/,.,, ili! F NTEIR Ã.110 llOt NAl . O) -to dns Iuo, Bem d! i te.ri» os que , HIJ (•,: 1 11 .11 j!JIJ[O L • . flo•JI,· f•:{1 it•lt•rfl, 1 'i til ti 1 1 d~ /lb 11, pub!I- r!o d1a 1 pp po l'.111, 1J lnl•oçilo áo fol a d eritun os nossos prufesuo­ Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa­ nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•" ,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11- Ur 0mnos contra revexs e. renhe. te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill +ttu'e que ex!e muita responsabilidade e ocre,ia d propósito, O empregado untes !e entrar vm reve ou 'abndonar As funções", deve pruerar ueurlo ·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um latrmediárto. 'ep is v r se este geve r l<'!{,'l c111 il "(:,1. 1 • 11.11 l1ot1Vl• nnda rlhto t rn f,l l: V,-., .... ,11 uv0 dp, nns um movln,. nto quP ,·ht·~;ou ·1té " Governo do Estado, ficou provado que existe uma "rptut no f±sei.rali mo mu::ilcipal" e níl(l nos c:·1hi> in llUh' quem f' o causador de tal rtl'.>lur·r. bt., rlcará u cargo n ho ab1<0Juw. cel'teza de que os funcionários deste j raul, caso resolvessem entrar em greve, antes pro­ curariam o prpieiáio e prestariam 3oitus de e atos, V«Los eufrnr em greve se ' senhor ã umentr tanto por rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce. íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês. l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3 que se consegue as cis e muitc, me• 110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente que os profssores municipais recebem ~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci­ uies serem torenéus agora. Mas a nin­ guem cabera o direto ds Volta: trás porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios. .lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e­ nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln­ to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem da ver;de e pare nellaor informar aos nssvs leites cscl tecemos. l) , Coi8 • não foi o comando do [0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um movimenta dus professares mmnic!pais reiviudi:ando meiheres salários e paga­ mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia­ çã às antrisds mlt:res para não e! m !xtudo r subversies. 2 Não procuram o sebe preieito unicipu! parque temi represálias. l+ não aceitaria o idlgo. alara de uma prI sora: "Fests com meco", 3) E3te Comissão iormou o governa lor ll.11•. y il.10: i111 que os prolessores be!vistenses não são registados; não recebem érius; não rceem os salários m dia; recebe.n quuudo recebem. sala­ :lrs t!t- fome. ) A eitad. Comissão falou, e fala, em - orne dos prolesscres municipais de s la Vista. l)e minli'I p,rt • rJigo, até que enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe­ la primeira vez vejo uma classe buscan­ do se unir reivindicado os seus direitos Ira bihistas. O que preciso, ou melhor LE T dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:il (lÍC'IO pa­ ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho te nos Jornals. Os eon:etários que gras­ E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl' prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato e pura isto nossas piígioas estv rü.o à sua disposição. As explicações ão ne­ ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,, CADA VEZ MAIS Sob o ponto de vistlil' admlnistrati­ V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a lútt>rvençiio do governe- do Estado em Jardim. Como o prefeito Fernando de Frei­ tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977) roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer, nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com? det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt> Jardim solicitou a Intervenção. MHndaclo de Segurança foi impe­ tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o governador Ifany Amorim continua fa­ zendo ouvidor3 de mercador. Em reunião havida no Palácio do Governo. em Cumpo Grande, o governa­ dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co­ ;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da Prefeitura. Esta medida, por ser abso!tamente inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com todo o uerecin.ento, pois a Edilidade jard!r;ense não tem por que acatar qual­ quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri­ bunal de Contns e ele sabe disso, muito bem ... Eis, que, talvez, corno último car­ lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73 C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul Agradecimento Os prfessores munlelpaf de Bela '.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos úittmnos fato regi trado no vxer leio de ;.u I pro[são, vem de público gradeer :; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll· !)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~ lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u de Bela Vista pela ajuda prestada I­ naceira, mora! e solidariedade o to­ vimeto ju ,to, reivlnm prender. A COMISSÃO Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma­ ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou. COMPLICADO te Estudo: Senhor diretor, - Em atenção, não flÓ aos leitores de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m a esse pujante órgão da imprensa cam­ pograndense. somos de parecer que: a - a solução alvitrada nn Colun>t "Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79) sobre o término dos problemas de Jardim, colide coro a legislação em vigor, ch·sde que as contas da Prefeitura estiio vincula· das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl. de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978: b - a inevltá vPl criação do T ri­ bucal de Contae do Estado de Mato Grosso do Sul, por certo não llidlrá o Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo de Mato Grosso; c -· está ll!Hl mãos honrada do Governador Harry Amorim. desde o dia 12 de março, o pedido de intl3rvenção, no Município, feito pela Câmara. Munici. pai. ateudendo estritamente à Legi-lução em vigor. uma vez que o prefeito de Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos­ t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o caso de Jardim, do,; outros Municíplofl mato grossenses, poii, aqueles tiveram suas contas rejeitadas, isto é, existiram as contas para serem apreciadas, ao pasRO que, Jardim não as prestou; d - a intervenção em JarJlm é a solução que nos parece legal, justa e que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct em vigor e às boM normtts da adminis­ tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos; e -- ac:-editamos, sem nenhum?. vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí­ rlica do Governo E,;tadua! nos dará o respaldo que • necessitamos para vermo!1 Jardim, n»vameote, saneada E> entregue aos afazeres de uma cidade que arredlta no seu auspicioao futuro. Sem outro particular para o momen­ to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente a) Oswaldo CoimhM Grubert Pres. da Câmara Municipal de Jardim Cyrano de Bergerac -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO- Cu.usas Cíveii; CYRIO F,LCÃO Comercial CARLOS E. MEDEIROS Criminal ANTONIO 81:lAGA Aclvocncln pernnt.e o Trlhunal de Jus­ tiça do Esrndo de Mato Gro~rn do Sul: Sus- 1cnç:io Oral: Ela!Jornçào de ~Icon,riuis; A­ dvocaeia Especializada; Contnt03 P.-rmancn· te• com os colegas· 8SCR1TÚRI0 - Rua Rui Barho,n, 2.77-1 C/1 telefone W3· 2948 Campo Grrode llS Escritório de ~ dvocacia Sergio Roberto Peroncti CAUSAS CiVElS DrREITO AGRARilO - INiVEINTÁRIOS E5CR1T0Rl0 - Rua 3 de Ouu:.bro Ao Lado da C-irettan ) Bela Vista '.[5, Empaer local promove lr,11.:<"11 d<" 1tcal­ cos do Escritórlo Local a Eprena de pequisa A ft+nela 'Teenen o Fxto tural de Mato Gre «o do ul realizar no distrito de Nunca-t vi. up Curso par I llor • tieu!tores, com inicio previsto pura o dia 2) do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO hr,l'itfl. o~ '!'érnicw, rln r<>• 'h-1 l!ltt Empresa, se con­ gruulam com o, 2) pro­ dutores que já garntl rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a tal acontl:'dmeulo, ln 1·lu 1,lv1-> conftrrnuu i-ua par ttcipr:çJo p HO. a uulil Inuugur ul, o Dr. Ruben Alberto de C11i..tro Pinto PrPfeito ~lun!clp•il Acapulco vende e panada estragada Dia 15 próximo pas­ sado, a noite, o senhor Leonel Godoy, fã. das empanadas (tipo de pas• telào rechPado. às vezeH de galinha, carne ou lin­ guiça) foi até o bar c:ee­ pulco, propriedade óa An.ooio de tal. e ali ad­ quiriu várias empanadas. Qu11l não foi n. sua sur­ presa quando ao abrir u primeira sentiu exalar um ruau cheiro, próp!l·) de produtos deteriorado'-. Procurou o Dr. Fwri Mu­ rano, que confirmou l' rato e env!ou ao bar Acapulco um bilhete p­ dindo ao proprld.ário q:::o.c devolvesse o dinheko t· informando-ao que 0 u­ sunto seria levado às autorid&des comoetentf~ para as devidas· prov,­ dência.s. O senhor Godoy. com as e m p a n u­ nas fü!S mãos, procurou o repóter de plantão e mc,st'rou a prov! do cr!. me. Realmente, as em­ panadaa vendidas p~lo Acapulco ao seuhor Go­ do y estavam estraga..das. Provldênclai; das 11utoridades. O povãh é que peM, principal mente os que gostam de empanadas. Preço deste exemplar CSR 5,00 e 'na esfera do rntimento. somos habltulmn.ente defrontados por certa ela te de umipo que são wepre dos mal proc0Nos e aos quth nem setpte ale­ mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts necessldu«!e de esplr1to, ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni nlta eonia nus feleão que nos usseu­ rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!-> quadros do mundo, Confiança naquele f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth e olldarlednde uos que nos garantem in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1. Perfettente enhivel u nossa ra­ tle nos fa. 1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor. Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn­ cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau- A HOTEL 7 1 A Pedido A Voz da Torcida do G. União Prezados leitores da Tribuna da Fronteira Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem desmentir u barbarldtide da entrevista e dus fofocas que houve no programa ( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor Hernundo Gusco. Gente Amiga ... e espccladores do esporle de Belu Vista, podem Crer; que tudo foi fofoca como lodos os que se achuvum presentes no Estádio Otavlo Fontouru, no Domingo próximo passado puderam assistir a Calamidade provoca­ da unicamente pelo digníssimo juiz o Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi­ tro deixou bem claro no público presen­ te que não wrn capacidade para apitar uma partida de futebol. Não serve nem para julgar uma pelada t, multo menos apitar uma parllda num Campeonato Oficial. A Torcida em massa conta com a colaboração dos dirigentes da Liga Belavistense que cogitem homens muis capacitados e que conhecem a Lei do es­ porte e nilo UM PERNETA : Que nüo sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte e dois ) homens correndo em .::ampo s­ trás de uma bola. Mais um Quê ... Não concordamos com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn­ do c_om um dos dirigentes do GRE:11O UNIA O que estava orlt>ntando seu time. Enquanto que o dirigente do Nautico !tnha campo livre para gritar e Orientar o ~eu time o tempo todo. Dirigente do programa, ( O Som da Tarde ), colabore com o públ!co ou­ vinte, eles nüo estão com o Espirito pre­ parado para ouvirem tantas bobagens, Mentiras deste tamanho!!! Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an­ quilos que a TORClDA crnntinuará 13m massa p.restig!undo o nosso G REMI O. El·otlldes Soares da Mota ,,- do enl itm a f com o ninhe da hontud· mais pura, frequentemente re. imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!) por ingrntos e duros de coraçf«0. e i- l-tet, no rato eon+der m·lo obsi­ dindo, quando não prmitt:no que o me] du umizat!e e ucs transtorne n alma em vingre de versão, x eratu­ do lhes os pequenino defeitos, com ab­ soluto ++quem+ to dnx nobres qualid«­ des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_ Tenhamos em consideração diti tu os um!os incapazes de acalentai-nos desequilibos ou ilusões. Jamals cone· t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º" eluui'ores. O empreiteiros da difama­ glo e du injúria falam destruindo. Os a mitos positivos e generosos dvertem o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll· pre que ulo uos digain, acudindo-nos u lma, entrem em sfalooict com u própria conscrencia, roguemos ao Senhor nos sustente incerldade e saibamos ouvi los. EMM,NUEL ( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier) Tribuna da Bela ioln, (unt:nl) Semeslrnl Demais Munieipios Número do dia Números Ulrasados Fronteira ( Fundado u 20/2172) CGC-Ml-' 03.?ol266l00Ul-90 Is. Est, 130592313 Diretora . [ lriu Estela V.Pereira Hedotor • Chefe • hnldo Pereira Depnrlu:nonto Comerclnl • AI vnro Pereira Redação Administração e Oficinas: Rua Duque· de Caxias /n Bela Vista MS· Cx. P. 23 PUDLlCIDA DE J,,.u p:íi;in11 70,00 por cm de eoluni. Ultima Página 60,0u por <'111 de coluan Páginas Internos 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS CrS 600,00 400,00 CrS 700.011 4,00 5,00 Pundnclor e Diretor Responsavel lvnldo Pereira É difícil de entencier, mas é verda­ de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden­ tes, era peixe de todos os lados, só que quem derrumuva era um caminbã,, com aproximadamente 6.000 Kg de pescados apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo correu para pegar um peixinho congela­ do, foi uma festa total da grotadu. a distribuição era gratuita e não precisava rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram os transgreskores d>t lei. Pescadores, respeitem os 80 km as placas de ~lnalização e as lds. Corno amante da n!ltureza, só tenho a louvar a ação das autoridades. Se ha 500 anos p DE FRANCISCO ELIO BATILLANl PADRÃO DE QUALIDADE Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~ PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1 UG Eu vou fugir, lá para o horizote, Lá as trevas não perseguem a luz. Agua pura corre na fomtr, E6 porsível encontrar Je-nu. Eu vou fugir pura a última e·trela, Que restar, num disco voador. Lá o brilho do espírito aminula, Ao lado do amor. l'urn nlém du~ ruontnnba><, Onde o vcuto conrn n paz, B u 11/CIIIC é toda livre, Pura gozar a liberdade que só amor traz. Para onde a vida é feliz, Não existe tempo nem lugar, E um !frio puro rne diz. Todn pureza está em amar Eu vou fugir para o +paço sideral. l.ú n tri'leza n,io exi.te, 'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal. Cada mão que eu encontrar, posso levar. E se todos derem- se as mãos, Até o lngnr do, ,onhos e esperunços, Çue só t•xi,tc em cmln coração. ·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor. D,•ntro du no,su mente. Quem dá a paz, é o Senhor . •. Beatriz Saut' A nna Coninghan ( Av. Dr. Laueídi Valdez de Barro- c:rurgiãQ Dentista ClW - 557 i-lt. C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo A1encle-se cum hora mnrcuda X Conrn1t6rio Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco os homens tiv1>ssem se preocupado com as dádivas naturais, com o controle ri­ gornso da ecologia etc., provavelmente quem sabe não teríamos atualmente tuntas regiões deserticas e mortas, como também provavelmente não veríar:r..os tantas catástrofes causadas pelas secas ou inundações irnensurá veis. É pouco, queremos mais leis rigides contr ... os cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur­ gentemente de mais atenção, o povo amante do que é puro e bom está ctom o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da conservação dos bens comuns, poiR assim teremos mais vida. 2081 Exposic:ão artisto de corn rena- me internacional Sob o patroclnio da Fundação de Cultura. da Secretaria c!P. Deilen vc.1- vlmento de Recurso, Humanos. a artista gaú­ cha, atualmente raciicada em 13:asillu. Salomé J1cr­ ryman, que já participou de inúmerf:R exposições no Sra sll e em t'ldOR o~ continentes do rnuudo, reallz11rá urna exposição l de taper;aria o período compreen,Jido entre os dias ~1 G 26 de maio, no Teatro Ca,;a dP Cultura das Fuculdades Unidas Católic 1s do Mato Gros- so FUCMT. Esta é a primeira promor;ão artística de alto nível da Fundü.ção de Cultura do Estado que além de estar pro­ posta. a incêntivar e dar apoio aos valores sul­ matogrossense. também pretende trazer grande., nomes da arte bra&ileira para o aprimoramento da cultura da população 1 do novo Estado. 1 t Leia e assine Vribuna da fronteira l O sonha to:rnou-se Realidade Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria casa Aquele ' 1 / • ai80 IaI$ Rua Duque de Caxias em Churrascaria C9/ IPETO ( Ao lado do Ginasio Estadual ) -- - d ista MS l • l Í{l'f•(-l)r•nrto dl) ljll ( ,• A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, uJ.du à realidudll [!e,J-pO­ Iítica da área. ', A condição dr capital. que recain, oatur,!l­ mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,• foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns extras e com um crescimento popnlac:onal bas­ rnute acima das previHões normais que já ul!ra­ passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci­ rnento urbauo brasileiro. Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt; centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n­ te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas ~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch 1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;· trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls­ lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J. deração, as condições oarn o sru rápido desen- volvimento. • • Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n­ volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl· tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,' Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca­ pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad­ ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant • minhus sinceras homenagens. Eleito de maneira consagrudora pelo povo campograndease, nrro desmereceu elu os voto,; populares recebidos de seus municipes e tudo tem feito para tornar a clda,ie mais humunn. Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10, tP.mos que reconhecer que Marcelo 1 tirand:1 ,:ou- ... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta nova fase de relevante importânciu pn.rii sua história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is lmpo:tante polo de desenvolvimento regional. Governo Federa ! () ª' 1,lt,. ..l oh te;n teus;ar e cana+li7ar a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri li , ; JJ!1t J t ' I l tç/6a e 1 ua ai i! trução um caia! r aba­ , artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·; ,'t e deu as devi!s prior"dud « etor biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1 nov• 1 e ,p t,,l, {); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J) e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho j'II ,.. . • , . • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni <1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1- ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís, «d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn .,,. - ,, o . 1 1 1 ,., . • i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn- Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(• !!<,vc•. llluido com fornecimento de óculo- de grau aos alunos nccet>s1tados. No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul ;:ulrnato~ro!.'saui:;rrrn-1s, a iwplar.ta­ çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré­ viamente formudo e dotud0 das condições rmrnma,; df 1 Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a, vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;,­ ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re• cuarn.1 rnu111c1pal. Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais transformaçõPs. O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria­ menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de circulaçilo viária ctu cld::st concepção de que a urbe é a casa da eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser desprezado. Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná­ rins a· 0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro. cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl­ cos. estas !uin riu, em consonância com o sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt­ de trânsito. O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1 tratamento paisagistieo todo especial. Sião os culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in u reativação de árs comerciais decadente tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl­ vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o. onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m psus .i prei5Bad 01-. A limpeza púb!ícn, feita dP modo f.1rcelo 'oarc­ impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·• •'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to da urlw de forma racional. Como 2emplo , tr(IH prGs •. !lllllores rC'spoB. tas às fertilizações, u adoção de métodos uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona­ mento doR rxl'Pdentes de verão. Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull• rnen1uç11o está gurnutldo o aumento d11 cnpacldade de suporte cln proprie­ dade. O ncreslllmen!o do ebunho ~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda• ue, po~1:r allotada:- pelo empre­ ~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n retensfio de b;iis para entrega em época· de preço mais favorável etc. Carne é produto nobre obtido pulo rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl, como sü" os Cüpins. lrnportu que n produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto­ re num cumlntrnmento normal em busca do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria a po~slbili de bezerroH, supe­ rior a GO/o pode i;er strnc!os e bem remune­ rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu pelo desleixo, o i:esullado de uma ges­ tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11· te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m negativamente na exploração, bul­ xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a queda ou produtividade diminui B recei- ta líquida pois quaae sempre redunda na elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr. A Idade de abate e a taxa de des­ frute são pu!'síveis de grandes melborlns. u curto prazo, uma vez que se promova a melhoria do melo umblente. em que ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria genética do rdbanllo viria em decorr{ln­ clo e proporcionaria notá mi progresso desses doh, índices, que refletem a etapu final rio processo de produção de curn1:. O abate ocorre, em média. aos 43 meses quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30 neses, sem muito otimismo. Emn resumo, há necessidade tm­ períosu de se lnerementar u o plicaçãc., de tecnologlu nu produção de carne. Exemplo notável de como se difunde urua prática é o caso da fenação, hoje conhecida dos pecllaristas de São Paulo que dela tiveram eunhecimento atruvés . de trabalho da ati e deste $uplf.'mento, O Fugitivo da Inferno Branco icionino Enciclopédico E11cl<:lopPdir1 Cultural. JJthllott'CU de Contabilidade Melações Humanas e Psicologia Geral Ercielopédia de H'equi-as Atua· Mo rnl ,. Chie:, Ate Culinárin Anatomia e Fistolo!{la V,·r,for.xo Puniu J,'runtfj H "ª ela Pcr1I içüo Co;o Hoseniberg O Traidor li Guerra Mundial (todas s batalhas) Ultima "iu,,.,uço O r.rrculo ~Fccboe inteiro num E chega todoR os dias à sua cidade. Ou a voce é um dos nossos assinantes. O Estado de São Paulo, um jornal de que tem o 1lU0 dizer. Representante nesta cidade Oeocleciano grande jornal. sua <'af5a, se opinião para Vasconcelos IE!l!i==============================================-- l AVE5ANO DOS HEIS G GIZA. LIDA. ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, JÓIAS, iUUÍG!OS, PRESHJUS E TROffUS !SPORTHIOS ;- VELlNO DOS REIS ÓTICA DOS ELEGAIITES DA CAPITAL E REGIÃO RUA 14 DE JULHO, 2.014 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL MM A.ATEIO cr$ 5~000,00 (cinco mil cruzeiros) Lotes ... a lançamento Jardim Espirita Santo, o melhor loteamento da cidade. o preço e O Melhor válido s. preços de e mais Central da Cidade. Empreendimento Abdalla Sain (Papito) por 60 dias (Preço de lançamento) Escritório de Vendas e Informeções SETEAGRl (Representante Nhaldo de Barros) Bela Vista Mato Grosso Sul p Pnrt·ce qu1• o r:;overoo vul cnic,c,1r em sltuuçio prioritáru 0# sun!o on­ cernentes à produção aropecuti, em ermo de atendimento ds nteessi!ales internas e de expressiva contibuleo à, solicitações do merendo interaueional. :''11 o ue tr·a lu cJ ,, l • r, 1'•1 qt.n' pos~a i.;3r­ reulizudu com sobras de recursos hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll­ tre fül sldenclal refletia . ·80 ex­ pressivnmente no melo de Reus colrtboru­ dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo. ções sobre todntl as quostões d1retu ou ludlretumente ligadas ao nssunto. Mais uma vez, vem de ser afirmado que o homem é o objeto do desenvoJ. vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e material. P11 rn se ter ldéia daH gigan­ tescas proporções desse objetivo, basta recordar - se a afirmação do ministro da Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros o miseráveis, ucrodítaodo . se que sajam miseráveis quanto ao atendimento cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga faixa de suas implicações e con~eqüên­ c!us. A8 15 diretriz do governo e seus oito lten.:1 precisnm ser retirados de me­ mória pelos agricultores, por toda u pc· puleção rm·&I e por todos quantos este­ jam enredadoa na poblemáticu da pro­ dução rurul em todas as suas implica­ cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e do trabalbudores. Siio compromissos que não devem, nem podem, deixar de ser cumpridos' pois seu descumprimeuto agravará as :gústius e decepções das massas populares. Seu cumprimento efe­ tivo re taurará n confi'lnça que os go­ vernante~ não ~1onem dispensar. espe­ cialmente junto aos menos favorecidos, pois aqueles que não tecn diflculd&de& finunceirns serão sempre os últimos a sofrer os efeitos do escassez. Tem-se a impres6ão de que as promessas dessa diretriz foram redigidns segundo um bem e!aborado programa de ação, destacando-se sua objetividade. Parece que o gover:::o vai envidar esfor­ ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro­ longada e deprimente situação de mísé· ria alimentar, harnndo mesmo a possibi­ lidade rla contenção do êxodo rural e de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:. que deixaram suas terras, fugindo da Yome e seu séquito de misérias. Havendo cumprimento das pro­ messas o brasileiro corresponderá. com trabalho alegre e fecundo; não havendo mais que engodo e falácia, ele crédulo e bom, continui:irá à espera da berr,­ avent:.:rança de uma oportunidade. Na elaboraçfi.o da diretriz sobre toda a problemática da produção agro­ pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci- meto do que deve ser feito pera 'que o País trelize eu de-nvlvinepto e us <'lnf1nclp çio em tod e a área Pd • itere+centar que ex/tem uleientes te­ cursos humanos e orçamentai J111',l ser plicados numa s!rutura j: montadn pai realizçio desse emprodiment, ba+t ando aptus que haja a acertada e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria aplicação das dotações orçamentarias. Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente to Brasil levará o pais para um 'aturo de destaque na comunidade americana, poíH r-uquíl:cos e ~~fui 1.1.Jnc..lo uüo H'm VOZ, rlbfTl IOl'rC!Cl'nJ flC:tllilO( Ule 11 salários atrasa«los. A posição tmadn por esse jornal, r pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d adulntrco uunicipal, justamente porque nio existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J ( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''" exentivo, Porque rse jornal rontraditório, 11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido de exemplo par outras cidads, Nós per!un- 1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111 11 prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro } ,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt· orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11. mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que professores aqui m nos cidade, não trem direi to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to · fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln, de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti­ ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ­ z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi' la, visto que ncredltaruos (Jll da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1 que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,>­ erencla, etc, de reroas que exercem cargos de chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··. Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi., à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em l wJ1l,1 rLiJ pa o nu! ttl ti' I tu . 0 tu ti! t «jutar IJI li d,t't t•ffi n " f••,1llt 1 t)I. os de confiança, {late» a nlo para «dizer , ,!•, d,to :ili. -----·-·--- Liga Esportiva Belavistense . o· ia n.o 02/'l9 O pr t! nt da LAga Eportiva [l ·j t1'l ,'I, '. Jl U 1, 1,l' -u,.r,; illl'Í- .)t,ll'Õ , .. t t1 1 1111 .• , , I. OLNVE: J Nr, . 11· o•: ,, 'oho;e.:: abaixo 1uJ:1t'I . !o', l'.PH,O C , poentes da Junut« Biiseiin.r de E' ·po. lufl. Pn'. 1.••nl•' • • .Jo S. Gornsticks .1• !'til 11 lnli,1 F,. 11unl1e,1, Pt~dro Vi1· .,[,• 1) ,J',lll '·, (hk!Uul' :Ieddl'll!, Wddema Lie dos 5ntos e Ary Hicatd,1 hra ,,1;,_., lJdv ,Jfl,;. '1 blit[L!• o:, l' l'UmprHH'. BPi.1 V1· :.1~. J5 ri• 1 .nlo Je 1!179. Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus. Preste+t d+ L.E.B8. Carta a Redação Sessenta vai esh:'eiar hoje Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo­ nato belvistese d· futebol, boje joga­ riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i­ tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro­ mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida. mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca- 1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu­ ra Leste campeonato. Vares todos ao e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co­ hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o ingresso que s paga. O PESSOAL RECLAMOU Os muor+dores do bsiro Costa e ~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco. Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre­ vistas visando desmerecer o quadro do Gremio União. o é nada disto, o Gas. cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O· ,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:. feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo­ nitinho. O negêcio do Gasco é paz e am,1r ... core tudos. E O EDER vitnrlo inserida toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a­ td:d• ncl0 apel > elo P:Jginu es­ portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr- 1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is. :SSIN ATURAS . ;1~sinntun. d,1 Tf 11l' 1.lr,I. Of·. ·r 01"!/fll' f)1i <'uni u1d,tlll!' d!l 2 1 Cia Fron Ao IJirNOr rlP Tdlrnnri dn !•'ron!Plrn tlAUoto: Agrar!Pcirocrnlo O Comando d 2 CI Fron. externa agradecimentos pela valiosa colu b(>l'll('il0 1,1·ei-l,11la uos flngeludoa dta área fronteiriça notadamen!o na uqutsicão e fornecimento de Id­ tel'ial O ou gent>l'0 dJVHHO, Hélio Thúrsb; Coe CcnH·no Mnj. Inf· ComuudttnttJ da 2 Cia. Fron, Dar Mircka H!mmelreid1 de Ayala Cin.1.rgiã Dentista Clinica Geral Atende.e com hora marcadu Rua Gulu Lopcõ • SCi-1 - Pontt1 Porü • MS rind11 está em tempo de voce fazer a ua assa'ura. Procure o nosso E'SCrité,­ rio. É ao lfldo do Meu Ranchão, esquina ca escol11 '' C'1:titdo Branco" CAÇA E PESCA O Joslno, d::i Caça e Pesca, disse que o !'eu tirue vai jcgar domingo corno de costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be. Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior das hipóteses. empatar este jogo. Tem gente npostando. ARTILHEIROS Aires, da AABB, Cabanha e Pen­ zo, do Nautico e Carlinhos. do União são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo­ nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em­ polgante a d!e;JUta. SELEÇÃO DA RODADA Após OE jogo8 de don.iugo, o nos­ so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda e a do último domingo, foi a seauinte: lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi­ ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh& Per,zo e Ota vio, Náutico vai bu car r binho Dr. José Atanasio Néto ADVOGADO Cnu:ios civeis, crimin11is. ~ ugrárias. F,cm. Av. Duque de Cuxios, 8í8, Jurdim. MS. VI vogado e! coo tfl' (1.l ( Seleçãl Híuho. (J Ct!OU', i,! ! til: t' dindo m Campo d dE'FCjtl voll:i.r P . t Vista e i,;ol1< llou u prego ao presidi te Náutíco. gur- J 1 ro,, {r'Jlu colnc3ÇJ<> p tr 1 CRIJlO. Tuào iwllP q nos próximos dias Ne! nho estará em nossa ci d/l<1e pura ddénrlt r .. cores dú "roah, qc rido'' femandinho c..fümn: Belavistense va, se classificar O loteral esquerd!> do Belavi~lenGe, Fi::rn:,n• Jinho, eru breva coota,., em a nossa reporta;1a afirmou que seu rim,•. o Beln vis lense , ... i e clas­ sificar. Disse ainda qu • os jogadores do trndko nul cs~üo !rnin;:rndo rli • • riarneute e se ilncoutrc1r. com excelentE' pr, pan, fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,. 1ense vui enfrentar o li­ me do Josin0. o Caca ' Pesca. O jogo miciar-se-,. às 1:3,::o horaF. Oração ao Divino Espíri­ to Santo Esplrito Santo voei: '1 "~ mt:: csclure.:e tudo que ilun,i­ na todos os caminhos para que eu atinju o meu ideal. Yocé qne me d:í o dom divino de pC'r­ doar e esquecer o mal que n,,. faz.-m; e que todos os iu •· lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,. migo, eu quero neste curto diú­ fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t eu nunca quero me ~epa,~r de voei: por maior que sejo G :Ju,iio material Aâo se:{, o mi. nimo du ,•ontade que sin11, de um dia estar com ,·ocê , todo,º" meus irmãos na glória Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;; vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr. oração 3 dins se=ido, ;;em fazer o pedido. Dentro de ;; dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t•• po_r mais _difícil que seja p blicar a-sim que receber graçu. O. A. L. 1 Economia'? --- -- ---------------------- ---------- Segurança? ' ,J) Conforto'? Tranquilidade'? 0M!BUS Alem dt:1 tud.o o Q.Ue ;::stá -•-cr::o , dma, voce ::11uda será Servido por MOTORlS'l'AS Gnbaritadoi1 Via ,áij Cruzeiro A do Sul en!"; os seus usuários. 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