J N(•m Hf'rnpn• º" dudc,A clp 111'1.· em vendn do um fd6ia ex1ta da ressonaneiu de um jornal. As ve­ zt•s, o que ele diz, u u posiçi o pol'Unle de1ern1lnados fnlo!l, lrrndia Uillll lnfl11l11cl11 multo m1,IOI' do que o tu uce+o parente, DIz Gnulean' "nó~ AlllDO!! o ()Ili' fiizemOF,, e .. obre­ t:rclo o que l'nz<'mOH para m11dur o que somos". Nos Identidade resI de nu luta e na 11çno. Nós aos defi­ nlmos u partir do de»fio de vencer objPtlvoA dollrwudos, no camr.,, edi­ torlol e no dtlH ldélas. NeRtPs lP!lll)OS, e r>t>rilt1 lel'rn APJ'/J que 1J jornul pode reivindicar umu função melhor do que inflamar consciências e revelflr a 1·eulldadP? Rt>Rpll11flPmos: 1,0 jornal, em nt,I11 VJr;tu, cubl-l o dever e a responsnblllclade de propiciar o de- bate visando orientar, p1'lnclpnlmente na queAtüo política, os jovens, prE>sas fãcél~ de pessoas cujos lnteres1;es nom 1:Hirnpt'P espPlham o interesse cole!lvo. A força e o entu!'iaF>mo da juventude devem SM nproveltado!' na con,:truoão de um município mais próspero e AObrt-:tudo de uma socle. elude mafl:l justa e hurmôuica. Ao jornal, que não (, !RENA, e muito mE>nO!:l ~1DB, mus campo de idélas, cabe u respnn1Nbl!idude de buscar o debute 011 busca dn sínte!'e que trnrá f!nulmente a P ,Z ne'-'t!l terra que ora vlvt• momentos de divisão, de ódios, de runcores e de persegui­ ções. Poderemos chegar, pelo me-nos perto daquilo que se clrnma CON­ SENSO, palavriohu tão u-ada mas que não trouxe a p,,z e a hvrmoniu oo povo de Bel11 Vista A contribui­ ção patriótica dos elrnmadc,s lntE:>le• etuais du cidade se fuz necessária para sensibilizar os poderes estadulif, e federai<; r:t1 busca da almejada e sempr1: necessária estabilidade. Vi­ vemos momeutos de "gurrra". Penso _que rsta é a contribuição que o jor­ nal poderá pre:-tar ao povo belavi!'· lr.nAe. Não existe grupos ou fucções na direção da TF, aqui é, realmente, um campo !lvr?, finde as idéias po­ dem e devem ser fontes de busc:1 e não de choques. Ao Sf'ohor governa­ dor Hrry Amorim, um bomem que prima pelas palavras francils, C!1.be neste momento, O DEVER de agluti- ' nar RS forças vivas da comunidarte dispersas pelos desencontro11 e pelas Injustiças. /retitc e ira cu□ ola pr[esses ·Jx .. cdn e hniliar .,s ovo Juiz no ,omorco Não queremos com isto des­ rerneitar o senhor Castro Pinto atual prefeito de Belu Vista, mas a su6 permanênc:ia frente a chefia tio Exe­ cutivo tornou-iie, polítict1::!lente. inviá­ vel e nté mesmo contrArrn Hos inte­ r·esses políticos ilo povo belavistense, um po"11 amante da p11z. 01-l fatos ocorridos esta emana com passeata!', ameuças de greve e desrtispeito à autorldude, e • são prova~ con::ret>ls lle que o s<>nbor prefeito não i;oube conduzir, políti­ camente, as diversas corrnntes do tnunicfpfo. Pecou nu eHcolha de seus Dr. Késio Loureiro Pinheiro - ADVOGADO - Rua 15 de Novembru S/N ..r • Bela Vista. Mato Grosso do Sul ª"ª 26 de Agosto, 384 - S:ila 24 Fone· +650 - Campo Grunde MS axilares; pecou por re +fstar de velho corpnanh iros, pecou por con­ [ar em demnsia em isas próprias forçw, qu»tudo ntgum administra sózlril10. Semrou ve•rt•>R, hr,j,· coilJP tempestades. É a imutável Iel da causa e efeito. Aqui fazes. aqui hás de pagar. io concordamos com s manifestações feitas na Ecola de Arte1c1 P or1clos r multo m•·no;; f'ffi frente u usa do senhor prefeito, po!s o desrespeito à autoridade que­ bra as regras do joo e induzem u mzsma utoridade u 1.ssumtr posi­ çõPs rnrlic•tls. ,l~uem foi o culourlo de culoenr rws runs mf'nlnm; <' me­ nlnus dc~sfllundo aos gritos e prnvo­ cnande a renução de auem já se spe­ rn,·a tu! tipo dt• ren1;11o. U pa,;udo é mestre em liçõet'l, 6Ó nüo aprende (JUPOJ n!ío quer. Aos prol'e~s.,fl>s demltlde,R fa!to experiência e mrlhor "orlen­ triçào" pois tenham <'I rtPZd, o próxi­ mo prefeito uilo entrará como sal­ vador d11 pátria e sempre. ficar( no íntimo de sua consciência um brado de alPrtu. Et!lll opinhill pode não re presentur o ponto de vitila da maio­ riu, mas temos o direito e o dever dH emitl-la e esamn, prontos para debate-la com quer que i-Pja. a qual­ quer horn, em qualquer lugar, sob quait:quer clrcuuslilucias. (IP) Nestfl mor.üPnto, quando u .socled!i­ de belnvistAnse se 001;011tra traumatizada por aco11tecimenws que não espelham a iudole pacífica de seu povo, é necessá­ rio que os hor,1ens de maior projeção mantenham ll cabeça fria, nnalisaoúo os os fatos "com u lógica o não com o cora­ çilo" para resolvermo;; os nossos proble­ mas coerentemente. Conversando com um advogado, nossa amigo de loC1ga data, traçamo-..-lht' 11m quadro até eutào não vislumbrado pelo memno. Sem entrar­ mos no mérito da que~tão, a n,s;rnito duo atitUdC:'s do ;;enhor prefeito, isto fi­ cará a cargo da ju,;tiça, hnuvt" e muito, um Desrespeito uo Cargo as cidades pt•quena (e até mesmo nas grandes) o nrefeito, o juiz e o delega Lio são pet:!­ SOdS qnP possu»m "o earisma do cargo" e u 4 uI, em 8c•la Vistn, abriram um cluro no respPito que se deve ter pelo chfe do Executivo. Não cc,ncorda mos com o senhor Castro Pinto. médico, politico de loaga data, mas o respAIto à sua posi­ ção semµre existiu om nossos artigos, em l'lOssas posições. Amanhã ou depois, ponerá estar na Prefeitura um Ely de Ara ujo darbosa. r◄:vilásio :'ltirand&, Fio ri Murano ou Jos/. !arques e, talvez. repi­ tam as mesmet'l mamfestaÇÕ=S- Somos, politicamente, contra o prefeito Castro Pinto, r>pt-timos: somos favoráveis !I.O uumento de salários para os professores_ municipais; somos favoráveis às manifes­ tnçõc, da cln,~e. tle,de;que !egalmente e.truturnda, somos contra a. Bagunça, A De,;or!lem A 'Jiolt>nciu (dizrm que houve agres:;ões à alunes) e. acima d~ tudo, .somos cou tra o Abuso do Poder e a Agitação. Creia, leitor amigo, foi abertc 1 um gr,,ve precrdente. (} PI'! I it munieipa! de Hel Vst, !uben de ttro ['nto, n!riu com qu ixu rime cifra a diretora Ioita Hcwiw Ron Gomes, Osvi}to Auu to Unu,e-. l' ~r. li, r,,., JH'l' • 111'·,1<,:,1 d1• n1011,•, (;QJl(J'U iJf,l prof ssoras '«a Í,JJ·i 1 1,1 lJl,1 Borges, Sandra Maria dos antas Ho4ri gues e Ol!emir Ounu, por incitamento a greve, contra 'TVadu da tosta iurqu· po incitação à gwve e aesue+!o à at­ t0I ldiid C• e contra muiR •1e vintf' pr..:.-oiis, fa1olll!Ht'H e amigos dos r!enuncl;1do,;. OS FATOS Umu pas.-eatn pP!'cnrreu a cldu­ de, integrada por estudantes m solida­ ri dade u diretora da Escola de Arte 0 (if1eios. Ro.,ita Ro ·a Gome,.:, que forn demitida peln prC'Yeito municipal p11r r.oovenlencla cln l? rviço, soll'.lndo fogos I' aos gritos de ··qul.'reP1os a H o;;lft.," fo. rnm a•é a re,,I-!ência do prefio e ali. segundo te;..t~muohas. 111anifP1grantP.A da Comi:;;;:lo que fora a Campo Grande pedir aumento c!t.-' mllá­ r!os e pagamentos em dia uo governa- 1Jor Hai ry .6.mNim. O prPfelto alegou que houve desae:atoi: e desrespeito à ,;u,1 p1--,soa por parte de alguns aluno<: l' pessoas que participavam da passeata Entrou com queixa crime conrra os mesmos e tambem contra Osvaldo AuguE>to Gomes e Sr. Borges que Begundo elP, o Hme:,.çaram de morll:'. POLlCIA ~AO P.-RTlCIPOU O rit-legado dl:- Policia c!E> 131-la Vis­ ta, José Loureiro. dis-e desconhecer u particlp:ição de -policiais mi!llares ou investigador.-s no caso, tendo a{Irmado inclusive. que que ndo levar rn três eFtu­ dantes à cadeia o i:oldadn de olautão uão ~coitou ri dE>tt>ncão alegando que re­ cebia "01 dens apenas do delPgado e do comi! dante do destacamento". Enfatfv.iu: "iaver-êlgarlores ou poli~iaiR mllitarE>s não pat·tic. ;inrarn do o•~orrido". O delegado está ouvindo as pessoas intimadas para d::.r continuidade e.s queixas formuladas pelo senhor prf.feito, O POVO ESTA REVOLTADO Inúmerai- pessoas procuraram a nos;;a redação para reclamar da atitude do senhor prefeito. alegando que é uma '·medida arbitrária e que não coaduna com o P:-pírito pacífico do povo belavis­ tenst''. Ouvimcs tambem pessoas que hipotecam m ii'ref;lrlta rnlicariPd>1de llO chefe .:lo Executivo alegando que ''houvE> desrespE>ito Ee 11meaça à integri­ dade rlo senhor Ca;;:tro Pinto" e que "foi aberto um gr..:.ve p!'ecedente. De veriam J"t''-peitar o prefeito, se não que­ rem n-speitor o homem. A situnção em Bela Vistu está confusa. conturbada e o boa ~m comum. o cidadão que traba­ la, espera que as autoridades esclare­ çam < ,:; fi:t.tos que estão repercutindo mal no Est.-::_cto. Sergio Roberto Peronc1i CAUSAS ri VEIS DIRF:lTO :GRARIO lNVENTARIOS E-iCRITORIO - Rua 3 ·de Outubro Ao Lndo da Ciretran ) Beln Vista 0 1'r:bunnl de ,Ju,;(f. ca do Ftad de Mto iro so do ul, utoriz li Ires-Ira:tento do Dr ("r, <' .,1111, 1 ~1,1, :11, ,llL/ •! l l lliíl'lrt ,i tJt• l'o, · l'J ' urmho pata co. lU 'fí"l q t 11 'ht.l ,,t,. qU" IH', du• • , ,lrn ,ç,r, «. colam!d+de púbiles nqu le ruutcipio O Dr (rwr entino já e fl· eutta em nossa cl4ado !' a equipe TRIUNA ulneja ao mesmo, 0to de boas vindas. Eta:os ds s ordens pura o que for necesslo. üS O vereador Gctulio Llno. rJo :lDB. rll:;'ie qu~ o Hl'1thor prefeito muni­ cipal. C11-.tro Pinto, nil.o paga o su!siduos desde Fever,.iro· Alega L!uo que í&to ~ fnndmis:;ível pois os vereadores tra­ balham e merecem re­ ceber o jasto salário, o que rilo vem ocorreudo. A respeite; dos últimos acontecimentos, G·tulio Lino disss "» briga de arenista'' e o :1DB E>Stá ~fii,btindo de caruarotEI mas apoia a- reivioói­ caçõei; dos professores. O prdeito ~ 11oroer1- r10 (pela ARENA) sem a participaciio do povo e este é o resultado. Houve Arbi­ trariedades? 1) Os >1.lunos e acorr­ panhente-, que estiveram se manife,,tando em fren. te da ré'sidência do pr. feito ·municipal, "cfet • deram o prefeito com p:lavras de baixo calão tentm·a:n invadir rei­ dência, desrespeitaram a pessoa du prefeito e i:t· gituram o ambieate" pa· lavrai:: pronunciad111- po~ pessoa ligada ao prefeito municipal. 2) O prefeitn Castro Pinto em companhia de s1:u;, auxilfar·ês, todos de arma na mão, amea­ çaram e chegaram u empurrar violentamenk uma estudante menor de idadP., levando - a pari, a delegacia" p3lavras dE· um integr:rnte na pasc,ea­ ta. Es:;es . iio os Ia tos. deseneC'nt-r-ados, cheios de ódios. d:e ameaçai:-. Com quem está a verda de? O povo quer a ver­ dade dos fatos. Estamos prontos para divulga-los. Limite de poderá velocidade na estrado ser acima de 80 km O llmlt:o du veloold11TfllÇÕE.; obre o Imite de E) quilómetro de velocidade nas e«tradns, o ministro dlse que mesmo com alteração eontt­ utio ·endo levadns em coai l·ração nus norms de vurunçna estabel cid pelo DNR que, eundo le afirmou, vêm ns8eurundo um menor indiee de aiden­ te ns rudovis brasileiras. Reconheceu Eleu Resende que a velocidade ótima pari; dur o menor con,,umo de comhu ·­ tlvo1~ (fl: Rusevelte Luls Melo sobresa 1º Secretário: Paulo Jun Yuno 2° Secretório: Edson CeF-ário da Silva 1º Tesoureiro: Arl Burbos11 Patta 2º Tesoureiro: :,fdney ,José Vida! Orador O[iclul: Adalberto R. de Sant' Anna Híbli'otecárla: Síria GuP.de& Correa 1º Vogal: José Alfre:lo de Aruujo 2º Vogal: Lulz Carlos Tadeu Alfonso Viedes CONSELHO FJSCAL Relator: Onofre Dlao dc1 Sllva Secretário: Antonlo Alves Iº Vogal: .José Dubr.s Moreira dos Santos 29 Vogal: Hortêneio Escbur CONSELHO TÉCNICO Diretor: João Kollfe Secretário: Oldemir Ossuna 1º Suplente: Djulma Sllvestre Fernandes 2° Suplente: Fernandes .e inteiro num grande jornal. E chega todo,; os dias à sua cidade. Ou a auu rai;a, se voce é um dos nossos assinantes. O Estado ele São Paulo, um jornal de opinião para leitores que tem o que dizer. Representante nesta cidade Deocleciano Va,concelos ;gere? 1,3r s !sA '2.À Serviços Técnicos de Agrimensura Representamte: M5VAZ,O DE BARROS Medições de Fazendas para ratificações, desmembramemo de áreas, loteamentos, nivelamemos e curvas de n(veis. O sonhe tornou-se Realidade Agora em Bela Vista, Existe uma Churrascariu onde você poderá levar sua esposa, seus filhos, seus amigos e 'sentir-se realmente em sua própria casn Aquele alo 0IZ70 RUA ANTÔNIO JOÃO, 900 BELA VISTA MS mois em Churrascaria Rua Duque de CaxiRb (Ao lado do Ginasio Estadual ) Bela Vista MS Preço deste exemplar --------- -- - Decoração de sua casa nã(• é rnai~ um problema V i=ju a Grande Varie Ja ie de Confecciuoatros e instalamos. NOSSOS Decoradores bstão a sua Disposição CONSULTE • N O,S A Decoradora Mais Conhecida Em Campo Grande e Corumbá MATRIZ: Rua Maracaju 595-Fone - 624-0510 Campo ürande M S Existimos Para FILIAL Galeria do Ed!Hcio Pantanal 53 _ fone 2311411 Corumbá MS Bem Servir ---·-------- ·--·----- o Não Toem o pslmos exemplos que o overno federal vem dando 'n dI fieil "urte" de fazer politlea. rào e en­ ontrariam pretexto para himluuir o im. pado cnnH11do por lnipl'nfl:l(J:t ioici,1llv11 / da hut1c1.1rlu da Arrua, na Ar.sc1J1bl( 1f11 Letslutlva, de Ms, ob a liderança do dep. 'Valtomiro Gonçalves DE Fato. Dez ,11•pu1,1d0H, exc:l11lndo• e Hatez 'T'ebet e Pulo Suldnutuha, fir. uruIn um 'documento,apoio ob conli J 1 :õ1•H 0 ' rm o qual. (11• rnnu<:kn nua e crna cobrurnm dn exJ 0 cutlvo, uma "pal'liclpu­ ç!lo" QUI' BUIIH l·Xcrl6nclHH, com t:-llft'mis ,no, dcaoml1111rnm •·vnlorl:t.uçflo dua po• ,, IIIIC<>ll", 1 Por "vnlorlzaçilo dos politico" de- l'o-se entender o ruteio de cargo" públl· cos, proporclunulmente 11. votaclio que cada grupo urenfi;ta obteve 11as ele!çõeP. Essa é, ou será, a ''Regra do .fogo." Para que se teolrn uma ldéla de quo seja a proposta "SISTEMÁTICA DE PARTICIPAÇÃO POLl'J'ICA ", expllcttnda 81ruvc'>,; de "ExpoRiçflo de :lotlvos", tran,orPveremos, com ulgutHl comentá­ rios os trechos que nos pareceram mais ~lgoHicatlvoH. "Colhidos os resultadot- eleltoralil'' 1, .. ) "fez• B<' necessál'lo estabelece' crl­ térlus parn o ntendlmentu das reivindi­ cações emergentes, quer dus Alas, quer dos Pleitos, l11divldunlmeute". 'l'raduçüo: Os Ortodoxos (Frag<>lll, Cam1le). Indep1rndentes (PPdrossian) e Renovadores (Levy) dlvldirãP a "rupa• dum·•, cm cada município. de acordo com a votoção que obtiveram ns respeeti­ vos Alas e seus reprei,ientantes . .' pala­ vra rateio, se aqui empreg!lda, não des• tou, nem do conjunto, nem das intenções. ( ... ) ·•cuidou • se, como não se poderia ol vidur, de a tender, PR!i,iEIRO PL! NO, os interesses rios Alas integran­ tes tios Partidos ( ... ) "Foi aFnlm, c, BOLO DIVIDIDO nelas Alas Ren<,vadorn. lndependentl:' e D 0 emocrátlc,,". (O grifo é IIURSO). 'j ( ... ) "Nem i;e poderia f3lar em re- prrsentaçilo e. por consrguinte, em po. der Iei'indicur, de quem não con~eguiu eleger• se•·. )!,lo quer dizer. apeoafl, que aqut:>les pollticns que não se elegeram não têm o direito de reiviadi~ar, ou me&mo, de• dar qualquer palpite. Para aumentar a fatia do bolo, as ,las Renovadora (Levy) e Independente (Pedro!'sian) juntaram E-eus "trapinhos" e apresentaram os seguintes ''indica dores reais"· l .• Ala ssim estamos atentando u vos excelência urna valo 9 (;fllllrtl,nt• çlo, queremos crer, que vui, una vz uiotaoa, delinear o emtnhos e de{ir um Cldllfl!Jl '.llílH'lllO [/jerae Solvo, melhor juízo, rvl(leaternenle. Dr. João Carlos Ocariz de Moraes Clínica Médica e Ci:-ítrgica Pré Nr.itu.l - Preventivo do Cancor Rua Antoalo W! Coelho sill (ao ladn do Posto Rio .pa) Fone 215 · Belo ViFb. MS. Posto de Acumuladores Soto L Renovadora Independente Senado············-····· .. ·· 134 338 Câmaro. · ······· 103 187 Assembl. Legisl.---102 368 Total--· .. -··· .. • 339 8[13 (65, 4%) Ala Democrática Senndo··· .. ···········"·· 45 885 Câmara Fed 59 4?6 A!:sembl. Ll'gisl.··········· .. ••••••• 74 943 Tota1 _ 180 304 (34,6%) Para terminar, ( cieputado Valdo• ' illlro Gonçalves encerra o assunto com ?: fecho de ouro: DE VITüR SOTO PcçtH e ,ceFs6rio, - Veicuhs Ford, Willy Volks . Chc,·rolct • C,,n,crto, e Reformas de Baterias • Co!Oc3•Gc Purubris11 nu Hora Hun 11 de Maio - S!N • Cx. r. • .IJ • Jarilim .IS Em Belo Vista • Posto de Acumuladores .Inter- 1 nu,:ionul • ( no lado du oficina Cumbaralamuia 1 Sindicato Rural de Bda Vista 1 Eleições Sindicais IS Será realizada eleição no dia 26 de ugoFto de 1!J79. na sede desta entidade nara comoosição da Direto• ria Conselho Fiscal e Delegndr,s. Re­ presrntaates deveadn o Rt:•gistro de , Chapas ser· apreseotFtdo a Secretaria, no horári,::, de 07 às !7 borni:, nn pe­ ríodo de 20 (vinte) dias a contar da publicação deste uvis 0. Edital de Convocação da e!ei­ çãe encontra-se afixado na sd· des ta enti111ti-1,1 Ar-nal do 'Terror "S ó C t • 1, T U li , 1. I! 1·'. J > A I A ;-.;ovos no111·1,o.TJ. .•• Distribuidora C arício Banca do Odevar Vt ndu úP LíVl'OR à vlblf e tt pr,;z<,. evistas, Joranis, Moda, ·Jardinagem, U vros Tí•criico~. Rua Duque rJr CaxlnF, ao lado do Helavitense. Quandr, voeê for à. Campo Grande visite o "DOM MARQUES" Resiaurnnte e Churrnsca.ria 1H condicionado .... Shtema Rodízio Avenida Costa e ilva, 1 32 Cturpo Grande .__ _ Chegou ; ·anta Limão Litro. eis copos dedicados àqueles que têm muita sede de Fanta Limão. Que gosroso que é refrescar a família inteira com o sabor natural de Fanta Limão. qu· p f'· .,ào dos 0robes m! ! nr@ dt e que ! .lll f • 1'11,ll'II >. p , "] .,ll,l . r,•ft, de ' p 'l l. 1, 1,'' f. nrtthrM l'}v· • de petróleo ('D'lil,, O , ·,i. J; .. -.,it tr. ó hsvtst ido u untadas no finai do .. ':'l 1111 ! •I tllini Hrn 1 'í•- ,n <' ll . 11 ,. \l:i11ll ,. Energia, que definiu ,1111,1tfíll Xi Ir•. rtu pa'11' lo ar.bs, a dovl1o ele virwular 11 , <'l!dn rlí' 1>elról~o ;) PXl'CUÇJ10 m ( e:nbal· xa«dor de Isrel o Ira sil. Mosh6 Eeil., di­ qaP 11 ,., 11 pai, 11:io crf• (JUl' o 1irn,1l p,·l'í/11['1 a 111;,t:d,11,!ão .1q•JI úe um escritórto da OLP, poi trata se de 'uma org'­ niznr;iio lL'l'l'orl~U1 da'l piores que existem'. lf ar condicionado Churrascarla Rodizio pratos à feijoadas aos sábados la carte 1 1 RUA 14 DE JULHO Nº 188 FONE 383 . 3509 TRI Regulamento do Carnpeonato Oficial de promovido pela Liga Esportíva A Diretor!n d LIa Esportlvn Bela vlte!e, visando regular nom para a relzação duns competições - porllVH/J rrnll ,un jurlfldlçfio, fixa o rf'gu­ Intento Geral do 'Tornelo e Cmpeona. to, que partir da ruiu pulJltcaçã.,1, rn­ voa us dispolçet em contrário. CAPITULO PRIMEIRO Dn Purllclpaçllo tlOfi Clu1,es FI· lln cl os: Artigo 1%- Os clubes filiados à LA­ Esportlva Beluvitense, tem u8eu rllflo o quipe terá direi­ tCl a 20 (vinte) iJ,gressos gratuitos, sendo 16 (dezessei) atlétas, Presidente, Massa­ gista, Roupeiro e Diretor Técnico: CAPITULO QUARTO DA JU8TlÇA DESPORTIVA: Artigo 79 - Funcionará de confor- midade com o que dispõe o 'ódie Brasileiro Disciplinar de Futebol "CHDl" lJ tod l)fl OH Pl'OCJl'H<:Os-i 1,l' rú l' llf'tl IJJJ li h;i do través d LEÍ, u Junta Disciplinar, devidntente formlizndo C,Plf(Jll) QCl:'JTO UO OUti)!1O f>E rH.ll!Tf-W: . .-rtlgo 8f> . Couqwlo uu Diretor de Arbt tro 1111 LEIJ, través do seu Departume­ to, lazer cumprir riporosmeute todas IIR cloll'rllll1111çÕl'rl vlg,,ule na LEI, zelun• rto flPl111ru1e pt por todos us ruRs, num ateE>tado rle irrespon• subiltdade dos que ussim procedem, ti­ rando residuos nas vias públicas, uumn demonstr1:1ção de falta de higiene e com­ preensão, pois trás as nossos visitante!:! Futehol Temporada Belavístense 1979, 1 11·, r'fl Ir!'•· 'nico- ser cl "", onto » h ve, po. Y (03) equipes 'e caa ', turno decil f'lliJ!lO,f)l'-l'l!!:rJqp•Jnll- (J fj/1 ' 8 f' ]1 (J u V (' I' ( m1' equl- r º··11 i'<> 1" turno (ni,,h no­ vembro de Hl74. CUMPRA-SE _ Bela Vlstn-MS, 03 de Mulo de 1979 Arsiloy do Amurai Lttgeuno Dir. lJepartamento Técnico Abrão Armoa Zacarias Presidente h visãc de um panorama negutirn, quan­ do deveriam tomr iaterei'se quanto á J;mpe:za da rlrladP. Não só é culpa do~ citadinos. A PrefAiturn tambem tem o seu onus de mante-le limpa através s e u pes­ t-•rnl e veiculos para isso dt>stlnndos, con1 a 1toridnde purl coibir tu.is abusos, 1.rnt- ... ~la está realmente sujo, cheia <' e monluros por toda a partP, inclusive nas suidas das estradas. Caplnzais enor­ lll!S tomando conta de tudo. Mais mor a Bela Vista, meus pa• tricios. mais cuidado de quem tem o de· ver de nrante-la atraente. AMERICA CENTRAL Nicaró.gua e EI Salvador Pstúo na ordem do dia corn suas riwoluções san­ grentn s. PaíseE viziuho'i pedem uo Estadcs Unidos sanções contra a ditadu­ ra do PresidentP Somnza e em E! Salva­ dor rebentnu umu revnluçio no:,: ultimos dias contra a ditadura do governo ili­ tar. Somado,- aos distúrbios que ocorrem na Colombia. Chile e .rgentinu, vemos que a America Esparbvla está convul­ sionada. :lortPs, pri:-õPs. 11,-.,sssinatos de 11li11istros e outros crimes condeoávris e:stào se sucerlendo nessas Repúblicas. Rreç? deste exemplar 0S 4,00 - Cha ui t? reintci» diály O porta voz do It. maraty, conslheiro % ardo Perica, dise que o governo braile!ro . está preprado par dar proseguimento a negociações Italpu- or. pus. "As li que r-<.rntlmoR pron'loM, d.11·., mos um vlso ao Par. guai e Argentina', uhr mou o porta voz, resa] tanúc que• o a/i■uoto nfío está parado, j qus ho. vc. convcr,;açõoR oo•r, võrlos setore-. <111 JJ· ml11i1mucão Flg-uaredo. como, por exemplo, o almoço de trob:i.lho, rau­ Jlzado na, semana pa~­ ada, entre o chuncoll 1r Rnrolro Sarnlvn Guerrlf. ro e o ministro Césur Cais, quando n quest5o Itulpu-Corpus foi dlBCU· tida. Paraguai situação de Emergência Asi-un<:ão • As auto­ torid1Hle~ pargualafl en­ carregadas de prestar ns:,lstência à6 vítimus das inundações do rifl PurnguJi estimados em 25 mil pessoas estão dis­ postas pedir ao gover­ nc que decrete estudo de emergéuci'l em todo o país, diante do agrH­ vamento dos problemas que enfrentam: as águas do rio continuam s□bin­ rlo em multas província,; situadas ao Norte (já &tingindo 8.95 metros em Forte Ollmpo), falia material parn construção de abrigos provisórios e novos b11irros da. capi· tal estilo sonde também inundados,· 11umentando ainda mais o úmero de famílias des:ilojadns. Acreditam os encarreg11- dcs de prestar ajuda à população, que os tra_­ balhos seriam mais efi­ cientes se coordellados por uma coruissão espr­ cia l. As consequências provocadas pelas en­ chente,:; do rio Paraguai vieram se juntar, há al­ guns di&s, o tranEtbor·