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/ CUAU Jsto VIJ dr~ f)Cl!'lllf< nbcrtas, 
port1111to lú r➔11trt•i " por fim, d, :,úbito, 
ouvi l>onlta,; llr.;õc>11. C,Jmo cicJ.,cJàu jardi­ 
neno, ó poderia sorrir de satt-fação 
ao tornar partu <le uma dw; r+-ur1lõ,·s do 
mais alto nfv,,1 do Poder L•·glslativo 
ria nossn cidadu. Todo mundo filiou doH 
problrmus dn no~Hu prolL', houve, cornen­ 
tárlo11 :;obre ;is udllllniiatr·açõPB uult•tlorc.◄
r 1nl,lco1emcnlc u nrnul füra o lt'mn priurip:il 
jll q•ie c o labil'into do moI111•Itto. Mesmo 
uflo scudo urn partido em ad:ninlstrnçüo 
munlclpul, Inclui que nlndu E'StamoR 
longe, muito longe do vrrmos ,is 1iOl11çõos 
cio,; 11ossos_ prublt•rous i: dmioiRtrativos, 
mosruo assun, crelr, que o momP11to ain­ 
da não á de dAst:1spero porque nem 
tudo estú perdido. O povo dPvo ficar 
nu muis santa tranquilidude, connur nos 
nossos nobres vereadores e muito füll 
especiul no UC'adêmlco de DlrPilo 
porque todos são filhos verdadeiros das tu 
terra e jumaif. dE'ixnrão que a baodcirn 
da nossa muoiclpalirladt> seja tri117uda 
pelo fogo. 
f; necessário que o povo saiba que 
. nosso Leg!slativo não idealiza casa1<~ões 
afirmo com toda convicçuo, porqu<l o 
próprio Vereador Osvaldo Coimbra Gru­ 
hert, mer<:cidumente digno Presidente da 
Câmuru afirmou com toda ~abedorlu de 
um n<'bre lídrr. que gostaria simples­ 
mente óe ver a harmonia no âmbito da 
administração da nossa cidade, Posso di­ 
zer livremente que aplaudi suas inten­ 
ções porque essas são as aspirações da 
nossa ~ e n t e sofredora. 
O Lider Osvaldo, deve continuar 
no coração de todos os jardinenses por­ 
que na verdade ele quer !iquilo que bá 
muitos 'decênios desejamos tanto par1:1 
o Brasil como para Jardim. Enquanto 
soubermos que homens. escolhido,, pelo 
povo, labnta10 ao lario das leis a procu­ 
tll da definiçiio de dúvida !l solução 
dos nossos problemc.s a longe>, curto ou 
médi-o prazo, poderemos confiar que um 
dia p::ideremos ver alegre1Heo,e todas 
as engrenagens du nossa máquina fun­ 
cionando m mais pnfeita si□tonin, emi­ 
tindo sons variados característicos das 
notas musicais do hino da vitória. 
Para chegarmos ao ponto deseja­ 
do, que em dvda a prefeitura ir cro­ 
nização dos movimentos complexas da 
h!_ll'oernC'i:i 1n1111ic:ip d. acllo qu • a "' lu­ 
cio svti postu n evidência, através 
de um morucotn frnt• rl entre o Exe­ 
cutlvo e o L· ~hhtivo; Um cli' logo frua 
oo e inteligente regado nu Whike e cas­ 
tunuha de ejú a beira de um regato de 
guas crista!inus, poderia muito bem 
l'llCO□Íl',II' o Cllmio!Jo tortJOH() du C,! leio. 
0 0 DOI 
CONS±TU! CE 
Em solenidnde roaliza.rln 
n o g a b i 11 e t e d o governuJor 
Harry Am0?·im. foi constituldu, oficial­ 
mente u entrais de Abastecimento de 
Mato Grosso do Sul - CEASA, cujas o . 
brus de cont-lrução já 1-1e encontram em 
!lstágio bui::tante adi1111tado. contando o 
empreendimento com partlcipaçüo dos 
governos Federnl, Estu riual e Muaic!p:1I, 
utruvél'l da Cabul, Agrosul e Prefeitura 
Municipal, resµectivameote. 
O uco dB assinatura do documen­ 
to que constituiu a eniidade. ocorreu às 
11:30 horas, e co□tou com presença de 
várias uutorldudea llgadus a1, setor de 
abastecimento ou, intrressudaR oa Im­ 
plantação da Ceasa no Estado. Entre os 
presentes, destacaram- se o presidente da 
Cabal, Autoüio SulleR Leite; o secretário 
de Desenvolvimento Económico, Afonso 
Simõe1:1 Corréu !l ~eu adjunto Louríval 
F.1guode1,; o prefeito de Campo Grande, 
'.farcelo 1irunda, U(!Ompanbado de asses­ 
sores, o presidente da Agrisul. Waldir 
Miranda de Brito e. reprf.SPntando a 
E~Idl{ATER., Jurnndir Pereira da Oliveira 
e o sr-cr~tário-adjunto d~ Planejamento, 
Edson Sarque~. além do governador 
Harry Amorim. 
VANTAGENS 
começou a manter cotatos com 4 CO­ 
BAL para aue lo se realizasse tendo 
cr,r:1,:<?g-ui<lo sensibilizar a diretoria da 
entidade Dara que atende se as suus 
reivindicações, tendo entrado em contato 
corno governador Hariy Amo1·iw, líl' smo 
untes que ele assumisse o Goverao e, 
este, demonstrou interesse em participur 
do t'InpreendimPnto, o que torou possi­ 
vel. rrnm pPri'Juo ruuí-, reduzido a :,lJt 
reullz::H,;ilo. 
Encerrada a soleH!rlade de assína­ 
turn, o Governador dls•e que "este é o 
primeiro passo para fadli!ar a ,.nmerrla­ 
lizuçãc. dE' gêneros de primeiru nece~si­ 
dade, nolfldamente produtos horti-frulí­ 
granjeiros" é mais urna obra que conta 
com r,articipaçãc. das l, ês e,;f,.::rns gover. 
na meritais; (Un:J.o· E<.1t,,cto-'.11uoiC'i!)iOJ que 
vem se contituir em mais um gesto do 
apoinmeuto para u barateamento atravéG 
da CEASA. 
Depois de participar da soleoidadP, 
autoridadrs locais e visitantes deram 
urna rnpiJa pasrndu pelo local onde estú 
i:'tndo co11,truir1t1 a unidade de CEASA e, 
logo apó!< ~e d;rigiraro ao Hotel Camp0 
Grande onde concederam entrevista 
coletiva n. Imprensa e participaram. jun­ 
tament(i com esta, de almoco oferecido 
pela .: G ROSUL. 
Dr., Nelson Derzi 
CRlJ 23-882 - CPF .Jl.98.88.31·7.87 
Especiafüado em CLI 'ICA ~If'.DICA na Santo 
Casa do Hio de Janeiro e ClRURGlA GERAL 
no Ilospitul da Compun!Jia Siderúrgica Nacio­ 
nnl de Volta Herlondn. 
Membro do Colégio Brasileiro de Clrur~ões 
ÇIRURGIA dr: Varizee, TiroiJe, Vesicula, 
Ulccra8 de Estômago e Duodeno, Ginecológic:is 
Hérufos Abdominais e Tratnmeutos de Vorize;; 
Falando. após a assinatura do 
documento, o pre.3fdeute da Companhia 
Brasileira de Alimentos COB,'L dissP das 
vantagens que> a CEASA trAra tanto 
para o produto:: como pul'ú o consumi­ 
dor. evitando assim us altas nos preços, 
comumente ocasionudos pelo intcrmeoiá­ 
rio. 
.~Iirmou, também, Anton!o Salies, 
que a implant1:1ção da unidade de Mato 
Grosso do Sul, da Ct>ntrais de Abasteci­ 
ruento S/A. servirá de incentiro ao 
pequeno produtor pois eslf terá Cf'!'teza 
de boa comercialização de seu produto. 
O prdr.ito Marcelo Mirnda falen­ 
do a. respeito do constituição da CEASI'. 
disse que desde o inicio de Rl'U mandato 
Clinion Stu. Cecilia Ru11 7 de Setembro li5 
j Fones, 431-1924. o •131-2396 
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Beln Vista 	MS. 
No momento, conforme deduz!, só 
tenho a afirmar que a 'm ra !u e1pl 
de Jardim, não quer atvnenr ou tu- 
f7Ull!l.;t' tJ l'odr•r 1'X· l'.lltl, <, IJ ,q :, J t 1 1 
tllld~. f.11'! lrc1plr, mente o unptan to 
dos di-positivos lepats manado pelos 
puderes competentes, Em resumo; Quer 
norm:llizuç.1o da casn, "cad J col ', < 111 
seu lugar como mande o figurino". 
Q 
Ora. Ana Maria Vieira Rizzo 
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Cirurgia a,. Ouvido. l'uriz e Gargnnta 
Tratawenrn da Labirintile. Te•te~ 
,!e Audiç.;,o, Indicac:.ão ele Apare­ 
lhos da Audição 
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Paulo Alberto de Castelo Branco 
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Causa; Cívci; - Crimin!l!A . TraboU1is:n., • :com­ 
punha proct:,,o na Justiça de Campo Grnad.; 
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l'llt,•'f1· 
.l . I.J ,, 
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do Ex'reto, pi. 
+ fetalmente o ea- 
ma. do no Capitão Luiz 
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pastem da Ch li , ll 
v r 1,1 w. .. !'Utll<; prngrn- 
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n grejn Santo António; 
;)H lll IJ'J;',1,. rol! ·JlclrH1 ' 
!t r, às 10,30h. Coque­ 
tel e às lI horas, uud1o 
visual no tine Jrdfn. 
Mitis!o alicia 
q {jfire n) 
/issliiuuyu@ó NU 
A área fiuancolra 
do País recebeu duas ri­ 
dverteclas do governo. 
eoquaoto cm Ur:.n;ll!u, 
numa entrevista coletiva 
o ministro Karl0s Ris­ 
chbieter prometia ''parn 
os próximos Iaeses" me­ 
did<2s p .. ra conter "a a­ 
tual selvíJgeria'' do mer­ 
cadú ub"t to. um diretor 
do Banco Central diziu 
pum •100 dieigenti>s ri· 
11:ioc6it º"· em S:i::. ?:- ,,. 
lo, que "o o pen markt 
é um ioatrnrneoto de pc - 
lítica monetária e nü > 
de especulação Iinance.· 
ru. ::!e gaob0s Ulceis". 
~a suu palestrn, 1 
diretor do BC. Luiz Li - 
ruas Leit:>. advrcrtiu a!:.­ 
da qU?. a.-; iirtituiÇÕ! ; 
iinarceiras "não deve!3 
exm!pl'lar svus operr­ 
ções utivas (emprést(­ 
mo.s) .:Jérn dus limit, :.i 
rixado;; oel.1:; :..utc:-id~ • 
des moriet/irlao:'' e dr•­ 
vem saber "absorver r,; 
prcjufzos e riscos do s­ 
tor rel da economia e 
não assumi: posições 
ioàividu:ilisms'' . 
Na sua entrevista. 
Rischbi<'ter anunciou 
rnmbc>;u ··um pacote po- 
itivo" para a agricult­ 
ru 2 providêntias pari 
"fecb:rr o:.- eveutoaia fu • 
ros do ú!tino pacote an­ 
hinflarl:1cárlo"·. As rutu • 
ras :ncdià'ls inoluirlut. 
preços !:niGiôcs mai!' juE­ 
!O~. pre.zo menor par:. 
fin,H!Cil'lmenki de carro,, 
e redução dos repasses 
de h5rauiç6e;. oh::iaiE. 
l'Omo NH, DE e CEF.

Jeln '4tn M 
.. 	. .......,. ...... ,. --- - 	o 
Corno Ajudar 
So voco for poronlo ou amigo 
O 't,,,lf n rnen lo ir o Lar 6 o no rrn· 
dado com tronla por estudantes do ul 
eoollmo aos métodos era'mente uulv 
por famillures desesperados, Quase tudo 
(Jllo famil.a Iaz pura ajudar o ale0óla­ 
tra só erva como amparo par que ta 
bebendo, On conelhos, os pelos e u 
ameaças são contra prudueentos. O /Jlcoó 
lfltrn lnfr-rprt>l11 1udo 1,quilo cnm o intcr­ 
ferencia de outros num us:unto que não 
compreendo, o que o levn nu beber mals 
nlnrtu. 
Um nlorta Ollpec:lnl. Nunaa 11u dovP 
por remédios (como Abstenil, Antabuse 
e nntl<·lnnol) ua snpn ou comida do um 
111<:oólntr:i sem ole sber, sobretudo e 
ele ofrc do coruçio! Esses remédios na­ 
jutlarn ímlco.mP11rr q:rnutlo o rróprio nl­ 
coólalrn os Lona-' consclelomen•o, paro. 
fortalecer sua declsão de purur do beber. 
Se puder, entre em coututo com um 
Grupo Familiar de AI-Anon. Estes rUp98 
são compostos do esposu, muridos, puls, 
filhos o mlgos de alcoó!atras • pessou<l 
com cxporl()nclns o coubechnontoH a r~s­ 
pelto do a!cooll~mo, e (praticando o mtlS· 
mo progmmu do vida esplrlluul que re­ 
cuperu os AAs) paru tonarem-se pessoas 
sernua:; e equlllbrudas. Hecoul.HJCPID que 
o ul.coóhtlrn torna neuróHcus todus a 
pessoas que convivem com ele durnnto 
muitos uuos. E pessoas neuróticas, mes • 
mo que sejam apenas pessoas nervosas, 
slmph,sruente n 11 o r e ú n e IlJ 
as condições mínimas para n j U· 
dar um doente ulco6lncra poue ser 
considerado um doença da famili11 todo. Silo 
todos a íetndo,, e "' não rccupernr<'m todos, é 
possivel que não se recupere o nlroólncrn. 
As oxperiêncin do Grupo Fomillnr de 
AE-Anon sugerom o seguinte: jamnls se dc,·c 
trutur mui a um nlcoólntrn. t preciso reconhecer 
que é umn pessoa doente, e que seu comportn­ 
mento, por irrarional que sejn, é ]>nrte da 
doença, Por outro Indo, Devem Permitir Qut• 
Elo Se Trate Mnl. As,im niío devem tlr/i-lo dos 
seus apertos. Não devem pognr seus chcquc8 sem 
fundos. Sua esposa não deve telefonor n seu 
chefe para dizer que seu mnrido "cscn grip11do,,. 
Niío deve nem evitar que ele perca seu emprego 
por cousa de sunB bebedeira,. Nilo devem evltur 
que Eeju preso. Devem começar imedlaturuculo n 
nprender n viver scru o• ganho• drles, porque 
nmo.nhií, fotclmenle, ele não c,tará ganhando 
mnlo. E Não Devem Permitir Que cio Vivo a 
Custa dos Outros. Se não soguircm cace conselhos, 
estnriio bdinndo o din em que ole procnrnrá FO­ 
lucionnr o seu curn. Tudo isto porque ele só voi 
querer pnrnr ele beber (e sua recuperação dependo 
desses desejo) qunndo ele seulir no alma as 
consequências de euas hcbedeim~. 
Se voce for o empregador 
'I'áo logo note os sinais de alcoo­ 
lismo (uusênci& Jrequentes nas segundas 
feirns o nervosiruo e a irrJtabilidude; o 
cheiro do álcool quando estiver por per­ 
to; as fugidinhas do escritório para sair 
li comprar cigarros e toda hora etc.) to­ 
me le.go alguma medida. Trate-o como 
um Alcoololro 
trataria qun!quer outro empregado don. 
te, julan!o-o pelo e; tralnlho, e nfo 
pelo npecto morl do problema. Cote. 
lhe o que prendeu a respeito da donça 
ou etreue-lhe um /xetp!ar de te fo­ 
Iheto. Mande o fazer um exame médico 
e encaminhe o para uu grupo de Ale6ó. 
licos Anonimos Soe notar que se et e­ 
forçando sinceramente pura deixar a bo­ 
bida (nem qu recala ela um ou duas 
veze) ia incentivando-o. Porém soe 
mostrar de#interessado em procurar a 
ujuda do,, outros, e o seuir, por eoue­ 
qunciu, nepando suas responsabilidades 
110 oruprogo, domHu- o. 
PREVENTIVO DE CÂNCER 
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de Mamas) 
Colpoci1olo;:!Íll ,. Ex.orne 
CLÍNICA da 
i)ra. Geny Nacao Isbikawo 
O proventlvo do Cnueer dn Mulher' vim 
,lcseobrir ullcru:Õos 110 colo do (urro o no 
seio, antes de ,in10111ns rnunifcscns de estados 
jú incurllvelr .• 
Faça ~un prevençilo uprtsontando,sc, no 
exame l a ? vezes por ano, ou nos intervalos, 
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Rua l6 de Agosto, 381 - sala 24 Fane 
4-0650 Campo Grande 
"' 
llS 
Declaração 
Declaro que t4 
extrnvludo um clequ 
dl-.' nº 7753H no vuior 
de lú0.000,00 tio Honcri 
ltuú de ruíoba omissão 
Esta publicuÇ;ão anula o 
referido cheque. 
Emiliano Romero 
•• 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado n 20/2172 ) 
CGC-ilF 03.?0126<i100Ul-90 
lnsc. Est. 130592343 
Diretora - iluria fatela V.Pereirn 
Redator - Chefe - hn!Jo Pereira 
Depnrlamento Comercial • AI varo Pereira 
Hedacão Administração e- Oficina~: Rua 
Duque· de Caxins ,ln Bela Vista MS· Cx. l', 23 
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Din do Santa Cruz 
No e faz mals o festejos rell 
ioo deste dlu, nei contemornção du 
descoberta do baxll, como se luzia a 
tos. Isto porque havla ums diferença de 
dez dias entre os calendarios Jullauo 
(quando o Brasil foi descoberto) e o Gre­ 
orfano, pelo que tornou-±se necessarli a 
ulteração. 
Oo qwdqu1•r forma, pn·valPCO 
rnt•1iuI0 o clla ?:.! e! o J brll; a lfc!un8 hli;lo­ 
rladores p1·ekrem ll'JTl1 (fl,ll'!~uços etc.). 
E!lfa hhilorla vul longo. 
G do .lulo 
Dia das Comunlcnçõos 
Dol!l futoH lmportuntel:l qull a nossa 
bl~lorla regli-lrn. Cfrtoo do Maio corres­ 
pondo uo a11lvor~11rlo nnla!lclo do gmurlo 
:forC'c!rnl Rondou (que pl'efil'o doecrevrt· 
oportunutnPnto, como o conheci pcs~oal­ 
mente uv começo desll' século). 
Dai, o governo braeileiro tomur a 
dut11 purn ui-,1:'lJ11nl
11r u criação do Minis­ 
tcrlo dali Comurdcuções, deYido o evoato 
desse m!nlste!'lo, com seus floflstlcados 
meios de comu11!cnção e ser o Marechal 
Hondon o mais lidimo pioneiro da lnte­ 
graçilo brasileira, estendendo linhas tclo­ 
gráficuq pelos scrtõeA desconhecidos de 
Jlato Urosso ao Arrrnzonas, integmudo-os 
dellnltlvuruente no Mapu do Br:isil. 
Justishimu hornenngem. 
Dep. lamenta 
vem: mito a contento da população 
frotuteitlça que no ó 0lidarin com o 
pretendido continuisno de alguns. 
.flJHO:~ PAfL L- VOUHJ 
Ullln11J1Jt('nte: forc1m mnj'lr:1dor: o· 
juro per a agricultura, de 15 para 354, 
uI11,; o .:ir. Delfim !1:e:to, ,ll•1ís1ro du ,~ri­ 
cultura, fez declarações que esse aumen­ 
to i;ó ~<'J'Ó apllcávPI nos culturu!l do ca­ 
f{l o cacau, prevalecendo a taxa antiga 
purn oulrtrn lavouras. 
Segue firme n comb te á luflaçüo. 
por 
ex-policiais e com­ 
para HorryaGarcia 
Ao dlsc!lrsar da tribuna. o Deputn­ 
do Sérgio Cruz. líder do MDB, denunciou 
n penúria por quo passam cerca de 200 
fumlllius de ex-policiais t>staduals refor­ 
mudos que, segundo o p,1rlumcntar, eatüo 
em ndiantndo estudo do poi,reza e 
Prisão do Geaerul Hugo de Abreu pl'uúrla, num resultado lnequivor.o da 
O Sr. Ministro da Guerra prendeu udminlstmçllo modelur do st· Iforry 
por 20 dlus o GenPrnl Hugo de Abreu Amorim. 
por ter em seu livro "Outro lado do Po- Sérgio Cruz, ao criticar vários se­ 
der" tor cltudo comas apr□!:16 dP atribui- tores governam!'ntals, ref P.rrn-ee mais uma 
çüo do Exercito, dev(·ndo cu•nprlr a pena vez ao governador Harry Amorim como 
que lhe foi Imposta em urnu unidade e1u :im Garcia Neto de bigodes, sali1>ntundo, 
Vila Militar. 	ainda, que o Mato Grosso do ~ul acabu 
Isso deveu-se a uma mediria tomndu de assistir as mais incontestes provas 
recentemente pelo governo. de proibir du capacidade do ex-diretor-geral do 
militares dn ntlva e da reserva. ,Je fnze- DNOS. Quando todo poderoso desse 
rern pronunciamentos rle carater polltko. órgíio. o sr Harry Amorim instalou uma 
estação de tratatamento de esgoto!ê', 
Estrada de ferro 	quase dez anos depob, com u obra 
Há dias publicamos noticias sobre par11Jhmda e inútil, os proprios técnicos 
eletrificação da es!radas de ferro Centrnl do governo coucluiram que u estação de 
do Brasil. 	esgoto era estação ~ara tratamento de 
Agora, anotamos outra noticia ó.gua. 
agrudavel veiculada pelo •'O Estado de Ao se referir sobre a situacilo 
St1o Paulo", de que O Sr. A. Serejo de dos ex-pPliciais desn:npnraclos pelo poder 
Freitas, Diretor da nefesa, E>steve em público, Sérgio Cruz fêz um desafio: 
Campinas visitundo us instalações da quem duvida da palavra do deputad.::; é 
General Eletrlc, pura ver a viabilidude só passar todas as mnohãs úteis diante 
do fornecimento, por essa Empresa, de do Bemnt pura assistir um degrudante 
locomotivas eletricai:i para aquela ferro- espetáculo proporcionado pelos humildes 
via. Pelo vistJ, a eletrificação de nossas· reformados, cujo palco é a miRéria e o 
cstradas de forro, terá andamento mais tema contra! um pagamento que não 
urgente do que se previa, usando ener- chega há cerca de três meses. 
gia de ·que dispomos para economizar 
petróleo importado. 
Medida elogiavol do Sr. Ministro 
dos Transportes. 
ÁREA DE SEGURANÇA 
Jornal de Campo Grande anuncia 
que o Sr. Governador Amorim Costa já 
tem os nomes dos futuros Prefeitos dos 
13 muulclpio11 dn. faixa de fronteira, pare­ 
cendo que uindu nesta semana se fará 
as 11ubstiluições. l'odos os atuais Prefei­ 
tos deixarão seus cargos. 
Rc&lmente, essa operação "tl'ocu", 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
Cousas cíveis, criminuis e agrárias. 
f<'~cnt. Av. Duque de Caxias, 878, 
Jardim. MS. 
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Tudos e novimentir. r 1, ., ' 1 
+ t. com Pobrto ar{os, 
matamI, camarm cu +8 	, " , 
Cllo[. 
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1
n t,1 1.nrJ 1 tl ,! • t F,_ ' "" < 
o « u · 	, 	s !ire(Il 
a pe sons não entendeeI, .. • '· 
e viverem o real entido denta homena- 
g,•m. 	.. '( 1 C("·'·l ,· 
Criança +igm±fica mu ': ·, 
cima rJo tudo, ol:l é vida cm construa. 
E é ui que nós, adultos, ' temos u Dos4 
responsábltdade. 'O bebé que dorme 
tranquilamente, segurado a beirada do 
lençol c:orn 1;,uas m1i1.ziult· t,; rPl'l10_nc!Ju­ 
dus, será tais tarde o reflexo da infàn­ 
ela O elo rnoic 1•rn qu1• 1
1,1 e;r lacto. 
Se eu amor for erra@o, elo 
ufio oalJerft dá - lo de gruçt.. nt!m me,mo 
a seus filhos. Se nunca lho negarem 
nada, ele não saberá perder e, se se.7!­ 
pro Ihe disserem não, seu amor será 
sempre marcado. 
Ao dizt'l' qur a criança é o futuro 
do mundo, colocumos em sua,i müozmhus 
uma Paorme tarefa, na qual_ .. também 
tomaremos parte. Porque nós ec1J1_1car1•mos 
o homem do amauhã t• lh•,' entililU! ocnos 
a ser gente. 
• Gente, que sabe ser pequt
1
D11 pam 
sr r graDrlr, e que nü.u tem vergonha de 
sorrir ou ehorur. Gent'J que nc1mu dr tudo, 
i:11be coutinuur sendo criança IC SOITiO 
puro, na espontnnP.idade, nu verdade sem 
desculpas e seu máscaras, no viver 
simples e Intenso rle c:ict:i mom,J□lo do 
seu p, e-sente. 	. 
Criaça, você que ilumina a vi­ 
da, ensina - nos a ser iós mesmos. Que 
em seus ,)!b s purc~ o mundo possa 6e 
mirur tle ... : rr,edo e sem remorsos. Que 
suas mãos noi; mostrem que a vida, o 
home:.1, o muudo de umnhã se 9nus­ 
troem a cada in,;tantP, com Jutns, re­ 
núnci: ~. olti. e udeus. 
Um dia, um menino nasceu numa 
mangedouru. pobre e pequenino; veio 
pura ensinar que e pI'lmeito pa~tiO para 
ser feliz é apreder a bc'l' criuuçu. 
Esperamos que o ino ínternacio­ 
nnl da Criança r:ão Rej11 11 peno. 5 1979. 
mas quo cada Instante, em qualquer lu­ 
gar, preta ou branca. pobre ou rica, ela 
soja mais amada. Porqut> e~te é o prin­ 
cipio de uni 'Jluudo melllor. 
PENSANDO N.<8 CfWNÇAS 
A criança começa estruturar sua 
vida, de forma natural E:: aspontnnea, 
inspirando-se naqueles com os quais 
convive. Este é um grande des,1f10 pa­ 
ra os adultos". 
"A püternidade re,::pon,::ável não 
se restringe à geração biológica ou har­ 
monioao ãeseavolvi;nento físico, mas 
atinge todas fü' dimensõe~ que cor:sti­ 
tuem e. vida humana". 
Governo lnau­ 
oura Armazcns 
t::> 
em Aquidaua- 
na e Miranda 
() CiOVl'fl  UO 1.lq 
Gro so do ul, atr és 
d Secretaria de 'De«se. 
'Oil íu1t'11to Ccur,<);uk 1 
inaugurou, no último fia! 
d • .'.l."t:1,Jll•l. (11,j,, f11'1,l i• 
tens construidos em es. 
truturas metálicas, no» 
;nunlcípio., d~ lirur;rln ,. 
Jquldau,1na. iA nova-, 
unidades armazenadoras 
aumentarão capacidade 
da região em muts12 
mil tone!adas, sendo que 
cudu armazém dlsp(.ie 
de secadores com capa­ 
eidz.de de 18 toneladas' 
llO!':.t. 
A Primeira soleuida­ 
de foi realizada ern Mi­ 
muda na muuhfi de sá­ 
barlo, à-; 10:00 horos, 
con!undc, com presença, 
,-ntre outl'ae autoiidades 
da esfera estadual, do 
secretário Afonso Simões 
Corréu. de Desenvol­ 
virnento Econômlco, qu1! 
na ocaslão repn:sE>ntou 
o governador Harry 
Amorim. Em Aq:wJauan:.1 
em ígut:l solenidade, tam­ 
bl"m com a presença do 
SecrPtário de Desenvol• 
vimento Econômico, o 
rmazem foi inaugmado 
:),; 09:00 horas de domin­ 
go. 
.-pós li~ inaugura­ 
ções o secretário Afonso 
Simões Cor:êa manteve 
encantro com os dirígrn, 
tes sindicais daquela re­ 
gião, empresários e ou­ 
tras autoridades, Partici­ 
mrn<Jr, de uma reuniãr. 
nu Sociedade Cultural 
Esportiva Miranden;;e, 
onde prestou esclar-' • 
cimento a rei-peito das 
metas traçadas pela su 1 
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