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n cimento 
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J 
',] 
"Está nu hora de estudar uma os­ 
tratég!a para resolver ete problema", 
rooonheceu o govPrnador Harry Amotlm 
Costa so referindo a nomençlio dos pre­ 
feitos nos municípios considerados de 
segurança nuclonal. Segundo um asses­ 
or direto do governador, ele val esco­ 
lher oi; prefeitos com basH na m:1lcaçlio 
dos pollllcos, compreendendo que estas 
funções são politícae, e, portanto, seus 
ocupante devem ser aqueles que obte­ 
riam votos se as eleições fossem dire­ 
tas no município. O certo, no entanto, 
é que o voto que mais pesará na balança 
será dos deputados estaduais, com os 
quais Hury val ter de governar quatro 
anos, o disso ninguem tem dúvidas. Em 
nossa cidado, a situaçllo ficou límpida 
como água da fonte, pois o atual presi­ 
dente da CAmara, Ely de Arujo Harbo­ 
sa, foi o ~ eread1,r mais votado, é atual­ 
mente o maior líder popular, e, numa 
elelçLío direta, seria praitcamente 
imbatlvel. Qunudo candidato a deputado 
Exército Repudia 
Ao assogurnr que as Forças Ar­ 
madas não permitirão que, "remordi­ 
mnentos, revanchismo, inconformlsmos, 
frustrações e ambições de 'velhos aven­ 
tureiros, perturbem e comprometam a 
tranquila e segura evolução democrática" 
O General Walter Pires de Carvalho e 
Albuquerque, novo ministro do Exército, 
fez uma das muitas advertências de seu 
discurso de posse: Estaremos sempre so­ 
lldarlos cow aqueles que, na hora da 
gressão e da adversidade, cumpriram o 
duro dever de se oporem a agitadores 
e terroristas. de armas na m!l.o, paro que 
n Nação não fosso levada à Anlirquia''. 
Também caracterizou o pronun­ 
ciamento do General Wulter Pires, ao 
receber o cargo do General Fernando 
ReUort Bethlem, justamente no upelo ao 
profissionalismo que se vislumbra outm 
advertência: "Só vejo e sinto o Exérci­ 
to formado por homens de mais ser que 
parecer. que valorizem igualmente o pen­ 
amento e a ação, porem, consciente­ 
tnente silenciosos para fora, confiando 
o Ministro o dever de falar pela insti­ 
tulçüo e, nlndu assim, nunca a serviço 
de uma político própria, porque intér­ 
prete de um politica maior, emanada 
do Presidente da Republica, comandante 
supremo das Forças Armadas ". 
Com fé e alto espirito tabém di­ 
zendo o que espera dos chefes dos va- r 
r 
t~ 1 
1 
10 
Revanchismo 
rios escalões mllitaret:1 disse "Um inaba­ 
lível espírito profissional" acreditando 
ainda como afil'mou que "não viceja o 
militarismo poHtico onde existe poder 
militar significante e eficaz", definindo 
depois a Instituição do Eéxrclto. "Só­ 
mente o concebo apartldár!o, situado a­ 
cima dai' paixões políticas, voltado in­ 
teirumente para as lides profü,slonals, pa­ 
ra dentro de si mesmo e para a inces­ 
sante tarefa de preparar-se, c0mo ins­ 
trumento da luta, para u hora da neces­ 
sidade, para a Defesa da Soberania a­ 
eional e para garantia dos Poderes 
Constituídos dn Lei e da ordem, sobre­ 
tudo tendo sempre presente preservar a 
segurança da Patrln.." 
O General Walter Pires, defln.lu-se 
do, como será sua ação como "executor 
das diretrizes do chefe supremo das F'or­ 
çus Armadas, o Presidente da República 
às quais dará fiel cumprimento por acre­ 
ditar no descortlnio, na sensibilidade e 
na firmeza daquele a quem estará en­ 
tregue a condução da nova fase da Re­ 
voluão de março a fase da edificação 
de in,;titulções e vivências políticas, de­ 
mocr;1t1cus. representativas estável!:! e 
duradouras. 
Walter Pires assegurou mais ainda 
que "Ê chegada a hora de praticuros 
um regime e uma vivência uinda mais 
democrática, que o Presidente Figueire- 
Escritório te fvccacia 
Sergio Roberto Peronrii 
CAUSAS CIVEIS 
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telefone 383-2948 Campo Grnde MT 
o-tuduul recrbcu mnla do 2.000 votos 
cm Bela Vlstn, llÓ não so elegendo por 
falta de buses sólidas nos demoli muni­ 
dpios. Pela lógica, Ely do Araujo Bar. 
bosu ser o futuro prefeito de Bela Vis­ 
ta, isto se o senhor govornuor resol­ 
ver nomear realmeute os políticos 
lideres dns comunidades, mérito indiscu­ 
tível do atual presidente da Cil.marn. 
Dr. Enio Vargas de Araujo 
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lhista. 
RSCRlTÓRIOS 
Rua: Pilatl Rebua, 1454 - Bonito - MS 
Praça Agnor Carrilho, 276- Miranda MS 
do enfáticamente prometeu alcançar, e 
que je mais chegamos a ter sob o Impé­ 
rio do Estado de Direito, com liberdade 
responsavel e com o mais nlto teor pos­ 
sível dd representatividade e participação. 
O General Fernando Belfort Bethlem, ago­ 
r ex-Ministro, ao transmitir o cargo en­ 
tre outras coisas lamentou, que " mino­ 
rias extrernhtas e bastante atuantes 
continuem insistindo, particularmente após 
a grande revoluçúo democrallca de 1964 
que não sómente salvou a democracia 
brasileira, comi) a tem defendido e for­ 
tnlecido em deformar 0 pensamento dos 
militares e em ignorar propositadamente 
que a etico militar não admite tergiror­ 
sações." 
Bethlem disse mais ainda: acha 
que, "um Exército forte, moral e mate­ 
rialmente unido, disciplinado e atento 
a to:!as as ameaças, é a garantia mais 
sólidli da unidade da patria". Para ele 
nunca t9is compromissos morais forum 
tão indispensaveis quanto agora, em um 
mundo perturbado. sujeito aos ataques 
agrei,;sivos e constantes de ideologias 
extremas. que tentam por todos os meios 
tomar a lnloiotlva das ações e explorar, 
em seu próprio beneficio, os vulnerabili­ 
dades da democracia." 
Transcrevendo do "O Estado de 
S. Paulo "de 16 de março estes txeohos, 
deixo aqui vivos as minhas convicções 
de que, o Exército, do qual remanesço 
na. qualidade de major rl::formado, e, no 
qual passei dcs setenta anos que conto, 
triata e quatro anos e oito meses, é ain­ 
da uma parcela da Pátria, com a qual 
poderão contar sempre como contam 
agora, e, já contaram llú passado, com 
a firmeza castrense de um Luiz A Ives de 
Lima e Silva, seu patrono e que nos le­ 
gou para exemplo a ser seguido. sua 
forna impoluta de amar e de defender 
a pntrla o Grande Brasil, para o qual, 
meus olhos como o dos brasileiros desa­ 
paixonados, sempre estão voltados. 
Gamaliel Stumpf 
Diário 
Regional 
CHC''L e B! istn- A to- 
nio Jo. - Porto furtinho - Jr 
dim Gala LopR d Latam. • B 
nito. ioaqwe Ponta Prà e 
Carpo Grande, 
fato Grosso do Sul 
Educacão 
J 
e Política 
Na edição de domin­ 
go, 19 de março, om 
Carta à Redação, pude 
ler a missiva remetida 
a 'l'F pelo empresário 
ltalivo Coelho, parnbeni­ 
zando esta Folha Diria 
pelos eus primeiros aseto 
unos do vida . 
Ora, por uma feliz 
cofncld/lncla, o grande o 
famoso Ranco Financial, 
do qual o acima enun­ 
ciado é dirigente máximo 
eHtará aendo inaugurado 
nesta cidade dia 23, sex­ 
ta - feira, às dez horas, 
no prédio do antigo Ban­ 
co do Brasil. 
Por que fel!z coincl­ 
dencla? Hão de pergun­ 
tar todos meus muito& o 
f!éía leitores. Sim, boa 
coincidência porquo sete 
é número de mentirosos, 
segundo dizem os antigos 
e é no sétimo ano dasta 
TRl8lJNA, que chega o 
FINANCU.L. o BANCO 
QUE CONHECE A NOS­ 
SA TERRA - acredltundo 
no que IVALDO PEREI­ 
[iA bá sete anos acredi­ 
ta, e tendo certeza da 
grandeza de nossa cida. 
de a região, pri cá vem, 
a fim de prestar serviços 
na sua área, dando ao 
povo mc;lhores condições 
para o manusoio de seu 
cnpltal e aplicação de 
seus lucros, no implemen­ 
to de coisas que só faro 
de Bela Vista uma cida­ 
de com uma empresa 
bancária da magnitude 
e do escalonamPnto. O 
FINA.CIAL, que é sino­ 
nimo de serviços. ntua 
desde PEDRO GOMES, 
primeira cidade de MS, 
até AMAMBAI última 
cidadela do grandioso 
Est!ldo, que já nasce for­ 
te e que por isto precisa 
de quem não sr. preocu­ 
pe com estatística, mas 
de quem preste real ser­ 
viço ao seu povo nesta 
arrancada para. o pro­ 
gresso em que todos es­ 
tamos envolvidos. 
Seja bem vindo. 
Saibam que dentre os 
muitos predicados do 
belavistenso, estA o de 
ser acolhedor e amigo 
daqueles que vem para 
trabalhar, e como sei 
que a equipe do TARCl­ 
S10. futuro gerente da 
do Financial nesta BV, 
já tem as mangas arre­ 
gaçadas para o trabalho 
que é forte deste Banco 
que, realmente, conheee 
nosso chão ... 
muito bem por sinal.

-----------~-----------~~---~-l 
Aeredito que muitas pesuns dor 
me mal porqua penam que não vo 
1l1Jl'IUll' 11cm. Vfío para a cama sem ,,,,. 
perar dormir. E assim, f.t:11do crindo urn11 
forma mental negativu qunnto no sono, 
IOl'llilOI llflll'lll forma em exeriéneiu 
real. 
Os pensamentos ão dinmleos e 
tão rande é eu poder que eles tendem 
realmento, a crlm· a•; condlçOf'fl ilJ!Ul'll· 
das na Imainação. Isso é realmente 
verdade qunndo e refere a pensamentos 
mantidos continua:lamente, [orms e· 
ativas de pensamentos produzem a!­ 
iosfera que conduz u resultado neatl­ 
voA. l'l'lo contrlu lo lil' formoH µoslllvos 
OH pClltillllJC nlos, Ulrll('JU como ))Ol' l11- 
tluénola magnétlcn, todos os fatores po­ 
ulllvoA llu mundo que no!! rodolu, Pe11• 
snmenloll poslllvos revelum-sc om rcsul· 
tudos positivos. tal como pGuimmentos 
nogutlvos revelam·se em resultados ne­ 
gallvos. Es:;onclalmento, um pt-nsnmonlo 
nogattvo é um quadro do ulgum resul­ 
tado Infeliz que a monto osprrn quo 
uconteçu. O pensamento positivo é um 
quad'O de algo bom quo u mente e$peru 
de tormn lntc~grnl. quo venha a se dar. 
Tilo poderosa 6 a força positiva 
ou negullva quo pod11 atrair ou éXpulsnr 
o sono de qui, precisamos, podo manter­ 
nos repousurlos, ou tensos o cansados. 
A revista Familia Crlslli do m/ls de 
Abril do uno passudo, publicava n i;o. 
gulnte sugesluo pari um bom sono. Mas 
a orlatlvldude Individuo! poderá desco­ 
brir muitas coisas. 
Ter, na vida, um objetivo princi­ 
pal, justo e sério e criar os planos con­ 
venientes pum alcançá-lo. 
Procurar uprond1>r, oadu dia, algo 
novo que ajuda o melhorar e aprimorur 
o próprio Iler. 
Es[orçur-so por viver com diselpli­ 
na luterlor, iate, é, sem ódios, revoltos, 
ell.l. Nlio confundir porém, e~se "esfor­ 
çar-se" com certa exlgênciu ou perkc­ 
conlsmo que existe em nlgumus pe!-sous. 
Libertar-se dos temorrs hú~lcos. 
medo da crlticn, da doença, da velhice, 
das perdas, otc. 
Desenvolver o vivenclur us qualidades 
básicas pusillvus. que fuzem a burmonla 
numa personalidade, como o urnor, u 
Dmlzado, a grutldüo, ternura e bondade. 
Conservar e ulimentur um entu­ 
siasmo real em cada ação do dia, em 
cudt1 empreendimento novo. 
Não se torturar com o passado, 
porque o que parou p4sou, tem d1sol 
Vl r e Com a pp !,0 (.lJ TUlUl u. 
Mas vivt J' o presente o ll{jlll !' _e, (ll;tOl'U, 
pol ó esse que está ao alcance. 
Muito importante »inda, é lembrar 
que cada fracasso on frustração funciona 
como estimulo para noves conquistas, 
novo empreendimentos. _ 
Antes de executar qualquer aç40, 
tomnr, JJL'rmoulmenlo, dPclsõe-; éCJ11 truti­ 
vas o criadoras, 
Dormir o necessário, ca da noite, 
e 0111pregur o lt>mpa rpslanle ,•m alr,o 
qu0 realize plenamente, em desenvolver 
valores que não fenecem, e, assim ooo­ 
quistur uma truuquílltlude dr➔vida o ler 
nompro um sono reparador. 
Dr. fülmnr Grt>gorlo 
Oficinc., Mcr.â11ica 
Aquarius 
RESPONSÁVEL: 
[ Augusto Flvio (Pel6) 
tJJ D. í J.ClHIC',. O. l<,L:10. 'W· 
1 '!CHI.., l.', 1,l'tt L, HUOIDJ,-; DF: L.-­ 
'l.fll,:-,, i:!C 
Serarío Aquarius 
J{ESPONSA VEL: 
João Carlos 
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xtriado sua e .. t t ·tr1 
de motorista categoria [ 
Un.JilÚOI' o.o 0,}7;jbl 18 
PüU 200,011, OUilO:'-!'Í!ll j 
informa que o presente ] 
cornunlc ido t••m o dom 1 
de esclarecer que os do-. 
cumentos perdidos.j4.se [ 
oncontrr,m canceludCJ'< 
t· do nenhum cf01to. f1- 
cnudo porlunto cil'ullii· 
cuúo terceiros incertos 
o nii o sabldos. 
l 
m; deste exemplar [ 
CrS 4,00 
Tribuna da Fronteira 
( Fumbdo 11 20/2172) 
l• U N D A I O hul,lo l'rreirJ 
DIAmo íl.EGION/L 
l'roprlc1la•l,: <lu Gr~ficn e Editora ,pu 
CGC-'.lF 03.?lll266t000l-90 
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Dirctoru l'ropric1árin 
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Diretor. Ht·dntor • Chdc: I,nldo P.-rciru 
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Tribuno da Fronteira 
Oue e s eia ler !rale 
Bel VI«a MS.-- Ar VIII- 22.3-79- N.o 33 
SE 
Por Alessandra 
PllESENTE 
na discotheque do Juea, os v. Ela excelente 
nnfllrlli. o co1.l11holrn, olu, o rei du cervojlnhr1 
goludu om lata, e exlgeme, só quer Brnhmn. 
Como é profundo oonlwcedor do problom, Ales­ 
andr de por om dlunto RÓ vol bobor Brnhma. 
SALGADOS 
u vontnde, multo whisky e cerveja e refrigera­ 
te, onflm sucoso total. Até hoje u melhor 
dlootheque, realmente, do Jardim. Isto tudo 
com o oxcelcnto o rurlnce trntumento dos 
11nfltrlões. 
QUEM 
nntvounrlou tumbóm lol o Jllho do Adíio Perolrn 
Parabons puru o cal e pum o anlvorearlunto. 
fiusn11 pra todos. 
O CASAL 
Mllton/Crlsllou circulando mais n11 City. 
ASGIM. 
como Atanásio/esposa, aquelo do naipe de ouros. 
DR. JOELSON 
Eliane melo sumidos. Vamo11 nparooer né quc­ 
l'ldlnhos? 
DR. BARROS 
circulando muito, mas só bebendo sucos, Contl­ 
nua oom seu Inseparável blg(lde, devidamente 
tratado. Quundo vamos a Ponta Porl? 
Matéria inedltorlnl é a que o 
júrClll publica por solicitação de terceiros 
e no exclusivo ou preponderante Interes­ 
se dele. Desde que fique Inequivocamen­ 
te caracterizada essa condiçiio como 
acontece nos Jornais de qualidade a 
responsubllldade por eventual crime de 
imprensa também corre por conta dêsse 
terceiro. 
CONSTITUEM MATÉRIA INEDITORIAL: 
a) o nnúnoio puro e simples, com 11 
sua on!'ncteristica evidente e tradicional; 
b) os relatórios comerciais, editais, 
avisos, declarações e lmlanços, cuja 
origem externa é evidente; 
c) os textos assinados por terceiros, 
ou oriundos de outro jornal. 
A MATÉRIA INEDITOR1AL PUBLICA­ 
SE GERALMENTE: 
firma reconhecida e provar idoneidade 
orul e econômicu, se nn.o a possuir de 
modo notório. 
O quadro nn.o ei:tá .lnoluido entre as 
formai, caracterizadoras de matéria paga 
pois, de anos a esta parte, é frequente­ 
mente utilizado por muitos jor::ials, em 
matéria da própria Rednção. O lmport:m• 
te é nlío deixar dúvidas no espirita dos 
leitores sobre a origem do texto: se da 
Redação, se de terceiros, Toda confusão 
nesse terreno é sempre prejudicial ao 
jornal. Deve o jornal aceitar, como 
matéria paga, textos quo sustentem 
oplnlü.o contrária à 1rna, ou oriundos de 
entidades de que diverge? f: questão de 
orientação. Acreditamos que, nos limites 
impostos pele. decência e a responsabili­ 
dade criminal, ae. coluoas de um jornal 
devem estar abertas àqueles que queiram 
pagar suas taxas de publicidade. O jornal 
de Qualidade niio teme mal entendidos 
(texto reproduzido do livro "Jornalismo" 
de José Nabantlno Ramos, ex-diretor da 
Folha de São Paulo). 
Elfrida Hof.frneister Delfim 
Costura» 
o.) em forma de cartaz, com tarja ou 
sem ela, no caso da allnea "a" do Itero 
anterior; 
b) sem tarja, no caso da alinea b, do 
mesmo item, desde que teoha, na cabeça 
ou no pé, iudlcaçlio clnra de sua proce- 
1êncla, l'stranha à Redação; 
c) sob a rubrico. "A Pedido" ou 
"Seção Livre", quando, nos casos da 
letra e, do item antar!or, a. matéria 
contenha oplnln.o ou julzo de que o 
jorm,1 nll.o participe. 
NÃO SE DEVE PUBLICAR MATÉRIA 
INSDITORIAL: 
a) que contenha xingação ou retalia­ 
ção de quem quer seja, ou submeta 
alguém a desumano vexame; 
b) que trate de maneira desrespei. 
tosa ou vexatória pessoa que, por seu 
valor moral, mereQa o respeito público; 
e) que constitUJ1 resoo11ta direta ou 
indireta a campanha do Jornal, exceto 
P-'Jl se tratando de elementos objetivos 
e esclarecedores de assunto versado na 
campanha; 
d) que ofende mo.nIeí.'lamente a lei, 
o pudor e os b,ms Mstumes. 
~os casos de publicações em "Á Pedido" 
ou "Seção Livre", o Interessado deverá 
aslilnar termo de responsabilidade, trazer 
O PONTO 
Critico ugora mais a vontudo. T_ermlnúru_m as 
demorudas obras de pavimentação asfáltica, e 
º" estacionamentos estílo doslmpedldo!l. Vamos 
faturar minha ente. 
VARIOS 
casais ~lmpátlcos da City, uos poucos retornam a 
noite jurdlnenses. Isto é ótimo, o negócio é 
badala', para Alessandra fofocar. 
DR. JONAS 
com a esposa, Drn. 6llcérla e o Junior, retorna­ 
ram da J ovencap, onde foram fbzer o trudlclo­ 
nal Chek-Up anuul. Tudo bom na Jumilla. 
ALlÁS 
ola trouxe uma belezlnhn do ·1 V à Cores, e até 
oonvldou Alessandra para assistir uni; progru­ 
mlnhas em sua "houso". Ló. estarPI, podem, 
aguardar. 
VOLTANDO 
à discotheque do Juca, vamos citar inicialmente os adultos 
pretenle•, a chácura do padrinho do holo: 
OS CA AI 
Vip» Fernando de Freitas/Lizete; José Destéfani/Lídia, 
Wldomiro (Amarelinho)/Cida; iey/Anette; Fidéli»/Cida, 
Feliciano (olhar de peixe morto)/Cnrm&m e o carlgu8 e­ 
rnfim/Ro,eli. 
A DESACOlllPANiiADAS 
Solene (los6 Carloel e profo,sora Mirta (Carlos Arrda) lá 
cnlvernm prc!liglnndo, porque o, mnndlnhot e1111vnm 
vinjnn<lo, 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
C1u111 civeis, criminai, e agrário,. 
lhcrit. A v. Duque de Caxias, 788, 
Jardim, MS. 
Residencia Em Bela Vista 
Cr$ 800.000,00 
. Vende-se Residência bem locali­ 
zada a R Antonio ,loi!.o, 842 (ao lado do 
Bradesco}. Tratar com Moacyr - Boo. do 
Brasil em G Lopes da Laguna. 
TAMBÉM 
presente, o Chiquinho, ente tina, e atual 
Transportes da Prefeitura Municipal d Jardim. 
está m todas e Alesandra está de olho no 
Os avos Ros (a excelente Mestre Cue) e 5otéro 
(o rei da Cerveja) mito alegres felizes' ils breve ele 
estará por nqui, e Ale--anlra vai aprontar com le. 
A ROSA, 	.. 
p r c p n ro	u 	u m excelente carneiro, a leitoa nem se fala, e o 
maravilhosos salgadinhos que form servidos, Iosas pra 
lto-a. 
ctrelitrlo ele 
0 menin4o 
O CAHIGUÊS 
muito triste porque não pode cntnr a Csa Portuguesa. 
Que é iuo quericlinho, uflnal era uma dicotheque só para 
jovens né? lb.lh.lli. 
AGORt 
,amo, ao11 pnrtlciponte• verdad,iramentt, do jovem di­ 
cotheque: Carlos Eduardo, Fernandinho, Joio rgio, José 
Hoberto, José Carlos Filho, Walter Luiz. Luizlobo C.ariguês 
Honcy, Punlo Fidél!t Junior, João Augu•to e Yaldeclr. 
E AS 
jovip• Mnrcin Vnlérla, Tereza Cristina, Iara, Neilaoc, Faliu, 
Sandra Cristina, Tatiana, Sihia (a juvip da Alessandra) A­ 
na Márcia, Cristina d' «vila e multas outras, que infeliz­ 
mente, Ale•rnndra não conheee olndn pessoalmente. 
O MAHCELO 
muito compenetrado, de namorada a tlracolo tnv11 uma gr11• 
ça. amor.indo •ério o meninão. 8erli que Leopoldo•Avalr 
já sabem da transa'{ 
PEN ,HIENTO: 
Aliquh Don debet e••e judcx ln própria cau•n. 
Confecções Finas para Homens, Senhoras e Crianças 
Artigos para Presentes em Geral 
Agradecemos a Preferência 
A venlda Duque de Caxias, 561 	JARDIM MS. 
A conteccu no dia 9 de 
março ... 
1817 • Decreto do governo 
provisorlo republicano de 
Peronmbnco abolindo o, im­ 
portos existentes na apitam1a, 
criadas pelo Alará de 20 ele 
Outubro de 1812, sobre em 
borcnções e lojas de secos e 
molhndo,. 
1822 - Chega no porto do R. de 
Janeiro a esqudara portuguesa 
eocorregadn de conduzir para 
a Erops o principal regente 
D .• edro .. 
1835 • O jornal "Ü Paulista 
Oficial foi criado pelo Lt'i 
pro,·inciol no l, datada desta 
cinto.'" Hafel Tobias de 
Aguiar, rreaidcntc do Provin• 
cia de S. Paulo . . . A.ri. 1.0 
O governo fica autorizado a 
dispender o que for necessá­ 
rio -puro ll lmpres,llo, redação 
e distribuição de uma folha 
diirin. 
Art. 2o· - Neta folha 
serão transcritos todos os 
atos oficiais (que não exigem 
segredo) do governo, e assem­ 
bleia provincinl, das Ciumaras 
municipais, dos Jurados, as 
paniclpaçõcs das autoridades 
pollclnis. n• decisões da, 
junta, de paz, •• lei,, e os 
atos do governo geral, que 
disserem re,pcil0 a c,us pro· 
vinci,u. e hlo por inteiro, 
ou em extrato segundo a im­ 
portlucio. da matéria. 
Art. 3.o - Ouundo a fo­ 
lha nüo po»a ad mhiLr t.odos 
os objetos sancionados no ar­ 
tlgo antecedente, serão profe-. 
ridos nqude;:, cujll publicicla- 
EE 
de cja de maior interesse, 
para vir-se no conhecimento 
do estado Ja admini•trnçAo 
ch·il e judicinl do proviocin .. 
Art. 4.o - Estas folhas 
•erão remetidos pelo• correio, 
aos deputados por esta pro­ 
vinca quer a Assembléia Ge­ 
rol, como provincial, 1101 
juize, de direito municipais e 
de paz, e a, Cãmorn1 municl­ 
pais. Unias que pagarão a 
importância de uma assinatu­ 
rn, que cada ura deve ser 
remetida. 
Art. 5.o - Quando a fo. 
lha do lugar, o governo pode­ 
ra nela fazer rnserir qualquer 
declaração dos seus atos que 
julgar nece.s.6.rla... • 
(Colaboração do Profes­ 
sor Stumpf pua Tribnn.1 da 
Fronteira.) 
3ESTE LTDA 
~erviço rle Torno, e Solda em 
üeral, Eletrlca e Oxigenio Recon­ 
dieionamento de Implementos 
Agricolas 
Rua Nossa Senhora Aparecida S.N. 
Bonito _ MS 
Preço deste exemplar 
4,00 
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