Diário 
Regional 
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@@@@!@@yÍ BEM_ JIMFO . 00 ~, 
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fL r s Üdilon não 
O O'' 
Após receber o ante-projeto dn 
oonstitulção do Estado MS, das mãos do 
deputado ei:;(1;1dual CecíUo JesUE Guet.1 
o presit!entl'l du ,hHernbléJa Constiluint~ 
deputado LonrJres Mur.J111do, Bgradúceu o 
trabalho dos membros da Comissão 
Cc,oslitucional, ndmitindo que ê< trabalho 
stá penas iniciando. Foi duda a pnrti­ 
dn par a defini'iva organização dessc 
i-onho uculrnlutlc por mais de um s/-culo 
por Mntogrossenses que vislumbrnram 
um E11tado lndcµeridente. 
Abaixo. u integra do pronunciamen­ 
to do pre1<1drnt,1 tla Asse,!nbléla. 
SENHORES DEPUTADOS 
Atenciendn imposição regimental, 
a mesa diretora recebe nesta oportunída­ 
de, o ante-pl'Ojrtu da Constituição do 
Estado de MS que deverá, em seguid& 
ser encaminhado 4◊ publicação no órgão 
oficial como o projeto de nossa CvnsH­ 
!uição. 
Pretende essa publicação fazer com que 
toda u população tome conhecimento da 
11:'i maior que deverá rc>ger a organização 
sócio-político-ecoaômica do mais novo 
Estado da Federação e, através dos 
legítimos represent•.intes com assento 
nesta casa, fazer as sugestões que julga­ 
rem conveniente ao aperfeiçoamento de 
tão importante trabalho. 
Quer esta pl'eRidêociu agradecer, 
nominalmente. em nollie da m:!Stl, o ex­ 
cepcional trabalho desenvolvido pelos 
llustrPs membros da Comissão Constitu. 
cional. 
Ao ilustre deputado Jesus Gaetu, 
experiente parbmentur. presidente da 
Comlesão, cuja segura e eficiente 
orientação deu aos seus membros a 
firmeza e tranquilidade nece:,:sária para 
que conduzissem a bom terno tão difícil 
tarefa. 
Ao nobre deput11-io Raml'Z Tcbet, 
relator da Comissão, que com sua cultu­ 
ra, inteligência e talento, revelou-se o 
1 
guia segurou na nrientação da formação 
da convicção dos membros da Comissão 
Constitucional. 
) Ilustre deputado Paulo Saldanha, 
• jurista emérito, experimentado parlamen- 
' tar, conhecedor profundo das coisas do 
uoeso Estad0, cujo cesprenJimrnto e 
dedicação, n& vice-presidência da Cornis­ 
sã e, foi um:1 verd11deira lição, a todos 
nós, de aplicação, humildude e entusias­ 
m'-o. 
Aos nobres deputadc,i; Ary Rigo, 
Rude! Tciudnde, Zenóbio dos Santos e 
Odilon Nukazalo, qu~. com zelo, entusias­ 
mo e carinho, a todos legaram um 
. ). exemplo vivo de que pode ser feito 
quando se trabalha com sere:üdade, 
dedicação e lealdade. 
A todos pois, os nossos agradeci­ 
mentos, sobretudo pelo magnífico espírito 
de equipe desenvolvido, onde, acima dos 
Cflmpromissos partidários, pi·edominou _ o 
desejo de contribuir para a organtzaçao 
de um Estado que fosse orgulho de seus 
filhos. 
Senhores deputados: o trabalho 
está apenas iniciando. Foi ctada a parti­ 
a pura a definitiva organização desse 
J 
sonho a.caleutado por mais de nm sé-culo 
por rnutogrossenses que vislumbraram 
5" Esta.do tndependcrüe. 
Cabe.nos, agora, a tarefo de, uo tol·nar­ 
mos realidade esse sonho, não frusto.r­ 
mos HS espel'ançus daqueles que tanto 
lutornm pora que fosse chegado este 
momento. 
O sonho deles, snbemoi;, foi o de 
aqui nascesse 5" grande Estado, onde 
o povo e ua terra crescessem em 
igualdade de entusiasmo. Bem e. tar e 
riquezn.. O sonho deles foi de que nqui 
surgisse um Estado capaz de servir como 
mndP!o ê orientação a0 2êLíáNN!<@ éNO fede­ 
ração. O sonho delt·s foi de que nqui 
houvesse um Estado que, :::oGJ bun1ildude 
porém com altivez desse á toda federa­ 
ção lições de grandeza, entusiasmo e 
brusilidadc. 
Silo esses nnseios que Irmos de 
tornar concret0s na üé muior, cuja 
votação irc:,mos iniciar. 
A tarefa ? árdua. A caminhnda 
difícil. Porém, com oo,sas vistas voltadas 
Administração Adão Herodes: 
O prPieito norneoclo de Antooio 
Joüo. Adão Herodes X11vier. hó. quatro 
anos uo cargo, implantou urr.a nova 
menta!idade no municipio. Homem com 
profundas raízes oopulares. Adão Hero­ 
des é o tipo do prefeito-pov0. Se hou­ 
vessr eleições nas aréas de sc>gurança, 
sua vitória seria trariquila, pois além de 
administrador capaz. Pie representa o 
povo no poder. Simples, uvt-~so às pro­ 
moções pessouis, busca incutir no povo 
antoniojouneuse, o c,timismo realista que 
só o trabalho produtivo provoc1.J, e!:'tes 
quatro ar,01> de gestão, muito rea!izou 
em pró! do povo ç!l@ sua cidade, mas a 
suu muior obra. a que ficará realmente 
na história do rnunicioio, é u implanta­ 
'ção do sistema enrrgético de Urubupun­ 
g>'l. Nilo é obre do munieipio, é Federal 
mas á su•i. á4•45?ê firm~ ê decidida, 
pleiteando e lutando por sua instalação 
fez com que o povo conheces;;e o gran­ 
de mérito df>ste moço trabalhador. Não 
bá palavra mais expressiva pura de,;ig­ 
nar •> prefei,o de A□torrio Joüo: um mo­ 
ço trabalhador.. 
oapkn a_qVekjVh 
. .lém de regularizar a situação 
dos professores do rnuni::ípio. o µref Pito 
de Antonio Jcão, com ~ seosibilidaJ::J 
própria dos brasileiros conscientes do 
futuro desta ação reestruturou todo um 
etsquE'ma obsoleto, imµl1,ntando _novas 
escolas, reformando outras, patrocinando 
curso,; e pr-epurando a mocidade pura 
um amanhã quejá se descortiua promis­ 
sor 
Muito ainda resta a fazer para 
dotc.r o município de condições apropria­ 
das para o seu despertar t?cono:nico, 
social A cultural, mas n:uito ju foi reali­ 
zado. Entre outras obras. no s
0tor, re­ 
O'istruwo& a reforma das escolas Arai 
~ reira. Nilo Jovani Parem, 'Tarso Du­ 
42á< Fernando Correia da Cost», Escola 
Rural Féz •nda Pulador e CobcCPira do 
Estrel>,. Alem de ampliar o ;::úmero áe 
alunos, ele r.onstruiu novas salas da au­ 
las e visando assstir os alunos da zona 
rural, consrruiu 11 escolas na regwo. 
Agor11, com o enfoque dado [)€'lo G ver­ 
nador Harry in.orim ao setor, caso 0 a­ 
tual prefeito continue no çá2õ(< dar 
continuidade a sup füosorw rle ampliar 
e construir novos estabelecimetos de 
ensino, pois, conforme filo diz. ~ na JU- 
para os nossos antepassados, com nossos 
enlumentos no presente e Com nesso 
coração gheio de esperança no futuro 
rIsonho q1e nos ancena, vamos, juntos, 
somando esforços, dar s esse povo e a 
esta terra u na Constituição à altura de 
suas aspirações e digna daqueles que, 
com eu sacrifdio, nos possibilitaram 
chegar a este memorável é•á@ 
Começamas a nova ê4á)á desta 
lutu, com o pt-mw.rueoto voll1tdo puro 
Deus e tendo presente üH .,alavmi; do 
imortal Cict:ro, de que a Constitu1çã > 
não é obra de um bomr:n e 5ê" de um 
tempo, rnn:; de muitos homens e para 
todo ( tempo. 
Que Deus nos ajude, nOR guie e 
nos ilumine. 
@ (7á 
ventude que está a força dessa Nação•·. 
DE:1AIS SETORES 
No setor de energia elétrica, 0 e8- 
pinho encravado nai; udministrnçõPs dos 
p':'Qlenos municípios, Adüo fü-rodes con­ 
seguiu a suu grande vitória. Priweira­ 
mr-mte. a t>ncampeção pela Cemat do 
serviço éê energia elétrica e posterior­ 
mente. x• implanta~ão do siliterna de q? 
rubupuogá. Hnje. o povo de Antonio 
João é servido 24 horas pela antes es­ 
cassa energia elétrica. Além tle sonar o 
problema, Adão Herodes ~? com um pla­ 
no pronto para expandir a rede e dina­ 
mizar ai:Jda mais a iluminação pública. 
Aotonio Joiio vive novos tempos, tempos 
estes de progreHso. No toPante a estra­ 
das lc.:inais, ele procurou atender às 
zonas produtoras, nunca .se esquecendo 
que a assistência JlO pequeno produtor 
é ftltor indi!ipensável ao desenvoh-imea­ 
to é!< município. Adquiriu recentemente 
uma pá ct1rregadeira ao valor de CrS 
800.000,00, e está reformando os veículos 
da Prefeitura. Energia elétrica, estradas 
vir-iaais, SPtor educacional e setor de 
si1úde - Pste rejuvenescido em sua ad­ 
ministração, com construção de uma 
unidade sanitária, foram e continuam 
sendo prioridades na Administração A­ 
dão B:erode.;, um ge,verno dedicado ao 
poYo. Pcliticarnente. o prefeito é o lider 
iasofü::mável do muuicipio e a ARENA é 
sempre majoritária nas elFições, numa 
µi·ovã cabal que prefeito e povo cami­ 
nham de braços d2ctos PID dit'P<;ão no 
progresso e estabilidade eullu.rat política 
e economica. 
tem 
éê 
medo 
car 
k oêê2ê4?2•( éê De­ 
7(x7•"ê'4( e He«ursos e2á? 
'(3 Cé•x(' iá2x'3 d("(< 
ç('3•éê2á'é( ç("( '(2"á• 
2<<< ~(õ( ◊çí>•5••x2áh?r5 a, 
)2ê33?ê3 )á2á éê225ã3 x(< '3? 
3êõ52(' /5ê '•( tem "êé( 
de 7•2 3ê2 35ã34•45•é( )êx( 
õ(7ê2'áé(2 dá22] V"(2•" 
(34á 4ê'éê'é( á33•" á )2ê3? 
3?ê3 /5ê )('éê2?7ê•3 3ê4(2ê3 
éá d'!!••r )ç<x?4á ê'@•( }''° 
"(7ê'é( )á2á 35ã34•45•= x(< 
éê3ç('4ê'4ê3 ç(" alguma+ 
éê 35á3 "êé•éá3@ oêõ5'é( k? 
é•x('< á3 )2ê33?ê3 e ç('42á 
)2ê33?ê3 éá )()5xá??( á42á7?3 
éê 3ê53 2ê)2ê3ê'4á'4ê3 fazem 
)á24ê é( ~(õ( éê"(ç2?4•ç(@ 
V3 pressões, 3?( (2•õ•'á? 
éáÀ< '(< s tl,rfS ?(2x4N)ê'éê'4P=< 
éá çxá33ê )(x?4•çá< •'çx5•'é(?3ê 
ê'42ê (3 •'3á4•3íê•4(3 ç(" ( 3ê? 
ç2êD@?2í( ( xwéê2 éá ãá'çáéá 
á24(•a4f 'á V5ê5<ãx?•á< r(x? 
é("•@2' c((?áüêb@ k ç•(4•7( 
éê34ê éê3ç('4ê'4á"ê'4(< ? /5ê 
ké•x(' ê"ã(2á 3ê•á 5"@ê )ê<? 
3(á é•3)(34á á é•áx(õá2 '?( 
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)(x?D•çá (( ◊é"•4?á22á??( éê 
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k )2•"ê•2( •2<ç•éê(4ê /fê 
2ê35x4(5 'á ç('í2('4á??( ê'42ê 
)(xxx•ç(á e ( 4•!5f'@2 éáÍ o_!áx 
í(• /5á'é( '( )xá'2~á"'4( 
é(3 x(çá•3 )á2á e'34áxá??( éá3 
'õ?'ç•á3 2êõ•('á•3 éê éê3ê'? 
75xÀ•"ê'4M@ Vçx!ã(5 )2ê<áxê? 
çê'é( á 3(x•ç•4á??( é(3 á2ê 
'?oh_o@ 
Preço éê34ê 
exemplar 
4,00 
Tribun,o éá Fronteira 
COMUNIC!lDO 
4 
> 
Comunicamos ao~ nossos ahsinan~es e anunciuntes que, r 
devido revisi!o em noSil!fo miquitH,:l impressoras. só voltare- 
rr.os a circular apó.s o dia 2J do corrente mês. Haverá compenr­ 
i,;açfio qas ptopaO'a□!lns. com pronogaç o no _prazo para o ven-' 
ciruenio dos contratos. A gráfica funcion rá normalmente. 
GHAFlCA EDITORA APA 
l1nriu Esteln Velasquez Pereira 
Diretora 
;._ 	,

.... 
ELETRIFICACAO DE FERROVIAS < 
E	s	c	r e	v	e	u J . @f@ F	o	r r e	i r a 	S	o	u	t o 
[ier todas na mesma bae. Quanto d 
economia não farn o Hrail com e+ 
vento, livrando-se da importação de 
petroleo, mondando os árabes ás ortias. 
lá pen8ram quanto de óleo gnutam a 
loeomotrizes por todo e»e Hrsil afora'? 
A i«dela é va!ldu, e o Brasil j 
tem nas unas Inúmeras Industrias de ma­ 
teria! pesado, todos os pertences par ã 
transformações Mie1adas, desde as loco­ 
motivas elétricas fabricadas pela G. E. 
t•rn CamplnHB, :i t é a ti rn u IR 1 11- 
wlnif!cantes peças necesárlus, bem 
corno (3 trilhos que poderão sr íáã2x 
ceados pela companhia Siderurgiea Naelo­ 
nul. 
Medida como essa, ? que faz agi­ 
gantur o oosi:o Brusil, rtondo-lhe conót· 
ções de progredir com seus próprios 
meios, acionando nossDF CentraiH u!Mrl­ 
cns, nost1n8 fábl'iCt:ti, gúraurlo t:·abrdho 
pm·a nossos lrn1!ios, economlzontlo divi­ 
sas. 
VOTO 
SO DAR EDADE 
Foi dt'lllwrnd<, pc•lo Sr. lflnlatrn 
é(3 Transporte axê Resende, que 
ê2( eletrifteadas Estradas de Ferro 
t•ntI·r o Hlo til' .T1tll1·lro, Silo Paulo o 
[elo Horizonte, todas elas de bitoln lur 
' (1, 60 Mt.) cujo Inicio podori'I tllll' 
aldu este uno, visto que no orçamento 
da Hepúbllen ~ existe coninada u 
verb destlnnda pura se fim, 
O Sr. ~ínhHro fo:11,H'U He,rnndt•, que 
Ji'I foi Dlr·t•lor rio Jl.N.E.H. no govorno 
do Presidente Mediei, quundo executou 
os rundes projetos como l'l 'l'rHIJf'll!Till· 
zonlenu e multas ouru estrutlus de real 
lrnportancln f)fll'IL o PofH, ,mturrlmontl' 
apora, como Ministro, tomará interesse 
em melhorar a vius de transportes no 
todo, melhorundo s estradas de ferro 
sem deseuldnr das rodovias asfaltadas, 
que foram o 8PU furto naquela ópoca. 
Nl'ío resta duvido que u inlolutlvu 
parte do pressuposto de que o Brasil 
JJOHH[l vlr fi sofrer Ulll C0lllpHú 1108 ll''lfiH• 
portes por falta do petróleo para movi­ 
mPnlur H mus/>11 euorrno de maquinas 
ucioundus com a energia dele dArlvuda. 
Aliás, jú ern tempo de se eletrlficar as 
ferrovias em todos os quadrantes, pura 
mfnlmlzur o consumo demusludo de pe­ 
tróleo que nilo produzimos em quantida­ 
de suficiente para us no.,sns necessldu­ 
des, dependendo ele importação de 
países do Ot•iente Mócllo que agora 
estilo ameaçados de conflitos Internos, 
como o Trll. 
Dispomos de energia eletrlca ge­ 
rada relns Ceotrufs doR rios Siio Prun­ 
clRco, Grande P1:1rnnaib11, Tfête, Parana­ 
punernn, lgua~sú e o Purnn.'I, olém rle 
Outra~ em conRtruciio que foroecerUo 
energia sufic!C'ntA para nclonfr todas as 
l'erroviai,, nn proporçilo que elas rece­ 
bam us trnosformuçõu,; rstnbe!Aclclaf', 
principalmente quando f~ncionur Itulpú, 
com os seus 12.000,000 de KV A. 
NecesJ?ario se torno, se S. Exa. o 
Sr. Ministro dispusesse, en tempo opor­ 
tuno, fazer mesma Cúisu com a N. k@ 
A, que também é ela Refesa, eletrlficun­ 
ria-o e aumentando sua bitola, pura uni- 
Efemérides 
Aconteceu no di 18/19 de mnr­ 
ço ele .. , 
18/1648 - A frota holandesa coman­ 
<.lada pelo almirante Vitte C'omellszoou 
t!e With chega ao porto do Recife. Era 
com_posta de_ nove navios de guerra qua­ 
tro ia tes e note e oito transportes de 
viveres e conduzia cerca de seis mil 
soldados. Nessa frota veio a patente de 
tenente geral para San Scbkuppe. 
19/1612 - A expedição Francesa des­ 
tinada a conquista do Marllnhão, deixa 
o porto de Coucale, aa Bretanha. Era 
composta de Ires navios: Regente, Char­ 
lotto e Saiu!'Anne e trazia, entre cente­ 
r.us de voluntários, quatro oapuchiabg 
Yvos D'Evroux, Claude d'Abbeville, Ar­ 
ene de Paris e Ami,roise d'Amiens. 
Prof. Stumpf 
o@aBá@ ( Sr. Ministro EIiseu Reze­ 
de Iniciou muito bem 1:1 sua ge.stüo. 
Saldanha 
para a 
diz que 
Prefeitura 
Campo Grande - ".-ioda não tenho 
candidatos definidos para a Prefeitura 
de ilundo Novo," anunciou p e e a 
manhã o deputado Paulo Saldanha após 
tomar conhecimento da iaformaçüo di­ 
vulgada por este jornal. segundo a qual 
há um entendimento parn que um cios 
sete vereadores da Câmara de .fundo 
Xovo substitua o prefeito Valter Pina 
em casu de mudança. 
O deputarlo Paulo Saldanha, que 
na legislação passada foi o criador do 
município, salientou que em caso de 
mudança de Wafü,r Pina da Prefeitura 
o novo nome deverá logicamente surnir 
de um consenso das lideranças políticas 
~ 
nao 
de 
há definições 
Mundo Novo 
e comunitàl'ias reprei-:entativas d? m_uni­ 
cipio, bem como dependerá do critério. a 
ser dotado pelo govern. Harry Amorim 
no tocante aR pref Pituras de úreas de 
seguruaça nacional. 	.. 
Como inz parta da classe pol!t1ca 
e teve expressiva votaç[to em }luodo 
Novo, Sald11nba acredita que vai ser ou­ 
vido pelu governador no processo de esco­ 
lba dos prefeitos da área de segurança 
e se isso acontecer, a d i P. n 4 a 
que o eu indicado sairá de um consenso 
amplo das lideranças Mundo - Novenses. 
Uiz também que todos OR ve!'eudorP.s 
são capazes µare. desempenhar um man­ 
dato executl 7(@ 
PINA C.'I 
Embvrn awrlr, nãt> b:ij'lm critérios 
rletermii:ados ou mt:smo as pri21elras 
consults oficiais quanto u direção do 
munirípi<•s incluldoi, nJ li~ta dos inte­ 
grantes das áreas de Fegurança, infor­ 
mou. i,:~ nesta rapital qt:e é prati­ 
camente impos!-ivel a perr,.anêocia de 
Walter Pina 110 posto uma vez que sua 
administrução não vem agradando a 
nenhum11 dás alas politicas da Arena e, 
mesmo l1O8. 
Se um dos sete vereadores de Mun­ 
do Novo uu se outro nome emergente 
da comuuirlade està cotado o ce~to é 
que antes do final de- muio, Mundo Novo 
com toda a certza já terá outro prefei­ 
to. 
Preço desie 
1 
exemplar 
Petrônio 
recebe 
mentares 
Portela 
Parle­ 
éê 
O Ministro Petrónio 
Portela recelJru em au. 
diência. os Sen dores 
:Saldanha DP.rzi, Men­ 
des Cunale e 0 Deputa• 
do Ruben Figueiró, de 
~fato Grosso do Sul, 
ocasião em que os lá2? 
lamrntart:>n além de rei­ 
terar seu apreço ê oli. 
clariedade ao Ministro 
da Justiça, focalizaram 
vários assuntos de Inte­ 
resse nacional, entre os 
quais o projeto do _ê)5? 
tado Ruben Figueiró so. 
br~ a ia6litucionalizaçãe 
das sub-legendas parti· 
dárias como ia trumen 
to elidente para eom· 
portar os atuais atritos 
icl e;;Jógicos, coaf!ltos 
doutrinários ê brigas 2ê? 
gionais existentes nos 
doi,; Partidos ARENA e 
MDB. 
Veículos Novos e 
Usados 
Compra e vende-se 
veículos de todas as mar· 
cas • Experiencia no ru· 
mo. Garantia total - ho. 
nestidade - Quer vender 
O Se carro? k5 comprar 
um o Km? Procure 
0 
senhor Osvaldo Augusto 
Gomes à ruaSanto Aion· 
80 1061. 
Bela Vista :l:'!ato Grosso 
do Sul 
Sementes Selecionadas e 
Adubos Fertilizantes 
DO A 
Al'roz - Soja - Trigo - Sorgo 
MJ!ho - Brachiaria - Colonião 
Sacarias - Óleos Lubrificantes - Sal - Arame -·· Tudc para sua 
MIIRIZ - BR 060, KM 2 • oahV reopV = i@ 
ípiranga 
Jaguaré 
Lavoura e Pecuária

Com o r,polo lutfit·rto do Deputado 
Nelson (archezan (HS) lider da Ar Jh.
o Deputado Huben Figueiró Arena. MS 
apresentará projeto transformen­ 
do a sub - legendas em "pré-partidos,
Ressalta o Deputado que" o qunudro 
politleo está absolutamente confuso' e 
CJUl1nn Are e no MDi existe uma luto 
fratricida, desgreadora e sobretudo 
0ll('l'Okii.Rllllll l'l'I tPrrlllJH fJ,,uI)<; l!'(Jt; (• 
mesmo fieopara os politicos", 
O Deputado Fiuelró mostra- 
r eu projeto o Ministro da Justiça, 
Senador Petrnio Portela, e ao 
PresidenteduArena, Senador José Sarnev 
(MA). As ub legendas serão partido 
utonomos, mas terão um presidente 
únteo e na eleições majoritúrias zonti. 
nuurá sendo permitida a omna de votos. 
RC'sulln o Deputl;ldO que ··utritoR 
doutrinários, conflitos ideológicos, brigas 
oriundns da polílfcu rl'gíou1II 1ocompall­ 
h!llwm n pc•rrnnuêoclu do sistema 
hlpurtlrlário" de quo se "a cmendt1. 
conl!tltuclonul nú111cro 1 l abre a 
opo1·tunlrladc leg-nl à plurnlidade 
pnrlldúrln, no mesmo tempo devo-lhe os 
r elo 	e 
! j
1:lllpl
111,llt	e 
~ ,. n 	I · 
paraa	eu
municipais, 	ací nl o 
p,ojdoJfl'•tll , ;,1 o
do Urugual, o que facilitar t 
daçl'ode toda s teatência xl
t)U, A1'1!1llie DR, até qu tu 
L1be1 ;JI 1,1ipre111 1 ol,r ,. r o 
poli'ieo, para Ixo normal dns o
ldPoló,ric•a,:, 
sugere três ub-legenda distintas 
cm sun c,rg•1nlzaç:11J funcion,d n<,. tm­ 
bitos municipal e estadual Cada uma 
delns formaria «us diretórios unicipi 
e seus del dos, reunidos em Coovcn­ 
çüo Hcri1
11111i, r·ll-g<'ri;,m (J ilir<·túrio rc• 
gional que, de nua prte, indicaria um 
delegado para a eleição do diretório n­ 
clonal e também sen representante no 
Diretório acional. 
Este será composto por um repr<'­ 
seutuntu de cuda sulikgendu do ead1t 
Estadoou Território o que daria 75%. 
- 
ILtmfID 
A ldentiflcacão de vári0s ladrões, 
autores do furto de 300 carros, na Ca­ 
pital e Grande São Paulo, possibilitou 
1 
aos investigadores da Delt=1gaci11 de Fur­ 
tos de Automóveis do Deic a descoberta 
, de urna nova rnodulida dr. de golpe: o do 
' seguro, que vem sendo aplicado em Sii.o 
l Paulo, Mato Grosso do Sul, Minns Gerais 
e Rio Grnnde do Sul. 
Os marglnnis comprnm legalmente 
carros em agencinR autorizadas, duo pe­ 
quPna entrada e ficam de saldar a dívi­ 
da em DO dias. fü:colhem pessoas, sem 
problemas com a polícia para que a no­ 
ta fiscal e o Reguro completo s~jam re­ 
gistrados em nome delas, a quem pagom 
Jgeralmente, de 5 a 10 mil rruzeiros. De­ 
pois, cem o veículo, de preferência das 
marcas Brasíliae Corcel II,vão para 
Presidente Prudente, onde rernarP.am o 
chaRsis, enquanto o segurado presentn 
queixa de furto. O carro remarcado {: li­
cenciado com d0cuu1entos falt-os e, 30 
dias depois, as companhins rle seguro 
pagam a iodenizaçüo. Com o dinheiro, os 
marginais saldam a dívida na revende­ 
dora. 
O delegnclo Jair Cesário da Silva 
da Delegacia de Furtos de Automóveis, 
ficou sabendo deste golpe durante uma 
viagem entre a cidade de Dourados e 
Fátima do Sul, no Mato Grosso do Sul. 
O policial paulista rheflou as investiga- 
j 
I 

ções para u localizacfLO do!' ladrões e 
upret-nsão de cinco carros. O garagista 
Jahne Antonio Pazini, morador na rua 
Projetnda, em Do,1r::dos, era o horr.em 
que vendia os veículos furtados em Silo 
Paulo, por João Ctndoso Pneira, Paulo 
Afonso Vargas Loureiro, José NuneB da 
Silva t3 Autonio da Silva. Foi ele quem 
revP.lou o golpe do f;eguro aplicado pela 
qundrillm A disse mais: cerca de 200 
CaITOt3furtuclos foram vendidos no Pa. 
ruguay nos últimos quatro meses. 
Os policiais do Deic viajaram paru 
M a t ·o G r o s s o d o S u 1.
depois du prisão, em Pirapozinlw. de João 
Cardoso Pereira. Com as indicações que 
forneceu. 11s investigadores e odeh•gnrlo 
prnncleram, em Dourados, Jaime Antonio 
Pazinl e Mút'lo dos Santos :'.fonteiro. 
Paulo Afonso rião pôde ser preso, pois 
('onseguiu um habeas corpus preventivo 
na Justiça. José Nunes da Silva e 
Antonio da filvu fugiram pina o P::,ragu~i. 
As aµuraçÕPS revelaram que os carros 
furtados em São Paulo, por Paulo e José 
Nunes, ioram licenciad0s com documen­ 
tos falsos ob'idos em Prr'-'idente Prud<>nte. 
Os certificados "frloA" eram Impresso,; 
em Ara guari, Minas Geiras, por ,Jo,é
Tarciso de Altneida, bem como certidão 
negativa de multas e de furto. Os cb.nsRis 
eram remarcados numa oficina do.rua 
füizeu Prestes, 351, em Prudente, pelos 
ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA. 
01'.,l'OU,
belecime;to do quo 
proporcionalidade na 
p .rlitl, tia. 
O r,r,,i •lo proru,gIp.r11 ~t'lt'rllhro
Gutnhro •• u vembro, as convençõe mu­ 
nc!pais,estadulsenecionf,e,em 
r .. z e, c.l o, também os mandatos dos 
,, tu,rlti Din lórios, 
mecânicos írceu Lura e Fern;,ndo Rurbo­ 
sa Marques, que estão fnrugldos 
ios rlocumentos fnlsor, dv,; carros 
furladoe:, a procedêD:!a era sempre o 
muuicíp!o de Sunta Vitória, em Minas 
Gerais, e o carimbo levava a assinatura 
do d<-lcgudo Cartes ~1,!la de Olivelro, 
que segundo a policia paulista é nome 
fictício. O rlelegado Cesário da Silva es­ 
tf1 apurando para snber se º"ladrões 
fflhiificararn tambern a Taxa Rodoviária 
Unica e o seguro obrigatório. Uta con­ 
sultu será feita ao Delegado Reglonal 
de Polícia de UberHJ.ndia para sa bllr dai; 
atividades de José Turciso de .~lmeida, 
dono de urna gráfica em Aruguari onde 
eram impressos os certific1.idos Yals% e 
demai!- documentos. 
Nos três pr·imeiros meses deste 
aoo, em São Paulo, foram furtados 5.0-11 
 eicu 1-. A Delegacia de Furtos de Auto­ 
móveis informou que foram recuperndos 
700/o dos carros. Um esquema está sen­ 
do montado para a prisão de U'.Dgrupo 
de )l;ldrõe, especi&lizados em se apcde, 
rar de automóveis noa eEtacionamentoõ 
dos estádios de futebol. Segundo a polí­ 
cir. lavadores e guardadores de carros 
fazem parte da quadtilba e alguns já 
foram presos. 
(O Estado de Síio Paulo) 
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( ., : u ' l'Ç,(1 ti• i ~ 
pedido e os dvog dos 
do e o w!mttem (llll'li
decisão douptemoTr­
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leve em 1950 e quatro 
ano1, depol8 reed.ilou o 
vo de Lindbergh de 
Nove York a Paris mor 
!'CU UOS76UllOS
de idade. Na1scido ern 
Winonu, Minnesota. pas. 
sou ruai tempo no ar 
do que que.Jquer outl'o 
pilcito ecn :oda a história, 
cruzou o A tlántico quase 
200 vezes. estabeleceu 
seis recordes de distân• 
eia e lreinou milbe.res 
de pilotos.Ao todo, pa•
sou mais de 50 mil horas 
em vôo - o que qui­ 
vale a quase seis anos 
oo ar. Tinha dez filho& 
P 34 odoft e ul!imarr.er.­ 
te viajava hastirnte para 
visitar amigos e parentes 
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Í,oV•·11~IHI11!11111,111ru('1)fuwµ_u1rO(jllf'qt1i~Cr.
'Tranquilidade;erentdade, Deus, em tudoo que 
ÍIL<f 
No chore pelo que vida lhe la,.
l'rnurrHPr liv,e,.
Serlivreó estarem paz.
Nlinrlinrt·prl11l.ihrrrl111lo,cl111Hoc,,mIIPri1110,,r:s.
}'raderreterasbnrreirasdeelo eIiltertnr,
Aafloresnãovão brilhar,
Se os teusolho tiveremcansadosde chorar.
DetrizSant'AnnaConinghan 
Adivinha-se 
Qnnndo tu /rnsnn,, sob o to;u vestido
uousurllu,Oijforusnsadivinlou-so 
-odesejoinc1rn1Ido, 
- ssa vontade
dn curncquete acnleprlsioaeira 
e que urro~a111r111c11ttJ se rebela 
cmânsias rlc lilHlrdnde...
Adivinha.se odusCJjo
ducarneque niloturdnnsermulher...
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losdo111olelro.
N1tssn• oonsiõesé•tlle1·racncuntndoro 
l • Cnructer1>s Gerais. 
a) - Filosofia Patrístlco. 
Esta denominação provém du in­ 
fluência exe!'cida pelos "lº" Padres da i­ 
greja" sôbre a filosofia eacultun do 
periodo quo se estende do século l uo 
IX.llush·es pela sabedoria e pelfl santidu­ 
de, esses Padrn& dedicaram toda sua vi­ 
da ao mugir<térío sagrado, explic;ando e 
ctil:seminundo as verdades fundamentais 
do cristianismo e. ao mesmo tempo, de­ 
fendenrlo esRas verdadas dos ataques e 
das impugnações dos heréticos edos 
pagãos, lançando, assim, as bases sóli­ 
das da doutr:uu cristã. 
Sofreu do inega vel in[lue1tcias da 
cultura helênico, os filósofos patrísticos 
vuzttrnm o Reu pensamento nos moldee: 
dos filósofos gregos 
Platão l'oipreferido, quer pela 
harmonia dos seus emiinamentos morais 
com es verdades evangélic:.s, quer por 
ser a sua filosofia, abase 1~e:peculativa 
,los ataques dos herótlcos. Assim cerno 
,·ooos ver, se afilosofia escolástica, foi, 
fobretudo aristotélica, a filosofia patris­ 
t:ca, foi essencialmente platônica. 
b)-D:visão. 
Três periodos podem t:er llSsinala­ 
dos nu evolução da filosofía pntrística: 
a) Periodo de formação, que vat 
do séc. li ao lll; 
!J) Periodo de apogeu, que vai àe 
IV século ao V e período de 
c) tl'a.nsição pata a filosofia esco­ 
J'.islica, que vui de século VIao Vlll.
ll • Período de Formação. 
a) - Curáter Gerul. 
!C<>nlfnu11ç!l11 t1o11'' '!1'll 
Conlrilrniç,i,,paraavitóriadeDelaVi-ta
Escrovou .J..J.Ferreira Souto 
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velenquantooutras equipagnsfariammófado
modernorleulo,eovozeriotradono rua
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durvugnroso,notilinturrio,olnct>rroseehorulhos
queproduziamuma"musica"característica. 
(Coutinunnopróximonú,11cro)
AFilosofiaCristã(PatristicaouPatrologia)
Carocterlzn - se por lutas e agita­ 
ções, sejt1 na esfera do I,ensamento !:leja 
na <le nci'lo prática. Foi tnmbém a época 
da@ primelrus heresias, que procurarvm 
contaminar a fécristã com vício~ e im­ 
purezas das J.outrinas p!1güs <lo ocide!:!te 
e do oriente. 
Destact • se a obra dos Apologis­ 
tas e polemistas, tarefa ingeute de difun­ 
dir a doutrina cristã, eombatendo as 
heresias e profligando as injuHtiças e 
perseguIçõe1- de que eram vitimas os 
adeptos de Cristo. 
Entre us fllosofos PatrísEcos des­ 
tinguiram-se: 
- Os Padres Gregos: 
Aristides, S. Justino, Taciano. 
. .tenágoraf:1, S. Teofilo, S. Irineu, S. m: 
poli to. 
- Os Padres Alaxandrinos: 
Panteno, Clemente de Alexandria 
e Origenes. 
- Os Padres Africanos: 
Minúcio, Felix, Tertuliano, Arnébio 
e LüHlnclo. 
Continuaremos no proximo número 
abordando a letra b em sequencia as 
consider.u9ces até aqui ventiladas e que 
terá dentro da Patristica, o sub titulo 
"RelaQiio com a cultura greeo R0mana". 
Agradeço imensamente aos alunos 
do segundo grau que tiveram a gentileza 
de acompanhar estas modestas notas e 
estarei a disposição de qualquér deles 
para malhores iaformes sobre o assunto 
em tela. 
Prof. Sturn pf.
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j)l ú, 
,l,'1 ." 
__ _____ _ _.... 
E Í e 
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d e 5m e r 1 
Aconteceu no dia 2Ide março
do ao de... 	a, 4 
tn&li - Cutr régia a ÀIIUl'(,f" .'.. : 
Menezes ordenando a reconstrução d 
casa forte arruinada nocaminho doMa­ 
•11111J'i.o t>mlocnl rn,i,;ultr>qu • 0 d,,J,_l
mitiva.O mesmo documento incumbi 
par'.l rN1lízuçil0 dn:. u obt·a a ( rbana 
Halz. 	T) *' 
173(i . O "apllfio mor rr:tonlo _u •r.l 
dllBarroR íll'lhUIIll'o governo do 1.:-ludo 
do Maranhão, em substituição ao chefe 
de esquadra José dn Serr 
1850 . SENADOR GMALVAO. - 
OSenador ~fan111>l ,'ntõnlo Oahuo 
rcprC'sentaut • da Província no _Bablil na 
CO.mara vitnlicin, mont• nN,t<' drn daque­ 
le ano. " OSenador Galvão tinha na 
rrasede um seu biógrafo, asagacidade 
do diplomata, tu razão do filósofe e a fr­ 
nacid!¼de do estadi-tu. Cubeya peosaut~, 
tinha o seu livrono homem, asua bi­ 
hl!otéca no wundo. Naf'cera na cidado 
da Bu!Jia a 3 de jaueiro de 1791, t:l de­ 
pois de ter praticado como caixeiro em 
Lishôa e denoi1- em LondrrR. foi para 
Coimbia em 1813e na respectiva univer­ 
sictade tomou em 1819 o gráu de doutor 
em leis. Serviu de 183 a l 39 o cargo 
de mlnislC'O plenipotenciário do Brasil 
na cort1=1 de Saln ,James e uo Império 
depois de importaat2H ctirgog de mugis· 
tratura, fez parte do Gabinete de 1de 
setembro de 1839 e em I844; no de 2 de 
Fevereiro. ocupou a Pastfl da .Justiça, 
sendo então um dos principaiH promoto­ 
res da paciiicriçiio da província do Rio 
Grande do Sul. Faleceu em honrndiflsi­ 
ma pobreza ( Teixeira de Melo, 1881 ). 
Prof. Stumpf. 
ClubeRecreativoEstreladoApa,de
Caça·ePesca,Tiro eAcampamento
Eleição:
FoieleitaanovaDirct,,ria.queregeráo
destinoelo clul><', nobiénio19i9-19S0.
Forameleito•o;,'!guintc,:
ParaPresidente,OscarRodriguesdeAraujo
1.oVicePre,irlenteAdãoXimenesFlorentino
2oVicePrc;idcnteLauri~doHodrigues
Conselho,;Consul11vo
Preslder.tc,AndréVcriano:llendoncn
Membros,Trnaquilino'ieirae•
TcotonioGomesdaSilva
Suplent,•s:
:ligueiBrandãoDclrnlle
O,leYarLopesOarbo,:i
NilzoMartins
LeiaeAssineojornal
Efemérid ~ 
1d
proibindo 
I'reduçãode tabro
' llll ', I:',, 110 llt,11! 
n s colonta doReino
17/('pela é ca do 
cor. istórto da Ord ·rn 
'I'r11·Hira ilo ('or1v, 1,111 
fio 'rro da Hehia o 
destruídos por violento 
incPlldlo 
1820 D Frei 'os6 da 
SantissimTrindade,
lfü,po de Mariana toma 
posse do governo dessa
diocese por eu procu­ 
raaor. ~forcN-Antorilo 
Monteiro de Barros. 
185 Afedo P'ujol. 
O jurista e c>scrilor 
Alfredn Gustavo Pujol
nu;;c u em ~ão Marcos, 
na,rntúoProvincia do 
Rio de Janeiro, 20rte 
ffi<ll'ÇO duquele nuo. 
"Nunca se revelou entre 
nóe, tão de um dia para 
outro, uma vocuçi1o 
literlírfa tão completa. 
porque, Vt!rsudo como 
mestre na jurisprudênria 
grande advogado, fre­ 
quentando com P!oqu 11·
eia io upnavel a tribu­ 
na judiciaria, as fainas 
da profissão, em que 
batalhou até o fim e as 
preocupações da politíca 
em que lusiu durante 
algu!n tempo, uãc, lhe 
tinham deixado lazer 
parc1 as obrai:: puramen­ 
teliterários; mas eis 
que um dia aparece o 
conferer,cista estudando 
em São Paulo, a figura 
de ~1achado de Assis. 
Foi um verdadeiro 
curso de letras, uma 
sPrle de dissertacões 
magistrais em que sutil 
penetrou, como ninguem 
e inda o ba vi& feito, no 
exato sentido füosófico 
da obra do primeiro dos 
nossos romancistas, nos­ 
so primeiro presidente. 
Todas as qm,lidades 
do perfeito homem de 
letra5 Alfredo Pujol aí 
se re;elou com superiori­ 
dade e es:13laodor·· {da 
Revista da Acaàemía 
Brasileira de Letras, em'' 
Diseurso de Aloisio do 
Castro no seu nº 102 
de Junho de 1930). 
(Proi. Stumpf 
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JUCE:v!S - Junta Comeri:ial do 
Secrei'arias e doGoverno 
O Senador Saldanha Derzi, que 
já foz partr do Solégio de Vice - Líderes 
tio Governo no Senado Frderul, acaba 
de ser eleito para ocupar o cargo de 
Presidente dv Grupo Brasileiro da Asso- 
. ciação Int~rparlarnentur de Turismo. 
Paraque todos nós tnmeruos co­ 
, ohecimento da importância do cargo pa­ 
raoqual o nosso Senador RACHID foi 
. eleito, b:!sti1 esclarecer que o Grupo 
: .Brasileiro é vin.-)ulado a Assocfaçüo ln­ 
, terparlamentar de Turismo, organism,i- 
de âmbito mun<iial, que tem por objetivo 
1
11estudo vlsando a realízaçiio.- tanto no 
plano internacional, como ua área dos 
países nela reprt'sentados, de medidos 
1 
que venham afavorecer odeseovol- 
vimeoto do turismo internacional. em 
parficulur □ns atividades relat1vus ao,; 
Parlamentures nacionais que fi ela sii,
ligado:;. 
O Senador Saldanha Derzf tem 
vários planos para por em prátka 
visando impor, rlurunte a sua gestão. 
uma grande dinâmic_a de ação por parte 
do Grupo eelevar ., conceito do orguni,;­ 
mo no &eio do,:;parlameolu1es. lendo t:JU
vista que iuzem parte do Grupo todos 
os membros do Congresso Nacional que 
a ele aderirrm, para tanto o Seoactc,r 
Derzi vem mantendo c:rntatos e con·er~k 
ções co1u vários Deputados e Senadore:-., 
visando uma maior divulgação dos objt•• 
tivos do Grupo. 
doEstadodeMS.
'.lt1lo Grosso. Hua Rodolfo José Pinho, 
51. Fone~: (j•l-1-:H!Júe ;;b3-1J'.W. 
SECRE1'AHiA DE JNFH -E:::.Tt,UTUHA 
HEGTO'.'AL E UflBMI, 
EnctereçC': Rua Padro Joilo Ct•ippa, 753. 
Font-: G24-fl:!20. Eulidnde~ Vínculadus: 
DER:UL-Depurtumento deEtralas e
Rodagens do MS. AV. Afonso Pena, 3567 
Fones: 383-4021 e 624 4189.
SiNESUL-Emprea de ::,.Jneamento rio 
:1S. Rua do Catete. 471. Foues 383 4810 
e 383-nlü. 
EN ERSüL Emp::esa de Energia do MS. 
Rua J rlind o Lima 118. 
COH.B • Companhia dP Habit.açilo Popu­ 
lar do !S. Rua Padre João Crippa. 753 
Foo:.!: 333-4610. 
SECRETARfA DE ,JU.:iTIÇA 
Endereço: Rua 26 de Agosto. 384.12.0, 
13.o e 14.o andar. FooPs 333-365[, 383-~751, 
::i 3-4129. e 383 4229 Entidade Vinculada: 
DEPARTAMENTO DO SISTE.fA PENl­ 
TENC!ÁRIO (mesruo endereço.] 
SECRETARlADEEGURAÇA
Endereço:Rua13deMaio,2.499.Fone+;383.44.39
e383--1~59.EntidadesVincubdas:
DETRAN
DPpartamenlof;i.adualdetnimilo.Endertço:
HuaD.Pedroli.:17.Fones:383-4739e383.1639.
POLÍIAIILITAK
Huuis deDcz~mbrc,,/oFooP.:6t J..3988.
POLfCIACIVIL
Hua11deJulho.1!)81Fonc:6:H-2.038.
GABIETEM1Ll1'AR
Endereço:Av.3Ide março,599-EdilfriodeRe­
pnrtiçõt'sPública~.EHPE.5.oAndar.fone:
383-29:!8.
PROCURADORIA GEílALDOESTADO
Endereço,-v.31demarço,559.Ediflc10deRe­
pnrtiçü,·sPública•-EHPE.4.oAndar.fonc:
6:!-I-OU28. •
PIWCCHADORlAGERALO: JlJSTIÇ
Endereço:Av. 31demarco,559-EdiíiclodeRe­
p~r1içõe,Públicas•ERPE•./.oundnr.Foae:
383.J4í0.
TRIBUNALDEJUSTIÇA DO ESTADO
Endereço:Rua}fnrrcb:ilRocdoa,536 - Edifício
Cosmos.Fone:383-2010.
Recorteeguardejuntocomusualista 
T elefôaica.
Corte1i11da TribunadaFronteira
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trend
Idadede
ll.11h1h' ntJlnr<'" 
ti..11(,11dl111t'!lfll110, l
ht,tiliad edemnal
Inter+ dos, 
Hl·>OLVf.
I) Nomear o S, Ar 
enloLorelro,pare
PXt'r'l'í:1,f1Jt1CWi,011
~,!'('['t:'itlo['(t•Cutl,(JIH
Lil'11l.,,pnrllvnlh'lilvi-., 
tnse,cotlrl'IIUllll'rnt,;lo
men a! extralda do re 
curwo,, flnn11c11lro11da 
<.>ulldnr.le.
2)0horó.rtodoex­
pe<ll••utr !!ri'l d1l10.00 
ât-.11-,,00cl" fl('J.llllldflll 
ll'Xlill',IOS~lht1l10I! 11'1>1 
!),00 U~ 11,00hOtllR,perlo­ 
dos exclusivamente para 
despachos do Secretário
Exl'cutivo. 
PUHL!OUE-SE.
Cm-!PHA - SE. 
Bela Vista MS. 10 !e
abril do l.H70 
Abraão ,rrnõa Zacarlaa 
Presidente 
Oração ao 
Divino Espíri- 
to Santo 
E•plriLoSantovocêque 
meesclarecetudoqueiluni.
Datodo,;oscaminhospnra'fº'
euatinjanrntuidcol,voei:'1IIC
medáodomdivioodeper­
doareesqueceromalqueme
fazem;equetodososins­
tantesdeminhavidat:Hác:o­
migo,POqueroue•I<:carltldiá­
logort:;radeca-lbeportudoe
c<.infirmarrnai,umn,•..,z.
11ue
eununcaqueromesepar.t
dernciõpormaiorquesejaa
ilusãomaterialnloseráoaí.
nimodo,,oni.adequesu,rr,
de undiaestar cotrocee
todo,os1neu~irrniiosnaglória
Perpétua.Obri:!;!domaiiu(ll3
vez(apessoadeveráfazer>ta
oração3 diasseguidossem
(azropedido.Ueotrode:;
dia•será,lconço_daa.g,·ar;.u, 
pormai-clifícilqueeJa) p' 
blic.ira--imquerecebera
graça.
E.P.
1 
j 	DO 
Cf 
FIL IAIS EM! Amambai, Bela Vista e Mur.do Novo 
ESCRITÓRIO DE IEi !DAS: ,.ntônio João, Caracol, /r2:.I t'iureira, lguatemi e Eldorado

A história em not'ício 
histríc11...
leres«oncom apenas 4naus a 
quaaraquedescobriuVera,ruz
(Lisboa,2, mlo, I01)Com penas 
quatro do treze navio que daqul par 
llrnm a ) de março do ano passado, 
fundeou no porto u esquadra de Pedro 
.'lvatw1CalJl'lll.
O descobridor du T'erra de Vera 
Cruz retorn àPátria, depois de quao 
l4 mees deausênclu. () culs esteve 
ninhndo deente, que com ansiedade, 
buscava parentes e mlus,entre os 
tripulantes, Muitos choravam e se la­ 
menta vum, Outros vibravam de alegria, 
não ó pelas lórlasque lil'X!)O(llçllo 
l!'OIIXC',como tambem por l'l'C011hcCl'l'
namargura das naus os ente queri. 
do que voltavam. 
Em declarações à reportaem, 
Cbrl relutou em breves palavrus o su­ 
l'CRRO ela PX f)Nllçllo: Logo 110 l11fo
1
u dn 
vlajem perdemo u nude Vasco de 
tatde, {aímos de Porto Seguro com 11 
barco. Desgraçadamente a 23 de mto 
cio uno pessudo, um lerrfvel lOlllflt.'Sln­
rto nos 11s~111tou 110dobrnrmos o cabo ria 
Bon-Esperança, levando o fundo do 
11111r as tus de Barlulomeu Dias, Luís 
Pires, Aires da SI'vnu e Simão elePlm•. 
Ficamos reduzidvs a T na UI'. Divi 
dimo-nos em três grupos. Diogo Dias to­ 
mau rumo ignvrudo eos seis restontPs 
noH reu11lmo~ Pm Moçambique. 
Dali rumamos p,11'11a lodln. Dei- 
xamos a lndla em 16 de Janeiro. Já n,1 
costa dn Arrlcn perdemos a nan do 
Sancho T'>var, que naufragou. 
Irei ngorn ao rei :1nnuel, t1preseatnr 
um reltltório da expert!çüo. 
MortedeCo:minha
(Lisboa, 3, maio. 1501). Alada por 
intermédio do Cnpili.lo Cubra] fomos ln­ 
formados de que Pet·o Vuz de Cumlnha, 
escrlvilo, nuturnl de Põrto, mestre du 
bulnoça du Casa da Moeda da mesma 
cldude e u111 dos nossos melhores ioíor­ 
monte,s na descoberta du Terra de Vera 
Cruz, morreu nus batalhzts travadas em 
Culocute, no dia 16 de Dezembro de 
1600.
AvoltadeVascodaGama
(LL:;boa, Setembro, 1503). Vasco du 
Gama retornou triunfante com seus dez 
nuvios abarrotados de esper.iarias diver­ 
sas e riquezas n toda espécie, Indo lo­ 
go à Corte, onde sob intensa curiosicio. 
de dos pnluciaoos, rieu conhecimento a 
ri-Manuel. extraordinário sucesso rle sua 
missüo. 
Depc>is da audiência secreta que 
manteve com o Rei, Vasro da Gama fêz 
declarações exclusivas aeste jornal. 
·,os seguintes lermos: "A hora de Portu­ 
gal estA ,·ingada. Calecute tomou uma 
ligação de fogo e sangue. Nunca mais 
SAatrFwerã a massacrar. súditos portu­ 
gueses. Bombardeei a cidarle sem dó 
nem piedade para que seus habitantes 
compreendessem bem que não é provei­ 
toso, nem i'ir:a impune, atentado da or· 
dem do pratir.ado contra os comercian­ 
tes portugueses quti lã ~e encontra.varo. 
informou f"le ainda que reina na Jndia 
urna grande anarquia política". 
Ns~ rut1t{ 'lpovo se comprimiu 
ara ovacioná-lo, gritando: - Viva o 
vingador da boura de Portugal! Viva 
Vnsco du Goma! 
ES 	1 r 
d 
Campinas o futebol arte dos pau!istas 
Um exmplo bem simples que sr­ 
ve purnu dimensionnr a incrível rivalida­ 
de llmentndu a muis de melo +século 
pelastorcldm, do Guaran, e da Ponto 
Protu, envolvenrlo 11fí.oapeo11R lorerdorrH, 
mns dfl'fgentos, jogudoroi;, e n.té funcio­ 
uál'ioA dos dois clubes: Luro Morae, pre­ 
slrlerde da Ponte Preta, ficou furlorn 
quanr!o um jornullsta lbe perguntou se o 
Guur•rnl tinha realmrnte 50 mil sóc1oa. 
- fíO mil Eóclos? APoute trm 100 mil! 
Uma rivalidade qut se roten<lo pe­ 
las ruus, bares, supermercados, universi­ 
dodAA, farmóclaR, restaurantes, mngnzl­ 
aes, no flenlistu, no raédlco, enfim, onde 
o futebol possa entrar. 
Laur<> Joraes garanl<:1 que 80% da. 
população de Campinas torce para~ Pon­ 
te Preta; Hicurdo Cbuffi, presirleato do 
Guarani, rebate a afirmação de seu ri­ 
val, esclarecendo: 
- O Guarani tem dado provas concre­ 
tas de sua existêucla nos campos de fu­ 
tebol. A sua torcida deixou de ser mino­ 
ria em Campluns hó muito tempo. 
Mai, os núm•'ros provam que Lauro 
Moraes não estl'l totalmente errado: em 
jogos do Campeonato Paulista. as rendas 
no estadio Moisés Lucarelli somarani a 
quantia de CrS 7.127.840,00, enquanto que, 
no ''Brinco de Ouro", não passaram dos 
CrS G.521.850,00. 
E, no computo geral, n Ponte Pret&. 
ganha do Guarani: éo 5º clube que 
6 X 
e. i1árit t 
Ficha Técnica 
Copa "Libertadores de America" 
1979 (Grupo ~) 
Jogo SE. Palmeiras x Uaiverf'itario 
de Desportes 
Local Estadio 
Pacaembu 
Data 8.4.1979 (Domingo, às 11 horas) 
12 ternp<> Palmeiras. 1 x UniYersitario, 2 
1''inal Pulmeirs~. 1 x Uaiversitario, 2 
l1ar<'adores: ll11rinho PereR, aos 11 
minutos, 'ilchez, nos 19, e Oré, aos 3G, 
no primeiro tempo. 
Renda CrS 2.I8;i.J!}0,00 (52.697 
pagantes e 3.875 menores) 
Ar bilro Juan Cardelino lUruguai) 
Auxiliares Mário Cunei,sa 
(Colombia) e Carlos Macifl (Paraguai) 
QUADROS 
Palmeiras: Gilrnar; Rosemiro, l1orinho 
Polozi e Soter (Héironinho ); Pires, Jorge 
Mendonça e Zé :lário; .'milton Rocha, 
Teninho e Nei. 
UNiVERSlTAH.IO 
Hoedi renunciou, Jota Jota 
Com n renúncia do vereador Noedi 
Leite Luranjeir:1. que mudou residência 
ara Ponta Porii, foi co11 meado o su­ 
plente David Bonfim, que tambem re­ 
nuneiou ao cargo. por residi:· atmt!mente 
em Jardim O presidente da Câmara 
municipal, Ely de Araujo Barbosa, coa• 
vocou o segundo suplente, J oilo Vil!al­ 
s, atualmente residindo em ''ampo 
Jrande e que, por est? motivo, tambem 
emueiará, sendo portuntu, o nome de 
José Joaquim Ferreira Souto, o que 
?11unicipal 
Acauzo; 
Cuellar. Aguilar e .driazola; LEgu!a; 
Zuluaga e Cunamero; Vilcbez. Oré e 
Neyra (Bu5tamente). 
Ocurrencia,; - Aos 6rninvtos do segundo 
tempo. foram expulsos Toninho e Cuel!ar, 
do por ngrr:iH;ão mútua; ao1< 43. foi expulso 
Pires, que já tinha levad'.> um cartão 
amarelo, por um pontapé em Leguia. 
Gastullo, 
preencherá a vaga deixada por Noedi 
Leite. O veterano politico' . ruais conbe­ 
e1do por Jotu Jcta, é u;n do:; <:olabon,­ 
dores des{e jornal e pessoa de grande 
C<>aceito na comuaiclada b~luvistE:nse. Jo­ 
ta ,Jota, politico atuaute, arenista con­ 
victe, revolucieu:ris de 64, rádesemnpe­ 
nhar com wuilu respon:;anilidade ::lUH:l 
noves funçês. Quem glatacom is<o 
é o povo helavistense, tão carente de 
representantes au,eoticos. 
mais arrecada no futebol paulista -- Cr° 
tíi.9I2 l!i7,00 - c:ontrn C:1·S 15.145.810,00 
do Guarani, a U equipe a arrecadar u­ 
perando a Portuguesa de Desporto, um 
dos grandes do futebol pauli-ta 
asos torcedores da Ponte Preta 
o Gual'llnl Jldt·t·e vlC'ti-lider l'espcdiva­ 
mcate cio· CampLonato Pnulibla oiío !iC
conwntarn com as color•açõri, de i;uas 
equipes, e com a projeção que elaR ga­ 
nharam no renúrio do Putrbol bra6ilelro. 
Cada um desses torcedores em­ 
pre encontra UfTlbum motivo para mnn­ 
ler a rivalidade latente. Una derrota do 
Guarani é o suficiente para a lorciêla 
ria Ponte lota os bares e fazerem os 
mais maldosos gracej0s. E qu11odo o in­ 
sucesso é da Ponte, os bugrinoi; não 
aclxn.m por mrnos. 
A rivalidade lambem invarle às 
reduções de Camriuas. Em CampinHs, 
nüo se pode . dizer que um jornalista 
seja neutro: 
Recentemente, Lauro Moraes 
proibiu a entrada de detGrrninados radia­ 
listHs uo Moisés Lucarelli porque perce­ 
beu que favoreciam o Guarani em·seus 
comentários. O inci1lent1• já foi superado. 
Nos bures e restaurntos do Largo 
do Rosário, torcE·dore!'i da Ponte Preta e 
de- Guarani já fazem prognósticos 
otimistas quem ficará com o Htulo do 
Campeonato Paulista de 1978? 
Grêmio Sub-tenentes
Sarg;rntos"PedroRufino"
Elital de Covercaão 
e 
t.A Dlretori!l do Grêruio dos Sub­ 
tenentes e Sargentos ''Pedro Rufino", de 
acordo com o que preceitua a h-tra c) 
do Art -13 ,10Estudo d11 Clube. convoca 
todos os dSSociados oura a Assemblda 
Geral Ordinària, que ·será r.::alizada no 
dia 22 Abril 79. na Sede da Entidade, 
com a finalidad2 de eleger a nova Dire­ 
Loria que regerá os destinos do G.S.S.P.R. 
no biênio de 1!:-179
11980. 
2. Para esta finlidade, a Diretoria 
esclarece que a primeira convocação se­ 
rá feita ás 09,30 horas daquela data, 
conforme estabclece o Art 6l e seu pa­ 
rágrafo U11ico, do Estatuto. 
3. Para a e!Eição da nova Direto­ 
riado Clube. os iteressudos deverão 
apresentar as suas candidaturas até as 
18.00 horas úo dia 20 Abril 7!=1, n& Secre­ 
taria do G.S.S.P.R., obser,ant.!o-se., entre­ 
tanto, o que estabelece o Estututo no seu 
Art 65.
Cluudlo Dios Alvl'S - Presidente 
do G.S.S.P.R. 
, itir porso 
paracomaplleara e
«dosrde Mas, 
oGuaranimostrouporqueé 
,atualcampobrasileiro,
~u ~.t,tr.rnpo. o!I e. orn11n 
1
1 
dadosdeCarlosAlherto, jo 
garam um futeb •lT rin-,,,., 
domirandocompletamente
meiocampoe atacandopela
poas,«omBozóeCaptuo]
de«rticulandaoe»qumade.]
fensivodaequipeperuana
Osgolsformsidonormal
menteatéolotnlde6e po
1
deriaser mls.Nopróximo
domingooGuaranijogarom]
oPalmeiras,quepor seula­
doenfrentahojennoitro
Alianza.A situaçãodoPa!­
meira.6difícil.poishojetvn
de ganhardegoleadaeen­
r,entardomingoo011zehu•
:!rinounBrincorirOurrJ.O
Guarani possuio ·aldodel0]
golseprecisado empatepara
~n~rar-1.e campeão do ~l·ull 
l!nlf)O,
Penãrol te Bino Si
é0 1classificato 
O CA Prfüirol, àiri- • 
gido pelo treinudor brH • 
sileiro Oino ~uni. é o 
primeiro clube 2 SA cluc;­ 
Rificar para a segunda. 
fase dnu Copa "Liberta. 
dores rla Amériea" de 
1 ~ 7 9, ao derrot!l r 
em Quito, no estádio 
"atualpa", o °'laclonal. 
campeão do Equador, 
por 2 x O,marcando os· 
tentos uruguaios Zoryez, 
de penalti, aoa .J.minu­ 
tos, e Paz, aos 18, do 
segund<> temp0. O pefia­ 
rol, que permanece in­ 
victo no Grupo 5, encer­ 
rou «ua campa!!ha com 
10 pontos ganhos, com 4 
vitórias e 2empates. No 
outro jogo ôo Grupo, ec:; 
Ambato, o Nacional, de . 
Montevídéu, empatou; 
com o Técnico Univeri::i- , 
tário, no Ef'tádio "BeJ;a 
Vista", sem gol. O Nacio­ 
nal uruguaio sornou 7 
pvntos, enquanto o de 
Quito ficou com 5. O , 
Técnico Uni versitáric, 
v:ce-campeão do Equa­ 
dor, conquistou seu 
1 
primeiro e úuico pcnlo , 
com o empate. 
Domingo às 15 hs. ·1 
EstádioOctavio 
Fontoura 
GrnmieE.União 
X !
U .iãoL e. (8onito)