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O preRente 110.nd11do de Sr.gurança, 
Interposto com o caráter munifeHtamente 
preventivo pelo Sr. PreMto MunlelpRl 
de Jardim, busco obter, de!ldt> logo, me­ 
dida llmlnnr contra o Vereador Prealden­ 
te da Cíl.mera Munlclpul de Jardim, sob 
o fundnmento das razõ~s e documAnlot1 
apredeutudos. 
A ameuça du qual se quer preca­ 
ver o lmpetrante, diante dos »tos e fa­ 
tos descritos, resultu clara e objetiva, 
através da dooumentaçíio anexa. 
Decorre, ainda, de i.,ugestão emo­ 
nad11 do 1'l'lbunnl de Contos do fütado 
de Mato Grosso, consub!.'tanclada em o­ 
ficio, diante de Irregularidades por parte 
da Prefeitura Municlp11J destA Município 
uelxando de apreeentlr na Ior::!!a e no 
tempo devido, sus contas anuais, rela­ 
tlvns aos exercícios de 1975 a l!J?S. 
Etu•n lntervençiio, ndemule. procla­ 
mada na Constltuiçiio Retadual e Lei Or­ 
gO.nlca dos Munlciplos, é dr. rato de com­ 
petência da Cfimnra Munlc!pal, e se en­ 
contrn oorporifi<'nda 11a regra do Artl­ 
go 142 da primeira e 122 da úlllmn. 
Tem ela um nitldo caráter repres­ 
i:tvo o 1,upetlvo, buscando regularizar 
pendênclus, cessnuJo tiio logo ulc11nçnda 
a medldn ubjetiv~da. 
~º entanto, comprovadamente ( 
Impdrante, nn quiilldude de Prefeito 
Muuieipal, fez chegar até ao Tribunal de 
Contas do Falado de Mato Grosso ei;~ei: 
bnl,10cetei; fl bulançl'R rP~ulnriznndo, 
dest-a formo, n pPndêucln ruot1vndo1·u 
du pretensão. contrh 11 qual qut>r i;c pr<>• 
cavar, contas e,;,,as, ademuh,, abrm1gen­ 
do até mesmo u gestio anterior, <'O· 
mo re soltou. 
A Intervenção, poi;; assim colocnda 
a pur de se con;.liuir um desngradávPl 
ln<:ldenle r,n vida polltfco udmlnii,tmtlva 
do !11unlclpfo e da estar atingindo a atunl 
ndmlnlstrarllo, por atos da anti>cedente, 
perde ogora a suu objetividde e viria 
também a s~ constituir em um bis ia Idem 
posto que fl.8 contus r<>clnmnrJns já fo­ 
ram upre.entodas e se encontram jlí. Plli 
poder do mesmo Tribunal de Co11t•1i-. 
Diante do exposto, com funda­ 
mento no artigo 7º. II da Lei 1633/51 e 
7!l9 do C. P. C. , hei por bem deferir a 
liminar requPrldn, para o fim de dt·ter­ 
mionr ao Sr. P!'PRidP.n to d1:1 rumara 
Municipal de Jardim. que S(; obsteoha 
de P,dar cumprimento ao dlaposto no 
Artigo 122 de Lei Estadual nº 3.?701Gri, 
Muito bem, vamot'> combater us 
erosões' em ugumas pai tes do setor 
urbano da nossa cidade Jardlnense, 
oes er.iuo realmP01e num está~lo ndiun· 
alo. O povo está aplaudindo fervorosa­ 
tnente us idl'!ías geniais do.: mandatários 
do n, vo Estado gigante. Se todus as 
rnctaa otimistas que foram traçadas atln• 
~Irem o ponto c::lminante das realizações 
não muito longe, teremos aqui. um ver­ 
•lade!ro J-nrdim. O povo espera que .º 
logo continue que o querm nã > seJa 
Pa•bngelra, p~is só assim conseguiremos 
b:..alr nrssos inimigos. Vamos atacar os 
Pl':lll.S vitalt1, acabemos imeúltstamentc 
com oi- inlmlgcs do progresso, penetre­ 
m· s profunclam1:nte nas altas esferuR 
urtrnlnl11trat1tvas ~ lentemos conquistar 
con!hnça. Confiamos no progresso e 
e,tnmos espl'raudo anslosamrntl' u vmdn 
ds boas novos. 
Afld: 2081. 
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Po.-to Ít'~o, det,•1 mino ao ~urtórlo 
que drpolq de O. R. A ri<ta: 
1. Eoc,1rui'lhr-,e expedft•ntPli ao 
Exmo. SL Govnruudo1· c!c Estado rte 
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Câ•nurn Muolclp!Jl d., ,Ji,rclím. dnndo-Jhe!:: 
conta detilH deci~:10 liminar. ao primeiro. 
por oficio e ao segundo por Mandate, 
juntamente com 2 via apresentada 
pelo lmprtrrnte r r"sprctlvtii; cópias 
para que. d,, pos~e ,lt:'IU". 11,, prnzrJ df' 
J(1 (rJez1 drns, pre,t,• ,11; lnfo
01naçõeb que 
achar necesaru, 
2. Depois, vistas no Dr. Prom,)te,;­ 
de Justiça d.1 Com ,na ou uo ,.-u 
i;ubtistuto; 
3. Por último, cumpridas PFt-as 
(]n(erm1rr('ÕP!l, VC]te"'l•me C'0!1c!U· OS. 
4. Cumpra e. 
Jardim. 12/m1.trçotl979 
.João C~rlcs Dr;..ndc& G:::rct;. 
Ju!?. dt! Oirt!llo 
Figueiró e# F:guirzi 
103 CM{ 
BrRsllla • O futuro Ministros Jak 
Soares, da Previdência Súciul, réct--beu 
deputados da Bancada Sul.matogrossen­ 
Bt.: no Congre~so Nacional. . 
Jaír Soares. quP tnmbPm é deputo­ 
do federal. após apres,·ntur linhus gf:rais 
de sull ação no !'.!iuisLP-1 lo que irá ocu­ 
par no Govt:lmo Figullretlo, nfirmou que 
irá prestigiar os dt--putud0!- ~ul rnrit1,gr0s­ 
senses em suas rciv!ndicaçÕl'B em favor 
da populuçüo previdencilíria. bPm como 
oará aos padumeutare:l o apolo pollticn 
em sua área de inflé ia pura um me­ 
l:.: .>r eutrosaml'nto do~ órgãos :rglcnais 
ligads o Mistério e 	o representantes 
federuid de Mato urosso do Sul. 
Após a exp'l!':lçii.o do :.linlf:tro Jnir 
Soarl'B, que agradon sbremaneiru os 
parlamentares presente,;, o Depulncio 
Rubem Figueiró apre~entou 'h<' um p,tíorl 
rlA rPivíndiuaçõr-,; no tocnnte n prPrnnça 
mais ef tiva d, Preidônei± ocinl sobre­ 
tudo em seu Estado. Pediu Figueiró 1: 
Crlaçil.o àC' Delegaclu Htgi<'nnl do lNA!IS 
em Campo Grandt>; 2. lmplnnt1tç!io elo 
NPS do sistema da livre ei::colha pqra 
atendimento médico bot-phalur aos mu­ 
tuá1·ios. a fim evit.ar-sP o ··f, oomeno" 
dne filas; 3 . melhor ntl nd:mento do 
FUNHUHAL. a fim de que. pelo ~inelll11 
da llvre escolha oi- médicos e odoutólo• 
gos. uh·m du rêae hospitular, us;;ista 
coovpnfentemente o emprPgado rural. 
'Tabm apelou que ,Hja estendido ao 
Pmprrg;irlor rural os beoeJicios do 
FUNRDrüL. 
Alnd!l quanto ao Fuorur..:.l. pédiu 
n opel"ec
1l1n:.lll1.uçüo dos hospitais de 
iinlema e Aquidauna, construidos há 
:·proximr,m, nte- dC'ls, eno~. sem 
funclenumento te hoje. d .Apoio, do 
linls~drio no!- mu.ii<'ípi0s Rurais (aqueles. 
<1-: p,ffcos ret:urE-os flnuncell'c>B e sem 
um,i, rêdP bú~icu de o tfndimenl11 a 
suúde do homem), :través de r.çüo 
cooJunta com us Pref12itur11s para a 
ifütalaçilo de sistemas de ussi,tência 
rné,licu e ho,pilular a população rural. 
jz/-do a·e+-i67o do ··- ioe da 
ci, s s. cri i icsr 
t,:.oalhadm· rural ara e bertura d? 
riscos de acidenu-s de qushll!d ordt>m. 
F:na!Tc:t3. slitu oput:&Figuci3. 
o interesse do :1ir.lstro ,Joir Soara,: para 
fi. lituaçào d. UNABEi, sugerindo que 
em ~lato Grn;so do Sul suf! a:ui1çüo se 
aa atrvés a s cetra de d ·enol1- 
me,1to dos l".?Cur-;o, hU!D!UtOS. E.CI"tlSC'3itan­ 
do que a FUNABMI deve.ie ser um ór. 
gü -cúul: ce ums.tena,atraso qual 
p:·ogram1:tr1., e d1:::11bm r.:ir.11,so;; fiuuncei­ 
:?;.; e: h 1 ,;, no:, nar;-, que·,., l'h1l1.ldes OUE' 
]a ,.tuam no trabalho do bem estar do 
/n9servi'izem ccm esse apoio fe. 
deruL 
Algumas considero 
finais encerrando e a apre+rn. 
t•JçJo dr• fil6-nfo., ud!'pr,,~ 
O rtt'opl111nnii..uHi (- 1Jmn. 
renova» do plutonfmnn, ori­ 
gluad da ú!tia fase p/ta 
gorizute, qt ntra»a por 
1 í-c-t1l1J, o 1J1•n· ·wH'nto ftlo• (,. 
flrn cio Oddenr,· d1cg,,udo 
ur{• a (•p ,..,, :1111 ,1 
Como o limo artigo 
por nú1 p11!Jlk,,rl" nn T. fron• 
1.-irn ,l,· f, I ! 1 /10783rimos 
opurtuni,itulr ,1,... t"SpLH1Ur., 
t.tdi:l <•nrrci11tt' de J1l(
1
iu
4 fllJê tem 
ena.. ori;.:.1·11 .. uu ill1li;.:u A< u· 
dem#a p!atonfca, qun to E­ 
preuipno e enóerates fundem 
u irfl-ín pl.,1bnk:1 dn flE,I 
com a idéin pitagóricn do UM, 
rubordinutdo primciiro u Re. 
guda. 
, cnraot<'rl•tka ,lo llt'O• 
platonismo «t ibuico ao 
du suprema perfeição e 
renwlidd, e derivação por 
ordem descendente de todo 
o c.xi-,terite. 
:'IJ lntcru::oo dr Plntàn 
o Plotino. i'-ft• cnn,idemrlo 
com•• o maior , uho rio "co­ 
pla'cnimo, há uma zre de 
Iil6-ofo,. qu e relaclonan 
C'Om di,·cr<Uij corrente• do 
penc:nme11to. 
( orno ('XpreEF/iO rnprerna 
do sincretismo religioso. o 
nopltcrismo e desenvolve 
E::10 quatro fases. 
J.n u do nle;,:nnddnl,rto 
romanl) (~ecl I. l I J) rom 
Plotino, 
2.o u fria (soe. IV e V) 
com Jãmbliro, il qual perten • 
cem Jullnno. o Apóstata. e 
llipatia de iIexnndrin: 
3.11 ,. ttfenleoEe (•t'C, V) 
c-nm Prorl<>, ,·nm •eu< <ll•cl­ 
pu!rR Plu!llrt"<,. Du!!:!á,do e 
Sirrr,Hrio, ,. n 
-1.a J do, ueopl:i(õnicos 
latloo,. relac!Ónadu• com o 
t:r-loki•rnu. curu CulcfJio, 
,1arréblo <! Bo(·cio. 
) neno - platonismo !Dan. 
18'l" luta a<•cf.a contra O e-ris .. 
tianismo, mas ntravé« da» 
obraa de Sunlo Ago•tinbn e 
de EFcoto Eri(l!!t~na, t1P11t"troo 
nu mfi,ti,·n. mf'd:c:-H1l nlé o 
século X I 11. q,wndo a c,,r­ 
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Tribuna da Fronte ira 
( Fuadodo o 20/V72 ) 
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DIÁRIO REGIONAL 
Propriedade <ln Orilfico e Editoro Apn 
CGC-M F 03.?0l266100Ul·90 
lnsc, Est. !30592313 
Diretora Propriet.ário • 
;lnrin E,tela V. Pereira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Diretor - Rcclotor - Chefe: !Ynlclo Pneirn 
R~doror: ltolo Uorioli 
DEPA KTAMENTO COMERCIAL 
Chefe: Alvaro Pereira 
Dorivnl Conde 
OFIClNAS 
Chefe: Gihon ilvn Santos Pereira 
llson Roberto de ouzn 
Rednção Adminis1raçilo " Oficin1u: Ruo 
Duque de Caxias /n Bel Vista M. Cx. P, 23 
PUBLICIDA OE 
l-n pá~inn 70,00 por cm de coluna 
Ultimo Pógina 60,0U por cm de caiu nn 
Pó.gina1 Internas 30,00 por cm de coluna 
ASSINATURA 
Bela Visto, (nnunl) 
emeslral 
Demais Municipios 
Número rio dia 
Números Utrosodo• 
CrS 600,00 
4fl0,00 
CrS 700,00 
4,U0 
5,00 
e Política 
cho e tulo 3 é logo lá... 
..J sei é lo lá, que estes burros 
destes sapos vão trocar de roupa qun, 
do acabam de tomar banho nestas lagos 
podres desta cidade to boa pru nós 
blchcs, mas que o« homens tão tornndo 
um inferno com +ens carro peat ns 
buraco e tornando os buracões, como 
este dos elefantes arima e outros que 
infelismente, não tom:mos conhecimento 
ainda mas que tenho certeza existe os ' 
milhurtJE por estas h•rnda~ • 
-- Se aquela molrcada l de nhar 
fosse viva nflo jognvn pedra em nóspc!R 
somos nós que llmpamos o campo puu 1 
eles caçar passarinhos ou jogar futebol 
sem que um dia se desru nse. 
Pois é, mas Isto vai cnbar pvi 
o gc,verno tá dando duro noa homeDR '111 
prefeitura parn limpar e tapnr tudo quan- 
to é buraco e mais hoje mais amaubl mi 
chegar um metido a engenheiro e quern.l 
calçar ruu ,fazer eFgotos , roçar o malv ~ r 
qut-lmar o capim cuplnado e, pergunto ,
1 
I 
onde é que nós vamos morar? 
- Não se prPocupe Isto vnl demorrr ' 
multo ainda noso netos talvez não alcan, 
cem ete mau tempo ... futuro. 
Escritório Central 
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do Brnf1iJ Pc(lto II. , dlvl.:;.ío M ri!..HJ•JIJ"· 
RI'> rla Yraenta ''C-;n,li 1,ç,i..," r dn , or­ 
vreta "Euterp-" o ·') f de Julho" tn­ 
do como c<,n<lulor e cor,,;::lin·1n> J:>se 
Alexandre Cereito Lew. depois Viscon­ 
de de ão aivadvr dos C»1p+. 
Ret.!re-;iaran; ao f'tlfl•i do 1lio d
0 
Janeiro n 'Ia 30 de tbe daquele 
,,no. O e .s>Jinl'nto tlnh, ~•ct1, CPli>hr:::do 
l m "tipo! •i;, m :m de :.1 iu t- '! ; .. OC'l 1- 
dor repr=suado pelo prlcp' e 
usa. 
l/J51 • ~l,1rllo Afon~o de Souzu pai:­ 
+a ptoeuruço à <u,mnll, r Án, Pimen­ 
tal, para adt1trar ses e g0cios, h· 
clusive os rlat{vos s suas cepitan!s 
oo Brasil. 
lG02. Cart:.i rfg'la c.,;:rdeud« . 
('ilmura d..- S. Luz <10 lul'hnl.lfio () prl­ 
vil, glo Ja C'ftrn,. r11 ,111 !'ort ,. "Os cid,1· 
clãm! equiparados ::ios municípios ~o 
Porto eron, co11sld r,,dns 11<,brei.; e assim 
podiam puss11r proc11r:;çãn de !>' óprío 
punho: e ok membros da C'úma1 a pt•diam 
sentar · se em cadeira de espaldar al!o, 
nilo (-Stando o sr.cram(•nto ex1,ost0. 
1700 Estabelecido Rgimnto para 
u8 minas de oUl'o, rlodo em S. Ptlulo 
p~lo goveroador o cuµilão geot'rul úu 
Hepartiçllo Sul. Arlul' de . á e Meneses. 
1861 . O chefe .te e;;qu;,drr1 Jo:iquh 
José Inclo, vcotd d lt.h::.úmc, le,m:: 
posse do carg0 de füobt; G dn .l1arll,ho1. 
1032 - É'ista L:z:do sol ·t+ 
cteml,;sfío da cbdaturu (.e P. J:ci.i do :.w 
de J ti o Piro: 
(Colabcraç.in Jo Pr, f. ~tumpf) 
ocrento 
Pe-rdido 
,To.·, • 11 C(H•,tJCl 
Xavier exarou os 'o 
curn,,:•l(., d 1  : ·nl • 
:,·1·• "(lJ,,n·ol { Ll {.)í 
1
1 
or ,rela vsdcl, 
Piei: up. i')I) car >i ·11.."t,1 
"i,,-<-l i,n l•ll~,CIIH 
(!·)"'.11' 
!'ublk:;ç,io qu<• 1,r
1 IH/. 
p ,,n bt to da :.!·
1 
viu. 
Veíc11lo. Noves 0 
UsaJoJ 
Gomprn e v.nde-se 
vríruloi- de lodi,;fl Ot< uwr­ 
e. Fpet. [ n ra 
mo. (l,.r .. ,nl,1 loL 1 • Lo­ 
n+stEu!o- Ouet render 
o s ir '? )u comprar 
t:'!' () Km? Ptc,f'J '/'.I f' 
s n!r Uval!'o A1,g1to 
Gores à u. Santo Ai:s­ 
r''l 10GI 
t! la Vis!,1 '>'nl'> Crns&C> 
d.i Sul 
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i os e do'w::e!os 
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RUB SINlfD JlFONSO - NELE ilS; {MATO GROSSO $5? 
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JVolhodos 
na 
l

BOUTIQUE CHARME, PRAZEIROZAMENTE APRESENTA:_----=---­ 
Fronteira 
L 
Ou: pee a m ' :ade 
!,~,], ;
1
.;
11 
•,~. - ;rin YJll - l>J-í9 - N.o 3-l .. 
la 	... --- 
Por Nancy 
J.NTAl-l fE:lTJVO 
Na Iteunto Festiva do Rotary Club nu 
remana pp, rel«trei elentes dms. 
0dila Salmente, w Srw Barra que esnobava 
11
111 .-hiquénimo vcstirln prdo. Nclrr. 11u•J 
cxíbi11 11111 longo tiuqucrn. Tnrnb~rn por 1(1 
c,p1urnma111lo •imputln a K/,tiu, que por 
nal está fellefssim espetando eu +egundo 
hahy 
N/:WlMENTOS 
No»wo prabens o br Freitas o po 
pela "ched" de um zaroto, 
MUITO 
feliz thmhéuo o cnsnl Torron ,. ~ru. e. m o 
111ucime11to de uinh um menino. 
QU EII 
vetir.e bem'? Nlo hekite em chegar até na 
Dotique Charme e lá comprove que t 
ela pos+ul artigos finíssimos par enhorus, 
senhurhn•, uvalheiros e crianças. 
ALMOÇO 
Dia desses ulmoçando no Meu Huncho, vi 
u Suzuki (do Junllml e ulgun amigos. 
Onttm, rcglFtrd oluwçondu por ló o Vice 
Prefeito de Jur<lim CO!ll vários amigos. 
ANIVEHS,HlOS 
8/3 Comemorou ncsrn cllo seus 14 nninhos a 
mP.nion N(11li11 Mnrçollll. 
14 Nat dourotüoJulinho Murano 
4 Nesse dia foi organizado pela Eley um 
nlinoço rnrprc►u para romcmorar n.11I, um 
1L11n de vidn dn t..:0111rcbu. l'rcRt,Dle6 no a· 
co1,leclruomo,ut Pu,mtliu•: V,•ln~~u.cz e t'rrdru. 
Após o lmoço fui ervida deliciou torta. 
11:l Fe,tcjurum /unto• o uniHn!(lrlo d_o Sr. 
Mneco e as o n• ,le prura do cu•al Got'lh 
e Domina. A festa conteceu nn bouilu 
1111111900 do cal Manco- 'ice. 
12 Elicl~ nc,;e dio, completou mal, um 0110 
do vldu. 
OOTI AS 
poro orlonçu•, bljouterlcu de fins qualldades 
ó a Boutique Chnrme te m 	p r a oce. Ao 
rn com novo cnclercço: Huo Conde ele 
Porto ,lt•grr, 35 Uclu Vi•to ~IS. 
'CORTESIA DO ARMAZENS GERAIS UNIÃO AGRICOLA 
l'AIIA 
muilu gente que ainda não sabe a origem do 
,no lntcrnnclonul <ln Crloaçu, oqui vui um 
pequeno relrospéc10. 
Instrui o menino uo caminho em qu~ del'e 
nnrlor e ulÓ quondo envelhecer nilo Ee de~ - 
virá dele, (prov, 22:6) 
Agltum-se os meios polltlcos em 
torno da escolha dos ocupuutes da cú­ 
pula admlnlslrnllvu do novo governo, 
dando a lmpressao ele que es~u ei;colha 
influirá declslvameut... uu eoluçllo dos 
problemas na clonais. A enum ~ração duti 
eredenoluis doR escolhidos, ou dm; apon­ 
tados como tais, revela as ru ízes dessa 
Impressão ou os luterestce .. que a defen­ 
dem. 
Em face das Incisivas declur~ções 
do futuro Presidente, deve-se e, mais 
que ls~o. porlP-se esperar rlestucaclo in­ 
crem1:1nto às &tlviclade,; agríc)las. Entre­ 
tanto, uão convém esperar demais, em­ 
bora se deva esperar b11stante, ao menos 
na medida das necesslC:ades e <ie recur­ 
sos potenclalR, A defasagem em que se en­ 
contram todos OR setores da produç!l.o 
só será sensívi>lmente anulada utrnvPs 
de grandes esforços cojugados. 
É iteresunte notr que lodo o mundo 
t-ntende de agricultura, conquanto nüo 
disponha muitos vezes nem de oopilul 
purn empatar. Tudos os outros campos 
r!e e.tividade ~ão regul .. meutPdos e muis 
ou menos respeitudos, llti vendo conselhos 
acionars e conselhos regionais pura su­ 
permt.-nder " füculizar o exercício da 
profissão em todos eles. Entreta ato, a 
:..gwmltura é exerrlda em campo aber­ 
to, sem quufi;qul'r restrlÇÕ!'f.-, sem encar­ 
regados ou assistentes técnicos repon­ 
,;á_vels. Não fossem os ~ervlços técnicot1 
oficiais, tudo andaria à matrona. 
. Pat·ece que o futuro preslrlt1nte 
sentiu o problema da produção em toda 
a sua lmport1loch1 e complexidade, ten­ 
clo sent!do !gualm<>nte u necessidade ina­ 
diável de enfrentá-lo " re1;olvê-lo. Não 
pure.ce, por 01.tro lt:c!o, que tenclom• 
.,•ora em 1eu novo tndereçn u ílr uclque 
harme tem grande variedade de roupa' 
tnfad»s, falda' e ute mosquiteiro- dr br," 
Voc'que está preparando v enxoval do bab 
íuça u111u vi,itu 1) Uouttqu,- Ghurrne. 
C"<-C'i<J 
Tem sido feita muita propaganda em torno 
do Aau lnternoc111nal da Criunça, UJWl npe­ 
+ar de toda essa divulgação, muita genie 
aindu e·tá sem saber por que foi criado e-lc 
Ano. Elt· w,s,·,·11 111,a,{•. cl11 H<:-,,luçüo 
31/169 d Am·mbléia Geral d1H :açüe_.; 
Unidas, em 1976, t n l o c o m i principal o bj e 
ttvo lel'llr os puh,·• 11 uma rni-:in do., pro­ 
"rlllllllt em dejcuvulvlm1:ntu, u fim de pro­ 
nover o bllm·r>tar ria, criança• e •en,ihili­ 
zar as autoridades e o público obre as 
necessidades espeluis das crlanas. Visa o 
Ano lnternncionnl dn Crin11çu criar prn~rn­ 
mus que objetivem. mediei'.'ª /irútkus cm be­ 
neffcio dos pequeninos. o rnnl de 1979 n 
Declornçno dos [l]reltoH du Criíln~a co,npl,... 
tará 20 unos. E•bo <lerlaraç!lo rm por {1114- 
lidude dar direito• ôs criança,, ,1,,,de o no• 
mP e umn nucioonlitlncJo uté o til' criar Fe 
um nrnhirnle do compree,1efio, toleráaciu. 
nmizade entre a. pe,sous, paz o fraternidade 
univcr.al. 
DEl:)()00 
Colocando de Indo o futor purnmentf' eco• 
nómfco, o Ano Iteraionrl da rança e+tl 
levando diversas áreas a se voltarem mi 
para perfeita formação infantil. Entre .a 
rinipai- direitos da ciança ta o Mzr, 
a a 0N' exige no tnln11110 12 mc1rn1 
quadrados por hbitan:e. 
a 
BOüTIQ E 
Clrarnrt' uma pulflHinlu1 Hmpre ~m niuln 
t' com rnuit11 nuviduc..- p.,ra ,occ H'r e 
escolher Hnu Conde de Porto Alegre 7 
fül.1 Ví•tn i.!S. 
Todas as emissoras de televisão e»tão p0· 
gramando atividades especiais para as crun· 
ças, Ae editoras r,tllo looçnn<Ío lhro• de 
contos infantis. Como parte das comemora­ 
çõ2s, o SEC promoverá entre artistas, nu 
co11t·ur,o d<" um rarlnZ qur ,rrá miliz:,do 
cow,, ,!wbolo da programuço, 
runcio 
,------------- 
 Dr. 
l 
l 
João Carlos O cariz 
de Moraes 
CLINICA GERAL 
Clínca :.iédica e Cirúrgica 
Pré No.tal • Preventl'Yo do Cancer 
Rua Antonic Mi! Coelho s/n 
(ao lado õo Po~to Rio Apa) 
Fone 215 • Bela Vhtt1 . MS 
r.omprometAr seu governo com glgnoll s­ 
oas progrnmuções, muito do ogrndo e 
c o n v e n i ê n e i n d u s empre- 
~a~ multior.cfnnals, porém E:ntendu 
ser mais útil o ltJvantamento econômico 
social de reator porcentagem da popu­ 
la çüo e mu!s proveitoPu a lntegrbção 
de vai:tas áre1::s produtoras, no avanço 
do desenvolvimento nacional. A grande 
potência, e pul verdadeiramente forte, 
há de ser formado por menores regiões 
aproveitáveis, mos despo vc,ada . e me­ 
nores áreas superpovoadns; ao mesmo 
tempo, há de contar com menos nrqui­ 
mlllonArlos e menos mlserâvels. 
abe,se que a mentalidade formn­ 
da e dominante das forças armadas não 
admite dlscrepenclas e injustlçaP em 
suas unidades e nos seu graus hleró.r­ 
qulcos. Essa form~ção há de exercl'r 
decisiva lnlluência na governonça do 
futuro presidente, envolvendoo igualmen 
te os integrantes de seus muiR diretos 
uuxll!ares e colabororlores. E isto íem 
de implicar, obrigatoriamente, a promo­ 
ção dos meios de abnstecimento e d':' 
subsistência elo camadas sociais menos 
favorecidos.. como, aliás. ~c0ntPce no 
seio dos forças armadas. abP o novo 
presidPntP que o toque de rancho é 
ouvido em todos os !ores do País. 
Já está formado o futuro ministé­ 
rio, tendo sido todas as pasta!" confia!!• 
do!" n profissionais ou Utuludos do r11wo, 
P.HJnOR o dn agrlculturn, sob a alega­ 
ção de que Isso nilo é necessário. Em­ 
bora exl"lnm b~m mais df' 15 mil ogro­ 
nomos dlplomndoR no Puís rientre 
o qua!s trc-ze já foram rr:!o!Jlros b 
vinte e três fcrnm secretários da ngrl­ 
cultura :.<ó no Estado de SüG I·aulo uão 
foi passivei, infelizmente, encontrar-se 
um pom compor o novo ministdrlo. Ain­ 
da falta o preenchimento de postos do 
seguudo escalão. 
ENDOCRINOLOGISTA 
Dr. Rogério Fernandes Neto 
Diabc1c• - TircoidP · ObPsldade 
Glantluln• Enclócrlnos 
Consulta com hora murcada 
Ruu Padre João Cripa,, - 11311 fooe 112'1 8860 
C.awpo Grande 	MIs. 
Como todo!! da Re­ 
dação. nós tambem Ir:· 
mos o livro A História 
do Nazismo de .Jacques 
Delarue e podemos vcrl­ 
Hcur ali que 1:1indu e>..ís­ 
te os Flmpnlfzanter. ou 
fanático do nazismo ou 
d&. ruça pura. 
O Brasil é lldo por 
todos, pelo seu lnterela­ 
cionameoto racial e 
pela vontade de seu po­ 
vo em tr1:1 balhar sem 
olhar crt-do, rnça ou ou­ 
tra quulqun maneira 
dPscrimlna tórla .. 
Uegotio dg Ocasião 
ERG-$% 
Classificado 
Geradoretl, Motores Estacionários 
'l'ulhas de 2. 4,6,8 e 10 t0nela.úas, Trato­ 
res Usados CBT e Walm·et, máquinas d~ 
Esteti-a D - 4 e outras. Mtores Turbiua­ 
dos para energia com 900 KWA tornos 
UJaquna a vupur p ... r ... indú.;trla e out:-;:,,:; 
maqumártos para indú,tria pest1da. Acei­ 
ta-se Propostas Cumb1nar co local Rua 
Dr. Amadeo Santo!', :JL • 
Porto Murtlnho ~-1S. 
O Cardeal Villot 
morre aos 7 3 anos 
C:IDAOE DO VATICANO - Oca­ 
deu! fruncl'>s Jean Villot, secretár' f 
Estudc da Surta é, morreu os >," 1e 
J ... -.:_ unnc: 
em seu 11partumento nc Va tirano. o oi' 
t- voz da Santa 6, padre Roma { 
i u· dº ' • n 
e ro 1, Is-e que o cardeal tere 
"bronccpoeomonia dupl:J com áuml a 
cor pll - ·• • ll.! v r a., 
o .,CbÇOPs .e que sen estad 
agravou sub1tamentl- às rn hor>1s 
O 
fie 
O cardeal Vllot pedira que 
O 1 
- , __ 
da Pol:clini.::.i Gem, Ili , d tn ai:::-;em 
t 
• cn e estuv in 
ernado d :;d segunc!t1 - feira - 
V11t!c 100. Teólrgo hbernJ Vill t _paro 
0 
vezes apoiou os que que.' oiversas 
zor e rt'iormar H '"rt>j·i Er-·"lu UJodetni­ 
da lereis croncá i,"3rezo 
Este@o em trd- Do:uiiea,"taro ae 
!!ando - se dos assuntos ' encarre­ 
ternueicnais em dua",deiésticos in. 
passado,_pós a morte ,},, """Os Do ano 
VI e João Pulo I. Papas Paulo 
O Hrasll só exige 
d os seus filhos ou Cds­ 
queler, que fazem desta 
le-rra sua st>gunda Pátr:a 
que prflliquem o traba· 
lho como rl'Jlgião e o 
Amor como fé e até 
mesmo tais exigenas 
súo feitas de ma nefre a 
deixar o Homem livre 
com seu :'D.!us e PUU 
co:11<ciEncia. 
Delarua rm seu li­ 
vro faz umn auálisP dos 
!Pnomenos decorren!e9 
do nazismo e mostra 
que todos ão ou prott­ 
cam a prepotencla ser!!o 
julgados pela história 
como traidorc•s de coos• 
cienciaR e ladrões ~.'.l 
boa fé alheia. 
As pessoas que usan· 
do dP. velculos de iorrr• 
mação pública, e o que 
é plor, vnlendo - se Co 
ctinheíro público; já qu~ 
c·s l!CJntribuintes da pio· 
gramação de rádios. 
jornis e telavi-ão (9m" 
cí..intes) e,blêm os sE.u-; 
lucros através do povo 
que compra ou gas:a ª" 
mercad orlas ou servi<'º~ 
deste@ estabelecimentos 
que de,lam, por pagE1', 
exigir o mínimo de rs 
pelto ao clleotP. que D 
fundo é, realmente quel11 
paga, para que deterinl· 
ne.das pe'lsoas esqueçar. .,. 
que s·omos responaávt!' 
pela formacio e informd 
cão do publico e nu"" 
devemog drL-:ar nos•
10 
paixõPs ou tendenc
I
•
10 
egocêntricas e dil81~­ 
rials falar ma.is alto P
111
~ 
nos tornareos meio~ ~ 
não fim para o que no; 
propomos fazer qt e 
9
, 
)D formar jamuis defora,ar cl• 
informzçõee como e s PP, 
ma pudesse ,cr coníei'tad• 
gual bolo crú com boi!9" 
derreço a exteral de h",, 
Igual aquele ditado poP, 
que diz: Lfndo por íonr e P 
dr-e por dentro· r' 
Assim o Nazismo ,,. 
adeptos dele até que cocb, 
±s itera±reate em%,4» 
lino de Delorne "A 
1 
rio Nazismo". 
r 
l 
1 e 
!e 
e 
n· 
Ili 
ro. 
Sch 
I
r seu 
P, 
. nn 
1 III!! 
(etu, 
a 
t 
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tle;