ClHC!"LA es BeL Vi: - Ar.to. nio João - Porto Murinho- Jau dim - Gui Lopes da Laguna No­ nito. ioaque Fonta Porá e EU mpo Grsn.de. [1 o 8Pf{UTH!o lncllcaçllo do vereador WIon Grubert, do MDB, provuin por 2/3, C'fltQara Mnniclpul de Jardlrn, em sessão ordinárla reulizdn u 2 de março Wilson Grubert JUSTIFICATIVA "Justll'icundo tal medidido "tão honroso" titulo, o que vem a demonstrar o grau de cultu:-a •te St>Us :,.igoat{irios, passando a tomur -::onhecímento de que se referia a sua Pessoa, por meio de pesson!f amigas. e).• O Declarante, há muitos anos r~slr!_ente em Jardim, é Comerciante, pe­ caat-1sta. agricultor, industrial, e dentre ~utrus !unçõei- exP1 ce o honroso cargo ds Prsidente ao Lions Club de Jardim, huvendo encetados programacões diver­ as de cunho social e beneficente. Pos­ s~1 vasto relacionamento, tanto de ordem " l ) 1 - comP.rclal como social e desfruto de alto conceito junto aoa estabelel.!imentos bancários desta praça. d) . Agora, recebe, como prêmio por tudo que tei::ho !Jrocur!ldo fazer pe­ la cidade de Jardim, relo seu progre:nw, sua evolu.;iio social, seu bem estar, um título que somente é concedido aoH •'ini­ migos da cidade'', aos t-eus dE>tratores ou pessoas afins. Mas isto não tirou 11 vontade do Declarante de continuer a lut11, por que o título em pauts.i lhe fura concedido por pessoas que estão no mais baixo d e s c ré ri i to p ú b'l l co; pessons que caíram alé!J1 da sargeta e que hoje nijo tem o crédito si­ quer para partic!par junto ao povo de qualquer reunião de ordem social. Já não tem condições de reunir-se na cas do po·,o, que é a Càmara de Vereadores, de portas abertas. fecham-se, trancam•se, talvez, envergonhados de suas próprias burrices, com raras e honro~ns exct>ções, como a vereadora Fõiima, José Carlos e Polydoro, pessoas estai' que possuem discernimento e coração humano. e).- Se pensam os Srs. Vereadores !DP vencer pela concessão de tal titulo, estao muito enganados· ao contrário inspiram-me mais coragem, pela simples razuo Õe ter vindo de onrlP veio, ou seja daqueles que nada representem. Parar com a minha 1'1ta. jamais; conti­ nuarei lutando cudn vez mais, porque perder para homem, é ser herói, mos 1 Escritório te tvocacia Sergio Roberto Perondi CAUSAS - C{VEIS DLRF.ITO AGHAlUO - lNVENTÁitlOS FSCHITORlO - Ru11 3 de Outubro ( Ao I.nd o da Ciretrun ) Bela vista MS -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÀO­ C a usas Civeis Comercial Criminal CYRIO FALCÃO CARLOS E. MEDE1ROS ANTONIO Bl{AGA Advocacia perante o Tribunal de Jus­ tiça do Estado de Muto Grosso do Sul: Su;. tenção Oral: Elaboração de Memoriais; A­ dvocaela Especializada; Contatos Peranen­ tc~ com os colc;:::ns· ESCRITÓRIO - Iu Iui Barbo-a, 2,771 C/1 telefone 3-2918 Campo Grnde MT Diário ,,egional Comunicado Como é do conhecimento de to­ dos, no tllu 11 de Janeiro de 1979, um incendio destruiu parciulmente us instalnçõt>s da firma Luso Comer. cl11l LTDA, tendo fulecldn na oca- 8ião, um dos sócio da empreta. José Martinho Gomes. Foram qul'irna1o~ torlot3 os livros ficais, Comercia!s e documen­ tos contób,·is. originando probleJIJH!' de todu u Ctsesperem, , porque desesperados estão os meus de­ tratores, e permita-me usr das paluvras do Senhor, no Calvário "Perdoai-os, por­ que não sabem o que fazem". Jardim em 06 de março de 1979 José Destefani Preço deste exemplar Efemérides 2 de arço. 18:íü Augusto Henri Vietor Grandjean do Mauti, membro da missão artís­ tia Francesa de 1816 e professor de Arquitetura da AcadPmi I clt> Belos Artes, morr<·U em ,mo. chúcarn. no Hlo de• .Ja. neiro, n 2 d<• março de 18::í0. I n l r o d U· tor do néoclas[cismo no Brasil. Além do sun re­ nova«dora atuação como rquitéto. Ius!auru e o. rientou o ensino de n r·· qultetura 1o Brasil, ten­ do formado cllrca de cinqüenta discípulos, que a pó,; ma rrrnrte, torna• rum-se os mais destaf'n• dos mestres da época, como Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, José ~1111-Ia, ,Jacinto Re­ bêlo, Joaquim Candido Guilhobel. Job ,Just:no e ~lnnu<>J de Arnujo Porto Alegre. 18-H Carta do vice-rei do Brn­ sil, Marquês de Montal­ vão, comunicando ao cnde de Nassu, a acla­ mação de D. Joúo IV, em consPquéncio ria Revo­ lução portuguesa de 1.o de Dezembro dt> 1640. 1794 Nascimento, n Fregue­ sia cte São Pedro de Povolíde. bispudo de Vi­ zeu (Portugal), de Duar­ te da Ponte Ribeiro, de­ pois barão de Ponte Ri­ beiro. 1861 É formado o 16.o Gabi­ nete Ministerial do se­ gundo reinado, presidido por Luiz Alves de Lima (Duque de Caxias). (Colaboração de Prof. Stumpf Papa rra a Polônia em jur:ho O papu João Paulo II vrnilarli a Poloníu en­ tre os dizs 2 e 10 de ju­ nho ia.formou a agência polonesa PAP, acrescPo­ tando que o roteiro in­ cluirá. Varsóvia Cze:;to­ chowa e Gniezno. A da­ ta da visH:1 indica que o papa - possivelmente por imposição do" gover­ no polonês não partici­ pará das comemoraçõe,a do nono centeeário do martirio de Santo E·ta­ nisluu, no início de maio. As autoridades temiam que a presença do papa nas comemorações in­ centi'nsse r..rnnifestuçõos contra o regimo. Tribuna da Frohmc 1 H D I e A D O R PROFISS I OH A L ADVOGADOS Dr. Ivan Musa la Costa Marques ADVClCACIA EM GERAL Rua Volunt!rio• da Pitria, 376 - Fone 2l0 Bela Vista }falo 0roeso Sul Dr. Gil Marcos Saut Advo,,ado 0 Causas Civeis e Criminais Rua f ilinlo Muller, J20 8011110 • MS Dr. Pedra José Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BILA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4.-0650 - Campo Grande MS Heitor Miranda dos San tos ADVOGID0 OAB . MT 154 Rua Joaquim Murtlnho, 1G9 Porto MurtInho - MS. Dr. Joelson Peixoto. -Advogadn­ causas Civeis e Crlmlnal':I Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Ms. Dr.Deodato de Oliveira Bueno Advogado Esorllórlo: Rui 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camlslio, 54 Fo1,10, 431-1116 Porll Ma~o Grosso do Sul Adalgisa da Silva Hery ADVOGADA CausuR Civeis Rua 13 de maio, Campo Grande 2282 MS. Ponta Hilda Abussafi dos Santos ADVOGADA Causas oivels • Comercial • Trabalhista. Recursos om Geral Rua :>.6 do Agouo, n.o 884 Fone 62-40516 Campo Grande Moto Orono do Sul Ricardo Brandão - ADVOGADO Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355 Tal. Cod. (0G7), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Ponta rorã Maio Grosso ~o Sul • {A orlo te Sua til ADVOGADO Causa Uiveis, Criminais, Trabalhistas, Iegulari­ zações d~ 1err11a junto no Incro. Ruo Dr. Corren, em (rente a Praçn Thomáz Lnranjelrn Porto llurtinho - Me, Elenice Pereira Carille Difone Miranda Carpes ADVOGADA CIVEIS • CRIMINAIS Ruo 28 de Agosto, 360. Fone 6U-152(l CAMPO. GRANDE - MS Escritório Cer,tral de Jose de Arruda Pinto Contabllldudo cm Geral Aberturas e encerramento de firm1-. Contratos, Di»tratos, Declarações de Ipo·to de lenda, Percuria, Agricultara, Prr«enchi­ mento de autorização p/ dirigir veículo» demais serviços afins. Rua: Antonio Maria Coelho, no 350 Bela Vista MS. ·OB8: Antiga Residencla do Sr. José Ael­ no e Sllvn" Preço deste exemplar Cr$ 3,00 Tribuna da Fronte ira ( Fundado n 20/2172) F U N D A Ç A O h-aldo Per~iro DIÁRIO REGIONAL Proprlcda'1c dn Grá(icn e Editoro Apn CGC-MF 03.201266/0001-90 lnsc, Eu. 1305923-13 Diretora Mnria E,teln V. l'ercira - TRIBUNA DA FRONTEIRA Diretor - Hcdotor - Cbcíe: lnldo Pt>reira R~dntor: ltnlo Ilorioli Gerente: Gilson ilva Santos Redução Admini,m,ção e Oficinn,: Rua Duque de Caxias /n Bela Vista MS' Cx. P. 23 ASSINATURAS Bela Vista, Jardim, Porto lurtinho, Ilonito, Nioaque, Caracol e Antonio João CrS 700,00 Dcmau Municípios ·--·--- __ CrS 800,00 Ob,crvaçlio 01 nrtigoa publicados com assioaturns dos outore• não trn.duz.em ne­ ce•eárinmeme n opinião e pensamento do Jornn.L un. publicação obedece no propó­ sito do, debates dos problemas municipais e de refletir as diversas tendêncin.• do pensomeoto univcnn.l. m grupo de deputados d: nl.1 e•9u .. rrlt1 do ~IIJU w,1,1 tou das féria. de verão deter­ mindo instalar em llra»flla uma Comi--ão Parlamentar de Inquérito destinda n in­ ve»tlar s utivfdades do Ser­ viço elonal de informações O 5.NI tt•r(, ccrromentr a ma coleção de mazelas e excessos, como qu 1l1JUtr exurnplar da burocmciJ nnclo11nl. f: certo, também, que a e1qu,rcln njo gosta do SNI, e •·ki-••Uts. Mas a questão central, aqui, é que #e pretende fazer nlo uma inve,tlireçilo udrnlní,tra, tivn, mll8 Blrn 11111 julgnmrnto poHrlco. Cabe peri!Untar, en• tão, se existem hoje, na prá­ tica, coucli~õc• de colorar o SNI no banco dos réu. Saburn tod0R. a comtçor dos articuladores desa CPI que 0s políticos não tem for· ça para con, or.r !unclonárlot da áren de lníormoçtie■e dt segurança o território legis-. laÍl,·o; u muito menos pata obrigá-lo, u rf'sponder n per• unts sobre as mas atlvlda" des, Pode-se não gostar dese fato da vida real. Mas ignorá: lo ostensivamente no a ndianrnr nada. e convocado u depor, o• chefes do Nl podem simplem,eolr nio Jr e com iso se conseguirá, apeai .de~morallzar o Legl.Iutivo· Precn deste exemplar 61$ 4,00 Me • cearia Sal -- Acucdr > • '' -- Arroz S MELHOR MERCEllRII Dll DOND SllNTO AFONSO - BElll VISTI - .Secos RUB e • Molhados em Geral üGN" l!Bf CmSll Mrg ggss g@ S FIQUE DO LADO DO MAIS lWassey Fe IMII- IIPOLINÍRI MIÍQU FORTE FILIAIS EM: ESCRITÓRIO DE VENDAS: Amambai, Bela Vista e Mundo Novo ®IID Antonio Joll.o, Caracol, Aral Moreira, Iguntemi e Eldorado ---------·-------- r d ( p I' r I t V d h Bels Y!a Tribu ta_rotet D ARTE O TIR Oração ao­ Divino Espíri to Santo . 1 Crclp que pod9mee ainda ter ai, guma Ptiperança, ulio na totalldude mi­ ntma dos brasllelros, mas em alguns dos nossos concldudãos, justamente aqueles que. exprimindo o eu pensumnento, o fa­ em com vetusta tensatez e com alta do­ RP de 1mb1idorla, pois vil.o colher nu mals belns ppginus dos clásslcos que já no muls são lidos, reciprocidade entre fatos passados e atos do presente. Desejo lranecrevet· pam 08 leito­ res do Trihuna da Frontelm 09 termos du curta dirigida no "O Estndo de S. Paulo" o publicdu om seu número lll.872 à fia 2 na socço de "Cartas dos Leitores", onde, um eminente cldudllo resldente na Coollal, o sr. José da Veiga Ollv('lrn upóo ter lido no mesmo Dlarlo o tiscreveu outro cldndfio quo considero eminentemente corajoso, o sr. Jaime Ca­ mnrgo Araujo sob o Ululo "PF uma des­ graça Naclonnl" e que Iol publicado no úmero do dia 25 de Janeiro próximo passado. Ei-elureQo aos que nüo tiveram 1 uportunldude de ler que, PF s!gnlflcn ·'uma contrlbulç!io à pnrte"; exempllfl• cando - um cldúd!lo no ato de oonsegulr uma cartelru de motorista, sem o PF, pode ser um nz do volante, dirigir Uio bem como o Chico Lundi - n1l.o passa no exame. Isto posto, àlz o Sr. José da Veiga Oliveira que, depois de ler o artigo cita­ do, retirou de sua estante a n!io menos vetusta "Antologia Nacional" de Fausto Barreto e Carlos Lnet, pela qual apren­ dera um pouoo da l!ngua e da literatura portuguesns, durante seus longo e lntér­ mlnos estudos no Colegio S. Luiz; que teve ll sorte de cursor, nos idos de 1932.'37. Naquele precioso volume (Rio/S. Paulo, Liv. Fel! Alves, 1930,16n ed, pgs. 265-266) encontrou uma página extralda dos "SERMOES" do Padre Antonio Viei­ ra (Vol, III, pug. 334), que poderia ser aplicada sem a mini ma virgula ou aden­ da, a estes nosso conturbados teupos. tanto do Brasil como do mundo. :E: a conjugação do verbo RAPIO (Roubar, pilhar, tirar, subtrair, devastar, furtar), realizada pelo missionário jesulla São Francisco Xavier, a pedido de Dom Joiio Ili, rei de Portugal. que desejava ser in­ formado sobre o estado da 1NDIA, por viu de seu oompanheiro que era mestre do principe; e o santo escreveu· de lá sem nomear oficios nem pessoas, que o verbo "Rapo", na Indla, se conjugava por todos os modos. Assim, como mais nlnguem relê (si houver porventura lido) os clássicos por- tugueses, menos ainda o Padre Vieira antolhuva-se-lhe útil retornar o explendi­ do fragmento da oratórla sacra barroca, por Inteiro como li se encontra desde antunho. "Conjugam por todos modos o Vt­ ho "rnplo", porque furtam por todos os modos d11 ac·le, não falando em outros novos e equIltos que nem conhecem Donu to nem Despautério. "Tanto qut lá chegam, começam a furtnr polo modo Indicativo, porque primeira lolormação que pedem aos prá­ llcoe, é que lhes upoolem e mostrem s caminhos por onde abnrcar tudo. "Furtam pelo modo Imperntivo, porque, como tem o mero e mixto Impé­ rio lodo ele aplicam despotlcarueote às execuções na rapina. "Furtnm pelo modo Mandatlvo porque aceitam quanto lhes mandam; e, pnru que mnndem, todos os quo não mandam não so aceito8. Furtam pelo modo OPTATIVO, porque desejam quanto lhes parece bem; ~. gabando as coisas desejadas uoe donos delas, por cortesia 1Jem vontade as fazem suas. Furtam pelo modo CONJUNTIVO, porque ajuntam o seu p<'ueo cabedal com o daqueles que manejam; e basta só que ajuntem a sua graça, para serem quanto menos meeiros na ganílocln. Furtam pelo modo POTENCIAL, porque sem pretexto nem cerimônia, usam da potência. Furtam pelo modo PER:HSSIVO, porque permitem que outros furtem, e estes compram 11s permissões. Furtam pelo modo INFINITIVO, porque nlio tem fim o furtar com o fim do governo, e sempre lá delx11m ra1zes, em que se vaõ continuando os furtos. Esses mesmos modos conjugam por todo as pessoas, porque a primeira pessoa do verbo é a sua; as segundas, os seus criados; e as terceiras, quantas pura isso tem industria, e oonsciencla. "Furtam juntamente por todos os tempos, porque do Presente, que é o tempo, colhem quanto dá de si o triênio e, para incluirem no pre ente, o preté­ rito e o futuro, do pretérito desenterram crimes de que vendem os perdões e di­ vidas esquecidas, de que se pagam intei­ ramente; e do futuro empenham as ren­ das e auteciµam 0'3 contratot:1, com que tudo, o caído e n!l.o caído lhes vem a onir nas mãos. "Finalmente, nos mesmos tempos não lhes escapam os imperfeitos. Plus- qum Perfeitos, e quaisquer outros, por­ que furtam, furtaram, furtavam, furtaria e haveria de furtar mniA, !'e malH hou­ vesse. Em suma que o resumo de toda esta rapante conjugação vem u r.er o Supino do mesmo verbo, a !urtur, pura furtar. E quando eles tém conjugado as­ Blm tono u voz ativa, e as miserável provinclns suportado toda a pasPivu; eles. como so liveram feito grande ser­ viços, tornam curreguclos de despojos e riscos; e elna flcum roubadas e consu­ midas". Talvez não caibo, mos acrescen­ tamos como moral de todo essa hl,itórlu tão antiga, tão vel!Ju, que: só mesmo um Pu.-J.re Vieira numa época tão remo­ tu, poderia olta1Jdo São Francisco Xavier vhmul!zur o que se passa na pátria de Rui, colsu tão iituollzada, tãu do nosso presento. , Arte do Furtar. Gamal!el Stumpf Espírito Santo você q1e me esclarece tudo que iluai na todos os caminhos para que eu tinja o meu ideal, ocê que me dá o dom divino de per­ doar e esquever o ml que me fazem; te que todos o in­ tantes de minha vida está co­ migo, eu quero ne»te curto di­ logo, agradecer.lhe por tudo e confirmar maia umna ez, qua eu nunca quero me srprar do ,oef' por maior que ja n 'ludo material não será o mf. nirr.o riu ,uurndc que 11into de um dia estar com você e todos os meu irmãos n glória Perpétua. Obrigada mais uma vez(a pressoa deverá fazer e+ta oração 3 dias seguidos +em fazer o pedido, Dentro de a dias será lcançada a graça, por maia cliffril que 1ejn) pu• hlicu uuim que receber ll graça. M. E. V.P. "SETEAGRI Agrimensura e Advocacia Nivaldo de Barros • Medições de Fazendas. • Curva, de nfvel. - Loteamentos. • ílatlficaçõos. Rua Antonio João, 900 Dr. Roberto de Souza CAUSAS: • Civeis. - Trabalhistas. - Comerciais. - Criminole. Bela Vista - MS. SRS. VIAJANTES Quando chegar em Porto Murtinho, hospede-se no NOVO HOTEL CAIÇARAS - E slnt>1-se corno se estivesse em seu próprio Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS está sendo utendldo pelos seus novo proprietários WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • que estão de braços abertos para recebe-los a qualquer hora do Dia ou da Noite NOVO HOTEL CAIÇARAS Porto Murtlnho Mato Grosso do Sul EIS MIJE. Produtor Calcário USINA de Rodovia Jardim . - Porto Bodoqueno Murtinho Km 54 Escritório de Vendas administração: JARDIM Avenida Duque de Caxias Centro MATO GROSSO DO S(JL - 1 O sonhe tornou·-se Realidade J Agora em Bela Vista, Existe um11 Churroscarla. onde voe:ê ooderá levar sua esposa, seus ·fllhos, seus arigos e sentir-so realmente em sua própria casa ... - Aquele algo mais em Churrascaria • - RO IZIO a!O PLETO Rua Duque de Caxis [ Ao lado do Oinasio Estadual ) Bela Vista MS OESELE 1 tnlo Tri yn1 'o Fronteiro l 1' ' b " 1 ,, .. :+ t, 'III !JI - 81-79 - Mo : ----- Borioli Este é um artlo, que me envaideço de eerever e usslnur, por tratar-o de uma equ%I­ ela, de outro denominado Oplnllo, e nterlr­ mente escrito e nsslnado p0I mim, no entao emanárlo Correlo Jardinense. Ao escrever 0 quele artipo, já snbln que teria ressonni4 prlnclpalm<'ne, por parle doa vereudores, qu tio covardemente haviam vilcpendido seus e­ leitores, e u póprlu Imprensa, até então nunca to desrespeitadnu, t tripudiada em seus sr- do direitos de sempre, u qunlque1· preço, Infor- mar II verdade, upenas u verdnde, nndn mal que a vcrd11de a seu povo. Polo bem, mais um uto veronhoso ocorreu, em decorrõncln dnque- le rtlyo, que celebrizou-se em nossa cldde. Slmplosmonlu, este que lbrs ePerPve corajoPa• mento, muls uma vez, foi convlrlado n compari,, ce1· 11 pre1rnuç11 de quatro vereadores de Jardim ou sojum:. Oswaldo Grubert, presidente daquela Augusta Cnsu, (vPjnm bem com maiúsculas) Wilson Vurgol' Gruberl, Ellseu Ribas Trludnde e Ramo Barrios, para, vejam só a lgnominlu n bostnrdlce, dar conta de t11do aquilo que havia escrito, e que era apennsmente, a pura esi,êncla da verdade, umn verdade que lhes doeu, que lhes mar.hucou, que lhes des- gostou exatnmente por ser verdade. E ali trancdo en!re quatro parede, com aqueles qun.­ tro cidadão:! com fisionomias crispadas, agressl­ Vlll' nem assim, eu tremi, nem assim, tive mêdo nem assim acovardei-me. E começarum as a­ meaçn11 veladas. as perguntas já préviamente respondidas, através de urna entrevista anterior na sóde do jornal, hoj'l diário Tribuna da Fron­ teira, com o çresldente da Cfimnra, que lá me fora procurar pessoalmente, na presença de vá­ rins testemunhas, respo8lu1:1 as quuis eu já lhe havia Judo, ufirmundo-lbe, de. que tudo aquilo que havia escrito, por ser a expressão da ver­ dade, e nada desmentlrlu, a nenhum preço, nem da coação moral nem do suborno em di­ nheiro. E aí começaram os fatos; após elucldá­ Jos, Inclusive, solicllundo que eles pegassem um dicionário, pura que eu melhor pudesse mostrar­ lbes o verdudelro slgalrtcudo das palavras da llngun portuguêeo (nllô.s no que fui gentilmente 1ilendldo). Finalizamos a ses~ilo, com a entrega deles, de um memorlul n ser publicado por exl­ glnolai- dos mesmos, e oeslnodo pelo vereador Wilson Vargns Grub~rt (iaolueive este memorial foi corrigido por mim, por ter eldo escrito Au­ gusta Cosa com letras minúsculas, o que viria a desvalorlzâ-los efetivamente) através do qual, declarava sem citar artigos ou nada que se pu­ desse legalizá-lo de acordo com as normas da­ quela Câmara, o cidadão José Destéfani, per­ sona non gratu aquelP Cnsa Legislativa. Ora multo bem, se José Destefanl, figura proeminente d11 Jardim, cldadlo de crédito Ilimi­ tado perante ns grandes firmas do País, Presi­ dente do Lions Clube de nossa cidade tendo atra­ vés desta Entidade, renllw.do várias campanha,; gloriosas de apoio e auxilio à popuiaçilo menos r11voreclda, cemo últlrr,amente a vitoriosa oampa­ n.ba pró Hospital Marechal Rondou, homem reconhecidamente tido pelo p o v o co:!!.o Dr. João Carlos Ocariz de Moraes CLINICA GERAL Clinico. Médica e Cirúrgica Pré Natal - Preventivo do Cancer Ruu Antonio M.ª Coelho s/n (ao lado do Posto Rio l;pa) Fone 215 - Belo Vista - MS bom h o n o a t o e m 1 0, m e r e e ~ • ' t« de mela dúzlu de inoperante e falso, por pare h timu; que me- representnntes do povo. aque e es11. . roceriam àqueles que lhes deram o título, I" les que té hoje, ruma legislatura fantm4, "% ulubn, menllrcsa. opróbla. om1ss_a, 11ovo1 rnm I e 'êiier do jardinen