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O Vl•n udo1· Nlvnldo r:le lllrros, da 
ARENA, protestou, em plemario, contra 
"a quulltteagio do movimento minortá. 
rio de nalguns profas ore como dos pro­ 
ft·H 01·r i do Bela fl. ta''. Sugundn o V'!· 
reudor, ó inconcebivel arrolar umn cla­ 
lll' Pnquuuto o rnovlm uto otnniJestlnH· 
menie provocado por quatro ou cinco 
professores municipais se uproveltaram 
de> sun lideranças diante de alunos lugO 
llU0fl, Cl'lllnQllll, pura fHZl➔l' umu mini 
passeuta. Disso alnda o v rPa<lor "que" a 
./ 
m•ltérla publicaria no Dii'u lo cln Serra, u.1 
qual o rlt-putud,i 'iorg10 Urnz :lflr•n4vH que 
pistolros tentaram i apdtu a reunião em 
nos± cidade, é um de»lavada e in!are 
10 >11llrg., COJ)firlnJ.r1n. jll']O Vll!'O<ldOL' 81JJI;)• 
<leblsf;',.Gctullu Lino. "Prnlestou. ulndfl'', 
o reluto em uta do aparte fefto pelo 
VP.rondor- lldofo111w· Pioh il'O uo verNtchl· 
Carlos Centurião quando protestava as 
m·ntiraa desairo ns assacadas contra o 
prpfelto nris pMnunctamento. YL•ilos pelo 
dc•putu<lo Serglo Cruz, quanclo ele diz1u 
O deputado Londres ~fochado, pre• 
D f 
sldent!! da ,Assr,mbléla LL'l!i.:Jativa. PIB· 
e inição SOi esta semana pos ado como GOVtll"OlldO!' do Estudo ln­ 
terinimíll.llB, . após n exonernçi.lo de 
Horl'y Amorim Co!1tn. em dir:curso pro• 
CAMPO GRI-NDE (do ce>rrespoo• nuncillclo na Assembléla reconheceu us 
dente) 'Tudo Indicu que esta semana dificl ludes que está encontrando para 
sltuéo de EIy de Arujo Barbos po- serenidade do momento politleo e pe: 
derá ser decidida pdo gorntno do E~t!i, cllu o emp1>11ho de lodo. pn1,1 a eonti 
do . .:./guarda . 
80 upenaA a p'."lsse tio i,e- nuhlude_ dos t1 ub,ilhod quo _vlnh.1m , en: 
nhor' ~lat·celo Mrnnda pura a deinlgo do reu!izudos até ugora. Disse Londres: 
do prefeitos dus áreas consideradas d 8 nestu vportnidude, este Bucal, onde 
segurunça nr:..cloonl. 1. quPdu de HtllTY os eruéntos L-eputados Estadums, com­ 
Atuorim Gostu provocou umn purulizuçüo pnn~elro,; de C.1~u e de lutai-, sem dls• 
o processo de escolha e ueima de tud 
I 
tlnçuo ae p:.1r1idos ou de grupos, com a 
uma mudança de entérios. Ates, o cá,' generosidade que lhes és peculir esco- 
·.·. 	Iheramme seu Presidente. propiciando 
dltJuto que reuniu miores psslbllidadvs ti • ,._ º . . • ,.. _ 
em lkla V;slu eru E,·llé.l-lio Miranda, asim a oportunidade deste evento, não 
gvr, já se cometo aqui na capita1, poderia rlelxar _J"llnals, de j)Ublico, de 
que Ely de Araujo, devido as suas liga: preHtnr-Jhe,; m~1~ uma vez ,1 mlnha l­ 
ÇÕt•t- eom O !.:!l'Upo Independente é u Que morred.omn gru llrlilo, t.Jlnto pelo gesto 
reúne mlures possibilidades. Ms não de carinho como pela cunfiunçu que ~: 
foi dt-scurladu a hlnótese de que Pe- mim sempre rlcpos1turam, e que eu, 
1 
• 
dro luu nlo intervirá no procr.;so de ciprca e mode,tumente. pNcuro retr,­ 
(>Scollm. devido uo premlo que recebeu; buir. Mas, passadas as horas de tempes­ 
Governu do Esradll (utravé, do pt>rlroF- tade, qunn,fo dos dmg,•nt-s o povo está 
slait Mnrcelo Mini). Assim, po- esperar calaria, as_attude .g?"", 
c!erllo !:!Urgi. nnvtis nll:.•rnu tivus para , josas. os gestos d:sprendidos, cu, IV ] n 
P;feitura Municipal de Bla Vtn, in. era Presidente de u dos poderes deste 
clm,lv.-•, coru a po,,,-ibilidar!P do lunçn- E. lll·10. e agora as-ur,o um ouiro, ea 
"mento "' outros nomes". qunto se processo a substituicáo esta 
iuul, só posso transmitir a toses os sul 
mnat0grossense o eu voto de jé e es­ 
p·rançu, de que, pus:ados esses difíceis 
·mom;-ntos, retotabelecido1< os princlpit1s 
in1<lilulclouais que os homens ctirig,'ntes 
que bú uma granrl di erenç
11 entre o ,fo. 
putado Sergio Cruz e o prefeito muntei. 
pal ,, Bela Vi ,t,:i, teto porque, aquele 
fora eleito por mflh t H ;Ji> vutos e e lt• 
fot•,, nom urlo por qu,,Jquer um. ·•O ve­ 
I'Pt.dor NIvaldo disse que o t
1mlaeut(1 Ge­ 
neral Ernesto Geiel, ex prendente da 
llepúhli ·a, u/ío qu·1lqncr urri, antes de 
tuJo é um cldadüo btot:dlell'ú de ulta 
putontt1. D! ·,e: ·'aluda ,1ue pnr ser· um 
preBldoul Imposto, é decorrente da fase 
rtivoluclo111lrlu que vlver.:rns." 
r. 
Nelson Derzi 
-ador 
u 
,(!O 
CR:I 23-882 - CPF .11.98.88.33·7.Si 
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su 1, l n d i f e r e n t e a o s oo­ 
m e s e s u e e s R õ e~ .marchar à 
coleremcnle para atinglr o destino que a história 
do llrn;II lh1· reservou Conclamo, pois, asslru 
corno jú o íiurn t1111e • no 1110 de promulguçilo ela 
no,:su Lei Magna, a todo para a serenidade, 
pnra o trabalho, para u ordem democrática, p•1~­ 
quc aciwa rlo; partds, das querelas e das opi­ 
niões prpq ini, de'<: prn'alt-ccr sunprc o 1:,:pirll0 
cívico tio put(ioti,mo vh·o e cada v~z muis atuan­ 
te. R, só s+in ereros grandes como todos 
t,8pcra111 <JUC ,cjamos", 
Arena • Jardinense 
se renovo 
A Arena, de Jardim, através de 
seus correligionilrios, entce os quais fi. 
gura a p,~,sou humaua de Alcldes Cava­ 
lheiro Flores. o apular Cidoca, e rene­ 
va através de pessoas de lições apren­ 
dldo.s dd um p-1ss1-1.do rec.:ente: '' A sltua­ 
çii.o polílic.:a de Jnrdiru, no momento, 
exige de seu povo um posicionamento 
reallstn perante 1,-:on'tecimeotos qu•J Im­ 
pedem o prog,esso e ..i harmonia do po­ 
vo jardlnense". Ci'.loca, mal:- uma vez, 
fula uo povo, através este jornal, lncl­ 
taudoo a colabor-ur, p.:ln trabalho, pela 
otdt>ru. visando concretizar anseios e 
metas que li:'vnr_ão a cidade de Jardim 
ao lugar de destaque que el& hem mere­ 
ce. •• . . hora é :l.e real1dades, às vezei. 
duus, mus realidades, qu8 devem ser 
encar idas com espírito pl1tt·iótico e otl• 
nista". Par Cidoca ··o momento exige. 
acimn ele tudo. p ,rtieipaçüo res~,onoãvel 
de todos aqueles que estão encarrega 4os 
de conduzir o deetinu du Cidade Caçula". 
- 
ESC 01,: ,DVOCACIA 1-EMPRESA JURIDl?A CYRIO .FALCAo-1 
P l 	1 
eausus 
au ,, ilbP.rto d« Cstelo Branco civis CYRIO FALCÃO 
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Cri in- 1 ,N O, 10 tfüAG, 
Cn1an, C1vü, • Cri 1.a~iF . Trnl,ulhi,t.us • Acom- 
1 
pinha prosso na Justiça de Carpo Graude 
Rua Z6 de posto, Si44 - FONE d33-1432 
tlití,i" 36 ,le .A.J-■l'<í • 7.• A:: ar • Sala 73 
Advocacia perante Tribunal d Jus- 
tia da Et do de Mato Gr«e:so do nl. 5nus­ 
encü» Oral; Elaboraz de Memoriais; A­ 
dvomacia Especializada; Cstatos Pernn­ 
t , co;-11 o, col g:::1. •• 
OI 
C,USAS ,iJVEIS 
l'f() .GI:ARlô - f1'"li "fÁRIOS 
P. C!U'.l'O 10 - 
ccraTõnIO -- Ia Ri '.Lo, 2774 Ctl j 
lefsne MJ-9: Campo Gr»nd MS ela V'isa 
( A Lad 
PeroR 
kua } de Ontubro 
da iratrs ) 
A baixo, trechos do 
pronunclumeoto de HA 
fto povo dP th!to Gros ·o 
do . ul: "Essa chegada 
6 emoclonutmente multo 
dif rentP de quantas ou­ 
truH, porque forçaA po­ 
deroSê!B se levantaram 
conduzindo o: !atos à 
verdades aparentes, e 
não Jotenclonals". 
"Não quC'ro e nãn 
d<>vo oPste momPnto dl­ 
flcll, fazer declaracõe11 e 
coml'ntArios. a única. at!­ 
tud '.! quP Pntenclo coeren­ 
te coru a mensagem que 
:-;empr~ levei e tenho lc· 
vado da fra tnnldade, de 
~upPrlor enfendlment<•. 
de forma a criar r111 con­ 
dições para p!"lsper!dadP­ 
e de:1env0Jvlmento do 
nossa comualdad9". 
"Por l,so mesmo, 
peço a todo1i os meus 
queridos amigos, e 11gra­ 
decendo r,sta acolhida 
que é decorrência" na­ 
tural daquilo que tem 
acoatecl<io, a simpatia, 
a generosidade do povo, 
peço a meus amigos nes­ 
tes momPntos dlflcel:!, 
que mantenhamos a nos­ 
sa E'erenidade a fim de 
que, dessa forma, primei­ 
ro de tudo, sejamos di­ 
gnos de nós mesmos e 
tenha.moR liempre presen­ 
tes as nossas obrigações, 
flS nossas responsablll­ 
dadet<, dfl juntos, com 
amor no coração, co­ 
trulr aqu!Jo que todos 
nós sol)barnos aqui para 
o noi:so Estado". 
f: verdade que com 
o coração magoado e a 
razão ofendida, chego 
desta vez a nossa querf­ 
õa capital, mas digo a 
todos, que a !uta nã'l 
terminou (aplausos). que 
ela há de continuar no 
entendimento de todoi>, 
com a força de todo11 
para que eja efetiva­ 
mente Mato G!'OS'!1o do 
Sul, o Estado modelo 
que desejllmos construi!, 
que està no coração, e 
que. por força de cir­ 
cunstância, neste mo­ 
mento, não habita, h­ 
mentavelment~ no cora­ 
ção dP aJgum,". 
Após estas declara­ 
çõ,1:1, o g<,vero.ador Har­ 
ry Amorim Costa, só dis­ 
se - e isto quando su­ 
biu !lo carro que o le • 
vou para sua residênel:i 
- que depois dessa "não 
vou dar no pé", eviden­ 
ola.ndo a posslbllldad~ 
dl'I continuar no Mato 
Gros;;o elo Sul, na lul: 
nolltl.ca ao lado de Le­ 
vy Dia: e do m&vfmento 
r:-no,udor.

17 l 
- !rabi% _d rr!"!D­ 
~:...;.,:;:.;;,::_;,;,;.;...----- 
'Tondo o prefelto Fernando de 
Freitas decldido colabornr com o 'frl, 
bun» l de contns do fü;tado ( 'rSE ) <1 n 
f'i'mur Municipal os quns estão, ll 
upenas, cumprindo d4spoitlvos dn Lel 
Oranlea dos Manleipios olleltando iu­ 
tot·v1•nçiLo no ll1111lelplo do ,l,ndllll, túl 
gesto teve mngnifia repereusão, fuzeI­ 
do com que regos e troianos upiau 
dissem o seu alcaide e estrunhase que0 
o governador Hrry Amorlt, em inde­ 
fensavel " rebolugio ", de três mese, 
continue procrastinando em tomur u nti­ 
tude que de S. Exna esporava. 
A utttudo do 01·. Fer11f1udo de Frei• 
tas é povlção correta, pols, em verdade 
no e pode !ll'rmllil' que o munlulplo 
nonllnuo à driva, em receber verbas 0 
flmmclomontos, Jsi;c tudo porque o llus• 
tro govornudor do Estndo, u pedldo, se­ 
gundo se comenta, do prefeito Prata, ele 
Maracaju, e do d·putndo Arl RIgo, e 
neguP n cump1·l•· um simples dlsposlllvo 
logal. 
Rnzllo, mullu razllo. tem o prefel• 
te, jarellnense quando escreveu: 
( ... ) " em defesn dos ~,rôprlo& 
interesses do l1uolclpto " . 
Contudo, julgo mos de Interesse 
lazer alauns rcpuros, data v(loa. em al· 
auns "
0
conslderando " do Sr. Prefeito 
transcritos em seu longo documento, 
publlcadc em o "Correio do Estado'', 
dia 05 do corrente. 
Na verrlude, n upresentuçllo de 
contat1, ao TCE, reforRntes nos anos de 
1975 e 1976 devia ter sido feita pelo ex­ 
prefeito Sr. Eraldo Silva, mas, como es- 
te não o fez, não h~ como possa o Dr. 
Fernando de Frettns se excusar da re­ 
ponsnbtlldade por elas, umn vez que 
S. Exa não tomou as provldênc.Jlus ln· 
dlcadas. como, por êxemplo. nomear u­ 
ma comi são para proceder uma rigoro- 
sa audltagem no. Prefollura, no receber 
o " espólio" que lhe couba arlmlnl!llrar. 
Essa é a razíio peln qual nilo a• 
creditamos defensnvel alegação do i­ 
lustre prefelo de Jardim. 
O Dr. Francisco A. anto e Silva 
patrono da Câmara Municipal, n. esse 
respeito escreveu: 
"Como bem demonstra o Relutó­ 
rlo do Tribunal d'3 Contn.s, ninda lmpe­ 
rnva, em Ul78, a llPgalldaul' contábil 
administrativa, em evidente desacordo 
com as normas de getülo Hnnnceiru 
l!oni-tante da lei orglloica e da lei lede­ 
rnl n!! 4 320 de 17 de marco de 1964. 
Desde a sua posse ocorrida em 
fevereiro de 1977, deveria o impetrante 
(Dr. l<"ernando) eapaclt'ir-se dE" sua obrl· 
gaçno legal de prestar contas. Findo o 
primeiro mas de sua gestuo, já se iniela­ 
va etõta obrigação, que, desde logo, 
deveria ser do ··seu conhecimento•· 
ião i,eria após dois anos de ges­ 
tl!.o e. só após o conheciml(nto do pare­ 
cer do Tribunal de Cc-ntn.s, que o impe­ 
trO:nte dE"verla procurar cumprir suas 
obrigações funcional. 
Nesse oficio, des~u!pa-tic o impe­ 
trante. allrmanco que não pre11tou contas 
da sua gest!io, porque não houve pres­ 
tação de contas dos exercícios anterio­ 
res, que eram da rei;iponsabllidade do 
prelsllo nntecessor. 
Sem dfivida, esta afirmação é uma 
1 
flccllo que uµarece npenns como umo 
deculdudna argumentação. A própria lel 
orgll11lc11 a!'l1it !Jllrll que u pre ·t,1çlo de 
ooutn11 r;e faca cm ruJaçfio a cuda exor· 
ciclo finau,:olro. 
Niío <·xlsltt nenhum dlzposlttvo 
kgul q110 lmneça o lmpetrnule de exer­ 
eer até o dia 31 de março de cadu uno 
n prentnçí<, de contHA do exrcíclo 
Ylirnncch·o do uno u n t e r l o r, 
ou d remeter o balancete mensal 
e documentos eompr batórlos. o 'l'rlbu­ 
nal ct
13 Co11t11e afio poderia Impedir que 
O fugitivo do Inferno Drnnco l Volume 
@réiísri»_icif@tio '9"%"" 
·EnololopMin Culturul 	vo'umes 
íllhlloteca de Contnbiliclude 3 vnlurnos 
Rt•lnçõe• IIumunnA e Psi~nlogfn Oerul ~e; volumes 
Enciclopédla de Pesqisas Atuais 4 volume8 
Mornl e Chlcn 	3 volumes 
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Banca do Odevar 
dn w 
o lmpetrant<· pr-e-. l:t ·, "° coo i: 
restio, de exercicfo, até o dia 31 d 
{arco de !077, a ma cbrtgyao d 
pr .' tor u conto.:; d 1976, que não foram 
prestades. 	ro 
lfastavu o lmpctrunl ,,:: ·enb<', •• 
se um pouco do prineíploi d gesto 
Jioancelru da ll 4 320, mormente no 
ca 
O 
do rnua<'Íplo de ,Jurc!lm. que J)Oo• 
i-ula lei de orçamento que estica re­ 
celta e fixa a despes para cada um do 
exercícios fluancc>lro& anuuL • 
(continua) 
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O mundo é pequeno: ele cabe Inteiro num grande jorual 
E chega todos os elas à sua cidade. Ou aauu <'asa,~se 
voce é um dos nost1os assinantes. 
O Estado de São Paulo, um jornul de opinião para 
leitores que • em o que dizer. 
Repre entante ne ta cidade 
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Fanta Limão Litro.' 
Seis copos 
dedicados àqueles 
que têm muita sede 
de Fanta Limão. 
Que gostoso 
que é refrescar 
a familia inteira 
com o sabor natural 
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A 
, 
1 ov S u 
, 
E 
Rodada 
Decisiva 
O D<>putado Hulwn Flgaelró, na 
lslo do Interior relatou favoravel­ 
mnrnt o projeto n" 171/7) de uut·ri# du 
Deputado iv.Ido Kruer. do Paraná, 
qut~ cl'lu condiçõ( puru o Í!, 
1II. Ffuau- 
clar 1_1 uquhilç/lo rl•• p1·oprl•·rlt1<'cs r□raf, 
de tó dois módulos, 
Em seu parecer. dIe Figueiró: 
"~ou fworflvrl. De fulo, 11 f:xaçiJo 
<ln homm no enampo deve constituir 
um das metas prioritária los Governo. 
A mxim de Franklin. decorridos 
aéouloii, ainda contlnun permaneoteml"nlo 
vâllcla "tH' nbandonnrmos os cumpPF, o 
que 1-11-'rfl dus c!darlt•A"' 
O melo eficiente, ou melhor - um 
deles, $ n struturaço de propriedade 
purn o tr11bolhador rum], nu fo1·ma pre• 
conlzn Ja pl'lo projeto. 
De minha pnne. uumenturla. os 
módulos para cinco para ampliar n ârru 
de acesso aos benefícios preconizados 
pelo projeto, Mns, fico como ele está 
pura nllo criar ob'.llâc11los legl !ativos à 
tmmlt!H,llln dn matê, la que f Pm elevado 
nlerrnre 1ooclol, pelo que congrnlnlo com 
; su autor Deputado Nlvaldo Kru~er pela 
·----~-----~-----'--~-----_:;; oportunlllnd~ e alcance da medida 
legl&latlva.'' 
Drputado Federal Ruben Figueiró 
íl 
E Harry Amorim Costa, o gaúcho 
que gosta <Je um bom churrasco ( é evi­ 
dente). de um bom pupo, dt:1 paluvrns 
lrancrts e direta!', foi demetido pel» Pre 
sidente Joüo Flguclredo, que t,;mbflm 
gostn. de um bom papo e de pulavrat> 
Irancui; e diretatl. O trabalho aos senu 
dores Canale, Pedrossian e Derzl surtiu 
efeito. Com esta, ficou provado que tres 
sent1dore'> valem muls do que uma de­ 
zena de deputados t> quarenta prefeitos. 
Como disse Itnllvio Coelho, t·K senudor 
e cacique do grupo Financial " foi ex­ 
tirpado um corpo estranho". Agora, va­ 
mos esperar ( corno espernmt•s meu 
Deus) u nomPaçilo ( sem ore a nomeação/ 
do prefeito de Campo Grande. Marcelo 
liranda, para o lugar que estfl sendo 
oeupaclo, intcrlnumente, por Londres 
Machado: a cadeira ( ou poltrona ) do 
gabineta maior do ERPE. a de Chefe do 
Executivo matr grosse-nsE'. O jogo de 
Xadrez prossegue. Com , ~ta m1rnobra 
l dos senadores ) os m ieípios de faixa 
de fronteira vão esperi:u· mais um pouao 
( eomo esperamos meu Deus ) para ver 
e que pé que fica problema (é um 
problena ) da substituição de seus pre: 
feitos. Enquanto Isto, o povo assiste d€ 
carnr.rote I contrt1 rt sua vontade ) ma- 
uob.111s e movimp, dos pollt!cos. 
Ficaria tudo rnai,; fácil •e ele - o povo • 
Pude,~~ opinar. Na escolhn de seu ~overnador e, 
em nosso caso, a ecolla do prefeito. Mas, 80• 
tnos obrigados u ~fperar (como erqeremo, meu 
Oeus) a propalada e de fundido abertura para, 
reta abertura, ser lncluidn os e1aiçõe• dirotns 
no• munlc[pios considerados aréns de sei;_uronça• 
uaclonnl. VPmos esp~ror tnmbem que o tio,·erno 
cio E•tudo equipare o~ solários d11s profesaoras 
municip!a aos da rede estadual, isto sem demo­ 
oginas e movimento• que - provado está • não 
levam a nndo, a não ser o publicidade negoli•n 
do mun!ciplo ,.. dt> pereonngens o)h,-!os o noesn 
realidade politica e Roolal como n político estn. 
dui1l, a do municipio está em compn .. o de c,pe• 
ra o<'Unrdando o definiçilo outra vez' de lidernn• 
ças, para em seguida' esas lideranças dellne rem 
rumos e caminhos a serem percorridos. E, Fran­ 
celino Pereira tinh·, rn.zào - que pois é este - nós 
aproveitamo para perguntar: que E,tudo é 
eHe • ou melhor. o <lle é que este povo - OA po­ 
lltico pretend~ru rea mente. Nó•, o povo, estamos 
esperando (como esperamos me Deus) nté quc 
alguem ou nlgun,n coi,o, digo ou aconteçu, para 
realmente lermos uma deflnl~ilo, Enquanto isto. 
vnmos ePperar, até quando? (P.P) 
Discurso pror u:v:iodo pelo 
Depu!ado Ruben Figueiró 
Em fio dfl ubrll, fui céu m Roera 
a cldade eterna um dos rlor.s valo. 
res da !ual geração d educadores de 
nosso País: Padre Jo-é Scampini. 
Natural da região de Mi]o, na 
ltállu, veio para o Ir sil em Hl30 e or­ 
denado :1,1cerdole dertJr/lu toda su·1 vida 
uo maglstétl'> e, dentro dele, à firma­ 
ção do mulcn· celltro de Easlno Superior 
de lnln:atlva partfilulur do centro-oeste 
bruAllelru: u FUC!1/ T - focuJcl:.irJt-!!! Uul• 
das Católicas de Mato Grosso, onde 
agregam centenas de rullhares dP. joVADB 
que residem no extremo oeste brallelro. 
Foi com seu idP1.11l,mw, sua pn• 
st:vcranç,1 nu pen-eguíçllo do grande o­ 
bjellvo da mldRúo t-11lel'llana qut! se llli • 
plautt-u a por ussim dizer, e Uolversldacle 
Cutóllca de lInto Gros~o. 
Morreu jovem, quando ulnda mul­ 
to se espernva de seu espirllo plonl'iro. 
Mas o que fez em vicia, justifica a adml· 
ração sobretudo das gerações mais 
moças que tinham nele um porarllgma, e 
dos ldeo!lsta1> de todas as idades, qui,, 
nllo obstante o passar doa anos, não 
envelheceram els nllo abandon1-1m seus 
Ideais, taIIibém o respeitavam pela obra 
que ajudou, Inclusive com sarrifício de 
sua saúde. a conE-trulr. 
O reconhecimento é a memória 
dn grntldfio. como 11firmou o grande 
parlamentar .José Bonifflclo. 
Ao reconhecer a obra do Padre 
José Scumpini, estou desta Tribuna e 
em r,omA c!e jovens idrnlistas de tod!lB 
ns idades de m1:u Eotado. munlftlstando 
a gratidão ao excPpcion:tl preledo cuja 
memória e!'torA Fempre pre!'ente em meu 
Estado de Mato Grosso do Sul e espe­ 
clalmentP em sua Capital • C. Grande. 
Hoje ter pros ·gul· 
monto o Campeon, .to 
Belavlstense de Fut bol, 
com O, p,-rlldll!'l AABl-t X 
Operário e Belafsten­ 
_,e x Bugt>nlo Penzo. P r 
bancários o time do 
EB. é um rodadu de­ 
vi-iva vlsamlo a cl1s if1- 
t:uçi'.l.o pa111 o 2 turno . 
A Mrroto. cllmluaró. am­ 
b11. 1H1 1-qulpe . O tlroe 
de Autouto Jo/o e o 0- 
perárie, mbo Jogando 
u sua segunda parLlda, 
enlrarllo t:ro tampo com 
o espírito, mn!s trrrnqullo. 
pois dPper11J m unfcumen• 
te de 1HHl próprlai; for. 
ça.s. O prhcelro jogo lnl­ 
clur - se. ó 13,30 hora 
(AABB x Operõrlo) e a 
purtl•!a de fundo (Beln­ 
vJAte:ise e Eugenia Pen­ 
zo) às 15,30 horas. Repe­ 
timo : pura a AA BH e o 
Bela vlstene ó a vlLórla 
interessa é v)stn oor es• 
te prisma, os dofs times 
prometem um grande 
esretáculo ao públlco 
que há prestigiar o He­ 
lavlet!lo 79. Vá ao Esta­ 
rllo, Torça paru o seu 
lime. Viva lliOIDenl<'B de 
emoção. 
Brasil não aceitará 
o preço do mercado 
livre 
Fique 
À 
AMA 
FIUAIS: 
do Lado 
Em 
do 
E 
Apolinário Máquinas Agrícolas 
mamhai, Bela Vista e Mondo • Novo 
E critórios de Ven'as: Antonio João, 
O ministro das Mlnatt 
e Energia, César Cala 
disse ao sub secretArio 
do Te,rnuro dos Estado 
Unidos, l<'red Bergsten, 
que o draE-Jl "n!l.o está 
comprando, não cowpra 
e jamais comprará'. pe 
tróleo no chamado roer 
cado livre internactoe11I. 
Segundo o ministro, 
Bergsten demonstrou 
grande interesse pelo 
programa energético do 
Brasil. Depois de uma 
entrevista com o secre­ 
tárlú-geral do Mlnlstl>rfo 
da Indu,trla e do Comér­ 
cio, o subsec!'etárlo do 
Tesouro Informou que 
seu país eatA interessado 
no . programa do álcool. 
Mais FORTE 
N 
Caracol, Aral Moreira. lgnatP-mi e Eldoraà.e 
• adeiras Serr das e 
Rua Santana do Paraiso, n.o l 
ar.} 
Forro, e ate es 
Benito Mato Grosso do Sul 
/

'['rihu:, rt 
I Frf 
eu+do o ex Senalor !ta!fio Co- 
lho, n que la de Hrry Amorim Co! ta <J •• 
,rreu, úle«ti·nt- de um 'pocre» '' 
rjetgo" do to Grosso do Sul a umn 
corpo estranho wle in erido. 
Ese corpo estranho, segundo )ta­ 
livio Coelho, não se trata apenas de 
Amo·ts Costa, mas tambétn de quase 
t 
O 
lo o eu secretut[ado; O ex • cn- dor 
dlsse tambem que Harry Amorim errou 
na uplicuç1o di recursos er prefeitura& 
·'Irre+ponve!s" administrativamente co­ 
mo Nlonque '! ,hHdlm. Par,, Italiv10 e 
Droeesou eperda RE rOMADi do 
Mato Grosso do Sul após a oaturnl re­ 
jelçüo de todos o corpos estranhos. E 
ll cotr1cldêncl1i mais l111port11ntl"' e agra­ 
dllvl'l pua til9, é qu,, essa retomado 
neonteceu justamente na mesma dita em 
qu o :1u to Grosso do Sul comemorou a 
+mdu de Corumb, ma Guerra do Pa­ 
ruguui, a 13 de junho de 194. 
MU
D :~QAS 	publlcttáriu, é só procurar o departn- 
• • 	m·ento comercial do jornal. Palar com o 
A dlreçüo desse jornal está entu- ilvaro ou nu própria Redaçúo, com o 
bulando contatos com empretiu dP Silo Ivaldo. 
Paulo, ligada ao rumo Je máquinas grá- 
llcus, visando aprimorar o equipamento ' PREFEITO 
que anda "deilgushulo". Como a menta· Com a mudança do noveroador o 
Udade dos "donos do Jornal" é de pro• . a!>sunto sucessão municipal foi pronoga­ 
gres1c10 e dloumlt;ID0, espernmoA para do; vamos esperar a nomeação do novo 
breve algumas mudanças no uspecto governdor que tudo indica será o 
grálluo da nossa TF. . O Redator-Chefe, atual prefeito de Campo Crande. senhor 
jornalista Ivalclo Perem1. irá nu próxima ~larcelo Mirnndn. AI então, a cúpula es· 
semana à. capital do grande Ebtado P
11
• t!Olherá o prefeito de Bela Vista. 
ra verlticar o preço de novos equipa• 
mentos, isto com relação ao Jornal. AlNDA CONTINUA 
EDIÇÃO ESPECIAL 
A edlQii.0 de 20 de Julho próximo 
será em homenagem ao niversrio de 
Bela Vista. já conversamos com o ilur• 
oiano, lá em Campo Grande, e vamos 
edita-lo em "lt sett". Os Comerohrntes 
que desejarem inserir sua mensagem 
- Suites - nparmmentos -- quartos - u 
o?Ondlciooado e telefone& - o melbor hotel 
da regiao. 
dirigid<l por Nelcy lllendonça Ximenes 
e Doracy Mendonça Silveira 
Hotel Aquidauana Palace 
sinônimo de requinte e bom go,to 
Rua: Manoel Paes de Barros - 904 
PPX. 1277- 1687 
Aquldauano MS. 
Continuam os estudos, na área fe· 
dernl, dos nome de E! de Araujo Bar­ 
bc.sa e Eviláslo Miranda, para uceder 
o atual prefeiio de Bela Vista, Ruben de 
CastrCI Pinto. Após os últimos aconteci­ 
mentos, ficou pateute que haverá des­ 
dobramentos polltlcos, ou seia, poderá 
surgir novu alternativa na escolha do 
prefeito. Comenta-se que Sidney Mascare• 
uhas está coJado pura entrar ''como 
alternutlvu". E uma excelente alternatl· 
vu ... 
"POLOS DE DESENVOLVlMENTO" 
Mudou o Governo ... mudará o go­ 
Vdrnador ... mudará tambem o i-istema. 
Com Isto 1 tul história de polos regionais 
de desenvolvimento vai por água abatxo. 
Vamos fort9.Jecer todos os municípios. 
Nada de centrallza.çiío, a P.lllltlca modero& 
pede DESCENTRALIZAÇÃO. O novo go• 
vernador (Marcelo ~kanda)? deverá 
começar o SfU governo com 11 reintegra• 
ção das CIRETRANS. aô.a. de mudar. 
Aprimorar sim, mudar não .. Iniciaremos 
a luta. 
Ex- Gov. Harry Amorim 
BELA VISTA 
Uma verdadeira explosão de pro• 
greso assola a nossa querida Bela Vh,ta, 
uovos buncoA, novas empresas, constru­ 
ções, rlesenvol,;imento do esporte (e, 
que desenvolvimento) d, acima de tudo, 
muita tranquilidade política. Sem dt'ID'l· 
{!üglu, srm ufaoismos, sem mentiras. •. é 
u hora e a vez da Princesa do Apa. 
EXPOSIÇÃO 
No próximo mês, dia 17, Iniciar.se 
ó. a 81! EXPOBEL, o maior aconteeimento 
Agropecuârio da região. Tudo indica que 
t-'ste ano a EXPOBEL será palco de gran• 
des uegócios e de variadas atraQões. 
Não i.e eRqueça: visltt' BELA VIST ,. em 
JULHO e sinta o pulsar do gigante que 
despertou. 
Pureza e Sabor ... 
Café Real 
_ • O cl¼fé que convida à segunda 
xicará envusado eletronicamente 
à vácuo para -perfeita presPrvação 
do produto. 
-Café Real­ 
Carlos 'ugul 
Torrefação e Moagem 
Rua: Leonardo de Mattos, 771 Tel. 1442 
Aquldauana Mato Grosso do Sul 
Governo 
dá assis- 
tência o 
Nio que 
.' p,1 lir  O C••::ré­ 
lo , situado ntte o Es. 
ti.1 O ti u Pl' •fellllil d• 
Nfosque, este munulcipio 
potl •r fi liqulcln r tu<l J: (1 
débitos referenlv» ao 
pessoal alem de !·dr­ 
nlzur todo o S'll bt le>rriu 
l118Utuclonal. implunt:1(10 
LO municll'.JI0 i;l ... teo,, 
de Pl:rnl'j..iniento, Flnan• 
ças e Administração, o­ 
bsrvundo • recumen­ 
dações da Secretaria de 
Planejamento e Coorde­ 
naçú•J Geral cio E ·tudc. 
O convênio assinauo 
pdo ex-governador Hur• 
ry Amorim e o prefeito 
ltevir Alencar, sob a 
lntervenlênclu do secre 
tárlo ,Jardel de Paula. 
du Sepl11n-:18, tem o vu· 
lor de GUO mtl cruzPiros 
importflncla oriuod1:.1 do 
Fundo Estadual de A • 
slstêncla Frnaocelrn 
(Funda!), de acordo com 
a Exposloão de Mo• 
ttvos fpfta pelo titular 
<la Secretaria rte Plane· 
jameoto e devidamente 
autorizado pelo Gover 
nador. 
Segundo o coovêclo 
caberá ao Estado pres· 
tar assistencta técptca à 
Prefeitura Municipal d
1
!d· 
tin,ldU à. modernlzaQãO 
lnstituclooal; de !DOdO u 
alcanc;ar melbor eflclen­ 
cla e eficácia em êUU
8 
a.ções, tendo, por ~nlo· 
que principal a !mplaD· 
tação dos Sistemas u 
icipals da Planejareu 
to finanças e Admlnls· 
trnção e o treiaameuto 
dos respectivos recursos 
huD111nos técn!cGs, 11Iérn 
rle ajust11r c o ro 
11 
Prefeitura o orçaroe~to 
do exercício de 19
19
• 
visando a aleenç 
o equilibrío fínancelr
0 
dentro das efetivas p~f• 
sibilidadez de realizsçà° 
da receito municipal. 
Por sua vez, cabera 
à Prefeitura· dl" Níoaque 
liquidar os débitos co_!Xl 
o peJsoal cclocar à di 
• d pes- 
posiÇ-ãO do Esta o • . 
soal para efetivar ll" 
Inovações e todo 0 acer­ 
vo documental da Pre 
f P.itura necessário P1g~ 
realização do traba n· 
estabeh-cldo no co 
venlo. 
ar condicionado 
Churrascaria Redizia pratos à la carte 
feijoadas aos sábados 
e a tes e festas em era

i 
1 
1 
1 
1 
17 
Sot0lít J 
e]leões de terra, em Geral - pr 
ntifleaçio - Desmembramentos de Are 
l,o!tRD1
1mto , Nivul111 cntor1, crn1·v:!H • ,Jr
1 
n1VLI, ü( •. 
Grande experlenin no rama de topografia e 
ratifiva;+e. ri,@'_xrcu!ado« de eordo com 
s «xi@netas do INCHA o (únleo seritrio qu 
eonta com ( rol ) trimenores formados para 
orantir previ«do n ervto executados, E lei. 
bre,se enhorrs propretstinos, na Arlul v,e 
o contata inerte«diria. 
Na /!Jrlsul 6 nornn!la ri P, c.J,flo 
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e!(• Jill!lf> pi-i'ixlnw, p il •<· .·1, nxirn· l,.,,ç • t in I t:ão I - 
rapldamente a terra, ·m torno de tum @q tar ua aul to- 
quilometro por dl, mn.o, s medil a mla no próxi- 
np1 •JXI .11çi11, r, l-!l'llv lvc (' <•  z ,r· i 	,J(. l l,l,, 
Iu velocidade, 	cone!to 
() ~[1',l('lffivn 1) lt(,l('I lcnr O, f ngunrJo O 
1
111 t•llJIJ 
lformuçõs, terá nos1bila'e de e»f de Segurança 'lona 
rio Br:•tsll, H<• eo11t:-~t!I> riu qu•• 3
1c' :•Ylmw· qu criir1 1,ub1.11Plf(u à 
vu que• a quo,!a ro, ,, no Acun» Paeii~. tpr ciso io re iler­ 
co. reino de probabilidade seria uma Juüo !atista Figuel 
f11ixn d 170 qutloru, lt.0 de Ja•rrura . 1t!do. O r t»bckelmento 
poclerlu atlugll' ó.r· t- dc.,n unente povo. da autonomf politler 
d!w, como u cidade de Rio d. Janeiro, desse n;uuicípio foi b­ 
Sfi() Paulo ou Mutc, Oro .. 
0 
do :ui. 0 
j lo tl detlh dos e ·tu­ 
looal mHl8 pro'lívd i,erin r cirlurlo pau- dor e o parecer foi fa. 
llstn de !-3auru. Oi·, JnI6rlo ,tiudu diz qun vor(1vcl. P,11'11 1kb Vi1,ta 
1~ pruvlP/lo do Iucul <ll' quc•du pratl@. 3a noticia taz alegria 
ITil'Dll' lmpos~ívíll. bÔmoulP pt l'ml:Jnctn-~11 • Isfação, pol wqui, 
oonbecô-lo 2ü mia. unt,.
8 ri. lJUt'<lit. cofr onde o prefeito e nomva­ 
nero nele eont ndo 200 mil qullo.1 cio, o puvo pPrman<:l'e u 
ro I iu 81HII'!DD P=-ll'.l[~O. prínclp· lml'll ll' mar g, ni <lí gr~lUf1('?., rl I'• 
pelo espetucular lmp•zcto. 	clt;ões politlcaF>, uma 
delus escolha do pre. 
feito. Com essa roPdlda, 
o presidente João Fl· 
guí.:lr·r-do, mau uma ,·ez. 
atende u rtlvlnuicucilo 
do povo bl'asilelro. É o 
proce, ·o de abertura 
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!1•11• f lu!;I íJro 
G m:ntido 
el + MS 
Beln  i.rn, (nuc:al) 
SemeSLrol 
Drmni~ MuuicípiOF 
Número do dia 
úmerM 1.:.tr fado~ 
da Fron,teira 
( 1 Ul!'! 10 11 ':.HJV7l.) 
(' : ,li• IJ 1.;>11J~(,<i/Ot>Ul 9ü 
ln,e. l'.•t. 130:/)2.11.! 
Diretora.Mria Estela V.Pereira 
Departamento Comercl J • ,!varo P reira 
Hedaslo Administração e Oficinas. llu 
Duque de Caxias / kela Vi M x. P. 23 
ru LICIDJ DE 
l.u p ,:i1m 70,00 por cm de eolunn 
lri 1:: J JJi111 GO,/ltJ por cm rle coluna 
PA. ias Inter« 30,00 por cru de coluna 
AS!51NAT llA 
CrS 500,00 
400,00 
C::rS 700,00 
4,00 
5.00 
Pundad')r e Diretor fesponsavel 
lviddo Pt•relru 
• LIDA 
Otica Cientifica óculos jóias, relógios 
presentes e troféus Esportivos 
Au • $ çf s Ótica do eJegantes da 
Capital e Região 
Rua 14 de Julho, 2.014 '_'ampo Grande Mato Grosso tio Sul 
~"! 
EM RITMO DE CAPITAL. 
Criou uma seção de Confecção rápida para os moradores das cidades Satélites. 
Vor:ÍJ vai atender seus Problemas do Município, ou Negócios. J.B. Entrlll]a sua 
Roupa sob Medida no mesmo dia. - Chega pela manhã, à tarde volta com sua Roupa 
Sob Medida. 
Tradição e Garantia nos Tecidos que usa,consagrada 
pela P
7
squisa Pública desde 1957 
RUA 14 DE JULHO, 2.104 CAMPO GRANDE 
FCl E 624--3932 MATO GROSSO DO SUL 
..Jar • 
.. 54 
e Cí2xias Ce1lro 
Mato Grosso de Slll

MURTI 
PARTIU OCO, 010 
PARA PORTO 
o 
O Progre RO • Trlh11n11 na turdinhu 
de ontem desfilou pela Marcelino P!re 
us 13) totladas de toup, gêneros all­ 
mentlcloH, 111edlc11mP1,loH H um11 lnflnl·lu­ 
de outt•op <,bjeto ... quo e omprdos de 
veriam ohcgut· a CllbH ,te IO mllhõ ·s <10 
cruzeiros, acondicionados em dez cml­ 
nhóes, posto a dl-posição paru o truus­ 
porte. 
O qu,1 r, t levndo puru os refugla- 
dos umu provn de mor inconfundrvel 
do povo douradense, 0 trabalho árduo 
ms, de prolando grndo Intimo, prlncl• 
plllmente, ci<>H humtlçlt•R qul nüo tllu· 
biaram em oferecer aquilo que temos 
oerh•Ztl em multo lhe!! AMl
1
1 vn fallnndo. 
muK, no penimtnPnlo dt~ nuxlllar o trrofil' 
murtlnheuseEt, deu nté o que n/111 podia. 
como forma de amor pelos necessltdo. 
Dourados e Porto Murtinho hoje 
esto ligados por laços de amor tnsepu• 
ráYels. Nosasos lrmllos, Jamuls lt·üo su­ 
cumbir se ,ieponder do dadivoso povo 
d• nossa reglllo. 
Nesta tarara rle auxilio todos se 
deE'tacam: eja a Radio Club9 que lni• 
elou .e que ficou também até o fim, oo­ 
mo todos os clubes de serviços, os mls• 
sloné.rlos de trabalho anônimo como 
Caetano, do Pastor Getro, da Policia 
Mllltar, do Corpo de bombeiros e de um 
of'm número de outras entldadeK que 
nlio medlram esforços no uuxlll11 no 
llagelado murllnhe11so. 
• 
A Redaçõo da TF, é um do◄poucos lu• 
gares, em Deh Visto, onde se trata de polh!cn, 
de eportes e eventualmente, da vida dos polltl· 
co,. Aqui, a qualquer horo, o bom bate papo re­ 
cebe sempre boas vindos. 1 última •Pxtn- feiro, 
e•tcve conosco o vcrenilor 'lvoldo de Barros, o 
vereador mnls ntunnte a nl•el polltlco e oplnati• 
oro· Traduzindo: o Nivaldo é um dos poucos que 
falam e t-scrcvem e assina o que cscr,wo. t um 
homem de posições. llli muita gente que fala 
fala o fala, ma■quando se trata de pnunr parn ~ 
papel, aí a hist6ri11 é outu. Fogem do jornal co· 
mo o diabo foge da cruz. Voltando no Nivnldo. 
Ele perguntou: 
- Onde flcarllo, ngorn, os homens (polltlco.) 
acm cadelra1 
- Sem cadeira? 
. - Sim, cadeira■, ou sej", po,ições definidas. 
Part1dãrloP. 
- E.-q,lique, nobre ,•ereador. 
- Olha, negóclo seguinte: Algumas lideran· 
tta polltlca• ora ui encontram no grupo de Pe­ 
dtoulan, ora no de Harry ou Levy, ora no de 
Canale; ore. no de Frng.clli; ora no de Bnrem, oro 
no dele, mesmo, que ll o nmos esperar pra ver 
como é q_uc fica (•empre cm cima do muro). E 
agora, onde é que flenrüo, no de Mor('elo? 
bto, conforme diz o Nivaldo, é que faz 
Bcln Vistn •er n terra dn incógnito e do imprevi­ 
slvel. E com ele ainda a perguarn: 
Os supostos enndidnto~ n prefeito ele nos• 
sa cidade nindn trrllo vez'! 
Alfobeli,"oçáo Funcional o Educação Integrado 
Autodidatismo o Orientacão Profissional o Treinamento 
Profissional Colocação de Mão de Obra o Educação 
Comunitaria para o Trabalho o Educação Comunitária 
Para a. Soude o ProgrJm.l Cultural o Ação Comunitario 
Esport:! Põlr::t Todos 
Apóie o Mobrnl de sua cidade 
.... -.-..- 
O sonha tornou-se Realidade 
_.,.._ em Bela Vista, Existe uma Churrascaria onde VOl·ê ood.,rá levar sua 
Hpe11a, seus filhos, seus aratgos e sentir-se reulmeute em sua própria cusa 
MEU 
Aquele algo 
RODIZIO CO PLE 
Rna Duque de (·xi (Ao Ido do Ginasio Estdual ) Bela Vista !lS 
mais em Churrascaria 
Min iro, de Uberba, I) anos. e genhe. 
ro Mare lo Miranu Soares exerce utuslete + 
lunão de prefeito de Campo Grande. P'sl de 4 
filbo . Puto Eduardo, Paulo Henttque, .n. ei. 
li e A C;'stina -- evado com s Sra. Anti 
'r Cançeto oars (arit) vis pua o sul 
do to iroso .- hoje Mato d,os o do ul e 
196, quando fol nome:do pelo entl gc rnt t 
Pedrosan mo chefa do stor 'T'écnteo da ? Re. 
l!!rei d» DERMAT, em Três L cus. S cartel 
ra no DEMAT ti pida e j 199 I era 
chef r.a H1 g!on:,i ui. No auu :• guíntl·. fui 1:oa, .i 
do direto:-presidente do Centras E!éttlcs Mtgr 
sene e um uno depois ussumtu u prei'ên Ia o 
pERMA'T, A no governo d· Jose Irg AII, Iic/o 
ou dreção do órgão ut 1074. Darnte o governo 
de Jor;(> Greia Neto foi túo P• 1't1tgulrlo poitU<: I· 
mente que cubou sendo obrigado der:tir-se do 
ó1ão e em 1977, com pio do ex-fito L y 
Dias e ex governador Pedro Prudroslan, elegeu-se 
prefeito d umpo Grande. 
É um dos poucos remanescentes da la 
''lndepender:tt:" da Arena, liderudu por Pedro-ln 
e que está ainda "esfacelada, mts com tendépds 
de reagrup&.mento. Como bom mineiro, const•gulu 
convlvn coro o governador ,Jo,t'1 r'ragelll, líd1,r a 
ala "Ortodoxa" mas não teve o mei:mo RuceF .·, 
no governo de Garci,1 Neto e por Is o acabu 
d~mitlndo-se das funçõeR de eng@helro do DER· 
MAT. Agora, conseguiu cousenso das duas alas 
políticas mais fortes ao obter apoio dos três ena­ 
nadores arenlPtas do Mato Gror,1-0 do Sul e por 
fpso 1rnu nome foi indicado para suceder Harry 
Amorim Costa. 
co 
Hoje, dhndo coot1nuldade ao Be­ 
lavlstilo 79, jogarão no "Octávio Fontou 
ra" ª" equipes do Relavlstense x Euge· 
nlo Peozo e AABB e Operario. O time 
dos buncárlos empatou com o Vila Nova 
l! perdeu para o 1º de lIaio e precisa da 
vitória para pensar na classificação pare 
º. i,egundo turno. Será uma partida dlfi· 
cil, pois o Optlrárlo, que até ag()rA. jogou 
apenne contra o Vlla Nova, empatando, 
c,ferecerá re,;;ietencla ao cime de Guego 
contando com o entu~lasmo de seus jo­ 
vem; defensores. Nilo acreditamos na vi- 
tória do Operário. . 
Nilo queremos dize!.' com isto que 
o seu time não posst:i condições de 
ven.cer e até mesmo se clatoslficar, acon­ 
tece que o banco PRECISA da vitória. 
Jogará para Isto. Será uma partida difí­ 
cil, vista pelo .,prisma do vencedor asse­ 
gurar sua classificação. Explicamc,s: A. 
AABB vencendo, ficará com 3 pontos 
ganhos e Jogará 11. sua última partida 
contra o Sessenta. Na hipótese de per­ 
der. será dascbssilic11da. Venct!ndo po­ 
derá. ainda ter esperanças, dependendo 
do resultado dos Jogos do próprio Ope­ 
r4rfo e do Vila Nova. Para nós, Sessenta 
e 1- de olmo, sao os dois times, pratiea­ 
mente clnssltlcados, pois o timé de Ca• 
raccl possui quadro paru vencer uma 
das suas duas últimas partidas (contra o 
Vila e o Operario). A terceira vaga fia­ 
ra entre a AARR, dependendo do resul. 
t~do de amanbil, Operario (se venaer, 
ftcar~ tudo ma.Is fácil) e o Vila Nova, 
que Jogará sua classificação contra o 1% 
de M:io. Esta difícil esta chve. No to­ 
cante uo Belavistense, que boje enfrenta 
o Eugenio Penzo, ele tambem precisa. do. 
vitória. So perder, vai descan11ar O 88• 
gundo turno. Joga_rá a sua próxima par­ 
tldli <:ontra o Un.lao. Vencendo hoje po 
der se classificar. O Eugenio Pénzo. 
:1udi1 ~ u:na Incógnita. Vamos ver couo 
quP Hca após os jogos de boje. 
O miolstro Petrônio 
Portella estará levando. 
segunda !Pira, ao pre. l· 
dente João Baptlsta FI· 
gueiredo o projeto de 
anistia, que não lJavl.i. 
redlglôo, mas cuja tio· 
tJoração não lhe tomará 
mais do que 30 minuto­ 
No despacho com o che­ 
fe do governo. Petrõnlo 
recebeu as diretrizes 
llnalíssimai,, da matérlD, 
sobre a qual. a partir de 
agora, lnexhit;!ID dúvidas 
ou intflrrogacões. se:rfi 
um projPto curto, norma 
tlvo e segundo acentuou 
o senador pelo Piauí. O 
mais abrangente possive 
beneficiando a quanto 
foram punidos pela Re 
volução. desde ü4 exce 
ção aos que cometeTarn 
os chnmados crimes de 
saague - a.sPaltos, se 
qüestros, assassiustos 
atos de terrorismo - 
mesmo sob motivaçl 
política. Em cadn ml01
5 
térlo. couform~ já se 
encontra definido, serão 
criadas comissões e5Pf 
cials destln!idu.S a exu 
nar, a pedido, a relote· 
gração de funclonãrf0!
1 
áfestados ou aposentado° 
compulsorlameute.

T+ 
1 D 
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qu· a utiiu! da Ar en­ 
tirl'l ao llt>-..rt. ,. o clda· 
dao braileiro Ftvto 
Koutzzl, é um exemplo 
po lflvo 110 ín t'lol" em 
que. a!Pud ndo ju lo 
anelos dus mal diferen­ 
ti camuda +reiais do 
Ira.il se anuncia 
grande medida pacifica­ 
dora de no su socJedade: 
u ,nlst1n. 
O p trl, mentar ar­ 
gumentou qUP o ru o un 
brafi!le!ro FJ(lvlo Kuulzzl 
evldenri, ''claran ente ,1 
necessldnde da urgente 
institucionalização da 
anistia pois, purudoxnal­ 
mc-nte, o cldndtlo nnlFtlJJ• 
do nri Argentma nllo po­ 
de voltar uo Bru!lll. ondn 
ter!a q111> cumprir pt>ua 
po):li<'a de quatro cnn ... 
de rl ão. Por l11so vfajn 
pura a Europa. 
O deput.ido J ollo 
~fenezes (i1DM-PA) afir­ 
mou que há, <lentro do 
próprio Governo, um pe-• 
queno grupo do COIT'!líl• 
do que conllpira para 
sua manutenção n( Po­ 
der. razão pela qual o 
projeto de redemorratl­ 
zação do País eo!reut'l 
dificuldades. 
A nall1:1ando revela­ 
ções feitas noa livros 
dos G:!nnals Olín:plc: 
Muurão e Hugo de Abreu 
e dn senador Lniz 'llano, 
o parlaaentar colocou 
os fatos reg:strados no11 
últimos 3.oos como sin­ 
tomas da que há fissurs 
dentro do Governo: o 
epJi,ódlo mais recec!e 
envolvendo o 1;,ena<lor 
Jarbus Passarinho e a 
assessoria de impreni:a 
rJo Palácio do Placaltn, 
o próprio teor do pro. 
nuoclamento do senador 
paraense admitindo ris• 
cos de um ret10cesi;:o 
politico e o fortalecim<>o­ 
to do braço da direi te,; 
o Impedimento da CP! 
sobre CR casos ds iortu­ 
res; proibição s mani - 
festações P"Iitlcas d<' 
militares da r-eserva; a 
preterição de generuls 
qualificados para promo­ 
ção; o remanajamento 
dos comandos militares: 
u demissão do Genera 1 
Sylvio Frota do cargo de 
:Uuistro do Exército f' 
do Genernl Edna.rdo 
D'Ávila do comando do 
I Exército, etc.

E 
r
., 
• (1 
O jovem poHtlco j1udlru nBl', ex 
ondlduto a prelélto, Ernando Martlus 
B1trboea, em con<•Apond<· ola 1.uv!udu 1H> 
deputado Federal t.,0IH1 S<•hlmlut, dl:t. de 
un Ida a Campo Grande para muuter 
conlalo!I com o mesmo pra tratar de 
peeun 11 rdei·enles n .Jnrdlm. Segundo 
Ernando, "querln oonve!'Bnr como o eml· 
nente parlum1•nlar n respPlto cio situação 
de nossa esquech.111 ,Ja1·cllru". Diz Barboe11 
''Jardim hl multo v m i,eudo considera­ 
da pelo 11eu poslcl(lnamento geogrA!ico 
eetratéglno o crntrullzcu.lor, pelo seu pro­ 
g1'('tltlO, como o f:lturo polo de desenvol­ 
vimento desta regilo de nosso Estado. 
Acontece que, Justamente a({oro, quando 
o Oovorno estã prt>tendendo Instalar o 
polos de deHcnvulvlmeuto nut1 cldade11 
po lcionudrt • pnra tal, surgem as lutas 
das forças políticas daqui e aall (nalu• 
rnls) querendo tirar-nos e#se privilégio, 
comenta-se que será instalada uqul, só­ 
mente uma Uf{<lnci11 dt1 :::ecretarlu de 
Recursos Humano, e, oilo wals um polo 
de desenvolvinento. L, a realidade é que, 
ató o momento não houve nadu de con­ 
ereto nesse entldo, são apenas especu­ 
lucõeti de ba!llldores QU polltlcoti. Tudo 
está como dantes, na estoa zero. NÓ8, 
j11rdlnenset1, contamcs com o lrreetrlto 
upolo de V. Excla, para 11 conoretlzaçlío 
Colncldlnbo com a data comemora­ 
tiva da Retomada de Corumbá, ocorrido 
tambem {a 13 de junho, (13/6) foi 
promulgada a Constltuiç!lo rlo Et>lado de 
Mo.to Grosso do Sul. O Teatro Glauce 
Roeha foi pequeno para acolher o gran­ 
de número de autorid~des e represen­ 
tantes oi vis e mllltm·es que prestigiaram 
o pcontaclmento. O ato histórico teve 
inicio àR 8:30 lwrut1. com n banrln rla 
Policia Milltur executo ado o Hio acio­ 
nal. Em seguida o presidente da Assl'm• 
bléia Constituinte rio Estudo, Londres 
:dachado, deu por aberta oficlnlmPnte a 
senão solene: Foi feita n leitura dn 
Cartu Magna de Mato Grosso do Sul, 
seguindo.se a promulgoçfio pelo presi­ 
dente da constitulute. Nesse momento 
Londres Machado declnl'OU em pleno vi­ 
gor a Constltulçllo do Estado. 
PRO UNCIAMENTOS 
DEPUTADO VALDOMIRO GONCALVES 
trabalhos tnlnterruptos, tomados de 
amor, de Idealismo e da mais profur.da 
reepon~nbllldade, vem a lume uma curtt1. 
que, 1H' n!ío é perfeita. reveste-se de 
uma fldelldude Incontestável ao pensll­ 
mento e anseios do nos+o povo" 
SERGIO CRUZ 
"',o depois de clr;co meses de 
de&la no a asplraçllo. Apó 11 queda de 
Harry Amorim, a idtlu de ct.'ntrulizuçúo 
através de pólos rei;rlonal1 dP. desenvol• 
vlmento, não ·erO. mais coloc da em p n­ 
tlca. O que haveró., agora, será o ds 'n­ 
volvimento harmonioso de todus os co­ 
munas e uma Descentrallznção. 1'~mo 
absoluta CAl'lE'ZU de que Jardim oüo 11 rá 
esquecida pelos nossos maiores, ma8, 
respelto do polo, ficou patentP que mu­ 
duá a política do Governo. O que cou­ 
oordamos plenamente. Momos lavorávels 
ao desonvolvtm~nto HarmooioB" de todas 
as ctdudes do OESTE (ex sudoei;te mrv 
togrossenee ). • 
RAMEZ TEBET 
«Proclamamos com orgulho: foi 
um trabalho que se fez com fé e esperan­ 
ça, com respeito lei fundamental da 
República, mas elaborado com a allivt'!z 
doe que não trnnelgem com o dever e 
com a iodepeodêncin, dos que n!ío se 
curv11m perant~ o Poder. Nilo nos otnlti• 
mos iunto às baaes polítlcafl que susten­ 
ta::n o nosso mandato. Reclamamos a 
colabornção de todoR na 1ngente e gran 
diosa tar<:>fo. da elabvracfi.o dl Lei, fonte 
doe poderes do ERtado», 11crescentnu 
Disse Ramez, que «submeto-no 
à uma grat1Uc2nte pMvacão». refel'lnt!o 
se à procura de um equilíbrio na íntran· 
i:.lgência cívica de cada um doe compo­ 
n~ntes da Constituinte. A perfeita con­ 
ciência da Importância do trabalho que 
estava sendo feito não foi Psqueclda «e 
1 la noi:. serviu de inspiração constante 
na elaboruçã.> de cada artigo ou pará­ 
grnfo». 
J 
Neste 13 de junho volta a tonrnr 
o seu lugar como dat,1 histórica nei:.tfl 
nosso Estado. O passado registra a Re­ 
tomada di> r.ornmbá; o foturo marcará o 
mais revelante ttcontecimento político 
desta unidade QU<l surg e sob o signo da 
espnança. Mato Grosso tio "ul. resulta­ 
do d." um_a .lutu se.!Ul!lr de seus filhos, 
ganhu hoje o seu ti testado· dt- .naio:-ldu 
de, conRubstanclado na Constituição· pro­ 
nu/gada, forum eis meses de pesquisas 
coxultas, debates e decisões. Meio ano 
treionndo democraciv. Meto uno fintando 
o accrb,1 casui mo da C<•nstltuiçã O l<'ede­ 
l'd l. tlocu_111t, nto iustituriona!n:entP 8 pó­ 
crlto, pots qu~. ao inves de assegurar 
ai, mantfestaçoes de liberdade, • fortalece 
o Estado e desalenta Nação". 
Quando você fnr à Campo 
Gronde visite o "DOM MARQUES" 
eshurnnt0 e burrnscaria 
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Jogando aml+tos» 
mente quintn feira p 
no O tàvlo f'(lutoura, ç 
Gremlo üolflo emp, l<i 
com n boa equipe rlc, 
OporArlo rlt' ,Jardim ..  
eáuide jardinense, dirigi 
da por alme Silva Avill 
contando em suas fil i 
ras com experlmentu- 
clos jogadores, como 
Lori e 'Taelnha., apre«ser. 
tou um futebol envolven­ 
te e equilibrado: O Gn­ 
mio, mais uma vez, jo­ 
gou n base do entus!AF· 
mo, faltando no time de 
Eder, jogadores mal, 
velozes no meio camp 
e uma detc•sa mal; '·fe­ 
chada". No ptlm<'lro teo1· 
po, o tln..P de Jardim 
apresentou um melhor 
parlrilo de jogo e mar­ 
cou através de Lorl. 
numa jogada onde ll 
exprrlênr.la do rourll· 
nbenJe falou mais alto. 
Lr,go upós. o roes· 
mo Lori perdeu um p 
nalll com n bola baten' 
rlo na trave. O empate 
vlo por intermédio de 
Afranlo. que pnr sinal jo­ 
gou uma excelente pat 
tida. No 2º tercpo. o 
Gremlo jogou com nals 
imeto e teve maiores 
oportunidades de gol. 
na foi o Operário qu° 
m»rcou primeiro. atr' 
vés de 1!ciabe. Qua, 
1 
no fin»l, Afranio, no° 
men•e. rnnrcou eropat" 
a partida O juiz foi 5.?· 
turoino. com bo'I atuaçao 
auxillado» por Fermino ? 
Elvio. A renda não f, 1 
fornecida, mas bom pú· 
bllco prest!giou o acoote· 
cimento. 
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Carlos, Adilsop, Pires e 
Daocindo· Lori e Cardo· 
so; Carlinhos, Tacirb" 
Djalmu e Osvaldo. 
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Dutra, Basilto, Negro, , 
Odlr e Laucidlo; Alfredo 
e Anão; Bit, Penedo. 
Afranio e Otavio.