CICULA em Bel Vista - 1nto­ 
mio Joio- Porto Martinho- Jr 
dim . Gui± Lopes da Lauua· bo­ 
nito. Niosque. Ponta l'oi e 
Campo Grande, 
ÍJÍrrtOI' 
I 
,,.. ' 
Vereador Fly de Araújo Burbosa 
Nharon está 
àgua 
sem 
maiores Eemeficizt'os são 
os Mecanicos 
O vereador 01waldo Turini, solici­ 
tou à mesu quP. se oficl.isse à diretoria 
do SAAE para teimar p:ovidêncies no 
Bl!Dlido de dotar o bairro Costa e Silva 
(Nharon) do serviço de água tratada, 
Alega o vereo.dor que e, sofrido povo 
daquele OdrrC sr, encontra fazendo lign­ 
ÇÕl!S precária-: para conseguir o precio­ 
so liquido. É inadmissivel deixar n mar. 
gem grande parte dn pupulação bela­ 
v1stense. Pediu -prov!denc!as urgentes. 
Alegando o b0m relacionamento 
existente entre o Brasil e o Paraguuy, 
empenhados em diversos projetos, o ve­ 
reador Ely de Ar1rnjo Burbosa, ntunl 
prei;ldentll da Cama;-a, pediu provlden­ 
cias uo Consu! do Paraguay em Bella 
Vista, Dom Edu!rdo Oc1ll'iz, para coibir 
determinados abusos que vem cometen­ 
do a. Emissora ilarlscal Lopes. Segundo 
o vert>udor, aqul'la emissora ulra.vés 
de programas foltos por brasileiros vem 
ofendendo e desacatando autoridades 
brnsilelras, no CO.!'O os vereadores, e pe­ 
de uo Consul que tome enérgicas provi­ 
dencias a respeito, A bem da verdade 
1:!Xplicumos, não :!Ó nui- nossos leitores, 
mas tumbem aos vereadores que o ra­ 
dialista ' ulério Penha, diretor da ZP-23, 
prima por c0mportamt·nto ímpar em re­ 
laçüo as allvidodt>s c11l!uruis, polillcas e 
sociais inerentes às duas cidades lrmãs 
( Bela Vista e 13ella Vista ). Está com­ 
pletamente inocente no caso e se alguem 
deve pgar pelos abusos são os produ­ 
tores dos programas citwdos pelo verea- 
Se Chover nirguem passo ... 
A estrarla que liga Bela Vista à 
Ponta Porá se encontra em precárias 
condições. e foi mot! vo de comentãrios 
Por parle de diversos vereadores. O ve­ 
terano político José Marques, ex-presl 
dente da Ciimuru, solicitou que o DER­ 
SuL tome prov1dênc!as urgentes, pois, se 
chover mui~ um pouco. ning::em passa. 
:speramos que o DERSlJL inicie as o- 
ras de recupl.'raçií.o. 
Os 
" 
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-r----•··'-..:1! 
Frisando que o estado lastimá. vel 
dus ruas belavistenses beneficium os me­ 
cânicos da cidade, c vereador Getulio 
Lino, do MDB, pediu providências ao 
é:xecutivo no sentido de encoscalh&r e 
patrolar as ruas da cidade. Enfátlcamen­ 
le o vereador emedebtsta disse que os 
proprietários de veiculos estão uo ponto 
de i:e revoltr.rem pois gastam rios de 
dinheiro para a wanuteoção de seus 
carros. Quebra n.olas, trep!daçilo, etc, 
são os males causados pelas ruas intraa­ 
s!láveis du cid>tde. 
Escritório de 
Causas 
Cíveis CYRIO FALCÃO 
Comercial CARLOS E. MEDEIROS 
Criminal ANTONIO BHAGA 
Advocaclna perante o Tribunal de Jus­ 
tia do Estado de Mato Grosso do Sul: Sus­ 
tenç.io Oral: Elaboração de Memoriais; A. 
dvocaeia Especializada; Contatos Permanen­ 
tes com os colegas 
Bela Visui 	ESClUTÚRIO - Rua Hui Barbou, 2.771 C/1 
_"" 	"""" v3-29ts cs»o Gr«nade MT 
Sergio Roberto 
CAUSAS 
tvcacia 
Perondi 
CÍVEIS 
DIREITO AGHÁRIO - INVENLRIOS 
FSCRITORIO - Hus 3 de Outubro 
( Ao Lido da Ciretran ) 
-EMPRESA JURÍDICA CYRI0 FALCÃO- 
dor. alba o velho amigo Valérl >, que 
estamos eu lado, pura o que der e 
vier. Não importa, seja no ,Japão ou no 
Paraguay, nós da Imprensa, omos soli­ 
dárlus, puls existi.' um código de Ética 
Iult•rau.clc,nal que regulamenta a relaçilo 
entrll os homE!llb que fazem jornal ou 
rádio. Só quem mlllta nu imprensa por 
convenlenclll ou nurclslamo, tl ~ esquece 
dos "Deveres·, do joralista. Conte co­ 
nosco Valério. 
Gente que é notícia ••• 
O Vereador Nlvaldo de Barros, 
líder da bancada na Câmara e Se­ 
cretário do Diretório tunlcipal da 
ARENA, em entrevista à Tribuna da 
Fronteira, diz que Pedro José Pal­ 
miert é ''um candlde to enrustldo à 
SUesão de Castro Pinto" e que a 
liderança de Ely de Aruujo Harbosa 
é uma ''propalada, Ilurlld11 e desva­ 
necida liderança". 0Pfende o prefei­ 
to municipal e critica os "grupinhos 
políticos". A respeito de Gente que 
é Notícia, deixamos bem claro que 
não estamos "imitando quem quer 
que seja''. Esta coluna foi lançada 
pela Tribuna em 1973 e se existe 
algucm Imitando alguóm, estão imi- 
• tando o nosso bru vo, heróico e inde­ 
penrleote Dlfrio. Leia a entrevista 
de ivaldo de Barros na ultima 
página. Outra coisa, assim i,.e faz 
jornalismo. ouvindo a8 diver3s 
correntes ... para se chegar a 
opinião equilibrada e esclarecida. 
rena ele o líder da Bancada 
Os vereadores arenlstas elegeram 
ontem o seu líder de bancada. após al­ 
guns minutos de "tumultuosas negocia­ 
Qões". A eleição do líder foi o espelho 
do partido em. Bel.! Vista q·1e, até para 
eleger o seu hder, necessita de n::aocla• 
ções. 
O vereador Nivaldo dti Aarros, 
atual secretário. do Dlretórla, foi escolhi­ 
do para. ser o líder da bancada no biê­ 
nio 79/80. 
TO vereador Carlos Centurião, da 
ARENA, na seBsão de sE:gunda feira 
protestou por ter sido realizada a ses­ 
são do dia 26, por ser feriado (Carna vai) 
O vereador disse que "o presidente es­ 
ta va sendo impr,rclal" e pediu a· anula­ 
ção 1111 se,,são. Após ser submetido ao 
plenário, o protesto de Centurião foi vá­ 
lido e a cl•ada sessüo foi anulada. 
Diário 
Regional 
Noedi 
Solicitou licença 
O vereador Noedl 
elte Laranjeira que, se­ 
gundo o vereador Nival• 
do de Barros, havia mu­ 
dado a sua residência 
para Ponta Porü, 1,olicl­ 
tou !JO dias do licença 
para trotar do assuntos 
purtfculnres. baseado 
nns artigos 5 e G ria L<>I 
3770. de 14/P/GG. O presl­ 
d+-nte EIy de Arajo 
Barbon concedeu a li­ 
cença. Com estu medida 
fica encerrada a "nove­ 
la'' Noedi, que t>r-tuva 
em vlas de ser cassado. 
hrrefeiro etc­ 
trato morto 
Na manhã de sába­ 
do o delegado José Lou­ 
reiro, recebeu aviso de 
quf Ub6 proxlmldadr-s 
do Secador Armazens 
Gerais União Agrlcola 
havia um corpo. Imedia­ 
tamente o delegado e 
sPUi! policiais, dirigiram­ 
se ao local, onde encon­ 
traram o coroo de Lu­ 
ciano Aguei-o, velho 
charreteiro e colabora­ 
dor da Policia e que ti­ 
nha pelo corpo várias 
perfurações a bala e fa­ 
ce.das. 
A CAUSA DO CRIME 
Segundo investige.­ 
cões ria Policia. Luciano 
teria sído tarde da noí­ 
te de SPXta feira. atras 
de três elementos que lhes 
deviam. não mais retor­ 
nando, para no saba dope­ 
la manhã l'er encontrado 
já morto. Informou ainda 
o Delegado que existem 
3 suspeitos, sendo um já 
coobeoido da Policia. 
Foi instaurado inquérito 
e a policia cncontre.-se 
L!.11 dlltgencia a fim de 
prender os covardes as­ 
sassinos. 
Alerta oos 
motoristas 
O delegudo José 
Loureiro pede o.os moto­ 
rh::tas de Taxis para que 
toda vez que elementos 
estranhos aparecerem na 
cidade, parn que sejam 
encaminhados a delega­ 
cia para identificação pa­ 
ra cusos como o ocorrido 
no mais se repitam. 
O delegado uede e es­ 
pera mais uma vez 
colaboração dos taxistas: 
Nao façam corrida à 
estranhes i:em antes 
passar pela Delegacia 
de Policia.

S.l1 Vltta MS 
Processos f arma I iza· 
dos em 1979 
77 
Tt[puma da ltO' 
Período de 01-02-79 à 2B-02-79 
No· Proc. IntcreHudo Areu ilun. 
025-79 - Luz Ias+o 122,000 ha (Muracaju-MS) 
026.79 - 0ar lodrijue 
de Aranjo 1,740 h (D. VIa MS) 
027.79. Aurelino TreIh 300,3332 hu (Bonito MSy 
028.79 - Pedro D6ris 
1'111,oH E/ 1.908,7620 hu (Curncol ~IS) 
020- 70. Nolson llcl1e6• 
chfnl EI 787,0759 hu (:lfdrol. MS) 
0:lb-70 • J,uii Trrlbu 
Falcão 117,5000 ha (Bonito MS; 
031.79 • Mouir Lopes I0,000o ha (Guia L.L. MAS) 
0.12,70, Ari Hodrigucs 
Souto 75,0000 hu (Guia L.L. MS) 
Jordun MS, OI do Mnrço de 11119 
Daiuto Luiz du Sihu 
Ag. Adm. Enc· GA.2 
ViR!o 
Em, ol/03;1979 
Connnntino Amoncío Perrlrn 
Advogado· Chefe Crupo 
Fundiário 
Relação de Títulos de 
Ratificação 
Helnç.4o de Tírnlos de Rntificnçno ou1orl­ 
zn~os no mé& do loverelro do corrente, reforcmti 
à imóvel rurals ahundos cm vários municlplos 
sobre n jurisdição desta Projolo Funcll6rlo. Títu­ 
los estes que ,orão entregues em eoguidn. 
N.o do Proprlc1úrio Arca Municlpio 
Título 
100 Osvaldo Lino 452 6008 Bela ViRln 
101 Vlcon10 Ah·os Mochndo 73,1777 Nionquo 
102 Corlolono Correu 
da Silva 2.612.71,09 P. Murlinho 
• 103 Genes C obreiro 363,5484 Belo Vista 
10-1 Sidney Monteiro 
Mas0a.renho1 1.'159,8573 P. 11 urtinho 
J0S An10010 M.a Urbieta 
Zavala 290,114o Antonio Jo!lo 
106 Antonio Martins Pnea 713,6709 P. Murtinho 
107 Simiio Franco 206,6591 Bela Vi»tu 
108 Aduo Cnss,o Celestino 
Felix 	627 25!!2 Bela Vistn 
109 Nivaldo do Barros 6761331 Beln Vi,ta 
110 Dentrlz Mirando Cortadn ' 
Gonvêa . 18.020,5839 P. ilnrtinho 
Ili Mns111yoeh1 hlalmao e Yoshio 
Matsuno 345.0000 Nioaquc 
112 Gumercindo Amarília 596,1829 P. Jlur1inho 
113 Jrilo Fernandes Cano e Llncu 
Gonzales 3 102 5840 Bt'la Vim1 
l ~-l Celso Manezes • ' 
Coelho (86 4468 P. lh,r1inho 
115 Antonlo ilnrln Nunes ' 
Rondão 22-11338 Deln Vista 
116 Rodrigo Eugenia Sonrc, de 
Gouvêia Junior 785,6144 P. Murtlnho 
117 Nlleon Roberto Ribeiro 
Çintrn 	2.338,8 P. Murtinho 
118 Ahlton de ilelo 82-1;1414 Bela V!s111 
119 Milton Barbosa da Cruz 909,3725 Beln Viotn 
Jardim • MS. Em 0l de março de 1979 
VISTO 
Em 0).03- 79 
nome: Con,tnntino Amnnclo Pereira 
eai:i:o: ~d vogo elo. Chefe do Grupo 1"'undlório 
:mbtlltnto Senhor Executor . Q.S. 87181 
Luiz En.ndro do Melo 
Ag. Atlv. Agropccunnn 
Enc. GH-2 O. S. 18178 
Anúncio Classificado 
Ivan do Nascimento 
Hoa eu juiz, disse o torcedor u­ 
llrlndo a bocarru, sem dentes, num or 
rlBo dd orelha u orelha, após r.1 marca­ 
ção de faliu puru o H•U timo. 
Tr-lntH ,egundos depo!s a mesma 
falta foi mu reada contra o seu time e 
desta vez o velho torcedor com a ca­ 
ra amarrada e u mão a fazer umn gesto 
que nílo deveria ser feito em Jugur pú­ 
blico ucomprrnhtido do respectivo pala­ 
vrão que por sua vez nllo deve ser dito 
ern lugar público reclamava do árbitro 
lnllrilo e sem vergonha que roubava es­ 
caudalosamente o seu lime. 
É Isto mesmo quando a dobrnnça 
é prá meu time nfio lnteressn o apltudor 
é ótfmn; quando ó contra, mtsmo que 
tenha sido justo, é uma sufadezu, um 
roubo, esse homem deve estar maluco. 
Mas já dizia Athulde Rlbrlro: O 
Árbitro é um distribuidor de justiça e n!io 
de favores. 
Escritório Central 
, de José de Arruda Pinto 
Contabilidade em Geral 
Abcrturns e encerramento de firmns. 
Controlos, Dls1rn1os, Declnrações de Imposto 
de Ilendo, Pecnll.rin, Agricullurn, Preenchi. 
ruen10 de nutorlzoçilo p/ dirigir veícnloa e 
demnie serviços afins. 
Rua: Antonio Maria 
Coelho. no 350 
Bela Vista MS. 
"OBS: Antiga Rr~ldêncfn do Sr. José Aveli­ 
no e Silva" 
Leia e assine 
Tribuna da Fronteira 
Ex• dono de 
corro deve, 
pagar multa 
O Mobral faz mais do que 
ensinar a ler e escrever 
Fuce 
~-Pº '¾, 
sr 
$ . e 
é 
mobral 
Alfobelizoção Funciono! o Educação lnleg d 
Autodidatismo • ouentaco Protissionai n, 
Prohss~on~I o Colocaçao de Mão de Obra 0 Educaç.ào 
Comun1tá!rn par.l o Trabalho • Educação Comunitária 
Para a Saude o Programa Cultural • Ação cOmunitâria 
Esporle Pora Todos 
Apóie o Mobral de sua cidade 
,.s lrn estúo determlrmdos elemen­ 
tos lzados a política, estão sempre en­ 
cima do muro a e+pera da oportunidade 
de rlr ou chorar de acordo com os seus 
mais vis interesses que estão sempre u­ 
cimn dos melhores e jus{os interesses 
da comunidade pelo qual, rJn polilir.c!, 
querem servir o que, pelas BUU'> ulitul!1:I'<, 
só fazem dese1-vh' com r;eus !l0rrL os ele 
boca larga ou puls!lamidade de seus 
troca - trocas como se o povo fosse bo­ 
bo bastante para não ver nisso um jogo 
sujo que sómente dará vantagems a uns 
em deprlmento de todos e como tod<>R 
devem trnballwr por um bem comum 
que é o progreeso da comunidade o, 
co11eequentemente, do lndlvfduo, é quo 
o pelo poro aqueles que gostam de mnlbar 
o juiz para núo faze - lo; pois, neste cas o, 
o órb1tro é o povo e quem vivo do povo 
deve respeitá - lo me:-mo que não o ame 
bostante. 
 per+oa que dquhah 
u elu!o de funda mio 
e obteve, na época de con. 
('!uir a tr naAo, o "uad 
conta" do Detran, não é re«. 
pnivel pelas multas de 
trânsito lavra!as eu» nome d 
ntlo proprietário do iul 
segundo decisão proferi!n en 
rasilia, pelo Tribunal Fede. 
ral de Hecuro», 
A ,lt·ri-'.u 1ln TFH fil 
tomada no julgamento do 
mandado de segurança que A. 
!eo Lúclo Gualberto Hiblro 
Impetrou contrn o Detran de 
Mins Gerais, que desejava 
cobrar-lhe todas ns multas de 
trânsito xl+tentes contra o 
vrículo flJllf'• Je ndQuirl-lo 
m julho de 76. Aeo Ribeiro 
entrou com o mandato de e­ 
guran_a na Justiça Federal 
cm Belo 1Iori1.oa1c e perdeu· 
tifoia o THF cle!'idlu refuru111r 
11 decinão. 
do AHLIJ'D0 
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area, loleamenlos, nmlamenlos, curvas de níveis, ele. 
Grande· experiência ao ran.o de topografia e ratificações 
serviços executados de acordo com as exigências do INCRA O 
único escritório que _conta com 2 (rlois) agrimensores forrn.1dos 
para garantir pre:lsao nos serviços executados. E lembre-se se· 
Dhores proprletár1os, aa Agrisu1 voce não contrata ínterrnediãrio! 
NA .l'GRISUL É GARANTIA. E PRECISÃO 
NÊLIO, AMAURI e OSVALDO 
Rua Antonio João, 1011 _ Bela Vist:t 
o sonha tornou-se Realidade 
Agora em Bela Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá 
esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se l'ealmente em sua 
» 
MEU. RINCHID 
levar sua 
própria casa 
Rua Duque de Caxias 
Aquele algo mais 
RODIZIO 
Churrascaria 
COMPLETO 
( Ao lado do Ginaslo Estadual ) 
em 
1 
. 
Bela Vista MS ___.,, l 
I- 
-

peda _!! ??- 	Tr!Num 	a rrotctg 
Educaçao 
As mulheres, do um modo geral 
gostam do eda. DIpo mulheres, mns 
grelo que todos gostam de vestir um 
bom !rujo do 1rndu, especlulrnenle sedu 
japonerm. 
Os animais que tecem este tecldo 
filo aonhecldotJ como bicho-da-seda e 
c,n nossa clcla!lo, por esforço de um ca- 
8 Política 
al paulista temos a criação desta 
Jugarla pr<:tn, felu, pegajosa e útll. 
Lauta preta (não que queira 
bancar o rucista) mas ela é me:mo ne­ 
gra, dum negro retiliueo e halo; ma.i ú 
negra e útil. 
É muís ou menos um animal do 
mesmo valor de Bufo Murinus (supo) 
INDA DOR Tõl 
ADVOGADOS 
73/79 
Dr. Ivan li 09so da Costa 
Mares 
ADVOCACIA EM GERAL 
fua Voluntários da l'útrin, 376- Fone 10 
Belo. Vista Mato Grosso Sul 
Dr. Gil Marcos Saut 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Rua filinlo Muller, 320 
J 
' 
... 
,,... 
• ,l 
y 
BOllllO - MS 
Dr. Pedro José Palmieri 
Advocacia. em Geral 
Rua 16 de Novembro 17 
BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
ADVOGADO - 
Rua 16 de Novembro S/N 
Bela Vista Mato Grosso do Sul 
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 
-1-06,i0 - Campo Grande MS 
Dr.Deodato de Oliveira Bueno 
Advogado 
Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 
Fone, 43-1062 
Residência: Rua Coronel Camisão. 54 
fone, 431-1.116 
Ponta Porã Mato Grosso do Sul 
Hilda Abussafi dos Santos 
ADVOGADA 
Caul'as civeis - Comercial • Trabalhista 
Recursos em Geral 
lua 26 de Agosto, n.o 884 Fone 62-.40510 
Campo Groadc I ilato Grosso do Sul 
Heitor Miranda dos ~antos 
ADVOGIDO 
OAB - MT 1854 
Rua Joaquim Murtlubo, 169 
Porto Murtinho - MS. 
D1 . .Joelson Peixoto. 
-Advogadn­ 
Causus Civeis e Criminal'! 
Rua 1.o de Mo.lo S/N Jardimn - Ms. 
Adalgisa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 de maio, 2282 
Campo Grande M '. 
Ueki e 
Simonsen já 
s. 
;...---' 
Ricardo !Blrandão 
- ADVOGADO 
A v. Brasil, 1595.- Caixa Postal 355 
Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
431-1646 (Residência) 
ronta rorã Maio Grosso do Sul 
Or. Cosme Roberlo de Souza rinto 
ADVOGADO 
Ca.mn Civeis, Criminais, Trabalhistas, Regulari­ 
znçõc• dr terras junto ao Incra. 
Rua Dr. Corrcn, cm [rente n Praça Thomáz 
Lnranjelrn Porto Murtinho - Ms. 
Elenice Pereira Carille 
Dilene Miranda Carpes 
ADVOGADA 
CIVEIS - CRIMINAIS ' 
Rua 26 do Ago,to. 360 - Fone 6244520 
CAMPO GRANDE -- MS 
Bicho que ninguém pode dispensar 
em lugar alagadiço ou em rua que só 
tenha rio Ull rfos quo só tenha ruas 
(nulo sel +e d para entender). 
Nossa cidade t assim, sem cami­ 
nhões para carregar terra, e maquinas 
para ap!niwr as ruas ou tapar os bura­ 
aus, o único Instrumento que temos 
agora é a natureza através duas guas 
das chuvas que fazem verdadeira-; cm­ 
téras por onde passnm e, como pão 
existe esgoto ou rede fluvial organtznda, 
u rua tá a! prá lto mesmo não 6 ? 
Coitado de quem tenha crro que 
paga uma nota por ano de Txa Rodo­ 
viária Única e oiío vê uma ÚtJlca medi­ 
da para resguardar Ileu patrimônio. 
Alóm disto, us ,1guae descontroludu le­ 
vam muros, casas o até gente se não 
correr ràpido para o morro, e con Isto, 
trazem alguns animais menos nobre tals 
corno: sapos, cobras e até lagarta ver­ 
mlllhu comedeira de torra e roça. 
E até que tehamoe alguém parn 
usar maqulan11 e caminhões, bem como, 
homens pago pelo contrlbulnto, para fa. 
zer e conservar ruas e outros beus do 
povo, em, pról do povo vamos ser oba, 
mndos de Lagarta-Preta, o que me fedo 
a Rácismo mos levando em consideração 
u utilidade da lagarta preta (bicho da 
seda) acho-me multo honrado com o 
o pelldo e pelo espaço no Programa. 
IVAN DO NASCIME TO 
admitem ra- 
cionomento 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2/72) 
F U D A Ç A O lvnldo Penica 
DIÁRIO REGIONAL 
Proprlcdnde da GrHics e Editora Apa 
CGC-MF 03,201266/0001.90 
lnoc. E1L 1305923-13 
Diretorn 
Maria Eatcln V. Pereira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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Rsdator: Itnlo llorioli 
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Redação Administração e Oficinas: Rua 
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AS I ATURAS 
Bcln Vista Jardim, Porto Murtinho, Bonito, 
Nioaqt:e Curncol e Antonio João CrS 800,00 
Demais Municipios Cr$ 1.000,00 
Observação O, artigos publicados com 
nsainatunu dos o.a.tore, não traduzem ne­ 
cessáriamente a opinião e pcnumcnt.o do 
Jornal. iu publicação obedece no prop6- 
silo dos debates dos problemas municipais 
e de refletir as di,·ersas lcndênciu do 
pcus•mento universal. 
Dois àflnlatroa • Ml1• 
rio Simonen, da Fzen­ 
da, e Shigekl Ueki, 
das Minas e Energia, ad­ 
mitiram a possibilidade 
de um racionamento <ICl 
combustíveis no Pais, 
Segundo Uekl, se houver 
novos aumentos no pre­ 
ço do pretróleo na ro­ 
nlão da Opep ao próxi­ 
mo dia 26 o i:3rutlll pode 
sofrer "um lmpeolo mul­ 
to grande'' e, não ocor­ 
rendo redução no con­ 
sumo, "medidas drásticas 
podem ser adotadas, ln­ 
cluslv11 racionamento". 
Simon&en também admi­ 
tiu a hipótese de racio­ 
nar, condicionando-a po­ 
rém ao que ncontecer 
nos próximos mese11, 
"dependendo do que ve­ 
nha a ser a extensúo 
da crise''. 
Leia e assine 
Tribuno da 
Fronteiro 
de João Freire de Üliveira 
Ambiente Seleto 
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, 
ENTR 
l'F: O que uchn du pollticn lwlu­ 
vlstenso atualmente? 
NU: O pal"lldo (/RE.:A) aluaJ1111'1t!· 
em Huln Vsta, et dlspero, um rupl­ 
nho dl' pe~soau purn carl11 hdo. Plllllll'tto 
que n Idél do presidente Geisel, desvie 
a formação dos Diretório, j era de s­ 
mnr esforços visando o fortalecimento 
tio p1Htldo, tanto qllt' ele concedeu tu di­ 
vlel10 dentro rio próprio p::irtido (•,ullk· 
gendas) pra evitar n d1per+io ri•• f'CIIH 
compoue11t0ti. O quu aconN:<' Pm klu 
Vista e o contrúrlo. 
TF: A uuul AdmlnlHll'llÇiío (Cu,,lro 
Pl:lto) sulsl'nz o povo ... em lnmo,; polí­ 
ticos e ndmlnlstrutlvos? 
NB: A atual l',dmlnlElruçii.o, há de so 
oonslderur dois parflmetros: lnteretle ~ JJÚ· 
bllco e de~lnleresse do povo ... 
'rF: lnteress1:1 públtco? 
NB; Sim. Vou explicar. intererse pá­ 
blico: Capacidade dP- endlvHlamento elo 
munlolplo (90%); divida do mu::lcíplo só­ 
mentl'I do SAAE; pognmento cm rl!a elo 
funcionalismo; normnllwçl1o rins finnoc:rn 
muntclpals; pngnmenlr.!s ,lc <l<"bllos dns 
gestões nnterloret'; nberturn ele nornH 
ruas; construção de mis escolas (mais 
de 10); águ:1 para os bairros Nunc:.i-Te-Vi, 
Agua Doce, Cancha e obr::s quP pi-efei­ 
tos daR gestões nnte1-!ore~ niio execute.­ 
raro, tuls como ubertnra llC rur.s parn os 
bairros da periferia. Sem l't1lur na en­ 
caropaçilo do Serviço de Energia El 
6
h-!ca 
pela CEMAT e lnstal11çüo elo interurh,rnn. 
TF: E o funclonullsmo :lunlclpal'? 
NB: Veja beru, Belu Vista é o úni<'0 
munlclpio, d11 reglüo, cujo funcionuhsmo 
está em dln. Foi ubolirlo o abominável 
método (sic) de paqar os funciunnrios 
com vales às casas comerciais. 
'l'F: A enoumpaçüo do Servlç;; de 
Energia Elétrica foi mérlt0 c!o utuul 
prete:to? 
NB: Lógico. Em no~su cidot
1
e niio 
existe pclítlco com prestigio para 1·,•uli­ 
zar tal medida, haja vMu. e em rnzii.o 
dleto, os Inúmeros pedidos feitos diretu­ 
mente ao Governo pela rnmari1, pl'll,S 
Clubes de Serviços, por politicos ete, etc,. 
Aqui ninguem tem prcstiglo para encam­ 
par coisa alguma. E o st<nhor pref••:to 
conseguiu, graças no seu l'elocionumento 
com o ex Governador Garcia Neto. 
TF: Mais alguma coisu u respc>íto 
do "interesse· público"? 
NB: A regulurlzncAo ria imagem eh 
TV !forena, adquirindo L pnrellrnge,n. a 
Instalação nas pequenas chácaras do 
nucleos pura crlnção d1, bicho da serla, 
a formdção de uma novn mcnt:ilidr,r'P 
educacional. que ganhou, ínclusi'c, t•logios 
na esfera federal, e n construçüo u,i 
praças e Início Lia urbnnizaç5o. 
TF: E o "desinteresse" do povo? 
NB: O povo, part'.' Integrante nu for. 
maçí1o dos partidos politicos, por urna 
caracterologia social, se agrupam em 
pequenos grupot1, com a divN·sifü:açüo 
de Idéias, à defender iut?r':'SSN' dP eadn 
um. e se estes não so atendidos pelo 
homem públicú, lógicamente ele se tor­ 
na uma vldraço. ( só leva p;,tl1·adu,- ). Nilo 
e contenta a gregos e troianos. 
TF: Quer dizer que voce é fuvorú­ 
vel a continuidade do senhor prefeito 
no cargo? 
O DE 
:l3: Pelo ml'u esplrlto democrí.ltico, 
.no podc•r:,, coucordur com n. nomcaç!lc 
para curgos eminentemente politicos, en­ 
tre!anto, como travessamos uma fase 
revolucioná:ta aceito perfeitamente tals 
m1dia., [- que sr truta li.- área de HC• 
guru1ça wcional. Quanto n continuidade 
do senhor prefeito Castro Pinto no car­ 
g0, é uma decisão especifica do Gover­ 
:dor e eu comnn renistu ucutarel as 
diretrizes emndns do ERPE. 
TF· Acha que seria po~slvel um 
diõ.lngo cutrn o ElLuhor prefcllo munlcl­ 
ll(ll. o Vt'rPadr,r Ely rl Arnujo Barbosa 
o o lirler politlco L•dro Palmlerl? 
NH: Não. Porque o Dr. Pedro José 
Po!mlorl é um dos sérios enrustldos can• 
didaton à !i'tcessfto de CaHtro Pinto. Quan­ 
to ao vcro:ldor Ely de Jrnujo Barbosa, 
lem do de:-cer do muro ngrupamente 
do lado erruclo, para provar a sua " 11- 
dcrnnçu " lol eleito presidente da Câma• 
ra uuma compotilção com o pa1·tldo du 
OJHlFiçflo clnnclo-lhc os cargos de vice 
psi.lente e 1 secretário, entregando o 
ot.n, no bunclido. Oxaló. o senhor Gover• 
nudor niío complemente a entrega do 
ouro, ne>mcnndo-o paru prefeito. 
TF: Então é contra a nomeação 
de Ely pura prefeito? Ele é um lider po­ 
pular. .. 
NB: Sou contra. Visto pelo prisma 
politico, numa eleição sem concorrentes 
à nllurn pam disputai· l1 cargo em Bela 
Vbtu, nilo o ronsldno um lider de mas­ 
tll8. Entre Hela Vista e Caracol existem 
7,300 eleitores, ele teve 2.700 votos o 
que corresponde e. 300/o do eleitorado, o 
quA nílo comprova a ~ua propalada, Ilu­ 
dida e uesvunecida liderança. 
TF: E a sltuuçõ.o do vereador Noe- 
A o 
dl? Ele 1-crá cassado? 
• 8: Um tnr.to vexritór/n.. r.olo:~ou 11 
presldêncin e o plenórío Pm f'llunç:ío 
difkll. O doc:.:mento dP provn rle núo 
rn .. !clenclo do Vl're::idor f> público. 
TF: E ns prestnçõe!:' de contru; du 
Camara Municipal 
NB: O que tenho g dizer que o 
rx oreslrlc,nte, rralmenlP, nunca rlru lm· 
pori nrla a prestoçfío da contas. 
TF: Voce concorda com 11 polltlca 
do preíelto Cat-tro Pir.to? 
NH: Não. Discordo. enlrPtnnto, com 
~Stt!S _g-ruplnho~ componrnleR da polltlca 
local, não há condlçõPs de <liúl0go. Cnrl,1 
um dentro de seu grupinho fiÓ vlfla o 
interesse próprio. 
TF: O que acha de nosso jornnl 
passur à Diário ? 
NB: Já ncbavo, deRde os tempos 
de semnnárla, q1Je Pra um orgulho para 
Belcl Vista, como o é ter um prdello 
rom n bug-agem politlca rio Dr. Castro 
Pinto. Embora os pesc:!mlstaR só propo­ 
l11m desestímulos, vencer com a TF foi 
urna luta incansável. 
TF: Sua mensagem final... 
NB: Bela Vista nunca esteve tão 
perto do arranque desenvolYlmenfüta; 
contamos com uma noYV. agência da Re­ 
ceita Federal; 4 a~ênclns bancárliis; es­ 
trada Rrasllla-Assunção; energia elétrica 
dentro dP. GO dias; Instalação de mais 
1.000 aparelho!' telefônicos e nov& mesa 
para o centro: 4 onibus diários para 
C. Grande; uma ràdio a ser Implantada; 
um jornal DIÁRIO, lotenmentos. !:'□fim, 
quem viver verá ... BelR Vista a Metró­ 
pole da Fronteira. 
Muis um hediondo crime fol come­ 
tido nesta fronteira esquecida dos podP- 
1'('~ púhli<'OB, onde os marginais encon­ 
trnm guuI"ida e liberdade para atentarem 
contra ú putrimonio e a vida de seus 
semelbe.nt~b. Dest11 feita foi o covarde e 
desumuno 11ssnsfinuto de Agenor Paulo 
Loubet, t11xistu, filho de tradicional fami­ 
lia fronteiriça. É inudmí5fllvel continuar 
esse estado de coisas, com o povo vi­ 
vendo dias inse g;uros devido ao parco 
pollcuirnento e ns precárla!l condições 
lie repressão ao crime, ao contra bando 
e uo roubo de veículos. 
OS FATO 
Na tarde de sexta feiru, o delega­ 
do de policia José Loureiro, recebeu 
quep~u do t-enhur Murlo Loubet, infor­ 
marrnu que o seu Irmão havia saldo de 
calla, quinta feira e ainda não havia 
I"etornudo. O delegdo deu inicio às bus­ 
c,1,, e, ontbm foi descoberto o corpo de 
Agem,'.· Loubet, na Fazenda São Geraldo 
e adiuntado estado de putrefação. No 
local do crime foi encontrada. uma cha­ 
ve de fenda, que supoem-se seja a ar­ 
mn do crime, mns nada ficou Jeflnldo. 
devido ao 1ilto estado ele putrefoção do 
corpo. mas o mesmo foi reconheci­ 
do pelos trajes que usava, àentes e outros 
dados conhecidos pelos familiares. O 
delegado acredita que o crime tenha 
sido praticndc por caranguejeiroi; com 
a finalidade de roubar o veículo que 
A!!enor usava para ganhar o pão ele 
cada dia. 
PROVIDÊNCIAS 
Agenor Paulo Loubet, tloha 22 
anos de idade, casacto há dois anos 
de_ixa viúv& e 1 filho com apc-nns 3 meses'. 
!melou o seu trabalho como taxii-ta há 
apenas 6 me,:.es, antes trabalhava em 
fszendus. A policia bela vistense tomou 
euérgi:as providencia;, pRra capturar 05 
111:;sasstaos sanguinàrios • e desumnanos 
Que a justiç11 sejo feltu. Que a Secre­ 
tnr ia de :::iegur,rnça dote n nossa policia 
de recuraos para coibir o baudilismo 
na fronteira. E O APELO DO POVO. 
Guerra ao 
Akooli:mo 
Prof. José lidoro 
da Silva 
Efeitos do leool sobre 
o sistema nervoso 
Sir John Hifh•1r<l•nn • fi 
c-oncluindo o, Frll• ~-tia!o j - 
+obre o efeitos da leool no 
,l-1r11w nrnn-o nfirm.,: ""º"j 
convencido de que bebi! 
espirituosas embora stim. 
lem temporariamente o iste. 
mt, diminuem todiix a 
capacidade !e r «it'reia ao 
frio. O 61'-r oi 11ílu rl·f) 11., 
nm previne n« perdas de 
lniolo-: ()< lo <·n11tr.'írio, P,11 
provado ()li<' o uso de bebidas 
alcoólleas anumnta senlve!- 
menlt· 1•,tn• pn,li!s. O /,lror,I, 
penetrando no corpo produz 
um sen+nção de alaridade, 
n rirr11!11çJo é ucrlarortu, t 
todo o +i»tema nervo8o te 
rmpenha vivamente, emprega­ 
do o mala innudito esforço 
para desembaraçar o corp+, 
dc•t•• veneno, hto mul1n, 
vezes repetido, fatiga os ner­ 
vos, deixando.ns xustoa Por 
fim a u ação cer«; 6« 
nervo• ~ .. p11raliza111 ou lrrn 
lugar qunlquer outro dernrron· 
jn twrvo•o: A «nide dos ner. d 
vo e dos músculo tá tio 
lmimumPme rrlndonnrlu. qur 
não podr rnfrn Frnl que • 
outrn ,cja pr!'juilicndn lnrn• 
bém. Paralizando-se o» ntn-o• 
tumhém os músculos ce,Eam 
de ngir. 	ver 
Dr, Hosit, outro nbali211- 
do métlicn que ,e ,ledlcou o depu 
e•tudo do ákool, firmn que 0 
álcool rntorpecc us célula• ntr 
voFn• do rérehro ,. mi,tifira o 
homrm. Produz n lh1•iio d~ ~ 
,-,rnr a-,1,tinrlo nn elnhornçún 
rle idéin•. qu,ndo, rcrém, o 
indh·lduo tornn n ,i, fica er• 
vrrgonhudo rlelns. O lndi•fdu, 
tem n ensacão de estar forte 
quando na verdade et fraco 
de cuar rico, qunotlo nn ,·er­ 
dade e<tá pobre, rle eECnr fel'z 
qunndo na ..-erdode e•tl M~ 
raçado, de estar ão, qu:ndo 
na verdade está docotr. rle e5· 
ror confortável qunrdo D~ 
verdnd<' rstá pndeeendo frio. 
de estar se movendo bem. 
qunndo na verdade e,ui maL 
O s'stema nervoso do ébrio 
eelá con•tnnlemenlc conJ?e,tl- 
nado. ,s céluln• do cérebro 
e encarquilham e cndurtct<I! 
fi~nndo pnrclalmrnle destruí· 
do 11 ,ua forço de oçilo. 
Depois rle uma noitad. 
de OrJ?iM, a cabeça ,e wrna 
peFada, o indi,·idun •ofre t_o~· 
turnas e tremem.lhe as m 
Os •entimcuto,, o• JJJllÍ< dth· 
,·ndo~. se embr.tam. O :íkr .. 1 
parliza o nervos moto'' 
que eontrolnm o eistcm• ''.'" 
culatório, resultando daí, e na 
raras vezes, congestó 
e ioílamnçõe!. 
Dr. Tomon verifico» 
que o álcool age primeira 
mente sobre as partes rlc! 
n,das com as funçõ<" rn•'' li'e.rn • 
nltamente diferenciada» d ' 
sistema nervoso, como ej4 
,., (unções in«electuni•. d,p~•; 
sobre o centro da· irr,, 
seosltivaq e da robiu 
Continuaremo, no pro·. 
ximo n(Jmcro . Colnhoroç:io d-• 
la. Igreja Bnti,ta de Ueln Vf,!8· 
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JIU 
AI 
De 
1ur11 
Bar 
Co 
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