ClHC!"LA es BeL Vi: - Ar.to. 
nio João - Porto Murinho- Jau 
dim - Gui Lopes da Laguna No­ 
nito. ioaque Fonta Porá e 
EU mpo Grsn.de. 
[1 
o 
8Pf{UTH!o lncllcaçllo do vereador 
WIon Grubert, do MDB, provuin por 
2/3, C'fltQara Mnniclpul de Jardlrn, em 
sessão ordinárla reulizdn u 2 de março 
Wilson Grubert 
JUSTIFICATIVA 
"Justll'icundo tal medi<la, o vereud11r 
Wlltion Urubert diz em ~ua lntlicução: 
T»mando por base haver o referido 
cidu dão, em reunto anterior, encabeça­ 
do nus proximidades do recinto de+tu 
casn, movimentos desairosos e resl 
vos contra s deriõs da Camaru 
Municipal, uindu bem esmo, em diversas 
oportunidades assncnndo eor,tra a moral 
dos integrantes desta Augusta a que, 
sempre que houver por beru, nica e 
exclusivamente, orientar e dirigir seus 
trabalhos na ddesa da comunidade que 
os tez lidimos representantes. E diante 
1 1 
 
próximo passudo, resolveu, por quorum • do Pxposto, nada mais Justo e honesto, 
qu·lltrlcado. agraciar o cidndilo José do que a sábia decisão tomada por este 
Oesterual com o titulo, nadu honroso, de legislativo." 
Pcrsona Non Grulu uo Legislativo 
Jurclinense. 
O signatário da presente nota, 
José Destefani, hrusiletro, casado, co­ 
mercla:::te, resid~nte na av. 11 d.3 De­ 
zembro nº 164 em Jardim, portador llO 
CIO nº 171.103.278/68, vem em satisfação 
aos inúmeros amigos que o tem procu­ 
rado nos últimos dlae, fazer este neces­ 
sário esclarPcimcnto, n bem da verdade, 
e por ser homem de beru, muito distan­ 
te da personalidade de seus detratores: 
a). • Em data de 03 <ie março de 
1979 pelo ofü:io no 08/79 tom o decla­ 
ra~te notificado pelo Presidente du Câ­ 
murn Munlcipul de Jardim, de que em 
esso do dia 02. de março de 1979, Ihe 
fora Ou1org•1do, Com Quorum Qualificado 
o titulo de PERSONA NON GRATA aó 
!Jo:!er L..:g:slo. tive. 
b). • A. bem da verdade é i'Ilpor­ 
ante dizer que o oficio em referência 
i1_ao faz Jllenç.ào alguma para quem teria 
titdo concE>dido "tão honroso" titulo, o 
que vem a demonstrar o grau de cultu:-a 
•te St>Us :,.igoat{irios, passando a tomur 
-::onhecímento de que se referia a sua 
Pessoa, por meio de pesson!f amigas. 
e).• O Declarante, há muitos anos 
r~slr!_ente em Jardim, é Comerciante, pe­ 
caat-1sta. agricultor, industrial, e dentre 
~utrus !unçõei- exP1 ce o honroso cargo 
ds Prsidente ao Lions Club de Jardim, 
huvendo encetados programacões diver­ 
as de cunho social e beneficente. Pos­ 
s~1 vasto relacionamento, tanto de ordem 
" l 
) 
1 
-  
comP.rclal como social e desfruto de 
alto conceito junto aoa estabelel.!imentos 
bancários desta praça. 
d) . Agora, recebe, como prêmio 
por tudo que tei::ho !Jrocur!ldo fazer pe­ 
la cidade de Jardim, relo seu progre:nw, 
sua evolu.;iio social, seu bem estar, um 
título que somente é concedido aoH •'ini­ 
migos da cidade'', aos t-eus dE>tratores 
ou pessoas afins. Mas isto não tirou 11 
vontade do Declarante de continuer a 
lut11, por que o título em pauts.i lhe fura 
concedido por pessoas que estão no 
mais baixo d e s c ré ri i to p ú b'l l co; 
pessons que caíram alé!J1 da sargeta 
e que hoje nijo tem o crédito si­ 
quer para partic!par junto ao povo de 
qualquer reunião de ordem social. Já 
não tem condições de reunir-se na cas do 
po·,o, que é a Càmara de Vereadores, 
de portas abertas. fecham-se, trancam•se, 
talvez, envergonhados de suas próprias 
burrices, com raras e honro~ns exct>ções, 
como a vereadora Fõiima, José Carlos 
e Polydoro, pessoas estai' que possuem 
discernimento e coração humano. 
e).- Se pensam os Srs. Vereadores 
!DP vencer pela concessão de tal titulo, 
estao muito enganados· ao contrário 
inspiram-me mais coragem, pela simples 
razuo Õe ter vindo de onrlP veio, ou 
seja daqueles que nada representem. 
Parar com a minha 1'1ta. jamais; conti­ 
nuarei lutando cudn vez mais, porque 
perder para homem, é ser herói, mos 
1 
Escritório te tvocacia 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS - C{VEIS 
DLRF.ITO AGHAlUO - lNVENTÁitlOS 
FSCHITORlO - Ru11 3 de Outubro 
( Ao I.nd o da Ciretrun ) 
Bela vista 
MS 
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÀO­ 
C a usas 
Civeis 
Comercial 
Criminal 
CYRIO FALCÃO 
CARLOS E. MEDE1ROS 
ANTONIO Bl{AGA 
Advocacia perante o Tribunal de Jus­ 
tiça do Estado de Muto Grosso do Sul: Su;. 
tenção Oral: Elaboração de Memoriais; A­ 
dvocaela Especializada; Contatos Peranen­ 
tc~ com os colc;:::ns· 
ESCRITÓRIO - Iu Iui Barbo-a, 2,771 C/1 
telefone 3-2918 Campo Grnde MT 
Diário 
,,egional 
Comunicado 
Como é do conhecimento de to­ 
dos, no tllu 11 de Janeiro de 1979, 
um incendio destruiu parciulmente 
us instalnçõt>s da firma Luso Comer. 
cl11l LTDA, tendo fulecldn na oca- 
8ião, um dos sócio da empreta. 
José Martinho Gomes. 
Foram qul'irna1o~ torlot3 os 
livros ficais, Comercia!s e documen­ 
tos contób,·is. originando probleJIJH!' 
de todu u Ct<pécie. Esta Publicoçiio 
se faz paru deitas lega ls. 
Luso Comercial LTDA 
João :forrioho Gomes 
( CRC fi8li ~! f) 
capitular pura covardes, é n mah; baixa 
degredaçüo humana! Saibam os Srs 
Vereadores que procuraram me maculer 
com tão honroso título, e dipo honroso. 
porque está à altura de quem os outor­ 
gou e não me atinge, porque estou com 
minha moral, minha personalidade, meu 
concelt(). minhas amiz1.1des, muito além! 
Só o conforto rle meus amigos de Jardim 
que nestes dias me tem procurado, ultru­ 
pass·1 m a barreira do conforto, conforto 
este honesto, sadio, amigo, reconhecedor e 
regenerador; mus eu, ha verlu de pergun­ 
mr: e os meus detratores, aonde andam? 
Já sentem vergonha de andar pela cida­ 
de, a não ser um que se porta muito 
bem como verdadei!'o "leão de c,hácaro", 
e faz questão de mostrar o seu porte fi. 
sico, ms cuja inteligência está resumida 
em sua beleza escultural, como um ver­ 
dadeiro Dlnocerntes. 
Devo a presentt nota de esclare• 
cimento, para satisfação de meus ami­ 
go:o, minha ·esposa, meus filhos e demais 
entes queridos, e dizer-lhes que não fi­ 
cará somente nisto, porque medidas ou­ 
tras serão tomada!l oportunamentl:' na 
defesa ua honra. moral e hombridade de 
quem as têm, imaculada, e sempre pau­ 
tou pelo caminho da diguidude. Agrade. 
ço pela solidariedade que tenho recebido 
P ::,eço aos amigos que _:1ão tlE>sesperem, , 
porque desesperados estão os meus de­ 
tratores, e permita-me usr das paluvras 
do Senhor, no Calvário "Perdoai-os, por­ 
que não sabem o que fazem". 
Jardim em 06 de março de 1979 
José Destefani 
Preço deste exemplar 
Efemérides 
2 de arço. 
18:íü 
Augusto Henri Vietor 
Grandjean do Mauti, 
membro da missão artís­ 
tia Francesa de 1816 e 
professor de Arquitetura 
da AcadPmi I clt> Belos 
Artes, morr<·U em ,mo. 
chúcarn. no Hlo de• .Ja. 
neiro, n 2 d<• março 
de 18::í0. I n l r o d U· 
tor do néoclas[cismo no 
Brasil. Além do sun re­ 
nova«dora atuação como 
rquitéto. Ius!auru e o. 
rientou o ensino de n r·· 
qultetura 1o Brasil, ten­ 
do formado cllrca de 
cinqüenta discípulos, que 
a pó,; ma rrrnrte, torna• 
rum-se os mais destaf'n• 
dos mestres da época, 
como Francisco Joaquim 
Bethencourt da Silva, 
José ~1111-Ia, ,Jacinto Re­ 
bêlo, Joaquim Candido 
Guilhobel. Job ,Just:no e 
~lnnu<>J de Arnujo Porto 
Alegre. 
18-H 
Carta do vice-rei do Brn­ 
sil, Marquês de Montal­ 
vão, comunicando ao 
cnde de Nassu, a acla­ 
mação de D. Joúo IV, em 
consPquéncio ria Revo­ 
lução portuguesa de 1.o 
de Dezembro dt> 1640. 
1794 
Nascimento, n Fregue­ 
sia cte São Pedro de 
Povolíde. bispudo de Vi­ 
zeu (Portugal), de Duar­ 
te da Ponte Ribeiro, de­ 
pois barão de Ponte Ri­ 
beiro. 
1861 
É formado o 16.o Gabi­ 
nete Ministerial do se­ 
gundo reinado, presidido 
por Luiz Alves de Lima 
(Duque de Caxias). 
(Colaboração de Prof. 
Stumpf 
Papa rra a 
Polônia em jur:ho 
O papu João Paulo 
II vrnilarli a Poloníu en­ 
tre os dizs 2 e 10 de ju­ 
nho ia.formou a agência 
polonesa PAP, acrescPo­ 
tando que o roteiro in­ 
cluirá. Varsóvia Cze:;to­ 
chowa e Gniezno. A da­ 
ta da visH:1 indica que 
o papa - possivelmente 
por imposição do" gover­ 
no polonês não partici­ 
pará das comemoraçõe,a 
do nono centeeário do 
martirio de Santo E·ta­ 
nisluu, no início de maio. 
As autoridades temiam 
que a presença do papa 
nas comemorações in­ 
centi'nsse r..rnnifestuçõos 
contra o regimo.

Tribuna da Frohmc 
1 H D I e A D O R PROFISS I OH A L 
ADVOGADOS 
Dr. Ivan Musa la Costa 
Marques 
ADVClCACIA EM GERAL 
Rua Volunt!rio• da Pitria, 376 - Fone 2l0 
Bela Vista }falo 0roeso Sul 
Dr. Gil Marcos Saut 
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Tribuna da Fronte ira 
( Fundado n 20/2172) 
F U N D A Ç A O h-aldo Per~iro 
DIÁRIO REGIONAL 
Proprlcda'1c dn Grá(icn e Editoro Apn 
CGC-MF 03.201266/0001-90 
lnsc, Eu. 1305923-13 
Diretora 
Mnria E,teln V. l'ercira 
- 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Diretor - Hcdotor - Cbcíe: lnldo Pt>reira 
R~dntor: ltnlo Ilorioli 
Gerente: Gilson ilva Santos 
Redução Admini,m,ção e Oficinn,: Rua 
Duque de Caxias /n Bela Vista MS' Cx. P. 23 
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Bela Vista, Jardim, Porto lurtinho, Ilonito, 
Nioaque, Caracol e Antonio João CrS 700,00 
Dcmau Municípios ·--·--- __ CrS 800,00 
Ob,crvaçlio 01 nrtigoa publicados com 
assioaturns dos outore• não trn.duz.em ne­ 
ce•eárinmeme n opinião e pensamento do 
Jornn.L un. publicação obedece no propó­ 
sito do, debates dos problemas municipais 
e de refletir as diversas tendêncin.• do 
pensomeoto univcnn.l. 
m grupo de deputados 
d: nl.1 e•9u .. rrlt1 do ~IIJU w,1,1 
tou das féria. de verão deter­ 
mindo instalar em llra»flla 
uma Comi--ão Parlamentar 
de Inquérito destinda n in­ 
ve»tlar s utivfdades do Ser­ 
viço elonal de informações 
O 5.NI tt•r(, ccrromentr a ma 
coleção de mazelas e excessos, 
como qu 1l1JUtr exurnplar da 
burocmciJ nnclo11nl. f: certo, 
também, que a e1qu,rcln njo 
gosta do SNI, e •·ki-••Uts. 
Mas a questão central, aqui, 
é que #e pretende fazer nlo 
uma inve,tlireçilo udrnlní,tra, 
tivn, mll8 Blrn 11111 julgnmrnto 
poHrlco. Cabe peri!Untar, en• 
tão, se existem hoje, na prá­ 
tica, coucli~õc• de colorar o 
SNI no banco dos réu. 
Saburn tod0R. a comtçor 
dos articuladores desa CPI 
que 0s políticos não tem for· 
ça para con, or.r !unclonárlot 
da áren de lníormoçtie■e dt 
segurança o território legis-. 
laÍl,·o; u muito menos pata 
obrigá-lo, u rf'sponder n per• 
unts sobre as mas atlvlda" 
des, Pode-se não gostar dese 
fato da vida real. Mas ignorá: 
lo ostensivamente no a 
ndianrnr nada. e convocado 
u depor, o• chefes do Nl 
podem simplem,eolr nio Jr e 
com iso se conseguirá, apeai 
.de~morallzar o Legl.Iutivo· 
Precn deste exemplar 
61$ 4,00 
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Sal -- Acucdr 
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ESCRITÓRIO DE VENDAS: 
Amambai, Bela Vista e Mundo Novo 
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Antonio Joll.o, Caracol, Aral Moreira, Iguntemi e Eldorado 
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Bels Y!a 	Tribu	ta_rotet 
D ARTE O TIR 
Oração ao­ 
Divino Espíri 
to Santo 
. 1 
Crclp que pod9mee ainda ter ai, 
guma Ptiperança, ulio na totalldude mi­ 
ntma dos brasllelros, mas em alguns dos 
nossos concldudãos, justamente aqueles 
que. exprimindo o eu pensumnento, o fa­ 
em com vetusta tensatez e com alta do­ 
RP de 1mb1idorla, pois vil.o colher nu 
mals belns ppginus dos clásslcos que já 
no muls são lidos, reciprocidade entre 
fatos passados e atos do presente. 
Desejo lranecrevet· pam 08 leito­ 
res do Trihuna da Frontelm 09 termos 
du curta dirigida no "O Estndo de S. 
Paulo" o publicdu om seu número 
lll.872 à fia 2 na socço de "Cartas dos 
Leitores", onde, um eminente cldudllo 
resldente na Coollal, o sr. José da Veiga 
Ollv('lrn upóo ter lido no mesmo Dlarlo 
o tiscreveu outro cldndfio quo considero 
eminentemente corajoso, o sr. Jaime Ca­ 
mnrgo Araujo sob o Ululo "PF uma des­ 
graça Naclonnl" e que Iol publicado no 
úmero do dia 25 de Janeiro próximo 
passado. Ei-elureQo aos que nüo tiveram 
1 uportunldude de ler que, PF s!gnlflcn 
·'uma contrlbulç!io à pnrte"; exempllfl• 
cando - um cldúd!lo no ato de oonsegulr 
uma cartelru de motorista, sem o PF, 
pode ser um nz do volante, dirigir Uio 
bem como o Chico Lundi - n1l.o passa 
no exame. 
Isto posto, àlz o Sr. José da Veiga 
Oliveira que, depois de ler o artigo cita­ 
do, retirou de sua estante a n!io menos 
vetusta "Antologia Nacional" de Fausto 
Barreto e Carlos Lnet, pela qual apren­ 
dera um pouoo da l!ngua e da literatura 
portuguesns, durante seus longo e lntér­ 
mlnos estudos no Colegio S. Luiz; que 
teve ll sorte de cursor, nos idos de 
1932.'37. Naquele precioso volume (Rio/S. 
Paulo, Liv. Fel! Alves, 1930,16n ed, pgs. 
265-266) encontrou uma página extralda 
dos "SERMOES" do Padre Antonio Viei­ 
ra (Vol, III, pug. 334), que poderia ser 
aplicada sem a mini ma virgula ou aden­ 
da, a estes nosso conturbados teupos. 
tanto do Brasil como do mundo. :E: a 
conjugação do verbo RAPIO (Roubar, 
pilhar, tirar, subtrair, devastar, furtar), 
realizada pelo missionário jesulla São 
Francisco Xavier, a pedido de Dom Joiio 
Ili, rei de Portugal. que desejava ser in­ 
formado sobre o estado da 1NDIA, por 
viu de seu oompanheiro que era mestre 
do principe; e o santo escreveu· de lá 
sem nomear oficios nem pessoas, que o 
verbo "Rapo", na Indla, se conjugava 
por todos os modos. 
Assim, como mais nlnguem relê (si 
houver porventura lido) os clássicos por- 
tugueses, menos ainda o Padre Vieira 
antolhuva-se-lhe útil retornar o explendi­ 
do fragmento da oratórla sacra barroca, 
por Inteiro como li se encontra desde 
antunho. 
"Conjugam por todos modos o Vt­ 
ho "rnplo", porque furtam por todos os 
modos d11 ac·le, não falando em outros 
novos e equIltos que nem conhecem 
Donu to nem Despautério. 
"Tanto qut lá chegam, começam 
a furtnr polo modo Indicativo, porque 
primeira lolormação que pedem aos prá­ 
llcoe, é que lhes upoolem e mostrem s 
caminhos por onde abnrcar tudo. 
"Furtam pelo modo Imperntivo, 
porque, como tem o mero e mixto Impé­ 
rio lodo ele aplicam despotlcarueote às 
execuções na rapina. 
"Furtnm pelo modo Mandatlvo 
porque aceitam quanto lhes mandam; e, 
pnru que mnndem, todos os quo não 
mandam não so aceito8. 
Furtam pelo modo OPTATIVO, 
porque desejam quanto lhes parece bem; 
~. gabando as coisas desejadas uoe 
donos delas, por cortesia 1Jem vontade 
as fazem suas. 
Furtam pelo modo CONJUNTIVO, 
porque ajuntam o seu p<'ueo cabedal 
com o daqueles que manejam; e basta 
só que ajuntem a sua graça, para serem 
quanto menos meeiros na ganílocln. 
Furtam pelo modo POTENCIAL, 
porque sem pretexto nem cerimônia, 
usam da potência. 
Furtam pelo modo PER:HSSIVO, 
porque permitem que outros furtem, e 
estes compram 11s permissões. 
Furtam pelo modo INFINITIVO, 
porque nlio tem fim o furtar com o fim 
do governo, e sempre lá delx11m ra1zes, 
em que se vaõ continuando os furtos. 
Esses mesmos modos conjugam 
por todo as pessoas, porque a primeira 
pessoa do verbo é a sua; as segundas, 
os seus criados; e as terceiras, quantas 
pura isso tem industria, e oonsciencla. 
"Furtam juntamente por todos os 
tempos, porque do Presente, que é o 
tempo, colhem quanto dá de si o triênio 
e, para incluirem no pre ente, o preté­ 
rito e o futuro, do pretérito desenterram 
crimes de que vendem os perdões e di­ 
vidas esquecidas, de que se pagam intei­ 
ramente; e do futuro empenham as ren­ 
das e auteciµam 0'3 contratot:1, com que 
tudo, o caído e n!l.o caído lhes vem a 
onir nas mãos. 
"Finalmente, nos mesmos tempos 
não lhes escapam os imperfeitos. Plus- 
qum Perfeitos, e quaisquer outros, por­ 
que furtam, furtaram, furtavam, furtaria 
e haveria de furtar mniA, !'e malH hou­ 
vesse. Em suma que o resumo de toda 
esta rapante conjugação vem u r.er o 
Supino do mesmo verbo, a !urtur, pura 
furtar. E quando eles tém conjugado as­ 
Blm tono u voz ativa, e as miserável 
provinclns suportado toda a pasPivu; 
eles. como so liveram feito grande ser­ 
viços, tornam curreguclos de despojos e 
riscos; e elna flcum roubadas e consu­ 
midas". 
Talvez não caibo, mos acrescen­ 
tamos como moral de todo essa hl,itórlu 
tão antiga, tão vel!Ju, que: só mesmo 
um Pu.-J.re Vieira numa época tão remo­ 
tu, poderia olta1Jdo São Francisco Xavier 
vhmul!zur o que se passa na pátria de 
Rui, colsu tão iituollzada, tãu do nosso 
presento. 
, Arte do Furtar. 
Gamal!el Stumpf 
Espírito Santo você q1e 
me esclarece tudo que iluai 
na todos os caminhos para que 
eu tinja o meu ideal, ocê que 
me dá o dom divino de per­ 
doar e esquever o ml que me 
fazem; te que todos o in­ 
tantes de minha vida está co­ 
migo, eu quero ne»te curto di­ 
logo, agradecer.lhe por tudo e 
confirmar maia umna ez, qua 
eu nunca quero me srprar 
do ,oef' por maior que ja n 
'ludo material não será o mf. 
nirr.o riu ,uurndc que 11into 
de um dia estar com você e 
todos os meu irmãos n glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez(a pressoa deverá fazer e+ta 
oração 3 dias seguidos +em 
fazer o pedido, Dentro de a 
dias será lcançada a graça, 
por maia cliffril que 1ejn) pu• 
hlicu uuim que receber ll 
graça. 
M. E. V.P. 
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Porto Murtlnho Mato Grosso do Sul 
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USINA 
de 
Rodovia Jardim . - Porto 
Bodoqueno 
Murtinho Km 54 
Escritório de Vendas administração: 
JARDIM 
Avenida Duque de Caxias Centro 
MATO GROSSO DO S(JL - 
1 
O sonhe tornou·-se Realidade 
J 
Agora em Bela Vista, Existe um11 Churroscarla. onde voe:ê ooderá levar sua 
esposa, seus ·fllhos, seus arigos e sentir-so realmente em sua própria casa 
... 
- 
Aquele algo mais em Churrascaria 
• - RO IZIO a!O PLETO 
Rua Duque de Caxis 	[ Ao lado do Oinasio Estadual ) 	Bela Vista MS

OESELE 
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Borioli 
Este é um artlo, que me envaideço de 
eerever e usslnur, por tratar-o de uma equ%I­ 
ela, de outro denominado Oplnllo, e nterlr­ 
mente escrito e nsslnado p0I mim, no entao 
emanárlo Correlo Jardinense. Ao escrever 0 
quele artipo, já snbln que teria ressonni4 
prlnclpalm<'ne, por parle doa vereudores, qu 
tio covardemente haviam vilcpendido seus e­ 
leitores, e u póprlu Imprensa, até então nunca 
to desrespeitadnu, t tripudiada em seus sr- 
do direitos de sempre, u qunlque1· preço, Infor- 
mar II verdade, upenas u verdnde, nndn mal 
que a vcrd11de a seu povo. Polo bem, mais um 
uto veronhoso ocorreu, em decorrõncln dnque- 
le rtlyo, que celebrizou-se em nossa cldde. 
Slmplosmonlu, este que lbrs ePerPve corajoPa• 
mento, muls uma vez, foi convlrlado n compari,, 
ce1· 11 pre1rnuç11 de quatro vereadores de Jardim 
ou sojum:. Oswaldo Grubert, presidente daquela 
Augusta Cnsu, (vPjnm bem com maiúsculas) 
Wilson Vurgol' Gruberl, Ellseu Ribas Trludnde e 
Ramo Barrios, para, vejam só a lgnominlu n 
bostnrdlce, dar conta de t11do aquilo que havia 
escrito, e que era apennsmente, a pura esi,êncla 
da verdade, umn verdade que lhes doeu, 
que lhes mar.hucou, que lhes des- 
gostou exatnmente por ser verdade. E ali 
trancdo en!re quatro parede, com aqueles qun.­ 
tro cidadão:! com fisionomias crispadas, agressl­ 
Vlll' nem assim, eu tremi, nem assim, tive mêdo 
nem assim acovardei-me. E começarum as a­ 
meaçn11 veladas. as perguntas já préviamente 
respondidas, através de urna entrevista anterior 
na sóde do jornal, hoj'l diário Tribuna da Fron­ 
teira, com o çresldente da Cfimnra, que lá me 
fora procurar pessoalmente, na presença de vá­ 
rins testemunhas, respo8lu1:1 as quuis eu já lhe 
havia Judo, ufirmundo-lbe, de. que tudo aquilo 
que havia escrito, por ser a expressão da ver­ 
dade, e nada desmentlrlu, a nenhum preço, nem 
da coação moral nem do suborno em di­ 
nheiro. E aí começaram os fatos; após elucldá­ 
Jos, Inclusive, solicllundo que eles pegassem um 
dicionário, pura que eu melhor pudesse mostrar­ 
lbes o verdudelro slgalrtcudo das palavras da 
llngun portuguêeo (nllô.s no que fui gentilmente 
1ilendldo). Finalizamos a ses~ilo, com a entrega 
deles, de um memorlul n ser publicado por exl­ 
glnolai- dos mesmos, e oeslnodo pelo vereador 
Wilson Vargns Grub~rt (iaolueive este memorial 
foi corrigido por mim, por ter eldo escrito Au­ 
gusta Cosa com letras minúsculas, o que viria 
a desvalorlzâ-los efetivamente) através do qual, 
declarava sem citar artigos ou nada que se pu­ 
desse legalizá-lo de acordo com as normas da­ 
quela Câmara, o cidadão José Destéfani, per­ 
sona non gratu aquelP Cnsa Legislativa. 
Ora multo bem, se José Destefanl, figura 
proeminente d11 Jardim, cldadlo de crédito Ilimi­ 
tado perante ns grandes firmas do País, Presi­ 
dente do Lions Clube de nossa cidade tendo atra­ 
vés desta Entidade, renllw.do várias campanha,; 
gloriosas de apoio e auxilio à popuiaçilo menos 
r11voreclda, cemo últlrr,amente a vitoriosa oampa­ 
n.ba pró Hospital Marechal Rondou, homem 
reconhecidamente tido pelo p o v o co:!!.o 
Dr. João Carlos Ocariz 
de Moraes 
CLINICA GERAL 
Clinico. Médica e Cirúrgica 
Pré Natal - Preventivo do Cancer 
Ruu Antonio M.ª Coelho s/n 
(ao lado do Posto Rio l;pa) 
Fone 215 - Belo Vista - MS 
bom h o n o a t o e m 1 0, m e r e e ~ 
• ' t« de mela dúzlu de inoperante e falso, 
por pare 	h timu; que me- 
representnntes do povo. aque e es11. . 
roceriam àqueles que lhes deram o título, I" 
les que té hoje, ruma legislatura fantm4, "% 
ulubn, menllrcsa. opróbla. om1ss_a, 11ovo1 rnm I e 
'êiier do jardinen<e E o joroli-ta que nada 
mals fez, do que chegar emi Jurdiu, apriorH 
UIL jornal que graças a seus esforços, passou + 
ser respeitado é lido e aguardado ansiosamen!' 
toda e semana, por este mesmo povo. que nu1n 
momento de desvairo coletivo, burlodo, lllJUIIUdo: 
havlu sufragado nas urnas, certos nomes, dos quuli 
hoje, temos certeza, estüo amuramente arrepen­ 
dido, pelos papeis humlllian,es quf' tem feito pe­ 
rnte o executivo, perante us sutorfdades e pe­ 
rante aqueles próprios quo Oi! elegeram. 
Como nosso dever· ó obter sempre a ver­ 
dade, sol!cltnmos duquele presidente e dema,,1s 
sequazes que os companharum nesse gesto tao 
Infantil, mo Infeliz, que se propuscssum a uma 
demanda popular, pura saber quem é mais que­ 
rldo otulmente em Jardim: se José Destefani ou 
se qualquer um deles, o que covurdemente a­ 
s!aaram aquela reunião fatidlco purn elos, n?, 
qual solldi.arnm o titulo de '·Persona non Grata 
uo ,Tosó Dci;tefanl, e o banimento do Ilalo Horlo­ 
ll, eu que tudo t~nbo dado dn mim, em pró! rloR 
beneficiamentos que nos poucos chegam em nos­ 
s querida ,Jardim. Aliás aqui cabe um grave 
acusação no presidente de que la Augusu C a5u 
(com maiúsculas, claro) quando públicflmente, em 
sessão do Legislativo, firmou em alts vozes 
(temos vórlns testemunho!' ppssoals) de qufl iria 
providenciar "umn passngem de Boelng pera a 
Galáxlu, pura o jornalista" que nu turalmente o 
está lncomodundo e multo, por dlzor frente a 
frante. ns verdades, tais como a que ele não er& 
residente em Jardim, e que havia dei:respeila­ 
do sumáriamente àqueles que enguno,rnmente o 
haviam ele I to. I n e 1 u s I v e ameacou 
de ir junto ao diretor da Empresu, no sentido 
de forçar umu possivel demissão deste que lhes 
eacreve, fatl) que nem ao menos abalou meu 
· sono, por tratar-se de tão Insignificante figura, 
perante u galáxia para a qual deseja enviar-me. 
Pois bem, finalizanrlo, a verdade é de que esse 
trnidor de Jardim, fulso e covarde vereador que 
só ousa falar dna pet'soas por trás, aspirava, ve­ 
jam bem o tempo do verbo, "aspirava" tornar-se 
um dia o µrefeito d~ nos!,;0 Jardim, de nos a ci­ 
dade de Jardim, fato que pelo menos deste peri­ 
go estamos Ilesos, jamais acontecerá, temos cer­ 
teza. pelo bem do nosso povo e pelo bem de 
nossa cidade, a qual apesr1r de c.li::::1ígenas, "se­ 
gundo aquele elemento•·, já aprendemos a amar 
e pela qual já multo mais que ele fizemos. que 
pc,brezinho, até hoje nuda pode nprei;entnr de 
ú11 e de real a seu povo, apenas buboselrus fu- 
cblcos. e tudo aquilo que viesse de encontro ao 
progresso e desenvolvimeuto de Jardim. 
Só lumeotamob, que otros menos lúcidos 
o acompanhem nessa to.refu daninha de destruir 
a cidade em que nasceram, enquanto que nós 
alie11igenus, extrirn{!eiros, dumos os braços, e 
em um sublime uníssono, material e espirllual, 
Grler! ai Falar... 
Esteve em nossa redação, em visi­ 
ta de? cortesia, o vereador jardlnense 
Osvaldo Co!mbra Grubert, atual presi­ 
dente da Câmara e um dos lideres da 
comunidade. Quem ucompanha o traba­ 
lho, não só de Osvaldo Grubert, mas 
lambem de sua espúsa, Ernest!na Gru­ 
bert, sabe que o casal desenvolveu e 
desenvolve esforços visando o crefci· 
menta da eldade que mais cresce no Su­ 
doeste. A respeito dos últimcs aconteci- 
~ !fil
r.:l 00 ~ r~ 1j 
Vi: 
mentas ocorridos em Jardim, e que es­ 
tão causundo polemica ao municípic, fi. 
camos de, na próxima semana, entrt:vis­ 
tarmos e; presidente da Câmara, po.r1:1 se 
colocar os '·fatos em seu devido lua,u·". 
Respeitamos o trabulho de Osvaldo 
0
Gru­ 
bert, como respeitamos a posições as­ 
sumldas pelos vereadores. pois foram 
eh•ltos pelo povo e são porta vozes do 
mesmo, A Verdade Ser± Conhecidu ... 
isto prometemos nos nossos leitores. 
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