• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº359_06_05_1979

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IONAL
--to
e
Sinal de Alerta
Apear de cvnleriwno, o presl.
rlcnt .fofi.o llartlatn. FJguPlrPdo ullll·
7,ou, dJn Jº do moto, IC.onlca ai·lilbeJra:
u salva de advertênel. Os trabalha.
dores pulhtn ainda no se conscfen­
llzu.rnm de· que n dornocrncla nõo é
sinónimo dv grnv,,s. Consldrramos
juHI0B ª" rrlvJ11dicuçõos do prnfes­
sorudo, dos mclalúrglcos, do,- mo­
torl:1tas, oto, Ptc, nws os lnlerpsses
da Naç1io mrn1o acima dos lnteresRE'S
do grnpoH. É nt➔ceRsório, oeste momen­
to úe ll'anslç1lo, mnntl:lr a cabrça no
lugar e nio Rn ilurJir com pt·ornrssas
de protensoH lidereA Rludicols que
nüo nlm11jn 111 outra aoiRH H n!ío 1-ler
l!onturbar u. orrlem e provoour uma
rupturu no µrnceflfi0 democrático oru
om curso. Devagar co,n o leão. Pura
tudo existe um tempo. Existe um
tempo até m<>smo pnra relv!ud!car.
As greves em São PR ulo el:ltão pro•
vocundo uma reação por purte de
grupos rnclicuts do governo, que
Pslão esperunrlo o l/lomento propício
para intervir, o que gerará, sem ctú­
vlda alguma, umu paral!zação na
abertura proposta ptlo gornrno Fi­
gueiredo. Concordamo~ com as gre­
ves, desde qne elas não Interrompam
setores vituis da economia. e não
f'irvum para "oportunistas políticos
fazerrm o pologh1 rle ideu is alieuigl­
nns". (~ válida a u!itude e postura
de um Luln, quê visa unicamente
melhorar o nível ;;alaria! do opera­
riado, o mesmo não SP. pode dizer
do ruuclouullsmo públif'o, de escolas,
hosplt11ls e transportei-!. Analisando
a u tun I situação política e Pconômica
do Pai!-, e enfocando o assunto à
nível reglounl • nossa região • onde
taro bém sentimos os reflexos não RÓ
do '
1
;Jl1cQte lnflacionário", mas lam­
bem do momento político, chegamos
a conelut>üo, u triste conclusão, que
ainda (e talvez sempre) pululam em
nosso meio brasileiros dP.spersonali
zados, pseudo sor:ialbtaR, r.omunistas"
de fim de semana, udorad0res do
Deus "scoth" que, através da i:!l·
prensa, da polítlúa, do espor·le e ele
rodinhas sociais ele botequins, bmcarn
subverter a ordem detnroundo até
mesmo principios democráticos em
pró! de suas ambições pessoais.
DEMOCRACIA sim. totalitarismo não
Mas democracia do povo e para o
povo. Refrões a cbamartns já não
fazem efeito e não merecem guarida
do cidadão esclareci.io. SINAL DE
ALERTA voltará ao assunto.
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
ADVOGADO -
Rua 15 de Novembro 8/N
Bela Vista ,lato Grosso do Sul
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CYRIO FALCÃO
CARLOS E. MEDEIROS
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Advocacia perante o Tribunal de Jus­
tfra do Estudo de Mato Gro,so do S~l_: _Sm­
tenção Oral; Elaboração de Memoriais; A­
dvocacia Eeptloiatizadu; Con(.(llOS Permanen­
tes com os cole;::ns·
ESCRlTÓRJO - Rua Hui Barbosa, 2.774 C/1
telefone 383-294 Campo Grtnde àl.S
,
e
O VI EHCO TRO DE PREF IT S
discutida nova
NVo VI Eneopro de Prefeitos das
Clo.irh ➔fJra-ik•lrn-; rte Porte , ( dio rea
lizado nos dias 27 e 28 de ubrll 1111. cl­
<loue mint>iru dP Juiz de forn, o h·rnfirio
foi composto de palestras acerca da
novo política urbtua a srr luiitiluldas
na" unidade ,-cé!uJu,. d11 nnçilo.
'ampo Grande esteve representa.
du no li RPCHPM pelo engenheiro Mar
ceio illlrundn Sotll'Pll, pr,•ft>ltn ruurii,·lpal
e de assessores ligados à área de pla­
nej11nrnnto l' obr111:1 e serviçm-1 urbanol:i,
ulém un chefe de gub!nt·lt du prf:'f,.ltu!'O
1:1 cio chel'i➔de reln<,;õPl-j públlcai- do
rnunlciplo
Os principts temas d fendidos no
e➔ncontro de prefeitos das cidades nédias
fortJ.m: ,. Polillca Tributária Nacional,
profer.da pelo prefeito de Osasco SP,
Guaçu Piteri; Couslderaçiio em torno da
Política Previdenciiirla
1
aciooal (Projeto
rm tramitação nu Câmara Federal), pro­
fer!Ju pblo Deput,1do Federal, Ruy Buce­
lar e a palestra do dia 28 de ahril. Umu
!~reve Experiência de P!anejarnenti.> :lu­
nlcipal, prnferida pelo arquiteto Robero
Cnpm#ir:ação é importante na tarefa democrática,
diz $pi fn
Na tarefa gigantesca a que fomos
r:hamados • constrnir 0~ caminboa da
democracia e do Eatado de direito • o
papel d~::- comunicações é importante.
:1u.ito mais que isso, é indispensável,
pois ronstitueu1-se nos meios mais pro­
fundos e !iUtênticos 1le tranf;mitlr e re­
ceber inror:rnJÇÕt's e ouvir as aspiraçõe:,
que o egocentrismo totalitarislu vem ne­
gando si1-tematicamente há 15 anos. As­
sim o Deputado Sérgio Cruz, lide do
:lDB na .-seembléia, definiu a irnpor­
tànela das comunicaçõef cuja data ofi­
cial é celebrada a 5 de maio.
O 0ia l:acion11l das f__:omunkação
também u Dia do Trabl'llbador, são datas
largamente chumadas àe stividades.
;las nJ.n podemos deixar de lnrnent:1r
muitas distorções e deslize;:; oficiu is ace­
l~rados, cont.:-a a socirdade e o progres-
so, por um sistema em s e u
todo pervertido e corrupto. Para
Sérgio Cruz, o Dia do Trabalho,
nestes 15 anos, passa em meio a uma
política :n:•squinhu de coação, violência
e pressão contra os trabalhadores, ultra-
jarlos e m s e u s d 1 r e 1 t0 s
sociais e humilhados y o r sulários
de forus. Da mesma forma prl!ssegue
"as comunicações foram adaptadas debal­
de seu avaço, aos escusos interesses
ditados pelo casuismo evolucionário,
através du cenrnra, da Lei Folcan e
quejando discr!cionár10s que corro~pe­
ra m um ideal, talvez não o mesmo ideal
sonhado pelo general Rondou.
Ao encerr;ir, diz o parlamentar:
polírico urbana
Fels Solh, Diretor do Instituto 4 P, -
quisa Pwnejamento de Juiz de For,
Para um total entro amento dos
prefeitos e representantes das ctfsd
brasileiras de porte médio, foram r alt­
zudas se sões plená1 lns e!, bates em
cada intervalo de palestras, o que per­
mtiu a definição de um consenso geral
para a realização de encontros de dois
em dois meses, nos quis seta apreen­
tados e apreciados o diversos problemas
da dminitração municipal.
O trnHrlo de, encontro feCPi>eu
diversos 1-Ub!!idios pam uma melhor
consecução das novas diretrizes da
politicna urbana, dentre eles, a Carta de
Pelotas, que dentre outros pareceres,
destaco que ~ cb?gad11 a hom rle umo.
reformulação como consequnci da
rt::Cl•nqul~t,1 <la begeroooia politica rnuol­
pal e da politica tributária e ac!' scenta,
proponde diversos itens para a plenitude
da economia e da política nos munic!­
pi0s.
Muito mais digno de festividades baru
Hh·ntas seria cotemvrar se um Diu do
Trabalhador junto a trabHlbadores ale­
gres. felizes e tratados como seres
buma110s, com boa <!limentaçãu. morndia
1-lUtisfé.lória. justos salários e dirE:ilo
integral de participação e reivindicação.
Da mesma forma. o Dia das Comunica­
ções terili una comemoração mais
comp!Ata se, paralelo ao úV3:}ÇO tecno­
lógico, o exercício pleno do rádio, da
tslevisão, do rele-fone, da imprensa, das
co1respondêncins, ocorresse st>m ce11sura,
sem temor. sem medo, que segredo fossem
violados e livres nara que se expandis­
se, abertamente, as irlP.ias. as opioiõe5 e
a ideologia de cada brasileiro."
Dr.. Nelson Derzi
CR:I 23-882 • CPF 41.98. 8.33·7.87
c;:,pecializ:ido em CLI. 'ICA .Jf:DICA na Snnta
Casa do Hio de Jnneiro e CIRURGIA GERAL
no Hospital da Companhia Siderúrgica Macio­
nnl de Volt:,. Hedonda,
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiõeó
C!HUl;GI, de: Vnrizee, Tiroide, Ve,icub,
Úlceras de Es1õmn:;o e Duodeno. Ginecológicos
Hérnias Abdominais e Tratamencos de Vurizes
Clinico Sta. c~cilia Hua 7 de SeLé,lllbrn 175
Foncs, 4Sl-1924 e 4:'ll-23%
Resi<li:ncia: Rua AntoL&Ío Joilo 768 • Lo Andar j
Fone - 431-1074 Ponta Porá M ,
Escri@rio de vocacia
Sergio Roberto Peron<1i
CAUSAS CÍVEIS
DIREITO AGRrRlO - rnvE:,TÁRlOS
rSCHITORIO - Hua de Outubro
( Ao Lndo da C:irelrJn )
Beln VislO
MS.
E CRITORIO DE ADVOCACIA
Palo Alberto de Castelo Branco
AlJVOGADO
Causas Civeis - Criminais • Trabalhistas Acom­
punha processo na Justiça de Campo Graode
Rua '26 de ,go,to, 38-l - FONE 383-1432
Edific!o 26 de Agosto - í.o Andu.r . Sala 7'l
Campo Grande Mato Grosso do Sul
PRE ITO
retorno com
resullados
positivos
Campo Grande- re­
ressou de Juiz de Fora,
MInn» Gerais, o prefeito
Marcelo Miranda Sore
que obteve resultados
positivos em todo os três •
E«tdos, onde foram dls.
tidos temas sobr a
administração municipal
e apre[adas as posabi­
Idades de Impl nt ção
dr um centro hurlifruli-
1?r11njc-1ro t'ID Cumpo
Grandt:' oara a produção
de gêHt>ro a!lrot·nl!clos.
O prim<ilro cooteio
que o prefeito fez em
«ua viagem foi com au
toridades representante
do Centro de Produção
Hortifutigranjeira de
Golún!u. qut S<'rve ''omo
modelo pura a implaoto.­
çJo rJe um cio crwsmo
género nn nossa capital
que inclu-,ivp conth com
o ,mofo do atual minis­
tro da agricultura e que
será 1•ciooado em Cam­
oo Grande pela Ar-ses­
soria de Planejumento,
SOSU e SIC.
Ponto alto da vi itu
do executivo municipal
aos t:ê: füt&dos, Goiá,'.
Rio de ,Janeiro e Min
Gerai, o Centro de Pro­
dução HurLfüutigra □iei..:"o
de Campo Grande pa,;­
sara por diversos estu­
do~ SÓCiO-f>CIJDÕmico&
com a finalidade de criar
bases sólidas para apro­
veitamento efetivo elo
cinturão verde da cidade
o que propiciará além C:u
emprego da mão dE> ob:·n
rural.dentro do perí.mE'tr
0
urbano, a auto,;u1iciêo·
eia na produção de ali­
mentos pura C. Gr&nde.
Declaracão
)
Declaro que foi
extravi!idO um cheque
de n0 775344 no v!or
de lúU.000,00 do Ranco
ltaú de minha emissão
Esta publicação anula o
!'eferido cheque.
Emiliana Romero
Preço deste
exemplar
CR$ 4,00

Trbunn d, Frt • 1!'1l
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TRANSPORTES
... "tkililOl, crimo H 11.H. (íO, fl)mot
contrultn otts boas estrada pru
Porto Martinho (pel CE.R.3); ra o
l'lllo e Ponta Por (pelo DER do Estado
ds Mnto Grosso',
Dense modo, fl grande o progre­
o rodovtarío no# ultI anos, tere­
vendo destaque n Empresas que ne!as
faziam correr eus veiculo: Empresa ue
panelros de Dodero & ela, pura Ml
randn; Expresso Hrutlelro da Empresn
de 'Transporte de Ncimento & Roriz, de
/quld111111uu; 11 "H11pldo" cio Romão Oo­
doy, que dispunha de uma Kombl, pura
,qulrlrt11111111; The.baldo Amral e sou Ir­
m/1,1 Ar1tono1 Amnrnl. unloH, com auto•
móvel o depols conforta veis onibus pa­
rn. Pontn Porn, linh quo vendeu rmtlu
tnrclo parn 11 11tu11l ''CJ'm,elro do Sul" do
Cnmpn Grande, que lóm de efleete
mn11ll•m nlunlmenlt• 5 onlbus purn ,Jor­
<llm e :QuJdou11111t, 4. 11111:l>em poru Cum­
po Gr11ndc•, :J parn Ponla Porn o 2 pura
Dourados, via Cnl,ocelru. do Apu, lt-lo 0,
1,1 onlb11s íll61·Jomc11tc chogorn e snom
rio llPla Vl~la parn t,quelns cídades, com
n maior pontunlidnude em seus hornrlos,
c:om rrrnndo provt'lto do população dPB·
ta ci<.!urle.
Tumbem o cxplendlda Empresa
Tribuna da Fronteira
( l
1uudndo a 20/2172)
F U N DA Ç À O lrnldo Pereirn
DIJRIO REGIONAL
Propriedade da Gráfico e Eclitorn Apn
CGC-ilF 03.?0126<it00Ul-90
lnsc. füt. 130592313
Dirctorn l'roprietnrin
~hlrÍQ Esteln V. l'creirn
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Diretor - Rcdntor - Chefe: hnlclo P!'rciro
Departamento Comercial
Alvaro Pereira
OFJClNAS
Chefe: Gihon Sih•n Santos
Ni!son Hoberto de Souza
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Duque de Caxias s/n Bela Vista MS· Cx. P. 23
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Bela Vistu, (anca!)
Semestral
Demais Municipios
Número rlo din
Números atrasados
CrS 600,00
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5,00
Mota, de Prendente Prudente (São P,1i;­
lo) mantém l!ar]amente umn confortavel
onibus pra So Paulo, vla Ponta Por
Do:rados o Porto 1» de Novembro
Quinto uo tufego de carinh0e
do ernu, eom o pn sr do ll•IIJJ)O, mui­
to empreár{os trabnlhrm e trabalham
na estrada de Bela Vista: Reinnldo
Gonçalves, Hubm Drum, Ulisses de Al­
melda, Euenio Cicalise, mil D)amnus e
outros, bem como a bem organizada
Empresa do Sr. Jnlo11Jo dr lkilc,, rio
quideunu, que transporta carga do
Exerollo Nnclorral /JOº H.C'.), aHPím 0
11

e«te Regimento de Cavlarina que, ás
V('ZOR, Uflfl fl('IIS J)I nprloll cnmlnliõeP JIO
transporte de mterlal e tropa, pela
frttntolr'u. Aul.
Para Cun1col, que ara atlngirln por
ofih•::i.da sorrlvel qutwdo Distrito deste mnu­
nlciplo, openuH fuz('ndeiros tr<1fl•govnm
nelu. Jo h0I' tlecl11n1do Mur11ciplo L,Ulono
no, teve tambem seus empresários de
transporte de carga e p»ssgelros:; Gas­
pur, 'i:'hoobalrlo Amaral, N('ne Plol)()lro,
Jssls e seu trmfLo GPnt.11 Juclrnde; e bo­
jo n Empresa de Onibus quo para ló
segue diariamente, pPrtencruto aos ~rs,
boa emprc>sa que serve aquelo munlcí•
pio. A estrada atualmente perl<.'nce ao
Estarlo e está em boas condições, eui­
dada pelos homens do seto:· rodovlár .o
do Distrito de DER de Ponta Porü.
(DERMAT)
Como ficou dilo, dcsdo aquele
tempo até nossos dias, o progre~so ro­
dovlát·lo e da própria cidade de ílel:1
Vista., foi, fl é Intenso, marcando uma vi­
da nova para seus usuários que, presen­
temf'ate, em hor>s apenas de viagem
chegam a qualquer cidade da circunvi­
zinhança, contrnstaado com nntigas r.ar­
retelras que tomavam vidas de sacrifí­
cios. É o progresso que chegou na frooie!
ra. Hoje, B. Vista está ligada a qualquer
cidade do Estado e do Brasil como de
países vizinhos por bous estradas,
muitas dela a s f a I l a d a s e os
vefculos que nelas trafegum, todos de
fabricaçfio l>raslleir:-i, são possantes,
velozes de grande tonelagem, alem das
carretas ou jamnntus gigantescas que
rodam desde o Rio Grande do Sul, Para­
ná e São f'nulo, transpc,rtando maq::iaas
agricolaR e be,is da nossa pecuarla,
nossos produtos agricolas. sementes,
automóveis, mercadorias do comercio e
regressando com produtos da região,
no atestado do vigor e potencit1lld~de
desta Bela Vista progressista.
Assim, marcham os povos em
busca da civilização, apesar du ação
inexorável do tempo.
Esgotado pormenores do transpor
te terrestrn, Reguiremos com noticias
sobre transportes aéreos
Jota Jota
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Mato Grosso do Sul
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Bem Servir

M
,
Presidente da
Cobal na
Constituicãc
da Ceasa
- ()Ir·'
-
O Guvcrno do Mnto Grosso do Sul,
través de una Beeretnría de Pluneju­
entoe Coordenção Geral SEPLAN,
cAló muntenclo cnnlutoa com o !Junco
Mundil, no sentido de desenvolver, o
Estado, um prorumn de De+envolvimen­
to Hurl Itegrdo, experienei que
obtove sucesso nu Zona da Muta minei­
ra o no Polonordeste.
eundo o Secretário Jardl Bar.
cellos, da Seplun, t1.llt1 proj aios virão be­
noflclur, direta e ellperlffcnmente, milha­
res de pequenos estabelecimentos rurais
que "tom pormanecldo à margem dos
mccunlHmos lrudlclonuls de polillca agrí­
cola".
Acrescentou aindu o titular de
Plunejumoulo que "23 .300 estubeler.1-
montos com menos de 100 hectares, om
latrilale
GUARAMl 1
derrota a &Garri
K 0LIMPA. 2
Pela laça Libertadores de Amarica,
sexta foira a noite, em Assunção, o
bugre co.mpineiro foi derrotado pelo
campeão paraguaio, o Ollmpta por 2x 1.
No inicio du partida, o onze de Cam­
pinas alternava momentos de futebol
primoroso, de toques de bola; parn om
seguida, demonstrando imaturidade, jo­
gar através de lançamentos que morriam
nos pés dos defensores p'lragualos. O
tfme de Assunção, como era de se es­
perar, adotava o "estilo corre corre",
ou seja, onde vai a bola vamo& nós. E
cacete. ílomo bate o Olímpia. O Careca
que o diga. Passou o jogo todo apa­
nbando e no final, garoto como é, não
aguentou e revidou. Foi expulso. O ne­
gócio é o seguinte; os jogadores do
Olímpia sabem bater, ,, árbitro nunca vê
as sarrafadas, já os meninos do Guarani
r J.o, eles batem a vista do árbitro. e o
resultado só pode ser u expulsão. O
Olímpia marcou primeiro, e inflamado
por sua torcida foi a frente. O Guarani
passou maus mo.nentos. Aos S2 do 2º
tempo, em jog>J.da de Zenom, Careca e
Bozó, este último cruzou para a áreu e
[filtom marcou de cabeça o gol de em­
pate. Parecia que este seria ó resultado
do jogo, was a Hbrn dos paraguaios
falou mais alto (a fibra e o cacete), tre!'
mmutos epós o gol de Guarani, na co­
brança de um escanteio, o Olímpia fazia
o seu segundo gol. Foi um coehilo im­
perdoável da defesa bugrina, que precisa
jogar com mnais "força, com mais ímpctc".
1077, perfazendo um total de 56%, das
atendas e 2/3 da uperficie cultivada, não
foem à regra peral", Em sua grande
m:1orla, ete pequenos ruralistas estão
cm co!Onl!:1:'1 p:,rliculareE ou oflclni<; lo·
clizduss em áreas de excelente poten­
C'ial ng-rlcolu eFpC'Clulmcule do ~ui do
Estado, mus que devido 11 nmência elo
mecanismo que permitam aos pequenos
lavradores uma exploração completa
dessas potencialidades, o geralmente
absorvidos por fazendeiros maiores ge­
rnnrlo, desst> uomportr!mento. prujuízoR
não upens para os pequenos produtores
rurais, muR tombem, e princlpnlmente,
para n economia du reglío e do próprio
Eslaao expllca Jut'clel BurcelloF.
Dentro dessu análise, ontondtiu
Secretnrln de Planejamento que
0corIene[a desse fenómeno Vem CAUSnI
do una serie de problemas oe!ala
geraaos pelos "bolsões de pobrezu'
eom eles consequências prejudichui O
desenvolvimento harmónico da agricul
tura, o especialmente dos próprios lavra
dores e suas fatilias êxodo rural, des·
motivação à predução, baixa qualidade
de vida. dissolução famtllr, ete.
Nese entdo é que :1 acicçüo ele
Projetos de Desenvolvimento Rural Inte­
grado virá proporcionar aos pequenos
produtores rurais beneficios de orde1u
oclal lem das vantagens imedi:stas de
ordem económico-financeira, como +
melhoria da qualidade de vida, através
do nsHl'!Lônclr: médieo-ho,pitolar, A.umon­
n 10 do número de salus de aula e de
a bauco.
O final de 2 x 1 espelhou bem o futebol
apresentado por ambas as equipes. O
Olímpia jogando na raça, o Guarani,
cujo futebol é de toques de bola, tei­
mando em jogar por lançamentos. Fal­
tou 110 bugre, um pouco mais de trun­
qullldade. Agorn. e esperar a derrota do
Olimpia frente ao Pale"'tino e vencer o
quadro pflragualo e o rhileno em Cam­
pinas. o que, diga-se de passagem, não
será dificil. Quem viver verá.
CAI2IPE9RITO
Belavistense de Futebol
Dia 3 pp, nos salões da Liga Es­
portiva Belavistense, sob a presidência
dd Abrão Zacarias, houve o sorteio das
chaves para o Campeonato 6elavistense
de Futebol que iniciar-se-à hojf'. Fo­
ram confirmadas as presenças das equi­
pes Eugenio Penzo (de Antonio João)
e 1º de 111aio (de Caracol). Assim fica­
ram distribuídas as equipes.
CHAVE A : AABB, Sessenta, Operário,
Caracol e Vila Nova.
CHAVE B: Belavistense, União, Eucrento
Penzo, Nautico e Caça e P~sca.
Sc,rão classificadas tres equipes tle
cada chave que jogarão entre si.
Noticia da Câmara dos
Deputados
REFORMA CON 'l'lTUCIONA::.. - O depu­
tado Djalma fllurinho ( Arena-RN) afir­
mou que, se o prvpói;ilo do governo é
rrdemocrntizar a Nvção, a re,Jemocrati­
zação 0>1 Constituição deve ser feita em
primeiro lugar. Pura ele, a atual Carte
política Pm as fraqut>zas dos excessos
do poder, e, na sua opinião, uma cons.
tituiçlío para homens livres tem de ser
forte por Implementação n11tural.
Segundo Djalma Marinho, o ideal
revoluclonúrlo, sem os matizes do siste­
ma, serviu de síntese política paw a
Constituição de 1967, que ele l.!efende,
com as modificações impostas pela ne­
CE>ssidade da reabn~ura política, como a
muis compatível'para a Nação Brasileira.
ELEIÇ;O DIRETA , O deputado !fogo
Mordini (ARENA RS) afirmou que retar­
dará a apresentação à :1esa da Câmara
e sua emenda constitucional que res­
tabelece as eleiçõe, diretas para Presi­
dente da República, a fim de evitar que
a mesma sc>ja anexada a outras propo­
!,[ções sobre o assunto que tramitnm no
Parlamento.
Segundo o deputado, nüo se jus­
ti[ica que uma emenda dessa inportan­
cia, que vai devolver ao povo a tradi­
cão rpublicana de eleper o presidentP
da Repúbliea pelo voto direto e univer­
sal, seja anexada a outras, quando na
verdade precisa ser debatida amplamen­
te pelo Congresso Nacional.
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Causns civeis, criminuis tl ugrárins.
Escnt. Av. Duque de Cnx.ias, Sí8,
Jardirn, ~-IS.
O presidente d
Companht« Brasileira de
Atentos 'obal, Ante.
nlo alles Leite, chea
n Campo Grande ao
proximuo dia 07, segunda
rc•lra. p· ra p1;1i-t!dp·n· 011
solenidude de constitui.
çüo on r·entrnis de
Abastecimento de Mnto
GrúRflU Sul CE/L.
u ,rnr rormada com
participação do Governo
do fü;tado, através dn
JGROSUL. da COIJAL e
<la Pref-::ituru de Campo
Grande.
A cbegndn do
presidente da COHAL
está prevista para ás
09:00 horas, devenrto em
"'eguida rumar para
1
1
Secretaria de Desenvol­
virneoto Econômlco,
oodo concederá entrevi!'•
ta coletiva à imprensa
(às 0930 hs) e parti:ip­
rá de solenidade de
constituição da Cl.l:A. A
de Ylato Grosso do Sul.
mucad& para às 10:00
horas.
Antes de retornar a
Silo Paulo, às 14:40
horas, Antônic Salle~
Leite fará visita11 à
PrefE>ítura Municipal e
às obras da CEASA (na
parte da manhã) e
participará de uru &)mo­
ço no Hotel Campo
Grande, oferecido pela
direção ria AGROSUL.
Declaracão
)
IIe
n
Declaro para os de­
vidos e!eitos legais, que
se extra víaram meu Ta­
lão de Notas de Vendas
de Gado rt>ferente ao
ano 1974 e minha car- •
leira. Nacional de Habí11 •
tação de Motorista, nº
200 1t 7, emitida pela
41.a Ciretrao, em Guia
Lepes da Laguna.
Jardim, 2 de maio de
19í9
Dr. José ele Alencer
Botelho Di Piero
Major .Médico Refor-
m&do do Exército
1G - 229 268
Economia'? Segurança'?
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C enfarto'? Tranquilidade'?
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