. ; . ld' O eg o CIRCULA o fel+ ·i - Anto nie ias • Porto furtiho- Jt di 1 . 1;,,L 1 , t .l, '. 'lt'I, • I< ntt«· ioqu« ponta Feri Cmpo Grande, , ,_-,- -7T ;;7o@_i2V' ___ .,__ ~l.._ __ , _ ílJID ~ B la Vista, urnu. cidade pacato, on- de o crime é rurlssímo, ficou enlutudu, pois na noltE' do dlu 5, dol crime foram cometido , onde um pai de fumillu perdeu a vida gracas à insen- atez de um hornet11 que e:·u pura a tar num anutõrlo, o Guldlno. Quinta-feira µor volta do 1 :30 borus, elE' perambu­ lava pelas Imediações da escola Ca telo Bronco, proferindo palavrões, e como ra de seu costume, incomodando as pensou. Chegou no bar de propriedade do senhor Ba lllo Alve ilvo e lá passou a ofender o proprictár!o, que perlfu ao mesmo que IH' retiras. e do !oc1d. Galdtno pasHou o gritar e xingar os presentes, e am determinado mom~nto, sacou de um punhul e feriu o senhor Basilio nu viri­ lha secclouundo uma vela, tendo o se­ nhor Busllto fnle-:ldo no local devido ao ferimento reerbido. GALDINO :.10RRE Saindo calmamentE', como se nada houves e acontecido, Galdino seguiu em direção à salda para Jardim. Perto da residencla 1 1 lt' ·I 1 ! O ![der do MDB no A embléla, de• putado érglo Cruz, afirmou que as más- 11dmlnl truçõeR que pussar&m pelo Muto Grosso têm grande parcela de resnonsa­ bllidade por muitos males que poderiam ser facilmente evitauni•ruo no seio dos parlamentarus, tendo em vista que fazem parte do Grupo todos os membros do Con• ~resso :'bcionnl que n ele noruç:io de Memoriais; A­ dvocncLi. E.ipl!cinliwda; Contatod Perm:,,nen­ tct com os colc-gns· ESCIUTORIO --- Rua Hui Barbo.a, 2774 C/I telefone 53-2948 Campo Gr::nde .l!S ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA Paulo Alberto de Castelo Branco .ilJVOGADO Causas Civeis - Criminais . Trabalhistas Acom- panha processo na Justiça de Campo Grande lua 2ó de 1gosto, S64 - FONE 383-1432 Edificlo 26 de Agosto- 7,o Andar . Sal± 73 Campo Grande - '.fato Grasso do Sul de Gentil Andrade, dois elementos numa caruionet<', encontraram o ussa-.c:fno e flzeruru ju ·tiça pelas próprias mãos. Gal­ dlno morr·u com quatro balaços no cor­ po. Ficou urou llçúo, umu trlritr lição, to­ dos nós somos culpados pelo acontecido. Gnldino era pura estar lntrrno num f:'ll• nutórlo, pois ra débil mental e as V<-'ZMI se tornava violento. Uma farr,llla rhora a morte de seu chefe e um hom m do­ ente matou u pagou com a viria. Figueiró integra as C omis­ soes do Interior e de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados Drslga:irlo pelo Llrfer da Arena. na Cãroa• ra dos Deputados. o Deputado Huben Figueiró, integra a Comi,sões do Interior e de Hrlaçóeli Exteriores»- Comissões das mais ir»portante do.quela Caso. do povo Brasileiro. A comissão do Interior cabe; a) desen­ volvimento rer.•-ional " OT(!aniZa'ÜO municipal; bl áreas metropo1i1ana• r urbamzação; e) migrações internas; d) territórios federais; e) anatento bi­ sico; f1 beneficbmento de áreas e obrns de pro. teç:io contra ae secas e Inundações: g) Irrigação; h) assistência às populações atingidas por cala­ midades públicas; h» assistência ao índio; j) habl­ tnção; 1) sistema fundiário. À com!são de Relações Exteriores com­ pete opi:ior sobre assunto• de política internacio• nul, e om particular, sobr~: a) ato inleroacionai, de que a União hou'c:r participado. ou tenha de participar; b) proposição, :nensngem on documen­ to que e refira a relações do Braril com outra, naçõe"; c) estnbelecimento de fronteir:1• on li­ nhas divisória-; d) fixado de límirn do n:ur tH­ ritorial; e) prol üo de- citlad:ios brn•lleiros no ex1erlor; O expatriação; g) problemas de neutra lidade cm face a conflitos rntunacionais; hl in­ tervenção em países estrangeiros; i) remessa de tropas brasileiras para o exterior; j) passagem de tropas estrangeiras pelo território nacional ou sua permanência neste; l declaração de guerra e condiçõr de :,.rmis1lclo ou paz; m} arbi~mcnto inter1;1acionnl; n) medida, refoth·as do serviço di­ plomnlfcc; o) trotados, acordos e convêênio3 imrr. nacionais, inclusive os de natureza cultural e os qu.- rcguhr ·m iuler.--:imbio comercial; p) conf(' • rências e congressos internacionais; q) Organi­ zaç1o das açGes Unidas, Organização dos E,a. dos Americanos e outros organismos internacio­ nais, r), organizações política-, financeiras, mone­ tárias, econôrulc.:i•. comercio!·, culturais, ussisten- ciai; de ~ráter intcraacionnJ. ' Sergio o'erto Prondi CAUSAS r.[VEIS DIRF.ITO AGR,HtIO - INVENLRIOS Chuvisco OITO- "o ou nenhum mornllzudor sado, procu­ rando acender uma ela pra iluminar o caminho, ao invés de continuar· amaldiçoando a escuridífo." VOTO DISTRITAL O senador voltcu a defenàer seu projeto instituindo o veto distrital. pon­ derando que, embora se tratasse de uma Iniciativa pessoal, desvinculada de sua condição de presidente da Arena não poderia permitir que uma idéia pela qual luto há 15 anos viesse a ser mutilada apenas por causa deste detalhe". O voto distrital - acentuou - é mais representativo do que o propo!'cio­ nal, e nilo se trata de neuhuma medida casufstica nem oca&ional. Este fato pode ser constatado, tomando-se por base o exemplo do Brasil: os períodos de inst&.­ bilidade política e institucional aqui, Serviço ele Torno, e Solda em Gerul, Ei<,trlca e Oxlgenlo Recon­ dlclanumento de lmplementos Agrlcolas Rua Nossa Senhora Aparecida S.t,:. MS Tribuna da Fronteira ( Fundado n 20/2/72) l• U N D A Ç À O lval' 1;cJoro. !"all , ; 1 h um moimento que via b»ti1ui- ção o governa'or roendo do lato Grosso do . ·ut, llt r, y Amorim 'o , ~c.J • deputados arenistas d grupo J, líticu li, derado pelo enador Pedro Prosslan divul rarnm Dd • IJllJílfl pas 11ac!:1 !ffi (!O• cumento no qual maulfe-tum seu apoio Integral uo governador. mas e ufil mum flels ú filosoflu ele governo defendida pe­ lo Senudor elrilo no uno pu si.:t!o. Os grupoc; político do e lado rea­ lizam dlariamen1e vúrlu1:1 reuniõ<'' pura anul!Hurem a Hltu1 çúo polft!ca regional chegando mesmo u discutlreta nomes provávelR pora sub~tltulr Amorim Coflta. Segundo esclareceu o Deputado Valdomtro Gonçalves, Líder da Arena na ssembléia Constituinte, nota de a­ polo à IIarry Amorim n11o tem avul do enudor Pedrosslan que norn ioi consul­ tudo sobre o assunto, mas está em r,on­ sonflncla com ns diretrizes do partido no sentido de não criar problemas a udmlnltilração Estaduul. "Trata-se· disse Valdomiro Gonçulve6-de um apolo que parte da bancadu situacionista e se en, cerra nela mesmo, sem discutir se exis­ tem ou não outros grupos lnterei::flados na quedo. do nosso governador ". O de­ putado admitiu, em seguida, que no gru­ po " Peclrosi:lanls~a " exl1-tem di crepan­ clus sobre a atuação do Senhor Harry Amorim. O L!der Arenlsta disse que o a­ polo contínuo ao governador nomeado pelo Ex-Pre:sldente Ernesto Gelsel depen­ de exclusivamente do programa de go­ verno que Hary Amorim pretende anun­ ciar em breve. '' Se o plano for conso­ nante com a idéias e a filosofia implan­ tada no atig Estado pelo atuei ena- .. dor Pedro Pedrossian é evidente que cunti uarmo apomundo o aove»tua1o! n llip{,t , e em contrario r o de . p r nutro J· l,, ti ,r ana!l ·a·lo. po1 cnn[Llrno. ne a ct er'ncias de interesses e do fil(JF;t fi ,,. O cJ ·II' grupes da Arena. liderados pelo atual Deputado Levy Di, p,lo .'t·nr:uo tende Canle, não se ma ifestura a sobre a notn d<, Pcllrt11-<• sunitas,, embora se watbt que o grupo Renovador U! i rena, liderado por Lovy DIs, d4 integral npoio a Hurry iruo1lm. Goc Editora APA Impressos a coros Rapidez o oficicncia do AHLI. DO O melhor Rodízio do ílegíúo e ervlço a "La Curte fuuclonanclo Diuriamentc 11t6 Meia Noite A v. Duque de Caxlos ,Jardim Er:i frento r). Prefeitura Mato Grosso do ul Otica Ponta Porã Ltda. n Especialista Rua Gua Lopes, N 309 Ponta Porã Sula 8 Mato Grosso do Sul ELX RUA 14 DE JULHO, 2.014 ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, JÓIAS, RELÓGIOS, f'RfSENTES E TROfÉUS ESPORTIUOS J- VEUNO DOS REIS ÓTICA DO~ ELEGANTES DA CAPITAL E REGIÃO CAMPO GRAIDE MATO Gf.OSSO DO SUL , JDJ(()) Jr AZJEN!DJJEJIJR(Q) 1 l .. ·---------------------------------------------------- .... L. _ " ' ....... lnsc. Estadual 13)63157/4 - CGCMF 03334612000109 - End. Te!. '·FAZENDEIROS" VETERINA • rnos·. 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Av, Presidente Vargs- Em frente a Meneia da Hecelln Federal Ponta Pr>ri llnto Grn.Po do Sul .J MÉDICO Cou1mltórlo 7 us 11 he. • 16 as 19 hs IPm1AT o INPS POSTO DE SAÚDE E FU RURAL - 12 às 15 horas BELA VI TA - MJ1'O GRO O DO SUL r. ry Zita ires Cardiologin - Eletroconliogrnma Cicloergometria Con:mltórío: Rua Gula LopeS: 320 Fone 431 • 1 75 Ponta Porã 1 Mato Grosso do Sul OF72!MOLDIST Dr. James Leitum Clinica de Olhos - :lédloo Oculista Adaptação de Lentes de Contato ('0 ULTÓRIO: Ycnidn Mornchnl Floriano, 307 Fone: 431-203l! - l.o Andor• Snln 4 HE lDf: CIA: R. Tiradentes n.o 979 Fone 31-1420 Pontn Porii Mato Grouo do ul Dr. Fernando de Freitas Elias MEDICO - CRM - 750 Clinica Médica ~ Cirúrgica Prevenção Câncer Ginecológico Rua. Antonio Mnrln Coelho, 339 - Fone 247 Bela Visto. Mato Groseo do ul CL. 1 CA DE OL OS • O. YU I fUJII Cirurgia e Clinica de o h9 neuro-oftalmologia - estrabol'a • lente de con to- Ex-rstdeate d1 Kit _( to Uul r:ite • J, pilo Atendimento com hora marcada: 8,00 s 12,00 e 14,00 às HJ, ' 11, Cournlt,,rJo: lua Maracaju, 690. Fone 624-059 Intre lua Hui barbosa e Hu Pedro Celestino Campo Crucrle :fnto Gron,11 Sul OTORRINOLARINGOLOGISTA DR. MILTON NAl(AO ESPECI LISTA uriz - Ouvido e Garganta !ier0cirurgias dr Ou,ldo e Larln;!e, Coloc:.içiio u nuo, a escada vai ser tranportada ram aquela cidade e fica à critério do Prefeito Dautro Fiuza a int.t&uração do rnquerlto policial, uma vez que a prefei­ tura de SIdrolandia que figura como vi. Uma. De uma maneira ou de outra 0 certo é que "O ladrão caiu da escada". Entrepostos Comerciais O ntivo e competente deputado federal Ruen FIgu·tró, (Arena MS). em magistral discurso pronunciado I Cmura dos Deputa«d a 29 de mar' ultimo, defendeu a instlaçião, na frontel­ ra l mtogrossense, de etrep080 comerciais abrangendo os munietploxs de Ponta Por4. '3ela Vista, Porto A!urtinho e Corumbt.. Magtfleu tdte, que, e adota­ da pelo Governo da Ilep(1!11lcn. tlnrá p:ttn a rc>gi;io fronteirtça umn fase nova de desenvolvimento comureial com I Republicas vizinha; e. não ó Isso, alcançará una bc oportunidade de o Brasil conquistar os mercados dos paise do Pucili(>o co:l10 dri. ,sín, cm ln!Prcamblo com 11 Uolivla ntravéF n • E.P.1 .0.B. e Fenocarriler:; Jklivlano. Parabens, Dr. Flgu!'lró, contluue e> nós o aplaudiremos. 1f [ij· I Contribuição para a história de Bela Vista. Escreveu .J . .J. Ferreira Souto Desde que este território fronteiri­ ço do Mato Grosso, recebeu os i:;eus primeiros pnvoadores, no século passado. o siste!.na de transportes para. o. região, na época, era exclusivamente feito por meio de carros de bo!s e bons cavalos de ela, usados nas viagens em busca de Miranda e Corumbá, sobre o Rio Para­ guuy, únicosP acessos a Culabá, a ver­ dejante capital, ou então Concepcion, na República do Paraguay, porto no Iemno rio por onde se fazia a maior parte do comercio do sul matogrosRense com essa. República e tambem com a Argentino, os maiores fornecedores dos produtos da nossa importação, que por sua vez, eram produto europeus e a•iátlcos, pois, naquela época. não fXlstia transporte ter­ restres p/ S. P!l.ulo, apenas pelof' invioi:; sertões das provincll& de Minas Gerais e Goiás, por onde so comunicavam com outros centros, principalmente Rio de ,Janeiro, capital do lmperio do Bros!l. E assim era. Mais t.rude, jA no advento da He­ publica, foram melhorados os caminhos que àe São Paulo e P11raná demandavam o rio desse nome e assim foram apare• e-ando as prlmeiraR vias por terra que demandavam est!l fronteira. se bem que há mais de dois séculos era elá disputa­ da por espanhols, porém, sempre domi­ nada por portugueses e bandeirantes pauliPti.~, oi;, nossos denodados desbra­ vadores. Assim, ücarEJm interligadas R.Mems tndigeoas. povoados e vilas que foram eurgindo com o passar do tempo !lesta rlqutssima região sul rnatoarÕs­ sense. !<'oi um passado de hnoif;m';, da ,H,SSll gente. Jã neste século, com a chegada da Estrad:-. de Ferro Noroeste do Brasil em terras de :lato Grosso foram des­ viados os itinerários em busca ao Aqui­ da ~anu e Campo Grande, por onde se dmgtam p11ro Lagoa Rica, ponto onde se encontrava a ponta dos trilhos da ferrovia, na onsla do nosso povo ele experimentar R seosaçílo do novo meio de transporte o trem de ferro que demandava Sao Paulo, vindo daí o sur­ gimento do vertiginoso progresf'o a que estamos assistindo em nossos dias. Outro fenomeno "que Imprimiu um surto de • progresso no tr:msporte ue demandava Bela Visto., foi a civilizad~ra açfio d;; Companla ~Iate Lnrangeira. cuja séde era CA.lP,NAHIO, que muntrndo contrato com o Estado de Mato Grosso p'..!ru. u explom,;ão dos grandes nvals nativo!, du regiã<•, foi tambem a reFpon­ savel p(-10 povoamento do Sul, na faina de colher erva - mate que rxportavu pa­ ru u Argentina. Des1,;1 explornçüo, sur­ giram puvoações como Ammbay Igua­ temt, Ponto. Porá P outrJ!i, que por ua vez, ir c,•rlig.1van--se com BE-la 'lista no t:áfego do8 grandt>s comboloi.: de cnrre­ tns transportando u erva para ser ex­ portndo pura aquele país, através Porto .'.Iurtinho. outra cidade fundada pela .Mate Laranjeira na margem esquerda do Rio Paraguay, cujo progresso foi rapido e hojl' ostenta a potenclalldac!e de uma praça de comt'rclo importador f expor­ tador, ben. como CC'ntro social rlP. rele­ "º nest.ds !fade.; merldionuh; de Muto Grosso. Do exposto, ve-se que a nessa ci­ ' iliza.çüo aqui. chegou com o tr:rnsporte 1 ·!to em carretos de bois e boas monta rias. E esses eios de tran•.;portes pre­ , aleceram até o primeir J centenurio da 1 ossa IndPpendeocia C'ID 1!:J22. qu:rndo :: qul velo - O Primeiro Ford Pé lJuro que tambem foi dPnominado • f<'or!I Bi­ gode - pelu sua caracteristtca ela trans­ missão ser aclC'nada no pedal e a ace­ hração por IDPIO de uma pequena ala­ unca jnto 9.0 v,,Janto. automovel esse conduzlr1<, 1111:· .Juvenal Paixão· o olonel­ ro que. tiesceu a Serra Maracajú para estas bandas. e fazia expcrádicas via­ gens experiwentais com p!!Ssageiros. Seguiu-se o 10° R. C. que to.mbem em 1922 adquiriu um para trtnsporte de oficiais e seus !amiliares. Dr. José Atanasio Néto ADVOGADO Efemerides Aconteceu no dia l de março de... 173s!-0 coronel do Mar los da etr é nomeado governador do Estado do .lnrnnhJn Causas cíveis., criminais e agrárias. EscnL Av. Duque de Cnxias, 878, Jardim, MS. 1796-9.6 BISPO DO HIO DE J, 'lilllQ. Mfanel do Monte Rodri­ rues de Arajo, condo de lr,rjl ,. .o Bpo do Hlo rio Janeiro, ntceu neta data na Vilíl ,to Jl.,, líc•, Pernt11nlJ11ro, ,prr1;Pt1IHíÍ1J c111111J hispn ri ln clr Fn rrtiro de IB:!9, foi confirmado pelo papa Grego. rlo XVI a 23 do dezembro desse mesmo ano, 'anuel do )!0111<' Horlrlgucs ele Araújo tomou posse da »una diocese a 2/ do, maio de lfllo, ~ a governou até I de junho de 1863, quando faleceu." O bis­ µo, roude de lr-aj:i tinha tnn­ to de modesto, piedoso e esmolero, quando de versado nss +agradas letras". Compô+ na euintes obras, que or> rem imprerns: "C'ornp(lndío de Teologia Moral" par uo do seminário de Olinda, de que e fizeram tres edições DO llra•il .- duas ern Portugal, em rrêF volurr.rs; "Elemento~ de direito eclesiá,tlco público P p a r t l e u J a r," etc. . :-1 volumes; Opúsculo obre a questão que tivera com o vroebl,po r'a Bahia D. Homu· 1,Jdo, acerca tia benção fa gração do lmperndor do Bra, •li: alem de "Pa,torais" e do "Mandam~ntu", t'ID reparação do dc.acnto !tito à Jmagem do Senhor Jesus muorto na lgrejo. da Cruz do, ,lílitare1 da Corte, em 1845", 18t3 - lteúnt-Ee na cidudc do Hlo de Janeiro Assem­ bléia Constituinte bra.-ilrira. 1826- Decreto do Imperador Pedro II dissolvendo comiS• lo militar formada parn jul• gar, na pro,lccia do Ceará. o, irrplicado• na Confedera· ç.;io do Equador 11824) i8ü5 - Ch~"ª 110 Rio de Ja­ neiro o C;;ruio de Coíab1 com a ootlcía da ínvn1ão d; provineia de Mato Gro++o pe­ las tropas paraguala. 191:S - ,lorr« em Sfo Pnulo o jornalista e poHtico, Francis­ co Hangel Pestana. 19tn I Uecteiu número So·35u proiblnd!> da dispensa do re gistro de ponto qualquer sen-ir1or público. ProL Stumpf Preço deste exemplar $ 4,00 Câ A o s ç de r R que uni to i d ·I !le refl ad 7 fere pú' Fie gi d:; de, toi Iar e» mu em pr, 1 Economia'? Segurança? VI J E Conforto? 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