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ld' O 
eg o 
CIRCULA o fel+ ·i - Anto 
nie ias • Porto furtiho- Jt 
di 1 . 1;,,L 1 , t .l, '. 'lt'I, • I< 
ntt«· ioqu« ponta Feri 
Cmpo Grande, 
, ,_-,- -7T ;;7o@_i2V' 
___ .,__ 	~l.._ __ , 	_ 
ílJID ~ 
B la Vista, urnu. cidade pacato, on- 
de o crime é rurlssímo, ficou 
enlutudu, pois na noltE' do dlu 5, dol 
crime foram cometido , onde um pai 
de fumillu perdeu a vida gracas à insen- 
atez de um hornet11 que e:·u pura a tar 
num anutõrlo, o Guldlno. Quinta-feira 
µor volta do 1 :30 borus, elE' perambu­ 
lava pelas Imediações da escola Ca telo 
Bronco, proferindo palavrões, e como 
ra de seu costume, incomodando as 
pensou. Chegou no bar de propriedade 
do senhor Ba lllo Alve ilvo e lá passou 
a ofender o proprictár!o, que perlfu ao 
mesmo que IH' retiras. e do !oc1d. Galdtno 
pasHou o gritar e xingar os presentes, e 
am determinado mom~nto, sacou de um 
punhul e feriu o senhor Basilio nu viri­ 
lha secclouundo uma vela, tendo o se­ 
nhor Busllto fnle-:ldo no local devido ao 
ferimento reerbido. 
GALDINO :.10RRE 
Saindo calmamentE', como se nada 
houves e acontecido, Galdino seguiu 
em direção à salda 
para Jardim. Perto da residencla 
 
 
1 
1 
lt' 
·I 
1 
! 
O ![der do MDB no A embléla, de• 
putado érglo Cruz, afirmou que as más- 
11dmlnl truçõeR que pussar&m pelo Muto 
Grosso têm grande parcela de resnonsa­ 
bllidade por muitos males que poderiam 
ser facilmente evita<los. Explicando, de - 
tacou o parlamentar que a llgaçfio entre 
Campo Grande e Corumbá é feita nor­ 
malmente por trem. "O tráfego &éreo é 
usado por um contingente bem menor· 
Porém, sem estradSS rodoviárias, a fer­ 
rovia tornou- e praticamente a única op­ 
ção p3rn a grande maioria. Com o rom­ 
pimento de um pontilhão, o tráfego está 
interrompido por tempo Indeterminado, e 
aquele que t:!m que voltar para Corum­ 
bá não o podem fazer no tempo dese­ 
jado." 
Sérgio Cruz criticou os govérnos 
federal e estadual por "não terem aten­ 
dido reivindicações há icas e até secu­ 
lare rla região corumbaense". Acentu!.i. 
o parlamentar: ''sabemos que o maior 
problema enirentado pelos moradore da­ 
quele município e a falta de integração 
com OI' demais centros brasileiros. O 
restabelecimento da navegacüo fluvial, a 
abertura definida e definitiva de uma a1- 
du rodov!árla, resolveriam quase que to­ 
talmente o lmpns e hoje verificado: cen­ 
tenas e centena de corumbaenses aguar­ 
dando um vôo de emergência para re­ 
gres, arem à 8Ua cid&de, pois quando 
aqui vieram nilo 'atl:am o que ocorrNia''. 
Com o pontilhão duniflcado pr6xi• 
mo à. estação Bodoqueun o trnfego fr­ 
roviário entre Ce.mpo Grande o Corumbá 
ficou interrompicJ<'. Até que -p·.i recupe­ 
rado, o único meio de transporte eré o 
aéreo, pois a rodovia, inconsistente, per- 
deu tráfego na primeira chuva". Finali­ 
zando, indaga o parl'lmentar: agora é que 
todos deveriam se valer das obras fur­ 
tamente propagande!ldas pelo Sr. Harry 
.morim no bons tempos do Sudeco e 
DNOS, onde era o homem iortr! Onde 
estão ela ?" 
0 $2d0r Saldnh eri é o o 
Presilet d 3tpo Brasileiro ta 
ssz. Iaterparlarenar de irismo 
O cnndor :ialdnuh::i Derzi, que já fuz 
parte de Cclégio de Vice-Lideres rio Governo no 
enado Federal, d~aba de ser eleito pora ocupar 
o cargo de l'rc•idrr:tc do Grupo Bra,ileiro de: As­ 
ociução Interparlamentar de Turismo. 
Para que todos n6s tomemos conhecimen­ 
to da importância do cargo para o qual o nosso 
enador Hacbid foi eleito. basta esclarecer que 
o Grupo BruPilo,ico é ,·iaculado a ,.,;socillção iu­ 
terparlamentur de Turi.mo. organismo d~ âmbito 
mundial. que t e m p o r o b j e t 1 v o 
o e s t u <l o ,. isa n d o 11 r e a l i z n­ 
ão, tanto vo plano internaciona l. como n.i úrea 
dos pa(sc, ueln rcprcst:ntndus, de medidas que 
vcnhurn a favorecer o de envolvimento do turis­ 
mo internacional, em particular nas ativlcludep re­ 
latvas uos diversos Parlamentos nacionais que à 
ela sio ligados 
1 
O enador Saldanha Derzi tem vários 
planC15 pua porem prática visando impor, durante 
u rnn ;!C:;t.'i.o, urua gr::nde dinâmica de açiio por 
parle do Grupo e elev:rr o CoDct"ito do ori,>uni•ruo 
no seio dos parlamentarus, tendo em vista que 
fazem parte do Grupo todos os membros do Con• 
~resso :'bcionnl que n ele n<lerirem pnra tanto o 
Seno.dor Derzi vem muu1eu<lo conrn'ros e conver. 
Rações com vários Deputados e senadores, visan­ 
do nm:,, maior divulgnçiio do, objetivos do Grupo: 
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de Gentil Andrade, dois elementos numa 
caruionet<', encontraram o ussa-.c:fno e 
flzeruru ju ·tiça pelas próprias mãos. Gal­ 
dlno morr·u com quatro balaços no cor­ 
po. Ficou urou llçúo, umu trlritr lição, to­ 
dos nós somos culpados pelo acontecido. 
Gnldino era pura estar lntrrno num f:'ll• 
nutórlo, pois ra débil mental e as V<-'ZMI 
se tornava violento. Uma farr,llla rhora 
a morte de seu chefe e um hom m do­ 
ente matou u pagou com a viria. 
Figueiró integra as C omis­ 
soes do Interior e de 
Relações Exteriores da 
Câmara dos Deputados 
Drslga:irlo pelo Llrfer da Arena. na Cãroa• 
ra dos Deputados. o Deputado Huben Figueiró, 
integra a Comi,sões do Interior e de Hrlaçóeli 
Exteriores»- Comissões das mais ir»portante 
do.quela Caso. do povo Brasileiro. 
A comissão do Interior cabe; a) desen­ 
volvimento rer.•-ional " OT(!aniZa'ÜO municipal; bl 
áreas metropo1i1ana• r urbamzação; e) migrações 
internas; d) territórios federais; e) anatento bi­ 
sico; f1 beneficbmento de áreas e obrns de pro. 
teç:io contra ae secas e Inundações: g) Irrigação; 
h) assistência às populações atingidas por cala­ 
midades públicas; h» assistência ao índio; j) habl­ 
tnção; 1) sistema fundiário. 
À com!são de Relações Exteriores com­ 
pete opi:ior sobre assunto• de política internacio• 
nul, e om particular, sobr~: a) ato inleroacionai, 
de que a União hou'c:r participado. ou tenha de 
participar; b) proposição, :nensngem on documen­ 
to que e refira a relações do Braril com outra, 
naçõe"; c) estnbelecimento de fronteir:1• on li­ 
nhas divisória-; d) fixado de límirn do n:ur tH­ 
ritorial; e) prol üo de- citlad:ios brn•lleiros no 
ex1erlor; O expatriação; g) problemas de neutra 
lidade cm face a conflitos rntunacionais; hl in­ 
tervenção em países estrangeiros; i) remessa de 
tropas brasileiras para o exterior; j) passagem de 
tropas estrangeiras pelo território nacional ou 
sua permanência neste; l declaração de guerra e 
condiçõr de :,.rmis1lclo ou paz; m} arbi~mcnto 
inter1;1acionnl; n) medida, refoth·as do serviço di­ 
plomnlfcc; o) trotados, acordos e convêênio3 imrr. 
nacionais, inclusive os de natureza cultural e os 
qu.- rcguhr ·m iuler.--:imbio comercial; p) conf(' • 
rências e congressos internacionais; q) Organi­ 
zaç1o das açGes Unidas, Organização dos E,a. 
dos Americanos e outros organismos internacio­ 
nais, r), organizações política-, financeiras, mone­ 
tárias, econôrulc.:i•. comercio!·, culturais, ussisten- 
ciai; de ~ráter intcraacionnJ. ' 
Sergio o'erto Prondi 
CAUSAS r.[VEIS 
DIRF.ITO AGR,HtIO - INVENLRIOS 
Chuvisco 
OITO- "o ou 
nenhum mornllzudor <lo 
mndo, ma ada qual 
deve fuzer jus ao salário 
qua recebe" - Falou um 
escritor, muito acrrtadtl­ 
mente! 
Usando ns mesmus 
pnln vras, queremos levar 
uo couhet:lrncnto <ln 'l'V 
Morena, de Cntpo Gran­ 
d<.', rPtiponr;ável pell 
mnuu!ençüo dafl repetl­ 
r!Nall de TP-levlsüo do 
;:,ui MatogroflSC'D ·e que 
a Jruagcm quo chegou 
aqul em Bonito ó pés- 
tma!( O povo já eslá 1rn­ 
turado de lirifllstlr "chu­ 
vl cos". Já faz tempo 
que vem acumulando 
reclaruaçõe e nenhuma 
providencia foi tomada. 
Portanto, os ;:,r6prlos 
teleP.pectadores da TV 
Morenu, rica riam busUin­ 
te sa til•feito se os "chu • 
vIscos" fossem substitui 
dos po imagens nltldas 
conforme o alttJ nível da 
tecnologia brasileira. 
Firmino de Barrofl 
Dep. Rudel 
fSCRffORlO - Hua 3 ·de Outubro 
• ( Ao !.:ido d:i~ Giretrnn ) 
Bel" Vista 
. .IS 
O Deputado Rudel 
Trlndade vem se mo 
trando preo::upudo cooi 
a situação dos pequenos 
criadores da reglüo de 
Aquidavana, que prati­ 
c1:1me te aca hou egon­ 
do aquels parlamentar, 
em face das eachentes 
do pantana! e o crescer­ 
te ubate de fémeas. 
provoc!lncio a diminuição 
~•loIPnta ào rebanho 
bovino. 
Do acordo cm o 
Deputado Rude! Trinda­ 
de. o número de cabe­ 
ças daquele rebanho. de 
um milb.úo e 200 mil, 
l!aiu para 500 mil e be­ 
ças. 
e 4,00

Bela Vta MS - 	'Tribuna da_!r00I!E	- 
Dr. Laacfdi, Valdez de Barros 
Clrurgliio Dentista 
CRO - 557 ML. 
Cllnlca do Criança• o adultos - Ralo X 
Atende-e com hora marcada Consultório 
Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco 
V fcu!o.5 Nov ,:. o 
Usados 
(Tribuna - Esiado de Sfí.o Puuio) 
O presidente da Arenu, sendor 
José Saroey, ucusou o M)B de ter-se 
omitido quando da vornçüo da emenda 
que extinguiu o AI - 5, re1vl11clicuudo, 
pura o purtldo do govcl'Uo, a Iniciativa 
exclusiva do promover as refornas "que 
trouxeram o Pnís de volta ao Estado de 
Direito". Falando ac;s urenlstus flurníuen­ 
ses, na nova sede do partido no füo de 
Janeiro, Sarney dltiRl' qn,~ embora o 
MDB tenha lutado pl'lo fim do AI - 5, 
"deixou que os sentimento:; partldnrios 
passassem mais do que o partriotismo, 
nu hora de revogá-lo u través de uma 
lei". 
"Quando perguntarem se a Arena 
não tem Iniciativa-· acentuou - eu re­ 
----------------~ pondo que n maior lnlclutlva política 
doe últimos anos, neste Pais, a inicia tiva 
que agradou u greos e troianos, e hoje 
é saudada por todos, que foi nque!a que 
extinguiu o AI -5, foí t)mada pela .rena. 
O MDB recusou-se a dar as Dãos à 
Areno, para iniciar a ~rande caminhada 
rumo ao Estudo de Direito e à plenilude 
democrAtica." 
Depois de sallentor que, acima dns 
dificuldades do natureza política e eco­ 
nômica, "permanecia o sentimento 
expresso pelo presirlenb João Baptl;,tn 
Figueiredo de estender as mãos à conci­ 
liação nacional", o senador maranhene:e 
pediu a todos que "olhass<!m mais para 
o futuro do que para o pa1>sado, procu­ 
rando acender uma ela pra iluminar 
o caminho, ao invés de continuar· 
amaldiçoando a escuridífo." 
VOTO DISTRITAL 
O senador voltcu a defenàer seu 
projeto instituindo o veto distrital. pon­ 
derando que, embora se tratasse de uma 
Iniciativa pessoal, desvinculada de sua 
condição de presidente da Arena não 
poderia permitir que uma idéia pela qual 
luto há 15 anos viesse a ser mutilada 
apenas por causa deste detalhe". 
O voto distrital - acentuou - é 
mais representativo do que o propo!'cio­ 
nal, e nilo se trata de neuhuma medida 
casufstica nem oca&ional. Este fato pode 
ser constatado, tomando-se por base o 
exemplo do Brasil: os períodos de inst&.­ 
bilidade política e institucional aqui, 
Serviço ele Torno, e Solda em 
Gerul, Ei<,trlca e Oxlgenlo Recon­ 
dlclanumento de lmplementos 
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( Fundado n 20/2/72) 
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CGC-ME 03.201206/0001.90 
Insc. Est. 130592343 
Diretora Proprietária 
lllnria Eatcln V. Pereira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Dirttor - Rcdntor - C bcfe: I nldo Pereir:i 
DEPAHT.HlE TO COMERCIAL 
Alvaro Pereira 
CUR AL BONITO: 
lvnn do Nascimento 
SUCUR AL JARDIM: 
halo Borloli 
OFICl AS 
Chefe: Gihon Silva Santos 
Nilson Roberto de Souza 
Redação Administração e Oficinas: Rua 
Dnquc de Caxias /n Bela Vista M. Cx. P. 23 
PUDLICIDADE 
l.n pli::;ina 70,00 por cm de coluna 
Oltima Página 60,0U por cm de coluoa 
Páginas Internas 30,00 por cm de colnn:, 
AS INATURAS 
Dcln Vista, (anual) 
Semestral 
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Número do dia 
Número, atnuados 
CrS 600,00 
4110,00 
CrS 700,0U 
4,00 
5.00 
RUA 14 DE JULHO Nº 188 
sempre ocorreram durante a vigência do 
voto propureiulli,l. 
J\hlfr 
Rcerdado que o preiden!e Ião 
Bpt!sta Figueiredo já havia fxado uma 
posição em rulaç4o ni tia, considerou 
o senador José Sarney que n nedidn1 se 
Inseria no quadro ds conciliação nucionl, 
mas que exigiu, por isso mesmo, u exis 
têneia do um cor enso em torno dela, 
xob pena de concorrer para aumentar a 
divisão. 
É verdade-- frisou- que existe 
um coneO em torno da necessidade 
da unis;ia, mas não cbre a formu como 
deve ser ela conee'id. Se. por exemplo, 
ela vem para beneiiacir o crime, não 
conciliará. Segundo ele, u A anistia ão 
deve ser estendida àqueles que compro­ 
vadam1ente praticaram u torturu. 
Compra vende-se 
veículos de todas as mar­ 
ea- Experienela no ra-. 
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dentro d, .l!ançn. fl •1H>' 1;cJoro. !"all , ; 1 
h um moimento que via b»ti1ui- 
ção o governa'or roendo do lato 
Grosso do . ·ut, llt r, y Amorim 'o , ~c.J • 
deputados arenistas d grupo J, líticu li, 
derado pelo enador Pedro Prosslan 
divul rarnm Dd • IJllJílfl pas
11ac!:1 !ffi (!O• 
cumento no qual maulfe-tum seu apoio 
Integral uo governador. mas e ufil mum 
flels ú filosoflu ele governo defendida pe­ 
lo Senudor elrilo no uno pu si.:t!o. 
Os grupoc; político do e lado rea­ 
lizam dlariamen1e vúrlu1:1 reuniõ<'' pura 
anul!Hurem a Hltu1 çúo polft!ca regional 
chegando mesmo u discutlreta nomes 
provávelR pora sub~tltulr Amorim Coflta. 
Segundo esclareceu o Deputado 
Valdomtro Gonçalves, Líder da Arena 
na ssembléia Constituinte, nota de a­ 
polo à IIarry Amorim n11o tem avul do 
enudor Pedrosslan que norn ioi consul­ 
tudo sobre o assunto, mas está em r,on­ 
sonflncla com ns diretrizes do partido 
no sentido de não criar problemas a 
udmlnltilração Estaduul. "Trata-se· disse 
Valdomiro Gonçulve6-de um apolo que 
parte da bancadu situacionista e se en, 
cerra nela mesmo, sem discutir se exis­ 
tem ou não outros grupos lnterei::flados 
na quedo. do nosso governador ". O de­ 
putado admitiu, em seguida, que no gru­ 
po " Peclrosi:lanls~a " exl1-tem di crepan­ 
clus sobre a atuação do Senhor Harry 
Amorim. 
O L!der Arenlsta disse que o a­ 
polo contínuo ao governador nomeado 
pelo Ex-Pre:sldente Ernesto Gelsel depen­ 
de exclusivamente do programa de go­ 
verno que Hary Amorim pretende anun­ 
ciar em breve. '' Se o plano for conso­ 
nante com a idéias e a filosofia implan­ 
tada no atig Estado pelo atuei ena- 
 .. 
dor Pedro Pedrossian é evidente que 
cunti uarmo apomundo o aove»tua1o! 
n llip{,t , e em contrario r o de . p r 
nutro J· l,, ti ,r ana!l ·a·lo. po1 cnn[Llrno. 
ne a ct er'ncias de interesses e do 
fil(JF;t fi ,,. O cJ ·II' grupes da Arena. 
liderados pelo atual Deputado Levy Di, 
p,lo .'t·nr:uo tende Canle, não se 
ma ifestura a sobre a notn d<, Pcllrt11-<• 
sunitas,, embora se watbt que o grupo 
Renovador U! i rena, liderado por Lovy 
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Um euso ln xplicarel. 1,1_1 nsHlrn 
porlem0H reh,rlr, foi o dmm11 acontecido 
n noite de 5 deste mês, quando um 
clocmte ml'ol11l aHHI: ssluou brutalmente 
,•m Heu próprio estaheleclmeulo. o Sr. 
Ilrrnllio Mlve du Sll vn, pec:rnrlsta e 
cornerclunle, como tamhem 1.eloso chefe 
de Ynmlllu multo estimado nesta cldade. 
O dunentc Guldino Echeverria, mui!o 
conhecido tinha u HUU vivencia de 
calma relativa e outrns vezes do perigo­ 
sos uc0B!l0& de loucurn, já tendo ido por 
mniR de uma vez internado em casa de 
rutumento especializada sem as espe­ 
ranças de um realnbeleclmnto efümz que 
pudesse garuntlr a tiua convivencia com 
u população de plena cunflança. 
Aconteceu naquele <ilo o lnespern• 
do: Goldloo, que ao anoitecer ptrnmbu­ 
la va pela runs proferindo pala vões, 
demonstrava nesse momento o seu 
estado de psicopata. Ao ser solicitado a 
retlrur-se do Rur du vitima, desferiu-lhe 
um rupldo, cei-telro e mortal golpe de 
foca, que a prostrou por terra em vida. 
Bnsilio, que gozava de grande 
1.·stlmu dos :'leus concidadãos. sua morte 
foi multo sentida, não só enlutando n 
ramllla. como cuusando u consterno çiio 
de seus inúmeros amigos. 
Goldlno, que após comentar o 
delito saiu para a rua, foi alcançado 
muls adiante por pessoas que o abate­ 
ralli com 4 tiros ele revólver. 
Uma advertencla: Aí, está um caso 
que velo cnlrll' fundo em no ·-.a ,ocl(•clntl.:, 
capuz de fazer com que vss autri !ades 
compduute;:; Junbrem e de que cllt'g'OU 
a hora de se construir na cop!lul <lo 
n0o novo Estado, um monlcomio pnr,J 
rocolber os lndlviduos como Guliino, 
que inconscientemente mstou e 'OrTU. 
Camaro Municipal 
Consto, que u Camara Municipal 
diante a slluução m que fie encontra 
o vereador Noedi Larungeiru, vn! cunvo· 
car seu suplente. 
Ladrão caiu da 
Escada 
Firmino df'I Barros 
O prefeito de Sldrolandia, Sr. Dau­ 
tro Fluza, enviou urna Teleoarta ao Che­ 
fe do executivo de Bonito, Padre Ros­ 
welt de Sá ilieJ.eiros, i-ollcitundo que o 
mesmo interftlri11se junto às autoridades 
policiais, no tientidc, de locallwr urna 
et-cada dupla, padrão 1:EMeT, que foi 
furtada naquela cidade, e tiveram conhe· 
cimento que a mesma esiavu em 8onlto. 
Tão logo foi informado do fato, o dele­ 
gado Marcos Valejo Jara, junta.mente 
oorn su11 equlµe saiu em busca do gatuno. 
• Como muitos eletrecti;tas estão 
tt·oba_lhando em nossa cidade, insto.laudo 
drão de luz, por serem pessoas des­ 
nhecidas na praça foram os prlt l!ipab 
1 
11speltos. 
Após um dia de diligencias, €., qu 
• ladruo to1 localizado. Trata-se do ele- 
1 .·eci~ta A.ntonio Alencar da Costa co- 
1 hec1do por Carlinhos, que faz mais de 
, ~ mils que trabnlha em Bonito. Como 
stava de posse ela dita escada, n roes- 
 m foi apreendida e o Carlinhos foi le­ 
,,ado para a delegacia, onde declarou 
que havia emprestado o objeto de um 
elemento de Sidrolandla. Se é verdadt> 
u nuo, a escada vai ser tranportada 
ram aquela cidade e fica à critério do 
Prefeito Dautro Fiuza a int.t&uração do 
rnquerlto policial, uma vez que a prefei­ 
tura de SIdrolandia que figura como vi. 
Uma. De uma maneira ou de outra 0 
certo é que "O ladrão caiu da escada". 
Entrepostos Comerciais 
O ntivo e competente deputado 
federal Ruen FIgu·tró, (Arena MS). 
em magistral discurso pronunciado I 
Cmura dos Deputa«d a 29 de mar' 
ultimo, defendeu a instlaçião, na frontel­ 
ra l mtogrossense, de etrep080 
comerciais abrangendo os munietploxs de 
Ponta Por4. '3ela Vista, Porto A!urtinho e 
Corumbt.. Magtfleu tdte, que, e adota­ 
da pelo Governo da Ilep(1!11lcn. tlnrá p:ttn 
a rc>gi;io fronteirtça umn fase nova de 
desenvolvimento comureial com I 
Republicas vizinha; e. não ó Isso, 
alcançará una bc oportunidade de o 
Brasil conquistar os mercados dos paise 
do Pucili(>o co:l10 dri. ,sín, cm ln!Prcamblo 
com 11 Uolivla ntravéF n • E.P.1 .0.B. e 
Fenocarriler:; Jklivlano. 
Parabens, Dr. Flgu!'lró, contluue e> 
nós o aplaudiremos. 
1f [ij· 
I 
Contribuição para a história de Bela Vista. 
Escreveu .J . .J. Ferreira Souto 
Desde que este território fronteiri­ 
ço do Mato Grosso, recebeu os i:;eus 
primeiros pnvoadores, no século passado. 
o siste!.na de transportes para. o. região, 
na época, era exclusivamente feito por 
meio de carros de bo!s e bons cavalos 
de ela, usados nas viagens em busca 
de Miranda e Corumbá, sobre o Rio Para­ 
guuy, únicosP acessos a Culabá, a ver­ 
dejante capital, ou então Concepcion, na 
República do Paraguay, porto no Iemno 
rio por onde se fazia a maior parte do 
comercio do sul matogrosRense com essa. 
República e tambem com a Argentino, 
os maiores fornecedores dos produtos 
da nossa importação, que por sua vez, 
eram produto europeus e a•iátlcos, pois, 
naquela época. não fXlstia transporte ter­ 
restres p/ S. P!l.ulo, apenas pelof' invioi:; 
sertões das provincll& de Minas Gerais 
e Goiás, por onde so comunicavam com 
outros centros, principalmente Rio de 
,Janeiro, capital do lmperio do Bros!l. E 
assim era. 
Mais t.rude, jA no advento da He­ 
publica, foram melhorados os caminhos 
que àe São Paulo e P11raná demandavam 
o rio desse nome e assim foram apare• 
e-ando as prlmeiraR vias por terra que 
demandavam est!l fronteira. se bem que 
há mais de dois séculos era elá disputa­ 
da por espanhols, porém, sempre domi­ 
nada por portugueses e bandeirantes 
pauliPti.~, oi;, nossos denodados desbra­ 
vadores. Assim, ücarEJm interligadas 
R.Mems tndigeoas. povoados e vilas que 
foram eurgindo com o passar do tempo 
!lesta rlqutssima região sul rnatoarÕs­ 
sense. !<'oi um passado de hnoif;m';, da 
,H,SSll gente. 
Jã neste século, com a chegada 
da Estrad:-. de Ferro Noroeste do Brasil 
em terras de :lato Grosso foram des­ 
viados os itinerários em busca ao Aqui­ 
da ~anu e Campo Grande, por onde se 
dmgtam p11ro Lagoa Rica, ponto onde 
se encontrava a ponta dos trilhos da 
ferrovia, na onsla do nosso povo ele 
experimentar R seosaçílo do novo meio 
de transporte o trem de ferro que 
demandava Sao Paulo, vindo daí o sur­ 
gimento do vertiginoso progresf'o a que 
estamos assistindo em nossos dias. 
Outro fenomeno "que Imprimiu um 
surto de • progresso no tr:msporte ue 
demandava Bela Visto., foi a civilizad~ra 
açfio d;; Companla ~Iate Lnrangeira. cuja 
séde era CA.lP,NAHIO, que muntrndo 
contrato com o Estado de Mato Grosso 
p'..!ru. u explom,;ão dos grandes nvals 
nativo!, du regiã<•, foi tambem a reFpon­ 
savel p(-10 povoamento do Sul, na faina 
de colher erva - mate que rxportavu pa­ 
ru u Argentina. Des1,;1 explornçüo, sur­ 
giram puvoações como Ammbay Igua­ 
temt, Ponto. Porá P outrJ!i, que por ua 
vez, ir c,•rlig.1van--se com BE-la 'lista no 
t:áfego do8 grandt>s comboloi.: de cnrre­ 
tns transportando u erva para ser ex­ 
portndo pura aquele país, através Porto 
.'.Iurtinho. outra cidade fundada pela 
.Mate Laranjeira na margem esquerda do 
Rio Paraguay, cujo progresso foi rapido 
e hojl' ostenta a potenclalldac!e de uma 
praça de comt'rclo importador f expor­ 
tador, ben. como CC'ntro social rlP. rele­ 
"º nest.ds !fade.; merldionuh; de Muto 
Grosso. 
Do exposto, ve-se que a nessa ci­ 
' iliza.çüo aqui. chegou com o tr:rnsporte 
1 ·!to em carretos de bois e boas monta 
rias. E esses eios de tran•.;portes pre­ 
, aleceram até o primeir J centenurio da 
1 ossa IndPpendeocia C'ID 1!:J22. qu:rndo 
:: qul velo - O Primeiro Ford Pé lJuro 
que tambem foi dPnominado • f<'or!I Bi­ 
gode - pelu sua caracteristtca ela trans­ 
missão ser aclC'nada no pedal e a ace­ 
hração por IDPIO de uma pequena ala­ 
unca jnto 9.0 v,,Janto. automovel esse 
conduzlr1<, 1111:· .Juvenal Paixão· o olonel­ 
ro que. tiesceu a Serra Maracajú para 
estas bandas. e fazia expcrádicas via­ 
gens experiwentais com p!!Ssageiros. 
Seguiu-se o 10° R. C. que to.mbem 
em 1922 adquiriu um para trtnsporte de 
oficiais e seus !amiliares. 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
Efemerides 
Aconteceu no dia l de 
março de... 
173s!-0 coronel do Mar 
los da etr é nomeado 
governador do Estado do 
.lnrnnhJn 
Causas cíveis., criminais e agrárias. 
EscnL Av. Duque de Cnxias, 878, 
Jardim, MS. 
1796-9.6 BISPO DO HIO 
DE J, 'lilllQ. 
Mfanel do Monte Rodri­ 
rues de Arajo, condo de 
lr,rjl ,. .o Bpo do Hlo rio 
Janeiro, ntceu neta data na 
Vilíl ,to Jl.,, líc•, Pernt11nlJ11ro, 
,prr1;Pt1IHíÍ1J c111111J hispn ri 
ln clr Fn rrtiro de IB:!9, foi 
confirmado pelo papa Grego. 
rlo XVI a 23 do dezembro 
desse mesmo ano, 'anuel do 
)!0111<' Horlrlgucs ele Araújo 
tomou posse da »una diocese 
a 2/ do, maio de lfllo, ~ 
a governou até I de junho de 
1863, quando faleceu." O bis­ 
µo, roude de lr-aj:i tinha tnn­ 
to de modesto, piedoso e 
esmolero, quando de versado 
nss +agradas letras". Compô+ 
na euintes obras, que or> 
rem imprerns: "C'ornp(lndío 
de Teologia Moral" par uo 
do seminário de Olinda, de 
que e fizeram tres edições 
DO llra•il .- duas ern Portugal, 
em rrêF volurr.rs; "Elemento~ 
de direito eclesiá,tlco público 
P p a r t l e u J a r," etc. . :-1 
volumes; Opúsculo obre 
a questão que tivera com o 
vroebl,po r'a Bahia D. Homu· 
1,Jdo, acerca tia benção fa 
gração do lmperndor do Bra, 
•li: alem de "Pa,torais" e do 
"Mandam~ntu", t'ID reparação 
do dc.acnto !tito à Jmagem 
do Senhor Jesus muorto na 
lgrejo. da Cruz do, ,lílitare1 
da Corte, em 1845", 
18t3 - lteúnt-Ee na cidudc 
do Hlo de Janeiro Assem­ 
bléia Constituinte bra.-ilrira. 
1826- Decreto do Imperador 
Pedro II dissolvendo comiS• 
lo militar formada parn jul• 
gar, na pro,lccia do Ceará. 
o, irrplicado• na Confedera· 
ç.;io do Equador 11824) 
i8ü5 - Ch~"ª 110 Rio de Ja­ 
neiro o C;;ruio de Coíab1 
com a ootlcía da ínvn1ão d; 
provineia de Mato Gro++o pe­ 
las tropas paraguala. 
191:S - ,lorr« em Sfo Pnulo o 
jornalista e poHtico, Francis­ 
co Hangel Pestana. 
19tn I Uecteiu número So·35u 
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