No t>d!e~0 d" onti>r!J, no última 
pflginii, fol ln <'r,<111 ur l'l. 111,ticla, fl rundo 
n qunl o 11l11>il J>l!•f ito munic• pai d 
nela VIsto, 'uben ±!berto A jl 
C:a•,lro l lnlo. _"lort"r', C<llltinu•1r nn ca·go. 
l'.:iln p,,.,~11it1tdl' r/c ((•' lrr. .. •nte ( XISI(• e 
;o T·preta dissabores par nossa 
cidade, explicamos: O utunl prefeito, 
que pn•ou rnr ulf{11r.1o<i a1itu<h-i; p'llitic-o!! 
nilo condlzent~s com a i-11,J "XPc>rlôucia 
e trndl<,:lí_o, nor riutro ludo <lf:u pru,·ai; 
trrefutó.vr1A d!' l'Pr um bom a'lm!ni<:trndor 
Nilo v;if nisto oaoitulnçi,, e retrocesso 
e°:1 nosf;o manPirn dP peu,-.ur. pol~ i:erupre 
nf1rmamoi: i:er i:, f"l!L gP,ltio Pqulllbnd!! e 
dP vnlor. orlac·ip·,1niontP no 8f'lor ,Juca­ 
cional. ('omú 11s dirf'!r-izP11 rfo Plttn>!lto o 
rlo ERPE d:1o ênf11~t' ae, sf'tor cit».do. bfio 
rle convir os ci-1lcos r!e Castro Pinto 
que a sun Eistomálloa é corrota. N11srn 
prohloma • se por1emos chamar prolife. 
mas os desencontros • são de ordE>m 
política. Interessante fr:!'ar, que de uns 
tempos para cá, S. Excia resolveu ''ser 
mais flexivel" deixanrto à sua equipe o 
papel de sanar as arestas e equilibrur 
a~ _op1moes. tarefo. rliga-se df-' pas1,u~0m, 
dificil e que Pxige rill'!l seasfoilidade. 
Após anollzarmos fi~ fltitudes de lllguns 
políticns belavif'tenses, SPus pronuncia­ 
mentos, tlUíl ::itu~ções, chPgamos a con­ 
clu~áo d1:1 que u permn11êoci11 de C,1,,lro 
Pinto dependerá de sua babilldnrio Hm 
contornar algumas pres,;ces do grupo 
independente. Tomamos conbecin::ent.o 
que S. Excia e;:tf com proje~o de pavi­ 
rnentaçfio usfáltica e pleiteando a compra 
de máquina~ e t>quipamentos pnra dina­ 
mizar o setor de conseri•ação daP ruas 
a ~strudas vicinaii:. O depute.do RubPn 
Figueiró r, prPsentou um projeto ri<' Lei 
excluindo os muuicíplos de Bela 'vist~. 
Antooin ,Joiio, Ponta Porii. Porto :forli­ 
nho, Arnl :foreira, Amamhai. Caracol, 
Corumbá, Iguatemi e ~.!nodo Nr.,·o dos 
capitulados como p~rtencentes à área d~ 
Segurança Nacional. Com a aprovaçií.o do 
P;-ojeto, •a eleição· pora Prefeito vict>-Pre­ 
feito, verificar-se-ia em 15 de nwemhro 
de 1980. pelo voto popultlr. A hipótese. Fe 
assim a pfld,>rnos chamar. é Yiavel vii:tll 
p11lo pri!"!DR d1J Hbertura c0locad1 em 
prática no finPI do GoYerno Gei,:el e 
quP sP.rá C'>ncretiznrla no gov,,ruo Fig
11ei­ 
rrc!o. C 1~tro Pinto pod•"t'á continuar at
5 
novembro de 19'<0. ppoca em que have­ 
ria (•!eiçõe-: diretns para prefeito ( caso 
seja aproYado o Projt::to de Figueiró ) 
e teriü. a or-ortunid::l'le de executar al­ 
!!Umas obrar- que já f2zem oarte de seu 
Organogama de trabalho. Nosso joral 
não reµrt'Eenta Interesse:-: de grupos e 
perm~nP.ce suficientemente mdept>ndente 
( contrariando opiniões pré-concebidas) 
para sugerir que 0 senhor Governado_r 
Harry Amorim deveria aguardar as def!­ 
niçõe,, e oa130 anroYern o Projeto Figuei­ 
ró, não mudar ~s Pr.:,feitos pois, um nno 
e meio {: prazG muito curto oa!'6 colo­ 
car a casa em ordem e realizar olguma 
coisa. Ê preferível manter os atuais at(> 
No,·embro e dar-lhes condições de tra­ 
balho. 
.,, 
Ora. Ana Maria Vieira Rizzo 
OTORRINO LA RfNGOLOGLA 
Cirurgia de Ouddo, Nariz e Gargnotn 
Trntamento da Labirintite, Testes 
<le ,uctiç:·,o, lndicnção de AporP.· 
lllo, dn Audiçiio 
ilORARIO: 15,30 as 18,00 o 'Iol 
Rua XV de novembro 9s9 - fone: 6
24
.9 
C.ampo Grno'ie 	MS 
A Ili"!'.'' fl (jt:1' 
('rn hP11t• 111n fl ,r Pel 
ncontPCÍr."0J1ll) 1 ljUI íl 
ht>lnvli;te11 P 111,,  
:,1,TER!.L u.t n·wo 
L! go nc começo ds s .nn 7e 1r- 
1 AIO<! CQlTC'/.! 111!11111 ; dt' pnt de- CPll- 
Crl'(O <" curr tPi dt• ruli,-; p 1r II r, ele•, 
rb gararn nqui e deram umnu volts p­ 
la cldnade, consolando rim a pop!ao 
que V •m ,mrrnnrlo ltr nrJ, dr p: l"ll• /'fllll 
n pr ·carlrdurJ,, da pr, •rg-i,1 qu • 11 ('l(fJ'l' 
nos fornPCP rncinnnrla. 
Não ó cr íllca, 1nu11 ... 11 v!'frl'• rle ó 
que Hi'lri 'i11ta ~ 11 ••njrilrvln. ficando 
para <l<'poi11 '15 sr•u-. rn,1gnr>1> int..,rn,pei,;; 
nr::i-lm tem ucorit:--cirlo quando t·O truta 
dP rr,rn]vPr problt•mu'l rle v!t.1.! impo1·­ 
tá11cla p,1n o oos!lrJ povo. 
Ano fH!!:!SUdCl, QUfnrlo r111r1ou pP)f 
frooti>lrn o Sr. , Hnl,tro dn<i ~linaF1 " 
Energfn R U,·ki, lnaugurnnr!o 1• vinda ria 
forço. elétrica de l;ruhupung(l. Pm Pont•i 
Pori, dizem au prometera voltnr a :la­ 
to Grosso em DP7.f'mb, o. par .. a mem 
solenidade nesta cidade, porém, fiC(>lJ Affi 
prornei;!la. A luz foi ini:1•1!:Hl·· ,,m Anto­ 
nio ,João há mesrs P o~ lrab 1l110s cure­ 
de de RPl11 Vista sofr,.,rnm iutNrupçilo. 
Enquanto isso, o R:-. PwJri;, Pr,•fr•ito de 
f3'.)nito qu
0 afio tioiJq Iuz nem nada <!(• 
prnmes'.,::.i. [ai pr f. falou com os ho 
mens e conseguiu imediat mPnte pura 
i=:üa cidade a ligação de eneri» de Aqui. 
daua[Ja, já inau(lurnch há muito tPr11po 
também e as inst,i!Pçõ '" d,• <'llf"lf)O r.r0_,_ 
Pe~u'."m rápírlas para l!01q11'-', mPreê o 
interrs~e ~oarnrlo pulo '- 'U t:aciquP. E a 
dP 81°la Vist;i'? Parou Rimpli>-m<>n!e. fiC/"JU 
P'll'li depoio.. ma!' .. ngorn. com a chPi?U· 
da r_!,ii; 3 carri-tas. p,1r0cP qur> a r:oi<;a 
vai sair. 
Dus queira que o sargento a!cai. 
de de 'ioa(jUP não passe à frPotc, do 
nosso mui Clisliat0 Grnf'r<>i Prefeito de 
Bela Vista, □"SR'I re"llzaçiío. 
O povo iomou um:ct nova corag~m. 
Ainda bem. 
A <'IDADE 
Re'amaçõ+s hviam muitas. Esta 
[olb·, mei:m:J. foi porh-voz e fez alusões 
dos c»me»trios sobre o estado da nos­ 
sas r:ms. 
.-gora, uma palrola esít m~paodo 
as vias e a turma da limp·,z:i púLli(''l 
fJJz um esforço para irar R 1-ujP:ra d!:l'­ 
mesmas, o que vem satisfazer os dese­ 
jos dos mun?cipe!,, ficando u cid':!<!e com 
arC's no,o~. la~ t()m ffiUitv por f -zer 
ainda. 
Tudo bem. O governo estt ag-indo. 
BANCO Fl 'ANCliL 
O ponto t1lto da sero1na foi na 
sexta-feira, din 23, tJuandn d 1 innu-:;u•·a­ 
çiio da Agenci11. local ào R-,!!co F:na::i­ 
cial. que era anciosamente e:praia. 
Fruto do esro!'Ço rie ::i::::1: Ernp~~-i:i. 
vltoriosl'I, da qual fazem n,r ,,., i~r:1üoc; 
Coelho. amigos de Bel& Vi-::1, qu;, àr-gde 
longos anos cruzg:n por p,;;3.;; põ. __ z:>.:.is 
!}U fain! da pr• fi<,. 1,> pê(;U l :stas q'"e Filo 
nii.c podiam esquever cST:l cid.!ldt-', o St>U 
p<,vu, inst'.Jleodf' por i,;,o nq:11, um::i A­ 
gência !!lodebr. pc!~O S'::'rvi:: os bot::;ene 
dn agropecuâr:a. como tnmbêrn todo u­ 
quele que se ;n·npuse1· a lutar: pela pro­ 
dutiYidade, gerondo riquezas pnra Po-i;o 
município. para o msIs tsvo Esado: 
Mato Grosso do Su!. 
Natural: E s bido de:-:d(I. logo que 
n 
l'Oln'l q IA ,!11 
ti(' •I I I Ili º· 
(' !li 
qll •! 1l! 1 . !lln),. 
q11 •fc, .in I o a! - 
" 1 IJi:vtnh l'I 111111 
Dgoo de nota (por Ivo 
tão sol 11 ), CJ rude e ir11 r eim nto 
<l.· 1 111!•1:-11 q11 E!J .lt •e• 11 " deu bri!hyo 
n () 1 t (), 
. C:l!llVB, 1)11<' r•oí ·1 un", "P 'fJU li 
pó, reou n l·•HJll!'•, 1llinrl> <'OI:. O JÍ· 
j!Ol' do ~-,1 ,, l 7. 
1
) lx r 1 
lloii, r i1r1 •·? 
,, H! A FOLl'í ICA 
De v,:r:1r. la 11, l'!-:·!J'J c;tn•'(), 
prú:·1•1· r!c "'' f(',t<J() cl:! ri1;1f:ir-:1 tii.: e·. fltJ 
Gra11rl" hl<Jll-lílP q,Ji• 1 m 1110/1<1 •,1'n1', u o 
huvi, (1 1 Ir iç·õ par, 111,vc,, 1)1;- ,eJ : l 
1,c,lítíce,'i. () n· 1 J fJ<•11 p ,r, ,!Hj ol 
'Judo 11z11I, a/lo a li, ni'! 
O dantao Rben Figueiró acaba 
de apr sentar Pro t, de Lei excluindo 
os muc1e1;i,1Js 
1
.~ A··,a:r-baí. Aa:oo:o 
,'oG.o, A!·ul .Hvl"'Ü'B.. HPlb ':i,td. Cat&col. 
C::iru...,b'i. fau •e, í. L<.1óit-ic
1
. M:rndo '.o­ 
,o. ?onw Por. e E-o~:o Murtinho dos 
capitula os cm pertencentes à átsa 
da ~~uranç 1 ~-C!nP't'.. 
< rm u ur-:·~-Yaç•io do Prnjeto, a 
eleiço para PrE .!.'..:.o e ''ice. ,·E,!~.·e· r· 
se ia em 15 de Novembro de 10. pelo 
OlO D ip !· r ..  iU-t f!:::a!' o projetn, 
r 1~:ie F.r;t:c>i:ó. "E t'.l!!lOS rn:.i. ,rn:-r•::-n da 
iIOVOc, t'.!'J!JO : te:np'.JS d-, d ::ivcl'a1·· .J. 
em q1.l. o p::,,·o. p!ESO a pa, u ,;-;;i 
sumindo at vés de suas representações 
po!iti·as. as rédeas da vida N clona]" 
e concluiu "se ingressamos mi plenitud 
1.le□..:!,L:c •. que o,, primrir-< _; j.>. 110s lilf-• 
j .. w c_ctos a:rnY2:; !h s.t.:.o!:wmt d~ 
nossos municípios". 
' 
til' 1 
h 
np{f-' 
1 i( )1 I 
1w1,, ,1,, uni 
nrvo@tamartn [ 
relon! lo f o 0 
'10 "it li :tlflm "" lnfor­ 
r l 'ÇÕt t' (J'll'llf•JÇOf',_ 
que venham a trazer 
11 ·1pf1
1'f1) • , flilll■: f)flJJU­ 
l ·o 
pó visitarem o 
Jf" ,111(·1! V:ir ,.,"11111 Ron 
tn,1 ••·1 ,•omp-111hl;,. cin 
r.it, tJ11 i·• <!Q LimH• 
, JI ;,,,,.. "• el)T11"1'­ 
montar tod ns 
,:! •t••f'lr>!i alf"ll· 
,,,;, p, I:• f11ltJ1 
<•ll!ll'l'1111/:J • 
prftrnte 
tJlfl rnp. 
, nt·o do 
,., • .,,,l"ín fnl'(l 
1 +rio, qe mate. 
rrh ntrerne 
pt1 :ti Ir ,l(,f, 
(jt> r r1tr•m1'ífi 
tn!nl dr>­ 
.,_.,,·'! •r Pl•llz:irJo. 
nqn»' nsnmj o 
i;-ii b•.i;fr>J,.'1'1:,!'l, !H>{!IJn• 
do pal vras daqueles 
t6n'o, nnm rln'5 
palhrrg ris Ioder. 
nn d r. •~•
1
fl. 
n a membro d • 
mi«a 'oisrm Jr'im, 
!"'lUi'o 1-J, rn iM.n·fc<ti('Dft­ 
rl,... a rr t•: ... i ~~rr.. f', TI) O 
+++h+
1}o da [1uç 'e 11 
r+h onHinyrá 
r.,.,. n-, ... ..,,,,,,..,,n, :ct im- 
nn ·tnoia roínirn no. 
ia rnr .forrt 
1+ 1 tnt do hos­ 
pito!) ao oom pq mi+a 
a1 p0«!imos n oi?do, 
trfj«Hnnoi mor ele 
onsjdnra'os da prime!­ 
ris=imn lirhagem. 
Fiea prtnnto paten­ 
tendo de e mteria] 
.U"' "º "mbor:- aintie 
P".'ll ;,(;~1-rn !"P0U"llO "" 
;J(' <:tJ:,..,,.,i<;, t"l'flO!i. i■tO 
im ,far .. ·•vr tot11I 
»no'o mnnhs dn 
'1O'' +ar as consi­ 
z mos paro]hr, mi me­ 
'1or bem palhar nos 
her'to], dependentes 
"'U,, o:')'"'J"'- cr.m nn11s!lil 
;_ .i'i- <1 <l,., P Jl'l~•mn 
hospital. pra zelr pela 
síjde do tolo nó«. 
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Agorl:I. em Bela Vista, Exi te uma Churrascaria onde voc·ê ooderá levar sua 
esposa, seus filhos, seus a!'Lligos e sentir-se 1·ealmente ein sua própria casa 
MEU R 
Aquele ai go mais em Churrasc~ria 
- RODIZIO COMPLE JO 
( Ao lado do Ginasio Estadual ) 
--~---- 
,· 
Roa Duque de Caxias 
Bela Vista MS - 
...

V+A ·e:: 
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stado de !ato Grnso 
f, ClC .. 
Faz Sabor o 
' P O prt •r ( 
Edlt:il v!rPm ou dfe cunhe!mmt lt• _ 
mn, com o pruzo de nt (20) 4i 
Nelson Pote « ;' 9" 
Meti Luiza Li6no Pai, {"""",} P. 
dos re ll t • 
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ai /o', T 'SI!entes em luur he t 
Lo subl.:lo. p.1r,1 l'Ot•JfJ tr<>r• n " ' g 
l I lf 
' • tr• l'I l'lll 
• 11 7.0 e IAnf «/ar Rs no t" 
• 	À ~ 	- V 1' f"lfl f!(I 
oceO de Execução n9 947g 
l 
o 	"- o np; QU ' 
exequente Banco do Brasfl s/q ,,a 
nfórmc pollção ci de,r,,
1t·lio •
1 
n ° 
1 t 
. E 	li ) l •X() 
nnerOs. Excelentíssimo Senhor Dr 
. !lz do Di1 t•lto da <'OIT'll?'(.''i r}e fü,h 
vista_Fstado de MAto Grosso, Banco do 
Bi'llE-11 S?_cletludP Anôolma. Fi11nrn ()ficii1I 
de Crf>c11to, ÓI"giio da adnilnli;trnr.ilo 
Federal Idlret (art. 178. tncl4o J' 
1 
Decreto Lei n° 20o. e 2/26i ét4' 
lolegrnute do 1,J~lpmu flnnnceil', nric:ionnl 
MPmhro do Coni-clh0 font>tário 'Rclouai 
Membro dn Cornlr,,ãl) Conpi1ltivu Bancll• 
riu, ln:lrumenlo de Execuçiio cta Pollticn 
Credlt1c!A. do Governo Federal. gnznndo 
do fuvor"s, 1sençO<:!R e priviJl>gio~. inclu­ 
sive frncnls, que são pr6prl0f' da Faz1·n­ 
da Nacional (nrts. 1.R.7 rn o 50 dn Lei 
nº 1:í!J5, de 31.12.1961).'com o foro pri­ 
vativo da União com() rn1tndat.<1rio de!!ta 
e nas operações que a lei especifica 
(artigo 70. da Lei n? 5.010 de 30,01966/ 
aom !<ede em Rrnsilia, Distrito Federal 
e agência nestt1 cidade e comarca de 
~ela Vista (mt). via de seu :idvogado P 
procurador que esta subF:creve (d(.>c .i). 
c1
1m e,:eritor10 na rua Guia Lcrnes uº 404 
na cldarle de Ponta Porfi. Ei<tnd0 de 
Mato Grosso, onde recebP inlimaçõe;, 
(nrt. 39 I CPC), respeitosRmente vem a 
presença de Vossa Excelência propor a 
presente execução forçada contr;i. Nelson 
Postaue e sua mulher, dona lhrin Luiza 
Libório Postaue, brasileiros, caa~don, êle 
bancário, criador dP bovinos, ela de l>1r, 
residentes e domir:ilinrlos no município 
de Caracol. cC'marca de Bela V(sta (:líT) 
pelas razões de rato e de direito que 
f,assa. a expor: 1 - Em 16 de março de 
1977, os Exeoul;;tdos. toroaram-R'i' deve­ 
dores do Exequt>nte da importância de 
420.000,00 {quatrocentos e vinte mil 
cruzeiros). pela emissão <la incluso 
nédula de Ct'Pdito rural pigooratícia e 
hipotecária E?I 77/íl0149-x, titulo ri.e 
crédito regulado pí'lo Decreto Lei na 167. 
de 14.02.1967 com vencimento para 1G 
rle março de 1982, Rendo, no entanto. 
pravi<:ta amortizaçõPs periódicas anuais. 
de acordo com a cláusula '·Forma do 
pagamento·• constante da cártula. 2. O 
crédito destino11-se ao finane!nmc>nto para 
aquisição de 350 (trezentos e cinquenta) 
vacas de média mest!cagP.m nelore, de!:­ 
tina das à criação. e que seriam apascen 
tados no imóvel de propriedade dos 
executados. Foram pactuados juros à 
taxa de 15% (quinze por ccnt0) no ano 
pa~flveli:: 30 de junho. 31 de dezembro e 
na liqulda.;ão da cédula, juros esses 
ele vá veis de 1 % ( :tlli por cento). em 
caso de mora (art. 52 e único do Dec. 
Lei 167 /G7), cientes, ainda, os emitentes, 
de que, a inadlmplida a obrigaç5.o, i,upor­ 
tariam a multa penal (que não se con­ 
funde com a verba bonorária cfe. Julga­ 
dos do Tribunal de Alçada Civi! do 
Estado do S. Paulo voL 22, pág. 110/124) 
de 10% (dez por cento) sobre o débito, 
P<H· aplica~ãn no disp0Ft0 nr> art. 71. do 
Dec. Lei 167.167, além da obrigaçü.o de 
responder pelas demais 
do s pesas que P v e .n tu a 1 me~ te, 
nvessem de ser realizadas oelo 8up1:can­ 
te, objetivando a segurança de seu direi­ 
to oreditório. Assim é que, de conforrn1- 
dade com o art. 4 do precitatlo D.L., 
?.briu o suplicante, com o valor d cédu­ 
la, uma conta em nome do~ emitentes, 
vinculada à operação e que, presente­ 
mente. registra o saldo negattvo de Cr.:> 
4i0.6G8,00. 3. A mencionada cártula en­ 
co::i.tra-se devidamente insc,ita sob n
2 
540, às fls. 231 e 2-430, tis. 430, livro 02, 
em 21 de março de 1977, no c-artórlo do 
Registro de Jmó,eis da comarca de Rela 
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h t 	era de Vo, a E wlnrss expor rs, final, 
e rc lrc,1;: lnbvvl rur· il co ~uln- ieq11, r -r: 1 . o,,. 011, ,~1 ,1, ,f 1 ,. , ''" "' 
tes craet+rístic; Fzenda ulzs do da it,lo, m ua erid«o 4, l, 4 
ou '.llr11J:f,'lll localiza@o:; dts!: muni que o Exe atado h ma d . , •. 111, , ., , 
cirlo de Caracol com rcs de la VIt P '" 
11 .' 1,1 rn, pr1,1 rJ,.,1,.1 Drll , ,., 1 , ln, ,.,., .,, 
(Al); 1r{'ll (' f'Ollfrnnt:tçô(' : ! CiOn h"f'I lrtH4, ••IJI , ....... J,11 d• "•"' () ,.,,, ,111,,,,, r ,1,il ,.,,111 
li 	finalmente, vetar o meto et lagar icerto 
itnltanclo-~·o o norte com n FHi' ntla Silo 1
,n , 	. . it,,,lo; :' . , im, rom bar me a rtid#» , 
-:0.1nrl!r,i-; ao Sul rnm a f :,z•·nrla f=:o ~,,_ r•·q11 •r,·"''" f.,. t'rn "' d,•v ,,,,.,, ,u, f.,, r•,r ,•,!í­ 
lwr,!iio: a Leste, com t(•rrn.:i <o ::O:r. irno vi "" 1,,1, j deferida por V 1 ,e.,. u, ,,nl!. ~111, .. 
Ormny e Oe«te com a Fazenda Bgrrn tanto, IJI!•· 111,,· l1p (J j,,.,.,.,,t1' 1 d .. ,,, .. pari, 
Mansa; de propriedade dos devedoreg !onrnts ora ver!fvsmno+ que o LIJO. !>Ldu 1 ,1 
lixado sei que tive»e do feito o rre«to do 
l mltenlPi-. tHlquirldn por P!-C. pó!). do lwn, ,ln ,1.,, ,•dor. :i _ 1 "' r,,, 1,1, req•t•·r,,,1,,. •~ 
compra e VPnr!a (lí' 27.0.76 l' 111'1lrl<•lJ1Ãlrltt dil!II'' Vo,s, r ... , ,Vodn ,!,· <I, Ili Ir ., pc,i<, ~,t) i 
llob () Dº 430, Õ>1 fl.:;. 4:JO do Pvro 2 tl orlem e, nutres de se nu.prir o r ri ,;,.t 
1
i,; ,! • 
Reglstro Imobi]Uíri0 dt· Bi•li1 V li.ti•, oom- fl, 2t, d1•l••r1J1in(·. A) d, , n1ra11!1.;r'lun1,, ,! , n ,o 
prendidas as benfeít.rias xltentes dado de fLa. l e que rntrrza » me+mo Ofeial 
, ti, Ju•ti,;a pira 'I''''• n., r,,,u.1, d,, •rt. t • 1 ., a u 
r:v•,liada em Cl $ 1.75Ji00,110. 4. Oc()rr,,. 1,urô.;tr,,f,, do ('6c!,uri ,!,, 1'(', a" e,,.! .• ,,., l• 
rnr(:m. (]IA IJR mutuários execu'ndon, os lwn• ,(,, dr;('d,,r· l,J '! J.- liU trJ<)i, ,r ,, ·"'' ,, 
ando de artif1cloR pouco)' 'CO"J(.>nrl6.vr>li,. f1r;a •·<>1,1 n oli,rn,inc:I, ri,, 'Ir,· llup,~" "ar, 1 - ,. 
lnnçnndo mão ao qu<> se presume, ic]u. paragrúfo Z,o do Etatuto l'roce4suai, ,· ). '1u11 
• 4, ' t, [ 	prilas e»as !oralidades, digne . la deteri i 
SIVP. e P 'no HS. ririR". niío nr,li..,;irum o 
11 
n r, , n t ü ,,, •,. J" rn ,, . E,xrcut do , 
finnnciamPuto nci, fin,.: !ljur-fndos, por- oi1,1do• p,,r "diwl. ,rn f,,rm,, rt, h" ri':; ,1. 1,, 
quanto não adquiriram o g,1do a quo no ollieti11 TPrmn~ cw q,,,,. JJ,,f, 11, /, ,.,,.,,,1,,. h 
propufleram fazr:•r com o empréstimo con- Ju Vi.ta tmt) 7 de a,to+to d 1y7 tua P •'. Alí. •· 
CAdirlo, contrnriirnclo, des;tm-t0. () que dis. do Cnnlido antos Ferreira- sdrogado. Le 
- 	Q 	d,•i rle !IP. Z3, l'oi~·~ .. ,,1rr1. u,• .. ,, ,,, ...... 
poe o art. 2 do D.L. 167 /G7. quP r~ge "" ro um e n,r.1 ,,. fin+ lí requrti 1 , /. IJ Vi . 
sobre 09 tituloq de crédito rurril. ia 11.9.W (u, llr. O•·:ddo n,nu,,1.iu, . J,, ,I .. 
A,s.im é qnc, inudimplidn que foi ., nbrignç:i,, Direito. O present· edital será fisado no l • ir 
conv<:r.ei,,nllrl'I, por p3rl~ dn; l'Xtcu•ados (r,(t,, rle cr,nuuw e polili, ,1<l,, "" fvrm;, !J• l i • J , 
aplic-.nçüo do crédito para os fins e nn forma jus- prazo, que corrl::!r.J da pr!tr1t:ir..1 
1>t:Ll:t•,.,.çJo, '!- ·,­ 
tada importou ese procedimento no vencimento siderarse-ao transcorrl!os assim qne deesotrun 
l"-<tra-ordi,,r.rin da operção e fl!O im,-<linrn l'Xi'.d- "" ,in1e (20) dia. n ... "do. e oq1,n p•,fe,l., ~ •·i- 
li!lirtncle, inctep~ndentem"nl'' de aviso ou interpe.à {aço. Dado e parado nesta drhdCl dr- llda  Í·l• 
hçüo jndiciol ou extra judicial, nos preciso ter. Estado de )intlJ Cro,so, 110; vinl<; " nove dias do 
mo, do 3r1. ]] do preci!odo c!i~pnsitivo leual. 5 u!lJC6 de U'!L~lllbr.Y do_ »n_o d" mil 0~1·~~~':l<,~ " 
Pelo l'xpO<t•J. ,·H'Í a divida cnmo •e rlernon•1rnu, iett'nl!l e oito. Eu. Florinda BeDites Escrivão do 
veoci,h e ainrl'I oüo re
6
ularizada, □arfo ob~I.Anic i.o OHc,o, fiz datilografar, subscrevo. 
o- ing·ntes estoco do suplicante credor, nesse Dr.Joo_Carlos Brandes Gareis 
seo1ldo. Oc sorte qu.-. rmbnnio no urt,uo -li do --- - 
Decreto Lei o.o l6íl6i. combinado rom os de nos 
585.111 e 'Jl e 646, e,tes do C6dio de Prnceeso 
Civil, que o Po•1ulant~ intentar. como eft'lirnmeíl• 
te iDtenta. contra os Srf. :Xrl,on Po
0'.aue e BUa 
mulher Da. Mfrin Luiza Lib6rio PoHaue. jti qun- 
lificarlo• ele inicio. a pre•cnl!· ex~cuçfi'>. a fiin de 
compeli.los n,, pagamento da rlí-. ida demorHtrada 
pelo "extrato" da conta ,·incularla à opernção, 
referida no item 2 in fine. me.-Jiame a exirropria­ 
çáo de ben° 6. Heqner, de,sa forma, di!.,ro9 • ,r 
" o;;sa Excelência determinar a cit.aç;;o doa deve­ 
dorrs acima para pagarem a divida especifir_du. 
no 'alor de CrS 470.668 00, acre•cida da multa 
penal contrmual de 100/o (dez p,,,. cento). mai, 
verba bc,norárin e de~pcsas judiclai,. dentro do 
praz.o de 24 horas (ert. 652 ele C.P.C.), p<:na i!e 
penhora sobre o; bena ofertado• em garantia da 
cédula (art. 655 § 2 o do CPCl, indepenélen1~~enle 
de nornee,çlo. Os devedores de·e.,-üo 1er c1entifi- 
cndos de que lerão o prnzo de iO {dez) di.:, p,­ 
a e defenderem. ca•o não p3'.!'.lern o '' qnantarn 
debeatnr" no prazo asEionbdo, atr,-é< ci.n opooi­ 
ção de embargM (art. 636. C/C o de o.o 738 do 
C:6di,:o Processo Civil). oca•ião em que ,erüo ud- 
vertidos de que o seu silencio implicar.'., na pre- 
unção de terem aceirn, como verd'!tlei1 o, :ndo o 
alegndo pelo autor (nrt. 285• 2.o pêrle-CPCJ A [. 
nnl, a preset'!te ser!t aceitn em: to'}os on seus ter­ 
moa eom julgamento precedente e, ia de con­ 
,equênc.ia, pngarüo os Execnte.dos o pri.nc·i;rnl ju­ 
ros, morntfirio;, rnnlte penal. "erb:i boooní.rin. r 
despesas Judiciais. 7- Adiante o Exequeo:e, com 
relaã 	a o s j u r o s contratuais, q u e inexiste n a 	e < . 
péci,; "iolaçilo à Lei de Urnm E que a _Lei 45951 
61 embora nlo teVO(!:l.ndo nque!a. no d,spor 60· 
brc a Política e os Tna1irn1ções ~lor:tia:írin,, Ban· 
cáôaE, Crrnit íô.,s. compor:en,e- do Si,le-:ia 'f i­ 
nanceiro cicnl, estabeleceu normas próprins 
no que dfa re
0peit<, às 13xn• ele juro!!, dNron101 
comi~Fôea e qo:i1quer ontra forma de r e m u n e r a ­ 
ção. apJjcaveis às operas e =eriços bencárins 
e fiof.lnceiro:;: p-e1Cl int )c-urto Jiploroa. t:1: ... :-en:c­ 
nercs, até então liri:adas à 12 {doze por 
en2to) ao ano, passaram a se sujeitar, exclusiva­ 
ment.:. :io; te10, fixndo, pdo Conse1bo :::l'.lonn.nrio 
Nnci<>n<tl (:irL 1.r,. 1<1ci;:o 9 n. da Lei n.o J~';95). 
Tul eotendim,·nt ji é do Colendo Tribunal de 
Alca@ do Ftdo de So Paulo (Apelação no 
170.858 "in" Repo-itório de irisprdocia 
do Tribuna! de Alada v6!. 1íl, piq. 
10/:20 l. E o PretÓ,Í<' E>.celrn, em vo- 
to ]upid'.lr rio emir.e-me 1lfoi~tro Luiz. Oallotti, 
1 
l 
1 
•t!I 'Ili llfll 
os pprt 
11n11.11 1 n•· dl<! 1 fnl 
!to", l tr, jh 1 •til" ,,q11 l 
que po sem dono, 
rnvnto fj rio pr 
t rl!o 11!1m,•11tw<1 v..' 
<' ll'I 11 lw a{6 pot· 
deles, o que (1 lllll llllf'll· 
t•' lú•rino. rnl , t>
1
t rnlf'• 
m,, • qu •llll h,,. qu,, 
pr<1•.•w·,m , .. r rrnlm li, 
só pode r cot o uhi • 
ti"1l <11• ir, lf !o.i 1111:u. 
e n os largar expur­ 
--u,to, n •! ,,, l"ll'l l num 
total abundono. 
Purabens àqueles 
qa entenderam cols 
.; 'l 1•• ,·o, linn;1m colr,110'. 
rsndo no ú "fl!1 RP!f, 
1 1111 m·I, tar.1l11 m com 
flhs de eus tios 
vizinho e parente. A 
, l'lnrli, <J I pop11l11<;l'ío 
•• ,,, rt!!C!'-'' lí,1,ou " mo•­ 
t·n m qw t • m dt1c, rui- 
r to do pir que po­ 
r•r•j., ,·f'',lli+"f!' li Jlíl ~r• 
< r,r- inl·i-. rJr irJf:rntll. Ê 
hor de tr bulho minha 
'.lC'Jt • " vil IDO f O.!. lr
1
; 1J ­ 
t.n ,:;,:.rn MJ)f(' ,fjJj11i; 
absurdas, na certeza de 
que nu:::: brr-,;~ r.tvr1ff'· 
Cfl'. cstan·rno- r:norund,, 
num graode j,H'dilll, que 
f! úO att Jardim. 
Juiz de Direito::i,:": 
SET 1 
Servicos Técnicos de Agrimensura 
~ 
Represe __ tante: INVALI JE RROS 
Medições de Fazendas para ratificas, desmembramento deras, 
Joteamsmos., nivelaremos e curves de /veis. 
RUA ANTÔNIO JO-:~O, 900 
BELA VISTA MS 
l 
NOVO HOTEL 
CAIÇARAS 
SRS. VIAJAfUS 
ÜJJ3odo -:ha;ar em P::rto ~:'.t.r.·nr-:i, ro:;po::le-se no 
NDVO HOlf l tAIÇARAS 
- E sinta-se como se !<'..1ivc.'>.-e ern seu próprio L2r: O NOVO HOTEL 
CA!ÇARAS e,._.,; sendo atendido pelos seus novos proprietários 
WALTER E OS'JALDA RODRIGUES - que estão de braços abertos para 
retébê-/:Jsa qc::lquer hcr:; do Dia ouds Nane. 
NOVO HOTEL CAIÇARAS 
Peno r:urtir.ro 
Mato Gro~ do Sul 
7 
1 
l 
1 
_J

1 
lnd. de C.i•mento de Campão vai ocupar mais de 8O operaris 
CAMPÁO - Etlvem0 emn pus­ 
i;ncl1L er.I C1.n, pfo, ciclrul zlnlm louallzndu 
A 72 kllometro de Bonito, Munleplo de 
Mirnda, pr divulgar s reivindicnções 
clrrn í1.)U l mOI' don•. quo s,C'io NH[II tilrloH 
eh> poclt•re,.i pul>Hoo. Aq111 ln Jooullclo.do, 
(]lll uontri t·nm t•rr11 clfl oHn lllH llnbt­ 
tnte et wolrendo horrores por fulta 
'o melhor ntengo das utoriddex, O 
Sr. ,1of;ó ~ M,•tt·u, proprlctnriu (ln Empto­ 
a de Omtbs o Jo, faz 33 nos que 
mom em Cmo: "Qunndo cheguei qui 
só hvlu uns tr bHl'l'llCOR" - folon. Ago­ 
't/ qur n ciclnd, r,•·e or11, o Sr. Jofló Mo­ 
reira disse que os seieentos Alunos que 
l':-,ludnru no l'()l('glo Ei,tndunl Perlro Pe­ 
drosian estão vivendo em completo 
:1bn.nctM10 nor ptll'fl' cln SeorPtnrln de· 
Saúde. cidude no tem medico e nem 
dentista. Existe doi postos de Saúde, 
mas nenhum dles está Ptn conrllçõrt1 de 
atender o publico. Nt'io hA remedios o 
em enfermeiro especilizudo. 
"Em c,iso dt.· qu11lqurr epidemln, 
até nlgn,-ru tomnr provi,11,ncios o cemi­ 
t.'.,;,1 jc estnrtí nb1urotndo". Deolnro11. 
p, outro Ido, quando s ciunçus sem 
.i 1 tcr-t'Oin por volt.u clns 22 bor!11<, onfren­ 
t ,-n !r, n11•ndi. esouridlio porquo já fa7. 
1go ese que o pntrlmonio estu sem 
luz eletriea. 
SEkl rGl i 
Enquuuto o Sr. ,losé :ltorulm rela­ 
til rn 01, p1·oblN11t11< dC' Co mp/lo ao repor­ 
ter de n 'I'rflrnnn dn Frontl:'irn o Sr. 
teicie PolxotP, um antigo mor~dor do 
lonl. aproni.tou o emrnjo para reclomnr 
onIr O }Jrobloma dn ngua. Disse que 
paga Cr$ 20 cruzeiros por cuda tambor 
de guu e gnsln 16 tnmbores por mes. 
pgpdo um tom! de 3?0 cruzeiro!<. "E 
;:.~ vezN; n gonto fica eem nguu porque 
n O etJ{!ODlro oeuhnm carroceiro". Essr1 
orobloruu é consrquenciu do defolto do 
motor e do compress0r do serviço de 
ttg-uu . .Iliis adiante o Sr. Ataido declarou 
que Cc::-p!l.o estú totulmeot.P csquec!do 
e as ruas etão totalmente esburacadai;. 
"Desse jeito todo mundo esta indo em­ 
bora. fütarno:.: em esperanças de me­ 
lhoras" - Finall2lou. 
ESTRADAS 
Retomando a palavra, o Sr. José 
Moreira dis;,e que sue empreza de onl­ 
bus está sofrendo enormes prejuizos por 
falta de estrauas. A linha de Bonito ao 
Salobra estú parali.zuda hà reais de trinta 
diu porque a eslrada não tem eond.tções 
c•e trafego. Nos dias de rbuva não tem 
1•uxilfo nem du prefeitura, e qusndo o 
onlbus encalha tem que pagar para pur­ 
icu!ar r bocar • 'Estou ucoetumndo à pa­ 
gar até Cs 600 rruzeil·os parn uw trator 
,.:c,1~orre-:- o onibus: ... Di!l'fl tambern que 
foi procu ado por moradorei. do Salobra 
que desejvam saber quando o ouibus 
ia voltar à fazer à linha. Ele respondeu­ 
"Só Deus Sabe." Enquando ns uutoridadei­ 
d Bonito Zpãc der um jeito na estrada 
não vou fazer o inUnerario." Por outro 
lado. adiantou que a estrada que liga 
Cam:pão à Fazenda 19 de Março, passun­ 
do por Morri e Tarumã fica, tambem, 
rntrani-Havel no1 días die obuva. Perto 
da Morraria bouve um desmoronamento 
o o desvio pusa por dentro de um cor­ 
reo. 
·'Q110111 mtdll uofrn i-i1o OrJ J)flll8ll· 
elros que +o obrigados à vijur até à 
pi'-" Finalizou. 
PAI DA CID,DE 
Após ouvll' a oplnlilo do dezo111111 
<lo rnoradOl'<?B, a reportagem foi nté 
i:oalclonclri do Sr. ,lofló Elpldlo cio Car­ 
vuiho, 00111<lc!f•rndo u J>uJ dn cirladn. Poli­ 
tlco d~ n11RoençII o Vbrondor do profltrnúu, 
6 proprlotarlo de ut posto do gnsollnu 
um br, sorvoteri e restaurante. 
Tüo logo foi Jufornwdo elo nOrlf'O 
ohjrtlvo, t'eltrrou o drllmU vivido pC'los 
ll!Oradoro1-1 tio Compilo e concedeu urna 
entrevlstu que vnl dul' novo Ll.niruo à 
população. Em primeiro lugar disse que 
o problemu da enL"rgla eletrll'!l jfi está 
prul!cnrnoute rPsolvido, porque foi ruon­ 
todo um motor de 180 KLW, suficiente 
parn Iluminar todu 11 cidude. ''Nu prnxImu 
semana roceboromos o posteumeuto 
pndrllo (postes de e.monto). '·Aproveito 
pum agrr.decer tls autoridades qur mr 
rnundarum o motor mas, no mesmo tem­ 
po, quero perguntur porque u energi~ de 
l1ldreletricu nüo vem uté a,]Ul, Cl>nforme 
es~ava progrsmadu. umu vez que já 
chegou à Bonito e à Jnrdim?". 
Qunnto no problemu do ngua que 
martfrlw o povo, à curto prazo vai 8er 
resolvido, porque jó cllPgou o encnnumen­ 
to pura ser instalado. "Estamoi:: uguar­ 
daodo a ca vaneira para luicltlr o serviço. 
BÔAS NOTICIAS 
Falou tambem, que está incluldo 
110 projeto do novo governo, alada para 
~ste nao, o inicio de um asfalto de 
ll'lraoda à Bela Vista, passando por 
Campüo. Por outro lado, està lutando 
junto à DEHSUL para concluir uma 
estrada da ~1orrarla !1'. Alto Salobrn, 
porque s dnuas extremidarles estão se­ 
paradas por apenus alguas kilometros. 
No proxiroo ano Campão contará 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
Cousas cíveis, criminais e agrárias. 
lücrit. A v. Duque de 
Jardim, MS. 
SÉRGIO ROBERTO PERONDI 
CAIJSAS CÍUEIS 
l},I REHO AGRÁRIO-truVHJT ÁRIO 
ESCR ITÓR 10 - Rua 3 de Outubro 
(a-0 Lado da Ciretran) 
Bela Vista MS. 
com ensino tecnico, uma vez que a !:5e· 
cr tarta de Eduençlo está torando odus 
• 	1 •· co 1'iuIr 
u providencius.. O aluo qu"_, 
e +erle, io ser unais necessarlo 
pro»ejuir o estudos en outra cidade. 
Coni.1 g-ul1I tam!Jem um onlbua 
Ambulatorio Ambulnte do Funrurl 
pr tender os colonos de tudn a reglio 
com serviço medlvo - dentario. Para 0 
dla JG do julllo pro):i111•>. uuJ·c rsatlo Jo 
:llrnurlu, C•·Ó pn-Vihtfl H inHU(JUrnÇflO du 
Pruça 4e Cmpão e du praçu de espor­ 
tes que está sendo construida. 
MINERAÇÃO 
E n notlclu n111if; lmportuato p1.1ru 
os moratlo1eH ele t'11r:.ipiio, e. e, cc,nvcnlo 
quo foi felto en f n• ,.l fl1 int: C'uu,argo 
Correa e a MInergão Miranda par!.1- 
explornr uma UbÍlll! rlc l.'im nto na Ferra 
da llodoqut>□u. no rlistrito dJ :.·umpi'ío. 
No momrintu. estilo extra!udo pedrus e 
kv1indo purn Hf'l'<'llJ moidus em T<:rl'nos. 
Mas, conforme @eel'ração do Sr. Gamo, 
dn 1linl·rnç:ío BodoquPn::- .. será c<1natrui­ 
du a uuinu 11us imcd111(ões dr Campüo para 
produzir cimento em [{.urHie <'Scala . 
Con: li lrnplaoUJQfiO dessa impor­ 
tr.nte iudu!ltriu vul ubl'ir empregos para 
corou de oitocentos operarlos. 
Drsso. muarirn, Campüo nos pró• 
ximos rnoseu sorú trani;formadG eru um 
centro tgropecuurio-Estudunl., mudando 
por completo u atual fisionomia, Inclusi­ 
ve o Sr. Eipidio José Roque ae Carvalho 
pede à todos GS rnorncforen para carpir 
os seus terrenos, pintar suas casas, para 
flemonstrnr Iws viilltantes que o patrímo­ 
nio está na eminencia de ser lmpulscio­ 
nado pPlu pl'Ogr,,~so de uma hora pnra 
cutru. 
Firmino de bairvó 
Gremio dos Subtenente e Sargentos 
Pedro Rufino 
( Fundado em 09 de Abril de 196 l ) 
E#TAL E CCIJV3CCO 
1-) A Diretoria do Gremio dos Su­ 
btenente e Sargentos Pedro Rufino, de 
acordo com o que preceitua a letra c) 
do nrt. 43 Esta_luto do Clube, convoca 
todo;; os associados p1:1ra a Assembleia 
geral Ordinária, que será realizada no 
dw. 22·de abril de 79, na sede da Enti­ 
dade, cota a finelidHde rle ekger a nova 
D1retorrn que rc>gN·fi os destinos do 
6SSPR no biêni•; i979/!Dfi0. 
. 2-) Para esta fin1.11idade, a Direto- 
Tl esclarece que a primeira convoca­ 
ção será feita as 09:30 lloru s d:::quela 
duta, conformo eHtabeler.e o Art. 61 
6 
seu [)arúgr11fo Único, do Estatuto 
. 3 • ) Para a eleiçrro d11 nov·a Dire- 
tona do Clube, os interess!:!dos deverão 
npl'esent::ir ns suas candidaturas até , 
18:00 ho:as rio diu 20 de Abril de 79 as 
secretaria do Gremto. observana'., 
enlretantc, o que estabPlece o Estqtut, 
eru seu Art 65. 	" 
0 
Clu udio Dias Alves: 
Presidente. 
/Associaço, 
"" 
Financfal 
lnougurou d 
se4a 
propria 
A Assocláç/J.o FJn 
cio!. Jouugurou dia '>j 
110
- 
a sua sede própr"" P, 
possui 14 hectuk,," 
meio de extensão, a' 
estãn coni;truído,;: 
0
;: 
pisei ou de I8 metros 
25; uma para cr4, "r 
--+ 	1fig 
qundrns de l'ul<•bo!  • 
sulüo; cnmpo de futcb'~ 
e uno play-ground. Ék' 
veram presente à feíj. 
vidade de entrega 4, 
nova sede aos a8socj4. 
dos, os d1retoreR ltalívi 
coelho, Lúdio Marn, 
Coel!Jo, Alfredo ZamluttJ 
bem como s demais qj. 
r,-i tol'l·A e, todo fl os ruo. t 
cionárics do Grupo F 
nancwl. A Ai<soch;fio 
Financial propícia assi 
a geus associados um lo­ 
cal sa dlo e divertido p. 
ru Buus horas de lazer. 
Documento 
Perdido l 
lnacio Ramiio Percirn 
Gonçalves 
A viso que extraviou s 
,:-guintes documento, .. 
Carteira de Identidade 
C.l.C Titulo de Eleltvr' 
Publicnçúo que se fuz 
para obtenção da 2ª via.• 
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