Diário .Regional IC' LA em bel Vi«ta - Anto­ mto dolo - Porto Mortinho- Jar dimn - Gula Lopes da Laguna • Eo. nito. No@que. Ponta Pari e Capo Grande, Telefones Mudos Jardim • Nos últimos rlltta, sem se saber de onde velo, circulou Pm toda 11 cidade um [olbeto lmprl-'sso, no qual o presidente da CO.mara Munlclpul, vereu­ rlor Oswuldo Grubert receblu o seguinte convite: Senhor Oswaldo Coirnbrn Grubart pedimos n obséquio de deixur de utra. palhar II AdmlnlHtruçúo ~lunlclpnl de Jar­ dim. Volte porn u 11u11 Presidência em Campo Grande. Parece que esse dizeres lllo s!gal­ flcut!vos, lnvona àquele vere11dor, u pe1·­ manecer derlnillvumeute onde reside, na Capital, e mais uiacla, que deiX(:, de vir u Jurdlm, o que faz, às vezes, para rea­ lizar se3sões nu Câmara, sessões esta!.', que até hoje, nada de reulce, de valor foi proposto parnu o beneficio de nosso munieiplo, se não pura denegrir pessoas que aüo merecem. e de rato atrapalhar tudo aquilo que a Administração Muni­ cipal tê;n feito pela cidade. Essa é real­ mente a opinião geral de uma grande muiorlu dos llluniclpes que foram con­ sultados, inclusive, cot·rrllglonó.rlo do mesmo pàrlldo. Assim, nada mis resta aquele Ve­ reador. do que reulmente renunciar, uto que o elevaria. perante a população de Jardim, pois no momento político aluul, esse é o desejo de tooo o povo, que anseia, que quer ver o munieipio cres­ cer, desenvolver-se e progredir, e que Figueiredo diz que trabalhadores aceitam gesto de "mão estendida» a o de de 1 f:• 0 ,Jl .I· u • 11 1 p· de tJl ,:. ,t; r! ,o'II w' ·er? sv BRA ~ILIA- Quando hó. diálogo, como tantr.s vezes salientei durante n minha compar,ha. tudo se resolve. O fim da greve representa para mim n com­ preeos!lo dos trabalhadores ao meu ge to de manter a llliio l,Stendldu em conciliação. Quando muitos tiveram dúvidas em apertar a mão estendida, fico particularmente feliz em ver que os trabalhadores de minha terra a aceitaram. Estas foram as pa]avmt, que o presidente João Balista Figueiredo mondou que o port11-vc,z ::lo Palácio do Planalto. , uid F<:1rbat, transmitisse· em caràter pesso!!l, aos joroalistus, dnndo ciência de como ele viu o fim dos 1:í dias de greve rios mehlúrglc<'R do ABC. em üo Paulo.· Emocionado e dizenào que figuei­ redo rir.ou "extremamrnte fE>liz com o encerramroto d,, grev~ dos metll.lúrglros", Frhut centuou que todas as partes envolvidus "riram com grande modera­ ção t- comprt>ensüo dos problemas recí­ procos. Isso tanto por parte dos empre­ gadores quunto dos empregados, O gcveroo, por sua parte- disse o presi­ dente entendeu a reivlndioaçllo dos operários b iêz o que pôde agindo com prudência, mas mlintendo e observando as leis do País" narrou o assessor em nome do Presidente. Farbat. c!epols de ler cs palavras dltodns por Figueiredo, negou quo a mil.o estendida do presidente tinha ficado restrita e funçin uo ato de iutrvenção que poderll representar uma decisão de forn - conforme perguntou um repórter. ESCRITÓRIO Db: ADVOCACIA Paulo Alberto de Castelo Branco AlJ'OGADO Cus Civeis - Criminais . Trabalhista Acom- panha proce«o na Justiça de Campo Grande Ia 2o ae Agosto, S84 - FONE 383-1432 Ed!ficlo 26 do AI;""º • 7.o Andar • Sulll 7d Campo Grande- Mato Grosso do Sul -,::- N!ío. Ahsolutamente. Negativo. No houve ato de força. houve Ulli ato do governo dentro do. lei. E o ato do gover­ no foi tanto denlro da lei que nem nesmo os dirigentes sindicais u tlugidos oela medida quesllonaram a legulldade do ato. Prosseguia rio, disse Farho t: -- O encerramento da greve é mais u::n passo. Uma demonstração de com­ preensão cios dirigentes :.;indicais rle que o governo huvia agido estritamente dentro da recomendação do presidente aos governadores dos Estados quando disse a eles que ,:;eriam lestacics em primeiro lugar como guardiões da ordem. E que era preciso saber llep9.rar a reivlndlcaçilo justa da provocaçiío fria e calculada. O Governo Federal fez t'Xfl tamente isso. O assunto da greve foi tratado es!rit.P..mente nos termos legais e u conclusão deixou o presidente extre­ mamente feliz como ele próprio diz. 0lit Policial alenle a solicitarão do Prefeito Jardim . No úllimo finul de semana, uma blitz policial, com A od'ldii por um te­ nente da policia militar, e composta do sargento Haiva e mais oito homens, deu batída em Jardim, realizando uma Cdm­ n11uha educativa de trilnslto e patrulhou­ do a região do baixo meretrlclo, além de apreensão de armas não registradas. Obteve sucesso total u operação, isto porque vários veículos forem apreendidos, por estarem com sua documentação Irre­ gular, inúmeras aras fornam apreendi­ das, e as ca;:a,; prietó.rios, permane­ cem como florestas e depósitos de sujeiras e ofidlo1<. A Prefeitura po­ derá mandar limpar es­ te terrtnoe e deblt1:1r os gastos nas contas dos p r o prI e t á r i os (se possível). Documento Perdido Élida Medina comu­ nica que perdeu l!Ua Curtelra Profüi:lonal 1'! 93.278 • Série 398 ª ex­ pedida em Guia Lopes da Laguna. Quem encontrar é favor entregur na sucur­ sal da Tribuna da Fron­ teira, à ruu Tenente Ber. urdes, n 2.178 em Jurdim. • Tribuna da !ron'EU" Residencia Em Bela Vista Cr$ aoo.000,00 Vende-se Residêncla bem locull- 7.adu a H Antonio ,loilo, 842 (110 lado do Brad seo). Trutur com Moucyr - Doo. do Bra!l om G Lopes da Logunn. Tribuna da Fronte ira ( Fundado n 20/2/72 ) }< U N D A Ç À O lvnldo l'i:reiru DIARIO REGIONAL Proprledle da Orllíioo o Editoro Apn CGC-il F O:l.701260t00Ul•90 lmc, fül. 130592313 Dirctorn Propric16riu Murín Eolcln V. l'nrirn TRIBUNA DA FRONTEIRA Dintor - Redntor - Chefe: IV11ltlo Pc·roira fütln1or: ltnlo Dorioli DEPAHTAilE TO COMERCIAL Chefe: Alvaro Pereira Dorivnl Conde OFIClNAS Cheíc: Gihon ilvn S11ntos Nihon Roberto de ouzu Reda~iio Administro,;ão e Oficina,: Rua Duque de Caxias /n Bel Vi«ta M. Cx. P. 23 PUBLICIDADE l.a página 70,00 por om de coluna Ultima Págin!l 60,0U por cm ele coluna Página• Interna, 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS Bela Vista, [anual) Scmestrnl Dcmaia Municipios Número i!o dia 'úmero, atrn,ados CrS 600,00 4110,00 Cr$ 700,00 4,00 5,00 Anuncio Classificado ]van Nascimt'nlo Em ~onvcrsa com o Prefeito de Bonito disse - me S. Excla. que ·m breve ser construido naquela cidade um gran­ de botei para abrlgur os muitos turi tas que prncurorn Bonito pum ver BUü8 belozu!l naturais. Foi mais !ouge o Padru R. Morteiros; ao afirmo r que serão asfal­ tadus todas as ruas de acPsso aii grutus o todou os J'tjcuutos belo11 daquele lindo lugar chamado Bonito e que com a Cons­ truçíio da estrada que ll~uril Gul11 Lopes da Laguna u. Bonito será bom mais facll . Ir. se 11 sua Cidade já que serão quarentu gullometros a menos e em ótima estrada. É isto í Prefeito sabemos dai- dificulda­ des para e obter ulgumu oolsu, m1111 Au­ bemos, tamhérn, que sc:n luta não exis­ te vitórias e as derrotas só oubem para os lncompeteotPs e subscrvlentes que fazem du col~a núbllcu balaio puru ficar mais alto ou escada para flcur rnaili baixo (não sc>I se dá para entender) o que níio é o caso do HomE"m de Bonito que tudo tem feito, ajudado pelo povo, que o elegeu (como é bom prt:feito eleito) e tem tido dele a resposta, llID obrns e serviços públicos, que se nü o são de primeira súo, pelo menos, os primeiros em muitos e muitos o.noa de promessas. A partir desta data a coluna A UNCIO CLASSIFICADO núQ mais vai ser apresentada fico.ndo em seu lugo r a coluna ACO TECEU EM BONITO e esta sel'á. lnlclaclu a po.rtlr de primeiro de abril próximo aos leitores de Anuncio Classificado meu muito obrigado e sai­ bam que conto com to Afonso DIlon Nunes Leite oração'3 dias seguidos sem f S • d E fazer o pcdi,lu. 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RUA 14 DE JULHO, 2.014 I ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, J6IAS, RELéGIS, PRESEI!TES E TROFÉUS ESPORTIVOS ALIO DOS RÊS 6IIA DOS ELEGANTES DA CAPITAL E REGIÃO CAMPO 6RAHDE • MATO GROSSO DO SUL o sonhe tornou-se Realidade Agora em Bela Vista, Existe umu Churroscorla onde voe:ê podt?rá rJevnr sua: espo■a, HllS filhos, seus :uaigos e sentir-se reulmente em sua própria casa MEU Aquele algo mais em Churrascaria - R DIZld COMPLf O ( Ao fatio do Glnnslo F.~taduul ) -=~---- Bela Vliita MS -- } U!" • Trung ta Fronte!a 30/3/79 _____ ....,.,. __;:..:.;..::..;,::;.:; -------,..,....-,,.,,------------------------ Y MEDICOS Dr. Kleber S. Monteiro Vargas NEUHOLOOIA E N.ElJHOCIHU!WIA Ex-residente do Instituto de Neurocirurgia de Porto Alegre- IS - Fone; 624.419.2 Coruuhlirlo: H. Tini Onrhosn, ii·ZIO • Campo Grnnde Horário das I à I8,30 hs, Dr. Edemar Gregorio f.6PECIALISTA Ouvldos Nariz - Garanta -- Sinusite Trotamentos e Opernções Av. Presidente Vargus- Em frente Agencia da Hecelta Federal Pontn Por Mato Grosso do Sul • MÉDICO Cousultório - 7 as 11 hs .• 16 ns 19 hs IPEMAT a INPS POS'l'O DE SAÚDE E FUNRURAL - 12 às Hí horas BELA VI TA - MA1'O GRO SO DO SUL Dr. Aury lima Marques Cardiologia - Eletrocardiograma Ciclocrgometria Consultório: Rua Gula Lopes, 320 Fone 431 -1875 Ponta Porá Mato Grosso do ul I - OFTftlMOLOGISTü Dr. James Leitum Clinica de Olhos - ~1édtoo OouHata Adnvtnção de Lentes de Contato C'O 'S LTÔRIO: Avenida lllnrnchol Floriano, 307 Fone: 431-203~ • 1.o Andor- Snla 4 RESIDENClA: lt. Tirndcntee n.o 979 Fone 31-1420 Ponta Porã Mnto Grouo do ui L B O C L 1 1 e a Dr. Fernando de Freitas Elias MEDICO - CHM - 750 Clinica Médica ~ Cirúrglcn Prevençllo Cllncer Ginecológico Rua Antonio Maria Coelho, 339- Fone 247 Bela Vista: Mato Grosso do Sul GERIATRIA TRATAME. 'TO ESPECIALIZADO DE IDOSOS Dr. W. 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Cinclandia - Sala 20l - I Andr Ponta Pura Mato Grouo do Sul Dr. Orozimbo Silva Neto i.ÉDICO Clínica especiaiizada em dovnça rum4ti , doença da eolu- na, fi810l rupia, rccup r .çJ.o o clfolcn r;:i )Jic Ex-He ldente da Escol de Mediei:a Ex-profet or usst»tente da Assis+nefa Médica de São Paulo R. 7 de Setembro, -409 Fone: 431-2{9. 'onta r'orá-MS Laboratório de Análises Clínicas Ora. Juana Maria Rojas Silva MODERNOS APARELHOS FARMACEUTICA B!OQUIMICA Curno de cspeolulizuçúo no Hospital do Servidor Público de São Paulo Rua 7 de setembro, 409 Ponta Porli Rins (ill ffiJ [L ® Bexiga Fone 4312194 Mato OroFl!O do Sul Próstata Doenças Venéreas Dr. A. Puente de la Vega CRI - 792 MyT Ex- Urologista da Santa Casa de Silo Paulo Ex - Urologista do Inst. de Urologia Barcelona - Espanha Tratamento do Impotencla e inforlllldade masculina Consultório e Resldencla: Rua Tiradentes, 1322 Fou11: -131 • 1998 Ponta Porlí. MS Rua Dr- Ottão Azambuja Santos CIRURGIA PLASTICA E RECONSTRUTIV A Membro rinllar do Coleglo Americano de Cirurgia do Colegio h:.ternaclo:>.al de Cirurgia e do Colegio Brasileiro de Cirurgia Rui Barbosa, 2774 - fone 4-0536 • 79.100 - Campo Grande MS. dr Maria Crestiana Spindola Carnes de reses selecionadas abatidas todos os dias Charques, Liguigas e Miudos 10 anos de Esmerado Atendimento, sob a direção do popular Ata.ide Peixoto A v. Principal s/n Campão Dinrito de Miranda MS· Serviço rle Torno, e Solda em Geral, Eletrlca e Oxigenlo Recon­ dicionamento do lmplementos Agrícolas Rua Nossa Senhora Aparecida S.A. Preco deste ·exemplar e s 4,oo Bonito MS ; FERREI _,,..-,-- Sementes Selecionadas Adubos Fertilizantes Arroz - Soja - Trl2'0 - Sorgo Milho - Brachiarla - Coloniiio MATRIZ e Ipiranga Jagunr6 "Gir si, 'ki 3" iili isi "is"a.r , CA PAHH Entrevista: Padre Rooswelt Sá Medeiros Prefeito Municipal de o. Mas o oooceilo Blbllco dP alitnPnlo ulurgu-se e ur,oro i;1gn1flca tnmbéni c<,n­ forlo, bom e8tar, luxo H cousucnism.:;. E nqul que esta a prescmça elo UJU! e do peeudo. Bonito Tribuna da --, Fronteira Oue e pene se;a bem irfrmsde Bela Vista MS. Ano V 303-70- Ma 4 Educocão , e Política i 4 J (> , ... 3 Enldo o luxo é pecado, o cor­ tlUmlsrno é pecado? R - A tradição cristã aceitou e enriqueceu com u dimensão da Fé e 1 1 ~ chumadus virtudes crdiuis entre as quais se encontru a virtude da lempe;·ançu ou du rnoderuçüo. E a virtude do melo ter mo. do equillbrlo. da sensatez pratica. A temperonça é uma virtude llll)JOl'lume para urna mudança dJ curso ele nossa civlllzaçü<'. As leis podem ser boas e excelentes mas nllo há lei eficiente quan­ do folla u pessoa hum!l.na a motivação profunda. Não há cóctlgos de uguus nem 1- A Campnnbn da Fraternidade de 1.979 tem como tema a Ecologlo, defei;a do m!llo ambiente, a preservação dn natureza. E o Sr. corno Prelélto nlío acha que Isto é prnocupoçúo dos Gover­ nos e dos políticos? R - ProblemaR que Interessam a todos, por que atingem a todos, não podem ficar re'-rrvados i.ômente e o l:lo­ verno ou aos técnicos. Um destes pro­ blemas comunlt!'lrlos e sociais é por ex. a prese-rvaçiio do melo ambiente, a de­ fesa do paisagem, du founa da flora do recurso naturais. A Terra é de todl-s precisamos por isso mesmo preservar o que é de t0dos, como diz o logan da Campanha da Fraternidade de 1,979, por seu mesmo aspecto comunlláolo 11 defe­ sa do melo ambiente e a preservação da natureza deve ser uma preocupação de todos, tambem uma preocupaç!io pastorul da lgrf::ja de Jesus Cristo. So­ bre tudo porque OI!. loucura de ganho e lucro, de dinheiro e gozo qu.~ se aposRou da humaridude há uma discutivel dimen­ s!lo de pecado. 2 las o que tem a ver o pecn­ do das pesrnas com u destruição da Nu­ tureza? R Numa visão teológico, profunda e justa da realidade, o llUtor ~agrado rP• flete !'obre o mundo, a crl:i.çlio da buma­ nillade, a natureza E' coloca na boca de 011u;; a palavra inspirada que é dirigida a todos os homens de todos os tempo e lugares. ,,Cresçam e Multipliquem-se e povoPm u tPrra" ubmcrnm-nu e domlnent sobre os peixes do mar e sobre as aves do céu e sobre todos os 11nimals que movem sobre o terra. A posiçllo do bo­ mem dentro do mnndo e da natureza t'l muito t1special: é o dono, é o dominador. A natureza Inça desafios, a lnteligencla é a vontade do homem. Mas num traba­ lho continuado, per~! tente de séculos. através das gerações, o homem conquli:­ ta 1 natur2za, doruiua-11. E11tl processo esta denominação está no que chama­ mos de clviliza9ão e cultura. Se olhar­ mos a Europa de nos;,os citas e as gran­ de~ áreas do mundo !oleiro da Amerlca, Asia, na Afrlca, Da Oceanla def:lcobrire­ mos som esforçt• ce!:!o o homem conse­ guiu construir valores culturais, n partir sempre da naturoza que dominou e venceu. Basicamênte continua sendo um do­ mlnlo primarlo como está na profecia retrospectiva ela Biblia: para a.llmentar- Cooperação, imrarativo da paz Esta é a integra do carta de Jim- lêncla com '-lstu~ & manter e fortalecer my Carter ao presidente J oilo Bu pllsta os laços estreitos que existe entre os Figueiredo. dntado Je 7 de mRrço: pc..vos bratilleiros e awericano. Caro enhor Presidente. Receba meus melhores votos para Queira receber minhas mais calo- que Vossa ExcPlência tenha todo suces­ rosas congrotulaçoes por _sua Investidura E-o ao enfrentur os desafios de uma na­ como presidente da Republica Federati- çíío cuja importância e Influência tor. va do Brllsil. . narum-se verdudelramente globais em A coopera_ç!lo Pntre os dirigentes !lua ~lgnHlcação. de grandes nuçoes à imperativa para a a construçlio da puz intt>rnacional A precie nossu conversa restou feliz e da cooperação econômhm duradouras. ds que o vice-presidente ~londale possa Estou conflantP de que nos anos vin- encontar-se logo com 'ossa Excel/lncla e douros a amizade histórica entre o Bra- comec,;llr um diâlago que, Ps;;cro, bvará sll o os Estados Uoidos servirá como uo fortalecimeto de nossas relções. lni-piração parn todas as nações. Espe- Queira receber, senhor presidente, ro poder trabalhar com Vossa Exce- minha mais Ctllorosa saudação. retomar diálcgo" "Procuraremos A resposta do pn·sidente Figueire, d1l à cartn do presidente Curter, datada de 20 de março, é u st>guiotP: '·Caro Seuhor Prt>Hideote: fiecebi com grande satisfação a culorosl! men­ sagem de felicitações que, por oc11siáo dt1 mlllha posse u Pres1dênc1a da República. Vossa Excelencia teve a gentile:r:n do dirigir-me por int"'rméclio dn senhor:i. Joan Mondalc. Conforme manifestou em nou código florul, n~rn códigv de caça. uem J gislaçüo de d<'fe:,n do melo amblrnte que produzam efeito, por muhs hem In­ tcoclo;rndnf-1 P rormuJndnP que• srjum, se não houver educnçJc, nsc(>tlcu glrbal "ll• sinando u Dersou u +e dominar, nos eu8 desejo, na uu vontade de poder, nu uu ansiedade de posur e de ufirmar-se. • Nei;le contexto vt>mO!I fucllrne1il<.> u cll mensão teolóten que marca o dominio do homem sobre o terra e sobre a na turez. De fato a terrn tr rn a marca da beleza. Mas porque foi entregue ao ho­ mem, está tuvesi:e Impossibilitado a presença do v1ce,presldeote :Iondale nas sole!"idades de posse. Mutto uprecii a iulciativa. que Vossa Excelencia ugora tomou, de envi­ ar nos próximos dius o vice presidente Mondale ao meu país. Será ele recebido com cordialidade e simpat:a. Suas opi­ niõEs sPrúo ouvidaf: por ILlm, pelo meu vice-prPt:ldente e outros membros de meu governo, com a atenção e respeito que merecea. De nossa parto, procuraremos re­ tornar o diáloe:o inicisdo na converE.-a breve, mas expressiva, que mantive com a senhora 1uo!la!e. Partilho umplamente dos sentimen­ tos expre,-s,ns per· ' ossa Excelência em svn menagem aqui confirmados por uu representante, a respeito d1:1s exce­ lPntPi- oportunidades que temos diante de nós, de ainda muis desenvolver e for­ tal cer as relações de flmlzade entre nossos dois países. A o tra bulharmos con­ creta mente nesse sentido, estaremos, na minhu opinião, respondendo aos auseios de nossos povo!' e às necessidades e desafios de nosso tempo. .-ules de concluir, desejo agrade­ cer os votos pessoais a mim generosa­ rrente endneçados por Vossu Excelên­ crn. Permita-me upre::ernar-lbe os pro­ testo., de mir.ha mai,; ulta c0nsideraçüo. l.an ase1mento Existe um homem em Bela Vista que pela sua gr111Hlr! Educnçno <' e«pneldude ndministra. tiva deveria ser lndlt,1- elo para l'rt feito lil'cl l tão sofri l« Cidade. José SIplicto da Costa ~!arques. Sim H·u José em pouco mis de dois mees a frente d exrcutlvo muclcipal acertou muita cols:1 e deu uma uula de udrcf­ n'stração públicu alé de scber tratar, mulro bens por sinal, o poro desta Terra Boa. Amorim Costa, no:;- , eo primeiro goveraudor. flcarà na história. Por er O Primeiro e por dar a Bela Vista o que Beln Vista meu­ ce de bom. Chega 'e propaganda e conversa fiada em jornal. O negó· cio é discrição e com este homem que há mais de trinta anos dP­ dlca-se a politica belovls· tense onde só tem grn das e bons amigos e oo· de. como df Pse acima, ,. já demonstrou ma capa­ cidade a frente da Pre­ feitura i1lunioal 011 nu• seacia, por doeoç11,