D:rio 
egional 
CIRCULA n Bea Vi«t - Anto: 
lo doo- Horto Martinho - Jar­ 
dim - Gul Lopes da Laguna • Ba­ 
nito· ioaque. Ponta Perl e 
Cmpo Grande, 
Rotary providências 
O Rtary CIub de Bela Vista, en­ 
tidade quo reúne em seu melo profissio­ 
nais liberais, representantes de clsses, 
militares, pecuaristas, bancários, con.er­ 
cluntes, jornallstus. eto, num grupo hete­ 
r0geneo, onde, a molu mestre, é prestar 
sorviços e indicar soluções, amiúde temu 
Iniciativas dignas de exemplo. É fato por 
demais conhecido que a eslrndu que liga 
9ela Vista à Porá, permaneceu por và 
rios meses em situuçlo calamitosa. A 
Vlnçüo Cruzeiro do Sul chegou o sus­ 
pender 11 sua linha regular p11ru Ponta, 
Porá, devido ao Estudo da estrada que 
ja estava se tornando um verd11delro pi· 
cadão. Ontem em contato com o senhor 
Gsribaldi da Rosa Neto, presidente do 
Clube, o mesmo nos Informou a rnspeito 
das providências que o Rotary hu v:a to­ 
mado para solucionar tão cruciante pro­ 
biorna. Curtos e telegromns foram envia­ 
dos à Campo Grunde, níio RÓ ao Gover­ 
no do E&tudo. como no deputado Rober- 
to Orro. Pura melhor informur o povo 
belnvlstense, publicamos, abaixo, na In­ 
tegra, us correspondencl!ls enviadas pelo 
Rotary o as respostas do Governo do 
Estado e do Deputudo Orro. Os f9.tos só 
podem er analisados através du verda­ 
dade Cristalina. Não se admite, em jor­ 
nalismo, meios termos; ou é ou n!lo é. As 
suposições são conjunturas. 
O trabalbo que o Rotary vem efe­ 
tuando para sensibilizar os poderes 
públicos, para in11utlr no povo o 
sentimento harmonioso de cerrar fileiras 
em torno do desenvolvi:nento de Bela 
Vh1ta, é digno de admiração e respeito 
por parte dos beluvistenses. 
Telegrama enviado pelo Rotary ao 
Governarlor Harry Amorim 
"Face purnllzaçiio nesta data 
veículos transportadores passageiros 
Bela Vista-Ponta Porá, motivo condições 
estrada intransitável, rogamos providên· 
elas urgentes recuperação da mesma. 
Saudações. Rotary Club de Bela Vista. 
(10/3/79) 
Resposta do Governo do Estado 
Em resposta ao telex enviado no 
senhor governador, Informo que o 
Dersul estll no trecho com motonivela­ 
doras e já executou 52 Km de raspagem 
entre Ponta Porá e Antonio João e 
continua serviço entre Antonio Jollo e 
BPla Vista .. Ass: Engenheiro Valdir 
Estev1,;s ds Almeida Secretário Adjunto 
de Intra Estrutura Regional e Urbana· 
(22/3/79) 
8 
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J 
toma 
lntrnnsltúvel estrada mesma condlç!io 
Bela Vista a Caracol. Solicitamos expe- 
diente sentido recuperação mes:nas 
caráter urgente. Saudações. Rotary 
CIub (10/8/79) 
Resposta do Deputado 
Roberto Orro 
Estamos tomundo providencias 
junto autoridades competentes melhora 
estradas Bela Vista-Ponta Porã o Bela 
Vista e Caracol. Saudações Roberto 
Orro (15/3/79 
Carta enviada pelo Dep. Roberto 
Orro ao Rotary Clube de B. Vista 
Sr. Presidente: Vimos pela presen­ 
te, melhor esclarecer sobre o problema 
exposto em telegrama enviodo no dln. 
14/3 último. Conforme o pedido, fizemos 
contatos com as autoridades cornpetcm­ 
tes e as mesmas nos informaram que 
as máquinas eetíio concluindo trubalhos 
de reparo nu estrada Ponta Porá 
Amamhai. Portanto, na .netade da pró­ 
xima semana, elas irão trabalhar a fim 
de melhorar as condições de transito 
nas estradas de Bela Vista • Pontu Porã 
e posteriormente Bela Vista a Caracol. 
Nos oxplicaram lambem. que Isso 
se deve às deficiências das máqulnae e 
de seu pequeno número. Esperamos 
as im, que o problema em breve seja 
solucionado. Enviamos os nossos protes­ 
tos de estima e nos colocamos ao dispor 
desta cidade, sempre que formos solicl• 
tados. Atenciosamente, Deputado Roberto 
Orro. 
Telegrama enviado ao Presidente da 
Assembléia (Dep. Londres Machado) 
Comunicamos vossa excelencia 
0nlbus delxa.raJ11 circular nesta data 
Bela Vista Ponta Poril motivo péssimas 
condições estrada intransitável. Sollcita­ 
:nos providencias dei:ea egrégia Casa 
normalização transporte recuperaç!lo 
"gente _mesma. Saudações. Rotary Club 
10/3/79) 
Telegrama 
putado 
enviado ao De­ 
Roberto Orro 
Anuncio C lassificodo 
É um absurdo o que vou dizer aqui 
mas prece ser a verdade. 
Alguns locais de venda de gaz em 
Eela Visa, estão vedendo botijões de 
gáz vazios corno cheios. Sim vozios co­ 
mo cheio . e como a moçada dos de­ 
p6sitos faze: Eles passam guz dos bo­ 
tijões grandes para o pequeno, sempre 
que lguéa vai comprar gáz em garrafa 
pequen'l. E este botijão grande, não é 
reenchido ou recompletudo, vui pum ou­ 
tL'0 trouxa como se fosse normal. :'o:itro 
dia, lá em ousa, dei uma bronr.a na ;;m­ 
pregada, pois com menos de duas sema­ 
na de uso, o gãz iá tinha acabado .. go­ 
ra terei que pedir tlesculpas pois sei que 
não cabe culpa a empregada, e sim, a 
pouca vergoBha de gente que não sabe 
o que fazer mats para roubar o povo. 
Será que não existe para isto 
(iscalizaçúo? Será até quando vamos fi­ 
car entreguee a sanha de gente desones­ 
ta? Se, esta fraude continuar a existir 
vsmos dizer aqui, quais as casas que 
procedem desta maneira, sujando o no­ 
me digno do comércio belvistense e to­ 
dos sabem que será facil cofirmur o 
que estou dizendo basta pesar os buti­ 
jóes e veril'icar a dfü•rença. 
Esta reclamação chegou-me atra­ 
vés do Marião e Caturebu, que como eu 
e muitos outroti, estão entrando pelo 
cano com problenra de gaz, esper.lulmen­ 
te agora que Done Cemet resolveu cor­ 
tur a luz toda noite, quundo se faz ne­ 
cessário claridade pura se andar nas 
ruas, sc.m lumpad1u e sem luz, desta 
B.V. 
Comunicamos vossn excelencia 
onibus deixaram circular nesta data 
Bola Vista a Ponta Porá motivo condição 	Ivan Nascimento 
Já foram Pscolhldos o!l nomes que 
·erão submPtldos à apreclaçãn do senhor 
Governndor Harry Amorim Costa, visnn­ 
do a Pscolha do futuro prefeito de Bela 
Vl!!ta. A reuniã<' do Diretório, na últimn 
sexta feira, provou que- a Tribuna da 
Fronteira, nunca viveu de deduções o 
nunca se omltfu eos fatoR politfcos acon· 
tecidos em nos;m cidade. Hll alguns me­ 
ses, noticiávamos que se cogitava a su 
bi-tltulção do atual prefeito, Castro Pinto, 
e multa gente, a maioria ligada no pre­ 
feito, comeat.uva que estávamos propa­ 
gando boatos e isto foi veiculado, inclu­ 
sive, na rárl.lo ZP • 23, de Bellu Vista, 
Paraguai. E agora, corno é quo fica? O 
Diretório arenista reuniu-se Exclusiva­ 
mente para tratar do assunto, numa pro­ 
va cabal de que os polítloor, belavisten­ 
ses não estão contentes com a atual ad­ 
ministração. Os nomes já foram escolhi· 
doll: Osvuldo Turinl. Flori Murano, Evi­ 
lásio Miranda e José Simpllcio da Costa 
M:rques. Estes os nomes apoiados pela 
ARENA municipal. Onde fica o vereador 
Ely de Araujo Barbosa? Na "berlinda" 
{expressão usada por outro vereador) 
pois a liderança de Ely é "fictícia". Já 
o "enrustido candldató Palmieri", afirmou 
à Tf? que só seria candidato "através de 
eleições dlrPta&, pois aceitando o crité­ 
rio de prefeito nomeado, Iria contra a 
sua própria filosofia política. que é de­ 
mocrática". o quebra cabeça" da poli, 
tlca local, uma pedra chamada Nivaldo 
de Barros se interpõe na caminhada dos 
candidatos. Vereador atuante e secretá­ 
rio do D I r e t ó r I o, Burros é 
favorável a e o n t l n u i d si d e 
do atual prefeito. Sua opini!io lambem 
pesará no balança, pois, allnal de con­ 
tas, foi eleito pelo povo. intornática a 
situação da política local, que muitos 
teimam em dizer que está tudo bem, 
tudo tranquilo, tudo bonitinho e que só 
o jornal enxerga divisões. Não, não há 
divisões, há J,osições contrárias (slc). 
Esta edição, que enviaremos em mão 
ao Senhor Governador (a sua entrevtsta 
foi fora de série) é de suma importancia. 
Saiba. enhor Governador, que os fatos 
aí Pstão para anflllse de V. Excia. O 
senhor afirmou ser ai;Eíduo leitor da 
TRIBUNA, e deverá reconhecer que os 
nossos propósitos 11áo os mesmos: uma 
Bela Vista progrossista, unida, e em 
contínuo progresso, visando a grandeza 
de Mato Grosso do Sul. Estamos emba­ 
lados num ritmo crescente. Novos ban­ 
cos. ovas firmas. Vivendo apertados, 
• mas vivendo, pois é nas crises que se 
criam alternativas válides. Agora neste 
negócio de política, nem os politicos es­ 
tão se entendendo. Os fatos fir.am dUiceis 
de serem analisados e n politics passa 
a ser feita nos bastidores. Por isto que 
o povo belavlstense através a TRIBUNA 
DA FRONTEIRA pede ao eminente go­ 
vernador, uma dafinição a respeito da 
Prefeitura Municipal de Bela Vista. Ou 
continua o Dr. Castro Pinta (o que o 
Diretóric ão quer) ou nomeiem outro 
prefeito (o que o Diretórie quer) mas 
DEFINA A SITUAÇÃO. 
L 
GA 
' 'asci- 
e'las Titulas 
Eleitorais 
Com a presença de 
ceatenns de pessoas, no 
último sl'lb1:1do, no Cluba 
Esportivo Belnvlsten10, 
o !10BRAL, comissão 
de Bela Vista, procedeu 
à entrega de, 
1quase 300 
registros de nasclmentoa 
e Títulos eleitorais, atra­ 
vés da Operação Docu­ 
maento, aos belavistenses 
carentes de recursos. O 
presidente da Comls111io 
'.1uniclpal do MOBRAL, 
advogado Jvan Afonso 
da Costa Marques, Irisou 
o importante papel de­ 
empenhado pelo Capi­ 
tão Alves e sua equlpe 
do 10º RC, qoe não me­ 
diram esforços para o 
êxito da Operaçáo. Re­ 
gistramos a presença na 
solenidade dos senhores 
Dr. Osvaldo Ramanzlnl, 
MM Juiz de Direito da 
Comarca, do senhor Ten­ 
Cel Conrado Dias, co­ 
mandante do 10° RC se­ 
gurdo o advogado Ivan 
responsflvel direto pelo 
sucesso da campanha do 
professor Orlando Mon­ 
gelli, coordenaóor esta­ 
dual do MOBRAL e Dio­ 
rnedes Rodrigues, Super• 
visor de Area. A Ope­ 
ração Documento é um 
convenJo assinado entre 
:fOBRAL, EXÉRCITO, 
SUCAN. e PREFEITURA 
llfUNIClP AL, visando 
d o t a r • d e docu­ 
mentação aquelas pesso­ 
as sem recursos, que lm­ 
possibilitndas fim.ncelra­ 
mente precisavam de do­ 
cumentos tiio importan­ 
tes como título eleitoral 
e certidão de nascimente. 
POLICIA FEDERAL EM 
BELÁ V1STA 
Segundo informa- 
ções do presidente do 
MORAL. ainda esta se­ 
mana, virá a Bela Vista 
uma equipe da Policia 
Federal para regularizar 
a situação dos estran­ 
geiros residente nesta 
cidade. 
o 
T R E V 
rnador ar y 
s a: 
morim Costa 
PÁGINA 3 
1

'Tribuna_da_Fr0!edTc 
Serraria Aquariu 5 
RESPONSÁVEL: 
João Carlos 
Ieforma de Carroceria, Móveis em Geral, 
Berviço do Conserto em qualquer tipo de 
Mvol. 
GAATA E PRECISÃO" 
Rua Duquo do Caxlas (antigo Wllll) 
Bolu Viola - MS 
Oficina Mecânica 
Aquarius 
RBSPONSAVEL: 
AugÚsto Flávio (Pelé) 
SOLDA ELtTIUCA, OXIGF.NIO, MO­ 
TORES EM GERAL, REFOIMAS DE LA· 
TARIAS, ETC 
n 
Dr, Enio Viegas de Araujo 
Advocaclu Civil, Criminal e Trab­ 
lhista. 
ESCRITÓRlOS 
Rua: Pilud Rebu, 1454- Bonito • MS 
Praça Agenor Carrilho, 276- Miranda MS 
Auto l?osto Trindade 
O prolongamento do lar dos 
amigos motorislus 
Anexo funciona o Bar, Hetarante e 
Sorveteria 
De di e de Noite está sempre à disposição 
dos Irmlos da estrada. "AUTO POSTO 
TRINDADE", de propriedade do r. Elpidlo 
José Roque de Carvalho 
Atende bem para atender sempre 
Av. Prinolpal 1/n Campfi.o 
DIstrito de M.iranâa MS. 
CIO 
SIR 
Ivan Nascimento 
Pretendiri deixar de falar do Colé­ 
glo 'Técnico de Contabilidade dr. Joaquim 
Murllnho, de Bela Vlatu, mcui, Infelizmente:, 
sou obrigado a vollur ao assunto. 
Conversando com o professor de 
lá o mesmo disse-me e podlu que não 
anunciasse o seu nome por motivos 
óbvios que este ano o Prefoito duterml­ 
nou quo todos os professores recebessem 
de acordo com suus licenciaturas ou se]a 
quem náo possui cursos universitários 
de curta ou plana gruduução deveria 
receber menoH e, 8Õmente, receberia 
mais quem fosse portador de títulos unl­ 
versitárlo. Ora, nquel escola temos, 
pelo menos, quatro mestres que somen­ 
te possuem cursos de segundo grau ou 
seja núo são formados para lecionar a 
nivel de segundo grau mas estes profes­ 
s0res já vêm colaborando com o Joa­ 
quim 11iurlinho há alguns nnos e agora 
etilão vendo seus salários serem diminui­ 
dos como se isto fosse possivel e, com 
isto, alguns deles já et-tii.o largando a 
escola o que vai u.carretnr grandes pre­ 
juizos aos alunos que pegando uma nota 
violenta de mensalidade nüo estão tendo 
a reciproca exceto em uma. ou duas 
disciplinas; disciplinas estas nas quais 
estão mestres nú.o graduados que no fi. 
nal do mês vão dizer adeus ao Contador 
se prevalecllr a ordem de dlminuiçllo de 
salário-aula conforme é voz comum en­ 
tre alunos e professores do J. Murlinho 
que assim passará o. ser Contador de 
estórias e não Escola Técnica de Conta­ 
tab!Udade com o fim de formar Técnicos 
em Contabilidade. 
Converso.orlo com um funcionário 
do Castelo Rranco este me disse que 
não exiRte mais vagas naquele colégio 
para o Secretariado e que multa gente 
que está largando o Contador ficará sem 
estudo este ano e não acontecer uma 
medida saneadora do ensino S'll nossa 
Cid a de a vaca. vai - pro • brejo com chi­ 
fre e tudo. 
T 
Serviço d To no, e , olda e1 
Geral, Eletrica e Oxigenio Recon­ 
dicionamento de Implementos 
Agricolas 
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1 
1 
1 
 
Em ontrovlsln oxoluntvn concedida 
o nosso onvludo especial ) Porto Mur­ 
tluho, Alvuro Pl!rclru, o Oovornatlor Ifor­ 
ry Amorim Costa falou a respeito doe 
enchentes, do desenvolvimento da região 
do problema ucessórlo nos municípios 
considerados réus de repurunça nuclo­ 
nal, o uolrnu do tudo, levou a sua mon­ 
agem do té e esperança os moradores 
do Porto Murllnho u respeito doe problo­ 
mus que ao 1.>nchontes provocarlo pe­ 
dindo multa onlruu, tranqullldudo ~ os­ 
ph-lto civlco. 
POSIÇÕES DEFINIDAS 
As vezes, o mu tempo tem suas 
vantagens. Na última semana, com a vis!­ 
ta do governador Harry Amorim Costa 
à Porto Murtlnho, pura verlflcnr "I loco" 
o que estava sendo feito o o quo se pre­ 
tendia fazer para minimizzr o sofrimento 
daquele povo, que poderá ver sua cidude 
inundada pelos águas, Trtbunu da Fron. 
teira, num esforço conjugado, enviou 
àquela cidade sun equipe de reportagem, 
cornandnda por Alvnro Pereira, para en­ 
trovistr o senhor governador. Hurry 
Amorim recebeu o nosso envlarlo espe­ 
oial oom muita consideração, tendo fir­ 
mado, Inclusive, ser um leitor assíduo 
do jornal e aJlllirador de sua linha edito­ 
rial. Durante quase vinte minutos, . 
Exola atendeu o nosso repórter e nú.o 
se furtou a rAsponder qu!!lsquer das per­ 
guntas. Deixou bt:m olnro que é um ho­ 
mem de poslçi5ee definidas, sabe o quer 
e como obter o que deseja, frisando que 
a sua maior meta é transformar Mato 
Grosso do Sul num exemplo para o Brn­ 
sll. Ets a entrevista de Harry Amorim 
Costa. 
TRIBUNA: É do conhecimento de 
V. Exola que Porto Murtinho atravessa 
um periodo bastante critico, com desem­ 
pregos em massa, comércio, enfraquecido isto devido 
ao encerramento das 11.tivldades da 
Florestal Hr11eilleirn / A. Quais as medi­ 
das palil lvas que V. Excla, juntamente 
com seus assessore , já tomou para 
solucionar esta problema e quais as 
medidas que ainda pretende tomar? 
HARRY AMORIM: A perda de base eco­ 
nomlca de Porto Murlinbo tem redunda­ 
do em dificuldades multo sérias para o 
mu:i.tciplo, no entanto, Porto Murtiho, 
tem condições potenciais de reviver 
pocas de presliglos. O probleml mais 
grave surgiu com o encerramento das 
atividades da Florestal Brasileira, não 
por falta de matéria prima, o quebra­ 
cho mas, seguramente, dentro de uma 
lniclatha pr:vadu, por decisão de seu 
Proprietário. 
1o entanto, o Governo do 
Estauo dillgeuoiou para que houvesse 
Posslbllldadei; de continuidade do apro­ 
veitamento do guebracho. e eu posso 
adiantar que já ostá práticamente defini­ 
da a instalaç!ío de uma nova e moderna 
industria de produção de tanino aqui o 
lllUnlclplo, eom interesse de um grupo 
Paulista, mais exatamente de Araçatuba, 
16. tainbem ligado às atividades ligadas 
a0 setor, 
T.F. Essa instalação {: part1 curto 
Prazo ou exiglrfl. maiores estudos por 
Parte desse grupo? 
HARRY AMORIM: A previsão é 
de que essa indústria levará 18 meses 
ara ser implantada a partir do início 
de construção de moderna fábrica, com 
instalações novas, e que Irã gerar direta, 
01
1 indiretamente, 600 novos empregos, 
o quo representa. prâlloamente a absor­ 
ço de boa parle ou da quase totallda­ 
do da múo do obra que hoje é dlspoulvol 
no município. 
T.F. Goverdudor, a energia el{ltrl, 
ca é de vital Importância para o doson­ 
volvlmento due comudldndt>s. Bonito jtl 
recebeu onergl11 elótrlca dlret11 de Uru­ 
bupungá:. Jardim e Bela Vista estão em 
vius de receber, e Porto Murtlnho, quan­ 
do será beneficiada por esta dadiva? 
HARRY AMORIM: O problema do 
energia olótrlcu no Estado, ó doe mula 
aórlos, e no há um plano integrado a 
fim do que u partir de determinadas 
fontes de gemQão se possa transmitir 
energia para lodo o Estado. Ora. se níío 
hâ um plano nfio ternos condições Ime­ 
diatas de exercitar um trabalho integra­ 
do nessa setor, primeira preocupação do 
Governo do Estado portanto, tem sido o 
de fazer um plano de onergla elétrica 
para Mto Grosso do Sul, plano este 
quo estõ. 0[Il apuruçüa. 
TE, Mas Porto Murtinho será in­ 
clulda neste plano? 
Harry Amorim: Em relação a Porto 
Murlinho apresenta dificuldades Iniciais 
multo grande porque se tem linha. do 
transmissão ohega em Jardim, o fato é 
que para trazer essas linhas de trans­ 
missão pura cá n!l.o é só montar torres 
e estender cabos, é preciso que exista 
energia para fazer aqui. Uma linha de 
trnnsmiss!io elétrica é como água que se 
distribui através de tübu!<J.ção enterra­ 
das. Niio adianta botar tubos em deter­ 
mlnudas áreas da cidade se no tiver 
água para chegar. É o nosso caso, ener­ 
gia vem de Juplá, até Campo Grande 
c se distribui para quaso todo o Estado'. 
Nós para trazermos energia de 
Jupiá, primeiro precisamos aumentar a 
quantidade de energia que chega de Ju­ 
plá à Climpo Grande. Isso estó sendo 
estudado dentro do plano de eletreflca­ 
ção do Estudo e que vai integrar o su­ 
primento a todns essas regiões Não 
é, lamentá velmente, um assunto cuja 
conclusão ou cuja dellnlção executiva 
mesmo, pra trazer energia do siste,na 
gerado até aqui, é para solução imedia­ 
ta. ão está num horizonte inediato, la­ 
mentávelmente teremos que esperar un 
pouco. 
TE: O povo murtlnhense estA has­ 
tante alarmado em relação às enchentes. 
Quis as providencias que o Governo do 
Estado tomou para minorar 0 sofrimento 
deste povo? 
- Harry Amorim: Primeiramente 
quero dizer à população de Porto Mur­ 
tlnho, que não e alarme, guarde abso­ 
luta tranquilidade, sem alarmes ou pà­ 
nloos; e que fique definitivamente tran­ 
quilo: vamos ter enchentes, é preciso 
fc.lur a verdade, é preciso dizer a ver­ 
dade. Elas não estio às nossas portas, 
vao acontecer daqui há algum tempo. 
O Governo do municiplo, a comunidade 
auxiliada pelo Governo do Estado, vai 
adotar providência para que os prcble­ 
mas decorrentes das enchentes 1:1ejam 
minimizados e quero salientar dois pon­ 
tos: 
1- Que não haja alarme na popula­ 
ção. Nií.o há menor razão para que seja 
iostaludo um clima de alarme, de pâni­ 
co e de insegurança. No há c menor 
razão para isto. 
E a palavra do Governador e 
quero que chegue à todos que compoem 
E 
a população murtlnbense; que a-uorcl<>m 
lro.nqullldude, coofiun,a nan nçõcs que u 
próprlu comunidade está tomando, auxl­ 
Iluda pelo Governo do Estado, e, em 
Regundo Jugnr; 
Quero dizer que é exatamente 
nestes momentos, quando dificuldades 
mulottls L11trgem, que o espírito comuni­ 
tàrlo, a solidariedade entre as pessoas 
s a afirmação das lideranças da Actml­ 
nlstraço, políticas, empresartais, sociais, 
cte. Estas lideranças devem se unir pura 
cnrrontur· as dificuldades, elas serão re­ 
movidas. 
TF: Quem estã orlcnt.:.ndo a toma­ 
da do posição com roferênda à enchcrn­ 
to, aqui e:!?. Porto Murtlnl.!o? 
-- Harry Amorim: A Sub-Comlssüo 
de Do!es& Civil de Porto .Murllnho, ó 
quem está tncumbfda. como organlsmo 
comunltàrfo, para enfrentar o problema. 
Está orgnnlzando, está nlanejundo as 
ações e o Governo do Estado vai apoiar, 
e ttuxillar a sub-r.omlssüo da Defesa 
Civil de Porto Murtinho. 
TF. :Ms.11 os problemas ... 
- Harry Amorim: Todos os pro- 
blemas serão reso I vld o s, m a 8 
repito: para se enfrentar 
a enchente dl> manetra adequada, é 
preciso apenas que todos tenham tran 
qullidade, confiança nos trabalhos que 
esl!lo sendo reallzndos, e sobretndo 1:1e 
associem em solidariedade, pum esforço 
conjunto, para que assim. se minimizem 
os problemas da enchente. Volto a 
repetir: a população deve se manter 
calma, pois os problewa11 serão rernlvi­ 
dos através de ações coneretae, p/ que 
a vida do mun!ciplo não sofra processo 
de parallzação. Tudo está sondo feito 
para minimizar os efeitos da enchente 
rápido, novamente, é preciso calma e 
tranqullidude. 
TRIBUNA: Governador: existe um plano 
de contenção da barranca do rio Para­ 
guai, que, segundo consta, data da fun­ 
dação da cidade. Esta obra, de grande 
necessidade, evitaria grandes catástrofres. 
Há alguma d11finlção por parte do Governo 
ou do DNOS pura 11 execução dessa obra? 
HARRY AMORIM: O Governo do Estado 
da Uniüo, do Munlcipio, tem estado 
empenhados na busca de soluçÕt!B. No 
momento não há uma definiçil.o, pela 
simpls razão de que qualquer trabalhe 
para ser executado no rio visando a 
contenção das barrancas na aréa margi, 
na!, só pode ser realizado fora do período 
de enchentes. Nós t1Jmos vividos, lamen­ 
távelmente, nos últimos seis anos, um 
periodo de águas sitas que até tom 
!mposslbtlltado qualquer trabalho. Espe­ 
ra mos que este a ao, esta enchente 
que é a maior dos últimos sois anos' 
seja última desse período. No próxho 
a n o, o u m e l h o r n o f i- 
nal desse ano, possamos, d e n- 
tro de um projeto a ser elaborado rea­ 
lizar h·abalho de contensão das barran­ 
as do rio nos trechos mais 
compror::i.etidos. 
TRIBUNA: No plano polfüce, qual n data 
em que será substituido o atual prefeito 
de Porto Murtlnbo? Jâ existe um nome· 
definido? 
HARRY AMORIM: No há data e n5o 
há nome escolhido. Este um assunto 
que ~ev rá ser tratado brevemente, em 
Iunçao de uma estratégia para abordo­ 
gem do problema, e ao mesmo tempo, 
(Continua na sexta página) 
Efemérides 
Aconteceu no dia 16 
de março do ... 
1782 - Francsco da 
Cunha J nezes toma 
posse do governo da Ca­ 
pltoola de Sito Paulo. 
1819 • Nascimento na Ba­ 
hlu d Jo ó Maria da 
Silva Paranhos, depois 
conselheiro do Estudo o. 
Viscoudo do Rio Branco. 
1840 • Colônlns A­ 
grícolas. 
A Lei número 27 do 
I de Março daquele ano, 
autorizou o governo da 
Província do São Paulo 
a contru lar com a casn 
comercial de C, Dolrue 
§ Comp. do Dunkerquo 
França) ou com outru 
qualquer casa ou lndlvi 
duo, o estabelecimento 
do colônla11 agrfcolas po­ 
voadas com colonos nlo­ 
mães ou belgas, De cor­ 
do com o Art. 2.o para 
o ostabeleclrnento des­ 
tas colônias são conco­ 
didas à mencionada casa 
vinte e cinco Jóguae 
quadradas d1:1 terras, di­ 
vididos em dois ou mais 
lotes e escolhidos do a 
cordo com o governo 
entre as terras d&volutas 
que não o s t I v o­ 
rem o c u p a d a s, 
pagando mesma ca­ 
sa perpétuante, a título 
de foro, n quantia anual 
de 60.000 por légua 
quadra da, ficando esta 
concessão sujeita a 
nprovuçllo da Assembléia 
geral. Art. 3 A mesma 
casa, 011 qualquer outra 
casa ou Individuo com 
quem se contratar 
obrigar-se-á n fmporb1r 
anualmente pelo menos 
seiscentas familias de 
colonos, para povoar 
duas léguas quadradas 
de terra, na proporção 
de trezentas familias 
por léguae, contando-se 
quatro Indivíduos por 
familia. A época ou rato 
de onde se deve prlncl­ 
piar a contar os prazos 
para a Importação dos 
colonos .aerúo lixados no 
contrato. Estes colonos 
terão ne mesmas condi­ 
ções e qualidades exigi­ 
das na lei de colonização 
deste ano. O excesso de 
importação de colonos 
de um ano será abona- 
do no seguinte. • 
1851 D. Pedro II 
declara que e Brasil 
resolvera colaborar na 
defesa da praça de Mon­ 
tevldén, para evitar a 
sua tomada pelas [orças 
do General Orbe. 
1964 Reunião de 
lideres da C.0.T. para 
elaborar um programa 
de ação imediata. 
Prof. Stumpf. 
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TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Diretor - Redator - Chefe: Ialdo Pereira 
DEPAHTAMENTO COMERCIAL 
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Redato Administra@to e Ofeina: Roa 
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Nascido om Constuntlnopl11 polos 
anos do 410-485 d. C. foi discípulo de 
Ollmplodoro, em Alexuadrlu, e, om Atenas 
do Slrlano. 
Seguiu em parto os prodocessores 
da escola ateniense do neoplatonismo, 
mns foi lncluido, principalmente, pelt!s 
doutrina" de Plotlno e Jõmblloo. 
Deu n sua doutrina uma precisão 
lógica e tal llubtlleza, que foi oonsngru do 
como o maior escolástico do nooplutismo. 
Temas da sua doutrina: 
a) u doutrina de circulo de doscldas 
e retôrno de Plotlno Iol slntemutlzuda 
por Próclo, que dellnela a dlalétlon de 
todo procasso do desenvolvimento ou 
sua doutl'ina dn triada: 
1) permanência de sor em sl; 
2) s&ida do ser do si mesmo: 
3) retorno a si mesmo, pela conversão. 
Pela perfeição e superabundância 
de poder, o ser, permnuecendo tiro sl 
mutavel, gern um produto que lhe é se- 
molhante (quer dizer, ldont!co e diverso 
ao mesmo tempo), que permanece e pro­ 
cede no mesmo tempo, mas aspira no 
Bem e pelo Bem retMnn u sua causa. 
Cnàu retorno reallza-se atrn vés das 
mesmas oausas, pelas quais cumpriu a 
proc1sslio. Os caminhos correspondem-se 
exatamente, em perfeito círculo, que 
reúne o término com o principio. 
b) O UM contém, assim potencial­ 
monte, todoti os sêros inferiores, oomo 
todos os superiores. Assim, os Inferiores 
so emanações dos superiores, chegando 
até a singularidade. A.. estrutura d o unl­ 
vorso, assim ooncebida, é imutávol. Em 
todo o platonismo, apesar de sua oom­ 
plicada hierarquia dos sêres, há unidade 
sem temperalldade o sem criação. 
Rneerramos com estas poucas no­ 
tas o multo que se poderia dizer ainda 
sobre o tema nooplatonlao. 
O nosso próximo passo no desen­ 
volvimento dos temas vestibulares de 
Filosofia propostos pela Universidade 
Fodoral do Rio do Janeiro o Faculdade rrrrrrrrrrrrr» 
de Letras será - A filosofia orl1.<tii. Pu- 1 
trlstloa ou Patrologla. 
Principiaremos pelos sous carao­ 
teres gerais. 
Esperamos que aquilo que temos 
por escapo realizar no decorrer do 
presante ano letivo, possa ser feito 
"in tetum", principalmente agora quando 
a nossa de certo modo infeliz Bela Vis­ 
ta, dispõe de um Jornal DIArio. 
Que o Senhor dos universos nos 
ajude e o jornal tambem. 
Prof. Stumpf 
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Tribuna da Frontelrn 
E l 
DI 31 de março, a Revo. 
lução de 1064, completou 1 anos de con­ 
Unuldado no campo 110!1lloo, soolnl e 
ooonomlco. Multo jó. ao fnlou respeito 
do papol moralizador d stu RovoluQfi0. 
Ela lol feita parn exllrpur da vida pú­ 
bliou os corrupton o os bruallelros quo 
tolmuvnm om Impor uo povo um roglmo 
u/Lo condizente com a ouu tradição orle­ 
m Q domocrntlca. O Brasil é um Pais 
oonUnonto, bahltudo por pessoas de dl­ 
ferentes credos, formucüo o fndolc, seria 
sumamente lmpo8sivol vigiar todas as 
!19Ões e ao houvo excus11os, principalmen- 
te no oumpo da repressão, lol devido à 
uçõee lndlvlduals e não podem sor ana­ 
lisadas no todo. Houve, realmeute, um 
periodo do "en<1ureolmento•·. necessnrlo 
quando se laz umo revolul)lio, pois, ''ar­ 
mnonr" ervas daninhas, exige, às vozes, 
atitudes rporosas. Assim foi em muitos 
pulses, uselm ó, assim será. pois ns re­ 
voluçõ1:1s wão medidas saneadoras, En­ 
quanto o homem, não reconhecer que a 
cousa de seus problemas é ligado lntl· 
mamente à sun mnnelrn d1;1 ser, seremos 
obrigados a assistir outras revoluções, 
até a final, a que trara a. n o v a 
era e n Idade ele ouro para a humanida­ 
de. Yivendo um novo teffipo, tempoM e!!· 
tes de crises internacionais, é prealso 
salvuguord&r a tradlçllo, o espirlto pao!­ 
floo e ord~lro do povo brasileiro, esco­ 
lhido para comandar um novo slstoma 
de coisos. 
A Revoluçlio de Março de 1964, já 
foi analisada por diversos prismas: poll­ 
tloo, economlco e social, m11s os seus 
oritlcQs ainda niio n anal!saram pelo 
prisma psloo • htslórioo, e só quem já 
nUnglu n "Idade adulta" poderá alçar o 
vensomeato a um julgamento mais fo 
cundo. Lógico que oxi11tlu e oxlflto erros, 
pois o homem é humano, e sujeito a fa­ 
lhas. O que é Importante, e Isto nunou 
é demal~ lembrar, ó que os "ismos" 
estilo falindo, o homem busoa e como 
buscador eterno, procura novas formos 
de expresslío e de vlvl'ncll social. A 
Terra é um· só planeta, hnbUado por 
seres humanos, encarregados pelo Se­ 
nhor do Universo, de transformar e criar 
condições pura a sua sobrevivência. Bu 
pessoalmente, acredito numa Terra uni­ 
forme, num mundo sem fronteiras, e 
para isto, é necessário que haja 
Revoluçõell. Não se pode querer Impin­ 
gir filosofias aliênlglna!', truncar o de­ 
senvolvimento pctenclal do homem atra­ 
vés de doutr!nas pollt!cas. A política é 
para servir de Intermediária às aspira­ 
ções dos homens. Vista por este prisma 
a Revolução de Março que agora logres: 
a na fase da vivêncll damoorática 
nunoa poderh sflr analisada simolesme,n: 
te pelo seu aspecto polltlc~· ela· encerra 
em si muito mis grandesa do que alar­ 
doinm Reus teórloos. Ao homem que vi­ 
ve o ano de 1979, mas que já pensa do 
lII Milênio, o que vale é a análise ntrn­ 
vés da psico-histórla, e só ela dirá se 
os homens que fize-ram a Revolução 
agiram por interesses de Poder ou po; 
outros_lnter11sses aclma de suas' próprias 
amblçoes pessoais. 
Até aqui, está. valendo o principio 
de que para conhecer a Causa, basta 
ver os efeitos. Acreditamos nas boas 
!ntençoes dos revolucionários, agora, nllo 
acreditamos que Todas s revoluções 
levam o homem o.o seu destino de gran­ 
fleza., é preciso separar o joio do trigo. 
Governador Harry 
Tran_quilidade 
Amorim 
' 
a 
Costa 
População 
pede calma 
Murtinhense 
e 
Conllnuaçáo 
de acordos com ontondlmontos quo 
devoro ser desenvolvidos com nas 
lideranças partidárias, com as Jldarançue 
municipals afim de que, o Executiro 
murtlnhenso pura ser oxArcldo sempre 
por pessoa crodenelada e competente. O 
Importante ó escolher uma possou que 
possa sempre providonelar o desenvol­ 
vlmento do município. 
TRIBUNA: Qual sorn o sistema para 
os escolha? 
HARRY AMORIM: Esse assunto som 
tratado brcrnroente, polltlcamenttt, como 
as lideranças po!ltloas, cvldentcmento, 
mas também com a observnçfio, sempre 
presente, do desenvolvimento 0 da 
prosperidade do munlolplo. 
TRlBUNA: Multo se oomontn, na cidade 
n respeito do problema suce11sórlo, e 
dentro deAeas especulações, exlsto uma 
corrente Javoravel a vinda de um prtilel­ 
to de fora a semelhança da escolha de 
V. Excla. O que diz a r0sp1>1to? 
HARRY AMORIM: Não tonho pensado 
nesses aspectos. Niio tenho nenhuma 
razão, no momento, para entender que 
deva vir alguem do fora ou níio deva 
Escritório de 
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vir alguém d fora. As conclusões 
respeito desse assunto, serão definidas 
nos entendimentos, QUL' br vrmcntc 
erão processado. 
Tribuna: A estrada que lia Porto Mur­ 
tinho à Jardim e Aqutdauna, na maior parte do 
ano, e encontra intransitável, Existe algum plano 
de asfaltamento para esta rodovia'? Está incluso 
em algum projeto de V. Exeia! 
Harry Amorim:; Eha é extremamente ne­ 
ceária para trazer condições de infra-estrutura 
para o deenvolvimento desa região, no entanto 
o asfaltamento dessa rodovia tem que estar inte­ 
grado também, corn plano~ de nprovelt_nmento, de 
ocupações e de desenvolvimento regional, ma» 
cxpreunmente, 11 idéia de um corredor de ex­ 
porlação utiliznndo Porto Murtínho como termt­ 
nal o a pnrtir daqui usando o rio Paraguay, é 
que vni dcfioir além da rodovia, outros aspecto 
de tran,portes, como eventualmente uma ferrovia. 
Oe c!tudos -,io ,er empreen<lidoR à nlvel de go­ 
verno de Estado e do Governo Federal, para que 
»o tomem eras deeles e em função diso se 
busquem os recursos necessários para dotar e»a 
nréa de Infra estrutura tão indi,pensávci• para o 
desenvolvimento. A urgencia disso é not6rrn, por. 
tanto, as precariedades de tráfegos de transporte 
em dlreçilo à Porto Murtiabo, filO conhecido, e 
cJClgeru lme<!ittismo1 em definiçõea • serem to· 
madas. 
Tribuna: o Pluno federal exhte boa von­ 
tade em relação a Mato Grosso do Sul? Isto em 
lermos de in,·e1timento! e prioridade&? 
llarry Amorim: Dentro du preocupa• 
çõu que o Governo Federal tem e já definidas 
com relação ao apolamento prioritário à agricul­ 
tura e à pecuária. naturnlmente lllato Gro1,o do 
Sul niio pode estar fora, não se pode pen!ar em 
rtesenvolvcr a agricultura e n pecuária bnuilelra 
eru pensar em Mato Grosso do Sul. rAzão pela 
qual, eu tenho toda a segurança. de que nesta 
novn fase, em q_ue o Bra•il define como ali vidade 
prloritárlu a agricultura e a peruária. )lato Gro,rn 
do ui deverá dar respostas importantes ao Pais, 
e a sua ente através do eu desenvolvimeuto 
neue 1etor. Tenho toda a aegurnnça de que mul­ 
tos bons dias temos peln frente, com o apoiamcn• 
to do Governo Federal, mas. ,obretudo, com a 
deciaão nossn e do nosso povo, de crescer, e dc­ 
seuvolver eue setor. 
Tribuna: V.Excin, quando aqui esteve pe­ 
la primcírn ,·ez, em diseurso, disse que havia fi­ 
c11do Impressionado com o abandono do municf­ 
plo e que não mediria esforços para ajndnr o 
máximo e,ta regiiío. Até o momento, o que foi 
feito em beneficio dn populnção murtlnhen•e? 
Hnrry Amorim: Nesse pouco tempo, nem 
chegom a três me,es de Governo, o governo do 
Estado colaborando com o governo do munldplo 
jí pode recuperar uma escola, já pode, como a 
nunciei anteriormente, por diligência, que vão 
afirmar aqui uma nova indústria para produção 
de tanino. Porto lllurtioho, ainda cate n.no, vai 
receber maia ama unidade escolar, vai ter melho­ 
rada a Pua parte de atendimento de saúde, na á­ 
rea social, e, sobretudo, vai ter cm seu intercue o 
desenvolvimento de estudos que objetivem e·se 
n o v o corredor de exportação p a r a 
Porto Murtinbo, raziio pela qual, tenho parn mim, 
que aquilo que se havia conerado, aquilo que 
em relação dns carcnciu, das necueidadu de Por. 
to Martinho, deveriam eatar na rcaponsnbilidnde 
do Governo, utilo sendo cumpridna me8mo nesse 
curto prazo de tempo. 
Tribuna: E o faturo, •~nbor go-,ernador 
o murtinhense pode ccnfiar no Go,erno? Po1 l; 
Martinho reo,·berú ajuda maçíça ou permanecerá 
relegada ao nbondono? 
Harry Amorim: O Governo tudo está fu_ 
zendo para aatlafuzer u aspirnções de todo, 01 
munlcipio,, entre eles, Porto Murilnho. .A, l~gí­ 
timas aspirações do povo murtinhense, e eobre­ 
tndo, poro cumprir 111J1s obrigaçõe,, o Govr.rnn do 
E■tado tem segnrnnça de qn~ nüo vai passar mnl­ 
to tempo e a populaç!lo, não s6 de Porto Murti­ 
nho, mas do Mato Grosso do Sal. vni reviver em 
entusiasmo a promocão de seu próprio desenrol­ 
v,mento, 
preço exemplar 
€I.$ 4.00 
deste 
Trihuna: Finalizando, 
que V. E+eia pode dizer 
re»pito dos boato que ma 
aram últimamente, sobre u 
proviível renúncia, on bwt. 
tulção frente chefia do E 
etivo Estadual! 
líurrv ,morirn, Se Fl. 
boatos, normalmente os be±. 
tos so distanciados da erd 
de, da realldde, como o pré 
prlo nome e o conceito sigui 
fica. O que i::nporta 6 1rnb1- 
lhar e é o que etou fazenda 
»em desfalecimentos, no cum. 
primento da missão, tult 
honrosa, que tenho a mal! 
alegria em desenvolver, O que 
imporia, 6 ter objethoa, , l•r 
metas a atingir, o neste en­ 
tido, trabalhar com Iode e 
uforço. f: ls,o que tenho pro, 
curado fazer, sem desfaleci 
mentos, e acompanhado, ato 
certo, pela opinião o tambl-m 
pelo eaíorço da comunilade 
sul matogrossense, A riui 
que temo, de construir o 
no»o Estado, que dera e#ta 
aclma de quaisquer outw 
preocupações deve aninar i 
todos nós, governadores, go­ 
verno, llderança1, comanid, 
de, para que nlo frustre m! 
a expectativa da naçi!o o sohH 
todns III nosu■eaperançu. 
Tribuna: Uma mens 
gem l"ipecial no povo d fro. 
teirn ... 
Harry Amorim: ~ • 
menagem que sempre tenh? 
procurado lerar à todas 4 
nosrns oomnnidade1: confün 
a na nossa terra, eguran,$', 
no nosao futuro, que para 1!t 
otlngldo depende penas de 
nós me+mo, e pra isto, te 
mos que eFtar unido,, no 
trabalho, nos propósito», te­ 
mos que er.quecer dlíerrnr•; 
de toda ordem, inclu,lve, es· 
peciolmente politicar, porQC' 
animados pelo de,cjo lírlll' 
de construir a grRndeza do 
nouo Eaudo, 1:olocando de 
1 a d o t o d a as di-,ergênd•• 
possamos no8 agregar ne tr 
bnlho, na solidariedade, ~, 
frolernidade e aasim annÇII! 
r ais depressa, par satisfaçi 
de todos nós, para cumprlm_en· 
to de nossas responmblhdJ; 
des, perante a iação, e sR 
perante o mundo, como pro­ 
dutores de alimentos numa 
ópocn em que n me,n de tv­ 
da, as pessoas falUlm a.limeD• 
tos e d esta forma darrno• 
0 
exemplo de solidariedade, olllJ 
comunidade civilizada, q:r 
busca anlGs, e acima de tu 
0 
o seu próprio engrandece 
mento. 
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........

Ttn d Fronttr 
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,4,4/70 
1 H D I C 0R 
ADVOGADOS 
r. Ivan Afonso Ma [Costa 
Mares 
ADVC'ICACIA EM GERAL 
fua Voluntários da Pitria, 576 Fone 10 
Belo. Vista Mnto Grosso Sul 
Dr. Gil Marcos Saut 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Rua filinlo Muller, 320 BOllllO - l.lS 
Dr. Pedro José Palmieri 
Advocucla em GE1ral 1 
Rua 15 de Novembro 17 
BRLA VISTA MATO GROSSO DO SUL 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
ADVOGADO - 
Ricardo !Birandão 
ADVOGADO 
e 
Rua 16 de Novembro S Av. Brasil, 1595.. Caixa Postal 355 
Bela Vistn Mato Grosso do Sul 
Te!. Cod. (OG7), 431-1470 (Escr.), 
Run 26 de Agosto, 384 - S!ila 24 Fone 431-1646 (Residência) 
4
-
065
0- Campo Gra
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e MS ronla rorâ l,lalo Grosso do Sul 
Dr. De o dato de Oliveira Bueno 
Advogado 
Esorltórlo: Ru1l 7 de Setembro, 230 
Fone, 43-1062 
Residência: Rua Coronel Camisão. 54 
Fone, 431-1116 
Ponta Porü Mato Grosso do Sul 
Heitor lVliranda dos Santos 
ADVOGIDO 
0AB - MT tfl5t 
Ruo. ,Joaquim Murlinho, 1G9 
Porto Murtlnho • MS. 
Hilda Abussafi dos Santos 
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Causas olvels - Comercial • Trabalhista 
Recrnrsos em Geral 
Rua 7.6 de Agosto, n.o 38t Fone 42-60516 
Campo Grande .lIato Grouo do Sul 
Dr. Joelson Peixoto. 
-Advogadn­ 
Cuusa6 Civols o Criminais 
Rua 1.o do Mnlo S/N Jardim • Ms. 
Adalgisa da Silva Nery 
ADVOGADA 
Causas Civeis 
Rua 13 de alo, 2282 
Campo Grande MS. 
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CIVEIS - CRIMINAIS 
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Ponta Por 	J'ilnto Grouo do Su 
O Mobral faz mais do que· 
ensinar- a ler e escrever 
3 D€Eucçg 
~,e,.,- º' pê" 	u 
,'!' 
tr 	à +- 
••. • {:! 	'(< 
foral 
Alfabetização FUncional o Educação Integrada 
AutodfdaUsmo o Orientação Profission.1I o Treinamento 
Prolissional o Colocação de Mão de Obra o Educação 
Comunitária para o Trabalho o Educação C<?munitilria 
Para n Saüde o Programa Cultural • Açõo Comunítõria 
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e/abcna1a de:te j0mal 
DE FRANCISCO ELIO BATILLANI 
PADRÃO DE QUALIDADE 
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BEU VISTA/ S 
Em Bela Vista hospede-se no PAI 
A: ALIIRO MASCIIRE#IS, S/i 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
PODER JUDICIAíl.IO -- COMARCA DE 
JARDIM - CARTÓRIO DO 2° OFICIO 
E!TIL 
S: 
O Doutor Joio Carlos Brandes Garcia, 
Juiz de Direito, desta cid:,de e Cowarca de 
Jardim - MS. Na Cormn dl Lei, etc. 
f'AZ SABER n quanto, o presente Edital 
virem ou dele conhecimento tiverem ou int .. res,nr 
poun que, no din 17 de Abril do corrente ano, 
is 1:30 hs.,no 5alio do Juri do Forum Local, 
n porteira dos Auditórios deste Juízo, levará a 
público o pregão para a venda e arrematação a 
quem maior lance oferecer cima da avaliação 
Judicial que foi de CrS. I-lo. ooo, oo (Cento e 
Quarenta mil Cruzeiros), sobre os seguinte bens 
imóveh: t.o) 1 (um) lote de terreno urbano de­ 
terminado pelo número 46 (quarenta e seis), da 
quadrn n.o S (cinco) medindo 2o x c (VIN 
TE :IETR0S DE FRENTE POR CINQUE:'ITA 
DITOS DA FRETE AOS FUNDOS). ou 1ejam: 
l.ooo' m2 (HUM MIL METROS QUADRADOS, 
ftnado na Vila Cel. Camisão, neta cidade de 
Jardim, com os serruintes limites: FRENTE - para 
a Rodoviu FedcraY, Jardim - Bela Vista; LADO 
DIHEITO - mm o lote número 18; LAllO ES- 
0UEHDO - com o lote n.o H4.e FUNDOS - com 
lote n.o -IS. Avn!lndo por CrS 70.000,00 (SE­ 
TENTA MIL CRUZEIROS); 20) l am) lote de 
terreno urbano dele•minado pelo número 48 
(quarenta e oito), da quadra_número 5 (cinco) 
medmdo 2o x 5-> (VIN11~ ,11-,THIJS DE FHENTE 
POH ClNQUE TA DITOS DA FRENTE AOS 
FUNDOS) ou cjan: L.0oo m2 UM MIL METR0S 
QUADRADOS) situado nn Viln Cel. Camisão' 
resta cidade, com os seguintes limites; FRENTE­ 
para a rodovia Federal, Jardim - Bela Vlstn; LA­ 
DO D I R E I T O e o m o 1 o t e 
n.o 5: LADO ESQUERDO - e o m o lote 
n.o .it, e FU DOS - com o lote n.0 47, 
;lntricnlados no CRI, de&tn Comarca rnb o, n.os: 
237 e 238, feita cm Unl!l de 28- de maio de 1.976. 
Avaliado pvr CrS 7o,e>oo,oo (Setenta. mil cruzeiros). 
Ben• .. ,•es penbornrlo no Executudo Emnilio José 
Geleilate nos Autos o.e 125_178 de Execução, re. 
quc:rlda por SAN OIS/A. Industria e Comércio, cm 
trâmite por este Juizo e Cartório. !'-ião sendo cm 
primeira praça atingindo o valor Ja 1haliação 
supra mencionada, desde já fica designada a Se. 
gunda Praça pura o dia 80 por mês em igual ho­ 
ra e local. os tutos não consta recurso pen­ 
dente de decisão, bem como não pesa sobre os 
referidos imóveis nenhum ônus. O dm·edor fica 
desde já incimado pelo presente, das designações 
supra. E, pura que chegue ao conhecimento de 
todos e ninguém :ilegue lg.noriincia, mandei 
expedir o presente Editnl que será publicado e 
afixado na forma da Lei. Cnmprn-se. Dado e pas­ 
+ado nesta cidade e C'omnrca de Jnd.ím-)IS, ao, 
21 dins de março de 1.97!1. Eu {Diu,.a Faustino 
Pnlhano), E sc r i v ã., o fiz datilografar e 
.o..Ssino, 
Dr. Joio Carlos Brandes Garcia 
Juiz do Dirrito 
l 
Documento 
Perdido 
Éllda Mcdloa comu­ 
nica que perdeu sua 
Carteira Profisstonal NO 
!13.278 - Sério 398 , ex­ 
pedida em Guia Lop3s 
da Laguna. 
Quem encontrar ê 
favor entregur na sucur­ 
sal da Tribuna da Fron­ 
teira, à ruu Tenente Ber• 
nardes, n 2.178, em 
Jurdim. 
Oração 
Espíri- 
ao 
Divino 
to Santo 
Espírito Snn!o você que 
me esclarece tudo que ilumi­ 
na todos os caminhos para que 
eu atinja o meu ideal, Tocê qne 
me dá o dom divino de per­ 
doar e e•quecer o mal que me 
fo.um; e que todos o ins­ 
tantes de minha vida citá CO• 
migo, eu quero neste curto diá­ 
logo agradecer-lhe por tudo e 
confirmar mais uma vez, que 
eu nunca quero me separar 
de você por maior que seja • 
:lu•üo material nuo será o mf. 
nio::o dn vontade <JllC sinto 
de cm dia estar com vol'ê e 
todos os meu, irmilos na r;l6ria 
Perpétua. 0hri[!:tda maia unu 
vez(a pessoa deverá fazer esta 
oração 3 dias seguidos ser 
fazer o pedido. Dentro de 3 
dias será alcançada a graça, 
por mnis difícil que seja) pu• 
blicar assim que receber a 
graça. 
E.P. 
Leia e assine 
Irib na '.da f ra tefra 
r 71 
I 
ll 
Serviços de Mecanica em Geral, Aliamento de Direção Regulagem de Motores, Funilaria· e Pinturas 
Serviços de Solda, Vulcanização 
R 13 d Maio, 1080 
--. ua e 	Porto Murtinho MS.

Tribuna da Fronteira 
Que s po seja ler in!rmade 
Bela Via MS.-- Ano VIH- $-4-79- N.o Jw 
Politiéa 	luz 
N Capital, a confusão é ,rnntlda 
em manifestações constantes feitas por 
politlcos através da Imprensa, Os senho­ 
re deputados a Assembléla, dividiram-se 
em opiniões, formando rupos distintos, 
que apol1 m e deixam do apoiar o pro­ 
grama do uçüo do Sr. Oovcrnudor do 
Estado; cogitam até da demissão do um 
Socrnlárlo e o próprio Dr. Hurry tem si­ 
do 1lvo do umouçu1:1 sobre a oslabllldade 
do seu curgo. 
Hã um mnnlfm1to descompasso on­ 
tro us llderuuçofl doHses gmpos que no 
ulvorocor do novo Estudo tomnrum ati­ 
tudes que não condizem com aquela es­ 
purança dos matogrosscnses tão pressu­ 
tosoR na orgunlzuç0 o du mais uovu uni­ 
dade da Federaçflo, que durou unos de 
lulu. 
É possível que soja, em brevê, 
adotado pelos senhores representantes 
da Arena, um esquema que redundo em 
mais operosidade na consecução de uma 
rota delineada no sonlido de compreen­ 
são e bom sen!lo, afinados com o ideal 
de grandeza e paz que o povv aspira pnru 
nosso Estado. 
Enquanto isso, aqui em Bela Visto, 
o Sr. Presidente do Diretório Municipal 
d& Arena, convocou seus membros pura 
urna reunião na sexta-feiro. passada. 
Compareceram 9 cidadüos, não chegando, 
portanto, pum dar quórum pura delibe­ 
rações. A finalidade era pura a escolh" 
de candidatos à Prefeito do Município. O 
Sr. Presldent1> floou de publicar um Edi­ 
tal na Tribuna convocando novamente 
os Srs. membros do Diretório para um 
reunlllo quartu.-felra. 
Entre os companheiros que com­ 
pareceram, aµenas houve um bate-papo 
informal, sem nenhum resultado positivo, 
como só poderia acontecer. 
Vamos aguardar o resultado. 
Banco do Drasil 
Dooldldnmoate, uma grande parte 
<ln população de Bolu Vrnta, está priva­ 
da da luz ol6ll·lca cm seur. Juro , porque 
a Cemut alndu n1lo deu um jelto 
de n o r m a l i z n r o fornecimento 
dr energia. Ocorre que <,íl U8Unrlos 
recebem vez por outra nlgunu minutos 
A ediçuo de O GLOBO, do Rio de 
Janeiro, do dia 23 dl' mês passado, 
publioou urna notíola pela qual o Sr. 
Oswaldo Colia, Presidente do Banco do 
Brasil anunciou o nome dos 22 superin­ 
tendentes regionais d e operações, que 
sorão responsáveis em cada Estado, pe­ 
la supervsão dal' ntivldac!t'!s operacio­ 
nais das agencias no ambito estadual e 
pela condução das operações de crédito, 
conforme ficou estabelecido na novn 
estrutura administrativa do Banco: três 
viee-presidentcs, 13 diretorias e, nu area 
operacional, 22 superintendentes. 
Os nomes indicados são todos 
funcionários de carreira dentro do banco 
J.O cantrlirio das antigos diretorius re­ 
gionais, quase empre entregues a politi­ 
cos. Eles atuaráo nas suas áreas com 
alçadas decisórias prqprias de acordo 
eom a orlentacão da vice-presidencia de 
operações no Pais. 
Para Mato Grosso do Sul, foi no­ 
mea<lo o S!' Luiz Carlos Nuzareth alto 
funcionário da administração do Banco 
em Hrusilla. 
Foi UIDl !odicnção muito hem 
acertada, que trrá imenso beneficio pa­ 
ra a instalação de crédlto oilcial, como 
tambem paro os produtoreR de Mato 
Grossu do Sul, a iudústrit1 e o comércio 
!)O!s o Sr. Nazareth muito fez peh~ 
Agencl!l de Heln Vista. quando seu ge­ 
t·eule, durante ano::., e ó profundo conhe­ 
cedor da potencialldr.de do toda u região, 
vmdo, tambem, trazer maior fluxo de in­ 
vestimento em nosso Estado, visto que 
está provido de ação decisória no 
íimbito da sua área. 
Reulmente, o Bunco de Brasil, está 
criando meios de facilitar a poliUca 
creditieia prevista no Governo que se 
1alcia, com grande vantagem na desburo­ 
cratizatão dos process!ls de c-rédlto. 
Mau Cirosso t.Q Sul e seu, empre­ 
sários estão de parabens. 
de boa luz, depois cortam e ass!m 
conteco varias vezes todas us noites, 
quando há luz, pois, o normal é a 
constante falha durante a noite toda. 
Algum follzardo la do centro eert men 
tem energia todo dia, Será que esses 
novos motores não aguentam a car, 
ou é economia de combustivel? 
O povo sofre: ulguern tem que 
tomnr provldênclor,. 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
CARTÓRIO DO 2° OFICIO 
Edital para 
Conhecimento 
Dr. OSVALDO RAMANZINI, Juiz 
de D!relto du comarca de Bela Vista, 
Estudo de Mato Grosso do Sul, na forma 
du lei, etc ... 
FAZ SABER a todos qunntoi; o 
presento Edital virem ou dele conhoci­ 
mento tiverem que por este Jmzo e 
Cartório 2º Oficio tramita os autos de 
Revogação de Mandato do ,eôr i;eguinte: 
Exmo Sr. Juiz de Direito da comarca de 
Bela Vlstn - MS. Diz Dlaiz Silveira Lino, 
bratilleiro, casado, pecuarista, residente 
e domiciliado nesta cidade de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso ào Sul, à rua 
Santo Afon9o nº 380, por seu bostante 
procurador, infra-assinado ( doo. 1), que 
outorgou u sua esposa Noemi Mena 
Barreto Lino, brasileira, casada, lides de 
lnr, a procuração lavrada no livro ::iº_ 50, 
as fls. J 02 do Ta bellão do 1 ° Oficio 
desta cidade, em 03 de julho dr 1974 
com podores gerais e ilimitados para 
trutnr de todos os negocios do outorgan­ 
te administrá-los, comprar, vender, aoar, 
permutar, gravar ou de qualquer forma 
onerar ou prometrr fazê-lo, sejam bens 
imóveis, direitos, ações, valores e 
veloulos, aselnar compromissos e obri­ 
gações, fazer contratos, e tipular cláusu­ 
las, condiçõos e preços, dar e receber 
quaisquer quantias; pagar impostos, 
representá-lo perante repartições Fede­ 
rais, Estnuuaie, Municipal~ e autarquias; 
fazer e !ssinnr declaração do imposto 
de rende; requerer recorrer, juntar e re­ 
tirar documentos; aceitar e assinar es­ 
critur, receber e transmitir direito, ação 
posse e dominio, responder pela avieção 
enfim praticar todos os demais atos ne­ 
ctissô.rlos para o fiel e completo desen­ 
penbo do presente mandato, inclusive 
substabelecer, como vê do incluso ins­ 
trumento. Que sua esposa Noemi Mena 
Barreto Lino, substabelecera tal procu­ 
ração no Sr. Arlosto Silveira Lino, o qual 
cedera os poderes inserido na presente 
procuração uo Sr. Aldo de Assis. Que a 
Emprêsa de Transporle " Expresso So 
Daniel" já nú.o mais existe juridicamen­ 
te, pois, jó. fora dado baixa na rep!irti­ 
Qúo competente. Acontece que !lii0 mail' 
convém ao peticionário manter em vigor 
a raferida procuração pelo que deseja 
revogá-la. Permite o arl 1.31n, nºI, do 
·Código Civil ao mandante a revoga~ão 
do mandato em qualquer tampo. Exige 
o art. 1.138 do mesmo Código que se 
notifique da revogação ao mandatário e 
aos terdelros. Joiio Luiz Alves ( doe. Civ. 
Anotado) esclurece interpretando tais 
dispositivos da _Lei; " Em relação ao 
mandatário, a r2vcgaç:Io produz efeito 
els que lho é notlficada ... Como, porém 
se deve dar conhecimento da revogação 
aos te r c ir o s. No m a n d a t o 
pn.ra trata'r com pessoas 
Indeterminadas. o costume é o aviso 
pela imprensa, de que e mandato foi 
revogado. Este aviso. porém. não tem 
valor jurídico algum. Será mais segura 
cautela u intímação, por edital, publictt­ 
do pela imprensa, em virtude do ordem 
judicial". A vista do exposto: Requer a 
V . Exs, co: fundamento ro 2rt: $73 do 
Código de Prcsso civl, se digne: a) 
mandar notiflcnr os suplicados oc• que 
ficam, para todos 011 efeitos, revogados 
os poderes dos meneionada procuração 
CO.MARCA DE BELA VISTA 
Notif icacão 
) 
de Terceiros 
que lhes foi outorgada: b) munder aver­ 
bar no livro do respectivo tabellllo a 
revogação, intimando - se a este u não 
mais fornecer certidões da referida pro­ 
cura çúo ou, se o llze-r, que rtas certldõ_es 
que extrair fique con~tado a uverbaçuo 
dn revogação; e) maudar que Re expe­ 
çam editais para ciência de terceiros. 
Assim, D . e A . esta com os inclui-os 
documentos, feita a certificada a ootif1- 
cação, publicadvs os editais, seja o pro­ 
cessado entregue ao peticionário sem 
ficar traslado em cartório . P . Deferl­ 
meuto. Bela Vista, 12 de março de 1979 
(as) Ivan Afonso Costa ~arquea. DES­ 
PACHO fls. 02. D . R. A., Preparada, 
notifiquem . se na forma para os fins 
aqui requeridos . B . Vista, 13 . 3 . 79 (as) 
Dr. Osvnlúo Ramanzlnl." K para que 
ninguem alegue ignorância, foi expedido 
o presente Edital, que será afixado no 
forum local, no lugar de costume e pu­ 
blicado de ucordo com a lei. Dado e 
passado nesta cidade de Bela Vista, Es­ 
tado de Mato Grosso, aos vinte e seis 
dias do mes de março do ano de mil 
novecentos e setenta e nove Eu, Florinda 
Benltes Escrivão do 2 Oficio fiz da tllo­ 
grafar, subscrevt" 
Dr. Osvaldo Raroanzini 
Juiz de Direito 
''V ~ oce e um 
e 
As coisas curiosas e pitorescas 
que os prefeitos brasileiros fazem ( ou 
dizem) merecem ser reunidos em uma 
antologia. 
Um alcaide gaúcho. desses que 
não entendem o coroamento de um man­ 
dato sem uma fonte luminosa, ou um 
capeamento usfáltico comunitário em 12 
meses, após ter enterrado milhões em 
"broquotices ", ao inaugurar. com banda 
de música e tudo, um cemitério, di,;cursou: 
" É uma pena que não tenhamos, 
neste momento, nenhum 1.Jadãver para en­ 
terrar!". 
Em Porte Murtinho, não foz muito 
tempo, um Prefeito, com declarada !n­ 
tençúo de elogiar o trabalho de um ve­ 
reador, Presidente da Cilmara Mun1c1pal 
disse: 
"Você é um burro! " e passou a 
explicur porque 1.1 vereador era um bu.r­ 
ro, isto é, trabalhava bastante, ensinava 
como levar u Ediliaafü, para a frente co­ 
mo, aliás, o faz um burro mestre que é 
jungido a cut!.·o, c.u a um boi inexperiente. 
Não há moti,o para que o nobre 
vere::..dor, ao lccebor essa esquisita ho­ 
en.gema, te±s encontrado razão pura 
não se sentir àovidamente reccmponsudo 
pelus seus esforços. " Honui soi aqui 
mnl y pense··, (Bendito seja aquele que 
naliciar.) (:1:lldito Sfjll aquele que mu­ 
lieiar.) (ietiruda da Laguna. ) 
Prefeitura Municipal 
de Bel Vista 
Edital 
.0 0/19 Ser. ln. 
Em do 16 Fererelro 
do t.979 
De ordem do Exm?. 
Sr. Prefeito Municipal do 
Bela Vista MS. Dr 
Ruben Alberto Abbott 
de Cueiro Pinto, pelo 
presento Editul, lfoa 
notificada u proprlelârla 
Sra. Jnocencla Moroloi, 
para comparecer nesta 
Prefeitura Municipal no 
prazo de 30 trinta) dias 
contar desta dato, a 
f!m de tratar de assunto 
de i;eu lnteres::.e. 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista Ms., 16 da 
Fevereiro de 79. 
Joúo Estevâo da Castre 
OI. de Gabinete 
Dirnfario indica 
nomes parn Prefeit1 
de Bela Vista 
Sexl4 feira pp. em reunião ' 
realizada na residi;ncía de ,eu 
presidente, Fiori Murano, 
0 
Diretório da Aren:i eecolbe_u 
o ome que serão submeti 
doe à aprecinção do senhor 
Gov11rn11dor Ilarry Amorim, 
visando o sucessor do atual 
prefeito Castro Pinto. O+ % 
mes de Fiori )1urano Osvn • 
do TurÍlll. José hnpÍ[clo da 
Coita Marques e Evil.í,ío Nu· 
ne de )llranda, foram esco• 
!bidos atravé, do coenso. 
Segundo um dos integrantes 
do 
0
Diret6rio, a governador 
deverá ouvir as liderança!" 
eais e tudo illdica que, ainda 
este mês, scja escolhido_e 
nos prefeiio. Q no d;E% 
de Araujo não foi s-enhla 
0
- 
Oracão ao 
Divino Espiri 
to Santo 
Espírito Santo roce_ 4%' 
me esclarece tudo que ilus 
na todos os caminhos para q 
eu atinja o meu idaal, roe q" 
mae dí o dom dirino de per 
donr e esquecer o mal qus t 
fazem; e que todos os i 
antes de Bila ·ida e?] 
migo, eu quero 110,tc curto d r 
logo. agradecer-lhe por tu"°, 
confirmnr mnis uma -.wr., ~ t 
eu nunca quero ma ep4 
de você por maior que "" 
ilusão material nso será °_, 
io d voud· 9u· %}, 
de un dia estar eo "8%,,,3, 
todos os meus iros na ", 
Perpétua. Obrigada uuü• • 
111 
Tez (a pr.uoa deverá_ úur e,_ 
oração'3 dias seguidos '', 
fazer o pedido. Dentro d• ,-. 
dias seri alcançadas a", 
por mais difícil que «j P, 
blicar assim que receber 
graça. 
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