Diário 
Regional 
CHCTU'LA eu He! Vi-ta- 1to 
nio Joio- Pore Martinho- Jur­ 
dim . Gui: Lops da Laguna. Bo­ 
n!to - Nioaque. Ponta Porá e 
Campo Grande. 
d l 
- !NIDO nE	TEIi; y__ g23 
J 
1 
l 
cop 
O Vietnã Invadiu o Oa:!!bodge, 
os dois silo pulses comunlstoa, umunttis 
da paz, u China Comuulsta por seu ludo 
lnvndlu o VIC'tnfl, uumu represália pela 
Invslo do Cumbodge. fütüo lutando e 
IDOl'l'eudo aos mllbnroe. A H.u6sln, vive 
ameaçondo entrar na gu_ rru, acusando 
Chlnu de Imperialista, revlsonlslu, ete, etc. 
No A(rlca, os cubirnns (tambPm um1.inles 
d11 pílz sociullstu) matam e morrem pelo 
Ideal comuulstu o co'..!!.hutem o~ reglm11e 
socialistas da linha de Moseou. O primei­ 
ro ministro Chlnes visita os Estados 
Uldos e diz que a China agora é a 
Nova Chlnn, sem Mao desejoso de nego­ 
elar com o Ocidente (principalmente na 
compra de armns). No lrfi, o ffnó.llco 
Komelnl derruba o Xó. e quer Jni;talar 
um regime islamico, mas já está encon­ 
trando rlUiculdade, pois os adeptos da 
"paz socialista" eetiio subvertendo o s1>u 
movimento. E o mesmo Komeini, quo 
havia orlticallo o Estados Unidos e o 
regime demoorátloo, vendo-se ameaçado, 
corre para Cor ter t:l pede ajudo. Não 
precisa explloor, eu só guariu ~ntonder. 
E lendo ns entrevistas dos aRllados 
brasileiros, dos "polltlcos" que e encon­ 
tram fóra elo Pais, vejo que eles conti­ 
nuam o mesmo. pregam n. mestnt illeolo­ 
glu dos amantes da paz( ... 11 paz sool11lista 
é dllereme da p11z que conheço ... ) E agora 
como é que ficu? A esquerda festiva 
devo e encontrur nuruu encruzilhada 
vlnl!:lnta. Os patrõei-1 estão brigando e 
agora, como é fie,? luterC>srnnte frisar, 
que os udeptos da puz socialista (que 
Diabo do Socialismo que é este'?) dizem 
que vivem numa Democracia Popular, 
lá eles tambem rotulum a dernocraclo. 
Pura mim democracia ú <lernoaracla e 
mais umu. vez ficou provado quo é o 
regime ideal pum despertar liri real~ 
potanclulidudes c!o !Joruem. Acredito nu 
liberdade, e no era cósmicn que vivemos 
BONITO do corre'.lpvndentr Firmi­ 
no de Barro8. 
Na primeira noltadu curnavalesco, 
vários elt>rnentos irrPsponFÓ.Vl•i,i rer:iolve• 
rum p, uporclonar um espetáculo difern­ 
te. Dur:...uta a mndruguda atearam fogo 
em todas os cabon!li:; cobertas de bacu­ 
ri du lanchonete S.:mamb!llu. Em poucos 
minutos P.ra tudQ consumido pelo lncen­ 
dio ofio la vendo tempo de combater us 
chamas. 
OR mol'adores só notaram qu&ntio 
o fogaréu destruiu tudo ·e nlnguem pode 
identmcar os responsáveis. 
Por sina I. a popul11çi.lo ficou revcil­ 
tada e apreensiva co1u o htidloudo g..:sto 
de pessoas que pru ticum esses crimes 
BONlTO - lnfonunmos MI! nossos 
DlRUniolpes e visitantes que a Estação 
• odovlária da Viação Cruzeiro do ul 
mudou-se pnrli um local multo ótimo, 
em som bra de dúvidas. 
Como é do conhecimento de 
todCl&. no diu 11 de janeiro de 1979, 
um incendio drstruiu parcialmente 
ns lnstaluçõe!l da firma Luso Comer­ 
cial Ltda, tendo falecido na ocos!úo, 
um dos sócios da empresa: José 
Martinho üomes. Foram qu11lmados 
todos os livros riscais, comercluls e 
dooumentoi, c0ntábels originando 
problemas de toda a espécie. Esta 
PUbl!cação 1,e fllz para t:fellos legais. 
Luso Comercial LTDA 
•'oão Marlluh1J Gomes {CRC 1686 MT) 
Agora é nas Imediações du Igreja 
Matriz, bem em frente à Praça da Liber­ 
ct11d(', ao lado da lnncbouete Alvorado. 
As reclaruaçõeP eram constuntes 
qunndo os ônibus faziam parada na 
antiga rodoviária, a qual eru muito sem 
conforto, principaltnente quando chovia. 
OR pa&sagrlros não tiohum onde se 
abrigar e agora, :ilem deste problema 
ter.se solucionado, o locul da nova Ro­ 
doviária é bastante confortável e atraen­ 
te é bem aparelhado. Como percebem, 
efltamos progredindo bnstant~. Só nos 
resta agora fazer um apelo à Viação 
Cruzeiro do f::ul, no to-!anle aos ouibus 
que oferecem o minimo de conforto ao!l 
paRsageiros: Sem toilete, velhos e sem 
condiçõeR de umn viagem tranquila, 
sempre quebrando o quando not1su baga­ 
gem niio cheg11 toda enlameada, são as 
correspondencias que rbegnm todus su­ 
jas, pols os malotes dci correio chegam 
pelo onibus. Isto é falta du fiscnllzução 
da Empresa. 
Esperamos que este problemu ceja 
resolvido brevemente. 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
ADVOGADO 
OAB/ MT 1615 
'Jausa!.' l;lvelà e Criminais 
Rua Antonio João, 842 
scritiio ie 
Sergio Robe.o Peronr!i 
CAUSAS d VEIS 
DIREITO AGRARIO - INVENT,RIOS 
ESCRITORIO - Hua S "" Ou1ubro 
( Ao Lado do ireLran ) 
Bela Vista 
Pia é de suma {aportancla para o cres­ 
cimento do g-enero aluda nus terminado 
o homem. No regime da paz soclallstu. 
o homem pustm a ser um mero integran­ 
te do Estado. 
É, acho que o tal de Apoeallpse 
jó chegou mesmo. E o donos do poder 
estão com os dedos prontos pura apertar 
o botão... que ll,vará o murdo u heca­ 
tombe e ui talvez, surja a Paz no mun­ 
do ... sem os homenll. 
o continuam desfrutando do conceito no 
meio social. 
Esptira.se que o delegado Marcos 
,Jura com suu equipe Identifique e re­ 
preenda ot1 iacendlárlos. 
Visitas Ilustres 
Ontem, estlverm em vi lta ele crr­ 
l !sia ao nosso jornal, o senhor coman­ 
dante do 10° Regimento d.e Cavalaria, 
Tenente Coronel Antonio Gabriel Conra­ 
do Dias o Teente Souza Nete. O rela­ 
cionamento entre o comando do 10º RC 
e a l'!PRE!'lSr bPlav!stense é o melhcr 
possivel, isto graçus aos objtivos co­ 
muns e ao ideal da TRll:lU A DA FRON­ 
TEIRA de somar esforços viti110do o de- 
8envolvimento de Bela Viste. Aos vii­ 
tntes, s sinceros agradeci:nentos da 
equipe TF. 
Preço des-te Exemplar 
Esquema Eclético 
O progra;na Esquema Eclético 23 
produzido pelo comunicador José Glau: 
cy Flores, entrevistou recentemente o 
direto:- da TF, jo::nalistn Ivoldo Pereira 
e o mesmo, moiE" uma vez re&firll1ou o 
seu !-Jropósito de lutar oor Bela Vista e 
pediu a uniüo de lodos· para concretizar 
os ideais dos belavistenses: msis pogres­ 
so, mais harmon1t1. A respeito da atual 
Adminai-tração Mnnicipal, o jornalista ais uma vez 
afirmou que nic concorda apenas com a 
pohttca do senhor prefeito, mas acha 
que_o mesmo vstá fazendo uma bog od. 
ministração tendo, inclusive, citado o se­ 
lür educuc1onal como o mais dloamico 
de sua gestão. 
. Se_gundo pal!ivrns do Glouoy Flores 
uinda não confirmad - o senhor pre­ 
ft-1to :nunfclp:i. dnrl'.l. uma entrevista 
MS amanhã em seu programa. 
A bem da 
Verdade 
Na HlJç!lc, ,Je ontem, 
na coluna ~. POIS g ... 
saiu uta critica a res­ 
peito dos dltúrbfcs no 
Clube Belavistense e o 
articulista da mesm a­ 
firmava qud ''i;ó poderi­ 
am ~t>l' provocado!!, em 
ua grande maioria, pr 
estuduntes de !óra, que 
nilo rrsfdrm cf Bela 
VI«ta". A Le,, d. ·rda­ 
dc, e oor umu a. Jstlio 
de A'STIÇA, d: mos 
cloro que toda a . gra 
tem excesFúo. e.n l.odot1 
os jovP!lHy :.11, estuctam 
em o rft!:" cldade6, mcre­ 
c o tro t&.rnento u elmo. 
·xistnu os desordeiros, 
m existem tambm s 
quu !'e.bem se comportar 
em soclcdadP. É a velba 
história: use a oarupuçu 
quem quiser ... 
Telemat 
A TELEM:.T de 
Bonito, qu~ tinha até si­ 
do b·tizuda de 'TELE­ 
i!OH.'l',", porque só fun­ 
cicn,,u nu dia da inau­ 
gu,11ção, voltou à e pe::ar. 
Inclusive vem realizando 
''históricai;," ligaçõeR te­ 
lefônicas para todo o 
2rasil. "Qundo conver­ 
Sl'I com rninha famllla 
em Santa Catarina pen­ 
sei que era um truque!"; 
falou uma pc.>esoa que 
ncuba va de telefonar pa­ 
ra sua terra notai. 
Com nova aparelha­ 
gem e ocupando amplas 
lni;talações, o Serviço 
Ttlefônko de Bonito é 
dos mais perfeitos de 
toda n. região. 
Sem 
.,. 
aguo 
Depoi• de !irar dua& 
emanas ema água, os mora­ 
dorr:s do conjunLo bablui. 
cfonnl do BNH, de Bonito, 
resolveram agir por conta 
propria. Com o nu..x.ilio de 
uma pá carre~adeira da CJ.L­ 
BON, retiraram as vinte tu­ 
bulações, de ,;ci, melro; cudn 
uma, do poço artesiano, remo­ 
,·ernm u bomb:i de profundi­ 
dade que estava com defeito 
e em poucas horas oormali­ 
Zuram o erviço de abaste­ 
cimento de agua do BNH. 
Quando termaizou o pre­ 
closo hqu,do nas torneirus. 
solicitaram providencias junto 
il prcfe11urn e não foram aten­ 
dilos. Por duas semanas ti­ 
veram que buscar ugua em 
um córrego localizado à um 
kilometro do locul.

------ 
Tribuna } [rpttiA 
Dd_da"	-- 
NOVO HOTEL CIIÇIHIIS 
sns. VI.J:N·l'ES 
Quando cber,nr em Porto Murtlnho, hospede-se no 
NOVO HOTEL CAIÇARAS - E slnl'i-1!0 cor:w uo estivesse 
(lffi seu próprio Ln1: O NOVO HOTEL CAIÇARAS 1.1Hlá 1-1t1ndo 
utendldo pelo eu noVOfcl proprlctál"IOU 
WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • que 11stllo do bruç ,, 
abortos pnrn l'CCcbe-los a qufllquer hora do Dia ou du Noite 
NOVO HOTEL CAIÇARAS 
Porto Murtluho 
Muto Grostlo do Sul 
( 
de 
- 
% 
ilson 
1 
fhilemon Uabhan 
Cumlecções Civil e Militar e Fiamentos 
Grande i,ortlmento de artigos esportivos, tais r.omo: j:;go 
de oamlB1 pura [utebol de cumpo, de s11lão e voley, chuteiras, 
jogos de meln'I, cumlsus avusad de times para adultos e crlan­ 
ços, quedeR rnlnba, equipe e topper, boln Drible pura campo, 98- 
lào e voey e também handebol. Aceita-se encomenda de caml· 
sns e bordados e jogos de número. 
Rádios e toca dl11cos, caixa de som e jogos de caixas 
acústleas para carro. M.'lterlnl escolar, jogos de m a Ia 
mucll11s 007. Novldudes Cnmlsus, calços, gravatas e ternos para 
homaos ulem de clçdos. Tudo paru crianças e as ulllmus 
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Mato Grosso do Sul 
JAR[.iD! -Ano fotrrriacf<,nrd ela 
Criança, iniciativa ptcular que 1 
ONU tomou, e prl dos pequ 11no 
decretando que 1979 fosse 0 nu:ws deles, 
o que se comemotuse em todcs 0d 
quatro cantos do mm1o. 
iqul w ,lw·rllm, tPmos urna c,;pt•· 
t'lcular opor(ualcl '' de aui<ili: J", Jc co· 
laborar com esta ! '1idade, de ubli 
me a nosso ver, através da Cas Go 
Garoto, mqpifl<'l nle ,,l.J1J d(
1 
H1llc!urie­ 
clade humnnu re,lizudu pdo Paclre ,J<
1
- (, 
Ferrero e onde tu lm•-nte c·lc cda '!.7 
crianças. Dt. AImiir Fernandes, médico e 
pslcólo~o, filho <10 no· rn cld:,dl• e que 
orgulhosumcnle o l'l-",,l'bL:u dur·1JUk o,, 
festejos <!o !Iomo, )lr,jH 11tun11do como 
asses.·or do Sceretánto de Recursos Ilu­ 
maaoP, ronBrgui11, alr.iYé • r!-t Serret::rí1! 
que tão bem ssessorn, a smr de ó0 
estes últimos nos a rinl urna vem 
sondo ossolada por Ai<nnç,ir• lmprcvl•lvci,. do 
que resuhom quedas de re11dimrn10 pnr L -!cl-irlr 
dr 6rcn e, lo~icamenle. ,t,1 pro•lu,:i11 lirula. O 
Pornn/1 e o Rio Grande <lu Sul. ,·om maior int.-n• 
sidnde, e nrstc nno também Minas Gerais ã. ' 
Estad,,a mni• cn,ii .. n,!01 e,peclnlmtnk nu cultura 
du sojn, que rnrgc romo o rande potenclal, tan­ 
to pdo constonto elcvaçilo da pruduç:lo brutu co. 
ruo_ tombém por'lue o maior prorlutnr, os Enlndos 
Unidos, rnnte n eventual coocorrénciu. 
Eles produzem nodo menos q,c 4~ milhões 
de tonelo.-Jos por 0110, t·nq11111110 a ,afra nacion•1I 
c~tn hem ncimn dos 10 milhiic~. EntrLlanto c,rn 
P1tm1~ilo poderá mudnr j(, qut, no '.me,mo tempo 
que os Estados sulinos tem possibilidades de s1- 
frn• mau rntlsfotóndB, o cerrado !Jrn,llciro E~ 
npre,cnto como n nrca de potencial mais promis­ 
sor 1;1010 pclu rna extcn•iio como pela produtivi­ 
clnde que se pode conseguir, e ele for de, idn­ 
mente recuperado no ,ctor do• ,•kmcntos mine­ 
ra,,, de que é, ,nbi,lamentc, d,,fíd~ntP. 
Com a populoçilo humano cre,ce assmtn­ 
dora_mentc em todo mundo- deverá pasur de 4 
bl)bocs poro 6 n 7 bilhões neste• 20 an,., •• a 
ohmenloçilo surge como problema bem muís gra­ 
ve que o pctr61co. Toclos ,obcmos que os pnl;es 
europeu Importam nad!l menos que 40% do que 
necc,.Jtnm pnrn sua ahmenlDçiio, o mesmo ocor­ 
rendo com out~os palres da ,sln. Se O mundo 
passo !orne, CIUClltementc tudo lt'ID que •er r i 
to para aumentar produção de cereais, via4 
nno somentr o ob!l•tecuncnto dos outros poise• 
mas tambem o ~a ?ºª" população quC' ,e O r/ 
renta em suo tna1ona, rnhc.u1rid11, cxcrtuund~-•e 
Pa_um terço que nio sofre as conseqüencias 
o oorcnc111 e i:llmentoa•. 
_A_ despeito de todos 09 ri,cos dn a<>ric 1 
turn·ohv,dude que rompe o tquilibrio hl;16 r ~ 
~ que, por Isso, nrca co:n os prohltma• Ad,irfd c 
! Priga.e fungo-é glu qivs reisa ·e { 
e'!! otendtdn, Jn qne o homem pode pa,,ar •e 
muuos _bens rlc consumo as no pode di-.4," 
umn nlimentoçilo t:lo ,adb quanto . f" • / .ar 
exercer sues ati,·ldudts. su icten e pura 
Todos os dlus n indú;tria melhora p l 
101 ou ena outros de e d Td ror u­ 
nenhuns deles pode in[;""",""" i'idade. Ma. 
«ses@sients @vãs diu.5,""},2, pg. 
d1rcu,. ou .l Iodustriulizr ,,o . f • ntuçio 
cosr«isicas. os a!${{";2"ids .de 
me se apresenta como o leme ,,". ho­ 
tante, pelo que precisa ser mals b , in1por­ 
Como o êxodo rural é incvlt.ív •
1 
cm ntênrlido. 
na agricultura, nos próximo, k," reanecerio 
º"' mals cnpncitndo3 como ilCO~t ti, unicamente 
Unidos onde o nível' cuhnrnÍ mi ~ccu no;; E-tudos 
de e&tudoa. Aliás t~do, os mmo é de 8 anos 
impedem que o mecor o-,,Se desenvolvido, 
14/!5 ou, olé nH•swo, 18 ano:. ,e entes do uUngtr 
hsc;cs agricultores, logicamente 
, não cvltn. 
'mil cruz,,jrOfl, que foi donda a Cus 
(iur-0
1
.0. 
R almente tatu·se de umn 1ju 
multo grnde uo Padre José, que pode 
r.uprlr u ''n·il do G11rolo,_cr-m roup .. ~ ►
cama, algumas obras a fim de abrlg 
miai pequeninos, por ter acorodaã 
p,.ru 55 c•r I JIJÇ !1, scgt!I eh tu f ;, 
concretizando seu rand ;el e q 
le tão bem o r< ullw. A TrlhnrA 
F1 ouleJt•11, em nome do p,,,Jre ,Jnr-i r 
reto, das crianças por !a cri•:,.,. 
educadns, vem de públlc grade 
Dr·. 1 lrni1• Fcrnu1111"H por <'Sle gesto e • 
dof:'l, que por cf-rto o c,•l< ciirl: nu· 1 
gar de drstaquo nüo sú pet•,1n[u o pen 
de suu cidade, mas tmbém [ ++ 
eus, porque assim !le d!se: 'ir 
vir mim os pequeninos, porque h 
é o Reino do Céu. 
Cortesia dos Armazens Gerais União 
rào os riscos a que todos e!lamo, sujeitos - d 
rcln ou ia,lirc111mcolc, cc,m a .-sca,~ez u,ucdi 
do ali,11e,11oq - m.1s r:Jes ,aberão upro,ell•r w, 
o esforço humano produzindo multo 11,.is ~• 
uuldude de área do que aquele que nlo ti 
muiore, r-onla
1ci01ento ou outras ferrent 
alóm da cnxad.J, do machado ou <la foice 
Preço deste exemplar 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado 20/21í2) 
FU N D A Ç J O lvuldo Pereiru 
DIARTO REGIONAL 
Proprlc.do'1e da GrHica e Editoro Apn 
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TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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Nj • C ar UD, orlo ~lurtinho. BoatfO. 
,"g; Zzgl.e inoí6 ji crs @% 
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Obsenarüo O • 
nssinut d 3 an,:;o~ publicnd,,, co!D 
e·.á.,,,, ""+ autré: +a4um ";; 
Jorai. S!"" s,yPiniao e pensamento "" 
sito d ~._B'%biés«o obdce ao P" 
e do . 'n e_ Utc3 dos problemas roun1CIP"
11 
pen.,,,""""ir as diversas tendeis» d" 
eato universal. 
---·----------"' 
Agora 
esposa, 
O sonha tornou-se Rea:Hda:cle 
em Bela Vista E • t 	- 
fll 
• xis e umu Churroscar· d 
seus ho:i, seus arainos e sentq, d on e voc-ê nod,.rá 
., :i ir-se tealmeut~ e· • 
m sua 
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E 
Aquele algo mais em (hmrascfüia 
Rua Duque de CaxiRb RODIZIO {!:@~~ l[E ® 
• '	? """e "" """v "	udsa1) 
- E 
levar sua 
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--- . bela Vista MS 
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Ponta Pora llloto Orouo do Sul 
Mlnlstárlo do Exército 
li - Exército 
9!! Reglllo Militar 
4!l DC - 10º RC 
Regimento Antonio João 
Tomada de Preços n.o 01 Aprov /79 
Aquit,içüu de carne bovina sem 
osso, 50% de dianteiros e 50% de tra­ 
seiros especiais. 
1. O 10º Regimento de Cavalaria, 
sediado em Bela Vista MS, torna pu­ 
lieo que fará reullzar em sua sede, sita 
à Praça Cmt Pedro Rufino S/N, uma 
Tomada de Precos para aqulsiçllo de 
roximadamente 12.000 (doze mil) Kg 
!e Cara Bovina em osso, 50 1/o de 
anteiros e 50%, de Traseiros especial, 
Para o con;;amo du tropa durante 
O 2 
Rimestre de 1979. 
1 
2. O Ed11°1 comoleto com malor~ll 
ut •• "" di sição 
"Fações, encontra-se a Iipos 
OS interessados. no Serv!ço de Aprovi­ 
"uameto do 10 Regimento de Cava­ 
ara. 
p Quartel em Bela Vista, MS, 
23 
de 
etereiro de 1.970. 
Arlslldas Oliveira de Melo Maj Vet 
Presidente da Comissão de 
Licitações do 10º RC 
Dr. Fernando de Freitas Elias 
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., 
EDU&acão E POLI 
No r,rupo clnqurle!, <111c eutrurom 
na ruculdudc ern 7!1 temoR um l>om 
número de pessoas de Bel Vista. CIt­ 
los é homenear o esforço dependido, 
mnH ô uclmu ((1 tudo, motlv111· outros 
Jov1111i; u fazer o mesmo ou se}n eHtudur 
com fé e coragem e usslm nlc1111çar 
umn melhor poslçfio ncndcm!cu-proJ1e• 
slonul. 
EslamoH, jovens estuduntcs. numn 
[use em que o estudo se faz multfsslmo 
noc<>•sllrlo, e, o quc> (l m1ils Importante, 
todo" podem lndt1pt·11deule de tiltuuçllo 
eoclal•llonnc(•lrn nlcuuçur o gruu unlver­ 
t<lllrlo e nHslm ll'ubnlbnr por cquell's 
quo nno cl1Pgornm, nturln, onôe e.;tols. 
Nu hrimenogem que fazemoY o 
Sorgio MPtlclros (filho do Prof. Erasmo 
e Hamon), Lonise Rafel, Fatlma Ague­ 
lbo, Atlilo C1irlos, llz11 Carnrlrn I' muitos 
outros destu elu Vstu ou dalém do 
nossas frontc•lr11s é o e&timulo uece~sá­ 
rlo parti quo voces, nmlgos, lembrem-se 
que oomeçnm ugorn umu nlivldnrle que 
os levuró no âplce mos que l1avorá oca­ 
siões em que upar~cerá n tl'ntnçllo de 
tudo lnrg1n pois ui; dl!ioul<ludee sO.n 
multas e os obstáculos quu~I que 
lntrunsp11oivoir1, mas deveis lombrur que 
l• pior obstl'.lculo todos jll conseguiram 
p11sJ ... r que é o vestibular. 
Que no meio do ano ou ono que 
vem pc,sgamot> dedlcnr todn umn pl'.lgl::ia 
11 tiscrtiver oR nomes duquel11s que nlio 
noreditum em professor, escol11 ou prova 
rnr1fi eAtudum pura pneaar o, deat!i forma 
ll C'lCOIII, J)l'OVli C pro[etiHO('f'fl furuo1 flÓ 
o neln pols o fim ó vencer e vcucrr 
bem. 
Iva11 Ntrnclmonto 
Mlnlstárlo do Ex~rolto 
11 - Exército 
911 Região llllltnr 
4 DC - 10° RC 
R11glmeolo Antonio João 
Tomada de Preços n.o 02 Aprov /79 
Aquisiço de P!l o Fruoces ou de 
Sal (senco u m11têrlu prima utlllzndn nn 
conlecçilo do pilo: • farinha de trigo, 
ó.gut1, sal, açúc11r, gordura e fo1·melll'l), 
AVISO 
Cada pessoa possui seu própt lo 1 I· 
tunl: uron série de pequeno~ bl'.lbltos que 
anteccd.; qualquer rcsoluçllo ou servlQo 
rotineiro. Pode BH umo. nlitude que en­ 
oootrn uma expllcuçllo boftunte pluu~i­ 
vel {senllo dl!loltlva) nn pslc1Jlogla corno 
1ambém pode ser umu m&rn siluaçllo de 
desconflunçn, algo b:istacle desogrndá vel 
por( ru multo prático. As pessoas que 
trata..i1 questões de diuhelro com Dom 
Pepino 1lc11m dei:concertudas (tienno o­ 
fendidas) com o rlluel do g.nnde fazen­ 
deiro (no sentido de possuir imensa es• 
tatura e lolgm1lável pança). pois de­ 
monstro clurumente sua fnlt11 de cootlan• 
çn para com qualquer pessoa que esteja 
na suo frente no momento em qua obre 
n famosu carteira recheada. 
A ceou passo-se du segulnt'l formo: 
um Individuo qunlqu11r conversa com o 
Dom Pepino sentado a sua frente, num 
toco, enquanto o gruode fazend<'lro b11- 
l11nça-se levemente em sun rede. A con­ 
versa sul lentu. embora o homem do to­ 
co sinta-se numa necessidade trágica de 
conseguir unR tnntos tostões. Dnndo con­ 
l11 disso, após um conl!trnngt'dor momE>D· 
to de silêncio durndouro, Dom Pepinc 
sento-se bufaudo na rode (estava della- 
do ), mira alguma coisa n suo frPntr e 
flunlmente se lernnta. lmedlatomente vi­ 
ra os costas para o homem do toco e, 
assim protegido, retira 11 cur:elra, onde 
cust11 a encontrar alguns toMtões mistu­ 
rados a inútrls e desmanchados peà>iços 
de jornal (prova velmE>nte de alguma e­ 
dlçllo do extinto, O Jornnl, do Rio de 
Jenelro). Acbn o que quer, i-epõe n car­ 
teira no bolso do cu!ote e volta-se en­ 
tregando o dinheiro ao hcmem do toco 
após esfregar um tnoto as notas, para 
ter _certeza de ollo ter havido um enga­ 
no improvável: duus notus c,xlremamen­ 
t_es coladas, dando o imprt!~ii.o de uma 
uolca. 
A filho 11111is moço de Dom Pepino 
1. O 10º Regimento rle Covalaria, 
stdiarlo em Relo Vista MS, torna público 
que faré realizor em suo sede, sita à 
Praça Cmt Pedro Rufino S/N, uma To­ 
mada de Prtços para aquíslçilo de 
aproxlmndamrnte 12.000 (JozP. mil) Kgti 
de Püo Francas ou de Sol, para o con­ 
sumo da tropa durante o 2 trimestre de 
1.979. 
2. O Edltnl oompleto com malnre11 
informações, encontra-se s disposição 
dos interessados, no Serviço de Apro­ 
visionamento do 10° ::!eglmento de Ca­ 
valaria. 
Qu11rtel em Bela Visto, MS, 
23 de Fevereiro de 1.979. 
.rlsl'ldei; Olivelre. de Melo Maj Vet 
PresldP-nil' da Comissão de 
Licitações do 102 RC 
leia e asshrn 
lribmrn da FronteLa 
Crônica de Bustos 
!iOlTO - E J'.l JJ,""1.-to P ru. o 
, gu.ação d+ A!I 
próximo da u ta "", tu HA 
é'a do Banco do Irar!l <' • .-,r,rJ ? ··• , 
t
.~, r z, !lo r'l'(i.i ·• ,l- 
v,[os djs ave do ' to' 	, + 
1 
.. , 'li< [l" í·' ''I• t ! , 
meto est, tudo p:+ ' " 
em tl idade. 
E• e conteimento é mfs 1uId 
met, para o progreo de Bonito, um1u 
vez que o e:.puétumos para o dese­ 
vulvinwnto da pcc mr Ju e úu_ ugrlcultur~ 
mareará um importante objetivo pa 
soll.Jlficar Jnclui:ívo u já urre jnda agro• 
pecuária que predomina_na região e d 
implantação de novas indústria. 
"Roolto é umn cidr:cle que tem o­ 
lo e m sh-solo. Alem disso tem uI 
!]OVO d 1 ça que l'íll vuutude de Vl·D· 
C' r". h,rnrn ;i,: r (', ntPG pultlVl'llS do 
senador Pedro Pedros-ian. 
Oomeco Jr. 
,Jonnn Darei, deE-uprovu pss,1 atitude 
fr<1ocumPnh: vulgar. :faR dooa Lcona, es­ 
posa (111 Dom i'cplno, nprov,1 lutdra­ 
meolc esse gesto do marido. Para ela é 
multo pi< r etifreg,ir n r•arlelrn nu ruçr.. 
desses loucos de fome (ou sejn, OR em• 
pregados do mar!do), pais pode deper: 
tar a cobiça violenta e, nesse cus0, O 
pior c►iirla sobrP Dom Peplr.o. Para J oa­ 
no Durei, entrHan10 virando as cos
1
a11 
é que rnr!'l. mols rud para 11m lurápir 
aeertor-lhe umii paul 
1
a 111½ nuca. O que 
finalmente, será i:nprovflvel. porque to­ 
dos sabem que Dum P"plno carrt>ga a­ 
penas trocados na ean.:,i a, o resto é 
pedaço dP j0mul vrlho e amnrr0tado. 
Um dia, ,Jonnu Dar l não se conteve e 
fulou ao pai nos seguntef.: É muit;> de­ 
sagradável este seu gesto, pui. cternons· 
tru clt1r11meute a bUU drsconflança doPn• 
tia, se me permite a ousu:'il, da obel­ 
vnçüo. Até comigo o senhor e porta as­ 
sim! 
O grande l'azendelro não disse na­ 
da, mns plsrou multo. 'o outro dia, en­ 
quuntf, t>le frnfavu um essunto de dinhei­ 
ro com um ,·mpregado qualquer, Joana 
Darei obscrv. va. Dom Pepino, que esta­ 
va deitado na rede qu .. ndo o outro pe­ 
diu um; tostõP~, [Pvnntou-se pesurlnmente 
cu piu e mnn<lou o outro dur meia volta 
e ficar de costos paru ele: então abriu 
a c11rtelrn, tirou algumas nota& e man­ 
dou o born~m vultnr se. Depois que o 
empregudl saiu, Dom Pepino olhou para 
11 filha e perguntou-lhe um tunto ironlc­ 
mene: Hc!o, moça, muuelra mai!l do seu 
feitio, no acha? 
J ounli Dart>i nüv por' e contel' a 
g,1rgnlhuda. Doru Pep!av nüo riu mas 
entendeu que esta vu livre pra voltar 
ao vrlbo hl'.lbito: ele é· que cievia rodo­ 
piar. coUJo semprP fez. O que, a despi­ 
to do seu pese um tanto iucômodo, sem­ 
pre ftiz com uma desenvoltura que lem­ 
bra llg~lramente uro balé. 
BONITO- Após vrlos 
anos tlP marchas e eou­ 
tru• rnurch11R flnalmLnte 
chegou ergl. de h!!e. 
Itui Iilo. N dla 
da ligaçlo ofteil l '° 
uma movimentudu p.­ 
seta e c :vul tte al­ 
tas horas uz praça da 
Lib,,rdurle. 
Qun. mnJ,; Íl?,: jou 
o aconlcl'imento for.iro 
os mor·dorvs dns e­ 
dit1çõeF do 1.nt!go r ,,,tor 
diesel que fornl!cln l'""r· 
gla pura a cidade é u 
barulh,, c.11i:;ur,le-.f.'t....1r 
nilv dalxa.vu uln•!Ut-lll 
dormir e u pnerglü Prll 
Je baixa voltagl'III, lrn­ 
possibillto11do o fu 1rlo­ 
uarnrnto de mó.qUli,il: 
pesadnl'. 
,gora, com forçr. 
dP hlcll'elétrlcu, IT'
1
·it•1i­ 
indústrias poderão Im 
plantur em nossa cad 
Oração ao- 
Divino Espíri 
to Santo 
Escritório Central 
de José de Arruda Piuto 
Contabilidade em Geral 
Abertura• e encerramento tlc firmas, 
Contratos, Distrato»s, Declarações de Imposto 
de Ilendo. Pccullr111, Agricultura, Prr.enchi­ 
'ento de autorização p/ dirigir veiculo» e 
emais serviços afins. 
Rua: Antonio Maria 
Coelho, no 350 
Bela Vista MS. 
Ivan Nascimento 
. Sou contra religioscs seja de que to, elegeu o homem certo ara O 1 " 
creuo lor, a:lmlnlstrundo coisa pública. certo e este homem tem p!ira com ªc"::nr 
~u melhor era contra até tomnr conhe- povo a responsabilidade moral • • te 
f mento d11 admlalstraçiio do Padre Pre- de dor uma recompensn e est mmtmn 
eito de Bonito. 	penrn é trabalho multo .r· b· u:1 recorn. 
Jovem, dlnllmlco, culto, simpático is orá«ão e i@is, ,"}}% r; 
e multo trabalhador são olg•imas da1< ê ft-ito - ., • • ª 
0 
que s 
muitas qualidades do Homem que revo- nune """" ente que vive pata servir e 
acionou Priora de fomrio. casas que o Éi,,,",",Pito que acho 
lo BNH, telefone direto, TV, agencia do mem ei b~º ; . 
01 
or e 
O 
que outro ho­ 
Banco do Brasil, ·colu de prlieirissima ximo ''lU"",o sofrimento do pró 
qunlidnde, asfalto em todas as ruas e ií»dispa.,{"}" "e conrorto ro[nimo e 
C!lçnmento des praças com pedas 1ao ,"""e • 
l!ndat> que parece sonho e não renlldaàe fdto 
O 
0
1'' ao Padre R. Medeircs, Pre- 
Qualquer um pode razer isto. simi,,," vn9_ « mudnnçu de minha 
l 
· " pril:!.!l IVn O lnl''O p • ,i 
qua quer um. Ma~ exlsle neccasidade de o'io ó I 
1 
',' :s nu'ar de opinião 
amar o trabalho e acima de tudo 
O 
Pró- '. .. '. 
0
-. leio é mantn umn opinh°lo 
ximo._Politlea é segundo os dei+,_ Tau sobre alguma coisa e esta ulgu­ 
rios: Planejar, orientar, diriglr, supervi. {"" 9IS±. aqui, é exatamente o povo 
sionar e aié em muitos casos, ex@cutu,, OI le Bonito. 
tdrabolhos em prol de alguma coiu ou ,, do refeito de Bonito pelo seu bo. 
e alguém. 	{"" pap, 1 Cvruu adlllinistrudor do m • 
A I é 
<•nlto de tod 	lllS 
é . co •a 11. comunidade 
8 alguém MS 	Ss belos unicipios de 
o Individuo, o povo, que, com seu vo- • meus p,1rab<'ns e bola pra frente. 
Espírito Santo você qu 
m esclarece tudo re ilumi 
na todos os caminhos par.. qu 
eu ntinja o meu ideal, você qnr 
me dá o dom divino de per­ 
doar e e,querer o mal que me 
foz :n; e que todos o ins 
tar de minla vida cst co­ 
mig,,. ~n quero neste curto diá .. 
logo, agradecer-lhe por tudo c 
confirmar mais uma ver, "que 
cu nl!ncu qurro me E .. : ar 
de você por maior que seja a 
:lu•ão material não Fer~ e utf­ 
nimo da vontade que ••-:!O 
de um dia eslllr com vorê e 
todos os rueu• irmilos na glória 
Perpétua. Obrigada ai -+"" 
,·ez (n pessoa deverá fazer e;to 
oraçüo 3 dias EC"uido• srm 
fuzer o pedido. Dentro de ;; 
dins eerá nlcança1ln n graç.1, 
por mnis difícil que ,eja) pn· 
blicar a-sim que receber a 
grnçn. 
Nice Miranda 
Primeiro Sul 
Matogrosser..se 
Júlio C{sor, c1sul 
r:::a t0grosseuse nPFC'id
0 
na Capital, deve ser ba· 
tlzado o quanto D!" 
A opinião é do seu pro· 
prío pndrinho, gover 
do1· Hurry Amorim cos· 
ta, e foi expressa on· 
tem ao arcebispo r,rn •
1 
Antônio Bnrbosu e ou 
prefito Marcelo Mirao· 
da, logo após a gra"!l­ 
çiio que eles fizi.raxn pa· 
ra abrir oflclalment" f 
Campanha da Frater1
1 
• 
dude na Arquidiocese de 
Campo Grande. Es3e 
pronunclamento:1 ser!1° 
mostrados pela TV Jo 
rena na p.rimeirn pnrte 
do Jornsl Nacionol de 
hoje.