Diário 
Regional 
CARTA AO LEITOR 
O jornalismo, segundo o oom­ 
preondomos, tem obrigações e responsa­ 
bllldades quo vão ulém do direito de In­ 
formar. Se lnfol'mar não é tudo, u liber­ 
dade de Informar é quase tudo, disse 
certa vez Herbert MOs8, e acrescentou: 
"0 pleno e sábio emprego deta liberda­ 
de, jé. no simples roto de Informar vale 
muitos vezes pelo desfraldar de bandei­ 
ras e pela tornada viril de posições"•. A­ 
contece que essa liberdade e esse direi­ 
to não são de importancia vital apenas 
para o jornall!mo, mas para a própria 
segurança do regimes e Instituições. B 
preolso esclarecer: a liberdade de Impren- 
sa não deve ser confundida eom a li­ 
berdade de satisfazer a ignorância, agra. 
dar à mediocridade, alcovllar paixões e 
preconceitos ele grupos, nllmentar ódios 
e mesquinharias, nutrir tudo quanto há 
de feio na democracia. A pior forma de 
fazer jornalismo é a que visa 11atisfazer 
os lnst1nto11 baixns que há no homem. O 
parágrafo V do Art 141 da nossa Carta 
Magna diz que "É IIvre a manifestação 
do pensamento, sem que dependa de 
censura''; No jornalismo essa liberdade 
está em função da Étloa, do que resulta 
a liberdade de Informar e a maneira de 
Informar em relação com o Sonsaciona­ 
llsmo e o Respeito Pela Pessoa Humirna. 
Informar, difundir noticias é o objetivo 
precípuo do jornaUsmo, do jornal. 
Mas, como a liberdada de informar 
é por demais sedutora e apaixonante o 
seu uso, corre sempre o risco de 8e tor­ 
nar Abusiva, pois é regm universal que 
o excesso de uso deteriora o direito. Ao 
jornalista, portanto, cabe manipular a 
liberdade em sua forma mais profunda, 
uecobrindo-lhe os limites e determinan­ 
do-lhe as responsabilldo des sobre que 
a8senta de acordo com a clencla prática 
das costumes e du Moral. O que impor­ 
ta ao jornalista, como regra de conduta 
não é ser lnfallvel, mas praticar a justi­ 
ça na ordem da reta intenção, sabendo 
reconhecer o erro para corrigir-se, dan­ 
do u cada homem uma oportunidade, 
Pondo o bem comum acima do particu­ 
lar, o bemn da pessoa humana acima de 
qualquer coisa. Uos <los papéis do jorual, 
é _zelar pelos bons costumes, pelas tradi­ 
ç0es e Incitar o respeito às nossas u. 
toridades .A cada ciddüo belavistense, 
um lembrete: O respeito às autoridades, 
sob todo os pontos de vista. é causa prl­ 
lllordlal para a manutenção da ordem, 
da Segurança e do Regime Democrático. 
O Desrespeito à autoridade couduz ao 
9arquismo, a desagregação de nossas 
d
eis e consequentemente a bancarrota 
a sociedade. 
Tomou posse 
da 
o novo presidente 
Câmara 
Porto MurtInho - Em sessão solene 
realizada no último dia 2, tomou po8se 
o novo presidente da C0marn Municlpnl 
de Por,o Murtlnho, vereador Nelson 
RIbiro Feres da Arena. Prestigiaram o 
acontect::::!ento além do vereador Jonas 
Amaruge e Jandirn Sonres Corre, os 
senhores Alcir Coelbo (Presldente do 
Diretório da Arena); Tenente Clcero 
Antonio de Souza (da Capitania doa 
Portos); Ildefonso Soares da Silva (Pre­ 
feito Municipal); Luiz M. Codorniz; Carlos 
S«rubi (Consul do Paraguai); Zilda F. 
Contrern (D1retom ria Escola Tbomaz 
Laranjeira); Romão Maza (Deleg&ào de 
Policia) e representantes da comunidade 
murtinhee. 
RETROSPECTO 
O ex presidente Nelson Ramão 
Vitorio da ilva. le!Ilbrnu &tl 'lnjens que 
iez à Brasília. em companhia de com­ 
panheiros do partido e do Cfi mara, para 
ver a possibilidade da criação do porto 
e para tratar de asssuntos ligados à 
O carnaval belavistense, nos pri­ 
meiros dias, foi bastante agitado e l­ 
guns incidentes foram registrados. No 
Clube Esportivo B_elavlstense, na sexta 
feira, devido " o entusiasmo da festa" 
algumas pessoas ultrapassaram aquilo 
que nós chamo nos " ponto crítico" e 
Como é do conhecimento ue 
todtts, no dia 11 de janeiro de 1979, 
um incenàio destruiu parcialmente 
as instalações d firma Luso Comer­ 
clal Ltda, tendo fal:icido na ocasião, 
um dos sócios da empresa: José 
Martinho liomes. Foram quAimados 
todos ud livros fiscais, comerciais e 
documentos contábeis, originando 
problemas de toda a espécie. EFta 
publicação se f11z para efeitos legais. 
Luso Comercial LTDA 
oo Martinho Gomes (CRC 16S6 MT) 
GEMIDO ELEGEU OS 
MELHORES 
-EMPRESA JURIDiCA CYRI0 FALCA0- 
C a usas 
Cíveis 
Comercial 
Criminal 
CYRIO FALCÃO 
CARLOS E. MEDEIROS 
ANTONIO BRAGA 
. Advocacia perante o Tribunal de Jus­ 
liça do Estado de Mato Grosso do ul. Sus­ 
'enção Oral; Elaboração de Memoriais; A- 
l
d,·ocacfa E~p~ci11lizadn; Contatos Pr.rmnncn· 
-· com os colegas 
;CRITÓR1O -- Rua Rui Barbosa, 2.774CnI 
telefone 33-2948 Campo Grnde MT 
Escritório 'e zy:caia 
Sergio Roberto ?erondi 
CAUSAS d VEIS 
DIREITO AGR,RIO - INVENLiRIOS 
ESCRITORIO - Rua 3 ele Outubro 
( Ao Lado da Ciretran ) 
Bela Vista 	MS 
Asaocl11ção Comercial de Porto M:.:rtfnho. 
Falou das lndlcaçõeti, do apolo dado à 
classe pecuarista quando do aumento do 
preço da carne, enfim, traçou um parale­ 
lo respeito de Porto Murtlnho de ontem 
e de hoje, qunncio todos est!lo irmanados 
em busca do soluções para os problemas 
murllnhenses. 
O NOVO PRESIDENTE 
Nelson Feres, o novo presidente, 
agradeceu as palavras do vereador 
Ramão e disse que os Interesses de 
Porto Murtlnho estão acima de qualquer 
dlvorgencla e que o momento era de 
somar. Agradeceu o apolo depollitado 
em sua pessoa e que tudo farlc1 para 
dar continuidade ao Ideal de todos: 
Porto Murtinho Progressista. Falou 
também o senhor prefeito municipal, 
elogiando o trabalho de Selscn Ramão, 
enfocando o seu desprendimento e 
dedloação, às vezes. realizando o impo8- 
slvel para solucionar os problemas do 
município. 
praticaram uma série de Irregularidades 
entre elas desrespeito à autoridade. Não 
vamos eatrar no mérito da questão, ma 
louvamos a atitude do presidente do 
Clube que soube contornar a situação e 
serenar OI! animos. No Gremlo, um único 
Incidente "promovido pela alegria " do 
jovem Sergio Zanardo. Discutiu com al­ 
uns diretores do Clube e "surdo " ao3 
apelos dos amigos partiu para a briga, 
com garrafadas e agressões. O resultado 
da "alegria do Sergio " foi o acidente 
ocorrido com o sgto Antunes que foi pa­ 
rar no hospital, teve o seu braço cortado 
por cacos de garrafas. 
DESCULPAS 
Após o Incidente, Serglo foi até 
o hospital pedir desculpas ao Antunes, 
colocando-se a disposição para cobrir 
as despesas hospitalares. A bem da ver­ 
dade é bom que se diga que o envolvi­ 
do (8ergiu Zanardo) é um moço que 
nunca havia praticado ações de&ta na­ 
tureza é um moço trabalhador e de bon8 
princípios. Talvez tenha abusado um 
pouco do escoces e se descontrolado.· 
O Gremio Pedro Rufino e o jor­ 
nal Tribuna da Fronteira, elegeram os 
casais foliões 79: senhor Nei Brum e es­ 
posa e Estevüo Bazzano e esposa (de 
B•lla Vistn - Paraguai) assim como a 
foliona 79, Cristiane Rondon. A melhor 
fe ntasla apresentada, u linda senhorita 
Ione Maria Loureiro Lima e o bloco 
m,,lc; animado: Bloco do Operário co­ 
mandado pelo jovem Tadeu Marques. A 
e!!colha foi n:uito aplaudida pelos pre 
sentes e já fieou delineado que no pró­ 
ximo ano serão oferecidos brindes aos 
melhores. 
%r72 a0 
loolismo 
Pr. José Izidoro 
da Silva 
Descobrlmento o toxlcl• 
dade. 
O àlcool foi deco­ 
berto o recebeu este no­ 
me há cêrca de fjQO a- 
, , . b 
nos, por ul • árue 
que '> chamou li ghole, 
têrmo usado pelos ára. 
bes para designar c es­ 
plrlto muu, porqur verl­ 
llcou que, umo. vez ln­ 
gerido pelos eeus brbe­ 
dores, os faz!am com­ 
portu-se como demõnlo1'1. 
O lllcool é um veneno, 
acua Andrew Clark, ta! 
é a estficnioa, tal é o 
arsênico, tal é o ópio. O 
álcool pode ser classlfl­ 
cado ao par dessas dro­ 
gas A saúde é sempre, 
de uma maneira ou de 
outra, prejudicada por e­ 
le, nunca porém benef!­ 
ciada. 
O alcoolismo em es­ 
ta d o adiantado 
verillca o Dr. Richar­ 
dson determina a desor­ 
ganização direta de toda 
a estrutura vital. sem qua 
a ela escape um único 
órgão. 
Dr. Savino Gasparini 
técnico de higiene do 
Ministério da Saúde, de­ 
pois de reiteradas obser­ 
vações no campo da pa­ 
tologia do álcool, apre­ 
senta os seguintes resul. 
tados: 
O álcool ataca ad 
células, tecidos, órgãos, 
aparelhos e sistemas da 
complexa e delicada 
máquina humana, alte­ 
rando-lhe, portanto, aR 
funções. Nenhum dos 12 
aparelhos de que é for­ 
mado o corpo, escapa 
oos efeitos do álcool. 
Experiêneias feitas 
por diversos autore!', 
provam que mesmo em 
doses moderadas. oál­ 
cocl é prejudicial a0 Or­ 
ganismo. 
Continuaremos no 
próximo número. Cola­ 
boração da 1.a Igreje 
Batista de Bela Vista 
. Leia a BíbHa e ga­ 
nhe gratuitamente, um 
bon.lto Certificado confe­ 
rido pela Sociedade Bi­ 
bllca Brasileira, com sé­ 
de no Rio de Janeiro. 
preço deste exerplar 
CrS 5,00

Bela VJt 45 
O prefeito de Jardim, emedebist 
Pernundo Freitas, anunciou que s pres­ 
taçõ±s do conta utrusada de wua adinl - 
trigão qu poderiama ate ocarionur a 
uu caí6sução j e encontra em mi0os 
do Poder Lepislutivo Municipal quo 
s enviará uo 'Tribunal de Contas do 
Eute.do nos próxlmos dlt.B. 
Frclfun explica o atraso de preta­ 
ções de conta, a partir de dols anos da 
tlll 11Jinhtruçii.o anterior, como te:11 qa~ 
dur entrad;, cc,utlnuamente Ulll ano U_PÓ!; 
outro, so viu impossibilitado de atualizar 
suas prestações que estava atrasada 
I BICADO SOFISSIONAL 
ADVOGADOS 
Ir. hva Mfose Csfa 
lares 
ADVCICACIA EM GERAL 
Hun Voluntftrio• da l'átrin, 376 . Fone 210 
Bela Vista Mato Grosso Sul 
Anúncio 
classificado 
Dr. Gil Marcos Saut 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
lua [ili«lo Miller, 3O Bülll!O • t,lS 
Dr. Pedro José Palmieri 1 
Advocacia em GPrul 1 
Rua 15 de Novembro 17 
BilLA VJSTA MATO GROSSO D SUL 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
- ADVOGADO - 
Rua 15 de Novembro S/N 
Bela Vista Mato Grosso do Sul 
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Forie 
4-0650 - Campo Grande :'11S 
Dr. De oda to de Oliveira Bueno 
Advogado 
Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 
Fone, 43-1062 
Heitor Miranda dos Santos 
ADVOGIDO 
OAB - MT 185l 
Rua Joaquim Murtloho, 169 
Porto Murllnho • MS. 
Residência: 
Ponta Porã 
Dr. Joelson Peixoto. 
-Advogad0- 
Causas Civeis e Criminal~ 
Ruu 1.o de Maio S/N Jardim - Ms. 
Adal;isa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 rle maio, 2282 
Campo Grande MS. 
-----------·----- 
Ricardo !Brandão 
- ADVOGADO 
Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355 
Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
431-1646 (Residência) 
Ponla Porã Maio Srosso do Sul 
Or. Cosme Ro~erlo de Souza Pinlo 
ADVOGADO 
1 
Rua Coronel Camisão, 54 l , 
Fone 431-'116 Run Dr. Correa, em !rente a Praça Tbomáz 
' 	LarunjeJra Porto illurtinbo . Ms, 
Mato Grosso do Sul 
Hilda Abussafi dos Santos 
ADVOGADA 
Causas civeis - Comercial . Trabalhista 
Recursos em Geral 
Rua 6 de Agosto, no 881- Fone 6210516 
Cnmpo Grande Mato Grosso do Sul 
C'au,n Civeis, Criminais, Trabalhistas, Regulari­ 
znçõcs d.- terras junto uo Incra, 
Elenice Pereira Carille 
Dilene Miranda Carpes 
ADVOGADAS 
CIVEIS - CRIMINAIS 
fü,a 26 de Agosto, 360. Fone 6241520 
CAMPO GRANDE - MS 
drcsde 105. , tudo 
o emedeblsta assinala que 
d recursos 
está norzul, salientando que ,quina 
próp.os toram Isentados ma """!', 
itrittsrativa mui«tal as",",,' 
os serviços e os pagaruentos e 'une 
- 	Hoje portantc, a 
rios não atrasassem. !1 q 
1 prefeitura deve CrS :UJ00.000,00 o s 
rollhõ~s de cruzeiros), elos qmds 929 mil 
ao prefeito. - 
r.omo sua nproximaçuo da Arena 
é bem mutor do que us ligações ao ~DB 
a imprensa vem apontando Freitas 
como um doa bons a d p t o s 
do partido do governo e ele nlío 
nega embora asseguro que dentro de 
pouco temno . rPcus11rá sua clesllgaçuo 
do MDB, ém decorréneia do apoio que 
sempre recebeu úe membros da Arena. 
"passei por momentos crítlcús e nenhum 
manifesto fa vortJ vel, nenhum pronunc_la, 
mento sequer de homens do meu partido 
atual", lamentou. 
APOIO IN ONDICIONAL 
A HARRY A.MORIM 
Freitas frtrnu quJ Jardim deverá 
dar apoio locondlcloaal ao gQvernador 
Harry Amorim Cota, tanto que, através 
da As,rnclução dos Municípios do 8ul do 
Oeste do Estudo, na qual preside vem 
gestlonarido adesões ao manifesto que 
~erá ussioaõo no dia 3 de março em 
Marucaju, quando da reunião da ASSUL­ 
MAT, Associação Municipal de Mato 
Grosso do Sul. 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2172) 
FUNDAÇÃO Ialdo Pereira 
DIÁRIO REGIONAL 
Propriedade d11 Gráfica e Editora Apa 
CGC-MF 03.201266/0001.90 
Inse. Est. 1305923-13 
Diretora 
lIari11 E,tda V. Pereira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Diretor - Hedator - Chefe: Ivaldo Pereira 
Hedaror: Italo llorioli 
Gerente: ~ilson Silva Santos 
Redação Administração ~ Oficina•: Rua 
Duque de Caxias Eln Bela Vista MS· Cx. P. 23 
ASSINATURAS 
Bela Vista Jardim, Porto ~lnrtinbo Bonito 
Nioaqce C..rncol e Antonio Joilo CrS 800,ÓO 
Demais Municípios ---·-·- CrS 1.000,UO 
Observação Os artigos publicados com 
.l$Slnaturus dos autores não trnduz.eru ne­ 
ccs:-áriamente n opinião e pensamento do 
Jornal. Sua publicação obedece ao prop6- 
sito dos debates dos problemas municipais 
e de refletir as diversas · tendência, do 
pensamento universal. 
Jvun Nascimento 
I nutmnclís 'Ítno o -~ 
baile. 
Salüo chrlo, b•:bldn 
roluodo a vontade o to- 
dos na mLlor loucura; 
bem é pra i to que oxfs­ 
te o carne"ul, não 62 
Um amigo, Qlll' !ti 
estove ut:• de mor;bJ, 
disse-me que o fusué t­ 
va como o Diuho gosta. 
Esse amigo e outros 
resolveram escolher o fo. 
lilo ma!s animado e d1- 
ferente o que, conve­ 
nbmos, não era difícil, 
pois, nesta festa, vale 
tudo: homem Vf'Rlldo dt1 
reulher, mulher vestida 
de nada, criança fuzoo, 
do berreiro querenda 
entrar na dança já que 
no Carnaval a Lei Ilca 
caolha por nlio ter geD- 
te em nú:nero bastante 
para fiscalizar tudo o 
todos 
Meu amigo partiu, 
com seu grupo, para a 
eleição do melhor fo!Jão. 
O mals orlglnal. O mais 
engraçado. O mais cura 
de pou. 
Sem que ninguém sou• 
hesse, o grupo reuniu-se 
numa mesa em ponto 
estratégico do magnífico 
salão de baile , de Cd· 
ra. encontraram o ho­ 
mem que preenchia to- j 
dos os predicados acima; ~ 
ímed!atamente escolhe· 
ram-uo o MELHOR.__ 
Aqui vão alguns tra­ 
ços do felizardo que a· 
pareceu mais do que bu· 
rr co nas ruas de Bela 
Vis'a. 
Camisa comum, cal­ 
ça comum, sapato co·, 
mum e cara de bobo a, 
babar, tendo as calças , 
a escorrer pelas pernas • 
agarrando tudo quanto 
era mulher ou homem 
qu<? passasse por perto. 
Nos olhos o ar vítreo do 
tarado que só tem três 
dias para arranjar' sus 
tento. t . 
O prêmio será comi· 
sa de força pordez car 
navais. {. 
-· 1 
Leia e assine ( 
Tribuna da f roaleirn 
FIQUE .DO LADO DO MAIS FORTE 
'ergason 
,, 
pra7a 0,g 
d}Jt, it. IB$) bjy z±; 
y s!is ri n! id 
FILIAIS EM: 
ESCRITÓKIO DE VENDAS: 
Amambai, Bela Vista e Mundo Novo 
17 
Antonio João, Caracol, Aral Moreira, Jguatemi e Eldorado 
---

Bmsllla - O deputado federal Ru­ 
ben FIguelro, elelto pelo novo EAtuclo 
rle ~1"tn Grot:-Ho_ cio Sul foi 1·ecabldo Pm 
utencia pelo futuro pre-Ilente dn Re­ 
publlcu, general ,l oo Buttsta FIueiredo. 
A nsscsoorla do ruturo preslcknlc nlio 
Informou quuls os assuntoi:;, trutotlos du­ 
rante n uudlênclu, entreluntu ventilou-se 
que o general terla solicitado uo parlu­ 
mentur muls votnclo prla .rouu do novo 
Estado, quo ocelt.111;so u vice-liderança 
do governo nu Cllmura dos Deputados. 
O convite jfl havlu sido felfo ao 
parlumeutar !lo Est:- do rle Mato Grosso 
do Sul no Inicio dcstn m(ls pelo deputa­ 
do Nelson M!lt'clwrnu, tendo Flrruelró rle­ 
cllnado" do convite por querer decllonr-ae 
mais aos assuntos de son Efüudo, jô. 
que du•·1rntc- sete anos foi lldn cio go­ 
verno nu ..sscmbléh LPglslatlvu, o quo 
o oh lgou u um truhnlho forçudo pum 
conciliur os dlvers()s munl!!lplos e os as­ 
sunios do governo. 
Segundo H.3 Informações de Brnsl­ 
lla, n audiência forn sollcltnda pelo prn­ 
prlu general Figueiredo. 
u sulda do gabinete do Figueire­ 
do, no 18º undnr do Edifício do Bnnc<' 
do Bra!-II, o deputado Rubeu Figueiró 
nil.o confirmou nem negou os fatos ven­ 
tllndoA afirmando somente que entrega­ 
ria 11 Figueiredo um dossiê contendo us· 
sunto~ oonsldemdos de grande lmpur­ 
tunciu, entre eles os reluoionudcs com 
o criação do Ministério da Pecuõ.rle. 
modificacüo d Lel 5.692 acrescentando 
dispositivo que dê ao prufeHsor uma re• 
numeração condigno; e, f .. derallzaçiío 
dos policias mllltares com o objetivo <le 
ndequõ.-lo!', ipelos vencimertos, ta­ 
gens, gnraottus e sobt·etudo na pn: 'un­ 
ção técnica dos rõcursos hun:nnos que 
dispõe, às necossidndes da segurança 
Interna do Pais. 
Outros assuntos que ser!io JPvodos 
ao presidento eleito João 811tisto FlguE>:­ 
redo, é u regularizaçlío do. &itunçúo pro­ 
fissional dos jorna!ti;tus do Estado de 
Mato Grosso do Sul, com uma modiflca­ 
çiio na L~glaluçiio que p;3rmltn o ime• 
f7 
. 
:SI 
e... ! 
dia to registro daqu<·letl pl'Ofi a -lonal<i que 
atuam no setor cla11Jo-lhet. ui, gnmnttr,s 
de lei C' u <'t'lução <IP umu Escola de 
ComunlcnçõeB IH> Eiitodo; r;eaurn t<,'Hl 
pura todu a ltrea agrlculávl'I; r.glllz;.~;ilo 
dos pruC<'SB<,B de flnunclnmc nto para ln· 
sumús ugrfcolas, reativação do Proclepan 
Educação 
A Supn Plntudn mfie de urna Incrí­ 
vel filhurudu ungustludu reclumuvu pu­ 
ro o Sapo llol. 
- f~ cumpndre, nossu vida nesta He­ 
Ju V!Qtn tá um desr.stre. 
- • É cumudre snpa, tá ruim mesmno. 
- Vê o senhor, unllgomente nós 
criava sscs filhinhos nos aconchego 
das mutnus mas com o progresso dos úl­ 
timos tempos tem t!o e !11gous pc1ru lodo 
cvnt.o. Jgoru mesmo uo som ele bnr,dus 
e dl~cotecos Inauguraram uma lagoa que 
até AU teubo vontnàe de esquecer os 
meui; cabelos broncos e minhas rugus e 
üur uns mergulhlnhoH. 
- Onde Iicn ei;lf1 moravillrn cu·na­ 
dre? Cvmo a senhora sabe cu gosto 
multo de estar no melo dos jovenõ e, 
perdoe dizer, com u onda dn:, tanguinbus 
tcm cadu supiha cí que é um mura­ 
vilha. Onde fica e;:tia lngoa diga logo 
que vou lá hoje mesmo 
- Bc m cu11' , rlre, nlo sei e a curr.a­ 
dre vai gostar m,:f', por fuvor faça boca 
de siri e finja que foi o sPnhor me:;mo 
que descubriu u lagoa For do Ap Se­ 
gu1.do. Flcu per!o do Grenllo Ped,o Rul'i· 
no ou rua que vem puro o colégio Cus­ 
elo Branco e se o senhor for de corro 
àelxe-o estucioo(ldO no pálio da Churras­ 
caria ~1eu Rnncbão ou em frente o Escri­ 
tório Brasil pois dali até a Flor do Apu 
Segunda, é um pulo e se o senhor for 
de o utomóvel poder ô. fica, preJo na 
correnteza já que nossa descoberta ficu 
e 
e Pr,•íl0P~te 2; rrlncílo do Pn,grurun Es• 
peiI 'rn o Hulsio Sul.tgrosense 
Probol o; u toes clre fitncimen­ 
to e e:agzcia pera a recuperação 
dtus azedas e formnço de novo te­ 
buuhci e·, u pavim• r;:ur,üo dl' Ir-da, a,; 
HHs do .lato Gro r,o dt
1 ~•Jl. 
Política 
Ivan Nascirnento 
_;, 
' 
PXutumE-ntr> no melo dn rua Burlío de 
:folguçu e é ububk,l..u. CCJl1l 6guu11 po­ 
clrPS d<: div<•nu;, cnnto1<, o que fuz com 
que se o senhor não quiser r di Ptamen­ 
to nova lga:,fcr num dos itcs 
nflur•nll'ti nr.tc e deliuL-ntc s dt·pols 
pois o. t'.guu P lh li H í' t·'.1eiu rle mri;­ 
qu!1os o que, ce cura. 1z com que nü.o 
pt·l'clsemos Jevur e< 1 !i pois Jú :,x;;;.te 
deruu!ti e de multo lJ,m qualid:!dt>. 
- Brigado, curr• vou ngora 
mesmo visitur esta Ia1aba untes que 
ulgum prfelto novo. queira bancur o 
gostosfio e acbar cuI e:-lu. 
Guardo 
Noturna: 
_,.,. 
- 
5.í. •os @w« 1 
ex[tiu, e que fi tin+nu],'a 
J)or f.tlt:l d1• rt-,·ur,o ! l 111 • 
t•t·iro , Jardim, ·nua popular o 
e ressette da nece t ale 
de utid uata noturnut, e é 
claro ,1uc pun i-co, h!, a im. 
perio-a in i-petabtlidae da 
e ter fundo+, 
Terão de ser comprados 
u.:11fortnt' , uIia, pa.. o» 
ordenados de tais guardas. 
Pois bem, e cada morador 
da cida<l1· contribuir con, ape­ 
nas lO l', uzriro:' ;• cudo cn 
ruí!I ri 1ntt• com J', ll"rrmo o 
pobl.na soluclonado. Fundo» 
virão s logo teremos nos0s 
lares, nossos comércios, mais 
beu resguardados, o até nos- , 
a própria vida, osslm conH> 
provavelmente, dirinnm 
111mlwm <>• roubo! ,le nu111111<
1
- 
 ! . Tributa da Frt,nlciru 
lança mais uns repto, que co 
rrciante reunam-+e e le. 
diatarente, montem umo rJj. 
rdorin. uma chdia para <jll<' 
vejam então unguriados o di­ 
nhPlro nrces,úriu. !'iilo ó pu~­ 
ivel, que cada morador não 
po,Fu ~0111ribuir com 10 eru, 
zeiros e e.oda cumerdunt e corri 
50, mcll!ulmcnte, am seu• 
próprio. beaeflclos. 
de Sergio L. ZaJJardo 
Inscrição Est. 1051901-.9 	í.GC J117. 03.201.4-11/0001 
Bevl!f!clumento de Arroz 3/4 ATrOZ Sep·do- Arroz SS 
Milho - O melhor preço da praça - Entrega Rápida 
Rua Barão do Ladsio Ca. ostal 25/ 
Bela Vista Mato Grosso do Sul 
e::::::, 
Produtor 
W 
rm w
1 
f@ n f7 ít ifl w 
li]}jil!li tjli/j! 
"éigé/pó 
Calcário Bodoquena 
Rodovia .Jardim - Porto Murtinho Km 54 
USlt'IA 
Escritório de VendM administração~ 
de 
JARDIM 
 venidr. Duque de 
1fiA TO 
Caxias Centro 
GROSSO DO SCJL 
/ 
o 
sr@era 
Sal ~ Açucar - Arroz 
S MELRICES 
MERCE 
30 
Secos e 
------------ 
! 1 
Molhados em Geral 
7! 7121° 
9 
J

tC,iluhoraçio <lo Pr. Jernm!Ull VI- Enlúo a Terra SPI á Tuo, com tudo 
1 	0 
que ela encerra, e, o quo é ma:·, Su- 
cente d Silva da Primeira Igreja Bati +i Um Homem! 
ta til' ll'.111 "iRla), 
• 
Se és capaz de conservar o juízo 
e o sangue frio, qu,rndu todos uo redor 
de li p1n·rtem n cabeça o to 11<•usum de 
peuler tua; e podes conservur a lUi 
eonfiunçr em ti mesmo, qutndo todo 
duvidam de tl, e o momo tempo, tomar 
om cwn·•ldoraçllo e8>lfl clor..conll11nçu; 
Se tens nu força do esperar longa 
mte em enrBr-te da ospera, 
s,., !lOndo utaoodo o<>m menllros, 
não te defendes com mentiras, 
Se sondo odiado, nllo odelt1B os Av. JJrn,11 . Ed. Cinclandi:t • Snl& 201 • l• Andar 
teu,; Inimigos; 
11o Se, us~lrn procedendo, nllo fazes l'on&n l'vrà 
pl"llQll do multi virtude ~ de multa su- 
bodorla... 
Se tu podes sonhar e no perml- 
tes qul'. o sonho te domino; 
So tu podes pensar e no.o te cun­ 
tcnlus com fazer do peusumonto o fim 
de tua vldn; 
Se, encontrando o Triunfo o o Des- 
graço, és cupnz do encarar com o roes• 
mo O.nlmo todos dois impostore11; 
Se tens alma para ouvir 11 verd1- 
de que preferiste falseada por malandros, 
que com ela procuram enredar os tolor-; 
Se tone coragem para ver despe­ 
doQnrem•se ns coisas que mais amas, , 
ainda, para juntar os destroços e recons­ 
truir, com instrumentos Imperfeitos, o que 
deln!! re6tnr ... 
Se és capaz de amontoar os teus 
bens todos, jogá-los num lance de "curn 
ou coron",perdê-los e, depois, recomeçar 
a tuo vtdu, sem dizer palavras sobre a 
tun perda; 
Se és cupnz de obrigar tou cora- 
çllo, teus nervos, teus músculos a obcde­ 
cerr.m•tf nlndn quando estiverem oomple 
tu::nente exaustos, e de perseverar n1 
tareia lnicladu, quando nada mais em ti 
existir, etinii.o a tua vontado, que mundo 
prosseguir... 
Se tu po<l.es estar eotre ns mulll· 
dões, sem perder n tua peri;onnlldude, e 
caminhar a par com reis, sem perder a 
noção dn humanidade comum; 
Se nnnhum Inimigo, nenhum carl­ 
nhoso amigo te pode causur duno; 
S todos os homens confiam e '.!!I· 
peram em ti, embora não confiem ce­ 
g.!.mente; 
Se és onpaz de encher cada ine­ 
xorfi.vel minuto com sessenta segundos 
de trab1:1lho acabado; 
Desenhos Ar"tetânico 
Cópillc Hrll, ::ri.firo, 
()oscubnu i'ublir . ios 
Topográficos- L '1o» 
e Planos em Geral 
Sergio ílamão Kampa 
iluto Grosso do Sul 
Lixo estagnado 
Jardim perfumo 
Jardim - Cresce nE<~ustadorumenle 
núm~10 de lixo ucumuludo nus colçudus 
diu ruu':l de Jurdhn, em virtude, slmpl<-s­ 
rnente, de não termos mniE< quem recollrn 
u lixo. 
ü problema é que lnexp!lcávelmen- 
te, a atura que efetuava 11 prestação 
de serviços de recolhimento do lixo, 
como que por 1c-uc1rnto, sumiu, evuporou­ 
se du cidodt1, e e ,ideotcmente, o~ ,!e tri­ 
tos, os restos de comida, enfim tudo 
aquilo que pJdc ser cacsiderado resto. 
continuou exblln.l.o, normulmentC' corno 
acontece em qualquer lugar, onde exiHtum, 
onde bubllem i;eres humanos. O mau 
cheiro já se faz uot:-.r c:m nossas runo, 
agruvudo com o fato de permitir o 
aumento leri ível de moscas e outrcs 
insetos, nltm da cachorrada enorme que 
existi, nu cidade, iuçar, derrubnr os 
recipiente;, que depositum o lixo, bUjau­ 
do e imundaudo ss vius públca8. Urge 
que o prt'feilo F'ernando d<:! Freihs, tome 
uma providênciu imediu ta, n nte s que 
múl maior aconteça, e já qt1(' deveró. 
ordenar uma limpeza o mais breve 
possivel, que opere também com rderên· 
cio uos inúmeros cães vudlos que in~es­ 
tum o cidade. 
I
"'ua Antonio João, 1011 
., ----·-·· --- 
Dela Vista 
M. 
%1.C O 
e A R I e I A ?rcç3 %$!2 2%112231 
P% iet:.d 0evar Briosa 
fica em aí, perto do elavistense 
Nao deixe de 
O mundo é pequeno: . 
ele cabe inteiro .a%, 4 
e3í?' .- 
num grande -» 
, +I 	[2:2 ·g 
1orna. -;: ·,-., ... : •• 
E chega ' < 
todos os 
dias à sua 
cidade. 	%5±fj 
r
i ~~~asa, g~r~ 
se você é um .- 
l 	('2, 6@? 
l nossos assinantes. '6o{61% 
d 	e1ç,»° 
..sras.s., 
{onié@ PiR4 ois @UE"@9 OVE5grR. 
. i 
1 
1 
 
Serviços de M.ecanica em Geral, Al' d n· iamento e ueção Regulagem de Motores, Funilaria e Pinturas 
Serviços de Solda, Vulcanização. 
Rua 13 de Maio, 1080 	Porto Murtinho MS 
O sonhe tornou-se Realidade 
Agora em Bela Vista, Existe umu Churroscarla onde voe:ê ood1>rá l 
esposa, seus filhos. saus :.o'8 e sentir-se reulmete em s,, "Var sua - a propna oaaa 
- 
·1 	Aqueie algo mais em Churrascaria 
«se +» esws RQDZX CQMPLET 
' - -------=-----------------~(~Ao lado do Glnusio Estadual ) 	Bela vista MS

ela VI«ta MS 
- 
Tribuna da Fronteira 
9 
OLUÇIO 
Mi istr 
r il 
,., 
Q 1 
as 
' 
, J 
 
E !linda há ruais, multo mais, a 
ser dito e relembrado. 
Como slruples transcritor destas 
"plrulus" de relembrança daquilo qu~ 
tem se passado em nosso grande Orasll, 
que só é pequeno porque mela duzln de 
maus brasileiros só tem vistas pnru o 
• que o seus cofres lhes possa contribuir 
na forma já enunciud1i da "Arlo de 
furtar" ... renasce em miro esperançes 
porque da massa do povo vem esta 
outru onrta de apolo incouteste a de D. 
Ely Barreiros Novelli em a qual entre 
outras coisus o seu autor r. Hermenn 
Moraes Barros escreve. 
A cartn de autol'la da tienhora 
E'y Barreiro Novelll destu capital 
(s. Paulo) confirma a fibra e a coragem 
nunca deementlda da mulher b:-asilelru 
1 
Crôr,ica de Bustos Domeco Jr. 
1 . 
1 
 ' 
·, ' 
Pretendo,. a medida qu,~ a boa 
vontade da 'I Fronteira permitir repito 
' 11 	' I' ' 
permttlr, publtcnr num dos cantinhos 
opiniões e conceitos firmados por leitores 
da Imprensa nacional formam do que 
aconteceu no pussudo e e pasta no 
presente. 
A leltoru Ely ílnrrelros Novelll, da 
Capltal do S, Paulo escreve u redação 
do "0 Estudo de S. Palo" a transcrevo 
qul alguns trechos importantes. 
"Gostaria de upoiar us palavras 
daquele senhor que lhe oscroveu lamen­ 
tando u polêmlcn sobre u volta do ar. 
Leonel IMzolu ... 
"Mus gostriu que fossem lembrados 
os acontecimentos que geraram a Revo­ 
luç1io do 1001, começando com o gover­ 
no (diz elu, deflgoverno digo "eu") Kubl­ 
tscheck, (u construçfo de Brasiliu). 
lulellzmente, a nova geraçúo que 
í está, e que tanto grita pela unistia 
ampla, não viveu os momentos difíceis, 
angustlumentes mesmo, que vivemos da 
1950, ª· 1904. 
Gostaria que C's srs. lembrassem 
o Inicio da lnflnç!lo, com a construção 
de Brasilla. Recordo-mo de um detalhe, 
que dó. bem idéia da sua grnndezn. 
Naquela ocnslü.o pagava-se a carne a 2 
cruzeiros o quilo, e quando havia: aumen­ 
to, era de centavos, passava a 2, 10 ou 
2,20. 9tc. Com a construção de Brnsllla, 
ela subiu a 11,00 o quilo, em meses! O 
que se gastava em transporte aéreo 
parn lovar tudo para Brasília. Quando 
sua oxcelênola dava um simples almoço 
a qualquer personalidade vlsltnnte ( e 
!oram inúmeras) desde aR flôres até a 
Cbmida, eram levadas do Rlo por avião. 
Isso sem contar o transporte uéreo da 
lamilia do presidente, cujas filhas vinham 
em o.vliio espPcial fazer tratamento den, 
târlo em São Paulo, e eram apresentadas 
em baile de debutantes em Paris: 
Hoje, o presidente Geisel, aos 70 
anos. coustrói u duras pena!l uma casa 
• em 1'eresópolis, no valor aproximado de 
7 milhões, o merece uma reportngem 
especial com detalhes da "mansão". 
Vejam. os anúncios dos o parlamentos à 
venda: em 8ão Paulo e Rio hoje e os 
seus preços! E não me, lembro de ter 
Isto reportagem nenhuma sobre as 
Propriedades do sr. Kubtscheck em 
Portugal e dos srs. Goulart e Brizola, 
no Uruguai e na Argentina. 
E, gostaria também de sgber como 
0 Sr. Brlz'Jla consegue fuzer um cariss!­ 
tno turismo por inúmeros pises, fazendo 
8Ua.R declarações ::obra problemus mter­ 
nos do Brasil. 
Mae, continuando sobre o estudo que gos­ 
(aria que os srs. fizessem, não poderia es­ 
quecer a covardia, a traição, de. renúncia 
do sr. Janio Quadros. E esse homem 
Ainda tem a petulância de dar entrevists 
e dizer que estava votando (em 15 de 
novembro) nos candidatos que cumprissem 
0 seu dever, porque há os-que não 
0 
umprem": É Incrível: O melhor exemplo 
~ ele próprio, que eleito por milhões, com 
Tudo para fazer um bom governo, covar­ 
demente quis dar um golpe, e _renunciou, 
~ntregundo 
O puís ao sr. Joao Ooulart. 
'E a intlaco galopante que dai resultt'U. 
E o desgoverno do sr. Goulart. E a en­ 
l?ega do oals aos comunistas mdlcados 
Pelo sr. Brizola. E O célebre comício no 
Rio, em Março de 1964,_com o sr._João 
üoálart e esfusiante D. Maria Tereza 
(a mesma que hoje á ca'ou de revista) 
o palanque oficial, e os participantes 
llortando faixas com o emblemn da foice 
e d martelo" 
,, "É isso, que eu gostaria que s0 
"H'asse aos jovens da hoje, a relembras 
aqueles que viveram aqueles de 
as andam esquecidos. . . • 
E os atos terroristas que come­ 
Çtltos a sofrer os sequestros, os assa8l­ 
"Os, que graças o ÁI- 5, conseguimos 
'tterrulnar voltando a ser um país tran­ 
!lo, quo cresceu extraordinariamente, 
m trábelho para todos. 
E o que a::onteceu e vem aconte­ 
cendo à Argentina, que niio teve um 
AI -5 quo a slvasse em tempo. 
Gosturla ainda de prestar minha 
homenagem 110 prof. Gamo e Silva tão 
adrnlrndo é Incensado após a revolução, 
e que últin anuente vinha sendo execrado 
por tor sido o recl;;tor do AI - 5 e UM dos 
seus slgou tárlo;;. 
E é lumenL 'l'! ver com que covar­ 
dia ae calaram os que o deviam defen­ 
der e os que, sendo polillcos. não tive­ 
ram a hombrldnde rle prestar suo últlrno 
homenagem, comparecendo ao i:eu enter­ 
ro. 
Diz ele adiante: 
Por melo desta apresento-lhe, 
com us mlnbar; bomenagene por sua 
coragem cívlca, ml'u despretencloso 
apolo em tudo que disse, com desas­ 
sombro, a raspelto da polltlca nuclouul 
desde os acontecimentos que geraram a 
Revolução salvadora de 1964. 
Associo·me também, às homena­ 
gens ao professor Gama e Silva, amigo 
e companheiro de todas as horas, desde 
us lutas civlcas de 1932 uté os dias 
atuais. 
Apoiei o AI - 5 quo som dúvida 
salvou o Brasil da catãstrofe terrorista, 
em que se debatem a Argentiua, Espa­ 
nha, Itália, Inglaterra e tantos outros 
países. 
Ao mesmo tempo manifesto minha 
revolta pela ausênclu de ex-companheiros 
revoluclonárlot-1 e membros de governo 
que faltaram ao dever de reverenciar u 
memória do destrmldo ml::il.;iro da Jus­ 
tiça do governo Costa e Silva". 
Honra ao mérito de uma coragem 
incomum a de D. Ely. 
Graças a Deus porque ainda temos 
homens do quilate deste l oraes Barros. 
Pela minha parte faço minhas 
todas estas aorajosas ldólas que como 
idéias representam ideais dos que só 
tem seu pensamento voltado paru a Pé.­ 
trio ogmum. 
No chega a ser uma excentrfci­ 
dnde, mas nma forma original do povo 
de Cobrelo protestar contra o abandono 
de t1uas ruas. Alguns estudantes em fé. 
rias, que vieram a Cobrelo pura entre 
outras delír:las, • zanzar de carro dia e 
noite, encontraram suas tradicionais pis­ 
tas de corrida (as ruas da cidade) séria­ 
mente ameaçadas por buracos enormes 
o que torna a brincadeira deles bastan­ 
te perigosa. Diante dessa circunstância 
lamentável, tiver11m de se resignar a di­ 
rigir não excef:sivamente embriagados, 
sem correr muito ou o suficiente para 
conseguirem fazer uma curva com pelo 
menos duas rodas. Foi demais para eles 
Imediatamente, reunirAm-se revoltarlos. 
Ouviu-se uma voz exaltada: Não é poa­ 
r,iveJ! Nunca mais volto aqui. Andar nes­ 
sas ruas é um perigo. E eu odeio o pe­ 
rigo. Só gosto de correr! 
Foi então que nlguma mente bri­ 
lhante sugeriu: "Mas isso niio pode fi­ 
car assim, vamos protestar, vamos eri­ 
car com toda a plebe!" Os estudantes 
ficaram tão exaltados com essa idéia 
que se excederan: um pouco: no final da 
noite uma lanchonete tinha sido clepre­ 
d1id11 iµtelramente e três prostitutas es­ 
tavam enfaixadas dos pés à cabeça no 
hospital. 
Durante o diu, um folheto rodado 
no mimeógrafo já circulava pela clrlnde: 
era o estatuto de um concur~o Institui­ 
do por uma certa sociedade seereta. Mas 
todo mundo sabiu que essa sociedade 
era os estudantes, inclusive o prefeito, 
que leu o folheto bufando de ódio: " Es. 
806 subversivos! Quem mal; cometeria 
tantos erros bárbaros de português que 
esse bundo de estudantes vadios que 
nunca .passam no vestibular?!" 
A população. q'.le geralmente nii.n 
apreciava as dlabrurus dos desvalrudos 
estudantes. sent!a-se mi:ito revoltada 
com o abandono de Cobrelo para não 
aderir ao protesto, perque, embora apa­ 
rentemente fosse um concurso, era na 
verdade um protesto. Por Isso, o assun­ 
to assustou o prefeito, que esbravejou 
tanto e tantas patadas deu ( o que não 
é absolutamente seu costume ), a tal 
Prol. Stumpf 
HORROROSOS 
ponto de fazer o milagre de conseguir 
que o geralmente sonolento e incompe­ 
tente mecânico dn prefeitura pusesse a 
patrola pra funcionar, ao descobrir que 
pura isso bastava gasolina. 
Porém, antes que o prefeito tives­ 
se tempo para tampar qualquer buraco 
( exceto sua boca, que não podia amea­ 
çar ninguém, para evitar maiores picha­ 
ções), a primeira eliminatória do con­ 
curso já estava prevista e programada 
pra um sábado. 
O concurso d1:.nomina va-se " Certame da 
Felura do Buraco Mais Horroroso da@ 
nossas Ruas". Os finalistas daquela pri­ 
meira fase seriam os buracos que aber­ 
tos naturalmenle, pela enxurrada e pelo 
desleixo das autoridades " cempetentes" 
contivessem maior volume de detritos 
não o suficiente para tampá-lo, m8s pa­ 
ra causar lllá impr2sslio nalg-ama auto­ 
ridade do governo que por ali passase, 
ainda que de óculos escuro, de torcicolo 
e ligeiramente ·1nflamado pelo uisque. 
Depois da "festa" ( estilo progra­ 
mados ou1ras eliminatórias,) cedo ouviu­ 
se o ronco da patrola arrumando as 
ruas. Trabalhava lentamente mais por 
culpa do velhaco patroleiro do que por 
causa da eficiência da máquina, por que 
o sem vergonha exigia que cada barzi­ 
nho da rua lhe servisse gratuitamente 
um gratificante lavrado ( cinco dedos de 
uísque cava chão, ou eja cachaça ). 
Muita gente já jurava que no outro dia 
o safado entraria em coma e a patrola 
seria aposentada outra vez, com "pro­ 
blemas numa peça estrangeira". Mas eu 
não recebi nenhum telex ainda ... 
Dr. Laucíd,, V aldez 
Clrurgião Dentista 
CRO - 557 Mt. 
Clinica de Crianças e adultos - Ralo X 
Atende-se com hora marcada Consultório 
Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado d Banco 
de Barros 
O ministro das Minas 
e Energia Shigeakl Uekl 
voltou a de mC'ntlr ·m 
entrevista à imprensn a 
informação de que Pe­ 
trobrás exporta deriva­ 
dos do netrólco, Pelo 
coatrrio, as exortações 
nllvlum parcialmente o 
peso do t;rnndo dlf'põn­ 
dlo com o. lmportuçüo do 
petróleo bruto" afirmou. 
Segundo Uekl, que 
convocou imprensa à 
sua residência, os cl'.llcu­ 
los apresentados para 
mostrar que as opera­ 
ções são desvantajosas 
estão r,rrudos porque tiiio 
feitos em cruzeiros e 
partem do pressuposto 
de que só existe um tr­ 
po de petróleo. Isso é 
simplificar demais o 8- 
sunto comparando petró­ 
leo com boi. 
Ve que como amigo é 
o muior presente que alguem 
pode ganhar. 
Vocc que com sorriso 
inocente conquista a simpatia 
de tudo e todos, 
Voce que oo brilhar de­ 
seus olhos dá mais sabor a 
vida. 
Voee que na angústia 
dos outros fornece compreo­ 
·ão em pedir nada em troca. 
Voce que tem o mundo 
como a verdadeira roda viva 
e qoe na vida de tristeza nos 
faz ver a alegria de rirer. 
Voce com ei ar de meigui­ 
ce resplandece até a planice 
com a ternura de um cristal. 
V.ce que é a simpstln 
em pessoa, e que no seu 
rueio de cllmpo. antlputia nfo 
tem vez. 
Voce que sempre fazen­ 
. do surpresas r que surpresos 
ficamos nós ao ver que oo 
mundo em que vivemos da 
paz trocada pela guerra do 
amor, pelo ódio, :únda existe 
gente com todas as qualidades 
con:o voce. Só.voce. 
Beatriz Antunes 
Documento 
Perdido 
José Maria Co 'ho 
Xavier extraviou os do­ 
cumentos do veír.u?o 
arca Chevrolet CJ 040-1. 
Cor Amarela, modelo 
Pick-up, tipo camioneta, 
Chas,::i n!! C144CBR0917SP. 
Publicação que se 
faz para obtenção da z1! 
via.

BOUTIQUE CHARME PRAZEIROSAMENTE 
Elll: 1 SOCI 
APRESENTA: 
-- 
Tribuno 
da Fronteira 
Por Nancy 
Sandra L. Marques, Floco Moleque dança 
N ASCl  f.NTOS: 
Nneceu dil 21 PI'· 1111 Mntrrnirlude do fio•· 
ital 5o Viente de Paula o «nrotllo 
'iey. Aos papal Ponlano, Junlze e o 
by felieldnde. 
LAMBE 
DJnlmn r. Jlrnniua ícllr.e• com a ched da 
róhuwt Fernanda que peso quatro quilo» 
o ol:;1unue 1-(Ullllll. 1'ar11lien,. 
CASAMENTO 	. 
Ll 24 pp. aconteceu o enlace Matrimonil 
du Uivon11 fillll ,lo curnl Ar10,to ,Sllvc1r11 
Uno ,. Con,tnncia r. Ju8Ó llohcrto, íill,111 de 
Antonio Lopes de Paula e Delza Maria. A 
lrej Matriz toda engnlanadn recebe4 
noiv Dvann com su beleza e melguice. 
Grande número de convidados foram ver 0 
nbrçur DIvan e José Hoberto em sru dia 
D. Au jovem ousul llcllcul111les 11111. 
ESTUDANTES 
f'ornm íoliz.,,, nn• proV11R do Vestibular, 
mlndo vitoriueo, u• bollVhtcnse1:, Aclno 
Carlos (Direito), o cnal A elino e Celeste 
(Dircilo), h.uhcl Znnardo (Servlç,O Soclnl), 
Lenie Haffel (Administração de Empresas), 
Zildu Cnlurd,11 (Secviço Social). 
ANlVEHSÁHlOS 
21 15 1111'18 clu Jovem Murgoth Jucquc• 
line Vela+quez 
24 Nnt de Tadeu llomcdo 
Quem oomcmorou tombem seu• acls nninhos 
nu dlt1 'l0 foi o Guto. Mumno Din6la 11repn­ 
rou bolo com refrigerantes para o vários 
amiguinhos de Guto que lorum cumpnmen­ 
tn-los. Aos onlVCTtndant1• o• porabcns clcllo 
colunista. 
27 Sr. Zoni Fernandes Gonçnlvc, 
No Boutique Charme voce encontra ar 
tigos finos paru senhoras, senhorita e ca­ 
valhciro,. 
, 
E, 
CARNAVAL .. 
Apesar do esí,,rço d~ to•ln ll Equipe da 
Dirclurltl do Gremlo Pdro Iufino t pro 
poreionar os eu» As«ocidos e Convidado° 
um Cnr1111vnl clu·lo de rnu1t11 11n11uot? e ai•: 
grla, em uenhumn uhcruçno, nilo º' pOB61• 
vel. Aconteceram nlgumns, porém foram a 
nndan imedintamente, transcorrendo a· nor 
tes restantes num ambiente de muita eufo­ 
rin e trnnqullidude· 
O SALÃO 
enorme cio Gremio estava totalmente 
lotado, ,em abuso•. não tendo sl,Io flngrotlo 
no «alio nda que pudesse atentnr contra o 
,egurunça lhicn o moral doa fnhiie&. 
PRESTIGlANDO 
por lá: Casnl llortencio Escobar, com os íi• 
lho e sobrinhos, Tales Mo,carl'nh11A, espOSll 
o filho• IMstovilo·Cnrloto, Olnucy-Ely e os 
lllhos, Tli.!J, Siinla e Scrgio, Decl~•M11ri11. Jo. 
sé Ivo-Orr:iy l 1cvclte-lrnnl. I•crnandmho­ 
Z~noblo, 111.;,illon o Srn., Edvaldo-Vera lle­ 
cinn, Per•io-Elvn. 
BOUTIQUE 
Chnrme tem pnra voce o• linls,imos artigo~ 
da Dcblu, Cori e Oledsoa. 
ANTONIO 
Lopes NnlT Nnlolln~ e Zulmira botnrnm 
pr6 q~cbrnr'. anmbnrom tonto que oa 2.a noi­ 
te Nnlr nt6 torceu o pé, Mas como balonn 
adora sambar, na último nolt11dn, Nair jà es• 
tava em !orma, 
POI 
... Parecia un Jardin de parud.ojas 
y era una gran floresta de Verdades ... 
(Vnrgas Vila) 
E lSSO A.1 
O Carnval j passou, mas ainda é noti­ 
cia, devido, principalmente, às particula­ 
ridades da maior festa brasllelra. O pes­ 
soal vive quatro de dias de Intensa folia 
e alguna aproveitam para mostrar o ani­ 
mal que habita o genero ainda não ter­ 
minado: o homem. 
CilCJIITO . , 
Azala, Joio Carl-Sonia, Medeiros.Neire 
Cleones.Pepé, tumbm prestigiaram a festa 
do Hei Momo no Grulo 
O bloco dos piratas sambaram um 
pouco no Gremio, era os casais Dr Kslo 
Maria, Mario Andreza, Dr lltllu-Carme111. 
SÓ APHECIA 'DO 	_ 
08 
follõe• unotci: Dr Hob,·n•ul-Tel)<i .. Arac, 
Mendes, Alotslo Mendes, Ocar Salomão 
Mndoleuo, Ozuil Osunu e Sra. 
BIIINCAl'DO 
tambe na fe,lu tio Htli mumo, dai• ca,uiR 
Paraguaios, por sinal animadíssimos, o no,·o 
Comandante do Destacamento uu e-sp0d 
e o sub comunduntc Zur111c e Sra. 
POR LÁ 
curtindo a loha os recern ca•~dlnhoa Victor 
Diva, José Roberto e Divana. 
FANTASIAS 
Andréa loureiro limo desfilou tlc Cow Boy 
e Pulbnço grn-liuo. 
lone Maria Loureiro Limo: Donçnrlaa, Jane 
e Zé Luiz vestiu-se de Tarzum. 
,, 
elementos, deRpreparndos e lncapuzes, 
verdadelroR protótipos da grosseria, uiio 
sabem lidar com o público e conseguem 
estragar uma Imagem tão dificilmente 
conquistada. O Belavlstense não pertence 
a qualquer grupo, ele é patrimonio da 
cldadl'. Como é que pode alguns indiví. 
duos e julgarem no direito de agirem 
como se o Clube fosse propriedade deles? 
SOPRANDO E MORDENDO 
No Gremio Pedro Rufino, o cidadão che­ 
gou no pedaço e disse "Meu nome é Trl­ 
nlty". Pois é: o moço Serglo übusou do 
álcool e virou uma fera, ele que é til.o 
pa.:Uico ... Quebrou garrafas (na cubeça 
dos outros), deu mordida!' e mandou o 
Antunes para o hospital (quase que o 
bo1.11 gaúcho vai pras cucula&). Palavra 
de um lrequentatl.or do GPR: Chegou so­ 
prando e mordendo ... ". 
APÓS O lNCIDENrE 
11 DIretoria d GPR tomou enérgicas 
providências e os àlllmos serenaram. Na, 
da mais foi regslt11de a respeito do 
Carnnvnal no Gremlo a não ser (>S bates 
bocas e os encontrões que a turma do 
deixa dlsso se encarregou de acalmar. 
Falando em Gremlo, a Dlratoria colocou 
uma mesa à dlspoi;ção do jornal, como 
se raz em todos os clubes do Brasil o­ 
ferecendo condições parn um bom tra­ 
b11.lho de reportagem. A Imprensa (ràdlo 
e jornal) uierect-m um carlnho especial 
pois é ela quem dlvuiga 2 µromove as 
atividades dos clubes. E aquela velha 
história, não há nu.da como um dia após 
o outro ... quer dizer: quem com ferro 
fere, com ferro será terl<l<'. 
SEGUNDO O ABRÃO 
o carnaval :::o CEB foi tranquilo e tudo 
correu multo bem . . . mas, tomamos 
conhecimento que na primulra noite 
houve um incidente, onrle uma autorida­ 
de foi desresp~itada. Não vamos enirar 
no mérito da questão, pois não estavámos 
presentes, mas ãs autoridades devem ser 
respeltodes sc,b todos flB aspectos. O que 
aconteceu o Belvistense ainda vai dar 
panos_ pra manga, e multa dor de cabe­ 
ça ... quem viver verá. 
MOLEQUES E SAFADOS 
É aquele velho grupinho, de mo­ 
QOS mal educados e valentõP!.', que se 
acham no direito de bagunç&r o coreto 
dos outros. O negócio é arrumar a ca­ 
dela e quando os mocinhos aprendizes 
de bRndldos resolverem botar ns man­ 
gulnhns de fóra, guarda-los por algum, 
dis. É a únlcn mlneirn de lidar com 
estes .animafa ... 
NO BELA.VlSTENSE 
Reconhecemos a luta do jovem Abril.e 
Zacarlas, um ruoço ideal!.,ta que já colo­ 
cou dinheiro do próprio bolso para sanar 
di1iculdade11 do clube. A.contece que ums 
a•d•!lnha só oil.o raz. verão_. Algun& 
APÔS AS Pn.OVlffÊNClAS 
tomadas pela Diretoria do CEB ( diga-se 
Abrllo Zacaria"' ) no caso Desrespeito à 
M11ior Autoridade do !!uniclpio o Ml 
,iulz de Direito, o carnaval fai tranquilo. 
Uma reclumaçlo de muitos Eócios, que 
resolveram brincar nos dois clubes: " A 
gente la um pouco em cadd clubl: mas 
em deter.ninado momento, o pessPul ds. 
portaria do Belavlstenee com< çou a proi­ 
bir o lngre!'l;O d.os que vinham do Gre­ 
mio, em alguns casos eometendo gros­ 
serias. No Gremlo jà não aeunt::!cla Isto" 
Olha pessoal, aconteceu uma fato que 
ngoru nilo vou divulgar, aguardarei uma o­ 
portuidude mas o que está escrito ai 
:GOll.- 
em seu novo endereço a botique Charmt 
t«m ande variedade de roupas infantl 
fralda c uté mosquiteiro» de bcro. oe 
que e·tá preparando o emoval do baby 
faça uma vi-ita a Dout.,e Charme 
MUITOS 
NAS 
noite« carnavalescas lindos bloccs inhs 
do Lelavisten-e brincar um pouco no 'r.mio 
entre eles destaquei o bloco [ormdo por 
Io-una, Zair, Ver@ Hit e Beatriz [cheiro, 
que t•xihiram' lindc• trajei; de Enou, IJ lor.i. 
Serpente! e _ Succs,oru· 
NÁDIA :i'IAHÇOLLA 
também exibiu funtasinus Jue mereceram 
,Jn•n,,ut·: llalanu, 1-'lerret e I U1l1un1.. . 
NO 
encerramento do Curuavul 79 do C.P.íl. n 
bnnda junto com todos os foliões ,:ú&a: 
na ruu por dez mínulo8 e Ili ,nmb •• .m até 
() som lileodar e o dia rninr. 
A BOUTIQUE CHARME 
e>pera voce que gosta de vestir e bem 
oi», ar{i&is ã@, íir";",,p%% E 
Conde c1,/"t'or10 Alegre n,
1
. eln Vi tn '.' • 
em cima é verdade. O oessoal não per­ 
guntava nada, 116 dizia ·o seguinte: '·Não 
tem mesa não entra"/ Negócio seguinte: 
o folião podería comprar um ingreeso e 
pronto. Mas houve casos que o cidadão 
tinha mesa à sua dieposiçiio mas os A­ 
máveis Porteiros ( não queri!lm conver­ 
sa ... ) egócio seguinte: Agiudo desta 
maneira voces estão estragando um tra­ 
balho megnico executado pelo presi­ 
dente e •·alguns" membros da diretoria. 
'renho absoluta Certeza de que os maio­ 
res re~ponsáveis pelos incidentes no CEB 
11ã0 estilo radicados em Bela Vista, em 
sua grande maioria, são estudantes de 
fora. Querem <>postar? 
APELAÇÃO 
Amanhã. voltaremos ao assuuto, 
assim como, se possivel, entrevistaremo 
o presidente do CEB e do Gremío Pedro 
Rufino. Vamos direto uos homens que 
poderão informar "serenamente" a res­ 
peito do carnaval e dos mas... 
k 
Campanha do 
1
1 
Liors pró Hosoi·] 
tal prossegue 
vitoriosa 
 
'  Jardim: A can:;J1!'lba 
movida pelo Llons C!::be 
de Jardim, em beneficio 
eia ·construção de uma 
capela e um necrotério 
oara o ffospltal ~Iare• j 
chal Rondou, vai ern , 
frente, seguindo eUtl 
marcha vitoriosa. Cerca 
1 
de 150 mil cruzeiros j 
toram apurados, e José 
Destefani seu presidente 
com muito ctimismo prr· 
vê que nas próximas 
promoções consiga idêri· , 
tico resultado. Se for ' 
assim, provavelm·ente 
8 
,
1
. 
soma arrec11dada, o me· 
teria! doado, ultrapa­ 
sando a expecv1t1vn. l 
quem sabe, dê para 
8 
•r 
construção de uma sala 
de parto, e até mei:ro
0 
de um berçario, també 
multo nece!"sário e QU~ 
1
, 
o Hospital MarechB 
Ronrlon não se sebe 
porque, 'ainda nuo possue. A 
Vamos em frente, con: -t 
tiouar colaborando at? 
que se con:;fg» atwgir .º 
objetivo comum, ancei 
do jardinense. 
Leia e assine 
Tribuna·. da Fi'onteira i