Diário Regional CARTA AO LEITOR O jornalismo, segundo o oom­ preondomos, tem obrigações e responsa­ bllldades quo vão ulém do direito de In­ formar. Se lnfol'mar não é tudo, u liber­ dade de Informar é quase tudo, disse certa vez Herbert MOs8, e acrescentou: "0 pleno e sábio emprego deta liberda­ de, jé. no simples roto de Informar vale muitos vezes pelo desfraldar de bandei­ ras e pela tornada viril de posições"•. A­ contece que essa liberdade e esse direi­ to não são de importancia vital apenas para o jornall!mo, mas para a própria segurança do regimes e Instituições. B preolso esclarecer: a liberdade de Impren- sa não deve ser confundida eom a li­ berdade de satisfazer a ignorância, agra. dar à mediocridade, alcovllar paixões e preconceitos ele grupos, nllmentar ódios e mesquinharias, nutrir tudo quanto há de feio na democracia. A pior forma de fazer jornalismo é a que visa 11atisfazer os lnst1nto11 baixns que há no homem. O parágrafo V do Art 141 da nossa Carta Magna diz que "É IIvre a manifestação do pensamento, sem que dependa de censura''; No jornalismo essa liberdade está em função da Étloa, do que resulta a liberdade de Informar e a maneira de Informar em relação com o Sonsaciona­ llsmo e o Respeito Pela Pessoa Humirna. Informar, difundir noticias é o objetivo precípuo do jornaUsmo, do jornal. Mas, como a liberdada de informar é por demais sedutora e apaixonante o seu uso, corre sempre o risco de 8e tor­ nar Abusiva, pois é regm universal que o excesso de uso deteriora o direito. Ao jornalista, portanto, cabe manipular a liberdade em sua forma mais profunda, uecobrindo-lhe os limites e determinan­ do-lhe as responsabilldo des sobre que a8senta de acordo com a clencla prática das costumes e du Moral. O que impor­ ta ao jornalista, como regra de conduta não é ser lnfallvel, mas praticar a justi­ ça na ordem da reta intenção, sabendo reconhecer o erro para corrigir-se, dan­ do u cada homem uma oportunidade, Pondo o bem comum acima do particu­ lar, o bemn da pessoa humana acima de qualquer coisa. Uos chamou li ghole, têrmo usado pelos ára. bes para designar c es­ plrlto muu, porqur verl­ llcou que, umo. vez ln­ gerido pelos eeus brbe­ dores, os faz!am com­ portu-se como demõnlo1'1. O lllcool é um veneno, acua Andrew Clark, ta! é a estficnioa, tal é o arsênico, tal é o ópio. O álcool pode ser classlfl­ cado ao par dessas dro­ gas A saúde é sempre, de uma maneira ou de outra, prejudicada por e­ le, nunca porém benef!­ ciada. O alcoolismo em es­ ta d o adiantado verillca o Dr. Richar­ dson determina a desor­ ganização direta de toda a estrutura vital. sem qua a ela escape um único órgão. Dr. Savino Gasparini técnico de higiene do Ministério da Saúde, de­ pois de reiteradas obser­ vações no campo da pa­ tologia do álcool, apre­ senta os seguintes resul. tados: O álcool ataca ad células, tecidos, órgãos, aparelhos e sistemas da complexa e delicada máquina humana, alte­ rando-lhe, portanto, aR funções. Nenhum dos 12 aparelhos de que é for­ mado o corpo, escapa oos efeitos do álcool. Experiêneias feitas por diversos autore!', provam que mesmo em doses moderadas. oál­ cocl é prejudicial a0 Or­ ganismo. Continuaremos no próximo número. Cola­ boração da 1.a Igreje Batista de Bela Vista . Leia a BíbHa e ga­ nhe gratuitamente, um bon.lto Certificado confe­ rido pela Sociedade Bi­ bllca Brasileira, com sé­ de no Rio de Janeiro. preço deste exerplar CrS 5,00 Bela VJt 45 O prefeito de Jardim, emedebist Pernundo Freitas, anunciou que s pres­ taçõ±s do conta utrusada de wua adinl - trigão qu poderiama ate ocarionur a uu caí6sução j e encontra em mi0os do Poder Lepislutivo Municipal quo s enviará uo 'Tribunal de Contas do Eute.do nos próxlmos dlt.B. Frclfun explica o atraso de preta­ ções de conta, a partir de dols anos da tlll 11Jinhtruçii.o anterior, como te:11 qa~ dur entrad;, cc,utlnuamente Ulll ano U_PÓ!; outro, so viu impossibilitado de atualizar suas prestações que estava atrasada I BICADO SOFISSIONAL ADVOGADOS Ir. hva Mfose Csfa lares ADVCICACIA EM GERAL Hun Voluntftrio• da l'átrin, 376 . Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul Anúncio classificado Dr. Gil Marcos Saut Advogado Causas Civeis e Criminais lua [ili«lo Miller, 3O Bülll!O • t,lS Dr. Pedro José Palmieri 1 Advocacia em GPrul 1 Rua 15 de Novembro 17 BilLA VJSTA MATO GROSSO D SUL Dr. Késio Loureiro Pinheiro - ADVOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Forie 4-0650 - Campo Grande :'11S Dr. De oda to de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Heitor Miranda dos Santos ADVOGIDO OAB - MT 185l Rua Joaquim Murtloho, 169 Porto Murllnho • MS. Residência: Ponta Porã Dr. Joelson Peixoto. -Advogad0- Causas Civeis e Criminal~ Ruu 1.o de Maio S/N Jardim - Ms. Adal;isa da Silva Nery ADVOGADA Causas Civeis Rua 13 rle maio, 2282 Campo Grande MS. -----------·----- Ricardo !Brandão - ADVOGADO Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355 Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Ponla Porã Maio Srosso do Sul Or. Cosme Ro~erlo de Souza Pinlo ADVOGADO 1 Rua Coronel Camisão, 54 l , Fone 431-'116 Run Dr. Correa, em !rente a Praça Tbomáz ' LarunjeJra Porto illurtinbo . Ms, Mato Grosso do Sul Hilda Abussafi dos Santos ADVOGADA Causas civeis - Comercial . Trabalhista Recursos em Geral Rua 6 de Agosto, no 881- Fone 6210516 Cnmpo Grande Mato Grosso do Sul C'au,n Civeis, Criminais, Trabalhistas, Regulari­ znçõcs d.- terras junto uo Incra, Elenice Pereira Carille Dilene Miranda Carpes ADVOGADAS CIVEIS - CRIMINAIS fü,a 26 de Agosto, 360. Fone 6241520 CAMPO GRANDE - MS drcsde 105. , tudo o emedeblsta assinala que d recursos está norzul, salientando que ,quina próp.os toram Isentados ma """!', itrittsrativa mui«tal as",",,' os serviços e os pagaruentos e 'une - Hoje portantc, a rios não atrasassem. !1 q 1 prefeitura deve CrS :UJ00.000,00 o s rollhõ~s de cruzeiros), elos qmds 929 mil ao prefeito. - r.omo sua nproximaçuo da Arena é bem mutor do que us ligações ao ~DB a imprensa vem apontando Freitas como um doa bons a d p t o s do partido do governo e ele nlío nega embora asseguro que dentro de pouco temno . rPcus11rá sua clesllgaçuo do MDB, ém decorréneia do apoio que sempre recebeu úe membros da Arena. "passei por momentos crítlcús e nenhum manifesto fa vortJ vel, nenhum pronunc_la, mento sequer de homens do meu partido atual", lamentou. APOIO IN ONDICIONAL A HARRY A.MORIM Freitas frtrnu quJ Jardim deverá dar apoio locondlcloaal ao gQvernador Harry Amorim Cota, tanto que, através da As,rnclução dos Municípios do 8ul do Oeste do Estudo, na qual preside vem gestlonarido adesões ao manifesto que ~erá ussioaõo no dia 3 de março em Marucaju, quando da reunião da ASSUL­ MAT, Associação Municipal de Mato Grosso do Sul. Tribuna da Fronteira ( Fundado a 20/2172) FUNDAÇÃO Ialdo Pereira DIÁRIO REGIONAL Propriedade d11 Gráfica e Editora Apa CGC-MF 03.201266/0001.90 Inse. Est. 1305923-13 Diretora lIari11 E,tda V. Pereira TRIBUNA DA FRONTEIRA Diretor - Hedator - Chefe: Ivaldo Pereira Hedaror: Italo llorioli Gerente: ~ilson Silva Santos Redação Administração ~ Oficina•: Rua Duque de Caxias Eln Bela Vista MS· Cx. P. 23 ASSINATURAS Bela Vista Jardim, Porto ~lnrtinbo Bonito Nioaqce C..rncol e Antonio Joilo CrS 800,ÓO Demais Municípios ---·-·- CrS 1.000,UO Observação Os artigos publicados com .l$Slnaturus dos autores não trnduz.eru ne­ ccs:-áriamente n opinião e pensamento do Jornal. Sua publicação obedece ao prop6- sito dos debates dos problemas municipais e de refletir as diversas · tendência, do pensamento universal. Jvun Nascimento I nutmnclís 'Ítno o -~ baile. Salüo chrlo, b•:bldn roluodo a vontade o to- dos na mLlor loucura; bem é pra i to que oxfs­ te o carne"ul, não 62 Um amigo, Qlll' !ti estove ut:• de mor;bJ, disse-me que o fusué t­ va como o Diuho gosta. Esse amigo e outros resolveram escolher o fo. lilo ma!s animado e d1- ferente o que, conve­ nbmos, não era difícil, pois, nesta festa, vale tudo: homem Vf'Rlldo dt1 reulher, mulher vestida de nada, criança fuzoo, do berreiro querenda entrar na dança já que no Carnaval a Lei Ilca caolha por nlio ter geD- te em nú:nero bastante para fiscalizar tudo o todos Meu amigo partiu, com seu grupo, para a eleição do melhor fo!Jão. O mals orlglnal. O mais engraçado. O mais cura de pou. Sem que ninguém sou• hesse, o grupo reuniu-se numa mesa em ponto estratégico do magnífico salão de baile , de Cd· ra. encontraram o ho­ mem que preenchia to- j dos os predicados acima; ~ ímed!atamente escolhe· ram-uo o MELHOR.__ Aqui vão alguns tra­ ços do felizardo que a· pareceu mais do que bu· rr co nas ruas de Bela Vis'a. Camisa comum, cal­ ça comum, sapato co·, mum e cara de bobo a, babar, tendo as calças , a escorrer pelas pernas • agarrando tudo quanto era mulher ou homem qu:­ redo, é u regularizaçlío do. &itunçúo pro­ fissional dos jorna!ti;tus do Estado de Mato Grosso do Sul, com uma modiflca­ çiio na L~glaluçiio que p;3rmltn o ime• f7 . :SI e... ! dia to registro daqu<·letl pl'Ofi a -lonal Eiitodo; r;eaurn t<,'Hl pura todu a ltrea agrlculávl'I; r.glllz;.~;ilo dos pruC<'SB<,B de flnunclnmc nto para ln· sumús ugrfcolas, reativação do Proclepan Educação A Supn Plntudn mfie de urna Incrí­ vel filhurudu ungustludu reclumuvu pu­ ro o Sapo llol. - f~ cumpndre, nossu vida nesta He­ Ju V!Qtn tá um desr.stre. - • É cumudre snpa, tá ruim mesmno. - Vê o senhor, unllgomente nós criava sscs filhinhos nos aconchego das mutnus mas com o progresso dos úl­ timos tempos tem t!o e !11gous pc1ru lodo cvnt.o. Jgoru mesmo uo som ele bnr,dus e dl~cotecos Inauguraram uma lagoa que até AU teubo vontnàe de esquecer os meui; cabelos broncos e minhas rugus e üur uns mergulhlnhoH. - Onde Iicn ei;lf1 moravillrn cu·na­ dre? Cvmo a senhora sabe cu gosto multo de estar no melo dos jovenõ e, perdoe dizer, com u onda dn:, tanguinbus tcm cadu supiha cí que é um mura­ vilha. Onde fica e;:tia lngoa diga logo que vou lá hoje mesmo - Bc m cu11' , rlre, nlo sei e a curr.a­ dre vai gostar m,:f', por fuvor faça boca de siri e finja que foi o sPnhor me:;mo que descubriu u lagoa For do Ap Se­ gu1.do. Flcu per!o do Grenllo Ped,o Rul'i· no ou rua que vem puro o colégio Cus­ elo Branco e se o senhor for de corro àelxe-o estucioo(ldO no pálio da Churras­ caria ~1eu Rnncbão ou em frente o Escri­ tório Brasil pois dali até a Flor do Apu Segunda, é um pulo e se o senhor for de o utomóvel poder ô. fica, preJo na correnteza já que nossa descoberta ficu e e Pr,•íl0P~te 2; rrlncílo do Pn,grurun Es• peiI 'rn o Hulsio Sul.tgrosense Probol o; u toes clre fitncimen­ to e e:agzcia pera a recuperação dtus azedas e formnço de novo te­ buuhci e·, u pavim• r;:ur,üo dl' Ir-da, a,; HHs do .lato Gro r,o dt 1 ~•Jl. Política Ivan Nascirnento _;, ' PXutumE-ntr> no melo dn rua Burlío de :folguçu e é ububk,l..u. CCJl1l 6guu11 po­ clrPS d<: div<•nu;, cnnto1<, o que fuz com que se o senhor não quiser r di Ptamen­ to nova lga:,fcr num dos itcs nflur•nll'ti nr.tc e deliuL-ntc s dt·pols pois o. t'.guu P lh li H í' t·'.1eiu rle mri;­ qu!1os o que, ce cura. 1z com que nü.o pt·l'clsemos Jevur e< 1 !i pois Jú :,x;;;.te deruu!ti e de multo lJ,m qualid:!dt>. - Brigado, curr• vou ngora mesmo visitur esta Ia1aba untes que ulgum prfelto novo. queira bancur o gostosfio e acbar cuI e:-lu. Guardo Noturna: _,.,. - 5.í. •os @w« 1 ex[tiu, e que fi tin+nu],'a J)or f.tlt:l d1• rt-,·ur,o ! l 111 • t•t·iro , Jardim, ·nua popular o e ressette da nece t ale de utid uata noturnut, e é claro ,1uc pun i-co, h!, a im. perio-a in i-petabtlidae da e ter fundo+, Terão de ser comprados u.:11fortnt' , uIia, pa.. o» ordenados de tais guardas. Pois bem, e cada morador da cida provavelmente, dirinnm 111mlwm <>• roubo! ,le nu111111< 1 - ! . Tributa da Frt,nlciru lança mais uns repto, que co rrciante reunam-+e e le. diatarente, montem umo rJj. rdorin. uma chdia para lfl clor..conll11nçu; Se tens nu força do esperar longa mte em enrBr-te da ospera, s,., !lOndo utaoodo o<>m menllros, não te defendes com mentiras, Se sondo odiado, nllo odelt1B os Av. JJrn,11 . Ed. Cinclandi:t • Snl& 201 • l• Andar teu,; Inimigos; 11o Se, us~lrn procedendo, nllo fazes l'on&n l'vrà pl"llQll do multi virtude ~ de multa su- bodorla... Se tu podes sonhar e no perml- tes qul'. o sonho te domino; So tu podes pensar e no.o te cun­ tcnlus com fazer do peusumonto o fim de tua vldn; Se, encontrando o Triunfo o o Des- graço, és cupnz do encarar com o roes• mo O.nlmo todos dois impostore11; Se tens alma para ouvir 11 verd1- de que preferiste falseada por malandros, que com ela procuram enredar os tolor-; Se tone coragem para ver despe­ doQnrem•se ns coisas que mais amas, , ainda, para juntar os destroços e recons­ truir, com instrumentos Imperfeitos, o que deln!! re6tnr ... Se és capaz de amontoar os teus bens todos, jogá-los num lance de "curn ou coron",perdê-los e, depois, recomeçar a tuo vtdu, sem dizer palavras sobre a tun perda; Se és cupnz de obrigar tou cora- çllo, teus nervos, teus músculos a obcde­ cerr.m•tf nlndn quando estiverem oomple tu::nente exaustos, e de perseverar n1 tareia lnicladu, quando nada mais em ti existir, etinii.o a tua vontado, que mundo prosseguir... Se tu porá l esposa, seus filhos. saus :.o'8 e sentir-se reulmete em s,, "Var sua - a propna oaaa - ·1 Aqueie algo mais em Churrascaria «se +» esws RQDZX CQMPLET ' - -------=-----------------~(~Ao lado do Glnusio Estadual ) Bela vista MS ela VI«ta MS - Tribuna da Fronteira 9 OLUÇIO Mi istr r il ,., Q 1 as ' , J E !linda há ruais, multo mais, a ser dito e relembrado. Como slruples transcritor destas "plrulus" de relembrança daquilo qu~ tem se passado em nosso grande Orasll, que só é pequeno porque mela duzln de maus brasileiros só tem vistas pnru o • que o seus cofres lhes possa contribuir na forma já enunciud1i da "Arlo de furtar" ... renasce em miro esperançes porque da massa do povo vem esta outru onrta de apolo incouteste a de D. Ely Barreiros Novelli em a qual entre outras coisus o seu autor r. Hermenn Moraes Barros escreve. A cartn de autol'la da tienhora E'y Barreiro Novelll destu capital (s. Paulo) confirma a fibra e a coragem nunca deementlda da mulher b:-asilelru 1 Crôr,ica de Bustos Domeco Jr. 1 . 1 ' ·, ' Pretendo,. a medida qu,~ a boa vontade da 'I Fronteira permitir repito ' 11 ' I' ' permttlr, publtcnr num dos cantinhos opiniões e conceitos firmados por leitores da Imprensa nacional formam do que aconteceu no pussudo e e pasta no presente. A leltoru Ely ílnrrelros Novelll, da Capltal do S, Paulo escreve u redação do "0 Estudo de S. Palo" a transcrevo qul alguns trechos importantes. "Gostaria de upoiar us palavras daquele senhor que lhe oscroveu lamen­ tando u polêmlcn sobre u volta do ar. Leonel IMzolu ... "Mus gostriu que fossem lembrados os acontecimentos que geraram a Revo­ luç1io do 1001, começando com o gover­ no (diz elu, deflgoverno digo "eu") Kubl­ tscheck, (u construçfo de Brasiliu). lulellzmente, a nova geraçúo que í está, e que tanto grita pela unistia ampla, não viveu os momentos difíceis, angustlumentes mesmo, que vivemos da 1950, ª· 1904. Gostaria que C's srs. lembrassem o Inicio da lnflnç!lo, com a construção de Brasilla. Recordo-mo de um detalhe, que dó. bem idéia da sua grnndezn. Naquela ocnslü.o pagava-se a carne a 2 cruzeiros o quilo, e quando havia: aumen­ to, era de centavos, passava a 2, 10 ou 2,20. 9tc. Com a construção de Brnsllla, ela subiu a 11,00 o quilo, em meses! O que se gastava em transporte aéreo parn lovar tudo para Brasília. Quando sua oxcelênola dava um simples almoço a qualquer personalidade vlsltnnte ( e !oram inúmeras) desde aR flôres até a Cbmida, eram levadas do Rlo por avião. Isso sem contar o transporte uéreo da lamilia do presidente, cujas filhas vinham em o.vliio espPcial fazer tratamento den, târlo em São Paulo, e eram apresentadas em baile de debutantes em Paris: Hoje, o presidente Geisel, aos 70 anos. coustrói u duras pena!l uma casa • em 1'eresópolis, no valor aproximado de 7 milhões, o merece uma reportngem especial com detalhes da "mansão". Vejam. os anúncios dos o parlamentos à venda: em 8ão Paulo e Rio hoje e os seus preços! E não me, lembro de ter Isto reportagem nenhuma sobre as Propriedades do sr. Kubtscheck em Portugal e dos srs. Goulart e Brizola, no Uruguai e na Argentina. E, gostaria também de sgber como 0 Sr. Brlz'Jla consegue fuzer um cariss!­ tno turismo por inúmeros pises, fazendo 8Ua.R declarações ::obra problemus mter­ nos do Brasil. Mae, continuando sobre o estudo que gos­ (aria que os srs. fizessem, não poderia es­ quecer a covardia, a traição, de. renúncia do sr. Janio Quadros. E esse homem Ainda tem a petulância de dar entrevists e dizer que estava votando (em 15 de novembro) nos candidatos que cumprissem 0 seu dever, porque há os-que não 0 umprem": É Incrível: O melhor exemplo ~ ele próprio, que eleito por milhões, com Tudo para fazer um bom governo, covar­ demente quis dar um golpe, e _renunciou, ~ntregundo O puís ao sr. Joao Ooulart. 'E a intlaco galopante que dai resultt'U. E o desgoverno do sr. Goulart. E a en­ l?ega do oals aos comunistas mdlcados Pelo sr. Brizola. E O célebre comício no Rio, em Março de 1964,_com o sr._João üoálart e esfusiante D. Maria Tereza (a mesma que hoje á ca'ou de revista) o palanque oficial, e os participantes llortando faixas com o emblemn da foice e d martelo" ,, "É isso, que eu gostaria que s0 "H'asse aos jovens da hoje, a relembras aqueles que viveram aqueles de as andam esquecidos. . . • E os atos terroristas que come­ Çtltos a sofrer os sequestros, os assa8l­ "Os, que graças o ÁI- 5, conseguimos 'tterrulnar voltando a ser um país tran­ !lo, quo cresceu extraordinariamente, m trábelho para todos. E o que a::onteceu e vem aconte­ cendo à Argentina, que niio teve um AI -5 quo a slvasse em tempo. Gosturla ainda de prestar minha homenagem 110 prof. Gamo e Silva tão adrnlrndo é Incensado após a revolução, e que últin anuente vinha sendo execrado por tor sido o recl;;tor do AI - 5 e UM dos seus slgou tárlo;;. E é lumenL 'l'! ver com que covar­ dia ae calaram os que o deviam defen­ der e os que, sendo polillcos. não tive­ ram a hombrldnde rle prestar suo últlrno homenagem, comparecendo ao i:eu enter­ ro. Diz ele adiante: Por melo desta apresento-lhe, com us mlnbar; bomenagene por sua coragem cívlca, ml'u despretencloso apolo em tudo que disse, com desas­ sombro, a raspelto da polltlca nuclouul desde os acontecimentos que geraram a Revolução salvadora de 1964. Associo·me também, às homena­ gens ao professor Gama e Silva, amigo e companheiro de todas as horas, desde us lutas civlcas de 1932 uté os dias atuais. Apoiei o AI - 5 quo som dúvida salvou o Brasil da catãstrofe terrorista, em que se debatem a Argentiua, Espa­ nha, Itália, Inglaterra e tantos outros países. Ao mesmo tempo manifesto minha revolta pela ausênclu de ex-companheiros revoluclonárlot-1 e membros de governo que faltaram ao dever de reverenciar u memória do destrmldo ml::il.;iro da Jus­ tiça do governo Costa e Silva". Honra ao mérito de uma coragem incomum a de D. Ely. Graças a Deus porque ainda temos homens do quilate deste l oraes Barros. Pela minha parte faço minhas todas estas aorajosas ldólas que como idéias representam ideais dos que só tem seu pensamento voltado paru a Pé.­ trio ogmum. No chega a ser uma excentrfci­ dnde, mas nma forma original do povo de Cobrelo protestar contra o abandono de t1uas ruas. Alguns estudantes em fé. rias, que vieram a Cobrelo pura entre outras delír:las, • zanzar de carro dia e noite, encontraram suas tradicionais pis­ tas de corrida (as ruas da cidade) séria­ mente ameaçadas por buracos enormes o que torna a brincadeira deles bastan­ te perigosa. Diante dessa circunstância lamentável, tiver11m de se resignar a di­ rigir não excef:sivamente embriagados, sem correr muito ou o suficiente para conseguirem fazer uma curva com pelo menos duas rodas. Foi demais para eles Imediatamente, reunirAm-se revoltarlos. Ouviu-se uma voz exaltada: Não é poa­ r,iveJ! Nunca mais volto aqui. Andar nes­ sas ruas é um perigo. E eu odeio o pe­ rigo. Só gosto de correr! Foi então que nlguma mente bri­ lhante sugeriu: "Mas isso niio pode fi­ car assim, vamos protestar, vamos eri­ car com toda a plebe!" Os estudantes ficaram tão exaltados com essa idéia que se excederan: um pouco: no final da noite uma lanchonete tinha sido clepre­ d1id11 iµtelramente e três prostitutas es­ tavam enfaixadas dos pés à cabeça no hospital. Durante o diu, um folheto rodado no mimeógrafo já circulava pela clrlnde: era o estatuto de um concur~o Institui­ do por uma certa sociedade seereta. Mas todo mundo sabiu que essa sociedade era os estudantes, inclusive o prefeito, que leu o folheto bufando de ódio: " Es. 806 subversivos! Quem mal; cometeria tantos erros bárbaros de português que esse bundo de estudantes vadios que nunca .passam no vestibular?!" A população. q'.le geralmente nii.n apreciava as dlabrurus dos desvalrudos estudantes. sent!a-se mi:ito revoltada com o abandono de Cobrelo para não aderir ao protesto, perque, embora apa­ rentemente fosse um concurso, era na verdade um protesto. Por Isso, o assun­ to assustou o prefeito, que esbravejou tanto e tantas patadas deu ( o que não é absolutamente seu costume ), a tal Prol. Stumpf HORROROSOS ponto de fazer o milagre de conseguir que o geralmente sonolento e incompe­ tente mecânico dn prefeitura pusesse a patrola pra funcionar, ao descobrir que pura isso bastava gasolina. Porém, antes que o prefeito tives­ se tempo para tampar qualquer buraco ( exceto sua boca, que não podia amea­ çar ninguém, para evitar maiores picha­ ções), a primeira eliminatória do con­ curso já estava prevista e programada pra um sábado. O concurso d1:.nomina va-se " Certame da Felura do Buraco Mais Horroroso da@ nossas Ruas". Os finalistas daquela pri­ meira fase seriam os buracos que aber­ tos naturalmenle, pela enxurrada e pelo desleixo das autoridades " cempetentes" contivessem maior volume de detritos não o suficiente para tampá-lo, m8s pa­ ra causar lllá impr2sslio nalg-ama auto­ ridade do governo que por ali passase, ainda que de óculos escuro, de torcicolo e ligeiramente ·1nflamado pelo uisque. Depois da "festa" ( estilo progra­ mados ou1ras eliminatórias,) cedo ouviu­ se o ronco da patrola arrumando as ruas. Trabalhava lentamente mais por culpa do velhaco patroleiro do que por causa da eficiência da máquina, por que o sem vergonha exigia que cada barzi­ nho da rua lhe servisse gratuitamente um gratificante lavrado ( cinco dedos de uísque cava chão, ou eja cachaça ). Muita gente já jurava que no outro dia o safado entraria em coma e a patrola seria aposentada outra vez, com "pro­ blemas numa peça estrangeira". Mas eu não recebi nenhum telex ainda ... Dr. Laucíd,, V aldez Clrurgião Dentista CRO - 557 Mt. Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Consultório Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado d Banco de Barros O ministro das Minas e Energia Shigeakl Uekl voltou a de mC'ntlr ·m entrevista à imprensn a informação de que Pe­ trobrás exporta deriva­ dos do netrólco, Pelo coatrrio, as exortações nllvlum parcialmente o peso do t;rnndo dlf'põn­ dlo com o. lmportuçüo do petróleo bruto" afirmou. Segundo Uekl, que convocou imprensa à sua residência, os cl'.llcu­ los apresentados para mostrar que as opera­ ções são desvantajosas estão r,rrudos porque tiiio feitos em cruzeiros e partem do pressuposto de que só existe um tr­ po de petróleo. Isso é simplificar demais o 8- sunto comparando petró­ leo com boi. Ve que como amigo é o muior presente que alguem pode ganhar. Vocc que com sorriso inocente conquista a simpatia de tudo e todos, Voce que oo brilhar de­ seus olhos dá mais sabor a vida. Voee que na angústia dos outros fornece compreo­ ·ão em pedir nada em troca. Voce que tem o mundo como a verdadeira roda viva e qoe na vida de tristeza nos faz ver a alegria de rirer. Voce com ei ar de meigui­ ce resplandece até a planice com a ternura de um cristal. V.ce que é a simpstln em pessoa, e que no seu rueio de cllmpo. antlputia nfo tem vez. Voce que sempre fazen­ . do surpresas r que surpresos ficamos nós ao ver que oo mundo em que vivemos da paz trocada pela guerra do amor, pelo ódio, :únda existe gente com todas as qualidades con:o voce. Só.voce. Beatriz Antunes Documento Perdido José Maria Co 'ho Xavier extraviou os do­ cumentos do veír.u?o arca Chevrolet CJ 040-1. Cor Amarela, modelo Pick-up, tipo camioneta, Chas,::i n!! C144CBR0917SP. Publicação que se faz para obtenção da z1! via. BOUTIQUE CHARME PRAZEIROSAMENTE Elll: 1 SOCI APRESENTA: -- Tribuno da Fronteira Por Nancy Sandra L. Marques, Floco Moleque dança N ASCl f.NTOS: Nneceu dil 21 PI'· 1111 Mntrrnirlude do fio•· ital 5o Viente de Paula o «nrotllo 'iey. Aos papal Ponlano, Junlze e o by felieldnde. LAMBE DJnlmn r. Jlrnniua ícllr.e• com a ched da róhuwt Fernanda que peso quatro quilo» o ol:;1unue 1-(Ullllll. 1'ar11lien,. CASAMENTO . Ll 24 pp. aconteceu o enlace Matrimonil du Uivon11 fillll ,lo curnl Ar10,to ,Sllvc1r11 Uno ,. Con,tnncia r. Ju8Ó llohcrto, íill,111 de Antonio Lopes de Paula e Delza Maria. A lrej Matriz toda engnlanadn recebe4 noiv Dvann com su beleza e melguice. Grande número de convidados foram ver 0 nbrçur DIvan e José Hoberto em sru dia D. Au jovem ousul llcllcul111les 11111. ESTUDANTES f'ornm íoliz.,,, nn• proV11R do Vestibular, mlndo vitoriueo, u• bollVhtcnse1:, Aclno Carlos (Direito), o cnal A elino e Celeste (Dircilo), h.uhcl Znnardo (Servlç,O Soclnl), Lenie Haffel (Administração de Empresas), Zildu Cnlurd,11 (Secviço Social). ANlVEHSÁHlOS 21 15 1111'18 clu Jovem Murgoth Jucquc• line Vela+quez 24 Nnt de Tadeu llomcdo Quem oomcmorou tombem seu• acls nninhos nu dlt1 'l0 foi o Guto. Mumno Din6la 11repn­ rou bolo com refrigerantes para o vários amiguinhos de Guto que lorum cumpnmen­ tn-los. Aos onlVCTtndant1• o• porabcns clcllo colunista. 27 Sr. Zoni Fernandes Gonçnlvc, No Boutique Charme voce encontra ar tigos finos paru senhoras, senhorita e ca­ valhciro,. , E, CARNAVAL .. Apesar do esí,,rço d~ to•ln ll Equipe da Dirclurltl do Gremlo Pdro Iufino t pro poreionar os eu» As«ocidos e Convidado° um Cnr1111vnl clu·lo de rnu1t11 11n11uot? e ai•: grla, em uenhumn uhcruçno, nilo º' pOB61• vel. Aconteceram nlgumns, porém foram a nndan imedintamente, transcorrendo a· nor tes restantes num ambiente de muita eufo­ rin e trnnqullidude· O SALÃO enorme cio Gremio estava totalmente lotado, ,em abuso•. não tendo sl,Io flngrotlo no «alio nda que pudesse atentnr contra o ,egurunça lhicn o moral doa fnhiie&. PRESTIGlANDO por lá: Casnl llortencio Escobar, com os íi• lho e sobrinhos, Tales Mo,carl'nh11A, espOSll o filho• IMstovilo·Cnrloto, Olnucy-Ely e os lllhos, Tli.!J, Siinla e Scrgio, Decl~•M11ri11. Jo. sé Ivo-Orr:iy l1cvclte-lrnnl. I•crnandmho­ Z~noblo, 111.;,illon o Srn., Edvaldo-Vera lle­ cinn, Per•io-Elvn. BOUTIQUE Chnrme tem pnra voce o• linls,imos artigo~ da Dcblu, Cori e Oledsoa. ANTONIO Lopes NnlT Nnlolln~ e Zulmira botnrnm pr6 q~cbrnr'. anmbnrom tonto que oa 2.a noi­ te Nnlr nt6 torceu o pé, Mas como balonn adora sambar, na último nolt11dn, Nair jà es• tava em !orma, POI ... Parecia un Jardin de parud.ojas y era una gran floresta de Verdades ... (Vnrgas Vila) E lSSO A.1 O Carnval j passou, mas ainda é noti­ cia, devido, principalmente, às particula­ ridades da maior festa brasllelra. O pes­ soal vive quatro de dias de Intensa folia e alguna aproveitam para mostrar o ani­ mal que habita o genero ainda não ter­ minado: o homem. CilCJIITO . , Azala, Joio Carl-Sonia, Medeiros.Neire Cleones.Pepé, tumbm prestigiaram a festa do Hei Momo no Grulo O bloco dos piratas sambaram um pouco no Gremio, era os casais Dr Kslo Maria, Mario Andreza, Dr lltllu-Carme111. SÓ APHECIA 'DO _ 08 follõe• unotci: Dr Hob,·n•ul-Tel)S bates bocas e os encontrões que a turma do deixa dlsso se encarregou de acalmar. Falando em Gremlo, a Dlratoria colocou uma mesa à dlspoi;ção do jornal, como se raz em todos os clubes do Brasil o­ ferecendo condições parn um bom tra­ b11.lho de reportagem. A Imprensa (ràdlo e jornal) uierect-m um carlnho especial pois é ela quem dlvuiga 2 µromove as atividades dos clubes. E aquela velha história, não há nu.da como um dia após o outro ... quer dizer: quem com ferro fere, com ferro será terlpera voce que gosta de vestir e bem oi», ar{i&is ã@, íir";",,p%% E Conde c1,/"t'or10 Alegre n, 1 . eln Vi tn '.' • em cima é verdade. O oessoal não per­ guntava nada, 116 dizia ·o seguinte: '·Não tem mesa não entra"/ Negócio seguinte: o folião podería comprar um ingreeso e pronto. Mas houve casos que o cidadão tinha mesa à sua dieposiçiio mas os A­ máveis Porteiros ( não queri!lm conver­ sa ... ) egócio seguinte: Agiudo desta maneira voces estão estragando um tra­ balho megn ico executado pelo presi­ dente e •·alguns" membros da diretoria. 'renho absoluta Certeza de que os maio­ res re~ponsáveis pelos incidentes no CEB 11ã0 estilo radicados em Bela Vista, em sua grande maioria, são estudantes de fora. Querem <>postar? APELAÇÃO Amanhã. voltaremos ao assuuto, assim como, se possivel, entrevistaremo o presidente do CEB e do Gremío Pedro Rufino. Vamos direto uos homens que poderão informar "serenamente" a res­ peito do carnaval e dos mas... k Campanha do 1 1 Liors pró Hosoi·] tal prossegue vitoriosa ' Jardim: A can:;J1!'lba movida pelo Llons C!::be de Jardim, em beneficio eia ·construção de uma capela e um necrotério oara o ffospltal ~Iare• j chal Rondou, vai ern , frente, seguindo eUtl marcha vitoriosa. Cerca 1 de 150 mil cruzeiros j toram apurados, e José Destefani seu presidente com muito ctimismo prr· vê que nas próximas promoções consiga idêri· , tico resultado. Se for ' assim, provavelm·ente 8 , 1 . soma arrec11dada, o me· teria! doado, ultrapa­ sando a expecv1t1vn. l quem sabe, dê para 8 •r construção de uma sala de parto, e até mei:ro 0 de um berçario, també multo nece!"sário e QU~ 1 , o Hospital MarechB Ronrlon não se sebe porque, 'ainda nuo possue. A Vamos em frente, con: -t tiouar colaborando at? que se con:;fg» atwgir .º objetivo comum, ancei do jardinense. Leia e assine Tribuna·. da Fi'onteira i