o 
Enfocundo o problemn d1:1 lavoura 
e da pecuárln bruslle!ra, o deputado 
Ruben Figueiró pronuuciou-!le, dia 2.J pp. 
a l't'Spelto dus primeiras medidas toma­ 
das pelo pres!drnte Figueiredo para ace­ 
lerar o desenvolvimento ela área rural. 
Eis o pronunciamento do deputado: 
"O Conselho de De»envolvimento 
Econômico aprovou medidas gover□a­ 
mentais para II celerar o processo de de­ 
senvolvimento de not;su área rural. 
Considerei-ai:. válidas e por isso 
creio terão elas uma imediata resposta 
dos h<,mens do cumoo. 
A ênfase dad3 ao pPqueno prod11 - 
tor, assegurando-lhe garantia?! que nunca 
em tempo algum obtivera, demonstra o 
lnteref:tie do Govc>rno em fixur o homem 
rural à terra. 
Se outros cn{>ritos não tivessem a~ 
medidas eprovadas p€lo C.D.E., e mesmo 
se erros cu demérit<11; em alguns pontos 
posf:uíssem. o da valorização do traba­ 
lho do pequeno e médio produtor rurul 
já justiíicariam suns presenças no cená­ 
rio econômieo do País. 
O Governo do General Figueiredo 
através o Ministro Delfim Neto começa 
eumprír o prometido. 't1lorizu o homem 
do CRmpo, o hom•'m da lavoura e acenu 
, para os que deixaram os campos e u 
-~ lavoura rom excelentes oportunidacie& 
para qt:e volteu1 das cidades parli suafi 
?rigens. àe onde suír11 m outrora, pela 
imprevidência dos GoveruoE:. 
Resta agora e ugunrdamos com 
acalentndd esperanç  - us providências 
nara fi pecuária - o. grande suporte dt> 
nossa economia ru1·hl. 
A Retenção de P'êmens em número 
que atinja não só as matrius mas 
tnmbém a8 novilhas, o fínanr.iamento 
adequado pdra recomposição cio rebanhq 
de fêmeas, um financiamento pura cus­ 
teio com prazo não inferior a 5 anos 
com lerçõs ununis e rejustvel do 
ucordo com s txs de !evulo!izaç+o 
d moeda financtamente ao prç0 
real pura uquis.ção de reprodutores, 
1JO'l0. l;im, uma, <J11 :.:utraP, e, 11~utoirrm 
u alternativas válidus pra a revital:zn­ 
ção dnu 'yecur:a uviunal, sobretudo na 
ár, :J>- mi unifica:J1 como tu (los 
Estado de Mnto Gi o do Sul, Mato 
G r 0%0 é Goiut< - o+ grandes centros 
orodtIt,,rc,i; dr cume H'rl!H!lba du l'ciifl. 
Ai Pbliio 1ui ml'di iu • ÚI' llwcntlvo 
agl'leolo. 
1 
Co1no bowt>n1 rio campP, e l'epre­ 
sentante de unis pareela ponderável dos 
meus concidadãos do curso neta Un 
A anistia 
. .,. 
vIra 
,_ 
'- 
' 
• 
) 
., 
... 
8 ' ' 
l 	t ..... . ,,.. 
' 
logo 
CO!JÍ( u-me satisfeito com as providn 
ela govrtentai. 
'I' 11,ill .li:('< adtmn r ll· i<, t• Jl 
tio, der+t un pleito declivo 
te para eco-oiidaçto de nr: a p0li'ica 
tiva e luto em!a e leis et tu 
objetivos maiores e que enale ti o 
Pr(bl•lt·nl<' .J.,[w lh<.i,u, cl•· Oitv lr·,t 
Figueiredo que nomeou aro-peeu&rin 
una das metas utngir em sou Gover­ 
no, 
Nós homens do campo-- contia- 
moa rio P-r !:lídente FlguP,r<'dO 1• 1111 
Ministro Delfim e os audamos pla 
·rHnha voz, no inicio desta arrancada 
em fuvor dos campus e do homem que 
ln vive. 
Viação Cruzeiro do Sul 
expande as suas atividades 
Pioneira Pru tr11.n:lporl, s intennuui­ 
clpali:l, a Vição Cruzeiro do ul, dando 
.:!onllnuidacle ao seu p!noo de C'XfldO~ão 
V<"ID de adquirir vários ôibn- pata aten 
d r o Sétor de turismo. A e:pesa ulu 
gará os ô;-ilbus aos int,•rl'f'111JóOR. Bí•ndo 
que todos P.h·s !.'lÍO equipddO, coro gdu 
deitas poltronas super recliaveis e todo 
o conforto exigido por pei<HHltl de bom 
gosto. ~<.>guodCl o st>ohor Osvoldu P<H,· 
1:H,ri. dirntot· presidente rla V:açüo Cru­ 
z..fro do Sul, "a nossa filo~ofia de tra­ 
balho e b!.1Se11rl,L no cr·t>scimento da re­ 
giil.o. Estamos acompanhando o desen­ 
volvitento de Mato Grosso do Sul". 
Dr. Késio Loureiro' Pinheiro 
ADVOGADO - 
1 tua 15 de Novembro S/N 
Bela Vista Mato Grosso do Sul 
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fnne 
50640 Campo Grande MS 
respeito de a!qurs 
otneni'íris tultt o 
no o jornl, pedi'tos 
t<o · pr, •, ('r,dl.'l''r... llll, 
p.eo m N de bmn en 
• 11, d bidai ', p,, 1 
iu!o desta fom s. 
ti'!., ,ilr,dn•lo 11 lra (' ,i 
ótj do ovo bellsten- 
L. ,;:1tu nrJn r!,, ,lc-•:ocl, 
+los e ilesejaveis quo 
e invés de trabalharet 
p, lo rn 1J1,!dp,lo, l
1
ic11111 
nni- m-qul<rn'l c•xtwHntl•, 
Vt'íll:1110'1 l.!,U}O ('USC/lVlÍ.•. 
e latenção desta 
pe,;,oal' é fH1h,rn11,'l:·, 
aqui niio r>11ce11trnrft<l 
guurlth,s. po,~ r• .n1w 1 
vrta preocupado, mi 
to prPOCIIJ'llilO. é com " 
ueesdo do senhor prv­ 
feito, assunto Urgente • 
muito mala 1 opo1·tant•• 
do lJUC:l paf,:mizor com 
Lfl'Ul111". 
'·Eu vou enviar o projrlo du anis 
tia ao Congresso e pode ser até arnanbã'' 
declurcu o p1e'-'idente ,João Haptista 
l◄'igueiredo em . itórta, onda inaugurou 
uma usin..1 de rninério de feto, da His CRM 23.882 • CPF 41.98.88.3~·7.Si 
panobrás. Lembrando a convPrsa que i' E,pecializndo em C.LINlCA .lf:Dl{;A na Sauta 
t~ve com Otl governadores, untes da Casa do Rio de -Tttneiro e CIRURGIA GERAL 
po~se. acrei;centou: "Eu disse a eles que> , no Ilospitul da Companhia Siderúrgica Nacio- 
nal ele Volta Redonda, 
h weriu dificuldades, gr,indes problemns , 
e que espera,n até budern&. O que 
. ocorre é que não vi baderna al!:'Um□: 
estou Vt'ndo npeoas gré've". FiirneirPdo 
rlisse que a Presidência da República 
não é um fardo difícil de carregar e 
justificou-se: "Estou há apenas dois 
meses (no cargo) e, além de tudo, so:.: :. Resir:lência: Rua Anto1.1io João 768 - Lo Andar 
urn levantador rte pesos". 	Fone - 431-107./ Ponta Porã MS. 
Nelson Derzi 
ilemhro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 
ClRUl:GlA de: Varizes, Tiroide, Vesicub. 
Ülccras de Estõmn1;0 e Duodeno. Ginecológicas 
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Clini 'fl Sta. Ct>Cilia Rua 7 de Setembro li5 
Fone,. 4~1-1924 e 4.'ll-23% 
forres e [e­ 
éraios sem 
selos 
Aqui ('ffi Bela Viste. 
Gnde o iocrível morn ao 
lado do absurdo, pode 
acooteeer de tudo até 
faltar SELOS na, agência 
dos Correios e Telégra­ 
fofl, e é o que está ocor­ 
re!ldo. 
Por inúmeras vêzes 
reclamamos a0 ngeot?. 
quE>, inocente, nada pode 
fazer devido ser a no,:­ 
sa cidade um muoicipio 
esquecido, até mesm '> 
pela chefia d0s Correks 
e Telégrafos. Os noss
1 
,_ 
as,:inantE>s, dos outrc,,; 
murieipi , rPclarnarn ;:,. 
demora na entrega do 
jorm,J, e egora. afin&J, 
ficarão sabendo que eu, 
Bela Vi-tu até selos esta 
faltaodr, (i;rlo.s de O 80) 
Providências deverão Sl r 
tomadus. 
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Paulo Alberto de Castelo Branco 
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inda deve cresca 
"A demoerílcl11 cris­ 
tã deve crescer. Pouco. 
mas crescer{i"' - é o que 
prevê o escritor e jorna­ 
lista Luigi Barzlní' que 
ficon mucrti4lmente co­ 
nhecido cem seu livro 
··os ltalíanos'' e é, um 
d 'S mais profundos co 
nhec2dores de seu povo. 
Em longa entrevista ex­ 
clusiva ao Estado, feitrt 
por Rocco Mora.bito, Har­ 
zinui trata dos principais 
agper:ios da Yiúa rlEI seu 
pafs a fol'l. daquilu qat­ 
e. stu ve;· siDgult1riza os 
italianos 00mo povo.

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( Fundado n 20/2172) 
CGC-hlF 03.?0126610001-90 
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Redotor • Chefe • hnldo Pereira 
Departamento Comercinl • Alvaro Pereira 
Redação Administraçiio ~ Oficina,: Roa 
Duque de Caxias /n Bela Viola MS· Cx. P. 23 
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Bela • istn, (nm:nl) CrS 600,00 
Semestral 	4110,00 
Demais Municípios .. CrS 700,00 
Número tio dia 	4,00 
Números ntra,udos 	5,00 
Fundador e Diretor Hrsponuvel 
lvaldo Pereira 
Macedo reaÍírmo o 
aberl'uro 
O mlnblro <lo Trabulllo. Murllo 
Mcedo, dlwse em Hrailia 'que +ó rio 
11orcdlt,{ nn nberlurfl pc,lltirn quPni ;1{10 
deseja e lute contra ela, pols n 
muolfe1<loçõc11 do govorno lém F)do nu 
mnls eloquente nesse sentido, O mini s. 
Iro citou não upent na msneira como 
estão Rendo resolvidos os rovlnetos 
revita. mns uté o projeto encaminha 
do o Conresso Nacional, revoando os 
decretos 477 2 228, relullvoo aos estudau­ 
te, bem como [l dloposlç!io de nfio 60 
proibir u reunlio prevista para Salvndor 
tloA unlversltál'lcR de todos o Pr.itJ. A 
fotmn como o presidente Joio Figuel­ 
rerlo enfrenta os problemas social~ _rons­ 
tlml, par:í Macedo, n prova lnequ1vúct1 
de que o regime se aprimora a cuda 
dia. 
Ouenhos Arqulretônlco, 
C6pias Helliogr«ficas 
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Ponta P,1rã 	Mnto Groo do Sul 
Negócio de Ocasião 
' ende-,rn umn f,uzeodlnha, den­ 
tro do. área do Progruum de Desenvol­ 
vimento dos Cerrdos (Polocentro), com 
272 ha, situada os margens do córrego 
Sanga Bonita, pegando 2km de Aguu e 
dhHunte desta cldu de apenas 60 km; 
Tendo 50 ha. já rlesmalndo e gradeado 
com nproximad11mente 25 ha. plantttdos 
com Bracblárla Decumbens Austra­ 
lio.na. O re&tnnt~ da área é formado 
de cnmpo e cerrado leve., podendo ser 
facilmente trabalhado com ·máquina 
Docun.entação em dia, inclu~ive uom 
co.dein dominlal. É todu cercadn. Preço 
2.500,00 por hu. Condições: A vista. A­ 
Cl:litn-se casa de entrada em Bela Vis· 
ta. 
Tratar a ílua G11l. S0nres dn Ro- 
cha, 547 !:leia Vistn - MS 
Cohab-MS 
ciorá cerco de 4 2 
mil casos no Estado 
finan- 
Cerca ile 500 mil p111-1so1u;, om todo 
Eslndo devt•rlio ~er bewfioladns, no:i 
próximos quatro anos, pelo programa du 
COHAB-MS Coo peru tiva Habitacional d e 
Mato Grosso do Sul. que, na próxima 
semana, dev•'rú a:isinar ·con_vênlo COJJ. o 
Bane<' luclonal da Habltnçuo _ BNH, no 
valor de 5 bllbões, 121 milbooR e 70ú 
cruzeiros, pura que sejam iniciados 0r 
trabalhos de con,;trução de casas em 12 
municípios. 
Somente no ano E'm curso dev('rão 
ser construidas 6 mil casos, e flnanc1u­ 
dos projetos para ampliação de outras 
700 que estejam dentro dos programas 
babltecionals do BNH, atravéR de convê­ 
nlos firm11d11s com u Companbin. Pura 
os quatro anos do Govrino Harry Amo­ 
rim, existe previsão para um total de 
42 mil, 856 fina uclamentos. 
A COHAB fl~anclará, construção 
de '.!O mil e 750 residenclas; 11 mil e 53 
financlamrLi'Gs para rdorm11s e amplia­ 
ções de cusus anttirlormente c0nstrl.lldas 
uelas COHAB-MS: e finalmente, o financia­ 
i o de 11 mrl e 53 lotes urbanizados e 
dotad<:s de cumplela lnfra estrutura pa- 
1·a pos,ti1for construção <los prédios, en­ 
tuú por conta. dos pr•Jprietários. 
Os re-cursos de cinr.o bilhões, 121 
milhões, 301 mil e 700 cruzeiros são 
calculados nos custos atuais. E os muni­ 
cípios beneficiados serão os de Campo 
Grande. Am11mbai, :'quidauana, Caarapó, 
Corumbá, Dourados, Fátima do Sul, G16. 
ria de Dourados, Naviraí, Ponta Pcrã, 
Pnrauuiba e Três Lagoas. 
late Ores+o d 
od0sol 
quadro 
forma 
técnicc 
o sonhe tornou-se Realidade 
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esposa, seus filhos, seus awigos e sentir-se realmente em sua própria caso. 
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neração do Mato dros, 
do Sul - CODE UL, o,tá 
recebendo inserçõus de 
G tididato:. pura o cur.r, 
de treinamento do téem. 
ces consultores, vanjo 
a formaçrio do quadro 
técnico do Centro de A. 
poio Gereuci,11 dt fato 
Grosso do Sul - C8AO/ 
MS, 
I} curr.o i:erú rnlu! . 
trarlo P,•lo Centro ele 
Treinumc11to dl? Pequeuu 
e Médlu Emprt1sas do 
Nordeste - Ceteme, 6rgih 
da Sudt>llfl e tem durnçüo 
prevista para quotro 
meses, através do Bl~­ 
tema de bolsas de estu- , 
dos nns quais se incluem 1 
Pasagens, hospedagens 
e ainda uma ajuda de 
custo. 
Os candidatos, i[l­ 
teressado- em se inser­ 
ver terão oportunidad,, 
de fozê lo Até o dia 3 dµ 
junho próximo devendo 
a seleção ocorrer no dt 
5 do mesmo mes, atre- / 
vés de prova escrltü 1 
abordando as áreas de 
arlministração geral, con­ 
tabilidade, c:rnws, finan­ 
ças e produção; exame 
Psicológico e entrevista 
do candidato com a e­ 
quipe. Para se inscrever 
e se submeter à seleçuo. 
o candidato deverá ser 
graduado em Administra- ' 
ção, Rngenbnria, Econ~­ 
mia Ciências Cootáb"IB 
ou ãreas afins e se diri­ 
gir à Codeeul, à rua 
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previsto para o dia 2 de d l. 
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ciP. novembro. No sru 
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tt>óricas. capacitanco, n,;­ 
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hepe­ 
(•!; l•• 
,o 1 
o rt 
lCPJI 
n 
de 
Sr. José AI ves Ma­ 
chado. Declara que ex­ 
trn viou r,s seguinte., Do­ 
cumnentos: Carteira Na­ 
rional de habilitação. ex­ 
pedida p,31ª Clrl'tran; 
céctu!A de laclentidud1-, 
<"Xpedidu p/-.:iec. de I::ieg. 
Pub. de MT., título de 
eleitor, exp. p/3fr' Zontt 
Eleitoral; • ·certificado de 
propri<'dade de uma 
camonetP C -10, e, C.P.F. 
Publicação que se faz 
para obtenção de 2° 
Vias 
,Jctrd!rn M8. 10 de maio 
de 1P79 
Preso modifica 
depoimento 
J. 
M­ 
ex­ 
Do 
Na- 
' e> 
"a 
d 
e. 
d 
ºº 
t 
1) 
LISBOA - Hamilton 
Cunha, o homem que se 
apresentou à Justiça 
portuguesa como assab­ 
sino de Aldo ~foro. 
modificou o depoimento 
que prestara na véspera. 
Deixou :ie ser brasileiro 
para se declarar natural 
da Atrica do Sul. Diante 
desta e de outras con­ 
tradições, o juiz oão 
quis t:<nvol'"er-se no 
"caso lIoro·', prcferlnJ.o 
decretar a prisão preveD.• 
tiva de Hamilton por 
entrada ilegnl em terri­ 
tório português. 
aic

Confectõts Eduardo 
do Wilson Fhilomon Nnbh:rn 
'unf«recoe» Civil e Militar '·pilado ri 
uniforme. e rquipmento. Toda /uh parn ho­ 
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Trh,an. d Fror'e'r 
~~-~-------~..--i----------- 
Vila Nola e 
OPERARIO 
Vila 
" 
o e pate f i i st rsrlta o: 13 perano: II 
...,., 	,, 
·AO MOSTRO o 'T Ol DO TORNEIO IHI 10 
Nova corninha para o classificação 
O Vila Novn tornou-se, pós u 
empute de domingo, um dos mnls prov­ 
vels clnsxificndos pura o 2 turno do 
Campeonato Helvitense de Futebol. O 
Operário suou frio purn tunter o em­ 
pate; elav vencendo por {8x1 e dolxou 
o timo do Vll1t t·oaglr, Afilpn.l11ndo o quu­ 
e vencendo u purtlda, Começundo o jo­ 
to os cruques do Oporaplo 1puseram 
um ritmo veloz 11 pt.rllda, Jogando pelas 
pont11H, com Jvun A Cnrlinbofi (depolti 
'l'ufcho) [agindo às marcçõos de Gusco 
(numu l'Xceloute tarde) e Fauulfoo. O fu­ 
tebol prntlcodo polos meninos do Operá­ 
rio, nn primeira fase, Pl'll envolvente, 
rápido e só ni!o murcou mnl» pela fHHu 
de pnntnrlu de aeu" utacuntes. O goleJro 
Comoruoanto no ofereclu segurança o o 
VJlii Nova procura vu 1il• qu11Jquer manei­ 
ra segurai· os perigoros avuntes opera­ 
rlonos, prlnclpnlmente Ortlz e Ivan. Len­ 
tamente o Vila foi unumnndo a ouu de­ 
fesa, postando Carlos como llbPro e Gas­ 
co dundo sempre o primeiro combate, e 
s vezes, usando de violenola (recebf'U 
curião nmarelo). O panorama da partida 
eru de pr<vlsllo peaslmlstu paru o Vila, 
devido 1111 en'uslasmo e r!!pldez do Op1~­ 
rArlo. No ataque através de A::fllo (mais u­ 
ma vezjoguncto um belo futc>bol) procurava 
os pontos fracos da defesa ndversária 
tentando Investir contra o arco do bom 
goleiro Manuel. mus não passava da 
grande áreu. O melo cumpo do Operário 
jogava em leque e Adão se desdobrnva 
poro muolclar Batrlga e S1-J.r!co. O jogo 
mudou multo no 2º t~mpo, com o timo 
do Operário se acomodando e disto se 
aproveitou o Vila Nova que, grndatlvn­ 
mente, foi dominando a partida e provo­ 
can,lo uma certa ''Inquietude" nos ope­ 
rarla11os. O empate tol um rernltado 
justo pelo que ffzurnm as duas equipes, 
!icando na torciàa a nítida impressão 
que o Vila Nova caminha para a sua 
r.lasslficaçio. Agora é líder junto com o 
Sessenta. 
OS GOLS E PRINCIPAIS LANCES 
Aos 5 minutos: Bon jogada de lvan 
pela equerda, passando por Gasco e 
cruzund0 para a área. Ortiz quase mar­ 
ca. Falhnu a dPfesa do Vllu. 
Aos 10 m: Novamente o Operário 
~tac'.1 e MPdPiros fura. Faltou pouco 
para a abertura do placar. 
Aos 15: Oto foge pela esquerda, 
Paulo efetua o corte. Está bem postada 
a defesa do Operário. 
.'os 20 m: Gasco dá um chega pra 
!á em Ivan que estatelt>do reclama d 
vlolencia do fluminense de Niteroi. Em 
seguida Carlinhos chuta forte mos sem 
direcfio perde gol feito. 
Aos 21: Boa trama da equipe do 
Vila, cindo a bola nos pés de Barriga 
que perde outro gol. 
Aos 23: O juiz dá cartão nmarelo 
para o Gasco. Ivan procura fugir do 
implacavel defensor do Vi.la que quando 
não acerta a bola, acerta o adversár10. 
Aos 27: Lançamento de Adão parti. 
B»ria. Perde outro ol. E+tá faltando 
pontaria porn OH atn.cuut<•r- du Vilu. 
,OR :io m· Ru!ll ií O nu tn tiro et) 
mnuita fé, da grande ar, encobre Cma 
raeanto e marca o primeiro gol para o 
Operádo. 1 x O 
A0s 34: Cart!o amarelo para Car­ 
Io ., que 110 tecc•lwr falta, reagiu com 
um murro. PeoAou qut• t'BtiVé8frn num 
ringue. 
Até Oli 45, i<ó dflu Oiwrúrlo com o 
Vila ôl' ildendeado nobromtintc,, clPFt>1 
cando-se 1m atuaçõi,(, de Carlr,s e Gasco 
nu def(•sn, t1eudo quo uoH 44. Ivan 
marco de cnbeç upos a cobrança de 
uma falta tendo a bola butlc!o no tl'l1Ve9• 
sfto, mos o juiz apitou lmpedlmeuto. O 
bandeira hnvla asslunlnd e• ,rntes du bola 
ha ter no tru vesriáo. 
2º TE'.Y!PO 
Logo os 2 CPlnutoa, numa bobe&da 
da defesa, Ivan mnrl!a o segundo gol. 
Jogud pessoal do ponteiro 
01Jquerdo. 2 x O 
:os 10 m: Adão dlblou 'melo tlme 
do Operário • e vence o golelro Monoel 
2 x 1 
Aos 15: Gasco salvo go! certo. 
Tirou de cnbeça. 
Aos 22: Ataque do Vila, Sarlco 
dlbla dois defenHores e chuta. l'1anoel 
defende espetacularmente. 
Ans 35: O excelente atacante OR­ 
TIZ, numa jogude de ruça murca 3 x 1 
para o Operário. 
Aos 40: BARRIGA diminui, uma 
boa iogad de ADÃO: 3x2 
Aos 43: Na base do entui:dasmo, o 
VILA joga todo no ataque-, FELIX apro­ 
veita um rebote para empatar a p1:1Ttida: 
3x3 
Jogo: Vila Nova 3 x Operário 3 
Data '27/5/79 
Juiz: Roque Paes, auxiliRdo por 
Moaclr e SarIu. 
1º tempo: Operário 1 x Vila Nova 
o (gol de Ramiio) 
2 tempo Operário 3 x Vila Nova 3 
(gola de Ivan e Ortiz para o Operário e 
Adão, Rarriga e Felix para o Vrlu Nova) 
Preço deste exemplar 
QUADROS 
Vila Nova: Cataranto (!tafael}, 
Goco, Apinha, ttoberva! e Faustiuo, 
Carlos o ,t!G,,; Luiz (to', lix), ~:iifi<:o. 
teria e O1o. 
OpP1úrlo: )fon,11-l, l•lc)l'(,.11i110, Pnulo 
e Medeiros Nado e V«dora; Carlinho 
(Tuicho) Orlando, Ortiz, Rumo e Ivan. 
OS MEU-W•{ES 
Vlla Novu: Onsc(,, Apínlw, Cnrlo·, 
f<'11usllno, A(!i:io, Sarico, Oto P Unrtl!,1'<1 
Opednlo: lvnn, Ortiz, Narlo, 
Puulo, ilamo, Medeiros e Mnnoel 
Oração ao 
Divino Espiri 
to Santo 
l,«rt ats sn q0 
e rlate te«do qur tlr 
ma tu»doas suminhwo para que 
u finja o ri dual, o «4o 
me da o dom dano de per 
doar e parecer o tal par rs 
for, « por tortos o in­ 
tantes» de oinhn ida e»ti o· 
migo, nu quero nete curto di 
lato wgrwdoer.lhe por twdo 
ruttrn ar cai turra vez, qr 
e nsna qurto toe par.f 
de voe por ar que ·rja 
luso material ndos verá o i. 
tiro da vontade que minto 
de m dia rotar om: o r 
to«la» o- meu irmos na glória 
Perpetua, 0hrisla mais uma 
vez tua pessoa dera fazer »t.a 
orado.S dias rguidos e, 
farr o pedido. entro de . 
dias era slança«la n ria, 
l
)or rn.tik difkd que! 1:-,•j,,~ 111 • 
blir assim que receber a 
graça 
E. P. 
Campeonato Belavistense de Futebo! 
C lassif1caçào 
SÉRlE "A" 
1) Se,;seota e Vila Nova 
·2) AABH e Operário 
3) 1 ° de Maio (d'! Caracol) 
SÉRIE "8" 
t} Nfotico e Eugenio Penzo (Antonío 
2) Bela vistense e Caça e Pesca 
3) Grernlo Unlã<, 
Domingo 
Belavlstense x Nautico 
AABB x 1º de Maio 
2 pg 
1 pg 
o pg 
Joãc.) 2 pg 
l pg 
lJ pg 
JOGOS REALIZADOS 
AABB 2 x Vila Nuva 2 
Gremlo União 2 x Náutico 5 
Belavi;:teo11c> 3 x Caçu e Pesca 3 
Sessenta 6 x 1 º de Maio 3 
Vila Nova 3 x Operário 3 
Caça e Pesca 2 x Eugenlo Penzo 3 
PRÓXIMOS JOGOS 
às 13,30 bs. 
às 15,30 bs. 
ARTILHEIROS DO CAMPEONATO 
1) Viana E1 Léo (Caça e Pesca); Penzo e Cabanha (autico); 
Carllobos (União); Aires (AAílB); Ozail (Belavistense); Betinho 
(Sessent!l) e Ada (1? de Maio) 	2 gols _ 
2) Da Silva (Nautico); Barriga e Feltx ({Vila Nova); R»mão. 
Ortiz e Ivan (Oµerário); Boifacio, Xirú e Sidney (EugeoLO Penzo). 
Mario Vargas (Belavistense); Laucidio. Lalau, João Carlos e Eze- 
quiel (Sessenta) 	1 gol, 
CARTÕES VERMELHOS l 
1) Altatr e Alfredo (Gr~mlo União); Pedro (Caça f- PeRca) ·1· 
e onifácio (Eugenio Penzo) . . . . ... 1 
GOLEIROS MENOS VAZADO 
1) Camaracanto (Sessenta) O (jogou apenas meio tempo l 1 
2) ':::amii.racanto (Vila .'.'lova) 1 gol (jogou apenas meio _tempo) 
3) "era (Eugenin PenzoJ; illvaro (Ce.ça e Pesca} jogou meio tem­ 
po) Rafael (Vila Nova jogou apenas meio tempo); Roberto 
(Belavistense) 	2 gcls 
4) '.!ano<'l (Operário) e Altalr (SPssenta) 3 gols 
5] llomualdo (Caça e Pesca) e Lopes (1? de Maio) 4 gol: 
6) finho (Gremio Uniãa) 	.:> golB 
J ,,. 
ar condicionado 
Churrascaria Rodizio pratos à la carte 
feijoadas aos sábados 
RUA 14 DE JULHO Nº 1BS 
FONE 383 - 3509 
------------- 
CAMP
1
) - GRANDE ~lS

T 
·l(r EXI 
DERROTA DO CAÇA E PESA FAVO'E 
A vitória da Raça 
o 
3 X 2: 
euro n defes, com todo os 
jognclorl'H utuundo d1rntrn do moderno 
coneelto do futebol totnl, o Eupenlo 
Pozo derrotou o 'aça e Pesca (3x!), 
campeão do 'Pornlo Intelo Ileinndo uu 
ecluda rume à classificação. 
H muito tempo não se via um 
time jogar em tanto determinnco de 
voneer como jogou o time de Antenio 
,Joúo, uo domtgo, pelo BELA VI TAO 
7., O Caça nem parecia uquele time que 
ganhou no Torrwlo Inicio, apútlco, s11m 
estrututu e cn os nervos u flor da pe 
lP. J;1 o Eugculo Penzo mostrou ontego. 
riu e j pode penar, jogando como o 
fez, ua classlflcuçiío para o segundo tur• 
no. Lógico que no e pode analizar v 
lime por um só jogo. Ern turrle de grn­ 
cu para o Eugnto Penzo? Nilo. O lime 
jogou consciente do que podt:'rlti fazer. 
O tlme todo leve bom desempenho, 
rnus deve-SE deslac1:11' a atunção de Or 
!ando, uuulando Pedrn; Juarez, um cen­ 
tro avante perlgotlo, com multa raça, e 
Bonlfaclo, um por:ta esquL•rdH, dlblodN· 
e com um tiro potentisslmo. Tudo dava 
certo pura o Eugenlo Pt>nzo ~ os jogu­ 
doros faziam por merecer. Nunca esmo­ 
receram l~ lulnrnm dCl principio ao fim. 
A determinação era marcar Pedro 
e cuidur das Investidas de LÊO. Orlando 
se encarregou de acompaubar o exceleute 
meio campo do CAÇA, que mesmo u11slm, 
bem marcado, uinda foi um monstro em 
campo, jogou com tanta raça, que no 
final recebeu cartão vermelho, junto 
com Bon!Iaclo. Nada do que, aprr-gonva 
Joslno aconteceu, o Caça entrou em 
campo com um goleiro reserva e se os 
antoniojoanenses chutassem mis a gol, 
no primeiro tempo poderia dilutnr o pla­ 
car. 
E•1ge11lo Penzo é um lime de téc­ 
nica e de garra topa qualquer parada e 
sabe muc!ar o jogo quando necessário. 
Orlando entrou com ordem de 
nrn,car Pedro, e explorar as extrema~. 
pl'inclpalmente a e;;qunda onde • BONI 
dtlitava e rolava. Passou todas por seu 
murcudor, sendo agurrudo, empurrado 1J 
no final, cansado, foi reclamr ao juiz E' 
recebeu o cartão yer!I!elho. Segundo o 
Sartu ele "usou palavras de baixo calão". 
Se assim o [ez, mereceu a expulsão. A 
defesa do Caça e Pet>l'a, se viu envolvi­ 
do pelv aguerrido ataque do Eug,rnio 
1-'Pnzo ,;endo obrigada. na maioria das 
vezes, u apelar para o jago violento. Fo! 
um jogão de bola, e agora, para o Caça 
e Pesca que falta jogar contra o Naulico 
e o Gremio União, ficou dlfioil passar 
uo segundo turno. Já o time de Antonio 
,Joã - , se conti.nuar jogando como jogou 
domingo, poderá se classificar tranqulln­ 
mente. Mostrou possuir uma defesa que 
marca sob pressão, um ataque que volta 
para ajudar a defesa e com dois pontas 
muito bons e o que é mais lmport~nte, 
<iemonstrou uma gurra incomum. Eles 
jogam para ganhar. 
OS GOLS 
D 
Ao ó minutos; Eoni!4cio, após 
participação de todo o ataque, paa 
pelo seu marcador e marca 1 x 0, A 
galem delira. 
Aos 8 1i.,!uut(,,;; O Cuçu, num contru 
atuquc, 1Jlrav{!1, de Léo empata u p:irtitln 
1xl 
Aos 18 miuutos: Orlando recebe 
curião UTTIHl"('IO: jogo viok11to. 
Jos '2(1: ,JUUl'0Z C!'UZri pUlll l:l Al"Cll, 
eutra de cbeça idney e u bola pasu 
Jouge do arco dn Alvaril. 
Aos 30: Orlando desarma Pedro, 
pusa por dois elementos, lança BON! 
que fuzila porn o nrco. a bola pau 
perto de Alvaro ... quase marca. 
rOfl 35: Peúru lança Viann, este 
pau prn Léo, dibl um e chuta para 
deft'::u de Vera (um bom goleiro). 
Aos 36: Wellngtou possa mal com 
Bonl, é um duelo de gigantes. Enquanto 
Isto, Léo deixa os defemwres do Antonio 
João malucos. O jogo está equilibrado. 
O melo campo de Antonio João conse­ 
gue paror Pedro. 
Aos 43: A defesa do Coça parou. 
Sidney entrou como quis, tranquilamente 
e raz 2x1 oara Eugenio Penzo. 
Aos 44: O Caça devolve: Vürnu 
chula violentamente. Excelente defesa 
de Vera. 
Aos 45: Novamente o Caça. Bom­ 
bu de Vh,na a bola bate na trave. 
2º TEMPO 
Aos 10 minutos, f3onifacio passa 
por Ribeiro, vence na corrida e chuta 
para o goL A bola bute na tmve. 
Aos 15 m: Vera sai mal do gol f' 
Léo empata u pa;:tida 2x2. 
Doe 20 aos 40 minutos a partida 
passou 11 ser dlsputa,fü,sima com lances 
de intensa emoção fazendo vibrar a tor­ 
cidu dos dois tlmes. Ribeiro recabe car­ 
tão nrnarelo e logo em seguido é a vf,z 
de oonifacio e Pedrc,: rPceberam cartã,J 
vermelho. O Plllpate não é um resultado 
justo, o Eugenio Penzo está jogando 
multo melhor. 
Aos 41 minutos, Sidney vai mar­ 
car e sofre falta: é Penalti. A torcida se 
Inflama, a gurízada corre para detrás 
do gol de Romualdo. O momento é de 
espect!ttiva. 
Xlrúzinho vai cobrur. Corre para 
a bola, tranquilamente, a é gol. Vence 
o Eugen!o Penzo: 3x'~- É ft,sta em An- 
E 
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Campo Grande 	MS. 
ti uirl João. 
,íOG(); r_; {.; PESCA 2x EUGENIO 
PENZO 3 
Juiz: arta ( com bo atuação, fa­ 
lhando apenas quande não deu cartão 
amarelo pera Dirceu que entrou sem !)O· 
l no jogador Sidney) 
Hendn: :i.330.00 { recotd do eampeonato) 
1.o Tem.po: C+ena e Peca 1x Euze­ 
nio Penzo 1 ( goJ,; dei H:iol e Sidney 
( Eugenlo Pnz.) e Viun (Caça e Pese) 
2.o Tempo: Cça e Pe-cu 2x Eugeuio 
Pezo 3 (g.Is de Léo pura o uça e 
Xiruzinho de penalti para o Eugenis 
Penzo ). 
QUADROS: 
Caça e PeJca: - Alvnrn ( Romualdo ) 
Weliugcon ( Ribeiro ), DircPu e )fagriça 
Pedro e Aifl'edo; Maricho, Juveu,1.I 
( Paulo Cesar) Iéo, Ubaldo e Víaaa. 
Eugenlo Ptinzo· - Vera. Odemar Rui, 
Celem Saúva, Erlemar e Vldal; <)rlnndo 
e Rubens; Xiruziobo, Sidney, Juarez, 
Honifaclo. 
OS ~IELHORES 
EUZENIO RENZO • Celr'rn. Edemar, 
Orlando, Sidney, ,Juarez e Bonifacio. 
CAÇ.- E PESCA: • Peuro, Léo, Dirceu 
~lagriça, Ubaldo e Marinho. 
Dr. José A tanasio Néto 
ADVOGADO 
Causas civeis, criminais e agrárias. 
Duque de Caxias, 
Jardim. MS, 
8í8, _ 1 
legando amlstos 
mente, em Bela Mi.t+ 
Paraguuy, no último de. 
mingo, o Clube Nattco 
empato cem o Pragua 
pela contaem de 1x I 
) Nautleo jogou eon 
Green, Atonto, Cr 
lhos, Lais Carl0. e 
Rocha [Vsquezk, Luz 
CIaudlo e Adélio [W 
aonJ; Du Silvu, Chií-,, 
C1banha e Sidronio (0 
breira]. O gol brasileiro 
foi marodo por Cnba 
uha. No próximo da! - 
go n Nr.utfeo C'-1 ·rú jo­ 
gado, As 133) horas 
c:oulr:1 o Clulw tl,•lnvl-­ 
Iene, !ando prossegui 
meoto o.o campeonu.t 1 
Dela vitense de Futebol 
lnovacões 
) 
poro o 
Jucems 
Após participarem 
1 
de reuniões Ia Junta 
Comerciul de São Pauln, 
onde receberam in,;tru­ 
çõrs n respeito da ex­ 
pedição d11 cRrteira de 
comerciante, r<:aliza,ar.1 
estágio parrt implantaç.ã.o 
e· desenvolvimeotr, de 
Iiscalizuçüo das ativida­ 
des de leilct!irl
1S públi­ 
cos, intérpretes e t:radu­ 
tores comerciais e f'un­ 
cionameoto de arrnazeos 
gerais, regrE-ssarnm a 
Campo Grande os men,­ 
bros da ,Junt>1 Come:·­ 
eia) de Mato Grosõo dil 
Sul, Cícero Claudino da 
Silva e Vivaldi de Oli­ 
VElra. 
A participaçã'.> <le 
ambos nas reuniõe& rea· 
lizadas em São Paulo 
foi bastante proveitoss 
e deverá trazer virias 
ioovações a serem im 
plantadas em Mato GrGs­ 
so do Sul. principalmen,­ 
te no que s0 n,fere a 
tdentíf:icação de comer· 
cintes, há muito tsmpo 
reivindicada pala classe. 
., 
,, 
I 
Economia'? Segurança'? 
. 
Alem de tudo o que está escrito acima, voce aiuda será Servido por MOTORISTAS Gabaritados 
Viaje de Ünibus ... 
C enfarto'? Tranquilidade'? 
0N/BUS= 
A iaãg Cruzeiro do Sul 
Renovou sua Frota para melhor AtendE'r os seus usuários. Linha para 35 Municípios de Nosso Estado 
Viagem Inteligente é com a Cruzeiro do Sul