Diário 
.Regional 
IC' LA em bel Vi«ta - Anto­ 
mto dolo - Porto Mortinho- Jar 
dimn - Gula Lopes da Laguna • Eo. 
nito. No@que. Ponta Pari e 
Capo Grande, 
Telefones 
Mudos 
Jardim • Nos últimos rlltta, sem se 
saber de onde velo, circulou Pm toda 11 
cidade um [olbeto lmprl-'sso, no qual o 
presidente da CO.mara Munlclpul, vereu­ 
rlor Oswuldo Grubert receblu o seguinte 
convite: 
Senhor Oswaldo Coirnbrn Grubart 
pedimos n obséquio de deixur de utra. 
palhar II AdmlnlHtruçúo ~lunlclpnl de Jar­ 
dim. Volte porn u 11u11 Presidência em 
Campo Grande. 
Parece que esse dizeres lllo s!gal­ 
flcut!vos, lnvona àquele vere11dor, u pe1·­ 
manecer derlnillvumeute onde reside, na 
Capital, e mais uiacla, que deiX(:, de vir 
u Jurdlm, o que faz, às vezes, para rea­ 
lizar se3sões nu Câmara, sessões esta!.', 
que até hoje, nada de reulce, de valor 
foi proposto parnu o beneficio de nosso 
munieiplo, se não pura denegrir pessoas 
que aüo merecem. e de rato atrapalhar 
tudo aquilo que a Administração Muni­ 
cipal tê;n feito pela cidade. Essa é real­ 
mente a opinião geral de uma grande 
muiorlu dos llluniclpes que foram con­ 
sultados, inclusive, cot·rrllglonó.rlo do 
mesmo pàrlldo. 
Assim, nada mis resta aquele Ve­ 
reador. do que reulmente renunciar, uto 
que o elevaria. perante a população de 
Jardim, pois no momento político aluul, 
esse é o desejo de tooo o povo, que 
anseia, que quer ver o munieipio cres­ 
cer, desenvolver-se e progredir, e que 
Figueiredo diz que trabalhadores 
aceitam gesto de "mão estendida» 
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BRA ~ILIA- Quando hó. diálogo, 
como tantr.s vezes salientei durante n 
minha compar,ha. tudo se resolve. O fim 
da greve representa para mim n com­ 
preeos!lo dos trabalhadores ao meu 
ge to de manter a llliio l,Stendldu em 
conciliação. Quando muitos tiveram 
dúvidas em apertar a mão estendida, 
fico particularmente feliz em ver que os 
trabalhadores de minha terra a aceitaram. 
Estas foram as pa]avmt, que o 
presidente João Balista Figueiredo 
mondou que o port11-vc,z ::lo Palácio do 
Planalto. , uid F<:1rbat, transmitisse· em 
caràter pesso!!l, aos joroalistus, dnndo 
ciência de como ele viu o fim dos 1:í 
dias de greve rios mehlúrglc<'R do ABC. 
em üo Paulo.· 
Emocionado e dizenào que figuei­ 
redo rir.ou "extremamrnte fE>liz com o 
encerramroto d,, grev~ dos metll.lúrglros", 
Frhut centuou que todas as partes 
envolvidus "riram com grande modera­ 
ção t- comprt>ensüo dos problemas recí­ 
procos. Isso tanto por parte dos empre­ 
gadores quunto dos empregados, O 
gcveroo, por sua parte- disse o presi­ 
dente entendeu a reivlndioaçllo dos 
operários b iêz o que pôde agindo com 
prudência, mas mlintendo e observando 
as leis do País" narrou o assessor em 
nome do Presidente. 
Farbat. c!epols de ler cs palavras 
dltodns por Figueiredo, negou quo a mil.o 
estendida do presidente tinha ficado 
restrita e funçin uo ato de iutrvenção 
que poderll representar uma decisão de 
forn - conforme perguntou um repórter. 
ESCRITÓRIO Db: ADVOCACIA 
Paulo Alberto de Castelo Branco 
AlJ'OGADO 
Cus Civeis - Criminais . Trabalhista Acom- 
panha proce«o na Justiça de Campo Grande 
Ia 2o ae Agosto, S84 - FONE 383-1432 
Ed!ficlo 26 do AI;""º • 7.o Andar • Sulll 7d 
Campo Grande- Mato Grosso do Sul 
-,::- N!ío. Ahsolutamente. Negativo. No 
houve ato de força. houve Ulli ato do 
governo dentro do. lei. E o ato do gover­ 
no foi tanto denlro da lei que nem 
nesmo os dirigentes sindicais u tlugidos 
oela medida quesllonaram a legulldade 
do ato. 
Prosseguia rio, disse Farho t: 
-- O encerramento da greve é mais 
u::n passo. Uma demonstração de com­ 
preensão cios dirigentes :.;indicais rle 
que o governo huvia agido estritamente 
dentro da recomendação do presidente 
aos governadores dos Estados quando 
disse a eles que ,:;eriam lestacics em 
primeiro lugar como guardiões da ordem. 
E que era preciso saber llep9.rar a 
reivlndlcaçilo justa da provocaçiío fria 
e calculada. O Governo Federal fez 
t'Xfl tamente isso. O assunto da greve foi 
tratado es!rit.P..mente nos termos legais e 
u conclusão deixou o presidente extre­ 
mamente feliz como ele próprio diz. 
0lit Policial alenle a solicitarão 
do Prefeito 
Jardim . No úllimo finul de semana, 
uma blitz policial, com A od'ldii por um te­ 
nente da policia militar, e composta do 
sargento Haiva e mais oito homens, deu 
batída em Jardim, realizando uma Cdm­ 
n11uha educativa de trilnslto e patrulhou­ 
do a região do baixo meretrlclo, além 
de apreensão de armas não registradas. 
Obteve sucesso total u operação, isto 
porque vários veículos forem apreendidos, 
por estarem com sua documentação Irre­ 
gular, inúmeras aras fornam apreendi­ 
das, e as ca;:a,; <L, 1t:. vnlagem e prosti­ 
tuição sofreran. a atuaçã•J rios pcllclai!', 
extiuguiudo as primeiras e moralizando 
as outras. 
Mais uma lclciativn do prefeito, 
corouda de ple1.10 êxito. Outras vlrlio 
cess:; sentido, até que seja lnstal:vJa de­ 
finitivamente em Jcrdim. umo companlli11 
da Policia llilltar, o que devl•rá ocorrer 
multo breve. 
está definitivamente consclent!zado que 
esse senhor, em desespero de causa. na 
nla de tornar se prefeito, coisa que ja­ 
mais acontecerá., vem últlm1Jmeote usan­ 
do de todos os rufieios para numa úl­ 
tima tentutlva, cus~ar o atuul e ocupar 
a po.;lçií.o !< sslm agindo, o que ele tem 
conseguido, nada muls nada menos, é 
atrazr, atrapalhar, a evolução de Ju­ 
dim, coisa que o povo dos ma!El I.tum!ldes 
ao mats esclarecido já percebeu, e não 
o perdourá jamais. Lamentá.velmente, 
encerre.• de mais uma carreira polftica, 
que talvez se orle11tada em outros ruruos 
poderia quem sobe, cl..tegar um dia a ser 
mais uma voz da região junto as pode­ 
res constituldos. 
ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA 
SÉRGIO ROBERTO PERONDI 
CAUSAS CÍVEIS 
DIREITO AGRÁRIO-mVENTÁRIO 
ESCR ITÔR 10 - Rua 3 de Outubro 
(ao Lado ó Ciretran) 
Bela Vista MS. 
Post fiscal de Santa Rita arretada 
bem e está mal instalado 
O poste, Flt;cal de Sst.nta Rita, na 
rcdovla que liga Bt,la Vista à Ponta Po­ 
rã, na entrad11 dA Damacuê, é um posto 
que arrecada quuse 3.000.000,00 anual­ 
mPnte proporcione ado à municipalidade 
quase 500.000.0ú de retorno (ICM) está 
muito mal instalado e com poncos fiscais 
para plantões permanentes. O Chefe do 
Posto, Raul Souza Rodrigues, vem se 
desdobrando para dotar de condições a­ 
quele importante posto avançado de ar­ 
redação. As instalações süo precárias, 
não exisle Agua, o prédio (prédio?) foi 
construido oom doaçõAs (madeiras) e a 
cozinha é um caramanchão. Apenas tres 
fiscais estão destacados para atender o 
Santa Rita, o chega a ser desumano, pois 
às vezes um deles é obrigado a dar 
plunttlo que aurante oito dias (dia e noite), 
:-iolkitamos às uutorirlades que visitem 
o Posto e sintam o valor daqueles ho­ 
::nens e procurem compensa-los com ins­ 
talaçõezl dignas ( cozinha, sanitãrlos e 
água). 
Dr. João C erros Ocariz 
de Morae:. 
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C!iuicn ~[édica. e Cirúrgica 
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Rua Antonio M Coelho s/n 
(ao lado do Posto Rio Apa) 
Fone 215- Bela Vista - MS 
Alguem deve tomar 
providêncins urgentes 
eon relação uos telefo­ 
DC'S belu vlstenses. 
1
a 
mu lorJa das vezes, eles 
permanecem mudos, o 
quando resolvem flar, 
é aquela gritria, chia­ 
dos, m1do, e outros 
babados. Nilo subamos 
se o cuso é para ser 
resolvido pela TELE.1AT 
ou pel PREFEITURA, 
ou uté mesmo por um 
destes magos esotéricos 
que pululam por al de­ 
nomlnad os TeCNICOS 
de última hora. O que 
niio pode ucontecer. é u 
continuidade dos "tele­ 
fonr s Imprevisfvel11": ho• 
ra folam, hora mlar..i, 
hora permaoeceUJ como 
monumentos mudos do 
um setor esb,goado. Pe­ 
dimos ao senhor prefeito 
municipal, Ruben de Cas­ 
to Pinto, que ioterv11nhu 
pettsoalmente no caso 'l 
temos absoluta certeza: 
será solucionado. 
Ruas 
Patroladas 
O senhor prefeito 
municipal de Bela Vista 
Ruben de rastro Ploto 
atendeu o apelo do po­ 
vo belavistense e man­ 
dou putrolar as ruas da 
cidade. Em nome do po­ 
vo nós agradecemos. Su­ 
gerlmcs e.o chefe do 
Executivo, que dê inicio 
a limpeza dos terrenos 
baldios que, diga-se de 
passagem. não é de sua 
responsobilldaue, mai:; 
devido ao descaso dos 
prt>prietó.rios, permane­ 
cem como florestas e 
depósitos de sujeiras e 
ofidlo1<. A Prefeitura po­ 
derá mandar limpar es­ 
te terrtnoe e deblt1:1r os 
gastos nas contas dos 
p r o prI e t á r i os (se 
possível). 
Documento Perdido 
Élida Medina comu­ 
nica que perdeu l!Ua 
Curtelra Profüi:lonal 1'! 
93.278 • Série 398 ª ex­ 
pedida em Guia Lopes 
da Laguna. 
Quem encontrar é 
favor entregur na sucur­ 
sal da Tribuna da Fron­ 
teira, à ruu Tenente Ber. 
urdes, n 2.178 em 
Jurdim. •

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( Fundado n 20/2/72 ) 
}< U N D A Ç À O lvnldo l'i:reiru 
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Proprledle da Orllíioo o Editoro Apn 
CGC-il F O:l.701260t00Ul•90 
lmc, fül. 130592313 
Dirctorn Propric16riu 
Murín Eolcln V. l'nrirn 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Dintor - Redntor - Chefe: IV11ltlo Pc·roira 
fütln1or: ltnlo Dorioli 
DEPAHTAilE TO COMERCIAL 
Chefe: Alvaro Pereira 
Dorivnl Conde 
OFIClNAS 
Cheíc: Gihon ilvn S11ntos 
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]van Nascimt'nlo 
Em ~onvcrsa com o Prefeito de 
Bonito disse - me S. Excla. que ·m breve 
ser construido naquela cidade um gran­ 
de botei para abrlgur os muitos turi tas 
que prncurorn Bonito pum ver BUü8 
belozu!l naturais. Foi mais !ouge o Padru 
R. Morteiros; ao afirmo r que serão asfal­ 
tadus todas as ruas de acPsso aii grutus 
o todou os J'tjcuutos belo11 daquele lindo 
lugar chamado Bonito e que com a Cons­ 
truçíio da estrada que ll~uril Gul11 Lopes 
da Laguna u. Bonito será bom mais facll 
. Ir. se 11 sua Cidade já que serão quarentu 
gullometros a menos e em ótima estrada. 
É isto í Prefeito sabemos dai- dificulda­ 
des para e obter ulgumu oolsu, m1111 Au­ 
bemos, tamhérn, que sc:n luta não exis­ 
te vitórias e as derrotas só oubem para 
os lncompeteotPs e subscrvlentes que 
fazem du col~a núbllcu balaio puru ficar 
mais alto ou escada para flcur rnaili 
baixo (não sc>I se dá para entender) o 
que níio é o caso do HomE"m de Bonito 
que tudo tem feito, ajudado pelo povo, 
que o elegeu (como é bom prt:feito eleito) 
e tem tido dele a resposta, llID obrns e 
serviços públicos, que se nü o são de 
primeira súo, pelo menos, os primeiros 
em muitos e muitos o.noa de promessas. 
A partir desta data a coluna 
A UNCIO CLASSIFICADO núQ mais vai 
ser apresentada fico.ndo em seu lugo r a 
coluna ACO TECEU EM BONITO e esta 
sel'á. lnlclaclu a po.rtlr de primeiro de 
abril próximo aos leitores de Anuncio 
Classificado meu muito obrigado e sai­ 
bam que conto com to<los nesta nova 
tose l'I, mui especialmente em ACO TE­ 
CEU EM BONITO. 
Auto Posto Trindade 
O prolunr,omcuto d_o ]ar do., 
migo motoristas 
rxo fuciora o Bar, Hestanutante e 
sorvetri 
De dia e de Noite está empre à disposição 
dos Irmos da strada. "A 1 O l'O TO 
TJUNU,LH.", de i,roprlnludr du :-ir. Elpitlío 
José loque de Carvalho 
Atende bem para atender tempre 
,· 
Espírito anto você que 
te esclarece tudo que iluni. 
na todo ow caminhos para qut 
fll arinj·, o meu idal, voe que 
lllf" d:, o dom divino de per­ 
doar e esquecer o mal que te 
fazem; e que todo« os is. 
tante« de minha vida et eo 
migo, ru quero ne»te curto diá­ 
logo u:.:rncl.-cer-11,e por tudó e 
confirmar ais una ez, que 
eu nunca quero m parat 
rle você por inaior que ~eja a 
ilusão material não será o iaí. 
nimo da vontade que into 
,Je um dia estar com vori' , 
todos os meus irmãos na glória 
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Preco deste ·exemplar 
e s 4,oo 
Bonito 	MS 
; FERREI 
_,,..-,-- 
Sementes Selecionadas 	Adubos Fertilizantes 
Arroz - Soja - Trl2'0 - Sorgo 
Milho - Brachiarla - Coloniiio 
MATRIZ 
e 
Ipiranga 
Jagunr6 
"Gir si, 'ki 3" iili isi "is"a.r

, 
CA PAHH 
Entrevista: Padre Rooswelt Sá Medeiros Prefeito Municipal de 
o. Mas o oooceilo Blbllco dP alitnPnlo 
ulurgu-se e ur,oro i;1gn1flca tnmbéni c<,n­ 
forlo, bom e8tar, luxo H cousucnism.:;. E 
nqul que esta a prescmça elo UJU! e do 
peeudo. 
Bonito 
Tribuna da 
--, 
Fronteira 
Oue e pene se;a bem irfrmsde 
Bela Vista MS. Ano V 303-70- Ma 4 
Educocão , 
e Política 
i 
4 
J 
(> , ... 
3 Enldo o luxo é pecado, o cor­ 
tlUmlsrno é pecado? 
R - A tradição cristã aceitou e 
enriqueceu com u dimensão da Fé e 1
1 
~ 
chumadus virtudes crdiuis entre as quais 
se encontru a virtude da lempe;·ançu ou 
du rnoderuçüo. E a virtude do melo ter 
mo. do equillbrlo. da sensatez pratica. 
A temperonça é uma virtude llll)JOl'lume 
para urna mudança dJ curso ele nossa 
civlllzaçü<'. As leis podem ser boas e 
excelentes mas nllo há lei eficiente quan­ 
do folla u pessoa hum!l.na a motivação 
profunda. Não há cóctlgos de uguus nem 
1- A Campnnbn da Fraternidade 
de 1.979 tem como tema a Ecologlo, 
defei;a do m!llo ambiente, a preservação 
dn natureza. E o Sr. corno Prelélto nlío 
acha que Isto é prnocupoçúo dos Gover­ 
nos e dos políticos? 
R - ProblemaR que Interessam a 
todos, por que atingem a todos, não 
podem ficar re'-rrvados i.ômente e o l:lo­ 
verno ou aos técnicos. Um destes pro­ 
blemas comunlt!'lrlos e sociais é por ex. 
a prese-rvaçiio do melo ambiente, a de­ 
fesa do paisagem, du founa da flora do 
recurso naturais. A Terra é de todl-s 
precisamos por isso mesmo preservar o 
que é de t0dos, como diz o logan da 
Campanha da Fraternidade de 1,979, por 
seu mesmo aspecto comunlláolo 11 defe­ 
sa do melo ambiente e a preservação 
da natureza deve ser uma preocupação 
de todos, tambem uma preocupaç!io 
pastorul da lgrf::ja de Jesus Cristo. So­ 
bre tudo porque OI!. loucura de ganho e 
lucro, de dinheiro e gozo qu.~ se aposRou 
da humaridude há uma discutivel dimen­ 
s!lo de pecado. 
2 las o que tem a ver o pecn­ 
do das pesrnas com u destruição da Nu­ 
tureza? 
R Numa visão teológico, profunda 
e justa da realidade, o llUtor ~agrado rP• 
flete !'obre o mundo, a crl:i.çlio da buma­ 
nillade, a natureza E' coloca na boca de 
011u;; a palavra inspirada que é dirigida 
a todos os homens de todos os tempo 
e lugares. ,,Cresçam e Multipliquem-se e 
povoPm u tPrra" ubmcrnm-nu e domlnent 
sobre os peixes do mar e sobre as aves 
do céu e sobre todos os 11nimals que 
movem sobre o terra. A posiçllo do bo­ 
mem dentro do mnndo e da natureza t'l 
muito t1special: é o dono, é o dominador. 
A natureza Inça desafios, a lnteligencla 
é a vontade do homem. Mas num traba­ 
lho continuado, per~! tente de séculos. 
através das gerações, o homem conquli:­ 
ta 1 natur2za, doruiua-11. E11tl processo 
esta denominação está no que chama­ 
mos de clviliza9ão e cultura. Se olhar­ 
mos a Europa de nos;,os citas e as gran­ 
de~ áreas do mundo !oleiro da Amerlca, 
Asia, na Afrlca, Da Oceanla def:lcobrire­ 
mos som esforçt• ce!:!o o homem conse­ 
guiu construir valores culturais, n partir 
sempre da naturoza que dominou e 
venceu. 
Basicamênte continua sendo um do­ 
mlnlo primarlo como está na profecia 
retrospectiva ela Biblia: para a.llmentar- 
Cooperação, imrarativo da paz 
Esta é a integra do carta de Jim- lêncla com '-lstu~ & manter e fortalecer 
my Carter ao presidente J oilo Bu pllsta os laços estreitos que existe entre os 
Figueiredo. dntado Je 7 de mRrço: pc..vos bratilleiros e awericano. 
Caro enhor Presidente. 	Receba meus melhores votos para 
Queira receber minhas mais calo- que Vossa ExcPlência tenha todo suces­ 
rosas congrotulaçoes por _sua Investidura E-o ao enfrentur os desafios de uma na­ 
como presidente da Republica Federati- çíío cuja importância e Influência tor. 
va do Brllsil. 	. narum-se verdudelramente globais em 
A coopera_ç!lo Pntre os dirigentes !lua ~lgnHlcação. 
de grandes nuçoes à imperativa para a 
a construçlio da puz intt>rnacional A precie nossu conversa restou feliz 
e da cooperação econômhm duradouras. ds que o vice-presidente ~londale possa 
Estou conflantP de que nos anos vin- encontar-se logo com 'ossa Excel/lncla e 
douros a amizade histórica entre o Bra- comec,;llr um diâlago que, Ps;;cro, bvará 
sll o os Estados Uoidos servirá como uo fortalecimeto de nossas relções. 
lni-piração parn todas as nações. Espe- Queira receber, senhor presidente, 
ro poder trabalhar com Vossa Exce- minha mais Ctllorosa saudação. 
retomar diálcgo" "Procuraremos 
A resposta do pn·sidente Figueire, 
d1l à cartn do presidente Curter, datada 
de 20 de março, é u st>guiotP: 
'·Caro Seuhor Prt>Hideote: fiecebi 
com grande satisfação a culorosl! men­ 
sagem de felicitações que, por oc11siáo 
dt1 mlllha posse u Pres1dênc1a da 
República. Vossa Excelencia teve a 
gentile:r:n do dirigir-me por int"'rméclio 
dn senhor:i. Joan Mondalc. 
Conforme manifestou em nou 
código florul, n~rn códigv de caça. uem 
J gislaçüo de d<'fe:,n do melo amblrnte 
que produzam efeito, por muhs hem In­ 
tcoclo;rndnf-1 P rormuJndnP que• srjum, se 
não houver educnçJc, nsc(>tlcu glrbal "ll• 
sinando u Dersou u +e dominar, nos eu8 
desejo, na uu vontade de poder, nu uu 
ansiedade de posur e de ufirmar-se. 
• Nei;le contexto vt>mO!I fucllrne1il<.> u cll 
mensão teolóten que marca o dominio 
do homem sobre o terra e sobre a na 
turez. De fato a terrn tr rn a marca da 
beleza. Mas porque foi entregue ao ho­ 
mem, está t<Ujrilo ao u!Ju-o: lt'rn por is­ 
so uma dimensão de pecado que nin­ 
guem pode negar. Aí tstão ai; profan11- 
ções du flor,i e du fo unn, aí etStá H po­ 
l•Jlção elo ur. du lt•rrn e <laH águas nu. 
mu rlernonsh·tição clara da lntem0Er1:1nça 
e da iusesutez do homem. 
oonversn telefônica, considero perfeita­ 
mente compreensível çy viagem de 
Vossa Excelência ao Oriente Médio 
hr>uvesi:e Impossibilitado a presença do 
v1ce,presldeote :Iondale nas sole!"idades 
de posse. 
Mutto uprecii a iulciativa. que 
Vossa Excelencia ugora tomou, de envi­ 
ar nos próximos dius o vice presidente 
Mondale ao meu país. Será ele recebido 
com cordialidade e simpat:a. Suas opi­ 
niõEs sPrúo ouvidaf: por ILlm, pelo meu 
vice-prPt:ldente e outros membros de 
meu governo, com a atenção e respeito 
que merecea. 
De nossa parto, procuraremos re­ 
tornar o diáloe:o inicisdo na converE.-a 
breve, mas expressiva, que mantive com 
a senhora 1uo!la!e. 
Partilho umplamente dos sentimen­ 
tos expre,-s,ns per· ' ossa Excelência em 
svn menagem aqui confirmados por 
uu representante, a respeito d1:1s exce­ 
lPntPi- oportunidades que temos diante 
de nós, de ainda muis desenvolver e for­ 
tal cer as relações de flmlzade entre 
nossos dois países. A o tra bulharmos con­ 
creta mente nesse sentido, estaremos, na 
minhu opinião, respondendo aos auseios 
de nossos povo!' e às necessidades e 
desafios de nosso tempo. 
.-ules de concluir, desejo agrade­ 
cer os votos pessoais a mim generosa­ 
rrente endneçados por Vossu Excelên­ 
crn. 
Permita-me upre::ernar-lbe os pro­ 
testo., de mir.ha mai,; ulta c0nsideraçüo. 
l.an ase1mento 
Existe um homem 
em Bela Vista que pela 
sua gr111Hlr! Educnçno <' 
e«pneldude ndministra. 
tiva deveria ser lndlt,1- 
elo para l'rt feito lil'cl l 
tão sofri l« Cidade. 
José SIplicto da 
Costa ~!arques. Sim H·u 
José em pouco mis de 
dois mees a frente d 
exrcutlvo muclcipal 
acertou muita cols:1 e 
deu uma uula de udrcf­ 
n'stração públicu alé 
de scber tratar, mulro 
bens por sinal, o poro 
desta Terra Boa. 
Amorim Costa, no:;- , 
eo primeiro goveraudor. 
flcarà na história. 
Por er O Primeiro 
e por dar a Bela Vista 
o que Beln Vista meu­ 
ce de bom. Chega 'e 
propaganda e conversa 
fiada em jornal. O negó· 
cio é discrição e com 
este homem que há 
mais de trinta anos dP­ 
dlca-se a politica belovls· 
tense onde só tem grn 
das e bons amigos e oo· 
de. como df Pse acima, ,. 
já demonstrou ma capa­ 
cidade a frente da Pre­ 
feitura i1lunioal 011 nu• 
seacia, por doeoç11, <lo 
atual prefeito que p~ ·a 
be desta grande cid·, 
de fronlP!rlça jA deru 
ter entregue o boné . e 
se mandado há mu110 
tempo. 
Democracia e.m 
um ano e meio 
Em conver,;a reef'T• 
vada com os merubro:! 
da mesa diretor do 
nado, todos arenlstas, 
0 
presidente Figveired 
g;rnrntiu que implantar:: 
a democracia no BraE-tl ', 
·'em um ano e meio. n•' 
máximo". "Estendi " 
mão par-a eles do MDfl. 
e pinguem me entende 
pois bem. vou fazer tud 
f'àzioho''. Figueiredo JD· 
ststlu durante u convH 
sa, que "a Oposição e 
ava querendo fazer tu· 
do num ó dia: pediril~ 
o pluripartidarismo, " 
anistia irreshítA, a de 
mocracia. como se o e91 
lendário todo só tives 
um dia. Esquecera!"; 
taml,em. que estou h 
c,r:- 
menos d 15 dias ao ±, 
vera o. O que prom:- 
0
' 
no entanto sará feit ' 
custe o que custr'. 
Economia'? Segurança'? 
VI J 
Viaje de Onibus ... 
Conforto'? 
M ., 
Renovou sua Frota para melhor Atender os 3es usuários. 
Viagem Inteligeutc é com a 
, .... 
r : 
_.ruze1ro 
Tranquilidade'? 
Alem. de tullo o que está escrito acima, voce ainda será ervidc por MOTORJS'l'A:::i Gubaritados 
do Sul 
Linha pnrn 35 ~Iunioiplos de Nosso Estado 
Cruzeiro do Sul 
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