POR M Página 7 E e (Páylna 2 - é pois é) --------------·---------------- .. ' -· t -_; .. ,, ' . M possui cinquenta e claco munl­ cfplos todos grandes e belos. Mas des­ tes existem dois pelos quais mais tenho simpatia. Trata-se de J ar d i !D ( que nome lindo ) e Ma r a c a j ú. o primei• ro o povo é tão bom P- trabalhador que com poucos anos de vida eRtu Cidade já tem coisas que multai, grandes e an­ tigas metrópoles deste Estado, não têm. E. o que é mfll3 importante, sabe reco­ nhecer o valor do alienígena que de lon­ ge vem trnzer um pouco do seu tsforco parn a melhoria de Rua gente. E o se­ gundo, tem o Prefeito mais inteligente e trabalhadc.r de todo l'rlato Grosso do ui. Prata Braga ou melhor Doutor Prata Brga Mui Digno e Honrndo Prefeito dsi. Cidade de Marncajú Doutor? Por que'/ Há de perguntar aqueles que sabem da simplicidade de formação acadêmica do Senhor Prata. Doutor, sim. Porque um título pode ser frio como o mármore, de uma sepultura, st> :ili.o dermos ao 0 mais cotado para. substituir o atual mesmo, o calor da vida de quem etu- Prefelto dando obteve um g&.1-'lrdão deste. apro• - vella-se para dar melhor condições de vida aos seus semelhantes. O advogado. médico, engenheiro, professor, farmaceutico ou o•Jtro profis• slonol de nível superior é um srvo da comunidade já que esta deu-lhe condi· ções de, pelo estudo, alcançar cuminãn­ cias que habilitaram-no a liderar orlen• ter e comandar coisas para a melhoria daquela de quem é devedor: o povo. Sim meus amigos todos os homens ao receher, um Diploma deveriam, em pri­ meiro lugar, agradecer a DEUS e em segundo prometer dar tudo de si para honrar o Titulo que fez júz mas que todos através impostos ou outros tipos de contribuições ajudaram a pagar. Ora, meus leitores, se, sem na disto, um homem consegue levar coofo1• to e melhoria pora o seu povo. Ora caros amigos sem ter diplomas, titulos ou pa­ péis Maracajú é previlegiadu pois tem o homem sábio que conseguiu já para sua gente tanto conforto com o que eles não contavam para os próximos dez .anos ou mais. Mudou, disse-me noutro .dia um gaúcho lá daqut>la região. Mudou tudo e- dizia ele, mudou para melhor. Normalmonte os Homens que dP.verlam executar as mudanças mudam mesmo mas sempre parn pior a nós temos um montllo de exemplos por aí. Não conheço, pessoalmente, Sua Exela. e prefeito de Maracajú e talvez nunea vá ter esta oportunidade mas se tivesse hoje de escolher o Executivo do Ano a o voto final fosse meu, vocês jó sabem quem seria o homem. f , e F r 1 Ely de Araujo Barbo a Sindicato Rural de Bela Vista Convocação 1 l O Presidente do Sindicato Rural de Bela Visto, convoca a Comissão da 7a Expobel de Bela Vista, para urna reunião no dia 31 de Janeiro, às 0 hs. na sede do mesmo, pura tratarem de assunto re• lattvo a Prestação de Coutas da última expuslção. Dr. Roberval Borges Presidente Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/ MT 1615 Causas ivVle e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vl;,ta Mato 6rosao Sul a.r Educação e DE P Políi'ica Clube Esportivo Selavlstente ConvocJ.çüo: Convocamos os senhores ns­ so&lados paru Assembléla Geral, a ser realizada dia 5 do fevereiro, na Sede do Clube, com o. finulidnnico1 C6pi« Helliogrficas DoacnlioR Pohidtárioa 'l'opogr:Hico, - Duenbo• e Plano• cm Ocrnl Sergio Romão Knmpn Av. Draoll . Ed. Cinelnudi• • S111& 201 • l• Andor Ponta Por !llnto Groseo do Sul Tribuna da - SEMANÁRIO - (20/2/72) F U N D A Ç A O lvnldo Pereira Administração Redação e Imprewio Tua Duque de Caxiftl 1/n Dela Vutn 111S. Cx. P. 20. EXPhDlE Diretora !llaria E1teln V l'ereira Editor I nldo Prreira Gerente Gil,on Silva Santo, Regi■tro Tllulo1 e Documento■1066 CGC-MF o:-1.?0l266i00Ul•90 lote. Eat. 1306923-13 AS SI Dcmai■ Fronteira TE ATURAS Bel Vista-- CrS 300,00 Muuicipios CrS 400,00 E O NEGÓCIO .., ovo do !Rto é. nuo pegou mesmo, 0 %. _ o quer as deduções diretas (só leiç0%} na s, jsl; ações levem o reteis e,""%,,""i s credo. pensamento e este s fol asslm que qua treco complicado, mn e, Gran• um leitor nos encreveu de ampo seu ie. is@i puro o 4fl"",, si­ nome, ser atendido. Diz,ele q mo ue riio irrevereiie «os fe°E%k faz us delicias da lmpronsa a . • TF P junto com s sisudas matérias da , • 1 dos melhorei; r 0 torn11 este jorna um d vlcld i«tão (@ 4 piada 340) 1p}, ', i basta comparar. Intimo a reça E jíU:A editar novamente o E POIS • ízer de volta o brllbnnto Podru Pedreira E O BOM 'FILHO Á cAsA TOA Voltei ... para rever os amigos ,que u , dia ... 6, pols é... atá parece ~uslca d11 seresta, mns tô ui e no bro, PP de volta e o É Pois É na 1ogndu. • Um 'abração a patolfl o.miga que deu o.quéla força e encucou u direção do jornal. forum buscar o PP ló. das prahis e ele começa tudo de novo. SUCESSÃO , 0onversel com o Adalberto Sant Anno, veterano dn polltlca belavlstense e o mesmo n08 informou a respelto de um trnbalho que está realizando juntamente com o Rotary e a lfaçonaria, Trans­ formar Belo. Visto. em polo regional. É isso ai. a turma bota a boca, mas o Sant' Anna é um verdadeiro jovem, sem­ pre entusiasta e defenso:.- do. terra. Os "intelectuais" e os "políticos:•,só servem mesmo para criticar, em rodinhas fecha­ das, degustundo o bom escoces. e o gov'ernador nomeado para ~rato GrC1sso do Sul, Hn.rry Amorim, resolver substitu­ ir o atual prefeito de Belo. Vlstn, em minha humilde opinliio ele deverá nomear um TÉCNLCO. Um-cara que goste da AGRICULTURA e da PECUÁRIA (que não seja gigolô de boi) e que tenha a oabPça fria para encarar o desafio de torDllr Bela Vista uma cidade pro­ gressista. Fica aí a deixa ... Ob■crvaçAo O, artigos publicados com as,inntura• do1 outorc• nõo tra.duzcro ne­ ce■Páriamcnto n opiuiilo e pensamento do Jornal. Sua publicação obedece aos propó­ sito• do• dcbnte1 1 ·' ,-. , . " foi rece- 'ú , . as; reformos das er u su parcela par8,,, trc-mendo gri- cerceies gi"e,%iã, «Go«rir to. QuerHl CrS 100 000 00 Prata gritou, iria dar nper,a!' • • ' ' •1o e chorou. io 4a.por s %,'h. e isso si. Resultado: levou · ,J. • • qccm nilo chf))'n, uilo mama. E A BRIGA a, CAmara agora é pela preidenc!a,"; ae ' ireses que'0 «,""?ia ão vembrn mudou o quo ro 1 mun'cíp1o. Os dois vereadores do tu prefeito. 'T'urlnl e CenturJíl.o, nlio se( er coutrnro em po6içõe:i confortâvels n o rei ser.,c, 6 ave"+.,,2%32" o ex,rnílCHdnto à drputado y raujo Bnrbosa·· é o mal6 ootado para absttulr Castro Pinto. Marques 14 /% o que devrrln ser feito, 0dillon _ 11 franco ntlrador; G~tulio e Iàelfon&o sao do MDB, fica então o mais provável e telvez o mais Indicado: Nivaldo de Barros. E O NIVALDO é. reolmente, o político que possui aque­ la quulldude que drsperta entusiasmo e as vezes rancor. mas... carrega dentro de si u vocação político.. PER0NDI o advogado Perondi, eAfriou um pouco no t'lconte no o.sRunto po!ítlcn. O que é que aconteceu com o gnúr.ho? Sl.'rá que as conjunturas não são propiclni-? Ou a busca do tutu não permltE! tempo para a política? Vamos deixar de acnmular e pensar um pouco mais na comunidade ... e oão adionta reclrirunr ... é o povão que pede a presença de Sergio Perondi na política. ESTE ANO nosso. coluna vai analisar e se possível elogiar ou criticar, a formação do Dire­ tório da Arena e do MDB. Chega de a­ comodados. '/amos dinamizar o. politlca municipal, nprovPito.ndo novos vulores e reconhecendo o trabalho dos vatera­ nos (alguns) Desenvolvi­ da vacina contra a Cárie Cumpina11. Cienll tw· da Faculdudfl de Odon­ tologlu da Universidade Estadual de Campino, em Piracicaba, consegul­ rom tsolur o prl'ldpnl agente cnrlugênico e de­ tormlnur uma vacina ca. pnz cle• pr1-1venlr o radu­ zlr inéldenclu de crie dontnrla no País em pelo menos 60 por cento. o diretor do Depar­ mento d(.) Biologia e Pa. tologla Buco-Dental dn FOP Lourenço Bozzo, disse: a cárie dental é u­ ma rla mais prevalPcPn• tes doenças dos sere bumenos, nfi.o havendo no mundo, praticamente nenhuma órea geográll· ca, cujos habitantes no exibam algumu evidencia de cárie. Afetando at­ bos os sexos. ll doenca atinge no Brasil, utu11l­ mente, mats de 95 por cento de sua população. A va clna já està pronta e os testes básl­ cos com animais, em la· boratórtos, jó. foram ren, llzudos pelos Integrantes da equipe do professor Bozzo. A equipe iã 000 • clulu que a vacina deve ser iugerlda e atuará, sempre, por lnterwédlo da saliva. Leia e assine Iria da Fronteira de João Freire de úliveira Refelçlit1 Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do Sul ma lliJlllJ PRODUTOS: lnsc. Estadual 13063157 /4 -- CGCMF 03334612000109 E:d.Tel.± «FAZENDEIROS> Veterinários' Ma$19s, 3zeg_ ggja 9L33 32±pg s1y . Cred MA Port 25/72GEPA CR:1/n.!! 0516 VETERINÁRIOS: Vo.cluas, Sal 11inerc1I, Sôro .nti Ofídico, Antibióticos, -~UtiíJarusitários AGRIC0LAS: lnseticlda,3; lFolidol, LAVC, Edex) Herbicidas; Teflan, Bu.sugran e Sencor Tordon 101 e Secafix) lnoculautu 'SEMENTES: {_Arroz, Soja, MUho "Car_gll") SE:i_fü.lTE:S DE PASTO: (Coloniti.o Jarn~uii.. 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E lembre-se se­ nhores proprletárloe, na Agrlsul vooe não contrata fntermedlórlos NA AORISUL É GARANTIA E PRECISÃO NÉLIO, AMAURI e OSVALDO Rua Antonio João, 1011 Bela Yista MS. Mar Nossa de João Batista Ferreira O D0nlo de enconlro da sociedade Delavislense Praça Alvaro Mascarenhas s/n Rela Vista MS SETEAGRI Serviços Técnicos de Agrimensura Representante: NIVALDO DE BARROS Medições de Fazendas para ratificações, desmembramento de áreas, loteamentos, nivelamentos e curvas de níveis. Rua Antonio João, 900 Bela Vista - MS M de Sergio L. 'Zanardo lnscrlçao Eet. 13(151904-9 CGC MF. 03.201.449/0001 Boeficlamento de Arroz 3/1 Milho - O melhor preço da Rua Barão Bela Vista Arroz Separado - Arroz SS praça Entrega Rápida do Ladário C xa. Postal 25 Mato Gro.s.so d, u 1 l L-IIBOCLÍN C Dr. Orozimbo Silva Neto MEDICO na, Clinica espeClalizitda. em doenças reumáticas, doenças da colu­ fietoterapla, recupere9ão e clínica méiilca Ex-Prealdente da Escola de Medicina Ex-professar assistente da Assistência Médica de São Paulo } R. ide Setembro, 409 Fone: 431-2194 -~Ponta Porã-MS Estado de Mato Grosso do Sul Prefeitura Municipal de Porto Murtinho Edital de Concorrência Pública n ° 001/79 0 Prefe!to Municipal de Poro Murtinho Estado de Mato Grosso do Sul. torno púhllco, pa• ra conhecimento dos interessados, que fará rea. lizar às I0 horas do dla 8 de fevereiro de 1979 na arde dn Prefchura ."llunioipal de Porto Murti­ uho ~.S, concorrGndu l'úbllca, de coníormidnde com o Decrelo lei Fedcrnl a.o í3!40Jí3 e Drcre, to Lei n.o 700/67, para execução do asfaltamento melo fio (guias sargeta»), coletores de águns Plu­ vais e suas obras complementares em vias logra. douros públicos da cldado de Porto Murtinbo MS ob a forma ,le l'lnno Comunitário, conforme Lei ;1uniclpal n,o 536 de 21 du Uezombro do 1.978 no sii!ema de execuçno por administrução índire• ta em forma de conceufio e emprri!acla direta­ mente, l • Objetivo da Concorrencia 1-1 A concorrência de que trata o presen­ te Edital destina-+e a receber propostas de pre­ ços unitário» dos serviços para execução de pai­ mentação asfáltlca, meio fio (Guia» e argeta»), galeriu1 de águns Pluviais e suas obras comple· mentares em vias e logradouros públles de Por. to Murlioho MS, co11forme espeoificnçõe1 cone. lllnlc do projeto anexo e normas delermioodus por oste Edirnl. 11 • Disposições Gerais 2-1 O proponente deverá entregar ao Pre­ widente da comissão de Licitações, designado an­ tecipadamente para este fim na sede da Prefeitn­ ra luniclpal de Porto lllurtinho ilS, nté ãs 10 horas do dia 7 de Fevereiro de 1,979, dois nve­ lopes separados fechados, locrudos e rubricados, contendo em 1110 parle externa e fronteira o8 se­ guintes dizeres: A Prefeitura ilunicipal rll Mato Grosso do Sul Heitor Miranda dos ADVOGIDO OAB - MT t85t Santos Rua Joaquim Murtlnho, 169 Porto Murtinbo • MS. Dr. Joelson Peixoto. -Advogado- Preço deste ~ cn rsmo Convite Causas Civis e Crlminah Rua 1.o de Maio S/N de Jardim - Ms. Cr$ 5,00 Serviços de Mecanica em Geral, Aliamcnto de Serviços de Pr. José lzidoro du Silva O ~1omem tnnto r.1oral como eRpi- 1 • ' m o seroc­ ritualmente. foi criado a ima?' esmo Jl)anca de Deus. tendo por isso m • ' mal«so muito elovado cumprir. Nenhuf outro ser vivente h tão dotado de pr vllégíeR e rMpoo •ahllldoclcs como o ho· roem tio (> enfim. u mil crln lurn (1Ut3 tem ~llanto de si um alvo dado por Deus uma mi r-Ao que RÓ n elr.> é ntrlbulda. Porém. pnrn. Cl bom do,:umpenbo. parn o cumprimento fiel de tôdn,.; as as re­ ponsnbllldritles, necei;sõrlo se foz a con· servacúo de todos or- poderes pelos qun• Is ]J{l de c111oprlr e~ta mlssllo. A consH­ VAção própria. é abqoJutamente lndls­ nensavol paro que poAsa ele levur fl bom termo o noturnl programa cln vida Todo o homem, deve ser bom ad ministrador de si mr>smo, fiel mordomo dos poderes, rlos ntrlhutos que lho foram gractosnmente conrlnd')S pelv Criador. De trêf: grandPi. lnlmti;os precisa ele de­ Tender-se O8 qunls ão: A Doenca, a Po­ br!lzn e u Morte. É sagrado. o dever do homem lutar pela coni;;ervaçlio da sua próprln viela. saúde e bem estnr tanto material quanto ARplrllual. Por uma ra­ zão natural. o homem cha-se exposto a urna Férle do fatores anti-vida, aos quais deve resistir a todo custo. A lei da prei;ervnçfio própria é fundamentnl em toda a nntureza. Todo ser procura lnsllntlvumPnle a defesa e preservnçüo próprio, fnto este f~ctlmente observado entra os seres em geral des­ de os de formal' mnf& deRenvolvldai:, cu­ jos !'epresentnnte máximo é o homem. Todos os sêres, tanto os rio reino ani­ mal como oa do reino vegetal, são dota­ dos de meioR de def Psa própria, 11endo o homem o mais Instrumentado. O corpo requt>r todo o cuidado pof-i;!vel, devido ao grande papel que dPsernpenba no cumprimento da missão do homem. O esplrito requer maior cuidado ainda. A falta de desenvolvimPnto do espírito im­ pede quase torlaR !IR ntlvldadl's do ho­ mem. porque êle só faz progresso. quan­ do progride o espírito. O corço de todo o progresso, é o progresso do co­ rnçao. diz eroln<'nte pemmdor cristão. PAra a prei;orvaQiio do corpo en­ tram vários elementos indispensáveis, co­ mo sejnm os alimentos em forma de co­ midas, bebidas o ar que respiramos, bem como o repouso, a limpeza, exercicios hslcos. etc. etc. Para consPrvaçúo "' pre­ servaço do espirito, precisamos cu]ti. vara fé, mansidão, legris paz, lona­ nimidade. benignidade. âif!idade, a}. nlo p_róprlo. bumlldnde etc .. dentro dos principios de vida ensinados por Je Cristo e seus discipulos, ·sus (Con.t. no próximo número) (Colaboraç!lo da 1 Igreja Batista de Bela Vista) exemplai' Direção Regulagem de M4 i:: o o ores olda, Vulcanização. ' E'mo., Sr. Comenddo, Pil.'Te Luielli O.,raun. Araçatub - 5P Ser,hor Comrn,hdor, Através do Sr. dos M. nnel M. Lobo, tomamos co. nhecimento do espirito em­ prcendednr rll' V. E'l:cb., o eu entusiasmo pelo progres. o do Brasil. Soubemos tum­ hérn Q u e '. füu1. eu. tre· oufr;1• nti,·iduclr•: expforn industria de 'Tanino nesa cidnde. r.om a crluçõo do no,o Estado de Mato Grus•o do Sul, e,te mnnidplo rs16 (líl boa perspectivas de de«en. olvimento e para tal institul­ mo3 o síslernn de ''Mutir,lo", conforme decreto n11exo, Po,. ivelmnte Portobras cont­ truirii um terminal do expor­ tação neta cidade, pois ons. ta no plano do i.;overno Ferle. mi. Porto Murtinho posse umo dn8 mniore1 resena, de madeira tnnnnte qne Tinha ,t'ndl) indn•trinlinrl~ pela Florc,ral Bm,!lt'irn .,. que encerrou mas ntividnrle.5 e coocnu Rua• ín•tolaç,ies à 'endn. Tal reserva e,tá ,eodo qur.imadn nas dcrrubndas pi· rn nproveltamf'nto do ola. Portanto. 6 com ,urlsfoçno que convirlamos il V. P.xn. r•· rll e,tudnr n pos•ibilid,de de pnrtl<'ipaçào no grande "Mutir5n" de de.envolvimenro do no,rn mnniclplo, vi,ilJin· do-nos e estudando o po,,ibi­ llclade de lmplnnta~õo de umn emprl'~a ne,re município. Desde jí colocamo-nos a di­ po•lçáo de V. Exn. para aqul lo que julj?ar ncus,úrlo. 'a oportunidade, apre· ,ent11mo1 à V. Exa. prote,to• de elevada estimn e distinta con,idernção, mui Cordíalrucnlr. lldefon,o Sonre, dn Silva Prefeito ilunidpnl ORAÇÃO AO DIVINO ESPIRITO SANTO Espirito Sanro você que me eoclurece tudo que ilorni• no todos ow caminhos pnrn qur cu ntinja o meu idenl, voe~ qut m.- dá o dom divino de per­ doar e c,queccr o mel que. me fnum; e que todos o, 1n•· Lantes de minha ..;do eFIJÍ co­ migo, eu quero ne;;te curto dii• logo, agradecer-lhe por tudo t c:on.firmnr mni.- uma vez, que eu nunca quero me separa ?e ~ocê por maior que aeJ• • :lu,ao material não serii o ,ai­ nimo do voutnde que sinto de um dia estar com você todos os meus irmão• no ~16rt• Perpétua. Obrigado maia um> vez (a pessoa deverá fazer e+t oração 3 dias !e,:uidos ,ca1 fazer o pedido. Dentro de S dias ser:í nlcnnçndn a graça por mais difieil que aejo) pu· hhcnr assim que receber 8 grnça. Funilaria e Pint uras (;; u Rua 13 de Maio, 1080 Porto - Murtinho tvS. De 1 l 1 r t atJ ~ tt (, J1 d de e D' s t! II e, t tur;z B; rner pr 20. q z1, p Pr, q0 gr Pr co de] f Co 0 Pe' hlo, Se, lar as ot din ll:!a leo, l f• o, hg 27/179 0 MMISTÍ Escreve David Nasser l O ministério di1 • 111.Jerlura está pronto. Prevaleceu a declsflo 6nlcu de Flguelrc:do, upó1l longos debates com seus Ressores, Velhos astros, novas estrelas, tudo a Indicar a vontade do que se obtenha em pouco tempo uma equipe harmtníosn, Certos observadores talvez descubrum que em alguns casos esta ou aquela pasta s uduptou a rala ou aquela figura. Escolhidos os nomes, • preouohldas 1111 va ~ao, o pranto é livre. Golbery do Couto e SIiva seró. a mo dlrelta do poder. Até seus adversá­ rios reconhecem necessidade de um loglsllco à retaguarda de um goveruo qull onfrentará a turbulência da redemo­ orutlz11çllo. Progmátlco, frio, lmpessoo l o dlsnreto, elo li o próprlc, cimento do Plunulto. Da suu manlpulaQão nasceu 11 estrnnha vitória de uma Arena venci. da nas urnas. Delfim Neto é a esperança do ho­ mem do campo. Tel6rlcoe, o agricultor e o pecuurlsta so, de natural, superslioloeos Acreditam nos homens de sorte. Delfim é um deleH. Prático, objetivo, tem a criatividade, o untuslasmo e, O­ bretudo, o boa estrela. Muitos compa­ nhelros da terra se animam com a pers­ pecllva desse mlnlt;tro da produção, a­ pós a paRsagem do noero romântico e didático Paulinelli. Espera-se de Delflm, em um Ministério da Agricultura rees­ truturado, com o cnfé, o açúcar, o ca­ cau, e um banco rural em seus limites, passe o Brasil a ser novümente um pro­ dutor de alimentos para os seus filhos e de divisas. Nessa área, estávamos pre­ cisando de um mnet1tro. NãC bá ploneja­ mento do que se deve plantar, não se sabe o que temos de rebanhos, exporta­ mos em um ano aquilo que Importar­ mos um ano depois, a agricultura é con!lsoada, enquanto a industrin é sub, sldlada. Talvez Delfim coloque a agricul­ tura ao lado da indústria para que o Brasil do sul deixe de jogar fora o nll­ mento que falta no Brasil do orte. E. preciso repetir, até cansar, que no ano 2000, os países ricos não serão aqueles que tiverem petróleo, mns os que produ­ zIrem alimentos. Houve, no Bra il, de­ pois da Segunda Guerra Mundial, a preocupação de se Industrializar a qual­ quer preço. E o fizemos à custa da a­ gricultura e da pecuárh1. Hoje, nüo produzimos setenta por cento do que comemos, mas a Argentina, ali oo lado, depois dos terremotos peronistas e das convulsões politlcos que lhe trouxeram 0 empobrecimento e a inflação, caminha Pelas mãos seguras de um Martinez de Roz para a recuperação econômico. Sem televisão a cores, suas fábricas lançando velhos modelos de automóveis assiste ao crescimento do rebanho bovl­ PQ(três vezes superior ao nosso em ren- lmento), produz e exporta cada vez 11!.als trigo e é autosuflclente em petró­ leo. Ou o Hrasil se oonsclentlz11 de que l forço está na terra, ou nté o ano 2 1 000 voltaremos ao desonrosr- segundo Ugar. Acredito, piamente, seja este o motivo da prioridade de Figueiredo à %opecuária. Por Isso não foi em busca e um anônimo burocrata ou de um brilhante prolessor para resolver um Problema desse magnitude. Para a agri­ cultura, preclsAvamub de um Pelé, não ~e um Zoca. Em linguagem de televisão e um Bônl chamado Delfim, é o que Pensam 01:1 irmãos da terra. Ele está aí. na Ponta dos cascos. o ex-embaixador na França. Dêem-lhe porém um mlnlsté­ !Ode verdade, _não essa fantasia minis- erial que é o da Agricultura, mentira S um séeulo. Dêem-lhe um ministério 5 Ivo, onde se incentiva a produção, onde ?? estimule a comercialkzção, onde e namlze 11. exportação. O deslocan.ento de Má.rio Henrl­ ~~e Simonen para o Planejamento preen­ e o melo de camoo e é a mais natu­ l'al das soluçõM. Essa ruanla, agora, de Procurar culpados para todos os pro- biamas que onfrentamos, ó tondCncfu de fim de governo. Tentam; por exemplo, estabele­ cer comparação entre Delfim e Simon­ sen, o8 nos das vacas gordas e os anos das vacas magra. Na verdnado, Delfim era ministro de Médiel, o presldente que delegava. Slmonsen, ministro d~ Gelsel, o cenlrullzador. Cada vez que Slm'Jni-en entrava no Planalto devia se sentir como um judeu entrando no Reichstag. Nilo que o atual prneldente seja mau, rlspldo, lnclvlllzudo. Aqueles que privam de sua Intimidade se referem á maneire. cortês e educada com que trata grandes e pequenos. O próprio Rubem Ludwig, o Rubfio, que conheci nas .-gulhas Negras como cadete, comentava, entre seus Irmos do turma, outra, a ver­ dadeira !mugem de Gelsel: um horaem duro, mas simples. Entre as virtudes que todo mundo reconhece em Gelsel não está, a meu ver, a de dividir. E ostn era u principal qu'llldRde tle Médlcl como presh.lente,a de ser um homem habitável. . .,. -e '·º e 1 rios; tgrônomos, enfermeiros, o ensino médico se deteriora, a unlversldade no Brasil é um um arquipélago. Das bases sobem para o ensino superior transfu­ gas do Mobral. E evidente que para dis­ clpllnar a bagunça só vlguém que enten­ da do problena horizontal e vertleal. mente. O professor Eduardo Portela é uma. esperança. O mesmo aconteci> no setor de Comunicações, que terá como reFpoosável o eficiente Haroldo Correu de Mattos, Indústria e Com·rclo, João Camilo Pena. Para o Milstérlo dos Transportes, vlta a inteligência privlle-. glada do mineiro Elizeu Rezende, o ho­ mem tranqüilo. Da Bahia velo um bom médico Mário Augusto Castro Lima para a pasta da Saúde. Uma réplica do Nus­ cimento e Sllvu para a Previdência 811- clal, P.llpera-se que seja o Jair Soares. a Justiço, o raposlsmo de Petrôolo Portella o poliglota do regime. O ministério do Trabalho é uma pastu politlc11 e nela se Instalaria como uma luva alguém do Laudo. Velo a figura serena e política de Murilo Macedo. O ex-governador Ce­ eor Cals para Minas e Energia. O nosso Andreazza vai balançar o coreto do MI· nlfltérlo do Interior. N!nguém tem dúvida disso. Bem o negócio começa a engros- 8ar. Azeredo da Silveira foi, quer quei­ ram quer não, um chanceler agressivo. Fulou grosso com quem falava grosso. Que se credite, por dever esse wérlto a Geisel que o apoiou nessa postura. O executivo do ltamaratl esteve A altura da missão. A mesma filosofia de lnde­ pendêocia será tônica de seu sucessor Em buixudor Ramiro Guerreiro, o próxi­ mo Chanceler. Na àrea econômico, o mais importante seria reunir nu mesma equipe os nomes de Delfim etto, Slmon­ sen e (Da pasta da Fazenda) o Karlos Rischbieler o mais jovem du con11tel!lcao. os momentos agudos da crise econômi­ ca, esses homens juntos darão ao presi• dente a visão universal do problema. "Um Ministério de exce­ pcional impcrtância" Delfim entrou naquele castelo medieval ~ ocupou quaoe todos os cômodos, Eixcetu os da segurança. Se alguém ousasse meter o bedelho, era enforcado na hora. Nãú sei se se lem. bram de um mluistro ele origem japone­ sa, o Yassuda, uma profecln nlpônlcn Inventada não sei por quem. Perto dele, o Uekl seria um gên)o, pois o nlsel se meteu a desartar Delfim e de repente se viu no melo da rua. Delflm era de fato o ministro da Economia. O mesmo não aconteceu a Simonsen. Obviamente, o presidente ern outro. A responsabilidade pela polltir.a econômica do Brasil não dependia do ministro da Fazenda, mos também de outros minlo1térios consangüíneos, fican­ do a palavra final a Geisel. Competia­ lhe fazer a receita, mas não tinha matos de controlar a despesa. Assim como Armondo Falcão não passou de urn boi de piranhas do Ministério da Justiça, o cristão novo Mário Henrique Simonsen virou u saco de pancada de todos os fracassos e de todos os azares. "Contra tudo isso (quando a mutérln lhe passava pelas mãos) brada­ va violentamente o ministro da Fazenda. Mas Simonsen,'o mestre dos economistas brasileiros, nil.o teve a Porte e a autori­ dade que tiveram Barre, na França. ou Martinez de Roz, na Argentina. O espi­ rito de solidariedade de equipe A a ver­ dadeira fascinação que tem pelo Presi­ dente Geisel evitaram que sle abandonns­ se uma pasta a que faltava a autorida­ de imprescindivel. Com o melancólico resultado de entregur o país ao governo seguinte com mais do dobro da taxa de inf111çiio que recebem." (Eugênio Gudln) De longe, eu sentia pena dele. Primeiro, porque acompanhei a sun carreira desde o inicio, sob n orienlaQlio helênica de Eugênio Gudin e Octavio de Hulhões, e sabia de seu desinteresse por outras vaidades que não fossem as da intellgêncla. Lógico, quando surgiu a possibtlldnde de ser ministro, ele acel­ tou. Ninguém é de fero. Mas, este deve ter sido o limite de sua ambição e n dose dupla não figurava entre seus pla­ nos. De repente, não mal3 que de re­ pente. alguém, não sei se foi o Venturl­ nl, o Marchezan ou Farhat, a lllmpada se acendeu. "Para umu face de exce­ pclonal lmportl:l.ncia, um ministério de excepcional importância," As pastas militares estavam defi­ nidas. A du Educação, tudo aconselhava se partisse em busca de um técnico. Nes­ se terreno, meter um político para agra­ dar a um governador, ó gravo erro. O Presidente Figueiredo há de estar infor­ mado da crise por que passa o ensino no Brasil. Não há planejamento, insta­ lam-se faculdades em casatõee, advoga­ dos trabalham como datilografo+s, faltam veterini- Tudo prenuncia o desejo de acertar os ponteiros O foto é que o Presidente Figueire­ do optou por um gabinete de peso, em­ bora tenha o disposição de mud11.r este ou aquele ao corrN do tempo. Só aque­ les que o conhecem ele perto sabem qual é o seu estilo de comandar, ma!I segun­ do alguns. delega confiança e retira com a me&ma rapidez. Segue aquele velho provérbio àrabe de que, se alguem nos engana uma vez, a culpa é dele, mas e nos engana duas vezes, a culpa é nossa. Não se trata de Ministério político, uma vez que u mão estendida para a conciliação ainda permanece no ar. Mas não há dúvida que se trata de um gabt· nete realmente de peso, reforçado no segundo patamar, pela chamala de Os­ waldo Col!in par,i. a presidência do Banco do Brasil, de Carlos Brondão pa• rn a presidência do Banco Central e de Gil Macieira na Caixa Econômico Fede­ ral. Tudo prenuncia o desejo de acertar Oti ponteiros num momento em que o Brasil há de se lançar por inteiro na guerra autilnflacionsria, no último gover­ no militar da Revolução. Só nos resta desejar boa sorte. Transcrito da Revista Manchete do mes de Janeiro de 79. Cortezia: Armazens Gerais União Agrícola Ltda. '-Uma Organização Elio Batilani" Bela Vista MS Progresso com Liberdade No discurso em que anunciou ofi<.'lulmc,nle, a composição de seu futu­ ro ministério, o presiden­ te - eleito, João Daptista Figu•-iredo, traçou um brevP pnfil de como será o eu governo e prometeu ao País "pro­ grosso com liberdade, paz com justfçu, ordem dentro du dcmocraclfl, segurnnça uos lndlviduos ao lado da segurança do Estado o dcs institut­ çõcs, doseuvolvlmento para todos" Figueiredo nflrmou que "o exilo de nosso governo dependerá da sua coesão interna, da Ildolldade ele cuda ministro às diretrizes da presidência e de que es­ sas sejam executadas II­ elmeute em todos o8 escalões" confirmando uma de nuas diretrizes­ maior asGlstencla à pe­ curia e à agl'lcultura-o futuro presidente re­ comendou: ''portanto, que às atividades ruraiR se destine parcela molor de recursos disponlveis, em terwos de crédito e à organização de um sistema de preços e garantias de compra do que for produzido. Sala de Imprensa O presidente da As· sembléla Constituinte, d!lputado Londres Ma­ chado, designou que a sala número 40, no pri­ meiro pavimento do pré­ dlo da Assembléia fique reservada para abrigar os repórteres que farão a cobertura dos traba­ lhos daquela casa. O deputado Londres Ja­ chado, rem demonstran­ do uma preocupação to­ da especial com a Jm· prensa, e segundo já foi anunciado a .sala conta­ rá com dois telefones e futuramente com um aparelho de telex. Guar­ dando as devidas pro­ porções, a Cfl.mara Mu­ nicipal de Bela Vista de­ veria lambem dar con­ dições de trabalho aos repórteres cedendo pelo menos uma mesa e um local mais apropriado. Fica a sugestão. BOCUME!TO PERDIDO Mário Godoy Filho. extraviou oi; seguintes documentos: Cartelra de ldentid11de, certificado de Reservista e Carta de Motorista. Publicação ;que se faz para obteoçlio da 2.a via. Bela Vista, MS sns. VJAJ.N'rES Quando chegar em Porto Murtlnho. hospede-se no NOVO HOTEL CAIÇARAS - E inta-e com1o ne estivesse em seu próprlo Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS uulá 11onllo uhmdldo poloa 11eue novos proprietários WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • quo osUlo do bruços aberto pnrn recebo-los u quulquer hora 'do Dla ou dn Noilo NOVO HOTEL CAIÇAR.AS Porto Murllnho Muto Gros!!0 do Sul - CONF tt de Yilson Fhílemon Rua Alcebiades B. da Cunha 319 - Bela Vista MS {/oção Senhor Governador Ha ry tcodeudo 1!m moç'o elo. npolo o a.d da Câmara representando unanirl4atue I ·] do V'eeadores dese município, resol continuar à frente da AdrolnMrn?ªº Munte!pal até o final do més de mal0 isto é, se merecer confiança de Vossa de Apoio Conlecções Civil e Militar e Equipamentos Grande eorllmento de artigos e!lportivos, tnls r.omo: jogo de oamln para futebol da oampo, de salão e volcy, chuteiras, 1 jogos da melas, camisas uvulsas de limas para adultos e crlan­ ças, quedes rnlnba, equipe e topper, bola Drible para campo, '30- 11o e voley e também handebol. 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Aprovação de Lei que fornm Por Nancy PAfiTIDA Jorginho Catureb já do volta pura o colégto em Curitiba, afim de pres­ tur alguns exames., Desejamos que tudo eaio. bom. para que logo cslo!u novmente entre nós. VOCE qu0 curto adoidado um carnaval, nlío eaqueçn de reservar sua mesa no G.S.S.P.R. Restam poucas a serem re­ servudas. (J D Os Mlnl&tro11 Militares encaminha­ ram no Presidente do. Repúbllon oxposl• ç!l.o de motivos o anteprojeto de Lei objetivando amparar, com pensão es­ pecial. os ox-comb11tontes lncapacltadoP deflnltlvamento e necessitados. desde que não façam jus a outras vantagens peounlãrlus previstas na legislação. Tendo sido aprovado pelo Con­ gresso ~acional, o Presldeote da Repú­ blico. sancionou, em t7 nov 78, a Lei 6592, toronndo realidade uma justa nspl· raçlio dos nossos leblanos. (Lei 6592, de 17 Nov 78) Concede amparo aos ex-combaten­ tes julgados Incapazes dofinlllvamente para o senrlç'> militar. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Na­ cional decreto e eu sanciono a seguln• te Lei: Art 1 Ao ex-combatente assim ~ons!derado pela Lei 5315, de 12 set 67, Julgado, ou que venha a ser julgndo Incapacitado definltivarnente, por junt~ Militar de Saúde, e necessitado, será concedido, mediante decreto do Poder Executivo, pensão especial equivalente ao valor de duas vezei; o mnlor salário mml~o vigente no Pais, desde que niio taça JUS a outras ,antngens pecuniárias previstas no. legislação qu':3 ampara ex­ combatentes. §1!! Considera-se necessitado para os ftns desta Lei, o ex-combatente' cuja sltua~ão econômica comprometa o aten­ dimento às nece111ldndes mínimas de sus­ tento próprio da familia. !>"':i:A:l A FAMILIA Múrlo Vargas já de volto, após uns dias de férias pelo Rio Grnnde do Sul, onde foram rever familiares. !>-!(;;;€• pcsqui­ s,dc-rc• Rosa Scorzelli e Isa. bel ousa Azevedo, do CBDF, " Walter Curvelo, .'.luseu Nn­ cionol. Oma equipe de cicnti,tne franceses deverá chegar bre­ vemente ao Brasil. no fim de detectnr, em Sunto Catarina, n existênc!o de outro, ;;rnndes frngmentos do meteorc, nlém do que está emn poder do .'.lu. seu n11cionnl. A equipe estrn­ geira utilizará equipumento dr. alta predsiio pnra a locoli­ zaçáo dos fragmentos, com vistns a aumentar o conheci­ mento já ndquirido graças à primeira d':!scobertn. Trata.se de pe,quisn que vinha sendo tnmbém efttua