Diário 
egional 
------------ 
CIRCULA e Mel i.t - Auto- 
io doto Porto - Maninho- Jr 
dim - Guf Lo da Laguna - Eo. 
rito. Nioaque. Ponta Perl 
Campo Grande. 
• 
Dando continuidade ao eu pluno 
de PXpantiüo, o Banco Flnanclol de Mn.­ 
lo Grosso • o banco qu0 ounhece a nos- 
8a terra - louugurou ontem u Rua agên­ 
cia em !!OSPU ctdude, com a presença do 
vloe-preRldente Itullvlo Coelho, 'do dlre­ 
tor superintendente Ludio Martins Coelho 
membroR da dlrntorln, gerentes de ugên­ 
clus, uutoridades civis e mllltHl'el! e cen­ 
teuos de pessoas. O senhor Denis Peixo­ 
to Ferrão, relações públicas do Bnnoo 
Financial, convidou o vernudor Ely de 
Araujo Barbosa, presidente du Câmara 
Municipal e o verrador Osvaldo Turlr1I 
representando o Sr. prefeito municipal. 
pora deRcerrurem a fita lnuugurol 
e logo após o Padre G u 1 1 h e r m e 
procetleu a benção do eRtabeleclmento, 
enfocando o ('aroter humanltórlo do 
grupo Financial, que prima pela asslstên. 
ela hO homem m'ltogros!lense. lnloial­ 
ment(>, p'lra saudar o evento, foi convi­ 
dado o senhor Haroldo dos Santos 
Gomes, beillvistPnse, gerenlo du ogenoia 
do Financial em Pontn Pnrfi. Os prnnun­ 
olomonlos: 
Veio para Ajudar 
(Huroldo tlos autos) 
estar aqui neste momenot, como membro 
do Poder Legislativo municipal, repre­ 
sentando a pessoa do Exmo 8r. Prefeito 
Munfcfpal, que por ruzõos llholos do sua 
vontude não podo aqui comparecer, mal! 
eu tenho certeza que e nüo fosse moti­ 
voH bustante justo, ole eatnrfu lambem 
aqui, neste momento, parllclpnndo co­ 
uosco du ulegria, da sattefução, de ver­ 
mos inaugurada mais estn casa de 
crédito em nosso município. Meus senho­ 
re8, multo emborn nós enbemos que 
ncuntecimeuto;i cumo e11te nllo tem rolu- 
9ão direta com u divisão do Estndo, 
mas Indiretamente podemos dizer que 
tem. 'Porque nem umu Instituição de cré­ 
dito lançaria suus agêncaR sem antes 
fazer um estudo minucioso par n 
veriiicor as p o rSp e c ti v a s d o 
êxito, us possibilidades de 
promessa, (pto me fuz crer, meus senho­ 
res. que é em consequenola da divlsl'io 
do Estado, que o Exmo sr. Presidente 
da República, num uto de intellgenoio, 
dividindo para somar, criou Mato Grosso 
do.Sul e Mato Grosso próprlumente dito, 
trazendo (>ntúo, maiores beneficioa para 
ambos os 85tados. Esperall'OB, portanto, 
que este Bo::co venha ser em nosso 
munlcipio uma máquina propulsara de 
progresso, que vfubu. trazendo os seus 
beneflclos ao agricultor, comerclonte t 
ao povo em gero!, propoM!onundo 
maiores mPioto oura desenvolver os 1-eue 
empreendimentos. Quar0 nesta oportuni 
dade oon'gratulnr - me com este povo, 
por mais esta função. Agradecemos ns 
autoridades, que com seu trabalho, 
comeguir!IID que fosse irnplontndo em nos,11 ter­ 
ra ID!lls e,111 ca,a do crédit••· Portanto, meu Re­ 
nhores, eu quero deixar uqui 01 meus votos de 
boa rindna ao senhor gorente (Tareiio), 0os se­ 
nhores funcionários desta agencia, e esperamos, 
poh, que eles tenham uma feliz gesto e que e 
til b11nco venha 1cr um beneficio de todos nó,". 
1 
 
1 
: 
"Como belavlstense, militando uo 
Financial hA muitos anos. hoje quando 
acontece a inauguração de mais uma 
agencia, justamente no município onde 
nasci, o momento é de multa alegria e 
atisfa@ião. Alegria e sutistação porque 
assisti muitas gencius germinarem, e 
esto banco, genu!namente matogrossense, 
dá prova de confinça e amor à terra 
belavlsten11e, ao seu povo trabalhador 
lrm!inado com oG lrmll.os paraguaios, os 
quais convivem conosco primando pela 
amizade o rrateroidnde. / oportunidade 
é previa, bojo Bola Visto começa a 
crescer: ni:io tooos dúvida. u ocasião é 
para pensar PO progresso e no papel 
que o Financial desempenhará no selo 
da comunidade fronteir!ça. O Financial 
Veio Paro Ficar E Ajudar. Tantc no 
comércio, como nn indústria, na pPcUlí­ 
ria, na ugricul~ura, n purllclpaçHo do 
Bnnco Fina.nolol na vida frontfllriçn. 
ser benéfica. 
A atual fase é de desenvolvimento, 
o inteaso progresso que atravessa o nos­ 
so Et<làdo, que com o advento da divi­ 
slo ganhou ovo impulso. O Estado fi­ 
cou menor no tnmuuho, mas maior na for­ 
ça do trabalho. Já alc'lnçou Bela Vista 
e chegará intensamente, a partir dõ>sla 
data, o almejado progres&ci. Do nossa 
parte, alm do alogra e satisfação, sen­ 
timo-nos comprometidos com esta inuu­ 
g_uração, que pode ter certezn a direto• 
nu, será de suma lmport1mcia no cot1tex­ 
to global de grupo Financial. Como be - 
l@Istense estou orgulhoso desta condi­ 
"ªº e Juntos lutaremos pela oportunida­ 
de que nos concedem. Nossos ngrado­ 
cimentos aos que aqui vieram prestigiar 
a Inauguração e tenham certeza. o Finan­ 
cial vela para ficnr e ajudur. 
j 
YE E 1f ~ 
(Representando o Preteito Municipal 
! ''Sinto-me bastam1e honrado em 
t 
Presenças 
Registramos as presenças, no ato innugu­ 
Tal, dos senhores: Fior Murano (presidente do 
Diretório da AHENA); Dr. João Cnrlo,. de Moraes 
(chefe do Po.io de •6dc) Sr. Gcro.ldino (c:creote 
do Braleso) Sr. Claudio (gerente da Caixa Eco­ 
nomica Federal) ~r. Terriio (gerente do Banco 
,]o DrMil) Sr. Milton Rosa; Dr. Robervnl Ilori?eB 
(presidente do Sindicato Mural de Bela Vi) Sra 
Oirn Urhictn (agente da Receita Federal: Pecua­ 
rista Sebastião Zacarias, Sr. Ocar Rodrigues de 
Arnujo; Advogado Pnulo Renato de Cutro Pinto; 
Ado·ado Pedro José Palmiri, rereador Joé 
Sipliclo da Costa Marques; Peeunrista Kézio 
Loureiro Piaheiro; José Avelino e Silva; Erilásio 
Miranda (Exator Chefe) Pecuarista Manoel Ro. 
drirues do Miranda; Advogado lvon dn Coala 
Marques, Advogado rgio Roberto Prondi. au­ 
toridades paraguaias, representantes de classes e 
centenas de populnrrs. 
BAREM, "Ludio Coelho conhece 
esta região. Esteve aqui em cima 
de um cavalo comprando bois" 
O deputado federal, da Arena, U­ 
bo ldo Sarem, pr1;. t.l..: ao aco inaugural 
da instalação da ugenet do Banco Fi­ 
mrnciul elli Bt'ln Vista, proferiu o seguia• 
te discurso: 
"Umn das grandes virtudes que 
vejo nesta iuugutaço e u de que u 
Bunco Finan11ial coogregu em ::-eu melo. 
congrega em sua diret :riu geate exclu­ 
sivamente mntogrossense e gente que o 
gm, nqul gnnha, nqul aplica em favor do 
p o v o matogrosirnnse. EPta grnn· 
de virtude, que nos dá como exemplo o 
R1nco Flnnnclal de !foto OroBS(), servirá 
corno exemplo lambem para o povo de 
Bela Vista, que aqui hoje recebe esta 
Qnsa de crédito. Como disse, o preslden­ 
te Figuéirado, agora em que n<>11 Iremos 
inlclnr um nno oxcesslvamente ;:agrícola 
e pecuirio, um II no que a a grlculturn o 
pecuaria torá to rio n oolo do Governo 
Fedem!, o que é necessário é que nós 
fuçamos u produção para PXportar A 
produzir divisas pnru o noiiso Pu!R. E 
com a Inauguração do Banco Flnaccial. 
aqui om Beln Vi6tn, junto com n relvio­ 
dicaco deste povo ordeiro. não só de 
Rela Vistn, Brasil, mas tambem de Bella 
Vista, Paraguay, nós temos a certrza 
que o crédito será elevado para todos 
011 s r s. e o m e r o i a n t e s, 
fazendeiros, chacareiros, pequenos 
pE>cuaristas e grandes pecuaristas. Quero 
nesta oportunidade, cumprimentar a 
diretoria do Banco Financial, através 
dos eus diretores aqui presentes, o sr. 
Lódio Martlni; Coelho, homem que 
conhece a nos regio, homem que há 
mais de 35 anos conhece todo, o Sudoes­ 
te, todas as fronteiras, am cima de um 
cavnlo, comprando bois e ajudando a 
fazer com que a sua familia prosper111,se 
e hoje, com seu dinamismo, seu tirocí­ 
nio, dirige o Banco Financial. Outro 
diretor, o senador Jtallvio Coelho. hoje 
voltando à sua vida privada. homem 
que substituiu o lnesque<.'ível SPnador 
Felinto Muller no enodo da República. 
Homem que foi, sem dúvida, o melhor 
entre os tres senadores que Mato Grosso 
tove até rn?S. O homem que fez parte da 
comissão de Justiça; homem que tratou 
do problema agropecuário, homem que 
fez parte da CPI da •mergia nuclear e 
que hoje, está conolulda, ele tambem 
velo aqui, não como Senador. mas como 
vlee-presldente pura r.oe prestigiar e nós 
que representamos Bela Vista com toda 
n honra e com todo o prazer, oom toda 
a dignidade. nos sntimos devotados 
para dizer: Boas Vindas-Banro Flnanelal. 
Bela Vista vós recebe de braços abertos. 
Ludio confia no progresso 
belavistense 
O diretor - rnpcrlnlcndente do Baoco 
Financial e Presidente da ARENA mtogrossense. 
Ludio ilnrtln, Coelho, ennltcccn o rrahnlho 
do poro belavirtense na construção de ma so. 
ciedade dinicn enfocou a missão que o 
Oowrno Federal ddincou ils ºº"ª" antoric!11dcs 
~iundo o cre,clmemo harmooio,o de todoc os 
municípios matogr»cases. Disse o senhor Ludio 
Coelho " ... eu me sinto plenmente a vonl!ldc 
para conversar com os õéohores. Hoje é um dia 
muito feliz. rsl!ll"los encontrando nm,.,os 
de longos anos e encontrando 
ta m b e mn os reus filhos, porque bá lon<> o• 
anos e,tn JrUri,nda d e 35 anos baixo ainda no 
existia quando aqui rrnbalhalímo,. A abertura 
do Bnnco l''innodul nqui em Bcln Vista wm con­ 
firmar os estudos feitos que aegura um desen­ 
volvimento trnquilo para esta região" O diretor 
supuintrndente do Finnncial enf.;'con o papel do 
hanco na ,ocicdnde, 'ºruj!I mi,,ão priocipd é a 
d .. incentivr a lavoura, o comércio e a indú­ 
tri". Traçou um breve perfil a respeito da hl-. 
tóri do banco e reafirmou os propósitos de 
"cntinur n semeadura, pois o Brasil é uma ter­ 
ra frtil". Finalizando a_sua locução, Ludio 
6Lo disse que 'D»l Vi,ta representa mais 
u marco n histórica trajetória do Banco, ge­ 
numnnmrnte matogrossense, que confia no homem 
belavistense e no progresso da regido". 
elyi 
Viemos para Integrar 
O 1<en11dor Itollvlo 
Coelho, vice presidente 
rio Banco Finan clnl. afir­ 
mou que foi multo dlflcH 
ronsegulr n cnrtn 
patente para a lnstaln­ 
cão da agencia em Bela 
VJsta. devido n rígida 
política do Banco Central. 
Disse ainda. que o papel 
do Banco Financial núc 
se restringe unicamente 
a íinanclnmentoi; para o 
comércio, a agricultura 
e a pecuária, favorece­ 
mos, tnambem, o setor 
educacional e até u 
Integração. A lnstnlaç/io 
da agllncla em Bela 
Vista. segunr1o o sena­ 
dor, é "a concretização 
de um velho sonho" Em 
seu pronunciamento, 
Italivlo Coelho, destacou 
a amizade que nos une 
ao Pare.guay, e. em 
detarminado momento, 
enfáticamente, afirmou ... 
"viemos aqui para inte­ 
grar, pura lutur ombro 
o ombro, na solução dos 
tlHiouldndes; estaremo1:1 
juntos na vitória e 
1 r m a n a d os n o 
un1co pensamento de 
vencer. Acreditamos no 
desenvolvimento desta 
fronteira. Disse ainda ... 
quando chove, as colhei­ 
tas melhoram, e as es­ 
tradas pioram. Quando 
não chove, os estrados 
silo transitáveis, mas a co­ 
lheita não sal. 
Italivlo Coelho res­ 
saltou o trabalhr> pionei­ 
ro do FlnanciBl em nos­ 
;io Estado, e citando o 
prPsidente Figueiredo. 
disse dfl sua confümça 
na agricultura o na pe- 
• euáría ma togros;:ense. O 
ílanco FinanciPl, finali­ 
zou Italiio, nascido e 
<'rindo nas barrancas do 
rio Paroguay, em Corcm­ 
bá, vem expandindo as 
suas atividades a Inte­ 
grando o homem, dan­ 
do-lhe condicões de me­ 
lhorar o nlvel de vida e 
consequentemente o pro­ 
gresso da nação brasl• 
leira. 
Precolaste exemplar 
$ 4,00

Tribuna da Fronteira 
lemci te asião 
VENDE-SE 
Dr Edcmar Gregorio 
OorndoroH, Motores Estnclon11rlos 
Talhu do 2, 4, íl, 8 e 10 toneladas, Tmto• 
re11 lJ1111doB CBT e Wuhnet, ml'lq11ln1111 do 
F.ritelrn D - 4 e outr1111. Motores Turbina• 
dos para energia com 900 KWA tornos 
maqulnn n vnpor pura luclústrlu o outros 
maqulnór1011 pnra lucltotrln 1rn11nclu, Acol­ 
t1H1c Propot1lne Combinar no local Rua 
Dr. A.mndoo Sllnt<rn, 91. 
Porto Murllnho MS. 
Escritório Central 
de José de Arruda Pinto 
Contabilidade em Geral 
Al,erturn, e encerramento de firmas, 
Contrato,, Dlurato,, Declnrllçõo• de lmpo,to 
de Ioda, Pecuária, Agricultura, Preenchi- 
1110010 de aulorlzn~lo p/ dlrli:lr veiculo• e 
demais ,orviçoe afio,. 
Rua: Antonto Maria 
Coelho, no 350 
Bela Vista - MS. 
"OBS: Antiga Rraldêncfn do Br. Joaé AYcll­ 
no e Silva" 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado n 20/2/72 ) 
F lJ N D A Ç A O lvaldo Pcrtira 
DIÁRIO REGIONAL 
Proprlcdad11 da Oráfioa e Editora Apa 
CGC-JU' 03.:101266/0001-90 
lnac, Eot. 130592343 
Diretora Proprietiría 
Maria E,tela V. l'ereira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Diretor - Redator - C hefc: I uldo Pruira 
Rcdntor; lta.lo Borioli 
DEPAKTAMENTO COMERCIAL 
Chde: Alvaro rcreira 
Dorival Conde 
OFICNAS 
Chefe: Gihon Silva Santo, 
Nlhon Roberto de ouzn 
RedaçAo Admini1tn.çilo e Oficiou: Rua 
Duque de Caxia, ,ln Brla Viata MS· Cx. P. 23 
PUBLICIDADE 
l-a píi;ina 70,00 por cm de eoluna 
l.llt.ima Página 60,0U por cm de coluaa 
Pâgi11u lnte rna, _ 30,00 por cm de coluna 
ASSINATURAS 
Bela Viata, (anual) 
Scmealnl 
Dcmai1 Município, 
Número <lo dia 
Númoro, lltrandos 
CrS 600,00 
400,00 
Cr$ 700,00 
4,00 
5,00 
MEDIT 
Todo ser humano é um universo particular, 
plono de expcr!C!ncl111 própria•, vivida~ f.' _~r_ntldu1 
personalisticmente. 'Temos, na toa individuall­ 
aço, crlaço», próprias de toda natureza, ão 
Hlnçôc• próprio• o diliccí• de 1ere111 tran,mhtdn1. 
Damos través de ntitudres extra, uma aga 
vi,ão do 110K80 munrlo interior, Ar polavrn,, como 
veiculo d11 comunlcnçüo, silo iosuflcientea para 
rrtrnt este unlverso indivdunl, 
Jnmah nlguém poderá dizer que conhece 
hem outra pouoa, pois n lndividuullznçr.o_ O 11nuso 
incomunlc1n·el, ·e■tc muutlo em que vivemos 0 
exorcltll.mo1 nosBO• conheoimenloB, emoçõe1 e 
11entlmento•, rcprcBenf~ um pnno dr fundi) que 
n,sumo o tom a npnrêocia que dnmos a dr. 
f:, porta~to, um mundo dilcrf.'nlo poro 
oudn ,or hum11no, 6s o colorimo• com o no,so 
intrrlor, 
Na "id, de rolaçõe1, um •or humrno 
caminha de encontro ao outro ser " diflcilmcute 
110 encontro de outro ,er, 
SAo univcrao, opoalo• por quc11i10 do 
oobruiv~ncia. Mesmo aquolc que ogo paulvn­ 
mente aplico I!. nulo • defean. . : 
A 1u1 experiência sendo diferente, 1nmnu 
coa,precnderi a experiência_ do outro. A vida 
social pressupõe um convivio, Convivio que a 
história tem demon~trodo •er arllflc1ol, pou 
homr.m dr milborc• de ano• atrá, c11ntinu11 
aeguindo o, me,mo, cam1oho,. B6. separação 
agora, como houve no pnuado. lo é um entendi­ 
mento peuimi,ta. f: umn oomtotação. Uma 
Hldêncla, Jamais saberemo, realmente o m6,·cl 
de umn açAo, 
Ele é interior 6 profundo e rnrislzndo no 
omálgama duplu do ;er humnao ,_uatéria esp{rit,. 
'E mal, espiritual porque a matéria assume a for­ 
ma que o e,plrlto ou que n uléla lhe dú. J•.nlrc­ 
Lnnto, cases universo, po1sonh nilo s!lo totalmente 
inoomunicavei,. O amor é o elo de unfilo. 
O que 6 o amor? 
O amor é uma nlitude nlio r,tudadn, pre­ 
concebido. 'E um nto de afirmnçiio ~ de qua1e 
rcbeldh, A mar é 1tr rebelde contra ll auto ccn­ 
aervoção. Amor é doaçllo, é dc,proendlmcnto. O 
,er humano quando nmn •• trnn,llgurn, nlio 16 
exterior, como lmcriormentc. Dita.se • ,ua sabe­ 
doria o ao sorrir das Ilusões ele abro uma porta 
imenn no seu univer,o íntimo. 
Mas..', ó aquele que ama penetra con,ci­ 
entemente por e,ta porta, C11um-sc o, unlvcroo, 
qunndo há amor no cmendimcn10, 
Residencia Em Bela Vista 
Cr$ soo.000,00 
Vende-se Residência bem locali­ 
zadu a R Antonio ,lolo, 842 (ao lado do 
Bradcsoo). Tratar com Moaoyr- Bco. do 
Brasil em O Lopes da Laguna. 
kampa Desenhos 
Oe■enhos • Arquitetônico, 
C6pia, Hclliográficna 
De,enbos Pt'lblicitnrioa 
TopogTífico, - Ducnho• 
e Plano• cm Geral 
Scrgio Ramão Kampa 
AT, Bnull • Ed. Cin,landia - Slll« 20l • l• Andu 
Ponta P.irã 
Educação e Político 
A Copllnl Cultural Bra li 'Ífll 
0 
mo dP Ja11uiru tem uovo Pr feito. 
Até aí nad demals [ que todn 
as capitais tiveram mudança de +eu 
executivo mestre. Demais é que este 
Prefeito, também, é nomedo. Ora, fala­ 
rá alg-uôm, todor- on prefeitos de capital 
são nomendo e mais um menos um Da4o 
vul alterai' nadu. Vol i::im rllrel cu· Vui 
porquo é politiea do MDI não aprovar 
prefeitos nomeados e como é que deram 
seu bim ao hm1el I(lohim, Prl'f<'ltO no­ 
meado por Chagas Fre!ts governador 
elolto lndírclamentc µola mnlorln, que 
sfi9 omecleblstaR naquele Estado agora 
bem malor com n fusão com o ex-E tudo 
do Rio do Junl'lro. 
Cndõ u morol para nio aceitar 
prcfC'ltos nom1•::;dos, OndP tõ. u coPrencla 
puru exigir mutlançu do jogo quando o 
placar lho é adverso. 
Existo em MS um deputado esta­ 
duul que multo admiro pela i;ua franque­ 
za o lntelig,rncla para com os desllzcs 
públicos dos ndversúrlor. e mesmo este 
pobre sofredor deputado ão MDB n1l.o 
tem argumento para sustentar a defesa 
do que acontece no Rio de ,Jnnelro onde 
o MDB manda e não peJe paru mudar 
o jogo pois Isto lhe tirará uma serie 
de grn-qdes e polpudns vuntagens do poder. 
E , isto ni gente, plmentr. no olho 
do vizinho é r<>frer;co. Gó vele crltlcnr, 
exigir e brigar pela mudança de> jogo ou 
das suas regras quando somos minoria 
do contrário é melhor »polar o Dr. An­ 
tonio de Pádua Chagas Freitas para ter 
como aparecer e enganar os trouxas nas 
próximas eleições. 
ilnto Grouo:do Sul 
Ivan ascimento 
Oração ao 
Divino Espíri­ 
to Santo 
Fspfrito Santo você qae 
me esclarece tudo que iluai. 
na todos os carinhos par que 
~o ntinj., o 1t1('U idral,, o<"ê 'lllt 
me dá o dom divino de per­ 
doar e aquecer o mal que te 
farm; r que todos os ins. 
tantes de vinha ida «tá co­ 
migo, ru quero r:r•lr curto d,i­ 
logo agradecer-lhe por tudo e 
confirmar mi uta ez, que 
eu nunca quero me pirar 
de você por maior que +ja a 
lulo material não +eri o mí. 
nimo da vontade que tinto 
de uu dia estar com você e 
todos o meus irmãos na glória 
Pupétua. Ohrii:oda mai, uma 
vez (na p«soa deverá fazer esta 
ornçfio 3 diaa ICJ!ttido, ,crn 
far.cr o peclído. Dentro de 3 
dias será alcançada a raça, 
por mais difícil que uja) pu• 
hlicu auím que receber a 
raça. 
M.E. P. 
, 
ELA VISTA 
O mundo é pequeno· 
ele cabe int • 
num grande 
jornal. 
E chega 
• #s 
cidade. • ..-~.--.,,) ~.,c-í,• 
·=3 ° 
Ou à 	E= 
J'· ~I ' •• .. ~- - 
sua casa, 
se você é 
nossos assinantes. 
ij 	3ar e A 
1 
.,. o••'" L 9oll O• 
0 a 
ij • 	0 0 ~•O,e 
~ O EST~DO DE S.PAULO, UM JORNAL DE 
gr4 ?±E a9=TE9 "5.zE] 
1 
M . .. 
p9) @ »A 
8f3} 
Produtor do Calcário Bodoquena 
.. - 
USINA - Rodovia Jardim - Porto " 
Escritório de Vendas administração: Avenida Duque de Caxias Centro 
JARDIM 
MATO GROSSO SUL

'T'rIun d Frontlrn 
Estado do Mato Grosso Comarca de Bela Vista - Cartório do 2.o Oficio 
Emenda 
EDIT D CIT C 
- 
Z0 DE 20 DIA' 
propoe 
Dr. Jollo Cnrlon Brondeo Gn!'cla, 
Ju:lr. do Direito da oomareu. de Bela Vlstn 
Estado de Mato Grosso, formn dá 
lol, etc ... 
Paz Snber os que o presento 
F.dllul virem ou dele conheclmonto llve­ 
rem, com o pruzo· de vinte (20) dias, que 
Cltu Nolirnn Postauo o sun Mulher Dn. 
Mnarin Luiza Libórlo Postuue, bruslleiros 
casudvn, rnsldoutcs em lugur Incerto o 
nfio subl.:lo, pnrn comparoccrom i<m 
,lulzo o rnuntrl'slur-Ho nu1:1 rnrmoa do 
Prooosso tlo Execução u2 24/78, em quo 
ó oxoquonlo Oanco do Bra~ll S/ A., tudo 
confórmo petição e despacho ubuixo 
trunsorllos: Excolenlitrnlmo Senhor Dr. 
,1 ulz do Dil'eltu du l'umaron de Helu 
Vista Estudo de Mto Grosso, Banco do 
Br11sll Sooloduch1 Anônima, Banco Oficial 
de Cr~dlto, Órgllo da administração 
Fedornl Indireta (art. 178. Inclso I, do 
Dcerelo Lel n° 200, de 25/2/67 elemento 
Integrante do sistema fluancelr > nnclonnl, 
Membro d<> Conselho ~fonotnrlo Nacional 
Membro da Com!sslo Consultiva Bancá­ 
rla, Instrumento de Execução da Política 
Credlt!cla do Governo Federl. goznndo 
do favores, Isenções e privilégios, inclu­ 
sive fiscais, que silo próprios du Fazen­ 
da Naolonnl (orls. 1,íl.7, 19 e 50, da Lel 
n° 4595, de 31.12.1064), com o foro pri­ 
vativo da União como mandatário desta 
o nus operações que a lei especifica 
(artigo 70, da Lei nº 5.010.de 30.05. 1966! 
oom ~ode em Bmsllla, Distrito Federal 
o ogênola net1tu cidade e comarca de 
9ela Vista (mt), via de seu udvogado e 
procurndor que esto aub1rnrov0 (dec.j). 
01,m esorltórlo nu ruu Guia Looes n° 404 
na cidade de Ponto Por, Estado de 
Mato Grosso, onde recebe intimações 
(ort. 39 l CPC), rospellosomente vem a 
presançn de Vossa Excelência propor o 
presente execuçli.o forçada oontra Nelson 
Postaue e suo mulher, donn. Morin Lulza 
Llbórlo Postaue, braslleiro9, cas~dos, êle 
bancário, criador de bovino , elu de lar, 
residentes e domlolllndos no munlciplo 
do Caracol, cc>rnarca do Bela Vista (MT) 
pelas razões de fato e de direito que 
Lassa a expor: 1 - Em 16 de março de 
1977, os Exeoutados, torauram-s9 deve­ 
dores do Exequente da lmportll.nciu do 
420.000,00 (quatrocentos e vinte mil 
cruzalros). pela emissão da incluso 
cédula de crédito rural plgnoratíclu. e 
bipotecárlu EPJ 77 /00149-x, titulo de 
crédito regulado pelo Decreto Lei n 167. 
de 14.02.1967 com vencimento para 16 
de março de 19 2, sendu, no entanto, 
pravt~ta amortizações periódicas anuais, 
de acordo com a cláusula "Forma de 
pagamento'' constante da cárlula. 2. O 
orédito destinou-se ao finanr.tamento para 
aquisição de 350 (trezentos e cinquenta} 
vacas de média mestiçagem nelore, des­ 
tinadas à orlaçlio. e que seriam apascen 
tndos no imóvel de proprledadfl dos 
executados. Foram pactuados juros à 
taxa de 15%/ (quinze por cento) ao uno 
pagáveis 30 de junho, 31 do dezembro e 
na Uqulda-;!Io da cédula, juros esses 
elevâvels de 1 % (:ín. por cento). em 
caso de mora (art. 5º e únic'> do Dec. 
Lei 167 /67), cientes, ainda, os emitentes, 
de que, a inadlmpllda a obrlgaç!lo, i:upor­ 
taram a multa peusl (que não se con­ 
funde com 11 verba honorária cfe. Julga­ 
dos do Tribunal de Alçada Civil do 
Estado de S. Paulo vol. 22. pág. 110/124) 
de 10%/ (dez por cento) sobre o débito, 
por aplicação do dlspo&to no art. 71, do 
Deç. Lei 167,167, além da obrigação ~e 
responder pelas· demais 
d e s p e s us que e v e n t u a 1 m e n t e, 
tivessem de ser realizadas pelo Supl!can· 
te, objetivando a segurança de seu direi­ 
to oredllórlo. Assim é que, de conformi­ 
dade com o nrt. 4 do precitado D.L., 
abriu o suplicante, com o valor dr. cédu­ 
la, uma conta em nome do!! emitentes, 
Vinculada à operação e que, prasente­ 
mente. registra ~ tialdo negativo de CrS 
4i0.668,00. 3. A mencionada cártula en­ 
coatra-se devidamente Inscrita sob ne 
540, às ns. 231 e 2-430, IIs. 430, livro 02, 
em 21 de março de 1977, no cartório lo 
llegistro de Imóveis da comarca de Flela 
VI«ta (Mt), onde e localizam os bens 
hlpotecndos l' upcnbudus. As lm é que a 
garnntla r,Jlll do lnfltrumento cm npreço 
sentou so, definitivamente, cm: ) Pe. 
nhor oedulur de 12 grúu e som concor­ 
rêncla de terceiros: 30 vacas de criar 
a erem adqulrldac; Mm o crédllo aberto, 
de média mestlçem nelore, com Idade 
de 3 a 5 auo ·, preço ualtárío CrS 1.000,00 
CrS 350.000,00. 60 vacnR de crl111·, média 
meFlllçagem n Jore, preço unltúrlo de 
CrS 1.000,00 ... Cr • 50.000,00 75 bois do 
média mesllçngem oélore, 2 anos de tela. 
de, preço . uni tório de Cr, 1.200.00 ... CrS 
90.0IJ0,00 75 bois de médlu mesllçogem 
uc.>lorc, Idade de l ano, no preço uultó.rlo 
de CrS 800,00 .. Ct·S 130.000,00. b) Hipoteca 
cedular de 1º g1·ó.u e.> sem concorrônclu 
de terceiros: Imóvel rurnl com as seguln­ 
tes caraeterísticas; Fazenda Santa Lulzu 
ou MJrugem locallznçfio: distrito e muul­ 
clplo de Caracol, comnrcu de Bela Vista 
(Mt); àreu o confrontações: 1.600 hectares, 
limitando-se o norte com a Fazenda São 
Murtlr.R; no Sul com a fazenda Silo Se­ 
bastião; a Leste, com terras do Sr. Arno 
Ormuy e a Oeste com n Fttzenda Burm 
Mansa; de propriedade dos devedores 
emitentes, adquirida por esc. púb. de 
compra e vendr. de 27.9.76 e matrlculaclu 
sob o nº 430, às fls. 430 do livro 2 do 
Registro Imobiliário de Bela Vista, com­ 
preendidas us benfeitorias ex!Atentes, 
a V'.l!iada em CrS 1.751.000,00. 4. Ocorre, 
porém, que os mutuários executado8, 
usundo de artifícios pouco recomenrió.vels. 
lançando mão uo que se presume, iclu­ 
slve, de "notas frias", n!io aplicaram o 
financiamento nos fins ajustados, por­ 
qunnto nllo adquiriram o gado a que se 
p1·opuseram fazer com o empréstimo con­ 
cediclo, contrariando, destarte, o que dis­ 
põe o art 2 do D.L. 167/67, que rege 
sobre os títulos de crédito rural. 
Assim é que, inadimplida que foi a obrigação 
convencloondn, por parte dos executados (no 
nplicnção Jo crédito pnrn os fim e na forma jus­ 
tada (importou'ese procedimento no rencimento 
cxtru-ordlv/1rio rln opernçilo e eun imedialn exigi• 
bllirlnclc, indrpendentemcntc de uvieo ou interpe­ 
lação j,1diclnl ou C'.'<lrb Judicial, nos precisos ter. 
mos do nrt. li cio precitado dispositivo lcgnl. 5. 
Pelo exporto, está a dívida como e demonstrou, 
,·cncidn e ninda nilo rcgulurizndn, nada obstante 
os ingentes esforços do suplicante credor, nesse 
scUlldo, De 10rte que, embasado no nrtigo •li do 
Decreto Lei o.o 167/67, combinado com o, de nos 
585,lll e VII e 646, c■tc, do C6rligo de Processo 
<::h·il, que o Po■lulnnle inleDtur, como efetivamen­ 
le intcntn, cnntra os Sra. Nehon Postnue e suo 
mulher Da. Mari Luiza Lib6rlo Postnue, já qua­ 
lificndo• de Início, n pre•enle execução, n fim de 
compeli.los o pagnmento da clh-idn demonstrada 
pelo "extrato" dn conta vinculada à operação, 
referida no item 2 in !toe. mediante a expropria­ 
cio de bens. 6. Requer, dessa forma. digno-ir. 
Vossn Excelêncin determianr n citação dos deve­ 
dorro aclmn pnrn pagarem n dlv!dn especificada 
no valor de CrS 470.668,00, acrescida dn multa 
pcnnl contratual de 10% (dea: por cento), mai, 
verba honorária e despesa judiciais, dentro do 
prazo de 24 horas (nrt. 652 de C.P.C.). pena de 
penhora ,obre os bens ofertndos cm garantia da 
códula (nrl. 655 § 2.o do CPCI, independentemente 
do nomençlio. Os devedores deverão ser cientifi­ 
cndoo de que tcrilo o prazo de 10 (dez) dias pa­ 
ro se defenderem, cao nilo paguem o "quantum 
debentur" no prazo assinalado, através da oposi­ 
ção de embargos (ar. 636, C/C o "de o.o 738 do 
C6digo Processo Civll ), ocnsiilo cm que serão ad­ 
vertidos do que o seu silencio implicará. na pre - 
unção de lerem aceito, como verdndeil o todo o 
ulegndo pelo autor (art. 285. 2.o parte-CPéJ. A fi. 
nnl, n presente será nceirn em todo• 01 ,ens ter• 
mos com julgamento precedente e, ria de coo• 
sequência, pagarão os Executados o principal ju­ 
ros, morntário~. multi ptlnnl. ,·erha houorária e 
despesas Judiciais. 7- Adiante o Excqucnte. com 
rclnçil > .ªº" juro~ contrntunis, que inex!str. nn es­ 
pécie v,olnc;llo à Lei do U,urn. E que a Lei -1595/ 
64 embora não revogando aquela, ao dipor so­ 
bre a Pollbcu e as fustituic;ões )lonerárlu, Ban• 
cária,, Cr.-ditlcias, componentes do Sitemía Fi­ 
nanceiro Nncionnl, e•tnbelcceu normas próprias 
no que diz respeito às taxas de juros, de+contos 
comi .. õe• e qualquer outra forma de remunera­ 
ão, aplieaveis às operações e serviços bancários 
e financeiros; pelo invocado diploma, tais remu­ 
nerações, até então limitadas i 12%, (doze por 
cento) no a.no, passaram a se sujeitar, exclusiva­ 
mente, aos tetos fixados pelo Conselho Monetario 
Nnc,onnl (art. 4.o, Inciso 9.o, da Lei n.o 4,595). 
Tui entendimento já é do Colendo Tribunal de 
Ma@a do_E-tado de Suo Paulo (Apelação n.o 
l70.858 'in' Repositório de jurisprudência 
do Tribunal de Alçada. Vol. 19 pág 
10/20). E o Pretório Excelso, eín vó. 
10 lapidar do <'m1neale Ministro Luiz O.allottl, 
(Ac. Exr no54/l, publlcsdo no D. J apeno 
l33, pág. 509, d 23.07.44) assim igualmeute en­ 
tendeu. Pelo exposto e desde jí requerendo a 
produção de prova documental, períeil, tente­ 
munbnl, cujo rol protesto npre,,nrnr ltmpcotlvn. 
mente, depoimento peoal dos devedores, pen 
de confesso e revella, relvando se o direito de 
pedir a aplicação das pens irise penal que 
se tornarem cabível, com os inclusos doente. 
tos, dá.se à execução para efeito» fiscals o valor 
CrS -liO. 668,00. Pede Deferimento. De Ponta Po­ 
r (T) pra Bela Vista, (M'I). 22 dr fevereiro de 
1978 (Ili Pl'. Dr. Alfredo Cuodldo Santo;, Ferrei. 
rn• OABB. :l7Ul8-ilf -J.7112. A. Petição de 1-ls. 
23/21: Excolenil••lruo Scobor Doutor Juiz de Di­ 
relto da comarvea de Bela Vi#ta fatudo de Mato 
Grosso. O Jlanco do Brasil S.A., por ,eu advo• 
ado subscrito, nos autos da ção de execução 
forçada quo promon contra :'elson Postaue . e 
wun mulher, em curso por esse Julzo e cartório 
do 2.o . feito 21/78, respeitosamente rem a pre- 
1ença de Vo,m Excelênci11 expor parll, n l1nnl, 
requerer: l . O Sr. Oficial de Justiço rncarrrga• 
do da citação, m sua certidão de Il, I7.., disse 
que o Executado há tis de 5 reses não com 
parece rm 1un propr)edarle. Diligenciando, então. 
t'ffi vdrios locni■núr, o encontrou. certifk,1ndo, 
finalmente, estar o me,mo em iu;!H incerto e 
não snbido· 2 • Assim, com ba•e ne1@a certidfio, 
requeremos fossem os devedores citados por edi­ 
tal medida Ja deferida por V.Exa. Ocorre, entrt-· 
tanto, que por lnp,o )MnentdYel de nos,a parte, 
sómente agora verificamo que o nandado fol 
baixado sem que tivesse wldo feito o arre+to do 
l.icn, do devedor. 3. Isto posto, requeremos se 
digne Vossa Excelência de chamar o processo à 
ordem e, antes de se cumprir o r. cleFpacho de 
Os 22, determine: a) de,entrnnhamento do man­ 
dado de fls. 17 e que entrega oo rne•mo Oflcinl 
de Justiça para que, nn lorma elo art. 65:1 e seu 
parágrafo, do C6digo de Processo Civil, arreste 
os bens do devedor' b) que ao realizar o ato._o 
foçn com a observância do que dispõe o rt. 655, 
parngráfo '2.o do Estatuto Procu,ual; e ). Com­ 
pridas e••ll• lorrnalidndee, digne V. Exa determi- 
n a r, e n I il o, , e am o E x e e u t 11 d o • 
citndos por edital, na forma de art. ú54 du lei 
objetiva Termu1 cm que, Pede Deferimrnto. De­ 
la Vista (ml) 7 de n~osto de l9i8 (n) P.P. Alfre­ 
do Candido Santos Ferreira - ad ,ogado. DeNpa­ 
cl.io de !Is. :/5. Petição retro: Defiro. Pri,ceda-se 
nn fot mo para os fins alí_requeridos I. B. Vis­ 
to 11.9.78 as Dr. Osvaldo Harnanzini - Juiz de 
Direito. O prescnl• edital será afixado no lugar 
de costume e publicado na forma da lei e seu 
prnzo, que correrá da primeira publicaçl!o, coo• 
,IJerar se-l!o trnn~corrldos nulm que drcorrnm 
o~ vinrn (20) dias fixndo, e assim perfeita a ci­ 
taçlo. Dado e parado nesta cidade de Bela Vista 
Euado de .lato Gro,so, oos viole e nove dias do 
mes de dezembro do ano ele mil novecentos e 
setenrn e oito. Eu. Florinda Bcnfte• E■crivlio do 
2.o Ofício, fia: datilografar, rnbscrevo. 
Dr. Joilo Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
retas para, 
as estâncias 
BRA ILIA - O sc• 
nndor Lázaro Aarbo1111 
(MDH-OO) nprestiotou 
dia 21 pp sua proposta 
de emaudn con11tlluclonnl, 
que restubolooo hS elol­ 
t;?Ões diretas nos munlcf­ 
plos considerados cstan­ 
clus hldromlnerals ou do 
interesse da segurança 
nocional. A propo!!tn 
contou com osslnaturns 
de 22 senadores e U2 
deputados. 
A emenda revoga o 
parágrafo Lo tlo urtigo 
15 da Con11tltulção Fede­ 
ral qu;, nfírmn: "Serllo 
nciniendos pelo governa­ 
dor, com prévia aprova­ 
erro: a) da AS1sembléla 
Legislativa, os prefeito 
dos capitais dos Estndoa 
e dos munlclptos consi­ 
derados estancias h'dro­ 
mlnerals em lei esta­ 
dual; e b) do pre&ld,rnte 
da Repúbl!ca, os prefei­ 
tos dosmunlciplos d0cla­ 
rados de interesse da se­ 
gurança nacional por 
lei de iolclatlva do Po­ 
dar Executivo." 
Prato deste exemplar 
SETEAGRI 
Serviços Técnicos de Agrimensura 
Representante: NIVALDO DE BARROS 
Medições de Fazendas para ratificações, desmembramento de áreas, 
loteamentos, nivelamentos e curvas de n1'veis. 
RUA ANTONIO JOÃO, 900 
BELA VISTA MS 
1. NOVO HOTEL . 7 
.-l±!° 
"5ss a° ] 
1
. - E sinta-se como se estivesse em seu próprio Lar: O NOVO HOTEL 1 
CAIÇARAS está sendo atendido pelos seus novos proprietários 
WALTER E OSWALDA RODRIGUES • que estão de braços abertos para 
L
receoe-losa i'õ;;~ d~~;d~~n~AIÇARAS 
___ Po_rto Murtinho _ rv".ato Grossa~ _J

Tribuna da Frontelr 
[da !U! "? 
INDICADOR 
ADVOGADOS 
Dr. Ivan Alonsu da Costa 
Marques 
ADVCICACIA EM GERAL 
lua Voluntário» d Pátria, 376 - Fone 210 
Dol VIta Mato Grosso Sul 
Dr. Gil Marcos Saut 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Rua fillnlo Muller, 320 MII-IIS 
Dr. Pedro José Palmieri 
Advocncla om Geral 
Rua 15 de Novembro 17 
BELA VISTA MATO GROSSO DO 
D1 . .Joelson Peixoto. 
-Advogadn­ 
causas Civeis e Cl'lmlnai'l 
Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Ms. 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
- ADVOGADO - 
PR O F I S S I O H A ·~~ 
Heitor Miranda dos antos 
ADVOGIDO 
OAB - MT IHS! 
Rua Joaquim Murllobo, 169 
Porto Murtinho- MS. 
Dr.Deodato de Oliveira Bueno 
Advogado 
Esorltórlo: Rua 7 de Setembro, 230 
Fone, 43-loG2 
Residência: Rua Coronel Camisão, 54 
fone, 431-1.116 
Ponta Porã Mao Grosso do Sul 
Oficina Mer.ânica 
quarius 
RESPONSAVEL: 
Augusto Flávio (Pelé) 
SOLDA ELEIHICA, OXIGÉNIO, O- 
T O R E S 	E M 	G E R A L, REFORMLS D E 	L A - 
TAHIA , ETC 
Serraria Aquariu 5 
RESPONSÁVEL: 
João Carlos 
Heforma de Carrocerias, Móveis em Geral 
Serviço ·le Conserto em qualquer tipo de 
:i16vol. 
«GARANTIA E PRECISAO" 
Run Duque de CuxlaH (antigo Wllll) 
Bela Vista 	MS 
Veículos Novos e 
Usados 
Compm o vcnde-so 
veiculos de todas us rnnr­ 
cas . Expcriencln 110 ru­ 
mo. Garantia total - ho­ 
nostldade- Quer vender 
o se carro? O comprar 
um o Km? Procuro o 
senhor Osvaldo Augusto 
Gomes à ruaSanto Afon­ 
so 1061. 
Bela Vista Mato Grosso 
do Sul 
Pre .o deste exemplar 
Cr$ 4,00 
Rua 16 de Novembro S/N Av. Brasil, 1595.: Caixa Po tal 355 
Bela Vista Mato Grosso do Sul Te!. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 
Rua 26 de Agosto, 384 - ala 24 Fone 431-1646 (Residência) 	~ 
4-0650- Campo Grande s Rota rà 	lato mosso do Sul 
Hilda Abussafi dos Santos 
ADVOGADA 
Causas civeis - Comercial • Trabalhista 
Reoursos em Geral 
Rua 26 de Agosto, n.o 884 - Fone 4260518 
Campo Grande Meto Groso do Sul 
Adalgisa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 de ronio, 2282 
Campo Grande M S 
Ricardo lllrandão 
- ADVOGADO 
• Cosme Morto te Soma Pio 
ADVOGADO 
Como Civeis, Cr!mino!s, Trnbolhistns, Regnlori• 
znçõcs d<" tcrrus junto no Incro. 
Run Dr. Corrco, cm frente o Praçn Thomáz 
Lor11njc!rn Porto Murtinho • Ms, 
ato Grosso do Sul 
MEDIÇÕES DE TERRAS EM GERAL -PABA RATIFICAÇÃO- DESMEMBRAl,IEIIT0S DE ÃREA, 
LOTEAMENTOS, lllVELAMENTOS, CURVAS DE IIÍVEIS, ETC. 
Grande expe-lência no ramo de topografia e ratificações, serviços executados de 
acordo com as exigências do INCRA o único escritório que conta com 2 (dois) egrl• 
mensores formados para garantir precisão nos serviços executados. E lembre-se senho­ 
res proprietários, na Agrisul você não contrata intermediários: 
IIA AGRISUL É GARAIHIA E PRECISÃO 
NÉLI0, AMAURI E OSVALDO 
RUA ANTÕIII0 JOÃO, 1011 	BELA VISTA-MS 
MQUIA BE ARROZ PAULISTA 
DE SERGIO L. ZANARDO 
Elenice Pereira Carille 
Dilene Miranda Carpes 
ADVOGADA 
CIVEIS • CRIMI Al 
Hun 28 de Agosto, 360- Fone 624520 
CAMPO GHA DE - M'- 
e =, 
eJSJIG 
Inscrição Est. 13051904-9 	CGC MF. 03.201 A49/0001 
Beneficiamento de Arroz 3/4 - Arroz Separado -Arroz SS - Milho - O melhor 
preço da praça - Entrega Rápida 
RUA BARÃO DO LADÁRIO-CXA POSTAL 228 
Bela Vista 
ar condicionado 
Churrascaria Rodlzio pratos à la carte 
feijoadas aos sábados 
atendemos banquetes e festas em gerai 
Mato Grosso do Sul 
'- 
1 • 	F AZIEND!Ellffel. 
lnsc. Estadual 13l63157/4 - CGCMF 03334612000109 - End. Tel. "FAZENDEIROS 
Ep ]EpE rrry2 
VETERINA
• RIOS• H !:'J•J rJ JI d !:-J r!:,.I.!: l.r 
• • MESSIAS MENDES FERREIRA 
Cred MA Por 25/72GEPA 
WATER? MANDES 5IVA 
CRM/n.o 0516 . 
PRODUTOS: 
- VETERlt,IIÀRIOS: Vacinas, S1l Mineral, Soro Anti Ofi'dico, Antibióticos, Antiparasitários 
- AGR [COLAS: lnsetici:las (Falido!, LA VC, Endrex); Herbicidas (Treflan, Basagran e Sencor Tordon 101 e Sccafix); Inoculante 
-- SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho ''Cargil") 	SEMENTES DE PASTO: Colonião. Jaraguá, Braquiária e Gordura •• 
- RAÇAO CARGIL: (para Aves, Bovinos, Suínos e Eqüir.os) 	Pulverizadores JACTO • Representante dos ADUBOS !PIRANGA _ BALANÇAS 
AÇORES -SECADORES D'ANDRÉA 
Orientação de Veterinários: 'Gratuita"- maior linha de produtos agrícolas e vetcririos da Fronteira 
AV. MARECHAL FUlRIAfüO 
9 519 
TA PORÃ-MS 
-----------------------------··-·----------_..) 
P 
•· 1

'l'rthu .i1 d Fron t <>!r 
---------- 
Foi colobradu nu. llfrcju Nossa Se­ 
nhora do nr,rnll, mhrna comemorutlva do 
16º unlvorsó.rlo "Marcho. ela Fum!llo. com 
Deu pela Liberdade". A missa, onco­ 
mendadu pela União Clvlca Feminina, 
fol rezdn por monsenhor dolo Pheoney 
Silva. Cupt1l!lo 'lposontado, q110 em sou 
serm!lo, relembrou u HltunQllo ew quo o 
Pu!H vivia om 1961, o como o povo bra­ 
sileiro mostrou sun. fé em Deus, sindo 
l8 ruu1:1, "RCW nrmus non mllos, apenuR 
com rmn da fé ", 
Além do portlolpunteo do Moroha, 
realizada em 19 de muro de 19(i4, csll­ 
vernm presentes tumbém o secretário da 
JusllQll do Estudo, José Carlos Ferreira 
--- 
l 
CARICIA 
N ao 
Proprietate te levar Barbosa este ano cinco novos 
Fica bem aí, perto do !B1elavis!ense Municípios de MS 
CAMPO GRANDE - O Programa de 
Desenvolvimento dos Cerrados - POLO­ 
CE TRO, oplic.m'l e1:1te ano no nc,vo 
Estado de Moto Grosso do ui, rt1our1<os 
dn ordem do Cr$ 305 . 943 . 000 , 00 esten­ 
dendo sua ação para mais oinco muni­ 
cípios, de acordo com as informações 
do deputado Ary Rlgo. 
As novas aras a serem atendidas 
pelos recursos- do POLOCENTRO, com­ 
preendem as munioípios de Jurdim, Bela 
Vista, Caracol, Gula Lopes e Porto Mur­ 
tinho. localizadas na faixa do sudoeste 
Rua: Pilad Rebua, 1454 - Bonito • MS do Estado, reglúo cujos reclamos vom 
de longa data pelo abandono por parte 
Praça Agnor Carrilho, 276 Miranda MS Aos governos estaduais passados. Dessa 
forma, o POLOCENTRO praticamente 
e&teoderá 1>eus bene!icios a todos oi: 
municípios do Estudo, eom exeçJ.o du. 
região de Dourados, até ont!í.ó atendida 
Serviço rle Torno, e Solda em pêlo extinto Programa do Desenvolvimen- 
Geral, Eletrlca e Oxigenio Recon- to da Grande Dourados - PRODEGRAN e 
dicionamento da Implementes o pantanal que recebia recursos do Pro- 
Agricolas 	grama de Desenvolvimento do pantanal- 
Rua Nossa SenhoraJAparecida S.N. PRODEPAN. .s- l< - e • . _ 
Bonito -- ZM8 - 
[r.a» « - - ee-n» e«t -o 
~ ~ • -•••------  .. - ,__ 1"-~~. ~ ,~---~,A,, -~r-J: 
d e i x e 
VI$IA-LA 
de 
Dr, Enio _Vargas de 
Advocacia Civil, Criminal e Traba­ 
lhista. 
ESCRlTÓRIOS 
!!DIESlHE 
Araujo 
l 1f IDlliü 
de Oliveira, e o representanto do 0o­ 
mandante do 11 Exército. 
Durante o sermão monsenhor Pho­ 
oney disso quo pela fé, "o povo brasi­ 
leiro. unl<lo, tirou o Pais da beira do 
abismo", pois r1 mnrchu "foi um pedi­ 
do a Deus do ulvaguurda da Fé, que 
estava send'l c.imbatidu pelo ateísmo e 
pelo comunlemo, destrulndu as familias 
1> oi! tudividuois". Elo pediu nos presen. 
tas que essa paz, essa llberdu•lo o trun­ 
quilidade alcançadas " ejam conserva­ 
dus, tornando o Brnsll um pula grande 
ulío nponus em oxtenaílo, mu.s, H!m na 
sua tó " . 
Polocentro beneficia 
DE FRANCISCO EL!O BA'r1LLANI 
PADRÃO DE QUALIDADE 
Em Bela Vista hospede-se no P A, ·o RAMA HOTEL 
PRAÇA A!VARO MASCMRENAS, S/N EEL V'STA/IS 
Campanha da 
Fraternidade 
Reserve o ta é 'e tetas 
A Igreja como Me tenta 110 
bem viver de seus filhos, volta-se o.­ 
goro, atravós da evangcllzaçüo, a 
refrear o processo ucelnado de de­ 
sumanização, conclamando o homem 
u viver us Yordades do Evangelho. 
Preserve a terra que é do todos. 
Preserve o espaço de viver que 
ó de todos 
Preserve a água que é de todos. 
Preservo a ma1a que é de todos. 
Preserve o alimento que é de 
todos, 
Preserve a 1;aúde que é de todos. 
Preserve o ar que é de todos. 
Preserve a comunioaçllo que é 
de todos. 
Preserve a tranquilidade que é 
de todos. 
Preserve a justiça que é de todos. 
Preserve a infância que é de 
todos. 
Preserve o valor do trabalho que 
ó de todos que trabalham. 
Preserve a mcmórill do povo 
que é todos. 
1y+i 
.. IS UQ 
efi mv. - 
édic 
ra 'icalo 
ele ema Jrli. 
Jardim - O Dr. IJcrhert 
Augusto da Silva, figura já 
merecidamente querida em 
Jardim por bo• vontade cm 
atender •eus clientes seja a 
que hora for, principalmente 
àquclu mnia cnrcnte•, lln.Al­ 
mente, consulu sua transe­ 
rência pura noHn cidade. 
Ele era sediado em Gula 
Lope• da Laguna, e ha já tre 
meee•, que vinha lentando 
radicar-e definitivamente cm 
Jardim, ogora graça8 ao Dr­ 
El6i Pereira, dil(nl,simo Se· 
cret.ário de Saúde, em ato 
oficial, teve ma tran.fuênola 
decrttada, e estará diáriamen­ 
te, de segunda a sexta atenden­ 
do pela mnnh~ no Po,to de 
Snúde de Jardim, e no Ho» 
pital Mnrechal Rondou. Esta 
é urna excelente aqui1içiío pa• 
ra Jardim, que aulm, dora• 
.-nnte, poderá contar com um 
excelente cirurgião, fíguru 
humana de primeiro quilate, 
e que por certo, continuará 
hendiclando 01 menoa favo­ 
recldo1 de Jardim. 
Otica Ponta 
a 
Rua Guta Lopes, N? 309 
Ponta Porá 
Porã 
Especialista 
Ltda. 
Sala B 
Mato Gros110 do Sul 
RUA 14 DE JULHO, 2.014 
=,a7p 
2 ± t la. 
ÓTICA CIENTÍFICA éCULS, JÓIAS, RELÓGIOS, PRESENTES E TROFÉUS ESPORTIVOS 
AVELINO DOS REIS TICA OS ELEGANTES DA CAPITAL E REGIÃO 
CAMPO GRArJDE 	MATO GROSSO DO SUL 
e+ :..I I . , w 
f L 
O sonha tornou-se Realidade 
,gora em Bela Vista, Existe uma Ghurroscaria onde você poderá levar sua: 
esposa, seus filhos, sous am.igos o sentir-se realmente em sua própria casa. 
m.sr. . 
Aquele algo mais em hurrasaria 
DIZIO COMPLETO 
Rua Duque de Caxié'd	oido do Ginasio Estadual) 
Bela Vista MS

Erem-érides 
O lmrnllelro que nsHlna o artigo 
quv trnnAcr<wo d,1 o O Entado do S. Puu­ 
lo de> domingo úlllrnu, Hlmph.,1m10nto co­ 
mo o Hr. ,T.n. da Capital, m1111 qllo nutu­ 
rnlmt>olc oump1 lu 1111 1101·m11r1 jornt.distl- 
0118 mpotas pelo runde jornal brasl­ 
h·lr·o, moxeu o l'omrxeu num uosunto 
do oapllnl lmpo1·1/lur.lrt porn o momento 
poll!loo que vivemos e cn oRtou total­ 
meto com ele e possivelmente, multos 
brasileiros nossos conterrâneo, meu8 e 
<lolo V<'om o OUl:io pot· 0011n formo. 
Vejamos o que ele pensu o es­ 
crove: 
Sr. Redutor. Fala•H0 agora, quase 
quo sornonte om anistia e unlslla 11mplu 
e irrestrita, aos punidos pela revolução. 
Jnl!,tlu, diz o dlolont'lrlo, é o "os­ 
queohnonl:> lle crimes polittcos". E tom­ 
bem, o sinonimo de perdllo. 
Que dizer, preteude-se uot1 puni­ 
dos pela RevoJuçto, o perdiio, o esque­ 
olmonto dos crimes prutloudos. E entlio 
volturilo eleR a se apresentar como oi-, 
dad!lo dignos, lllb11dos. Por CPrto, os 
adeptos dn unlstla !hei; desejarllo, utnda, 
um concPlto elevado, tnlvez até maior 
do que aqueles que sempre respeitaram 
sempre cumpriram as lole. Que estimulo 
maravilhoso para que hnja ordem! 
Tomemos, para exemplo, dentre 
muitos outros, alguns nomes daqueles a 
quem desejam sejam nnlstladotl. Em me­ 
mória Juscellno ICublstscheck e João 
Goulnrt. Depois Luis Cu rios Prestes, Leo­ 
nel Brlsola, Francisco Julhlo, :11guel Ar­ 
rues, Jílneo Quadros. Mat:1 lembremos 
também: n!lo foi o g<>verno do sr. Jusoe­ 
llno que nrlonou violentamente n espiral 
1 nflaclonãrla? n!ío se falou multo 
tnlou multo, não se comentou muito a 
respeito dos desvios de verbas, etc, des­ 
ta ou d ,l. q u e I a m n n e I r n, 
nne dlvereus obras feitas no 11eu governo? 
Nllo foi o governo do sr. Goulnrt de 
permanente ngltnçilo, causando enorILe 
npreensllo, desassossego, quanto ao 
destino polltloo do Hrnsll, levando as 
Forças Armdas no I! sto heróico de 31 
de milt·ço pnru restr.hclec0!' n 01·d('m e 
tumbóm pura pr"vcnir o qu<•. r-o c!izln, 
uconlcceríu u 1° de m1JIO do l 9G1? E o/lo 
provocou ainda o aumento gulupanlu du 
lnflllçúo? E o !:ir. Luls Cal'ioc; Pre,tcs, 
que desejam regresse já o Brasil, quan­ 
do Bl-'nndor, nüo afirmou qun, cm cafio 
de guorru r~ntrf1 o Brasil e a Husslu, to­ 
mnrlu armas 11 favor dn Ru.,slu? Pode­ 
ria um brnslil.'if'o fc1zer tnl nflrmaçiío? 
Não foi o sr. Brlzolu um elemento ch~­ 
vc, Influente: no govnno do Sr. Ooulurt 
e que orloutavn ·u agitação reinante? E 
ulnrhL, depolR de 1864, não esteve ePlrol­ 
tumeute ligado à guerrilhn no Sul do 
Pai!!? Nilo foi o r. Jullo quem ngltou 
o Nordoste oom a llgu camponcsu? 
Não foi um desrespello do sr. Jãnlo 
Quadros à nação, a sua renóncla à Pre­ 
sidência dn Hepúbllca, nté hoje nlio 
expllcndu'? Ainda mula tendo que deixar 
o cargo uo r:;r. Goulnrt, com a conse­ 
quenclu lmaglntí vel9, já que por suas 
conbecldus atitudes o sr. Goulart 
fora obrigado a deixar, nteriornente o 
Ministério do Trnball>o? E a grund" 
confusão e dP.spesas que a renúncia 
provocou? (i1Iulto bem a visados ao dara m 
aliás, os ministros militares do governo 
do sr. Jànio que não desejavam entregar 
o governo UQ novo presidente). 
"Nilo são verdadeiros esses fatos 
em qu11nUdnde e natureza, mlnlrna: 
todavia, a vlstu do que era comentado 
pela imprensa falada e escrita e pela 
voz de povo. nu époen? Nilo camrnrum 
fl não couílnuum causando sacrifício à 
ai;ião e- ao povo, principalmente à pur­ 
te mais pobr<>? E Isso não tem 1gnlfica­ 
Q1ío alguma'! E que punirão •· De Fat0 " 
tiveram por esses to A lnflnçllo, uma 
dae nefastas heranças dos últimos ao. 
v~roos, n c_ujos chefes desej11m a anistia, 
na.~ é n mae da mi1>ílria e dn fome da 
maior parte do povo, de quom os que 
ISTO PMIR 79N0% 
C9MIM... 
Estivemos em Cnmpo Grande on­ 
de pulsa o cornção politico do novÓ fü. 
..._ t!ldo, o lã, em contacto com alguns de­ 
putados e elementos ligados ao governa­ 
dor Harry Amorim Costa, tomamos co­ 
he cimento que existe uma "real possi­ 
b11idade do prefeito Castro Pinto con•l­ 
nuar no ourgo. Alegam os "entendidos' 
Qllt:l Httrry Amorim não deverá eubstltulr 
todos º" prnft>llet. da~ aréas do segnrau­ 
ça, p1,is, alguns deks, já ~e entros>J.ram 
9 a uova sistemática administrativn. 
Em Bela Vlsla, onde os prlnciouls can­ 
d1dat11~ tEvlltli-lo Miranuu, Ely cfe Araujo 
Barbosa e Costa Marques) à sucessão 
<lu .U~lr., Pmlo tlt:l euoontruru t!lll com­ 
pso de espera, existe, tambem, uma 
expectativa com referencia à cÓnttnut­ 
dade <lo atual prefeito. Alegando a situa 
ção estável dn Prefeitura ~1unlcipnl (sem 
dividas, funr.ionalismo em dia e capaci­ 
dade de endividamento de 90%,} os 
adeptos de Castro Pinto . (verea~ores, 
alguus membros do Diretório e "multa 
gente• do povo )consideram u sua gei:tlio 
õlnamlca e acima de tudo, muito res­ 
~onsAveL ~fos, ,?utra ala, ''tambem com 
_ente do povo e reforçada nor vários 
deputados, vereadores e alguns membros 
do Diretor10, afirmam que "para Bela 
Vista progredir e destacar . se POLITl­ 
CAMESTE nc> Estado, é de extrema ne­ 
CPssldade a sai da do atual prefe ·1 " 
sta é a siusç cn teia tsi, • 
c1plo cons1demdn cl<> !'egurançu nacional 
onde u pohtica é [eltu nos bastidores. 
por falta jn p,nliclpação ativa do pov 
u1 d1ch,oes maiores da comunldaàe (IP) 
Castro Ploto no ludo do D» 'G s r. uey ,,ze- 
,•edo Diretor Geral da C'xu. Economiou 
desejam a anistia dizem ser os defen­ 
ores? Que lóica é essa dos favorave.s 
tl anistia, um vez que lamentam a de­ 
graça. a miséria e a [ame e desejem n. 
lmpu11lr]ado oos rnulr;rcs rc pon vefs 
por ela? 
" ,uistia lJincla, de carnbullrnda? 
1
ão tem cablmc11lo. 
É posr-ivel quu tonhn havldo, nus 
puiçõe, injustiças ou excessos, mas is­ 
AO é pos-.lvel Fl'I' rP□olv1do coro a rovJ• 
oáo dos procesr.o~. o quo é jualo e Jou, 
vuvel. 
Nesto caso, o punido injustamente 
ter{). n
1stabe)ocidu a rua dlgnldad" 1!m 
pedir p"rdão, Hc>m d"pender do favor. 
ActP11cenlo cu quo lrunscrevo o 
preente urtigo-cnrtnu dente leitor de " O 
Estado de S. Paulo " - Qual <lrler, ncol­ 
tnrln a revisão do proccrrno ou dos pro­ 
ce6BoR a que respond(>, poruntrt um trl­ 
bunnl ungido do plena coseiencia de 
Justiça? 
Quero crer, Isto purquo, rouvlvn­ 
ria u chama da opiniilo pública e pos­ 
sivelmente vlrla a tona muita coisa da 
qual só temos urna levo suspeita osrn a 
verdade. 
A grndeço ao cidadão credenelado 
pelo grande diário de S. Paulo o que 
Pscreveu e cumpro com pruzer o dever 
de tranFcrt-vê lo para leitura e ·conheci­ 
mento daqueles que por motivos que oúo 
me C!lbe definir, não tlvern:n n oportuni­ 
dade ele dele tomarem conhecimento. 
O Brasil antes de tudo! depois, o 
resto. 
Prof. Stumpf. 
NR: Coocordnmrs 
com o Sr. JR. 
plenamente 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
Causas cíveis, criminai• e agrárina. 
e:,crit. Av. Duque de 
Jardim. M . 
Caxias, 878, 
Deputado Solicita 
patrolamento 
estradas 
das 
O deputudo Rob-~·to Orro. do 
:ID_O, aten1endo apélo da população be. 
la vistense e jardiaense, solicitou ao 
D_ERSUL que tomasse providêncins ime­ 
dtatus pura dotar de condições as estra­ 
das que ligam Rela Vi,;ta à Ponta Porã 
Bela V1;;ta à Porto !ilurtinbo, Bela Vistà 
à Cara.cal e Bela Vlsla à Aqulduuauu. 
O DERSUL se couprometeu a l:!nviar g 
máqumas, atndu esta !:!1:mana, pora a­ 
trolar os rPspectivas estradas que p 
encontram intransitáveis. A roa}, 
(rodovia?) que ligu Bela Vista à Pont! 
Poru e um eterno pr?blemu, cnuse.odo 
transtornos aos motoristas que se ven­ 
turam a transilar no "picadão". 
CADEIA PÚBLICA 
... O, drputado Orro, veio coeiiprov·•r 
m l_oco • a situr çiio da Cadeia Públid~ 
que Já mereceu reporta<7,'m lia TF .. • 
eco foi o silencio das áktoridade. { {{"l 
"'Ud O fª 	"· VO• 
., ., ro IcGu abismado com as e . 
diç@és_de mossa cadeia. chego« ", 
uftrmar que u mesma não serve "nem 
pura guardur animais, num verdade1r 
atentado aos direitos humanos". D1sse 
ainda que tomaria providencius junto 
Secretaria de Segurança Públieg, soj. 
tndo_ go shor seeri@rio que na,," 
Relu Visto paru sentir 
O drama d ª 
povo esqutcido. 	esse 
Aconteceu no dia 13 de 
março do 11110 de .. • 
I 9,; • J:,,, olta H:i J-.tnlt 
Militar. Ne«e dia os lunt 
da 'f, I. do llio tfp Jn11ri,n, 
comemoravam o anirerário 
da rendiço da e+qvslr4 
tt'' 11l rn,l~. pro '" o , .- r n 111 
manifestações de degrado 
ao nral comandante do 
estabelecimento e no ,0ver. 
110 ,fo HC'pM,llen. l'rudro1a 
<l.- .!orai, d~ rrC 'll o inri­ 
dente nu Menagem preen. 
tada ao Cagre»o Nelonl 
em 3 de mio de 1895. Bor 
exc+os na tarde desse dia, 
'i'Íll••e o cowandanlr (lJ 
eontinl!e11rlo d.. ,J,..Jij!or, 110 
1 
dia seguinte, ementa alunos 
que vHific:iu ,errm ,., 
principis autores das suadas, { 
0 desligamento deses alunos, ] 
porrm, em vez de er pena ] 
t-xrmplar, foi ~fndn cnnfNIJ)rO• 
ducente; porquanto, o l 
retirar-e da E,coln, o Gen 
C'omnndaale foi rnrprcendldo , 
por uma Hrdadrira e 1 
1n1ulruo11t ,·afu. quu lht 
danam os olu1101-prnça,, 
colocados nas janela8 t 
baluarte do ediíicio; ulrOrt• 
dt"11do o i:enernl rrunb r 
o» alunos e reprrf."ndeu- o, 
paternalmente . I,so pnre,m, rir, 6 
nada , a leu, Pº'" no ,nrr ria r 
E•coln, em Prguirla fni 
novamente vitima da mais 
e,trepido,a vaia. e oindn nn 
dia seguinte, ao entrar na 
E•colo. encontrou 01 aluno,, 
então oficiai e praças, em 
e~1orlo de rompleta lnrnbor­ 
drnnção, dnndo /!rito, of,111i• ! 
vos a ele e 110 governo, 
execulando um plano previa• 
menle combin•do. O comon­ 
rl3nte • . . acompanhado rle 
força necea,:lria e deYirlamune 
autoriz,do, deu baixa ao1 
aluno•-praças que nli Ft 
achavam e desligou o, ofi­ 
ciais.,• 
1669 - BreYe do Papa 
Clemente IX aut<.>rizundo a 
fundação do Convento dni 
Freira• de anta Clara ,11 
Desterro. em alvador, BabÍl. 
1748 Morre em Lisboa . 
Bernardo Pereira de Berredo, 
!!Overnador e Cap, General ,lo, 
Maraahiio entre 1718 e 1722 
e llUlor doa" Anais Hi116riro, 1 
,lo E•111d,, de J'llaronbão"' 
(Publicado eru Lí,boa em 
17-19) 
1855-- A vila de Moei 
das Cruzes é elevada a cale~;;. 
ria de cidade. 1 
1870 - O 53.o Bal.Alhão de 
Voluntários da Pátria. depoi• 
de participar da Campanha 
do Paraguai. chega a Perna­ 
huc,, a" bordo~ do navio 
"ltapuru" 
1912- Euclides Malta 
renuncia ao carn-o de aol'ern1l• 
dor do E+ado ã ia@ias. ' 
Prof. Stumpf. 1 
-- 
SERVI.O ' 
> 
A EDITO- 
RA "APA '' 
~ 
e 
l 
(, 
na, 
D 
D 
Mt. 
"r 
te 
o 
nl 
e, 
nt 
0p1r 
de 
crn 
co