Diário 
egio ai 
ft PEDIDO 
Câmara Municipal de Jardim 
desrespeita Tribunal de Contas do Estado 
!talo Bc.,rioli. 
Num rlngrante desrespeito ao 
'l'rlbnnal de Contos do Estado, o blo­ 
co elos urubús. reuniu-se, exlraordl­ 
nrlamente, no domingo pnsdo, s 
oito da manbfi, (Isto com mêdo de 
que o povo comparecesse em massa) 
e, lloslenlmento à cldncle, àqueles qu~ 
os elegeram, na [)odrlrlíi.o n que ·es­ 
ti1o aooRtumndos, decidiram que os 
protocol_os de entrada dus prestações 
rio contos do Executivo, núo firam 
vólldos. Mais uma vPz demonstraram 
sua Ignorância, e total burrice. à 
respeito dns normas legais e buro::­ 
crálcns existentes no País. Allás Is­ 
to 111  é novidade, tratando-se de 
elrmrntos desmerecedores dos t!U· 
fróglos obtidos, reh·ógrados, que que­ 
rem a todo custo, impedir o crescl­ 
me nto, o desenvolvimento de Jardim 
para (pobres coitndos) continuarem 
sendo donos da cidade. 
Nós, nem ao menos compare­ 
cemos a mais esta reunião do!' Uul­ 
doR doi:: Urubús, porque já sttbíamos 
do antemão, o palhaçada que nlí se 
iria relizr. Os Incapazes, como até 
hoje nada fizeram por nossa Jardim 
iavejosamente, caluniosamente, deses­ 
porndnmente, ao sentirem a hostlli­ 
rlnde do povo. ao sentirerrH;e inde­ 
sejáveis na cidarle, agora num des­ 
vairo total, tentam de todas as for­ 
m:is, absurdas. aparer::er nos noticiá­ 
rios dos jornais, inclusive, pagando 
para aparecer nas primeiras páginas. 
Pobres coitados, eles, infolizmentA, 
devido ao pouco ·alcance, ao paupér­ 
rimo disceruimentv, e visão que pos­ 
suem, tentam agora. nãn só prejudi­ 
car a populocão de Jardim. mas tam­ 
bém aquele que lhes deu uma lição 
d trabalho, de honestldarlP, de ope­ 
rosidade, nosso prefeito Fernando de 
Fritas, que se mostrou muito mais 
ca!)az. do que todos eles juntos, 
nting.indo, inclusive, ao próprio go­ 
vPrnador Harry Amorim. que tudo 
tem dado e feito por Jardim. Não 
omospoliticos, no entendemos desse 
jogo. mas temos já a certeza, de que, 
cmbura tenhamos sidos taxados de 
venats (e o procesrnremos por isso, 
pois terá de provar o que afirmou, 
e temos a consciência tranquila de 
quf' não poderá fazê-lo) aquele cida­ 
dão sim, é venal, corrupto, anormal, 
pois entrou num esquema num pro- 
-~~i:;so absurdo, de desprestigiar nos- 
so governador, través a pessoa de 
nosso prefeito Fernando de Freitas, 
do ltno l'lorloli. o do respeitável oi­ 
dado José Destéfanl, pessoas estas, 
das qunls eles lll'io sfo dignos nom 
ao menofl do limpar os s11patoa. 
Estu. 6 a realidade jardlnenso, 
vamos cerrar ombro111 e lutar, contra 
estes maus carô.ters. corruptos. vcna- 
1s, Infelizes, d~generados, quP tentam 
a todo custo, impedir que nossa ci, 
dade oresça, se desenvolva porque 
eles são rnosquinbos, empregul&las, 
velhacos, desnJ:turados, e outros 
adJetivos mais (será que lllP. i:;a ber/i.o 
o que slgnlflca adjetivos?) Não dignos 
de Jardim nem deste povo, que 
anseia. que desesperaclamente busca 
través seu líder Fernando de Frei­ 
tas, (palavras dos próprios seuretá­ 
rios do governo) melhorias para a 
cidade. Será isto um crime? Ou será 
orime, os covardes agressores do 
povo, reunirem-se medrosamente aos 
domingos, às oito horas da manhã, 
para que os munícipes, àqueles que 
lamcnta,·clmente os elegeram não poderem 
participar da palhaçada? O povo 
que julgue! Queriam caçar o prefeito 
por não ter prestado conta:!, e agora 
que prestou, que se confessaram in­ 
capazes de aprová-los, porque a co­ 
média gontin110? Blocos dos urubus. 
o povo de Jardim Grgulbosamente 
lhes envia mil quilos de carniça, para 
que se alimentem, encham suas pan­ 
ça8 e deixem de prejudicar o cres­ 
cimento de Jardim. os protocolos, da 
entrega das contaa, de Fernando de 
Feitas ao T.C.E. 
,TardinePses fiquem tranquilos, 
de múos dadas oom Fernando de 
Freitas, porque somente ao governa­ 
dor Harry Amorim, caberá a decisão 
final, e ele está eonosco! 
Preço deste exemplar 
-EMPRESA JUR[DICA CYRIO FALCÃO­ 
Causas 
Cíveis 
Comercial 
Criminal 
Sergio Roberto Peronrli 
Pr f eit ra nicipal 
de Jardim 
,larrllm em 02 de março de 1979 
Exmo . Sr . Prsld nto do TH­ 
bunal de Contas do Estado de Mato 
Grosso Cuiabá MT. 
Prezado Senhor. 
Cumpre - me pela presente en­ 
caminhar u V. Excla, ni; pr •1ltlçfü·s 
de contas dos exercícios de 1975 
(bnlnncetes), 1976, 1977 e 1078 (ba­ 
lancetes e balanços), bem como o 
balancete do mos de janeiro de, 1979, 
que foram encaminhados à Camara 
Mualclpul do Jardim, em data de 
lG .02. 79 , para 11 devida npreciu­ 
ção, tendo em vista estar aquela 
Casa Leglslalivu investida de poderes 
para o recebimento, dado :ws te;mos 
de recente ucordão desso Egrégio 
Tribunal. 
No entretanto, em data de 
hoje, pelo oficio n- 02/79 recebeu o 
Poder Executivo, !l lnoumbêncln e111 
remctê • los, o que o fnz neota mo­ 
mento, de acordo com o teor do 
mencionado oficio anexo, diretamente 
Egrégio Tribunal. 
No ensejo, apresento a V . Ex- 
ela. 
Cordiai1; Saudações 
Fernando Fraltas 
Prefeito Municipal 
Tribunal de Coatas do Estado 
Serviço de Portaria 
002972 
Deu entrada em 05/03/79 neste 
Tribunal os documentos de Balance­ 
tes referentes aos exercícios de 1975, 
1976, 197, e 1978, bem como Balanço 
Geral de 77 e 78 e tambem bal. de 
janeiro de 1979, da Prel. Mun. de 
Jardim MS. 
CuialJá 05 de março/79 
Obs. Para qualquer informa­ 
ção Fineza Trazê - lo 
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO 
Serviço de Portaria - 002973 
Deu entrada em 05 / 06.' neste 
Tribunal os documentos de Balanço 
Geral do exercício de 197(i da Pre­ 
feitura Municipal de Jardim 11S. 
Cuin.M, Oõ de março / (de 1979) 
Obs. Para qualquer informa­ 
ção Fineza Trazê - lo. 
Educação 
e Polhca 
Com eu lindo templo 
totalmente hio de ereles e 
pesos do langelho de t.ri»­ 
to fel comemorado domain 'o 
19 h o quadragésimo ter 
eira unverrio das brunira 
lere]a B tista de f!, l 1  Jlll 
f 
E«aias, hinos insplrn­ 
tios, presentação do wfinado 
e belo conjunto coral dir{rido 
pela Pastor da Igreja e, fal­ 
mente, a PregaçMo da Palavra 
de Deus pelo eer«trio Fe. 
utivo da onenão [atua 
rl,· M,1111 C:roHO ,lo Sul l'r. 
Manoelino Nogueira. 
Pelo que pudemr» »a­ 
ber toda cldade estava on­ 
vidada para estu efeméride e 
nquls quê por qualquer mo­ 
tivo deixarum de comprecer 
pcrrlrrnm umn cxcelentf' fe-111 
à Cristo Jesus. 
Lá estive na condição 
de Crente Batista e Hepórter 
desta TE órgão que deu o dá 
sempre seu apoio aos diverso 
credos religiosos desta cidade, 
como. por winal não poderia 
ter de outra mnnt.'irn. 
Parabéns Irmãos da 
Primrira Jgrda JJ5li•tfl rio 
Bela Vista e que ta lreju 
con1iou-, n ,er 11111 fnrol n 
fo,·or do Nome dr Jr•u•. Cria10, 
o Nosso Mestre Filho de DE. 
U'·, como bem disse o Pastor 
Manoelino em teu maravilho­ 
o ermo. Parabéns o manos 
do Coral que é «sem sombra 
de dúvidas o maior e melhor 
f?rupo vocal rcli:ziow de nona 
comunidade e região Para­ 
bens Pastor Jeremias e Avan­ 
te na Luta Pelo Evungelho 
de Cristo. 
Para 
Meditar 
Hoje. graças a Deus, 
o coragem deste moço 
idealist1-1, o lvaldo Perei­ 
ra, seu jornal já é gran­ 
de - É um cHárlo; Isto 
basta para mostrar sua 
tenacidade, seu valor, e 
dizer isto, não ó lançar 
confetis ao que vem 
realisando, mas. ul'.irmur 
a ve:-dade rdletidu no 
espe1ho do tempo - Pro- 
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dos pols ns forças policiais, por lnncrc­ 
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v rsldaclt: com• por 1,J .. auto, qunt'le!• 
etudnte», pro!e+seres e funclonrles 
pacificamente estivam reunidos para 
decidirem sobrs um reivindicação se 
quulqucir oouotnçUo uoUUc11. 
O Depuf!ldo Scrgio Cruz crllloou 
os oxceseos comefldo1 por po~cadorês 
lrrosporrnavcis o prcdudoros r> condenou, 
tamMm, n atitude do órgãu fl!1cullzo,dor, 
o lNA 18, a quem acusou de se exceder 
froquentemeate tirando inclusive o ga­ 
nha - pão de pt,scudores cooperntlvndos 
quo têm na pesca seu único meio de 
vida. 
Explicou o líder oposiolonistu que 
"os predadores devem ser punidos com 
Escritório Central 
de José de Arruda Pinto 
Contabilidade em Geral 
Aberturas e encerramento de firmas, 
Contratos, Distratos, Declarações de Imposto 
de Rendn, Pecuâria, Agricultura, Preencbi. 
meu10 de nutorlzação p/ dirigir ,•elculo, e 
demais serviços afins. 
Rua: Antonio Maria 
Coelho, no 350 
Bela Vista - MS. 
"OBS: Antiga Ruidêocfo. do Sr. José A-.eli­ 
no e Silva" 
OFI 
s ta 
rfa de 
no mo 
h 
d 
da 
ato de 
pulio 
pon elas, 
nfo podem 
co Q & 'fl 
da Ju 11e 
que r mon 
agora e bor t 	', 
cem o aval do e 	as 
Depululo ~ . 
Lid r do Ml>U 
todo rigor, nas também o órgão fiscal!- 
2.ndor deve obriga tórll'I rnenlu nr,lonu r 
crHério111 nc ri dos qua xiio prejudiquem 
a lnooool.eti." 
O Depuln<lo ouviu g, deuúacla de 
uma comissão de pescadores d Coxlm, 
quo acusaram o INAMB de tor promovi­ 
do urn verdadeiro CtHOl'IVLJl do nprorr11õtri 
coulra µcscadore11 coopornlivados daquo­ 
la região o que vivem exolualvam nte 
da poecu. 
Convênio Beneficiará mais 
dez Prefeituras 
Sob o titulo acimn, o "Conelo do 
Estado", nu edição 07. 03 • 70, noticia 
que cerca de 41 municípios foram beao­ 
ficiados, com au.xíllo para reparos cm 
pontes e estrada&, eavolvendo recurflos, 
de ordem de 20 (vinte) milhões de cru­ 
zeiros, divididos cm ootas, de acôrdo 
com a necessidade de cada região. 
Oxalá, ebegull n vez do nosso 
muaicíplo firmar também tal coovÇtoio, 
pois c.s nossas Estradal! Rstaduols: Bela 
Vi.sta - Curacól; Bela Vistn-Pontn Porã, 
praUoumente jlí ncnbaro.m. 
JE OO(IDlf [L 
de João Freire de Üliveira 	1 
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1 1 e r .rt ''º o r  J • 
'jotnl Independente. zf»ta) 
(J!ur,i; J-Jllot, drom<ilJrgo 
O TlLllALIIO eósmlca de 
to trabalho é uma formo genero 
a,rvlr Deus e aprimoriT o J•lt' (> 
,. 	! <] o· (1 l10U1f'lll. • ' 
inda no ter!!"%' sais ftc:ltr1l• nu­ 
ao lado dc on1.<; 'J, 
0 
' to eouqul ,ltl 
tidoto contra o mal, poqu"} Espirito 
1 ( .. t•·ulúvL'll' corn <JUl , 
vu[o1 II«MiU' a l' tlhC tpllna a 
corrige s imperfeições 
voutouc. 
M!ALII;ENCHAS . 
• • 11 1 q e r1re-.unço1:A, crilú• 
{' 	i11 l l' Í " IIH 	V il 	l uc o. 1 édl'O lll· 
.., , t despeito e descre + ', 
11l11s I bo
1
1 Oll, 
1 
. uentos tiepri­ 
ui«etugão e medo, 1",,,, e sitie­ 
mentes e tentações nl 
tnm durante us horas vazlas... 
EXl:-iTE 
"1Jrloc1.1·· rle trnbulhur, 
mull11 gc:ntc quo 	1111ca 
de comunicar, de ]ministrar, de pul ' 
<lo UIIJOI', PIC', ele. S!'.c1 poSHOHS (]~O 
ensm qu estdo trabalhando. q0n40 
iia i·culitllldc l'Filfl.o ntrnpulhnndo. Não !i O 
deVL' brlr,c11r com o trabalho ••• 
O THABiLHO 
se nllcerça nas Lets de Amor que regem 
o unlVPl'SC', 
Trnbullrn o verme no solo, 
homem n! trrra e o pai Ufl galáxias. 
A vida é um hino à dlnftmica do traba
0
- 
lllo. N!:io ll(l em a natureza o óelo. . 
aparente- repouso ds coisu traduz, a 
pobreza dos sentldoR lrnmnnos. A vldu 
86 
ngitu Clm tudo a parte. O movimento 
é lei uulver:ml, em tudo prnseute. 
' 
AGORA 	, 
l n( 
rróc'o de utlvogflt!P col.lror d1vl- 
e e ,.., ' , 1 om mcmó- 
d
, "ol"uem·· por u, ao u r 
a, .' ser que já se esqueceu do 
rln cur o• "' u D J 1 
d dvogodo jardinense r. • oe bUll 
#k, Pen6? @s tamtem roer4; 
mos entrevtsta-lo. Conhocemos uma 'bel% 
1111,tórla, ele ruobll.lO no contou. ~oder, ~­ 
mos tambem entrevistar o Dr. Kzio 
Loureiro Pluheiro, clr. podo, la r u I a r 
mullu colrn ... 
MAS, ACONTECE . . 
que oó primnmos polo respeito, p11~u­ 
cldRde e diretos lndlvtduuls dos cldadao. 
E quanta coisa, meu Dous. nós sabemos 
Até assinatura do jornal (quando era 
o 3 00 por mês) "alguem" deu Canseira, 
como bem o diz o nosso a'.!!lgo Osvaldo. 
Mas, vamos em frente... 
PARA QUE 1dds" e 
não surillm ml!is ''mal enten I o~ , . 
clleguem' a dizer que montamos a nossa 
gráfica com dioheil'o de algum partido 
politico, publicams abaixo uma relesa9 
de noi-sos assmnates Ou1 o, que_ col,1 bo 
raram Expontaneamenle (e estao colu­ 
búraodo) para Aumentar o nosso Parque 
Gráfico, e nós, em troca, demos-_lhes 
assinaturas perpétuas (de pr..i para ftlho) 
e estamos cumprindo a risca as nossas 
obrigações. O nosso potencial ~e. En~l­ 
vlda!JH>nto, tambem é de 90%. D11tcul_da­ 
des? Lógico. 1,,to é comum em negócios. 
Mus é bom nunca se esquecer: Rela Vista, 
Na 'Região, é o único município que 
possui um jornal Diário. E se Deus 
qulsn, brevementa passaremos a "off­ 
s~tt" Quer Vivlir Verá ... Nós Gostamos 
do. Luta. 
NOSSOS ASSINANTE$ OURO 
Tales Mascarenhas 
José S. da e. Marques 
A VIDA 
de nossa empresa tem sido uma vida de 
utus dt:J multo trabc1lbo. Nós adotumo!:I 
o tr~balbo como um1:1 forma dfl oraçl:io. 
Belo Vista é una cidade pequena, mas 
com um coração imenso. O seu P?'O é 
nm povo bom. Agora que o nosso Jornal 
passou à Diário, upó,; 7 anos de cir-cula­ 
çüo ininterrupta como serounário. é ~o~ 
que se faça um retro!tpecto 1/o l01c~o 
Imprimíamos o jornnl em Ponta Poru, 
na gráfica Correio do Povo, depois pas­ 
samos a Imprimi-lo em Aquluanana, no 
jornal O Puntaneiro. Foram anos dHicels, 
de muito t r a b a I h o, sacriflclos, 
ruas ... o Supremo Arquiteto nuncn nos 
Abandonou. O nosso grande amigo Lulz 
Carlos Nazuret, na época gerente do 
Banco do Brasil. ofereceu-nos a oportu­ 
nidade de adquirir a nossa gráfica. Após 
alguu!- meses de "diálogo" ele acreditou 
na gente "' em Julho de 1974, inaugura­ 
mos as oficinas impressorall da querida 
TF. ouem acompanha a trajetória do 
jorou1 deve se lerr.brar que o nosso 
Editor Chefo, nu époco, já prometia urn 
Diátfo. Ai está em cul'tas palavrns, a 
''pequena história de um jornal v<:>nce­ 
dor". 
emana Pasada 
Jemo um livro, (ele passou de mllo 
em mão na {edição) do escritor Jac­ 
ques Delnrue, a hJstória do Nazismo. Por 
Jign.rmos alguns fatos, do 1a7.1smo. ol.­ 
gnuns métodos, e anazando as personali­ 
dades doentins doa ruPn~broR do Hl 
RElCH, que ficamos IPmero~os. Ser~ que 
os adeptos da Raça Pura ainda teim"") 
em sobreviver? Sim, leitor amigo, ex1s­ 
tem os adertos, f<lmpa1iz:1ntes e pral1coo­ 
tes. O NazlR100 não foi extetm1nado. O 
perfil do Nazista: Primeiramente, ele é 
Rucistfl. Depois os einais que os denun­ 
ciam são us secruinte!I: Arrcl!am-sc o 
Monopolio da vefctatle, são Boldos de 
ModéRtio. e Humildade; São Prepotentes, 
Mentirosos, Amorais, Falam em Amor 
e Justiça e praticam o Ódio e Iniquida­ 
de. 
Pródigos em louvorPs pr,ssoaia 
exagerados a demonstrarew, como fru­ 
to mau, a árvore de que procedem. 
.'inda voltaremos oo 2saunto ... 
Policia presta 
Bela Vista, 12 de março do 1979. 
Ilmo. Sr. 
J ornalistu lvaldo Pereira 
DO. Diretor da ··Tribuna da Fron­ 
teira" 
Nesta 
Senhor Diretor 
JUSTIÇA SEJA FEITA 	A "Tribuna da Fro!!.teira'', edição 
Um amigo de f(,. filho de famllia do dia 9 do corrente, inseriu na su:1 
tradicional de Bela Vi;;ta, nos eontou que primeira página a nota "Polícia não co­ 
uo último dc,ruingo o senhor Oscar Rc- 11borou no CHSO Loubet" levando-nos a 
drigues de rraujo, em entrevista à ZP- vir à presença c.!e V. S. oferecer o 130· 
23 citou " um fato ligado o nos;;o Edi- guinte esclarecimento: 
tor- e este fat'.' dizia re<;peito à dh·ida ". 1° - que, a Polícia. através do Sr 
O nosso bom Amigo Oscar, espírita con- Mário LoubAt, irmtlu da inditosa vítima, 
victo, teósofo, ee.tud!o<:o das ciências tornou conhecimento do desaparecimento 
ocultas, e companheiro de bate papos desta após 24 horas desse evento; 
do E±i!2r (ares?i!o destes suntcs) é 2o -que, embora fosse nc:te de 
um homem bom, simples a às vezes in- sexta-feira quando lhe fora comunicado 
genuo, Muitas vezes nosso bom migo o desaparecimento, imedi9tamente o si­ 
Oscar foi miado, lesado em sua boa fé. gnatário, que é o titular da Delegacia, 
No caso desta entrevista, o nosso bom dt> Polícia, tom1,u as necessárias provi­ 
amigo Côc:ir esqueceu de dizer que u dêncin!:', fazendo seguir em ueligência 
citada conta era conta da Empresa e para as cidades de Antonio João e Ma­ 
que o Editor se responsubtlizou pel mes- rucajú, o investigador Francisco Carva.­ 
ma. Esqueceu de dizer tambe!ll, que lo- lho, ainda, cornuiiicando-se com as suas 
dos os seus negócios são entregues a cungêneres daR dPmais cidades por onde 
um procurador e este é advogado. Isto p"dr-sse transitar o veiculo e o seu oro- 
devido BS suas viagens e a uma certa pLtetário desaparecido; • 
comodidade que ele bem o merece. Es- 3º. que, não cessnm um momento 
queceu de dizer tambem o bom amigo siquer as d1ligéncias policiais, mantendo­ 
Oscar que esta coutd impcl'tavu em se em perma:iente contact
1
) com as nu- 
25.000,00,e que já foram pagos 16.000,00 tras {u eai; que se encontravam enguja­ 
iaclusive estamos pagando Juros. O nos- das nas dlligênci&s e, em permanenLe 
so bom amigo Oscar. o homem que con- vigílância, estas sempre de caracter si­ 
ffau em nós, no princípio, não foi o Pai gi:osc:J.t-, com vistas à descobertas dos 
b r 
ua: 
1 111@' 
Hello 
::-,,drH Y nb a 
Ke to Lo Pinheiro 
Araci Mend Goçlv+ 
Mário Hattlane 
Amauri Matereha 
Pedro PnJ•nll'l'iJ 
,José Lour, iro. 
Jo..,(• (.;orneiro ,Jur lor 
Oct1.wio L d(• .ltncld.t 
p~go Loureiro du .lnwtllu 
Oscar Araujo 
Audrf> Tadf·U Oeumpos 
Justo Tdeu Paiva 
,Je.r·ialo Mirunrln. 
Atangzlo M I» 
Joias Pinheiro (Bouito) 
Jvo V&.raur- (Bo::iíto) 
!varo ~rascarcrnhnf- 
Jofio 1ai;cann1Jutl (Jonlim) 
fatos nos quais estava envolvido o 
c!csararecimento de Agencr; 
40- que, na quinta-leira, dia n 
dt>e.:te mês, recebeu ioformeção de que 
havia sido localizado o corpo de uma 
pessoa na fazenda "São (?eraldo", e di­ 
rigia se para o local na vmtura da P:-1, 
quando roí oferecido pelos Taxistas con­ 
dução doe.: mesmos, aceitando-a, e ali 
chegundo procedeu de acordo com as 
norn..as legai~. 
A Delegacia dispõe de uma viatu­ 
ra, a qur..l Sl encontra ha roais de 20 
rlias em reparo eru oficina desta cidade. 
T~duvia. para, ni'io furtar ao eea dever, 
notadamente. num caso da naturna do 
ocorrido, requi!'lit0'J. a viatura da P:1, 
empre~audo-a nas del1gênc-ius para a 
elucidação da ocorrência, sob o perrna­ 
nente trabalho do invei;;tigador F'ranci&­ 
co Carvalho. 
Assim, fica esclarecido a opinião 
pública e oferecida a fa.nilia enlutada 
cio sempre lembrado Agenor a, versão 
do trabalho da Polícia, sempre vigi!ante, 
apesar de contar com reduzido número 
de elementos, par .. assegurar gar11ntia e 
tranquUidade a todos os Belavistense , 
esperanrio contar com !:I. bo::i vontadt e 
e c3lvborução de todos, de::::nei.ndo 
todos os fatos duvidosos, principalmente, 
contar com a lub.:iriosa classe àos 
Taxistas. 
Cordialmente 
José Lour?irü, 
Del. Polícia. 
rr 
,1 
,1 
,t t ' l 1-Jl"I 1 •lt •. , 
A Prir ra reri 
(desa lei referre se a 
da eidnde de sã, sal 
de ·Ia primeira Hlaçio 
Hrail, ordenado «e a 
dana dos preso par 
ca« forte, própria pura a 
rurda e vigilância dos de. 
r,nto, • 
I721 Fundação da A. 
demia Brasília dos Fqu. 
idos em» alador 
1739- O brigadeiro Io­ 
sé da ila Pae toma pose 
do eovrno do anta Uatorin 1 
117-- Eleico da junt • 
re-.olueionárÍl de Peramb , 
eorupo•la do pn lft• J,,;lu 1' 
Peoa de Mel Montn, r, 
p Domingos Teotónio, Jores j 
Martins Pessoa: desembary • 
dor Jo Luiz de Mendon; . 
corc,nel lJll0tl Corn·iu d•· 
Araujo e Domingos Jcsé Mar 
tin-. 
Prof. Stvph 
Anuncio 
Classificado 
Ivan do ::--la,cimentn 
Mais ma vez tenho que 
f.,lor d., bda cidude de lfon • 
to. Desta ·;ez !alarei do E•. 
pMte e do• esporti<to• d1_ Ci. 
<lade do Padra H. •,Jtdelr! '· 
e falllrei em nome dns ale;: 
e diretores do G. E. CLCl 
de Bela Vi1w que j,, 
garam e perderam de dois ' 
;';m parn o Club l,'ollio de B, • 
nito, mn! chegaram botaod 
Bonito nas altura•. Con:;0 ' 
bom falar bem. Dizia n rJp~­ 
;!.iadn que tudo mn Bonito í-. 
realrnent<'. bonito. ua- ru;.• 
praças até das Igrejas os m­ 
niaoP falarn:n. Que be:ez... 
Mas o as-unto do rornt 
(, o Prcfeiw clt Bonitv. u!w' 
o mais jovem de IS •. 
rnh cz do B r 11 s i I e o 
enlunto de ama ,·j.Jo foro dv 
comn.:n. Já dizia Zé do C 
Antiguidade nem no qurtz 
• velhice só aquela que re­ 
peite a , outn1e ·ele , c:cN,r •• 
jov<,m e pÜi! n d!!!po!Íç:io <l .P­ 
te sua experiencia não ego' •• 
ticn. 
Seria bom que o po 
lcmbras•c: de-te~ Lomen,. L !I 
e maus, e de-se - lLe; a pag 
nas época propriu das ele!ri 
e como sei que o povo ;•oJ 
ser pobre ma- nJo é b•,t~r 
como muita gente pen-:1, I- • 
aí €- au!': oclto one nJo d •,<' 
moa • esquueer do lfome:> 
de Borito que tornou aquel 
cid de b_btt:.1, el e coerentr 
com eu belo e sugestl 
110::ne: BO:ITO ...