ 
mento do que se deve plantar, não se 
sabe o que temos de rebanhos, exporta­ 
mos em um ano aquilo que Importar­ 
mos um ano depois, a agricultura é 
con!lsoada, enquanto a industrin é sub, 
sldlada. 
Talvez Delfim coloque a agricul­ 
tura ao lado da indústria para que o 
Brasil do sul deixe de jogar fora o nll­ 
mento que falta no Brasil do orte. E. 
preciso repetir, até cansar, que no ano 
2000, os países ricos não serão aqueles 
que tiverem petróleo, mns os que produ­ 
zIrem alimentos. Houve, no Bra il, de­ 
pois da Segunda Guerra Mundial, a 
preocupação de se Industrializar a qual­ 
quer preço. E o fizemos à custa da a­ 
gricultura e da pecuárh1. Hoje, nüo 
produzimos setenta por cento do que 
comemos, mas a Argentina, ali oo lado, 
depois dos terremotos peronistas e das 
convulsões politlcos que lhe trouxeram 
0 empobrecimento e a inflação, caminha 
Pelas mãos seguras de um Martinez de 
Roz para a recuperação econômico. 
Sem televisão a cores, suas fábricas 
lançando velhos modelos de automóveis 
assiste ao crescimento do rebanho bovl­ 
PQ(três vezes superior ao nosso em ren- 
lmento), produz e exporta cada vez 
11!.als trigo e é autosuflclente em petró­ 
leo. Ou o Hrasil se oonsclentlz11 de que 
l forço está na terra, ou nté o ano 
2
1
000 voltaremos ao desonrosr- segundo 
Ugar. 
Acredito, piamente, seja este o 
motivo da prioridade de Figueiredo à 
%opecuária. Por Isso não foi em busca 
e um anônimo burocrata ou de um 
brilhante prolessor para resolver um 
Problema desse magnitude. Para a agri­ 
cultura, preclsAvamub de um Pelé, não 
~e um Zoca. Em linguagem de televisão 
e um Bônl chamado Delfim, é o que 
Pensam 01:1 irmãos da terra. Ele está aí. 
na Ponta dos cascos. o ex-embaixador 
na França. Dêem-lhe porém um mlnlsté­ 
!Ode verdade, _não essa fantasia minis- 
erial que é o da Agricultura, mentira 
S um séeulo. Dêem-lhe um ministério 
5 
Ivo, onde se incentiva a produção, onde 
?? estimule a comercialkzção, onde e 
namlze 11. exportação. 
O deslocan.ento de Má.rio Henrl­ 
~~e Simonen para o Planejamento preen­ 
e o melo de camoo e é a mais natu­ 
l'al das soluçõM. Essa ruanla, agora, de 
Procurar culpados para todos os pro- 
biamas que onfrentamos, ó tondCncfu de 
fim de governo. 
Tentam; por exemplo, estabele­ 
cer comparação entre Delfim e Simon­ 
sen, o8 nos das vacas gordas e os anos 
das vacas magra. Na verdnado, Delfim 
era ministro de Médiel, o presldente que 
delegava. Slmonsen, ministro d~ Gelsel, 
o cenlrullzador. Cada vez que Slm'Jni-en 
entrava no Planalto devia se sentir 
como um judeu entrando no Reichstag. 
Nilo que o atual prneldente seja mau, 
rlspldo, lnclvlllzudo. Aqueles que privam 
de sua Intimidade se referem á maneire. 
cortês e educada com que trata grandes 
e pequenos. O próprio Rubem Ludwig, 
o Rubfio, que conheci nas .-gulhas 
Negras como cadete, comentava, entre 
seus Irmos do turma, outra, a ver­ 
dadeira !mugem de Gelsel: um horaem 
duro, mas simples. Entre as virtudes 
que todo mundo reconhece em Gelsel 
não está, a meu ver, a de dividir. E ostn 
era u principal qu'llldRde tle Médlcl 
como presh.lente,a de ser um homem 
habitável. 
. .,. 
-e 
'·º 
e 
1 
rios; tgrônomos, enfermeiros, o ensino 
médico se deteriora, a unlversldade no 
Brasil é um um arquipélago. Das bases 
sobem para o ensino superior transfu­ 
gas do Mobral. E evidente que para dis­ 
clpllnar a bagunça só vlguém que enten­ 
da do problena horizontal e vertleal. 
mente. O professor Eduardo Portela é 
uma. esperança. O mesmo aconteci> no 
setor de Comunicações, que terá como 
reFpoosável o eficiente Haroldo Correu 
de Mattos, Indústria e Com·rclo, João 
Camilo Pena. Para o Milstérlo dos 
Transportes, vlta a inteligência privlle-. 
glada do mineiro Elizeu Rezende, o ho­ 
mem tranqüilo. Da Bahia velo um bom 
médico Mário Augusto Castro Lima para 
a pasta da Saúde. Uma réplica do Nus­ 
cimento e Sllvu para a Previdência 811- 
clal, P.llpera-se que seja o Jair Soares. a 
Justiço, o raposlsmo de Petrôolo Portella 
o poliglota do regime. O ministério do 
Trabalho é uma pastu politlc11 e nela se 
Instalaria como uma luva alguém do 
Laudo. Velo a figura serena e política 
de Murilo Macedo. O ex-governador Ce­ 
eor Cals para Minas e Energia. O nosso 
Andreazza vai balançar o coreto do MI· 
nlfltérlo do Interior. N!nguém tem dúvida 
disso. Bem o negócio começa a engros- 
8ar. Azeredo da Silveira foi, quer quei­ 
ram quer não, um chanceler agressivo. 
Fulou grosso com quem falava grosso. 
Que se credite, por dever esse wérlto a 
Geisel que o apoiou nessa postura. O 
executivo do ltamaratl esteve A altura 
da missão. A mesma filosofia de lnde­ 
pendêocia será tônica de seu sucessor 
Em buixudor Ramiro Guerreiro, o próxi­ 
mo Chanceler. Na àrea econômico, o 
mais importante seria reunir nu mesma 
equipe os nomes de Delfim etto, Slmon­ 
sen e (Da pasta da Fazenda) o Karlos 
Rischbieler o mais jovem du con11tel!lcao. 
os momentos agudos da crise econômi­ 
ca, esses homens juntos darão ao presi• 
dente a visão universal do problema. 
"Um Ministério de exce­ 
pcional impcrtância" 
Delfim entrou naquele castelo 
medieval ~ ocupou quaoe todos os 
cômodos, Eixcetu os da segurança. Se 
alguém ousasse meter o bedelho, era 
enforcado na hora. Nãú sei se se lem. 
bram de um mluistro ele origem japone­ 
sa, o Yassuda, uma profecln nlpônlcn 
Inventada não sei por quem. Perto dele, 
o Uekl seria um gên)o, pois o nlsel se 
meteu a desartar Delfim e de repente 
se viu no melo da rua. Delflm era de 
fato o ministro da Economia. O mesmo 
não aconteceu a Simonsen. 
Obviamente, o presidente ern 
outro. A responsabilidade pela polltir.a 
econômica do Brasil não dependia do 
ministro da Fazenda, mos também de 
outros minlo1térios consangüíneos, fican­ 
do a palavra final a Geisel. Competia­ 
lhe fazer a receita, mas não tinha matos 
de controlar a despesa. Assim como 
Armondo Falcão não passou de urn boi 
de piranhas do Ministério da Justiça, o 
cristão novo Mário Henrique Simonsen 
virou u saco de pancada de todos os 
fracassos e de todos os azares. 
"Contra tudo isso (quando a 
mutérln lhe passava pelas mãos) brada­ 
va violentamente o ministro da Fazenda. 
Mas Simonsen,'o mestre dos economistas 
brasileiros, nil.o teve a Porte e a autori­ 
dade que tiveram Barre, na França. ou 
Martinez de Roz, na Argentina. O espi­ 
rito de solidariedade de equipe A a ver­ 
dadeira fascinação que tem pelo Presi­ 
dente Geisel evitaram que sle abandonns­ 
se uma pasta a que faltava a autorida­ 
de imprescindivel. Com o melancólico 
resultado de entregur o país ao governo 
seguinte com mais do dobro da taxa de 
inf111çiio que recebem." (Eugênio Gudln) 
De longe, eu sentia pena dele. 
Primeiro, porque acompanhei a sun 
carreira desde o inicio, sob n orienlaQlio 
helênica de Eugênio Gudin e Octavio de 
Hulhões, e sabia de seu desinteresse por 
outras vaidades que não fossem as da 
intellgêncla. Lógico, quando surgiu a 
possibtlldnde de ser ministro, ele acel­ 
tou. Ninguém é de fero. Mas, este deve 
ter sido o limite de sua ambição e n 
dose dupla não figurava entre seus pla­ 
nos. De repente, não mal3 que de re­ 
pente. alguém, não sei se foi o Venturl­ 
nl, o Marchezan ou Farhat, a lllmpada 
se acendeu. "Para umu face de exce­ 
pclonal lmportl:l.ncia, um ministério de 
excepcional importância," 
As pastas militares estavam defi­ 
nidas. A du Educação, tudo aconselhava 
se partisse em busca de um técnico. Nes­ 
se terreno, meter um político para agra­ 
dar a um governador, ó gravo erro. O 
Presidente Figueiredo há de estar infor­ 
mado da crise por que passa o ensino 
no Brasil. Não há planejamento, insta­ 
lam-se faculdades em casatõee, advoga­ 
dos trabalham como datilografo+s, faltam veterini- 
Tudo prenuncia o desejo de 
acertar os ponteiros 
O foto é que o Presidente Figueire­ 
do optou por um gabinete de peso, em­ 
bora tenha o disposição de mud11.r este 
ou aquele ao corrN do tempo. Só aque­ 
les que o conhecem ele perto sabem qual 
é o seu estilo de comandar, ma!I segun­ 
do alguns. delega confiança e retira com 
a me&ma rapidez. Segue aquele velho 
provérbio àrabe de que, se alguem nos 
engana uma vez, a culpa é dele, mas e 
nos engana duas vezes, a culpa é nossa. 
Não se trata de Ministério político, 
uma vez que u mão estendida para a 
conciliação ainda permanece no ar. Mas 
não há dúvida que se trata de um gabt· 
nete realmente de peso, reforçado no 
segundo patamar, pela chamala de Os­ 
waldo Col!in par,i. a presidência do 
Banco do Brasil, de Carlos Brondão pa• 
rn a presidência do Banco Central e de 
Gil Macieira na Caixa Econômico Fede­ 
ral. Tudo prenuncia o desejo de acertar 
Oti ponteiros num momento em que o 
Brasil há de se lançar por inteiro na 
guerra autilnflacionsria, no último gover­ 
no militar da Revolução. Só nos resta 
desejar boa sorte. 
Transcrito da Revista Manchete do 
mes de Janeiro de 79. 
Cortezia: 
Armazens Gerais 
União Agrícola Ltda. 
'-Uma Organização Elio Batilani" 
Bela Vista MS 
Progresso com 
Liberdade 
No discurso em que 
anunciou ofi<.'lulmc,nle, a 
composição de seu futu­ 
ro ministério, o presiden­ 
te - eleito, João Daptista 
Figu•-iredo, traçou um 
brevP pnfil de como 
será o eu governo e 
prometeu ao País "pro­ 
grosso com liberdade, 
paz com justfçu, ordem 
dentro du dcmocraclfl, 
segurnnça uos lndlviduos 
ao lado da segurança 
do Estado o dcs institut­ 
çõcs, doseuvolvlmento 
para todos" Figueiredo 
nflrmou que "o exilo de 
nosso governo dependerá 
da sua coesão interna, 
da Ildolldade ele cuda 
ministro às diretrizes da 
presidência e de que es­ 
sas sejam executadas II­ 
elmeute em todos o8 
escalões" confirmando 
uma de nuas diretrizes­ 
maior asGlstencla à pe­ 
curia e à agl'lcultura-o 
futuro presidente re­ 
comendou: ''portanto, 
que às atividades ruraiR 
se destine parcela molor 
de recursos disponlveis, 
em terwos de crédito e 
à organização de um 
sistema de preços e 
garantias de compra do 
que for produzido. 
Sala de 
Imprensa 
O presidente da As· 
sembléla Constituinte, 
d!lputado Londres Ma­ 
chado, designou que a 
sala número 40, no pri­ 
meiro pavimento do pré­ 
dlo da Assembléia fique 
reservada para abrigar 
os repórteres que farão 
a cobertura dos traba­ 
lhos daquela casa. O 
deputado Londres Ja­ 
chado, rem demonstran­ 
do uma preocupação to­ 
da especial com a Jm· 
prensa, e segundo já foi 
anunciado a .sala conta­ 
rá com dois telefones e 
futuramente com um 
aparelho de telex. Guar­ 
dando as devidas pro­ 
porções, a Cfl.mara Mu­ 
nicipal de Bela Vista de­ 
veria lambem dar con­ 
dições de trabalho aos 
repórteres cedendo pelo 
menos uma mesa e um 
local mais apropriado. 
Fica a sugestão. 
BOCUME!TO 
PERDIDO 
Mário Godoy Filho. 
extraviou oi; seguintes 
documentos: Cartelra de 
ldentid11de, certificado de 
Reservista e Carta de 
Motorista. 
Publicação ;que se 
faz para obteoçlio da 
2.a via. 
Bela Vista, MS

sns. VJAJ.N'rES 
Quando chegar em Porto Murtlnho. hospede-se no 
NOVO HOTEL CAIÇARAS - E inta-e com1o ne estivesse 
em seu próprlo Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS uulá 11onllo 
uhmdldo poloa 11eue novos proprietários 
WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • quo osUlo do bruços 
aberto pnrn recebo-los u quulquer hora 'do Dla ou dn Noilo 
NOVO HOTEL CAIÇAR.AS 
Porto Murllnho 
Muto Gros!!0 do Sul 
- 
CONF tt 
de Yilson Fhílemon 
Rua Alcebiades B. da Cunha 319 - Bela Vista MS 
{/oção 
Senhor Governador Ha ry 
tcodeudo 1!m moç'o elo. npolo 
o 	a.d da Câmara 
representando unanirl4atue I ·] 
do V'eeadores dese município, resol 
continuar à frente da AdrolnMrn?ªº 
Munte!pal até o final do més de mal0 
isto é, se merecer confiança de Vossa 
de Apoio 
Conlecções Civil e Militar e Equipamentos 
Grande eorllmento de artigos e!lportivos, tnls r.omo: jogo 
de oamln para futebol da oampo, de salão e volcy, chuteiras, 1 
jogos da melas, camisas uvulsas de limas para adultos e crlan­ 
ças, quedes rnlnba, equipe e topper, bola Drible para campo, '30- 
11o e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de caro!· 
eas e bordados e jogos do número. 
Rádios e loca dl~cos, caixa de som e jogos de caixas 
noústicas para carro. Material escolnr, jogos de m a I a, 
muohlllB 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para 
homens alem de ce.lçados. Tudo para crianças e as ultimas 
novidades da moda femlninll. A vlarcontos em geral. 
Procuro-not1 e faça. uma. vll'ita sem compromisso. 
(Conflnu.:ic.1o) 
Edital de Concorrência • - . 
licacto no mínimo de 3,5 L m2 de sflto 
É{é's5/1o0 compactada conforme especifica6e» 
anexa±, 
Normn!l Gerai• 
3,0 Oufas o nnrµelM, aerüo executnclns no dJmen- 
aionnmeuto do projelo 11ncKo, 	.•• 
3.J A execução dos coletores de rua Pluviais. 
deverão seguir rigorosamente as especificações de 
ervlço e o projeto fnrnec!rlo pela Pr_efelturn, no 
cao de qualquer dúvida deverá seguir a orlentU· 
çao da fiscaliza;o da Prefeitnr Municipal. 
3 2 Todos rnaterini• e a mo de o lira n ,erem tl• 
tilizados, n execução das obras, deverão rem 
fornecidos pela proponente vencedora, inclueir 
devendo propor prcçon unllnrio, pnru foroec,­ 
mento dé tainpõés de ferro fundido, degraus de 
ferro par PY, preço unitários d,s PV e boca! 
de lobo, conforme projeto. 
3.3 DeYu~ eer proposto os renju►te• n ac_rem 
ofetuados durante n exccnçno Ô9 obrn, de acordo 
com !n<lloe• oficiais, 
3.4 0 proponeare deverá npre,cntnr o preço_ n 
vlstn bem como preço n prnzo, com nlter~çocs, 
plaOflS de pugamento e índice do coeficiente n 
FCr opliou<lo .obro parcelas ou saldo devcdore•. 
35 A proponente vencedor será responsável 
por qualquer dnno seu ou de seus prepostos 
cnurndo• á Prefeitura ou a terceiros. 
3.6 Oe ,erviçor exlra conlrntuaie porvcnrura ,ur­ 
gidos, só serão nceitoB pela Prefeitura, quaudo 
devidamente nutorizu<lo• p,·fo mesma, e untes de 
ma exccuçao. 
3.7 Todos defeitos e vklo• de coa•lruçiio que 
porventura ,urgirem, serão dcnunciodos pela Pre­ 
feitura, devendo suu correção ser feita sob iatci­ 
rn rcsponsnbili<lnde <ln proponente. 
3.8 , Prcleituro Municipal, acatará a• medições 
provl,ória, feita• e nprcseutadoe pelu proponenle 
vencedora, após eoaferêncin da mesmn, efetuadas 
mensalmente. 
Gnhinelc dn Prefeito M unlclpul de Porto 
Murlinbo Eotndo de ilnto Gro.,o do Sul, em 08 
do Janeiro de 1.979, 
lldefoa,o Soarei da Silvn - Prefeito Municipal 
Amorim Co-sta 
Excelência. 
A Cilmnrn o o Executivo ).funl- 
clpa 1 rntcndcrnm qua Ml devo aprovuitur 
u harmon!a exi«tente entro Executivo, 
r,
0
crit1Jatlvo , junlolpul o Cornunldndo, 
coótnndo como certo o apolo do governo 
do Vosoa Excolêncin, p rn: 
r . Concluir os 300 km de ostra­ 
das aberta esta admiuistraço, brir 
outras, l!
6
nudo com a República do 
Purngual e fonto produtora. dando UBPlm 
LJnoío no dc&ouvolvlmento urrropecuárlo 
e· Co'!!érclo: 	/ 
II - Criação do tormlnal do ex 
porlaçílo, dando condlçõc:i 11 oxportnçilo / 
e Importação; 	r 
I I J • Pugnar pela lluha de l 
trunsmlssúo de energia elétrica rio Uru- 
1
, 
bupungú; 
IV - Con !rução do Centro Edu. 
cacional pelo Estado e outrc, pelo 11uoi­ 
cíplo: 
V - Conclusão e equipamento do Hospi­ 
tal Cesar Bordallo o construção de uma 
Unidade Sanitária; 
VI - Construção de um centro do ) 
Segurança Pública: Delegacia, Cadela e 
Destacamento Pollclal; 
Vil . Drenagem de óguas pluvl­ 
a Is e pavimentação asfáltlca a lnlclaMo 
na ~ª quinzena de janeiro de 1979: 
urbanização da barranca do rio com 
área de lazer. 
Assim sendo, Senhor Governador, 
con,•ldamos-lbe para unir-se a nós, na 
luta de desenvolvimento do 0011so mun.1- 
cípio, conforme Decreto nª 022178 anexo, 
que será também o desenvolvimento de 
:-1ato Grotiso do Sul. 
Aproveitando 110 ensejo, rAD0· 
vamos-lhe protestos de elevada estima 
e eonslderação, augurando uo Gov1orno 
de Vossa Excelrncla, completo êxito no 
plano concebido para orientar o desen­ 
volvlmento de ~rato Grosso do Sul, mui 
Ateacio,amcnte 
Jldefon,o S. da Silva• Prefeito Mun. tle P. Murlin~o 
• 
l 
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Acucar 
) 
E;I, 07 
0 MERECERIA 
" e Fasa 
ffiIT@rn 
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D 
1 
-· Arroz Secos e 
PEs 
DOA 
Molhados em Geral 
E CES 
M770 €G23$$0 SUL 
----------------- 
ESTE ESPAÇO ESTÁ RESERVADO À 
A Pioneira em Bela Visto 
____________ ::::::::::.:.:.:.::.:.:.:.:::..:.:.:.====================------------ 
Inovação 
Si 
D ■■ Lazer... 	ll C D Som 
(Discotheque) 
1 
O Piá dnn Mom~mft® m!J 
BONlTO 
1-------------------------------- 	MATO GROSSO DO SUL 
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ESTA EDIÇÃO 
~011formu foi publicado na TrIbuna Mur. 
ttnlrnnr,o, clrculur(l e1J1 Porto Murllnbo, 
distribuída à todos os assinantes., Aos 
meooH nvlAacloR PXplícnmoe: o jornal de 
Murtinho é quinzenal e para os asslurrn, 
tes do mesmo, distribuiremos quatro edi­ 
ções mensis, sendo duns da Tribuna da 
Frontelrn e dunas d9 'Tribunn Murtinhen­ 
se, totalizando s quutro edições prome­ 
tidas. Os leltoros murtlnbonses nplnaudi­ 
r11m u ldôlu, pois trilo acompanhar os 
conte cimentos fronteiriços, e receberão 
um Jornal "de peso" como o 'fF - um 
Jornal Independente u servlço de Moto 
Grosso elo Sul. 
VERBA 
A Prefeltum de Porto Murllnho reoe• 
beu a primeira parcele, no valor de 
135.000,G0 do Governo de Mato Grosso do 
Sul, para as reformas das escolas esta, 
duui11. É a primeira verba cedida por 
Harry Amorlrn Co3ia ao povo de Porto 
Murtlnho. O prefeito Ildefonso disse que 
o governador está de prabens em valo­ 
rizar as administrações munlolpuls e 
disse ainda, que o mesmo prometeu fazer 
um mutirão para arrumar as estradas do 
munlciplo. com máquinas do Estado e 
da Prefeitura. 
.· 
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o 
no 
e­ 
• ·li 
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1 
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HOTEL TURISTICO 
Um grupo llguclo à COMAVE, (de Campo 
Grande) mulH precisamente o diretor 
delltu empresa. 011tá om vias de oonstr,1r 
em Porto Murt.lnho, um hotel de catego• 
ria lnlernaolonnl. O terreno para a oons­ 
truQilo do mesmo foi doado pelo senbor 
lbrnhln Cortado. sendo 4 hectares, na 
Faz1:i11dn Tres Barras, um dos locais mais 
altos de Porto Murtlnhu, imune nos pro­ 
blemas ocaslonado11 pelas enchentes. Se· 
guodo um elemento ligado ao empreem­ 
dimento, o hotel a ser construido breve­ 
mete, terá 2O0 apartamento8, suites, en­ 
lim, todas as crmodlclndes de um hotel 
"classe A". Alem de aeroporto próprio, 
os hóspedrs tenio a sua dispo içúo uma 
lancha com piloto pum. peso Ar no lllo 
Paraguai. ' uma grande Iniciativa e com­ 
prova mal!, ~ma vez as potencialidades 
turlsticaa d!LJ bela cidade fronteiriço. 
FALA 'DO EM PORTO MURTIHO 
O prefeito municipal, Ildefonso Soares 
ela Silva, rrcebeu upoio dn Càmra Mu. 
nicipal e do Diretório da AR E A, assim 
como, das classes representutivas do mu­ 
nlolplo pnra contlnuàr no cargo. Ofício 
nesse sentido foi enviado no Governdor 
Hnrry Amorim (publicado na pãglnu ... ) 
sollclta ado o pPrmnnêncla do o tua! pre­ 
feito murliohen~e. Nosrn reportagem, em 
pesquisa pública, sentiu que o povo está 
de acordo com as diretrizes pollticos do 
cupula arenlsta do mun!ciplo. 
1
) pre­ 
feito Ildefonso solicita. ao Governador 
que o mantenha no cargo até o mês de 
maio, parn que posse terminar as obras 
Iniciadas ( ver ofício). 
NÓS... . 
Somos contra a nomeação de pre- 
feitos, mas... a regra permanece (até 
qundo? ) e o prefeito de Porto Murti­ 
nho, um homem honesto, simples, traba­ 
lhnador, não quer "permanecer no podrr" 
Pede apenas que o deixem até Maio, pa­ 
ra concrclizur diversos obras. 
Segundo suas palavras, " outros 
Dnrtinhenses estio ciosos de servirem ao 
município e acho que todos merecem es­ 
ta oportunidade". Realmente, muitos pre­ 
tendentes ao cargo já entabulam coo. 
lattis visando 11 cadeira de Chefe do 
Executivo, mas u senhor governador de­ 
verfl. atQnder o apelo do prefeito mur­ 
tinhense. Esperar até Maio... e ver con­ 
cretizados os planos de Ildefonso Soares 
da Silva. 
• 
FRIGOPORTO 
O principal ncionista do Frigopor­ 
to, de Porto Murtinho, encontra-se endi­ 
vldndo com o Banco do Brasil, que co­ 
locará em leilão os bens da empresa. 
Segundo comentários. já existe _um com­ 
prador ( ligado ao grupo de Manuel Lo­ 
bo, de Araçutuba) que pretende dar con­ 
tinuid«de a rmpresa. Parece-nos que o 
funcionamento do Frigoporto é de ex­ 
trema necessidade, pois criará novos 
empregos e gerará maiores divisas para 
0 
tnunlcipio. Com o fechamento da Flo­ 
l'estaJ, Murtinho, principalmente, a i­ 
mensa massu. de desempregados vive 
momentos difíceis. 
TELEMAT 
O prédio da Telemnt, em Porto 
~llrtinho, foi inaugurado, e também jO. 
Se eneontru em pleno funcionamento o 
ltterurbano. A iniciativa do prefeito llde- 
fonso em convenlo com Telcmat Inte­ 
gra Porto Murtlnho às demais cidades 
brn1:1lclrr!R servlrlntJ pelo Interurbano. Dia 
21 pp, em reunião reallznda no alio 
nobre dna C)mra Municipal, n Prefeitura 
firmou contrato com II Telrnge (de Golô.H) 
para instalação de equipamento8, 50 
termluolR e prédio com 60 metros para 
o funcionamento do Serviço Telefónico 
Urbuno, e, o tão esrwrndo telPfone. llals 
umu Vltórlu do prefeito Ildefonso, que 
está. cumprindo a risca o seu esquema 
de trabalho. O contrato firmado com 
Telenge tol da ordem de Cr 810.000,00 
e s obras terão Inicio lmerllato. 
EM PORTO MURTINHO 
A Câmara :funlclpol P a Prrfeltura 
trabalham lado a Iodo visando o pro­ 
gresso e o bem estar <ia comunidade. Um 
poder respeito o outro. e ambos, se har­ 
monizam à serviço do povo. que lhes 
outorgou este poder. O prefeito de 
Murllnho é muito grato à Câmara de 
Vereadores pelo apolo e incentivo às 
reivindicações do municlplo. principal­ 
mente ao vereador Nelson ílarnüo Vitó­ 
rlo do Silva, uma dos esperanças jovens 
na politica murlinhense e um, dos cota­ 
dos poro substituir Ildefonso. Em Porto 
Murtinho é assim, som mgoas, sem ódios, 
t-:Pm perseguições. todos trabalhando, não 
procun,odo um !ugnr "forçado" na hlstó­ 
ri, mas fazendo do trabalho verdadeira 
história viva de dedicação. 
TERRITÓRIO LIVRE 
é um espaço dedicado à polltica, aos 
negócics, ao esporte, dos municípios do 
Sudoeste matogrossense. e está sendo 
publicada nos quatro jornais (Bela Vista, 
Bonito, Porto l'v{urtinho e Jardim). Quais­ 
quer sugestões ou críticas, favor enviar 
corta ao jornalstu lvaldo Pereira, Reda­ 
çilo de a Tribuna du Fronteira, Bela Vista. 
Ms, o responsável pelu mesmu. Estamos 
explicados? 
HARMONIA 
Se em Porto Murtinho a Câmera Mu­ 
nicipal apoia o prefeito dando-lhe inclu­ 
sive, um voto de coatiança, o mesmo 
não se pode dizer de Bela Vl!;ta. Na 
"Princesa do Apa" apenas dois vereado­ 
rei, (O valdo Turlnl e Carlol:l Centurião) 
apoiam a Administração Castro Pinto e 
o Diretório aguarda a "chamada do Go­ 
vernador'' para submeter à S. Excia a 
lista triplice dos candidatos à sucessão. 
Sinais dos tempos? 
O PRESIDENTE FIGUEIREDO 
dará enfn.se especial à Agricultura e à 
Pecuária, pois reconheoe que o Brasil 
poderá ser realmente o "eeleiro do mun­ 
do". Nós sempre acreditamos nisto, in­ 
clusive, já publicamoR matéria a respeito. 
Bela Vista é uma cidade que desponta 
pura 11 liderança a região, no tocante à 
Pecuária o u Agril!u1tura, e seria de suma 
lmportflncio. a nomeaçüo de um prefeito 
ligado ao setor, Reconhecemos que o 
11.tual realizou uma obra de vulto com a 
implantação da sericicultura em peque­ 
nas chácaras, mas poderia dinamizar 
ainda mais o setor agrlcoln dando con­ 
dições aos pequenos proprietários 
de colonarem no mercado suas produ­ 
ções. Falta. ao prefeito de Bela Vista 
uma certa dose de humildade para re­ 
conhecer que também é "humano'' e su­ 
jeito a falhas. Errar é humano. Os erros 
de S. Ex.ela silo do., caráter polltlco e 
estes erros poderiam ser snnudos com 
Equipe TF 
um povo de boa vontdo. Bela Vista é 
um munfeiplo que preisn do todos os 
eu filhos e que stejm dispostos a 
trabalhar pelo progresso do mesmo. De­ 
+entendimento a parte, no setor educa­ 
lonl Castro Pinto multo fez por Bel 
Vta, mas sua permanencis no cargo 
está multo difícil p o I fl n o 
conta cem o apolo da CAmara e nem do 
Diretórlo e para o Governador Harry 
Amorim fato pesar na balança. Mais 
uma vez frisa.nos; «omos contra a su 
polltlca, mos consideramos u sua ndml· 
nIstraço regular. 
ASFALTO 
Jardim, dn prefeito Fernando de 
Freitas do MDB, está sendo asfaltada; 
Bonito do prrfrlto P. Rosevelt está s11ndo 
nsfoltada; Porto ;,[urtlnbo. !riem. Ponta 
Porã ( o rico município ) está todo s­ 
f!tnado, mns... em Rela Vis!Jl, nem se­ 
quer uma quadra mneceu culdarlo11 do 
alc&lde municipal... E o tal asfalto co­ 
munitário? Jqul não 1:<Prla poi<slvel? Va­ 
mos agunrdar com esperança, os melho· 
rametos que Bel Vista tanto necessita. 
CEMAT 
A Cemat ei;tá d<·sculdando rle al­ 
guns ti e tores da cldade. nas imedlacões 
da rua da República a energia elétrica 
é um fato raro. raríssimo. Mas a conta 
da luz chega todos os meses, e não pa­ 
gou no dia. Corta. Vamos cuidar Har­ 
monicamente de todos os setores Doou 
Cemat? 
E DESPONTA 
Um nome que cresce no "consen­ 
so " para substituir o prefeito Castro 
Pinto. Falamos no senhor Evilasio Nunes 
rle Miranda, um nome que se Impõe pe. 
lo trabalho e dedicação à Bela Vista. 
Polillco na ar,epcão máxima da palavra 
Eviláslo harmoniza as diversas tenden­ 
cias e cremos nos, receberã o positivo 
do diretório municipal da Arena, lógico. 
JOVENS EMPRESÁRIOS 
Em nossa cidade, é salutar ver o pro­ 
grei;do e a µarticlpução de alguns jovns 
na vida empresarial, exemplo disto são 
os irmãos Brandão, de Casa Bom Gosto, 
de Serglo Zanardo, da Máquina de Arroz 
Paulleta; de Odevar Barbosa; de Miguel 
Delvalles, João Batista (Bar Bossa Nova), 
Ernando Gasco (persistindo até o fim, 
voce vencerá amigo de guerra) e outros. 
Slio jovens que trabalham (e como tra­ 
blhan) desenvolvendo em diversos se­ 
tores o comércio e a tndústria de Bela 
Visto. ~1erecem todo o nosso respeito e 
admiração, e acima de tudo, merecem o 
apc,lo e a colaboração dos "tradicionais". 
Força e fé minha ~ente 
CRISES 
E. costume, de carta panelinha, em Be­ 
la Vista, ficar de "buluca·• (na escuta) 
dos lutadores do comêrcio, da indústria, 
etc, esperando a hora ruim, que todos 
nós passamos, para sair crllicando, ex­ 
pellndo venenos como cascaveis, ao Invés 
de dar uma pala vrn de estimulo, de in­ 
ceotlvo ... Estes elementos são ervas da· 
ninhas e para extirpa-Jus de nosso meio, 
é simples: quando alguem estiver cri­ 
ticando algum elemento que voce reco­ 
nhece ser un batalhador, peça-lhe que 
não o faça pois estará colaborando para 
melhorar o' "homem belavlstense". 
ORACO A O DIVINO 
ESPIRITO SANTO 
E,p{rito SanlO l'ori' qne 
me eclareve tudo que ilumi­ 
n11 todug 01 caminho, pnra que 
eu atinja o meu ideal, você que 
rnr dr. o dom divino de per­ 
doar r esquecer o mal que me 
fazem; e que todos os ins­ 
tantes de minha vida restá co­ 
migo. qrro n+te curto dií­ 
logo agradecer-lhe por tudo a 
confirmar mai uma ez, que 
u nunca quero me eparar 
de você por maior que seja a 
ilusão material não será o mf. 
nimo da vontade que sinto 
de um dia estar com você e 
todos os meu irmão na glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez(a pessoa deverá fazer ta 
oração 3 dias guidos sem 
fazer o pedido. Dentro de 3 
dia será alcançada a praça, 
por mais cliíícil que 1eja) pu· 
plicar assim que receber a 
graça. 
E. M. 
l.linislério ~o Exéreila 
11 Ex - 92 %ll-4a D 
10º Regimenlo ~e Cavalaria 
"Regimenlo Antonio João" 
O Comanrfante do 
Regimento de Cavalaria, 
Informa que durante o 
mês de janeiro de 1979, 
cumprindo campanha de 
documentaç!io conjunto 
Mobral-Exérclto todo o 
cidadão que etá em falto de 
documentoe de quitação 
com o serviço militar 
deverá dirigir - se ao 
quartel do 10º Regimento 
de Cavalaria para maio­ 
res esclareclmeutos. 
Miguel Angelo Teixeira 
Pedroso 
S-5 do 16° RC 
Preço deste exemplar 
Cr$ 5,00 
Ütica Ponta Porã Ltda. 
A (specialisla 
Rua Guia Lopes, N 300 Sala B 
Ponta Porii 
Mato Grosso do Sul

Boutique Charme Apresenta: 
ELA: 1 
Tribuna da Fronteira 
Oue e peva seja bem informado 
Bel i- MfS. Ano III - 27-132-79 - MM.o 3lt 
ESTUDANTES 
Uo Renato Mtrnnda follc!11Rlmo, poh1 
pn,sou no vcl!tlbulnr pura Modlclnu 
Vetertul'ula. JI enlá circulando "ca­ 
roqulnhn". 
Nossos parabéns, extonslvoa 
aos 11ouo pnlM : Evlluslo e Elpldln. 
« 
"Nn boullquo Chnrme vooe 
encontrn: urtlgos finos pnrn senhorne, 
aenborltns e onvnlhclros". 
M<IOO<l 
Oulro 
onaul que está multo feliz.com o SU 
lcançado por seu filho, é o Erasmo 
Modolros e u Ramonna. pois Sórglo 
pssou no vestlbu. do Engenhnrlo. 
Civil. 
Dosojumoe sucessos no de­ 
correr de eeu curso. 
030 
Dr. Robervnl e Tellu, tam­ 
b6m estilo do pnrubens, seu filho 
José Ronaldo Ealu vlto:-loso no ves­ 
tibular pora Agronomia. 
ANIVERSARIOS chcara vrlos amigos 
23/1-78 unos dn Sra. Bclem n. Ro- cumprlmeutá lo pelo mat. 
drlgues 	l:"<;';'4 
<A(,)!!O 	"Bolinhas pU!"ll cr1unças, 
24/1· O jovem João Carlos Velarquez. b!Jouterlns do finas q:H,J!dades, só u 
coo 	Boutique Charae em para voee 
24/1-16 ninhos dn jovem Zenimr Flcna bem al. na rua Automo Jouo 
Ocnmpos, ora reuidlndo uoii EAtados 256, 110 lado rlu Exutoría". 
UnldoR. 	C>'<l>.:<l 
060 
25/1· SR. RIgoberto Velasquez. 
D@3 
25/1- 15 primaveras da Menina moça 
Fone Souza Corra. 
?%3 
25/1 Sidney Monteiro Ma11caronhas 
Junior e Alemão. A festinha aconte­ 
ceu nn ca11a do Junior, oom dellclo~os 
Salgudlnho9 Refrigerantes o multo 
SOM; 
D9-8G 
Entro os qut> lá foram para 
nbrnQur os o.nlveraarlantes anotei: 
Guto Rondon e Isabela, Léo e NAdla, 
Jullnho e sua namoradinha, Jucely 
o Aléo!a, Rosolbe, Orlandlnho, Joquo­ 
llne, GIi.o, Cario.. 
0203 
BOUTIQUE 
Charme tem para voce oe flniselmoa 	DSC~ 
artigos da Cor!, Dobln e Glodson. 26/1· Sonln Penzo recebeu em suo. 
Aprovação de Lei 
que fornm 
Por Nancy 
PAfiTIDA 
Jorginho Catureb já do volta pura 
o colégto em Curitiba, afim de pres­ 
tur alguns exames., Desejamos que 
tudo eaio. bom. para que logo cslo!u 
novmente entre nós. 
VOCE 
qu0 curto adoidado um carnaval, nlío 
eaqueçn de reservar sua mesa no 
G.S.S.P.R. Restam poucas a serem re­ 
servudas. 
(J 
D 
Os Mlnl&tro11 Militares encaminha­ 
ram no Presidente do. Repúbllon oxposl• 
ç!l.o de motivos o anteprojeto de Lei 
objetivando amparar, com pensão es­ 
pecial. os ox-comb11tontes lncapacltadoP 
deflnltlvamento e necessitados. desde 
que não façam jus a outras vantagens 
peounlãrlus previstas na legislação. 
Tendo sido aprovado pelo Con­ 
gresso ~acional, o Presldeote da Repú­ 
blico. sancionou, em t7 nov 78, a Lei 
6592, toronndo realidade uma justa nspl· 
raçlio dos nossos leblanos. 
(Lei 6592, de 17 Nov 78) 
Concede amparo aos ex-combaten­ 
tes julgados Incapazes dofinlllvamente 
para o senrlç'> militar. 
O Presidente da República 
Faço saber que o Congresso Na­ 
cional decreto e eu sanciono a seguln• 
te Lei: 
Art 1 Ao ex-combatente assim 
~ons!derado pela Lei 5315, de 12 set 67, 
Julgado, ou que venha a ser julgndo 
Incapacitado definltivarnente, por junt~ 
Militar de Saúde, e necessitado, será 
concedido, mediante decreto do Poder 
Executivo, pensão especial equivalente 
ao valor de duas vezei; o mnlor salário 
mml~o vigente no Pais, desde que niio 
taça JUS a outras ,antngens pecuniárias 
previstas no. legislação qu':3 ampara ex­ 
combatentes. 
§1!! Considera-se necessitado para 
os ftns desta Lei, o ex-combatente' cuja 
sltua~ão econômica comprometa o aten­ 
dimento às nece111ldndes mínimas de sus­ 
tento próprio da familia. 
!>"':i:A:l 
A FAMILIA 
Múrlo Vargas já de volto, após uns 
dias de férias pelo Rio Grnnde do 
Sul, onde foram rever familiares. 
!>-!(;;;€<! 
CASAL DA SEMANA 
Jollo Blsmarclc e Simone Acloly. 
o<1 
A BOUTlQUE 
Charme espera voce que gosta Je 
vestir-se bem com artigos de quall• 
dnde. R. Antonio João 256 Bela Vis­ 
ta - MS. 
$2° A condição a que se refere o 
parA~rnfo anterior 11erA constatada me­ 
dia ale sindlcO.ncia a cargo do t11lnislé· 
rio MIiitar a que .;stiver vlnoulado o ex­ 
combatente. 
Art 2° A pensão eapecle.l de que 
ee trata esta Lei é intransferível e Ina­ 
cumulável com quai~quer ren:limontos 
racebldos dos cofres públicos, inclusive 
pensno previdenc!6.rla ressalvado o di­ 
reito de opção. 
Art 32 Qualquer Organlzaç:io Mili­ 
tar que tomar conhecimento da existên­ 
cia de ex-combatente nas condlçõe11 es­ 
tabelecidas no Art 1°, providenciará se­ 
ja ele submetido à inspeção de saúde e 
à sindicância u que se refere o $2° do 
referic:lo Art 12. 
Parágrafo Único As providências 
referldar, neste artigo poderii.o ser reque­ 
ridas pelo próprio ex-combatente. 
Art 4 As despesas decorrentes 
da aplicação da presente Lei serão aten­ 
didas à couta da dotação orçamentõrio 
de EncargoR Prevideneiários da União 
Recursos sob supervisão do Ministério 
da Fazenda, destinada ao pagamento de 
pens10nlstus. 
Art 5 O Poder Executivo regula­ 
menturá esta Lei no prazo de 60 (ses­ 
senta) dias, a contar da data de sua pu­ 
bllcaçlio. 
Art 6? Esta Lei entrar em vigor 
na data de sua publicação, revogadus 
as disposições em contrário'. 
(Para Malort!s E~clnreclruentos ·Dirija-se 
A 5 Sec/10° RC) 
Meteoro caido no ílra­ 
sil desperta interesse 
Mundial 
Rio, A - A descoberto, 
no Brneil, ,relo primeira vez 
"in natura, de uma liga de 
ferro niquei nté então só obt 
da atrdvé, de rcntore, nuclea• 
res, ceu pro,·ocando ia1ere,ae1 
,ln ciêndn internucionul. A li­ 
ga foi encontrada no meteoro, 
que cniu, no •éculo pn-.ndu 
em Santa CRtnrina. A dc•co­ 
berta foi feita pelo profe•sor 
Jucque, Dnnon. do Centro 
Ilra,ilciro de Pesquisas F!eic,u 
vinculado ao Conselho Nacio­ 
nnl de Desenvolvimento Cien­ 
tllico e Tecnológico CNPq, 
com n coopera~llo dt>• pcsqui­ 
s,dc-rc• Rosa Scorzelli e Isa. 
bel ousa Azevedo, do CBDF, 
" Walter Curvelo, .'.luseu Nn­ 
cionol. 
Oma equipe de cicnti,tne 
franceses deverá chegar bre­ 
vemente ao Brasil. no fim de 
detectnr, em Sunto Catarina, 
n existênc!o de outro, ;;rnndes 
frngmentos do meteorc, nlém 
do que está emn poder do .'.lu. 
seu n11cionnl. A equipe estrn­ 
geira utilizará equipumento 
dr. alta predsiio pnra a locoli­ 
zaçáo dos fragmentos, com 
vistns a aumentar o conheci­ 
mento já ndquirido graças à 
primeira d':!scobertn. 
Trata.se de pe,quisn que 
vinha sendo tnmbém efttua<lo 
embora ecm auccseo, em dife­ 
rentes pnlse,, entre elce a 
França, onde era liderada por 
cicntistus detccrlores do Pre• 
mio Nobel de Fllicn. A des­ 
coberto tem profundo implico• 
ção no conhecimento do sistc• 
ma solar e até em processos 
industrias, nma vez que a li. 
ga ó era obtido, até entiío. 
mcdinnre reatores nucleares. 
P possível, segundo pena o 
professor Danon, que o mes­ 
ma liga exista n natureza, no 
próprio globo terrestre, ioclu- 
1ivc no Brull. 
"TADEU'' 
l'i!urnelle. nosso fanclonórlo logo os. 
tará servindo no 10? RC. Seus com. 
panhclros du Empresa desejam-lhe 
fcllcldndes. 
!)A..!:'-0 
vIPS LUNCH 
Aconre.:cu dia 6-lo lo grito carnavalesco 
oa Vip's Luucb, nnlmudo pelo conjunto !'ia• 
fari show, Foram destaqurs» pela animação 0 
casais: Maneco-Nice, Edvalfo-Vera Iegina, 
Ocrsy-Salomé, Veco-Lenira Jairo e a lourí- 
1imo. Vanfnha, Preto-Zair, Negn-Cnrln, Cu,. 
111vo-Jack, E11dínho-ll,-atriz Helena, Bcrnnde, 
te, Adriana, Pola e Fatima Durlnmoqui. 
-.<& 
VERAO. 
A noaea praia do Rio A pll ~alá íre­ 
quentadfsslma. Durante a emana inúmero 
visftan1e1, porem 1101 fim da semano mo 
vimcnto é mais intenso. Falando em verio, 
a piscina do garoto "Flavio Augusto", sempre 
lotado por seus inúmeros amiguinhos, 
O Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias ICM • uão atrasará neobu!!l 
dia no E taclo de Mato Grosso do Sul. 
Isto foi o que garantiu o titular da Se­ 
cretaria da Fazenrla, Paulo de Almeida 
Fagundes, ao depurado Walter Carneiro. 
Segundo o dt1putacio, esta aflrmaçlio, 
slgnlfica uma tranqullldade paro a maio­ 
ria dos prefeitos, tendo em vista que t, 
ICM rnpresentará mais de um terço das 
arrecadações muuícipals e ocorrem pro­ 
fundos ob,;tãculos na execução do pro· 
gruma de obras das administrações 
quando o Estedo não libera esta Impor­ 
tante sorna no tempo certo. 
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Tribuna da Fronteira 
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Sergio Roberto Peronrii 
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No, 
vi 
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