Comissão do Rolary o esteve Governador ' ' com Modelo que o Presidente Ge!sel esp ra ningué!n o f,nú. Foi a pl"im.-lra Couihiío que esleve com o Go'ernndor ,o que nflo : olleitou em,prgos e remi foi fazer poli­ tlca e Isto deve ter agcadado sobrema nelra S.Excta. O quadro reul c!J RILUaç;io do m11niclplo lcv11d•1 o H rry .morim, fará com que o Governo cio Est11cl1: ollll' pura Bela Vista sentindo que uqu1 todt,s e~Hio lrmanudo,; nu construção ele um mu­ ulcipio qu,' recunht>ce o seu p..1pel de grandeza no utusl contexto estadual. Uma oomlssii.o do Rotury Club de Heln Vista. jur.to com representantes da Maçonuriu :) do lndlcuto Rural, manteve · audiencin com o Governador Httrry Amo­ rim, UCl ERPE, por duas horas, reivindi­ cando ~r,luçõ!.'s urgentes paru os problemus que assolu111 a comunidt1r!e belavistense. Nu ocai:iiio, o advogado Pudr o Palmierl, porb1. voz ôa Comissão, dissê< a~ Govern:idor que 11 visita do;; belav!stensE>s era tumbem de apoio ao seu governo e que todos, na fronteira, aereditavam que n sut1. adminiatraçio trariu o a!mt-jarlo progresso à. todos os municípios de • Mote, üross0 do Sul. S. Ex.eia, o Governador, disse que o momento era de trabalho, de multo trlibulho, pois pegou o barco paraclo e tudo ainda est?vn por fazer. Disse :::inda que conhe­ cia os problemas do Sudoeste, uma das regiõ!:'s mais curentes do novo Estudo e que tudo fllrlu para snluclonu-los. Palmie­ rl enfocou as dificuldades dos btiluvisten­ ses, tais como t>nergia elétr!ce., estradas viciais, segurança pública, nível ednucn­ eion:.l, probleus de selas, uuencla do poder p blico, dlnamiznçilo du indús­ tria e, acima de tudo, frlsou a po~içuo estratégica ue l:klu Visto fn•ntelra úom P. República do Paraguui, e or este ll,ol!vo, deve !:'et um c';i.rrn'o dê visitns do IJrusil. lry Morin: Poli#iro e Técnico U:n do~ integr:rnt,:,s da Comissão eIn vontuto cor a nossa reportagem, fi­ Ci 1 u uctmn·ado com a tH:'nslbllidacte políli­ ca do Govervuclor, • por 1ma ioteligênoío Privlegiodn. e ufirmou: Huny .morlm, alem rt~ ser u rn técnico. de alto nível ó U'll político na to. Se ele não trausfor~al' .i9.to Grnsw du Sul no grande Estndo da Frord·eira C om'llnicado Ccmunicnrnos i:os n OP.t1os Jt>lto: es que u partir elo dia ~O rio correntP mfü, o nosso jornal passnrá tio srmunório a DIA mo. Ag ai,,siaaturns CO'ltiaual'!l.O a ter valir!nde até a data de en ven­ clrr.onlo. O jornal só niiu circulará às segundas feiras. devido ao cle~cnnsc, se rua na! (domingo) de n::ie:;os funcioná­ rios. lvaldo PerPirn Diretor - Redator - Chefe Gráfica Editora Comunicado A. p&rtlr de 20 de fevereiro do correnle mês, os jornuir- Tribu!lu ~lurtl· nhense, Correio Jardinense e Jornal de Bonito, deixarão de Circular, devido n criação de um Joral D1@rio, que circu­ lará t::imbem nos cidadc,s citadas. Nilo se trata de fechur estes jornais, mas engloba-los numa únh:a publicnç!lo que utenüerá melhor os leitores do Sudoe1Ste­ Os C11:1~imrntes dos Jormiis acima, recc­ berü o diáriamente n. Triuuoa da Fron- Uma cornll,s!lo da Diretoria do A· Eilo dos Detlaroparu1s coudlçõe!s. O A­ lo que fui funàado. por abneg:1àos brla­ vistenses e que funciona greçus a iniciatt­ va privndu, upós a morte de ·seus fundn- 1lorcs e devido a. Idade >J.vançaoa dos ,. -i° re ":~ 1 ~. 1 !· ;1' %1' .,[ti uusas Uiveis e Criminais ESCRITOR1O - Ius 3 de Outbro l i_ ---...:.:..=:.....:;.::.;;::.:;:;~.::,_=..::.:...:::=-----.L~:.:....ã.!::!!!..(-A_o_L_"'_'•_• _d_n_'_.i,_c_,r_"_u_i ..:.!!2, Ruõt Antonio Jnüo, 842 Bclt, Vi•rn MS APA em CONDE ---------- CI'LA emi Bela Vista - 1nto­ nio João · l'o, lo ;,•uri i h - J .,r­ dimn - Guia Lopes d laguna - l'o­ nit, . Nioxque. Ponta Poti Cumpo (:n·nrl,·. Bonito, a cidade que crellco, a caplttil do tulismo no Muto Orobso do Sul, poderia ter este ano um carnaval diferente dos outros passado. A escolt1 de r-ambu Unidos de ílonito. prC'vla para e,;te ano, um carna­ val sensacionul de ruu, onde lodos pu­ d, !'Bem t-!1mbar e cunt•sr ::1 vonbd~•. não s e ru11, con,o tamMm no clube onde lr:u Bt• upre:rnutur. dando ll8 seub booitoi; ~ llows que to!lo!:! jú. couhe~em. eotece que o Hl nhor Tainha, cli1•Te da escola ele sambo, es!l'l. bastante d, t1anlmndu poi~, pediu njuda ii@ autor[. d;idei; d:i Prefeitura e esta lhe foi negada. Seria uma judnu pequenn, upens p::rrl 1 ompr e ccmfecção de roupas l· eof'.>ít tl paru os integrantes da escola de amba. Ma~- lnfelfzn1eote n!in contam com a ujudu. da~ autoridacle,; e edo usim o carnav11l dr Bonito que p.detfa ser s ... n~ucton-d este auo 1 contlr.ua no Feu mesmo ritmo do outros Dos passa0os. Muitos jovens turistas que aqui e ereentram, pensam pusar o curaval m Bonito, pols este no os feriado cor/uvulescos cairão ainda nus férias e nossos amigos querem aproveitar par:i. conhecer a festa do Rei Momo da cidade mJs o qu<> seró que eles lrfio ver de 1.0- vo? É urna pena, pois a nossa cidade é bastnnte moderna para ter um carna­ vtd<'t'es. labore com o Asilo dos VP!h 11s. é ura gesto nobre e· que o incita a pen,ar que 2maubll. voca tambem po­ der ser um velho abandonado. Dr. Olavo Monteiro lVIascarenhas .!DVOGADO Sergio Roberto 0AB/ MT 1615 Peronrii 1 CAUSAS CÍVEIS DIREITO AGRÁRIO - lNVENTrHIOS -EMPRESA JURIDICA CYRIO fALCÃO­ C a u S tt s Civeis CYRIO FAL(;ÃO Comerciai CARLOS E. MEDEIROS Criminr1 ANTONIO BHAGA Advocucin p~runre o Tribunal de Jus• tiça do Estado de Msto Grosso do Sul. us­ tenção Oral: Flaboraçio de Memoriai-; - dvoeaeia E-peeializada; Contatos Pernnen- 1c .. r.ont os colegas ESCRLTO. 10 - Ru11 Rui ll.1rbo,a, 2.771 C/1 el«fone 3-29t8 Cape Grade_A!_ Diário Reaional t Comprou corro com dinheiro das Escolas O d,•pularlo Cecllio de Jsu Gaeta, durante a f:,'!''lÜ0 J•lenárln do úl• timo diu 1, denunciou o prefeito de Pedro Gome, Mno·l Aves Neto, por t,·•· Ullll7.n•:<, O •Jlnhdro fato do Deputado Hora­ cio Cerzósimo vir pres­ tando Eua valic,~a contri­ buição na forro2ção d<> citado Clube no bairro Caiçara, dirigido peles senhores Joi:;é Pru:!,·nte rlc Llmu, 'Arg<"mlro Go­ mes Ribeiro e Hélio Lrite. Ue-ntro dos próximo,: cli:ls H>r.ío llnuncittda-: 11!' ngremiações que est•irilo dl1:putandu três troféu;,. r,om df:..trlbuiçilo àe vú­ rll;; mer!. Ih.as ttí•~ p! rlu Ap;trdho tle Cousultórlo-- 7 ns It hs. • I us 1) h.[;ái,Cirurgia dé Surdez, Te-te-. de Tratamre- IPEMAT e INPS - POSTO OE SAÚDE tos de Sinusite, Hinire Alérgica. _., ,,_ - F FUNHUR/L Com. Rua Dom Aquino, 1.00 Tel: 383-1258 12 às 1 horas te.t4._rt:991-027e624-1716. GERIATRIA r. ry Lima Mares Cardiologia - Elctrr>currlio~rnmu Cicloergometria Consultório: Run Gula Lopes, 3::!o Fone 431-18i5 Ponta Porü TRATAMENTO ESPECIALIZADO DE IDOSOS Dr. W. Penafortte E,desirlcnlt' clu Clínica Gcrititrica Tufílk Mtiuur - Sào Pnulo . . _ Chcck-up cio ldo•o • llenh,htuçao Rua Dom ,quino 1687 Tclcf. 62-1~307 Moto GrotiSO do Sul ---- CAMPO OHAND - MS 1 1, F onoaudíologia Dra. lfarln Rita Figueiredo Toledo 'olpe Dra. Maria Iegina Saraiva Filipos Disturbios de Fula e Linguagem. Voz, Leituras e Ereri:a, Trabalho de Fala com Deficientes, Auditivos, Gagueira,, Uirlcxlu, Disfonia, Trabalho de Fula com Deficientos Mentais. Rua Barüo do Rio Branco. 1426 - Conjunto 4 --------------- Campo ürande :'IS. ( 1 Tribuna ( Fundado 20/2172) 1" U N D A Ç A O lvulclo Perdro DIÁRIO INDEPENDENTE Proprlcdntle clu Gr:ifion e Editoro Apn 1 da Fronteira Poulu Poríl Rins Fnoe 4312!01 Mato Grosso do Sul Bexiga Doencas Venéreas Próstata CGC-llF 03.?Ul266l00Ul-90 lmc. Eat. 130592343 Dire1orr, llarir, E.1cln V l't'ttirn TRIBUNA DA FRONTEIRA Diretor - Redutor - Cbcfto: hnlclo Pt·rein Rcdncão ,clminiElra,ilo e Oficina,: Run Duque· de Caxias s/n Bela 'isln llS· Cx. P. 23 ASSINATURAS Bela Vista Jardim, Parlo iturtinho, lbnito, Nioaquc Cnrncol e Antonio Joilo CrS 800,00 Demais Municípios -···-·-·-- Cr$ 1.000,00 Ob,cn·nçào O• nrligo• publicadus com n~~innturu.11 elos nntorcs nllo traduzem ne­ ceH1i.rinmcnte a opinHlo e pen,atncnto dri Jornal. Suo publicuçào obedece no prop6- '-•ito do, debutes •lo, problema, municip>ia e de refletir ns diversa tendência do pensamento univcr..,nl. O f T n l M O l 861$7 Dr. James Leitum Clinico ·de Olhos - ~lédtco Ocullata Adal)tuçiío d!' Lentes de Contato CONSULTÓRIO: ,vcnidn iIurr.chol Plori11no, 307 Fone: -làl-203t - Lo ,nclnr - Sala -1 • HESlDENCIA: H. Tiradentes n.o 979 Fone 3l-H20 Pontn Porã M1110 Grosso do Sul 1 Dr. Fernandõ de Freitas Elias MEDICO - CHM - 750 Clinica Médica te< Cirúrgica Prevençfio Gilncer Ginecológico Rua Antonio Maria Coelho, 339 - Fone 247 Bda Vista Mato Grosso do Sul Preço deste exemplar CrS 5,Q0 0 1 • A. Pimenta de la Vega CH l - íP2 '.11.T. Ex . 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Br11qulária e Gordura) Pulverizadcres JACTO Representante dos ADUBOS IPIRANGA Balanças AÇORES SEMENTES: ( Arroz, Soja, Milho "Cargil") RAÇÃO CARGIL: (para Aves; Bovinos, Suiuos, e Eqüinos) SECADORES D'ANDREA Orientação de Veterinários:" Gratuita - " Av. Marechal Floriano, 579 maior linha de produtos agricolcrs e veterinários da Fronteira Telefones: 4431.2194, -1838 Ponta Porã - MS Bela V»ta M6--- IND I e A D O R PROFISS I OH A ADVOGADOS Dr. Ivan Atansn •a Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL ftua Voluntários d Pátria, 376 • Fone 2l0 Boln Vista Muto Grosso Sul Dr. Gil Marcos Advogado Causas Civeis e Criminais Rua filinlo Muller, 320 Saut 80Hll0 - IS Dr. Pedro José Palmieri Advocnula em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Reeldêncln: Ponta Porã Heitor Dr. Késio Loureiro Pinheiro - ADVOGADO - Ruu 16 de Novembro S/N Bola Vlell - Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - S:ila 24 Fnno 4-0650 - Campo Grande - MS Dr. Deodato de Oliveira Bueno A.dvogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Miranda dos antos ADVOGADO OAB - MT 1854 Ruu Joaquim Murtltuho, 169 Porto Murtlnho • MS. Rua Coronel Camlslio, 54 Fone, 431-U16 Mal.o Grosso do Sul D. .Joelson Peixoto. -Advogado­ cam,a& Civeis e Crlmlnnh Run 1.o ele Maio S/N Jardim - Ms. Hilda Abussafi dos Santos ADVOGADA Causas civeis- Comercial . Trabalhista Recuraos em Geral Rua 26 de Agosto, n.o 884 - Fone 6240518 Campo Gronde Mato Grouo do Sul Adalgisa da Silva Nery ADVOGADA Causas Civeis Rua 13 de maio, Campo Grande 2282 MS. Ricardo Brandão - ADVOGADO Av. Brasil, 1695 . . Caixa Postal 355 Te!. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Ponla Porã lo osso to Sl • 'me Roto t Sona Pilo ADVOGADO Como Ci,·eit, C:rlminale, Trnbnlhi,10,, Hcgulnri­ znçõee dr terras junto no Incro. Rua Dr. Corren, em !rente a Pr11çn Tbom6z Lar11njclrn - Porto Murtinho- Ms Elenice Pereira Carille Dilene Miranda Carpes ADVOGADA CIVEIS • CRIMINAIS H1111 26 de Agosto, 360. Fone 6241520 CAMPO GRANDE- MS (Cont. do número anterior) Guerra ao Prof. José l'lidoro da Silva "O Vinho ó escarnecedor o a be­ bida forte alvoroçadora, e todo aquele que neles errar nunca será sábio (Prov. 20:1) O alcoolismo, como o define Sor­ tais, é um estado patológloo do cor-po e do cspirlto, que tem por causa o abu­ so do beb!das espirituosas. O àlcool é um veneno, e poda-se dizer, uma das principais causas da da­ generaçiio, de moléstias. de crimes e ml­ sérias. Os apolsgetas mal lnformadoR do alcoolismo, tem procurado sustentar a tése de que o àlcool é alimento, e qull por Isso meRmo poRsul a propriedade de produzir c11lorias, reparar p&rdas ao or­ ganismo, l'Uprlr forçus nervosas, tonificar os músculos, facilitar a digestão, preve­ nir doer.ças, etc., bem como outras, atri­ bulçõE>s maravilhosas, o que porém, nilo representa a verdade. Dr. Tornason, em 11eu livro ''lolml­ goa da Humanidade" página 18, classifica o àlcool como sendo o mais perigoso en- torpecente, dizendo: antigamente o ál cool era considerado alimento, porém, a­ tualmente a luz dos oontieclmentos mo­ dernoe, é' que sabemos que as gerações passadas foram multo enganadas pelo álcool. Os tubos de experiências e o la­ boratório, bem como a ciência médica e a psicologia, tudo vem provando, sem nenhuma sombra de dúvida que o àlcool é o mais perigoso entorpecente. Dr. Douglas, eminente cirurgião do Quebec Marine Hospital Canadá, ~obre o àlcool acrescenta: o élcool é um dos venenos mais perigoso de todos. Ele tem matado maior número de Indivíduos que todos os veneno reunidos. O álcools não pode ser assimilado por qualquer parte do tecido do corpo; não poàe entrar em contato com qualquer parte do organis­ mo, sem lhE>s lcarretiu desequíllbrio e morte. (Continuaremos no próximo número) l Colaboração da 1!! Igreja Batista de Bela VIstu) Alcoolismo- SETEAGRI Serviços Técnicos de Agrimensura Representante: NIVALDO DE BARROS Medi9ões de Fazendas para ratificações, desmembramento de áreas. loteamentos. nivelamentos e curvas de níveis. Rua Antonio João, 900 Bela Vista · MS íl re$ f . - Al'or'1rrin e JC('L!O 1J C' 2 '·o A terra é um purtll • reven- i msáici«, imantam"e±ti­ tiva funciona eficientenrent· atendem des saías h médicos_d,, medica- durante todo o expediente l meutos surtcieateti purJ. tojáºv 6 ~: 8 ulegrcs, As pesas são +»u """" bem humoradas. paeílica.,, de 140 A expcctDncla de vida a00». águas, ner Não hà poluição nas ' 1 uai uem ooooru. no ar, nem VI' ',, motores elétricos Os veículos eom bate)us e eletrónicos, ctonds, P"", r mi­ carregadas por energia oi%: e ao sssios reí@ores. j$,,1/"N"aio. causam qualquer esp";tluos 'idus. Os esgotos e os l1 á ,uas «ois tniw@is.e a mar,p"; pluviais filtradas, no Jo'} , es rios minerais nutrlentPs e consor vu limpos e ricamente picos08. A No cinturão verde u produção ae hortu-trutu-granjeiros é torta e a!%,, Nos curopos o. agricultura rr ga ,1 por vasta rede de açudugem é de ele­ V!J da. produtl'lrlude e com-erva o equlh­ brlo clima tológlco e u tempera lura nme­ nu. Tendo as pragas controladas bioló­ glt.:amente não Interfere nus cond1c,;oes do ecossistema. Os fincamentos desburocratl- zados e rotativos so verdadeiros incen­ tivos à produção que é contmua e diver- 11lflcadu. A pecuária em geral, protegida por veterinária preventiva, desenvolve­ se largamente e completando a agricul­ tura proporcionu abundilncia de alimen­ tos para toda a populaçllo. Nas residências, nas casas comer­ ciais nos escritórios, nos consultórios, nus ~epartições públicas, a racíooallza­ çlo do trn bulho, a runcíonaltdnde dos serviços rniaw à perfeição. A oomunldnde, já da espírito alta­ mente civilizado, habitualmente em toda parte trata a todos como p:?s!'oas de bem. O sistema das repurtlções e autnr­ qulas tratarem os cldadiio'3 como crimi­ nosos, até que provem exaustivamente o contrário com a apresentaçii.o de uma s é r I e l m e n a d e d o e u m e n­ t o s, d e e a p a r e c e u d e h á multo com a era du pedru lascada. O ruuclooalismo, concursado, culto altamente capacitado, é dellgsnte, cortês alegre. Os datilógrafos aos escreverem deslizam os dedos rápida e i!Uavamente pt!lo teclado muls parecendo um virtuo­ se no plano. Os centros educacionais têm mem funç,ão orientadora de vocações e distri­ buidora de m!l.terial eletrônico auaioví­ sual. Comparecem 01:, pais com o futuro aluno, faz-se e. pesquisa de vocação 0 entrega-e o mu!erlal. Com este o estu daute aprende enquanto brincn, enquanto repousa e principalmente enquanto dM­ e. Fácil e rapidamente vai dominando com segurança toda a matéria seleclo. nada, I?e manh[ o jovem avô de 70 n­ nos sai com o nctc; fazH a sua caminha­ da. O ar fresco, puro, aromatizado pelas flores, é um bálsamo. As russ pavimen­ ladas, limpa~. arborizadas as frentes d cosas com floridos jardins cheios de l bo_letas formam policromitt moravilbosa Inúmeros pássaros esvoçan. e chilrein em suave sinfonia. • m A energia elétrica fartu, contínua g,%,)3%3d,favorece o u.o 4@ enorme va- rIedate le aparelhos elétricos destinad ao conforto em todos os ambi t os atlvld&des. - cn es de O telefones urbano, interurbg internacionI, todos com televi, "O e proca, funcionam raptdamen!c eªº rec1. bsoluta perfeição. com a- A televisão propriamente é obra prima de âmbito mundial uma do o acompouharnento imedi· t permthn­ senrolar dos acontecimentos a O do de­ regllo do planeta. em qualquer Bel VIsta (M1S), fevereiro de 1979. Adalberto R. de 8nnt' ta nnu. c=a 2 1 Os "fittipaldis"do ar (Bonito, do corre­ pondente) Vários mora­ dores ri'l cldadP procu­ ram a nossa rt!portagem para reclamar de alguns pilotos lrrPsponsá veis qut! estão fazendo acro­ bacias e vôos rnzantes no centro dn cidade, colocando em risco n segurança da população. Chegamos a registrar um avlúo que deu uma razar:ite na Pílad Rebuá, provocando o pânico nos presentes. O prefixo do a vião foi anote.do e advertimos o piloto do mesmo que será enca­ minhada a respectiva denúncia ao DAC para co!bir este6 abuso1.1. Se o piloto se conFldera um "Ftttipaldí dos ares" que vá f9zer suas acrob elas nos rampos e lá poderá dar vaz9.o à sua "maestria", mas i;ern arr!i.car a vil.la de nln• guem, apenas a U..· Oração ao Divino Espiri­ to Santo Espirita Sanlo você ~-' me esclarece tudo que ilunll" na todos os cnminhos parn qoe eu atinja o meu ideal, você qo• me dá o dom divino de per­ doar e esquecer o mal que f fazem; e que todos os ins lllntes de minha vida e D » li li l> l> .... lndloaql1o • "Indicando ao Executivo Municipal, cascalhamentc de estradas vlclnals" - "Solicitação à Mesa para oficiar nô Exm 2 • Sr. Saldanha Derzl, Senador da República, moroando data para o recebimento do Titulo de Cidadão AntonlojoanPnse." "Indloaudo ao Executivo Muolclpal, n oolocuçllo de lumlnãrlne na rua Mato Grosso". - "Votos de congratulago o Sr. An­ tôni() Santana de Souza, gerente do Brn leso S.A. • "Indicando ao Executivo Municipal, a construção da praça "Carolina Wlder Penzo". - "Indicando u Me11a que oficiasse ao Diretor da TV Morena solteltando re­ paros na torre de televls!lo de Antônio João''. - "Reforente uo Estádio "Ollvlo Penzo". "Indicando no Executivo Municipal, a reconetruçff o rla estrada no local denominado Capim Branco". - "Indicando ao Executivo Municipal, a remoção da escola sediada na Co­ lônia Rlogrnndense". "Indicando no Executivo Municipal, o patrolnmento da estrada da Fa­ zenda Alegria". - "Indicando ao Execullvo Municipal, a recoustruçllo da ponte sobre o Rio Há". • "Indicando ao Executivo Municipal, o patrolameuto da estrada que liga a Fazenda Solta Cavalo e outras". - "Indicando ao Executivo Municipal, a abertura de ruas no Distrito Cam­ pestre". lndlcaçll.o • "Indicando ao Executivo Municipal, o patrolumento da Colônia Prince a do Sul."' "Indicando ao Executivo iIunlclpal, a flscnllzuç!í.o de pessoos nilo cre­ denciadas que estlio Jnvadlndo o loteamento no Distrito de Campestre." - Indicando ao Executivo Municipal, a mudança da torre de telerisão para outro local."' INDICAÇÕES - EXERCICIOS DE 1.978. - "Indicando ao Exeoutlvo Municipal, 0 patrolamento da estrada que liga Autônlo João à Colônia Rlogranden­ se." "Indicando ao Executivo Municipal, a necessidade de pleitear, junto ao Secretário de Saúde do Esta­ do de Mato Grosso, um apare­ lho de Raio X, para o hospital de noi>sa cl l> « t a a '" J e 4 .. 4 J 3 l> « ,. íl l> solicitando Informações referente à camionet(' C-10, de propriedade daquela Prefeitura". » "Requerendo à Mesa que se ofl­ oiuRse ao Exet•utlvo Municipal. solicltundo a construção de um toldo no ponto do táxi nº l, con­ forme prC'jeto de Lei aprovado por esta Câmnra". REQUERIME 1 TO EXERCI CIO DE 1978 » "llequerendo à Mesa quo se encamlnha&se rnoçtlo de pesar à familia de Arthur de Oliveira". » "Requerendo à Mesa se que enca­ minhasse expediente ao Exmo. Sr. Deputado Ubaldo Barem, so­ lloltuudo o seu empenho no en­ tldo de pleitear junto D o Dermat, medidas que venham a sanar o problnmu da serra, na rodovia que liga Antônio J oií o à Bela Vista e Antônio João à Ponta Por!!.". » "Requerendo à Mesa que se ofi­ ciasse ao Delegado de Policia desta cidade, eollcltondo as pro­ vldêncla11 necessárias no sen­ tido de solucionar o pro· blema de menores em Jeterml­ nadoa locais e atuações, que são proibidos aos menores, l'omo: di­ rigindo veículos (sem a devida habilitação), nos jogoe de nzar, ns zonas de baixo meretríclo, etc e tarnbew, como é constante a assldu!dode rle grupos de crl­ ançu, em várias ruus da cidade, jogando bola, sem aperceberem­ se dos perigos a que estão ex­ postas". » "Requerendo à Mesa a publlea­ ção da Lei que substitui o nome da rua Amambal para rua Vl­ ,órlo Penzo". » "Requerendo à Mesa que se ofi­ ciasse ao Delegado de Policia rei­ terando o oficio anterior, conforme requerimento de minha autoria". Requerimento. "Requerendo à Mesa, que se oficiasse no Exmo. Sr. Rachid Saldanha Derzi, ienador da República, paro que o mesmo informe se aceitou ou rejeitou o Titulo de cidadão notonojonoeose." • "Requerendo à Mesa, que se oficinese no Executiro Municipal, que se efetuasse o re­ gistro no Cartório de Imóveis desta Comar­ ca, do loteamento do Distrito de Campestre." PROJETOS LEIS - EXERCÍCIO DE 1977 N.o 03/77 "Cria escola Rural e dá outras providência,.'' ·o 04/77 "Isenção de Imposto predial pelo prazo de 3 (três) anos para construções de alvenaria.' N.o 06177 "Cria escola e ,lá outras pro,'idências." N,o 12/78 ·Di«põe sobre denominação de rua, a rua Ama­ bni possa a denominar Vitórlo Penzo, em póstu­ mas homenagens ao meemo." PROJETO DE DESRETO LEGISLATIVO - 1978. N.,1 0l1i8 •'Concede Título de cidadão Antooiojoaoense no Exmo.o Sr. Deputado UbA!do Barem." AUTOHIA DO V8R8ADOR SR. ALTAIR DE OLIVEIHA - ARENA INDIC:AÇJO EXERCICIO DE 1977. Indicaçllo - "lndicondo o cascolbnmento dus rua,: A µa, Campo Grande, Amambni. Guia Lopes, Cula­ bá, Sao Paul, Mar«caju, Bela Vista, o patro­ lamento geral e enchimento de cascalho nas poças de 6:;un.'' INOICAÇAO - EXERCICIO DE 19i8. Indiençlio - •·Indicando no Executivo iluolelpal; que o Dr. Nilson Cabral, não vem fazendo suas horas semanais de nssi•têncla odontológica, no posto de Eaúde dcstn cidade, as provldên· cias cabíveis para o caso, REQUERIMENTO • EXERCÍCIO DE 1'977. Requerimento- " Requerendo à Meu que se ofi­ ciasse llO Executl vo Mu01clpol, solicitando a este que seja bai­ xado um edital, proibindo os proprietários de postos e ouh'ús de soltarem água de seus Jábu­ los na rua. •· Autoria do Vereador Sr. Arnaldo lforques da Silva • ARENA. REQUERIMENTOS - EXERCÍCIO DE 1.9í8 Requerimento - " Requerendo à Mesa que se ofi­ cie ao Diretor do Dermat, Dr. Cllrlos All>r>rto Cupll>crlbc Sal­ danha, +oleitundo u reconstru­ ção da rodovi que liga Antonio Joio o Distulto de Cumpestre." » ."Requerendo à Mesa, que se ofi- cie no Executivo Municipal, eo­ llcltando ao Diretor d II Der ma t, a posslbllitlado de dosvlur ou abaixar n serra a rodovia quo llga Antonio Joilo a Bela Vistn." » "Requerendo à Mesa que se ofi- cie no ExecuUvo Munlclpnl, mostrando a necessidade do proibir 0:3 proprietários de sol­ tarem água de seu a Iáb u 1 o s na ruu. " PROJETOS LRIS - EXERCÍCIO DE 1.977/78. V002/77 " Fixa o quedr de funcionários do Munlcfplo de Antonio Joüo e dá outras providencias." N 10/77 " Dispõe sobre a Emenda Modlfl- catlva, modifica os vnlores dos parágrafos 5.o e 6.o do artigo 3.o da Lei 133/77, de 27 /11/77." Nº 11/?7 - " DispõP sobre o Estatuto dos servidores públicos dos Munlci­ pios de Antônio J oilo. " N 16/78 " Isenção dos Impostos m:alei- pals aos Integrantes da Força Expedlclr,nárla Bras!lelra, que participaram e.e opernçõeo de guerra na Jlálla." DECRETO LEGI LATIVO. Exerciclo de J.978 No. 02/78 "Concede Tltulo d.: cidadão Anlonojoaoen•e, ao Exmd. Sr. Pre•ideote da Repúblfcu." Autoria do Vereador Sr Iubens de Oliveira ARENA. INDICAÇAO EXERCICIO DE 1 077. lndico,ão • Iorllcando ao E.-.ecuti,·o Municipal a necessi­ dade de uma das farmácias permanecer de plantão aos domingos e feriados." REQUERilllENTOS EXERCÍCIO DE 1.077 Requerimento - ''Requerendo à Mc,a que seja encaminha­ do ao Execativo Municipal, expediente mostrando a nr.ce•sldade de obrigar os proprietários de animuis que perambulam ,oito• pelas ruas da cidade, a retirrem os mesmos com a máxima urgência." - "Requerendo à Mesa que seja enCJ>minha­ do expediente ao Executivo Municipal, indicando a necessidade de encaminhar o individuo vulgo Peíto, a sanatório ou casa de recuperação, conforme exige seu caso de •aúde." - "Requerendo que seja encaminhado ao Executivo Muolelpal, indicação quanto a necessidade de feC'har, da maoelrn que convier, a garagem das máquinas desta Prefeitura." REQUERIME: 'TOS EXERCfCIO DE ' .. 978. Requerimento "Requerendo à Mesa, que se oficiasse ao Excutivo Municipal, olicitando providén­ cias, quanto aos animais que pernrubulam pela. ruas da cidade." ."Requerendo à Me .. que seja enc:iminhado ao Executivo MuoloipaJ.. ~xpedienk, iodi. cando a necessidade de encominhar o in­ dividuo vulgo Peito, a sanatório ou ca•a de recuperação, como exige eu caso de utlde.'' AUTORIA DO VEREADOR SR. AGAPITO DE PAULA BOEIRA - MDB. REQUERIMENTO - EXERCICIO DR 1.977. Requerimento - Requerendo à Mesa que se encaminhe ao Executivo Municipal, expediente solicitando relatório completo da situação funcional dos funcionários do Executivo." AUTORIA DO EXECUTIVO llF''lCTPAL DE ANTON1O JOÃO. POJETOS LEIS • EXERCIC 1 N.o 05/77 ."Reorganização do quad Prefeitura Municipal, ' crfo. novos carg-os e ( N.o 08/77."Aprova o loteame' de propriedade do N.o 09/77 ••Di,põe sobre a um dentista par Municlpiu.'' N.o 01/77 "Dispõe sobr• no pura o EX' N.o ol/78 "Di•põr 18/2/7D TrllJuri:.1 dn Frou~J:·a_ !ida _d!! (Continuação) Relatório dos trabalhos efet a ~os e d outra provdenelas.'' N,o 02178 •·lJiRpiie eolm, o orinvêniu com M_ohril~ para, fun• inamento do ponto de coordenadorla leglonal rio Mohrul 111:,lu cidnde, criu rnbveuç:io ao coor· drenador e d outra providencius.' No 031711 '·Cria Se,·rdnrin ~luciclp11 de Edu,·uç./lo o Cultu• , Til e ,rn 0Ulrll9 providêu,·iu·". . . N.o 0'1,78 "Cri11 curl!o~ rio courrlcnarlor e rnf>t!rY1Ror ria Se· eretarinu de Educação e Morendu escolar c s; um barzinho sortstloudisslmo bem no Indo do Bradesco, outra grande uqulslçúo Jes­ ta nossu mui heróica trontalra sem falar na Caixa Economloa Federal Inaugurada há pouco é multo bem gerenciada por si­ nal, além destas caf!us bancárias temos o no11so tradloionlll o querido Banco do Brusil que e Bela Vista é modelo em organlzuç!l.o, brevemente obegarê. a VAZ do Financial abrir suus portos, e pum tanto, j!l. contactou aluguéis numa das prlnclpai'il se não a principal rua desta Princesa do Apa e 11s~lm poderiamas enumerar umn quantldode Imensa de ou­ tras grandes organlzoções que se vêem atrnlcias por nossa Reglilo que.muita coi­ sa pode dar, exigindo bem pouco duque­ les que aqui querem se localizar. Meu Rancbão é a cnsa que faltava em ílela Vista, alto nh·el de tratamento dos seus clientes, serviço de prlmelris&I• ma quulldade e muito bem locallzado, tendo, inclusive, para sew, cllentP.s e fre­ gueses bom local para estar:lonamento. Vule o. pena visitar o Bar do Co.t:.ireba, vooe verú que minha nUrmnçlio fica aquém do que merece ser dito doetn casa co• merclal, aberta em nosrn ruuniclplo que se ressentia de, na condlçi.io de Portal Herólcc du Frontelm, não puder atender nos turlstos que por aqui passam dla­ rlumeote. Iu!ellzmente nem tudo süo llores em nossa Cidade, pois nossos queridos prvfe~soras primários (níveis I a IV) e todo!l os outros que prestam serviço ao rnunlciplo nilo receberam seus salários de d!:'zembro. Digo não receberam, por• que u qulntla qu J cada professor teve a sua dbpoçilo no banco, foi igual nos dio s trnbalhodos em dezembro. Por exemplo quem trabalhou dols dias recebeu dois dias de salários, quem entrou cte férias digo, quem parou de trubr.lhar dia quin­ ze só recebeu por estes dlns trab11lhados. Pergunto: E as férias que todo pro­ fessor tem direito? Pergunto: Viverá o professor nos meses de jonelro e fevereiro já que as féria<' não estão &endo pogas bem co­ mo o décimo terceiro que devia oer pago até dlo vinte de dezembro de 19i'B, por• tanto há quase dois mese ? Terceira pergunta: será que os homens que estão tão lntere6!lados na educaçil.o, sabem disto? Aproveito e Tes. pondo; sabem sim. Sabem porque nós da Imprensa Ju!omos, falamo'.! e folttmos Bllmpre sobre este problema e ninguém toma providc·ncluE. Provldenclus houYe sim, por ter me !!'surgindo contru Jsto rui posto a rua sob a ulegaçüo de que o Ano Letivo Havia Termlnudo, como se Isto foss.e possível em uru País onde existe Leis es­ peciíicac1 para 1) trnbulllo no caso a CLT l(-:onsolic!uçüo da6 LPiB Trilbalhislas) bem como a Lei de Ensino LEci Federal nº 5692;7t P, nindo, u Constltuiçilo Federal que diz que todo trabalhador tem direito a justa retribuição de seu esforço. Ou sc>rá que leclont1 r não demH oda etiforçoR? Ou será quf' ltclonur é tüo maravilhoso e sustentaoor que o profes8or pode ficar três ou quntro meses sem receber e tudo continuará como dantes? Será que o filho do professor, sua esposn e todos os i;,euti demais dependentes podem chegar ncs arrnazens e mercados e dizer: Vou levar l!'to ou II quilo e não pagarei oois sou pro• tessor e nüo rPcebi meus safa rios? Será? ,;erá? 1>erá? erão tantas as interrogações que lico tentado u saber ond'3 está 11 cabeça dos homens que dirigem, que não pre!!l!tm ntençuo p11ra este fato lamenta­ vel em nosso progresststa e lambem so­ fredor municipio de Bt:·la Vi&ta 8 noss· Cidade. ,1 Produtor BC±AI. Calcário USINA Rodovia Jardim - Porto Escritório de Vendas adminstração: Avenida Duque de JARDIM de MATO Bodoque Murtinho Km Caxias Centro GROSSO na 54 (Bonito, do corres­ pondeute Durlval Coodfl) Em nudlêncla mantida com o dirt>tor geral da Pollcl::. ;1:llltar do Mato Grosso do Sul, Irineu Amurai Curdlnul, o dele- gu do de pollcl!l de Bo­ nito, ~1arccs Vfllejc, Ja• ra comunicou àquela au• toridade as defiu1ência~ • de sua delegacia e re­ cebeu prontameute a 1 designação rlG dois ln· / vestlgndon,s e um co• I m!ss!'lrlo para reforça_r o ,• polirlumeoto em Bomto. Por outro lado, foi lnfor• mado que o problema da viatura e móveis pn· / ra a que la repartição ee• rüo resolvidos nos pró· , xfmos dias. Alem d?S / dois, ugentet<, que Já . estão em serviço, a d ( lt>gucla conta com ua , sargento e tres soldados f da PM do Etnado. j 71 1 . DO SJL ( -- JE Ambiente Seleto Refelçã;, de João Fre·1re de úl· 1veira Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteir H em sua Casa. Padrão de qualidade u. ospede-se no J e!lne Hotel e eiuta-se Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do ~ r, As. .. o eg d e dt?.sl Vjj i de I! ·r de rs· 11.lt be, lhe ln to eu le- 'THbnn da Frontelr 12/79 ------ - -. . .----.. ~ .-. .. ...,_ ,,_ _ Quebra-quebra cadas para no baile sobrou quem não foi (ílonllo, do correspondente) O ln­ d!Vldio Hlldehrnndo Ferreira do Morae, 27 anos, casado, de profissão pedreiro, que ó r1costuru11rlo a prnmover desor­ den8, inclusive• e1ilá sc-odo processado por ter furado o olho de um rnpuz com um taco de hllh111·, nrwonlou muls umu das us, No bilo que etvu sendo rt!t1llza1lo n:1 "cnnchu du Trlvelluto", juntamente com seu irmão João Funel­ ru de ~loruth,, 30 ano!'!, sollelro, motorla­ lfl, Pr•fnqueou o com punhelro de profisi;ão Claudomlrn Lope11 do11 Sa1llo:::, 26 unos, casado, morndor na Vllu ,Jul'Dguú, que foi ouuumlnhudo no Hospllul Souto Alei­ xo. pan· convidado Cerzósimo conse­ gue asfalto Doura­ dos - Caarapó t re­ u ln­ )· o 1to. Jor­ ema pu­ se­ ·ó­ do8 j L de- uOl < Is A 7 1 OS F.TOS Tudo ac()uleceu quundo 110 final do baile, chegaram várias mulheres prov<•nienlL'J rio baixo WtJl'(·trício, com seus acompanhantes, u fim de dançar. Como uiL> era pern1itirla a preBt:nç1.t di.s ditas "damas", gPnc1allzou se ll'Omendo. conruoilCJ, tondo Hlldobr11ndo e s1;:u frmilo JCJ1io, saido em defesa das "damas". Foi u[ quo tve inicio o quebra-quebra, com socos, garrafadas, cuddrnlutiva, e-ar.seguiu junto ªo Governad0r Hurry Amorim Costa o esperada aprovação pura asfaltamento d!i rcdovb que liga Dourorlos a Coorapó, Velha uRpiração dos t:aempolenses e desafio parn o dioamico drputado, que Ylnha pleit rnndo a medida desde a le­ gislatura pssada, torno-se uma realida­ de na AdmlnlRtrsçúo Amorim Costa poro f! ·aude Slltisfoção do deputado e do povo a.i Caarapo. Etitn foi uma dos maiores reivludicuções do deputado Hcracio, atual 1° Secretário da Assembléia em beneficio de um muulcip!o que tem lhe dado apolo, Alfobctiz..1çõo Funclonnf o Educ.Jçáo Integrado Autodidatismo o Oricntaçõo Proflsslonal o Treinamento Prolisslon.:,I o Coloc.1çóo do Mão de Obr.1 e Educ.:içbo Comunlh1rla par.J o Trabalho o Educação Comunitária Para a SaUdc o Programo CJllural o Ação Comunilaria Esportê Para Todos Apóie o Mobral de sua cidade Co/a0ração cesto jrat - = a O' Praça de João B.:iti5la Ferreira pl AI varo d - Grande 11ortlmento de orllgo;; esportivos, tais como: jogo de camisa para futebol de cumpo, de salão e voley, chuteiras, jogos de meiac;. camisas avulsas de times ara uiultos l' crian­ ças, quedes minha, equipe e topper, bola ürlblt> para cnmpo, ~o­ Ião l! voloy e também handebol. AcPlta-sa encomenda de comi· sas e bordados e jogos de número. Rádios e toca discos, caixa diVü f1·! eonf•!CCIUll'•rlo n 1 Cp. do Estado Vitor c+per": º" ullur, <'Xibinu1) díscrc:o cnnju 1 to claro. 4«<& FORAM PA DR11 HOS de DIv: Oaribaldl e uell, aul e Elzu, Dr. Castro o Clotildt:i, Ivar L Euzella, Odevur r D1lmn. Padrinl1oi: de Victor: Ollruplo Cardlnnl e Ednu, Bruudüo e Gilm11, Chlui e eApui. iNl-lA. Vi u festu o Coju: to ufati Show, que com RIM a1,?ratH1vl:l nní~ku cor,tngtou a torloR. O Plilprtll/J.rio /l'lialuluho, t'lru fS Pl't'l:!Plll<- oinhus pa:u crinçn. trrlnR dr fina,; oual1 1 n1l<'s. Boullque Charme • l'·m para Fica beni nl. 1111 Lu 11 A11t,.nt11 256, ao la<··><· , 'or rc tu do :e4 'mo} lario Lourt ír<1 l' 11(11'• )''! (·h vemo o iamwwo bit­ do iicou r+«chmn.ti, U&o' ' ti. Guto e Flor, ónis Z cura. u> munas:; EIódi. e Meire, Grizly e Tur.lcu, apug•iil0'>. ni1o hr1m'1Hur•1 nudu. êl,<•-:;<,i:) Dando igumus vollf'R prlo t'J· lúo vi o c:-snl J .,sé L<. m f:iro-Odete. Euuice Lnrcuno, 1-6 olhnnrl'>. Ela u; orn l.!ri11t: •r o c;ituuvul, mn-. o ,rdlt'Y ró ~•-~t: dt· ouvir __ u1:1 música·. Resultndo: e lh,u· , onr'.!' nilo cl1 ix.,u <; 0:-i . . NFITRIÕE::, ;:<;::,;;+:, Dr. Roberv,d e Tdlú, tle parnbem, POUTIQUE CHARME pelo agr dvel dia que p1 oporcioni!- tem par você os finissimos artigos rum aos rotários. da Deblu, Cor! e Gledson. ~* <-.•r.(, l RISTL ~ : Cu;n·ir·, mundudo abraços uo pt o. 1 d! Tibuu. C:is, Iicurá ,. meses nos t Ias Unido Sues: .:iic, º'" !:O S(lt' tli.>aei'Jil llt:6S'' p mar,. vilhoH0. ·2«5: ,NTONIO LopeA, e (•6 filho:, o uó~ vlirtos d! passando pela Bahia. rtornI! felizes com O P!ll-rlC'ÍO, ,. l!'OUXl'rl.: um:. mliOL, d;, N11ir puro cr;nbecer City. ::,:,:;:>-<; A BOUTIQUE Charme espera vn<'e que gosto ve:;t_ir•se bem com !l. tigos de primei: quulidade B. Antonio João 1.'iG Bd Vista ri1s. A pa1•imcntarào dn BH-060• para mrlhor Pecoomcnto du produçio da lronieirll o liguçào mai• .fú1:l c_om u Capital do Es1odo. C'Blâ • entre a principui reivindicações de Bela Vista, um dos municipio de muior tradiçã<' hi,16rlcn cm luto Grosso do ul e ultimamente rxperlmen• tundo ullo. índice de desenvolvimento. . A lnformuçào porte do próprio prefeito belavistense, general Huben Alberto Abbolt de Castro l'into, que se encontra à frente daquele Executn o . desde ubrll ,te l!l75 e que, diu; atrh, cetcve ':l,itnndo o rednçllo dene marntino em campnnbui. do nd,·ogndo e pecuarista Corloe Alberto Correu Fugundce. opção tem ,ido n sintoniu dn emi!FOrn para~uuin, dn cidade de Relia Vi.io. ~?fülE_DOR_ DB EXPORTAÇÃO do E •• a reivindicação - explicou na oportuni- do • é nnt1ga mas rcforçll••c uuora quaud~ o Gove, no do Etado ultima detalhéi pára usfaltar 0 trecho entre Campo Grande o Sidrolandlo por força de competenéia delegda pelo Departa­ ment., "ucionul ,te Estradas de llr•dagem-DNE!t. , ~· E_como Bel Vista dls 300 quilômetro• e ~,drolundm, frisou o prdelto na cln>Scs pro. toras esperam_para breve a exten+o déssa bra, cuja mP.didu cm multo bcncUclorla "" atividades agropecuárias mantidas nessa vna»ta r .. g,ao cortada pch BH-060. O general l'•~lro Pinto lembra que 11 hUtr.n .nltcrnativa ... também fá ulvo de inúmeras refindicuções, diz repeito ao asfaltamento do trecho l:ltla VI.tu - l'out.u Porà.. co1utllu1e de l20 • qull~•~c<09, •1Ue permitiria o lngllSSO doqucle •nnmc,p,o '"' corredor oflclul de ~xpor1açr.o l'•Srn.nllo pur Dourado._ ntlnge PuroDn'al e chega ª" !'orlo de Pnranlll,'1ltl.. REPETl'DOR.. D- TV A outra rf'lvindiCJ>ç:o da comuuldnde helavi9ten•c, conformll inlormaçt,es do prefeito é yunto a instalação de uma torre repetidoru da IV Morei na cidude poi» hoje o! +inais que la cbci;om, utillzando cqul1mmento de Antonio Joilo, l, de Péssima qun hdadc. Segundo ele. lall.ll rep111içi111 da torre que tecnpo, otcia bnv10 •!do in•t.alndll pelu rmie.or:&. A Imagema e om da TV arena, vale crescnt •ilo de lun,i11merit.al importâucla 1 ,.,;, j:1 qu ar tdsd nio dl»põe de estação de rádio, a án EXPLOSÃO DESENVOLVIIENTISTA Num rúpido reLro;,pec10 Jo seu município,' o genernl Cusro 1-'into faz questão de frimr a verdndcirn explosão de,cnvol'lmenti~u que Sda Vi,io tem· experimentado nos últimos 0110• rm todos o, setores, •deixando de ser uma loraltdodo de fim de llnhn, como nté lu pouro lcr11po foi,. No nrea urhnno • eEclarece o prcfeilo·o muior indicativo d~s•n "º"ª re11iidode é. quonto ooa altos preço• doo terrc;,os dn árcn ccntrlll, que recentemente n:io conscgu[nm paj?Ur nem CrS 50 mil r hoje ,ão vendido• de CrS SUO mil cruzeiro~ purn clmn. Ç) Unnoo .Finnnciul cxempli!ica, tc'c que pagar 1 .rS 1,5 milhão numn úrea poin implun• tnçilo de ,uo liliol nuqueln loculidade. No nmblto rurnl-pro,oegue o chefe do Exec•Jllvo.o fn10 mui, sfgnlílcotivo é o dcsenvulvi­ mento dn sericultur, existindo c;rca de 20b>rracõcs que exportam cerca de -10 tonclndus de c:uulo para S".o Paulo, por uno. A•sino.ln aindu que Bela v sta possue grande 11úmero de chicarno, pro11uzindo hn•lcnmente mundiocu, uves .. prOl'c:,- 1ando engorda de porcos. Outro, pont_a• rcauhnrlo;. pdo g,·ncral Huben• de Cu,,tro Pinto, parn lndicur o nrelcrado crefcimento dn comunidade, +o a <'ncrgia ele Urnbupungil. que lltÓ prlmriro de maio csmr;í nba.teccndo __ nqudn regi:.,., e u mclhoriu do ,is temu t .. Ic:fon1co, anu11ci11•Jo pela TELE,,;AT. í}{, co r !o com esse plno, aquela central pus-aí ,}"suais para o érlsi- «téf6nico-. qu tu lnhn •tl.1H;lm me!im.o n:lo eeh atc-n,Jendo 11 toda 1 ,th('mondn, pois o mlnlmo ideal ;eriu cl,· mil apare os •· PHEFEITURA f:EM DtVlDA Abordado sobre sua_ gestão, Castro Pinto enumerou a• prrnc1pn1~ , bra, r,·ulizndae ncs,~s Ires último• ano;: uber1urn de mais de ~U•, ~u con.trução de sels escolas novas, as quais atea melhor ao grunú!l n í..~· princ,pü!;; runs da cidt1"',? Segundo um dos por'.' vozes do prefeito C:astl'i Pinto. se o mesmo per ' • f I" necer nCl c1:1rgo, o as J &erá uma certeza uté ~ final ele 1980" Dfs,P ainda que ·'u!nda e~tf ano o senhor pref~itJl dariu inicio às obras ·,. O aovei-na,ior JI•!'l'. Amorim oüo inicflll'l contuts com as l"; ranças locais, nntesi , Jul». vi-anã esgg?"? do prrieito de J,leln 1 - 10 ü.to foi noticiado pe, jornal Conrio do EstRdl• Existe u pns,:lbilid:ide rl~ Cv strC1 Pinto conttnu,~ nc crg, pois cs prol;, mas de Bela Vista ~:; da orch-m pollticn P nr allmtnistrut,vo,;. e o Pº ~ tica. 11travé,, do d!íilcl!;: <'Oflt-Pgll" barr.oniz~r _te, r dêneiss e unir propósi!"