• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº329_10_03_1979

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J
VIAÇÃO
R
J
A parti: de hojo, dl 10 de murço
de Hl79, os usu1ulos du Vluçlio Cruzeiro
cio Sul, terlio ü. suo. dlRposlçüo, na linha
Belu Vista à Campo Grande, no horário
noturno, mais cinco onfüu~ entregues pe­
la ~luroo Polo à pioneira no t, únsporte
lntermunlolpu I da região.
Empresa que trabalha com gran­
des dlflouldudes, devido, principalmente,
110 estado lustimflvol <lP. nossas rodovias
mas que nunca deixou de acreditar no
progresso do antigo Sudoeste e da fron­
teira, n Viação Cruzeiro do Sul, grada­
tivamente foi modernizando a sua frota,
para alcançar, hoje, um lugar dfl desta­
que entre us maiores empreas do Esta­
do. Os novos onibus que entrarão em
olrculaçüo obedecem critérios rigorosos
em relaç[to õ. i:egurança (velocidaJe
conll'oladaJ, à higiene (sanitários moder­
nos) o uo conforto (poltronaa racllnó.vel,
e t n p e t e s). Parabenlznmos
A mensagem que o presidente Gel­
sei encaminhou no Congresso Nacional
na semana passada foi considerada, on­
tem, na Câmara, pelo vici>-lider ari>nista
Claudino Sales (CE), como sedo " uma
análise corajosa e aguda do estado da
ação", ms ao comentar o documento
em nome du oposição o deputar!o Anto-
1o Carlos (M ) sugeriu que "antes de
si prestar ao insultuoso papel de censor
ôrt ntuaçiio dos membros de um poder
que aiio lhe deve obediência, o general
Gevtlria ter-sti dado no cuidado de uten­
tar para o texto, tilú falho e eivado de
ers que é o retrnto Bel do que foi o
seu governo".
Depolt; de comentários sobre as
r11allzações do governo nos cumpos eco­
nõruicu e social, o deputado Claudino Sa­
les disse que a mensagema de Geisel re­
Pc>le o posicionamento do governo com
relação u abertura política, e afirma:
" Com efeito, ao eliminar o AI-5 do uni-
r
[líl[ffi[ [IDf
os diretores da Cruz ~Iro do 8111. que
nc1·ed!lundo uo d@senvolvlmento do novo
O programa Esquema Eclético 23,
produzlrlo e dirigido por .ro~é Gluucy
Flores, está recebendo u preferência dos
ouvintes. O programa, eloborndo com a
m118ma shitemática do antigo Comunlca­
çao Total, levado uo ur em 1973, prima
por uma boa programação music1:tl. que
evoca as nossas tradiÇÕRS e por uma li­
nha odltorlal condizente com o momento
q<e vivemos. Há pouco: dias, o seu a-
verso legal brasiletro, devolvendo ao
Parlamento e ao Poder Judiciário suas
prerrogativas essenciais, o presidente
Geisel deu de seus propósitos um teste­
munho inequívoco." A história, segundo
o vice-líder lil'enistu, " não registru rnu!·
tos gestos desse nível.
Por sua vez, o dc-putado Antonio
Carlos disse que o or,;3sid<.>nte Geisel dei­
xou para o fim da menrngem as consi­
deruc;ões sobre os temas politicos, " den­
tro da coerênciii que caracterizou seu
perioclo governamental". O více-lider da
oposição sulietou que o general Geisel
falou do empenho do executivo em rena.
Jizar li reforma do Judiciár o, " mas fal­
to-lho coragem e argumentos para es­
clarecer ou o que seria ais lógico des­
culpar-se pelo feclrnruonto do Coogrcsso
quando este usando de uma prerrogati­
va que lhe é propria diH!:'e niio, a um
projeto de reformas tão mal elaborado
quanto a su!'I. última monsagem".
BONITO - "A oc11s!Eio faz o la­
drão" Diz o ditado. Foi em urna dessa
ocasião que o indivíduo José Maria
Cesar ( 42 nuos, solteiro) sem profissão
e residência definidas furtou uma valise
de couro que estava Em cima de uma
cadeira, na area da residenctn do pe­
cunrlsta Luiz Gluber, Rua Pilo.d fü,buá,
s/n. Bonito.
Para maior decepção do impro­
visado ladrão, foi constatar que não
haviu dinheiro e somente alguns do,m­
metos e impostos para pagar. Desilu­
rlirlo, jogou a valise em um canavial e
saiu pera!llbulando, em busca de melho­
res oc11siões. Entretanto, t-eu gesto foi
testemunhado por um transeunte e o
delegado Marcos Valejo Jara ntio teve
dlf-iculdgdes e prender o infortunado
gatuno.

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r CRITORIO - Run 3 de Outubro
( Ao Lodo clu iretran )
MS
l
Estarto, acreditam acima de tudo, co
boro em sul-ma togrosscose.
l!l
1:11
prei;entador, entrevistou o governador
do Estado, o prefeito de Jardim e o de­
putado federal Levy Drns, ouma prova
cubal dos principio que norteiam o seu
trabalho: lnformaçíío pura e crlstlil!na.
A re,peito da aotlcla ineeri'lu cm n Trihuna
du f<'ronteira, segundo a qual o verea­
dor Ely de <raujo Bnrbosa, tiOl!citan.
prov!dêocias cem referência a desres­
peito de autoridade em programas, ua
ZP-23, Gluucy Flores disse que o nobre
vereador deveria citar qual o programa,
pois generalizando deu msrgem às inter­
preações dúbias. Frisou ainda Glaucy
Flores que Esquema Eclé!icG 23 prima
pela ética e pela nobreza de propósitos
respeitando nií.o só as autoridade mt1s
tambl-m n pessoa humana. As contradi­
ções sü.o innentes à democracia e atra­
vés do delrnte franco e atierto podem
ser snalus. Hoje às 10 horas, Gla:.:cy
Florzs entrevistará Dr. Pedro Jose
Palmieri, presidente do Hospital São Vi­
cente de Paula.
Ladrão sem Sorte
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Diário
Regional
IHCULA n Bel Vita- Ato
uio ,Jo.,, - 1-'nlo )l111t nl,u - for
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ampo Grande,
Ili Seminári
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de Prefeitos
Ser realizado em Navi.
rai de 23 à 25 de arco do
corrente ano, o III Seminário
de Prefeitos de Mato Gros+o
do ·ui. promovido p,-lo
fohrol.
Untaremo com a pre­
vença do Importante perso­
nagens da vida política Sul-
matoro«sense, tal« como.
Or. Tlnrn• Amorim ot,
D.D. Governdor do Estado,
que furú a ah•rturll rln con­
lave. r os conferencistas •
Dr. Odilon Martins Romeo -
D.D. Secretário de Deenvolf
meto «de Hecursos Iumno+,
Dr. Hnneld Almeida Cançado
D.D. Prefeito Municlpl de
avirnl, Dr. Cnrlo, Gnrcin
Vage». D,D Seeretárfo de
Infraestrutura [regional e Ur.
bana.
Haverá também a pre­
ença de Técnicos do Mobral
Central; bem como o Coor­
denador e Técnicos do Mo­
brai F:stnclunl.
Tao ·ieuificativo evento
é um• reali1.n("50 da Coorcle •
nação E,taduol do Mobrol-,1
em conjunto com Prefeitura
Munfripol de Na,iraí; que
pra tanto estio sendo convi­
dados todos o Prefeito de
)l•to Grosso rlo Sul, bem como
o~ Prtsidente• rle cndn Co.
misso Municipal. Importou·
te convênio« serão assinados
ne•to oportonidadP.
l'i,virof cidade nn!itriil,
preparn-,e pnro receber 01
Executivo, Municipais empe­
nhando se, través do seu
Prefeito Municipal, Dr. llonal­
de Almei,ln Cnnçn,lo, pnra.
que o emlnúrio ,ej• c11berto
de total exito.
A aventuro de
dois garotos
São Franclsco-A-
traidos pelos brinquedoi­
eletrõnicos e pelos sor­
vetes da grande loja de
departamentos Wool­
worth, de São Francisco
Califórnia, dois irmãos,
de lQ e 12 anos, OODSC·
guirnm burlar a vigilân­
cia. e ficaram cerca de
15 horas brincando e
comendo no interior da
loja, no último fim de
semana. Os dois garotos.
Randy e Stehen, conta­
ram depois de terem
sido entregues no juiz­
do de menores pela ge­
rência-que entraram na
loja e se esconderat,
pouco antes do fecha­
mento. Depois que o
último vigia saiu. passa­
ram a noite toda bMn­
cando com trens elétri­
cos, robfü:: o aparelhos
f-letrõoicos, além de
terem comido doces.
sorvelt,s e snnduichei::
da lanchonete. Pela
de munh. foram desco­
bertos sob um monte de
tecidos.

Tribuna da Fro'UE
Educação e
Baseado nestas premissas é qu
Imprensa 6 liberdade. Imprenu ° 4nu discordar das opláíões, na nível de
oplull6. lmprc111111 ta cUôlogo.
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-------·-,
Politico
Ivan Nascirnento
d d que é eebeu dois dis e qu1
diálogo, feito dentro da liberd",,, boa. deixou de trabalhar, a
o fator básico da Imprensa +all ,n- dezembro, assim deve.
O competente éaustdico D,,,, e- ria receber itera!_·
dl em entrevi ta o nosso Jora4l que mês férit s, l» s l r:o,
terminado trecho da mesma d"" qi. ete. ficou a ver nv
Ed
a O u o I u u II e a 6 o R
·, termos de Eu"%". togo dpois e como "%,","J"
nfstração estava per!e!!_, sr. Ivalda Paraguai em 'oro ui
nosso Diretor-Redator Chel" ols na ttnho, existe, stão ep-
Pereira, afirmou a mesma or rando até hoje.
723 ío Programa Glau! Flor%· ,} Em determtus
ji excelente programs, muito e' Jornal, de Campo Gr.-
coaduzído pelo compett,utr G!irncl. ·e- de, c·rn m ncht!le bOb t
Infelizmente, na condlço de P"; ela Vl tu.
sldente da A s
11 0 0
ia€"~da 'emos
Professores de Bela Vl
st
ª• .
1
r
disto dá para eu ver mesmo que "!" Salário dos profe -
que forçar a barra em pról de_ UI"" sor em dia em Be'a
1)00
vonttlde para com ~ Adr_nlut t_ruç Vlstn u[lrma o Prrfclt ).
- moE- ' Morou? ... Nem 1.
Pública Muletpal. Senão J" g de Bem só queria entender
Primeiro: temos os professore! . + "
I a :v recebendo, pastnem. srs 723.00, onde está ll boa adml-
por mês. Salário de 2 anos ntras. oistrnçüo escolor.
Segundo: todos os mestres de I e
li Graus, até ogoro, niio ;:eceberam se_us
pagamentos referentes a dezembro, J
ne{ro e fevereiro bem co!.no 13° salário
de 77-78 como manda o lei. Com rcfe­
reocla a' dezembro houve um caso sulge-
eres. fol pgo os das_ que o prfe+O' prgn{'g{g 9ygl]
trabalhou. Quem trabalhou dois dies, re- 1 1 vt,, E~ b 1, ti I' '-
Tribuna da Fronteira
( Fundudo o 20/2/72)
F U N D AA O huldo Pereira
DIARIO REGIONAL
Propriedade da Gráfica e E<litorn Apa
CGC-:.tF 03.?01266/00Ul-90
lnsc, Est. !30592313
Diretora
Maria Esteio V. Pereira
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Diretor . Hedntor - C hefc: hnldo Prrcira
){-,dotor: Itnlo Ilorioli
Gerente: Gil!on Silva Santos
Hcdoção Administrução ~ Oficina,: Ruo
Duque de Caxias ·/n Bela Vista M. Cx. P. 23
ASSINAT HAS
Bela Vistn, Jardim, Porto Murtinho, Bonito,
Niooque, Corncol e Antonio João CrS 700,00
Demais Municipios __ ,.............. CrS 800.0U
Observação Os artigos publicados com
ns1inotura.1 do!I nutorei não traduzenu ne­
ce1fárin1nente a opinião e pensamento do
Jornal. iua publicação obedece ao propó­
sito dos debate• rlos problemas municipais
e de refletir as diversas tendência do
pensamento universal.
9 o
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Perdido
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viou os tieue do!umentc s
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Titulo de Ele!tor, G.PF,
Carteira de Tnibalbo.
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Nilo ó por nca o que tanto crlml·
nosos tem agido tão violentamente nes­
tes últimrs dms uqui em Ccbrclo. O fa­
to é cooseq 1ênclu do contlngent de de­
sempregados e vngabuncJos qu. chegam
clláriuwente a Cnmpo Grande (novlsslma
capital qu atrnl conao um podt:roso imll
toda essa gama de aventureiros indese­
lávols) vloclo , a malorin, daR rf'glões
mais marginalizadas do pais. Esse pes­
soal, nssim que chega ns nova copilal,
por ali fica na mesma miserável situn­
çllo, sem perspectivas pura a solução de
seus problemus; um prato de comi!
(muitos comem areia) e um abrigo para
procriar o repousar à noite. Alguns, en­
tl'etllnto, ouvl1·arn qualquer coisa de te
calmo lugarejo e par cá se embrenha­
ram, com terrivcls propósitos, que já po­
demos sentir com uu prática ameaçado.
ru o constante.
Por causa dls<:10, nossoi. hf1 bito A des­
preocu!)ad0s de até há pouco, como us
mulheres Irem à missa sõzln!Jai, (ou com
Deus) na escuridão das ruas emburaca
das ou dormirmos com u casu de portas
e janelas escanonradao, tive•·arn drastl­
ournente de serem esquecidos. O medo e
a violências tornurum-se o lmoeratlvo.
Hoje, se dormimos com a casa aberta,
os larápios cruzam por ela e levm tudo,
sem que tealrnmos dndo conta dís o uo
momento, ontem, se havia algum Jocon­
venieote, era de outro ordem, como al­
guma donzela receber uma serenata e
amanhecer risonhamente fecundada, ou,
senão, fugia com o serenateiro dadu a
facilidade e o romantlsrno que o nosso
maravilhoso luar tento nos infu□d e.
Não podemos esquecer que o peso
da força da nos,m polícia não ultrapassa
a ordem dos 60 quilos: limita-se a um
único velho policial magro e pequeno.
Uma força que todo podem e dtovem
dispensar, um vez que cada um se de­
fende com os proprios recur:-;os. embora
a exceilsiva troca de violência ilegal es­
tGja proibidu neste pais, me pareoe, desde
Antonio Conselheiro. O próprio velho
pollcinl (uma força moral) aprova alivia­
do essa desenvoltura dos cobreleires,
porque a[inal ele não é nenhum super
herói para enfrentar uma "combada de-
1;ubusada de mulanclros". Poram, ele está
disponivel todo dia na delegacia (diga-se,
vazia d prvsus), para matar ou jogar
um baralhinho com amigo e politicos
que gue!rnm troe. r I ias.
N RS cllmn. ncontt'c u o r lloliço
mu csa d Dom P+nino. Depls do jun­
tar, o norme fazendeiro snlu pura o
quintal, para .judar a di , lfío. O céu
encoberto ecurvcla a cidade com leta­
mente, que ultimamente ndava sem Iuz
para completar a tristeza aputiea do Iu
ar. O quintal, cheio de árvor 11, rn um
breu, sendo impossivl viwwlumbrar qual.
quer vulto que por ali passasse. Mesmo
assim. Dona Cnrolínu, vfzinhu d. Dom
Pepinc,, saudou-o, cio outro Indo da ccr­
cn, com um ~lrlrtente bou-nolle, pol u­
cabura de ouvir seus retumbantes e cr,s­
tumeiro arrotos Iuesperadamente, o fu
zeocle!ro trovejou: Sol, Sntnn{11d
Dona Carolina, que n ,,se CXflto
momento limpava a dentadura e ·stava
com a boca murcho, não podo lhe res­
ponder à altura, mas gnrantiu que toriu
dito poucas hoaf! JiO VP!lio mnl duca­
do. Seria u111 equivoco. Dom Pepino, 11-
pós ter papado umn pnnelu de urroz
carreteiro, senti-se sonolento e, eoquau­
to duva uus pas inho'l pelo quintal. cai­
ra No sono. Foi quando vollou à vldu.
com dois profundos e ruldo1ws arrotos,
foto que assustou alguma cofsa a seus
pés,· que procurou fugir, mos já em lar,
ue porque Dom Pepluo lhe caíra por ci­
mu, soltando as duras palavras q1o
Dono Carolina ouviu. lm edlataa::en lo
houve gritos e correria. Qunndo trouxe­
ram uma lantn□a, Pncootrarorn um mo­
reno desmaiado sob o peso de Dom Pe­
pino: tinha pego o luráplo louco de fo­
me que se agachara ali pura estudar
um jeito de fazer uma limpa total nu
casa rio fazPndelro. Para ser mais exa­
to, plantara o larápio no cbilo com a
própria barriga cheia. fato quo de no­
nhum modo difioultou-lhe a dlgestlío
&.ln<.la Incompleta:
preço deste exemplar
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RODIZIO C P (JO
( Ao lado do Oinnsio F.stadunl ) ...;.;;;.;;_;_:, _
Bela Vista MS

UMI M
GOVERNADOR
BONITO-- Gostaríamos de só -
crev r e >lsus bou11 e lavor otimismo
nos nossos leitores, M a e, nem
•mpro é possível o o m o u
ohrlgndoe ú criticar rutos que oR­
lfio oncoherlo!l polo esquticlmeuto, quan•
tio dovcrl111n cbl!~OI' uo couherlmooto do
público o dus uutorldndos comr:etontcs.
Lóglcarnonlo, u adm!nlotru9áo de
um prefeito; do um governador o ntó do
Prosldonlü du Ropúbllcu se bnselu ua lo
fnrmuçüo da Imprensa. Muitos vezos
uma .notlctu publlcndn oro um pequeno
jornal ó tri,n.;orltu pela lmprensu do to­
do pule e chega servir como tema pura
debutes em vários nis da justiça. Ai
quo e demonstra a força da comunica­
yilo.
Por tss'.I, o Jornalista devo escre­
ver nollclns honeetos, corajosni; e cons­
cientes.
Dentro desas normns é que fala.
mod snbro o precário funcionamento da
empresa de onlbus Süo José, de pro­
priedade do Sr. José Moretrn, com sedo
em Campão, munlclplo de Mrandnu, que
fez a linha de Mlrunda à IJonlto e do
Bonito ao Alto ~alobra. Sem dar qual­
quer expllcaçüo, faz muis de um mês
quo u empresa deixou de fazer lllnerá­
rlo de Bonito ao alobre, deixando mi­
lhares de passageiros nu expectativa.
Um dia desses, um senhor de no­
me Alexandro, juntamente com sua fa­
milia chegou à Bc,nito, procedent1:11 do
Aquldaunna, por volta das 3 horas. Ao
saber que nlio havia oolbus para o Sa­
lobra o como n!io tinha dinheiro para
fretar uma camionete, foi à pé para ca­
sa, em uma distancia de 80 kllomctros.
Igual a ele muitas pessoas tem
utilizado a "mesma via de tramporte".
Já que o onlbu!.' não funciona já
foi sugerido aqui em Bonito para 'um
caminhão fazer a linha dlarlamante co­
brando dos passageiros uma r0zoavel
importancia já que a Dersul talvez nem
saiba que exlRte uma linha de onlbus
registrada par.a fazer o itlntirarlo de
Bonito ao Salobra.
. Como frlzemos no tópico, que o
Jorn&llsta preciso escrever noticias ho­
nestas, vumos provar aqui:
Que a ernoresa de oolbus Silo Jo­
sé tem demonstrado inoperancta total é
ume realidade. Mas, a estrada que liga
Bonito ao Salobra está de uma maneira
que somente algumas fotos poderiam
pro~urclonttr uma verdndt>ira Imagem de
reahdad~. Co_mo a ponte sobre o "Córre­
go Seco' foi condenada para o tráfego,
o veiculos passam por um desvio tão
precário que obrigatoriamente são rebo­
ca~<'s por um trator. Daí por âiante
existe tnntns crateras na estradas que
mais parece n superficie lunur. Nos dias
df chu
1
•as, Já criticamos anteriormente
n nguem se arrisca viajar de r.ondução.
Dessa maneira, quem está faturando
Pá'> os dois taxl-aMeos (dois aviões mono­
motor} que fazem ponto permanent.i no
aeroporto local. Os fazenrlelros que
P9am para os lodos do Salobra vão
e avlilo e os pobres colonos e agrloul-
Dr. João Carlos Ocariz
de Moraes
CLINICA GERAL
Clhllca Médica e Cirúrgica
Pré Natal - Preventivo do Cauoer
Rua Antonio ?.P Coelho s/n
(ao lado do Posto RJo Apa)
Fone 215 • Belu Vista - MS
tores que nlio dll:lpõem dr poder financol.
ro silo obrigados :l vlujur il pé, mali; de
80 J{llorootros, por causa cio deslnkresse
do umna empresa de onibus e desinteres­
so multo maior duR autoridades compe­
tcntos que nilo obstante .u nrrncadeçílo
110 tnxa11 rod0vinrl11ri o outros Impostos
fazem "vlst11s grossos" à calumilu a
situação dus eRtractue ( dr. Bonito à S1.110-
A propósito do manifesto dos pre~eitos
A nçilo rcnovodorn do Governo tio ~lato
Grouo do Sul pude ser simplifi,·adn nu111n
utltudr, npcnu,: o manifesto divulgado em Mara­
~ajú •lurunte enco111ro l'ntrc prcfci10• do covo
E11ndo. Tui documc1110. que •crn c>11ct1111iahodo no
fuluro pre,idcnte, o general Juiio Bnpti,tn de
Figucredo, tltc•ID, o vicio oligarquia ervilista,
um vfelo iapagável em regimes de exceção.
Qui~ernm os prelritos rnvolvidos, Inclusi­
ve um cio MOB, no sub,crevercm este docuawuto
gnrao1ir um mfuimo de respaldo econômico a co­
Ires empoeirados. Prefoitos cooliuntes nn teórica
do :-ovcrnndor llarry Amorim, com bnrn 1111
pseudo· scgurnnçn emanndn pelo loto de ser esse
gnú,:bo de Cruz Ahn um técnico trdo proderorn
e presumivelmente imune II ato9ucs por ter sido
contemplado com • unção do Pluanlto.
. Poi• bem. O pnrlldo da ,hunçiio, no men-
d,ngor um lugar no !oi, nada mui, foz que o jogo
do govcrnn•lor; os prefeito, embarcnrnm na
canoa sem saber quo estava furada m jogo
foc,1 e difícil ao mesmo tempo. llorry Amorim
Tribuna da Fronteira
Que e ove ia ,//! li f. r,; 1 J
Bela YI-ta MS. - A VIII 103-79- N.o J2
hra prioclpalment1>!)
Por íi,so, a Tr!buo11 dn Froot Ira
deseja que ess palavras cheguem aos
olhos do governador Harry Amorim e
qu 1-I•~ sti sensibilizo com o drama d'
um povo quo Pente na carne a dlsplic:e11-
cla das uulorldade1<.
Firmino de B rros
dá as cartas, te na manga deixava claro ,eu !ruo•
fo mnior e irresistível á Arens: o poder. O«
politicos Arenistas ensalarnm a rebeltio, me
vieram os caramelo, I! plruli1os do paiárlo, faria·
mente suscetíveis à distribuição. Por enquanto
serviram pnra conter o, udrrndo• ilnimo• da•
ho,1e1 políticas curi boroa.
No cn•o dos prefehos, os mais prrjudic'l•
do, forum os própio• hnbit11n1c, do Maio Grosso
do Sul. Pr1;íui!º. não elt•hoe pelo povu nbu•nrnon
de sua bionicidade e tu»curam assinatura no
documento; Os c:le!tM nbu.oram d11 bon-fé e da
confi!IO~• de quem os coioonu ao poder {o puvo)
e também cndos,arnm a cnrt11 Ffmholo do
puxa»aquimo ir.tereseiro. Povão enganado mais
uva vez. O! políticos Arenists companhurar
os prefeito e pfncrlnrRm r••m tintos dr fnl,ida­
dc um "t1preço e npoio" ao i:,nernalior qur na
ver,lode, niio cxi,te, o que sim, é o medo d,· pr;der
c-buncea luturus <(UC só o poder proporcionará.
Dcpurndo EHGIO CIWZ -- Lfdcr do MDD
Efemérides
Aconteceu n 4/5 de março ...
. Em destaque:
1822 - Chegou ao Rio de Janeiro,
procedenti> rte Lisbôu, rle onde sulra ao
dia 16 de Juneiro, a esquadra portuguesa
desllD11d!i a eonduzir o princlpe d. Pedro
para. a ~uropa. "Comandada pelo chefe
de divisão Francisco Moximiniano de
Souza, compunha - se da nau "D. João
VI , uo comando do capitão de Fragata
~oão .<atonlo ~Iarcellno, corvetas "Caro­
lma, Princeza Real, Orestes e Conde
de Pen! che," comandadas pelo Capitrio
de Fragata Joo 13ernnrdlno Gonzaga e
cap1tai,s - tenentes Antonio Joaquim de
Couto, 'l'heodoro de Beaurepalre e J oa­
quim EpiHh1io de Yasconcelvs e dos
transportes "Fenix e Sete de ma~~o", n
mando dos segundos-tenentes Domingos
José dos Santos e Joaquim Esti10lslau
Barbosu. Já encontrou esta forca D.
Pedro decidido a opor - se ài: resoluções
das Cortes, e, apesar das instruções que
receberu em Portugal, nlio l!le foi permi­
tido comunicar com u terra, senão di:­
pols de firmada e entreoue R feguintf'
declaração: "Nós, abaixo ássidos, pro­
tPf'tames c,bedecer em :udo às o'rdens
que nos forem dirigidas por Sua Alteza
Real, .Pois tal é o nosso dever: assim
como de nada nos embaraçarmos, nem
tomarmos parte nus disposições do
governo. Salvo sendo ordenado pt-lo
mesmo Senhor. Rio de Jane!ro 9 de
março de 1822". '
outras.
.o(/3/1533 - Martim Afonso de Souza con­
cede a Francisco Pinto uma sosmuria e
1612 terl'6s na Capitanias de S. Vicente
- Os padres Diogo Nunes e Gaspar
Sampére realizam a cerimônia de batis-
mo e casamento de Filipe Camarão
na Aldeia de Igapó, loeallzada à mar­
gem do rio Potengl, no Rio Grande do
Norte.
18i6 - Decreto número 6.131 aprovando
9leraces nos Estatutos da Socieddo
rotetora dos Empregados PúblJcos
Decreto número 6.133 concedendo
previlégio por oito anos u Paulo Porta
Pdara lutroduz1r no Império um:1 escadu
e sua invenção.
5/3/l.>8S - Part, do Lisboa com destino à
Bahia, Manuel Teles Barreto nomeado
Goveruador Ge!·al do s'rasil.
1616 - : O governador do Parnambuno,
A_lexandre de Moura, chega a sua ca­
pitanla do volta da expedição ao 1••ra-
nhúo· • "'
1846 • ,José de ARsi1,1 Branco Moniz Bar­
reto é nomeatlo bibliotecário da Hiblio­
téou ~acionei e ~úbllcit, em substituição
99 Cónego Januário da Cunha Barbosa.
L31 • O 'Irtbunal_ Especial presidido por
J .J. Seabra solicita demissão coletiva
nesta duta.
(Colaboraçii o do Prof.
Tribuna da Fronteira.)
D. feísi :
r ,r
Almino volta
Stumpf,
da
Agrimensura
e
para
Europa
As anunciadas divergéncla:, Pullti­
cas entre os ex-governadores Migue]
Arraes e Leonel Briz6la não tm nej
fundamento, pois anbus defend um
manutençao da unidade de MDB em! a
co t b. • ' ne. uta
n ra o ar 1trio. A informação foi .
adg Pelo ex mlistro áíi Af
re.,rf'ssar de uma viagem de •
mnés pela Europa. quase um
d
Segundo o ex-m:nisfro do Trabalho
0
govnno lfoulart os dois ex
dores achem que o MD «.,governa-
unldo até o surgimento d! ~ant_er_:se
ra vorá veis à organiza cá o de nd içoes
tidos políticos. novos pr-
:líunlque - "A igreh
no Hrn•1l qu•·r r r ,.
bre, f ,:t ., 11 ,l, li'l •1, J1r
ftiea e pacifica" dcl
ro u o l' 1 r h• . 1 A 111! ,
Lrschviler, arceblsp
de Fortaleza, na abvrtu
ra da !isereor.79, cam.
prrnlw <los ntólicog ttl<­
mães contra a fume e
doença no '' l' f(' fr
Mundo". D. Alo[so en!
litOU ()U•' nrnllo dr,
problemas e drfi.:uldruJ.:
existentes no Brasil n?
i-fio compntiv,1I cnm o
spirito envangélico.
Eotrc 11i; slluaçõ !
que devem ser nfrenta.
dns pelu fgreja bro11lle1-
ru, o crdel apontou
discl'lmiuuçllo sofrfdlf
µeia população rural ,.
pelos grupos étnico mi·
noritários, !ém daque­
Is típicas das grandes
cidude11. como deRornpre­
go. o analfabetismo P ::
violêoc1a cre!iceotc, "nlt­
meuradn pnr ooudlções
de vida injustas".
•', lgr11jn católir,i
brnsileirR concluiu !J.
Aloiso só será fiel a sua
ml,siiu i;e cuosc•gulr fa.
zer qtJe u reBpl!ito eo
hvrnem 1<0 convorla
0m
máxima da sociedade.
contr1b11incifJ assim para
deslrulr os mecnalsmos
que lançam oa miséria
as pessoas das grandes
cidades a do campo".
73
pode a volta de
exilada
O Senador Franco . r,:11.·
ro MDB-SP] negou m S
Paulo, ao retornar de Roms
onde participou dr um eon
grcsso de parlamentares lati
no~aa,ericaoos e europeu,, qu·.:
e tenha eucentrado com li
guel Arrac• e Leonel Brizol,.
mas adiantou que o MDB "es­
ta de braços abertos pars re
ceber em suas fileira qual
quer pessoa disposta a lut"
peL:i <lemocrncfo. indu,ire eS
ses ex governadores"
Admitiu, tmbém, te'
conversado com muitos exil»
du, bra.ilciros, "qun,e todo·
oguardnndo o momenro dr
voltar à .iU:1 terra " anuncio
ter trazido rnb;ídios para in­
cluir numa próxima emend>
constitucional, que dee'
rcst.ubelrcsr. entre os dirrtio­
do cidadão brasileiro o dr
viver em sua pátr:a. ' A pr
prrn, Cou;tituiçü.o den, f..1Z1IJC:
ur esse direito, pars 5o I;
mitir que, por motivos
vingança ou persegui1o, "
tire do brasileiro o e direito f
river em sa terra - disse f
"SE T E A G R 1"
Nivaldo de Barros
- Medições de Fazendas.
- Curvas de nive].
- Loteamentos.
- Hutifiações.
Advocacia
Dr. Hobert.o de Souza
CAUSAS:
- Civeis.
- Trabalhistas
- Comerciai&. •
• Criminnis.
Rua Antonio João, SOO
_______________ Bela Vista - .M..:: l
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