Vil 
Meu 
Ranchão 
Aberto Dia e 
Noite 
o 
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e 
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,s 
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1i 
do 
) 
Diário 
Regional 
CI llC!Jl , em ll l I Vi-t·1 • tnt<>· 
nio Joo- Poro Martinho- Jr­ 
din . Guis lopr da Laguna • Bo 
nito. eaque Ponta Forà 
Umpo Grande, 
3 
,.J 
Umo oomlssll.o da novo dlretorlo 
do Asilo dos Dssnmpre.dos [ol, n últi­ 
ma sexta feira, à reunião do Rotnry Club, 
o lá aol!clton o nuxíllo daquele clube de 
serviçoti pnru colaborar m,üerlulmente, 
morulmente fl com làélos, pura norma­ 
lizar a situação daquela instituição. No­ 
ticiamos, o fulo na edição de outem, com 
a manchete "Asilo em Situação Desespe­ 
radorn", q1ie n.ereceu por purte de D. 
Clotilde de Castro Pinto, uma corta, pu­ 
blicada nestu edlçãc,, dizendo que a 61· 
luação do Asilo é normal. Qneru lêr a 
carta de D. Clotilde poderA nchur que o 
nosso jornal Yunta~lou n notícia, ou como 
ela diz "exagerou". Acontece que os por­ 
bi vozes da nova diretoria 1-racuram um 
quadro ruim, verdadeiramente desespera­ 
dor, aleg1111d0, inclusive, problemas de 
ordem muterlal. Foi sollcilodo, à um mé­ 
dico presente que atendesse o os doentes 
do Asilo e que lnt1ircedesse junto ao~ 
oatros médicos para fuzer o mesmo. Em 
dotermlnudo momento, foi dito que at?! 
p1oblemus de alimentação existiu; o q1a­ 
dro pintado pelos diretores rol mesmo 
D3sesperador, e com u carta de D. Clo­ 
tilde, fiCIL no ar urna dúvida atruz, prin­ 
cipalmente ao~ rotutianos. De acordo com 
a carta, o Asilo dos Desumporados ne­ 
essita de muita pouca coisu, pois lá eles 
pcsuem tudo. O trabalho dos novos 
dfretores junto ao Rotury, ficou na de­ 
pendencia de uma expllração mais rea­ 
l!sta do que o ABl!c; nec11ssIta realmente. 
Parece-me que os desencontros 
são de ordem administrativo e o povo, 
aq1eles que colaboram com a Instituição 
merecem por parte da diretoria, não 
ais uma explicação, mus una posição 
d+frid. Quem está com a raz? A ver. 
d'e dos futos, apenas a verdade dos 
fats? O Asilo está mesmo em situação 
desperadora, ou os novos diretores uin­ 
da uão t-e bteiruram da Reol S!tu9<;à<> 
d? _mesmo? São perguntes, perguntus que 
no, fazemo)- e que o povo tz, para co­ 
nh cer uma verdade que já se delineia 
no horizonte e que, 'ulvez não seja a 
'"~~ Jade de alguns mas é verdude e a 
dada ão duite meios termos. O que 
fiL-i pode haver, repetimos, mais uma 
z, é existir o dedo no gutllho contra 
a itpreusa. Nós nilo pode,emos nunca 
d turpur os fatos ou publlrar notkias 
.veridios. Respeitamos o trabalho de 
,l. Clotilde, ac:, ta mos as idéias dos no­ 
,·.s diretores. color:auão lnr:lusive o jor­ 
}' gratuitamente pura uma campanha 
1 
~ mob1hzaçao popular e agora ficamos 
Como peixe fora d'gua: nos debatendo 
F" um pouco de ar. Até prova uo con­ 
.,ár10, pata nós, alguem deverá dar uma 
'llcu@lo convincente, para dirimir as 
cuvId,1s e rlareor o céu que se encontra 
üUbla:lo no P.llSO do Asilo. 
----------------- 
 Preço deste exemplar 
CRS 3,00 
O Gremlo Pedro Rufiai), de Bela 
Vista, está organizando o carnaval. que 
este ano, seguurJo o St:'U prePJdente, Sgto 
Cluudlo Alves' "ser!'.l o melhor do Sudo­ 
este". O conjunto que abrllhaaturá as 
quatro noites de folia, é composto por 
músicos oriundos de vá, los estudos do 
Brasil, profissionais registrados na Or­ 
dem dos úicos e com gruncle experi­ 
ência em resta de carnavul. Em breve 
entrevista o Sgto Clu ur1lo disse que·• foi 
construido um novo prédto, onde funcio­ 
n .. rá a churrn queira e uma tanchont'le. 
Quase todas as mesas já se ~ ncontram 
reservodns e a procura tem sido inten­ 
sa". Com relação ao problemu de egu. 
rança interna e externa, o prtisldente 
afirmou que "o Gremio é um clube que 
prima pelu ordem e já est:10 prepara doR 
os homens _que se enl!!ll'reg<1rllo de ze­ 
lar pela segurança do folião. Aqui todos 
BP Jtvertern trunquilarnente, brincando ti 
sambando a oolt~ toda sem receios de 
qualquer espécie''. 
Deputado apela 
Municipais 
Frisando que a atual metodolo­ 
gia política da ação rstá oprlrnlodo a 
classe intelectual capaz de transformá-la 
o Daputndo Sergio Cruz, líder do MDB 
nr. As~embléio Con<.tilulnte, condenou os 
resp0osá v€ is pela bumilbante f' vergo­ 
nhosa situação em que e encontram os 
professores municipais de Bela Vista. 
Segundo o Parlamentar, o próprio 
sistema se eacnrrega df' prender em suas 
malhas as clcsses intelectuais, Inclusive 
os professores. que se tornam escr iza­ 
dos pelo sistema. O prof P.ssor municipal 
por exemplo, pertence a uma das classes 
mai,; saerlficadas do pais, quando deve­ 
ria estar entre us mais remuneradas, 
já que nu e strutur a 
g e r a 1, o;; municípios oiio pos- 
suem automla inte;;ral, e assim. ali.o re­ 
compensam justumente o trlibalho s11cl'i­ 
f1'1ado do magistério e ele vinculado. 
Serglo Cruz deplorou abuso que 
vem sendo coaetido com professores 
municipais em Bela Vista, que chegam 
a ganhar a desculabrosa e zombeteira 
quantia de 700 nruzeiros mt!OS!ils. 
Escritório da Advocacia 
Sergio Roberto Peroncti 
CAUSAS CÍVEIS 
DIREITO AGRÁRIO - INVENTARIOS 
ESCHITORlO - Hua li de Outubro 
( Ao Ludo da Ciretran ) 
CONVITES, ME AS E .IE1 "ORES 
O prazo pura pagamento das me­ 
tias reservadas é até 1rnxta feira, os con­ 
vi.es deverão ser solicitados na secretu­ 
rla, sendo que há necessidade <1a opresen• 
lação por um Sócio. Estes convites cus­ 
tarão 500,0U por noite. Com relação ao 
lngre!lso de menores, o sgto Claudlo dls­ 
se que seril proibido a entrada de me­ 
notes de 14 anos nos bailes noturnos e 
m mores de 3 anos nos matinées. o In­ 
gresso de menores de 18 anos só será 
pnmitldo com o ncompanhamento dos 
peis ou responsáveis. No Matinée só será 
permitido brincar no salão os mt!aurc11 
na faixa etArla de 4 à 14 anos. 
ÓCIOS 
Os Sócios em atraso com suas 
me11salldudeR rleverilo cc,)oca-lai; em ola. 
t> sexta feira, na Secretaria do Clube. 
O carna vai no Gremio será o melhor !lo 
udoeste, paru i to estão se desdbran­ 
do os diretores do tradicional clube rio 
Sudoeste. 
por Professores 
Para o deputado, esEes &busos '-Ó 
podem ser contlrlos através da refor-· 
mulaciio integral rlo tnl:lino orlent11do 
pelc Ministério da Educaçà· e necess­ 
rlarnente. de mudanças ao allnbumento 
político, desenvolveado-Re autonomia plf'­ 
na aos municípic,s, e extirpando os ví­ 
cios trazidos por pretensos protetores 
do ensino que, nu re111idade, não pas8em 
de capacho du regime capitaliste». 
Solicitação 
Solicitamos a presençn em nossa 
redação do senhor Dorival Conde. 
para tratar assunto de seu intPresse. 
Maria Estela V. Pereira 
O conhecldo empre­ 
sárlo t:,,tun,ba, proprle­ 
tá1to d Churracuria 
Meu Rant:11/lti, inaugura• 
du recentemente, prepa­ 
ru um esquerr:a oura os 
11 dias de cu rn•,1 val. Se­ 
gundo f) Cutureb,i "os 
cllt>ntes ter!ln à suo dls­ 
posição durunte 24 horas 
por dia, os nossos servi­ 
ç0$. 
A Churrascaria, que 
veio preencher uma la­ 
cuna no SPlor. está l!en· 
<lo o ponto de encontro 
da pesous de bom 
gosto. Voce que mora. 
em Jardim, Nioaqu?, 
Porto Murtinho, Guin Lo­ 
pes, Antonio João, eoflm 
Ieltures de outras clda­ 
des, quando visitar Bela 
Vista, niio se esqueça, 
Meu Rnnchfio é vlsltu 
obrigatória. 
liate o Asilo 
Com referencia a 
:iotlcfn inserida na edi­ 
ção anterior, para diri­ 
mir posslvels dúvidas e 
má lnterpretuçõe!', pedi• 
mos à Comlssão que foi 
ao Rntary que nos des­ 
mintam. Que não foram 
tlohcitar auxmos, que 
não pediram uma cam­ 
panha de mobilização, 
que não dlsserdm que a 
slluução do ruesmo é 
dlficll. e que não p1o<:i­ 
ram para os rotarlan, s 
presenten se assoclare .a 
como sócios muntened ,_ 
res. Para nós, até proa 
ao contrário, a situuçf. o 
do ASILO é desesperado­ 
ra (pci:i jõ. chegou a 
faltar alimentos) e isto 
quera firmou foram os 
Novos Diretores. É a 
verdade. 
Bela Vista 	MS 
AVIS O 
O Banco do Brasil S/A., na condiQão de exPcutaote do 
Serviçr, de Comp:mrnção de Cheques e Outros Papeis, comunica 
que, em deco:-r,'nc
1a doR feriados de Carnaval, os depósitos efe­ 
tuudos com cheques. nos dias 23 e 28·2· 79. poderão vir a ser Ii­ 
b2r11dos •sômente »pós a sessão de devoluções da Cãmu.ra de 
Compeneação, a ser realizada no dht 1-3-79. 
José Terron Splna 
Gerente 
Aroldo Pedrino Guedes 
Gerente-Adjunto

Apelo 
.. 
o 
População 
Bi1l11 VIAln MS., 20 de fevereiro dr. 1.9?9 Ruben A.A. de Castro Pinto, o qunl jó. 
Sr. ílerlutrr do "Trlhu1111 da Froulclra''. havia lldl'rudo u com;lrucão e crinç1ío 
LI r:om ntençfiu uo seu jornul Trl- do Hospital e do Ginásio, deu a sua 
bun d Fronteiru, de 19/02/79, U!!!. pe- mno, judou na oqulslçfto cio tem•□o, 
quouo urtigo, cujo titulo, em letra grau- fz u pfantu, ujudou ncs l'cgi~t1 o,:, nu 
das, diz: "Alo de Desamparados em organização das mutirões, nas plantações 
ltunação Do+e?peradorua", Sinceramente, das árvore. e, enfim, de um terreno 
fiquei 11clmlruclu com tnl expressliP. Ou bruto hoje leruos n Chflrura. o uoço, um 
u Trih111111 (•xugerou nu puhllcldudc, ou pequeno nçude, o casa, a luz tltstrlca, a 
tal ComlHsllo da novu Dlrotorlu du orgunlzoçüo, os plano u escrituração 
qual fuço parlP, " quu nlng1Jem uutorl- de tudo, e mais do que tudo. a simpstia 
r.ou Ir pedir uxíllos, pelo menos por e 11 ajudu. <'xpontfineu de todos os booi; 
nquunto, PXngerou e tlrnmatlzou umn BelavJstPnses. 
ttltunollo, à ponto de mostrá-la oomo de• A Sociedade purnou o ano de 
&O!.Jll'l'lldorn. Assim senil o, e. como sócia 1.978 sem dividas. ('r mo lodos os anos 
rundullorn " m<.•mhrn du Diretoria desde tem escrila orgunlzda, desde a RIIU fuo­ 
o luiC'lo <lu Sociedade, e~rlnrcço que o 6uçúo. Tem contador, conta bunctu-Ju nu 
"Abrigo de Desamparados de Bela Vista" %unco do Brasil c!Psde a fundação, regfi-­ 
fundndo e mantido pela "Sociedade E- troe, arquivos completo, cbõcaru própria. 
vnngéllcn de Proteçllo aoJ Desnmparn- Não emprrstu objetos núo mundu dinlwi. 
dos de Belu Vista", se mantém uté esta ro puru !oro do Estudo, e presto rontuF 
dotn como mnucl11m os seus estatutos, às enHdod<•s Federais do Mec nnualmen­ 
dando ussl~ttlnclú total e lntPlromente te. Coopera com todas ns entldudes, no 
grutultn à qualquer Individuo que nece11- sentido de melhoro r Bela VI tu no pro­ 
site do um ubrtgo, seja por horas, dias blema de pedintes, emigrantes, menores 
ou uns, ou mesmo até o fim do vida abnndom1dos, e supre os Cdrênclus dos 
sem dtiitlnçllo de ldu.ie, sexo, noclc,null• mols pobres. 
dude, credo religioso ou político, e ad- Estõ sempre cooperando ou rece• 
vindo de quolquer clusse trnclul. e. uma bendo cooperaçúo das enlldudes aqui 
casa nbartn nos necessitados e tambem existantes, e é muito conceituada pelos 
à todos que qu~refl' vlPltá-lo ou ajudá-ln. familias belavistenses. 
Nilo vemos qual é o desespero a- Falia de luxo ou oecel!sldu<le de 
tuol; todt1s OI! lnternudos tém cama, rou- aumentar a construção, e o conforto não 
pns, alimentes, .remédio, médico, hospl- nos conta que seju c11lnmldnde ou sltua­ 
tallznção aqui, em Cumpo Grande ou çllo deaesperndora. O obrlg~ nllo tem 
Culabá, silo vlsltudos, são presenteados, dívida~. tem crédito, tem sóc!os e ajuda 
recebem visitas de )tentes de todas os e simp11l111 de toe.os. Qual é o desespero? 
religiões, de 1:-studantes de grupo jovem oliclos assim, r. Redutor, só 
Católico elo. 	trazem de~gôt1to e aprensüo à qutm não 
O Abrigo tem séde próprio, boas noe tem faltado ounco com sua ajuda e 
lo!!taloções Sanitários, varandas e csl- sua pre11ença no A brigo. Assim sendo, 
çadas poro nndnr, nlnf?uém dorme no Sr. Redntc.r, ROJlcltn suas providências 
ohüo, e, i:e não tem luxo. pelo mrnos no sentido de publicar no mesmo esp4ç0 
encontram lã; repouso e pnz, tPm rádio e com o mesmo destaque em seu jornal 
paro ei;cutnr, e até televis!lo· A-;, crlnn- esta resposta que devemos dr pe-lo 
ças vo à escolu e tem ainda nulos e menos por expre sar a verdade e a gra­ 
llvros Jtndos pnrn estudar no abrigo .. tldllo à tantas pessoas que nos ajudam 
Qu_al é o desespêro? 	através destes anos de modestias, dis- 
O Abrigo tem horto, roça, gnllnhe1- eretas, mas constantes atividades. 
ro, pasto, chácora própria, com luz 
elétrica e empregados para servi-los. 
Toda roupa dos brigados e do ahrlgo 
é lavada. oosturnrla e consertada no 
Abrigo. Ninguém sai, nem nuncu saiu 
para pedir esmolas. Quando e-stilo doPntel:! 
os médicos vilo _lá, quando podem vir 
no consultório ou hospital, vem de carro 
e acompanhados; quando Internados 
vem limpos, trazem roup11s, sabonetes, 
pentes, causando admiração no hospital. 
Até enfermeira acompanha o doente, 
quando o caso é grave. 
Qual é o desespero? 
É claro que é necessário continuar 
trabalhando: Tirando o mato pl:mtando 
administrando e 111elhorando ~ que E:xste'. 
e fazendo o que faltar. É certo q::e 
em outras ocosiilo e até exagerada às 
vezes, o manutenção diminuiu alguns dias 
enquanto a Sociedade Evangellcu sempre 
se manteve pela fé em Deus, e no des .. jo 
de se-rvlr, nasceu de um desejo /allãs 
de uma gaúcha) D. Dorála Roéha) qué 
se tornou reulidade com a adesão de 
19 pesoas, inclusive duas missionárias 
cariocas, todos membros da igreja 
Batista, e, que, llderadcs pelo Dr. 
Clot:lde Gon~Hlves de Castro Pinto 
8ecretnrln Orlentndor11. 
Nota da Re:laçi1o: Se existe uma 
pesso&. em Bela Vista, que admiramos, 
por sua cultura, d1oamlsmo, edurnçüo, 
dedicação e profunrto senso de responsa­ 
bllldnde, é a senhora Clotildi-1 d~ Castro 
Pinto. O seu trabalho frente à ·ecretaria 
de Educaç!!.o o Cultura é reconhecido 
por todos e até o Governo Federal. há 
poucos dias, Incluiu Bela Vista entt'e us 
cidades • apenas três - onde o slsterr.a 
educacional serve de modelu à outros 
munlc1plos. É uma vitória de Bela Vista 
é uma vltórhl de D. Clotilde de Castr~ 
Ploto. Após nos posicionarmos com re­ 
ferência à atual Secretaria de Educação 
do mu01c1plo, deixamos bem cloro que a 
nossa lo_tençüo ao noticiar a ~iluaçào do 
Asilo, nuo foi a d<! fazer seosacionali.,mo 
ou faltar com a verdade. o quadro pin­ 
tado pelo comissão que foi 
80 Rotur 
Club, sexto feire passada, foi 
O 
pior poi­ 
sivel, ti visando não fazer sensacionalls• 
mo (: que suavizamos a matéria. Não 
haveria necesldede de D. Clotilde svll­ 
citar a publicação de sua_Fuu_com o 
me+mo destaque, pois, o Diário 'Tributv 
da Fronteiro, procura pautar a atua€o 
utravés de um rigoroso critério de ir­ 
parciiilyde e amor à jus{'iça. Com os 
nossas respeitosos cumprimentos, augu­ 
ramos à D Clotilde saúde, paz e contl 
nuidade na sua ges!ão, agora, que fique 
bem c'9ro, nós unc nos omitirem1os 
em relação os fatos contecidos em 
Bela Vista. Que a carta enviada à 'lrl· 
buna, publicada acimu, seja também e 
vladu à Comissão, e que u mesma, quan­ 
<lo for ao Rotary, ou solicitar auxilio, 
pinte um quadro RPnl. St•gundo D. Clo­ 
tlde, o A-1lo está muito bem. Publica­ 
mos sua csrtw não repel­ 
tundo a Lei de Imµrpn,.;:.:, polt1 o caso 
niío <'l'U pura Isto, mas !'lmplesrnenlP, pe­ 
lo rt•spelto que devemos à sua pesc;oa e 
pP!o dever i-agrado da imprensa de tam­ 
bem ouvir a outra parte, em ugressões 
se-m irnposlçõeR, com respeito e compre­ 
emilo pelus Idéias divergentes. 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado u 20/2/72 J 
FUNDAÇÃO Ialdo Pereira 
DIÁRIO REGIONAL 
Propridade da Gr:ofíco e Erlítoro Apa 
CGC-llF 0.t?Ul:l66i00Ul-90 
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TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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Duque de Caxias e/n Dcb 'i,t.a :IS· Cx. P. 23 
ASSINATURAS 
Dela Visto Jardim. Porto .lurtinho Donito 
Nioaqt:e Corocol e Antonio João CrS 800.00 
Demais Municípios _ CrS I.0IJ0.IJ0 
Observação Os artigos publicados com 
assinaturas dos autores não traduzem ne. 
cesíriamente a opinião e pensamento do 
Jornal. Sua publicção obedece ao prop6- 
suo do, dcbotts dos problemas municipais 
e de refletir os diversa; tend~ncin• do 
pensamento universal. 
Dr. Laucído Valdez de Barro,; 
G;rurgião Dentisla 
CRO - 557 Mt. 
Clinica de Crlan~as e adultos - Ralo X 
Atende-se com hora mnrcadn Con,ult6rio 
Av. Duque de Caxias, 508 íAo L:.du do Banco 
Fio»cr. )223D0031- MA10 63OSSO 
A Prefeitura sívvnlei. 
pa], utravés da Se. 
ereta;i de Turismo pe­ 
lo para o bom senso da 
populaç/lo bcnltt-Ll!5(', :Jn· 
ra que nos ajudem 
preservar nutun•za do 
oos:-c:> munlcfplo, prlucl­ 
palmente com relação 
às grutas, que lo as 
mais delicadas ubros 
que a natureza nos pre­ 
enteou. 
Multas pessoas, In­ 
consclenteR dos danos 
e prejui;r,os que us gru­ 
tas podem sofrer, que­ 
bru m em ,wgundo,; UH 
pedras e pontas que le­ 
vnraw anos para as for­ 
marem; ou mPsmo n·1dam 
no Lago Azul, e1-quec1:-11- 
<lo que e sua úgua é 
mineral e po!Avel e de 
que temos um belisslmo 
(Rio Formoso) que é 
ótimo p11ra banbo. 
Vlennc!o preservar o 
que nossos filhos ou ne­ 
tos não conhecem ( e têm 
direito de conhecer) é 
que estamos preocupados 
com 1:1. depreção do nos­ 
so m&lo ambiente. Por!,· 
so JJPrl'mos que quando 
forem ü. 'l gruta&, fiscali­ 
zem os outros e em:lnem, 
se precf,;o fõr, que a na­ 
tureza demorou anos e 
anos para fabricar aque­ 
la beleza pra os nos 
olhos e que cada pedrl­ 
nha tira ln, nilo é a gruta 
que perde, mas sim tc­ 
dos nós e os que vêm 
utrás <!e nós. 
Portanto pedimos 1 
(quatro) pequenos favc­ 
res para os quê forem 
visitar as grutas: 
1.o) ão delxe-m que na­ 
dem no Lago Azul. 
2.o) ão deixem que a· 
tirem pedras, pois, ou· 
tras pe soas podem es 
!ar embaixo. 
3.0 ão deixe que que· 
brem as pedrae e poutaB- 
4.o) Não deixe que f3• 
çam barulho~ estriden• 
tes (tiros, etc.) pois 
ressonfincla pode faclll· 
tar um desabamento. 
~gradecendo sua a· 
tenção e colocando-me 
à disposição para qu-l 
quer eventualidade ps 
te sentido, subscrevo-me 
Atenciosamente 
Hélio G. de S. Madureitll 
Secretário de TurJso:
0 
Honllo - MS 
J 
tt 
Agora 
esposa, 
O sonhe tornou-se Realidade 
em Bela Vista Existe Ch 
seus filho ' uma urrascarlu onde voeê nodl:!rá 
s, seus araios e sentir-se reulmente em sua 
Rua 1 
- MEU 
levar sua 
própria casa 
Rua Duque de CaxiRb 
Aquele algo mais 
RODIZIO 
( Ao 
em Churrascaria 
COMETO 
lado do Ginaslo Estadual ) 
--------- 	Bela Vista MS ' 
------~ ,

29279 
--~---------- -- 
ELE 
vestir, é 11111 rle Peu, geo10, l1ahltuai,, como o 
elegante falar. 
Pode haver tanta beleza, cm uma fra,e 
wleunte, como em uta estátua clá-rica, porque 
mbus são expressão de uma modalidade e+piri­ 
tual uh~olutamcnle ~llpr-rlor. 
1 
 
 
A RLEGANCIA 
; uma. vlrturl,-, eomu n Bondnde, "• qunRe, poclti­ 
ra dizer-se que e semelha uo geuio, rnl é 
0 
vodcr ,k cncun«o t•, elr. 11Lnu;fio 'JUU dela emana. 
É uma virtude conquiotndora c1J1110 o ,,nJor, 
só que ignora sua conquista+, e llllo chegtl li 
saber nunca, que os vencidos por ela, morrem 
,rm "':ª•~nart·,11.,1, a auu dnrnlu; todu íorçu da À JÓIA MAH. VILUO A 
,k~fnc111, csrú t:lll l,tnorar que u p .. ~suc. dn; paluvrn~. í, o ó pie.- do, r:rnud •• pt0,nmc,ntOP, 
A ekri,1ncin ó umu forma uugust11 da como u bordado mngnifico da dicção, embelece 
helez, e, no ter explleação, é6 rle·licio,o ml,1érlo e enobrece s mais cünclida• icléia,. 
que contem, 	Com isto quero dizer que, uma 1déin nún 
Belezn e oleg.lncin irrnclln1u 11),,0 ineRxpli- eejn bela oumo é bel11 unrn mulher cleAnudn, 
c·álrl <fllC !n,clnn; um :;u•lo e(c.,nnlo 6 mnie belo porque, n h,elezn da frase como u do ,•~~tido, 
que im gesto heróico, porquo está nú de to<lu Rervcm pnrn numenlllr e re•En!lar II h~leZII da 
lrtlidade; a el,·:;i'inciu nün é 1111111 lorç11, nem ldéi11, como n da mulher, cprn sem ela•. nparecc­ 
Fiquer um oH!orço, 6 um "que" do nuturnlldude riam em ma beleza lnnnimadu, que como o 
in/lto, 	mf,rmoro, tem Rcmpre ulgo de lumullr, dtt 
~ o gesto efllúllco do mármore c o ritmo cndnvérlco. 
lmptrAvel das a, 
A ESPIHTUALIDIOE 
ú 11 nlrun dn 1•lcgunr!n; l' do esto elegante, 
um ge~ro espiritual. um11 revelação du alma, come, 
Ioda puh1vr11 elegante, é uma gruçn cspiritunl, 
uma rnvduçüo dll ulmn, porque 11 elogâncl11 
verdod,·!rn, cumpr,i sempre o reu primeiro drvrr: 
Ignorar u si me~mo, porque uqude q11r. sube que 
é rlegante, deixa d,. sê-lo. 
O Pelronismo, o Brummcll•mo, o Dadismo, 
Jào no lundo um inunnte "lfemero, algo de uma 
6po,:n em todne UR ep6cos e 11 lembrnnçn de 
r,liÍtUaP. 	' 
UMA INDUME TÁRIA 
rleg11n111, não ó tenúo u 11xterlorlzoçiio de umn 
elc~âncin pslquka que a dlton; como uma frase 
elr~ante, nàn é s.-nilo, o espirltuul de um divino 
pcnumento que n linguugcm cobriu com véu 
1mpolpúvel. 
Um ,·1:stir clcgnnto, não 6 senilo ll 
revelação dr uma lma elegante, d qual, isto de 
t· 
e• 
,.s. 
[8· 
ll• 
L 
,ell: 
. o.· 
me 
.l ,, 
nes 
me 
A 
A EUGÃNCIA 
de uma fruse. é mais dnrndnura qnc n ele~âncla 
,lc um gealo, porqucl u frll•.- se e~.-rcve e 
travessa os tempos, e o gesto, h, ó efêmero 
corno os brnços que o esbo~11rnm, os olhM que 
fizerem trá1dcn ou os lahlos em cujo ritus, 
renpnrecsu e trnnspnrPccu por um momento n 
nlmn interior, rm toda sua trÓf!lca e momrntnnea 
revclnçüo. 
o• geetos impedveis de 8nroh Bc,nhnrdt. 
como os de ~lounet-Sliz, os de Gurrlck. como os 
de Tnlme... que foi feito dele,; <lernpurec~ram 
na bruma do tempo; dernpnrecerum como o ge­ 
to elegante rins telas de púrpura dns aeves de 
Clc6pntrn, dohrnndo-•e ao ,·ento aohre o Nilo, 
como •e cedes,em no peso do cnrpo do Cesor 
qne so lnclina,a rnbro II Hnlnha porn beijo-lo. 
UM GESTO 
elegante, é tüc> belo como '.!rn ro,10, ioda que 
lào !ugaz e fugirivo como a vi,;lo de !'l'urci,o no 
espelho uzul ,ln• aguas, em meio de rninútores 
INI4DOR PROF!SS!ONA 
ADVOGADOS 
Dr. Ivan fitílnsn da Costa 
Marques 
ADVl1CACIA EM GERAL 
Ru. Voluntários da Pútriu. 376 - Fone 2l0 
Bela Vista Mato Grosso Sul 
Dr. Gil Marcos Saut 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Rua filinlo Muller, 320 BOUHO • MS 
Dr. Pedro José Palmieri 
Advocacia em Geral 
Rua 15 de Novembro 17 
BELA VIS'.J'A MATO GROSSO DO SUL 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
ADVOGADO - 
llua 15 de Novembro S/N 
Bela Vista .Mato Grosso do Sul 
Rua 26 de Agosto, 384 - S'.lla 24 Fone 
~O Campo Grande MS 
Dr. Deodato de Oliveira Bueno 
Advogado 
'Esoritór!o: Ru11 7 tle Setembro, 230 
Ftme, 43-loü2 
Residência: Rua Coronel Camisão. 54 
Pone, 431-1116 
Ponta Porã t-Iat.o Grosso do Sul 
--=--...:..::.:.:, :::=..:-~---- 
Heitor Miranda dos .::::iantos 
ADVOG< 0 
OAB - MT 185l 
Rua Joaquim Murtiho, 169 
Porto Murlinbo • MS. 
Hilda Abussafi dos Santos 
' AUVOGADA 
Causas civeis . Com~rclal • Trabalhista 
Recursos em Geral 
lisa 26 de Aeoeto. n.o 384- t•·one 62 .. 10516 
zié." ate @e.saio_sul 
Dr . .Joelson Peixoto. 
-AdvogadQ­ 
Causas Civeis e Criminal'! 
Rua 1.o rle Maio S/N Jardim • Ms. 
Adalgisa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 de maio, 2282 
Campo Grande, M:5. 
Ricardo Brandão 
ADVOGADO 
Av. Brasil, 1595.. Caixa Postal 355 
Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
431-1646 (Residêneia) 
ronla Porã !.laia Grosso ~o Sul 
Or. Cosme Ro~erlo ~e Souza Pinlo 
,DVOGADO 
Cau,a Civei•, C:r!minnl~. Trnbolhisr.as, Hegulori- 
7;açõe• d~ terras junto uo Incro. 
Huu Dr. Corre•, em tr<.'nte a Praça Thomáz 
Laranjeira - Poro _urinhg:_:_. 
- Elenice Pereira Carille 
Dilene Miranda Carpes 
ADVOGADAS 
CIVEIS • CRnllNAIS 
!lua ::6 dt! Ago;;lo, 360 - Fone 6241520 
CAilPO GRANDE - MS 
rivaiv ele 1ua p:lllcla formo•uru; !', 11111• fruse 
eh•cuule, pOrlf; jrruillnr e" nté trJt-•efOO l-'UJH.rnr a 
mm:aÍs bela estátua, porque une a beleza da ruu•i­ 
ca, a J,,1lrz.a dJ forwu e, o encanto mai-trul do 
ô, dos pa+saro+. 
UM ERDADEIO 
elegante, é empre um verdadeiro ntti-ta, e, qual­ 
qun que uju suu .idade, se verá empre brilhar 
em e!s olhos; os ·vinte ciclos de literatura·, 
<JUI' Eça rle Queiroz, fazia lirllhar no 011104 de 
.Fracllque )lcndeo' 
MEUS CAROS 
leitoreF, ntó uqui IDf'rle,tumenlc procurnmo•, tra• 
duzir parte do prcfácin que José Maria Varga 
Villa, colocou em sua obra llter6ria •Los Direi• 
pulos de Emaus· que é como rle mrFm0 diz • Y, 
e,te libro mio, e, un lihro de Vidn lnceleNu1d, y 
do rníorlnlcs elq:ranciu,,, motrundo-vos utu pou­ 
co riu, luzes quo cumbiando por este mundo, 
mo•tram um pouco da •emelhança Dhlna do ser 
hu nono com o seu crlnclor. 
os que leram Vargas Vila, O! senão, da rrncluçno 
pol com estM pá;dnns do in•i;(ne colombiano, 
re11IJ711mos nos•n primeira cxperienç1a no helo 
idioma de Cervantes, 
Prof. Stump{ 
Professores 
coagidos o 
soo 
as- 
sinarem relató• 
nos em branco, 
Denuncia 
DP-putado 
O Jid,r dn haucncla eme­ 
dd,i,tn, De pulo do Rerµio Cruz, 
denunciou ontem ta Aorm 
hléiu n "prelo pária e 
imoral cxrrcirla utra~C• dr 
r<1nçJo Fobre M profoR,or,·•, 
que e-tio sendo obrigados Pe­ 
la Secretaria de Iecursos Iu­ 
mnno•, nlr1n é, ,Ir ma Funda• 
~:lo <lc E,lnca,Jo, u a••lnurrm 
formulários t'lll brnr.co," l"x. 
pli<'"ll o Depulnclc, que es,n 
medida irregular estA ,i•ndo 
orgunlzada por oqueln Secre. 
rnrJa fHHJ prt•enchimrnfo ele 
eru quaclro prr,vfa6rlo. 
Assinala Serei Cruz que 
"os professores io obrigados 
n n,sinarem um cacla•tro em 
brunco, com d.1do~ pe,,oals ., 
com um item observação re­ 
lut6rlo• que nílo chrl!am as 
mos do professor e que ão 
rrci,Jo• pela rlir.-toria dn CACO· 
lu," Ap6H recordar •111e rert'­ 
beu pes-o:lente, em eu a­ 
hinrt .. u visita de vários pro­ 
fr- <«ores que relataram a de. 
nún da, o Deputado manife­ 
tou o 6t'U lernor ,·om re]açUo 
nos r•paço, r:n branco: "dea 
poderão Ft"r, poRt~rfor,nente, 
maido-amr,,te pree.ichiJo• pe- 
1:,s rl·rnoc:""üf~" ela Secreruria 
de Hlecuro- Humanos." 
Hr-p mdcudo aporte <lo 
Jf,I •r do fiovcrno que ,olic!tou 
a declinaçio dos nomes de 
professores atingidos pela 
irregularidade, Sergio Cruz 
º""i:<·g-uron: ""5em pr~ fui con .. 
tra a dedur..gem. Sei perfita­ 
mente que ao rnomento em 
que cu cirar nornrs de prof,·e­ 
«ores, eles etrão na alça de 
mira de prováveis e futura 
perseguições. Mus tenho auto­ 
rJZação para citar um nome, 
que, tenho certeza ubHolut.u, 
Jamais será a1lagldo por e•~a 
nrhitraricdnd~ pois sberá se 
defender. Trata-se da profes­ 
soro N elly Bacbn, V creo dom 
de Campo Grande." 
~ __ .---;-_.:;...;:_ ·.-:. __ :vc.::....l.""=.-~.~~;=- ... -· _·;;··c.:·::...:.-,_-::::-==========1 
I O L3NU O VEMI A 
O ESTADO DE S.PAULO, UM JORNAL DE - • 
OPINIAO PARA LEITORES QUE TÊM. O QUE DIZER. 
-- • ,.,,,, • =----=::· ----------·

É PO 
Pedro F?edreirz 
AGOHA E IJIÁBIO 
Até que enfim, n direio da Grfia e 
Erlirnn, Ap.,, ,,·,11!11 que 11111 J11r11:1[ di{iriu po>·IIÍ 
mais condições« de tender o povão do udoe-tu 
(inda continua sudoeste!}. Inúmeras carta he­ 
aram à redução parabenizndo o j .. rnul )'<'ia i,,;. 
vitlva, interessante frisar que e»tu medida de há 
multo vinha sendo cogitatlu pela alta direção do 
jornal, conteve que up68 "muitos chute, u+ he­ 
fr, r.-~olvnam 11111,lnr 11 <:ol,11 dev11gor. L J,,o ai, 
quem compunha u truJet6riu da 'Trihuna, deve­ 
rá se lerbrr 'I"" o lll/orio f,.I promi:1ido ~ 11r1 
l•pu'la "rnui1a ge11l& cluvid1111". Olha peRsoal, o 
11eg(1d11 aqui (: por Ohj,·1ivoB, truçurn um objrli• 
vo ,: ,111 da fn:nlr, 11 i:tmlr chtJl!a lá. O próximo: 
modernizar o nos+o parque gráfico, Devagar... 
11111• 11 f.!<•1111, ditf.!11 )(1. 
CMAIA MUNICIPAL 
Alnd11 vui dnr puno pru mang, na !Jrclrndida 
lnlogrnç/lo 1:mrc o• pnd,,n·• Excculívo " Legíala­ 
tí vo, inicinlmentr: 0011•luzldo - o diálogo - pelo 
voroudor Nívnldo ,Ir Borro•. N~o •ohcmos ~uul 11 
rncp1lvidnrlc do senhor prefclw mualrípnl huben 
de C11,1ro 1'11110, com rc'!nçao à .,,t,, lniugruçilo. 
Ili'. rnulto tc111po que ÍBlo se fozlu ncco•drlo, po;, 
os Altos Interres da Gmunidade estão elm 
rlf:Ls ",,,h difrrcnç11s dn oplnl<1e•" O trd,nlho ,lc 
Nivldo de Burro• ,rrú julg,,do pclnH r<•sullndu• 
que obter junto 110 Dlrt1ório da ARENA. Serío 
Jnterosounlt, ver n prcscnçn do pre[ello Cuuru 
Pinto no (',imarn Mun1olpnl, pre,111nilu in!oru111- 
~õe, n rcspoí10 de •un 11dmlnl•1ruçilo, assim corno 
fez o governador llorry Amorim nu A,sernbléi11. 
llESPEITO 
Se o senhor prefeito municipal resolvesse ir 
à Cllrnura, o nmbícnte deveria ser de "dosarmo• 
1nemo do esp(rítoB". Sem píndínhu~, fronlos, grm­ 
scrln,, .'l~te nlgun• vcrendore• co•tumorn ter qusn­ 
do sohc11udos a falor n respei10 d11 u1lmlnl,trnçào. 
Quumo a opluíiln do jornal, elo é clnn.1 e Hrnpida 
como a úgun du fonte, ,omos contra n pulHicn do 
senhor prefeito. Se ele mudar u tí11lcn e "' mé10- 
dos.. a( a hls1órín seri11 outro. O IJUC é nece:s.n­ 
r,o lrhnr, é quo a turma da TF, em su grande 
rnnlorln, cm 1964 cst1.1vnm com 17 e '.8 nnos. Quer 
dizer. o pemnmcnto pollllco, os enos ., op nocr• 
tos, foram lnílucnciados pdo HcvoluçI10 de Mnr­ 
ço. Crescemo, junto com eln. Jó nilo se pode di­ 
zer o _mesmo ele muitos pollticos belavlstcnscs, 
que viveram o pcrlodo doo exlíntos partidos po­ 
llticos. f: láoil de e111cndcr ... 
VEHEADOHES 
f: bom. e oportuno, 6 nquele Drg6clo do avi­ 
so aos navegantes, frisar bem, multo bem que o 
nosso jornnl ndo possuí coruprom!.eo ~i,o,íl!co" 
com algum Vereador cm portlcular. Pnrn nós lo• 
E.Is 
BRITE 
dos e-tio ro te·mo tí«l e merrrão aplausos 
ou «·rf!kai. tpi:i.nrl,1 u, «. ,.,,. .. ;:rio E t•·m 1t1:'1i--. H ro­ 
hertara na amara <«ri total, idp ndente de 
trato. pois Nunca nos omi'i!os couw rferen­ 
ela à cobertura dos aconle[sentas, bela!-ten-es, 
Aquele neócio de "misturar dinheiro com prin­ 
ípio, é coin d má;zoa e incompeen. Nos­ 
,o Pai Ox,ol: ee1:, uf par,, ,·onfi,rnnr 'Ili<' o u,·-~o 
nrgf,do ó Amor, mu,t,, ntn<ir ... p, la terra e pela 
gente blavistene. 
PHOGJU,JAS 
Vários protrams brasileiros tendo levados 
110 nr pl'ltt Eml•,orn Z" 2:J, de Ili-lia VJ,la l'ura­ 
f.! 11 u (. Gaaco, Gluucl A L e d n, e rn 
,liua rllfcrt'lll<·P, l10r!irlos d J f e r e l1 t e • 
divulgam músicas brasleira«, u-suntos brasileiros, 
entrevistas com gente no»o e colaboram para ta 
harmonia e puz entre lodo, o; rn,,radort'• tlesla 
oídude qu,•, 11 1•urla dín, çresce no roílct'Ílo e no 
cuntcx10 c•tudunl. À cn,lu um doe comuuicudore., 
os parabens do di6rlo Trlbum1 <la Fronteirn. 
MUIJ,NÇAS 
O leitor Fcnllrfl. gr1ula1ivnmenl<, umn m11- 
cl11nça no j,,rnnl Tribuna du Fronteira, isto faz 
parte de n projeto pnru nfnumizor e umplíur 11 
úrell rle inílnenciu d,, jornal. Aos qnr ~0<111111 d,1 
escrever, as nosss páginas estão à disposição, pu­ 
rn isto é ~6 enviar us m térlas pura u Hedaçãe. 
Pedimo, penas, que lo ultrapassem umu lauda 
(lomnuho ofkío) l' ,rjam usslnadua. ,lé u pr!Í • 
ximtL. 
Sabemos que nfio é dP al:;ad::i. da - 
'Preteltura ~lunicipdl a limpeza dos 
terrenos baldios, mas o senhor prefeito 
pod~ria balxer uma µortari!t. concedendo 
prazo pars. estas limpezas. ;;ob pena ão 
P.roprietárlo do imóvel pag&r uma multa. 
É revoltante ver o esforco da munir.lpn­ 
hdade em urbanizar Bela Vista e não 
exlslic._colaboração. 
l'olllica a parte, Bela 'lista está 
acima de qualqurr "guerrinha parllculat'". 
Vamos cuidar d" nossas árvores. Vamos 
l•mp,u o& nosso11 terrenos. E quem nil.o 
atender o apelo da Profeitur", que rece­ 
ba a respectivn multa. O progresso trns 
beue(1clos. mas trás • t!t.mbém 
OBRIGAÇÕES. 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAB /MT 1615 
Causas r,J.vels e Criminais 
Rua Antonio João, 842 
Asfalto do Monu- 
menta 
' 
a Ponte 
Internacional 
,; - ---~- ------7 
r 
r 
! r; t1 
1 da Fronteiro 
O Senhor Rubens José Pereira o 
popular llateba, funcionário da Receita 
Fedet'al, em breve contato coma nossa re­ 
portagem, informou que c trecho do monu­ 
mento até a ponte e:erá totalmente as­ 
faltado. O 11ovo pre1,iu da A"e11ct11 cta 
Receita Federei já se encrntra"' em pleno 
f~nctonamPnto P tudo indica que nos pró­ 
ximos dias Iniciem os trabalhos de pavi-­ 
mentação as(alllca. A nova agencia é ums. 
obra de vulto e representa a pujança e 
o prQgres8o da nova Bela Vi8la. a prin­ 
cesa do Apa. 
Leia e assine 
T nbuna rt:a rvooteirn 
Veículos a Motor 
o .L1 ,Juiz dri Direito e de lllP!l0- 
1'<'" dll C<)[TI/)l'C!l de l.:lt•l I VJ,;rt,, baiXOll 
porta;ia proibindo aos menores de 1 
anos dirigirem qu•ilquer Hículo II PHHor, 
ele q11alq•J1•r ,·rpét'IP ou potPn<.'la. i por­ 
taria dPiXti bem l'laro que, o rnenor qur• 
estiver dirigindo e e insurgir contra a 
autoddndC', dPvMamc·ute ide111iflcnrtr1, 
Lambem +eri preenddo, sendo o fato 
lmedlnt111r;ent~ com11rilrnr!o no Juiz de 
rnenores, pnru o fim dus medidas apll­ 
cávelR. 
VrJCULO APRE DIDO 
O vt'lculo aprPndirlo sómente ~erá 
liberado merlf.,nte requerlmE>nlo frito 110 
Juiz rle mr•11or!'F fJ'']O prop1·íel/1rlo du 
vtlculo, npó!l cumprir!:is 11s normaR legalll 
do Cód go NacioDnl dP Tranfito. f!cundo 
sujeito o infrator nas reincinlencias à 
apre·não do veículo sucessivamente por 
30, 60. 9'>, 12(1, 150 e at6 180 dias, com 
bus na Legislação específica, sem pre­ 
juizo das multas previstas pelo Cód!go 
Nnclonnl de Tranblto. 
Flcn outorgnda à Pollcln ,Judl· 
ciária e à Policia Pederal a ml1:-são de 
fllzc·r zuJar pelo fiel ct1mprlmento desta 
Port11ria, indepenclPntC'rnPnte da bÇilo di­ 
reta do ,Julzo que agirá Inclusive por 
Intermédio do comisPúrlo de menores 
01·a eni f-1sl' de fJrganiznção. A Portar!~ 
será publicada na íntegra na edição de 
amanhã. 
CLINICA GERAL 
Dr. João Carlos Ocoriz Moroes 
Clínica Médica e Cí~úrgica 
Pré Natal Preventivo do Cancer 
Rua Antonio ~!ª Coelhu s/n 
(ao lado do Posto Rio Apa) 
Fone 215 • Bela Vi~tn - MS 
lfde(onso 
em Campo 
Grande 
O vereador Nivaldo de Barro~ d·· 
Arena, está empenhsdo numa camnji 
que merece plusos e apoio ae ''a, 
os polit1.::os locrds: t:nlr o Legislattvoºs 
o Executivo. 	e 
Nilo varuos entrar no mérito da 
questáo: se o seohor prefeito CaetríJ Pio­ 
{:.,$e2Uu ao t«te ã civi ão 
a, "{o. Este é um problemu de alça- 
~ o governador Hurry Amorim e do 
D1ret6rJu da A renu. o importan• 
m0nto • UNIR 	.e, no mo. 
- • e 
1 
r•s bel&. vJ::teoses em b 
cu tope@es lydas ara désení2. 
o muntetpto. Jardim está empenhud 
reivindicação de um polo rego]," 
prec150 que 01- políticos locai~ 
60 
uo~ e 
o sentido de fortalecer a im ge, '{ 
Bela Vista no ceüário eQtadual 
captar maiores recursos do G]"""Ta 
Visto or este prisma, e rabamho a,"? 
valdo de Barros é de suma im or e .
1
- 
assim, como, a recepuvd "{'dcia 
P r e f e • t b 
O 
a uai 
• 
1 0 
2luviste11se e 
f'lnto, Ety de A r a ú,. estro 
valdo T-urin! e NivaJdo de B l o, Os­ 
vero dialogar ra mesa a"" _deye. 
para truzer eque)a harmonia ne":oc111çoes 
acima de tudo O Governo F .,que o púvo 
ra. 	ederal espe- 
Deverão esquece 
do pas.do e,pesar ,, ?[,gpotros 
Em Púlitic9 tudo é • 
politica, l,Htrleirf da bi·t/?sslvel, e a 
Vista está acorrt>ntada 
6 
rtli, em Bela 
poYo ... o soberano o e a enad11. O 
entendam sob penl /º··;s
1
pera _que se­ 
tornar um lu"' .. 
0 
e a Vista se 
estngnad
8
. "'i:11 eJo esquecido e 
p()fn'O ~ll 'RTINIIO 
O prl'frlt m:. .. tipa! 
1Jdefon$O SOLII es d il. 
va. G<'gulu pnrn C' .;npo 
Grnncle, ooclr m:.::!ertl 
conta(os cm o o ;na­ 
dor Ilaáy Amorim, 
vlsunrlo n. JilJPrnç:1t. riu 
segunda parcela dn vez. 
bn p:HU reformas d:1s 
escolas. Irá tamboru n 
'l'V .!arena Ver A 
coni-egue u concerto du 
uparelh'• da torre de 
tell'vJ,/io que 1w oncon. 
tru em C11mpo Orando 
desde 17 de janeiro. A 
liga de Defesa aciotl 
solicitou, à Pre!ellun 
que lndicaFAe uma pl'S· 
f'lOH para reprt!Rentar 
Porto ;furtlnho em Bru- 
1,llla, em viugtHD de es­ 
tudos e, o f'lenhor prefei­ 
to municipal Indicou a 
et-tudante ~faria Aparc­ 
clclu Caprlata. Com 
referencia ao seu t<LICeA• 
sor, Jldt>fonso oispera que 
o senhor governaócr 
Inicie as !!Ug!'stõeq 
visando o seu sucessr 
upós o meR de março. 
A respeito de 
FJot!clas ventilada por 
joroalll de Campo Grande 
sobre a crie da 
Flores. l, o prefeito dise 
que já <'nlabulou cont1· r 
tos para ver a pos.bill- 
dadc de sr explora'a a 
fábrica pela iudus:z.a 
Tananate Carrura. C:e 
Araçatuba. Disse aln~l 
que a firma citada 
sollcitou prlorldr,de pa,·a 
esta exploração. 
Documenfo 
Perdido 
O Sr. Ataoaslo dr 
Alm-:it.la Melo deelr. 
que perdeu os documcn· 
tos do veículo ma1c..i 
Chevrulet tipo camlone· 
te. ano 1978, cor verme• 
!ba, chassis oº 
EC 14428 H <19820 expe­ 
dida pela 18ª Ciretr ,n. 
Publi<'açãc, que se fl!Z 
para requerer 2º vJ&. 
Bela Viiata 22 de feverei­ 
ro de 1979 
Talão fxtaviadg r· 
Nina Pereirs Pinhcír
0 
6Xtraviou Talão de ,Kotll 
Fiscal de venda de gado­ 
Talão de n9 014671 e 1· 
014680. 
Jardim 	~S . 
1 
---------- 
Preço deste erer li 
CrS 
r.;; 
3 00 , 
tner 
Si! 
elo 
QIJ 
llH 
11.1 
cu 
"'cl 
per 
bra• 
se1 
e