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Diário 
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.-,,-..,,,, .,, -.,, .,, 	1,,7,,77,,,,7a," ...,GGnPyy :. 
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I , ... I 
, 
DE AR 
Ver. Ely de Araujo Barbos&. 
O vereador EIy de Arnujo l3arbosa, 
r 
lptalo {#itira centralizai las ireiras 
e 
O deputado Ramez Tebet. da Are­ 
na, criticou em plenário, a centralização 
dus Cfretrr,ns, medidll que ele julga - e 
conco~damos plenamente • antipopular. 
Segundo Ramez Tebet, a centralização 
ao invés de melhorar o atendimento no 
tocunte u regulamentação de veículos e 
carte#a~ naclonl:.11 de bab!lltacão, veio 
preju icai: e coloc1rr maiores dificuldades 
ao po o. Em Bela Vista, a situação se 
torno).J caótka, pois, a doc:1meotação de 
um teieulo para chegar às mãos do di­ 
retor do Detran, passa por Jardim e da­ 
li vai à Campo .Grande, demorando, às 
ezds, quase um mês para retornar. E 
qu/d~_,,,l'etoma, quase sempre, com ex1- 
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Curnpo Grande Mato Grosso do Sul 
atual presidente da Ctlmara Munlclpnl de 
Bela VIsta é um doR malR sf•rlos candl­ 
datos à sucessão de Castro Pinto conee­ 
gulu, o que é lonvável, aglullmar em 
torno de seu nome simpatizantes du 
ARENA e do MDB. O vereador Getullo 
Lino, emedeblsta belavistense, não escon­ 
de a' sua preferênc!u pelo médico verea­ 
dor, e o mesmo se pode dizer de José 
Marques, Afonso Dlllon e Ildefonso PI. 
nhelrn, os dois primeiros da ARENA. 
Mas, o importante é que Barbosa conse­ 
gulu tambem, na Atistmbléla, o apoio de 
deputados dos dois partidos. Isto, paru 
um deles, "é sinónimo de que os depu­ 
tados exergam no atual preslrleote rla 
Câmara o homem que conseguir, afinal, 
impulsionar o desenvolvimento do muni­ 
cipio" e o que é malti Importante: pacnfl­ 
car a familla fronteiriça. Llder em contí­ 
nua ascensão, Rarbosa espr.rn npeoas a 
decisão de Marcelo Miranda para ser 
empo11sado na chefio. do Executivo beld­ 
vistense, isto se não surgir-- e MS é 
pródigo' nisto, alternativas de última 
hora. 
gênclas não· solicitadas anteriormente. O 
chefe da CIRTRAN (ou seja lá como cha­ 
me) faz o poseível e o impossível, resta 
fazer milagres, o que e1,tã multo difícil. 
Esperamos que o senhor governador 
Marcelo Miranda, logo de início, acabe 
de uma vez por todas com esta antipo­ 
pular e antl&conomlca medida. Espera­ 
mos tambem, que o nobre deputado Ra­ 
mez 'J'ebet, dê continuidade à sua luta 
para extirpar do "modelo matcgrossense ' 
de desenvolvimento" edta aberração que 
ao invés de trazer o progresso, trás 
dissabores e empecilhos. Aqui a C!retran 
sempre funcionou muito bem, prov11 dis- 
to é a permanência de seu chefe por 
quase cinco anos. Pera que mudar? Nao 
se deve modificar um sistema que vem 
funcionando bem, deve-se modificar sim 
é a mentalidade de técnicos que não 
conhecem a nossa terra e querem ditar 
regras. 
Preço deste exemplar 
R$ 4,00 
MARCONDE GALEANO 
RAMON 
Marcelo Miranda us­ 
sumiu o governo do E­ 
tado de Mato Grosso do 
Sul. Todos esperam de­ 
le, primeiro, que seju 
um bom gerente de nos. 
sus coisas, depois, que 
acalme os únlrnos ngltu­ 
dos de ossos políticos, 
tão inseguros que a 
Rlrnple:i utuaçllo de um 
gaúcho sorridente e Hlm­ 
pttco. colocou todos 
em polvorosa. 
Fala-se que Mar 
celo lliranda vaf intro­ 
duzir uma série de alte. 
ruções o modelo admi­ 
nistrativo introduzido 
pelo Governador ''cassli­ 
do", criando novas se­ 
cretariae, motivado ape­ 
nas pelo intuito de 
aco.lmar icaH políticas. 
Miraoda faria melhor se 
esperasse algum tempo 
antes de introduzir as 
modificações, afinal, n!n­ 
guem sabe se a coisa 
realmeotP funciona, po­ 
rém o sistema adminis­ 
trativo criado pelo Sr. 
Jardel Barcelos. secretá­ 
rio estadual de Planeja­ 
mento, configura uma 
rara expariência em 
en:: gerenciamento pú­ 
blico. 
Descentralizado, des­ 
Lurocratizado, o novo 
sistema demonstrava 
uma insuspeitada agill­ 
dade e dinamização e, 
por isso, merece que o 
futuro Governador, an­ 
tes de abandoná-lo, tes­ 
te II severa-mente. Mui­ 
tos fütado~ brasileiros. 
o povo sul-matogrossen­ 
se, aguardavam com an­ 
siedade os resultados do 
sistema de administra- 
ção. 	. 
Marcelo, se abando­ 
ná-lo assim sem mais 
nem menos, ficará a nos 
dever a oportunidade de 
ser um Estado bem e 
modernamente, adminitl­ 
trado. E a História vai 
cobrar. 
Cadeia Pública: 
Notícias repercutem 
As notícias publicadas por este 
jornal, u respeito da sttuuço da cadela 
públlea e dá falta de segurança em 
nessa cldade, respercutiram na capttnl 
do Estado. Ns Asembléia Legislativa, 
alguns deputdos ficaram abismados 
com a situação, »firmando que tomarl­ 
am providênchus. 'as a revolta maior 
ficou por conta do líder do MD, dep­ 
tado Sergio Cruz, que enfáticamente a!ir 
mou: " ó'' fnactmlsslvel, nu (•pócn. tua!, 
quando os dlrc !tos humanoR são defcn­ 
didos em todos os países, nqut, no lado 
em Bela Vista. vemos estas dire1lofl vl­ 
llpe11dludo1:1" , O deputado emrcJeblqfu. 
que es:A i-e d1 atacando no apoio à so­ 
frirla populuç:1o fronteir1ca, prou.,eteu 
que uma soluçlo seria dada o cruel4n­ 
te vergonhoso e desumano poblema da 
cadeia pública e da segurança em Bela 
Vista. 
Nome para o Parque 
da Exposição 
O SIndlc to Rural de BPI a Vfotn. 
atendendo uma. exigência da FA ~1.' SUL. 
resolveu convocar uma assembléis geral 
de seus associados para escolha de um 
nome oara o parque de exposições. Em 
reunião realizada, na emana passada, 
surgiram vários nomes, como o de Fir-. 
mino ~iranda sugerlrJo po::- Adall Ferrei­ 
ra e Rio rpa, por Epnminondas Escobar. 
Por sugestão do pecuarlsta Edson Mo­ 
raes foi convocada para hoje uma As­ 
sembléia a ser realizada no Cluhr1 BP!ll­ 
vistense, às 8 horas. Moraes defende a 
Indicação de lres nomes que a seu rondo 
de. ver reprosearam a abnegaçãu A o 
trabalho em pról da pecuária belaVlfl­ 
tl'nsE>. São eles: Valter E i; c o b a r 
Nunes, doador drJ. flrea do parque quando 
prefeito de Bela Vista; M.ario Batillanl, 
primeiro presilente do Sindicato e gran · 
de batalhador pelas causas do mesmo 
desde a época da Associação Rural e o 
de . Luiz Carlos NazarPt, ex gerente do 
Banco do Brasil e atual diretor regional 
Nazaret, para muitos, simboliza a 
nova mentalidade que grassa no Paí. 
ultimamente: a de aprimorar e incentiva" 
ª pecuária. Ele foi a torça propulsorn 
da união dos pecuaristaa de Bela VJst~ 
e conseguiu sensibilizar a todos par 
a construção dos pa vllhõe,,a exístentes n,, 
parque. Para nós, do jornal. a escolh<1. 
do nome de Lulz Cedos Nazaret e 
questão de bom senso. 
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MDB protesta : ofttra 
ex1i.Btão do Pai1i o 
Em cootuto corn o 
DE'puturto FreltUR Nobru, 
líder da Opolção na 
Cllmnru Fetlernl, o DE'­ 
putado Sé-rgio Ci•uz, Jider 
do MDB ua Aasernbléla 
(MS), recebeu a confir­ 
mação du realização 
d~s convenções partitló..­ 
rtas aluda este ano, 
dentro do aprazumento 
estipulado pela Lo!-Cana• 
Je, que prevê a ocorrõo• 
eia de convenções parll­ 
dàrlas em um urazo má­ 
ximo de nté 6. mesAtl. 
A notícia foi homo­ 
logada oficialmente com 
a fixação das datas na 
reunl1lo do Dlretól'lo Na­ 
cional, realizada, sob a 
presidência do deputado 
Ullsses· GuimarS.es, no 
dia 27 no Congresso Na­ 
cional. 
Na ocasião, a dlre, 
ção nacional oposicio­ 
nista reafirmou sun luta 
contra a propagada ex­ 
tinção dos partidos poli­ 
ticos. Na opinHlo da 
maioria dos emedebistas, 
n sigla deve permanecer 
pois foi avalizada pela 
esmagadora maioria do 
voto popular e não de­ 
ve se submeter a aW.u­ 
des vindas de cima para 
baixo, como se conside­ 
ra a intenção do gover­ 
no em extinguir o regi­ 
me bipartidário com a 
eliminação dos atuais 
partidos. 
Deputado pede provida, 
' 
cios pero lnoiivo~ e 
sionistas do MS omn Bros 
O Deputado Sérgio Cruz, !ide» 
MDB, reuniu-se com dirigentes d é 
co., em Brasília, pa tentativa de 
l
e<'Pt' nrrir-t r-oluç;io cll'finllív,L tJ ...... 
t ... 1J. 1 
que ·ti.ln do pGn:-lou!-.l:J;.; 1' íuntt.'I,, 
Mato Grosso do Sul cujos provento, 
"ld ri .,. - l 
decorrencia e na0 espeti!cação or 
ttvn. inda estão, egundo o parlamemt 
"encravudos nos mecanismos' do até, 
i11nLo Grovso, o que vale dizer pro, 
cando seríssimos problemas de ord 
soclaL 
O coordenador técnico O«an4 
Teixeira e o encarregado do ncon,p.; 
nhamento para Mato Grosso e Mat, 
Grosso do Sul, ,Jurondir Fons.,ca, arnlv, 
da SudEco, ouviram as exposições d4 
líder oposleionlstu e asseguraram que 
"nesse sentido os estudos providenciados 
pelo governo já estão adiantados, rn~­ 
tando somente o detalhamento instrutrvo 
para a reg'.llurlzução". 
Com multo otimismo, Sérgio Cr-uz 
ouviu dos dois dirigentes da Sudeeo a. 
expl,rnuções t50bre o trabalho desen. 
volvido 1:1 etlse respeito por aquele ór, 
g!lo governamental. A sthraçüo dos ioi..­ 
üvos e pensionl<!tas do Mato Grsso do 
Sul, que poderia estar resolvida C!ldl , 
fosse aprovada uma emenda à consillu'. 
ção do purlamentar, que foi rejeitada 
preocupou ucentuadamente os encane­ 
gados diretos da Surleco, que, imediata- , 
mente, determinaram na presença do 
Deputado o apressamPnto das medida; 
mais adequadas para solução a curto 
prazo. 
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"eonlldenelu" "O }loto" (6 de +upor­ 
e eja o preniz de feltieelro Golberl 
do Couto Silvnu) que o governo federal 
J)r(1 jota weulr um linha política, cujo 
cronoram já est elaborado e que, com 
llll1tf,1n11<;:1n C!'ladnrn, dN!Cl'()Vd'f'III0S fl6• 
!'ilm: 
('orno ''hP1t1 d.OL•uvréfl" (•'frloa'') 
Hut fl. fll•rvlclo, pr l11dpaltt1(,11le tlOH aulênll· 
e:o radieats do MD), u Ant«tina, tão um­ 
pl•i qu,rnto po,-,.iiv< 1. 
Em uosso entender, não deverão 
Per bnefte1dos os corruptos, +8 8- 
!nos e os assltuntes de bncus, os ter­ 
rorl~ t aR, ('li fl ru. 
A vntrada er um acepipe apl­ 
mentado, terrivelmente polémico; u ex­ 
tluçf11 lloH 1111rt1doA. 
/ foeç/1() uch•nlsl!L da Arena come­ 
çon 1l J'l'hlTlUll/~Ur porqllfl, ,wgundo Tan­ 
Cl'edo NoVPl'l, u •·,urnrn" (•Hlll multo con• 
tt,nte oom o Aou "Efitndo Novo''. 
Alg11t1m comp11rou u Arena como 
lllllll CUl'l'OCll, puxudn por dlveraos IDUfl• 
rrs. Nu boll'111 v/o o Governo com as rÓ­ 
doo~ uu mão. e no lado, orgulhosa, fa• 
ceirn, n UDN. E os muares? Bem, os 
"mu11rP~", com o devlclo respeito süo o 
PSD, r'T8. PDP, PL, PR, PRP, e o PLC 
e outros PRS menos votados. 
Pols é. O problema está em que ll 
UDN nüo quer descPr da bole!a. Ela acha 
que. de lá de cima, o panorama é multo 
mnl8 agradavel, é outra coisa. Bom goi;. 
to, sem dúvldu. 
O pru to de i-e!llstêncla, uma !lofis­ 
tlondu "Mao"rronuda li Golberl", servida 
nom 11comp1u1J
1umento do vinho seco, 
t1·urn no our,1,:r:;lo polltlco o nome: "Pro­ 
rogation des mandais des Ma.ires et Con­ 
$t3llen>.: :vtuniclpales". 
Curne u~tmdn. !:luculeuta, virá a 
st1gui1', i>. com ela, eleições diretas para 
Governadores dos Estados e ilm do6 ti~­ 
nudores blônlco!l, lRlo é, em 1982, essa 
aoomulla nilo PxistlrA; mais, no calendá­ 
l'io elekoral. 
. _ A sobremesa, ~armelada oom quei­ 
jo, uno vai sei' do ugrado dos políticos 
prc,fissionul!<, moh, interrsst1.dos em si 
mesmos, do que no Rerviço público, e 
consiE'tirá no Voto Distrital. 
Como a grJtnria e o berreiro vão 
ser euaurdecedores, é capuz que o go­ 
verno a.cedíl em adotai' ó sistema usado 
9 IMIIO LANÇAMENTO 
38 O 
mi JIC'm1rnh11: o Vote Dlstrlwl 'Jr,to. 
,Junto ,~r.m o carl!zlnho, o uoveruo 
dará um esclarecimento, utn avrso 40f 
uuvegauti:H o quo podc·rá :Jer 1·xpo1:1to de 
11.cúrtlo com "O Gloho" com a eoiwlnle 
rc<laç!lo: 
O projeto polftlco-ln,tlluclúnul qao 
o Governo preter,de aprovar com apoio 
de ua miorla n<J Parlamento. tbm cou,o 
objel.lvo t>RlubeJ<,ce1· uma dewocrncla 
utentadu nus peculiaridades políticus 
Rocials cio Pofo. O ôrHEll nl'io lorn exem· 
plus 11 seguir. Suus características de 
irrnndo nuçílo sflo próprloR, até pelo tu• 
manbo h•I'l'ltorlul o populnclonul. 
Não seria o eu8o, uerecentou, de 
copiar modelos de outros pulses: a Unl:io 
Soviética e China nílo servem como exem­ 
plos pelus rnzõrs óbvlaR do seu slHtema 
econõmlco e polillco. E, por se tratnr de 
umn cultura nnglo-saxll, 08 fütados Uni­ 
dos tumbt•m nilo serlnm bom exemylo. 
Assim é que os plunos ortclul11 pre• 
vêem a formaçllo de quatro novos parti• 
dos, com o dtiRupat'eclllJento do. Ar<'na 
e do MDB. O voto dl:itrllol é considerado 
esenctul para conferir estabilidade ao 
t:lstema politlco a ser lmpl:i!ltado no Pois. 
Está ainda, nos cáleulos dos e­ 
trateglstus do Puláclo do .Planalto a elel• 
<;íío, para su-ieder o Prl'sldente Figueire­ 
do, de um olvll cujo nome será ei;colhl· 
do no jogo polftlco dos partl<jús. 
Cyruno de Berjerac 
Posto de Acumuladores Soto 
DE VITOR SOTO 
Peçu, e Aoc~s6rio11 - Veicuhs Ford, Willy 
Volks . Chcvrolct • Consertas e Rdorrons de 
Butcrins . Colocn•Be PnrabriE11 na Ilora 
Ruu J.J do Moio . S/N • Cx. P .• 41 • hrdim MS 
Em Bc,lo Vi~lo - PoHo de Acumuladores Intel'· 
nnr.ionul • ( no lodo du oficina Ct1rnboralamnio l 
,n•• 2 (,()(), h J. 11 .• n •J ,,•~ 1 r 
proj• ln 
Mas, o que rai conter 
6 1! 	- 
)uun!os erer humanos ao 
restar daw guerra! 
Juintaa crinçn vão poder 
plantar uma flor. . 
Se as bombo estão que-1man 
do a terra! 
O que vai rolrat dos seres 
humanos! 
Fato! 
filmt·P? 
Fotos? . 
Pouco~ Fl0 nB que r,,n<ln pro· 
lllrafll @ll•ur ll 8ÍIUHÇilO. 
Iorque enquanto uns pro- 
curam pat, 
Outro8 fabrlram 1!11errn" em 
fori•rn d,· bomba•. 
As pe#soas estão querendo 
cnrregur as Fun• qslilR il, ma­ 
quina. 
1quinas fria+. 
Amur'f 
'cnhum comp;,tador é capnz. 
O homem vul a outros plune­ 
ta• ,. eHJllt'<·O o próprio. 
fütio no munrlo du luu prr• 
curando as estrelas' 
. . vldu tornou se uma comp 
tição entre: 
O Homem ,. o Computador, 
Trnou.se um Comperívidu, 
'lnde 1(1tDltll quem for o muis 
forte, 
E, tenho certeza. 
O muud•> ~erin muito melhor, 
Se o v,·nu:dor fos;c uqu.-la 
pessoa, 
/quelu rura pesa, 
Que me diz todos os dias; 
Bom dia, ir111ào. 
t. ,. 
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ARGUMENTO FALHO 
Continuando com mais algumas considerações a repito 
Escreve Prof. S(urnpf 
O buso do povo Ignorante que 
buwevn nus comunleaçõvss ile ulém túmulo 
n utisfagão de ua curloldade e nmbl­ 
ções materinís o que era, muito prejudt­ 
eial naquele tempos ob»curo; por 1s), 
o lei+slndore deretuvm leis everu 
o 11tr ponq rlo mort,, no Ifrtore. 
Ante da era dominlenl, ceren de 
1707 ( n O&, AI fl uso entre o povo Izer 
udlvinh@os, enão ve]smo; fazer 
nd1 vi n hnçõflfl: 
- E noo11toc<'11 qut• polo munhil o 
+I ep[rito perturbou-e e enviou e 
chamou toi!oi; o.◄u,llvlnhnrlores do Egllo 
e todos os us blos; e farnuó contou. 
lhe os sou onhos, ms ninguem bnvln 
que os Interpretnse (Gemtsis, 41 vs. ) 
- Por mim pois 1,0 fez um decreto 
pelo qual fo111,em Introduzidos á mlohn 
presença todos os sblos da Babyloola, 
prn que me fizessem l::iterpretação do 
sonho. (Dam!Pl 4.6) e mais; Eut!-lo entrn­ 
rnru 01< magoi:, cs astrólogos, os cbnldeu 
e OR adl11lohadoreP, e f'U contei o iionbo 
diante deles; ms não me fizeram saber 
u sua lnterpretaçllo (Idem 4.7) 
a fitzer encantamentos: 
- o Penhor disse-lhe: Que é Isto 
na tua mão? E ele dl!,se urna vara. 
- Entüo disse o Senhor a Moisés: Es­ 
tende n tua mão e pega-lhe pela cauda 
E rstendeu sua mão e peguu-lhe pelu 
cauda, e tornou-se em vura na sua mão. 
E disse-lhe mnis o Senhor: Mete 
agora a tua mão no teu aeio. E, tirando 
eis que sua mão estava leproso. 
brunca como a neve (Exodo, 4. vs 2--4-'3) 
Então Mofsétt e Arão entraram a 
faraó, e fizeram m:~fm como o Senhor 
ordonara; e lançou Aur~a sua vara 
dlunto do iaraó, e diante de seus servos 
e tornou-se em serpentP. 
E fnraó lambem chamo , os sllblos 
e encflntadores: e os magos' do Egito 
fizeram também o mesmo com os sdus 
encantamentos. 
Porque cadu um lançou sua vara 
e tornaram-se em serpentes; mas a vara 
de Aarão tragou us varas deles (Exodo 
? vs 10, 11 e 12.) 
Neste pequeno trecho podemos 
ooncluit' que a proiblçü'l tinha vistas 
os que usavam poderes quando não para 
o mui com a vidade de engrandecl"" 
Lo próprio Isto D0rque voltando uo e: 
mesls cup. 40 m 12,l3 e 22 como seu' 
_ Então disse-lhe ,J.isé: ESla é 
11 
f'Ull Jnterpl'eluçfio: Os a sarmentos silo 
tres dias. 
Dentro aluda de lreB dlns Juraó 
Jevnutará ,. tuu cabeça e te restnurur~ 
no tou PBtado, e durflil o copo d(' rara 
na tua mão. cnnforme o costume c.ntlgo 
quando lll'UB i;eu copeiro. 
Mas ao padeiro-mor en(orcou como 
,José havia lntrrpretodo. 
Outros exemplos mais daquilo que 
ncontec.eu a homenl'I fni,plrudoR pelo 
poder do eHplrlto: MolRés adivinhou n 
vinda do Messias "O senhor teu Deus te 
dei;perlaram JH'Oféta do melo de tl, de 
teus irmãos. c1Jmo eu; a ele ouvireis 
( Deut. 18. ''3 15.) 
Outro tanto o fez Isaias: Portanto 
o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis 
que uma virgem conceberá, e dará u 
luz um filho, e será o seu nome En:anuel 
(!salas 7. vs. 14) 
E após estes, Malaquias, Jeremias, 
Ageu e aludn mais uma ve7,, Isolas e 
Damlel. 
É a manlfestaçã~ naquela éprca 
rio poder espiritual de alguns homens. 
É o phno esplrltunl vindo até 1:1. 
matéria que como parcela do esplrito 
Universal, l•. ' npurelbo mais do que 
suficiente para recebe-lo e trnnsmitlr,Jhe 
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queira. 
A principal razúo do 
aumento, para t>le. é o 
queria da ofert:1 do boi 
gordo, Ftegulda da alta de 
seu8 preços. O que faz 
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rem o gado diante da 
dlflculdnde de repô!' eeuH 
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Até há dois meses 
os invernistus congul 
rum comprar o boi ma­ 
gro no Paraguai e Ar­ 
gentin. o que se tornou 
Inviável agora com o 
acentuado aumento 
da demanda naquele,; 
dois países deviao às 
exportl' ções de carne 
inaturn. induE-trlallzada. 
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O ministro do Ex'r­ 
cito Walter Pires nego 
a possibilidade de tropus 
do Extelto virem a in­ 
ter vir nas grandes elda­ 
de com o objetivo de 
uuxiliur' u. policia no oI­ 
trole da violência e da 
eriuinalldade. No e 
entender 'o que deve 
i;er fC'lto é dr dar ruuln 
condições paru (JUO 1111 
polícias Militares desem­ 
penhem as suas missões. 
E11su atrlbuiç-1lo ullo devr 
sn dada ao Exército, 
para fugir à misso pre. 
cípua du lnstltulç!l(', De, 
ve ser dda As [MS con­ 
dlçêies para isso e, em 
casos extremos, devem 
ser empregados todos os 
recursos, lncluRlvo o 
Exército". 
O ministro Walter 
Pires voltou a reafirrnnr 
qu'! rorBm na sua maior 
parte os mllital'f's que 
morreram para defender 
e manter u integridade 
física do Pais", ref;pon­ 
dendo a UIDd pergunta 
da dPputad11 Lúcia Vi­ 
veiros (MDB-PA} sobre> 
as mPdldas adotadas pe­ 
lo Exérr.ito para a pre­ 
servação da Integridada 
fisica da Amazôola. "O 
Ministério do Exército 
farâ o que for necessário 
quando for julgada con­ 
veniente sua interferen­ 
cia. "disse ainda, a pro­ 
pósito do projetn Jari, o 
qual, segundo a deputa­ 
da, ·•estâ atentando con­ 
tra a soberania nacio­ 
nal''. 
IGREJA 
O ministro Walter PJ-res 
afirmou, em resposta ao 
deputa do O ta cílio Qa?{­ 
roz (MDB-PB), que o l·P· 
lacionam<:nto enutre o 
Exército e a Igreja "G 
muito bom, podem exis­ 
tir opiniões singulares 
contra o Exército, p'.)r 
parle de religiosos, ou 
de militares contra a 
Igreja, mas isso não si­ 
gnifica uma posição da 
instituição. O relaciona­ 
mento é o melhor possí­ 
vel". 
Como () mesmo de· 
putado indagasse sobre 
"a cooptação de mili­ 
tares .na reserva que s 
empregam em multina­ 
cionais" Walter Ptres 
disse que "é preciso ver 
quem e da reserva qoe,>­ 
se emprega. Cada v.rr. 
tem o direito de traba­ 
lhar onde bem desejar. 
Se for um crime de 
lesa-pâtria. o Exército 
saberá ~ratnr do as;.unto 
no momento !'x.nto''.

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a O 01 •e RSO OE FIGUEIRED 
Brasília Integra do di-curso do 
presidente Figueiredo na tas:tnaturn da 
Ieuem dAsyund sob!e u cone·ião 
clu unl!,lia: 
"Feltz o homem que, elelto, cum- 
pre s promessas do cndl4ato. 
Aqui nos reunimos paru fsln­ 
turu de menrngem do Executivo no Le­ 
Ilativo. Ato simples, tantas vezes 1ep"­ 
llrlo. E~tt• é ú11ico, po, i'.'m, em 1,u11 lnlen­ 
onn O 8('U nlcunCA 
Chea o rli11 de enenminhr no 
Conrssoo Projeto de Lei de unistlu 
o8 que hujum cometido crimes pollllco, 
OU CIJJlf'XOH. 
No tempo, rocunmo11 ató 2 de se­ 
lombro do 10Bl dntn dn úlllma onl11lla 
para quo n hlslót'ln posHO fluir Jlmpldu 
clnrc•nda dl' delitos politlcoP e ele su11 
penal)znçlo. 
Chegamos até 31 de dezembro de 
1978 clntn do revoço dos tos lnslllu­ 
clonuls o oomplem<•nturcs. 
N11 sua n mplltudA, o projeto re>staura 
os direitos polltlcos su!lpenso!I. Relntegm 
na vida partldô.rlr. todof:1 os que dela 
haviam sido afustudos por crimes pol[tl­ 
cos. Prevê a possibilidade de reversüo 
ou rotorno uo serviço utivo dos servil o­ 
res públlct,s dele afastados em virtude 
de ato revoluclouô.rlo. Excetua, somente 
os punidos por Improbidade. 
Da mesma forma, só se excluem 
da anlstia os condenados pela justiça 
militar, em razão de prática de crimes 
de terrorismo, assalto. sequ~stro e 
utentado pessoal. 
''.Multo meditei sobre esta exclu­ 
si'lo. O terrorista, assaltante, o sequef:1- 
trador, o agressor da segurança de pes­ 
soa1:1 inocentes, é cl'imlnoso distinto du­ 
quele de quem se condenam os atos, no 
estrito domínio polltlco. O terrorista nüo 
se volta CClntra o governo ou o regime. 
Seu crime é contra a humanidade. Por 
iRSO mesmo, em todo o mundo, tem-se 
como indispensáveis leis que coibam 
esses atos. 
O projeto ora encaminhado ao Con­ 
gresso Nacltrnal marcha na boa tradição 
brasileira. Digo-o com a autoridade de 
quem viveu a juventude e lautos anos 
de adulto sob a eF.peronça de ver o 
Paíe: anlstiado. E o foi duas vezes. 
Vi a minha própria Iamilia, o 
amargo de sH ór.fiio de pai vivo. Co­ 
nheci as frustraçõet1 do soldado afastado 
da Pátria e de seu i:ierviço, por delito 
político. 
Bem conheço todo esEe sofrimento. 
Por isso mesmo, convertido em 
lei o projeto, apagar-se-ão os crimes e 
serão sustados os processos em curso. 
Até mesmo dos que, a rigor, não estão 
a merecer o beneficio de medida, como 
a anistia, de natureza eminentemente 
politlca. Quer o governo, com isso, evi- 
Dr. José Atana5io Néto 
ADVOGADO 
Causas cíveis, criminais tl agrários. 
Duque de Caxias, 878, 
Jardim. MS. 
Presidente l<'IOUEIREDO 
tur o prolongílrnento de processo trau­ 
motlzautes para a sociedade. Certos e­ 
ventos, melhor silenciá-los, em nome da 
puz do família brasileira. 
Nosso projeto é clnro e slmpleR em 
seus obietivos. Seus efeitos abrangem a 
a reintegração, sem restrlçoes, na mlll­ 
tO.ncia polit1oa, de todos os dela afasta­ 
dos por delitos politicos. Os servidores 
poderão retornar a seus cargos, haveo­ 
clo vaga, e observado o interesse da 
administração, expresso por uma comis­ 
são esp~clal, no fimbilo de cada mi, 
nlstérlo. 
Tenho a consiêncla tmnqulla de 
haver elaborado o melhor projeto par 
a época atual. Por_ ele, podem os brasi­ 
leiros ver que a minha mlo, sempre e8- 
tendida em concilação, não está vazia. 
N'unca esteve. 
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Estado de Mato Grosso do Sul 
Secretaria de, Planejamento e Coordena­ 
ção Geral - Fundação Instituto de De­ 
senvolvimento de Mato Grosso do Sul 
-IDESüL- 
V18 
~Concurso de Logotipo 
A Fundação Instituto de Desenvol­ 
vimento de !'11:.to Grosso do Sul - IDESUL 
avisa aos interessados que fica suspensCl 
temporariamente o recebimento dos. tra­ 
balhos e respectivs. inscrição para o 
CONCUHSO DE LOGÓTIPO com <lata 
anteriormente marcada para o período 
de 1 a 30 de junho deste ano. 
Campo Grande, 28 de junho de 1979 
Comlt,são Organizlldora 
Luciano Amorim Borges. Luiz Gonzaga 
Bezerra e João Antonio Sá Mala 
"Espero ver os antstidos reinte- 
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1! r1 c1u:• 1-.to fc·t ,<>. 
gr::irlos '.JU v • na n?v: 0 • 4 + • • • l 
saibam, posam e queiram p rtieipsr 0o 
Na ' 	] ({ fdujs que - 
ao esforço em prol o +'' 
n0 50 "" 	19}1 410 0s 
,.,~ado OH du J't•voluçiío do • , - , • 
d" :oda n Naç'io: ,. t . 
Por uma soclelude plura!isa P 
qual o-: contrários convlvuru nc, re~pc,to 
à,; ltils e sub sua prott>çUr,. 
Por umn regime político em que a 
liberdade de todos se expresse e 
ta nos direitos e nos deveres de um. " 
lo respeito à lei, como exprc•F-BMJ da !'vil• 
J!d,1de nacional P- não como produto rle 
allenaçõeB cleformadoras. . , 
Por uma economia mais forte, mais 
liberal apt,1 u d1slrlbulr os benR e as 
rendas de formas mais justa, rntre todos 
os brasileiros. 
Pum que haja mais educaçno, m<-,- 
lbor t!Uúde, assistência uceflsírnl a todos. 
Nos últimos 15 anos, os governo:1 
revoluclont'lrloR promover:im r~formus 
instituctona!s profundas. Atingimos alto 
patamar de desenvolvimento econômico. 
Agora. a Naçllo, na plenitude da 
ordem constitucional, tom!l conscll>ncla 
da necessidade de se apMfelçoarem as 
estruturas sociais, para torná-las mais 
democráticas. 
Em todo processo bfi;:tórlco, há um 
momento certo para tomada das gra­ 
des decltiõ~s. Acredito havemos chegado 
ao nosso, com a vigência da emenda 
coni;utuclonal núme1·0 11, superou-se um 
perlodo que tornará necessários proce­ 
dimentos às vezes traumáticos e de ca­ 
ráter excepcional. 
Contudo, é preciso reafirmar: o 
ideãrio da Revolução de 1964, que nos 
inspirou durante os últimos 15 anos, con­ 
tinuará vivo através dliR gerações, Ê 
dentro dessa premissa que receberernoH 
os anlstiado ... 
A anistia tem justamente esse sen­ 
tido: de conciliação para a renovação. 
Dentro da continuidade dos td,eais demo­ 
cratizantes de 1964, que hoje reencon­ 
tram sua melhor e mais grandiosa ex­ 
pressão". 
BAREM FICA ON­ 
TRA SENA,DOES 
O Deputado federal Ubaldo Sarem, 
disse que está na expectativa, esperando 
a posse de Marcelo Miranda para ver 
como ficam as coisas, 8arem defendeu 
juntamente com o Levy Dias a perma­ 
nencia de Harry Amorim Costa no 
Governo de Mato Grosso do Sul. O 
deputaci.o comentou que não vai para o 
partido que contar com os i;:enadores 
Derzi, nanale, Frageli e Ruben Fig-ueiró 
poi3 não concorda com a. maneira deles 
fazerem políticà. 'com referência a Peciro 
Pedrossian, Barem afirmou que "é um 
caso que depende de estudos, mas logo 
., - 	., 	o 
assegurou poe uma virgula aí e acres- 
cente, provavelmente não. 
Pro 1 
o 8 la i tã 
Hoje s tarte 
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Oc'«vto Fotz" { 
lvisto terá pré. 
uimenuto om pri 
rt IJ"' B I l vis»e x ç 
mio Unto e tty' 
Se-senta. O 8elite, 
qur l.'.
1tá corn •1 p, r 
lizará sua ú!!j l 
partida desta fase eh. 
«iticatória e ó u vt+ 
lhe interessa. Se perda 
estará deselnsfie4, 
O Gt<'rnio lfnl',, ílll•· 
tamhem rom 1 pont• 
perdidos e msls tu 
jogo u r('.oliznr, contra n 
I:•.;ug-<'n!o Penzo, pt<'ri a 
d vitória pura ainda se 
manter no préo. Ve. 
cendo o Beluvistense e 
o Eugenio Penzo, pode. 
rá se elasslficar. !Sn(l 
uma pnrtldfl de vida ou 
morte, pura amboR. Vida 
no caso slgnificn cllspu- 
tar a fase final: ruorte, n 
eliminação e a eRpera 
do próximo campeonato 
Na partida de ruurlo 
o Sessenta, já classifica­ 
do, procurará manter 
a Jtderança lnvlota n1t 
lado do Operário. Para 
os bancárlos, a oportu. 
nldade é de apresentar 
à sua torcida pelo me­ 
nos urna vitoria. Quadro 
pura vencer o Sessenta, 
a AABB possui, o que 
está falt!!ndo é maior 
empenho. Vá ao estádio 
e certifique: o futebol 
Sela vbtense DespErtou. 
Torcida Jardins» 
ice!irará 
Gremio União 
.. 
Economia'? Segurança? 
VIAJE DE 
Conforto'? Tranquilidade'? 
O NIB U S=====::=- 
Alem de tudo o que está. escrito acima, voce ainda será Servido por MOTORlS'l'AS Gabaritado:1 
Seg.nndo informações _)!
0 
treinador do Gremlo Uoi~o. 
Eder Romero, dezena. ~e _to:­ 
cedores jaí-dlnense~ uêii,tir.lo 
a partida de seu t1me. cootr~ 
o Belavistense. Carlinhos _ 
Cristaldo, atletas do Gremi, } 
são oriundos de Jardim e h 1 
são considerados ídolos da 
torcido o que moth-ará a v1n· 1 
da dos' torcedores da Cidade l 
Caçula. Disse o Eder que pa 
ru o jogo contra o Belavisten- 
Pe 
O s"eu time entrará com 
força total, o que indica 
6 
, 
presença de Carlinbos e taro· 
bem da nova contratação 
11 
: : ;la!h+ de 
meio campista 
1
_.o _., 
Asrnnção. Eder confia uT 
boa exibição e consequente­ 
mente na "it6rin do Greroio 
que busca classilicar-ee paro 
ns finais. ""Respeitamos o Be­ 
lavütense-afirmou, eles pode• 
rio tambem se classificar 
mas a parada vai ser indige:=· ! 
ta.  
i 
Viaje de Ünibus ... A Yiaâo Cruz,eiro do Sul 
Renovou sua Frota para melhor Atender os seus usuários. Linha para 35 Municipios de Nosso Estado 
Viagem Inteligente é cum a Cruzeiro do Sul