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it•lt•rfl, 1 'i til ti 1 1 d~ /lb 11, pub!I- 
r!o d1a 
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pp po l'.111, 1J lnl•oçilo 
áo fol a d eritun os nossos prufesuo­ 
Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa­ 
nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•" 
,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11- 
Ur 0mnos contra revexs e. renhe. 
te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo 
q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill 
+ttu'e que ex!e muita responsabilidade 
e ocre,ia d propósito, O empregado 
untes !e entrar vm reve ou 'abndonar 
As funções", deve pruerar ueurlo 
·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um 
latrmediárto. 'ep is v r se este geve 
r l<'!{,'l c111 il "(:,1. 
1 
• 11.11 l1ot1Vl• nnda 
rlhto t rn f,l l: V,-., .... ,11 uv0 dp, nns um 
movln,. nto quP ,·ht·~;ou ·1té " Governo 
do Estado, ficou provado que existe uma 
"rptut no f±sei.rali mo mu::ilcipal" e 
níl(l nos c:·1hi> in llUh' quem f' o causador 
de tal rtl'.>lur·r. bt., rlcará u cargo <lo 
~Pnhor· )H "Í<'ltu. T<> n ho ab1<0Juw. cel'teza 
de que os funcionários deste j raul, caso 
resolvessem entrar em greve, antes pro­ 
curariam o prpieiáio e prestariam 
3oitus de e atos, V«Los eufrnr em 
greve se ' senhor ã umentr tanto por 
rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar 
HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce. 
íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês. 
l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e 
l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3 
que se consegue as cis e muitc, me• 
110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente 
que os profssores municipais recebem 
~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com 
tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci­ 
uies serem torenéus agora. Mas a nin­ 
guem cabera o direto ds Volta: trás 
porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios. 
.lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e­ 
nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln­ 
to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem 
da ver;de e pare nellaor informar aos 
nssvs leites cscl tecemos. 
l) , Coi8 • não foi o comando do 
[0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas 
mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um 
movimenta dus professares mmnic!pais 
reiviudi:ando meiheres salários e paga­ 
mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia­ 
çã às antrisds mlt:res para não 
e! m !xtudo r subversies. 
2 Não procuram o sebe preieito 
unicipu! parque temi represálias. 
l+ não aceitaria o idlgo. alara de 
uma prI sora: "Fests com meco", 
3) E3te Comissão iormou o governa 
lor ll.11•. y  il.10: i111 que os prolessores 
be!vistenses não são registados; não 
recebem érius; não rceem os salários 
m dia; recebe.n quuudo recebem. sala­ 
:lrs t!t- fome. 
) A eitad. Comissão falou, e fala, em 
- orne dos prolesscres municipais de 
s la Vista. 
l)e minli'I p,rt • rJigo, até que 
enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos 
de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe­ 
la primeira vez vejo uma classe buscan­ 
do se unir reivindicado os seus direitos 
Ira bihistas. O que preciso, ou melhor 
LE T 
dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:i<ll', (• a r, L ç•;io rJ11 
A+oclaçao do Professore de Bel VI 
1, delegando puderes a set r •prn 1-11 
tantes pira reivindicar pela classe. 'ão 
hú rw du d, .~u bvl'!'-i vo l:'Ul lutar por 
i- 'UM dirf:'l!P>l (l<!IJJ!lr,.r Lula t· O'! fTH'ln.· 
lúi qlcos. etc, etc) mas deve haver ress, 
[)On,w1'ilid,1dP «' f,!Jjel!v( s lr.Jç1.ctoo;. !üo 
se pode l'uzrr m vim<·ntos. !slo HJJ. mal, 
o que deve h.ver é manifestação de 
cl:i~.w. () D.JOITIL'litO 11!10 1:'lll J)r<J!>ÍC'IO pa­ 
ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl 
µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho 
te nos Jornals. Os eon:etários que gras­ 
E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o 
cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo 
UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl' 
prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto 
n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato 
e pura isto nossas piígioas estv rü.o à 
sua disposição. As explicações ão ne­ 
ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,, 
CADA VEZ MAIS 
Sob o ponto de vistlil' admlnistrati­ 
V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em 
mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a 
lútt>rvençiio do governe- do Estado em 
Jardim. 
Como o prefeito Fernando de Frei­ 
tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977) 
roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas 
do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer, 
nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com? 
det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt> 
Jardim solicitou a Intervenção. 
MHndaclo de Segurança foi impe­ 
tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o 
governador Ifany Amorim continua fa­ 
zendo ouvidor3 de mercador. 
Em reunião havida no Palácio do 
Governo. em Cumpo Grande, o governa­ 
dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co­ 
;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar 
par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da 
Prefeitura. 
Esta medida, por ser abso!tamente 
inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com 
todo o uerecin.ento, pois a Edilidade 
jard!r;ense não tem por que acatar qual­ 
quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema 
do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri­ 
bunal de Contns e ele sabe disso, muito 
bem ... 
Eis, que, talvez, corno último car­ 
lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a<lo''. 
novo balão de oxigenio para o prefeito 
l
1reita.,;: ai:, rontas ela ~lunicipalidaJa se­ 
riam exarninadu'.l pelo novo Tribunal de 
Contas do Estado de iiato Grosso do 
Sul!!! Ora, isso parece pueril. Se a di vi­ 
Fão do Estado teve vida legal !l partir 
de 1 ·ae janeiro de 1979, como é que es­ 
te Tribunal te1ia poderes para examinar 
contas e balancetfls das PrefeiruraF d.: 
anos anterinres. quando o novel Estado 
de Mllto Grosso dC' Sul uinda estava no 
papel? 
Abordando, exatamente, esse aspe­ 
cto da questão, o sr Osvaldo Gruber~. 
prp:,;idP-nte <la Câmara Municipal de Jar­ 
dim, endereçou àquele jornal, a i-eguiote 
carta: 
Câmara de Jardim espera intervenção 
no municipio 
RecPbemos nntern a i-eguinte carta 
da Câmara :1unicipal de Jardim, nes- 
l .c:sc.~L o:do 01:<: .-DVOCACL. 
[Paulo Alberto de Castelo Branco 
1 	.LJOGADO 
' 
l
• rau,u• Cívci, - Cririluui~ . Tr:ib_;1lbista3 • ~com• 
panba processo na Justiça de Carpo Grande 
l ~,l:l '16 t'.!· :,!O H. 38! - FO;'IE 383-U-32 
l 
l!.élfil'.-> ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73 
C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul 
Agradecimento 
Os prfessores munlelpaf de Bela 
'.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos 
úittmnos fato regi trado no vxer leio de 
;.u I pro[são, vem de público gradeer 
:; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll· 
!)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~ 
lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u 
de Bela Vista pela ajuda prestada I­ 
naceira, mora! e solidariedade o to­ 
vimeto ju ,to, reivln<llc11tórlo t' a<'l11n 
dt· tudo bunrnuo qul.! corneçurom n t>m 
prender. 
A COMISSÃO 
Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra 
M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma­ 
ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou. 
COMPLICADO 
te Estudo: 
Senhor diretor, 
- Em atenção, não flÓ aos leitores 
de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m 
a esse pujante órgão da imprensa cam­ 
pograndense. somos de parecer que: 
a - a solução alvitrada nn Colun>t 
"Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79) 
sobre o término dos problemas de Jardim, 
colide coro a legislação em vigor, ch·sde 
que as contas da Prefeitura estiio vincula· 
das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl. 
de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978: 
b - a inevltá vPl criação do T ri­ 
bucal de Contae do Estado de Mato 
Grosso do Sul, por certo não llidlrá o 
Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo 
de Mato Grosso; 
c -· está ll!Hl mãos honrada do 
Governador Harry Amorim. desde o dia 
12 de março, o pedido de intl3rvenção, 
no Município, feito pela Câmara. Munici. 
pai. ateudendo estritamente à Legi-lução 
em vigor. uma vez que o prefeito de 
Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou 
as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos 
El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos­ 
t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de 
prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o 
caso de Jardim, do,; outros Municíplofl 
mato grossenses, poii, aqueles tiveram 
suas contas rejeitadas, isto é, existiram 
as contas para serem apreciadas, ao 
pasRO que, Jardim não as prestou; 
d - a intervenção em JarJlm é a 
solução que nos parece legal, justa e 
que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct 
em vigor e às boM normtts da adminis­ 
tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos; 
e -- ac:-editamos, sem nenhum?. 
vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí­ 
rlica do Governo E,;tadua! nos dará o 
respaldo que • necessitamos para vermo!1 
Jardim, n»vameote, saneada E> entregue 
aos afazeres de uma cidade que arredlta 
no seu auspicioao futuro. 
Sem outro particular para o momen­ 
to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente 
a) Oswaldo CoimhM Grubert 
Pres. da Câmara Municipal de Jardim 
Cyrano de Bergerac 
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Cu.usas 
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no distrito de Nunca-t 
vi. up Curso par I llor • 
tieu!tores, com inicio 
previsto pura o dia 2) 
do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO 
hr,l'itfl. 
o~ '!'érnicw, rln r<>• 
'h-1 l!ltt Empresa, se con­ 
gruulam com o, 2) pro­ 
dutores que já garntl 
rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a 
tal acontl:'dmeulo, ln
1·lu 
1,lv1-> conftrrnuu i-ua par 
ttcipr:çJo p HO. a uulil 
Inuugur ul, o Dr. Ruben 
Alberto de C11i..tro Pinto 
PrPfeito ~lun!clp•il 
Acapulco 
vende e panada 
estragada 
Dia 15 próximo pas­ 
sado, a noite, o senhor 
Leonel Godoy, fã. das 
empanadas (tipo de pas• 
telào rechPado. às vezeH 
de galinha, carne ou lin­ 
guiça) foi até o bar c:ee­ 
pulco, propriedade óa 
An.ooio de tal. e ali ad­ 
quiriu várias empanadas. 
Qu11l não foi n. sua sur­ 
presa quando ao abrir u 
primeira sentiu exalar 
um ruau cheiro, próp!l·) 
de produtos deteriorado'-. 
Procurou o Dr. Fwri Mu­ 
rano, que confirmou l' 
rato e env!ou ao bar 
Acapulco um bilhete p­ 
dindo ao proprld.ário q:::o.c 
devolvesse o dinheko t· 
informando-ao que 0 u­ 
sunto seria levado às 
autorid&des comoetentf~ 
para as devidas· prov,­ 
dência.s. O senhor Godoy. 
com as e m p a n u­ 
nas fü!S mãos, procurou 
o repóter de plantão e 
mc,st'rou a prov! do cr!. 
me. Realmente, as em­ 
panadaa vendidas p~lo 
Acapulco ao seuhor Go­ 
do y estavam 
estraga..das. Provldênclai; 
das 11utoridades. O povãh 
é que peM, principal 
mente os que gostam de 
empanadas. 
Preço deste 
exemplar 
CSR 5,00

e 
'na esfera do rntimento. somos 
habltulmn.ente defrontados por certa ela 
te de umipo que são wepre dos mal 
proc0Nos e aos quth nem setpte ale­ 
mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu 
nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts 
necessldu«!e de esplr1to, 
ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni 
nlta eonia nus feleão que nos usseu­ 
rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!-> 
quadros do mundo, Confiança naquele 
f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth 
e olldarlednde uos que nos garantem 
in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1. 
Perfettente enhivel u nossa ra­ 
tl<l/ío parn com todos os benfeitores que 
no enriquecem nus oportunidades de pro­ 
grodlt· o tr11halh111· an 1•xpe1·i0ncla comum. 
Sejamos, porém honestos conosco 
o roconlH•ç,inw1-1 que nilo llOd (' fJi:11 u­ 
crltor o concun,o dos companheiros eu­ 
jn ptluvru franen e escl recedoru nos 
uuxili na upresslo dos enganos que 
nos purultum u extsUiucla. t:>e nos fa. 
1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor. 
Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA 
nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn­ 
cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau- 
A HOTEL 
7 
1 
A Pedido 
A Voz da Torcida do G. União 
Prezados leitores da Tribuna da 
Fronteira 
Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem 
desmentir u barbarldtide da entrevista e 
dus fofocas que houve no programa 
( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor 
Hernundo Gusco. 
Gente Amiga ... e espccladores do 
esporle de Belu Vista, podem Crer; que 
tudo foi fofoca como lodos os que se 
achuvum presentes no Estádio Otavlo 
Fontouru, no Domingo próximo passado 
puderam assistir a Calamidade provoca­ 
da unicamente pelo digníssimo juiz o 
Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi­ 
tro deixou bem claro no público presen­ 
te que não wrn capacidade para apitar 
uma partida de futebol. Não serve nem 
para julgar uma pelada t, multo menos 
apitar uma parllda num Campeonato 
Oficial. 
A Torcida em massa conta com 
a colaboração dos dirigentes da Liga 
Belavistense que cogitem homens muis 
capacitados e que conhecem a Lei do es­ 
porte e nilo UM PERNETA : Que nüo 
sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte 
e dois ) homens correndo em .::ampo s­ 
trás de uma bola. 
Mais um Quê ... Não concordamos 
com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn­ 
do c_om um dos dirigentes do GRE:11O 
UNIA O que estava orlt>ntando seu time. 
Enquanto que o dirigente do Nautico 
!tnha campo livre para gritar e Orientar 
o ~eu time o tempo todo. 
Dirigente do programa, ( O Som 
da Tarde ), colabore com o públ!co ou­ 
vinte, eles nüo estão com o Espirito pre­ 
parado para ouvirem tantas bobagens, 
Mentiras deste tamanho!!! 
Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an­ 
quilos que a TORClDA crnntinuará 13m 
massa p.restig!undo o nosso G REMI O. 
El·otlldes Soares da Mota 
,,- 
do enl itm a f com o ninhe da 
hontud· mais pura, frequentemente re. 
imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!) 
por ingrntos e duros de coraçf«0. e i- 
l-tet, no rato eon+der m·lo obsi­ 
dindo, quando não prmitt:no que o 
me] du umizat!e e ucs transtorne n 
alma em vingre de versão, x eratu­ 
do lhes os pequenino defeitos, com ab­ 
soluto ++quem+ to dnx nobres qualid«­ 
des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_ 
Tenhamos em consideração diti 
tu os um!os incapazes de acalentai-nos 
desequilibos ou ilusões. Jamals cone· 
t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º" 
eluui'ores. O empreiteiros da difama­ 
glo e du injúria falam destruindo. Os 
a mitos positivos e generosos dvertem 
o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll· 
pre que ulo uos digain, acudindo-nos 
u lma, entrem em sfalooict com u 
própria conscrencia, roguemos ao Senhor 
nos sustente incerldade e saibamos 
ouvi los. 
EMM,NUEL 
( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier) 
Tribuna da 
Bela  ioln, (unt:nl) 
Semeslrnl 
Demais Munieipios 
Número do dia 
Números Ulrasados 
Fronteira 
( Fundado u 20/2172) 
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Pundnclor e Diretor Responsavel 
lvnldo Pereira 
É difícil de entencier, mas é verda­ 
de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden­ 
tes, era peixe de todos os lados, só que 
quem derrumuva era um caminbã,, com 
aproximadamente 6.000 Kg de pescados 
apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo 
correu para pegar um peixinho congela­ 
do, foi uma festa total da grotadu. a 
distribuição era gratuita e não precisava 
rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram 
os transgreskores d>t lei. 
Pescadores, respeitem os 80 km 
as placas de ~lnalização e as lds. Corno 
amante da n!ltureza, só tenho a louvar 
a ação das autoridades. Se ha 500 anos 
p 
DE FRANCISCO ELIO BATILLANl 
PADRÃO DE QUALIDADE 
Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~ 
PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1 
UG 
Eu vou fugir, lá para o horizote, 
Lá as trevas não perseguem a luz. 
Agua pura corre na fomtr, 
E6 porsível encontrar Je-nu. 
Eu vou fugir pura a última e·trela, 
Que restar, num disco voador. 
Lá o brilho do espírito aminula, 
Ao lado do amor. 
l'urn nlém du~ ruontnnba><, 
Onde o vcuto conrn n paz, 
B u 11/CIIIC é toda livre, 
Pura gozar a liberdade que só amor traz. 
Para onde a vida é feliz, 
Não existe tempo nem lugar, 
E um !frio puro rne diz. 
Todn pureza está em amar 
Eu vou fugir para o +paço sideral. 
l.ú n tri'leza n,io exi.te, 
'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal. 
Cada mão que eu encontrar, posso levar. 
E se todos derem- se as mãos, 
Até o lngnr do, ,onhos e esperunços, 
Çue só t•xi,tc em cmln coração. 
·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor. 
D,•ntro du no,su mente. 
Quem dá a paz, é o Senhor . •. 
Beatriz Saut' A nna Coninghan 
( 
Av. 
Dr. Laueídi Valdez de Barro- 
c:rurgiãQ Dentista 
ClW - 557 i-lt. 
C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo 
A1encle-se cum hora mnrcuda 
X 
Conrn1t6rio 
Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco 
os homens tiv1>ssem se preocupado com 
as dádivas naturais, com o controle ri­ 
gornso da ecologia etc., provavelmente 
quem sabe não teríamos atualmente 
tuntas regiões deserticas e mortas, como 
também provavelmente não veríar:r..os 
tantas catástrofes causadas pelas secas 
ou inundações irnensurá veis. É pouco, 
queremos mais leis rigides contr ... os 
cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur­ 
gentemente de mais atenção, o povo 
amante do que é puro e bom está ctom 
o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da 
conservação dos bens comuns, poiR 
assim teremos mais vida. 
2081 
Exposic:ão 
artisto de 
corn 
rena- 
me internacional 
Sob o patroclnio da 
Fundação de Cultura. da 
Secretaria c!P. Deilen vc.1- 
vlmento de Recurso, 
Humanos. a artista gaú­ 
cha, atualmente raciicada 
em 13:asillu. Salomé J1cr­ 
ryman, que já participou  
de inúmerf:R exposições 
no Sra sll e em t'ldOR o~ 
continentes do rnuudo, 
reallz11rá urna exposição l 
de taper;aria o período 
compreen,Jido entre os 
dias ~1 G 26 de maio, no 
Teatro Ca,;a dP Cultura 
das Fuculdades Unidas 
Católic 1s do Mato Gros- 
so FUCMT. 
Esta é a primeira 
promor;ão artística de 
alto nível da Fundü.ção 
de Cultura do Estado 
que além de estar pro­ 
posta. a incêntivar e dar 
apoio aos valores sul­ 
matogrossense. também 
pretende trazer grande., 
nomes da arte bra&ileira 
para o aprimoramento 
da cultura da população 
1 
do novo Estado. 
1 
t 
 
Leia e assine 
Vribuna da fronteira 
l 
O sonha to:rnou-se Realidade 
Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua 
esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria 
casa 
Aquele 
' 1 / • 
ai80 IaI$ 
Rua Duque de Caxias 
em Churrascaria 
C9/ IPETO 
( Ao lado do Ginasio Estadual ) 
--	- 	d ista MS

l • l 
Í{l'f•(-l)r•nrto dl) 
ljll 	( 
 ,• 
A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io 
Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, u<isim, 
pela Lei Cornplementor oº 31 de 11 d2 aii·o"to de 
Ul77, o Estudo de Mato Grosso do Sul, propot·­ 
clonando àquela vasta região condiçõe~ p·,r,l uma 
administração mais vincul>J.du à realidudll [!e,J-pO­ 
Iítica da área. 
', A condição dr capital. que recain, oatur,!l­ 
mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,• 
foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd 
povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns 
extras e com um crescimento popnlac:onal bas­ 
rnute acima das previHões normais que já ul!ra­ 
passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci­ 
rnento urbauo brasileiro. 
Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo 
Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt; 
centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n­ 
te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas 
~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch 
1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;· 
trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a 
seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls­ 
lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J. 
deração, as condições oarn o sru rápido desen- 
volvimento. • • 
Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n­ 
volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl· 
tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,' 
Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca­ 
pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad­ 
ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo 
llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant • 
minhus sinceras homenagens. 
Eleito de maneira consagrudora pelo povo 
campograndease, nrro desmereceu elu os voto,; 
populares recebidos de seus municipes e tudo 
tem feito para tornar a clda,ie mais humunn. 
Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10, 
tP.mos que reconhecer que Marcelo 
1
tirand:1 ,:ou- 
... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta 
nova fase de relevante importânciu pn.rii sua 
história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is 
lmpo:tante polo de desenvolvimento regional. 
Governo Federa ! () ª' 1,lt,. 
..l 
oh te;n teus;ar e cana+li7ar 
a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri 
li , ;  JJ!1t J t ' I 	l tç/6a e 1 
ua ai i! trução um caia! r aba­ 
, artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·; 
,'t e deu as devi!s prior"dud « etor 
biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1 
nov• 1 e ,p t,,l, 
{); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J) 
e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho 
 j'II ,.. 	. • , 
. • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d<J 
reampogrnndenso de mahà. Pars tanto, a Rot 
, 1 . l r .. • • • , ,... ' 1 
l!J,J li>! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni 
<1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1- 
ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís, 
«d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn 
.,,. - ,, o . 1 1 1 ,., . 
• i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn- 
Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(• 
!!<,vc•. ll<y. iH S!.-'creHHiUH <lo A"-S!,.,tên:;la social e 
iJu ~,,ll(jc< r!o ;nuniCÍf)iO têm fi•! PHílH:'l'HílO PID 
propoi'cio1·ar : lim 'nluçiio e V!.!Sluúr-in :ws aluuns 
carentes, bem como, completa assi ·tênzia médien 
e odontclóica. Q,; eviços prstadoxs descem 
o d talhe de executarem programas de massa, 
como o rxaow oftnlrnológico n·cérn. erJn<>luido 
com fornecimento de óculo- de grau aos alunos 
nccet>s1tados. 
No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr 
eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor 
rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul 
;:ulrnato~ro!.'saui:;<? tem procu,·ado o desenvol­ 
vimento industrinal do município. i i::ecre1aria 
mu~ic1p".I_ dP IndustriH e Colll( reio. tem procura­ 
do incentivar, por todas as f,>rrrn-1s, a iwplar.ta­ 
çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré­ 
viamente formudo e dotud0 das condições 
rmrnma,; df 1<uporte a e,:te io.portaate ramo de 
a tivid2 de> 
Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK 
rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à 
relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo 
rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u 
bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa 
er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a, 
vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;,­ 
ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re• 
cuarn.1 rnu111c1pal. 
Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais 
transformaçõPs. 
O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria­ 
menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas 
pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto 
nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de 
circulaçilo viária ctu cld::s<ie. Víus estruturP!s e 
vias nrintitáriaF uo transporte coletivo fNum 
implnntnrhis. Urna cornpletfl murlirnça da sinali­ 
zação de tráfego está sendo poRta em !!Xecução. 
. reestruturação do trfr□~ito colocada em 
p:·ntica é presidida por uma filoFofia <ie pe:·rni1ir 
um fluxo contínuo de veículos. áreas bem de­ 
m:1rC'ad 1s rle Pstacionarút1nto. separação das !1- 
n has de tráfego er. ::e os trn m putes ii1(:iv!éuais 
" ,,,,. i:oletivos, com prioridade p;m1. os trnnspor­ 
tes de mssa e, o que é extremmente impor­ 
t:rnte. posi,;ibilítnr o n,aximo cié- s·gurnç ao es 
quecido pedestre. Un, transito mais racional e 
mais hurnnno portant0. 
A cid'lde em sí. tambern está se embelt'­ 
zando. 
N>t concepção de que a urbe é a casa da 
eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência 
do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser 
desprezado. 
Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública 
e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná­ 
rins a·
0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio 
estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro. 
cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl­ 
cos. estas !uin riu, em consonância com o 
sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln 
çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt­ 
de trânsito. 
O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1 
tratamento paisagistieo todo especial. Sião os 
culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in 
u reativação de árs comerciais decadente 
tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl­ 
vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o. 
onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m 
psus .i prei5Bad 01-. 
A limpeza púb!ícn, feita dP modo <l!r:ien­ 
te e d!uturnumcnte, vc.m mantendo o,; paclrõ(•ct 
de '.::umpo Gr,inde como uma cí1!ad" c·ívi11zurla. 
0 bairros mais afa-tados do centro também n? 
foram esquecidas. Os invetimento até agora plicados nu.t 
área do saneamento básico ji supera todos os orçaren 
tos anteriores deste importante setor A rede d esgoto gul-. 
rias de áruus pluviais e água tratada já cmçam a clr 
aos pontos anuis distantes da capital ulmtgrusen-e. 
A uni,er,ulidudé da udmirii1-1ruç.ir> f.1rcelo 'oarc­ 
impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto 
procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·• 
•'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H 
grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento 
populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r 
na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to 
da urlw de forma racional. Como 2emplo <le•tt: c•rf'.'(lirneo­ 
to ordenado, encontramos o projeto Cura-Piloto, qur 
o mé_r!lo de proporCJonar c11n<l1çües de h:ibib. iiii,l:.rlc 
condigna a uma população de 200 mil pe-soas onde, atual­ 
!ºentc. Ynem 60 nuJ liab!tun!.-, em precnrin Fltnar;.io ,1,. 
rnfra c·•trutura urhUD3. Tr::i.trr-ie d(' uma ;'.,rea de :.iprc,JCirrn­ 
damente SU hectares. brangen!o A: bairros e vil, que 
flc..ta sendo tot:utente remodelada, como se fora uma 0(1Va 
ddadt' a •cr cri:HL•. sómente n2te projeto integrado, mais 
de 4r;o milbõc• rlc cru7eirOi' r8tüo •enrlo inveGti~oB. ' 
~•fiirn, :sr. Pre.i,lt::ute (' Sra. Dcputadol'. pro,;nr:i­ 
mos em ráplds manceladas, retratar e regi-trar nos an. 
de:-t.l ca.:-8. u <lt:r-t"lHr.hio1ento f!Ut: t~l'ú n OC'Orrer Da reria 
metropolitana da mai- no»o capital de E-to do Pais, f.­ 
q~,e ucr ·d1t11m_o, _!]u•, o; bens que os liorne11• fo.z,m <lrv, r· 
r a trr.,1, prrnnpulmrnrP qn,,ndo ,.}o r,1.110, de rrub"!l: 
sério, honre<to, eficiente e p!arejado eoro tem sid o 'o 
jo,ern Prefeito Morcelo nlir,rnilu :,oair.5. 
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, 
ao 
A pocn(irln dr r.orlo I rn Sfío Pnu­ 
lo, como de resto em todo o País b­ 
ela. na exploração dnr pattaens, 1)o 
nível de produtividude d·tas dpend o 
desempenho dos bovinos pata produção 
e!(, carne, E é abldo que forreirus 
eplotudus ob pelejo prensntum ten. 
lime-nto mu!to baixo, em conis qu+nela 
dus péssimas eonlig: s de mnnejo n que 
xo ubmetidas. 
No l'f,lunlo. o prngrn,Hrn ria ,,xplo• 
raç/10 llllV(• flPI' Yun1lallllílll11rio 1111 fJl'0g'l'll· 
TTI!~('l10 dt' ill'('•fllllt'IIIOR l'l'Oli'I ll!'lf., tl(lt,; 
quais o estabelecimento e utiliznaeio de 
11m11 'llllurn rt•rr11g<'ll'11 cll•Y(' ll't' pl'lorl• 
had, O cultivo de um grnmf11PI paru 
obtenção de ultos niveis de produtivida­ 
,t,, l111pllCfl, prlnelp11lnw11le>, tr(IH prG<!O(ll­ 
mentos básicos; u elevação e munuten 
<,:fio dos nlvoll-l do fertllldndt• cio Hulo 
Hll'!l v(>s <lo 11dubuçõP~ 111i11r1·ul8 ruuel,;ai;,; 
11 n1JIIChÇÜo cio conheclnwntot< zool6cni­ 
l~Os pura O llllll!PjO Clll'r'l'lO cln fol'l'Ot:rPl· 
ru o, nrn COllHPQUênC'l>•. !lllllores rC'spoB. 
tas às fertilizações, u adoção de métodos 
uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona­ 
mento doR rxl'Pdentes de verão. 
Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull• 
rnen1uç11o está gurnutldo o aumento 
d11 cnpacldade de suporte cln proprie­ 
dade. O ncreslllmen!o do ebunho 
~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda• 
ue, po~1:<lbilit1111do II i;eleçüo e o descnrte. 
A tlnqlndo este ponto, no 11 auo mrlho­ 
rnm os índices de desempenho, reduzem­ 
se o8 cItos de produçíío e levam-se 
as !'eceltns liquld&s. Alem disso, outras 
opções podem t-t>r allotada:- pelo empre­ 
~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n 
retensfio de b;iis para entrega em época· 
de preço mais favorável etc. 
Carne é produto nobre obtido pulo 
rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl, 
como sü" os Cüpins. lrnportu que n 
produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que 
bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto­ 
re num cumlntrnmento normal em busca 
do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria 
a po~slbili<lude de explorur o aumento 
de fntllidudi- do solo !.: vHrificarltL u 
uecPssldade P cooveniêocia de aiuda Re 
pl'oduzir ruuii; por área. pode-se pensar 
no coufinumentn. 
EetaA consideriições Yêm a propó­ 
E-ito d11.s µosslbilldades dP progresso da 
pecuãriu dP. cor!'? em São Paulo. São 
b&ixofl os iudl~e;; de desrmpenho no 
Estado, quando e o m p a r a d o fl 
com osresultados :1 l e a u ç a d o fl 
cm 11rnn ou outrn p1·1JprfedudD, o q110 
revela um grande potencial u explorar. 
ll ,, 11 t II qur ~u ,: l l r a e,, p 11'1 
«d1de de uporte dos putos, dn ordem 
dt• o.n llllfducll'II 1111!1/Jill, J)lH' hrd:Jl'l!. {'0· 
mno média estadual. Emn propuledules 
que· 11pllrn111 l(•c11olof(i11 Píll 1Jiv"'" , luva. 
dos este indie tine A unidades unl 
mis por hectare, quase 0)/, u mos. 
/1. 11:itulldad,, é lg11,1lrne1.1le halxa, 
da ordem de 60, ou menos, e0mo mé­ 
lia, enquanto aue nas explorações mais 
lwm cooduzlllai, :iproxlm::-~,, dl' ll,0º/o- /1. 
dc•le1·rnlllar· 11 pefjlll 1111. 11f1, Wncía cl(" urnah 
e o grande desempenho de outras, tão 
me#te o nível de aplicação de tecnologin em 
hOlllfll'l! (i i:;lnónlmo de lnveHtlm<•nlo. illul• 
tnR veze!l é a apllca('.ão itc conlH'<'ÍOJen!u 
zoolécnlcos, cumo o ,•st11beleclmo1Jlo dfl 
11deq11adas estações dr mrntu. que pro­ 
plclu OxitM1 com,lc.Je;-ú vehi nu cnlllC'lta 
unual de bezerro. 
. mortalhludt> de bezerroH, supe­ 
rior a GO/o pode i;er <lra::tlcl.!mente redu­ 
zida poln melhoriu <te mrnejo, pela des­ 
m11mu 1-1m ~flOCU!l aproprludas pela ado­ 
çfío de um calendário prortlóllco e"eolbu 
du cumpelrm1 adt>strnc!os e bem remune­ 
rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu 
pelo desleixo, o i:esullado de uma ges­ 
tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11· 
te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m 
negativamente na exploração, bul­ 
xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe 
OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a 
queda ou produtividade diminui B recei- 
ta líquida pois quaae sempre redunda na 
elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr. 
A Idade de abate e a taxa de des­ 
frute são pu!'síveis de grandes melborlns. 
u curto prazo, uma vez que se promova 
a melhoria do melo umblente. em que 
ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria 
genética do rdbanllo viria em decorr{ln­ 
clo e proporcionaria notá mi progresso 
desses doh, índices, que refletem a etapu 
final rio processo de produção de curn1:. 
O abate ocorre, em média. aos 43 meses 
quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30 
neses, sem muito otimismo. 
Emn resumo, há necessidade tm­ 
períosu de se lnerementar u o plicaçãc., 
de tecnologlu nu produção de carne. 
Exemplo notável de como se difunde 
urua prática é o caso da fenação, hoje 
conhecida dos pecllaristas de São Paulo 
que dela tiveram eunhecimento atruvés . 
de trabalho da ati e deste $uplf.'mento, 
O Fugitivo da Inferno Branco 
icionino Enciclopédico 
E11cl<:lopPdir1 Cultural. 
JJthllott'CU de Contabilidade 
Melações Humanas e Psicologia Geral 
Ercielopédia de H'equi-as Atua· 
Mo rnl ,. Chie:, 
Ate Culinárin 
Anatomia e Fistolo!{la 
V,·r,fo<le• Sobre o :>r.xo 
Puniu J,'runtfj 
H "ª ela Pcr1I içüo 
Co;o Hoseniberg 
O Traidor 
li Guerra Mundial (todas s batalhas) 
Ultima "iu,,.,uço 
O r.rrculo ~Fccbo<lo 
U Tiro t'erfrilo 
Manual do Motorista 
Arscnul elo Terror 
"8 ó A C U L T U H A L EI E D A H Á 
NOVOS IIOHIZONTES" 
Distribuidora 
do Odevar Banca 
'Tenda de Livros à 
,{avista~. Joronls, 
L'VrOs Técnicos. 
Ru11 Duque 
Bt· la vistense. 
vista 
:1oda, 
L  1,lu11Je 
l volumes 
3 volumes 
;J  t 111111 q •• 
:,  1ilu!J1P• 
4 ,,,,Jurn,·.· 
} volume 
} volumes 
J vnlumn 
1 volumi 
Caricia 
e a prazo. 
,Jardinagem, 
Oivíno Espíri­ 
to Santo 
de Caxias, ao lado 
 
Preço 
exemplar 
deste 
do 
leiores 
o MUNDO VEM A 
GEL Te 
O munda é pequeno: ele cal.>e inteiro num 
E chega todoR os dias à sua cidade. Ou a 
voce é um dos nossos assinantes. 
O Estado de São Paulo, um jornal de 
que tem o 1lU0 dizer. 
Representante nesta cidade Oeocleciano 
grande jornal. 
sua <'af5a, se 
opinião para 
Vasconcelos 
IE!l!i==============================================-- 
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AVE5ANO DOS HEIS G GIZA. LIDA. 
ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, JÓIAS, iUUÍG!OS, PRESHJUS E TROffUS !SPORTHIOS 
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Bela Vista 	Mato Grosso Sul

p 
Pnrt·ce qu1• o r:;overoo vul cnic,c,1r 
em sltuuçio prioritáru 0# sun!o on­ 
cernentes à produção aropecuti, em 
ermo de atendimento ds nteessi!ales 
internas e de expressiva contibuleo à, 
solicitações do merendo interaueional. 
:''11 o ue tr·a lu cJ ,, l • r, 1'•1 qt.n' pos~a i.;3r­ 
reulizudu com sobras de recursos 
hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje 
potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll­ 
tre fül <III-otrlr.es do governo. Alis, o 
presidente insistiu nas afirmações de 
St'U lnt~resrn em ,1uo a ugrlcullurn ocu­ 
pe, de fato, a posição de estaque em 
melo às demula turefo,1 que o bn1s1lelro 
será cbumado u reulizar em seu governo. 
E f declsllo pri>sldenclal refletia . ·80 ex­ 
pressivnmente no melo de Reus colrtboru­ 
dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as 
consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo. 
ções sobre todntl as quostões d1retu ou 
ludlretumente ligadas ao nssunto. 
Mais uma vez, vem de ser afirmado 
que o homem é o objeto do desenvoJ. 
vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua 
lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e 
material. P11 rn se ter ldéia daH gigan­ 
tescas proporções desse objetivo, basta 
recordar - se a afirmação do ministro da 
Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros 
o miseráveis, ucrodítaodo . se que 
sajam miseráveis quanto ao atendimento 
cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga 
faixa de suas implicações e con~eqüên­ 
c!us. 
A8 15 diretriz do governo e seus 
oito lten.:1 precisnm ser retirados de me­ 
mória pelos agricultores, por toda u pc· 
puleção rm·&I e por todos quantos este­ 
jam enredadoa na poblemáticu da pro­ 
dução rurul em todas as suas implica­ 
cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e 
do trabalbudores. Siio compromissos que 
não devem, nem podem, deixar de ser 
cumpridos' pois seu descumprimeuto 
agravará as :gústius e decepções das 
massas populares. Seu cumprimento efe­ 
tivo re taurará n confi'lnça que os go­ 
vernante~ não ~1onem dispensar. espe­ 
cialmente junto aos menos favorecidos, 
pois aqueles que não tecn diflculd&de& 
finunceirns serão sempre os últimos a 
sofrer os efeitos do escassez. 
Tem-se a impres6ão de que as 
promessas dessa diretriz foram redigidns 
segundo um bem e!aborado programa 
de ação, destacando-se sua objetividade. 
Parece que o gover:::o vai envidar esfor­ 
ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro­ 
longada e deprimente situação de mísé· 
ria alimentar, harnndo mesmo a possibi­ 
lidade rla contenção do êxodo rural e 
de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:. 
que deixaram suas terras, fugindo da 
Yome e seu séquito de misérias. 
Havendo cumprimento das pro­ 
messas o brasileiro corresponderá. com 
trabalho alegre e fecundo; não havendo 
mais que engodo e falácia, ele crédulo 
e bom, continui:irá à espera da berr,­ 
avent:.:rança de uma oportunidade. 
Na elaboraçfi.o da diretriz sobre 
toda a problemática da produção agro­ 
pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci- 
meto do que deve ser feito pera 'que o 
País trelize eu de-nvlvinepto e us 
<'lnf1nclp çio em tod e a área Pd • 
itere+centar que ex/tem uleientes te­ 
cursos humanos e orçamentai J111',l 
ser plicados numa s!rutura j: montadn 
pai realizçio desse emprodiment, 
ba+t ando aptus que haja a acertada 
e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria 
aplicação das dotações orçamentarias. 
Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente 
to Brasil levará o pais para um 'aturo 
de destaque na comunidade americana, 
poíH r-uquíl:cos e ~~fui
1.1.Jnc..lo uüo H'm 
VOZ, rlbfTl IOl'rC!Cl'nJ flC:tllilO( Ul<J- 
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O Estado de São Punlo 
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V'ende-se uma Fwzedinha, den­ 
tro da árPu do Prog1·11ma de Oesenvol­ 
vlmento dos Cerrados (Polocentro), com 
272 ha, situada as margens do córrego 
Suugn Booltn, pPganrlo 2km d(' água e 
dititat1tp destu cidi,dc apenas GO km; 
'l'eudo 50 hu. já rlesmutfld:i e gradeado 
com aproxirnadameate 25 ba. plant..idos 
com Brnchiá1'1u Decumbens Austra­ 
liana. O restante da área é formado 
de campo e cetrudo leve., podendo er 
facilmente trabalhado com máquina 
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Nn dln l l pr6ximo p;1►•11d11, f,.; puhlw ,lu 
n+se onerituado diário regionnl, inserido no 
r,,nr,·,;ln J11t·i!ulndo :ii11nl dr Alfl'íf 1. nma raté 
rPÍfrf•nft• inicintia tomnda pelos prof oro 
da rede municipal le ensino denta rilad, rei 
,dntlfr,,ncl'n o +ardo «direito de rei hc,· o >e 11 
salários atrasa«los. 
A posição tmadn por esse jornal, r 
pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d 
adulntrco uunicipal, justamente porque nio 
existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll 
ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J 
( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''" 
exentivo, Porque rse jornal rontraditório, 
11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t 
funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido 
de exemplo par outras cidads, Nós per!un- 
1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111
11 
prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro 
}
,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt· 
orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11. 
mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que 
professores aqui m nos cidade, não trem direi 
to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to 
<JU<', n~ FllllB Ct•rleiru~ l'roff.NionulR, por 111,1101 
invistacia quo possm fazer, não io as»inda, 
/Jonform~ prr.ce,tun e dctrrmlnn a lel, h11p•·11l11du 
desta feit que posamos desfrutar da ist'ia 
,lo INPS, hoje tão bem utvwndldos pela atuantr 
dirctorin do HoRpitul Siio Vicrntt' ,J,- P"ul,1. C.nn· 
trarindo frontalmente a nona Constitulção d,, 
l{epúblien Federativa do ílrn,11 que n«r;:ur,1 '"" 
trnbulhodoreP 01 direitos à ,ul(1rio u,lnlmo c11p•i, 
de mlisfozcr, conforme n• condições clt r,1d11 rt·~i.1u 
n sous ucce,id11des nnr11111i~ ~ 111, ,le mo fnn,!lin 
bem como, férfu:< naunis remnnt"rndns, 11:10 ll'tn0• 
direito u férln@, CODFetJUH1lrmenk o ordenado 
<JUO r~o,•brmos refcrcnt~ no rnê, de março, rur• 
rMJrnndo no l.o or,lenu,lo recebido desde ovem­ 
hro do nno pnsrndo. E o ordena1lo de 11m pro• 
fessor dn roclc municipal r. Redator é... eredite 
se pader, de nJwnns CrS 808,00 (Üitocento• ,. 
so,sentu e oito cruzeiro•). 
Não somos oportunista•, Br, Hl'1lu1or, 11,­ 
sim como rnmb6m nilo d1•111os nenhum go)pt' p,·­ 
ls costas, não f-0mos incocrcntE'F, ne1u tompoth·c, 
hlpócritn~. 
A verdade sempre deve s revestir ,. ,c•r 
nprllscntudu cm tom cr,st•lino. livre de qu.1l,p11·r 
m:lculn, poi• pode acreditar Sr. Hrdutor. o pi'<>· 
fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln, 
de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti­ 
ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ­ 
z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi' 
la, visto que ncredltaruos (Jll<l um erro n:io jufti­ 
fica outro, e sabemos avaliar os reflexo!' rlt• uma 
greve, quando os único+ realmente prrjuJicadM 
seriam os no~eos alunos, pelo, quais dnmo, tudo de 
n6s e procuramos Fuplantar os muiures 61!crifieio• 
Continunn·mo• )u1nndo, pois acr.-dlrn1no~ no 111,rnl 
Governador do nosso Estado, que timbnido dn• 
mnlores e melhores bous iult!nçüe•, tem pr.icura• 
do, com a lntehgêncin e perapicúciu, rnfuoiunur 
o• lnúm,·ro• ob,tál'uh,1 que lhes tem 11pre,e111:1• 
do no lnício de seu já u,nrc,rnte go'cron. 
Ourros,im Sr. Redutor, co11tinuamo, tom· 
bem acreditando e torcendo pelo nosso di:írio 
reglo11ul, que Bt"ruprc primou prla verdade, des­ 
pida de qun)quer parcialidade. 
Somo, uma oln•se fracd, pisotendn e desgas­ 
tudn, mo• pode l'rer ~r. Redator, n nossa mis.iio nilu 
,erá fot.errompiJa, porque 1111t1:P e udma d,· 
tudo, est.nmos d.nndo de todo cornção a m•,sa 
miniuculu putcela, mas decísiva, para o eygrun 
decimenh, ainda m11ior do nosso querido e ama 
do Brasil. 
Josê Tadeu da Com1 ibrqur; 
Sandru M.a dos Santos Hodrigur• 
Neuza M.o Brum Rorges 
Oldemlr Ossunu 
Not-a da Redação 
Se t'U ficasse me explicando u rrop6-itc> 
da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1 
que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,>­ 
erencla, etc, de reroas que exercem cargos de 
chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or 
naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns 
P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··. 
Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o 
dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi., 
à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc 
acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em 
l wJ1l,1 rLiJ 
pa o nu! 
ttl ti' I tu . 
0 tu ti! 
t «jutar 
IJI li d,t't t•ffi 
n " f••,1llt 1 t)I. 
os de confiança, 
{late» a 
nlo para «dizer 
, ,!•, d,to :ili. 
-----·-·--- 
Liga Esportiva Belavistense 
. o· ia n.o 02/'l9 
O pr t! nt da LAga Eportiva 
[l ·j t1'l ,'I, '. Jl U 1, 1,l' -u,.r,; illl'Í- 
.)t,ll'Õ , .. t t1
1 1111 .• , 
, I. OLNVE: 
J Nr, . 11· o•: ,, 'oho;e.:: abaixo 
1uJ:1t'I . !o', l'.PH,O C , poentes da 
Junut« Biiseiin.r de E' ·po. lufl. 
Pn'. 1.••nl•' • • .Jo <! .l'Pll,•y L:r[~l?!.lílO 
,u,l11t11 •·- 1 !.1udln ·.l,,,!Cir tl<Jt· S,rn • 
to,; 
-;n:.-. trn·i , - o-., i'lcl•> S. Gornsticks 
.1• !'til 11 lnli,1 F,. 11unl1e,1, Pt~dro 
Vi1· .,[,• 1) ,J',lll '·, (hk!Uul' :Ieddl'll!, 
Wddema Lie dos 5ntos e Ary 
Hicatd,1 hra ,,1;,_., lJdv ,Jfl,;. 
'1 blit[L!• o:, l' l'UmprHH'. 
BPi.1 V1· :.1~. J5 ri• 
1
.nlo Je 1!179. 
Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus. 
Preste+t d+ L.E.B8. 
Carta a Redação 
Sessenta vai esh:'eiar hoje 
Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo­ 
nato belvistese d· futebol, boje joga­ 
riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta 
x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i­ 
tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro­ 
mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida. 
mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca- 
1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu­ 
ra Leste campeonato. Vares todos ao 
e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co­ 
hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o 
ingresso que s paga. 
O PESSOAL RECLAMOU 
Os muor+dores do bsiro Costa e 
~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do 
o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco. 
Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre­ 
vistas visando desmerecer o quadro do 
Gremio União. o é nada disto, o Gas. 
cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O· 
,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:. 
feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo­ 
nitinho. O negêcio do Gasco é paz e 
am,1r ... core tudos. 
E O EDER 
vit<itcH a 1rn~:m rrdaçilo parn parabeni­ 
zar o jo;· rnlis,a )Y,1lcto Pereira pPla pá­ 
gi1H1 esportiv t qu' estú s;,>nrlo inserida 
toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a­ 
td:d• ncl0 apel > elo P<!$Soal, u i>:Jginu es­ 
portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr- 
1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is. 
:SSIN ATURAS 
. ;1~sinntun. d,1 Tf<IRUNA este mês, a­ 
pcnJ,; esto mês., custa 500.00 anualmente 
Faz4 Santa Cruz (E_Murtin!o 
1.1 ), Em JO ''" ruai<> 11l' 1.lr,I. 
Of·. ·r 01"!/fll' 
f)1i <'uni u1d,tlll!' d!l 2
1 
Cia Fron 
Ao IJirNOr rlP Tdlrnnri dn 
!•'ron!Plrn 
tlAUoto: Agrar!Pcirocrnlo 
O Comando d 2 CI Fron. 
externa agradecimentos pela valiosa 
colu b(>l'll('il0 1,1·ei-l,11la uos flngeludoa 
dta área fronteiriça notadamen!o 
na uqutsicão e fornecimento de Id­ 
tel'ial O ou gent>l'0 dJVHHO, 
Hélio Thúrsb; Coe CcnH·no Mnj. Inf· 
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CAÇA E PESCA 
O Joslno, d::i Caça e Pesca, disse que o 
!'eu tirue vai jcgar domingo corno de 
costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be. 
Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior 
das hipóteses. empatar este jogo. Tem 
gente npostando. 
ARTILHEIROS 
Aires, da AABB, Cabanha e Pen­ 
zo, do Nautico e Carlinhos. do União 
são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo­ 
nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são 
os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em­ 
polgante a d!e;JUta. 
SELEÇÃO DA RODADA 
Após OE jogo8 de don.iugo, o nos­ 
so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda 
e a do último domingo, foi a seauinte: 
lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi­ 
ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh& 
Per,zo e Ota vio, 
Náutico vai bu 
car r binho 
Dr. José Atanasio Néto 
ADVOGADO 
Cnu:ios civeis, crimin11is. ~ ugrárias. 
F,cm. Av. Duque de Cuxios, 8í8, 
Jurdim. MS. 
VI 
vogado 
e! coo 
tfl' (1.l ( 
Seleçãl 
Híuho. (J 
Ct!OU', i,! ! til: t' 
dindo m Campo d 
dE'FCjtl voll:i.r P . t 
Vista e i,;ol1< llou u 
prego ao presidi te 
Náutíco. gur- J 1 ro,, 
{r'Jlu colnc3ÇJ<> p tr 
1 
CRIJlO. Tuào iwllP q 
nos próximos dias Ne! 
nho estará em nossa ci 
d/l<1e pura ddénrlt r .. 
cores dú "roah, qc rido'' 
femandinho c..fümn: 
Belavistense va, se 
classificar 
O loteral esquerd!> 
do Belavi~lenGe, Fi::rn:,n• 
Jinho, eru breva coota,., 
em a nossa reporta;1a 
afirmou que seu rim,•. o 
Beln vis lense , ... i e clas­ 
sificar. Disse ainda qu • 
os jogadores do trndko 
nul cs~üo !rnin;:rndo rli • • 
riarneute e se ilncoutrc1r. 
com excelentE' pr, pan, 
fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,. 
1ense vui enfrentar o li­ 
me do Josin0. o Caca ' 
Pesca. O jogo miciar-se-,. 
às 1:3,::o horaF. 
Oração ao 
Divino Espíri­ 
to Santo 
Esplrito Santo voei: '1 "~ 
mt:: csclure.:e tudo que ilun,i­ 
na todos os caminhos para que 
eu atinju o meu ideal. Yocé qne 
me d:í o dom divino de pC'r­ 
doar e esquecer o mal que n,,. 
faz.-m; e que todos os iu •· 
lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,. 
migo, eu quero neste curto diú­ 
fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r 
confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t 
eu nunca quero me ~epa,~r 
de voei: por maior que sejo G 
:Ju,iio material Aâo se:{, o mi. 
nimo du ,•ontade que sin11, 
de um dia estar com ,·ocê , 
todo,º" meus irmãos na glória 
Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;; 
vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr. 
oração 3 dins se=ido, ;;em 
fazer o pedido. Dentro de ;; 
dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t•• 
po_r mais _difícil que seja p 
blicar a-sim que receber 
graçu. 
O. A. L. 
1 
Economia'? 
--- -- ---------------------- 
---------- 
Segurança? 
' ,J) 
Conforto'? Tranquilidade'? 
0M!BUS 
Alem dt:1 tud.o o Q.Ue ;::stá -•-cr::o , dma, voce ::11uda será Servido por MOTORlS'l'AS Gnbaritadoi1 
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