··Aproveitando que osto 
ano é o Ano Internacio­ 
nal da Criança dosejo 
que Befa Vista renasça'', 
D. Aroty Mendes Gonçalves 
ão precisn explicar, eu 
ó queria entender. 
.lnto Uro::,,o do Sul 
M tira' 
roa.la ar 
• 
20 
Educação 
Política 
e 
O Mobral prorrogou o prazo de 
lnsot·lçüo purn o concurso ele crônicas e 
contos Inéditos, por uls 90 dius devido 
a Inúmeras sollcitações de pe8sons inte­ 
resutdas em partlotpur. O concurso, que 
eleve.riu ter encerrado o seu prazo de 
tm,crlçüo no último dia 11 de jnnclro, tem 
o objetivo de promover o npareclmento 
de obras e:upazeR de estimular a leitura 
e ampliar os horizontes culturuis dos 
neo-leltores, adolescentes e adultos, suí­ 
dos de suas classes de ulfabetlzaçào, 
Serilo premiados cinco trnbulbos, 
cabendo u cada um a quantia de 60 mil 
cruzeiros. 
As obras concorrentes devem ser 
upresentudas num màxlmo de 120 pági­ 
nas, datilografadas em espaço 2, em 3 
vias, Não há llmlte quanto ao número 
de trabulhos que cada !ntercssado que!- 
µri 
Sergio pede Devolução 
e Aplaude 
Declarando que é de extrema im. 
portíl.ncia e fundamental validade um pro­ 
jeto do Sendor Mauro Benevides 
(MDB/CE) que visa u Integral devolução 
da autonomlu municipal às CapltalH bra­ 
sileiras, o líder da bancada do ilDB, De­ 
putado Sergio Cruz, enviou telegr11 mas 
0011 lideres du Oposição e do Governo 
no Senado e na Cilmam Federul, pedin. 
do Imediatamente apreciaçuo a oplicaçüo 
du medida. 
Segundo Serglo Cruz, o restabele• 
cimento ela autonomia Municipal é u Ú· 
nica forma de conciliar e equilibrar os 
programas desenvolvimentista das cu­ 
pitais, incluso em termos de aç!l.o pc,líli· 
co-administrativa. Essa fórmula dará 
umpla mobilidade pros,;egue Serglo Cruz 
tanto ao poder executivo como ao Le­ 
gislativo e fortalecerá a ação do desen­ 
volvimento, 
Povo reclama 
Explicações 
ra Inscrever no concur110, podenrlo ulnda 
o autor apresentar, em um ó original, 
ambos oa gôneros literários, conto ou 
crônica. 
A. lnscrlcfio no' concurso é feita 
mediante o recebimento da obro pelo 
protocolo do ilobral Centro!, no Rio de 
Janeiro, à Rua Voluntários da Páh-la, 
53, ou pelas Coordrnuções do llobrul, 
nos Estdo e TerrltórfM. As obras po. 
dem ser entrrgues diretamPnte c,u reme­ 
tidas pelo Correio, sob registro postal, 
preferencialmente viu uére. Devem ser 
apre1wnladas dentro do um envelope la­ 
orndo, contendo extrrnam<:nte o título 
da obra. pseudônimo do autor e título 
do concurso. Internamente, o envelope 
deve contar uma ficha com titulo do 
eoncurso, nome da obra, nome e psru­ 
dônlm,., do autor, endereço complete, 
da Autonomia 
Benevides 
Municipal 
Frisa aluda: !mpresclmlível se tor­ 
na conf'equentemenle, que ns Pleiçõei; dl­ 
retas para todas as Prefeituras sejam 
lmedlntamente revigoradas caso contrá­ 
rio é mera piadn lguém utopisur sobre 
autonomi11 Municipal ,iem robustes integ1nl 
dos dir.posllivos necessários. 
EIA a Integra cio telegrama envia• 
do aos líderes da Oooslç[o nC' ~enu do e na 
CD.mura (respectivo i:nentP Sen. Pn ulo Bros­ 
sard e Deputado Frellas Nobre) e aos 
lideres do Governo no Senado e nn CD.­ 
mura (Senador Jarbs Pussarinuho e De­ 
putado . elson Marchesan): 
Urge apreciço e uprovaçfio ime­ 
dia tas projeto autoria Ilustre ~eondor 
Mauro Benevides que tra!u devoluc!i.o 
plena autonomia às Capitais brasileiras. 
Incluso, aperfeiçoamento da medida com 
eluições dlretai; para Prefeituras das a­ 
tuais àreas de :3egurança Nucional. 
da 
O povo de Bela Vista està re­ 
clamando do péssimo atendimento da 18 
CIRETRAN, que se Pncontr11 funcionando 
em caráter precário. ~egundo o senhor 
~Hlton Rosa, comerciante local, nu última 
segunda feira, foi até aquela repartição 
e a mesma se encontrava feohuda- e o 
chefe da CIRETRAN, Femnndes Alves 
Gomes, estava viajando para Campo 
ürande. Alegu ainda que é Inadmissível 
uma repartição pública permanecer fe­ 
chada em cliati úteis, quando u filosofia 
do novo governo exige trabulho integral para 
alcunçarmos a meta de Estado mudelo. 
Outros dizem ainda que o atendlmentó 
por purte do chefe da Ciretran deixa 
muito a dr.sejar. 
Procuramos o senllor Fernandes 
Alves Gomes, e o mesmo nos Informou 
o seguinte: "0 meu serviço frente A 
Ciret-ran é ex~lusiv:-.mente buroorátfco, 
estou desempenhando as funções de che­ 
re, de auxllln1· e de seoretárlo. B sumamen 
te impossive] atender a todos ao mesmo 
CIRETRAN 
tempo, como já explique!, estou traba­ 
lhando sozinho e necessito de pelo 
menos mais quatro funr-ionários. Com 
referência a minha viajem, fui a Campo 
Grande tratar assunto de interasse da 
Ciretrnn t;Olicitar que nomeiem fun­ 
clonários para atender, não só o serviço 
interno, mas, e acima de tudo, conseguir 
guardas de trânsito para Bela Viste. 
Conclusão 
Mnitu coisa errada está ocorren­ 
do e111 Bela Vista, núo só a Ciretran, 
mas a Delegacia de Policia. e muitas 
out-ras repartições se encontram com 
de-ficiencias de fuac!L nários. Ê preciso 
que o Governador Harry Amorim, que 
orometeu o ESTADO MODELO, de inicio 
à restruturuçüo dos quadros funeio:uis 
e dioamize o sPrvlço das repartições. 
Nosso apelo aos d<Jputados da re!;!'lão, 
-prlnctpulmente ao lid.:,1• do MDB. Sergio 
Cruz, para "gritar p2lo nosso povo" que 
se encontra margia:,lizado. Lsquecidr-. 
como se Bela Vista existis,,~ apenas em 
épocas eleitorais. O povo quer JUSTIÇA. 
localidade, füt,u1o/Terrltórlo. 
A cornfsd!fo julgadora dos traba­ 
lhos será for madu por dez nomes da 
rcc,rnbncldo vnlor cultural e literário e 
três representantes do Mobral e terá GO 
dlus paru upresentar o resultado do con­ 
curo. Os prêmios serão entregues emn 
solenidade pública, en data e local a 
serem divulgados pelo Mobrnl. 
Getulio 
elogia 
Lino 
ELY 
O vereador Getulio Lino. do )Jí)D, eleito 
vice presidente. afirmou que 'a eleiço de Ely 
de , rnujo Darhosa é o reconhecimento pelo eu 
trabalho frente aos inúmeros problemas belavis­ 
tenses."Dis-e ainda o vereador que 'o pro de 
Bela Vista Dilo ncdtll maia impo-Jç,)u,, e l . qurr 
, cr os verdadéiro~ líderes frente no, cargos do 
comando".A respeito do problema sucessório, 
Octullo afirmou que "no momento (uJo EiiO 
conjunturas, vamos uguardar o mês de Março, 
que será o mês das definições" uinda com re 
frrencia à eleição de Ely, Lino dlE>e quo"apoian­ 
do o candidato arenlst.t, n6s fizemos umu jogada 
c-,1rat6gfca•como a o rn os minorfn, n a d a 
n o s r e s t n v a a f a z e r <lo que 
apofur um caaJidnto que demonstra uma gran­ 
de lndependcndn dentro do seu partido, e que 
pode, inclu;;ive, fazer oposição junto com o MO Ir. 
A respeito du ala radical do .)10B, Lino afirmou 
que ''todo e qualquer radicalização do MB não 
leva II nada e o importnate é fazer uma 0posl­ 
ção consciente e respoosá,·el'', 
Ely de Araujo 
Presidente da Câmara 
é o novo 
Em sessão extrnordiaária realizada na 
última segunda feira, foi eleita a nova. mesa 
diretora da Câmara llluaicipal de Dela Vuta. O 
médico vereador Ely de ArauJo Barbosa foi eleito 
presidente, Getulio Lino, <lo MD B. para ice-pre­ 
sidente e Ildefonso Pinheiro, tumbem do ~10B. 
paro lo ecretário. De loioio, o nome de irnJdo 
de Barros ern o mala cot11do puru eubnituir José 
Marques. mas os aGgocinções de bastldorc•, entre 
a als independente e o ilDB. fizeram com que 
Ell· fosse o escolhido. Segundo um politico local, 
"o em de ser uma vitória do MDB, foi, lacliretn· 
mente. uma ,·itórla do bom senso, pois Ely é o 
único llder de Bda V!Fta, ele vem carregando a 
AREN.". Oificil de entender tal comentário, pois 
o atual presidente "nunca se uniu à filosofia eme­ 
debista" disse outro "politio". Confusa a situa­ 
ç:lo política em Bela Vista, e muis confusa, ficará 
depois de 15 de março. data em que se lniclnrll.o 
as mudanças doa prefeitos nas áreas de Segu­ 
rnnça. Quem viver vtrá. 
Departamento Jurídico 
Estará respondendo pelo Departamento 
Jurldico do Jornal Tribuna du Fronteira, o ad • 
vo;:ado Sergio Roberlo Perondi, brilhank cau,í­ 
dieo belavistense que utende todo o sudoeste e 
regiào fronteiriça. Alem de advogado. Perondl e 
uma das esperanças da politica belavistense. Ao 
udvogado as boas vindas da equipe Tribuna. 
!VAN DO NASCIMENTO 
É, triste ver a situação 
do chefe de fomlli11 de Helu 
Vista que tenha filhos estu­ 
dando no Colégio de Cont • 
bilidade de,t' cidade. Sabe 
porque! E que a administra­ 
ão(:) da escola on a prefei­ 
tura não ei bem, aumentou 
a mensalidades de oitecla 
cruzeiro• para duztnto• cru­ 
zeiro, Cento e vinte cruzeiros 
foi a difere11ça pró cofre• da 
prcfelturn ll partir deste ano, 
Nova pergunta. 
Será que o Conselho 
Ministerial de Preços ·ale 
dito! Ou será que a Prefei­ 
tura sabe que existe um CMP 
que fisnliza preço e economia 
popular! 
Q,,aoclo sorli que o povo 
sofrido desta comarca ficará 
em condições de estudar sem 
o grunde aerifiio de passar 
fome, Meus amigos, e·cola deve 
ser gratis ou quando não em 
cor:Jiçiies tais que as pesaoa• 
possam dar o mínimo pra 
eu filho- que 6 EDUCAÇÃO. 
A adminlstrnçno pública 
manicipnl nada tem feito em 
favor da gente locnl e lato 
pode ~er provado por qualquer 
cego. Mas devia pelo menos 
manter o me+mo padrão de 
, ida dos pobre• estudantes 
do muntcipio. Se não pode 
dar nada também nada deve 
tirar. O que Diio dá e tira (: 
desone,to. Ai nda existe tempo 
de retificar e6tn decl,ilo iu. 
fantll e irre,ponsávcl e dor 
um pnaso para melhorar. 
Será que o eminente 
Deputado Ubaldo Barem, 
llder da fronteira, já qut 
juntamente com Eli foi o 
maia votado, poderá folar por 
nós com o Governador que 
em sua, dívereas fala, sempre 
colocou a edacaç!io em 
primeiro pbt10? Será qae 
Amorim Cosia sabe o qu" •e 
passa cm Bela Vleta'! Claro 
que não! Ene homem maru­ 
vilhoso que é o Nos,o Primei­ 
ro º'" eroador veio para acer­ 
ar e jamnis irá coar:ordar 
com absurdo, eomo eete. 
Dc,utor .-morim Co,ta 
livre-nos de uma situaç!lo de 
ver,:onba que é oiio podrr 
estudar, mande revogar est 
ordem absurda de aumentar 
CENTO E Cll'iQUESTA POR 
CENTO e os estudantes de 
Deb Vi,rn ser-U,e-iio rter­ 
namente grato8. 
Em que pé se en­ 
contra o Inquérito movi­ 
do pela Câmera contra 
o senhor Prefeito Muni­ 
cipul? 
Com a po.lavrn os 
responeá veis. 
Antonio João: Administração Adão Herodes Xavier cum- 
prindg objetivos (Pág. 6 )

Sin icat . um e Bela ist~ 
lllll Nº 11 
/ 1 trlnlu o um cllo,, «I" mea •le 
,Janeiro do nnn ili! mll 11ov<1cnnton ti se 
td1tu o nove, nn st
1d<' <lo ~ln11cato Hur,tl 
de lJPI l Vl~lr:, ►'ln a run coronel Cm!­ 
i<:1o n 750, teve lugur uu reuni+o, para 
o fim especial de receber a prestação 
de contas u ser presentada pela Com's 
slo Presidida pelo Sr, L'z Aldy CA1os 
Nunes, referente u VII Exposlço Agro 
Pccul'ula de Bel VIt, A reunião pre- 
1,ldlcl:1 pelo l'rP8l1le11te cm nxerl'icio Dr. 
ílolrnrval ores, teve Intelo s 20 (vinte) 
horn<i H contou num n prt'H<'llÇll tios &Ó· 
cloR Dr. H.oherlJal ílorg~l', Per,,' dt, AI nel­ 
d1L :folo, EpamlnoncluH Et;cohar, Üt'ntll 
V1Hga11 da H.o~n, Cururnlln Loureiro de 
Almeldn e Deoele!uno de Vasconcelos, 
Com II palavru o Sr. l'resld1rnte expô:1 11 
rtnuldudo ,la reuni/lo. Como en:1·etunlo, 
nflo compnreceu o Sr. Lu!z Aldy Campos 
Nuner,, ném quem o l'l'[lresen11!'se pum 
1rnluçüo do nssuulo, up():; vflrioH parece­ 
reH dot; lll'llSl'nt'~, Hcou resolvido o ~e­ 
gulnte: 
1) Marcar u dula dll 14 de Fe- 
verelro do lU,9. às 20 (vlnl>) horns, purn 
uova II última reunião pura e~su prestu­ 
QÜO df> coutus. 
2) Quu não sendo resolvida 
nessa dalu, 11 prehtaç!lo de contu:i, obje­ 
to destu reuuiil.o. O Slndicnto, o pnrttr 
daquela dau, utlo ussumrlu nenhuma 
responsabllldude pelo que ocorreu em 
consequeuclo da falia do. prestuç!lo de 
contu referidu. A estn 1·euulflo, compare­ 
ceram como membros du Comls:ino prê­ 
sidldu pelo Sr. Luiz Aldy Cumpos Nunes, 
os senhores Murio Loure'ro de Almeida, 
'Tercio Celestino Gonçalves e RobRon 
N9.bban, e como membro du Sub-Comis­ 
são o Sr. José Loureiro de Almeida 
Nada rnuis buvendo a tratar foi u reu'. 
ultio l'ncerradR lavmndo-Pe u presente 
ata que vai por todos assinada. 
Dr. Robervul Borges, - Epaminondas 
Escobar - Pery de Almeida Melo - Gen­ 
til V11rgaR da Ro!'a - José Loureiro 
Mnrio Loureiro de Almeida, -- Robson 
Nablmo, - Dl:loeleclano de Vasconcelos 
Terclo Celestino Gonçalves - Curumil~ 
Loureiro ele Almeida. 
/S UI !tcu;1ÇÜ! ll l)IL Cflmnra, Olfl 
vl,lU!l :"L <•IPição da nova :1<'i'il diretwa 
t1011 trahalho,: p,,reco que 1.;,• e 11cn;1ii­ 
hmu para uma definição. Dos con!+'7' 
r ·•allzarlhti no decorrer da semana Ia 
ovldl:lltP q11P n diripulu ela 11r• fli<lé:1c;ir, 
do Legislatlvo ficou reduzilu u pen4» 
tio!,, nomes: OtiV;!.ldo Turt,11 n Nlvaldo th: 
Burros, mente fatos nvvs poderão tal 
terar este quadro. 
:,,<,:;,,- ~-><, 
E o prefeito de Helu Ví~t•1 1~ •verá 
lrnediuta1neutP r<'unír a rnu c·qutpe de 
trnb1ilho viciando o updmoramrnlo doli 
serviços nu PreYellurn, no t00uolc, !)t in • 
clpalnwute no selor udmlnif;rfit1vo. A I­ 
déia de ,@sesHores perrnuurce. S. Excin 
deveria norntial' !rés nssei;:.ores: político 
r,,luções públic1lfl e serviços urbano!l. f,-; 
um11 Idúln vúlida e trnrá l{l'Llndi>s benu­ 
flcloH ªº" u,unicipee. 
«9@»»3 
As vezes procurar a lógica h,va . 
louc11ru .. como PXpllcor u po:-ição do 
vereador Ely de Arnujo Barborn uu po. 
lillca beluvlstcut;e? F'ol o vereador multi 
votado, quondo candidato 11 <lt>pulaco 
recebeu a muior votuçllo ua hlslórlu de 
Bela Visto, carregou Borem e Prdrossiaa 
e us lideranças du nidude nüú aceitam 
a lndicoçüo de seu nome pura preMto. 
O p o v ii o escolheu Ely. A11 li­ 
deranças (liderança~?) o combatem Há 
lógica nisto? 
Dr. Laucid<• Valdez de Barros 
e:rurglão Dentista 
CRO - 557 lIt. 
Clinica do Crianças o adultos - Ralo X 
Atende-se cum horn marcn<ln Conrnltório 
Av. Duque ele Coxin,, 508 (Ao L~do <lo Banco 
zinho hoje úmero de democral 
FO]irh J)O j·i· (· ir 1pr • ·.:ir fl')!l(l•tn,•ntC 
11rnii<l" 1·•Jf., ;.•! 11 o p riódí<:u dn cotJ­ 
Í~ .. õ, , d ;I' !J t 1 (,! jl ]'. rl"í,lOC,,H.iJ. 
Apesr da picaretvgeni de ente c«0o ' 
11·. l·i :!o ; ,., 1'<•,:,1 ,lt> '-f•r ~.l'J ·: 1 
qu,.. u 1,ú·r.!'1 o d•: democratas au!«" 
pn!., IJ() l!.Íl'IIT.O Í O vn1 c;lr.o111Ull' C llll· 
mero daqueles dispostos a teimar par' 
l11tlrr1!11ho <!e alrlcic1. 
Um p lilil o de realce rn rlct ,dc>. 
afirmou qut: o et udor Ely de Ar. ul ' 
[l;q bo,a "-n·i1 in paru ti• pu:a,,o, 1ii,,i- P l· 
ra prefeito tea. Segundo um d p!o 
de Ely sua indicação não depende S 
Bulu li:,t,i, <, ,,lst,•ma 6 111' cima p ra 
JJIXO, T,d uwa c.;1,.l.'11 qno vnmoH lluln· 
Jlwr muilo uc,ui j' uflo ,:e e[ gc u1,1 pre­ 
feito . su eclla (• pi lo Dit elódo (rt•· 
JH', entnnle ,io pnvo ... ) 1
1 
at(• !blO quereru 
tirar. Chega de rbitrio, Bela Vista p05- 
Hui ]t(l[TJe:,B capi,zes e pnl!tlcos re~pom,á· 
veis unlu., n intl:car 11111 nome par su­ 
cedel' cu~tr0 Piuto. Os SrnadoreH, cl?p!­ 
tados Ptc. 11üo mornrn 1,lll l-3•·1n Vío:la e 
não conheem os réus problemas ... Cas­ 
trú Pinto, já deu a sua cota de c011trl­ 
bulção para o progres.,o do mu:1icipl
1
> 
ugon1 <lcvP dar a 0porlunidade a outro ••• 
>--- 
A urngem de um novo tempo co­ 
meça a Sl'r dcctetadu nu Opoeição bela­ 
vistense. Na verdade, em Bela Vislu, a 
oposição não é i!DR, mos uma ula du 
Arena, em sua grande maioria de jovPns 
que consideram u politlca atuo! em He­ 
la Vista um buloio de gatos e quase to­ 
dos golos molhados. Exisls um cabeça 
neste 111ovimento. ÜR nossv!' leitores H­ 
csr!lo admirados oom o número de tais 
slmpaltzantes. Entrr, estes figu11i o dire­ 
tor da Tribuna, ,lornalisla l·uldo Pt'reira 
que em brite papo com diversos amigos 
tem Holic!tadu a púrtlcipaçüo de todos 
nu vida cowunitárlu. 
±-3--: 
A oposição que o sr. Flávio Uavlll• 
conti vem assumindo na televisão não 
deixa de ser engroçuda e revela um fu­ 
lo novo nu vida nacional. O 8eu Flávio 
vem se iulitulando ao lado de outro, ao­ 
r.,.o carnpeilo da democracl9. brnsileira 
e coisas dess3 gênero. Ele não e;;tó. só- 
ORACAO AO OIV,t;O 
F...SPIRITO SM TO 
r-1 írit<> ::- nto o q 
ae e«elree tudo que ilutui­ 
na todos s carinhos pari que 
eu tinja o meu ideal, você qu 
me dá o dom divino de per .. 
doar e e»que't r •• rn.:tl que :._ 
faz; e que todos os is 
tantas de minha vida e·ti cu. 
migo, eu qurro !lt'~lt· r-urto Llii. 
logo agradecer.lhe por tudo e 
enfitmr mais uma vez, que 
nunca muero e epirat 
de voe par tair que ·rjt a 
:iu lo mat ... rL.t.l n:io :-Pr.'1 o J,:f 
11i11·n ,L, ,unt ult· que ,-;intv 
de num dia estar com você 
todo- o- 1uenus iro+ nu glória 
l'< rpi111:1 llhríp,da nui, 11111n 
vez ta pessoa dereri fazer teta 
oracão J dins seguidos sul 
e,,,:, " pnlirlo. D,·111ro ,!e ,1 
dia- será alcançanla a graça, 
por 111,,i .. .lifkil que cja pa 
hlírur a,,i111 'I'"' receber 11 
L. R. M. 
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do Culegio Internaci~::iul de Cirurgia. e do "' 
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e, 
s 2i 
[7 
FORTE 
Mundo Novo 
Caracol, Aral ).forei-,a, I 
""" • 	muor«ao

Rela Vhittt MS 
.	'Ul0 	da Fronteirq 
11/2170 
PRO 
Deputado Sérgio Cruz 
Valdomiro quer importantes órgãos para C. 
O llder do governo nu Assembléia 
Consl!tuiute, deputado Vuldomiro Gonçul­ 
ves, informou à imprensa que vai haver 
por purte daquela lldernoça uma lutu 
política pura trazer paru Cumpo Grande 
diversas sedt>l:l de órgãos púlilicos, des­ 
tacando-se a lnstalaçiio nestu Capital 
da Gerência Rl-'gionul do Banco do BrasH, 
t!l Regliio, que orn é em Bra,,!liu, mas, 
"há uma polilicu de dAscentralização 
naquele banco, e vamos lutar paro. que 
O que mal~ RI' fdla e sobre ,, que 
mais Se poderia falar nese pís dos_ Som o campo e tão pouco H' OCtliJU do 
l 	"! homem do campo. 
vo Vicio e: de povo emn desenvolvimento E o êxcHb rutaí não l<·m CO:!!O 
foi de bem estar da população, r. Ievan 
do a promoço oclul, do qu· mais IIotivaço apenas a fullu de c-qulpomen- 
fitla e para que menos se fiz neste p44, ' que o cverno pretende lmplautnr. o 
, b 	E-SvuzíuaiP11to clu z1nn rurnl E: o fnchuço 
em da verdudo, o concello da Jemot!ráflcn rJ,u, cidades, drve--:e o com 
promoção social no Brall e princl,al- acentuzd videncia ena nosso Estado 
mentl, Pm ~f,, tr•n 
8
" l'!'RUrnldo no sino- aos baixos salários e a indiscriminada 
olmo mC'lancólíco rle plativo paternlfs- tavaslo da mqu!nu que arremata ns 
tu, sintetizado em um bilhete d€ pus-u- poucas vagas existents para mãos-de 
gero pura se livrar ·Ie rnlgrunte lrnprrll• ol>ra runJI. 
nente, distribui@lo de nlguns gêneros u- Não somos contra a mecanizaçio 
limentíelos em vésperas de eleições e agrícola, mas temos que reconhecer que 
agências de empregos em morendos de frmu cmo esta mecanlzção chegou 
lcnbulho roconheclclnmento lnclplen!é'S. criou f,ltu,çõPs frrevnsível~ r::m termos 
Mato Grosso d0 Sul, u despeito Jus de uplicnco de um política efetlva de 
lluçoes técnicas da Srcretarla do necur- promoção !!0cial. 
sos humnnos, _ylve resgunrdunrlo as de- • Cnmpo Grande é hoje, poderfan.oa 
vidas proporções demográflcHs da pnítl• dizer Gem nenhum exugero e com base 
cu crise social, com tendências u se a- em clüdos cstatí!ltfcos, a cai.,ltal u.iundl!il 
gravar progressivnmente à medfcla que o das favelas, considerando o índice de 
êxodo rural for estimulado pel/J. políllr11 cre!lcfmento sub-habitacional acima de 
Govornumento.l, que tanto se preocupa 300 por cento. 
Em Marac1Jjú, onde o problema é 
tumbém de aoeatuada gravidade a Pre 
Grande feitura está construindo lrnbltaçõP!': pr<>- 
oárlas pura atender os contingente-. ru­ 
rnls, despejudos do lavoura uo desem 
pr·ego puro e slrnpla!l, atirados à margl• 
nal!dude. 
Porlerla i:lotelizar o prrnto-dP-vista 
num propostn que estrpolu as limit­ 
ções de um governo reg!onal cbPl11 ctt 
melhores intenções e que. por cuto. não 
teria nenhuma ressonância em lstància 
muis poderosa, que fez uma revul 1ção 
exatnmeate para Impedir que t>.I p opo­ 
slçllo se concretizasse: a reform'l agráriJ. 
O homem do campo está sendo 
empurrado, precisamente porque as mas­ 
su,- campAalnas u os poucos por pressão 
natural de um sistema onde ns ai,;pira­ 
ções podem er reprimidas, tas mssus 
vão perdendo o direito à posse da terra. 
Sem uma reformulação fundiária 
qu::i propicie a fixação do hcmem à ter­ 
ra. aa cidades contfauarll.o abrigando 11 
miséria do nosso redor econômico e as 
escolas rurais propostas por V.Excla. po­ 
derão fechar por exces!l<' de vagas. 
Vamos ser otimistas, aprendendo a 
cumiabar com Ob pés no chão. 
o Mato Grosso do Sul tenha essa gerên­ 
ola ", acrescentou. 
Pedir a transferência da sede 
ndmlaistratlvu du Noroeste do Brasil. 
NOB, para Campo Grande, onde ficará 
em pontos equldi1:1rnntes do eu infeio e 
fim de linhu. olém de retirAdtt dos trllboR 
do centro urbano d>!sta Capital. são me­ 
tas de Valdomlro, que UC!'eEcenlou que 
"n exemplo d SUDAM, que tem sua 
sede em Belém do Pará, vamos contlnu­ 
nr l11hrndo pnru dc'.ntro da polltlca de 
descentralização, venha pura Cumpo 
Gr,rnde a sede da Superlnt•·ndêocia de 
Desenvoh•imento do Centro-Oeste, mes­ 
mo que gerida por um goiano". 
Valdomlro fulou da6 vantng1rns da 
desceatralizaçiio polít!ca que vem ado­ 
tando o governo [ederal, exemplificando 
que Belém do Pará é uma capttal que 
poRsul várias sedes de lruportuntes ór­ 
gãos, assim como o Amazonas que tem 
a SUFRAMA. Fínelizando dizendo que 
"se o Mato Grosso dn Sul nasce pura 
ser um Estado Model'>. nadu mais im­ 
portante que a classe pulítlca lutar pnr,1 
que venham sedes de Importantes órgãos 
para a sua capital. Nada é lmposslvel, 
e mesmo que nll.o hujam pretenFõt1s de 
ruudaoços e imrilantações para este novo 
Estado, cnbe a nós, politieos, despertar 
o assunto". 
Discurso !)roferldo pelo 
Serglo Cruz Sl<ssíiu 18-01-79 
Deputado 
freso leste exemplar 
trS 5,0ff 
i islério do fxlrri!o 
li fx - 9.a R ! • ~-a DC 
f' gil d t'ri» 
"Reoimenlo Anlonio 1.ão" 
O Coman<lnnlo do 
RPg-lmc•ulo de Cavulnrln, 
fof111'm11 que durante o 
mês de janeiro de 1979, 
C'urnprlndo campanha de 
dornmerituçllo conjunto 
.lobrul-Exlircllo todo o 
ci,l.ar!Ju <JtJ~ CllÚ f m falia ele 
doeumentoP M qulloç/o 
com o serviço mllltnr 
clevná dirigir• se u o 
quartel do 10? Regimento 
de Cuvalarla porn muío­ 
rtR escl»reclmeutos. 
:Jl~uel Angelo Teixeira 
Pedroso 
ORAÇÃO A O DIVINO 
ESPIRITO SANTO 
E.pfriro S,rnru você que 
me ('i<clure,·e ludo que ilumi• 
no lodos o• caminhos para que 
cu arinja o meu ideal, voct' que 
m.- d.í o dom divino de per­ 
doar e e"Jucrcr o mnl que me 
foum; e que todos os ins­ 
tantes de minha vida cet.á co­ 
migo, ru quero neste curto dfí 
logo agradecer-lhe por tudo e 
confirmar naiw uma vez, que 
eu nunca quero me separar 
de você por maior que ja a 
'lu,ão mnreriol nfio será o rnf. 
nicr.n da vontade que sinto 
de um dia estar com você e 
toclol'o og rneu1 irmãos no glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez (na pessoa deverá fazer e+ta 
oruçilo 3 dias 6Cl,!Uido1 sem 
fazer o pedido. Dentro ele 3 
dias eerá olcnnça<la n graçn, 
por mais cliflcil que 1eja) pu• 
blicar a-sim que receber a 
graça. 
M. E. V. P. 
Mário Godoy Filho, 
extraviou OI' seguintes 
•focumentos: Carteira de 
Identldude, certificado de 
Reservista e Carta de 
Motorista. 
Publicação que se 
faz pna obtenção da 
2.a via. 
Bela Vista, MS 
Ambiente Seleto 
Antonio João 
de J;;ão Freire de úliveira 
Refeição Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeune Hotel e· ointa-se 
em sua Crsa. Padrão de qualidade 
Rua Amambai com Bela Vista 
Mato Grosso do Sul 
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!}'5bk ir@b Ast$ 
Sal -- Acucar -· Arroz 
) 
RUI 
• [P 
iL. 
IE CEBlRlii 
SINTO IFO SO .. 
-Secos e Molhados 
~ ..... a:,., 
li5ü9 
em Geral 
E C S 
MITO GROSSO DO SUL

Belo Vista MS 
INDICADO 
Tribuna da Fronteira 
---,.;;._-- 
ADVOGADOS 
Dr. Ivan faso tba Cosia 
1ares 
ADVOCACIA EM GERAL 
fua Voluntários da Pátria, 376- Fone l0 
Bola VIsta Mato Grosso Sul 
Dr. Pedro José Palmicri 
Advocucl:i em Geral 
Ru 1 de Novembro 17 
BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
ADVOGADO - 
OF SS OHA 
D Gil Marcos Saut 
r. 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Rua filinlo Muller, 320 
Ru11 15 
Bela Vista 
de Novembro S/N 
Mato Grosso do Sul 
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 
4-0650- Campo Grande MS 
Dr.Deodato de Oliveira Bueno 
Advogado 
Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 
Fone, 43-1062 
Residência: Rua Coronel Camisão, 54 
Fone, 431-1116 
Ponta Poril. 
Heitor Miranda dos Santos 
ADVOGIDO 
Mato Grosso do Sul 
II -1IS 
OAB - MT 185! 
Ru11 Joaquim Murtlnho, 169 
Porto Murtlnho - MS. 
Cau as Civeis e Crlminal'i 
Ricardo Brandão 
- ADVOGADO 
A v. Brasil, 1595.- Caixa Postal 355 
Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
431-1646 (Residência) 
roa Por Ill» &as do Sl 
D1. ..Joelson Peixoto. 
-Advogado- 
Rua 1.o de Maio S/N Jardia - Ms. 
Adalgisa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 de maio, 2282 
Campo Grande MS. 
Proteja sou filho 
Tabela de 
vacinação 
t. 'se orlo te Sa Pilo 
ADVOGADO 
C'nu,o Ci,·eis, Crfminnfs, Trabnlhistns, Regulo ri• 
znçõc, d~ 1erras jun10 uo Incro. 
Rua Dr. Corrcn, cm !rente n Praça Thom6z 
Lnronjclrn Porlo Murtinbo - Ms. 
Até o 1.o mês 
BCG 1D . f.: rontra-in<li· 
cada para pessoas que tenham 
certas dermtoses, como eeze­ 
ma, impretigo e outrus, bem 
como para gestantes. 
1 a vndrou trlphcc (dlftc­ 
rla-coqueluche tétano)_- Tem 
como reações sensibilidade, 
enduração e febre e, mais r­ 
rnamente, us que fetam o 
tcrua ncrvoH>. 
MÉDICOS 
2 meses 
La vnrinn antipóllo, tipo 
Sabin trivalente- NIio é re­ 
comendada peru pewoas uci­ 
ma do 13 uuos do idade. 
4 meses 
2.a vacina tripiice 
:l.a vacina unip6lio, tipo 
Sabin trivalente. 
F onoaudíologia 
Ora. Maria Rita Figueiredo Toledo "olpe 
Ora. Maria Regina Saraiva Fili:>Ot! 
Di61Urbios de Fula e Lin~uogcm, Voz, Leituras e E,crita, Trabalho de Fula com Deficientes Au<lltivos 
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Ru11 Barü.o do Rio Branco, 1426 -- Conjunto 4 Campo lirande MS. 
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-MÉDICO­ 
Consultório 7 às 11 h& 
16 às 19 horas 
• 
 
Con:mllório: 
Dr. Edemar Gregorio 
ESPECIALISTA 
Ouvldos- Nariz --. Garganta - Sinusite 
Tratamentos e Operaçõei. 
Av. Presidente Vargas .- Em frente a Agencia da 
Hccelt .. Federal 
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Dr. ilurv Lima Marques 
Cardiologia Eletrocardiograma 
IPEMAT e INPS - POSTO DE SA'DE 
E FUNRURAL Ponta PorÍ!. 
12 às 15 hs 
Cieloergometria 
Rua Guia Lopes, 32o 
Fone 431-1875 
Mato Grosso do Sul 
Dr. l{leber S. Monteiro Vargas 
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Ex-residente do Instituto de Neurocirurgia de 
Porto Alegre - IS E, 
' 	O one: 621-4192 
Consultório· 
I. Rui Barbosa, 2210 • Campo Grande 
Iloririo das 15 2±« 18,30 hs, 
6 meses 
3.a vacina triplice 
3.a vacina antipólio, tipo 
Snbin trivalente 
Vacina antivariólica - tam­ 
bém não deve ser administra­ 
do a pe,son• que tenham der­ 
matose. Freqüentemente verl- 
ffcom•Fe fehrc mui estar 
e prurido local. 
os re,·ncinndos essas reações 
Piio menos Intensas ou nulue. 
9/12 meses 
Vacina contra o rnrnmpo - 
Entre o 5.o e o lo dia pós 
a vncinaçào pode ocorrer fe­ 
bre moderado ou coriza. 
Vuoina contra rubéola - 
Hençõcs: frbre, ~rupçiio cutli­ 
nou e rcuçõe, locais. Pode ha­ 
ver também reações alérgicas 
tais como: urticiárine e orri­ 
ee. 
Vacinn contra ,·nxumba - 
Ocosionnlmente pode oeorrer 
febre moderado. 
18 meses 
Lo reforço da vacina tri­ 
plice 
Lo reforço <ln vacina n­ 
tip611o tipo Sabia, trivalente. 
4 anos 
2.o relorço dn vncinn trl· 
piice 
2o reforço <lo ,·acina an- 
tip6lio, tipo abin, triva- 
lente. 
5 anos 
Vacina nmivnri6Jlca 
6 anos 
3,o reforço da vacina tri­ 
plice 
3.o reforço da vacina an. 
tlp61io, tipo Sabin trivalente 
8 anos 
Vacino <luplu (antidiftéri­ 
co e notltetânlc,) 
lmportnnte; caeos de 
doença febril aguda devem 
protelar a vacinação, até que 
sejam controlados. O resfriado 
comum não tem contra indica­ 
ção. Pacientes com alergia 
o v o , mercúrio o u 	o u t r o 	p r e 
ervativo incluído na vacina 
nüo devem torná-lo. 
5.00 , 
11/2 '" 1 
e Limo 
boeneli- 
Cerzósimo 
reivindicam 
cios para Caaropó 
I 
.r. 
t 
Eshwe no dia 2 pp. com o gJer- :1 
nador do Estado de Mato Grosso? do , 
Sul Harry Amorim Costa o depuuido 
Horãclc Cerzóslmo quA fez-se a<.!ompf11bnr 
pelo preieltú de Caarapó Nll: on Lima. 
Foraru atl' o chefe do executivo 
Sul-matogrossense reivindicarem para 
1 
Caarapó e cidades vizinhas uma série de , 
melhorias, por sinal pric,ritárlos para o 
desenvolvimento daquela progressista] 
regiúo. 	, 
O pont central das conversações 
com H"rry girou Pm torno da Pavimen­ 
tação, já solicitada, do trecho entre 
Domados e Caarapó, compreer,de:ndo 50 
Km e oassar.do por Nova América. 
füsti estrada é de vital importil.a­ 
cla para o desenvc,lvimento básico da 
região se coust1tulado no maior tráfego 
1 
do rodovias estaduais do novo Estado. • 
Beneficia dlretarnente: Cristiillna,i..: 
Nova América, S. Lourenço, Cté Por 
e Libere l. importantes áreas de produ­ 
ção ref'idindo parte nisso, a sua impor­ 
tO.ncia para o Estado de Mato Grosso 
do Sul. 
Além da vantagem, acima espeoi, 
ficada, a referida rodovia é de transce­ 
deutal importância porque em Caarupó 
se encontra o entroncamento para Tu vi­ 
rai ou Amambai, dois progressistas rau­ 
nleipios daquela região. 
No setor social o ai-faltumento da 
estrada Dourados . Caarapó tem uma 
importante função, pois beneficiará e 
muito, Inúmeros estudantes que cursam 
faculdades e se locomovem diariamente 
pela citada rodovia, inclusire, muitos 
dele usando ônibus cclocudos a dispo­ 
sição pela Prefeitura de Caarapó. 
P!eitearam também junto a Harry 
• Amorim Cosia a construçílo Imediata do 
prédio da Unidade Sanitária sede na 
cidade de Cuarapó, assim como uma a­ 
juda para o término das obrns da cen­ 
tral da Telemat, para apurar a Instala· 
çiío de telefones nu município. Es~e pré­ 
dio se enccntra em fase de acabamento, 
restando um pouco de u poio fin!>nceiro. 
PeJiram também para o governa· 
dor do Estado de Mato Grosso do Sul 
auxilio para o término da construção 
do Hospital do Distrito Vila Juty que 
lambem beneticiaró. e muito !l referida 
localidade a sua conclusão, em breve 
tempo. 
As reivindicações ftlitas por Horá· 
cio Cerzózimo e o prefetto de Caarapó 
Nilson Lima foram recebidas por Harry 
Amorim Costa que, na oportunidade, 
prometeu realzar todos os esforços no 
sentido de solucionar dn melhor rorrns 
tudo e ao mesmo tempo, encaminha 
do-os para os setores competentes para 
as devldns providências. 
_Com isso, pelo, menos, Caarapó e 
reg1ao podemo conter. em breve tempo, 
com tudo que a sua população sempre 
aspirou e nesse ponto louva-se a atua° 
çao do deputado Horácio Cerzóslmo que 
acompanhou em todos os locais para a° 
tais reivindicações o prefeito Municipal 
de Caarnpó Nilson Lima,

Bel VI»ta MS 
U	d a Fronteira 	11/2/7{). 
JORNI 
ADM 
"- • -- » o  . 
'. / • 	f) 
'. / 
1 
1 PIRTIR EM 
COBERTURA COMPLETA DO M ICIPIO DE NIOAQUE, 
TODAS AS SEMANAS 
E

!U	] 
'l'rillunn da Fron~- ·~---------- 	j !. 
1 lnt>t .; i' do o Pré io ... 
eia dos 
"Não. ~ou. um homem ressentido e nem. 
frustrado pois minha vocação foi renliwdn. Scm­ 
pre quis ser_político. Através da política que 
~CJO _n po,.,b,h~adc de sen·lr integralmente n eo­ 
munidade antoniojoanense". Estas palavras foram 
proforuln• pelo atual prefeito d,· Anlonio Jo· 
Ad· B d X I 	no, 
ao - •~o ~• • nv er,. ª!'lc< de ~cr intlicndo pura 
o cargo, E difícil administrsr um município pe­ 
queno, •• verbos silo dmnnuta•. o peso polriieo 
depende da bon rnnlode dos dcp111ndos dn re.,iilo 
diga-e a bem da verdade. que Antonio Joa • 
tn muito bem representada por Pnulo 'uldnnb!l 
e Ubaldo Barem e o povo, como é de seu direito 
quer -r~r. obras, obrn~ e obras. O jornalista, em 
sun ensib!ldade, consegue captar no se!o d 
msa a op1n1ilo n re,pe,to ele ,eu prcí lt • v· · 
tomos amiúde n cidade ,lo fronieirn 
O 
eb 
0
• 
1
1
•
91
• 
6 1 ri b 
• erço his­ 
t r co On r. o rnrn Antonio Jofio p f 1 
pnhvms que lieurnm no hiE16riu enol ''? t u •• 
conhecimento profundo a respeií 4""!Imos um 
s2 ditór: 	era opinião 
o contraditorias, Alguns consideram Ado' Hero. 
de Xavier um bom prelcito outro • 
deixar ó hit6ris o_ julz@tento d "; ,,"ferem 
ção. Esse artigo colocar as coisa ,"a4ministra­ 
lugnr, po,icionurá uru homem pc~un~ Beu devido 
vo o <larú ~uln{dlos no no,o 'O'l'r e o seu p­ 
tomada de posição. Autnio )à ""," mra uma 
mentos de l!!ten. u expcclativn • l I e '1"'le mo• 
nnturczo e índole de seu' CJ< nr e po 11,m r,or 
contra o .F-Uh-dc1q~n•oh·j po,o, travu bata) tn!i' 
do iicrdcs, quer 44,",{"" a estagna4o. A­ 
seu• ndver,ário, (poucos ,or°"· D:lo nll(nu1 de 
o munic!plo de uma • f • l ,mnl) e,til do1ando 
conhecidu no fun,, 'Ira estrutura que será re­ 
nitiria, etor e.' Inaugurou una unidade «a­ 
ma de ludo ..'te no uunic'pio, virando uci 
mou e con,""?'' ' menos favorecidos; refor­ 
o» pecunri,""" árias escola, atendeu 
reformund e lavonreiro» da regilo 
inccnti~•tt J n.s o s l r n ti a H " i e i n u i e.,. e 
urou " 
O 
• a r>roclu1.;ão nJ!.rh·olo; i n n u­ 
e.,, "_Prédio novo _do Correio e Telégrafos, con­ 
e t- 
1 
, com comi muita luta, trazer u rede de 
j"ria cltia de _Urubwpugi - grande conquista 
ua administrai - ocn-truiu o prédio di C 
miara Muni·ipa! e e fossem', 
c::nume-rur as obra, p e q u e n n li o 
de grmnde alcance +oclal, as» páginas {]] 
t7 
)J 
' :' ... '; ~ 
, .... 
% 
"a!';"pyz o is goto o opere««. 
. 
1 
rodes, ocimn de tudo é um homem 
smpe, e na •lmplieidnde execul~ obras que o 
povo, 
0 
POVO, n massa .ofrid11 reconhect' e 
;c.mpro que bú eleições responde no senhor pre­ 
ello npoin
ndº 0• seu, cnnclidalos Ai está a 
'posta do povo. Nas urnas. Cogita.se, atualmen­ 
{:0 los cscalves do goveríi», substituir os 
~,,}""",";; nomeado· das rés. de seguranca. e 
Oro, quJodo ns umhiçõcs se trnne-formnm 
em grítucas descabidas ao trabalho patriótico de 
um iorucm, é preciso que o PO'O tcconheçn os 
jJ°u' 'erdadciros lideres, 0s que realmente traLn• 
um pelo seu bem catar e procurem agir com 
Jurnçn e grulidüo. O momento é de opção e de 
trabalho, o momcnln é de nunl!.e fria e renli,tn 
0 
mo_m_enru peda que o povo de Antonio João 
prestigie o homem que renunciou à .euo própria 
vldu pr.ssonl pt1rn SEHVIB. Vnmo, ouvir 
0 
homem que vive Antonio Joio, que pensn An• 
toalo Jouo, vumos ouvir Adão Herodes Xuvier. 
Suo rcspoetn é n. respouu do bom senso. f: 
0 
re,poHn du AÇAO contru o imobilismo. f; 
0 
Peco na balunça. Ao senhor Adão Ierodes Xn,·icr 
'ª . .iuccro, paru~ene da equipe Tribuna dn Frou­ 
teira, pelo muito que Tez, principalmente , da 
energia elétrica de Urubupunuá mar~, J p 
· - .. ·r. d • r- • ... e uma 
cru <1uc J·• •e e<ror1111u DO horizonte. (l PJ 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAD /MT 1615 
Cdusas í)ivela e Criminais 
Rua Antonio Jnão; s.
12 
(, 
Nosso prtn+má1 objetivo_ é ipln'ar 
uma nova mentld.e politica em }eh 
Vl tu, p. oposta cm que vem: se deba­ 
tendo esse jornal, devido ao mome­ 
lo pc Jíl!co, mornr·nto de transrormrrçun 
dira-se de pn sagem, que vive a socle­ 
dade brasilelra. E a preconizada abe­ 
tura lntciudu o •lo presJdonle Geiflel, e 
de!i;iltlv11 no g·ovcrno Figuolrcdo, se· 
pundo os porta-vozes do mexn.o, que 
)(•vor/í 11 Nnçflo a Drrnocracla flOID a· 
djetivos, mas com as a~llvaguardaR, 
onde o p·ivo scr:í Follerano. Em nos
0
>1 
cidade, ondo o preito é nomeado, 
por er zona de segurança nacional, 
n polltlcu p()rrlcu aqw·lu motlvaçuo 
que a faz dfnamlca para lrnnsformnr-r-e 
numu simples escdu de favoreo. Poli­ 
tica em Bela Vista, é políticn. de no· 
meação, r s" nüo lrnuver concillaçúo por 
parte dnR llclPrnuç;is !ocni~, du Arena, 
provuvt lnH•ntc> Beln Vi ta virf1 assistir 
o rwHclm:·nto •le uma opc•!ilçilo que• ora 
pe!'mn ül!Cl' c>m estudo t'Tilbrionárlo 
ma-. que jil. dó. os p,·f1111'!1•11s shwb de 
sua força. Nüo sei ut"' que> ponto po­ 
de se culpar o senhor prefeito munici­ 
pal pela rnpturn do partido rio Gover­ 
no, S. Excia Huben Alberto de Castro 
Pinto, oriundo da ex UDN, Jigadissl­ 
mo il pollllca do ex governador Gar­ 
cia Neto, cometeu, em nossa cidade, 
erros polill::os prim{:rins, Jnadmlrníveís 
em um homem com o seu p11sFado 
,Tá se corne11tn que existe uma posl­ 
bllidadc de o atual p1·efelto contfnuitr 
110 cargo, Isso clevido à falta de lnfra 
estrutura do e.tu.il governo, principal­ 
munte com refaêncfu Uú desconheci­ 
mento político dos II!Unlcipfos fronte!• 
rlços. A eleição de Ely de Araujo 
Bnrbo;;n pura presidente da Câmara 
Municipal, iucliretamente b:ineflciurá o 
senhor prefeito, pois f oposlçúú fer· 
renha do médico vereaàor se restrin­ 
girá nos i-eus trabalho!.' □fi presldencla, 
digas~ de passagtiru, atualmente, umu 
posição r.õmodo. :':io foi umn , itória de Ely 
f'JI mais uma conquista do :1D~ que 
conReguiu ckger o vice presidente P. 
o 1º secretário. O leitor há de pergun­ 
tar: Mas a Arena nüo é mnio:.ia? t-im. 
São si-te vereudores da Arena e dois 
do MDB. No precisu explicar, cu só 
queria entender. E isso é muito fácil. 
. Existe, Pm 9ela Vista, um grupo 
de _91dadã_os, de maior seriedade, que 
est110 pleiteando a mudunça do polo 
de dosenvolviruento de Jardim para 
Belo. Vista, estes cidadãos estão incu- 
1
indo !los políticos o gosto pela ação 
dinarnlca. Então, a pulítlca está se 
tornando dinamica. Ao invés de ele­ 
ger os vereadores partidários do pre­ 
feito. é preferi vel eleger os emedebitas. 
:',ivaldo dP Hunos que vem nrocurnn­ 
dt• o diálogo com. o Executiv·o, pecou 
pela inocencia politiea e confiança no 
lmpre·•Jsivel. Paru mim o que há a 
upr-ender com r,-te t:nso é que já é 
tempo de superarmos as barreiras 
cr10úus, por ~~eco aceitos, e partirmos pa­ 
ra uma conciliação. Está surgindo ums 
opos1cao consciente orn Bela Vista 
.ntegruda por dissidentr.s da Arena e 
~oderados de ~IDB, fruto 1e uma con­ 
juntura onde a palavra chave é Ação. 
Se 
O 
-
0
nhor prefeito ~luuicipul, nomea­ 
do Pelo ex governador Gurcia 'leto 
IDPrPCer, mais uma vez.a confiança do 
novo Governo, leia-se Harry Amorim 
ouo poderá administrar sem a politte4 
e sem os polil1cos, deverá prncurar 
urgentemente_ UNIR o seu partido (ou 
nuo é) e 1_r1C1ar uma pacificação lo­ 
bl. Par isto preeisnrà de mauit " 
}Ua pessoal, devido d sua intrunst- 
0 n--iu em aceitar o dialago, sob . 
tle ver Bela Vlstn definhar e 
08 
"c1e'mai •
1
~~a 
crescerem ao ritmo do Ftad 1j,,,"" municipio« 
grupo Palmieri, San'j, ""?,_ Modelo. Mas o 
ln I O 1·1 • - ' nnn, ., ur3no Elv Bu 1 
nnt, dilon., ete, ete lo per q:..' }. tu- 
idade da att dini,,"""""Tio a c@nu­ 
apregoando tdo moní,{"""}?_'·o eles vivem 
çudo. , clas,c pc•litlca de á,,} o desstto 1an­ 
mordiuis qnando catll ~m • e •mr ObJt•Uvos pri• 
cidada O upoio de Cu,tr.;º{;º 
0 
fu111ro de_ noss:i 
lo de descnvohimcnt lDto n:,. qt1esluo po­ 
é "dispssil. nai""; "do um dos idos, 
lmpo,tn'". Qua'nto u . •~a o_rç,1 é umu força 
nu cbcliu <lo E ... ,_om10uld,1de da Cu,tro Pinto 
é urra ii, a."""""o belsvi.tese, para nós 
la de 111:iirico e n - , 2º-º• ou melhor. uma cario­ 
Amorim fJU<-' <'ttt M-':' gi,·o ,·m fJUestüo é ílnrry 
trar ao po d· m."""?"y encarregars de mo.. 
politieu, 'a 1v.a a sua sensibilidade 
Con i s e 
Terngrafos! 
,, 
Com u proilença do'.' 
Dr. Arl Vel11squez, Goren-1 
P 
,,'/, 
to dP Oporoções ostals, • 
n·prcsenlando o Dirotor 
do;; Corretos e Telógra­ 
ros, foi Inuugurada dia 
8 úlllmo a nova ugencla 
de Antonio Jofio. F<1cha- 
da d1:sde 7 de agosto 
de 191i!J, por problemas 
economicos. u renbt>r- 
turn da agenrln é uma 
velhu aspiração do povo 
antou!ojoanense, e vem 
coro11 r de exl!o uma laf. 
clatlva do prefeito Adão 
Herodes Xavier. Na 
oportunidade, o dv Ar! 
Vela~quE'z uflrmou que 
"a rea bcrtura da agencia 
i!Ó foi possJvel graças ao 
a polo e desprendimento 
do senhor prefeito muni­ 
cipal Em nome do Presl­ 
deate dos Correios e 
Telégrafos, e de Clõ.000 
funclonârJos agradeço o 
apoio e a confiança do 
povo de Antonio .Jollo, 
e~pPcialmentê do senhor 
prefeito municipal". Adão 
Herode!o registrou a pre­ 
sença das autoridades 
e falou de sua satlgfa, 
çãc em poder cumprír 
mal!:< um objetivo de Pua 
!idmiolstração: a reaber- 
turu da agench1. 
Câmara Muni• 
cipal de Antonio 
João 
Antonio João, 1º de !e• 
verPiro de 1.979 
Circular 1/79 
Tenho a honra de 
comunicar à V. Excia. 
que, nesta data fui eh+ 
tu e empossada a no,·a 
Mesa Diretora deste Le· 
gislalivo, que ficou ns­ 
síw foz mada: 
Presidente Altair de OU· 
ve!ra (Arena) 
Vice-Presidente Arnaldo 
Marques rio. .Silva (Arena) 
1º Secretário Rubens de 
Oliveira (Areoa) 
Sem outro particular 
para o momento, rea­ 
firmo a V. Excla. meus 
protestos de consideru­ 
c;ão e apreço. 
A tenclosamente. 
Rubens de Oliveira 
1 Secretário 
leia e assine 
Jribuíla ~a Fronteira: 
- 
Jns 
R 
fü; 
lota 
-

-- 
----------- 
11/2/79 
• 
110 
J 
p 
da Francisco 
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Em Bela Vísta Hospede-se no Panorama Hotel 
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Bela Vista Mato Grosso do Sul 
SETEAGRI 
Serviços Técnicos de Agrimensura 
Representante: NIVALDO DE BARROS 
Medições de Fazendas para ratificações, desmembramento de âreas, 
loteamentos. nivelamentos e curvas de níveis. 
Rua Antonio João, 900 
As árens prlorltárlos acham-se de­ 
flnldas e d1,lirnltndas. IB, purorn, ugoru, 
a possibilidade de serem incluídos na 
rena secundárin os municípios de Bela 
Vistu, Caracol, J;irdlm, Gulu Lopes da 
Laguna, os quais ão constituldos com­ 
prova damente de cerrndos, eontando 
como t .. d os próprios mapus do Governo. 
O Exmo. Sr. Dr. Geraldo Alencur. 
Jlu ,Ire; Coordenador Gtirnl do Poloct•n­ 
tro, conhecodor profundo dos problomas 
das regiões nbrungldas por eso progra­ 
rua, vum se dNilcando com grande em­ 
J)C'11ho nn org-,1nlzuçil.o de um trabnlho 
que seja realmente eficiente na sua fun­ 
cão de promover um desenvolvimento 
sólido, pC'rl'ne, nilo têmporál'io, no ut"!S· 
mo tempo que procura expandir o pro­ 
grnmn sobre novas t'lreuH comprovu1lu­ 
mento de cerrado. 
Essa terafa verdadeiramente clcló­ 
pica dirigida pelo Ilustre Dr. Geraldo 
Alencar vem merecendo o mais Irrestri­ 
to apolo afio gó do Governo mas tnm­ 
bem e principalmente da!! autor1dade11 
rios municípios pnr ela fuvorecldoe . 
Exmo. Sr. Dr. Geraldo Alencar: 
Bela Vista quer participar dessa 
extraordinária arrdni:adu der-envolvlmen­ 
tista comc.ndada por V. Excla. 
Bela Vista quer trabalhar, Beln 
Vista quer produzir, Bela Vlstu quer pro­ 
gredir, Bela VlstJl quer colaborar para a 
grandeza de Mato Grosso do Sul, para a 
grandlosidude do Brasil. 
ela Vista precisa, merece e deve ser 
lnclulda no POLOCENTRO. Só assim te­ 
remos posslbll!ddde de trubalhar com 
condições de progredir razoavelmente, 
em uníssono com cs demais municípios 
do POLOCENTRO. 
Em Igual situação encontram-se 011 
municíplns de Curacol, Jardim e Gula 
Lüpes da Luguna. 
O l::lrasil a Inda Ferá o maior ex­ 
portador de produtos !lgropecuárloe do 
mundo. 
O Brasll é Feito por Nós! 
de 'ilsot 
~ tID (ill fil1 ffiUID ffiJ 
fhi!emon latan 
Grande sortimento de artigos esportivos, tais r.omo: j;;g
0 
dl e camis:i para futebol de campo, de salão e voley chuteiras 
ogos de melas. camisas avusa:1 de times para adultos e crian­ 
faª• quedes rainha, equipa e topper, bola Drible para campo, sa- 
o e voley e tamMm handebol. Aceita-se encomenda de cami­ 
sas e bordados e jogos de número. 
. Rádios e toca discos, caixa de som e jogos de caixas 
acustlcas para carro. Material escolar, jogos de ma Ia 
"chilas 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos pará 
omeas aleu de celçdos. Tudo para crianças e as ultimas 
novidades tia modu feminina. Avian:.entos em geral. 
P1·,1.:ure-no:i e faça uma vlelta sem compromisso. 
Rua Alebiades B. da Cunha 319 ª lfieia Vista 
H tempos ecrevi um artigo soll­ 
citando aos Srs. Legisladores em geral. 
e uu Goverao em Purttcu!ar, ..i couCL·6, 
são ele upo1rnntudoria Uv!> ex-ccmh:ttentrs 
que, Idosos e enfermiços, muitos com 
raveS qn!ela neuróticas, não m!s tem 
condições de trabalhar normalmente. 
Pouc,J rlt-pol, f i publicada n noti­ 
cia dP que o G•l',·rno t'BUlVH com um 
projeto de lei no 'ongrsso com e-sa 
flnnlldnde. 
Já agora essu lel foi aprovu da p­ 
lo Congresso e nciunuda pelo Exmo. 
Sr. Proslr.tontc da f!epúbll:a e está rm 
vigor. 
Quando da cal midade que se aba­ 
teu sobre os agricultores e pecuaristas 
do sul Jo pais, r:om u prnlonguc!a estlu­ 
gem que houve, fizemos um trnbulho, em 
conjuuto com o Sinlllc11to nurnl e com 
o mtATEíl, Rollcltundo ao Governo me­ 
didas oxcepolonnls que amenlzassem a 
situação de emergência criada pelar. clr­ 
ounstO.nclas anormais. 
Pedlmot! cinco lten9 o 1medlntnmen­ 
te o Governo concedeu: 
1 Ajuda de custo de CrS 225,00 por 
hecture plantado. 
2 Pagamento lmedloto do PHOAGRO 
em atraso, 
3 Parcel11mento dus dividas dos 1Jgrl• 
cultores em atraso. 
4 Financiamento paru a nova safra 
om bases normais. 
5 Seguro do PROAGRO para a nov 
safra em bases normais. 
Ficou, portanto, evidente a boa 
vontade do Goveruo em solucionar os 
problemas do povo. 
Observa-se tamberu ao longo dos 
anos o trabalho continuado, persistente, 
sl6temátlco, pura criar estruturas básicus 
de desenvolvimento· em todas as regiões 
do pais, 'lS qual,:; resultam sempre de 
imediato na melhória das condlçõe8 de 
progresso. 
S!io as frentes de trabalho, são as 
Bela Vista - MS aberturas das estradas de penetração, 
süo us pavimente@er ke-estradas e;is­ 
-- 0f(@s"o a8 hidro.e]étr[cas, suo a Te- 
des de distribuição de energia elétricu ·vuuo te_carrear vo.-ir I 
d ninha salvação. Ai: a- 
s11.o os colégios, os hospitais, são os t(
1
r
11 
m;irca a: frirnento que padeceste e que 
nanclameatos, os incentivos f!acals, são •Is 1~,00 h<l numen111ram n enorme pê~., 
os polos de desen vol vlmento. 	Fone 624-0589 de vo.sa Cruz, Vos rogo com 
Dentre eates foi criado o Polocen- 'edro Celestino muita hamtldade, tende pie- 
d à 
- d d d 	dade de mim, pobre criatura 
tro estlno do s regloes e cerra os, e Í''º Grosso Sal pecadora, perdoai os meus 
inicio abrangendo determinadas áreas 	pecado, ., .eon<1uz-me 
80 céu, 
em certas regiões. 	pelo caminho da Cruz. 
ela Vista ão foi incluída nessas }]j{ dtezsmre vete Are-Mt+ri° 
l e acrescenta-se: "Minha Mãe 
áreas primeiras. 	anliuima, Imprime em me:: 
Posteriormente, quando houve es- 	cornçüo as Chagas de Jesus 
tudos para o ampliação das áreas do_ 	Cruciflcacb". I,;dul,,ência de. 
P I e 
· bá D J d 1 	30íl dln,; cada vez. ~ 
o octintro, fui a UH! • 'epo/s e nu- dlco OcuIIata O dulcl,;;irno Je•us não ,e. 
diêncin com o Exn.o. Sr. Governador 	jas meu Juiz- ma, meu Salva. 
Dr, José Fragelli, mantive contatos com Je Contato dor! Indulgêocia de 100 dias 
altos assessorrs que ficaram de fazer o la! Floriano, 307 cada vez). ' 
passivei para incluir nese programa os ,'o Andar- Safa 4 PUBLICADO 
muuicipios dei:ta , região, reconhecida- l979 Fone 31-1420 por uma DEVOTA por ter 
mente conshtuidos de cerrado. ,Grosso do Sul recebido uma GRAÇA 
Daquela vez ainda uão foi possivel. 
Há agora novos estudos para o ,.... 
ap~rreiço11m .. ntc das condiçõ~s de desen- 1 _i _ 
volvlmento proporcionadas pelo Polo- , ! Íl rn [ij1 
cosi«o. 	i " l d%l 
Esse program'i é formado de áreas 
prlorltó.rias e de áreas l'ecundt'lrias. Pa- r.aportivos 
ra as prioritárias são concedidas verbas j 
para Infra-estruturas e pura financia- jlgião 
mrnto. Ás áreas secundárias suo aloca- 1 
dos recursos para l'iuaacie.mentos. r 
(e. 
-ei 
3 
/ 
se 
eite~t 
------------------------------------------------- 
Grnsso Sul 
-z 
A,EE,çÊ 
$iâk&ti .jjjijt zg] 
L.l g±hssd !.2::1 JdEJ Lrd 
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1 
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letires te Ias tn tal- na allirarão - desnmhnelos d 
área loleamenlot nivelamenlos, curvas de níveis, ele. 
1 
Grande experlêneln no run,o do topograflu e ratificações 
serviços executados de acordo com as exigênclu do INCRA o 
único escrllórlo que conta com 2 (dols) agrimensores fornados 
purn garantir preciso nos serviços executndos. E _lembre-se se 
nhores proprie-tárlos, na Agrlsul voco ofio contrata 10termedlârios 
NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO 
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utendido pelos seus novoi, proprietários 
WALTER E OSWALDA RODRIGUES - que estão de bruços 
uberlos pera recebe-los a qualquer hora do Dia ou da Noite 
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Porto Murtlnho Muto Gros!lo do Sul 
Campo Gro.ntle 
Mato Grosso do Sul 
(Cont. do número antHior) 
Guerra ao 
Alcoolismo 
Pe. José lzidoro <la Silva 
"O Vinho é Pscarnecedor, e a Bebi· 
da Forte alvol'Oçador»; e todo aquêle que 
neles errar, Nunca Será Sábio' Prc.v. 20:1 
o hoII.!em viciado, sob qualq_uer 
forma de vício, já não terá condiçóe, 
para enfrentar a realldade da vidn, nao 
terá condições, para cumprir bem sua 
elevada mlss!lo estando vencido pelos 
fruquezas da carne e paixão d os vícios 
sendo um lmplesi escravo doa seus ví­ 
cios moral e flslcutnente Impossibilitado. 
Os vlolos, eapeclalmente o alcoolismo e 
o tabagismo, constituem uma form de 
sulefdlo a longo pruzo. So Irreparáveis 
os males causados especlalmPnte pPlo 
alcoolismo no mundo. Combater, decla­ 
rar guerra o este vício, tornou-se já, a 
mais urgente necesi,ldade, sendo ~Ie o 
maior Inimigo da puz, do progreF110, d9. 
saúde e da própria vida do homem. La­ 
mento que os nossoR homens de Estado, 
nem ao menos se preocupem com êste 
monstro desolador que ROrratelraml'nte 
vai escravizando a consumindo milhões 
e milhões de vítim3fl onualmente, mi­ 
nando-lhes e solapando.Jh~s fl!I forças, 
tanto mornl como físicamente, sem que 
quase ninguem se levo ntl' para combatê-lo. 
Preocupam-se com problemas de 
ordem política, ou de ordem eccnômlca 
etc .. deixando completamente à mnrgem 
de suas cogltações 08 multi Intrincados 
problemas de ordem moral e s0cful, co­ 
mo é o caso do alcoolismo, do jôgo de 
azur, da prostitulçllo e outros da mesma 
ordem, que campeiam no selo das socie­ 
dndes em suas mais diversas formas Ima­ 
gináveis, pura diminuir as nossas forças, 
em bo tnr o nost10 brilho, roubar o nosso 
bem estar, cercear a nossa liberdade e 
embrutecer os homens, levando-os a des­ 
trulçil.o. 
Este livrinho, como bem diz u ilus­ 
tre Prof. Milton Martin;,, é uma humilde 
contribuição que venho prestar »o povo 
ele urupês, e a tantos quantos dele se 
abeberarem, corno uma pequeno mas 
consciente pedrada contra o rilcoolisrno 
e o vício de fumar. tendo em vista in­ 
centivur urna grande luta, da qual deve­ 
rão participar tanto os vencedores quan­ 
to OH vencidos. Espero que alguém b(l 
de se levantar escrevendo obra de maior 
grandeza e penetração científica. 
Ê, pois, com o mis sincero de to­ 
dos úS propósito,i, que passo às 10ãos 
de meus amigos !l:'itores, o prefiente 11- 
vriuho, certo de que no cumprimento de 
suas fiaal!dudes, Deus o há de n bençoar. 
(Continuaremos no próximo númeru) 
(Colaboração da 1% Igreja Batista de 
Bele Vista) 
B 
Fica 
N 
CA DE t 
6:'evt Bati 
_em aí, perto do 
ão deixe 
1$1-LA 
. elavistense 
de 
hlta a prirnavera, 7. 
voltaP1antas e flores: ; 
A coião que ajuda você a pór 
em prú1ica :odo o seu amor peb 
!WlJft.:L.l, 
Grátis! 
Maravilhosos 
brindes para você, 
até o 5fasciculo. 
1 
~-- -~-------~- .,, 1 
;
I 
1 
. 
Colecione. 
Semanalmente, nas bancas. 
P?as to eFlores 
Em cada fascículo,um jardim. 	I 
Desenhos Arquitetônico• 
Cópia, Helliogrúficas 
Desenhos Públicitárioe 
Topográffros - Desenhos 
e Plano, em Gernl 
Sergio Ramão Kampa 
Av. Brasil - Ecl. Cinelandia . Sala 20! - I Andai 
Ponta Por 
-··- -----·--·- - 
Mato Grosso da Sl 
. .llemas do llaolcipio ou 
"Nilo sou um homem re,scn11do o n, 	• · 
frustrado poi, minbn vocoçiio foi realizada. «oupa sob !-!edidu no 
pre quis ser pol!t;co. ,truvés do pol!t!cu é e h" 
vejo u porsibilidude de servir integralmente ' muni1à, tarde volta 
munidade antoniojoanense". Estas palavras for 
proferidas pelo otual prefeito de Autr>nio Jo 
Adão Herodes Xnvlcr, ante• de Fer inclicndo p: 
o cargo, E diíic1l admini•tr•r um município F 
queno, ª' verbas são diminutas, o peso poli4p p s a ID1 1 n J B 
depende da boa vonludc dos dcpUtndos d ell l l ll 
diga-se, a bem da verdade, que Antonio Joilc> 
tJÍ" muito bem rcpreoentnda por Poulo Snldnn 
e Ubaldo Borem e o povo{, como é de seu dirc/d 
quer .-cr obrns, obrns e o ras. o jornnlista, 
1 
OS que usa consagrada 
sua ensib!ldade, consegue captar no e!ou desde 1957 
ma,.a a opmtào n rc,pe1lo de sou prefeito; V: 
tomos amiúde n cidade <ln fronteira, o berço h' 
tórloo ond~ o brn,·o Antonio Jollo proferiu ' 
palonns que !icnram no hi,t6rin, e udquir!mos 
conhecim,nto profundo n re,prito dc•tn opinj 
ão contraditórias, nlguns consideram Adão II 
de, Xu,·i<·r um bom prdeito, outro,, prcfe-,--- ----------.!. 
deixar à hist6rin o julgnmcnto de sua odmlni•• 
çào. E~sa nrti::o colocar(, ns coirns cm seu de'---------------------------------- 
lugar, posicionará um homrrn perante o 11cu ~ 	:--------------- 
vo e dará subsídios ao novo governo para u. e I 5ZELAI.A 
tomodn de l.'º'içilo. Antonio Joào ,·ho hoje r, 	.. '  t...=i/ .• • j _l l 
11
1· .. kl.,r I' Ü ~- • .. 
mento, de rntenrn expcctntivo, cidade pullticu + 	H «! 
nuturez, e fndolc de seu po,·o, trova batnl 
contra o sub-desenvolvimento e n estagnação, 
do Herodes, quer queiram ou pão lgan' ytadual 130631
57 seus nd".-r,frio, (poucos, por inal) está dotar /4 - CGC.MF 03334612000109 End.TEll.e «FAZENDEIRO" 
o mi»to d a it«a c·ratona se.:·inários' 3Z$$10$_ QZYZ$_ 2323]#3 	)jji± ?» 
e9ulecida no tutoro. tau±sr@s vona'unidade'_ ?: Ciéi Má Põrí ã5/72Géji 	1i. íZj 323]$ $]]yp 
nit&ria, cor carente no inic!pio, vi-ando 4RIOS: Vacies, Sal Minera!, Sro Anti Ofídico, Antibiótic 4,,_CRMf.ó ójg 
ma de tudo a-si»ir «+ menos fiyore·ido>; rgt,AS: Inseticidas; (Foltdoí, ivç pá ) feri-já? .'';"9, Antiparasitário 
mou e cni:i•trulu "•nus e,c'?luP, 11 1 o n d Ino ul {t 1o4, , in rex er lei as, reflau, Basagran S 
os pecuaristas e lareiro» da rc:,: e an 
II 	e eucor Torcluu 101 
reformando as e st r n d a s v i e i u n i 8 
incentivando a produção sgr!cola; i n ar0z, Soja, Milho "Cargil") 
zurou o prédio novo_do Correio e Telégrafo», Ovinos, Suiuos, e Eqüinos) 
seguiu, com com mita luta, trazer a rede 
energia eJtgta de _Urubu;urgi - grande cor" Gratuita . " 
de sua dministra;ã - oconstruiu o prédio di 
mnara Municipal, e se f sse m t 
enumernr as obra, p e q u e n u. s "9 
de grande alcance social, essas páginas e 
e Secafix) 
SEMENTES DE P.-STO: (Colonião Jara
17 
á B _ _ . 
Pulverizadcras JACTO Representante á?7iria e Gordura) 
• ; 	+» 3os IPIRANGA Balanças AÇORES 
maior hnha de produtos agricolas e t . , . . 
veterinários da Fronteiro 
Telefones~ 4131=,2194; -1838 
1 
1 
f 
1 
1

Tribuna da Fontira 	11/2/79 
• ~---·---·------------------------------------- 
11 
1 
_, 
r " 
1, 1 
O ColTt>IO do EHlatlo publ!cou no­ 
tiela segundo a qual o Governo do E«ta­ 
rto nfiu murlnrú ar,rn.1 os pt·t>Yelt'lS du 
r!·onlttlra. Polo lnlerníl.;e que a. nolícl
11 
despertou em Dela VIstu... lógico ... e pe­ 
la mí interpretaçlo da mesma, por ul­ 
gunus "politicos" (talvez propositadameu­ 
tt') reilolvemos lru□serove-Ju, na lnlegrn, 
pnru rJl1 Imir as possiveis dúvlduH. 
O governo do Mato Grosso do Sul 
não pretende alternar, pelo menos ora, 
o utu d qur1dro de p1•efl•ltos de muuicin!oo 
du Iaixu de frontelru ou considere«'as 
áreas do aegurunça nacional, assegurou 
fonte credenciada do ERPE, avsinalando 
quo eventuais mudancus oílo ocorre;·fio 
nnt<'s de ubrll, sendo, entt'C'lanto, prová, 
vel que ocorram u pn rtlr de juuho ou 
ju110. 
Nilo 116, porém, nenhum prefeito es­ 
peclflcumente "cotado"paru ser substituí­ 
do: o governo tem andado tllo trag­ 
lhado nessa fase de lnstolaçáo e orgânl­ 
zaçilo, quP 11üo há tempo para se anali­ 
sar se esto ou aquele prefeito e!!fá cor­ 
respondendo às expecte.tivas populares 
ou não. Por enquanto, todos são consi­ 
derados no mesmo nível e apesar de 
nlgumlls Aoliclluções Indiretas de politl­ 
cos (nesse governo sem nenhum prestí­ 
gio) não se pensam em nlteraçõe!I. 
A previsão é de que a partir de 
junho ou julho, quando o máquluu admi­ 
nistrativa já estiver devidamente eugre­ 
nada, o g,werondor Amorim Costa _pas­ 
sará a analisar c ida cu':lo, isoladamente. 
para eventuais subslltulções: 1mbe-i;e, po­ 
rém, que em ulguns munlc[pios os atuais 
pre[eltoa serllo maoHdo!l porque apresen­ 
tam uma folha de serviços multo bou a­ 
pesar de, em d1:1terrninados casos, não !!8 
ligarem à muis forte corrent1:1 polilica da 
região. 
Há casos, porém, rle prefoitos que 
estão apenas "segurando a barra", pois 
Jâ .manliestarum desPjos de deixar os 
executivos munlcipnis e é prová vel qus 
us utteruções comecrm por aí, tendo em 
vista que os prefeitos apenas mantém se 
nas unções sguardonrlo que o Estado 
estljo. mais urgunlzodo e dando tempo a 
Amorim Costa para solucionar proble­ 
mas mais urgentes. 
Desde que assumiu o governo, 
Amorim Costa tem tido todo o seu tem­ 
po tomado por audiências sucessivas ou 
com prefeitos, com vereadores, com' de­ 
Putados, com lideres empresarlni11 e re­ 
g1onuls e ainda com secretários e asses- 
ores mais diretos. Sua jornada de tm­ 
balho normalmente inicia-se às 8 horas 
d11 manhü, prosseguindo gcralaienle até 
às 21 horus, com rápidos lntervalos para 
descanso ou refE>ições. E ele não tem ti­ 
do tempo, efetivamente, de analisar lso­ 
!adameutn a sltuaçüo ele cada prefeito 
Equipe TF 
de fala de lenteira e é bem provável 
que liso ocnnu apeoat-. a partir de abril, 
ele um modo tais efetivo. Por I-6o, não 
se esperam mudanças imediatas. com to­ 
dos os prefeitos tendo recebido dutermt. 
mçõ ·s de que pros-iam admtn! tran!o 
uormalmente e tngu;n ulé o ~ov--ruo ll'l 
principais reivindicações regionais, para 
que se] umn devidamente anl{sadus. 
TRIBUN." El NIOAQL E 
A partir da próxims semana, Tri­ 
buna da Frontelrn tl:.:clicflrú uma p:l1!lna 
uo municlplo de Nloaqu •. Fornm manti­ 
dos contatos com o prefeito jornallsta 
Altevlr de Alencar e o mesmo se pron­ 
tificou a colaborar com a eqnlpe de 11c­ 
daçilo da TF. Quem tem a (!nohur com 
Isto, é o povo da hlstórlcu cidade. Fa­ 
lando em Nloaque, o '·slogan'' da atuul 
Admlnh;trnção - Uma 'Jovn Mentallàudc• 
crludo por Altevlr, sentelizu uma fllo~o­ 
flu dt> trablilho e uma uovn concepção 
udmlnl11tratlvlis. Algum; percalços lmpclli­ 
ram a concretização de diversos objeti 
v os trnçados por Altvir, mas coru a di­ 
visão do Estado e o nova sistemática do 
Governo Han-y Amorim, estas metus se­ 
rllo atingldutl. O importante é que o po­ 
vo de ioaque confia em seu prefeito e 
espera que o ruesrno realize us obrni; tiio 
necessárias, principalmente Escolus, Sa­ 
neumento, Euergin. Elétrica e Colçamento 
dus prluclpals Ruas da Cidade, 
E A CÂilARA... , 
O Senhor Osvaldo Turii, ut mo­ 
ço educado. de bons princíp'.os. um ver­ 
dadeiro cavalheiro, se desgui:tcu UUJ pou­ 
co no seu apolo incondlclonul ao senhor 
prefeito, quando S. Excia. passou maus 
momentos na Câmara, com as ferozes 
criticas de alguns vereadores. Turini 
manteve o seu apoio, coerente por 
sinal. até o fiuul. Hoje, a situação está 
mais calma, e Turini era dos candida­ 
tos à presldc:ncia da t 'âmaru (Nlvnldo 
de Brros porém é o mis cotado. Mas 
se elegeu Ely). • S a i b 11 o no­ 
bre ver eu dor que o respeitamos n,uito, 
como politico e como homem (dl! ilibada 
reputação e conceito); nem sempre con­ 
cordnmoE- com as su atitudes políticas, 
mas ... no atuul contexto é um dos "apa­ 
radores de arestas", O seu trabalhe (há 
varios anos) na politica belavi~lt!ose é 
digno de elogios. É, pois é... a gente 
precisa explicar ... 
--- 
º BATE PAPO 
Sábado pela manhã, na beira do 
Apa, estavam o prefeito Castro Pinto e 
o v~reador N1valdo de Barros, LJI) muior 
bte papo. O repórter f!cnu curhso cm 
saber o que cooversavarü o vereador e 
o prefeito. Nivaldo de Barros, várias ve­ 
zes, se opos à Administração ,Castro Plo­ 
to. Hoje parece que a 1,itu11.çiio está wu­ 
daado, pelo meoo~ já exi~te o diálogo ... 
a 
Dr. Orozimbo Silva Neto 
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ORAÇAO A CHAGA DO 
OMBRO DE JESUS 
Perguntando São Bernar­ 
<lo no [Jj viuu Hctlcmor, qual 
era u dor que sofrem 111als, e 
mais desconhecida dos homens 
Jesus lhe repondeu. 
"Eu tinha uma Chaga 
profundíssima no ombro ,õbre 
o qual carreguei minha pe+a 'a 
Cruz, essa Chaga era mal do­ 
loro,a que a~ outra,. Honra 
pois e·« Chaga o farei TUDO 
o que me pcdirr•"· 
= OHAÇ,O D'<l 
Ó AmunJl••Ímo frsu,, man­ 
,o cordeiro de Deu,. pesar 
de ser eu umu críu1ura mi,:;e­ 
r:Í d e pecadora, Vos adoro 
e venero a Choµ-o cau11ada pe­ 
lo peso de vossa Cruz, que, 
dilacerando vo+nas carnes, 
desnudou os ossos de vossos 
Omhru; •a;:ratlo e da qunl a 
Vossa Me dolorosa tanto se 
rompadrc,·u. Também eu, 6 
afllifM•iwo Jews, me compa­ 
deço de Vós e do fundo de 
meu coraçfio Yor louvo, Voo 
glorifico. Vos graudeço por 
e•ta <:t,,,;?a, doloro,o d e 
Vosso Ombro em que quises­ 
te carregar vossa Cruz, por 
ninha salvação. Ah! pelo so­ 
frimento que padeceste e que 
uumeuturnm n t-norme pé!so 
de vossa Cruz, Vos remo coo, 
muita huwlldnde, 1end7' pie­ 
dade de mim. pobre criatura 
pecadora, perdoai os meus 
pecudos e conduz-me no céu, 
pelo camiubo da Cruz. 
(Rezam.se sete Ave-Maris 
e ncr~,cenLn-se: ")linha !l.iie 
Santü:1ima, imprime em me:: 
coraçilo ns Cba::os de Jesus 
Cruciflcarb". lndul:;êocin de 
30'1 dln; cada ,•ez. 
O dulclesimo Je.us não e­ 
jns meu Juiz' mas meu Salva. 
dor! lndulgêoci:i de 100 dias 
cada vez). 
PUBLICADO 
por umn DEVOTA J.!.Or ter 
recebido uro:i GRA<;A 
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A y21)3)0 D0$ 3&1s 
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Charme 
n 
Prazeirosamente 
apresenta: 
Tribuna da Fronteira 
0ue o pvvo se!a bm in!ermads 
Bela Ia M>.- Ano VII - Ilals2-9- M« a _____ ,,_,_ __ ..- " 
CHURilARCARIA 
Domingo pp, nconteeeu !nuuguru­ 
çll.o elo Bar, L1:1nchorrnt1:.1 o Churrns· 
etnia Meu Hanohfi.o. Um coujuuto 
paraguaio, trazido pelo Sr. Maneei) 
Miranda ulegruva o ambiente. Com 
sua nrte dó bem receber e servir, 
C1tturobn atendia a lodos. Entre os 
que compareceram anotei: Sr, Mane­ 
co, a Ulha Leulra e o enro Veco, 
em ua cumpanhlll o casl Edvuldo 
Vem íleglna, Oscar e Mudulcnu. 
+K3 
TA3BEM 
vi o cosul Saul do Bal'l'uB•Elzu e u 
Hllm Jocqurllne, qua por sln111 é do· 
nu de um bonito sorriso. 
Do± 
SABOREANDO 
dellclo!:o cburra~co: Pedrinho (Ven­ 
tantu,) Noelsou, Noedi. 
933 
A NOITE 
presllglundo tnmbem, meut! co!Iiprn­ 
dres: Marques-Bete e seus pequerru• 
chos: Anu Kallnu e Nego. 
09393 
lNÚNEROS 
rulltores marcaram presenoo, assim 
como u turma clll C11lxn Econômlcu. 
Ao dloflmtco Cutú de9ejomos se em 
seu novo empreendimento, Bela Vl~­ 
necesslta va de mais uma churrnsca• 
ria que atendo olé alias da noite. 
9 
N Bouttque Charme voce encon­ 
tra: artigos finos pura senhoras, 
senhoritas e cavalheiros. 
A reeepçilo foi na cbácaru dos_ p~ls 
dll Elplcllo em Bclla Vl&ta Puragual, 
coro um ueulento churrasco regado 
ele bom ,wotclrn. Aos nubentes totln u 
felicidade. 
«3 
ANlV ERSiHlOS 
28-01- Sr. Husllüo Leites, recebeu 
com um drll<'ioso jantar os amigos 
que Jorom cumprimentá lo. Anotel 
ulgumus prtsençus: ,mourl Mus.ca­ 
renhas e o simpática E•rn, Dr. Cice­ 
ro - l{atlu (elu, i;empre eomuolcallva~ 
Dr. Sidney - Beatriz e os filhos. 
Beatriz HPlenn, ,Júnior e Eduardo. 
Marçolla e sua lutellgenle e:-posa 
Zélia, Djulma e Fermlnu (eAper~ndo 
para multo breve o bnby), Guucho 
e Vitoriou. !tultos jovens presente!'. 
Ao BasU1lo mil laburedufl. 
c,;;c,;;:i 
CASAMENTO 
As 10: 30 hs. no dia 3 pp. Elpldlo e 
Braslleoe unlram-s~ pelo matrimonio. 
Somou para dividir 
Por Nancy 
DEST,Ql'EI amtie 
dançando ato cor ""! !' eu 
o iii@ão Preto, 109,$çP,2" +éaiíí. 
suu munorutlinll' u < ui <Jca S N·L 
G
abluinho Sra. e us filhao, !'. •. 
• t d BP,) e:posa e 
zaré (ex-gerente 1o m., , lo- 
filhas. Nestor-Morena, Leandro A! 
li e Sra., Oseur. Madalena e a filha 
Sandrínbu. 
7.2 
1º aninho du garolu Tboís Godoy. 
Com torta e refrigerantes, Thafs 
rncebeu seus amiguinhos. 
o33 
72 
Nnl dus gemes: Ita e Leda Lino., 
3 
MARCOS 
Melo lPuco), com uma almpótlca 
restinbu recebeu os amigos que 
foram braça-lo. 
08383 
BOUTIQUE 
Cborme tem porn vocc os finlsslmos 
artigos da Cory, Deblu e Gledson. 
3 
CASSINO 
Foi co Clube Belavistense 
que uuma noite de e!egoncia o 
Cusslno de Sevilha deu seu recado 
ogrudando uos presentes. 
HÉLIO 
Batillanl Marlene e os filhos: Joania 
lco, Jucquellue e Zé Alec10._ 
!)õ<)"1': 
SÓ CüRTJNDO 
ns lindas mútilrag vi: 
Dr. Cachilo-.'zat<-u. 
Dr. Pcdru-Leda 
é«? 
DANÇANDO . 
muito romantico o Ivan z Maria dn 
Graça. Tumbem pu,lPra, Graça esle­ 
v2 fora por varios dias, é a suuda • 
de, né Ivan'? 
!:"<,::,,Q 
MAIS PRE 'ENCAS 
Gent!l Vnrgos zu:emu, Goete e Sru. 
e a filha Ellete. 8r. Aristldef' Perru· 
poto-Hildn e Maria Helena, Rir.urdo 
:lelo-Cnrm~m. Maoeco-Nice ( ela u­ 
sando um lindo vestido ros) João 
Curlos-Sonlu (ela, trajando elegante 
preto), Mede!ros e a louríeslmn ~ei­ 
ra Tonlnho (piloto) e csporn, Wllon 
R~sn-Elcl, Cóssio e Sra. ( Ela, já es. 
pcrundo u cegonh») Dácio e Rosana 
(esnobando cetim preto com blusa 
prateada), Curlot1-Glsele, Lulu-Jussn­ 
ra, Geraldo-Roselhe, Roberto-Aléci 
J osé-Murta, DloolRlo-Letlcla, Zé Ro­ 
naldo-Crisliune, Renutloho e Debora. 
E assim ao som c!e Cassino de Se­ 
vilha a alegre uoitudn foi até altas 
da mndrugadu. 
e subtraiu para multiplicar 
TITO VELASQUE 
J convalescendo_le uma pequena 
cmugia Yt>it11 eru no r nulo 
X! 
NA CITY 
curtindo a: beluvistenses 
poruen8<" l'uulo :Jukrua 
o ponta. 
DE AMAMIAI 
passando uns des entre nós Fernun. 
düo e um umlgo. 
««6 
CHEGARAM 
de um giro pC1r vár:uFI cnpllal:i 
sllelras o casal: Dr. Perondl E­ 
linu. 
bra. 
Crls• 
& 
Bolinhas paru crianças, bljoutc. 
rias de fina qualidade, só a Houttquo 
Charme tem para voce. FJca bem al­ 
ou Rua Antonio João, 256 av lado 
da Exator!ü. 
0€<,(;ll(; 
PRÉ-CARNAVAL 
No Gremio Pedro Rufino o conjunti, 
Sumantha animou o pré curn.ivúl. 
Eles tocariam lambem no Carnaval. 
mas como o som deixou auito a de. 
sejar. foi desfeito o contrato. Outro 
conj::nto alegrnrá n festa do Rei Mo• 
mo no GPR. Apl&udimos a medida. 
-? 
CU?TIRAM 
uns dias Bela Vi-ta, o paulista Ge. 
raldo e 5Ua esposa, hcspedE:ram,,e 
nu reeldencla do mano 01:1valdo Go· 
roes. 
9<-3 
A Rout!que Charme, espera voce 
que gosta de vsstlr-se bem com artl 
gos de alta qualidade. Rua Autom
0 
,loão, 256 Bela Vist'l MS. 
Com este titulo, por demais suges· 
llvo, para 11 atualidade local, Inauguro 
hoje nova coluna neste jornal, a ser pu­ 
blicada t1tmbêm nos demais jornais do 
gruµos. 
Por ser uma coluna anallsodn da 
conjuntura polillcn, social, r.sporlfvn e 
cultural Irá, é claro, receber mil críticas 
e é exa.tumente o que queremos: críticos, 
sim, críticas que nos levem a aperfeiçoar 
n nossa escrita dando nos nossos leito­ 
res U:!!fl visão exata da slluuç!l.o em noE­ 
sa cld11de e região. 
Como homem de comunicação nüo 
posso deixar de elogiar o excelente pro­ 
grama da ZP 23, de 3 do corrente, diri­ 
gido pela jovem e talentoso Leda de 
Castro Pinto. Lindo especialmente na en­ 
trevisto aue fez com üona Arocl, d!nfl­ 
mlca ndmiuistradora proprletarla dn Fa­ 
zenda lIargaridn. Se nadu. fosse dito pot· 
este. senhora de nossa mais oltn socie­ 
dade, mas que vive, o dia-a-dia dos po­ 
bres sem fulsas aparenclus e demagogias 
afirmando Inclusive uaquelo ocasião, que 
pretende deixar pura seus colo.borudores 
nu llargal'idl siluução melhor do que os 
mesmos tem otuolmente (e orn que é uma 
da!' poucas fazendas onde os peões são 
dignamente trntsdos e respeitados nos 
seus mlnluos direitos). Bem e no fosse 
tudo isso bastaria u frase dita com lnte­ 
ligencla e !'ugucldnde por D. Aracl, pes. 
sou, por tiinal. que não eonheço mas que 
passo a respeitar pela simplicidade de 
dlálcgo e oportunidade de respostas as 
multai! e lntellttentes perguntas da locu­ 
tora dona do programa Flor de Liz. 
O que mais prendeu minha atenção 
foi aquela hora que Dona Le<la pergun­ 
ta a Dona Araci qual seria sua mensu­ 
gem e esta, provando gostar desta Terra 
boa que é Bela Vista, disse: 
- Aprovi,ltando que este nno é 
0 
Ano lnternaclonol da Crionçn desejo que 
Bela Vista renasça. 
Bem, sou de oplnlíi.o de que> aquela 
administradora sent., na própria carne a 
situação de Bela Vista; que é p~s@ima e 
onde quem pode trabalhar é chamado de 
lncompetrnte por não dançar de acordo 
com a mú,;ico tocada por quem manda 
sem saber mondar. Sou de opinião que 
u e11trevieta nüo foi feliz em sua exce­ 
lente respostu já. qua os donos do progra­ 
ma só querem que exista elogios pura 
esta coisa que tai e é chamada udminis­ 
tr11ç!l.o pública. 
A Dona Arncl tão cedo não vn! 
voltar no programa líder de audiência 
aos domlogos nn ZP 23, que só foi para 
o ar dado a suo. figurn elegante e sua 
capacidade bem como, pndoe dizer, seu 
dinheiro. 
A menino da Tribuna dn Fronteira 
encarregada da parte 1:1oclal do nosso 
Jornal, já a havia escolhida entre as 
Dez Mais de Bel Vista e eu tomo u li­ 
berdade de dizer que a continuar assim 
n!ív sairá jomai~ desta lista feita com 
tonto cuidado pelu nossa Jovem, mais iu­ 
tligente Leci, pois é política nusso Dar 
o Cesar o que é de Cesnr e o Deus o 
que é de Deus. E. jornais mudar as 0pi­ 
niões das pessoas para gradar e bajulur 
e, assim, obter favores ou reverencias 
ele Judas. 
Com respeito u O:,etom Executiva 
do Contudor, regponsável pelo numenlo 
de cento e cinquenta por cento (150%) 
do aumento das mensalidades do colégio 
e tumbêm por minha demiss!ío tenhoº a 
ctlzer que cado um dá o que tem o como 
ela nad!l. tem a n ã o ser mudar 
de oplnlão e ofender a quem só u dc[en, 
deu (lembra-se do coso com Rosita, Silva 
Filho e do caso Noel, Fernand!nbo e Pe­ 
drinho) nos qual,; tu, modesto professor 
formado na modesta FANIP Faculdade! 
Nlterolense da Formação de Professo­ 
res, na modesto cidade de Niteról consi­ 
derudo segunda cidade rto Estado do 
Rio de Janeiro. C a p i t u l Cultural 
do • Br a s 1 I, jumais m e s m 
0 
quando ano pussodo você malbov.J 
0 
pre[elto por atraso de pagamento a[ar­ 
mnando que enquanto este homem esti- 
ver aí no1:1sa situação não vai melhol'ar e 
que tão logo Maria Helena rei;oheu del­ 
XAr O cont.ador. partiu firme e forte pa­ 
rn seu lug•u só qur com mais força do 
que aquela, já que ,uu função é Direto­ 
ra Executiva quando a Lei 5 692/71 de­ 
termlnn em seu Artigo n.o 79 diz, clara­ 
mente, que paro tais funções faz-e ne­ 
cessltrio formação especial pelo menos 
a nivel de segundo gruu, coisa que diz 
ter ID!lf! uüo prova e quer, ugoru, lançar 
lama em quem mei;mo não sendo exce­ 
lentemente con:peteute, tem a necessária 
forrnoçii.~, não poro dirigir sómente, mas 
pan• 1t:c10nur em duas disciplinas impor­ 
tantissimas e com Licenciaturas Plenas 
fulo de Organização e Técnica Comercial 
e C0ntubllidnde e Custos que aqui em 
MS é feito de maneira diferente em de­ 
termina.das repartições públicas moldan­ 
do o leme no dono do Uãvio. Lembre se 
Diretora Executiva ... ( Lembre se ). 
Gr!lÇUE. a Deu8, por ser Incompe­ 
tente, pois a~sim ao ioYés de perder 
tempo com coib!lS e pessoas que não 
tem o que fazei' vou especializur-me 
mais para qua:1do muànr, isto ai sconte­ 
CPl' do miryho incompetencia ucer!ar a 
competencia que até hoje busca de outros 
compos cs homens porn tcertar a es­ 
crita que já há dois anos disse estar er­ 
rado e não fui ouvido por quem de di­ 
retto, dando me como única opção a rua 
que é meu lugar já que tenho unia coba 
rara hoje em dia, que chama se consei. 
eni:,n rrohss1onol ou ainda sintetizando 
muts, não sou aco::_turnado a puxar saco 
nem para gunhur dinheiro. 
Parabéns Eli de Araujo p.:la sua 
eleu;ao a Pre;ildenci,l da Cümaru de 
Vereadores de Bela Vista, já era tempo 
mas quero voce_mais encima paru dar 
melhores condições de vida ao residentes 
em_nossa Bela Vista pois ricos e pobres 
estao com U!!l só pensament:o :ludur 
e mudr para telhornr. udar e mudar 
Já antes que Bela Vista acabe. 
IVAN DO N ASCl:IENTO 
TRABALHA 
POR ELA 
VISTA 
O Rotary Club, aliado i 
Maconaria, está encetando " 
• d trap 
ma campanha ri-ando , 
formar Bela Vista eg P!%, 
desenvolvimento regiona'.. 
rios trabalhos foram en"""}', 
nhados o senhor Gover"" , 
i«sondo s.tais 3{e 
respeito das potencie"" ,li 
economias, culturais !',j 
tics,s de, r.do. Visto, !n•,, 
eia de tudo, sua P?""%, 
estratégica. Disse uro f
0 
s! 
voz do Rotury, que .
0 
,tolS· 
trata de combater a _"",s 
tão do polo em JnrduD, ,o· 
o poslciuao.mento ,lc u!II~ ;,, 
ciedade que reconhece igee 
valor e o seu papel d .si} 
rnoçn on fronteira. _l'/, / or-i' 
ma ediçao TF publica!,d° 
entrevi±ta co o "%;";e 
Pedro l'ulmieri para •• 
que pé está a campanl4 
Prega deste ex% 
5 ºº 
, I